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Tenor Andrea Bocelli vem ao Brasil para megashow em Belo Horizonte
Depois de literalmente encantar mais de 60 mil pessoas no Central Park, em Nova York, dia 15 último, o
tenor Andrea Bocelli segue seu projeto de popularizar e levar sua arte a um maior número de pessoas com
apresentação ao ar livre na Praça da Estação, em Belo Horizonte, dia 6 de novembro. O megaevento conta
com a participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Coral de
Crianças do Programa Árvore da Vida – Jardim Teresópolis, em Betim.
Depois de se apresentar com a The New York Philharmonic dia 15 último no Central Park, em Nova York, o
tenor italiano Andrea Bocelli prepara-se para outro megaconcerto, desta vez no Brasil. Mais precisamente em
Belo Horizonte, um presente da Fiat para celebrar seus 35 anos de Brasil, que se insere no Momento
Itália-Brasil (MIB).
O objetivo atual do artista, cuja vida bem que daria uma ópera dessas que ele se acostumou a transformar em
sucesso após 24 álbuns gravados e 70 milhões de cópias vendidas, é atingir um público além das fronteiras da
música clássica. Ele vem trazido pelo Grupo Dançar, especialista em shows corporativos há três décadas.
Dotado de uma voz sobre a qual disse certa vez Celine Dion que, “se Deus pudesse ser ouvido cantando,
certamente seria muito parecido com Bocelli”, o tenor mais querido pelo público cria tal encantamento que
fascina multidões, levando a ópera de volta ao grande público e alcançando grande fama.
Um dos momentos especiais em sua carreira foi em 28 de outubro de 2001, quando cantou, sob o olhar do
mundo inteiro, a “Ave Maria” de Schubert no Memorial “Marco Zero”, em homenagem às vítimas do 11 de
Setembro. Tal visita se repetiu há pouco, uma década depois, para 60 mil pessoas no central Park.
A potência da voz de Bocelli é incomum: um timbre que é reconhecível como uma assinatura, plena e
poderosa, versátil ao ponto de ir do belcanto ao furor do verismo, do repertório sagrado às baladas populares.
Tais características ainda se associam a um talento natural peculiar, sensibilidade única e extraordinária da
interpretação.
Nascido em 22 de Setembro de 1958, foi criado em Lajatico, uma comunidade rural bastante unida abrigada
entre as vinhas e as oliveiras na província de Pisa. Iniciou os estudos de piano aos seis anos, mais tarde
ampliou a devoção musical com flauta e saxofone. Porém foi com sua voz que Bocelli encontrou o
instrumento ideal.
Em 1970, saboreou o primeiro sucesso numa competição de canto: Andrea ainda não tinha 12 anos quando
ganhou a Margherita d’Oro em Viareggio cantando “O sole mio”.
Imediatamente após participar numa master class de canto ministrada por Franco Corelli em Turim,
Andrea Bocelli teve uma oportunidade para estrear num palco de ópera, em “Macbeth”, de Verdi (no papel
de Macduff), dirigido por Claudio Desderi, e nesse Natal foi convidado para cantar “Adeste Fideles” na Sala
Nervi do Vaticano perante o Papa.
Em 1996, a melodia da canção “Con te Partirò” (e mais tarde o seu arranjo como dueto com Sarah Brightman
intitulado “Time to say Goodbye”) era ouvida em todo o mundo. Na Alemanha, por exemplo, o dueto
permaneceu no número um das tabelas durante 14 semanas consecutivas, vendendo mais de 3 milhões de
cópias e tornando-se o single mais bem-sucedido de todos os tempos .
A carreira vocal e de palco deslanchou na Sardenha com várias óperas. Se apreswentou com o maestro Zubin
Mehta e Tel Avive e estreou nos Estados Unidos, em 98. No ano seguinte, um grande reconhecimento: a
nomeação como Melhor Novo Artista nos Grammy, tornando-se o primeiro artista clássico a receber a
honraria em 38 anos. Este foi o ano de edição do álbum “Sogno”, que incluía a magistral interpretação de
“The Prayer” em dueto com Céline Dion.
