relatório anual e contas

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relatório anual e contas
RELATÓRIO ANUAL E CONTAS
2
O presente documento dá cumprimento ao estabelecido no Código das
Sociedades Comerciais, relativo à apresentação anual do relatório e contas
da empresa, referindo-se, em particular, ao ano de 2012, e responde às
obrigações definidas no Decreto-Lei 111/2001, que requer que a Valorpneu
apresente um relatório anual no qual sejam caracterizados os resultados
obtidos pela sociedade em termos de gestão do sistema integrado.
Este relatório caracteriza a situação da empresa em 2012, nomeadamente no
que diz respeito à evolução do capital e sua estrutura acionista, bem como
o respetivo balanço social; apresenta a quantidade de pneus recolhidos e
entregues às empresas que se responsabilizam pela sua recauchutagem,
reciclagem e outras formas de valorização; discrimina os gastos incorridos;
identifica os produtores com quem realizou contratos; compara a atividade
realizada em relação aos objetivos definidos na Licença e estabelece
estratégias para o funcionamento futuro da sociedade.
3
A VALORPNEU NUM MINUTO
7
A Valorpneu em 2012
8
ATIVIDADE DA VALORPNEU
11
Modelo de Gestão
Órgãos sociais e colaboradores
Atividades de 2012
Balanço de uma década de atividade da Valorpneu e do SGPU
“10 Anos a construir o futuro”
12
14
16
24
COMUNICAÇÃO, I&D E RESPONSABILIDADE SOCIAL
29
Comunicação
I&D
Responsabilidade social
30
34
37
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012 41
Fluxo de pneus Recolha de Pneus Usados
Valorização de pneus usados
Taxas de Recolha e Valorização
Resultados económicos e financeiros
42
48
55
63
65
PERSPETIVAS PARA 2013
73
ANUÁRIO DO SGPU
81
Produtores (contrato completo)
Produtores (contrato terminado)
Exportadores (não qualificados produtores)
Operadores do sgpu: pontos de recolha Operadores do sgpu: transportadores
Operadores do sgpu: valorizadores Recauchutadores
82
98
99
100
101
101
101
PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS 103
Proposta de Aplicação de Resultados
Considerações finais
104
104
CONTAS
107
Demonstrações Financeiras Individuais
Balanço
Demonstração dos resultados por naturezas
Demonstração das alterações no capital próprio
Demonstração dos fluxos de caixa
Anexo às Demonstrações Financeiras
108
108
109
110
111
112
CERTIFICAÇÃO DO REVISOR OFICIAL DE CONTAS 131
O ano de 2012 ficou marcado por uma nova
retração do mercado de pneus, veículos e
equipamentos que os incorporem, o que levou
à necessidade de atualização da tabela de
Ecovalores em 1 de julho de 2012, mas que não
impediu a Valorpneu de continuar a apresentar
níveis elevados de desempenho de gestão de
pneus usados. Foram colocados no mercado
62.431 ton de pneus, gerados 65.231 ton de
pneus usados e recolhidos e tratados no SGPU
79.114 ton de pneus usados, demonstrando o
bom trabalho realizado pelos vários parceiros do
SGPU e a adequação da atual rede de recolha,
transporte e valorização do sistema.
A VALORPNEU NUM MINUTO
A VALORPNEU NUM MINUTO
A Valorpneu em 2012
O Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados (SGPU) continuou a apresentar
uma taxa de recolha superior a 100% em 2012, ou seja, tal significa que a Valorpneu
recolheu mais pneus do que aqueles que foram gerados no ano e que também
pagaram Ecovalor. Da quantidade de pneus recolhidos, foram recicladas 39 mil
toneladas de pneus usados e foram aproveitadas energeticamente 25 mil toneladas,
sendo os restantes pneus reutilizados ou recauchutados. Em 2013, a Valorpneu
continuará a prosseguir todas as ações para se manter como uma empresa de
referência no domínio da gestão de fluxos específicos de resíduos, ao nível da
sustentabilidade ambiental e económica.
