Anexo I-A – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SERVIÇOS DE OBRAS

Сomentários

Transcrição

Anexo I-A – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SERVIÇOS DE OBRAS
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
Anexo I-A – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
SERVIÇOS DE OBRAS CIVIS
REFORMA DO TÉRREO DO PRÉDIO III DAS VARAS DO TRABALHO DE PORTO
ALEGRE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
1
APRESENTAÇÃO e CONSIDERAÇÕES GERAIS
1.1 A presente especificação trata dos serviços de reforma do térreo do prédio III
das Varas do Trabalho de Porto Alegre do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
1.3 Os serviços especificados neste anexo constituem, basicamente, execução de
obras civis, instalações hidrossanitárias e de combate a incêndio .
1.4 A área total da execução dos serviços especificados neste anexo é de
aproximadamente 823,00m².
2
PROJETOS
2.1 Deverão ser elaborados pela empresa contratada, e submetidos à apreciação
da fiscalização, os seguintes projetos: Estrutural das vigas, Elétrico das Instalações da
rede elétrica de uso geral, rede lógica e estabilizada para Lógica e Climatização
atendendo o Anexo II e Anexo III.
2.2 Os projetos deverão seguir este projeto básico, representado nos anexos.
Qualquer alteração no projeto básico deverá ser solicitada à fiscalização deste TRT da 4ª
Região.
2.3 Os projetos deverão obedecer às normas da ABNT aplicáveis a este projeto
básico e às leis vigentes.
2.4 Os projetos deverão ser elaborados por profissionais devidamente
qualificados, com emissão das respectivas ART’s.
2.5 Os projetos deverão ser submetidos à fiscalização deste TRT da 4ª Região, e
esta poderá exigir as alterações que julgar necessárias.
2.6 Ao final da obra, antes de sua entrega provisória, a empresa deverá
apresentar o respectivo “as built” de todos os serviços executados, da seguinte maneira:
representação sobre as plantas dos diversos projetos, denotando como os serviços
resultaram após sua execução; as retificações dos projetos deverão ser feitas sobre
cópias sépia dos originais, constando, acima do selo de cada prancha, a alteração e a
respectiva data; caderno contendo as retificações e complementações das
discriminações técnicas da presente.
1
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
2.7 Os projetos deverão ser entregues em três vias, papel sulfite, contendo
assinatura, nome, título e número de registro no CREA do profissional que o elaborar.
2.8 Deverá ser entregue cópia dos projetos em meio digital (CD), formato
AutoCAD versão 2004.
3
INSTALAÇÃO DA OBRA
3.1 A obra somente poderá iniciar após o recebimento, por parte da fiscalização,
dos projetos referidos no item anterior.
3.2 Os locais onde serão executados os serviços deverão ser isolados por
tapume simples de compensado, para que não interfiram na normalidade dos serviços
das Secretarias.
3.3 Correrão por conta da contratada todos os serviços preparatórios, tais como
tapumes, cercas e barracões que se fizerem necessários para depósitos de materiais,
escritório, banheiros, etc.
3.4 Deverá ser afixada uma placa em local visível contendo os nomes dos
profissionais responsáveis pelos projetos e execução, e ainda, uma placa nas dimensões
de 1,5m de comprimento por 1,0m de altura, em modelo a ser fornecido por este TRT da
4ª Região, com os seguintes dizeres:
ÁREA: 823,00m²
PRAZO TOTAL: 5 meses
VALOR:
PODER JUDICIÁRIO FEDERAL – JUSTIÇA DO TRABALHO
REFORMA DO TÉRREO DO PRÉDIO III
FISCALIZAÇÃO: SERVIÇO DE ENG. E ARQ. – TRT – 4ª Região.
4
DEMOLIÇÕES e RETIRADAS
4.1. Deverão ser demolidas as paredes de alvenaria indicadas em planta, uma
próxima à escada principal de acesso ao 2º pavimento, as paredes dos sanitários
existentes entre outras.
4.2 Todos os materiais e equipamentos relacionados aos sanitários deverão ser
removidos e/ou desativados: azulejos, forro, piso cerâmico, portas de madeira,
equipamentos e acessórios sanitários, sistema de ventilação mecânica; assim como as
instalações elétricas deverão ser desativadas e as hidrossanitárias vedadas.
4.3 Deverá ser removida a divisória aramada, tipo tela Ottis, localizada na área do
antigo depósito.
térreo.
2
4.4 Deverão ser removidas todas as luminárias fluorescentes existentes no andar
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
4.5 Deverá ser removido todo o piso vinílico existente no local da reforma, e
procedida a raspagem da superfície.
4.6 Deverão ser removidas todas as divisórias leves existentes na área a ser
reformada. As instalações aparentes junto as divisórias também deverão ser retiradas.
4.7 Deverão ser removidas todas as persianas existentes no local.
4.8 Deverão ser removidos os abrigos de ar condicionado existentes nas
esquadrias da fachada oeste, sendo a esquadria de alumínio readequada, conforme
consta no item esquadrias de alumínio.
4.9 Deverão ser removidos os chuveiros “sprinklers” do sistema de prevenção e
combate de incêndio. Após a remoção os mesmos deverão ser rebaixados até a altura
do forro que será instalado, conforme consta no item de equipamentos de prevenção e
combate a incêndio.
4.10 Deverão ser removidas as esquadrias de alumínio (tipo basculante) na área
do antigo depósito, e ser fornecida e instalada nova esquadrias de alumínio, como consta
no item esquadrias.
4.11 Deverão ser reposicionados os condensadores existentes no jardim da
fachada leste para os locais indicados em planta.
4.12 O piso de basalto existente será removido para posterior colocação de piso
vinílico novo. Estas pedras de basalto serão recolocadas no recuo de jardim, passeio
público em frente a Rua Baronesa do Gravataí (calçada) e na área interna do prédio,
indicados em projeto.
4.13 A área do pátio interno e o recuo de jardim da Rua Baronesa do Gravataí,
indicada em planta, onde encontra-se pavimentada com blocos de concreto pré-moldado
intertravados tipo PAVI “S” será substituída pela pedra de basalto retirada da área de
reforma.
4.14 Deverão ser removidos os 02 (dois) portões de acesso ao depósito.
4.15 Os materiais das demolições deverão ser removidos diariamente para fora
do prédio, podendo ser armazenados temporariamente em containers.
5
4.16
A empresa deverá fazer limpeza permanente da obra, mantendo se
necessário, um funcionário específico para esta atividade.
4.17
Deverá ser removida parcialmente a cerca elétrica existente na
fachada do prédio. Deverá ser preservado a cerca elétrica sobre os
muros laterais (lindeiros) da Rua Baronesa do Gravataí.
VIGAS, ALVENARIA E PAINÉIS
5.1 Vigas
3
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
5.1.1 Deverá ser executada vigas de baldrame em concreto armado que
receberão as novas paredes de alvenaria de tijolos.
