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1
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE BACHARELADO EM
1
ADMINISTRAÇÃO
Unidade Asa Norte / DF
2
MANTENEDORA
PRESIDENTE
Claudio Vieira Baptista
DIRETOR EXECUTIVO – CEO
Teobaldo Rivas
DIRETORA ADMINISTRATIVA
Gislene Assis
DIRETORA DE REGULAÇÃO
Patrícia Martins Lima
DIRETOR DE ENSINO
Eduardo Parente
DIRETOR FINANCEIRO
Claudio Junior Caixeta Vieira
MANTIDA
DIRETORA DA UNIDADE
Gilza Bernardes
COORDENADOR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Prof. MSc. Wilson Lopes de Lima
2
3
IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTENEDORA:
Nome
PRIME EDUCAÇÃO SUPERIOR LTDA
CNPJ
09.508.124/0001-57
End.
SGAN Quadra 913 Conjunto A Lote B Asa Norte
Cidade
Brasília
Fone
(61) 3201 1752
E-mail
[email protected]
UF: DF
CEP: 70.790-130
Fax:
(61) 3214 0102
IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) MANTIDA:
Nome
Faculdade JK –Unidade Asa Norte
Código eMEC
Código 23096
Ato
Regulatório
Portaria MEC nº 381 de 20 de março de 2008, publicada no DOU nr 57,
de 25 de março de 2008.
End.
SGAN Quadra 913 Conjunto A Lote B Asa Norte
Cidade
Brasília
Fone
(61) 3272 0707
Diretora
Gilza Bernardes
E-mail
[email protected] rededeensinojk.com.br
UF: DF
Fax:
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO:
Nome do Curso
ADMINISTRAÇÃO
Grau
Bacharelado
Turno
Noturno
Vagas
100 (cem)
Regime
Regular
Modalidade
Presencial
Matrícula
Semestral seriado
CEP: 70790-130
3
(61) 3214 0102
4
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
Histórico da Mantenedora e da IES Mantida
07
1. PERFIL DO CURSO
1.1.
Justificativa da Oferta do Curso
11
1.2.
Contexto Externo
11
1.3.
Fundamentação legal do Curso
14
1.4.
Concepção do Curso
14
1.5.
Fundamentação teórico-metodológica do curso
14
1.6.
Objetivos do Curso
15
1.7.
Organização Curricular
16
1.8.
As Competências Curriculares
16
1.9.
O Plano de Atendimento às Diretrizes Curriculares
17
1.10. Metodologia do Ensino
18
1.11. Perfil do Coordenador
20
1.12. Perfil do Corpo Docente
20
1.13. Matriz Curricular
22
1.14. Ementas e Bibliografia
25
1.15. Representação Gráfica de um Perfil de Formação
49
1.16. Conteúdos Curriculares e Eixos de Formação
49
1.17. Regime Acadêmico e Integralização do Curso
52
2. ATIVIDADES DO CURSO
2.1. Atividades Complementares
54
4
5
2.1.1. O objetivo das Atividades Complementares
54
2.1.2. O Regulamento das Atividades Complementares
55
2.2. Programas Complementares
58
2.2.1. Programa de Monitoria
59
2.2.2. Programa de Extensão
60
2.2.3. Programa de Iniciação Científica e Pesquisa Investigativa
61
2.2.4. Programa de Nivelamento
61
3. PERFIL DO EGRESSO
3.1. Habilidades Gerais e Específicas do Profissional
62
4. FORMA DE ACESSO AO CURSO
4.1. Formas de Ingresso
65
4.2. Aproveitamento de Estudos e Competências Profissionais.
66
4.3. Aproveitamento de Extraordinário Conhecimento e Alto Desempenho
66
4.4. Perfil do Candidato
66
4.5. Representação Estudantil
67
4.6. Atendimento e Apoio ao Discente
67
4.7. Financiamento Estudantil
67
4.8. Atendimento ao Estudante: Apoio Psicopedagógico
68
4.9. Mecanismos de Nivelamento
68
5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
5.1. Concepção da Avaliação
69
5.2. Critérios Gerais da Avaliação
71
5.3. Apuração do Rendimento Acadêmico
72
5
6
5.4. Aprovação Acadêmica
74
5.5. Reprovação Acadêmica
74
5.6. Dependência Acadêmica
74
5.7. Frequência Acadêmica
75
6. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
6.1. Avaliação Institucional
76
6.2. Avaliações Externas
77
6.3. Avaliação Discente
77
6.4. Auto Avaliação Institucional
78
6.5. Avaliação por meio de Pesquisas
78
6.6. Avaliação Integrada
79
7. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
7.1. Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado
81
8. TCC – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
8.1. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso
87
09. INSTALAÇÕES FÍSICAS
9.1. Descrição das Instalações Físicas
90
10. COORDENAÇÃO DO CURSO
10.1 Dados do Coordenador
93
11. CORPO DOCENTE
11.1. Composição do Colegiado
97
11.2. Corpo Docente do Curso
98
12. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
6
7
12.1. Ato de Designação do NDE
101
7
8
APRESENTAÇÃO
HISTÓRICO DA MANTENEDORA
A Instituição de Ensino Juscelino Kubitschek iniciou suas atividades em 1972,
destinando seus serviços aos alunos do antigo Ensino Supletivo, preparando-os também para
o acesso ao Ensino Superior por meio de cursos Pré-Vestibulares.
Bem recepcionada pela sociedade local estendeu seus serviços para outras
comunidades, acompanhando o desenvolvimento do Distrito Federal. Inaugurou uma unidade
no Guará, ampliando seus serviços com a implantação do Ensino Regular Seriado e com do
Ensino Médio.
Em 1996, com 24 anos de funcionamento, a Instituição de Ensino Juscelino
Kubitschek, instala no Pistão Sul de Taguatinga, um Centro de Formação Profissional,
completando a oferta do Ensino Regular em três cidades do Distrito Federal e Entorno.
Como resultado da confiança da população nos seus serviços e na sua excelência em
ensino, a Rede de Ensino JK inaugura, em 1999, a Faculdade Juscelino Kubitschek, com os
cursos de Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Nutrição, Pedagogia, Publicidade
e Propaganda e Relações Públicas. Em conjunto com as Unidades de Taguatinga, Guará,
Valparaíso I e Valparaíso II passou a desenvolver um processo de educação continuada
atendendo do Maternal ao Ensino Superior.
Em 2002 a Faculdade JK - Unidade de Valparaíso II inaugura dois cursos:
Administração e Letras. Com 08 anos de funcionamento, a Faculdade JK - Unidade
Taguatinga ganha mais quatro cursos: Biomedicina, Farmácia, Jornalismo e Direito.
Em 2003, na Faculdade JK - Unidade Taguatinga, teve início o primeiro curso de PósGraduação: Gestão, Supervisão e Orientação Educacional. Em 2004 foi inaugurada a Unidade
- Asa Sul, do Plano Piloto, oferecendo 07 cursos de Pós-Graduação Lato Sensu.
Em 2007, a Unidade JK de Brasília passou a ser um CENTRO DE PÓSGRADUAÇÃO com uma concepção extremamente moderna de cursos avançados: a
customização. O ensino é feito sob medida para o estudante ou para a empresa.
8
9
Ele é elaborado com base em estudos e pesquisas de interesse do perfil do consumidor
e seu quadro técnico e docente - formado por PhDs, Doutores e Mestres - constroem o curso
sonhado pelo estudante.
Em julho de 2008, dando continuidade ao seu empreendedorismo, a Rede JK inaugura
duas unidades da Faculdade JK, no Gama. Na unidade I, com os cursos de Geografia,
História, Letras e Pedagogia e na Unidade II com os cursos de Administração, Publicidade e
Propaganda e Sistemas de Informação.
Em agosto de 2009, inaugura a Faculdade JK na Asa Norte, oferecendo os cursos de
Administração Geral e os tecnólogos em Gestão em Logística, Gestão em Marketing e Gestão
em Recursos Humanos.
Em dezembro de 2009, a Rede JK inaugura a sua mais nova unidade da Faculdade JK
no Guará. Inicialmente, oferecendo os cursos de Administração e Comunicação Social Propaganda e Publicidade, conforme Portaria MEC no. 1.671 de 14 de outubro de 2010,
publicada no D.O.U., de 15 de outubro de 2010.
Em dezembro de 2010, a Rede de Ensino JK adquire o CENACAP - Centro Nacional
de Capacitação Profissional Ltda. A partir de então, busca seguir as diretrizes da Faculdade
Juscelino Kubitschek, adequando seus projetos pedagógicos aos princípios norteadores
presentes na Missão da Instituição a que está vinculado. Em outubro de 2010, tem sua
denominação unificada, conforme Portaria nº 1671, de 14 de outubro de 2010.
Todas as unidades da Rede de Ensino JK têm como objetivo preparar os jovens e
adultos de Brasília para o desenvolvimento pleno de todas as suas habilidades potenciais e
competências, conforme a exigência do mercado e formar a consciência da necessidade de
aprendizagem contínua, enquanto ser social e agente de mudanças.
Todas as Instituições da Rede de Ensino JK passaram por alterações contratuais,
solicitando aos órgãos competentes alteração do nome fantasia e, posteriormente,
protocolaram no Ministério da Educação alteração de denominação de mantidas.
9
10
Em 2011 a IES passa a denominar-se Faculdade JK Brasília – Unidade Plano Piloto,
nos termos da Portaria no. 483 de 16 de dezembro de 2011, publicada no DOU no. 242, seção
I, 19 de dezembro de 2011.
Em 2012, mais uma expansão com a criação de uma IES no estado de Goiás,
denominada Faculdade JK Goiás – Padre Bernardo em fase de Credenciamento no MEC.
Em 2013 é criada a JK Educacional Ltda, incorporá-la à Rede de Ensino JK e criar
duas novas IES a serem mantidas por essa pessoa jurídica. Uma no Recanto das Emas e outra
na Asa Sul do Plano Piloto/Brasília, ambas em fase de regularização junto ao MEC.
Ainda em 2013, a Rede se expande e concebe a inclusão da pessoa jurídica da Mundial
Educacional Ltda, criada com o objetivo de manter uma Faculdade na Asa Sul.
HISTÓRICO DA MANTIDA
A Faculdade JK – Asa Norte, credenciada conforme Portaria MEC nº 381, de 20 de
março de 2008, publicada no DOU nº 57, de 25 de março de 2008, Seção 1, página 10, foi
adquirida ela PRIME Educação Superior LTDA (e-MEC) CNPJ 09.508.124/0001-57 (eMEC) com contrato social registrado sob NIRE nº 53201466761 na Junta Comercial do
Distrito Federal em 04 de abril de 2008, como sede à CRS 504 – W3 Sul, Bloco A, Entrada
03, Sobreloja Brasília DF – CEP 70.331-515.
No ano de 2010 teve o seu funcionamento implementado pela atual Mantenedora,
dando sequência à oferta dos cursos de Bacharelado em Administração, autorizado conforme
Portaria nº 254, de 24 de março de 2008, sem conceito, Tecnologia em Marketing, autorizado
pela Portaria nº 31, de 06 de fevereiro de 2009, com CC “3” em 2009; Tecnologia em Gestão
de Recursos Humanos, autorizado pela Portaria nº 32, de 06 de fevereiro de 2009, com CC
“5” em 2009, e Tecnologia em Logística, autorizado conforme Portaria nº 30, de 06 de
fevereiro de 2009, com CC “4” em 2009.
A Faculdade JK – Asa Norte está localizada à SGAN, Quadra 913, Conjunto A, Lote
B, asa Norte, Brasília-DF – CEP 72.405-370, cadastrada no Sistema e-MEC sob o código nº
3992, tendo “Brasília” como seu “Agrupador Principal”, registrado sob código 23096.
10
11
A Faculdade JK – Asa Norte possui parceria com as demais Instituições de Ensino
Superior que compõem a rede de Ensino JK, sendo elas:
- Faculdade JK Unidade GAMA I – Código 23323 – Brasília (Agrupador Principal);
- Faculdade JK Guará – Código 21828 - Brasília (Agrupador Principal);
.- Faculdade JK GAMA II – Código 21252 - Brasília (Agrupador Principal);
- Faculdade de Tecnologia CENACAP JK – Código 23071 - Brasília (Agrupador
Principal) com o Campus identificado como JK Brasília.
Incorporada à Rede JK, a Faculdade Instituto Latino Americano de Planejamento
Educacional (ILAPE), credenciada pela Portaria MEC nº 381, de 20 de março de 2008, teve
sua designação mudada para Faculdade JK – asa Norte, nos termos da Portaria SESu / MEC
nº 1.671, de 14 de outubro de 2010. Sua mantença, originalmente a cargo do ILAPE, foi
transferida para a PRIME Educação Superior LTDA, pessoa jurídica de direito privado, com
fins lucrativos, sede e foro em Brasília, Distrito Federal.
O presente projeto pedagógico corresponde a uma atualização do Projeto do Curso de
Bacharel em Administração, cuja implantação a Faculdade JK – Asa Norte vem efetuando,
progressivamente, período letivo por período letivo, desde o segundo semestre letivo de 2009.
Além desse Curso, a Faculdade mantém os Cursos de Tecnologia em Gestão de Recursos
Humanos e o de Gestão em logística.
Ao atualizar o Projeto Pedagógico, procura-se atender aos princípios consubstanciados
na missão da Rede JK:
a) Democratizar o saber, que possibilita a apropriação e a transformação dos
conhecimentos
historicamente
acumulados,
como
condição
necessária
à
construção de uma escola sintonizada com seu tempo e comprometida com a
sociedade em mudança.
b) Fomentar a educação e o desenvolvimento integral do ser humano; o progresso do
conhecimento cientifico e filosófico e a evolução socioeconômica da região em
que está inserida;
11
12
c) Formar profissionais e especialistas indispensáveis ao desenvolvimento científico,
filosófico, sociocultural e econômico do país;
d) Colaborar no esforço do desenvolvimento do País, articulando-se com os poderes
públicos e com a iniciativa privada para o estudo de problemas em âmbito regional
e nacional.
FINALIDADES
Como em todas as Unidades da Rede de ensino JK, o seu objetivo é preparar os
jovens e adultos de Brasília para o desenvolvimento pleno de todas as suas habilidades
potenciais e competências, conforme a exigência do mercado e formar a consciência da
necessidade de aprendizagem contínua, enquanto ser social e agente de mudanças.
MISSÃO
“Transformar informação em conhecimento, formando cidadãos éticos, solidários,
felizes, críticos e competitivos, valorizando talentos humanos e utilizando tecnologias
avançadas no sistema educacional”.
VISÃO
"Ser referência nacional no processo ensino aprendizagem, adotando um modelo de
Gestão Educacional moderno e avançado, que atenda às exigências da Sociedade e do
Mercado de forma eficaz e prazerosa".
Desta concepção resultam as principais funções da Faculdade:

Dar prioridade ao ensino, ligando a pesquisa e a extensão, com ênfase na
investigação;

Prover uma educação universal e liberal;
12
13

Buscar
a
sinergia
entre
a
intelectualidade,
o
empresariado
e
a
profissionalização;

Proporcionar condições de profissionalização imediata a seus alunos.
O modelo de gestão da IES está centrado em dois aspectos:

O ponto de vista “interno” ou “idealista”, em que a ideia se desenvolve a partir
de regras próprias da Instituição, ou seja, da filosofia que vem norteando as ações de seus
dirigentes nesse percurso de poucos anos e,

O ponto de vista “externo” ou “funcional”, em que as regras lhes são impostas
pelo exterior e são mais orientadas por uma preocupação de utilidade coletiva.
O modelo idealizado de gestão institucional procura adequar-se ao conceito de
organização flexível e voltada para a qualidade. Para tanto, prevê mecanismos voltados para
os processos de melhoria de qualidade em conjunto com os mecanismos de avaliação desses
processos.
Esse modelo implanta os conceitos e técnicas necessárias para ajudar docentes e
colaboradores dos setores na eliminação de práticas de baixa qualidade, na redução de custos
devido a erros e defeitos, na melhoria da eficiência e eficácia na utilização dos recursos, além
de indicar pontos da estrutura que necessitam de maior atenção e maior investimento.
Esta postura pressupõe a definição pela IES de um modelo de gestão que tem como
base a:

Autonomia institucional e a especificação organizacional;

Superação da cultura burocrática institucional;

Ação cotidiana articulada com a missão institucional;

Atuação ativa, orientada para médio e longo prazo, em substituição à atuação
reativa, que se orienta apenas pelo curto prazo e pelas pressões do cotidiano;

O estabelecimento de uma gestão descentralizada que leve em conta os
interesses dos vários atores inseridos em seu espaço institucional.
13
14
OBJETIVOS INSTITUCIONAIS

Distinguir-se nas áreas do conhecimento estabelecidas como prioritárias, em
sintonia com a missão e as necessidades do contexto em que está inserida;

Promover formação profissional para a competência, através de cursos de
Graduação, Pós Graduação e Extensão, nos quais professores e alunos, em conjunto,
capacitem-se a servir a sociedade, contribuindo para a análise e a solução dos problemas;

Assegurar a melhoria contínua da qualidade do ensino, por meio do domínio e
do incremento do estado da arte das áreas do conhecimento relacionadas aos diversos cursos,
da tecnologia educacional, bem como de formas participativas de avaliação e de reformulação
do processo de ensino-aprendizagem;

Promover a produção científica, voltada às áreas de excelência, à melhoria do
ensino e ao atendimento das necessidades regionais;

Promover a prática criativa da integração com a comunidade, por meio de
programas de educação continuada, atividades culturais e serviços comunitários definidos a
partir da prospecção e da avaliação crítica das demandas sociais internas e externas;

Preparar e formar um quadro docente e técnico qualificado, comprometido, em
nível pessoal e grupal com a missão, disposto ao aprendizado contínuo e dedicado ao aluno,
razão de ser do Projeto Educativo da Faculdade;

Manter um sistema organizacional eficiente, flexível e adequado às
necessidades das suas áreas de atuação;

Garantir
a
autonomia
institucional
e
auto
sustentação
dos
seus
empreendimentos;

Ser parceira do mundo empresarial e de outros tipos de organização, na
formação de recursos humanos, para a troca de experiências e a prática do diálogo entre os
diversos tipos de saber e fazer humanos, em programas conjuntos, utilização cooperativa de
recursos e publicações interinstitucionais.
14
15
DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS
Pretende-se contribuir para a elevação do nível educacional, cultural e profissional da
comunidade, promovendo ações que contribuam para a formação de profissionais
competentes e aptos à inserção no mercado de trabalho.
Espera-se que o profissional egresso desta Instituição de Ensino Superior possa atuar
como formador, disseminador, sintetizador e produtor de conhecimento, dotado de
competências, comportamentos e habilidades que determine um profissional flexível e capaz
de se adaptar às mudanças do futuro, num contexto atual e transformador.
1. PERFIL DO CURSO
1.1.
JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO
O Curso de Administração da Faculdade JK tem como missão formar profissionais
com competências para lidar com problemas internos e externos das organizações, situações
de crise, possuir visão sistêmica para a solução de problemas organizacionais e conduzir
outros profissionais na área de gestão para atuar numa sociedade em transformação e
dinâmica, pautados pelo comprometimento com a ética e a responsabilidade socioambiental.
Neste termos o Curso de Administração é regido pelos princípios e valores da missão
da Faculdade JK, buscando, para além da formação profissional voltada ao mercado de
trabalho, atender as demandas e necessidades da sociedade, que cada vez mais exige cidadãos
bem formados, informados, éticos, atualizados e abertos à educação continuada.
O Projeto Pedagógico do Curso retrata a reflexão e o trabalho coletivo dos agentes
envolvidos no atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais e às necessidades específicas
dos acadêmicos, concretizando, assim, a identidade do curso e o oferecimento de garantias
para um ensino de qualidade.
Como instrumento balizador do desenvolvimento acadêmico, este projeto manifesta a
prática pedagógica do curso, direcionando as atividades de ensino e extensão.
15
16
Dessa forma, o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Administração é
disponibilizado à comunidade acadêmica, como resultado de um planejamento coletivo,
coordenado pelo o Núcleo Docente Estruturante, que define ações, visando à concretização de
seus propósitos.
Como justificativa para a continuidade da oferta do curso está a capacidade da
Faculdade JK em atender as necessidades da região e a demanda inspirada no crescimento da
Rede de Ensino JK.
A Faculdade JK reconhece que o Distrito Federal, como centro administrativo do
Governo Federal, possui carência ampla de gestores, em todos os níveis da administração,
sendo por esse motivo que investe na oferta desse curso.
O Curso de Administração da Faculdade JK – Unidade Asa Norte obteve autorização
de funcionamento por meio da Portaria MEC nº 254, de 24 de março de 2008.
1.2.
CONTEXTO EXTERNO
De acordo com publicações do site1 do Governo do Distrito Federal, (GDF) o Distrito
Federal encontra-se com uma População composta de 2.455.903 habitantes, apresentando uma
densidade demográfica de 354,3 hab/Km², distribuídas em 55.435 Km², cujo percentual de
crescimento demográfico chega a casa de 2,82% a.a., e 24,9% nos últimos 10 anos indicando
um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,844 (0-1) e uma taxa de analfabetismo de
4,35%.
Há um permanente fluxo de migração de pessoas de todos os estados, notadamente das
regiões interioranas do Nordeste e Centro-Oeste, atraídas pela expansão das atividades
produtivas no DF e em seu entorno, além da qualidade do atendimento de serviços básicos,
como saúde e educação, para seus cidadãos, estando em 2011 com 30 Cidades Satélites
instaladas e identificadas por Regiões Administrativas.
O Distrito Federal está localizado no centro do Brasil, em posição estratégica
articulando-se geograficamente com todos os demais estados brasileiros, pelo fácil acesso que
1
http://www.gdf.df.gov.br/045/04501022.asp
16
17
o Porto Seco e o Aeroporto de Brasília, o 3º em movimentação nacional de passageiros e o
quarto em movimentação de cargas do País, favorecem.
No Distrito Federal, várias localidades vêm se destacando pelo crescimento de suas
cidades satélites, principalmente no seu eixo sul-centro: Ceilândia, Taguatinga, Samambaia,
Núcleo Bandeirante, Guará, Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo e
Brazlândia. Sem contar com Sobradinho e os vários condomínios residenciais e Planaltina,
cidades situadas no eixo norte do Distrito Federal e o próprio Plano Piloto.
As taxas de crescimento em todo o Distrito Federal pressionaram o Governo do
Distrito Federal a priorizar o atendimento ao transporte coletivo de massa para essas
localidades, além de muitos outros equipamentos públicos, entre eles o Metrô, e em fase de
implantação, o Transporte Leve sobre Trilhos.
Uma região que embora não seja um Município, mas, um Distrito da Federação que
tem um PIB (Produto Interno Bruto) que incrementa a renda, o emprego e os créditos com
crescimento anual na casa de 3,8%, chegando em 2011 a 117,6 bilhões, sendo a oitava
economia do ranking nacional, indicam que possui amplo espaço para absorção de mais
Instituições de Ensino Superior e consequentemente de cursos que possam atender às
demandas sociais.
Uma região onde 51,35% da população com mais de 10 anos de idade, dedica, pelo
menos, uma década da sua vida aos estudos e onde 14,24% dos alunos que estudam por mais
de 15 anos em sua vida, demonstra ter uma população letrada. Segundo dados do IPEA como
base na PNAD/IBGE 2009 o percentual de analfabetos com 15 anos de idade ou mais no DF
caiu de 4,2% para 3,4% entre os anos 2004 a 2009, representando a segunda menor taxa do
país.
Nesta realidade está inserida a Faculdade JK, com uma localização privilegiada do
Distrito Federal e próximo aos órgãos de decisão nacional em localização que concentra
maior número de profissionais ativos.
17
18
Portanto, pode-se enfatizar que a Faculdade JK está estrategicamente situada em zona
urbana de fácil acesso e dotada de transportes coletivos, com uma rede ampla e confortável de
transporte, suficientes, para seu alunado.
As evidências apontam para o fato de que a clientela de alunos pretendentes aos cursos
da Faculdade habitam, em sua maioria, as localidades descritas, como Regiões
Administrativas do Distrito Federal, podendo assim, acessar com facilidade o local onde se
situam as unidades da Faculdade JK.
A Faculdade JK – Unidade Asa Norte tem uma localização privilegiada no Plano
Piloto da cidade de Brasília-DF, arrebatando grande fluxo de alunos que trabalham na região
além dos que residirem nas cidades satélites, tais como: Sobradinho, Planaltino do DF e do
GO, Samambaia, Ceilândia, Guará, Taguatinga e outras.
A preocupação pela qualidade é uma característica das sociedades avançadas, uma vez
superadas as etapas de subdesenvolvimento, nas quais predimona a preocupação pela
quantidade. A cada dia que passa, a qualidade usada como arma empresarial, está recebendo
mais atenção em todas as atividades.
O mundo está girando em torno da Qualidade, e esta passa pela qualificação que
atenda às necessidades da sociedade.
Considerando as diferentes e complexas atribuições e os papéis que a sociedade atual
exige de um profissional de nível superior, é desejável que o bacharel em administração
possua um alto nível de percepção da realidade social envolvente e de uma formação técnica e
operacional.
Esses atributos lhe permitirão uma concepção clara do significado de sua função e de
sua relação profissional no interior da instituição em que vier atuar e fora desta, bem como da
sua relação com o meio ambiente no campo político, social, econômico e cultural, ou seja, a
percepção das relações do homem com o mundo, no tempo e espaço, ew seu papel
profissional na complexidade sócio cultural contemporânea.
Além disso, a formação no respeito à ética e na defesa dos direitos humanos e sociais,
numa postura humanística, colocá-lo-ão à frente do seu tempo, como um agente de mudanças.
18
19
A Faculdade JK se insere entre as demais instituições de ensino superior do Distrito
Federal se propondo a formar esses profissionais ae suprir o mercado de trabalho não apenas
para atuar como empregado, mas educando um profissional articulado, empreendedor e
versátil para atuar também como profissional liberal, consultor, educador, ou como
empregador e gestor dos seus próprios negócios, com expertise e destaque.
O profissional de Administração egresso da Faculdade JK tem um perfil que o
qualifica para o desempenho das múltiplas funções da área administrativa. Sua formação o
prepara para atuação de qualquer setor da economia, sejam pequenas, médias ou grandes
empresas dos setores públicos e ou privado. Dota-o ainda dos conhecimentos para a criação
do próprio negócio ou para trabalhar como consultor, podendo neste caso atuar como
profissional liberal.
1.2.2 Fundação de Brasília – A interiorização
Os antecedentes de Brasília remontam a Dom Bosco. Nascido em 1815, o fundador da
ordem dos Salesianos, em 1883, vislumbrou, em sonho, uma depressão bastante larga e
comprida, entre os paralelos 15º e 20º, e ouviu uma voz que insistentemente lhe dizia que ali
surgiria a terra prometida. Setenta e sete anos após, foi inaugurada a atual capital do Brasil.
A ideia de interiorização da capital do País surgiu no século XVIII, atribuída ao
Marquês de Pombal. Os inconfidentes mineiros, em 1789, incluíram a transferência da capital
para o interior entre os objetivos do movimento. Proclamada a independência, durante a
Assembleia Geral Constituinte do Império, o Deputado Antônio Ferreira França, na sessão de
07 de junho de 1823, leu memorial de autoria de José Bonifácio de Andrade e Silva, em que
este propunha a instalação da capital na recém criada comarca de Paracatu do Príncipe, com a
designação de Brasília ou Petrópole.
De 1839 em diante, passou-se a imaginar a construção de uma cidade no Planalto
Central, entre os rios São Francisco, Maranhão ou Tocantins. A Constituição de 1891 previa a
mudança da capital, o que a Constituição de 1934 repetiu. Na Assembleia Nacional
Constituinte de 1946, as opiniões sobre a localização da nova capital dividiram-se. O então
19
20
deputado Juscelino Kubitscheck de Oliveira defendeu a localidade do Pontal, no Triangulo
Mineiro, como a mais favorável à implantação do novo Distrito Federal. O Deputado Artur
Bernardes sugeriu que simplesmente fosse repetido o texto da Constituição de 1891. Por sua
vez, o Deputado João Café Filho defendeu que Goiânia viesse a ser a nova Capital do País.
Finalmente o texto da Constituição de 1946 determinou que a capital fosse transferida para o
Planalto Central.
Posteriormente em abril de 1955, durante o primeiro comício de sua campanha à
Presidência da República, na cidade goiana de Jataí, interpelado sobre a mudança da capital, o
candidato Juscelino Kubitschek de Oliveira, respondeu que a constituição seria cumprida.
Eleito e empossado, o novo Presidente da República, em 15 de março de 1956, assinou
a mensagem de Anápolis, que foi convertida na Lei nº 2.874, de 19 de setembro de 1956,
criando-se a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Deu-se início a
construção de Brasília, que foi inaugurada em 21 de abril de 1960. Foram cumpridos o
mandamento constitucional e o compromisso de campanha.
Concebido para sediar a capital do país, o DF, de início, era percebido como local de
Administração Pública, entretanto, gradualmente, sua realidade econômica passou por
transformações expressivas, cresceram os setores de comércio e serviços, como também as
atividades industriais e agropecuárias.
O DF tem a seu favor o desenvolvimento de infraestruturas modernas. Acha-se
interligado a todas as regiões e principais portos do país por rodovias, e conta também com
ligações ferroviárias. Seu aeroporto é o segundo mais importante do país, considerando-se a
movimentação de passageiros. As telecomunicações são tecnologicamente atualizadas. As
ligações entre Brasília, cidades satélites e os municípios de seu entorno se fazem por um
amplo sistema viário e linhas modernas de metrô.
Os elementos apresentados no quadro abaixo dão uma visão da estrutura empresarial
do DF. Ressalta-se que as atividades de comércio e prestação de serviços sobressaem sobre as
demais.
20
21
Setor de Atividade
Número de estabelecimentos
em 2010
Agricultura
339
Pesca
19
Indústrias Extrativas
79
Produção e distribuição de eletricidade, gás e água
3948
Construção
42
Comércio
2045
Alojamento e Alimentação
38666
Transporte, armazenagem e comunicação
6357
Intermediação Financeira
2764
Atividades Imobiliárias
1835
Administração Pública, defesa e segurança social
17592
Educação
306
Saúde e serviços sociais
1981
Outros serviços coletivos, sociais e pessoais
4003
Organismos Internacionais
9554
Outros
29
Total
89539
Fonte IBGE - 2010
Nos últimos anos, após um interregno de mais de duas décadas, a economia brasileira
voltou a crescer a taxas expressivas, e rapidamente deu sinais de superação dos efeitos da
crise financeira internacional de 2008.
Como denotam os números apresentados acima, o DF não ficou à margem dos
esforços de desenvolvimento do país. Sua economia cresceu e diversificou-se. Alguns
projetos de desenvolvimento que se acha em curso são referidos a seguir:
- Parque Capital Digital – Criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) mediante
a Lei Complementar nº 679 destinam-se a ser um polo de empresas de tecnologia de
21
22
informação. Estima-se que absorverá mão de obra especializada e que, quando em pleno
funcionamento, gerará 50 mil empregos diretos e indiretos, o que tornará o DF num centro de
tecnologia da informação;
- Pólo Parque Industrial de Semicondutores e Semicomponentes – Criado pelo GDF
com o apoio do Governo Federal, visa estimular a produção de componentes eletrônicos no
País. A escolha do DF para implantação do projeto decorre de sua posição geoestratégica com
relação ao país e à América do Sul;
- Polo de Modas – Localizado no Centro Administrativo do Guará, previsto no
Programa de Desenvolvimento do DF (PDDF), abriga cerca de 180 empresas na primeira
fase, o que aumentará para 460 empreendimentos ao longo dos anos;
- Polo JK – Situado na região administrativa de Santa Maria, o projeto abriga
sobretudo empresas industriais e de Logística, numa área de 140 hectares;
- Polo atacadista – Implantado numa área de aproximadamente 200 hectares, perto do
centro administrativo de Samambaia, deve abrigar cerca de 300 empresas. A estimativa é a de
que o projeto gere cerca de 30 mil empregos;
- Cidade do Automóvel – criada para desafogar as áreas centrais de Brasília, cerca de
110 empresas foram, de início, transferidas para uma área de cerca de 280 mil metros
quadrados. Hoje a área abriga cerca de 200 empresas;
Projetos como esses atraem e continuarão a atrair empreendimentos para Brasília,
cuja implantação e gestão demandarão o concurso de profissionais de múltiplas áreas de
formação, entre as quais se incluem, necessariamente, profissionais da área de gestão.
A economia do DF é marcadamente urbana, consequentemente sua população vive
onde se concentram a indústria, o comercio e os serviços.
22
23
1.2.2 – Relação com outros cursos similares na região de influência da IES
proponente:
No âmbito da JK, que já oferece Cursos Superiores de Tecnologia em Recursos
Humanos e Logística favorecida pelo cenário ambiental de quem já oferece a formação na
área de Gestão e Negócios, se insere o de Administração, com currículos de semelhanças e
eventos em que acadêmicos de um curso de área afim podem juntos participar.
Outro aspecto de relevância é a cátedra com docentes de formação especifica e
vivencia na área d gestão e negócios das instituições do Distrito Federal, fazendo com que o
aluno possa de alguma forma ter contato e obter uma viso pratica, por meio da vivência desses
professores.
1.3.
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO CURSO
O currículo do curso de Bacharelado em Administração foi discutido e estruturado
pelo Núcleo Docente Estruturante e por toda a equipe de professores que compõe o colegiado
de curso e ainda, por profissionais da área das demais unidades da Rede de Ensino JK.
O Projeto foi desenvolvido de forma a atender às exigências legais previstas, tendo
em pauta as recomendações contidas na Resolução CNE/CES no 2, de 18 de Junho de 2007,e
nas Diretrizes Curriculares previstas para os Cursos de Administração, contempladas no
Parecer CNE/CES nº 134, de 4 de junho de 2003, Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro
de 2004, Parecer CNE/CES nº 188, aprovado em 7 de julho de 2004, Resolução CNE/CES n°
4, de 13 de julho de 2005.
1.4.
CONCEPÇÃO DO CURSO
Enquanto as teorias tradicionais de currículo se preocupam apenas com questões
relacionadas à organização curricular (o como) e com as dimensões instrumentais e utilitárias,
23
24
a teoria crítica enxerga as relações sociais existentes nas escolhas curriculares e enfatiza o
currículo como prática cultural bem como de significação fundamental para a formação do
aluno, preparando-o de forma completa para o mercado de trabalho.
A concepção epistemológica tradicional vê o conhecimento como reflexo de uma
realidade que está ali, e que pode ser acessada diretamente. Esta visão implica em pensar que
existe algo “lá fora” chamado currículo esperando para ser descoberto e que reflete, por sua
vez, o conhecimento existente. Uma visão crítica supera a visão técnica de como fazer o
currículo para tentar compreender o que o currículo faz. Devemos nos perguntar não só o que
os alunos devem saber (o que saber), mas, também, o que eles devem ser (o que eles devem se
tornar) e por que o devem ser.
Uma abordagem baseada nesta concepção está preocupada com as conexões entre o
saber, a identidade e o poder. O currículo assume uma condição de discurso e de documento
de identidade. Ao invés de impor conteúdos tidos como dominantes, o processo assume um
caráter de construção coletiva e socialmente engajada. Para tanto, é preciso quebrar
paradigmas e buscar mudanças e inovações que possam possibilitar uma formação meramente
técnica e rápida, promovendo uma verdadeira mudança cultural.
O Curso de Bacharelado em Administração está concebido para formar um
profissional capaz de entender as limitações da sua região e a partir do seu capital intelectual e
sua competência pessoal promover meios de elevação do conhecimento e das condições
administrativas executadas quer na sua cidade ou em qualquer outra região.
1.5.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-METODOLÓGICA DO CURSO
Fundamentado na realidade brasileira e com especial destaque na região
metropolitana do Distrito Federal, o curso direciona sua prática pedagógica dentro de um
conjunto de conhecimentos, voltados para a formação de um profissional atuante, dotado de
habilidades e vocação prioritária para as ciências exatas, capacidade para exercer a
competência crítica, científica e tecnológica, pela conduta ética e a concepção política de uma
prática direcionada para a cidadania, a transparência, a aplicação do caráter, obtidos por meio
24
25
de práticas onde o “aprender a aprender” seja o destaque e o “aprender-fazendo” o marco
referencial de sua atuação profissional.
Os componentes curriculares e as ementas, a identidade teórica do eixo
epistemológico do curso, conforme previsto na legislação do ensino vigente, é atualizado
periodicamente, sempre que as exigências do contexto sociocultural, político e econômico do
País e Distrito Federal assim o exigirem.
O Curso orienta-se por metodologias ativas e emancipadoras, que têm como eixo
principal a construção das competências e habilidades que valorizem o significado da
experiência do discente e a sua individualidade. O enfoque metodológico valoriza os
princípios da aprendizagem significativa, que tem na intervenção pedagógica a finalidade de
proporcionar ao discente a base necessária para compreender como e porque se relacionam os
novos acontecimentos com os que ele já possui, e transmitir-lhe o suporte efetivo que
possibilite utilizar estes novos conhecimentos em diferentes contextos.
A aprendizagem significativa no contexto da Educação Superior enseja o
desenvolvimento de competências e habilidades que assegurem ao aluno o domínio de
conhecimento e capacidade de fazer, colocando-os na prática profissional.
O Curso de Administração está estruturado em 8 (oito) semestres, com carga horária
total de 3.000 horas, assim distribuídas: 2.560 horas dedicadas a conteúdos teóricos e práticos
dos eixos estruturantes de formação; 100 horas dedicadas a elaboração do trabalho de
conclusão de curso; 140 horas de estágio supervisionado obrigatório; e 200 horas de
atividades complementares.
1.6. OBJETIVOS DO CURSO
Objetivo geral:
Formar profissionais para atuarem criativa e eficazmente em um mundo que se pauta
por transformações rápidas e profundas, no que diz respeita à economia, aos recursos
tecnológicos, à política e à cultura, a fim de que possam dar contribuição ao processo de
mudança das organizações, em atenção às demandas da nova realidade, e participarem
25
26
criativamente de seu desenvolvimento, sempre pautando suas ações pelos requisitos do
desenvolvimento sustentável, pela busca da melhoria da qualidade de vida no âmbito das
organizações e da sociedade e por valores éticos e de compromisso com a cidadania.
Objetivos específicos:
 Dotar o estudante dos instrumentos conceituais e dos elementos de formação
básica e de formação específica que o qualifiquem para atuação criativa, eficaz e pautada por
valores éticos e compromisso com a cidadania;