Resultados da Valorpneu
Resultados da Valorpneu
Outros números
2012
Pneus colocados no mercado:
No âmbito do SGPU (pagam Ecovalor)
62.431
Pneus usados gerados:
No âmbito do SGPU
65.231
Tratamento dos pneus usados gerados:
Enviados para recauchutagem
Enviados para reutilização
13.962
Volume de negócios
8.234.916 ¤
Gastos de processamento
6.990.397 ¤
EBITDA
-299.087 ¤
Resultados líquidos
-387.935 ¤
Resultados transitados
530.851 ¤
Nº de colaboradores
6
620
Enviados para reciclagem
39.203
Âmbito do sistema:
Enviados para valorização energética
24.483
Produtores aderentes
1.451
Origens de pneus usados
4.733
Enviados para aterro
Total de pneus usados gerados tratados
78.268
Tratamento das existências:
Enviadas para reutilização
Enviadas para valorização energética
Enviadas para aterro
Total de existências tratadas
Operadores SGPU:
846
846
Total de pneus tratados:
Usados gerados + existências
8
Dados económico/financeiros:
79.114
Pontos de recolha
49
Transportadores
23
Recauchutadores
30
Recicladores
3
Valorizadores energéticos
4
Fragmentadores
1
Objetivos de gestão
2012 (%)
Meta 09/13 (%)
Δ em relação à meta
120,0%
96%
+24,0 pp
Taxa de Prep. p/ Reut. + Recauchutagem
22,4%
27%
-4,6 pp
Taxa de Reciclagem
81,6%
69%
+ 12,6 pp
Resultados da Valorpneu
Taxa de Recolha
Evolução dos pneus colocados no mercado,
gerados, recolhidos e existências (ton)
100000
90000
80000
70000
60000
50000
40000
30000
20000
10000
0
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Pneus usados gerados recolhidos no âmbito do SGPU
Pneus usados gerados
Pneus colocados no mercado (pagam ecovalor)
Existências processadas
9
Entre as várias atividades desenvolvidas ao longo
do ano de 2012, é de destacar a reformulação
integral do sistema de informação do SGPU, o
balanço realizado aos 10 anos de existência do
sistema e a definição e publicação da nova Tabela
de Ecovalores, que não sofria atualizações desde
1 de janeiro de 2008.
ATIVIDADE DA VALORPNEU
ATIVIDADE DA VALORPNEU
Modelo de Gestão
A Valorpneu
A Valorpneu tem por objetivo a organização e a gestão do Sistema Integrado
de Gestão de Pneus Usados (SGPU), de acordo com o licenciamento que lhe foi
concedido e no quadro do sistema integrado previsto no Decreto-lei n.º 111/2001,
de 6 de abril, o qual estabelece os princípios e as normas aplicáveis à gestão
de pneus e pneus usados. Desta forma, a Valorpneu é uma entidade sem fins
lucrativos, que obteve o primeiro licenciamento para assegurar aquela atividade no
território do Continente a 7 de outubro de 2002, pelos Ministérios do Ambiente
e da Economia, na Região Autónoma da Madeira a 17 de janeiro de 2006 e na
Região Autónoma dos Açores a 1 de abril de 2006, ambas através da extensão do
licenciamento concedida pelas respetivas Secretarias Regionais do Ambiente.
Em 4 de dezembro de 2008 foi atribuída uma nova licença à Valorpneu pelo
Estado Português, com efeitos a 7 de outubro de 2008 e termo a 31 de dezembro
de 2013. Esta licença reflete já as mais recentes definições e a hierarquia de
tratamento de resíduos, aprovadas no contexto da nova Diretiva Europeia de
Gestão de Resíduos.
COMO FUNCIONA O MODELO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO
DE PNEUS USADOS (SGPU)?
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Funcionamento do SGPU
O SGPU – Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados é um sistema
articulado de processos e responsabilidades que visa o correto encaminhamento
dos pneus em fim de vida, promovendo a sua recolha, separação, retoma e
valorização. Este sistema, que tem por base o princípio da responsabilidade do
produtor, é financiado pela cobrança de um Ecovalor, discriminado na fatura
aquando da venda de pneus. No SGPU, os Pontos de Recolha da rede são
locais de armazenamento temporário de pneus usados, os quais funcionam
como um “reservatório” a montante dos valorizadores. Estes operadores são
a primeira face visível do SGPU, e aceitam, livres de encargos, quaisquer tipos
de pneus provenientes dos detentores (distribuidores, particulares, oficinas,
etc.). Em troca da prestação deste serviço a Valorpneu pagou, em 2012,
um valor de contrapartida de 25¤/t aos Pontos de Recolha. Mediante uma
contrapartida financeira, os Recicladores e Valorizadores Energéticos fecham o
ciclo do SGPU, recebendo os pneus em fim de vida provenientes dos Pontos de
Recolha, processando-os em granulado de borracha, no caso dos recicladores
ou transformando-os em energia, no caso dos valorizadores energéticos,
dando-lhes assim um destino adequado.