5.1.2 As vigas de baldrame serão impermeabilizadas com hidroasfalto..
5.1.3 Sobre os vãos das esquadrias e da interligação entre os vestíbulos, serão
executados vigas para formar vergas, com as necessárias alterações e armaduras
relativas a estrutura existente no local.
5.2 Alvenarias
5.2.1 Os vãos indicados em planta deverão ser fechados, formando peitoris, com
alvenaria de tijolos, seguindo as especificações abaixo.
5.2.2 As alvenarias de tijolos deverão obedecer às dimensões e aos alinhamentos
indicados nas planta, sendo de 15cm (quinze centímetros) de espessura (após
revestidas), de tijolos de 6 (seis) furos.
5.2.3 Os tijolos deverão ser molhados antes do seu emprego e assentados
formando fiadas perfeitamente niveladas, alinhadas e aprumadas.
5.2.4 Os tijolos deverão ser de primeira qualidade, bem cozidos, duros, sonoros e
de dimensões uniformes. Deverão apresentar faces planas e arestas vivas, e a
porosidade específica deverá ser inferior a 20% (vinte por cento).
5.3 Painéis divisórios - divilux
5.3.1 Na conformação do espaço interno, indicado em planta, para divisão das
salas das Coordenações de Capacitação e Ensino à Distância, deverão ser fornecidas e
instaladas divisórias leves moduladas tipo Divilux, formadas por painéis de fibra de
madeira prensada com acabamento alquidi-melamínico em ambas as faces, com
estrutura interna celular e requadros de madeira em seu perímetro, espessura de 35mm,
na cor a areia jundiaí. A modulação será de 1,20m de eixo a eixo.
5.3.2 As divisórias terão estrutura em perfis de alumínio anodizado na cor natural
com montantes duplos e rodapés duplos seccionados. A altura das divisórias será até o
forro mineral.
5.3.3 As divisórias terão vidro liso, incolor, com espessura de 4mm, a partir da
altura de 1,05m, tipo AL4.
5.4 Gesso acartonado
5.4.1 As paredes indicadas no projeto básico como de “gesso acartonado
simples, c/ lã de vidro”, que compõe as salas do Espaço Cultural, o perímetro da sala de
Coordenação de Capacitação, copa e circulação aos sanitários, deverão ser em gesso
acartonado, com estrutura de aço galvanizado, compostas de dois painéis, com
espessura final de 12 cm. Internamente, entre os dois painéis, deverá ser instalada lã de
vidro Wallfelt de 40kg/m3, 50mm em “s”, por dentro da estrutura metálica.
5.4.2 As paredes indicadas no projeto básico como de “gesso acartonado para
áreas molhadas”, que compõem as áreas úmidas (sanitários e copas), deverão ser de
gesso acortonado, com estrutura de aço galvanizado, compostas de painéis de gesso
tipo “standard” e painéis de gesso resistentes à umidade (“gesso verde”), com aditivos
hidrofugantes, nas copas e sanitários.
4
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
5.4.3 As paredes indicadas no projeto básico como de “gesso acartonado triplo, c/
lã de vidro”, que compõem as salas de Treinamento nº 01, nº02 e nº 03, deverão ser de
gesso acartonado com estrutura em aço galvanizado, compostas de seis painéis, com
espessura final de 22cm. Internamente, entre os painéis, deverá ser instalada lã de vidro
Wallfelt de 40kg/m3, 50mm em “s”, por dentro da estrutura metálica.
5.4.4 Na parede de gesso acartonado indicadas em projeto, que compõe as Sala
de Treinamento nº 03, na altura de 2,10m do piso pronto, deverão ser instalados
caixilhos de madeira itaúba, medindo 50cm e 105cm de altura e larguras indicadas em
planta. Os caixilhos deverão ter alisares de madeira itaúba de 5 cm, com visores de
vidros duplos fixos de 4 mm.
5.4.5 As paredes de gesso acartonado receberão rodapé de madeira MDF de 1ª
qualidade de 2cm de espessura por 7cm de altura com o ângulo da aresta externa
arredondado. Não serão admitidas peças com nós, trincas ou carunchadas. a madeira
utilizada deverá estar seca. Os cantos serão cortados em ângulo de 45º. O rodapé será
pintado com tinta esmalte sintético na cor camurça.
5.5 Paredes Móveis Acústicas
5.5.1 A parede móvel acústica indicada no projeto, entre a sala de treinamento nº
02 e a sala de treinamento nº 03, é composta de três partes: painéis, estruturas de
fixação e trilhos, e barreira acústica.
5.5.2 A estrutura dos painéis constituída em aço carbono com pintura eletrostática
a pó, com tratamento anti-corrosivo e espessura de 94mm. Os componentes internos
estruturais e mecânicos serão construídos em aço, conferindo rigidez e estabilidade.
5.5.3 A vedação dos painéis tanto horizontal como vertical, ao longo do seu
perímetro, é obtida através de perfis plásticos, de dupla densidade, extrudados e sua
forma será adaptada para o nível específico de isolamento acústico: piso, trilho e paredes
adjacentes do local a ser instalado.
5.5.4 Externamente, os painéis serão constituídos em chapa de aço galvanizada e
gesso. O acabamento das faces dos painéis será em laminado melamínico BP cor ovo.
5.5.5 Internamente, entre os painéis, deverá ser instaladas mantas de lã de rocha,
espessura 50mm e densidade de 32Kg/m³.
5.5.6 O índice de retenção acústica do sistema deverá atender a norma ASTM E90 com desempenho por classe de transmissão sonora mínimo STC 47.
5.5.7 O vedação dos painéis deverá ser dotada de selos acústicos retráteis de
pressão quando do fechamento da parede, para vedar junto ao trilho e junto ao piso.
5.5.8 O conjunto do sistema não deverá possuir nenhum tipo de fixação junto ao
piso, liberando completamente as áreas contíguas, quando recolhido os painéis.Também
não possuir nenhum elemento fixo vertical nas paredes, evitando que exista acessórios
visíveis que prejudicam a estética do ambiente. Ou seja, o conjunto de painéis deverá se
movimentar em toda a sua extensão junto a parede lateral da salas de treinamento.
5.5.9 A modulação do painéis será de acordo com a largura das paredes laterais,
de modo a se ter peças de dimensões iguais.
5
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
5.5.10 Os trilhos que sustentam os painéis, serão fixados na laje. O conjunto de
fixação, consiste em suportes metálicos, hastes, chumbadores, parafusos e acessórios
para fixação desta estrutura à do prédio e sustentação dos painéis.
5.5.11 Os chumbadores e suportes metálicos será calculado em função do vão
livre entre a laje e o forro mineral.