Desenvolver o potencial empreendedor do formando, potencializando a
capacidade de iniciativa na organização em que trabalhe ou em que vier a trabalhar, bem
como o capacitando para a criação do próprio negócio ou para atuar como profissional liberal;

Aproximar o estudante da prática empresarial e fortalecer o potencial de
empregabilidade;

Atender, principalmente, as necessidades dos mercados local e regional de
profissionais de administração.

Promover uma formação completa do aluno, observado tanto do ponto de vista
da concepção humana, quanto da profissional, mesclando conhecimentos, desenvolvimento de
habilidades e competências e de valores éticos e morais necessários para o exercício da
profissão e para a vida em sociedade.
Coerência do currículo com o Objetivo do Curso: o currículo foi desenvolvido em
plena conexão com os objetivos do curso, tendo como base a essência construtiva e o aluno
como compartícipe do processo de aprendizagem, mas é preciso ressaltar um ponto
fundamental: os conteúdos dos programas assumem um papel relevante em relação a este
aspecto, uma vez que são eles, concretamente, que irão permitir o alcance dos objetivos.
1.7. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Curso de Administração da Faculdade JK será oferecido em regime presencial,
26
27
semestral, regular, matrícula blocada, com duração mínima de 8 semestres e máxima de 12
semestre, de acordo com o proposto no Projeto Pedagógico.
O curso tem duração de 3.000 (três mil) horas, devendo o acadêmico concluir com
êxito as atividades curriculares previstas.
De acordo com a Resolução CES/CNE nº 4, de 13 de julho de 2005, art. 5º, os cursos
de Administração contemplam campos de conteúdos interligados do saber: Conteúdos de
Formação Básica; Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias; Conteúdos de
Formação Profissional e Conteúdos de Formação Complementar.
O currículo proposto para o Curso equilibra, adequadamente, conteúdos de formação
Básica, Profissional, Complementar com as demais atividades curriculares.
1.8. AS COMPETÊNCIAS CURRICULARES
Serão competências a serem desenvolvidas na formação do profissional:
 Domínio do conhecimento específico da área, pensamento crítico e
conhecimento dos princípios do raciocínio lógico, considerando o ser humano e seus
comportamentos na busca de soluções de problemas enquanto membro de uma equipe;
 Espírito de curiosidade e comportamento questionador que levem a procurar
uma aprendizagem constate, tornando-o capaz de se auto avaliar, repensando sempre o
desenvolvimento de sua profissão e de sua participação social.
Serão habilidades a serem buriladas na formação do profissional:
 Habilidade para enfrentar situações problemas utilizando conhecimentos
necessários para a solução dos mesmos, com responsabilidade e sabedoria;
 Habilidade para assessorar, planejar, administrar, coordenar, dirigir e orientar
serviços em instituições públicas e privadas de grande, médio e pequeno porte ou mesmo em
atividades liberais e autônomas.
27
28
Serão atitudes a serem buscadas na formação do profissional:
 Atitudes sociais adequadas de: cordialidade, solidariedade, tolerância,
paciência e perseverança de ideal;
 Atitudes de altruísmo, integridade, honestidade, autoestima e confiança
necessárias para assumir responsabilidades;
 Percepção de valores e respeito às suas raízes;
 Empatia com aqueles aos quais se propõe a compartilhar o exercício da
profissão, compreendendo as reações pessoais e permitindo que as pessoas se sintam
compreendidas por alguém;
 Respeito e solidariedade a todas as questões em que a discriminação e o
autoritarismo se façam presentes;
 Atitude de respeito às leis naturais, preservando o meio ambiente.
1.8.1 Avaliação Institucional
Avaliação institucional integrada e inserida no conjunto temático das disciplinas
curriculares do curso, objetivando uma articulação do ensino com a aprendizagem e a auto
avaliação realizada pela Faculdade JK é um dos grandes marcos que elevará o docente e o
discente a uma entrosagem significativa na melhoria da qualidade do ensino e do autocontrole
desses atores conjugados com a gestão educacional.
A intenção é unir todos os atores da vida acadêmica de maneira a despertar-lhe de que
o conhecimento é uma fonte de riqueza, mas esse só deve ser construído eficazmente se
houver a consciência de todas as pessoas, sobre os processos e terem plena participação nos
procedimentos curriculares e extracurriculares.
Assim é que por meio de abordagens temáticas, cada disciplina processará a sua
avaliação institucional e havendo ainda a opção de participação por meio das pesquisas
aplicadas pela CPA e ainda por sua participação no Exame Nacional de Desempenho da
Educação Superior – ENADE.
28
29
1.9. O PLANO DE ATENDIMENTO ÀS DIRETRIZES CURRICULARES
A formação deve estimular o desenvolvimento de competências e habilidades
interpessoais, de modo que a atuação profissional esteja integrada seja destacada e com outras
áreas de conhecimento. Com base nessa fundamentação, o processo de ensino-aprendizagem
deve estar atento aos seguintes aspectos:

Estabelecimento de um clima de confiança no trabalho do docente, obtido por
um planejamento meticuloso do Ensino e por uma condução cuidadosa desse planejamento;

Fortalecimento do espírito de equipe, com alunos e professores voltados para
os mesmos objetivos.

Foco na motivação contínua: mais do que ensinar conteúdos, deve-se despertar
o gosto pelo estudo da disciplina;