O transporte dos pneus em fim de vida desde os Pontos de Recolha até
aos Valorizadores também é controlado e financiado pela Valorpneu.
Ecovalor cobrado aos produtores
Em julho de 2012, por forma a responder às solicitações impostas pela atual
conjuntura económica e após 4 anos e meio, a Valorpneu atualizou a sua tabela de
Ecovalores que contempla 14 categorias distintas de pneus. De seguida apresentamse os correspondentes Ecovalores unitários por pneu colocado no mercado.
Código
Categoria
Ecovalor 01/07/2012 (¤/pneu)
T
Ligeiro de passageiro/turismo
1,20
4x4
4x4 "on/off road"
2,11
C
Comercial
1,84
P
Pesado
8,86
A1
Agrícola (diversos)
3,06
A2
Agrícola (rodas motoras)
E1
Industrial (8" a 15")
2,10
E2
Maciço (<=15")
3,65
11,03
G1
Eng. Civil e Maciços (<24")
9,01
G2
Eng. Civil e Maciços (>=24")
41,43
M1
Moto (> 5occ)
0,76
M2
Moto (até 5occ)
0,24
F
Aeronaves
1,20
B
Bicicletas
0,09
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ATIVIDADE DA VALORPNEU
Órgãos sociais e colaboradores
Estrutura de capital
A Valorpneu é uma sociedade por quotas, sem fins lucrativos, com um capital
social de 30.000¤, distribuído da seguinte forma:
• ACAP – Associação Automóvel de Portugal: 18.000¤, representando 60% do
capital social.
• ANIRP – Associação Nacional dos Industriais de Recauchutagem de Pneus: 6.000¤,
representando 20% do capital social.
• APIB – Associação Portuguesa dos Industriais de Borracha: 6.000¤, representando
20% do capital social.
Os três órgãos sociais da Valorpneu garantem a concertação entre as entidades
envolvidas no SGPU e o controlo da atividade da Valorpneu.
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Órgãos sociais
Colaboradores
A Mesa da Assembleia Geral é constituída por 3
membros (Presidente, Vice-Presidente e Secretário). A
administração e a representação da sociedade competem
aos 5 Gerentes eleitos em Assembleia Geral, cujos
mandatos têm a duração de 2 anos, sendo a fiscalização
da administração assegurada por 1 fiscal único.
Em 2012, a Valorpneu manteve a sua equipa de
6 elementos que asseguram a operacionalidade da
empresa nas suas diversas áreas de competência e
acolheu ainda uma estagiária na área de I&D.
Na foto da esquerda para a direita com início na primeira
fila: José S. de Sousa (Gerente - APIB), Carlos F. Marques
(Presidente da Mesa – ANIRP), Hélder B. Pedro (Gerente
– ACAP), Bruno B. Ventura (Gerente – ACAP), Joaquim
S. Neves (Fiscal Único), José Aniceto (Gerente – ANIRP),
Miguel T. Morais (Secretário da Mesa - ACAP), Joaquim V.
Soares (Gerente – ACAP).
Na foto da esquerda para a direita: Cátia Fernandes
(Estagiária), Dora Gervásio (Departamento de Logística),
Anabela Freire (Departamento Financeiro), Diogo
Aresta (Departamento Rede Produtores), Climénia
Silva (Diretora Geral), Paulo Silva (Departamento de
Logística), Maria José Mendes (Assistente).
Valorpneu, uma iniciativa
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ATIVIDADE DA VALORPNEU
Atividades de 2012
Introdução
No contexto das diversas atividades desenvolvidas pela Valorpneu em 2012,
devem ser realçadas a atualização da Tabela de Ecovalores, que entrou
em vigor no dia 1 de julho, o balanço realizado aos 10 anos de atividade do
SGPU, a conclusão da reformulação do sistema de informação do SGPU e as
diversas iniciativas levadas a cabo nas áreas de comunicação e sensibilização,
investigação e desenvolvimento e responsabilidade social. Estas últimas são
apresentadas em capítulo próprio, enquanto as restantes, bem como outras de
relevo, são apresentadas de seguida.