5.5.12 Os trilhos superiores serão em alumínio com pista dupla inclinada. O
sistema de direção dos painéis é multi-direcional, o que significa dizer que os mesmos
podem mover-se conforme o layout proposto.
5.5.13 No espaço entre o forro e a laje, sobre a linha superior dos trilhos, será
executado uma barreira acústica composta de 02 (duas) placas de gesso de 10mm de
espessura, e miolo com material isolante acústico de densidade 32Kg/m². Os furos e
frestas desta barreira acústica deverão ser vedados com massa plástica de gesso.
6
PAVIMENTAÇÕES E IMPERMEABILIZAÇÕES
6.1 Depois de retirado revestimento de pedra basalto existente e executada as
novas caixas de inspeção da rede de esgoto pluvial, será executado a correção dos
diferentes níveis de piso.
6.2 As caixas de inspeção do esgoto pluvial no interior das salas deverão ser
niveladas para que as tampas fiquem no mesmo nível do piso e após, serão lacradas.
6.2 Deverá ser executado, em toda a área do antigo depósito, contrapiso em
concreto de brita leve (agregado expandido), com 17cm de espessura.
6.3 O acabamento do concreto de brita leve deverá ser perfeitamente
desempenado e alisado para o recebimento do piso vinílico.
6.4 Antes da colocação do piso vinílico, o contrapiso deverá ser regularizado com
emulsão de cola e cimento ou com argamassa de cimento e areia, traço 1:3 e tratado
com desempenadeira de aço. Posteriormente deverá ser lixado com pedra para perfeito
acabamento.
6.5 O nível do piso elevado pronto, deverá ficar na mesma altura do piso
existente, aproximadamente 17cm de espessura.
6.6 A rampa de acesso ao prédio, assinalada em projeto, deverá ser executada
em concreto simples e enchimento, conforme a necessidade, obedecendo as dimensões
e inclinação de 8%.
6.7 A rampa receberá revestimento em basalto levigado, em placas de 46x46cm
(quarenta e seis por quarenta e seis centímetros).
6.8 A colocação do basalto será com argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
6.9 O encontro entre pisos, rampas e patamares deverá ficar no mesmo nível
acabado.
6
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
6.10 Os sanitários a serem executados, localizados próximo ao Saguão
receberão impermeabilização.
6.11 Deverá ser executada impermeabilização em toda a área do piso dos
sanitários feminino e masculino.
6.12 A superfície deverá estar perfeitamente seca e limpa.
6.13 O caimento do piso dos sanitários deverá ser de, no mínimo 1%,
direcionado para os ralos existentes, e, se necessário, deverá ser realizada regularização
da superfície com argamassa de cimento e areia, traço de 1:3, com adição de 2kg de
Vedacit por saco de cimento (50Kg), ou similar.
6.14 Sobre a superfície regularizada, seca ao tato, será estendida manta
asfáltica, de 4 mm (quatro milímetros) de espessura, em toda a área a impermeabilizar.
As ligações das mantas nos sentidos transversal e longitudinal deverão ser feitas com
sobreposição indicada pelo fabricante. A colocação da manta deverá seguir
rigorosamente as recomendações dos fabricantes, e deverão ser observadas a proteção
mecânica e a aderência da manta à base (substrato).
6.15 Os cantos deverão ser arredondados, formando meia-cana.
6.16 Deverá ser executada a pavimentação da área externa do prédio.
6.17 As pedras de basalto que foram removidas serão recolocadas no recuo de
jardim, passeio público em frente a Rua Baronesa do Gravataí (calçada) e na área
interna do prédio, indicados em projeto.
6.18 A pavimentação no passeio público será refeita e deverá se estender até o
meio fio.
6.19 A área do pátio interno onde encontra-se pavimentada com blocos de
concreto pré-moldado intertravados tipo PAVI “S” será substituída pela pedra de basalto
retirada da área de reforma.
7
REVESTIMENTO DE PAREDES DE ALVENARIA
7.1 As paredes e fechamentos de vãos indicados em planta, executados com
alvenaria de tijolos furados deverão ser rebocados.
7.2 As superfícies a serem rebocadas serão limpas e molhadas antes do início de
cada revestimento, e serem chapiscadas com argamassa cimento e areia, traço 1:3.
7.3 Os rebocos serão constituídos de massa única de cimento e areia fina, traço
1:6, e aditivo impermeabilizante e plastificante, marca Morter ou similar, em dosagem
recomendada pelo fabricante.
7.4 Os revestimentos deverão apresentar paramentos
desempenados, aprumados, alinhados, nivelados e arestas retas.
perfeitamente
7.5 Os rebocos somente serão iniciados após completa pega do salpique, e
depois de colocadas e embutidas as canalizações.
7
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
7.6 Os rebocos terão espessura máxima de 15mm (quinze milímetros), e
deverão ser preparados com acabamento idêntico ao já existente no prédio.
8
REVESTIMENTO DE PISOS E PAREDES CERÂMICOS
8.1 O revestimento das paredes da copa e dos sanitários feminino e masculino
será cerâmico até a altura do forro. As cerâmicas serão modelo “White Plain Matte” de
dimensões 33x33cm (trinta e três por trinta e três centímetros), marca “Cecrisa” ou
similar. As peças serão de primeira qualidade (extra), com superfícies perfeitamente
planas, dimensões uniformes e sem defeitos no esmalte.
8.2 Os revestimentos deverão apresentar paramentos
desempenados, aprumados, alinhados, nivelados e arestas retas.
perfeitamente
8.3 As juntas deverão ser retas, contínuas, perfeitamente aprumadas e
niveladas. O rejunte deverá ser epóxi, na cor gelo, e a largura da junta deverá ser a
indicada para a cerâmica a ser assentada.
8.4 Após a execução da impermeabilização do contrapiso dos sanitários, feminino
e masculino, o mesmo será revestido com placas cerâmicas.
8.5 As peças cerâmicas do piso da copa e dos sanitários terão dimensões de
33x33cm (trinta e três por trinta e três centímetros), marca “Cecrisa”, modelo “White Plain
Matte”, ou similar. As peças serão de primeira qualidade (extra), com superfícies
perfeitamente planas, dimensões uniformes e sem defeitos no esmalte.
8.6 O piso cerâmico terá rejunte com cor cinza claro ou similar a das peças
colocadas. As juntas serão perfeitamente retas.
8.7 Tanto o revestimento das paredes quanto o piso deverão ser executados por
mão de obra especializada, seguindo as recomendações do fabricante.
8.8 Deverá ser tomado o cuidado para que todos os pisos de diferentes materiais
fiquem no mesmo nível acabado.
