Hospital Albert Einstein: autossuficiência energética com geradores

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Hospital Albert Einstein: autossuficiência energética com geradores
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Nº 52 | ANO 10 | OUTUBRO/NOVEMBRO/DEZEMBRO 2009 | UMA REVISTA DO GRUPO SOTREQ
Hospital
Albert Einstein:
autossuficiência
energética
com geradores
Caterpillar
■ Entrevista:
especialistas
falam das perspectivas do
setor florestal no Brasil
■A
reintrodução
dos martelos hidráulicos
no mercado nacional
GRUPO GERADOR 3516C DE UM DOS MAIORES HOSPITAIS DO BRASIL
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12/3/09 2:07 PM
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Uberlândia: (34) 3236-6300 • São José do Rio Preto: (17) 2138-8500 • Araçatuba: (18) 2102-7900 • Cuiabá: (65) 2121-1400
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2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa
e de produto usadas aqui são marcas registradas Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
AdSotrec -escolha.indd 1
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SUMÁRIO
Hospital com toda a energia
Não dá para imaginar um hospital sem vida própria em termos de energia elétrica.
Afinal, na eventualidade de uma interrupção de fornecimento, todos os equipamentos
precisam continuar funcionando para atender os pacientes sem sobressaltos. Para
evitar esse risco, o Hospital Albert Einstein, de São Paulo, conta com grupos geradores
Caterpillar capazes de proporcionar a autossuficiência de energia em suas instalações,
conforme mostra a reportagem de capa desta edição.
Modelos de geradores como 3516C, 3516B e C27 são capazes de fornecer 14,1 kVA,
bem acima da demanda atual do Albert Einstein, de 4 mil kVA, e que subirá para 6 mil
kVA quando os três novos prédios do hospital estiverem concluídos, em 2012. Seria o
bastante também para abastecer uma cidade de 20 mil habitantes.
A Revista ELO entrevistou ainda dois especialistas do mercado florestal no país:
Bernardo de Vasconcellos, presidente da Associação Mineira de Silvicultura, e Paulo
Sadi Silochi, diretor operacional da ArcelorMittal Bioenergia. Eles revelam que, passado o momento mais agudo da crise, o setor está pronto para receber novos investimentos e retomar a curva do crescimento.
elo
ANO 10 - Nº 52 - OUTUBRO/NOVEMBRO/DEZEMBRO 2009
www.revistaelo.com.br
Revista de circulação trimestral editada pelo Grupo
Sotreq S.A. (organização Caterpillar), dirigida aos
usuários de equipamentos e de veículos de carga dos
segmentos de construção pesada e civil, mineração,
industrial, florestal, petrolífero, agropecuário, energia,
movimentação de materiais, locação, navegação, manutenção e serviços públicos.
Gerência Geral
Paulo César Furtado Moura
Gerente Corporativo de Inteligência de Mercado
Coordenação Geral
Claudia Silveira Vale
Gerente de Marketing
[email protected]
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Juliana P. Araújo Silva Vidal
Analista de Comunicação
4
CAPA Ao investir em grupos geradores
8
[email protected]
24
CONSTRUÇÃO Em Marabá/PA,
CONSTRUÇÃO Locação de
26
AGRICULTURA Com a minicarregadeira
Caterpillar 232B2, a Orgânicos Poços de
Caldas atua no mercado de adubos
10
MINERAÇÃO M&R Process reúne
28
CONSTRUÇÃO Obras de pavimentação
11
INSTITUCIONAL Sotreq marca
30
CONSTRUÇÃO Com máquinas
12
CONSTRUÇÃO Construtora Colorado
32
14
SOMOV Empilhadeiras Hyster
MOTORES Parceria entre Perkins
e MDPower se prepara para a era
dos motores eletrônicos
34
CONSTRUÇÃO Leão Engenharia
36
INSTITUCIONAL Água reutilizada na
38
CONSTRUÇÃO Skava Minas reforça
sua frota para focar a atuação
nos segmentos de terraplenagem e
de limpeza industrial
Diretor Roberto Muylaert
Diretora Marília Muylaert
Publisher e Editor Roberto Muylaert
Diretor de Redação Mário Sérgio Venditti
Redação André Cid, João Guimarães,
Maria da Penha D. B. de Moraes
Revisão João Hélio de Moraes
Colaboradores Braulio Betônico (Agência
Betônico), Décio Costa, Eduardo Lobo, Ernesto
Klotzel, Flávio Almeida, Golby Pullig, João Gabriel
Pinheiro Chagas Freitas, Nathália Valadares, Sergio Caldeira, Rodrigo Cabral (Eko Comunicação),
Thiago Foresti, Thiago Inácio, Wagner Moraes
(textos); Antonio Larghi, Ivan Carneiro, Leiziane
Bedim, Marcelo de Deus, Mario Castello, Priscilla
Torres, Renato Vicentini, Sergio Caldeira (fotos)
Arte, Design e Publicidade
Maria Giani Pinho de Souza, Paula da Silva
Sperandio, Rodney Monti
Departamento Comercial
Marília Muylaert (Diretora Executiva)
Coordenadora
Maria Natália Dias
Administração
César Luiz Pereira (Diretor Administrativo)
Daniela Cristina Sierra de Paula
RMC EDITORA LTDA
Rua Deputado Lacerda Franco, 300
19º andar – 05418-000 – São Paulo/SP
Tel.: (11) 3030-9360 – Fax: (11) 3030-9370
16
Sotreq, o Hospital Albert Einstein ganha
autossuficiência em energia elétrica
equipamentos garante o crescimento
da Terra Construções
práticas mundiais de manutenção de
máquinas que operam em minas
presença na Exposibram
participa de obra na BR-364, no Acre
são as máquinas mais desejadas
no mercado de seminovas
ENTREVISTA Bernardo de
Vasconcellos, da Associação Mineira
de Silvicultura, e Paulo Sadi Silochi,
da ArcelorMittal Bioenergia, falam
do mercado florestal no Brasil
a CMT Engenharia duplica trecho de
6 quilômetros da Transamazônica
da Constil ajudam a melhorar o
transporte de carga em Mato Grosso
Caterpillar, a Sobrita Industrial quer
aumentar a produção mensal
opta por máquinas multifuncionais
para suportar o rigor das obras
filial do Grupo Sotreq em Contagem/MG
preserva recursos naturais
19
CONSTRUÇÃO Com a aquisição da
20
CONSTRUÇÃO Buriti Imóveis comanda
40
INSTITUCIONAL Em 55 anos de Brasil,
a Caterpillar se transformou em umas
das maiores exportadoras do país
22
PRODUTO Caterpillar e Sotreq reintroduzem martelos hidráulicos no Brasil
42
MÁQUINAS USADAS Amazon já
Construtora Mineira de Obras (CMO),
a Sobel se dedica à logística industrial
obras de um complexo residencial para
40 mil pessoas em Parauapebas/PA
vislumbra as obras da Copa do Mundo
ERRATAS
No editorial da edição 51 (“O crescimento da Yamana”), onde se lê na sexta linha “ampliar a movimentação de concentrados de 16 milhões para 32 milhões de toneladas”, o correto é “ampliar a movimentação de minérios”.
■ Na reportagem de capa (“Expansão de ouro da Yamana”), na página 7, o texto correto do quarto parágrafo é: “O minério
é transportado tendo como base a ferrovia. O concentrado de cobre sai da mina de Alto Horizonte por modal rodoviário, percorrendo uma distância de 320 quilômetros até o Porto Seco Centro-Oeste de Anápolis, onde o material é estocado em armazém de
transbordo. Depois, percorre mais 1,38 mil quilômetros em ferrovia até o município de Cariacica/ES, onde é embarcado para o
Porto de Vitória e/ou Capuaba, com destino à exportação.Também existe a alternativa do percurso total, até Cariacica, de 1,7 mil
quilômetros, por rodovia. Para o mercado interno, volume aproximado de 10% da produção, o material é transportado por rodovia”.
Jornalista Responsável
Roberto Muylaert (MTb 2.967)
[email protected]
Pré-impressão Vox Editora
Impressão Duograf
Tiragem 28.000 exemplares
■
A Sotreq S.A. é revendedora exclusiva dos produtos, serviços e sistemas Caterpillar em Minas
Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pará,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Espírito Santo, Distrito Federal, Tocantins, Rondônia,
Amapá, Roraima e Acre.
Subsidiárias: Somov, MDPower e Soimpex.
FOTO DE CAPA Leonardo Wen/Folha Imagem e Mario Castello
2009 outubro/novembro/dezembro ■
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ENERGIA
HOSPITAL
ALBERT EINSTEIN
COM ENERGIA
DE SOBRA
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Investimento em grupos geradores Caterpillar torna o complexo
hospitalar de São Paulo autossuficiente em eletricidade
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■
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O
AUTONOMIA
O complexo do
Hospital Albert
Einstein: demanda
de energia atual
de 4 mil kVA, mas
com capacidade de
gerar 13.125 kVA
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complexo hospitalar da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein, instalado no bairro paulistano do Morumbi, vive
um gigantesco plano de expansão. Até 2012, três novos prédios serão
erguidos e o número de leitos praticamente dobrará, assim como a quantidade
de salas cirúrgicas e consultórios. O aumento na demanda de energia será inevitável. Em se tratando de uma instituição que lida com vidas humanas e que
faz uso de aparelhos ininterruptamente, a falta de energia elétrica é um risco
inconcebível. Dessa forma, é vital ter autonomia no fornecimento de energia.
Com a ampliação das instalações e para assegurar mais segurança nessa
questão, o hospital tornou-se autossuficiente em eletricidade com a adoção
de grupos geradores Caterpillar.
A solução veio da Sotreq, cuja parceria com o Albert Einstein começou
há mais de dez anos. A cada projeto de ampliação do hospital, a unidade de
Sistemas de Energia da Sotreq era chamada para contribuir com tecnologia e
suporte técnico.
Desde o fim do 2008, três novos grupos geradores Caterpillar chegaram
ao Albert Einstein: um modelo 3516C, com 3.125 kVA, e dois C27, com 1.000
kVA cada um. Estes se juntaram a outros seis modelos 3406, de 500 kVA cada,
e mais dois modelos 3516B, com 2,5 mil kVA cada, fazendo do conjunto uma
usina de geração de energia contínua em média tensão. “O sistema é para
alimentar o complexo inteiro e proporciona o máximo de segurança”, revela
Alexandre Arantes, coordenador de projetos do Albert Einstein. “Embora esteja prevista a instalação de mais dois grupos geradores de 1.000 kVA cada, o
hospital já possui 100% de backup de energia elétrica.”
Arantes conta que a atual demanda de energia é de 4 mil kVA e que nos
próximos anos, com a conclusão das obras, subirá para 6 mil kVA. Ou seja, número abaixo dos 13.125 kVA que o Albert Einstein já tem capacidade de gerar.
2009 outubro/novembro/dezembro ■
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energia
energia contínua
Acima, um dos dois
grupos geradores
3516B pertencentes
ao hospital, com
capacidade de
2,5 mil kVA cada um
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britagem
Energia
para iluminar uma
Acima, estoque
cidade
de 20após
mila pessoas
de material
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n
A economia proporcionada com os geradores pode
compensar, em pouco tempo, o investimento de 5 milhões de reais do hospital. A usina termoelétrica é solicitada diariamente das 17h30 às 20h30, no chamado horário de ponta, em que a concessionária chega a cobrar
até dez vezes mais pelo uso de energia. Durante esse
período, de segunda a sexta-feira, os grupos geradores
Caterpillar assumem a geração de energia no lugar da
concessionária de energia elétrica local. “Ser autossuficiente, operando no horário de ponta, representa uma
redução de 30% a 35% nos custos com energia elétrica”,
afirma Marcelo Tadeu de Souza, gerente de Aplicações
Especiais da unidade de Energia da Sotreq. Assim, Alexandre Arantes estima que a economia do hospital chegará a aproximadamente 1,1 milhão de reais por ano.
Na execução do projeto, houve a participação da
Eletel, empresa especializada em soluções e energia na
área hospitalar. “Além dos geradores de emergência, o
hospital possui uma fonte alternativa de energia para
alimentar 100% da sua estrutura, aumentando a confiabilidade de seus serviços”, diz Alberto Coutinho, diretor
executivo de Tecnologia e Projetos da Eletel.
O sistema de geração de energia instalado no hospital trabalha em paralelo com a concessionária. A solução
Além
da usinafase
de geração
de energia, composta
primeira
de
por trêsprocessamento
máquinas que somam
8.125 kVA, todos os
do
prédiosminério
do Albertretirado
Einstein têm seu próprio grupo de
emergência,
totalizando outros 5 mil kVA. Para mais
da mina
um edifício que será construído, duas máquinas com
1.000 kVA cada uma se juntarão ao sistema. Os mo­
tores são fabricados em Lafayette, no Estado de In­
dia­na, nos Estados Unidos, e desembarcam no Brasil
montados. Cada unidade que compõe a usina pesa
20 toneladas, enquanto as que atuam nas emergên­
cias ficam entre 5 e 6 toneladas. O conjunto tem ca­
pacidade para abastecer uma cidade com cerca de
20 mil habitantes, população de 75% dos municípios
brasileiros, segundo dados do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE). O projeto de amplia­
ção do hospital prevê que a área construída atual
passará dos 86 mil metros quadrados para 229 mil
metros quadrados. Terá 231 novos leitos, totalizando
720; ganhará mais 12 salas de cirurgias, alcançando
40; a quantidade de consultórios saltará de cem para
250; e os leitos no setor de pronto atendimento so­
marão 59, contra os dez de hoje.
técnica implantada pela Sotreq permite que a transferência de energia da concessionária para os grupos geradores e seu retorno ocorram de maneira imperceptível,
sem qualquer queda. Isso garante segurança e continuidade no funcionamento dos equipamentos hospitalares,
desde uma simples lâmpada aos sofisticados aparelhos
das salas cirúrgicas e unidades de terapia intensiva. “O
conceito do projeto estabeleceu redundâncias, contando
com grupos geradores menores distribuídos estrategica-
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mente para atender aos equipamentos que não podem
parar e com a usina, que garante autossuficiência e economia nos horários de ponta”, salienta Maurício Garcia,
gerente de Suporte ao Produto e Engenharia de Sistemas
de Energia da Sotreq.