Respeito às características e ritmos individuais: o aluno deve se esforçar para
alcançar o desenvolvimento ao alcance da sua capacidade, sempre valorizando a
aprendizagem significativa.
A diversificação das técnicas pode tornar o processo de ensino-aprendizagem
estimulante e eficiente, além de proporcionar a capacidade de comunicação, de interpretação e
de aprimoramento das relações interpessoais. Assim como, a aplicação de metodologias
inovadoras, ativas e emancipadoras, que têm como eixo principal a construção das
competências e habilidades o significado da experiência do discente e a sua individualidade.
1.9.1 Núcleo Básico
O JK entende que o aluno da Educação Superior deva iniciar seus estudos no
Bacharelado conhecendo os fundamentos básicos e humanistas que permeiam o seu currículo
e sua relação com os conteúdos comuns aplicados aos demais cursos da área de conhecimento
oferecido na IES, de maneira que esse acadêmico possa não apenas adaptar-se ao meio
universitário, socializar-se com os demais colegas, mas também ter a oportunidade de optar,
29
30
sem prejuízos de conteúdos, caso observe que o seu perfil vocacional se adequa mais com
outra formação.
1.9.2 Articulação do Ensino com a Extensão
Destaque inovador ainda nas Atividades Complementares que terão em seu escopo a
realização de atividades extensionistas, pesquisas investigativas e iniciação científica.
Oportunidade de publicação do Trabalho de Graduação, caso o aluno opte por redigilo na forma de artigo, fazendo parte de uma coletânea a ser publicada pela IES.
Oportunidade de execução de um Projeto Gerencial em temática da realidade social da
comunidade interna e que circunda a rede de ensino JK, selecionado por Banca Específica e
absorvida pela rede de ensino JK, como premiação e acesso do aluno em curso de Pósgraduação.
A natureza do curso enseja a regência dos conteúdos destacando a realidade e tendo a
prática como elemento de confirmação da aprendizagem, pelo “aprender fazendo”.
1.9.3 Práticas Curriculares
As práticas podem ser apresentadas tanto na exposição dos conteúdos quanto por
atividades extraclasses com o uso de meios tecnológicos, visitas em campo ou até mesmo
realizadas no âmbito da comunidade internada Faculdade JK.
Objetivando tornar os alunos especialistas nas habilidades de “aprender a aprender”
será adotada a articulação entre a teoria e a prática, através de estratégias específicas de
ensino, buscando sempre a possibilidade de estudar em classe e fora dela com o
desenvolvimento de trabalhos de grupo, de atividades em laboratório e o desenvolvimento de
projetos em conformidade com as competências a serem desenvolvidas, lembrando que as
experiências pessoais de cada ser humano fortalecem a verdadeira aprendizagem.
30
31
1.10 METODOLOGIA DO ENSINO
Uma educação de qualidade busca essa solidez, para tanto há de se escolher
metodologia de ensino que contextualiza e põe em ação o aprendizado. Para isso são
utilizadas combinações de variadas técnicas, mecanismos, métodos, procedimentos e
estratégias de apoio. Alguns exemplos:
• Aulas em sala consistem na exposição ou explicação do conteúdo. As nuances desta
técnica aparecem como: exposição dogmática (sem a interferência na exposição do orador),
exposição dialogada, onde se tornam possíveis os questionamentos para dirimirem as dúvidas
ou ainda exposição demonstrativa, onde o expositor apresenta recursos elucidativos. Como
recurso auxiliar é exemplificado para a aula expositiva os seminários e os simpósios. Para a
aula expositiva demonstrativa: utiliza-se desde o quadro até as tecnologias mais sofisticadas,
como retroprojetor/transparências, epidiascópios, softwares, data show, multimídias diversas,
TV, vídeo, som entre outros.
• Incorporação das tecnologias de informação nos conteúdos e modo de realizar as
funções/trabalhos.
• Pesquisa bibliográfica, tendo por objetivo o aprofundamento dos conteúdos culturais,
composto de estudo dirigido e análise de textos variados. Como recursos, leitura criativa de
revistas, programas de TV, ou tempestades de ideias para determinação do tema. A Internet
para busca de sites auxiliares e comunicação direta com seu professor e troca de experiências
com seus colegas de classe. A escrita do material lido irá exigir recursos tradicionais como
lápis, papel e, novos como computador, telefone, mídias, tabletes, impressoras, etc.
• Estudos dirigidos, podendo ser aplicadas de forma individual ou combinada com sua
variedade de recursos, tais como:
estudos exploratórios, estudos de caso, seminários,
simpósios, debates, mesa redonda e, ainda técnicas como cochicho, coletivas, centro de
interesses, fórum e outras.
• Atividades dirigidas à preparação do profissional participativo e crítico, tais como
dinâmicas variadas de grupo, trabalhos individuais e/ou em grupos, atividades que
31
32
possibilitem uma aprendizagem interativa, possibilitando uma reflexão coletiva e
independente da tomada de decisões.
• Acompanhamento e avaliação, a ser desenvolvida ao longo do processo e em etapas
previamente definidas, como forma de possibilitar aos alunos, professores e demais
profissionais envolvidos, a análise do seu desempenho e da própria execução do planejamento
de ensino-aprendizagem.
Nessa perspectiva coloca-se o Colegiado de curso funcionando nos moldes de um
Conselho de Classe como importante via de acompanhamento da ação pedagógica e de apoio
ao Núcleo Docente Estruturante devendo constituir-se em processo sistematizado de
orientação à prática educativa que em conjunto com a Coordenação do Curso manterá o bom
nível de desenvolvimento e atualização contínua das condições de excelência.
1.10.1 TICS – Tecnologia de Informação e Comunicação
A tecnologia não define, mas ajuda a moldar os processos de gestão empresarial e,
em consequência, a administração de empresas. Nesse sentido, a dominância das tecnologias
da informação e comunicação (TICs) nos processos gerenciais e operacionais contemporâneos
atravessam todas as áreas de atuação e ajudam a moldar a forma como a criação,
desenvolvimento e gestão das empresas públicas e particulares acontecem.
No curso de Administração, a premissa é que as TICs sejam parte transversal do
currículo acadêmico e que estejam presentes como ferramentas, para a atuação profissional do
administrador.
Além da transversalidade curricular, busca-se a utilização de ferramentas e processos
das TICs para o aprendizado, como redes sociais, moodle e outras tecnologias que se inserem
no processo de ensino-aprendizagem contemporâneo.
32
33
1.11 PERFIL DO COORDENADOR
A Coordenação do Curso de Administração da Faculdade JK atua de forma crítica e
reflexiva em relação à melhoria da qualidade do ensino e a efetividade da aprendizagem,
sendo gestora das ações transformadoras dos serviços e dos recursos pedagógicos.
A Coordenação em conjunto com o Núcleo Docente Estruturante valoriza o que é
produzido pelo grupo de professores e colaboradores, desde o planejamento à execução das
atividades pedagógicas, materializando suas propostas no projeto pedagógico, que é o foco de
sua gestão.
A atividade de coordenação exige a busca pelo conhecimento das rotinas de trabalho
dos professores, com o propósito de:
 apoiar sua prática pedagógica, e com isso instigá-los a superar as barreiras e
dificuldades diárias nos processos de ensino e aprendizagem.
 garantir a unidade de ações e prestar assistência didático-pedagógica direta aos
professores, por meio de reuniões individuais e coletivas, bem como por comunicação escrita.
 incentivar o uso de materiais didáticos, de equipamentos disponibilizados pela
instituição e de softwares, que propiciem um melhor aprendizado aos estudantes.
 apoiar as atividades de formação contínua e de desenvolvimento profissional
dos professores, por meio de oficinas oferecidas pela Universidade, visando o
aperfeiçoamento em conteúdo, metodologias e ferramentas.
 acompanhar a execução dos planejamentos de aula (plano de ensino), a atuação
do corpo docente e os critérios e formas de avaliação.
A coordenação possui ainda representatividade no colegiado do curso, onde atua como
presidente.
33
34
O coordenador do curso atua na organização dos dados, documentação e registros
referentes à estruturação e desenvolvimentos das ações pedagógicas e acadêmicas.
A coordenação conta com uma equipe de 15 professores que compõem o Colegiado do
curso e com os membros do NDE, escolhidos por seus pares e presidido pelo coordenador do
curso.
1.12 PERFIL DO CORPO DOCENTE
O corpo docente do curso é formado por especialistas, mestres e doutores, em regime
de trabalho de tempo parcial, integral ou horista, experientes no magistério superior. A
proposta institucional de formação integral da pessoa humana reveste o papel do docente de
fundamental importância. Assim, espera-se um perfil de educador que expresse os seguintes
compromissos:
- Conhecer e tomar para si o Projeto Pedagógico do Curso, de modo que sua práxis
docente esteja articulada com todo o processo de formação e objetivos do curso, assim como
com os diferentes atores envolvidos.
- Estender a sua ação docente para além da sala de aula, compreendendo que as
atividades de pesquisa e extensão são também espaços de aprendizagem interdependentes,
que existem diferentes formas de aprender e que a perspectiva esperada é a de foco na
aprendizagem, e não na transmissão ou na instrução.
- Valorizar e apropriar-se de estratégias formativas bem sucedidas, com o foco no
processo de aprendizagem, e não na instrução, pesquisando a própria atividade docente e, a
partir disso, desenvolver e validar diferentes estratégias formativas.
- Manter relações construtivas e éticas com os estudantes de modo a promover
autonomia, comprometimento e desenvolvimento de estratégias efetivas de estudo e
aprendizagem.
- Utilizar metodologias de ensino e avaliação coerentes com a proposta de formação
integral da pessoa, de modo que estes processos contemplem habilidades teóricas, técnicas e
de cidadania.
34
35
- Dispor-se e comprometer-se com a produção de conhecimento e com a preparação
das novas gerações.
- Dominar e desenvolver as competências pretendidas para o perfil dos egressos.
Essas características podem garantir formação de alto nível e generalista. Além disso,
a perspectiva de diversidade propicia melhor adequação da formação docente às diferentes
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
35
36
1.13 MATRIZ CURRICULAR
MATRIZ CURRICULAR
CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO
Regime Regular, Presencial, Matrícula Semestral
Integralização mínima: 8 semestres e máxima 12 semestres
MATRIZ ADMINISTRAÇÃO
SEMESTRE
PRIMEIRO
SEMESTRE
SEGUNDO
SEMESTRE
TERCEIRO
SEMESTRE
UNIDADES DISCIPLINARES
C/H
Metodologia Científica
40
Teoria Geral da Administração I
80
Matemática
80
Fundamentos da Informática
60
Criatividade e Inovação
40
Fundamentos do Marketing
60
Total de horas do semestre
360
Leitura e Produção de Textos
60
Teoria Geral de Administração II
80
Matemática Financeira
40
Fundamentos da Economia
80
Introdução ao Direito Público e Privado
80
Total de horas do semestre
340
Responsabilidade Social e Meio Ambiente
40
Estatística
80
Contabilidade Geral
80
Legislação Social e do Trabalho
40
Estratégias Econômicas
80
Análise Organizacional
80
Total de horas do semestre
400
36
37
QUARTO
SEMESTRE
QUINTO
SEMESTRE
SEXTO
SEMESTRE
SÉTIMO
SEMESTRE
Empreendedorismo
40
Contabilidade Gerencial
60
Métodos Quantitativos
60
Administração
Financeiros
de
Recursos
Orçamentários
e
60
Direito Tributário
60
Administração de Recursos Humanos
60
Total de horas do semestre
340
Inglês Instrumental
40
Gestão e Estratégias em Recursos Humanos
60
Administração de Sistemas de Informação
60
Análise de Investimentos
60
Administração Mercadológica
60
Teorias do Planejamento
60
Total de horas do semestre
340
Ética
40
Administração de Materiais e Patrimônio
60
Mercadologia Avançada
60
Administração da Produção
60
Estratégia Empresarial
60
Comportamento Organizacional
80
Total de horas do semestre
360
Psicologia
40
Estágio Supervisionado
140
Projeto TCC
40
Plano de Negócios
40
Gestão da Cadeia de Suprimentos e C.E.
60
37
38
OITAVO
SEMESTRE
Disciplina
Optativa
Negociação e Gestão de Conflitos
60
Gestão de Projetos
60
Total de horas do semestre
440
Sociologia
40
Trabalho de Conclusão de Curso
60
Logística
60
Jogos de Empresa
60
Total de horas do semestre
220
Total de horas
2800
Atividades Complementares
200
Total de horas
3000
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
40
38
39
1.14 – EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
1° SEMESTRE
Metodologia Científica
A relevância do método científico e as técnicas de pesquisa, abordagem atual na resolução de
problemas sociais. Fundamentos e tipos do conhecimento científico: Método e Técnicas. O papel
da Ciência. Áreas da produção científica. Leitura e produção de textos científicos. Resumos.
Resenhas. Citações Bibliográficas. Normas técnicas (ABNT) e procedimentos para trabalhos
acadêmicos. Estruturação e apresentação de trabalhos acadêmicos. Pesquisa qualitativa e
quantitativa. Relatórios de Pesquisa. Estilos de redação científica. Referências Bibliográficas.
Pesquisa: fundamentos e técnicas.
Bibliografia Básica
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. 22. ed. São Paulo: Cortez,
2002.
001.8 S498m. 15 ex.
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho cientifico. 7. Ed. São Paulo: Atlas,
2011.
001.8 M321m, 9 ex ( 2 ex da 6 ed e 7 ex da 7 ed)
CALAZANS, Julieta. Iniciação Científica. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2002. 001.8 C141i. 4 ex.
Bibliografia Complementar
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11ª
ed.; S. Paulo: Atlas, 2010.
RUDIO, Franz v. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis, RJ, Vozes,1978.
CERVO, Amado Luiz. Metodologia Cientifica. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
001.8 C419m, 5 ex.
Teoria Geral da Administração I
Conceitos de administração. Fundamentos das organizações: planejamento, organização,
liderança e controle. Ambiente Organizacional no século XXI. Tendências contemporâneas no
campo da gestão administrativa.
Bibliografia Básica
CHIVAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração. 8. ed. Rio de Janeiro,
ELSEVIER. 2011.
658 C532i, 15 ex.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à
revolução digital. 6.ed. São Paulo: Atlas. 2008.
658 M464t, 9 ex.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São Paulo: Thompson
Learning, 2008.
658 M921t, 9 ex.
Bibliografia Complementar
ODA, Érico; Marques , Cícero Fernandes. Introdução à Administração. 1. Ed.. Curitiba, IESDE,
2008.
658 O22i, 41 ex.
CARAVANTES, Geraldo R. Administração: Teoria e Processos. 5. ed. São Paulo, PEARSON
2005,
658 C257a 16 ex.
SILVA, Reinaldo O. da Teorias da Administração. 1 .ed. São Paulo, PEARSON, 2008,
658 S586t, 41 ex.
MUNIZ, Adir Jaime de Oliveira Teoria Geral da Administração: Noções Básicas. 5. ed . São
Paulo, ATLAS, 2007 ,
658, M963t, 6 ex.
39
40
MAXIMILIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração, 8.ed. São Paulo,
ATLAS,2011,
658, M464i, 2 ex.
Matemática
Bibliografia Básica
GOLDSTEIN, Larry J. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. 10.ed.
São Paulo: Bookman, 2006.
51-7:33:658 G618m 28 ex.
GEOVANNI, Jose Ruy. Matemática: Uma nova abordagem, 2. ed. São Paulo. FDT, 2010.
51, G512m. 16 ex
SDE Brasil S.A, Complementos de Matemática, Curitiba, 2008, 1 . ed. IESDE,
51, I22c, 17 ex.
Bibliografia Complementar
.IESDE Brasil S.A, Complementos de Matemática, Curitiba, 2008, 1 . ed. IESDE,
51, I22c, 17 ex.
SILVA, Sebastião Medeiros da, Matemática Básica para cursos superiores, 1. ed. 2002. São
Paulo. ATLAS,
510, S586m, 6ex.
HARIKI, Seiji, Matemática Aplicada: Administração, Economia, Contabilidade. 2005,
SARAIVA, 1.ed. 2005.
51, H281m. 7ex.
MUROLO, Afrânio Carlos. Matemática Aplicada Administração, Economia e Contabilidade.
São Paulo, 2004, THOMSON,
51,M972m, 3 ex.
GEOVANNI, Jose Ruy. Matemática: Uma nova abordagem, 2. ed. São Paulo. FDT, 2010.
51, G512m. 16 ex
Fundamentos de Informática
Descrever conceitos de informática; Descrever a história e a evolução dos computadores; Ser
capaz de diferenciar os dispositivos de entrada e saída de dados; Caracterizar os componentes do
computador; Identificar a função dos dispositivos; Criar representação de informações;
Representar o sistema de numeração dos computadores; Converter o sistema de bases; Criar
operações aritméticas; Explicar a utilidade das memórias no computador; Saber a capacidade e os
tipos de memórias; Explicar a estrutura de processamento; Definir as diferentes velocidades de
processamento; Definir a função dos registradores; Saber classificar o software; Caracterizar as
diferentes linguagens de programação.
Bibliografia Básica
CORNACHION JUNIOR; BRUNO, Edgard. Informática aplicada às áreas de contabilidade,
administração e economia. São Paulo, Atlas, 1998.
004.62 C812i 15ex.
MARÇULA, Marcelo, Informática: Conceitos e aplicações, 3.ed. São Paulo: Érica, 2008,
004, M322i, 21 ex.
SANTOS, Aldemar de Araújo, Informática na empresa. 4.ed. São Paulo, ATLAS, 2006.
004:658, S237i, 6 ex.
Bibliografia Complementar
40
41
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2004,
7.ed., V441i, 7ex.
ALCALDE Lancharro, Eduardo. Informática Básica. São Paulo, 1991,
004, L244i, 9 ex.
CAPRON, H.L . Introdução à informática. São Paulo, 2004, 1.ed.
004, C319i, 5 ex.
ALBERTIN, Alberto Luiz, Administração de informática: funções de fatores crítcos de sucesso,
5.ed. São Paulo: Atlas, 2004,
004:658, A334a, 2 ex.
Criatividade e Inovação
Criatividade, definições, enfoques, processo e produto. Mitos e crenças. Barreiras ao processo
criador. Criatividade e solução de problemas. Criatividade e inovação, no trabalho e na vida.
Leituras dirigidas. Desenvolvimento da percepção do graduado para analisar e utilizar as diversas
técnicas de criação comunicacional, desde sua visão cognitiva até a sua produção final. O
processo de escolha das técnicas de criatividade e inovação para comunicação e massa e sua
utilização em novos projetos
Bibliografia Básica
DUAILIBI, Roberto; SIMONSEN JR, Harry. Criatividade e marketing: o livro que contém a
Régua Heurística. São Paulo: Makron Books, 2000.
659.1.013 D812c 1ex.
PREDEBON, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da mente, um caminho para o
exercício prático dessa potencialidade, esquecida ou reprimida quando deixamos de ser criança.
7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
659.1.013 P922c 6ex.
SHIINYASHIKI, Roberto. Você: a alma do negócio.São Paulo: Editora Gente. 2011.
658.01 S555v 5 ex
Bibliografia Complementar
DRUCKER, Peter F. As cinco perguntas essenciais que você sempre deverá fazer sobre sua
empresa. Rio de Janeiro: Elsevier. 2009.
658.012.48 D794c 6ex
PEKAR LEMPEREUR, Alain. Método de negociação. São Paulo: Atlas.2009.
65.012 L561m 3ex.
DUAILIBI, Roberto. Criatividade & Marketing – nova edição. São Paulo: Pearson. 2000
659.1.013 D812c 5ex.
PREDEBON, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da mente. 7ed. São Paulo: Atlas.2010.
659.1.013 P922c 6ex.
FISHES, Roger. Como chegar ao sim: negociação de acordo sem concessões.2 ed. Rio de
Janeiro: Imago. 2005
65.12.23 F533c 3ex.
DAVILA, Tony. As regras da inovação. Porto Alegre: Bookman . 2007.
658.016 D259r 3ex.
Fundamentos do Marketing
Fundamentos da pesquisa de Marketing. A pesquisa e o Sistema de Informação de Marketing.
Conceitos, definições e métodos de pesquisa de marketing. Pesquisa de marketing: planejamento,
execução e avaliação.
Bibliografia Básica:
41
42
SINA, Amalia. Marketing global, São Paulo: Saraiva, 2008.
658.8, S615m, 8 ex.
MADRUGA, Roberto. Guia de implementação de marketing de relacionamento e CRM: O que e
como todas as empresas brasileiras devem fazer para conquistar, reter e encantar seus clientes. 2
ed. São Paulo: Atlas, 2010
658.8 M178g 12 ex.
MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
8 ex. 658.8 M435p.
Bibliografia Complementar:
DEMO, Gisela, Marketing de relacionamento,(CMR): Estado da arte e estudo de casos, São
Paulo: Atlas, 2008.
658.8, D383m. 2 ex.
KEEGAN, Warren j. , Marketing Global, São Paulo, PEARSON, 2005.
658.8, K26m, 2ex.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios e casos. 7 ed. São Paulo:–
Atlas, 2006.
658.8 C334m. 8. ex.
KOTLER, Philip. Principios de Marketing.12. ed, São Paulo: Perason Prentice Hall, 2007.
658.8 k87p. 1. ex.
2° SEMESTRE
Leitura e Produção de Textos
Língua e Comunicação. A leitura como produção de sentidos: Papel do leitor; as distintas
dimensões do ato de leitura. Noções de produção textual de tipos e gêneros variados em
conformidade com os domínios discursivos ficcionais e interpessoal, na perspectiva da gramática
textual e dos pressupostos semânticos, enfatizando aspectos da macro e microestrutura do texto.
Questões fundamentais no desenvolvimento textual: coesão, coerência, clareza, concisão,
consistência e progressão temática. Produção e recepção do texto: processos de síntese,
ampliação, avaliação e reescritura. Reflexão sobre o papel da produção textual no ensinoaprendizagem de línguas e nos estudos de diferentes gramáticas. Atividades de produção textual
privilegiando os fichamentos, resumos e resenhas, com ênfase na estrutura dissertativa do texto.
Bibliografia Básica
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo:
Nacional, 2005.
811.134.336 C378n 13 ex.
CUNHA, Celso; CINTRA, Luis F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 4 ed.
Rio de Janeiro: Lexikon, 2008.
811.134.336, C978a. 9 ex
CORREA, Vanessa Loureiro. Leitura e produção de texto, Curitiba: IESDE, 2006.
811.134.3.36, C824l. 15 ex.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Antonio Fernando de. Português Básico: gramática, redação, texto. 5.ed. São Paulo,
Atlas, 2004.
811.134.3 A447p 7 ex.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do
texto. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2007
808.1 k76l 3 ex.
Favero, Leonor Lopes. Coesão e Coerencia Textuais. 11 ed. São Paulo: Atica, 2009.
81.322.5 F273c. 13 ex.
FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. 3 ed. Petropolis: Vozes, 2003.
808.1 F219o 6 ex.
PLATÃO, Francisco. & FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. 16.ed. São
42
43
Paulo: Ática, 2002.
808.1 F521p. 2 ex.
Teoria Geral de Administração II
Evolução das Teorias Administrativas (Continuação): Abordagem Comportamental (Teoria
Comportamental e Teoria do Desenvolvimento Organizacional); Abordagem Neoclássica (Teoria
Neoclássica e Administração por Objetivos); Abordagem Sistêmica (Teoria de Sistemas);
Abordagem Contingencial (Teoria da Contingência).
Bibliografia Básica
HALL, Richard H. Organizaçoes: Estruturas, processos e resultados. 8 ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2004.
658 H174o. 28 ex
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à
revolução digital. 6.ed. São Paulo: Atlas. 2008.
658 M464t 9 ex
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: Thompson
Learning, 2008.
658 M921t 9 ex.
Bibliografia Complementar:
SOTO, Eduardo. Comportamento organizacional: impacto das emoções. São Paulo: Cengange
Learning, 2011.
65. 01 S718c. 16 ex.
WAGNER & HOLLENBERG. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. 2
ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
65.01 W132c. 2ex.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional: teoria e pratica no contexto brasileiro.
14 ed. São Paulo: Pearson Eduation, 2003.
65.01 R636 c. 16 ex.
DAFF, Richard L. Organizações: teorias e praticas. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003.
65.011 D124o. 2ex.
BATEMAN, Thomas S. Administração: Novo cenário competitivo. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2011.
658 B328a. 2ex.
Matemática Financeira
Trabalhar com juros exatos e comerciais; equivalência de capitais, análise de fluxo de caixa,
entender os conceitos utilizados pelos bancos para calcular juros de cheque especial e para
concessão de empréstimos. Usar as fórmulas corretas para a aplicação de descontos simples e
compostos.
Bibliografia Básica
MATHIAS, Washington Franco & GOMES, José Maria. Matemática financeira: com mais de
600 exercícios resolvidos e propostos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2004. 51:336 M431m 7 ex.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira. São Paulo: LTC, 2006.
517:336 P973m 10 ex.
NETO, Alexandre Assaf. Matemática financeira e suas aplicações. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
51: 336 A848m. 15 ex.
Bibliografia Complementar
ARAUJO, Carlos Roberto Vieira. Matemática financeira: uso das minicalculadoras HP-12C e
HP- 19BII. Mais de 500 exercícios propostos e resolvidos. 1 ed. São Paulo: Atlas, 1992.
51:336 A658m. 4 ex.
FILHO, Ademar Campos. Matematica Financeira: com uso das calculadoras HP 12C, HP 19BII,
HP 17BII e HP 10B. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2001.
51:336 C198m 2 ex..
43
44
FERREIRA, Roberto G. Matematica Financeira Aplicada. 7 ed. São Paulo: Atlas,2010.
51:336 F383m. 2 ex.
ORGE PINHEIRO, Carlos Alberto. Matematica Financeira: sem o uso das calculadoras
financeiras. Rio de Janeiro: Ed. Ciencias Moderna, 2005.
51:336 P564m. 2ex.
Fundamentos da Economia
Introduzir os conceitos e princípios gerais da Teoria Microeconômica, abordando o tema de
forma prática e intuitiva, e enfatizando a importância da análise microeconômica para a tomada
de decisão do Contador.
Bibliografia Básica
BUIAR, Denise Rauta. Economia e mercado. Curitiba: IESDE, 2008. 330.1 B532e. 38 ex.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro. 4 ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
330.1 V331e. 9 ex.
SOUZA, Nali de Jesus de. Economia básica. São Paulo: Atlas, 2007.
330.1 S719e. 8 ex.
Bibliografia Complementar
GREMAUD, Amaury Patrick. Economia brasileira contemporânea. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
330.1 G786e 8 ex.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Fundamentos de economia. 2 ed. São Paulo:
Saraiva, 2004.
330 V331f. 7 ex.
SAMUELSON, Paul A. Economia. 17 ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2004. 330 S187e. 5 ex.
KRUGMAN, Paul, Introdução a economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 330.1 K94i. 2 ex.
Instituição de Direito Público e Privado
Noções e fontes do direito; direito público e privado; direito constitucional; direito civil; pessoas,
sujeitos de direito, bens, fatos jurídicos, direitos reais, direito das obrigações, direito de família,
direito das sucessões, direito internacional privado; tendências do direito público frente aos
contextos brasileiro e internacional.
Bibliografia Básica
MARTINS, Sergio Pinto. Instituições de Direito Publico e Privado. 7 ed. São Paulo: Atlas,2007.
342 M379i 7 ex.
PALAIA, Nelson. Noções essenciais de direito. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
34 P154n 7 ex.
SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 27.ed. São Paulo: Malheiros,
2010.
342 S586c. 8 ex.
Bibliografia Complementar
DOWER, Nelson Godoy Bassil, Instituiçoes de direito publico e privado. 13 ed. São Paulo:
Saraiva, 2005.
342 D746i. 2 ex
COSTA, Eduardo Ganymedes Costa. Noções gerais de direito. Curitiba: IESDE, 2008.
34 C837n 5 ex.
3° SEMESTRE
Responsabilidade Social e Meio Ambiente
Os conceitos de Responsabilidade Socioambiental e de Desenvolvimento sustentável.
Biodiversidade e sustentabilidade. Exploração econômica dos Recursos Naturais. Sociedade e
meio ambiente e as controvérsias sobre o termo Desenvolvimento Sustentável. Determinação do
44
45
Passivo Ambiental por equidade. Relações entre bem ambiental e bem social. Problemas, causas
e fontes de poluição. Economia da poluição. Consumo, empresa e meio ambiente. Importância da
gestão dos recursos ambientais. Tomada de decisões em função do custo benefício.
Responsabilidade socioambiental nas organizações. Questão ambiental no Brasil. Crescimento
econômico e responsabilidade socioambiental. O relatório de Brundtland. Indicadores de bem
estar social. Internalidades e externalidades ambientais. Resultados das grandes conferências
ambientais. Fundamentos sobre Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto
Ambiental (RIMA). Políticas tributárias aplicadas ao meio ambiente. Introdução ao estudo e
análise das séries ISO 14000.
Bibliografia Básica
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
504:658.048 D541g 13 ex.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação ambiental. São Paulo: Atlas, 2010.
502:005 S459g 13 ex.
SAVITZ, Andrew W. A empresa sustentável: o verdadeiro sucesso e o lucro com
responsabilidade social e ambiental. São Paulo: Elsevier, 2007.
504:658 S267e 13 ex.
Bibliografia Complementar
PEDRINI, Alexandre de Gusmão. Educação ambiental empresarial no brasil. São Carlos: RIMA
Editora, 2008.
504:658.01 P371e. 2 ex.
PEREIRA, Custódio. Sustentabilidade e captação de recursos: na educação superior no Brasil.
São Paulo: Mackenzie, 2006.
378.3 P436s. 2 ex
ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. 7 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007.
502.131 A447d 3 ex.
DIAZ, Alberto Pardo. Educação ambiental: como projeto. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
37.033 D542e 6 ex.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de Textos, 2008.
504:363.714 S211a 3 ex
Estatística
Estudos e Definições. Dos métodos estatísticos em modelos teóricos e práticos em análise do
processo econômico estabelecendo normas e regras. Distribuições de frequência. Medida de
posição. Medidas de dispersão. Medidas de assimetria e curtose.
Bibliografia Básica
FONSECA, Jairo Simon da. MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6.ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
311 F676c 8 ex.
GOLDSTEIN, Larry J; LAY, David C; MEDEIROS, Heloiza Brauzer; SCHNEIDER, David L.
Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2006.
51-7:33:658 G618m 29 ex.
VIEIRA, SONIA. Elementos de estatística. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
311 V657e. 18 ex.
Bibliografia Complementar
CRESPO, Antonio Arnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 311
C921e 08 ex
STEVENSON William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1981.
45
46
311 S847e. 06 ex.
TIBONI, Conceição Gentil Rebelo. Estatística básica: para os cursos de administração, ciências
contábeis, tecnológicos e de gestão. São Paulo: Atlas, 2010.
311 T552e. 3 ex.
DONAIRE, Gilberto de Andrade Martins Denis. Princípios de estatística. 4 ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
311 M379p. 4 ex.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatistica geral e aplicada. 3 ed. São Paulo: atlas, 2008.
.
311 M379e. 23ex
FREUND, John E. Estatistica aplicada: economia, administraçãoe contabilidade. 11 ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006.
311 F889e. 8 ex.
Contabilidade Geral
Plano de contas: conceito, função das contas patrimoniais, movimentação das contas, sistema de
contas, elenco de contas. Teoria das contas: Conceito, Teorias. Escrituração contábil: métodos,
funcionamento das contas no método das partidas dobradas, processo de escrituração, normas
legais sobre escrituração. Contas: conceito, classificação, elementos essenciais balancete de
verificação.
Bibliografia Básica
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2007. 2 ex.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
657 M342c 2 ex
BADO, Cleber. Contabilidade. Curitiba: IESDE, 2008.
657 B137c 16 ex
Bibliografia Complementar
FEA/USP. Contabilidade Introdutoria. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2007..
657 M379c. 2 ex
SILVA, Joao Edson da. Contabilidade Geral. 1 ed. Curitiba: IESDE, 2008.
657 S586c. 2ex.
SILVA, Edson Cordeiro. Contabilidade Empresarial para gestão de negócios. São Paulo: Atlas,
2008..
657.1:658 S586c. 2 ex
Restante BIBLIOTECA VIRTUAL.
Legislação Social e do Trabalho
Conceito de trabalho. Evolução do ordenamento jurídico. Conceito de Direito do Trabalho.
Natureza do Trabalho. Fontes do Trabalho. Relação de emprego. Contrato de trabalho: conceito,
formação e prova. Obrigações das partes. Extinção: causas comuns e especiais. Prazo
determinado e indeterminado. Obrigações previdenciárias do empregador e demais empregados.
Sistemas de contas nacionais. Sistema brasileiro. Desagregação das contas nacionais: matrizes de
insumo-produto. Comparações dos agregados da renda e do produto, Sistemas de Contabilidade
Nacional, culminando com o cálculo do PIB. Balanço de Pagamento.
Bibliografia Básica
VIANNA, Cláudia Salles Vilela. Legislação trabalhista, previdenciária e contratos. Curitiba:
IESDE, 2008. 20 ex. 349.2 V614l
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do Trabalho. 26.ed. São Paulo: Saraiva,
2011.
349.2 N244c. 11 ex
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de pratica Trabalhista. 45.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
46
47
349.2 O48m. 9 ex
Bibliografia Complementar
MARTINS, Sergio Pinto. Direito do trabalho. São Paulo: Atlas, 2010.
34:331 M379d. 4ex
MARTINS, Sergio Pinto. Comentarios a CLT. 15.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
349.2(81)(094) M379c. 15ex
COSTA, Armando Casimiro. CLT – LTr. 38.ed. São Paulo: LTr, 2011.
349.2(81)(094) C837c. 16 ex.
Estratégias Econômicas
Bases teóricas para a avaliação econômica de empresas. Taxas de juros e taxas de retorno.
Estimativas de taxa de desconto. Estimativas de taxas de crescimento nos lucros. Modelos
fundamentalistas de avaliação (PL, valor contábil, dividendos descontados e fluxos de caixa
descontados). Modelos de mercado (risco – retorno). Modelo de avaliação de direitos
contingentes (apreçamento de opções).
Bibliografia Básica
BUIAR, Denise Rauta. Economia e mercado. Curitiba: IESDE, 2008.
330.1 B932e 20ex
LEITE, Antonio dias, A economia brasileira, Rio de Janeiro: Esevier, 2004.
330(81). L533e. 7ex.
GREMAUD, Patrick Amaury, Manual de economia, 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
330.1 M294. 5ex.
Bibliografia Complementar:
VASCONCELLOS SANDOVAL, Marco Antonio. Economia: micro e macro. São Paulo: Atlas,
2000.
330.1 V331e. 10ex.
CASTRO, Antonio Barros de. A economia brasileira em marcha forçada. 3.ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2004.
330(81). C355e. 2ex.
BRITO, Paulo. Economia brasileira. 2ed. São Paulo: Atlas,2004.
330(81). B862e. 7ex.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Fundamentos da economia. 2.ed. São Paulo:
Saraiva, 2004.
330 V331f. 7ex.
SAMUELSON, Paul A., Economia. 3ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2004. 330 S187e. 5ex.
Análise Organizacional
A disciplina tem como foco a organização estratégica e busca analisar os estudos sobre estratégia
a partir da diferenciação entre as abordagens de conteúdo e processual. Também dá ênfase aos
estudos mais recentes de estratégia como prática. Serão analisados modelos de análise da
estratégia, procurando-se responder como ela é elaborada, implementada e validada. Abre-se a
possibilidade para compreender como os atores agem e como dão sentido a essa ação. No campo
dos modelos de gestão, a abordagem processual permitirá observar características do tipo
burocrático weberiano e de gestão social. A partir de estudos de caso, procurar-se-á discutir como
a análise do processo estratégico pode contribuir para a melhor compreensão e aplicabilidade de
programas e projetos de políticas públicas e de estratégias empresariais de desenvolvimento
sustentável.
Bibliografia Básica
47
48
BADO, Cleber. Contabilidade. Curitiba: IESDE Brasil, 2008. 16ex.
OLIVEIRA, José Augusto Ribeiro de . Curso prático de auditoria administrativa. São Paulo:
Saraiva, 2006.
657.6 O48c 25ex.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 10ex
Bibliografia Complementar
GONÇALVES, Eugênio Celso; BAPTISTA, Antônio Eustáquio. Contabilidade geral. São
Paulo: Atlas, 2007. 8ex.
GUIMARÃES NETO, Oscar. Análise de custos. Curitiba: Iesde, 2009.
657.47 G963a. 4ex.
PASSARELLI, João; Bomfim, Eunir de Amorim. Custos: Análise e controle. 3ed. São Paulo:
Thomson, 2004.
657.4 P286c. 3ex.
HONG, Yuh Ching. Contabilidade e finanças para não especialistas. 2.ed. São Paulo: Pearson.
2007.
657 H769c. 7ex.
ATKINSON, Anthony A. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 2000.
657 C795 6ex.
4° SEMESTRE
Empreendedorismo
O Perfil do empreendedor. Caracterização do negócio, plano de gestão, estrutura funcional,
aspectos legais. Estudo de mecanismos e procedimentos para lançamento de uma empresa no
mercado. Sistemas de gerenciamento, técnicas de negociação e legislação específica. Marketing e
competitividade: análise de casos. Elaboração de um plano de negócios.
Bibliografia Básica
DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: prática e princípios. São Paulo:
Cengage, 2011.
658.114 D794i 9ex.
MORALES, Sandro Afonso. Empreendedorismo. Curitiba: IESDE, 2008.
65.017.32 M828e . 39ex.
DALMAU, Marcos Baptista Lopes. Avaliação de desempenho. Curitba: Iesde, 2009.
65.015.25 D148a. 7ex.
Bibliografia Complementar
BARÃO, Robert A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: thomson, 2007.
658.421 B265e. 2ex.
BERNADI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão. 1.ed.São Paulo:Atlas , 2011.
658.421 B523m 3ex.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo transformando ideias e negócios. 3ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2008
658.421 D713e 2ex.
BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Plano de negócios para empreendimentos. 1ed. São Paulo:
Atlas. 2008 .
65.017.32 B625p 13ex.
DOLABELA, Fenando. O segredo de Luísa. Rio de Janeiro: GMT editora, 2007.
65.013.32 D6959s 2ex.
DUCKER, Peter Ferdinand. Inovação espírito empreendedor. 1.ed. São Paulo:Cengage, 2011.
658.114 D795i 9ex.
Contabilidade Gerencial
Contabilidade Gerencial – a informação que cria valor. Análise Custo – Volume – Lucro.
Orçamento, Planejamento e Controle. Avaliação e Desempenho. Sistemas de Recompensa.
Bibliografia Básica
48
49
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. São
Paulo: Atlas, 2009.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 657. R484c.
9ex.
SANTOS, José Luiz dos. Fundamentos de orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, 2008.
658.15 S237f. 8ex.
Bibliografia Complementar
BADO, Cleber. Contabilidade. Curitiba: IESDE, 2008.
SANTOS, Aldomar Guimarães dos. Curso de auditoria. Rio de janeiro: Freitas bastos, 2007
657.6 S237c 2ex.
BRUNI, Adriano Leal. Gestão de custo e formação de preços. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
657.47 B896g . 5ex.
GUIMARÂES NETO, Oscar. Análise de custos. Curitiba: Iesde, 2009.
657.47 G963a 2ex.
SILVA, Miguel Wilson da. Análise de demonstrativos financeiros. Curitiba: Iesde, 2008
657.3 S586a 2ex.
Métodos Quantitativos
Estatística descritiva; variáveis aleatórias discretas e contínuas; estimação; gráficos de controle;
testes de hipóteses. Probabilidades. Distribuição de probabilidades. Principais modelos discretos
e contínuos. Inferência estatística. Intervalos de confiança e testes de hipóteses. Análise de
variância. Análise de regressão e correlação.
Bibliografia Básica
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva. 2009.
311 C921e. 8ex.
STEVERSON, Willian J. Estatística aplicada a Administração. São Paulo: Harbra, 2001.
311 S847e 9ex.
BRUNI, Adriano Leal. Estasticas aplicada a gestão empresarial.3ed. São Paulo: Atlas, 2011.
311 D896e 3ex.
Bibliografia Complementar
BUSSAB. Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 7 ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
FONSECA, Jairo Simon da. Curso de Estatística. 6ª ed. São Paulo. Atlas, 2008. Restante BV.
AROF- Administração de Recursos Orçamentários e Financeiros
A disciplina apresenta conteúdos do papel da administração financeira e toda a estrutura do
departamento, avaliação, risco e incerteza de investimentos, custo do capital, administração dos
elementos do ativo circulante e capital de giro e planejamento, elaboração e controle de
orçamento empresarial.
Bibliografia Básica
49
50
MARTINELLI, Dantes Pinheiro. Negociação empresarial. 1.ed. São Paulo: Manole, 2002.
658.012 M385n 14ex.
SANTOS, José Luiz. Fundamentos de orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, 2008.
658.15 S237f 7ex.
CAMARGO, Camila. Planejamento financeiro. 2.ed. Curitiba: Ibepx, 2007.
658.15 C172p 7ex.
Bibliografia Complementar
PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Thomson, 2005.
658.15 P124p 1ex.
SOBANSKI, Jaert. J. , Prática de orçamento empresarial: um exercício programado. 3.ed. São
Paulo: Atlas, 1994
658.15 S677p 4ex.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços. 6.ed. São Paulo: Atlas,2007.
657.2 M425a 4ex.
GROPPELLI, A. A. Administração financeiro. 3.ed. São Paulo: Saraiva,2010.
658.15 G876a 3ex.
FORTUNA, Eduardo . Mercado financeiro: produtos e serviços. 18.ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark,2010.
336.76 F475m 3ex.
Direito Tributário
Direito Tributário e suas relações com a Ciência das Finanças. Sistema Tributário Nacional.
Limitações constitucionais ao poder de tributar. Legislação tributária. Obrigação tributária.
Crédito tributário. Garantias e privilégios do crédito tributário. Administração Tributária.
Processo administrativo fiscal e Processo judicial tributário.
Bibliografia Básica
ANDRADE FILHO, E. O. Direito penal tributário: crimes contra a ordem tributária e contra
previdência social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
FABRETTI, Laudio Camargo. Direito tributário para os cursos de administração e ciências
contábeis. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PINTO, Antônio Luiz do Toledo. Código tributário, processo civil e constituição federal. São
Paulo: Saraiva, 2005.
Bibliografia Complementar
FABRETTI, Laudio Camargo. Direito tributário aplicado: impostos e contribuições das
empresas. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
HARADA, Kiyoshi. Direito tributário. Volume 2. São Paulo: Atlas, 2006.
AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. 16.ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 22.ed. São Paulo: Saraiva, 2010
Administração de Recursos Humanos
Analisar as teorias e o desenvolvimento da Administração de Recursos Humanos como uma
ferramenta estratégica que adiciona valor e produz resultados no processo de desenvolvimento
das organizações.
Bibliografia Básica
50
51
ARAÚJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: um novo papel dos recursos humanos nas
organizações. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
LUCENA. Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas,
2010.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 3.ed.
São Paulo: Futura, 2011.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BEHNKE, Mônica Terezinha. Gestão de pessoas artigos reunidos. Curitiba:IBPEX,2013.
Disponível em<www.bvvirtual.com.br>
KNAPIK, Janete. Gestão de Pessoas e Talentos. Curitiba: IBPEX,2013. Disponível em
<www.bvvirtual.com.br>
5° SEMESTRE
Inglês Instrumental
Competências:
Adquirir conhecimentos básicos da língua inglesa para o uso na área de radiologia;
Adquirir conhecimentos específicos de pequenos textos na língua inglesa para evolução da
eficiência do acadêmico na área da radiologia.
Bibliografia Básica
AMOS, E.; AMOS, P. The new simplifieldgrammar.com CD. 3.ed. São Paulo: Richmond
Publishing, 2004.
DIXSON, R.; STAHEL, M. Graded exercises in English. 2.ed. Barueri: Disal, 2007.
MURPHY, R. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary
students of English. 2.ed. Cambridge: University Press, 1997.
DIXSON, Robert Jr. Graded exercises in English: a new revised edition. São Paulo: Disal, 2007.
Bibliografia Complementar:
FONTES, M. Password english dictionary for speakers of portuguese. 2.ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1998.
MARQUES, A. Password especial edition. 2.ed. São Paulo: Ática, 2002.
PENNA, Luciana. Leitura em língua inglesa. Curitiba: IESDE, 2008.
Gestão e Estratégias em Recursos Humanos
Valores humanos em RH; Gestão de RH como vantagem competitiva; Gestão por competências;
Capital intelectual nas organizações; Capital humano; Aprendizagem individual e coletiva nas
organizações; Educação Corporativa: Conceito e histórico; Tecnologia da informação; Gestão do
conhecimento corporativo; Aperfeiçoamento de TI para o profissional de RH: Educação
corporativa e educação à distância; Ensino a Distância: definição e características; Tecnologias
tendência e características; Visão geral das tecnologias de informação e comunicação na
educação corporativa.
Bibliografia Básica
51
52
CHIAVENATO. Idalberto. Gestão de pessoas. 3.ed. São Paulo: Elsevier, 2010.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. São
Paulo: Atlas, 2011.
RIBEIRO, Antonio de Lima. Gestão de pessoas. São Paulo: Saraiva, 2005.
Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: um novo papel dos recursos humanos nas
organizações. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
LACOMBE, Francisco José Masset. Administração: princípios e tendências. 2.ed. São Paulo:
Saraiva, 2008.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Administração de Sistemas de Informação
Visão moderna da empresa; Fatores que caracterizam as empresas de sucesso; Reclamações
gerenciais; A empresa como sistema; Visão geral e especifica da empresa e do sistema de
informações; Tecnologia da informação; Integração entre Sistema de Informações e Tecnologia
da informação.
Bibliografia Básica
ALBERTIN, A. L. Comércio eletrônico: modelo, aspectos e contribuições de sua aplicação. São
Paulo: Atlas, 2004.
TURBAN, Efraim. Comércio eletrônico: estratégia e gestão. São Paulo: Prentice-Hall, 2004.
Bibliografia Complementar
BIO, Sergio Rodrigues. Sistemas de Informação. Um enfoque gerencial. 2ªed. São Paulo:Atlas,
2008.
DENIS, Alcides Resende. Planejamento de Sistemas de Informação. 4ª ed.. São Paulo: Atlas,
2011.
MATTOS, Antonio Carlos M. Sistemas de Informação. Uma visão executiva. 2ªed.São Paulo:
Atlas, 2010.
CORTES, Pedro Luiz. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Saraiva, 2010.
O’BRIEN, JAMES A; MARACA, George M. Administração de Sistemas de Informação. São
Pulo: MC GRAW-HILL BRASIL, 2008
Análise de Investimentos
Técnicas de elaboração, análise e avaliação de projetos de investimentos públicos e privados.
Estudo das etapas e dos conteúdos dos projetos, dos métodos de avaliação, da viabilidade
econômica e financeira, análise de risco, custo/benefício, alternativas de investimento. Estudos de
projetos de desenvolvimento implantados com financiamento de organismos nacionais e
internacionais de desenvolvimento. Planejamento e projetos de investimento. A avaliação de
alternativas de investimento. A elaboração do: conteúdo e fases. O fluxo de caixa do projeto.
Fluxos de caixa relevantes. Preços constantes e preços correntes. Seleção e Priorização de
Projetos. Processos de Gerenciamento de Projetos. Áreas de Conhecimento
Bibliografia Básica
52
53
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações á análise de investimentos. 3ª ed.
São Paulo, 2002.
GROPPELLI, A. A. Administração financeira. São Paulo: Saraiva, 2010.
KEELLING, Ralph. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2005.
Bibliografia Complementar
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2006.
CASAROTTO FILHO, Nelson. Análise de investimentos. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Administração Mercadológica
Fundamentos de Mercadologia. Sistema de Marketing. Mercado. Produtos. Pontos de
Distribuição. Mercadologia e Sociedade. Estratégia Global de Mercadologia. Sistema de
Informação de Mercadologia. Fundamentos da Administração de Vendas. Planejamento de