9
REVESTIMENTO DE PISO VINÍLICO
9.1 Os pisos da área da Recepção, Saguão, Lounge, salas do Espaço
Cultural, salas de Treinamento e salas das Coordenações de Capacitação e
Ensino à Distância, serão revestidos com piso vinílico de 3,2mm (três milímetros
e dois décimos) de espessura, em placas 30x30cm (trinta por trinta centímetros),
tráfego pesado, linha “Dinamic Thru”, cor “Âmbar”, marca “Paviflex” ou similar. O
piso deverá ser fornecido e instalado pela contratada, seguindo as
recomendações do fabricante.
8
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
9.2 O piso vinílico deverá receber uma aplicação de impermeabilizante acrílico
depois de colocado. A aplicação deverá seguir as recomendações dos fabricantes do
piso e do impermeabilizante.
9.3 A regularização do contrapiso para o recebimento do piso vinílico será
executada com argamassa de cimento e areia, traço 1:3, e tratado com desempenadeira
de aço. Posteriormente, a superfície deverá ser lixada com pedra para perfeito
acabamento.
9.4 O acabamento do piso vinílico com as paredes de alvenaria, com os pilares, e
com as paredes de gesso acartonado, será feito com rodapé de madeira MDF de 2cm
(dois centímetros) de espessura por 7cm (sete centímetros) de altura com o ângulo da
aresta externa arredondado. Não serão admitidas peças com nós, trincas ou
carunchadas, ou com defeitos emassados, e a madeira utilizada deve estar seca. Os
cantos serão cortados em ângulo de 45° (quarenta e cinco graus).
9.5 O piso vinílico, após colocado, deverá receber limpeza geral, clareamento,
remoção de impurezas e posteriormente receberá a aplicação de duas demãos de cera
(base) e três demãos de cera (acabamento), com polimento e cristalização por meio de
máquina polidora.
10
DIVISÓRIAS LEVES E FERRAGENS (SANITÁRIOS)
10.1 Na conformação dos espaços indicados em planta, para divisão dos vasos
sanitários, deverão ser fornecidas e instaladas divisórias leves sanitárias, moduladas, da
Pertech, ou similar, formadas por painéis em laminado decorativo de alta pressão, na
espessura de 10mm, TS Estrutural.
10.2 O processo de fabricação do laminado decorativo consistirá na prensagem
de fibras celulósicas impregnados com resinas fenólicas e melamínicas sob alta
temperatura e pressão.
10.3 Os painéis laminados estruturais deverão ser apoiados sob pedestais
metálicos, e conterão, na parte superior uma travessa de alumínio, garantindo a
estabilidade do sistema (sistema Basic System, da Pertech). A altura total das divisórias
sanitárias será de 2025mm.
10.4 Os pedestais serão em latão, com acabamento cromado. A fixação dos
painéis laminados na base do sistema (nos pedestais) será feita por parafusos de aço
inox com rosca soberba.
10.5 Para travamento da estrutura na parte superior das divisórias deverão ser
utilizadas travessas (Basic System, da Pertech), elementos de fixação constituídos por
perfis em alumínio extrudado, com acabamento cromado, instalados na parte frontal das
divisórias e se necessário, nas laterais dos boxes que não possuem paredes de apoio.
10.6 Para enrijecer os painéis das divisórias sanitárias entre os boxes, e garantir
uma maior resistência à flexão, deverão ser utilizadas barras de travamento (Basic
9
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
System, da Pertech), as quais são perfis metálicos em formato de H, com acabamento
cromado.
10.7 Para ligação dos painéis e a alvenaria deverão ser utilizados suportes, que
são peças moldadas em latão com acabamento cromado.
10.8 As ferragens (fechaduras, puxadores, e dobradiças) deverão ser da Pertech,
modelo Basic System, devendo ser utilizados os puxadores específicos para deficientes
físicos nos boxes destinados a esses.
10.9 As fechaduras e puxadores serão peças moldados em Zamack, dotadas de
visor no qual o usuário identifica se o box está livre ou ocupado. Os puxadores deverão
ser colocados aos pares, tanto interna como externamente (Basic System, Pertech).
10.10 As dobradiças serão em alumínio extrudado, permitindo a abertura da porta
tanto para dentro quanto para fora, com sistema de dobradiça inteligente, o qual mantém
a porta sempre fechada, usando o efeito da própria gravidade. O acabamento deverá ser
cromado.
11
FORRO
11.1 Em todas as dependências da área a ser reformada, excetuando os
sanitários e a copa, será executado forro Armstrong Georgian RH90 625x1250x16 mm
de fibra mineral, placas suspensas removíveis, com face pintada na cor branca à base de
látex Bioblok, que inibe a propagação de fungos, com padrão texturizado. A estrutrura de
fixação será executada com perfis de aço tipo “T” leve invertido branco clicado 24mm,
com cantoneiras em aço branco, suspenso com arame galvanizado nº 10, pendurais aço
mola.
11.2 A empresa contratada deverá executar, no mesmo, a abertura de nichos
para instalação de luminárias.
11.3 Deverão ser instaladas, pela empresa Contratada, todas as luminárias,
conforme projeto. Luminária para duas lâmpadas fluorescentes tubulares de 28W, de
embutir, em perfil “T” modulação 625x1250mm, medindo aproximadamente
246x1243mm, confeccionada em chapa de aço tratada, pintura eletrostática branca com
refletor e aletas em chapa de alumínio anodizado com mais de 99% de pureza. A
luminária deverá ser fornecida com soquetes de corpo em policarbonato e contatos em
bronze fosforoso, fixação por encaixe no corpo da luminária e fiação conectada por
encaixe. Lâmpada fluorescente T5 de 28W, com temperatura de cor de 4000K, índice de
reprodução de cores (IRC) superior a 80, fluxo luminoso maior que 2500 lúmens e vida
mádia de, no mínimo, 24.000 horas.
11.4 Deverá ser fornecido e instalado, para a copa e sanitários, conforme planta
de layout, forro em placas de PVC, modular, sustentado por perfis metálicos, incluindo
todos os acessórios e acabamentos.
11.5 A modulação do forro é de 625mm x 1250mm, com tolerância de 0,2% nas
medidas.
10
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
11.6 O sistema estrutura do forro será com perfil principal em aço galvanizado,
leve, tipo “T” invertido, clicado, largura da “mesa” aparente de 23 a 25mm, suspensos por
arame galvanizado nº 10, com mola reguladora de nível, posicionados a cada 1,25m. O
perfil transversal (travessa) também será em aço galvanizado, leve, tipo “T” invertido,
clicado, largura da “mesa” aparente de 23 a 25 mm, encaixados no perfil principal. As
cantoneiras serão em aço leve, perfil “L” de abas iguais, abas de dimensões dentro da
faixa de 20 a 24 mm, aplicados em todo o perímetro do forro.
11.7 Os perfis principais, travessas e cantoneiras do sistema estrutural deverão
ser com pintura eletrostática, a pó, na cor branca, de fábrica.