A usina supre as necessidades do complexo. Em caso
de falta de energia elétrica, entram em ação os grupos de
geradores de emergência. “A região onde o hospital está
localizado é suscetível à queda de energia”, revela Antonio Carlos Cascão, diretor de Engenharia e Manutenção
do Al­bert Einstein. “A eletricidade é restabelecida em
sete se­­gundos, e a usina auxilia na alimentação.”
O hospital aponta vários motivos para justificar a parceria com a Sotreq e a preferência pelos equipamentos
Caterpillar. Arantes diz que o fato de motores, geradores
e componentes serem produtos de um único fabricante
significa confiabilidade. Além disso, a atuação da Sotreq
na implantação, manutenção e suporte resulta em segurança e custos operacionais menores. “A Sotreq cuida
desde o tratamento acústico das salas até o sistema de
automação dos grupos geradores”, salienta Arantes.
Fazem parte dos serviços prestados pela Sotreq as
revisões programadas pelo fabricante e o estoque de
peças, que facilitam o acerto de eventuais problemas
5 milhões de reais foi o investimento do
Albert Einstein em geradores Caterpillar
De 30% a 35% de economia será
proporcionada pela autossuficiência em energia
O equivalente a uma cidade
de 20 mil pessoas é a capacidade
de abastecimento dos geradores do Albert Einstein
consumo
Acima, um gráfico
com a medição de
energia, e Antonio
Carlos Cascão e
Alexandre Arantes
ao lado do grupo
gerador 3516C
com a rapidez desejada pelo cliente. “O hospital é tratado como prioridade. As máquinas estão sempre em
perfeito estado, mesmo aquelas que são menos exigidas”, destaca Emerson Cabral, coordenador comercial
de suporte ao produto da unidade de Energia da Sotreq.
“Fazemos um estudo dos componentes com maior índice de reposição e, assim, as peças são armazenadas
com antecedência.” n
2009 outubro/novembro/dezembro n
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A evolução
da Terra
Locação de equipamentos para
construtoras em Tocantins garante
crescimento da Terra Construções
N
o início de 2000, os irmãos Edilson Antônio Alves
e Wilson Alves Zeferino deixaram a pequena cidade de Colinas do Tocantins, com pouco mais de
30 mil habitantes, para investir na capital do Estado, que
ainda era um canteiro de obras, com ruas sem asfalto,
pouca infraestrutura e muito espaço para investimentos.
Os dois descobriram um nicho de mercado no Estado
criado em 1989: o de locação de máquinas. Além das
usi­nas e rodovias, Tocantins ainda passa pela complementação de sua plataforma multimodal de transporte:
a Ferrovia Norte-Sul, em construção, e a hidrovia no Rio
Tocantins, que vem ganhando forma com o planejamento
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construção
8
n
de eclusas – espécie de elevadores que permitem a passagem de embarcações carregadas de mercadorias em
pontos onde há barragens ou usinas de geração de ener­
gia elétrica. Ao notar esse quadro de desenvolvi­mento,
eles criaram a Terra Construções, empresa de lo­cação de
máquinas e terraplenagem.
Hoje, a Terra é líder na locação de máquinas para as
construtoras da capital, e os irmãos comemoram a expansão dos negócios. Edílson, formado em administração, e Wilson, em eletrotécnica, começaram vendendo
areia para construção e fazendo frete. “Transportávamos
areia nos caminhões dentro de Palmas. Sempre que precisávamos de uma máquina para fazer alguma limpeza
e aterros, a opção era pelo aluguel. Até que decidimos
comprar algumas máquinas”, conta Edilson.
Depois de uma pesquisa de mercado para identificar
os equipamentos que melhor atenderiam a suas necessidades, eles decidiram adquirir equipamentos da Caterpillar. Hoje, a frota da Terra Construções é composta por
uma pá carregadeira 924G, uma motoniveladora 120H e
uma retroescavadeira 416E. A empresa oferece locação
para empreiteiras, e o aumento da demanda, resultado
das obras na capital e seu entorno, provaram que as escolhas foram acertadas.
Os clientes que alugam máquinas pesadas exigem
equipamentos que facilitem o trabalho no dia a dia e que
não apresentem defeitos. Por isso, as máquinas da Terra
elo
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passam por manutenção periódica. “Máquina quebrada
durante uma obra é sinônimo de dor de cabeça para o
andamento dos trabalhos. É prejuízo para o nosso cliente
e para a nossa empresa”, diz Wilson. “Com a Sotreq e a
Caterpillar, não tem esse negócio de máquinas que quebram o tempo todo. É só fazer a manutenção seguindo os
prazos corretamente.”
vamos comprar mais máquinas Caterpillar para expandir
os negócios”, completa Edilson.
O atendimento pré e pós-venda da Sotreq também
contribuiu para a preferência aos equipamentos da marca. “A Sotreq está sempre disposta a ajudar, até nos fins
de semana”, conta Wilson. Com tamanha satisfação,
eles vão logo avisando: em 2010, a frota de equipamentos Caterpillar da Terra Construções aumentará. n
liderança
Os irmãos Edilson
Antonio Alves e
Wilson Alves Zeferimo
com a pá carregadeira
924G: a Terra é líder
no mercado e locação
de máquinas
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expansão EM 2010
Em seus primeiros anos de atividade, a Terra Construções locou máquinas para a terraplenagem de terrenos
onde foram construídos os cinco maiores edifícios de
Palmas. Wilson Zeferino orgulha-se de ter participado de
obras que ajudaram no crescimento do Estado. “Fizemos,
por exemplo, o trabalho de limpeza e terraplenagem da
área do Centro de Convenções em Palmas”, diz.
Apesar da opção atual pela locação de máquinas,
os irmãos Alves planejam retomar os serviços de terraplenagem, que chegaram a fazer como subempreitados,
em 2007, quando trabalhavam na pavimentação de uma
cidade no interior do Tocantins. A intenção é trabalhar
novamente em obras terceirizadas e reforçar a oferta de
serviços. Para essa ampliação, os sócios investem na
estruturação da empresa. “Teremos uma sede própria e
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M&R antecipa
risco de falhas
Sistema desenvolvido pela Caterpillar e adotado
pela Sotreq em mina da Samarco reúne as
melhores práticas mundiais de manutenção
U
m programa que permite antecipar a falha an­
tes que ela aconteça, planejar e executar repa­
ros ne­cessários e corrigir possíveis deficiên­
cias, além de propiciar uma economia considerável de
custos. É assim que funciona o M&R Process (Main­
tenance & Repair Process), modelo de gestão desen­
volvido pela Caterpillar e implantado há dois anos pela
Sotreq na mineradora Samarco, que opera na cidade
de Maria­na/MG. Esse novo modelo veio substituir a
anterior gestão de manutenção com atualizações dos
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mineração
10
n
diversos processos existentes e desenvolvimento de
outros novos.
Com ele, é possível fazer, por exemplo, um controle
apurado das reformas de componentes no Centro de Re­­
manufatura de Componentes (CRC) da Sotreq e também
nos serviços de terceiros. “Só este ano, já alcan­çamos
uma importante eco­­nomia de 286 mil reais”, estima
Ale­­xandre Lobato, ge­rente de Operações de Mineração
do contrato com a Samarco.
A implantação do M&R Process permitiu aumentar
o índice de disponibilidade de equipamentos da Sotreq,
condição fundamental para o sucesso de qualquer operação produtiva. Para se ter ideia, o índice das escava­
deiras O&K RH90 subiu de 80,4%, em 2008, para 83,2%
em 2009. “O sistema garante que o desempenho das
máquinas se mantenha elevado”, explica Lobato.
O modelo foi adotado na Samarco a partir da ava­
lia­ção dos processos de manutenção nos locais de
ope­ração, identificação das áreas de oportunidade, de­
finição de planos de ação e acompanhamento dos re­
sultados para melhorias e ajustes necessários. Ale­xan­
dre conta que a execução das tarefas propostas pe­lo
M&R Process ajuda a controlar as operações, além de
garantir o funcionamento seguro e produtivo dos equi­
elo
99553_Mineracao_Rod.indd 2
12/9/09 4:08 PM
A hora de Sossego
Em 2010, a Sotreq pretende implantar a meto­
dologia do M&R Process nas operações de PBHT no
contrato de Sossego, mina de cobre a céu aberto lo­
ca­li­zada em Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará.
O objetivo é repetir os bons resultados alcança­
dos em Mariana, ou seja, fazer com que os processos
de manutenção sejam controlados e executados com
eficácia, aumentando a disponibilidade dos equipa­
mentos e baixando os custos na mesma proporção.
“Com processos mais incorporados à organização,
as atividades ficam menos vulneráveis a fatores ex­
ternos”, afirma Alexandre Lobato.
pamentos de mineração. O resultado aparece no caixa
do cliente, que tende a operar com custos mais baixos.
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COMO FUNCIONA
A Caterpillar criou o M&R Process depois de estudar
as atividades de mineração, reunindo práticas consagradas debaixo do mesmo “guarda-chuva”. “Até então,
os processos aplicados no mundo todo não eram integrados. Existiam ideias interessantes, mas adotadas
isoladamente”, diz Alexandre Lobato. “Agora, estamos
alinhados às mais modernas práticas de gestão.”
A estrutura do M&R Process está baseada no gerenciamento permanente de dez macroprocessos: manutenção preventiva, monitoramento das condições,
ge­renciamento de backlogs (pendências), planejamen­
to e programação, gerenciamento de peças, ge­­­ren­cia­
mento de componentes, gerenciamento de repa­ros,
trei­­namento/Recursos Humanos, gerenciamento de
de­­sempenho e melhoria contínua.
Os resultados são analisados a cada três meses pe­
los especialistas da Caterpillar, que fazem visitas periódicas de acompanhamento e avaliação com a Sotreq. n
monitoramento
No centro de
manutenção da
Samarco, o sistema
M&R Process permite
acompanhamento
constante e maior
disponibilidade
das máquinas
Caterpillar
N
Sotreq apresenta
sistemas de
tecnologia na
Exposibram
ada melhor que aproveitar a maior feira de mine­ra­
ção da América Latina para mostrar novos pro­­­dutos
e estreitar o contato com os clientes. Durante a Exposição Internacional de Mineração (Exposibram), entre 21 e
24 de setembro no Centro de Feiras e Convenções de Minas
Gerais, a Sotreq exibiu o que há de mais moderno em sistemas de gestão de frotas de mineração. Foram apresentados
os seguintes sistemas da Caterpillar:
n Aquila – sistema de orientação e gestão de perfuração
para detonação
n CAES – sistema de orientação e produtividade de equipamentos de carregamento e terraplenagem assistidos por
computador
n MineStar Fleetcommander – sistema de despa­cho eletrônico e gerenciamento da operação de mi­na
Em seu estande, a Sotreq montou uma sala de controle
para simular o monitoramento das máquinas em uma mina.
“Fizemos demonstrações de como os sistemas atuam, e
muitos visitantes se surpreenderam com as funcionalidades
desse gerenciamento”, afirma Luís Alberto Ta­va­res Mascarenhas, gerente de Suporte Comercial Mine­ra­ção da Sotreq.
Realizada a cada dois anos, a Exposibram é o evento mais
aguardado da mineração. “Como ele concentra players do
setor, é uma ótima oportunidade de estabelecer uma aproximação que pode gerar bons negócios”, diz Luís Alberto. Neste
ano, 50 mil visitantes circularam pelos três pavilhões em busca de novas soluções aplicadas à mineração.
2009 outubro/novembro/dezembro n
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construçÃO
Colorado
realiza
integração
com obra na
BR-364
Empresa adquire equipamentos
específicos para enfrentar terreno
e clima habitualmente chuvoso
da região amazônica
12
n
N
o início, a BR-364 era uma precária estrada no
meio da Floresta Ama­zônica. Depois, tornou-se
uma rodovia federal pavimentada, com a utilização de recursos tecnológicos pa­ra enfren­tar as características do terreno e o clima da região. Des­sa forma, ela
simboliza o sonho de integração entre o Acre e o restante do país. Ter os 620 quilôme­tros entre a capital, Rio
Branco, e a cidade mais a oeste do Es­tado – Cruzeiro do
Sul – trafegáveis no verão e no inverno amazônico é um
projeto prestes a ser concluído.