Vendas. Política de Vendas. O Processo de Vendas. Propaganda e Promoção. Coordenação e
Controle Vendas. O Gerente de Vendas e o Vendedor. Pesquisa de Mercado.
Bibliografia Básica
GAROFALO FILHO, Emílio. Dicionário do comércio exterior e câmbio. São Paulo: Saraiva,
2004: Atlas, 2010.
MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 13.ed. São Paulo: Atlas,
1999.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de (org.). Administração no contexto internacional, cenários e
desafios. São Paulo: Saraiva, 2007.
Bibliografia Complementar
GHEMAWAT, Pankaj. Estratégia e o cenário dos negócios. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
GIDDENS, Anthony. Mundo em descontrole: o que a globalização está fazendo de nós. 7.ed. São
Paulo: Record, 2010.
ODGEN, James R. Comunicação Integrada de Marketing conceitos técnicas e práticas. 2ª ed.
São Paulo: Pearson, 2007. Disponível em <bvirtual.com.br>
Teoria do Planejamento
Introdução à Teoria do Planejamento. Estabelecimento da finalidade, missão e objetivos da
Empresa. SWOT Analysis – Identificação Situacional. Planejamento Operacional, Tático e
Estratégico. Definição de Metas. Execução, Mensuração e Controle. Formulação de Estratégias.
Planejamento Público/ Governamental. Ferramentas para a prática do Planejamento.
Bibliografia Básica
BATEMAN, T&SNELL,S. Administração: construindo vantagem competitiva. São Paulo:
Atlas,1998.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração, teoria, processo e prática. São Paulo: Elsevier, 2007.
STONER, J. & Freeman. Administração. Rio de Janeiro: LTC,1999.
Bibliografia Complementar
OLIVEIRA, Djalma de P. R. de. Estratégia empresarial: uma abordagem empreendedora. São
Paulo: Atlas,1991.
VIEIRA, Marcelo Milano Falcão; OLIVEIRA, Lúcia Maria Barbosa de. Administração
contemporânea: perspectivas estratégicas. São Paulo: Atlas, 1999.
53
54
6° SEMESTRE
Ética
Conceituação de Ética (Sentido etimológico, moral, filosófico, absoluto e cientifico),
Abrangência e objeto, importância na sociedade da informação, a questão dos valores. Ética e
Direito: o dever e a obrigação. Direitos fundamentais. Liberdade de pensamento, de consciência,
de crença e de expressão.
Bibliografia Básica
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na gestão empresarial: da conscientização à ação. São
Paulo: Saraiva, 2008.
PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2010.
SÁ, Antonio Lopes. Ética profissional. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar
ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2.ed. São Paulo:
Saraiva, 2005.
JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. 14.ed. São Paulo: Cultrix, 2005.
MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. São Paulo: Saraiva, 2002.
CUNHA, Mario Sergio. Ética Empresarial na Prática liderança gestão e responsabilidade
corporativa.Curitiba:IBPEX,2012. <Disponível em aulaaberta bvirtual.com.br>
Administração de Materiais e Patrimônio
Introdução à Administração de Material e Patrimônio. Conceituação de Material e Patrimônio. O
Patrimônio das empresas e órgãos públicos. Atividades básicas da Administração de Material e
Patrimônio. Previsão e Controle de Estoque. O sistema de compras em organizações.
Bibliografia Básica
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. São Paulo. 5.ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
GOMES, Luiz Flávio Autran Monteiro. Tomada de decisão gerencial: enfoque multicritério.
2.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MARTINS e Paulo Renato Campos Alt. Administração de materiais e recursos patrimoniais.
2ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2003.
DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 5.ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
FITSIMMONS, James A. Administração de serviços: operações, estratégia e tecnologia da
informação. São Paulo: Artmed, 2005.
Mercadologia Avançada
Conceitos e aspectos gerais de marketing. Conceito e escopo de marketing estratégico. Marketing
tático: concepção, implção e gestão do composto de marketing; entrega de valor e fidelização de
clientes. Marketing administrativo.
Bibliografia Básica
54
55
KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle.
5.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4.ed. Porto Alegre:
Brookman, 2006.
MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar
COBRA, Marcos. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 2010.
______ . Consultoria em marketing. São Paulo: Cobra, 2003.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de marketing: conceitos, planejamento e
aplicações á realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2010.
Administração da Produção
A função de produção e suas inter-relações com as demais funções da empresa. Os sistemas de
produção: características e aplicabilidades. Projetos de produto e de processos de produção.
Planejamento e controle de produção. Controle de processos e métodos de trabalho.
Gerenciamento de qualidade. Localização de instalações. Organização do espaço físico das
instalações. Instalações e segurança industriais. Sistemas de produção flexíveis. Manutenção
industrial.
Bibliografia Básica
BATEMAN, Thomas S. Administração: novo cenário competitivo. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GIANESI, Irineu G. N. Administração de serviços: operações, estratégias e tecnologia da
informação. São Paulo: Atlas, 2010.
MOREIRA, Daniela Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo: Thompson,
2006.
Bibliografia Complementar
CLEGG, Cynthia. Handbook de estudos organizacionais: ação e análise organizacional. São
Paulo: Atlas, 2004.
CORRÊA, H. L. Administração de produção e de operações. São Paulo: Atlas, 2005.
DAVIS, Mark M. Fundamentos da administração da produção. Porto Alegre: Bookman, 2001.
RUSSO, Clovis Pires Armazenagem Controle e Distribuição. Curitiba:IBPEX,2012. Disponível
em <aulaaberta.bvirtual.com.br>
Estratégia Empresarial
Planejamento estratégico: conceito, potencialidade e limitações. Metodologias e técnicas de
planejamento estratégico. Ambiente organizacional e formulação de cenários internos e externos:
diagnóstico e definições. Posição e vantagem competitivas. Estratégias empresariais: definição,
classificação, formulação, estratégias alternativas. Visão, missão, objetivos e metas. Estruturação
de projetos e planos de ação. Acompanhamento, controle e revisão do planejamento. Organização
para o planejamento: o órgão de planejamento e suas funções e relações com os vários setores
organizacionais. Sistemas de informação para o planejamento.
Bibliografia Básica
55
56
BETHLEM, Agricola de Souza. Estratégia empresarial: conceitos, processo e administração
estratégica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
GIANESI, Irineu G. N. Administração estratégica de serviços: operações para a satisfação do
cliente. São Paulo; Atlas, 2010.
KOTLER, Philip; KELLER Kevin Lane. Administração de marketing: análise, planejamento,
implementação e controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
DESCHATRE, Gil Ari; MAJER, Arnaldo. Aprenda a investir com sucesso em ações: análise
técnica e fundamentalista. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006.
GHEMAWAT, P. A estratégia e o cenário dos negócios. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
Comportamento Organizacional
Fundamentos. O indivíduo e a organização. Fundamentos do comportamento grupal.
Comunicação interpessoal e organizacional. Percepção, atitudes e diferenças individuais.
Motivação humana no trabalho. Liderança e gerência. Administração de conflitos. Tendências.
Bibliografia Básica
MOTTA, Fernando C. Prestes. Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas,
2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução á teoria geral da administração. 6.ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
TARAPANOFF, Kira. Inteligência organizacional e competitiva. Brasília: UnB, 2001.
Bibliografia Complementar
ROBINS, Stephen. Fundamentos do comportamento organizacional. 8.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2009.
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Avaliação de desempenho humano na empresa. 4.ed. São
Paulo: Atlas, 1988.
______ . Motivação nas organizações. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
7° SEMESTRE
Psicologia
Apresentar os conceitos básicos, objetivos e abordagens teóricas centrais do estudo da Psicologia,
destacando as principais linhas psicológicas da atualidade e suas relações com o campo de estudo
da Contabilidade.
Bibliografia Básica
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2004.
HUFFMAN, Karen. Psicologia. São Paulo: Atlas, 2003.
ZANELLI, José Carlos; ANDRADE, Jairo Eduardo Borges. Psicologia, organizações e trabalho
no Brasil. São Paulo: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
56
57
BIAGGIO, Ângela M Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2009.
FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. 4.ed. São
Paulo: Atlas. 2004.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
Estágio Supervisionado
Análise e registro da realidade observada, confrontando com os fundamentos teóricos.
Oportunidades e ameaças. Pontos fortes e fracos. Modelos de gestão. Prognóstico da
realidade observada.
Estabelecimento de proposições. Análise de viabilidade. Controle. Monitoração. Confronto teoria
x prática
Bibliografia Básica
ACEVEDO, C. R. e NOHARA, J. J. Monografia no curso de administração: guia completo de
conteúdo e forma: inclui normas atualizadas ABNT. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BRENNER, E. M.; JESUS, D.M.N. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos
acadêmicos: projeto de pesquisa, monografia e artigo. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez,
2007.
Bibliografia Complementar
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
VERGARA, Silvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. 4.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
______ . Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 12.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Projeto TCC
Aplicação da metodologia de monografia para o desenvolvimento do plano de trabalho do curso
de Administração. Prática dos seguintes temas: Definição do objeto de estudo; introdução;
caracterização da organização; área de concentração; programa de trabalho a ser desenvolvido;
metodologia a ser adotada no desenvolvimento do projeto; e cronograma.
Bibliografia Básica
ACEVEDO, C. R. e NOHARA, J. J. Monografia no curso de administração. São Paulo: Atlas,
2007.
BRENNER, E. M.; JESUS, D.M.N. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos
acadêmicos: projeto de pesquisa, monografia e artigo. São Paulo: Atlas, 2007.
VERGARA, Silvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 5.ed. São
Paulo: Atlas. 2007
Bibliografia Complementar
COOPER, D. R. e SCHINDLER, P. S. Métodos de pesquisa em administração. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
HAIR JR., J.F.; BABI,B., MONEY, A. H. e SAMOUEL, P. Fundamentos de pesquisa em
administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. 4.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
57
58
Plano de Negócios
Como preparar um Plano de Negócios. Razões para elaborar um Plano de Negócios. Estrutura do
Plano de Negócios. Concepção e planejamento do Negócio. Visão. Missão. Objetivos. Metas.
Descrição do Negócio. Análise de mercado. Estratégias competitivas.
Bibliografia Básica
FISCHER, Roger; PATTON, Bruce; URY, William. Como chegar ao sim: negociação de
acordos sem concessões. 2.ed. Rio de Janeiro: Imago, 2005.
GOMES, Luiz Flávio Autran Monteiro; GOMES, Carlos Francisco Simões; ALMEIDA, Adiel
Teixeira de. Tomada de decisão gerencial: enfoque multicritério. São Paulo: Atlas, 2006.
MARTINELLI, Dante Pinheiro. Negociação empresarial: enfoque sistêmico e visão estratégica.
São Paulo: Manole, 2010.
Bibliografia Complementar
ALYRIO, Rovigati Danilo; ANDRADE, Rui Otávio Berna; MACEDO, Marcelo Álvaro da.
Princípios de negociação: ferramentas e gestão. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
AVILA, Adrienne; POCKELL, Leslie; ROSAS, Alexandre Feitosa. Os 101 mandamentos dos
negócios: a experiência e os ensinamentos dos grandes gênios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
MELLO, José Carlos Martins de. Negociação baseada em estratégia. 12.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
Gestão da Cadeia de Suprimentos e C.E
Visão Sistêmica em Logística e Cadeias de Suprimentos. Hierarquia de decisões em Logística e
Cadeias de Suprimentos. Novas técnicas de produção (Just-in-time, Qualidade Total, Kanban e
outras). Nível de Serviço e custo total. Indicadores logísticos. Planejamento e operações de
transportes. Sistemas de estoque e armazenagem. Projeto da rede física da cadeia de
abastecimento. Estratégias de otimização em cadeias de abastecimento. Sistemas de Informação
em Logística e Cadeias de suprimento e Abastecimento. Cadeia de Suprimentos X Complexo
Logístico. Armazenagem, movimentação e Gestão de Estoques: Manuseio de Materiais,
Embalagem, Compra de Material e Aquisição de Serviço. Gestão de Estoques X Teoria de
Pareto. Benchmarking do processo Logístico. Princípios que norteiam a Parceria Logística.
Planejamento agregado. Transportes e distribuição física.
Bibliografia Básica
ARRISSON, Alan; HOEK, Remko Van. Estratégia e gerenciamento de logística. São Paulo:
Futura, 2003.
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2003.
NOVAES, Galvão A. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação
e avaliação. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues. Supply Chain uma visão gerencial. Curitiba: IBPEX, 2014.
Disponível em aulaaberta.bvirtual.com.br>
Bibliografia Complementar
58
59
BOWERSOX, D. J; CLOSS, D.J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2010.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 6.ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
FIGUEIREDO, Kleber Fossati, et.al. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:
planejamento do fluxo de produtos e recursos. São Paulo: Atlas, 2010.
Negociação e Gestão de Conflitos
Tipos de Conflitos (Conflitos interindividuais, Conflitos intergrupais, Conflitos
interdepartamentais; Conflitos inter organizacionais, Conflitos capital-trabalho); Conflitos
políticos e grupos de interesses; Técnicas de administração de conflitos; Negociação; Negociação
entre organizações; Estratégias e objetivos; Sindicalismo e negociação; Negociação e Relações
Econômicas; Negociação em Reuniões de Negócios; O Processo de Mediação
Bibliografia Básica
CHANLAT, J-F. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo: Atlas, 1992.
GRACIOSO, Francisco. Marketing: o sucesso em 5 movimentos. São Paulo: Atlas, 1997.
VERGARA, S.C. Gestão com pessoas e subjetividade. São Paulo: Atlas, 2001.
Bibliografia Complementar
KOTLER, Philip. Marketing. São Paulo: Atlas, 1996.
MARTINELLI, Dante P. Negociação: como transformar confronto em cooperação. São Paulo:
Atlas, 1997.
______ . Negociação e solução de conflitos: do impasse ao ganha ganha através do melhor estilo.
São Paulo: Atlas, 2006.
Gestão de Projetos
Análise da prática da elaboração e gestão de projetos. Importância do projeto: as origens, os
tipos, as finalidades e as etapas de elaboração de um projeto. As técnicas de elaboração de
projetos. Aspectos administrativos e legais, econômicos, técnicos e financeiros: elaboração e
análise de projeto. Gestão de projeto. As metodologias alternativas. A prática da elaboração e
gestão de projetos.
Bibliografia Básica
COBRA, Marcos. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 1992.
GIANESI, Irineu G. N. Administração estratégica de serviços. São Paulo: Atlas, 1996.
RABECHINI JR, Roque. O gerente de projetos na empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar
BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o design de novos produtos. 2.ed. São
Paulo: Blucher, 2000.
KOTLER, Philip. Marketing. São Paulo: Atlas, 1996.
RABECHINI JR, Roque. Gerenciamento de projetos na prática. São Paulo: Atlas, 2006.
8° SEMESTRE
Sociologia
Negociação coletiva. Mediação e arbitragens. Negociações trabalhistas. Trabalho e sindicalismo.
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60
Mediação estratégica do conflito trabalhista. A tomada de decisões: macrovisão do processo
decisório. Quem deve tomar as decisões. A função decisão no contexto da administração.
Métodos e processos de decisão. A decisão participativa e a prática no contexto das organizações.
Administração como um processo de tomada de decisões empresarial
Bibliografia Básica
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro. Sociologia aplicada à administração. 2.ed. São Paulo: Atlas,
2003.
LAZZARECHI, Noêmia. Sociologia geral. Curitiba: IESDE, 2008.
NETO, Pedro Scuro. Sociologia: ativa e didática um convite ao estudo da ciência do mundo
moderno. São Paulo: Saraiva, 2004.
Bibliografia Complementar
BLIKSTEIN, Izidoro. Kaspar Hauser ou a fabricação da realidade. São Paulo: Cultrix, 2003.
FORACCHI, Marialice Mercarini. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia.
23.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
LEMOS FILHO, Arnald. Sociologia geral e do direito. São Paulo: Alínea, 2005.
Trabalho de Conclusão de Curso
Revisão bibliográfica, análise, metodologia de verificação da hipótese, de acordo com o
problema definido a partir da problemática apresentada no Projeto de Conclusão de Curso
iniciado em semestre precedente. Técnicas de apresentação. Desenvolvimento monográfico
científico.
Bibliografia Básica
ACEVEDO, C. R. e NOHARA, J. J. Monografia no curso de administração. São Paulo: Atlas,
2007.
BRENNER, E. M.; JESUS, D.M.N. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos
acadêmicos: projeto de pesquisa, monografia e artigo. São Paulo: Atlas, 2007.
VERGARA, Silvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 5.ed. São
Paulo: Atlas. 2007.
Bibliografia Complementar
COOPER, D. R. e SCHINDLER, P. S. Métodos de pesquisa em administração. Porto Alegre.
Bookman, 2004.
HAIR JR., J.F.; BABI,B., MONEY, A. H. e SAMOUEL, P. Fundamentos de pesquisa em
administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. 4.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
Logística
Estudo do gerenciamento da administração de recursos materiais, como função básica de
administração. Estudos das técnicas de compras, armazenagem, distribuição e transporte, nos
setores público e privado, sob o enfoque da logística industrial, que se inicia no planejamento das
necessidades de material até a colocação do produto acabado no cliente final.
Bibliografia Básica
60
61
ARRISSON, Alan; HOEK, Remko van. Estratégia e gerenciamento de logística. São Paulo:
Futura, 2003.
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2003.
NOVAES, Galvão A. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação
e avaliação. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues; BRASIL Caroline V. de Macedo. Logística teia de
relações. Curitiba: IBPEX,2012. Disponível em <aulaaberta.bvirtual.com.br>
Bibliografia Complementar
BOWERSOX, D. J; CLOSS, D.J. logística empresarial: o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2010.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 6.ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
FIGUEIREDO, Kleber Fossati, et.al. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:
planejamento do fluxo de produtos e recursos. São Paulo: Atlas, 2010.
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues; BRASIL, Caroline V. de Macedo. Logística teia de
relações. Disponível em <www.bvvirtual.com.br>
Jogos Empresariais
Teoria dos jogos. Modelos de Simulação. Planejamento. Megatendências, paradigmas,
Estabelecimento de Visão. Diagnóstico Organizacional, Análise Externa e Interna. Definição de
objetivos e estratégias. Controle. Organização, departamentalização, cargos e tarefas. Plano de
Negócios. Tomada de Decisão. Liderança. Trabalho em Equipe.
Bibliografia Básica
ALENCAR, Eunice Soriano de. A gerência da criatividade: abrindo as janelas para a criatividade
pessoal e nas organizações. São Paulo: Pearson, 2002.
PFEIFFER, Peter. Facilitação de projetos: conceitos e técnicas para alavancar equipes. Rio de
Janeiro: Brasport, 2006.
WOOD JR, Thomaz. Gestão empresarial: comportamento organizacional. São Paulo: Atlas,
2005.
Bibliografia Complementar
BATEMAN, Thomas S e SNELL, Scott. A. Administração: novo cenário competitivo. São
Paulo: Atlas, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: Macron Books,
1994.
DRUCKER, Peter. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 1998.
Estágio Supervisionado II
Análise e registro da realidade observada, confrontando com os fundamentos teóricos.
Oportunidades e ameaças. Pontos fortes e fracos. Modelos de gestão. Prognóstico da
realidade observada.
Estabelecimento de proposições. Análise de viabilidade. Controle. Monitoração. Confronto teoria
x prática.
Bibliografia Básica
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62
ACEVEDO, C. R. e NOHARA, J. J. Monografia no curso de administração: guia completo de
conteúdo e forma: inclui normas atualizadas ABNT. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BRENNER, E. M.; JESUS, D.M.N. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos
acadêmicos: projeto de pesquisa, monografia e artigo. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez,
2007.
Bibliografia Complementar
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
VERGARA, Silvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. 4.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
______ . Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 12.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
LIBRAS
Disciplina Optativa - Introdução aos aspectos clínicos, educacionais e sócio antropológicos da
surdez. A Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções
básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Noções de
variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial.
Bibliografia Básica
FINGER, I.; QUADROS, R. M. de. Teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis: UFSC,
2008.
GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista.
São Paulo: Plexus, 1997.
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed,
1997.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, Eulaia. Surdez e bilinguismo. 3ed. Porto Alegre: Mediação, 2010.
SALLES, Heloisa Maria M. Bilinguismo dos surdos: questões linguísticas e educacionais.
Goiânia: Cânone, 2007.
QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileiro: estudos linguísticos. Porto Alegre:
Habra, 2004.
62
63
1.15. Representação Gráfica de um Perfil de Formação
O curso de Administração é caracterizado por sua interdisciplinaridade. Em sua
Matriz curricular, podem ser encontradas disciplinas relacionadas à Contabilidade, à
Economia, ao Direito, ao Marketing, à Ciência etc. Por isso que consta da representação
gráfica desse curso uma rica relação entre a Administração e outras grandes áreas do Saber
com a finalidade de formar profissionais éticos e cidadãos.
Representação Gráfica de um Perfil de Formação
Aluno
Formação
Avaliações
Disciplinas
Pesquisa
Exercícios
Ciência
Trabalhos
1.16. Conteúdos Curriculares e Eixos de Formação
Eixos Metodológicos
Para efeitos didáticos, as disciplinas do Curso de Administração foram distribuídas
em sete eixos temáticos que irão facilitar o intercâmbio de informações, projetos e atividades
interdisciplinares entre os professores e alunos.
Na escolha desses eixos, levou-se em consideração o elemento comum das
disciplinas que possa facilitar o desenvolvimento de atividades de caráter interdisciplinar.
63
64
A estrutura curricular do curso tem suas atividades didáticas integralizadas em 4
(quatro) anos letivos com a carga horária total de 3000 horas, ou 3.600 aulas de 50 minutos,
oferecidas de forma presencial, seriada, com matrícula semestral, no período noturno.
Nesta estrutura 1 hora aula equivale a 1 crédito de 20 (vinte) horas, sendo executadas
em aulas de 50 (cinquenta) minutos e convertidas em horas relógio de 60 (sessenta) minutos,
para integralização da carga horária de 3.000 horas, correspondentes a 3.600 (três mil e
seiscentas) aulas de 50 (cinquenta) minutos ao final do curso.
A IES poderá executar o currículo de forma híbrida, com a distribuição da carga em
aulas de 50 minutos e aulas de 60 minutos, conforme a natureza dos conteúdos e atividades,
podendo inclusive, ocorrer essa execução no desenvolvimento das disciplinas, ofertadas em 3
(três) ou 4 (quatro) horas diárias de atividades letivas em classe, ao longo de 5 ou 6 dias
semanais, com a previsão de técnicas de orientação de estudos para realização das atividades
extraclasse.
O Curso foi estruturado em disciplinas semestrais com carga horária múltiplas de 20
(vinte) horas e distribuídos conforme os seguintes componentes, eixos de formação,
conteúdos e atividades teóricas e/ou práticas:
I – Os Conteúdos de Formação Básica: relacionados com os estudos
antropológicos,
sociológicos,
filosóficos,
psicológicos,
ético-profissionais,
políticos,
comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da
comunicação e da informação e das ciências jurídica.
II – Os Conteúdos de Formação Profissional: relacionados com as áreas
específicas envolvendo teorias da administração, das organizações e a administração de
recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção e logística financeira e
orçamentária, sistemas de informação e planejamento estratégico e serviços;
III – Os Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias: abrangendo
pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicações de
tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e modelos
64
65
matemáticos e estatísticos que permitam a compreensão de conceitos e procedimentos na
formação ou prestação de estratégias inerentes à Administração.
V – Os Conteúdos de Formação Complementar: de caráter transversal e
interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando, abordados através de disciplinas
com conteúdos que versam sobre o meio-ambiente; preservação e conservação de recursos
naturais; conscientização e estruturação de desenvolvimento sustentado; gestão de qualidade
de vida no trabalho; gestão pública, política, etc; ou seja, temas que permitam despertar a
consciência do administrador para com o grupo e o meio social a que pertence. Também serão
tratados temas emergentes em função das novidades e acontecimentos do mundo global e
altamente mutável.
VI - Atividades complementares: a carga horária de 200 horas é destinada as
Atividades Complementares do curso de Bacharelado em Administração devendo ser
executada ao longo do curso com a realização das seguintes atividades:
 Palestras, seminário, apresentação de trabalhos acadêmicos desde que
devidamente comprovados;
 Cursos extracurriculares, desde que devidamente comprovados;
 Cursar outras disciplinas oferecidas pela Instituição e que não são do currículo
do curso;
 Disciplinas Cursadas em outras Instituições. No caso de alunos transferidos de
outras Instruções, podem ser aproveitadas como atividades complementares, as
disciplinas cursadas e cuja ementa não esteja contemplada no currículo do
Curso;
 Trabalhos preparativos para seminários previstos em planos de ensino;
 Monitoria em disciplinas específicas do Curso: até duas monitorias durante o
curso.
65
66
Conteúdos Optativos
A disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras é oferecida em caráter optativo,
conforme previsto pelo Decreto nº 5.626, da Presidência da república, de 22 de dezembro de
2005. Caso o aluno deseje cursá-la, a carga horária de 40horas será acrescida às 3.000 horas
previstas para o curso.
Enriquecimento Curricular
Os conteúdos para desenvolvimento da Educação Étnico-Racial envolvendo a
Inclusão Social, os comportamentos e relações com a Diversidade e Desigualdades, assim
estudos sobre a Cultura Afrodescendente são abordados nos componentes curriculares
Ética, Sociologia e Psicologia, assim como a Educação Ambiental que tem no Componente
Curricular Responsabilidade Social e Meio Ambiente um dos seus conteúdos. O
Empreendedorismo, como parte integrante e obrigatória do curso está destacado sob a forma
de disciplina.
Flexibilização Curricular
A atualidade e flexibilidade almejada na arquitetura da grade curricular estão definidas
em um conjunto de tópicos de estudos, notadamente nas “Atividades enriquecedoras
integradas às regências de aulas e aos programas institucionais oferecidos pela IES”.
Ao longo do curso, como complementação das atividades acadêmicas desenvolvidas
em classe, ocorrerão atividades que conectarão a teoria a prática, por meio de atividades
práticas como oficinas, exercício em grupo, estudos de casos e/ou atividades programadas nas
Jornadas Acadêmicas e, outras.
Ementas e Bibliografia
O ementário, constando os tópicos temáticos que serão abordados ao longo do curso,
possui lógica de aplicação que preveem uma adequação sequencial de aprofundamento de
66
67
conteúdos e serão abordados conforme os pré-requisitos de conhecimento exijam para
formação do futuro profissional, sendo eles selecionados à partir do referencial teórico e
comum às recomendações das DCNs e compatibilização com as ofertas das IES concorrentes.
Dessa forma, busca-se garantir as condições básicas para que o acadêmico, ao se transferir,
possa dar continuidade à formação, continuando os estudos sem perda dos conhecimentos
adquiridos.
Para composição dos ementários também se observa o elenco temático abordado pelo
ENADE e as atividades previstas para o profissional, conforme lista publicada na
Classificação Brasileira de Ocupações – CBO do Ministério do Trabalho e Emprego, além das
recomendações, quando há publicações feitas pelos Conselhos de Categoria Profissional.
Conteúdos Curriculares
Os conteúdos curriculares, respeitando a sua função formativa são selecionados em
ementas, pelo professor de cada disciplina onde também elegem as referências bibliográficas
que embasam os estudos.
A revisão é feita semestralmente, prevendo-se a atualização dos ementários e
bibliografias conforme estudo de tendências e mercado no Distrito Federal.
Os conteúdos selecionados e consolidados pelo colegiado, após estudos e decisões do
NDE, são contemplados nos Planos de Ensino e repassados aos alunos que o vivenciarão ao
longo do período letivo.
Plano de Ensino
Os Planos de Ensino, elaborados pelos respectivos professores das disciplinas
demonstram as atualizações aplicadas nos conteúdos.
O processo de atualização de conteúdos é uma atividade analisada revista e aprovada
pelo Núcleo Docente Estruturante – NDE, de comum acordo com os professores e
coordenador, sempre observando a legislação pertinente e em vigor.
67
68
Sob a autonomia didática do professor, esse, poderá inserir o acréscimo de conteúdos,
caso a sua abordagem teórico-metodológica assim o permita, desde que se adeque a carga
horária, a natureza da matéria e se cumpra os mínimos estabelecidos nos respectivos Planos
de Ensino e os conteúdos garantam o atendimento ao perfil de conclusão do curso.
Referências Bibliográficas
Os títulos que compõem a Bibliografia Básica indicada para o curso são
disponibilizados para consulta, pesquisa e estudos na Biblioteca da Faculdade JK da mesma
forma que são os da Bibliografia Complementar e os periódicos.
A bibliografia integrante de cada disciplina é composta de títulos básicos e
complementares, podem se constituir no acervo virtual e reúne dois conjuntos: a bibliografia
básica e a complementar, para diversificação das fontes de pesquisa e estudo, na medida da
recomendação docente e da disponibilidade e do interesse discente.
Conforme decisão do NDE, os títulos poderão ser atualizados conforme edição, versão
e novos lançamentos no mercado.
1.17. REGIME ACADÊMICO E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO
A integralização curricular é feita pelo sistema regular, seriado semestral, presencial
com carga horária híbrida, com a possibilidade de oferta de disciplinas, em módulos de vinte
semanas, respeitado o mínimo de cem dias letivos por período letivo, integralizando os
estudos em, no mínimo, 8 (oito) semestres equivalentes a 4 (quatro) anos e no máximo em 12
(nove) semestres letivos, salvo em casos onde há o aproveitamento de estudos e o aluno pode
antecipar a sua conclusão.
A duração e o conteúdo das disciplinas estão em consonância com a carga horária total
do curso e, para todos os efeitos, ficam incorporados ao currículo do mesmo.
68
69
2. ATIVIDADES DO CURSO
2.1. AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Em 2004, o CNE por meio da sua Câmara de Educação Superior aprovou e publicou
em Diário Oficial uma série de DIRETRIZES CURRICULARES onde se institucionalizou,
atendendo ao espírito da LEI DE DIRETRIZES e BASES da EDUCAÇÃO, as chamadas
ATIVIDADES COMPLEMENTARES.
As Atividades Complementares são componentes curriculares enriquecedores e
complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por avaliação de
habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente
acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais,
de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as
ações de extensão junto à comunidade.
A organização curricular do curso contempla Atividades Complementares, a serem
desenvolvidas ao longo do curso, destinadas a promoverem a interdisciplinaridade, a
resgatarem experiências do educando, anteriores à graduação, podendo abrigar atividades de
iniciação científica, extensão e eventos culturais, científicos e educacionais. As Atividades
Complementares não podem ultrapassar dez por cento da duração plena do curso.
“Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam o
reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno,
inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações
com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.”
Trata-se de atividades enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do
formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado. Visam o
crescimento intelectual, especialmente, nas relações com o mundo do trabalho, nas ações de
pesquisa e de extensão junto à comunidade, possibilitando ao aluno integrar ao seu currículo
experiências que visam contribuir para o processo de aprendizado do mesmo, envolvendo as
três dimensões da vida acadêmica, a saber: ensino, pesquisa e extensão.
69
70
2.1.1. O OBJETIVO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O objetivo do desenvolvimento de atividades complementares consiste em
proporcionar aos alunos possibilidades de aprofundamento temático e interdisciplinar,
diversificando e enriquecendo a formação oferecida na graduação.
Dessa forma, o aluno poderá desenvolver competências requeridas no mercado de
trabalho sendo incentivado e orientado pela Faculdade JK a buscar novos conhecimentos,
debater e aprofundar temas relacionados à prática das habilitações dos diversos cursos,
participando de eventos diversos, bem como realizando ações que contribuam para formação
de um perfil profissional empreendedor, com iniciativa, capacidade de liderança e com
habilidades para gerenciar mudanças, e acima de tudo, um perfil profissional autoconfiante,
capaz de construir suas próprias oportunidades, requisito este indispensável ao profissional
atual.
2.1.2. O REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade definir as Atividades
Complementares desenvolvidas pela Faculdade JK, conforme legislação em vigor (Pareceres
CES/CNE 0134 e 289/2003, da Câmara Superior de Educação, que deram origem às
Resoluções nº 01 e 06, de 02 de fevereiro de 2004 e 10 de março de 2004, respectivamente).
Art. 2º As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam
o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno,
inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações
com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
Art. 3º Atividades Complementares é um componente curricular obrigatório para
colação de grau do discente, com a cargas horária inserida na estrutura curricular do curso.
Art. 4º As Atividades Complementares deverão ser desenvolvidas em espaços de
tempo que não conflitem com a grade de horários das aulas na graduação.
70
71
§1° Não haverá abono de faltas aos alunos que vierem a assistir palestras, participar de
seminários, congressos ou realização de qualquer Atividade Complementar nos horários de
aulas.
§2° A atividade complementar não pode ser aproveitada para a concessão de dispensa
de disciplinas integrantes do currículo do curso.
Art. 5º A realização dessas atividades dependerá exclusivamente da iniciativa e da
dinamicidade do aluno, devendo este buscar as atividades que mais lhe interessam para
desenvolver.
Art. 6º Os alunos deverão desenvolver Atividades Complementares, de modo a
cumprir o total de horas determinado em suas respectivas grades.
§1° As atividades complementares podem ser realizadas a qualquer momento,
inclusive durante as férias escolares, desde que respeitados o período referente ao semestre
corrente, bem como os procedimentos e critérios estabelecidos neste Regulamento.
§2° As atividades complementares deverão ser escolhidas pelos alunos de acordo com
a relação de atividades e critérios estabelecidos no Art. 5º deste documento, ou em acordo
com o responsável pela orientação desta disciplina.
Art. 7º Recomenda-se que, antes de realizar uma Atividade Complementar não
contemplada neste documento, o aluno solicite o parecer do Coordenador do Curso sobre a
relevância da atividade para a sua formação profissional.
Art. 8º São consideradas atividades e/ou estudos que podem ser validados como
Atividades Complementares:
I.
Atividades de pesquisa;
II.
Atividades de extensão;
III.
Atividades de monitoria;
IV.
Estágios não obrigatórios;
V.
Eventos científicos ou culturais;
VI.
Disciplinas ou cursos;
VII.
Estudos desenvolvidos em organizações;
71
72
VIII.
Jogos esportivos.
Art. 9º Serão consideradas como Atividades Complementares as atividades de
pesquisa, descritas abaixo:
I.
Participação em projetos de iniciação científica da instituição;
II.
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos, sob a orientação docente, apresentados
na instituição ou externamente, em atividade extraclasse e extra disciplina específica, em
eventos científicos ou seminários;
III.
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos, sob orientação docente, apresentados
em eventos científicos e seminários internos ou externos, publicados em anais;
IV.
Trabalhos científicos publicados em periódicos científicos;
V.
Livros ou capítulos de livros publicados.
Art. 10. Serão consideradas como Atividades Complementares as atividades de
extensão, descritas abaixo, realizadas sob a orientação do docente, devidamente aprovadas
pelo professor orientador das Atividades Complementares:
I.
Participação em eventos promovidos pela instituição;
II.
Organização de eventos promovidos pela instituição;
III.
Participação em eventos externos à instituição;
IV.
Organização de eventos externos à instituição;
V.
Participação em atividades voluntárias;
VI.
Participação em campanhas comunitárias;
VII.
Participação em programas de intercâmbio institucional, nacional e/ou
internacional;
VIII.
Participação em projetos relacionados à empresa júnior, incubadora de
empresas, jornais da instituição, periódicos da instituição;
IX.
Participação em projetos do curso, do diretório, do centro acadêmico ou da
atlética;
X.
Publicação em jornais, revistas, etc.;
XI.
Visitas técnicas;
72
73
XII.
Outras atividades de extensão não previstas neste regulamento, que estejam
relacionadas com projeto pedagógico do curso, e que sejam aprovadas pelo professor
orientador das atividades complementares.
Art. 11. As atividades de monitoria de disciplinas do currículo do curso são
consideradas como Atividades Complementares.
Art. 12. Estágios não obrigatórios, desenvolvidos mediante a assinatura do termo de
compromisso e com supervisão docente são considerados como Atividades Complementares.
Art. 13. Eventos científicos ou culturais tais como: congressos, encontros, simpósios,
seminários, conferências, reuniões e similares serão computados como Atividades
Complementares os seguintes itens:
I.
Participação em eventos científicos ou culturais promovidos pela instituição;
II.
Participação em eventos científicos ou culturais externos à instituição;
III.
Participação, como organizador ou apresentador de trabalhos em eventos
científicos ou culturais promovidos pela instituição;
IV.
Participação, como organizador ou apresentador de trabalhos em eventos
científicos ou culturais externos à instituição.
Art. 14. O aluno poderá utilizar para fins de integralização dos pontos destinados às
Atividades Complementares disciplinas ou cursos realizados, em outras Unidades da
Faculdade JK ou em outras instituições de ensino, desde que o conteúdo esteja relacionado ao
projeto pedagógico do curso e que o professor orientador das Atividades Complementares
aprove.
Art. 15. Estudos desenvolvidos em organizações privadas ou públicas, relacionados ao
projeto pedagógico do curso, sob a orientação docente, apresentados na instituição, extra sala
de aula poderão ser computados como Atividades Complementares desde que aprovados pelo
professor orientador das Atividades Complementares.
Art. 16. Organização ou representação estudantil em jogos esportivos poderá ser
computada como Atividades Complementares desde que aprovados pelo professor orientador
das Atividades Complementares.
73
74
Art. 17. Quanto ao Relatório Técnico, defina-se:
I.
Para as atividades que exigem preenchimento de relatório técnico, o aluno
deverá produzi-lo, de próprio punho, em letra legível.
II.
O referido relatório deverá conter conteúdo descritivo claro e consistente das
atividades realizadas, interpretando, problematizando e relatando sobre o teor técnico
adquirido bem como os benefícios proporcionados;
III.
Por motivos terminantemente pedagógicos, esse relatório não poderá ser
datilografado, impresso por computador ou apresentado em qualquer outra mídia, seja digital
ou não, que não seja o formato solicitado (papel, escrito de próprio punho);
IV.
As páginas do relatório técnico deverão ser numeradas manualmente.
Art. 18. As Atividades Complementares deverão ser desenvolvidas ao longo do curso,
não podendo, portanto, ser realizadas integralmente em um único período letivo.
Art. 19. Todas as Atividades Complementares desenvolvidas pelos discentes
necessitam ser validadas pelo professor orientador das Atividades Complementares.
Art. 20. As horas destinadas as Atividades Complementares que excederem ao
mínimo estabelecido na estrutura curricular do curso serão computados como facultativos,
para fins de registro no histórico escolar do aluno.
Art. 21. O professor responsável pelo desenvolvimento e organização das Atividades
Complementares estará subordinado à coordenação do curso, com as seguintes atribuições:
I. Cumprir,
para
efeito
de
cômputo
das
horas
atribuídas
às
Atividades
Complementares, o estabelecido neste regulamento;
II.
Divulgar amplamente as possibilidades de atividades e/ou estudos a serem
desenvolvidos pelos alunos;
III.
Adotar formas sistemáticas, específicas e alternativas de acompanhamento e
avaliação das Atividades Complementares;
IV.
Emitir parecer, para fins de aprovação e validação de carga horária e
lançamento no histórico escolar dos alunos, das atividades complementares realizadas no
âmbito interno e externo da instituição;
74
75
V.
Realizar, sempre que necessárias reuniões com a direção, coordenação e/ou
professores orientadores de Atividades Complementares;
VI.
Encaminhar devidamente rubricada à Secretaria Acadêmica, para fins de
registro e arquivamento, a documentação comprobatória entregue pelos alunos, documentos
esses que serão arquivados na Secretaria Acadêmica, em pasta própria do aluno, até a
expedição do diploma;
VII.
Realizar cômputo da carga horária das atividades e dos estudos, cuja validação
é solicitada pelo aluno na forma de Atividades Complementares, divulgando os pareceres aos
interessados e cumprindo os prazos estabelecidos pelo calendário acadêmico da instituição;
VIII.
Elaborar semestralmente relatório das Atividades Complementares e
encaminhar ao Conselho de Curso para avaliação e aprovação.
Art. 22. Compete ao Conselho de Curso avaliar e aprovar o relatório elaborado pelo
Professor responsável pelas Atividades Complementares, dirimir eventuais dúvidas referentes
à interpretação das presentes normas, bem como suprir suas lacunas.
Art. 23. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso ou pelo
colegiado de curso, por meio de votação, quando for o caso.
Art. 24. Este regulamento poderá sofrer alterações, por iniciativa da Direção
Acadêmica da IES, Coordenação Pedagógica e / ou Coordenação de Curso, desde que
aprovada pela Direção Geral da Rede de Ensino JK.
2.2. PROGRAMAS COMPLEMENTARES
Além das atividades de diagnose e inserção daqueles alunos que demonstrem alguma
dificuldade nos resultados do processo seletivo, tais como: falta de conhecimento básico em
conteúdos específicos e necessários a compreensão pedagógica, a Faculdade adota programas
que de alguma maneira auxiliam e colaboram com o processo de ajustamento e nivelamento
do acadêmico aos conteúdos, tais como:
1. Programa de Monitoria, onde ele poderá desenvolver as habilidades, para
profissionalização.
75
76
2. Programa de Extensão, onde o acadêmico poderá aprofundar conhecimentos
em conteúdos que irão auxiliá-lo na compreensão das atividades didáticas de sala de aula,
podendo participar de cursos de Língua Portuguesa, Matemática, Informática Básica, Libras e
etc.
3. Programa de Iniciação Científica e Pesquisa Investigativa, a IES apoiará a
iniciação científica e incentivará as práticas investigativas, como função associada ao ensino e
à extensão, com o fim de fortalecer o processo de aprendizagem e de ampliar e renovar o
acervo de conhecimentos ministrados em seus cursos.
4. Programa de Nivelamento – Acolhida ao calouro com programação na
abertura do semestre, onde ele pode conhecer a vida universitária e de forma mais
identificada, obter maior nível de adaptação. Neste sentido a IES oferece Oficinas de leitura e
Produção de Textos e Matemática Básica para os calouros, por iniciativa própria dele ou por
indicação dos docentes.
A Faculdade JK mantém um programa de bolsas de estudo com investimento próprio
e governamental.
A Faculdade JK possui uma Secretaria Geral que atende os cursos ministrados. A
Secretaria da Faculdade é responsável pelo sistema de acompanhamento e registro da vida
acadêmica dos alunos, de acordo com dispositivos regimentais.
2.2.1. PROGRAMA DE MONITORIA
O programa de Monitoria da Faculdade JK constitui mais um espaço de aprendizagem
proporcionado aos alunos de graduação. É um programa pedagógico traduzido numa
atividade de preparação do aluno, para o desenvolvimento de habilidades de ensino e
pesquisa, visando intensificar e assegurar a cooperação entre professores e estudantes nas
atividades básicas da vida acadêmica, incentivando o estabelecimento de novas práticas e
experiências.
Sua principal finalidade é o aperfeiçoamento do processo de formação profissional,
criando condições de aprofundamento teórico e desenvolvimento de habilidades relacionadas
76
77
à área de formação do aluno, possibilitando-lhe maior participação e integração nas diversas
atividades da Faculdade.
O programa de Monitoria tem os seguintes objetivos:

Intensificar e assegurar a cooperação entre estudantes e professores nas
atividades básicas da Faculdade, relativas ao ensino e à pesquisa, ampliando a participação
dos alunos no processo educacional.

Subsidiar trabalhos acadêmicos, orientados por professores, através de ações
multiplicadoras.

Permitir o aprofundamento teórico, através da mediação das práticas
acadêmicas desenvolvidas pelos alunos.

Pesquisar metodologias de ensino adequadas às diversas disciplinas.

Favorecer o desenvolvimento de atividades de reforço escolar aos alunos, de
modo a minimizar a ocorrência de casos de falta de motivação, reprovação e evasão.

Auxiliar no desenvolvimento de projetos de pesquisa e/ou de extensão relativos
às disciplinas.

Despertar, no aluno, o interesse pela carreira acadêmica.

Possibilitar maior integração entre os diversos segmentos da Faculdade.
O programa de monitoria se desenvolve em duas modalidades: Monitoria voluntária e
a Monitoria remunerada.
As duas modalidades contemplam os mesmos objetivos, seguem os mesmos critérios
seletivos, cabendo ao monitor as mesmas atribuições; a única diferença é que a monitoria
voluntária não inclui nenhum tipo de remuneração.
A monitoria – remunerada ou voluntária – não gera qualquer tipo de vínculo
empregatício entre o aluno e a Faculdade e todos os procedimentos para sua
operacionalização estão definidos no Regulamento do Programa de Monitoria da Faculdade
JK.
77
78
2.2.2. PROGRAMA DE EXTENSÃO, EVENTOS, EDUCAÇÃO CONTINUADA
E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.
Os programas de extensão, articulados com o ensino e as práticas investigativas,
desenvolvem-se na forma de atividades permanentes ou projetos circunstanciais, sob a
responsabilidade da Coordenadoria do Curso, visando à inter complementaridade das
abordagens e dos recursos.
A extensão estará sob a supervisão da Diretoria da IES e será financiada por recursos
da Mantenedora ou oriundos de agências de fomento, privadas ou governamentais.
Os serviços de extensão devem atender às seguintes características:

Atendimento à comunidade, diretamente ou em parceria com instituições
públicas e particulares;

Participação em iniciativa de natureza cultural, artística e científica;

Estudos e pesquisas em torno de aspectos da realidade local ou regional e da
integração latino-americana;

Promoção de atividades artísticas, culturais e desportivas;

Estudos sobre as diversidades, desigualdades e diferenças;

Publicação de trabalhos de interesse cultural ou científico;

Divulgação de conhecimentos e técnicas de trabalho;

Estímulo à criação literária, artística e científica e à especulação filosófica;

Cursos abertos à comunidade social e acadêmica;

Articulação e integração com os projetos de pesquisa e os cursos e programas
de graduação e pós-graduação;

Envolvimento dos alunos em atividade assistenciais, na sua área de estudos,
sob a supervisão ou coordenação docente.
A extensão representa o elemento de ligação entre a sociedade local com a Faculdade.
78
79
Por meio de ações curriculares e extracurriculares a IES presta serviços à comunidade,
consolidando atividades de ensino que favorecem a absorção de conhecimentos imediatos e
sistêmicos, de maneira gradual.
A promoção da extensão é uma das finalidades da educação superior e tem por
objetivo levar os resultados das conquistas e benefícios das criações geradas nas instituições
de ensino superior para a população.
A Faculdade JK realiza trabalhos de extensão atendendo à sociedade por meio de
cursos, assessorias, consultorias, palestras e seminários, estágios, atividades sociais, empresa
júnior, incubadoras, visitas técnicas e acadêmicas e estudos em que professores e alunos
situam diferentes equipes de trabalho teórico e prático em face das demandas apresentadas
pela aproximação com a comunidade.
Por meio de cursos e atividades extensionistas pode-se difundir conhecimentos
científicos e técnicos, da produção intelectual e dos bens culturais gerados na Instituição.
Os cursos de Extensão abertos à comunidade e que o acadêmico deseje participar,
terão custos adicionais, podendo esse utilizar a aprendizagem para fins de aproveitamento de
estudos, sujeito ao regulamento do mesmo.
2.2.3.
PROGRAMA
DE
INICIAÇÃO
CIENTÍFICA
E
PESQUISA
INVESTIGATIVA
A IES apoiará a iniciação científica e incentivará as práticas investigativas, como
função associada ao ensino e à extensão, com o fim de fortalecer o processo de aprendizagem
e de ampliar e renovar o acervo de conhecimentos ministrados em seus cursos.
As práticas investigativas e a iniciação científica devem ser desenvolvidas no âmbito
do curso ou programa, ao qual estão vinculados os professores, ficando sob a coordenação
imediata do responsável pela execução do projeto pedagógico do curso e sob a supervisão
geral do Diretor Acadêmico.
O ensino com métodos de pesquisa, na concepção da Faculdade JK é um processo que
objetiva entrar em contato com realidades desconhecidas ou pouco conhecidas, revelando
79
80
suas características e peculiaridades, observando critérios específicos e com uma metodologia
de trabalho.
No campo acadêmico utiliza-se a pesquisa como forma de entrar em contato com o
ainda não conhecido, estabelecer relações com o conhecimento pré-existente e fazer a
incorporação do novo. A esse processo pode-se denominar, em termos específicos, como
busca do conhecimento e, em termos amplos, como o processo educativo.
2.2.4. Programa de Nivelamento, como tal é identificado pelo professor e assim
ocorre no acesso e durante todo o processo de ensino e aprendizagem do acadêmico, sendo
por meio do professor que o Centro de Psicopedagogia e a Coordenação Pedagógica
procederão a inserção desse acadêmico nas ações que visem o suprimento das deficiências
apontadas, obviamente respeitando a disponibilidade e o interesse do acadêmico em
participar.
A execução do Programa contará ainda com o apoio do Centro de Atendimento ao
Aluno, da Biblioteca, do Unicollege e demais setores integrados à Coordenação do Curso.
80
81
3.
PERFIL DO EGRESSO
3.1. HABILIDADES GERAIS E ESPECÍFICAS DO PROFISSIONAL
O Administrador egresso da Faculdade deve ter um perfil que o qualifique para o
desempenho profissional em múltiplas áreas funcionais, que se estendem das de cunho
predominantemente interno das organizações às que dizem respeito ao gerenciamento da
inserção das organizações no ambiente de que elas fazem parte. Sua formação deverá
qualificá-lo para atuar em organizações de qualquer dos setores da economia, sejam elas
pequenas, médias ou grandes. Deve ainda prepará-lo para criar o próprio negócio ou para
trabalhar como consultor, podendo atuar neste caso como profissional liberal.
Deverá o administrador ser um profissional:
a) com conhecimentos de:

teorias, conceitos, metodologias e técnicas aplicáveis à organização e gestão
das várias funções em que a administração das organizações se desdobra;

teorias, metodologias e técnicas de planejamento;

teorias, conceitos e fundamentos de administração e estratégias de marketing;

instituições de direito que o habilitem, no exercício profissional, a posicionarse juridicamente e a conduzir-se em harmonia com a ordem jurídica;

conceitos, técnicas e procedimentos de análise das informações contábeis;

conceitos, técnicas e instrumentos de pesquisa e de análise quantitativa
aplicáveis a estudos organizacionais e gerenciais;

matérias do campo das ciências sociais indispensáveis à compreensão do
mundo e da sociedade, como também do fenômeno administrativo, com a
complexidade de suas inter-relações com outros fenômenos sociais;
b) com habilidades para:

detectar problemas e aplicar conhecimentos, de forma independente e
inovadora, a sua solução;
81
82

pesquisar, com base científica, compreender a realidade e atuar sobre ela;

apreender o ambiente organizacional, em suas dimensões social, política,
econômica e cultural, assim como as transformações em curso no mundo;

formular estratégias organizacionais e planos de negócio;

formular e conduzir planos de mudança organizacional;

elaborar e implantar projetos;

incorporar conceitos, ideias e práticas de outros campos do conhecimento a
seu campo profissional;

expressar-se e comunicar-se de modo compatível com as exigências do
exercício profissional;

manter-se em dia com os avanços do conhecimento e as mudanças de seu
campo de atuação;
c) imbuído dos valores da ética profissional, da solidariedade e do desenvolvimento
sustentável, que deverão balizar suas condutas profissional e cidadã;
d) com atitude de:

abertura para mudança e inovação;

empreendedor;

disponibilidade para servir, emprestando seus conhecimentos e habilidades à
promoção do bem-estar da sociedade;

busca permanente do conhecimento.
Esses quatro conjuntos de elementos – conhecimentos, habilidades, valores e atitudes
– delineiam o perfil do administrador que se quer formar. É inquestionável a significância dos
conhecimentos e das habilidades na formação do administrador ou de qualquer outro
profissional. Quanto às atitudes e aos valores, talvez sua importância não seja tão sensível.
82
83
Para formação do Bacharel em Administração a Faculdade JK visa a preparação de
um perfil profissional constituído por um conjunto de competências gerais e específicas que
permitam ao profissional de administração transitar com desenvoltura na área, atuando em
todos os setores das organizações e responsabilizando-se por atividades de gestão.
No decorrer do curso, o aluno constituirá as competências necessárias para propor e
desenvolver planos, projetos e atividades no campo da administração, devendo, para tanto:
 Compreender a complexidade do mundo globalizado e das sociedades pósindustriais, onde os negócios encontram ambiente com características específicas para se
desenvolver;
 Comunicar-se de modo compatível com as exigências do exercício
profissional, expondo suas ideias com clareza e desenvoltura e criando argumentos que as
sustentem;
 Nortear todas as suas ações pelos princípios da ética e da responsabilidade
social, defendendo valores que garantam o desenvolvimento econômico e social;
 Atuar com postura crítica, capacidade de inovação e flexibilidade, visando
ampliar as perspectivas para o desenvolvimento do setor de negócios e do seu
desenvolvimento profissional;
 Manter-se atualizado sobre as inovações e mudanças da área e dos princípios
de administração, visando o incremento dos negócios e sua constante renovação;
 Orientar-se pela visão estratégica de negócios, reconhecendo e definindo
problemas, equacionando soluções, criando e potencializando oportunidades, pautando-se nos
princípios do empreendedorismo e da qualidade.
 Atuar, com liderança, em equipes profissionais, mantendo adequado
relacionamento interpessoal.
Assim, o perfil profissional dos egressos do Curso de Administração foi traçado na
perspectiva da constituição das seguintes competências específicas:

Participar da elaboração do planejamento estratégico da empresa, a partir do
acompanhamento da conjuntura econômica, de estudos e análises das áreas estratégicas de
negócios e dos cenários prospectivos, com vistas à obtenção de resultados satisfatórios;
83
84

Conduzir a elaboração e execução do planejamento orçamentário, avaliando o
desempenho alcançado e promovendo os ajustes necessários, mobilizando princípios,
métodos e técnicas de controle gerencial;

Conduzir as atividades de integração das pessoas na organização, a partir da
avaliação da cultura e do clima organizacional, mobilizando conhecimentos e habilidades de
gestão estratégica, que permitam intervir nos valores e sistemas de crença existentes,
possibilitando a congruência de objetivos organizacionais e das outras partes envolvidas;

Analisar o ambiente organizacional, a partir de uma visão sistêmica,
mobilizando conhecimentos sobre a evolução das teorias da administração, interpretação das
especificidades dos diferentes tipos de organização e relacionando com os contextos
sociopolíticos, econômicos e culturais;

Participar do processo de planejamento organizacional, realizando pesquisas e
estudos tecnológicos, assim como levantamento e sistematização de informações quantitativas
e financeiras sobre o desempenho do mercado, produto, custos etc. abrangendo o nível
estratégico e tático da organização;

Participar do planejamento dos processos de produção e marketing, como
também dos processos de apoio, envolvendo: recursos humanos; materiais; patrimonial;
tributário; contábil e financeiro, caracterizando e diferenciando as especificidades de cada um
e identificando as políticas envolvidas, assim como os sistemas de controles existentes;

Instrumentalizar o processo de planejamento orçamentário e societário, por
meio de estudos e pesquisas que requeiram a identificação e caracterização das estruturas
societárias, assim como a interpretação das informações sobre registros legais, orçamentos e
atividades econômicas;

Operar os ciclos de gestão: de pessoal, tributário, financeiro e contábil, assim
como os de produção e de recursos materiais, utilizando-se de métodos e técnicas específicos
a cada ciclo, com atenção à legislação pertinente, e alimentando sistemas de informação que
permitam a integração necessária aos processos de gestão;

Participar do controle e avaliação dos ciclos de gestão, utilizando-se de
indicadores de desempenho dos vários processos e elaborando relatórios técnicos contendo
subsídios que permitam realinhar o planejamento, visando à otimização dos resultados;
84
85

Elaborar planos de negócios, mobilizando conceitos e princípios de
empreendedorismo, habilidades na realização de estudos de viabilidade empresarial e visão
estratégica que possibilite a prospecção adequada das oportunidades;

Manter-se atualizado e capaz de desenvolver novas competências mediante a
educação continuada.
85
86
4. FORMA DE ACESSO AO CURSO
4.1.
FORMAS DE INGRESSO
Nos termos legais, o acesso à Faculdade JK ocorrerá semestralmente, mediante os
seguintes procedimentos e etapas:
Processo seletivo, agendado e tradicional, anunciado no semestre anterior à oferta,
mediante publicação de Edital em Jornais de maior circulação na região, no site institucional e
cartazes afixados em diversos pontos.
As atividades referentes ao processo seletivo de ingresso são de responsabilidade da
Direção da Geral e as de matrícula, registro acadêmico, expedição de diplomas, certificados,
declarações, manutenção dos arquivos e fichários dos alunos do curso é de responsabilidade
da Secretaria Acadêmica.
Conforme
legislação
educacional
o
acesso
ao
Ensino
Superior
ocorre
obrigatoriamente, depois que o candidato conclua o Ensino Médio ou equivalente,
comprovado no ato da matrícula e que tenha sido classificado em processo seletivo.
Outras formas de acesso, também previstas na legislação em vigor, são admitidas na
IES, tais sejam:

Aluno Especial: Portadores de Diploma do Curso Superior, reconhecido pelo
MEC, desde que existam vagas, mediante a apresentação do original e cópia do Diploma e do
Histórico Acadêmico e cópia dos Planos de Ensino/Conteúdos Programáticos das disciplinas
cursadas no curso concluído.