11.8 Não deverão ser sustentados nas placas do forro as calhas e demais
componentes de luminárias, tubulações das instalações elétrica, de lógica ou de telefonia
e/ou quaisquer outros elementos que se encontrem no entreforro (região do pleno do
forro).
planta.
11.9 O forro novo deverá ser instalado de acordo com as cotas assinaladas em
11.10 Nos sanitários e na copa, deverão ser previstos alçapões para inspeção,
feitos do mesmo material do forro, quadrados, com dimensões de 50x50cm (cinqüenta
por cinqüenta centímetros).
11.11 Os alçapões deverão ser colocados nos locais indicados pela fiscalização
durante a execução da obra. Deverá ser colocado um alçapão por peça,
independentemente da área.
12 PINTURAS
12.1 As tintas deverão ser aplicadas rigorosamente de acordo com as instruções
do fabricante.
12.2 Nas tintas, não será permitida a adição de substâncias estranhas para
dissolvê-las ou qualquer outra finalidade, a não ser as recomendadas pelo fabricante.
12.3 Nenhuma superfície será pintada enquanto estiver úmida e cada demão só
será aplicada quando a anterior estiver completamente seca.
12.4 A pintura somente deverá ser iniciada após 30 (trinta) dias, no mínimo, do
término de todos os serviços de revestimentos, para cura e neutralidade dos mesmos.
12.5 As superfícies que não puderem ser removidas deverão ser protegidas. Não
serão admitidos salpiques de tinta fora da superfície que estiver sendo pintada.
12.6 Antes de qualquer pintura, deverá ser feito o exame da superfície para ser
determinado o tipo de preparo.
12.7 Todas as ferragens de esquadrias deverão ser retiradas, recolocando-as
após a pintura. Os espelhos de interruptores, tomadas e caixas de passagem deverão
ser instalados posteriormente à pintura.
11
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
12.8 Todos os rebocos internos (alvenarias e concretos) deverão ser preparados
com massa corrida PVA, e terão limpeza prévia à aplicação da massa e outra posterior
ao lixamento, para eliminar poeira.
12.9 As paredes de gesso acartonado a serem executadas também deverão ser
preparadas com massa corrida PVA, e terão limpeza prévia à aplicação da massa e outro
posterior ao lixamento, para eliminar poeira.
12.10 A pintura interna nas paredes de alvenaria, vigas aparentes e pilares, e
paredes de gesso acartonado, será com tinta 100% (cem por cento) resina acrílica,
acabamento fosco, Suvinil ou similar. A primeira demão será de selador acrílico, seguida
de três demãos de tinta, ou tantas quantas forem necessárias ao perfeito acabamento.
12.11 Nas paredes internas de gesso arcatonado e alvenaria, vigas, e pilares, a
cor da tinta será “palha”, da linha “Toque de Seda” da Suvinil, ou similar.
12.12 As portas de madeiras, marcos e guarnições, assim como os rodapés,
deverão receber acabamento com tinta esmalte sintético fosco, cor “camurça”, marca
Suvinil ou similar.
12.13 As madeiras deverão estar bem secas antes de receberem a preparação.
Todos os marcos, guarnições e folhas de madeira deverão ser lixados, tendo o cuidado
de se remover a poeira.
12.14 As paredes de alvenaria, na área em que serão demolidos os sanitários,
deverão ter seu revestimento (reboco) recomposto, e serem pintadas com o mesmo
padrão do revestimento (pintura) já existente nas paredes de alvenaria daquele
ambiente.
12.15 Uma parede no Hall do Saguão, indicada em planta, receberá acabamento
em textura com massa acrílica apropriada, com efeito riscado, da Suvinil ou similar. E,
após a aplicação da textura a mesma deverá ser pintada com tinta acrílica, acabamento
fosco, Suvinil ou similar, com duas demãos de tinta, ou tantas quantas forem necessárias
ao perfeito acabamento. A cor será indicada pela fiscalização no transcurso da obra.
12.16 Em qualquer superfície a pintar, serão exigidas, no mínimo, duas demãos,
cabendo à fiscalização exigir mais demãos para garantir o perfeito acabamento.
13
ESQUADRIAS
13.1 Esquadrias de madeira
13.1.1 As portas internas, instaladas junto às paredes de gesso acartonado e
junto à parede de alvenaria, conforme indicado no projeto básico, serão de compensado
de cedro, semi-ocas, de 32mm (trinta e dois milímetros de espessura), sem defeitos, de
primeira qualidade, pintadas com tinta esmalte sintético fosco, na cor camurça da Suvinil
ou similar.
13.1.2 Deverão ser observadas as especificações constantes em planta, para
portas de duas folhas, uma folha, ou correr.
12
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
13.1.3 As esquadrias serão fixadas através de espuma de poliuretano, aplicada
no mínimo em seis pontos, sendo três pontos de cada lado, entre o marco e a parede. A
espuma deverá ser bem adensada. Os pontos de aplicação na parede serão previamente
umedecidos. O marco deverá ser encunhado e permanecer assim até a completa cura
da espuma de poliuretano.
13.1.4 Os marcos serão de madeira itaúba, com espessura de 3,2cm (três
centímetros e dois milímetros).
13.1.5 As guarnições ou alisares serão também em madeira itaúba, mesma
madeira dos marcos, e terão a largura mínima de 5cm e espessura de 1,5cm (um
centímetro e cinco milímetros).
13.1.6 Todas as esquadrias deverão vir com as respectivas ferragens.
13.1.7 Somente serão colocadas na obra as peças bem aparelhadas,
rigorosamente planas e lixadas, com arestas vivas e apresentando superfícies
perfeitamente lisas. Não serão admitidas peças com nós, trincas ou carunchadas, ou
com defeitos emassados.
13.1.8 As peças de madeira deverão ser tratadas com Jimo Cupim ou similar,
aplicado conforme recomendações do fabricante.
13.1.9 As peças serão encaixadas com cortes a 45° (quarenta e cinco graus). Os
rebaixos, encaixes ou outros entalhes feitos nas esquadrias para a fixação das ferragens
deverão ser certos e sem rebarbas, correspondendo exatamente às dimensões das
ferragens.
13.2 Esquadrias de alumínio
Os perfis de alumínio e/ou de ferro serão dimencionados para resistirem às
cargas de peso próprio, peso dos vidros, pressão dos ventos e esforços de utilização,
bem como propiciar o efeito estético desejado.
As esquadrias de alumínio anodizado não deverão apresentar, ao longo do
tempo, sinais de corrosão, mudança de cor ou outras anomalias inaceitáveis
visualmente. Não serão permitidos cortes ou furações após a anodização.
Esquadrias a serem reformadas
13.2.1 Deverão ser reformadas quatro esquadrias de alumínio, tipo maxim-ar,
com bandeira móvel, da fachada oeste do prédio, de onde serão retirados os abrigos
para ar condicionado.