A previsão é que em um ano seja possível transitar na rodovia asfaltada, dando fim ao isolamento que
du­­rante décadas fez parte do cotidiano da população
local. A Construtora Colorado vem contribuindo para
a concretização desse sonho e avança no trabalho de
restauração de trecho da BR-364 entre os Rios Tejo e
Liberdade, na região do Vale do Juruá.
O proprietário da empresa, Orleir Cameli, traba­lha
para a materialização do projeto. São 27 anos de his­
tória na construção civil desde que fundou, em 1982,
a Marmud Cameli, empresa que, em 1997, passou a
se chamar Construtora Etan, negócio conduzido em
socie­da­de com o irmão. A partir de 2000, ele desligouse da Etan e criou a Colorado, responsável não só pela
restauração da rodovia mais importante do Acre, como
também pela construção de 100 quilômetros da BR317, que liga o Estado ao município de Boca do Acre,
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no Amazonas. Em parceria com a Etan, a Colorado está
construindo outros 35,8 quilômetros da BR-364 entre
os Rios Juritipari e Macapá.
Para atender à demanda das obras contratadas
em 2009, a empresa adquiriu 19 máquinas Caterpillar,
entre as quais os rolos CP56, D6T e CS423, motoniveladoras 12H e escavadeiras 336DL. Os equipamentos
juntam-se à frota de outras 70 máquinas.
tecnologia
Orleir tinha consciência de que não seria fácil assu­
mir obras de grande porte. “A escassez de pedras na
re­­gião exige esforço redobrado para trazer parte do ma­
terial de outros Estados. E essa solução encarece o custo das obras”, explica. Orleir diz que, para os moradores
de Cruzeiro do Sul, ver a finalização da BR-364 é um
sonho. “Desde os anos 80, não havia tráfego na rodovia”, conta. Na época, a estrada – tomada pela floresta
– era administrada pelo Exército e pelo Departamento
Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), ho­­­je Departamento Nacional de Infraestrutura de Trans­­­­portes
(Dnit). “Em meados dos anos 90, a BR-364 começou ser
aberta aos poucos, e os primeiros carros passaram a
rodar por ela durante um período do ano”, lembra Orleir.
Cliente da Caterpillar desde 1982, o empresário en­
fa­tiza a importância da assistência técnica oferecida
pe­la Sotreq na região. “A qualidade e a tecnologia
“A escassez de pedra na região
exige um esforço maior para trazer
material de outros Estados para as
nossas obras”, diz o proprietário
dos equipamentos Caterpillar são reconhecidas, mas a
manutenção precisa estar sempre em dia para cumprir
o cronograma de obras”, afirma o dono da Co­lo­rado,
que tem atualmente em torno de 700 colaboradores,
podendo chegar a mil no próximo ano.
Chuva e cronograma apertado são apenas alguns
obs­táculos enfrentados pelas empresas que assu­
mem o compromisso de construir estradas na região
amazônica. Com um verão curto como o verificado este
ano, o trabalho é acelerado nos dias de sol para não
comprometer o andamento da obra.
Na BR-317, a situação não é diferente. Contratada
em fevereiro passado, a obra só começou em agosto
por causa das tradicionais chuvas na região, que se
estenderam por um tempo ainda maior que o habitual.
“A obra gera 250 empregos diretos, e o ritmo deverá
aumentar em 2010 para que o prazo determinado seja
obedecido”, revela Orleir. n
integração
As máquinas
Caterpillar da
Construtora Colorado
trabalham nas obras
da BR-364, que liga
a capital do Acre,
Rio Branco, à cidade
de Cruzeiro do Sul
2009 outubro/novembro/dezembro n
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SOMOV
A qualidade Hyster, combinada com manutenção
e operação exemplares, faz das empilhadeiras
que retornam à Somov as máquinas
mais desejadas no mercado de seminovos
boas condições
O supervisor de
Vendas de Máquinas
Usadas, Sérgio Rocha,
e uma empilhadeira
sendo reformada na
oficina da Somov:
pronta para entrar em
operação novamente
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O aquecido
mercado de
seminovos
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n
N
o pátio da Somov, em São Paulo, há uma série de
empilhadeiras Hyster prontas para entrar em ope­
ração. São máquinas que voltaram dos clientes
depois de terminado o contrato de locação de 24 ou 36
meses e que, após uma revisão geral, entram para o rol
de máquinas seminovas para venda. Com a renovação do
contrato, o cliente recebe outra nova caso opte por uma
extensão do acordo de locação.
“Na maioria das vezes, as empilhadeiras locadas re­
tornam em condições muito boas, não exigindo grandes
intervenções em nossa oficina”, afirma Sérgio Rocha,
supervisor de Vendas de Máquinas Usadas. O motivo é
simples e estabelece o grande diferencial de venda das
seminovas Somov: “Desde o momento em que alugamos
a máquina nova até seu retorno do campo – com o ven­
cimento do contrato inicial –, somos o único proprietário,
responsável pela gestão da frota e sua manutenção
periódica”, diz Rocha.
A manutenção de campo é feita pela Somov a cada
250 horas, seguindo todos os padrões determinados pela
fábrica salvo casos raros, que exigem uma intervenção
específica. Dependendo da quantidade de equipamentos
alugados em uma determinada operação, a Somov dis­
ponibiliza uma equipe fixa de técnicos em tempo integral
para o atendimento necessário.
Nas situações em que a frota trabalha em condições
severas e agressivas – ambientes abrasivos, por exem­
plo –, é natural que a empilhadeira precise de reparos
mais profundos. O mesmo se aplica quando as máquinas
trabalham em três turnos diários. “Não existe apenas
uma maneira de preparar uma empilhadeira para vendêla como seminova”, explica Sérgio. “Podemos decidir
que ela será vendida na mesma condição de como che­
gou do cliente, ou após alguns reparos.” Há também a
possibilidade de o comprador definir que tipo de reparo
deseja fazer na máquina que pretende adquirir.
Segundo o supervisor, o mercado está muito aque­
cido e adquirindo lotes de máquinas. Atualmente, os
clientes que mais se interessam por esses equipamentos
são usuários finais ou locadores. Os modelos de equipa­
mentos mais comercializados são H50XM e H50FT para
capacidades residuais de 2,5 toneladas, a H80XM para
capacidade residual de 4 toneladas e a H155XL2 para
capacidade residual de 7 toneladas. Custam de 30% a
45% menos que uma empilhadeira nova. n
elo
11/25/09 5:09 PM
• Plataformas pantográficas tipo tesoura
• Lanças articuladas ou telescópicas autopropelidas
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ENTREVISTA
Setor florestal
prioriza
crescimento
sustentável
Superada a crise, o mercado florestal brasileiro
se prepara para novos investimentos a fim
de continuar ocupando posição de vanguarda
A
ELO: Quais os produtos e subprodutos que o mercado florestal engloba?
Paulo: O mercado florestal é abrangente. Vai desde a
produção de celulose e papel até a produção de móveis,
passando por painéis e compensados. No caso da side-
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silvicultura brasileira movimentou 52,8 bilhões de
reais e gerou 4,7 milhões de empregos em 2008,
segundo Bernardo de Vasconcellos, presidente da
Associação Mineira de Silvicultura. “É uma atividade de
altíssimo custo de implantação e longo prazo de maturação. Por isso, foi um dos primeiros investimentos cortados
durante a crise econômica mundial”, afirma. Passado o
revés, Vasconcellos, que dirige o braço florestal do Grupo
Rima, de Minas Gerais, afirma que o setor de florestas
plantadas está preparado para atrair novos investimentos.
Já Paulo Sadi Silochi, diretor operacional da ArcelorMittal Bioenergia, a divisão da siderúrgica que desenvolve
programas de sustentabilidade por meio de seu plano de
manejo de florestas de eucaliptos e suprimento por carvão
vegetal, afirma que o setor florestal de eucalipto destinado ao segmento siderúrgico soma 22% das florestas plantadas, ocupando apenas 2% do total de áreas brasileiras
exploradas economicamente. O restante é dividido em
68% de áreas ocupadas pela atividade pecuária e 30%
para a produção de grãos e cana-de-açúcar. A Revista
ELO entrevistou as duas autoridades no assunto, que falaram sobre o cenário do mercado florestal brasileiro.
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rurgia, a madeira do eucalipto é essencial na fabricação
do ferro-gusa, a matéria-prima para fabricação de aços
para construção civil, aços inoxidáveis e materiais elétricos. E 85% do consumo de carvão vegetal se destina
à produção de ferro-gusa, 8% para a produção de ferroliga, 1% vai para os produtores de tubos de ferro modular e os 6% restantes para outras utilizações.
Bernardo: O carvão vegetal é fonte energética e redutor de minério para a siderurgia. Suas fibras se transformam em celulose e papel, sem falar das aplicações na
construção civil e indústria moveleira. Pneus de avião
levam um tipo especial de celulose em sua composição.
ELO: Qual é o trabalho em prol da silvicultura feito pelo mercado florestal brasileiro?
Bernardo: Geração de emprego, melhoramento genético e desenvolvimento do mercado brasileiro, que ocupa
uma posição de vanguarda. Além disso, a maior produtividade de florestas plantadas e o melhor retorno de
capital investido são registrados no Brasil.
Paulo: Se não bastasse tudo isso, há o compromisso do
setor em reforçar ainda mais a produção siderúrgica à
base de biocombustível sólido renovável.
ELO: Que importância o carvão vegetal tem para
aperfeiçoar a matriz energética brasileira?
Bernardo: A discussão atual é desenvolver fontes limpas de energia que funcionem como alternativas às fós-
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seis. O carvão vegetal é uma delas. O Brasil domina a
tecnologia de produção siderúrgica com carvão vegetal.
Uma mata nativa leva décadas para se recompor, enquanto na floresta de eucalipto um ciclo de produção se
completa em sete anos. Com o despertar da consciência
ambiental, chegou-se à conclusão de que o Brasil tem
como ativo um biocombustível sólido produzido a partir
de florestas plantadas e sem agredir o meio ambiente.
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ELO: Existe alguma legislação de proteção am­
biental?
Bernardo: Há uma variedade de legislação exagerada.
Não por ser rigorosa, mas por ser con­flitante em alguns
casos. Fiscalização ainda não é suficiente, gera custos elevados e trabalha com prazos demorados para a
aprovação de projetos. É preciso separar burocracia e
proteção ambiental.
Paulo: O mercado é exigente e seletivo. Aqueles que
não se enquadrarem nos quesitos ambientais mínimos
correrão o risco de não renovar contratos futuros.
ELO: A atividade florestal é um indicador de de­
senvolvimento do país, assim como os minérios?
Paulo: Sem dúvida, tanto que o índice de desenvolvimento humano (IDH) dos municípios com plantações
de eucalipto foi acima da média no Estado de Minas
Gerais. Nas cidades onde a ArcelorMittal tem áreas
plantadas, como Minas Novas, Capelinha e Itamarandiba, o IDH cresceu em torno de 20%, ao passo que o
aumento médio do Estado foi de 10,9%.
ELO: Quanto esse mercado movimenta por ano?
Paulo: Segundo a Associação Brasileira de Produtores
de Florestas Plantadas (Abraf), o setor florestal voltado
para a siderurgia obteve em 2008 um faturamento bruto
de quase 1,6 bilhão de reais.
Bernardo: A silvicultura brasileira, como um todo, movimentou 52,8 bilhões de reais em 2008.
ELO: Como são tratados os recursos naturais?
Paulo: Dentro de nossa política de sustentabilidade,
todo recurso utilizado é reposto. Todo o carvão vegetal
usado na ArcelorMittal vem de florestas próprias. Temos cerca de 280 mil hectares de terras, onde 60% são
ocupados por florestas de eucaliptos, 30% por reservas
legais e preservação permanente, e 10% são destinados a aceiros, estradas e infraestrutura.
Bernardo: Empregamos ciência, tecnologia e inteligência em nossas atividades produtivas. O setor florestal
responde pela preservação de 350 mil hectares de mata
nativa, 35% de sua área produtiva. Para se ter ideia, a
lei determina que esse índice seja de 20%.
ELO: Como é feita a gestão desses recursos a fim
de garanti-los no futuro?
Bernardo de Vasconcellos
Paulo Sadi Silochi
O setor florestal responde pela
preservação de 350 mil hectares
de mata nativa, ou seja,
35% de sua área produtiva
Paulo: Existem melhoramentos genéticos, preservação
do solo, melhoria da produtividade, produção de espécies que consomem menos nutrientes e menor quan­
ti­dade de água. Isso para que possam produzir mais
car­bono por hectare plantado e suprir o aumento da
de­manda sem necessidade de expandir o patrimônio
fun­diário, dentro de uma política de sustentabilidade.
ELO: Como funcionam as áreas de plantio de
manejo? Quem pode manejar, o que é preciso pe­
rante a legislação?
Paulo: Os plantios e as colheitas são feitos mediante
autorizações federais e estaduais. O transporte é controlado por notas fiscais, e a comercialização é reali­za­
da por meio de um documento chamado Declaração de
Colheita e Comercialização (DCC), emitido eletronicamente pelo órgão ambiental do Estado.
ELO: No Brasil, quantos hectares de floresta
plantada estão destinados ao setor siderúrgico?