Aluno não Regular: Ingresso de alunos interessados em cursar disciplinas
curriculares isoladas, sem constituir vínculo com nenhum curso de graduação.

Transferência. Os alunos regulares vindos de outra Instituição de Ensino
Superior em cursos idênticos ou afins poderão ingressar desde que hajam vagas, salvos os
casos amparados pela legislação, e possa se garantir a continuidade dos estudos pela
compatibilidade e análise curricular do candidato. Serão aplicadas as normas legais para a
análise curricular e o aproveitamento de estudos devendo o candidato apresentar Histórico
86
87
Escolar e Certificado de Conclusão do Ensino Médio, Declaração de Transferência e cópia
dos Conteúdos Programáticos das disciplinas já cursadas na IES de origem.
Para aprovação o aluno deverá obter nota igual ou superior a 6,0 (seis) em cada uma
das 3 (três) provas aplicadas.
São aplicadas na seleção as provas de Conhecimentos Gerais, Matemática, Língua
Portuguesa.
As vagas publicadas serão ocupadas por ordem decrescente dos resultados obtidos
pelos aprovados.
Restando vaga do processo tradicional, será aberto o processo agendado ou viceversa, quando for o caso.
Para a matrícula além dos documentos já explicitados e especificados nas formas e
etapas de acesso o candidato classificado deverá apresentar ainda os seguintes documentos:

Original e cópia do RG;

Original e cópia do CPF;

Original e cópia do Título de Eleitor, com as respectivas comprovações das
últimas votações;

Original e cópia do Alistamento Militar;

Original e cópia do Comprovante de Residência;

Original e cópia do Certificado de Conclusão do Ensino Médio;

Original e cópia do Histórico Escolar do Ensino Médio.
4.2. APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E COMPETÊNCIAS
PROFISSIONAIS
Serão aproveitados os estudos de unidades curriculares cursadas em outra Instituição
de Ensino Superior reconhecido pelo MEC, pelos alunos matriculados na Faculdade JK,
independente da forma de ingresso, mediante análise dos estudos anteriormente realizados
com aproveitamento do conteúdo e da carga horária.
87
88
O aproveitamento de estudos poderá ser total, quando a unidade curricular cursada
tiver conteúdo e duração equivalentes ou superiores aos das unidades curriculares
correspondentes e, ainda, parcial – com estudos complementares quando a unidade curricular
cursada na instituição de origem tiver duração de, pelo menos, 2/3 (dois terços) da duração da
unidade curricular correspondente na JK e o seu conteúdo for idêntico ou equivalente ao do
respectivo programa.
A Resolução CNE/CP nº 003, de 18/12/2002, publicada no DOU de 23/12/2003, em
seu art. 9º, estabelece:
É facultado ao aluno o aproveitamento de competências profissionais,
anteriormente desenvolvidas, para fins de prosseguimento de estudos
em cursos superiores de tecnologia.
§ 1º As competência profissionais adquiridas em cursos regulares
serão reconhecidas mediante análise detalhada dos programas
desenvolvidos, à luz do perfil profissional de conclusão de curso.
§ 2º Competências profissionais adquiridas no trabalho serão
reconhecidas através da avaliação individual do aluno.
4.3.
Aproveitamento de extraordinário conhecimento e alto desempenho
Para abreviar a duração de seus estudos, o aluno que demonstrar extraordinário
conhecimento de disciplina de seu curso pode ser dispensado de cursá-la. A comprovação de
extraordinário conhecimento é feita nos termos do Regimento da Faculdade JK e de normas
complementares fixadas pela autoridade competente.
4.4.
Perfil do Candidato
O candidato ao processo seletivo deve ser egresso do Ensino Médio, estando com
seus estudos comprovadamente concluídos no ato da matrícula.
88
89
Deve ser voluntário na escolha do curso e estar consciente das normas que competem
a um acadêmico e desejar por opção voluntária, se submeter ao processo seletivo nesta área de
formação.
4.5.
Representação Estudantil
Com o objetivo de promover a cooperação acadêmica e o aprimoramento da
instituição, a Faculdade JK, procura manter as relações entre os vários segmentos e a melhoria
da convivência universitária, cabendo-lhe apresentar as reivindicações ou propostas de
interesse discente.
Para essa articulação estimula e acolhe as iniciativas éticas dos alunos, regularmente
matriculados, por meio de suas representações efetivamente formalizadas, buscando
incentivar o exercício da cidadania e favorecer a formação da participação democrática no
ambiente universitário.
Os representantes discentes, escolhidos pelos órgãos associativos estudantis e
indicados em sistema de rodízio, terão direito a voz e ao voto nos órgãos colegiados ou
comissões cuja constituição assim o preveja.
4.6.
Apoio e Atendimento ao Discente
A Faculdade JK tem o compromisso de oferecer ao estudante assistência
psicopedagógica e de outra natureza com o objetivo de integrá-lo à comunidade acadêmica e
ajudá-lo a superar dificuldades que possam interferir em seu desempenho estudantil.
Entre as atividades previstas, incluem-se:
a) prestar apoio psicopedagógico ao estudante para a superação de problemas que
afetem seu desempenho acadêmico;
b) minimizar lacunas que o estudante traga de sua formação anterior;
c) orientar o estudante na busca de solução para problemas que possam interferir em
sua continuidade nos estudos;
89
90
d) acolher o ingressante no curso e ambientá-lo na comunidade acadêmica;
e) dispensar atenção especial aos estudantes portadores de deficiência.
4.7.
Financiamento estudantil
A consciência da função social da educação e o reconhecimento de que a realização
de estudos superiores pressupõe, para muitos jovens, a possibilidade de acesso a alguma
forma de financiamento levam a Faculdade JK a abrir-se aos programas oficiais de
financiamento de estudos:
Além de aderir aos programas oficiais de financiamento estudantil (FIES) a
Faculdade, nos limites de suas possibilidades, definidos a cada período letivo, concede bolsas
parciais para estudo em seus cursos a:
a)
Servidor de seu quadro funcional, a seu cônjuge e a seus dependentes;
b)
Estudante com carência financeira;
c)
Servidor de empresa ou organização que, por meio de termo de cooperação
firmado com a instituição, busque estimulá-lo a realizar estudos de nível superior.
d)
Descontos especiais que variam de 40 a 50% de acordo com negociação no ato
da matrícula.
Na concessão de bolsa, no caso da alínea b, além da condição financeira do
estudante, considera-se seu desempenho acadêmico.
4.8.
Atendimento ao estudante: apoio psicopedagógico e outras formas de
assistência
A JK tem o compromisso de oferecer ao estudante assistência psicopedagógica e de
outra natureza com o objetivo de integrá-lo à comunidade acadêmica e ajudá-lo a superar
dificuldades que possam interferir em seu desempenho estudantil.
previstas, incluem-se:
90
Entre as atividades
91
a) prestar apoio psicopedagógico ao estudante para a superação de problemas que
afetem seu desempenho acadêmico;
b) minimizar lacunas que o estudante traga de sua formação anterior;
c) orientar o estudante na busca de solução para problemas que possam interferir em
sua continuidade nos estudos;
d) acolher o ingressante no curso e ambientá-lo na comunidade acadêmica;
e) dispensar atenção especial aos estudantes portadores de deficiência.
4.9.
Mecanismos de Nivelamento
Com o objetivo de expandir e melhorar os conteúdos vistos no Ensino Fundamental e
Médio e ainda ampliar a qualidade dos discentes para fazer frente aos desafios que
encontrarão no Ensino Superior, a Faculdade desenvolve um Programa de Revisão de
Conteúdos Elementares aos ingressantes através do Processo Seletivo. Os conteúdos são
ministrados por professores da IES.
O Programa de Nivelamento procura diagnosticar e atender os pré-requisitos
essenciais para introdução de novos conteúdos e nivelar, entre os alunos as condições
cognitivas, emocionais e sociais dos educandos, para buscar minimizar o fracasso escolar
oriundo desses distúrbios.
Para isso prevê ações preventivas e terapêuticas dos desníveis, nos aspectos
considerados importantes.
A Faculdade JK ainda visa atender ao aluno que esteja em condições de reprovação
e/ou com dificuldades para acompanhamento dos estudos, quer por deficiências identificadas
pelos serviços de atendimento Psicopedagógicos ou mesmo por carência de pré-requisito de
conhecimento.
Identificada a carência por meio do professor em sala de aula, nos resultados do
processo seletivo e/ou por outras vias, o aluno será convidado a participar do programa.
91
92
Para mais adaptação do aluno às rotinas da IES e para o conhecimento do seu
currículo, as semanas acadêmicas de início dos semestres letivos, serão importantes não
apenas para acolhimento, mas para detectar essas deficiências.
O nivelamento dos alunos é realizado sempre que necessário aos sábados ou em dias
de atividades semipresenciais, mediante inscrição voluntária do aluno se constituindo em
serviços extracurriculares.
92
93
5.
SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO ENSINO E APRENDIZAGEM
5.1.
Concepção da Avaliação
O entendimento e a realização da avaliação como processo encontra ressonância em
Stufflebeam (1971), que a define como "uma atividade particular, contínua e cíclica
incorporando vários métodos e envolvendo um número de fases ou operações". Partindo desse
princípio, entendemos essa prática docente como um processo de natureza valorativa. A
descrição da ação traz no seu bojo o julgamento de valor, e sabemos que nem toda informação
ou dado pode ser tomado como indicador de valor passível de crédito ou demérito para o
aluno.
Por essa razão e pela complexidade e pluralidade de dados e informações, sejam eles
cobrados através de provas escritas ou orais, seminários, eventos, palestras, apresentações,
trabalhos, projetos de pesquisa, entre outras formas de avaliação, os resultados para serem
considerados justos e verdadeiramente aplicáveis, deverão ser baseados em critérios
estabelecidos previamente e que expressam padrões e expectativas conscientes e em
consonância com os objetivos a serem avaliados, permitindo assim aos professores e ou
avaliadores conhecer e julgar o valor relativo aos dados apresentados. Embora a Faculdade JK
apresente os seus próprios critérios, a autoconsciência relativa a essa prática, constrói-se na
práxis acadêmica cotidiana entre professor/aluno.
A avaliação deve abrir constantemente um espaço, um tempo particular de reflexão e
de debate entre os professores, sobre o desempenho e o aproveitamento acadêmico de cada
aluno, e apontar caminhos para uma tomada de posição cada vez mais coerente e consistente
com os fins e os meios propostos, ao mesmo tempo em que realimenta a motivação para o
engajamento de toda a equipe de docentes, em projetos de aperfeiçoamento contínuo sobre o
tema.
A avaliação “é um processo contínuo, sistemático, compreensivo, comparativo,
cumulativo, informativo e global, que permite avaliar o conhecimento do aluno” 2 (JURACY
C. MARQUES, 1976).
2
MARQUES, Juracy C. A aula como processo. Porto Alegre: Globo, 1976
93
94
Quando a perspectiva é de que o processo de formação garanta o desenvolvimento de
competências profissionais, a avaliação destina-se à análise da aprendizagem dos futuros
profissionais, de modo a favorecer seu percurso e regular as ações de sua formação e tem,
também, a finalidade de certificar sua formação profissional. Não se presta a punir os que não
alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada professor a identificar melhor as suas
necessidades de formação e empreender o esforço necessário para realizar sua parcela de
investimento no próprio desenvolvimento profissional.
Dessa forma, o conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos
instrumentos de avaliação e auto avaliação são imprescindíveis, pois favorecem a consciência
do profissional em formação sobre o seu processo de aprendizagem, condição para esse
investimento. Assim, é possível promover o exercício da metacognição, que implica conhecer
e reconhecer seus próprios métodos de pensar, utilizados para aprender, desenvolvendo
capacidade de autorregular a própria aprendizagem, descobrindo e planejando estratégias para
diferentes situações.
O domínio sobre os processos de apropriação de conhecimentos de cada um permite
ainda, quando partilhado no âmbito do trabalho coletivo, que todo o grupo dos profissionais
em formação possa ser beneficiado, ampliando suas possibilidades de aprendizagem, por meio
do intercâmbio entre diferentes formas de aprender.
Tendo a atuação do futuro profissional natureza complexa, avaliar as competências
profissionais no processo de formação é da mesma forma, uma tarefa complexa.
As competências para o trabalho coletivo têm importância igual à das competências
mais propriamente individuais, uma vez que é um princípio educativo dos mais relevantes e,
portanto, avaliar também essa aprendizagem é fundamental.
Embora seja mais difícil avaliar competências profissionais do que assimilação de
conteúdos convencionais há muitos instrumentos para isso. Algumas possibilidades:
identificação e análise de situações complexas e/ou problemas em uma dada realidade;
elaboração de projetos para resolver problemas identificados num contexto observado;
elaboração de uma rotina de trabalho semanal a partir de indicadores oferecidos pelo
formador; definição de intervenções adequadas, alternativas às que forem consideradas
94
95
inadequadas; planejamento de situações didáticas consonantes com um modelo teórico
estudado; reflexão escrita sobre aspectos estudados, discutidos e/ou observados em situação
de estágio; participação em atividades de simulação; estabelecimento de prioridades de
investimento em relação à própria formação.
Em qualquer um desses casos, o que se pretende avaliar não é a quantidade de
conhecimento adquirido, mas a capacidade de acioná-los e de buscar outros para realizar o
que é proposto. Portanto, os instrumentos de avaliação só cumprem com sua finalidade se
puder diagnosticar o uso funcional e contextualizado dos conhecimentos.
É importante assinalar que, se estas considerações são válidas para a avaliação de
toda e qualquer competência em cursos profissionais, são também indispensáveis para o caso
da formação do futuro profissional. O novo paradigma curricular também está orientado para
a constituição de competências críticas e estratégico-operacionais. Para que esse novo
paradigma tenha sustentação, será preciso ensinar os aspirantes a profissionais como avaliar
suas próprias práticas na relação com os usuários, com as organizações e com os pressupostos
ético-políticos de sua formação.
Neste sentido, o processo de avaliação acadêmica tem por objetivo fundamental
contribuir para instaurar um processo de reflexão e debate, que conduza ao delineamento de
um projeto da Faculdade, amplo e irrestrito e fornecer subsídios para a tomada de decisões
consciente e precisa, de forma a possibilitar ao avaliando um processo justo e que venha
refletir efetivamente a aferição dos seus conhecimentos.
A avaliação do desempenho acadêmico é feita por disciplina abrangendo a
frequência e o aproveitamento do desempenho acadêmico cabendo ao Coordenador a
responsabilidade da supervisão e controle.
É permitida a revisão das avaliações, provas e exames aos alunos que, em
requerimento fundamentado, o solicitar, no prazo de 05 (cinco) dias úteis após a publicação
do resultado.
95
96
Permite-se segunda chamada das avaliações, provas e exames ao aluno que, por
motivo de força maior, devidamente comprovado perante a Diretoria da Unidade, o solicite no
prazo de três dias úteis a contar da data de realização dos mesmos.
O aproveitamento acadêmico é avaliado através de acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos no conjunto de avaliações de cada disciplina e
composto de uma série de instrumentos progressivos que permitirão para reorientar o aprendiz
no desenvolvimento das aprendizagens e o professor, no replanejamento das atividades.
5.2. Critérios Gerais da Avaliação
A verificação do rendimento escolar compreende a avaliação do aproveitamento e a
apuração da assiduidade e obedecerá aos seguintes critérios:

Contínuo: ocorrerá em todo o processo de ensino-aprendizagem, nas suas mais
diversas formas: pesquisas, projetos, trabalhos individuais e em grupo, prática de laboratório,
seminários, provas teóricas e práticas que permitam a detecção de eventuais deficiências e as
possíveis correções/recuperação, durante o desenvolvimento das atividades pedagógicas;

Cumulativo: ocorrerá a partir dos resultados cumulativos apresentados pelo
aluno, no transcorrer das diversas atividades e durante todo o processo de ensinoaprendizagem;

Crítico: serão criadas, durante o aprendizado, as oportunidades de avaliação
conjunta por docente/discente e equipe técnica, favorecendo a prática do diálogo, da crítica,
da autocrítica e do autoconhecimento.
Serão priorizados instrumentos integradores e estimuladores da autonomia da
aprendizagem, tais como: pesquisas, visitas técnicas, relatórios, atividades práticas e,
principalmente, os projetos construídos ao longo do processo de aprendizagem.
Para sanar as falhas de aprendizagem constatadas o professor buscará identificá-las,
juntamente com o aluno, e encontrar novas alternativas metodológicas adequadas, avaliando e
aperfeiçoando o trabalho didático.
96
97
A avaliação do desempenho é aplicada de acordo com o Regimento Acadêmico.
A verificação do aproveitamento escolar do aluno em cada disciplina é realizada
através de trabalhos escolares, exercícios, testes e provas, cabendo ao professor sua
elaboração bem como o julgamento dos resultados. As disciplinas terão pelo menos duas
provas presenciais de frequência obrigatória ao longo do semestre, de acordo com o
Calendário Acadêmico.
Com vistas ao nivelamento e visando o diagnóstico dos pré-requisitos do aluno, o
professor disponibilizará no início do semestre letivo, três temas fundamentais da disciplina,
com o material e fontes de pesquisa e em data previamente agendada, no inicio do período
letivo, irá sortear em sala um dos temas, e o aluno deverá fazer uma redação, de no mínimo 35
linhas, discorrendo sobre o tema do assunto sorteado. Os temas terão pertinência com o
objetivo da respectiva disciplina. Ao final do semestre o professor repetirá o teste, sobre o
mesmo tema e critérios.
O professor irá avaliar:

O entendimento do aluno em relação à disciplina, por meio das áreas de
conhecimento utilizada para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto
dissertativo-argumentativo;

A norma culta da língua através da escrita correta;

A coerência na organização e interpretação das informações, fatos, opiniões e
argumentos em defesa do seu ponto de vista em relação ao assunto. O objetivo é avaliar se o
aluno tem conhecimento abrangente e/ou noção do que se constitui a disciplina que vai
estudar, demonstrando assim o atendimento dos pré-requisitos tanto de conhecimento quanto
do domínio da língua, pois também, se deseja saber se ele soube abordar o tema proposto de
uma maneira abrangente, sem perder de vista o tema principal;

O nível do pensamento racional do aluno por meio dos mecanismos
linguísticos, utilizados para a construção da argumentação (advérbios, locuções adverbiais e
as conjunções verbais);
97
98

O nível de pensamento crítico e ético ao argumentar as possíveis soluções para
o problema abordado, demostrando respeito aos valores humanos e a diversidade
sociocultural.
Dos resultados serão extraídos os alunos que apresentem dificuldades e não tenham
atendido os requisitos da redação, para comporem as turmas de Nivelamento ou de
Monitoria, caso seja de interesse e o aluno apresente disponibilidade para participação.
A partir desses resultados o professor poderá construir o Plano de Ensino quando,
contemplará os conteúdos programáticos do ementário, escolhendo a melhor metodologia de
ensino e técnicas didáticos pedagógicos para a regência dos mesmos, respeitando dessa forma
o nível da turma.
Os testes finais do Nivelamento e da Monitoria serão referenciais para comprovar o
crescimento dos alunos e do desempenho do mesmo na disciplina e/ou dos programas que
participar na IES.
Os registros da verificação do rendimento escolar são de responsabilidade do
professor, através de anotações em Diário de Classe, com encaminhamento à Secretaria para a
devida escrituração.
5.3. Apuração do Rendimento Acadêmico
Os critérios utilizados para mensurar o conhecimento, são feitos da seguinte forma:

A avaliação do desempenho acadêmico é feita por disciplina;

A frequência às aulas e todas as atividades previstas na Matriz Curricular e no
Projeto Pedagógico do Curso é Obrigatória devendo o aluno comprovar mediante registros no
Diário de Classe a presença em no mínimo 75%¨das aulas e ou atividades efetivamente
ministradas e/ou realizadas.

A avaliação do desempenho acadêmico é feita com atribuição de notas de 0
(zero) a 10 (dez);

A apuração do rendimento acadêmico ocorre por meio de duas notas,
denominadas de Primeira e Segunda avaliação (1ª e 2ª avaliação);
98
99

A primeira avaliação tem peso 1 e segunda avaliação tem peso 2.;

A média das duas avaliações (A1 + 2x A2) /3) resultará na média parcial (MP)
do semestre.

A extração da média parcial (MP) é feita pelo processo de cálculos ponderado
conforme o exemplo: A1 = 6 + (2x6 = 12) =18/3 = 6

O aluno que obtém Média Parcial (MP) maior ou igual a 6,0 (seis), está
aprovado e a Média Final (MF) será igual à Média Parcial (MP).

A Média Parcial é calculada da seguinte forma: ( A1 ) + 2 x ( A2 ) / 3 = MP

O aluno que obtém Média Parcial (MP) menor ou igual que 6,0 (seis), porém
maior ou igual que 3,0 (três), pode se submeter à Avaliação Final (A3).

Na Avaliação Final, o aluno deverá obter a nota igual ou superior a 6,0 (seis)
para ser considerado aprovado.

A Faculdade JK admite o arredondamento apenas para extração de Média
Final (MF) e do Exame Final (EF) nota (A3) do aluno, considerando a decimal, para
extração do número inteiro, na escala de 0,5, sempre para mais, aplicando as seguintes
intercaladas:
o
0,1 a 0,5 não arredonda, permanecendo o número inteiro;
o
0,6 a 0,9 arredonda para mais, resultando em número inteiro;
o
A nota sempre será apresenta em números inteiros.

As notas obtidas pelos alunos nas avaliações A1 e A2 não estão inclusas no
recurso do arredondamento.

Será atribuída nota 0 (zero) ao aluno que deixar de submeter-se a qualquer das
verificações acima descrita, nas datas previstas ou imprevistas, bem como ao que nela utilizarse de meio fraudulento detectado, seja quando da realização da ação irregular ou através da
sua comprovação a posteriori;

A primeira avaliação A1 está sob a autonomia didática pedagógica do
professor podendo esse, aplicar quantas atividades, testes, exames e provas quantas considerar
pertinente para obter a nota do aluno;

A segunda avaliação A2 também está sob a autonomia didático pedagógica do
professor podendo esse aplicar apenas um único instrumento de avaliação, escrita, ou oral, ou
99
100
prova ou atividade que contemple todos os conteúdos da disciplina ministrada até a data da
aplicação da avaliação;

A avaliação final (EF) deverá contemplar todos os conteúdos previstos no
Plano de Curso da disciplina e ministrados pelo professor em sala de aula, sendo aplicado sob
a responsabilidade da coordenação do curso.