13.2.2 A recomposição da esquadria deverá seguir o mesmo padrão já existente
no prédio, em relação às medidas, perfis e caixilhos de alumínio, tipo de fixação do vidro,
acabamentos, e ferragens.
13.2.3 As esquadrias a serem recompostas deverão ser colocadas de modo a
permitir um perfeito funcionamento de todos os seus sistemas de acionamento. Deverá
ser observado para execução dos perfis e caixilhos de alumínio o tipo de vidro a ser
utilizado, conforme descrito no item vidros, abaixo.
13.2.4 As esquadrias deverão vir acompanhada das respectivas ferragens.
13
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
13.2.5 A concordância entre perfis deverá apresentar perfeito ajustamento, sem
folgas, sem diferenças de nível ou rebarbas nas linhas de junção.
Esquadrias a serem instaladas
13.2.6 Deverão ser instaladas na fachada leste e parte da fachada oeste
esquadrias de alumínio anodizado natural, no mesmo padrão das existentes no local,
com perfis classe 30, padrão Alcoa, ou similar. Os acessórios serão de marca Udinese
ou similar.
13.2.7 As esquadrias serão do tipo maxim-ar, com bandeira móvel, com fecho de
pressão tipo maçaneta e contrafecho, com empunhadura média.
13.2.8 As esquadrias serão fixadas através de contramarcos de alumínio
embutido.
13.2.9 As esquadrias deverão ser colocada de modo a permitir um perfeito
funcionamento de todos os seus sistemas de acionamento.
13.2.10 As esquadrias deverão vir acompanhadas das respectivas ferragens.
13.2.11 As concordâncias entre perfis deverão apresentar perfeito ajustamento,
sem folgas, sem diferenças de nível ou rebarbas nas linhas de junção.
13.2.12 As superfícies de alumínio deverão ser protegidas com plásticos, papelão
ou outro material, aprovado pela fiscalização, contra eventuais manchas provenientes de
salpiques de cimento, cal ou outras substâncias agressivas.
13.2.13 Externamente, os peitoris de janelas serão revestidos com basalto polido,
com inclinação de 5% (cinco por cento), e deverão ser providos de pingadeira. As
pingadeiras deverão projetar-se 2cm (dois centímetros) além do paramento do
revestimento externo, e deverão estar limpas de resíduos de argamassa.
13.2.14 Internamente, os peitoris serão revestidos em mármore branco de
20mm(vinte milímetros) de espessura, devendo projetar-se 2cm além do paramento
interno.
13.2.15 As soleiras das portas externas serão em basalto regular polido, com
espesura mínima de 25mm (vinte e cinco milímetros) e caimento de 3% (três por cento).
13.3 Porta de vidro temperado
13.3.1 Deverão ser instalados 02 (dois) conjuntos completos, inclusive ferragens,
de porta, paredes e bandeira fixa de vidro temperado, de 10mm de espessura, com duas
folhas de abrir, conforme desenho anexo. Os vidros temperados deverão ser fixados com
ferragens “Blindex” ou similar.
13.3.2 Cada porta de acesso prédio, deverá possuir mola hidráulica para piso,
para uso em portas de batente ou vai-e-vem, com eixos intercambiáveis, duas válvulas
de regulagem de velocidade, potência progressiva regulável, espelho ajustável com
acabamento cromado, com amortecimento mecânico de abertura da porta, com
regulagem de força de fechamento. E, deverá ser dotada de fechos na parte superior e
inferior, e aço inoxidável e fechadura de segurança.
14
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
13.3.3 As portas deverão ser providas de puxadores de alça dupla em aço inox,
retangulares, no mesmo padrão e dimensões da existente no local.
13.3.4. Deverão ser aplicadas 02 (duas) faixas de película de insulfilme leitoso de
cor amarela, no sentido horizontal e na altura de 1,20m do nível do piso.
13.3.5 As bandeiras fixas, sobre as portas de vidro, serão de vidro temperado, de
10mm de espessura. As bandeiras fixas, sobre as janelas, serão constituídas de alumínio
anodizado natural.
13.4 Guarda-corpos e corrimões
13.4.1 Deverão se instalados guarda-corpo e corrimãos na escada e rampa a
serem executadas, conforme prancha de detalhes.
13.4.2 Os corrimãos instalados na cota 92cm do nível do piso serão em aço inox
galvanizado, com diâmetro externo igual a 45mm. Os corrimãos instalados na cota 70cm
do nível do piso serão em tubo de ferro, pintados de preto, de seção circular Ø 35mm.
As terminações e dobras serão executadas com curvas de raio interno igual a 5cm. As
terminações serão em curva prolongando-se na horizontal em áreas adjacentes e na
vertical até o nível do piso, conforme desenho. Os corrimãos laterais devem prolongar-se
pelo menos 30cm antes do início e após o término da escada ou rampa. Os guardacorpo e corrimãos deverão atender a NBR 9050.
13.4.3 Os montantes verticais dos guarda-corpo terão seção quadrada com
40mm de largura, e serão fixados ,as paredes, lajes ou nos patamares, através de
parafusos tipo “parabolt”, em número mínimo de 4 (quatro) por montante. Os elementos
transversais, quando houver, acompanharão as inclinações dos corrimões, e terão
diâmetro externo de 25mm. Todos os elementos (corrimão, montante vertical e elementos
transversais) serão soldados entre si.
13.4.4 Os corrimãos da escada deverão ser de aço inoxidável, com diâmetro
externo de 45mm, montados sobre os guarda-corpos metálicos (tubo de ferro), e serão
executados conforme desenho proposto.
13.4.5 Os corrimãos da rampa externa deverão ser todos em aço inoxidável, com
as mesmas medidas descritas acima.
13.4.6 Todos os corrimões serão contínuos em toda a sua extensão, não sendo
aceitos defeitos salientes ou reentrantes de qualquer tipo.
13.5 Grades e portões externos
13.5.1 Em toda a fachada leste deverá ser fornecida e instalada grade metálica,
com 2,10m de altura, em barras verticais quadradas, largura de 16mm, espaçadas a
cada 12cm, travadas por três barras horizontais retangulares (dimensões 50x6,3mm), e
de 2,00 em 2,00 metros a grade deverá conter um tubo quadrado, largura de 100mm, de
acordo com o desenho constante na prancha de detalhes, com acabamento em tinta
esmalte brilhante, cor preta, marca Suvinil, ou similar.
13.5.2 A grade metálica deverá ser fixada sobre viga de concreto armado, seção
20x30cm, conforme detalhamento.
13.5.3 Na entrada de acesso ao prédio, a grade deverá ser interrompida e deverá
ser instalado dois portões metálico, no mesmo padrão da grade. Os portões serão de
15
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
correr e deverão ser providos de movimentador automático, tipo deslizante, para uso
industrial, com motor de 1 HP de potência, para portão de até 2.000 Kg (dois mil
quilogramas), com velocidade de abertura de aproximadamente 25cm/s (vinte e cinco
centímetros por segundo), modelo “Veloz” marca “Unisystem”. Deverão ser fornecidos 2
(dois) controles remotos para cada portão.