Paulo: Há 1,35 milhão de hectares vinculados ao setor
siderúrgico, dos quais 90% estão em Minas Gerais, 8%
no Pará, 1% no Espírito Santo e 1% em Mato Grosso do
Sul. Um dado interessante é que 60% do carvão vegetal
produzido no Brasil é consumido em Minas Gerais.
ELO: A madeira produzida no Brasil é consi­de­ra­
da de boa qualidade?
2009 outubro/novembro/dezembro n
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entrevista
Paulo: Pesquisas e melhoramentos genéticos mostram
que nossas florestas são de ótima qualidade, per­mi­tindo
melhor rendimento nos altos-fornos. O Brasil é con­si­de­
rado benchmarking mundial de florestas plantadas.
Bernardo: O Brasil é um dos países mais competitivos
graças ao clima tropical, ciclo de chuvas regular, ausência
de invernos rigorosos e a tecnologia de produção mais
avançada do mundo. Mesmo assim, vivemos um “apagão
florestal”: falta madeira proveniente de floresta plantada.
Estima-se que precisaríamos plantar anualmente e ao
longo de sete anos cerca de 320 mil hectares de florestas
para colheita de madeira. Em 2008, depois de um esforço
do setor, plantamos 185 mil hectares. Há alguns obstáculos que dificultam o crescimento. Um deles é a falta de
recursos para viabilizar a silvicultura, uma atividade de
altíssimo custo de implantação e longo prazo de maturação. Linhas de financiamento precisam ser mais adequadas ao perfil do negócio.
ELO: Como a crise afetou o setor florestal e quais
são as perspectivas para os próximos anos?
Paulo: O parque guseiro de Minas Gerais foi afetado
dras­ticamente, zerando a produção para exportação. Ho­
je, 30% dos altos-fornos independentes estão funcionan­
do, deixando claro que a crise afetou o setor por pouco
tempo. A demanda da construção civil já está nos níveis
pré-crise, e certamente haverá aumento no consumo de
aços, com reflexos no setor florestal.
Bernardo: A crise foi de crédito, e o investimento no
setor sofreu um corte. Mas esse abalo acabou valorizando o que efetivamente é sólido e sustentável. O setor
florestal brasileiro tem demanda, clima, tecnologia consolidada, competência comprovada e apelo ambiental.
Não há melhor forma de proteger a mata nativa do que
plantar um “similar”. Cada hectare plantado de eucalipto
poupa 10 hectares de mata nativa. n
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ELO: Qual a produção anual de produtos prove­
nientes de carvão vegetal no Brasil?
Paulo: A produção brasileira é de 34 milhões de toneladas de aço bruto, o que situa o país em nono lugar no
ranking mundial. Já a produção de gusa da ArcelorMittal
com carvão vegetal alcança 670 mil toneladas ao ano.
Para suprir nossas necessidades, produzimos 2 milhões
de metros cúbicos de carvão vegetal por ano e, em 2015,
nossa meta é ampliar para 4,5 milhões de metros cúbicos. O Brasil conta com 6 milhões de hectares de florestas plantadas para várias finalidades.
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construção
Sobel se reestrutura
garantindo qualidade
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Após adquirir a Construtora Mineira de Obras (CMO), a empresa mineira passou
a se dedicar à logística industrial com uma frota de 250 equipamentos Caterpillar
A
Sobel – Sociedade Brasileira de Equipamentos
iniciou suas atividades em 1973 e logo alcançou
a liderança como a maior locadora de rolos com­
pactadores de Minas Gerais. Em seguida, ampliou seu
leque de atuação, alugando motoniveladoras, tratores
de esteiras e escavadeiras para obras maiores.
Em 1996, a empresa incorporou a Construtora Minei­
ra de Obras (CMO). A partir disso, direcionou sua atua­
ção para o segmento de logística industrial, oferecendo
soluções de movimentação de insumos, ajudando os
clientes a dedicar atenção à gestão de seus negócios.
Nessa nova fase, em 2009, a Sobel reformulou as
instalações de sua sede em uma área de 12 mil metros
quadrados em Belo Horizonte/MG. “Fizemos questão de
preservar os valores de eficiência e gestão de qualidade
presentes na CMO, empresa especializada em soluções
logísticas industriais”, explica o diretor Túlio Barakat.
Atualmente a Sobel Soluções Logísticas Indus­triais
atua no segmento de prestação de serviços, sendo es­
pe­­cialista na movimentação de matérias-primas em
áreas industriais, portuárias, cimenteiras, siderúrgicas e
mi­neradoras. O grupo Barakat dispõe de uma frota de
mais de 250 equipamentos Caterpillar, composta, entre
outras máquinas, por carregadeiras 950H, 938H e 924H,
escavadeiras 330DL e 320DL, recicladoras RM300 e re­
troescavadeiras 416E, além de minicarre­ga­deiras 226B.
O consultor da Sotreq Mário Godinho destaca o
compromisso de maximizar os resultados por meio da
parceria com a Sobel, oferecendo serviços de quali­
dade. “Além disso, oferecemos os equipamentos mais
sofisticados e produtivos do mercado”, afirma.
Segundo Túlio Barakat, o Grupo Barakat – composto
por Sobel e Terragama do Brasil, atualmente TGB –
tem 1,2 mil empregados diretos para atender aos 15
contratos em andamento. “Nossa empresa sempre
primou pela produtividade dos funcionários e pela se­
gurança e ergonomia, oferecendo infraestrutura de boa
qualidade, equipamentos modernos e treinamento para
atua­lização constante dos colaboradores”, encerra. n
entrosamento
A carregadeira 938H
em ação e o fundador
da Sobel, Sami, entre
os filhos Cristina e
Túlio: preparando a
sucessão da empresa
Sucessão bem articulada
Com atuação decisiva nas empresas do Grupo Ba­
rakat, o fundador da Sobel, Sami Barakat, vem prepa­
rando de forma natural a sucessão aos filhos Túlio e
Cristina. Ela dirige a Terragama (TGB), e Túlio coman­
da a Sobel. “Buscamos manter os mesmos princípios,
garantindo a satisfação do cliente com a superação
das metas firmadas nos contratos”, diz Túlio.
Ele reconhece a importância do conhecimento
e da experiência repassados pelo pai, com o intuito
de desenvolver uma gestão cada vez mais eficiente
e qualificada. “Meu pai continua participando dos
negócios, atuando mais na área comercial e gestão
de contratos, com a firmeza de sempre”, revela Túlio.
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CONSTRUÇÃO
Em Parauapebas/PA, empresa realiza obras
de um residencial para 40 mil pessoas
OBRA COMPLEXA
A retroescavadeira
416 E em ação nas
obras da primeira
etapa do complexo,
que terá uma área
total de 12 mil lotes
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Buriti constrói
complexo
imobiliário
20
■
A
Buriti Imóveis, empresa que atua há seis anos no
mercado, vem criando projetos para tentar tornar
possível o sonho de muita gente de ter uma casa
própria. “O nosso objetivo é levar oportunidade às pessoas de comprar o seu terreno e conquistar sua moradia.
Fazemos isso criando empreendimentos de qualidade,
com preço justo e pagamento acessível. Em alguns casos, com parcelas equivalentes a um terço do salário
mínimo”, afirma o diretor da Buriti Imóveis, Sidney Penna.
Em Parauapebas, cidade localizada a 700 quilômetros de Belém, a Buriti Imóveis, em parceria com o Grupo
Leolar, lançou no final de 2008 um dos maiores complexos imobiliários do Estado, com lotes residenciais
e comerciais: o Residencial Cidade Jardim, um bairro
planejado para 40 mil habitantes. A primeira etapa do
projeto conta com 5,4 mil lotes e deverá estar concluída
no final de 2010. A previsão de término de todo o empreendimento é 2014, com um total de 12 mil lotes.
O residencial tem área total de 5,9 milhões de metros quadrados e conta com toda a infraestrutura, como
ruas asfaltadas, sistema de captação de águas pluviais,
rede elétrica com iluminação pública e sistema de distribuição de água potável. “A escolha de Parauapebas se
deu pelo potencial econômico da região e pela demanda
por terrenos de boa qualidade, com boa localização e infraestrutura completa”, diz Sidney Penna. “Percebemos
na localidade a dificuldade de acesso à moradia em função do preço. A empresa está atenta às expectativas da
região”, explica Sidney.
Em cada etapa do Residencial Cidade Jardim será
realizada a terraplenagem do local, seguida da implantação do sistema de distribuição de água, rede elétrica
e de drenagem de águas pluviais. “Estamos buscando
qualidade na realização dos serviços e na escolha dos
produtos. Para isso, contamos com os equipamentos
da Caterpillar utilizados no empreendimento”, ressalta
Sidney. “As máquinas da Caterpillar têm a tecnologia e
confiabilidade que um projeto desse porte exige.”
A Buriti está usando no trabalho de terraplenagem
de ruas e acessos dois rolos compactadores CS423, dois
rolos compactadores CP533E, duas escavadeiras hidráulicas 315 DL, quatro retroescavadeiras 416 E e dois tratores D6K. A empresa conta com o suporte da Sotreq, que
atua há mais de 20 anos na região sul-sudeste do Pará.
Segundo Juracy Chaves, representante de máquinas da Sotreq, a Buriti aderiu ao plano de manutenção
preventiva oferecido pela Sotreq, em que as máquinas
são revisadas a cada 500 horas trabalhadas. “Os equipamentos também estão assistidos pelo Laboratório SOS,
que faz a análise de composição dos fluidos coletados
com o intuito de detectar problemas antes mesmo que
w
S
elo
C
CA
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OPORTUNIDADES
A escavadeira
hidráulica 315DL em
operação no trabalho
de terraplenagem
e o diretor da Buriti,
Sidney Penna:
empresa atenta ao
crescimento da região
de Parauapebas
eles possam causar algum defeito nas máquinas do
cliente”, diz Juracy, que a cada 15 dias visita a Buriti,
sempre mantendo à disposição um leque completo de
peças e serviços.
Para Juracy, a obra do residencial é uma oportunidade para melhorar a qualidade de vida de boa parte da
população de Parauapebas. “Esse trabalho consiste em
um grande empreendimento não só para a Sotreq, mas
para milhares de famílias”, diz Juracy.
Rico em jazidas minerais, florestas, rios, serras e solo
fértil, Parauapebas é um dos municípios com maiores
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Usadas Cat.
100%
confiáveis.
A Sotreq tem o maior e melhor estoque
de peças usadas Caterpillar do Brasil.
Todas elas revisadas e certificadas, com
garantia de procedência e durabilidade.
Viabilize a reforma da sua máquina com
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perspectivas econômicas na região. Representada principalmente pela mina de ferro de Carajás, um dos maiores empreendimentos minerais do mundo, a atividade
mineradora é a principal fonte de recursos do município,
empregando cerca de 8 mil pessoas diretamente e 20
mil indiretamente.
“Pelas perspectivas econômicas, Parauapebas atrai
pessoas de fora em busca de melhores condições de
vida”, afirma Ilmara Ribeiro, secretária adjunta da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos .
Em seu histórico de atividades, a Buriti Imóveis tem
grandes projetos de destaque no Pará, como três loteamentos residenciais no município de Redenção, um em
Tucuruí, um em Xinguara e um em Itaituba, todos com
atuação de equipamentos da Caterpillar. ■
peças usadas Caterpillar.
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C 2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa e de produto usadas aqui são marcas registradas Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
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produto
Retorno de
alto impacto
Caterpillar e Sotreq reintroduzem os robustos
martelos hidráulicos no mercado nacional
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bom desempenho
Martelo hidráulico
acoplado a máquina
Caterpillar: ótimos
resultados no
mercado da América
do Norte que podem
ser repetidos no Brasil
22
n
A
Caterpillar, líder em vendas de martelos hidráu­
licos na América do Norte, maior mercado do
mundo para o produto, replicará esse sucesso
na América do Sul, com foco no Brasil. Desde 2007, a
empresa desenvolve um projeto baseado na metodolo­
gia Seis Sigma, um conjunto de ações para eliminar fa­
lhas no processo. “A boa performance e a durabilidade
dos martelos hidráulicos dependem da manutenção e
operação, além do correto dimensionamento do produto
de acordo com a aplicação”, revela Claudio Shimizu, en­
genheiro responsável pelas ferramentas hidromecâni­
cas da Caterpillar. “Ministramos treinamentos para a
equipe técnica e de vendas da Sotreq, a fim de capacitálas a prestar o melhor serviço técnico e de consultoria
para os nossos clientes.”
A Caterpillar e a Sotreq têm como premissa a qualifi­
cação de vendedores e técnicos. Os martelos são robus­
tos e versáteis, porém, requerem os mesmos cuidados
de manutenção e inspeção periódica de uma máquina.
“Daí a necessidade de formar profissionais envolvidos
na reintrodução do implemento no Brasil, além de pre­
parar terreno para o pós-venda, com equipes de ma­
nutenção e estoque de peças”, diz Alex Franco, gerente
de Vendas de Ferramentas para a América do Sul.
“Temos disponível um plano de demonstrações nas
filiais da Sotreq com o objetivo de mostrar aos clientes
as alterações que o martelo recebeu, as vantagens
e aplicações” conta Antonio Francisco, da área de In­
teligência de Produtos Máquinas Novas da Sotreq. Os
martelos hidráulicos atendem às necessidades de uma
ampla variedade de segmentos – desde a construção
em geral, passando pela mineração e siderurgia, até
o mercado de demolições. Depois de promover alguns
estudos, a Caterpillar elegeu uma extensa linha de
modelos de martelo, entre pequenos, médios e grandes,
para cobrir praticamente todas as aplicações.
