A indústria e os anos 80 de Luís Buchinho no

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A indústria e os anos 80 de Luís Buchinho no
A indústria e os anos 80 de Luís Buchinho no encerramento do Portugal Fashion
Tipo Meio:
Internet
Meio:
Porto24 Online
Data Publicação:
25-10-2015
URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=d4977683
25 Out 2015, 16:30
O Portugal Fashion terminou este sábado com os desfiles de várias marcas comerciais e do calçado
português, bem como uma apresentação, no Quartel de Serpa Pinto, da coleção inspirada na música
dos anos 80 de Luís Buchinho.
Um quartel desativado foi a casa da coleção de Luís Buchinho, que a tinha apresentado na última
semana em Paris. Pelas 14h30, as propostas para a estação quente de Buchinho, que tem atelier no
Porto, na rua José Falcão e é professor na Modatex, desfilaram num ambiente militarista, reminiscente
do "videoclip da música The Chauffeur, dos Duran Duran", mas as inspirações não ficam por aqui.
Também há espaço para "o lado andrógeno das primeiras boysbands, tais como os Spandau Ballet e a
excentricidade da moda, no seu apogeu, personificada nas bandas Culture Club e Thompson Twins". A
nova coleção asssenta em "calças masculinas, sobretudos largos e casacos oversied, que jogam com o
paradoxo de looks glamourosos, como vestidos em forma de tubo, casacos justos e camisas
pregueadas".
Antes, na Alfândega, já Nuno Baltazar tinha apresentado "Msabu", ainda antes do almoço, uma
proposta que celebra o 30º aniversário do filme "Out Of Africa" e parte da "vivência de Karen Blixen
no Quénia entre 1917 e 1931". "As fascinantes texturas, cores e detalhes da tribo Kikuyu são o ponto
de partida para propostas urbanas onde peças e detalhes sofisticados se fundem com elementos
casuais e easywear", refere o estilista na apresentação da coleção, que visa acentuar "uma figura
feminina forte".
O regresso à Alfândega, depois de Luís Buchinho, deu-se pelas coleções de sapatos da Ambitious, da
Dkode, da Fly London, de JJ Heitor, de J. Reinaldo e da Nobrand. Este trouxe um dos pontos altos do
evento, com a presença do ator Lourenço Ortigão que fez levantar cabeças e smartphones para
registar o desfile de uma das figuras televisivas do momento.
Uma hora depois, foi a vez da indústria comercial mostrar as suas propostas. Ballentina, Concreto,
Cheyenne e Mad Dragon Seeker desfilaram as suas propostas para a primavera/verão de 2016.
Seguiu-se a marca Vicri, que apresentou a coleção "Bold & Preppy", em que Jorge Ferreira aproveitou
para "reinterpretar os clássicos, dando-lhes um novo visual através de cores, texturas e padrões
inusitados". A coleção apresentou, pela primeira vez, um sistema de tecnologia integrada, intitulada
Vicri Power, que permite acumular energia solar nos painéis amovíveis presentes nas criações.
"Earth & Fire", de Luís Onofre, foi a coleção seguinte a ocupar a passerelle, com um look "mutável e
intenso" para o calçado de verão. As camurças e as peles estruturadas são as rainhas da coleção, com
os cetins, as aplicações metálicas e os cristais Swarowski a dar outra cor às peças.
À noite, foi tempo para novas coleções de Dielmar e Lion of Porches, antes do encerramento do
evento, a cargo de Carlos Gil e "The New Sartorial", uma "evolução natural onde se procura provar ao
mundo que a costura também é arte". Uma festa no Pitch Club encerrou em beleza a celebração de 20
anos de Portugal Fashion, cuja primeira edição ocorreu no verão de 1995.

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