Atualmente, a cirurgia de mamoplastia de aumento e a de

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Atualmente, a cirurgia de mamoplastia de aumento e a de
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Próteses
de Silicones
Atualmente, a cirurgia de mamoplastia
de aumento e a de mastopexia (elevação)
com prótese, são as cirurgias estéticas mais
realizadas no Brasil (22%), segundo dados
da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica,
seguida de perto pela lipoaspiração (21%).
E
ste aumento é consequente, em grande parte,
pelo modismo de mamas mais volumosas devido
à globalização dos padrões de beleza, pelo
maior e mais facilitado acesso das pessoas à
cirurgia plástica, mas principalmente, pelo desenvolvimento
das técnicas cirúrgicas e da melhor tecnologia e qualidade
na fabricação das próteses.
As próteses atuais (3ª geração) têm uma maior durabilidade
(10 a 25 anos em média); maior coesividade ou densidade
do gel, conferindo um aspecto mais natural e de firmeza a
palpação; menor índice de contratura capsular (rejeição), em
torno de 1 a 2%, comparado aos 10 a 15% anteriores.
Também há uma enorme variedade de formas (redonda,
anatômica ou em gota), diferentes perfis (baixo, moderado,
alto ou super alto), que conferem maior ou menor conexidade
à prótese, além dos mais diversos tamanhos e volumes;
permitindo assim, a indicação da prótese mais adequada de
acordo com os diferentes tipos, tamanho e diâmetro de tórax.
Para obtermos um bom resultado estético, a forma da
mama deve aparentar naturalidade e proporcionalidade,
sem exageros no volume; a prótese deve ficar bem coberta
e protegida pelos tecidos naturais da paciente (pele,
subcutâneo e parênquima mamário); quando a paciente for
muito magra ou tiver pouca mama, podemos utilizar o músculo
peitoral maior, e colocar a prótese em plano retro-muscular.
Podemos utilizar diferentes vias de acesso (incisões)
para a colocação da prótese: peri ou trans-areolar, axilar ou
sulco sub-mamário, esta última a mais utilizada pele maioria
dos cirurgiões (70 a 80%). Todas têm suas vantagens e
desvantagens, e a escolha deve ser feita de acordo com a
As próteses atuais (3ª geração)
têm uma maior durabilidade
(10 a 25 anos em média); maior
coesividade ou densidade do
gel, conferindo um aspecto mais
natural e de firmeza a palpação.
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experiência do cirurgião e da vontade da paciente. Quando
A prótese ideal, definitiva, sem necessidade de troca,
há uma ptose do complexo aréolo-mamilar, há a necessidade
ainda não existe, mas junto com a nanotecnologia na
de realizar a mastopexia (suspensão), exigindo uma cicatriz
fabricação e desenvolvimento de novas próteses, já estamos
periareolar; e se houver flacidez de pele, há a necessidade
nos aproximando; e sem dúvida, o cirurgião plástico
de cicatrizes mais extensas para
brasileiro está muito atuante
a sua retirada (em I, em L ou em
no cenário internacional no
T invertido), de acordo com a
desenvolvimento
de
novas
Acompanhando a evolução da
quantidade; ou seja, cada mama
técnicas cirúrgicas, com muitos
prótese de mama, também
tem a cicatriz que merece.
trabalhos publicados em revistas
Acompanhando a evolução
científicas bem conceituadas.
foram evoluindo as técnicas
da prótese de mama, também
cirúrgicas e a tecnologia em
foram evoluindo as técnicas
fabricação de prótese de outras
cirúrgicas e a tecnologia em
fabricação de prótese de outras
regiões (glúteo, panturrilha,
regiões (glúteo, panturrilha,
face interna de coxa, peitoral
face interna de coxa, peitoral
masculina, bíceps e tríceps).
masculina, bíceps e tríceps).
Atualmente já existe prótese
produzida exclusivamente para
o glúteo, com 3 ou 4 vezes
maior resistência do que a de mama, para suportar o trauma
Dr Luis Roberto Perez Flores
CRM 74905
peculiar à região; como também existe prótese com formato
Membro Titular e
específico para a panturrilha e braço; além de prótese préEspecialista pela Sociedade Brasileira
de Cirúrgia Plástica.
moldada para o peitoral masculino.
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