Nessa gama, o cliente também tem a opção dos
martelos da Série D, aplicados em minicarregadeiras e
escavadeiras grandes. Esses projetos são exclusivos da
elo
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Série exclusiva
custo operacional e de manutenção. As fer­
ramentas contam com sistema de amorteci­
mento de impacto, bucha constituída de uma
peça única e de encaixe deslizante – o que fa­
cilita e agiliza eventuais intervenções mecâni­
cas – e traz silenciador como item de fábrica.
H140D S, H160D S e H180D S
Martelos para operar com escavadeiras de
pelo menos 24 toneladas de peso operacional,
são altamente recomendados para pedreiras e
no setor de mineração, para redução dos ma­
tacos, desmonte secundário, ou, dependendo
das caracteríscas do material, o martelo pode
ser utilizado na exploração direta/desmonte
pri­mário. Os modelos oferecem alta taxa de
energia de impacto e contam com sistema
ASO, que protege máquina e ferramenta
con­tra golpes em vazio. Todos os martelos
grandes de H115S até H180DS são silencia­
dos e possuem a bucha inferior da ferramenta
rotacionável, podendo dobrar a sua vida útil
e de montagem deslizante, possibilitando a
troca no campo sem a necessidade de trans­
portá-los até a oficina, pois não requerem
ferramentas especiais, o que garante menor
custo de manutenção e maior disponibilidade
do martelo.
Caterpillar e proporcionam maior compatibilidade com
suas máquinas, resultando em maior produção e vanta­
gens na operação e manutenção (veja quadro).
“O plano prevê a oferta de soluções completas. A
equipe de vendas está capacitada a oferecer a máquina
com a ferramenta adequada de forma a otimi­zar a ope­
ração dos clientes”, afirma Thomas Munch, gerente de
Vendas de Ferramentas Hidromecânicas da Caterpillar
para as Américas. Munch conta que a reintrodução
do martelo hidráulico é o começo de um pacote de
soluções, pois os objetivos do negócio incluem traba­
lhar o mercado para outras ferramentas hidráulicas.
Os martelos têm gerado ótimos resultados para o
mer­cado na América do Norte. Além de aumentar as
chances de locação da máquina portadora, dobram o
valor quando são locados máquina e implemento. n
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Os martelos da Série D foram desenvolvidos
para proporcionar maior compatibilidade com as
máquinas da Caterpillar e também com as outras
marcas. “Nossos engenheiros de ferramentas têm
livre acesso e comunicação com o Departamento
de Engenharia de outras divisões da empresa, o
que confere uma vantagem competitiva, pois
dá condições de conceber um produto ideal, que
promova mais produtividade e rentabilidade sem
correr o risco de danificar a máquina”, conta o
engenheiro Claudio Shimizu.
Todos os martelos hidráulicos da Caterpillar
são rigorosamente testados e aprovados pelos de­
partamentos técnicos das máquinas portadoras
antes de serem lançados no mercado, de forma
a assegurar que o martelo hidráulico não traga
nenhum dano à máquina em que está instalado.
A linha da Série D dispõe de martelos para
pequenas e grandes máquinas, dependendo da
aplicação. Veja os modelos:
H35D S, H45D S, H55D S e H65D S
Martelos destinados para minicarregadeiras
e miniescavadeiras. Apresentam um design
compacto e derivam de um projeto simplifi­
cado, que reduziu em 53% o número de peças
em comparação à geração anterior. Suas
carac­terísticas são capazes de garantir menor
capacitação
Treinamento da
aplicação do martelo
hidráulico na
Sotreq de Sumaré/SP:
segundo Claudio
Shimizu, engenheiro
da Caterpillar, a equipe
deve estar preparada
para prestar o melhor
serviço aos clientes
2009 outubro/novembro/dezembro n
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23
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CMT Engenharia
duplica trecho
da BR-230
Em Marabá/PA, empresa administra obra
de 6 quilômetros na Transamazônica
qualidade
O engenheiro da CMT
Jaime Gonçalves
Kneipp acompanha
a obra de perto:
“Precisamos
potencializar nosso
tempo e recursos em
busca da qualidade”
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cOnstruçÃO
24
99597_24-25.indd 2
n
D
esde a década de 50, quando o Brasil entrou na
era das grandes estradas, não havia investimentos relevantes em transportes como nos últimos
anos. Segundo dados do Ministério dos Transportes,
foram priorizados projetos capazes de integrar as regiões
e de aumentar a competitividade na economia mundial.
É nesse cenário que Marabá, município a 485 quilômetros de Belém, está se tornando um dos principais
polos de desenvolvimento do Norte do país, com investimentos recordes previstos graças à instalação de projetos
e obras como a construção das eclusas de Tucuruí, que
permitirão a navegação de Belém até Marabá, e de uma
usina si­derúrgica que verticalizará o minério de ferro na
região, com início das operações previsto para 2013.
Marabá tem cerca de 200 mil habitantes e está em
processo de desenvolvimento acelerado. Para comportar
esse crescimento, uma obra aguardada há nove anos
entrou em execução na cidade: a duplicação da BR-230,
a Rodovia Transamazônica. Trata-se de um convênio da
prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria de Obras,
com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e que faz parte do Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC), com verba total de 84 milhões de
reais. O trecho duplicado é de aproximadamente 6 quilômetros e fica no perímetro urbano da cidade.
No comando da obra está a CMT Engenharia, empresa com origem em Belo Horizonte, sede em Brasília
e experiência em empreendimentos de grande porte. “A
extensão da duplicação é pequena, mas a complexidade
é grande. Temos de alterar o mínimo possível a rotina da
população. Além disso, existem as interferências climáticas, geográficas e sociais que devem ser admi­nistradas”,
diz Jovino Rachid Araújo, diretor da CMT Engenha­ria. Um
dos desafios sociais foi o remanejamento e realocação
das famílias que moravam na área de abrangência da duplicação da ponte sobre o Rio Itacaiúnas.
Há também um Plano de Controle Ambiental (PCA),
com a implementação de uma estratégia de desenvolvi­
mento sustentável, baseada nas dimensões econômica,
social, político-institucional e tecnológica de Marabá,
bem como no fluxo de trânsito e transporte de cargas.
Certificada pelo ISO 9000:2001, a empresa prima pela
qualidade. “Buscamos os melhores materiais, parceiros,
fornecedores e equipamentos”, afirma Jovino. Com
res­­­ponsabilidade social, a CMT dá preferência para a
contratação da mão de obra local e priorizará as empresas
do município quanto à aquisição de bens e serviços.
A CMT Engenharia é parceira da Caterpillar e vem
utilizando seus equipamentos em diversos empreendimentos de grande porte. Na obra de duplicação da Transamazônica em Marabá, ela está usando uma escavadeira
hidráulica 320C, duas motoniveladoras 12H, três motoniveladoras 140H, dois tratores de esteiras D6R e D6N,
duas carregadeiras de pneus 938H e 938G, uma miniescavadeira 301.5 e um rolo compactador CP56.
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“Potencializamos nosso tempo, recursos e materiais A FORÇA DA FROTA
em busca da qualidade, e os equipamentos nos dão muita O rolo compactador
uma
segurança, pois sabemos que a resposta desses equipa- CP56,
das máquinas
mentos é muito boa. Essa confiabilidade é predominante Caterpillar da frota
em uma grande obra, e a Sotreq nos dá esse suporte”, da CMT usadas na
revela Jaime Gonçalves Kneipp, engenheiro superinten- duplicação da
Transamazônica
dente de obras da CMT.
Para Joziel Reis Cordeiro, gerente de Equipamentos
da CMT Engenharia, o suporte ao produto é essencial. “O
que faz um equipamento ser diferenciado, além da sua capacidade de produção, é a assistência técnica oferecida.
Com os equipamentos da Caterpillar, aliamos agilidade,
atendimento, confiança e tecnologia”, diz.
O coordenador da filial Sotreq-Marabá, Agostinho Lima, completa:
“Estamos preparados para atender a essa obra, que passará em frente à
nossa filial, estruturada com 1,2 mil itens de peças em seu estoque, 12
técnicos mecânicos com veículos e ferramental adequado e sistema de
informações interligado com a Caterpillar e outras filiais”, afirma.
“O projeto compreende a construção da ponte sobre o Rio Itacaiúnas, com 492 metros, uma interseção que dará acesso aos três núcleos
da cidade, duas ruas laterais, uma passagem inferior e duas elevadas,
com extensão total de 5,94 quilômetros da Rodovia Transamazônica no
perímetro urbano entre o Km 6 e a ponte sobre o Itacaiúnas, na zona
urbana da cidade”, descreve o engenheiro Jaime Gonçalves Kneipp.
Uma avaliação técnica prévia mostrou que serão necessários entre
500 e 600 mil metros cúbicos de aterro para nivelar a área duplicada.
A obra tem volume de 400 mil metros cúbicos, 50 mil toneladas de
massa e compreende as etapas de terraplenagem, drenagem urbana
e pavimentação, além das artes especiais como sinalização e obras
complementares.
“O prazo da obra de duplicação é de 900 dias, mas vamos fazer de
tudo para entregar em menos tempo, apesar de o período de chuva nessa região ser longo”, avalia Jaime. O término da obra está previsto para
o segundo semestre de 2010.
Segundo o secretário de obras de Marabá, Lucídio Collinetti, a duplicação era vital para o município. “Quando foi projetada e construída
a atual estrutura da cidade, a região mostrou que em questão de dois
ou três anos estaria saturada e não suportaria tamanho crescimento.
O fluxo em Marabá é intenso: passam na ponte sobre o Rio Itacaiúnas
cerca de 12 mil carros por dia. A duplicação se tornou fundamental. Essa
obra foi idealizada e projetada pela Secretaria de Obras do município e
depois de nove anos estamos vendo acontecer”, diz Lucídio. ■
2009 outubro/novembro/dezembro ■
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Material
Rodante
Caterpillar.
SinôniMo
de qualidade,
duRabilidade
e deSeMpenho.
Mais resistente e de qualidade muito
superior à dos concorrentes. Fabricado
para durar mais, ter menos parada do
equipamento e menor custo/hora.
www.gruposotreq.com.br
SAC: 0800-0220080
C 2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim
como sua identidade corporativa e de produto usadas aqui são marcas registradas
Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
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AGRICULTURA
Orgânicos
Poços de
Caldas produz
adubo de alta
qualidade
Com uma minicarregadeira Caterpillar
232B2, empresa mineira abre negócio
voltado ao mercado de adubos orgânicos
26
n
C
riada há apenas três meses, a empresa Orgânicos Poços de Caldas pode ser uma das pioneiras
no mercado agrícola brasileiro graças a um diferencial: a produção de dois tipos de adubos orgânicos
a partir da compostagem de resíduos de gordura de
leite e lodo industrial da Danone – multinacional francesa instalada em Poços de Caldas/MG –, misturado
ao bagaço de cana da Dedini Agroaçúcar e Álcool,
de São João da Boa Vista/SP, e às cascas trituradas
de eucalipto da International Paper, de Mogi Guaçu/
SP. “Em termos de adubo orgânico, talvez exista algo
igual no Brasil, mas não há nada melhor”, garante o
em­presário Maurício Carvalho Dias, um dos sócios do
empreendimento.
Para atestar a qualidade do adubo, o resíduo recebido da Danone foi enviado para análise da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), ligada à Universidade de São Paulo (USP). A avaliação apontou uma
substância rica em nitrogênio e fósforo, resultando em
um adubo de alta eficiência. Depois que a compostagem permaneceu 90 dias em processo de fermentação,
o adubo foi mandado novamente à Esalq, para verificar
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Para o empresário Maurício
Carvalho Dias, o mercado de
adubo orgânico é promissor e
ainda há muito a ser explorado
o índice de nitrogênio, potássio e fósforo do material.
“Não é fácil tratar o resíduo da Danone porque o
custo é alto. Por isso, é muito importante aproveitar to­
do o material e produzir um adubo de alta qualidade.
Além de ajudar as plantações, isso evita que as subs­
tâncias tenham um destino indesejável”, afirma Dias. A
principal vantagem do adubo orgânico sobre o químico
é a grande presença de componentes que ajudam na
re­composição do solo.
A localização da Orgânicos Poços de Caldas é estra­
tégica. Ela está às margens da BR-267, quase na divisa
en­tre Minas Gerais e São Paulo. A poucos quilômetros
dali fica a Rodovia do Contorno, que facilita bastante o
escoamento das produções da região. A empresa, que
por enquanto conta com apenas um funcionário, ocupa
área de 1 hectare (equivalente a um campo de fu­tebol)
cedida pela Fazenda Chiqueirão, uma das mais tradicio­
nais de Minas Gerais.
A Chiqueirão está na 115ª colheita de café de sua
história, e o pai do empresário Maurício, Moacyr de
Carvalho Dias, é um de seus condôminos. Maurício Dias
tem a intenção de transferir o empreendimento para
uma área de 4 hectares, por meio de um comodato com
a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). O acordo
permitirá a construção de um galpão de 1.000 metros
quadrados, com sistema de peneira vibratória, ponte ro­
lante e ensacamento por big bags.