13.5.4 Nos acesso de pedestres ao prédio (fachada leste) a grade também
deverá ser interrompida para a instalação de portões em tudos de aço
galvanizados, com sistema de correr, no mesmo padrão do portão descrito
no ítem acima, porém sem movimentador automático.
14
FERRAGENS PARA ESQUADRIAS
14.1 Todas as ferragens para esquadrias de madeira, serão em aço inoxidável,
La Fonte ou similar.
14.2 As ferragens e acessórios para a esquadria de alumínio a ser recomposta
serão também em alumínio, marca Udinese ou similar.
14.3 Para a fixação, serão utilizados parafusos de aço inoxidável.
14.4 Todas as fechaduras das portas deverão ser instaladas com as maçanetas a
1m (um metro) do piso pronto.
14.5 As dobradiças das portas serão “La Fonte” ou similar, de 3”x2½”, com um
mínimo de 3 (três) unidades por folha, de aço inox.
14.6 As fechaduras das portas de madeira deverão ser fechaduras para portas
internas, marca La Fonte, ref.: 1515ST, e terão maçanetas tipo bola com tranquetas
internas e chaves externas com, rosetas, trincos, testas e contratestas de aço inoxidável,
acabamento CR (cromado brilhante) marca La Fonte, ref.: 030/7030 ou similar.
14.7 As fechaduras dos sanitários deverão ser fechaduras para portas de
banheiro, marca La Fonte, ref.: 7070ST, e terão maçanetas da La Fonte, linha Classic,
ref.: conjunto 234, maçaneta 234 CR, com tranquetas internas para banheiro, e chaves
de segurança externa, nos mesmos materiais citados no item anterior.
14.8 A porta de vidro temperado da entrada da Escola Judicial, e a porta de vidro
duplo acústica do Auditório, serão dotadas de fechos na parte superior e inferior, em
latão cromado ou aço inoxidável e fechadura de segurança.
14.9 A porta de vidro temperado da entrada da Escola Judicial deverá possuir
mola hidráulica para piso, para uso em portas de batente ou vai-e-vem, com eixos
intercambiáveis, duas válvulas de regulagem de velocidade, potência progressiva
regulável, espelho ajustável com acabamento cromado, com amortecimento mecânico de
abertura da porta, com regulagem de força de fechamento. E, deverão ser dotadas de
fechos na parte superior e inferior, em aço inoxidável e fechadura de segurança.
14.10 Todas as fechaduras que forem dotadas de chaves, deverão ser entregues
com um conjunto de duas chaves para cada.
16
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
15
VIDROS
15.1 As portas de entrada de acesso ao prédio, serão de vidro temperado 10mm
(dez milímetros) de espessura. Os vidros temperados deverão ser fixados com ferragens
“Blindex” ou similar, e a porta será provida de puxadores de alça dupla em aço inox.
Ainda, as emendas entre as folhas de vidros temperados deverão ser vedadas com
silicone.
15.2 Os vidros das esquadrias fixas localizadas na parte superior de algumas
paredes de gesso acartonado, conforme indicado em planta, serão duplos, lisos, incolor,
com 4mm de espessura.
15.3 Na esquadria de alumínio, tipo maxim-ar, a ser recomposta, o vidro será liso,
incolor, de espessura 4mm (quatro milímetros).
15.4 Os vidros das esquadrias deverão repousar em leito elástico. As gaxetas
para fixação dos vidros nas esquadrias de alumínio serão em EPDM, de acordo com a
espessura do vidro.
16
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
16.1 Equipamentos sanitários
16.1.1 Nos sanitários feminino e masculino serão instalados um total de seis
bacias sanitárias (três no feminino e três no masculino), da linha “Vogue Plus”,
convencional, referência P5, na cor GE-17 (branco gelo), da marca “Deca”, com assentos
poliester com fixação cromada, código AP 51 / AP 510.
16.1.2 Os vasos sanitários deverão vir completos, com anel de vedação, arruelas
de fixação, acabamento para válvula hidra modelo “Max” (referência 4900 CMAX da
marca “Deca”) e demais acessórios necessários para a montagem e perfeito
funcionamento.
16.1.3 Nos locais e com as dimensões indicadas em planta deverão ser
instalados tampos de granito (um no sanitário feminino e um no sanitário masculino), cor
verde ubatuba, com duas cubas de sobrepor oval (em cada sanitário), cor branco gelo –
GE 17, marca referência “Deca”, Código L65. Em todos os lavatórios deverão ser
instalados sifões para lavatório, da marca “Deca”, Código: 1684 C 100 112 (sifão slim)
louças.
16.1.4 Todos os acessórios e conexões serão da mesma marca do fabricante das
13.1.5 Deverá ser instalada uma torneira para cada cuba, totalizando quatro
torneiras. As torneiras dos lavatórios serão de fechamento automático, da linha
“Decamatic”, marca “Deca”, referência 1170 C, ou similar.
16.1.6 Os sanitários serão providos de papeleira metálica, linha “Slim”, marca
“Deca”, referência 2020C SLM, uma para cada vaso sanitário.
17
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
cada.
16.1.7 Os sanitários também serão providos de 01 toalheiro, e 02 saboneteira,
16.1.8 Os toalheiros serão para papel toalha, para papéis tanto de 2 como de 3
dobras, em chapa de aço zincado, com pintura poliéster na cor branca e fechamento a
chave. Referência linha “Epóxi”, marca “Jofel”, código AH00.100.
16.1.9 As saboneteiras serão para sabonete líqüido, com capacidade mínima
para 700ml (setecentos mililitros) e botão dosador, com corpo de plástico e tampa
metálica. Referência modelo “Popular”, marca “Jofel”, código AC00.800.
16.1.10 Os espelhos deverão ter dimensões de: 120x60cm, no sanitário
masculino, e 120x60, no sanitário feminino, com espessuras de 3mm (três milímetros),
sem moldura, com acabamento bisotê, fixados com parafusos com acabamento
cromados, e buchas.
16.1.11 Deverão ser instalados em todos nos dois sanitários registros de
pressão, com canopla cromada, marca “Deca” ou similar, para controle dos pontos
hidrossanitários a serem criados.
16.1.12 Nos sanitários para PPNE (pessoas portadoras de necessidades
especiais) serão colocadas barras de apoio, com 80 cm (oitenta centímetros) de
comprimento, com acabamento cromado, conforme prescrições NBR 9050.Marca
referência “Jackwal”.
16.1.13 Nas portas dos sanitários descritos acima deverão ser colocadas barras
de apoio, com 40 cm (sessenta centímetros) de comprimento, com acabamento
cromado, conforme prescrições da NBR9050. Marca referência “Jackwal”. A barra deverá
ser fixada com parafusos passantes e porcas no lado contrário ao da barra.