O coordenador do curso poderá ser auxiliado por tantos docentes quantos
forem necessários para aplicação da avaliação final;

A Faculdade JK poderá, mediante aprovação do colegiado do curso, aplicar no
exame final uma avaliação institucional, versando sobre os conteúdos previstos no ementário,
cujos testes poderão ser elaborados por docentes convidados e aplicados mediante estratégia
escolhida pela Direção da IES.
Provas substitutivas ou de 2ª chamada somente são realizadas para aqueles alunos
que não podem estar no dia oficial, desde que haja motivo justo que comprove a sua falta,
conforme legislação específica, cabendo ao coordenador do curso o deferimento ou não do
pedido, que deverá ser feito por escrito, dentro do prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas
úteis, após a realização da primeira chamada e com o devido recolhimento de taxa específica,
homologado pela secretaria.
As provas substitutivas só podem ser solicitadas para as avaliações A1 e A2.
A Avalição Final AF, não dá direito ao pedido de 2ª chamada.
O aluno que não atender o prazo estabelecido perderá o direito de solicitar a prova
substitutiva ou de 2ª chamada.
O aluno não pode solicitar novamente a prova substitutiva ou de 2ª chamada, quando
deixar de comparecer na data marcada para a sua realização.
Qualquer que seja o motivo, não haverá dispensa da taxa de recolhimento para a
realização da prova substitutiva.
100
101
5.4. Aprovação Acadêmica
Para ser aprovado na disciplina, o aluno precisa obter Média Parcial ou Final uma
nota igual ou superior a 6,0 (seis).
Atendida, em qualquer caso a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento),
às aulas e demais atividades escolares é aprovado em uma disciplina:

É aprovado independentemente do Exame Final (EF), o aluno que obtiver na
média dos resultados das avaliações realizadas no período letivo regular (Nota de Período NP), conforme previsto no plano de curso de cada disciplina, nota maior ou igual a 6,0 (seis);
e

É aprovado mediante exame final, o aluno que tendo obtido média de
aproveitamento no período regular entre, 5,9 (cinco virgula nove) e 3,0 (três) e obtenha no
exame final – EF, nota igual ou superior a 6,0 (seis);

As médias são apuradas até a primeira casa decimal, desconsiderando-se, o
arredondamento para mais nas demais casas decimais.
5.5. Reprovação Acadêmica
O aluno que obtiver Média Final (MF) menor que 3,0 (três) está automaticamente
reprovado e terá que repetir a disciplina.
O aluno que obtiver Média Final (MF) igual ou superior a 6,0 (seis), mas tiver mais
de 25% de faltas, às aulas efetivamente ministradas e registradas no Diário de Classe é
considerado automaticamente reprovado.
O aluno reprovado por não ter alcançado, seja a frequência, seja a média final de
curso mínima exigida, repetirá a disciplina.
Não pode fazer a Avaliação Final e é considerado reprovado, o aluno que obtém
frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) na disciplina.
101
102
5.6. Dependência Acadêmica
O aluno reprovado em até 3 (três) disciplinas, tendo disponibilidade de tempo poderá
matricular-se no período seguinte juntamente com as disciplinas reprovadas ou caso opte
poderá cursar apenas as disciplinas reprovadas em regime de Dependência.
As disciplinas cursadas em regime de Dependência não poderão ser acumuladas nos
demais semestres que se sucedem a matrícula do semestre com Dependência.
É admitida a matrícula no período letivo subsequente, ao aluno que tenha sido
reprovado, em até três disciplinas, devendo o mesmo cursá-las como dependência, observada
a compatibilidade de horário ou em ofertas entre períodos letivos e/ou em regime especial de
estudos intensivos.
O aluno aprovado com dependência pode, no período letivo seguinte, optar por
matricular-se apenas para cursar as disciplinas que obteve reprovação, deixando a sequência
regular do curso para o período letivo subsequente.
As disciplinas cursadas em regime de Dependência não poderão ser acumuladas nos
demais semestres que se sucedem a matrícula do semestre com Dependência.
As matrículas nas disciplinas em Dependência não poderão ocorrer no mesmo turno
em que ocorrem as aulas normais do aluno, a não ser que seja num dia em que o mesmo esteja
cursando outra disciplina semipresencial; e nem se recomenda que esses sejam feitos pelo
aluno que tenha sido reprovado em face de dificuldades de aprendizagem, fato que poderá
prejudicar os estudos das disciplinas do semestre seguinte.
5.7. Frequência
A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas, permitida apenas aos
matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. Independentemente dos demais
resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina ou nas atividades acadêmicas, o
aluno que não obtiver a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e
demais atividades programadas.
102
103
A verificação, registro e controle de frequência são de responsabilidade do professor
ou do coordenador de atividades.
Para obtenção do grau, o aluno deverá ter frequência mínima de 75% e nota mínima
de 6,0 (seis) em todas as disciplinas práticas e/ou teóricas e ter cumprido, com êxito, a carga
horária total prevista na Matriz Curricular do Curso, incluídas as horas de Atividades
Complementares, Estágio Supervisionado e TCC, dentro dos prazos estabelecidos para
integralização do curso.
103
104
6.
SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
6.1. Avaliação Institucional
O Projeto Pedagógico do curso envolve ações de constante atualização e de
preocupação com o nível dos cursos oferecido. A instituição participa do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (Sinaes), criado pela Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004,
como o instrumento oficial de avaliação superior do MEC/Inep.
A Avaliação Institucional é entendida como um processo permanente de reflexão
sobre as ações desenvolvidas pelo corpo administrativo e pedagógico, visando a excelência do
ensino, ao aperfeiçoamento da formação profissional e à melhoria da qualidade dos serviços
prestados à comunidade.
A concepção de Avaliação Institucional, assim como seus princípios norteadores,
constitui a base sobre a qual a Instituição definirá os objetivos, o planejamento e os métodos a
serem utilizados em seus processos avaliativos. O objetivo da Avaliação Institucional é
sempre a melhoria da qualidade dos serviços prestados pela Instituição, bem como o
aperfeiçoamento continuado de seus integrantes. Em síntese, a Avaliação Institucional deve
abarcar todo o conjunto de atividades típicas da área educacional, especificamente do ensino,
não se resumindo a meios indicadores de quantidade e aos aspectos administrativos.
Em algum momento particular da vida da Instituição, a avaliação poderá priorizar
determinados indicadores, quer administrativo, quer pedagógicos, que atendam a seus
objetivos e as suas metas. Priorizar determinados aspectos não invalida a ideia de globalidade
como característica da Avaliação Institucional.
A proposta pedagógica do curso tem a avaliação como parte integrante do processo
de planejamento de suas atividades. No documento final do Projeto Pedagógico, prevê que o
processo de Avaliação Institucional subsidie a tomada de decisões e a melhoria de sua
organização curricular, seu funcionamento, sua estrutura física e material, seu quadro de
pessoal, seu sistema normativo e seu processo de mudança organizacional na busca da
excelência dos serviços que produz, sejam eles pedagógicos, técnicos ou administrativos.
104
105
Através da Auto avaliação Institucional podemos avaliar o curso, através da
Dimensão 2:
DIMENSÃO 2 - ENSINO - GRADUAÇÃO
Organização didático-pedagógica;
Práticas Pedagógicas;
Projeto Pedagógico dos Cursos;
Adequação da grade curricular à formação do aluno, à demanda social e aos
objetivos da IES;
Integração no mercado de trabalho;
Inovações didático-pedagógicas;
Atividades Complementares;
Atividades de Extensão;
Análise das atividades de extensão desenvolvidas pela IES e seu impacto na própria
IES e na sociedade;
Relações com o setor produtivo e o mercado de trabalho;
Integração ensino/pesquisa/extensão.
6.2. Avaliações externas
Apesar de seu importante papel, a Avaliação Institucional interna não é a única base
para o processo de tomada de decisão, devendo ser articulada ao seu conjunto de ações
institucionais na busca da qualidade. Entre elas, destacamos aquelas que a Instituição já tem
aderido, como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) e as comissões
de avaliação compostas pelos especialistas.
6.3. Avaliação discente
105
106
O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno
e dos resultados por ele obtidos no conjunto de avaliações de cada disciplina. Será composto
de uma série de instrumentos progressivos que permitirão para reorientar o aprendiz no
desenvolvimento das aprendizagens e o professor, no replanejamento das atividades.
A avaliação do desempenho escolar será feito de acordo com o Regimento Interno da
Faculdade. Ela será feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento.
Independentemente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o
aluno que não obtenha frequência, no mínimo, 75% das aulas e demais atividades
programadas para cada disciplina.
A metodologia de ensino da FACULDADE JK –UNIDADE Asa Norte, contempla
todas as necessidades da interdisciplinaridade; e, em todas as disciplinas, trabalhamos todas as
áreas do aprendizado.
Para que este modelo perpetue sua excelência, a IES, além das provas (A1 e A2) e
trabalhos normais, solicita ainda que cada professor escolha no início do semestre alguns
temas de maior relevância da disciplina que irá ministrar, disponibilizando material e fontes
de pesquisa ao aluno que de deverá ao longo do semestre ler sobre o assunto e ao final, será
sorteado um desses temas, para que o aluno faça uma redação, cuja nota irá compor parte da
avaliação do 2º bimestre. Isto permitirá ao professor comparar o resultado acadêmico entre os
docentes, e permitir possíveis correções de rumo com a agilidade necessária para a melhoria
da escrita, coerência, lógica, interpretação e leitura do discente. Com isso o docente
acompanha também a evolução do aluno ao longo do desenvolvimento da disciplina.
Trabalho de Conclusão de Curso
O TCC a ser entregue para avaliação ao final do curso deverá finalizar o processo de
avaliação e verificar se o aluno possui as habilidades e competências necessárias para
identificar um problema na área de sua formação e propor solução adequada ao problema.
Uma banca examinadora avaliará a aplicação das metodologias, técnicas e ferramentas
estudadas, na solução do problema proposto.
106
107
Estágios Curriculares
Para avaliar esse processo e fazer com que seja efetivamente eficiente, praticamos:
6.4. Avaliação através de pesquisa - perfil do estudante egresso dos cursos de
graduação:
A Faculdade JK realiza, anualmente, uma pesquisa de acompanhamento do egresso,
a partir da formação da primeira turma, para os cursos de graduação.
A pesquisa de egresso tem como objetivo traçar o perfil do estudante recém-formado
pela IES; obter indicadores acerca do mercado de trabalho e subsidiar informações que
possibilitem a reformulação dos cursos de graduação desta Instituição de Ensino.
A partir da análise dos resultados obtidos e a comparação das possíveis diferenças,
reflexo das mudanças do mercado, a IES pode promover melhorias em suas atividades de
ensino, assim como, manter a qualidade de seus cursos, através de adaptações e
aperfeiçoamento de suas estruturas curriculares.
Este estudo possibilita uma avaliação do curso pelo egresso. Desta forma, a avaliação
externa, ao mesmo tempo serve para repensar as bases da atividade de ensino e para a
elaboração de um plano de ação de curto e médio prazo, tendo em vista que este projeto
acompanhará ano a ano os egressos.
6.5. Avaliação da atividade docente
O Sistema de Avaliação da Atividade Docente tem como objetivos:
Promover melhorias contínuas na atividade de ensino-aprendizagem;
Criar indicadores para as atividades acadêmicas para nosso monitoramento, de
maneira a permitir o gerenciamento das atividades pelo coordenador do curso;
Abrir um diálogo entre o professor, o coordenador do curso e a direção da
Instituição, sobre os problemas da atividade de ensino-aprendizagem.
107
108
O Sistema de Avaliação da Atividade Docente é composto de 3 instrumentos:
Avaliação dos cursos e do docente pelo aluno;
Avaliação do desempenho docente participativa entre o coordenador e docente;
Auto avaliação do desempenho docente.
O sistema de avaliação da Atividade Docente contempla as seguintes características
desejáveis:
Auto desenvolvimento;
Criação de conhecimento;
Dedicação à profissão docente;
Eficácia;
Melhoria permanente dos cursos;
Trabalho em equipe.
Os procedimentos para a avaliação são os seguintes:
A avaliação semestral;
Cada aluno avalia cada um dos seus professores no semestre;
A planilha de avaliação é preenchida via Internet;
Os dados são tabulados e distribuídos para o coordenador do curso, que os comunica
para seus professores;
O professor deverá preparar a avaliação do curso, a avaliação da turma e a auto
avaliação do desempenho em prazos e datas estipulados pela direção da Instituição,
utilizando-se de instrumentos apropriados;
O coordenador do curso deverá avaliar o desempenho dos professores utilizando-se
do instrumento de avaliação apropriado;
108
109
O coordenador do curso, ou pessoa por ele designada, deverá reunir-se com o
professor, discutir as avaliações de desempenho individuais, a avaliação feita pelos alunos, as
avaliações do curso e da turma, e traçarem juntos o Plano de Ação para o próximo período;
O coordenador do curso deverá avaliar, juntamente com os professores, quais são as
turmas cujos problemas devam ser trazidos para discussão;
O coordenador do curso trará para discussão os principais problemas de seus
professores, de forma sintética, para que os problemas possam ser trabalhados de maneira
sistêmica, como demandas de capacitação e aperfeiçoamento profissionais, ajustes de
recursos, problemas com alunos, e outros.
6.6. Avaliação Integrada
A ação pedagógica vem se desenvolvendo no mesmo compasso em que as
tecnologias e inovações exigem das Instituições Educacionais melhorias que garantam e se
reflitam no desempenho dos alunos não apenas em seu aproveitamento acadêmico, mas nas
condições em que esses recebem os conteúdos para o seu aprimoramento intelectual.
Dessa forma o capital intelectual, além de ser um importante fator na prestação de
serviços que uma IES presta ao seu cliente, que é o aluno, também é estruturante e decisiva a
forma como esses serviços são metodologicamente executados e como esses usuários, clientes
e alunos se satisfazem como o mesmo. Não estamos nos referindo mais ao aprendiz, ao
estudante, mas aquele indivíduo que busca a academia para obter insumos para o seu
desenvolvimento pessoal e profissional.
Nesse contexto, tanto as Mantenedoras, quanto os Gestores, Coordenadores e
Docentes de uma IES, quanto às lideranças dos órgãos reguladores estão atentos a
modernização de critérios e procedimentos cada vez mais eficazes e eficientes visando a
aplicação de critérios de avaliação que mantenham a educação e seus resultados em patamares
elevados de qualidade e assim possam garantir melhores profissionais no mercado de trabalho
e um aumento significativo no gosto recompensado pela vivência nas academias.
109
110
Todos então se juntam para compor as técnicas e os critérios que possam ter esses
resultados e não é sem motivo que o Ministério da Educação estabeleceu o SINAES, como
um complexo integrado de procedimentos que visam aplicar a avaliação em todos os níveis.
110
111
7.
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º Este Regulamento estabelece as normas gerais para a organização e a
realização de estágio de alunos dos cursos de graduação nos graus de Licenciatura,
Bacharelado e Tecnologia, ofertados na Rede de Ensino JK, doravante apenas Faculdade,
quando a atividade integrar o currículo do curso ou se as diretrizes curriculares exigirem.
Art. 2º O estágio, como procedimento didático-pedagógico e ato educativo, é
uma atividade acadêmica, obrigatória ou opcional, de acordo com o projeto pedagógico
de cada curso de graduação, devendo ser planejado, executado e avaliado em
conformidade com estas normas e as normas complementares, fixadas previstas nos
Planos de Ensino, Projeto Pedagógico dos Cursos, Regimento Acadêmico, Projeto
Pedagógico Institucional, Plano de Desenvolvimento Institucional, observadas à luz da
legislação pertinente.
§1º A concepção do estágio como atividade curricular e ato educativo
intencional da Faculdade implica a necessária orientação e supervisão do mesmo por
parte da Coordenadoria do Curso ou órgão a esse subordinado ou por profissional
especialmente designado, respeitando-se a proporção exigida entre estagiários e
orientadores, em decorrência da natureza da ocupação.
§2º Cabe à Coordenação do Curso, em conjunto com o Núcleo Docente
Estruturante e o respectivo Colegiado de Curso, à vista das condições disponíveis, das
características regionais e locais, bem como das exigências profissionais, estabelecer os
critérios e os parâmetros para o atendimento do disposto no parágrafo anterior.
§3º O estágio deve ser realizado, preferencialmente, ao longo do curso,
permeando o desenvolvimento dos diversos componentes curriculares e não pode ser
etapa desvinculada do currículo.
§4º Observado o prazo-limite para a conclusão do curso, em caráter excepcional,
quando comprovada a necessidade de realização do estágio obrigatório em etapa posterior
111
112
aos demais componentes curriculares do curso, o aluno deve estar matriculado e a
Faculdade deve orientar e supervisionar o respectivo estágio, o qual deverá ser
devidamente registrado.
Art. 3º A Faculdade, nos termos do projeto pedagógico de cada curso, zelará
para que os estágios sejam realizados em locais que tenham efetivas condições de
proporcionar aos estagiários, experiências profissionais, ou de desenvolvimento
sociocultural ou científico, pela participação em situações reais de vida e de trabalho no
seu meio.
§ 1º Serão de responsabilidade da Faculdade a orientação e o preparo de seus
alunos para que os mesmos apresentem condições mínimas de competência pessoal,
social e profissional, que lhes permitam a obtenção de resultados positivos desse ato
educativo.
§2º Os estagiários com deficiência terão o direito a serviços de apoio de
profissionais da educação especial e de profissionais da área objeto do estágio, sendo esse
devidamente Supervisionado.
Art. 4º A Faculdade e as organizações concedentes de estágio poderão contar
com os serviços auxiliares de agentes de integração, públicos ou privados, mediante
condições acordadas em instrumento jurídico apropriado.
Parágrafo único. Os agentes de integração poderão responder por quaisquer das
seguintes incumbências:
I.
Identificar oportunidades de estágio e apresentá-las à Faculdade;
II. Facilitar o ajuste das condições do estágio a constar de instrumento jurídico
próprio e específico;
III. Prestar
serviços
administrativos,
especialmente,
os
referentes
ao
cadastramento de estudantes e de campos e oportunidades de estágio;
IV. Tomar providências relativas à execução do pagamento da bolsa de estágio,
quando o mesmo for caracterizado como estágio remunerado;
112
113
V. Tomar providências pertinentes em relação ao seguro a favor do aluno
estagiário contra acidentes pessoais ou de responsabilidade civil por danos contra terceiros,
cuja responsabilidade de pagamento deve fazer parte do instrumento jurídico apropriado;
VI. Coparticipar, com a Faculdade, do esforço de captação de recursos para
viabilizar o estágio;
VII. Cuidar da compatibilidade das competências da pessoa com necessidades
educacionais especiais às exigências da função objeto do estágio.
CAPÍTULO II
MODALIDADES DE ESTÁGIO
Art. 5º São modalidades de estágio, como ato educativo, de acordo com o
projeto pedagógico de cada curso de graduação atendido as diretrizes curriculares
nacionais e o planejamento curricular do curso:
I.
Estágio curricular obrigatório, em função das exigências decorrentes da
própria natureza da habilitação ou qualificação profissional, planejado, executado e
avaliado à luz do perfil profissional de conclusão do curso;
II. Estágio extracurricular, que deve manter coerência com o perfil
profissional de conclusão do curso;
III. Estágio sociocultural ou de iniciação cientifica, previsto na proposta
pedagógica da faculdade ou do curso, como forma de contextualização do currículo, em
termos de educação para o trabalho e para o exercício da cidadania, o que o torna
obrigatório para os seus alunos, podendo assumir a forma de atividade de extensão;
IV. Estágio profissional, sociocultural ou de iniciação científica, não incluído
no planejamento da faculdade, não obrigatório, mas assumido intencionalmente pela
mesma, a partir de demanda de seus alunos ou de organizações de sua comunidade,
objetivando o desenvolvimento de competências para a vida cidadã e para o trabalho
produtivo;
V. Estágio civil, caracterizado pela participação do aluno, em decorrência de
ato educativo assumido intencionalmente pela faculdade ou pelo colegiado do curso, em
113
114
empreendimentos ou projetos de interesse social ou cultural da comunidade ou prestação
de serviços voluntários de relevante caráter social, desenvolvido nos termos do respectivo
projeto pedagógico.
§ 1º Quando a atividade de estágio, assumida intencionalmente pela Faculdade
como ato educativo, for de livre escolha do aluno, deve ser devidamente registrada como
Atividade Complementar.
§ 2º A modalidade de estágio civil somente poderá ser exercida junto a
atividades ou programas de natureza pública ou sem fins lucrativos.
Art. 6º A Coordenadoria do Curso e, eventualmente, o agente de integração,
devem esclarecer a organização concedente de estágio sobre a parceria educacional a ser
celebrada e as responsabilidades a ela inerentes.
§1º O termo de parceria, a ser celebrado entre a Faculdade e a organização
concedente de estágio, objetivando o melhor aproveitamento das atividades sócio
profissionais que caracterizam o estágio, deve conter as orientações necessárias a serem
assumidas pelo estagiário ao longo do período de vivência educativa proporcionada pela
empresa ou organização.
§2º Para a efetivação do estágio, faz-se necessário termo de compromisso
firmado entre o aluno e a parte concedente de estágio, com a interveniência obrigatória da
Faculdade e facultativa do agente de integração ou Escola Campo, ou Campo de Estágio.
§3º O estágio realizado na própria Faculdade ou sob a forma de ação
comunitária ou de serviço voluntário fica isento da celebração de termo de compromisso,
podendo o mesmo ser substituído por termo de adesão de voluntário, conforme previsto
no art. 2º da Lei Federal nº 9.608/98, de 18/2/98.
§4º O estágio, ainda que remunerado, não gera vínculo empregatício de qualquer
natureza.
§5º A realização de estágio não remunerado representa situação de mútua
responsabilidade e contribuição no processo educativo e de profissionalização, não
114
115
devendo nenhuma das partes onerar a outra financeiramente, como condição para a
operacionalização do estágio.
§6º A realização do estágio, remunerado ou não, obriga a Faculdade ou a
empresa ou organização concedente, de acordo com o instrumento jurídico firmado, a
providenciar, a favor do aluno estagiário, seguro contra acidentes pessoais, bem como,
conforme o caso, seguro de responsabilidade civil por danos contra terceiros.
§ 7º O seguro contra acidentes pessoais e o seguro de responsabilidade civil por
danos contra terceiros, mencionados no parágrafo anterior, poderão ser contratados pela
organização concedente do estágio, diretamente ou através da atuação conjunta com
agentes de integração.
CAPÍTULO III
DA DURAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 7º A carga horária, duração e jornada do estágio, a serem cumpridas pelo
estagiário, devem ser definida no projeto pedagógico do curso e contemplada na Matriz
Curricular do curso.
§1º A carga horária do estágio profissional supervisionado não poderá exceder a
jornada diária de 6 horas, perfazendo 30 horas semanais.
§2º O estágio profissional supervisionado referente a cursos que utilizam
períodos alternados em salas de aula e nos campos de estágio não pode exceder a jornada
semanal de 40 horas, ajustadas de acordo com o termo de compromisso celebrado entre
as partes.
§3º A carga horária destinada ao estágio é registrada no histórico e demais
documentos escolares do aluno, na forma prevista no Regimento da Faculdade, neste
Regulamento e normas específicas, aprovadas pelo Conselho Superior ou pelo Colegiado
do Curso.
Art. 8º Os estágios supervisionados que apresentem duração prevista igual ou
superior a um ano devem contemplar a existência de período de recesso, proporcional ao
tempo de atividade, preferencialmente, concedido juntamente com as férias escolares.
115
116
CAPÍTULO IV
DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Art. 9º As atividades do estágio supervisionado, nas suas diversas modalidades,
devem conter o seguinte conteúdo mínimo obrigatório:
I.
Estudos, diagnoses e pesquisas das diversas áreas das respectivas profissões;
II. Atividades de observação e participação;
III. Atividades práticas supervisionadas;
IV. Atividades simuladas;
V. Estudos e pesquisas dirigidos para o tema escolhido pelo estagiário, sob a
supervisão docente, para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso;
VI. Seminários, painéis ou eventos similares, para o debate a respeito de temas
atuais;
VII. Visitas orientadas.
Art. 10. O conteúdo programático das atividades do estágio supervisionado será
definido, semestralmente, pelo Colegiado do Curso e registrado no respectivo Plano de
Ensino à época da sua oferta e realização.
Parágrafo único. As normas devem definir, no mínimo, conteúdo e duração de
cada atividade ou tarefa, metodologias a serem adotadas, bibliografia de apoio, processo
de avaliação de desempenho do estagiário e formas de correção de possíveis falhas na
formação acadêmica do educando.
Art. 11. A definição do conteúdo deve levar em conta as mudanças e
perspectivas do mercado de trabalho e o ambiente sociocultural em que o curso é
ministrado.
CAPÍTULO V
DA SUPERVISÃO DO ESTÁGIO E DOS REGISTROS ACADÊMICOS
116
117
Art. 12. Para quaisquer modalidades de estágio, a Faculdade deve designar,
dentre sua equipe de trabalho, um ou mais profissionais responsáveis pela orientação e
supervisão dos estágios.
Parágrafo único. Competem a esses profissionais, além da articulação com as
organizações nas quais os estágios se realizarão, assegurar sua integração com os demais
componentes curriculares de cada curso.
Art. 13. A Faculdade, nos termos do projeto pedagógico do curso, pode, no caso
de estágio curricular obrigatório, possibilitar que o aluno trabalhador que comprovar
exercer funções correspondentes às competências profissionais a serem desenvolvidas, à
luz do perfil profissional de conclusão do curso, possa ser dispensado de até 50% das
atividades de estágio, mediante avaliação do Colegiado e Coordenação do Curso e
Direção da IES.
§ 1º A Faculdade deve registrar, no prontuário escolar do aluno, o cômputo do
tempo de trabalho aceito parcial ou totalmente como atividade de estágio.
§ 2º No caso de aluno que trabalha fora da área profissional do curso, a
Faculdade deve fazer gestão junto ao empregador no sentido de que o estagiário possa ser
liberado de horas de trabalho para a efetivação do estágio curricular obrigatório.
Art. 14. A Faculdade deve planejar, de forma integrada, as práticas profissionais
simuladas, desenvolvidas em sala ambiente, em situação de laboratório, e as atividades de
estágio profissional supervisionado, em condições reais de trabalho, as quais devem ser
consideradas em seu conjunto, no seu projeto pedagógico, sem que uma substitua a outra.
Art. 15. São responsáveis pelo planejamento, organização, realização e
avaliação do estágio supervisionado:
I.
Colegiado do Curso;
II.
Coordenadoria do Curso;
III. Núcleo Docente Estruturante;
IV. Comissão Própria de Avaliação
117
118
Parágrafo único. O Núcleo de Apoio ao Educando poderá participar de
qualquer das fases das atividades de estágio, por solicitação da Coordenadoria do Curso.
Art. 16. A competência e o funcionamento dos órgãos envolvidos nas atividades
supervisionadas estão definidos no Regimento da Faculdade.
CAPÍTULO VI
DOS ESTAGIÁRIOS
Art. 17. São considerados estagiários, para os efeitos deste regulamento, todos
os alunos de cada curso de graduação da Faculdade, matriculados em qualquer das etapas
do estágio supervisionado.
Art. 18. Cabe ao estagiário:
I.
Participar de projetos de iniciação científica, programas de extensão,
trabalhos simulados ou execução de tarefas em situações reais de trabalho;
II.
Realizar todas as atividades programadas, sob a orientação de professor
designado;
III.
Submeter-se a processos de avaliação continuada e global, buscando a
melhoria de seu desempenho acadêmico-científico e de iniciação profissional;
IV.
Auto avaliar sua atuação, como parte do processo de avaliação global de seu
desempenho e da IES;
V.
Apresentar relatórios periódicos, de suas atividades práticas, sob supervisão
profissional-docente;
VI.
Realizar, com zelo, dedicação e espírito profissional, todas as atividades
programadas.
CAPÍTULO VII
DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
Art. 19. O processo de avaliação do estagiário é global e terminal em cada
período letivo.
118
119
Art. 20. O processo de avaliação de desempenho obedece às normas gerais,
estabelecido no Regimento da Faculdade, sendo considerado aprovado o aluno que:
I.
Obtiver conceito A (Aceito);
II.
Tiver conseguido frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento
das atividades programadas.
Parágrafo único. O conceito A é concedido ao estagiário com avaliação global,
no semestre, igual ou superior a sete, na forma estabelecida pelo Colegiado de Curso.
CAPÍTULO VIII
DAS ATIVIDADES EXTERNAS
Art. 21. As atividades de estágio supervisionado podem ser desenvolvidas em
organizações, públicas ou privadas, ou nos próprios laboratórios didáticos e serviços da
Faculdade.
Art. 22. A Coordenadoria de Curso é órgão responsável pelo planejamento,
execução e avaliação do estágio.
Parágrafo único. Quando o estágio for realizado em organizações externas,
cabe à Coordenadoria do Curso emitir parecer para o credenciamento da empresa, escola
ou órgão público, mediante contrato ou convênio.
CAPÍTULO IX
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 23. Este regulamento pode ser alterado a qualquer tempo por indicação da
maioria absoluta do Conselho Superior ou quando a legislação assim o recomendar.
Parágrafo único. As especificidades de estágio de cada curso são disciplinadas
pela Coordenadoria de Curso.
Art. 24. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação.
119
120
8.
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Ao acadêmico será oferecida a oportunidade de elaborar o Projeto Final de Curso, no
7º semestre letivo, quando dos estudos da disciplina Elaboração e Análise de Projetos de
Investimento, momento em que o aluno fará opção pela apresentação de uma temática para
compor o Projeto Gerencial.
Esse projeto final de curso poderá ser apresentado na forma de Monografia, de
Artigo Científico, de Relatório de Estágio ou de Projeto Técnico.
Dependendo da opção do aluno, esse, com o auxilio dos conhecimentos adquirida na
disciplina Metodologia Científica, poderá o seu Projeto.
A inclusão dessa atividade é de suma importância na formação do Administrador que
além de ser um gestor, deverá dominar técnicas que lhe permitam planejar a sua gestão da
maneira eficiente e eficaz e, sobretudo, para a finalização de formação dos alunos,
principalmente porque irá:
a)
verificar sua maturidade em relação a determinados assuntos,
b)
observar sua clareza de raciocínio e objetividade,
c)
sua facilidade de pesquisa,
d)
sua capacidade de análise e síntese de dados e informações e principalmente,
e)
sua coerência verbal na explanação teórica da área de conhecimento escolhida.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser materializado sob a forma de
artigo científico, onde o aluno irá fazer um relato analítico de informações atualizadas sobre
um tema de interesse na área de sua formação, Projeto gerencial ou uma monografia, de
realização individual, devendo ser apresentada a uma banca examinadora, composta pelo
Coordenador do Curso, o Coordenador de Estágio Supervisionado/TCC, o professor
orientador e ainda, dois avaliadores escolhidos pela Coordenação do Estágio supervisionado,
podendo ser:
a)
Professores da própria equipe de estágios supervisionado;
b)
Professores de outras áreas e cursos da Faculdade;
120
121
c)
Professores convidados de outras Instituições de Ensino Superior.
Esta prática proporciona ao aluno uma reflexão crítica dos conteúdos do curso de
Administração e contribui para a consolidação do amadurecimento profissional do
administrador em formação.
O tema do TCC será identificado pelo aluno ao longo dos 7 primeiros semestres
quando já teve a vivência nas diversas atividades desenvolvidas, no contato com os conteúdos
programáticos e nas pesquisas bibliográficas empreendidas.
A escolha do tema deve estar vinculada a uma das áreas ou disciplina do curso,
sendo, entretanto, amplamente desenvolvido na disciplina Elaboração e Análise de Projetos de
Investimento, quando estará sendo orientado diretamente pelo professor na finalização do
trabalho.
Caso o aluno opte por escrever uma Monografia ele deverá cumprir as normas
regulamentares do TCC. O TCC será liderado por um Coordenador, nomeado e acompanhado
pelo Coordenador do Curso, tendo como atribuições:
1.
Gerenciar a aplicação do Regulamento do TCC do curso;
2.
Encaminhar à Coordenação do Curso de Administração propostas de alterações
do regulamento do TCC do curso feitas pelo Colegiado;
3.
Definir os professores orientadores que irão acompanhar as atividades do TCC;
4.
Acompanhar e Nortear os professores na condução dos processos de orientação
5.
Encaminhar à Coordenação do Curso de Administração a relação dos
de TCC;
professores e das horas-aula despendidas com orientação específica e alterações ocorridas ao
longo do semestre;
6.
Solucionar problemas de alunos e/ou professores relacionados a TCC;
7.
Organizar e estabelecer convênios com empresas afins para que os alunos
possam estagiar;
8.
Organizar as bancas examinadoras;
121
122
9.
Receber três cópias do TCC e mídia eletrônica (CD), dentro do prazo previsto,
avaliado pelos Orientadores, e encaminhá-las aos membros das bancas;
10.
Responsabilizar-se
pelo
arquivamento
dos
documentos
de
Estágios
Supervisionados e TCC em mídia eletrônica;
11.
Encaminhar o resultado final à Secretaria de Geral, através da pauta.
Caberá ao professor orientador do TCC nortear os alunos no desenvolvimento dos
trabalhos, de forma a proporcionar-lhes o pleno desempenho de valores inerentes à realidade
da profissão e ao tema que esta sendo pesquisado. Ele deverá:
1.
Orientar aos alunos nas atividades referentes à elaboração do TCC;
2.
Supervisionar as versões parciais e finais do TCC dos alunos sob sua
responsabilidade;
3.
Efetuar o controle de frequência e atividades dos alunos sob sua orientação;
4.
Apresentar o Regulamento do TCC aos alunos;
5.
Realizar a orientação dentro do horário e local estabelecido pela coordenação
6.
Avalizar, mediante observação de aprovação, em cada cópia do CC para
de TCC;
apresentação em Banca Examinadora;
7.
Passar os trabalhos monográficos pelo teste do farejador para verificação de
8.
Cumprir o cronograma para atendimento dos alunos;
9.
Planejar, controlar e cumprir as obrigações inerentes ao TCC;
10.
Participar das reuniões para as quais for convocado.
plágio;
Somente poderá realizar o TCC o aluno que tiver cumprido todos os pré-requisitos
exigidos pela Faculdade JK em sua matriz curricular do curso. Atendido essas etapas, são
atribuições do aluno para a realização do TCC:
122
123
1.
Tomar conhecimento da política do TCC e sua sistemática, através do
Coordenador do TCC e do Orientador;
2.
Frequentar as aulas de orientação e cumprir o cronograma de apresentação das
etapas solicitadas pelo orientador de TCC;
3.
Elaborar o projeto do TCC e encaminhá-lo ao Professor Orientador para a
aprovação;
4.
Cumprir todas as atividades do TCC conforme o previsto no Projeto, e dentro
do cronograma estabelecido pelo orientador;
5.
Encaminhar o TCC ao Orientador, dentro do prazo previsto;
6.
Entregar 3 (três) cópias coloridas e mídia (CD) do TCC aprovado pelo
Orientador, com a devida observação de aprovação em cada cópia, ao Coordenador de TCC,
de acordo com o Regulamento, para encaminhamento a banca examinadora;
7.
Apresentar o TCC perante a Banca Examinadora, em data estipulada pela
Coordenação;
8.
Reformular o TCC de acordo com as indicações da Banca Examinadora,
quando for o caso;
9.
Entregar versão final do TCC ao Coordenador de Estágio e TCC dentro do
prazo previsto acompanhado de mídia (cd) com um único arquivo;
10.
O não cumprimento de qualquer dos prazos de entrega do TCC será
considerado como desistência e não caberá qualquer recurso ou reclamação.
Com essa configuração a Faculdade JK entende estar flexibilizando a realização de
estudos articulados com bases tecnológicas que, embora as DCNs do curso não preveja o
TCC como elemento obrigatório, se oferece por compreender a importância das atividades
para o perfil do egresso.
123
124
9. INSTALAÇÕES FÍSICAS
9.1.
Nº
1
Descrição das Instalações Físicas
IDENTIFICAÇÃO
Empresa Junior/Escritório
Modelo/Agência Experimental
DESCRIÇÃO
50 m2, capacidade p 50 alunos, destinada à práticas
dos cursos de administração, publicidade e sistemas,
em turnos
340 m2 de área para biblioteca com espaço para estudo
2
Biblioteca Altivo Ferreira de Castro
em grupo e estudo individual, acervo, sala de
processos e sala de bibliotecária.
3
Área de Lazer JK
4
Estacionamento
6.000 m2 de jardins e área verde, com bancos jardins e
toldos para uso dos discentes.
Privativo para docentes no interior da IES e em área
pública para os discentes
Área cedida para empresa terceirizada para atuação na
5
Área de reprografia
área de xerografia e fotocópias para atendimento
exclusivo á comunidade acadêmica
100m2, espaço dotado de gichês para atendimento aos
6
CAA-Centro e Atendimento ao
alunos, com sala reservada para assuntos de secretaria
Aluno
acadêmica e financeiro. Atende em um só local as
demandas dos alunos por informações em geral.
Uma sala de 50m2 , dividida em cinco nichos,
7
Salas de Coordenação
destinados ao trabalho dos coordenadores.
A separação entre eles é feita por divisórias, o espaço
tem boa ventilação(ar condicionado), boa iluminação e
124
125
Nº
IDENTIFICAÇÃO
DESCRIÇÃO
limpeza.
As mesas são dispostas de forma a se manter a
privacidade de cada coordenador.
16 m2 de área para uso dos empregados do corpo
8
Copa
técnico administrativo e serviços gerais para lanche e
alimentação. Dotada com geladeira, fogão e
microondas.
9
Espaço da CPA e Associação dos
20m2 destinados aos trabalhos da CPA e da
Egressos
Associação de Egressos em dias alternados.
Espaço demarcado por balcão de atendimento provido
10
Espaço para atendimento FIES
de computadores, com wireless, destinado
especificamente ao atendimento do aluno FIES
11
12
Espaço para manutenção de TI
Gabinetes de Docente
20m2 destinados aos trabalhos de manutenção da rede
de informática e telefonia da IES. Recuperação de
hardwares
60m2 destinados a trabalho dos docentes de tempo
parcial e integral. Espaço delimitado por mesas de
trabalho individual, separadas por divisórias.
O local tem boa ventilação (ar condicionado), côa
iluminação e limpeza.
Hall de entrada da IES
300 m2 utilizado para apresentações culturais e
exposições
14
Laboratório de Anatomia
Espaço dotado de armários, cadeiras e bancadas ,
suprido de peças anatômicas destinados aos cursos de
saúde pleiteados pela IES.
15
Laboratório de Áudio
Área com revestimento acústico para funcionamento
da Rádio criada pelos alunos de PUB usada para
gravações de mensagens, DVDs para a comunidades
13
125
126
Nº
IDENTIFICAÇÃO
DESCRIÇÃO
acadêmica e para a comunidade local.
16
Laboratório de citologia/histologia
70 m2 Laboratório com pias, dotado de microscópios
data show e telão destinados aos cursos de saúde
pleiteados pela IES.
17
Laboratório de Enfermagem
80 m2 laboratório dotado de pias, suprido de camas e
bonecos anatômicos simulando ambiente hospitalar,
destinado aos cursos de saúde pleiteados pela IES
18
Laboratório de Fotografia
64 m2 espaço com máquinas, sombrinhas de
sombra/luz e fundo infinito para aulas de fotografia.
19
Laboratórios de Informática
Duas salas de 40 m2 cada uma dotados de
computadores ; uma com sistema Linux para atender
ao Curso de Sistemas de Informação e uma de 40
máquinas com o pacote Office /Adobe para atender ao
Curso de Publicidade e Propaganda
20
Laboratório de imagem e som
90m2, sala com gravadores, computadores, ilhas de
produção/edição, filmadora e telão para uso dos
alunos.
21
Lanchonete JK
76 m2 de área coberta, com balcão de atendimento,
dotado de freezer, forno micro-ondas, para venda de
lanches aos membros da comunidade acadêmica.
22
Quadra de Esportes
1852 m2 de quadras para prática de esportes
23
Sala de Atendimento
Psicopedagógico e Psicológico
30 m2 de espaço dotado de cadeiras, armário, pufs,
computador com wireless, para atendimento aos
discentes.
Sala de professores
40m2 de sala dotada com computadores, impressora,
escaninho, mesa e sofá, para uso dos docentes nos
intervalos e para preparação de material didático
quando necessário.
24
Dois blocos de salas de aula.
25
Salas para aulas presenciais
Bloco A = 17 salas
Bloco B = 12 salas
126
127
Nº
26
IDENTIFICAÇÃO
DESCRIÇÃO
Salas para estudo em grupo
Duas salas dentro da biblioteca para uso dos alunos
27
Setor Administrativo JK
Área utilizada para atendimento aos discentes e
docentes, complementando o atendimento já
ministrado no CAA-Centro de Atendimento aos
Alunos.
28
Sala de multimeios/multimídia
50m2 dotada de computadores, telão datashow, TV.
127
128
10. COORDENAÇÃO DO CURSO
10.1. DADOS DO COORDENADOR
A coordenação do curso de Administração tem caráter executivo e atua em
consonância com o conselho de curso, com o NDE e com outros órgãos que constituem a
estrutura organizacional da Faculdade JK. Para exercer a função de coordenador do curso de
Administração o profissional deverá ter a formação superior em Administração, experiência
profissional no ramo administrativo, experiência no magistério superior e experiência em
gestão de instituições de educação.
Observando estas premissas o coordenador do curso de administração, atual,
Professor Mestre Wilson Lopes de Lima, é Bacharel em Administração de Empresas, com
Mestrado em Engenharia de Produção e Sistemas. Possui vivência nas áreas de ensino,
comercial, produção e assessoria. Nos seus mais de 39 anos de atuação profissional,
acumulou significativa experiência na coordenação de cursos, gestão de equipes de vendas e
consultoria.
Experiência profissional do coordenador:

Trinta e quatro anos de experiência profissional dentro de estruturas voltadas para o
desenvolvimento e gestão de negócios e de pessoas.

Diretor e coordenador acadêmico em instituições de ensino superior;

Professor visitante no Departamento de Administração da UnB.

Consultor e instrutor do SEBRAE-DF.

Intensa atividade acadêmica nas seguintes faculdades: Fundação Getúlio Vargas,
IESB, Universidade Católica de Brasília, Iesplan, Icesp, Uneb, UniCeub.

Experiência em EAD no CEAD/UnB, SENAC-DF e UNIEURO, como tutor e gestor.

Consultor Sênior da Sucesso Desenvolvimento Organizacional.

Criador e responsável técnico do sítio: www.euvoutersucesso.com.br.

Foi empresário do ramo de comunicação, vendas e marketing.

Oito anos como Assessor em empresa pública – EMATER/DF.
128
129

Participação, em nível de gerência, na montagem de estruturas organizacionais, na
definição e acompanhamento do planejamento estratégico, projetos e planos de
negócios em empresas públicas, empresas nacionais e multinacionais.

Especialista na elaboração de Planejamento Estratégico, Organizacional e de
Marketing para empresas públicas e privadas.

Experiência em: projetar, lançar, posicionar e reposicionar produtos e serviços
estrategicamente no mercado.

Assessoria Parlamentar para entidade patronal de âmbito nacional - ABCDT .

Sucesso na coordenação de ampla rede de canais de distribuição em organizações de
porte nacional - ROBERT BOSCH DO BRASIL.

Coordenação de equipes de negócios e de comunicação de marketing em empresas
privadas, participando da implantação/revisão de métodos e sistemas de gestão mais
adequados à estrutura interna e ao mercado.

Excelente resultado obtido por meio da coordenação de equipes de vendas e de
marketing.

Editor responsável e redator de informativos para várias empresas e jornais de
negócios.

Costa e Lopes Comunicação Empresarial - Sócio Gerente. Empresa de comunicação e
marketing. Elaboração e implantação de projetos gerenciais, de marketing, vendas e
comunicação. Implantação de projetos de comunicação no Aeroporto Internacional de
Brasília.
Assessoria e consultoria organizacional, de comunicação, vendas e
treinamento gerencial a diversas empresas em Brasília. Edição e comercialização de
jornal dirigido à área empresarial denominado JORNAL DE NEGÓCIOS, com 12
edições.
Experiência docente do coordenador:
O coordenador do curso de Administração é professor com vinte e cinco anos de
experiência em docência de nível superior, em cursos de graduação e pós – graduação,
129
130
ocupando cargos de diretor e coordenador. Alguns pontos a destacar na trajetória acadêmica
do coordenador:
2015/Até o momento
FACULDADE JK – Coordenador do curso de Administração. Professor das disciplinas:
Estágio Supervisionado e Gestão da Qualidade e Produtividade.
2012/Até o momento (licenciado)
IESPLAN - Professor do curso de Administração: Gestão de Processos, Planejamento
Estratégico, Gestão Ambiental e Orientador de Monografia.
2010/Até o momento
SEBRAE – Instrutor e palestrante de cursos na área de gestão: Técnicas de Vendas,
Planejamento, Atendimento ao Cliente e Planejamento Estratégico Empresarial.
2010/2012
UDF- Professor do curso de Administração e curso de CST em Gestão Pública com as
disciplinas: Adm. da Produção e Material, Teorias de Adm., Estratégias e Gestão de
Negócios, Administração, Rede e Alianças Estratégicas e Orientação de TCC.
UNICESP – Professor do curso de Administração e responsável por atividades de pesquisa e
extensão. Disciplinas lecionadas: O.S&M; Marketing, Gestão de Projetos, Gestão de
Orçamento. Orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso.
2010/2011
UNIVERSA Escola de Gestão – Professor do Curso de Pós Graduação Lato Sensu em MBA
Gestão em Organizações Contemporâneas. Disciplinas lecionadas: Comportamento
Organizacional e Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso.
2007/2008
FACULDADE SENAC - Professor do curso de Tecnologia em Gestão Comercial – Matéria:
Princípios de Marketing ; Comercialização e Atendimento, tutor em EAD.
2005/2010
UNIEURO – Coordenador dos Cursos Superiores de Tecnologia em: Gestão de Recursos
Humanos, Gestão Financeira, Gestão Hospitalar, Gestão Pública, Marketing, Negócios
130
131
Imobiliários e Processos Gerenciais; Coordenação de EAD. Professor dos cursos de
Administração, Marketing, Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Disciplinas: Gestão de
Preços, de Produtos, de Projetos, de Empreendedorismo, Qualidade Total, Introdução a
Administração, Administração de Vendas, Marketing, Orientação de Estágio e Orientação de
Trabalho de Conclusão de Curso.
2005/2006
CEAD / UnB - Tutor do curso de MBA para o Banco do Brasil.
UniCEUB - Professor. Curso de Turismo e de Administração. Matérias de gestão e
orientação de monografia.
UNACON – União Nacional dos Analistas de Controle – Assessoria técnica para implantação
de estrutura de Educação Corporativa.
2003/2004
FACULDADE BRASÍLIA - Coordenador do Curso de Administração e Professor. Matérias:
Introdução à Administração, Teoria Organizacional, Gestão da Qualidade, Gestão de Vendas
e Estágio Supervisionado.
2003
AEUDF – Professor. Matéria: Administração Mercadológica e Orientação de Monografia.
FACULDADE ALVORADA – Diretor Acadêmico.
2001/2002
IESB – Professor. Matérias: TGA I e II; Análise Organizacional; Marketing e Vendas;
Marketing Turístico; Gestão da Qualidade; Comunicação Empresarial, Vendas e Orientação
de Monografia. Coordenador do preparatório para o Provão.
FACULDADES PLANALTO – Professor. Matéria: Administração de Marketing.
Orientador de Monografia.
UNIP/ CESUBRA - Professor. Matérias: Comunicação Empresarial e Administração de
Marketing.
1999/2000
131
132
UNEB – Coordenador das Unidades de Taguatinga e da Asa Norte. Professor. Matérias:
Marketing; Planejamento Estratégico e Administração Estratégica. Orientador de Estágio.
UnB/CESPE – Coordenador de Curso de Mestrado em Economia.
FGV MANAGEMENT – Professor do Curso: MBA em Gestão da Qualidade de Serviços.
Matéria: Administração do Atendimento. Orientador de Monografias.
1995- UnB – Departamento de Administração – Professor Visitante. Matérias: Administração
de Marketing, Administração de Vendas e Gerência de Produtos.
1981/1984 e 1987/1989
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA – Professor das disciplinas: Administração
de Marketing, Administração de Vendas, TGA - I e II e Orientação de Monografia.
1987/1988
FGV - Coordenador e Professor do Curso de Marketing para Empresas Públicas (Pós–
Graduação) e professor das matérias: Planejamento Estratégico e Introdução ao Estudo de
Marketing.
INSTITUTO PROCESSUS – Professor de várias matérias de Administração Pública, com
elaboração de apostilas, no período de 2001 a 2008.
ESAD/MBA- Escola de Administração e Negócios. Professor. Matérias: Gestão da
Qualidade, Gestão de Pessoas, Planejamento Estratégico, Liderança e Gestão Estratégica de
Serviços. Período: 2000 até 2014.
Regime de trabalho e carga horária dedicada ao curso
Coordenador trabalha em regime de tempo integral (40 horas semanais), sendo 26
horas dedicadas à gestão do curso e as outras 14 horas em sala de aulas e outras atividades
acadêmico-pedagógicas.
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11. CORPO DOCENTE
10.1 Composição do Colegiado
A Faculdade JK tem se empenhado em constituir e manter em atividade um corpo de
professores que, além de ser portador dos requisitos de qualificação formal necessários ao
exercício do magistério superior, apresente os compromissos, as competências, as habilidades
e as atitudes apontadas a seguir:
a)
Comprometimento com a formação profissional e cidadã do estudante;
b)
Habilidade para relacionar-se com o estudante, motivá-lo para os estudos e
ajudá-lo a superar dificuldades com que possa defrontar-se;
c)
Competência para dialogar com os demais docentes e com eles compatibilizar
os conteúdos programáticos das disciplinas e colocar em evidência a interdisciplinaridade dos
assuntos do curso;
d)
Disponibilidade para ouvir o estudante e orientá-lo quanto aos estudos;
e)
Sensibilidade para perceber as necessidades do estudante;
f)
Habilidade para ajudar o estudante a relacionar as teorias e os conceitos a
situações reais;
g)
Procura permanente de novos conhecimentos e desenvolvimento de suas
habilidades docentes.
A convicção de que o corpo de professores é essencial para a qualidade do ensino
sugere à Faculdade que seja formulada e posta em prática uma política permanente de
valorização docente, a qual deve abranger medidas como as alinhadas a seguir:
a)
Manutenção de um programa de estímulo à capacitação profissional dos
professores, com o objetivo de elevar-lhes a capacidade de desempenho das funções de
ensino, pesquisa e extensão;
b)
Prestação de apoio didático, material e de outra ordem aos docentes no
desempenho de suas atividades;
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c)
Seleção de candidatos à docência com base nos títulos acadêmicos e tendo-se
em conta suas experiências e realizações profissionais nas áreas em que irão atuar;
d)
Progressão na carreira docente com base em requisitos de qualificação;
e)
Remuneração compatível com as melhores práticas do mercado;
f)
Uso da avaliação de desempenho como fonte de informação para que o
professor possa avaliar a própria atuação e reorientá-la nos aspectos em que for necessário.
Como instrumento de orientação das medidas de valorização e aperfeiçoamento dos
professores, o processo de avaliação focaliza múltiplas dimensões do exercício acadêmico: o
profissionalismo, que se traduz no acatamento às normas da JK, como as relativas a horários,
prazos e outras concernentes ao funcionamento regular do curso; o cumprimento dos planos
de ensino; a adequação das técnicas de ensino e procedimentos didáticos utilizados; a
interação com os estudantes; o interesse na execução de atividades de pesquisa e extensão; os
esforços de aprimoramento profissional; a produção e publicação de trabalhos técnicos; e
outros aspectos.
O Corpo Docente do Curso é constituído por todos os professores que nele atuam.
A admissão do pessoal docente é feita pelo setor de recursos Humanos da
Mantenedora, por indicação do Diretor da Unidade, ou do Diretor Geral ou do Coordenador
de Curso, obedecidos os seguintes dispositivos:

O candidato tenha se inscrito no Banco de Talentos;

O selecionado apresente a documentação de contratação completa, nos termos

O selecionado possua a habilitação profissional comprovada quanto à
legais;
experiência e a formação acadêmica na área de conhecimento que vai atuar;

O classificado ministre aula-demonstrativa de habilidades e conhecimento para
a Comissão de Seleção e/ou Coordenador do Curso;

O contratado apresente a Carteira Profissional, o Atestado de Saúde
Admissional no ato da assinatura do contrato;
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
Que empregado mantenha atualizado semestralmente, o Currículo Vitae na
Plataforma Lattes;
Na distribuição da carga horária é observada, de forma rigorosa e criteriosa, a
adequação da titulação, a formação, a experiência profissional relevante na área e o perfil do
docente aos conteúdos programáticos dos componentes curriculares que lhes são atribuídos.
O docente ainda deverá pesquisar referências bibliográficas aplicadas aos seus
conteúdos, redigir o Plano de Ensino e desenvolver o Planejamento previsto no Projeto
Pedagógico do Curso e no Projeto Pedagógico Institucional da IES.
Considerando a experiência profissional no magistério superior como forte aliada no
desenvolvimento das atividades dos cursos superiores, a JK busca estabelecer parâmetros para
contratação de docentes que consideram a efetiva experiência do educador.
Além disso, se impõe de extrema relevância a participação de professores que
concluíram a graduação há pouco tempo, porém especializados, com novas ideias, ávidos por
aprender continuamente e sistematizar o conhecimento apreendido durante sua formação.
Nesses casos, são estabelecidas estratégias que viabilizem a continuidade na formação
acadêmica e profissional do educador.
Acredita-se que o equilíbrio entre estas duas vertentes contribui eficientemente para a
sinergia entre a formação qualitativa e a postura reflexiva dos alunos do JK.
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2015.1
CORPO DOCENTE DE ADMINISTRAÇÃO
Brasília – DF
136
137
IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTENEDORA
Nome:
Prime Educação Superior LTDA.
CNPJ:
09.508.124/0001-57
End.:
SCS Qd 08 - Bl. B-50 - 8º Andar - Ed. Venâncio 2000
Cidade:
Brasília
Fone:
UF:
DF
CEP:
72405370
Fax:
61) 32011752
E-mail: Presidente
61) 3214-0102
[email protected]
IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) MANTIDA
Nome:
Faculdade Jk – ASA NORTE
Ato Regulatório
Portaria MEC nº 381 de 20.03.2008, publicada no DOU de 25.03.2008
Portaria nº 1671, de 14 de outubro de 2010
Processo de Recredenciamento nº
Endereço
Código 57124
Unidade
Av. W5, SGAN, Quadra 913, Conj. A, Lote B, - Asa Norte
Agrupador
Código 23096
Cidade:
Fone:
Brasília
UF:
DF
(61) 3272-0707
E-mail: (PI)
CEP:
70790-130
Fax:
patrí[email protected]
137
(61) 3214-0102
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REDE DE ENSINO JK
Presidente
Claudio Vieira Baptista
MANTENEDORA
Claudio Júnio Caixeta Vieira
Sumaya Aissami
Leonardo da Costa Borges
DIRETOR EXECUTIVO
Teobaldo Rivas
DIRETOR GERAL DA FACULDADE
Eduardo Parente
DIRETOR DA FACULDADE
Gilza Bernardes
138
139
CORPO DOCENTE DE ADMINISTRAÇÃO
Nº
NOME COMPLETO
CPF
Antônio Alcides Rocha dos Santos
05
507.727.917-91
Contabilidade
Especialista
H
Sociologia
Doutor
Sociologia
Elton Heringer
026.220.287-50
P
Administração
Especialista
Teoria Geral da Administração I
Graziele Araujo Moura
026.604.381-02
P
Gestão do Agronegócios
Mestre
Gestão da Cadeia de Suprimentos
e CE.
Especialista
Administração de Recursos
Humanos/ Comportamento
Organizacional/ Gestão e
Estratégias em Recursos Humanos
Kyssya Karina Brito Alexandre
P
Psicologia
023.736.734-36
06
07
Disciplinas
Fundamentos de
Informática/Contabilidade
Geral/Análise de Investimentos/
Contabilidade Gerencial
239.482.303-82
02 Carlos Ângelo de Menezes Sousa
04
FORMAÇÃO ACADÊMICA TITULAÇÃO
P
01
03
RT
Lucineide Alessandra Miranda da Cruz
635.609.921-68
H
Ciências Econômicas
Mestre
Trabalho de Conclusão de Curso.
Marcelo Gonçalves B de Santana
286.102.131-91
H
Matemática
Especialista
Matemática/ Matemática
Financeira/ Estatística.
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08
09
10
11
12
Marcio Adriano Matos de Oliveira
P
568.123.455-04
Ciências Militares
Marcus Vinicius Cardoso Filgueiras
150.247.501-44
P
Ciências Econômicas
Nelson Mauro Neto
442.599.647-04
H
Administração
Paulo Roberto Falcão de Araujo
606.971.301-00
H
História
Pedro Henrique Sousa Freitas
I
Administração
Mestre
Mestre
Fundamentos de Economia/
Métodos Quantitativos.
Mestre
Administração de Recursos
Humanos
Doutor
Ética
Especialista
Administração Mercadológica/
Negociação e Gestão de Conflitos/
Plano de Negócios/Criatividade e
Inovação/ Fundamentos de
Marketing.
011.690.211-66
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14
15
16
Administração de Recursos
Orçamentários e Financeiros/
Teoria de Planejamento.
Rodrigo Rosa da Silva Cruvinel
013.224.791-78
H
Publicidade e Propaganda
Mestre
Gestão de Projetos
Rogerio Aparecido Silva
741.049.267-87
H
Ciências da Computação
Mestre
Administração de Materiais e
patrimônio.
Rogério Galvão de Carvalho
358.178.791-15
H
Ciências Econômicas
Mestre
Estratégias Econômicas/ Jogos de
Empresas.
Sergio Jacques Jablonski
800.117.309-78
I
Psicologia
Doutor
Psicologia.
140
141
17
18
Sergio Ricardo Franco Vieira
038.137.687-75
Tânia Maria Soster Santos
P
Psicologia
Mestre
Projeto TCC/ Estágio
Supervisionado.
P
Direito
Especialista
Introdução ao Direito Público e
Privado/ Responsabilidade Social e
Meio Ambiente/ Direito
Tributário/ Legislação Social e do
Trabalho.
162.226.602-15
19
20
21
Tetsu Koike
675.734.014-34
P
Engenharia
Doutor
Logística.
Valeria Macedo Abreu Heringer
033.881.927-40
P
Letras/ Vernáculo/ Inglês
Especialista
Metodologia Científica/ Leitura e
Produção de Textos.
Wender Freitas Reis
H
Administração
Mestre
Análise Organizacional/
Administração de Sistemas de
Informação/ Mercadologia
Avançada.
I
Administração
Mestre
Teoria Geral da Administração II/
Estratégia Empresarial.
006.173.276-10
22
Wilson Lopes de Lima
297.740.637-91
141
142
INDICADORES
REGIME DE TRABALHO
QUANTIDADE
PERCENTUAL
Integral
3
14%
Parcial
10
45%
Subtotal
13
59%
Horista
9
41%
Total
22
100%
QUANTIDADE
PERCENTUAL
Doutor
04
18%
Mestre
11
50%
Stricto Sensu
15
68%
Especialista
07
32%
Total
22
100%
TITULAÇÃO
142
143
12. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO
Conforme legislação pertinente o Núcleo Docente Estruturante – NDE é composto de
cinco professores do corpo docente do curso, incluindo o Coordenador do mesmo. Todos
qualificados, com titulação do Stricto Sensu, vinculados formalmente a Faculdade JK e
atuantes.
O Núcleo Docente Estruturante – NDE é um órgão diferenciador da qualidade do
ensino desenvolvido na IES, responsável pela formulação do Projeto Pedagógico do Curso –
PPC, sua implementação e desenvolvimento, sendo ele constituído de 5 professores com o
seguinte perfil:

Com titulação em nível de pós-graduação stricto sensu;

Contratados em regime de trabalho que assegure preferencialmente dedicação
plena ao curso;

Com experiência docente comprovada.
O Núcleo Docente Estruturante tem o docente como principal articulador entre o
currículo, a educação, o ensino, o aprendiz e a sociedade, ainda, como função precípua:

Contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso do

Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
Curso;
de ensino constantes no currículo;

Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso, além de zelar
pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação.
143
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ATO DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
A Faculdade JK - Unidade Asa Norte, localizada na SGAN Quadra 913, Conjunto A,
Lote B, Asa Norte - Brasília/DF, CEP 70790-130, Credenciada pela Portaria MEC nº 381 de
20 de março de 2008, publicada no D.O.U. nº 57, de 25 de março de 2008, combinada com a
Portaria no 1.671 de 14/10/2010, mantida pela FAESP – Faculdades Euro Brasileiras para
Educação Superior Privada LTDA - ME, Pessoa Jurídica de Direito Privado, com registro no
CNPJ, Nº 04.244.832/0001-04, em atendimento ao Parecer CONAES nº 04, de 17/06/2010 e
Resolução CONAES nº 01, de 17/06/2010;
RESOLVE:
Designar os docentes abaixo para compor o Núcleo Docente Estruturante – NDE do
Curso de Bacharelado em Administração:
Nome
CPF
Wilson Lopes de Lima
297.740.637-91
Graziele Araújo Moura
026.604.381-02
Marcio Adriano Matos
de Oliveira
568.123.455-04
Graduação
Administração
Gestão do
Agronegócios
Ciências
Militares
Titulação
Função
Regime de
Trabalho
Mestre
Coordenador
RTI
Mestre
Membro
RTP
Mestre
Membro
RTP
Elton Heringer
026.220.287-50
Administração
Especialista
Membro
RTP
Marcus Vinícius
150.247.501-44
Economia
Mestre
Membro
RTP
144
145
Filgueiras
Tetsu Koike
675.734014-34
Engenharia
Doutor
Membro
RTP
Brasília, 18 de março de 2015.
________________________
Coordenador do Curso
_________________________
Diretor Geral da IES
145
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13. ATO AUTORIZATIVO
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