O primeiro lote de adubo orgânico da empresa foi
en­viado, gratuitamente, para uma creche local, que
cul­­tiva hortaliças para consumo próprio. “Temos um
mer­­cado muito grande para explorar. É um negócio de
futuro”, prevê Dias.
Para aproveitar esse potencial no dia a dia, a Orgâ­ni­
cos Poços de Caldas conta com um equipamento indis­
pensável: uma minicarregadeira Caterpillar 232B2 ad­
quirida na unidade da Sotreq na cidade de Sumaré/SP.
Como já conhecia as instalações da Sotreq na cidade,
Dias resolveu ir até a empresa em busca da máquina
ideal para sua atividade. Encontrou a 232B2 e, ainda
melhor, com preço promocional. Não pensou duas vezes
em comprá-la.
“A máquina é muito rápida e moderna, os coman­
dos do joystick são fáceis de operar e ela tem um rendi­
mento superior ao que eu teria se tivesse comprado um
equipamento maior. Sem dizer que a economia dela é
impressionante”, relata o empresário, que já recomen­
dou o modelo a amigos fazendeiros.
Depois que conseguir ampliar a empresa, Dias pre­
tende comprar mais uma máquina Caterpillar e não
descarta optar pelo mesmo modelo. O entusiasmo pela
minicarregadeira é tão grande que ele até adaptou uma
porta com vidro para a cabine. “A manutenção é muito
fácil e a Sotreq dá toda a assistência”, completa. n
adubo rico
Com a ajuda de
uma minicarregadeira
Caterpillar 232B2,
a empresa Orgânicos
Poços de Caldas
produz o adubo
em uma área
de 1 hectare
2009 outubro/novembro/dezembro n
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CONSTRUÇÃO
Obras da
Constil
deixam o
transporte
mais eficaz
A
ntigamente, a tarefa de transportar carga em
Mato Grosso era bem complicada. Depois de
carregar o caminhão, o motorista precisava
encarar a travessia com atenção redobrada. Soja, madeira ou gado, a maior parte da produção do noroeste
do Estado, era levada de caminhão nas estradas cobertas de terra, lama e barro. A situação começou a
mudar em maio de 2006, quando o governo estadual
assinou contrato com a Constil Construções e Terraplenagem Ltda., que assumiu a responsabilidade de asfaltar um trecho de quase 40 quilômetros da MT-170,
entre Juína e Nova Castanheira.
A pavimentação da rodovia – concluída em outubro
passado – beneficiará cerca de 160 mil habitantes da
região. Ela liga os municípios de Juína e Campo Novo
do Parecis, passando por Brasnorte, numa extensão de
340 quilômetros. A empresa também é responsável
atualmente pela manutenção da BR-163, uma das
maiores e mais importantes rodovias brasileiras.
A Constil foi fundada em outubro de 1987 para
prestar serviços nas obras rodoviárias, aeroportuárias,
de infraestrutura urbana, energia elétrica, saneamento, usina hidrelétrica e termoelétrica, entre outras.
Hoje, está envolvida em obras importantes em Mato
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Empresa atua na pavimentação de
rodovias de Mato Grosso e facilita a
locomoção e o transporte de carga
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Grosso, como a pavimentação da MT-170 e a conclusão da Avenida das Torres, trecho urbano de grande
porte que promete dasafogar o trânsito na capital
mato-grossense. Segundo a empresa, faltam apenas
1,56 mil metros para a inauguração.
“Outra obra que estamos realizando é a pavimentação da MT-235 em um trecho de mais de 20
quilômetros”, diz o diretor da empresa, Bruno Simoni.
“Estamos terminando também a pavimentação de 23
quilômetros da MT-388 entre Sapezal e Alto Sapezal,
e 58 quilômetros da MT-140 entre Nova Ubiratã e Boa
Esperança.” Sobre as perspectivas de novos negócios,
ele diz que o setor vive um ótimo momento: “O mercado está aquecido e o governo investe pesado em infraestrutura. A escolha de Cuiabá como uma das sedes
da Copa do Mundo de 2014 vai melhorar ainda mais
essa boa fase”.
Para executar trabalhos de grande porte, é necessário um equipamento robusto, porque são meses de
trabalho sob o sol escaldante típico de Mato Grosso,
com a presença de centenas de operários, engenheiros, material, asfalto etc. Por isso, na hora de investir
em equipamentos é necessária muita confiabilidade
na marca e no suporte ao produto.
elo
12/10/09 2:21 PM
O gestor de equipamentos da Constil, Dejanir
Franch, conta que o suporte da Caterpillar tem sido
fun­damental para a empresa. “Sem a qualidade de
seus equipamentos, não seria possível completar o
ser­viço nos prazos estabelecidos”, revela Dejanir. Re­
cen­temente, a Constil adquiriu uma motoniveladora
140H STD, uma carregadeira de rodas 924Gz e três
rolos compactadores modelo CP533E. As mais novas
aquisições foram três motoniveladoras 140M em mea­
dos de 2009. “Foram aquisições indispensáveis para
terminar as obras em andamento, sem contar outras
máquinas Caterpillar que já temos há muito tempo, a
exemplo de motoniveladoras da Série H, escavadeiras
hidráulicas 320C e rolos CP533D, entre outras.”
Dejanir faz questão de elogiar a durabilidade dos
equipamentos Caterpillar: “Temos um trator de esteiras que foi adquirido em 1986 e está trabalhando até
hoje. Contamos também com uma motoniveladora 12H
comprada em 2001 e outra em 1998. Raramente elas
apresentam algum tipo de defeito”, afirma.
A Constil fez um contrato de manutenção com a
Sotreq para as máquinas recém-adquiridas: “Temos
até 2 mil horas contratadas para cada equipamento”,
diz o gestor. Com o contrato, é mais seguro deixar as
máquinas em pleno funcionamento. “Podemos fazer
uma coleta de óleo e enviar ao Laboratório SOS da
Sotreq, que realiza a análise da composição do fluido.
Em pouco tempo, recebemos um laudo tratando da
situação do equipamento”, revela Dejanir.
Além disso, a Constil contratou o Product Link,
um sistema de navegação por satélites que mostra
a exata loca­lização da máquina, como está operando
e quem está no comando. “Posso ficar aqui na minha
sala conferindo os dados que chegam por computador
e estudar as plani­lhas de funcionamento das máqui­
nas para saber mais sobre o desempenho de cada
uma”, diz o gestor.
Segundo Dejanir Franch, uma boa manutenção e a
aqui­si­ção de peças originais estão entre os segredos
para a durabilidade da frota. “Sempre procuramos o
ser­viço autorizado para realizar os reparos e a manu­
tenção. Assim, temos mais confiança para tra­balhar”,
admite. “Agora dispomos de uma ótima opção para
chegar a Sapezal, por meio da recém-inaugurada MT235”, orgulha-se. n
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olho nas obras
As máquinas em ação
na Rodovia MT-170,
Dejanir Franch
(camiseta azul) e
Bruno Simoni:
perspectivas de
grandes negócios
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12/10/09 2:21 PM
CONSTRUÇÃO
Sobrita amplia
frota para
aumentar
produção
C
om 35 anos no mercado de brita no Estado do
Espírito Santo, a Sobrita Industrial S.A., empresa
localizada no município de Serra, chega a registrar, em apenas um mês, produção que supera a marca
de 40 mil metros cúbicos de pedras. Mas a expectativa
da empresa é ver esses números crescerem. Para alcançar essa meta, adquiriu recentemente novas máquinas
Caterpillar para ampliação da frota: duas escavadeiras
hidráulicas 336DL e uma carregadeira de rodas 962H,
ambas cobertas pelo Contrato PMP, o plano de manutenção preventiva.
Segundo o gerente administrativo da Sobrita, Ademir Loss, alguns dos produtos mais procurados são o
pó de pedra, o solo brita e a granilha. “São pedras mais
finas, em tamanhos menores, que agradam mais ao
mercado capixaba”, explica.
O material produzido pela companhia já foi usado
em obras executadas por grandes empresas como a
Vale, a ArcelorMittal Tubarão, a Cidade Engenharia
Ltda., a Contek Engenharia S.A., a Votorantim Cimento
Brasil Ltda., a Granito Concreto Ltda. e A Madeira Indústria e Comércio Ltda. A empresa também fornece
material para diversas obras feitas nos municípios da
Grande Vitória.
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Com produção de 40 mil toneladas por mês,
empresa do Espírito Santo adquire novas máquinas
para garantir mais eficiência e agilidade
30
■
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Na área de 1,8 milhão de metros quadrados que
a empresa ocupa na jazida localizada às margens da
Rodovia BR-101, que corta o município de Serra, as novas máquinas Caterpillar são muito exigidas. As escavadeiras hidráulicas 336DL trabalham em dois turnos na
frente de carregamento de caminhões. Elas fazem cerca
de 150 carregamentos por dia.
“Nossa estrutura de trabalho tem capacidade de
aumentar a produção mensal para até 150 mil metros
cúbicos. As máquinas estão em atuação há menos de
um mês, mas certamente vão nos trazer um incremento
na produtividade”, destaca Ademir.
Após cada detonação na jazida, as pedras são separadas por tamanho. Em seguida, o material é levado
para um britador. É nesse momento que as pedras são
quebradas e reduzidas a tamanhos menores. E antes
que os nove tipos de pedras oferecidas pela Sobrita
cheguem ao cliente, elas ainda passam por outro processo. Todas as encomendas são pesadas em uma balança eletrônica antes de deixar a empresa. O aparelho
emite um bilhete eletrônico que garante a entrega da
quantidade exata solicitada pelo comprador.
Segundo o consultor de vendas de máquinas da
Sotreq-Serra Erickson Affonso, as escavadeiras hidráu-
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12/14/09 8:53 AM
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licas 336DL foram equipadas com lança e caçamba re­
forçadas. “Elas têm acessórios que tornam a máquina
mais resistente. O vidro frontal da cabine, por exemplo,
foi substituído por lexan com película protetora e grade.
É um material mais forte ao impacto de pedras, que
pode ocorrer no dia a dia de trabalho na Sobrita”, afir­
ma. Além disso, a máquina conta com proteção extra no
cilindro da caçamba, evitando que choques de pedras
durante o carregamento danifiquem o equipamento.
A carregadeira de rodas 962H também conta com
itens especiais. Assim como as escavadeiras, ela pos­
sui o Product Link, dispositivo que, além de informa­
ções básicas como horímetro, localização e consumo
de combustível, possibilita ao cliente o controle sobre
possíveis falhas no equipamento, o que permite uma
manutenção preventiva mais segura e eficiente.
mais produção
Em 1,8 milhão de
metros quadrados, as
máquinas Caterpillar
da Sobrita são muito
exigidas. Com elas,
a empresa espera
aumentar a produção
mensal para 150
mil metros cúbicos,
segundo previsão
do gerente Ademir
Loss (na foto, entre
o representante de
suporte ao produto
Weligton Sodré
e o consultor de
vendas de máquinas
Erickson Affonso,
da Sotreq)
PRODUTIVIDADE E SUSTENTABILIDADE
A frota da Sobrita inclui também a carregadeira
966C. A máquina, aliás, é um dos motivos para que
Ademir Loss se orgulhe da longa relação com a Cater­
pillar. Ela está em atividade há mais de 30 anos. “Atual­
mente, se encontra em manutenção, mas não vai se
aposentar ainda. Costumo dizer que, dentro de algum
tempo, vamos deixá-la apenas em exposição na empre­
sa. Essa máquina tem história”, afirma.
Além da 966C, a carregadeira 962G in­tegra a frota
da Sobrita. “A qualidade do equipamento e do atendi­
mento que recebemos na Sotreq-Serra nos tem manti­
do clientes da Caterpillar ao longo desses anos”, conta.
Mas investir em equipamentos não é a única preo­
cupação da Sobrita. Com 84 funcionários, ela procura
manter a produtividade com sustentabilidade e quali­
dade de vida. “Adquirimos máquinas com cabine fecha­
da e ar-condicionado. Assim, os operários produzem
mais sem tanto desgaste físico”, destaca Ademir.
“Na aquisição mais recente, a instalação da película
lexan nas 336DL foi uma preocupação com a qualidade
do trabalho do operário. O material ajuda a reduzir o
calor e o excesso de luminosidade na cabine”, afirma.
A atenção com o meio ambiente é presença permanente
na pauta da administração da empresa. Na planta da So­
brita, nada menos que 300 mil metros quadrados fazem
parte de uma área de preservação ambiental. A empresa
também conta com uma assessoria ambiental para man­
ter e renovar a fauna e a flora locais. n
2009 outubro/novembro/dezembro n
99554_30-31_Rod.indd 3
31
12/14/09 8:53 AM
MOTORES
Perkins e
MDPower
trabalham
nos motores
do amanhã
A bem-sucedida parceria da fábrica e seu
Máster Distribuidor está preparada para
a era dos avançados motores eletrônicos,
antecipando-se às exigências ambientais
em vigor na Europa e nos Estados Unidos
C
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ada vez mais o cenário econômico mundial é um
campo fértil para parcerias entre empresas e cola­
bo­radores. Desenvolver uma cooperação produti­
va exige a transposição de algumas barreiras, porém, o
resultado é sempre o aperfeiçoamento da linha que leva
o produto ao cliente. Esse é um dos princípios da Perkins
no Brasil. Sediada em Curitiba/PR desde 2003, a empre­
sa de origem inglesa tem a missão de entregar aos
clientes qualidade e alta tecnologia na produção e na
distribuição de motores a diesel utilizados pelos setores
agrícola, industrial e de geração de energia.