16.2 Equipamentos copa-cozinha
16.2.1 Na copa deverá ser instalada torneira para pia de cozinha com arejador,
com acabamento cromado, linha “standart”, código 1159 C39, marca “Deca “ , ou similar.
16.2.2 Na copa, deverá ser instalado mobiliário sob-medida, formato de canto.
Um (01) balcão de madeira “MDF” de 19mm de espessura, revestido em ambas as faces
com laminado melamínico, na cor branco gelo, puxadores metálicos, mesmo padrão dos
existentes na cozinha da Escola Judicial (2º pavimento). O balcão será acompanhado de
tampo de aço inox, marca Tramontina, ou similar. Cuba centralizada. Um (01) armário
aéreo no mesmo padrão descrito acima. Formato de canto, com as dimensões
assinaladas em planta anexa (vide planta de detalhes).
16.3 Instalações de água fria
16.3.1 Nos sanitários feminino e masculino, deverão ser adaptados a rede de
água existente no pavimento.
16.3.2 Deverão ser criados os pontos hidráulicos necessários para a instalação
dos vasos sanitários e lavatórios, nos sanitários, e um ponto hidráulico para a cuba da
copa-cozinha, em local que não existe ainda ponto para tal.
16.3.3 As canalizações e conexões de água fria serão em PVC soldável, marca
“Tigre” ou similar.
18
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
16.3.4 O procedimento para execução das instalações seguirá rigorosamente as
recomendações do fabricante e as Normas Brasileiras aplicáveis.
16.3.5 Todos os compartimentos onde serão executados pontos hidráulicos,
atendidos por rede de água fria, deverão ter registro que isole o ramal do restante da
rede.
16.4 Instalações de esgoto sanitário
16.4.1 Deverá ser criado pontos de esgoto para a pia da copa-cozinha, e para os
lavatórios, mictórios e vasos sanitários dos sanitários a construir.
16.4.2 Todos os sanitários deverão ser providos de ralo sinfonado com grelha
metálica cromada. Na copa-cozinha deverá ser instalado caixa de gordura com tampa
cromada.
16.4.3 Todos os desconectores deverão ser ventilados. A ligação do ramal de
ventilação ao ramal de descarga não deverá distar do sifão mais de 1,20m (um metro e
vinte centímetros) para ramais de descarga de diâmetro 50mm (cinqüenta milímetros) e
2,40m (dois metros e quarenta centímetros) para ramais de descarga de diâmetro
100mm (cem milímetros).
16.4.4 Os tubos e conexões de esgoto sanitário e ventilação serão em PVC,
marca “Tigre” ou similar.
16.4.5 Todas as canalizações de esgoto sanitário terão inclinação mínima de 1%.
16.5 Instalações de esgoto pluvial
16.5.1 A tubulação horizontal de esgoto pluvial que recebe as águas das
prumadas do lado norte, deverão ser substituídas por outras, de diâmetro superior, até a
conexão com o braço sul da canalização pluvial, ou até a rede pública de esgoto pluvial.
16.5.2 As caixas de alvenaria, junto às descidas nas mudanças de direção, serão
ampliadas, com dimensões mínimas de 60x60cm.
16.5.3 As caixas pluviais deverão ser de alvenaria, revestidas com emboço de
cimento e areia, e fundo que permita a retenção de folhas e grãos de areia.
16.6 Serviços complementares
16.6.1 Todas as instalações embutidas serão inspecionadas pela fiscalização e
testadas antes do revestimento. O revestimento somente poderá ser realizado caso as
tubulações estejam estanques.
16.6.2 Somente serão admitidas emendas e curvas, nas instalações, através de
peças próprias para conexões. Qualquer outro procedimento será sumariamente
rejeitado pela fiscalização.
17
SISTEMA DE EXAUSTÃO MECÂNICA PARA SANITÁRIOS
17.1 Em todos os sanitários a serem executados, deverão ser instalados um
sistema de exaustão mecânica, dotado de ventilador elétrico, de diâmetro mínimo
120mm e tubulações de alumínio. O sistema deverá ter acionamento automático,
19
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO
conjugado com a iluminação do sanitário. A grelha de admissão será instalada no forro
de PVC e a grelha de descarga em esquadrias ou shafts mais próximos. Marca
referência marca Multivac Muro 120.
18
INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
18.1 Tendo em vista a colocação do forro mineral, a empresa contratada deverá
executar o rebaixamento da tubulação dos chuveiros sprinklers existentes no local da
reforma.
18.2 Para possibilitar esse serviço, a rede de sprinklers deverá ser despressurida.
E, após, sua conclusão, a rede deverá ser novamente pressurizada.
18.3 Serão utilizados profissionais idôneos e habilitados, com materiais
tecnicamente identificados. A instalação será perfeitamente estanque e executada de
maneira a permitir rápido, fácil e efetivo funcionamento.
18.4 Serão fornecidos e instalados extintores portáteis, 04 (quatro) de pó químico
seco de 10kg, e 04 (quatro) água pressurizada de 4kg. Os locais de instalação dos
extintores serão definidos durante o transcurso da obra.
18.5 Nos locais destinados aos extintores deverá ser pintado um círculo vermelho
com bordas amarelas de raio mínimo de 10 cm, acima do aparelho. A parte superior do
extintor deverá estar a 1,80 m do piso acabado.
18.6 A contratada executará todos os trabalhos necessários à instalação dos
extintores, incluindo o fornecimento dos suportes.
18.7 Somente serão aceitos extintores que possuírem o selo de “Marca de
Conformidade” da ABNT, seja de vistoria ou inspecionado, respeitando as datas vigentes
de vigência.
19
SERVIÇOS COMPLEMENTARES e FINAIS
19.1 Deverá ser registrado em filme fotográfico colorido todo o andamento da
obra, o início e conclusão de cada serviço. Quando do término da obra, a contratada
entregará a este Tribunal os negativos e um jogo de fotografias nas dimensões de 10 x
15cm, juntamente com o projeto “as built”, conforme item projetos.
19.2 Será procedido um teste final de funcionamento de todas as instalações, e
somente serão aceitas se em perfeito funcionamento.
19.3 Após a conclusão dos serviços, efetuar Limpeza Final completa, incluindo
todos os elementos (vidros, pisos, etc.) e retirada de entulhos, andaimes e sobras de
materiais, de modo que o local se apresente em condições de imediata utilização.
20
T:\PROJETOS\Porto Alegre\Varas\Prédio 3\2010 1 Reforma do térreo\1 Projeto Básico\Anexo 1 Especificações
Técnicas\Porto Alegre 2010 Reforma do térreo do prédio 3 Especificações Tecnicas R00 2010-10-26.doc

Documentos relacionados