Outra de suas grandes parcerias com astros aconteceu em 2002, com Lorin Maazel, com quem empreendeu
projeto de gravação de “Sentimento”, coleção de peças românticas de compositores como Tosti, Liszt, Denza
e Gastaldon, ganhando Grammy nas categorias de Álbum do Ano e Álbum Cássico Mais Vendido do Ano.
No final de 2006, o repertório de gravações operísticas de Bocelli foi enriquecido por dois enormes marcos
de realismo: “Os Palhaços”, de Leoncavallo, e “Cavalleria Rusticana”, de Marcagni, ambos dirigidos por
Steven Mercurio. Acostumado a ultrapassar obstáculos aparentemente intransponíveis, Bocelli alarga o seu
repertório através de novos desafios, nunca desprezando o seu interesse paralelo, na medida certa e cuidada.
Entre os seus recentes projetos na ópera, está o exigente papel de Andrea Chénier, na obra-prima com o
mesmo nome de Umberto Giordano. Carmen, o mais audacioso e sedutor enredo romântico de toda a história
da ópera, dirigido por Myung Whun Chung, foi editado em 2008.
Em setembro de 2009, Bocelli protaginizou estreia triunfante no Carnegie Hall, em Nova York. O álbum
“My Christmas”, lançado em novembro do mesmo ano, nos Estados Unidos, ficou em segundo lugar nas
paradas por seis semanas consecutivas, atingindo a cifra de mais de 4 milhões de cópias vendidas, sendo o
quinto álbum mais comercializado no mundo em 2009. No ano seguinte, o artista foi homenageado com uma
estrela na calçada da fama, em Hollywood.
“Quanto mais mergulho no canto, menos compreendo. Sei apenas que Deus me ofereceu uma voz que me
permite expressar aquilo que sinto e, neste sentido, acredito que posso descrevê-la como uma voz
reconhecível”. A verdadeira grandeza de um artista é medida também pela sua humildade, a despeito da fama
mundial e da consciência da função cultural e social que o seu nome representa.
Sobre o evento no Central Park mês passado, Bocelli considera o show gratuito para 60 mil pessoas um feito
que o aproxima de outros astros da ópera, incluindo Luciano Pavarotti, que também se apresentou no palco
do famoso parque. "A maioria dos meus marcos importantes aconteceu em Nova York", disse o tenor de 52
anos. "Busco em minha carreira o equilíbrio entre os dois repertórios. Mas o cantor de ópera é sempre
fascinado pela música popular, algumas baladas são tesouros para artistas que, na ópera, trabalham sempre
com grandes emoções e paixões."
35 anos da Fiat
O show de Andrea Bocelli em Belo Horizonte se insere nas comemorações da Fiat pelos 35 anos de sua
instalação no Brasil. A empresa inaugurou sua fábrica em 9 de julho de 1976, em Betim, construindo, desde
então, uma forte parceria com Minas Gerais. Sua presença foi decisiva para a industrialização e
desenvolvimento econômico e social do Estado.
A apresentação na Praça da Estação, um marco histórico e sentimental de Belo Horizonte, se insere no
Momento Itália-Brasil, conjunto de eventos artísticos, culturais e de negócios que, entre outubro de 2011 e
junho de 2012, celebrarão a secular e construtiva colaboração entre italianos e brasileiros.
Grupo Dançar
Hoje, com mais 30 anos de história, a Dançar, que começou como Editora e expandiu seus horizontes para
produções, possui know how e estrutura capaz de realizar qualquer projeto na área, para empresas de
qualquer porte.
A empresa contempla em seu currículo a vinda ao Brasil de diversas atrações, entre eles nomes como Buddy
Guy, Diane Reeves, Kiri Te Kanawa, Barbara Hendrix e Alessandro Safina, Sarah Braghtman, George
Benson, Esperanza Spalding, Andrea Bocelli, Robert Cray, Herbie Hancock, Macy Gray, Seal, Diana King,
Ray Charles, Women' s Philharmonic Orchestra os San Francisco, Orquestra de São Petersburgo, Johann
Strauss de Viena, Filarmônica de Moscou, Sinfônica de Berlim, entre outros.
Não se restringindo apenas à criação de projetos culturais inovadores para seus clientes a Dançar transforma
suas idéias em realidade, reunindo a estrutura e o expertise necessários para cuidar de todas as ramificações
de cada projeto.

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