Para isso, é essencial o trabalho que a marca desen­
volve com sua revendedora exclusiva no país desde
2006, a MDPower, empresa com sede na cidade de São
Paulo. O gerente-geral da Perkins no Brasil, Wilson Lo­te­
rio, ressalta a importância da parceria. “A MDPower tem
papel fundamental no relacionamento com os clien­tes.
Com ela, é possível oferecer uma rede de assistência
técnica com mão de obra qualificada, além de ser res­
pon­sável pelo contato com potenciais comprado­res”, diz.
O sucesso pode ser atribuído à divisão clara das atri­
buições de cada uma das empresas. Enquanto a Perkins
está voltada para a fabricação dos motores de sua am­
pla e diversificada linha de produtos, atendendo ainda a
clientes internacionais, a MDPower é a interface entre
a fábrica e o cliente, prestando serviços de suporte ao
produto como assistência técnica, garantia, treinamen­
32
n
99594_32-33_Rod.indd 2
to, publicação de literatura técnica e distribuição.
“A MDPower faz um esforço proativo para levan­
tar os produtos que estão sendo importados, onde e
em que condições vão operar. Isso é necessário para
preparar os distribuidores da região envolvida no rece­
bimento do equipamento, que incorpora uma ou mais
unidades Perkins”, diz Alfredo Sarmento Filho, gerente
comercial do distribuidor. “O importante é reunir todas
as condições para a implantação de uma nova unidade,
o que ajuda a fidelizar a marca.”
motores de pontA
Desde abril passado, a Perkins produz motores
eletrônicos. Um sofisticado sistema que, atuando na
injeção eletrônica de combustível, reduz as emissões
poluentes. Segundo Wilson Loterio, esse tipo de tecno­
logia prioriza a responsabilidade ambiental. “Todos os
dados de consumo e emissão de poluentes são verifi­
cados eletronicamente e contribuem para o desenvolvi­
mento de uma tecnologia mais limpa para preservar o
meio ambiente”, afirma.
O equipamento é presença comum nos Estados Uni­
dos e na Europa, onde uma rígida legislação am­biental
elo
12/14/09 8:24 AM
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Wilson Loterio,
gerente-geral
da Perkins
no Brasil
Walter Amadera, diretor de Vendas
(à direita), e Antonio Costa, gerente de Peças
e Serviços para a América do Sul
está em vigor e deverá ser aplicada no Brasil em 2012.
“Há clientes nacionais que desejam se antecipar in­
cluin­do os motores eletrônicos em seus produtos”, diz
o diretor de Vendas da Perkins, Walter Amadera.
A era dos motores eletrônicos muito mais limpos
está chegando ao Brasil, devendo tornar-se uma ban­
deira da Perkins antes de 2012. São os motores do
“amanhã”, de tecnologia assimilada hoje pela Perkins
e pelo seu Máster Distribuidor. “Esse tipo de motor
transcende o mercado nacional, pois já atende às exigências lá de fora”, diz o gerente-geral de Peças e Ser­
viços para a América do Sul da Perkins, Antonio Costa.
O investimento em pesquisas e o aperfeiçoamento
de tecnologias fazem da Perkins uma referência na
pro­du­ção de motores com alto nível de qualidade.
Isso não seria possível sem uma parte fundamental
da engrenagem: “Nosso foco principal são os 110
funcionários. Estamos há cinco anos sem registrar ne­
nhum acidente com afastamento”, diz Loterio. Não é à
toa que o fabricante figurou, nos últimos dois anos, en­
tre as 150 me­lhores empresas para trabalhar, eleitas
pelas revistas Você S/A e Exame, da Editora Abril. n
Telefone da MDPower: (11) 2764-5220 (www.mdpower.com.br)
motores do
futuro
A equipe da
MDPower e a rede
autorizada já estão
preparadas para
atender tanto a
motores mecânicos
quanto aos motores
eletrônicos fabricados
pela Perkins. Isso
faz parte do controle
de capacitação e
desenvolvimento
não só da MDPower,
mas de toda a rede
autorizada
2009 outubro/novembro/dezembro n
99594_32-33_Rod.indd 3
33
12/14/09 8:26 AM
O rigor no
trabalho da
Leão Engenharia
Companhia de Ribeirão Preto/SP opta
por máquinas multifuncionais para
suportar a severidade exigida nas obras
F
undada em 1º de janeiro de 2004 por Carlos Alberto Ferreira Leão, a Leão Engenharia nasceu da
cisão do Grupo Leão & Leão, que surgiu em 1961,
na cidade de Ribeirão Preto/SP. A empresa começou
sua história praticamente do zero, mas o relacionamento com a Caterpillar/Sotreq, cultivado desde o início,
continua firme.
“As máquinas Caterpillar são muito versáteis”, define Carlos Alberto, que expõe a necessidade da Leão
por máquinas que possam ser utilizadas em várias frentes de trabalho.
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CONSTRUÇÃO
34
■
Hoje, a atuação da Leão Engenharia está voltada
acima de tudo para as obras de construção pesada
(rodovias, aeroportos e barragens), de terraplenagem,
pavimentação e obras de arte em concreto, que representam 60% do faturamento. O restante está distribuído na área de materiais – pedreiras, concreteiras e
usinas de asfalto – e conservações de rotina.
A Leão Engenharia controla também a Sanen, empresa criada para a produção de artefatos de concreto.
Com o suporte da Sanen, é possível acompanhar o processo de fabricação, desde o projeto de elaboração até
o transporte, garantindo maior qualidade dos produtos.
Atualmente, todas as áreas de atuação da Leão Engenharia – exceto as conservações de rotina – contam
com equipamentos Caterpillar, com destaque para as
pás carregadeiras e escavadeiras hidráulicas. “As máquinas Caterpillar trabalham em torno de seis meses
numa determinada obra. Depois desse período, são
enviadas para outra obra, uma pedreira ou concreteira,
por exemplo”, explica Carlos Leão. “É por isso que necessitamos, antes de mais nada, de máquinas multifuncionais e que suportem a severidade do trabalho. Não
pode haver falhas em nosso cronograma.”
Pela participação em grandes obras, a Leão Engenharia contribui com o desenvolvimento da região de
Ribeirão Preto, tanto na contratação de pessoas – hoje
conta com 2,1 mil funcionários – quanto na realização
de obras que melhoram a qualidade de vida da população e proporcionam nova identidade à cidade. Um
L
S
w
elo
CA
ed
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exemplo é a construção do complexo viário da Avenida
Castelo Branco, em Ribeirão Preto, que desafogou o
fluxo de carros no local.
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DÉCADAS DE SUCESSO
“Temos uma parceria forte com a Sotreq e com os
equipamentos Caterpillar desde a fundação da Leão &
Leão, há quase 50 anos”, diz Carlos Alberto, satisfeito
com os resultados do dia a dia: “São máquinas que trabalham com disponibilidade e produtividade, características que atendem aos requisitos da nossa empresa”.
Neste ano, a Leão Engenharia adquiriu novas máquinas Caterpillar: cinco pás carregadeiras (duas 938H,
uma 950H, uma 924H e uma 938GII) e quatro escavadeiras hidráulicas (duas 336D LME, uma 323D LME e
uma 320CL), totalizando uma frota de 60 unidades.
“Os equipamentos novos estão sob contrato de manutenção preventiva oferecido pela Sotreq. A cada 500
horas, passam por uma revisão preventiva”, afirma o
consultor técnico da Sotreq Renato Del Tedesco. Semanalmente, ele visita a Leão para prestar o suporte
necessário. “Também deixamos à disposição da empresa peças de maior giro, como filtros e lâminas”, diz.
O relacionamento comercial entre a Leão Engenha-
ria e a Sotreq é sólido e produtivo. Uma demonstração
é o novo prédio da Sotreq em Ribeirão Preto, construído
pela Leão e inaugurado em julho passado. O local
atende a todas as necessidades sugeridas pela Sotreq.
“A relação estreita com a Leão facilita as negociações,
porém, não garante a totalidade das vendas”, afirma
João Falaschi, gerente da Sotreq em Ribeirão Preto.
“Assim, temos a missão de buscar sempre a melhor
solução ao cliente, para merecer a preferência.” ■
DESENVOLVIMENTO
Carlos Alberto Leão:
obras que contribuem
para o crescimento
de toda a região
de Ribeirão Preto
Telefone da Leão Engenharia: (16) 2101-5555
Linha Classic Caterpillar.
Seu usado com tudo novo.
Na Sotreq, você encontra toda a linha Classic Caterpillar,
especialmente desenvolvida para reformas de máquinas
mais antigas. São peças originais, bem mais baratas do
que as peças convencionais.
www.gruposotreq.com.br - SAC: 0800 0220080
2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa
e de produto usadas aqui são marcas registradas Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
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12/14/09 9:09 AM
Sotreq recicla
100% da água
usada em
Contagem
A água reutilizada na filial mineira gera
economia significativa e sustenta
o compromisso do Grupo Sotreq com a
preservação dos recursos naturais
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institucional
36
n
A
Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da
Sotreq começou a operar em 2006, dentro do
compromisso da empresa de preservação do
meio ambiente e reutilização da água consumida na filial
de Contagem/MG.
A água que chega à estação é proveniente da lava­
gem de máquinas e componentes que posteriormente são
levados para manutenção ou reforma. O volume tratado
em novembro passado foi de 620 mil litros. O técnico em
segurança do trabalho da Sotreq Leonardo Duarte Re­
sende explica que a ETE de Contagem tem uma capaci­
da­de de tratamento de 5 mil litros por hora, com vazão
mé­dia de 3 mil litros durante o mesmo tempo.
“A água é 100% reciclada e, depois de ser tratada,
serve principalmente para lavagem de equipamentos. Tra­
ta-se de um ciclo, e a cada seis meses utilizamos água do
poço artesiano”, diz Leonardo. “Pode ser utilizada na lim­
peza de pátios e jardinagem, atestando a pureza da água
e a qualidade do processo químico que separa a água dos
resíduos. A água só não é reutilizada para fins nobres,
co­mo alimentação e higienização.” Segundo Leonardo, o
investimento na ETE posiciona a Sotreq em um patamar
de vanguarda, no qual somente as empresas mais pre­
paradas estão estruturadas para desenvolver programas
de sustentabilidade e com práticas de produção que não
agridem o meio ambiente.
elo
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12/9/09 12:40 PM
SGI em busca
da certificação
Água tratada
Na Estação de
Tratamento de
Efluentes em
Contagem, a água
usada é reciclada e
volta para a caixa
que alimenta o
lavador, onde
recomeça o seu
ciclo de utilização
Atento às tendências do merca­do,
o Grupo Sotreq percebeu a neces­si­
da­de de contar com um modelo de
ges­tão de segurança, meio ambiente
e saú­de que fosse reconhecido pelos
seus clien­tes, ou seja, um sistema de
gestão certificável. Com esse objeti­
vo está sendo implantado um novo
modelo de gestão, cujas diretrizes são
as normas ISO 14001/2004 (Sistema
de Gestão de Meio Ambiente) e OH­
SAS 18001/2007 (Sistema de Gestão
de Segurança e Saúde Ocupacional).
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Para estar apta a atender plenamente às exigências
da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa)
e do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama),
houve um investimento em um novo sistema de filtragem
de água. A existência da ETE na filial de Contagem, além
de estar em consonância com a sustentabilidade, um dos
valores organizacionais do Grupo Sotreq, é um dos fatores
que contribuem para a implantação do Sistema de Gestão
Integrado (SGI), pois o atendimento a essa exigência legal
(tratamento dos efluentes) é condição indispensável para
o início do processo. n
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12/9/09 12:40 PM
construçÃO
Empresa mineira reforça frota
focando a atuação nos segmentos de
terraplenagem e de limpeza industrial
dentro da vale
As máquinas da
Skava Minas estão
em operação na
unidade da Vale no
complexo Vargem
Grande, próxima
de Belo Horizonte.
À direita, o
consultor de vendas
multiprodutos
da Sotreq Carlos
Alberto (Betho)
e Hermany Avelar,
supervisor de
transportes da
Skava Minas
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Skava Minas
explora novos
mercados
38
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n
A
o completar dez anos de atividades, em agosto
passado, a Skava Minas aproveitou para comemorar a recente diversificação de sua frota Caterpillar, realizada por intermédio da Sotreq de Contagem/
MG. Com isso, a empresa vislumbra novas áreas de atua­
ção, com previsão de forte crescimento para 2010.
Diante desse cenário promissor, a empresa negociou
com a Sotreq a aquisição de novas máquinas por meio do
consultor de vendas multiprodutos Carlos Alberto (Betho).
O pacote incluiu retroescavadeiras 416E, carregadeiras
924 HZ e minicarregadeiras 226B, todas equipadas com
cabines fe­chadas e ar-condicionado, visando aumentar a
produti­vidade e o conforto dos operadores.
Os equipamentos atendem ao traba­lho correspondente ao contrato com a Vale para lim­peza industrial nas áreas
de embarque de mi­nério, trilhos de ramais ferroviários em
pátios de carregamento e correias transportadoras.
A Skava Minas também incorporou à sua frota o trator de esteiras D6K, que será aplicado em serviços de ter­
raplenagem, outro campo de atuação no qual a com­pa­nhia
está em fase de crescimento. “Os equipamentos já estão
em operação nas unidades da Vale no complexo Vargem
Grande, próximo de Belo Horizonte”, afirma o diretor ope­
racional da Skava Minas, Marcos Jo­sé de Paula.
O diretor administrativo, Edwarde José Duarte, conta
que a Skava manteve a certificação ISO 9001 e que a empresa não sentiu tanto os impactos da crise econômica.
“Dentro do nosso plano de expansão, concluímos a construção de mais uma unidade de apoio para fazer as manutenções e intervenções em equipament­os mais pesados.
Eles não podem ser deslo­cados das minas onde trabalham
em função das suas gran­des dimensões”, afirma. Duarte
revela que a empre­sa registrará crescimen­to estimado em
15% em 2009 e prevê um incremento de cer­ca de 28% na
quantidade de serviços prestados no próximo ano.
A Skava Minas está otimista com o mercado e com
a perspectiva de implementação de grandes projetos de
construção e mineração. Tanto que pretende investir em
torno de 15 milhões de reais na aquisição de mais equipamentos e na renovação da frota para o próximo ano.
“Hoje, a frota Caterpillar da Skava Minas repre­senta
95% do total dos equipamentos de movimentação de terra
e de apoio da empresa”, diz o supervisor de transpor­tes da
Skava Minas, Hermany Avelar. Ela é composta de escavadeiras 336 DL, 324 DL e 320 CL, pás carregadeiras 924
HZ e 938 G2, tratores de esteiras D6R, D8T e D6K, motoniveladoras 12H e 140M, além das recentes aquisições
de retroesca­vadeiras e minicarregadeiras. A di­versificação
da frota tem razão de ser: além da larga ex­periência nas
áreas de mo­vimentação e transporte em mineração e escavação, a Skava Minas sabe que precisa de bons equipamentos para igualmente ser bem-sucedida em terraplenagem e locação de má­quinas de produção. n
elo
12/14/09 9:26 AM
Laboratório
SOS:
Tecnologia, precisão
e qualidade para
a manutenção
preventiva do seu
equipamento.
O Laboratório SOS é o maior
laboratório de análise de óleos e
fluidos lubrificantes usados da América
Latina. Possui capacidade para atender
360 mil amostras/ano e certificação
ISO 9001/9002, o que confere a
modernidade e tecnologia adequadas
para assertividade e rapidez necessária
na entrega das análises.
Mercado de atuação:
• Agrícola
• Aviação
• Construção leve e pesada
• Energia
• Indústria naval
• Locomotivas
• Mineração
• Petróleo e marítimo
• Transporte público e outros
Qualidade aprovada
pelos equipamentos
mais exigentes.
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www.gruposotreq.com.br
©2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa e de produto usadas aqui, são marcas registradas e não podem ser usadas sem permissão
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10/12/09 17:34
Há 55 anos
crescendo
no Brasil
Ao longo de sua trajetória de mais de meio
século, a Caterpillar teve participação
decisiva em grandes obras realizadas no país
Q
uando iniciou suas operações no Brasil, em 1954,
em um armazém no bairro da Lapa, em São Pau­
lo, a Caterpillar queria fi­car mais próxima de seus
clientes – desde 1920 já ha­via tratores de esteiras por
aqui – e “sustentar o inves­ti­mento em infraestrutura no
país”, como salienta o presidente da Caterpillar Bra­sil,
Luiz Carlos Calil. Mais de meio século depois, pode-se
afirmar que a mis­são foi alcançada. É impossí­vel imagi­
nar as grandes obras de de­senvolvimento (da abertura
de estradas às megacons­truções, como usinas hidrelétri­
cas), sem a con­tribuição dos equipamentos CAT.
Nos primeiros 40 anos, a fabricante enfrentou os­
cilações e indefinições nos investimentos que realizava.
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institucional
40
n
1
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Com exceção dos períodos progressistas, como os “50
anos em 5” da era Juscelino Kubitschek e o chamado mi­
lagre econômico, do início dos anos 70, o país equilibrouse na gangorra da instabilidade provocada por crises e
su­cessivos planos econômicos. Mas as ações empreen­
dedoras da empresa e a crença no potencial brasileiro
nunca saíram do foco da Caterpillar.
Em meados da década de 90, os negócios externos
indicaram à empresa os rumos do futuro. “Aprendemos
que a fábrica do Brasil devia ter vocação exportadora”,
lembra Calil. “A partir de então, redesenhamos as estra­
tégias para atuar melhor no campo das exportações.”
O executivo lembra que foram adotadas medidas im­
portantes visando à expansão das exportações. As linhas
de montagem passaram a produzir máquinas de classe
mundial e a fábrica de Piracicaba redobrou esforços para
dar excelência operacional à exportação, garantindo
com­­petitividade. “É fundamental contar com logística de
ponta para entrega na data combinada”, ensina Calil.
Hoje, a Caterpillar Brasil é considerada uma referên­
cia na corporação pelos expressivos resultados alcan­
çados nos últimos anos. Além dis­so, a fábrica se tornou
fonte global de alguns produtos, como o trator de esteiras
D8R. Para se ter ideia, Piracicaba é base de exportação
para 120 países.
Ali são produzidos 35 modelos e dez famílias de
má­­­­quinas. Além disso, a unidade é referência mundial
em solda e usinagem. Desde 2001, atua com soluções
ener­géticas de origem nacional. Além da importação de
grandes conjuntos geradores de energia, Piracicaba fa­
bri­ca grupos de 50 a 750 kVA.
Em 2008, a Caterpillar foi a 17ª empresa do país que
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Passos de gigante
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3
8
7
mais exportou e a quarta no Estado de São Paulo. “Isso
faz parte de um trabalho contínuo na melhoria da quali­
dade e nas relações de confiança”, revela o presidente.
A Caterpillar chegou a exportar três quartos de
sua produção total. Com a eclosão da crise econômica
mundial, em setembro de 2008, alguns ajustes foram
ne­cessários. O cenário, porém, está se normalizando.
“Em volume, o mercado melhorou em torno de 50% em
relação ao primeiro semestre”, analisa Calil. “A crise
dá sinais de abrandamento, mas o Brasil ainda investe
pouco em infraestrutura.”
De olho nos próximos anos, a Caterpillar mantém a
vanguarda em processos produtivos e pesquisas tecno­
lógicas. A empresa concentra forças na melhoria da efi­
ciência, no aprimoramento do produto, na racionalização
do transporte e nas negociações com fornecedores. Na
ou­tra ponta, investe em capacitação profissional e no
com­promisso com a sustentabilidade.
Além do apoio a programas sociais que buscam edu­
cação e inserção de jovens no mercado de trabalho, a
Caterpillar vem se empenhando na redução da emissão
de poluentes. Só no desenvolvimento da tecnologia ba­ti­
zada de Advanced Combustion Emission Reduction Tech­
nology (Acert), ela desembolsou 1 bilhão de reais.
A solução proporciona queima de diesel eficien­te e
reduz gases poluentes. “O Brasil ainda engatinha na apli­
cação das normas am­bientais para o segmento fora de
estrada, mas a Ca­ter­pillar já fornece máquinas adequa­
das ao Tier III, conjunto de normas ambientais voltadas
a máquinas e tratores. A empresa está preparada para
os limites de emissão para as próximas duas gerações”,
des­taca Calil. E, sem dúvida, para os próximos 55 anos. n
desenvolvimento
O presidente da
Caterpillar do Brasil,
Luiz Carlos Calil,
e algumas obras
importantes realizadas
em 55 anos de Brasil:
Rodovia dos
Imigrantes (foto1),
Hidrelétrica de Itaipu
(foto 2), construção da
Basílica de Aparecida/
SP (foto 3) e Usina de
Sobradinho (foto 4)
1954 Instalação da Caterpillar no Brasil, em um ar­­­mazém no bairro paulistano da Lapa, para vender, produzir e estocar peças (foto 5)
1960 Início das atividades da fábrica no bairro
de Santo Amaro com a produção da
motoniveladora 12E (foto 6), construída com 55% de componentes nacionais
1961 Lançamento dos escrêiperes 435F e 619C,
e das lâminas 4A, 6A e 8A para tratores
de esteiras
1966 Início da produção no país do escrêiper 621, totalmente hidráulico
1975 Início dos trabalhos de terraplenagem em Piracicaba e construção de um barracão no local para treinamento de mão de obra
1976 Inauguração da fábrica de Piracicaba.
Durante a década, a empresa lançou tratores de es­teiras (D4D, D6D e D4E) (foto 7),
pás carregadeiras de rodas (966C e 930),
caminhão fora de estrada (769B),
motoniveladora (120B) e motoescrêipe­res (621B e 627B)
1986 Início da construção da segunda etapa de ampliação em Piracicaba. A década marca o lançamento do motoescrêiper 621R (foto 8)
com motor na­cional e as pás carregadeiras 966R e 930R com sistema de transmissão nacional, grupos geradores e motores
marítimos e industriais
1988 Lançamento do trator de esteiras D5B,
moto­escrêiper 621S e caminhão fora de estrada 785
1995 Nos cinco primeiros anos da década, a fabricante incorporou à linha de produção motoniveladoras (120 e 140G), tratores de esteiras (D5R e D8R), pás carregadeiras (950,
960F, 924F e 938F) e motoescrêiper(621F)
1999 A empresa conquistou o Prêmio Nacional
da Qualidade
2001 Ingresso no mercado de energia com os grupos geradores de 50 a 750 kVA
2000/ Lançamento da série 500 de compactadores,
2004 carregadores 924G/GZ, escavadeiras 320C/L, tratores de esteiras D8R Série II
e retroescavadeiras 416D. A empresa recebeu as certificações ISO 14001 e Excelência Operacional
2005/ Continuidade dos investimentos na
2008 atua­­l­ização dos produtos, lançados
simulta­neamente com os Estados Unidos, Europa e Ja­pão. Introdução da Série M de motoniveladoras, uma revolução tecnológica, dos tratores de esteiras D8R Série III, D8T, D6T e D6N, da Série H de carregadeiras, das escavadeiras 320D/L e 336D/L, e da
retroescavadeira 416E
2009 Em área de 214 mil m², a empresa produz
35 modelos de máquinas de classe mundial e emprega 4,2 mil pessoas. Foi eleita a melhor
empresa para se trabalhar no Brasil segundo
as pesquisas Great Place To Work Institute
e Guia Você S/A Exame
2009 outubro/novembro/dezembro n
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41
12/9/09 3:29 PM
PRISCILLA TORRES
mÁquinas usadas
Empresa de Manaus se reforça
para as obras de infraestrutura
que o Campeonato Mundial
de Futebol exigirá na capital
competitividade
O diretor
administrativo da
Amazon, Jéferson
Schneider (à direita)
e seu irmão Éder
Schneider: compra
de máquinas
Caterpillar, como
a retroescavadeira
416E, aumentou
a força da empresa
no mercado local
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Amazon
Compressores
se prepara
para a Copa
42
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n
D
esde que foi anunciada como uma das sedes da
Copa do Mundo de 2014, a cidade de Manaus/
AM já vem passando por algumas obras de me­
lhoria em sua infraestrutura. Para não desperdiçar boas
oportunidades de negócios, as empresas de construção
civil precisam cada vez mais de máquinas e equipamen­
tos disponíveis para atender à demanda exigida.
A Amazon Compressores Comércio e Serviços de
Equi­pamentos Ltda., companhia que atua no segmento
de lo­ca­­ção de compressores e equipamentos industriais,
não perdeu tempo. Em março de 2008, iniciou o processo
de compra de um lote de sete máquinas usadas da Cater­
pillar, por meio da Sotreq, com o intuito de oferecer a lo­
cação de máquinas voltadas para a construção civil.
Segundo Jéferson Schneider, diretor administrativo
da empresa, os equipamentos foram fundamentais para
a Amazon entrar com competitividade no mercado lo­
cal. Ela incorporou em sua frota duas retroescavadeiras
416E, uma motoniveladora 12H, uma escavadeira 320C,
uma carregadeira 924G e duas compactadoras de solo
CS-42E. Todas com, no máximo, 5 mil horas de uso e
devidamente revisadas.
“A Amazon estava apenas começando sua partici­
pação no segmento de locação. Por isso, a aquisição de
máquinas novas ainda era inviável”, explica Schneider.
Assim, em um primeiro momento, optou pelos equipa­
mentos usados da Caterpillar, com a manutenção feita
pelos próprios funcionários da empresa e peças adquiri­
das diretamente da Sotreq.
Schneider conta que a escolha pela Caterpillar foi de­­
finida pela confiabilidade que a marca asse­gura. “Ao sa­
ber que nossas máquinas são da Caterpillar, o cliente se
sente seguro e a negociação fica mais fácil”, afirma. Após
a compra dos sete equipamentos usa­dos – e com os óti­
mos resultados obtidos com essa operação –, a Amazon
providenciou a compra de mais máquinas no­­vas, como
as duas retroescavadeiras 416E, com o fi­nan­­­ciamento
feito com a Sotreq. Além de­­las, um rolo compactador
CP-533 e uma escavadeira 320DL foram compradas por
meio do Banco Caterpillar, Cat Financial. n
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