Atualização da Tabela de Ecovalores
A evolução negativa do mercado de pneus e a degradação do enquadramento
económico nacional teve profundas repercussões ao nível da sustentabilidade
económica e financeira do Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados
(SGPU), criado pela Valorpneu para gerir o correto encaminhamento dos pneus
em fim de vida.
Desde o ano de 2010 que se tem vindo a assistir a uma diminuição progressiva
do financiamento da atividade da Valorpneu, em resultado da evolução negativa
da quantidade de pneus colocados no mercado declarados e das dificuldades
de cobrança dos Ecovalores, que não tiveram tradução direta e proporcional na
diminuição da quantidade de pneus recolhidos e valorizados no sistema.
Neste contexto, para garantir a sustentabilidade económica e financeira do
SGPU, a Valorpneu viu-se obrigada a propor à sua tutela a atualização das
prestações financeiras devidas pelos produtores aquando da colocação de
pneus no mercado, proposta essa que foi aprovada pela Agência Portuguesa
do Ambiente (APA). Deste modo, a nova Tabela de Ecovalores entrou em vigor
no dia 1 de julho de 2012, substituindo a anterior tabela que vigorava desde 1 de
janeiro de 2008, ou seja, durante 4 anos e meio.
16
17
ATIVIDADE DA VALORPNEU
Novo sistema de informação
A reformulação integral do sistema de informação
do SGPU, que se tinha iniciado no ano transato,
foi concluída em 2012. Este projeto foi iniciado pela
Valorpneu por forma a permitir dar resposta aos novos
desafios colocados ao SGPU e teve caráter transversal
e integrado, tendo envolvido todos os departamentos
e áreas da Valorpneu, desde a gestão da relação com
produtores e recauchutadores, até à área financeira e
contabilística, passado pelas áreas operacionais e de
gestão documental.
Neste contexto, foi implementada uma base relacional
entre as diversas áreas funcionais da empresa e
modernizada de raiz a plataforma informática em
que assenta o SGPU Online, com recurso aos mais
recentes desenvolvimentos na área das tecnologias de
informação e comunicação, permitindo, nomeadamente,
agilizar e reforçar as operações de obtenção e controlo
da informação.
Por exemplo, foram reforçados os mecanismos de
gestão operacional do sistema ao nível do transporte
de pneus usados entre os Pontos de Recolha e os
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Valorizadores, possibilitando identificar os meios
disponibilizados pelo Transportador para efetuar
a operação e deste modo permitir a sua análise e
otimização e ainda a verificação de conformidade
face aos meios existentes e à documentação que
acompanha o Pedido de Transporte.
Por forma a facilitar o processo de migração entre a
plataforma antiga e o novo SGPU Online, a Valorpneu
realizou uma formação específica para 82 profissionais
do sector dos pneus usados. A formação realizouse nos dias 20 e 21 de março, em Lisboa e no Porto
e teve por base uma componente teórica e outra
prática. Deste modo, em primeiro lugar foi realizada
uma exposição que realçou as principais alterações
funcionais em relação à versão anterior, tendo
posteriormente sido efetuada uma demonstração
do funcionamento do novo sistema. Adicionalmente,
foi distribuído aos participantes da formação um
documento resumo das alterações ao funcionamento
do SGPU Online, na versão Ponto de Recolha,
Transportador e Valorizador.
Conclusão do “Estudo de Caracterização
da Atividade de Recauchutagem”
A Valorpneu concluiu o “Estudo de Caracterização da
Atividade de Recauchutagem” em meados do ano,
estudo esse que se tinha iniciado em 2011. O mercado
da recauchutagem tem-se vindo a alterar ao longo
dos anos, desde a constituição da Valorpneu em 2003,
pelo que se considerou necessário analisar com maior
detalhe o atual sector da recauchutagem por forma
a identificar as alterações entretanto surgidas e os
constrangimentos que impedem um maior nível de
atividade de recauchutagem no nosso país.
O desenvolvimento deste estudo decorreu no
seguimento de diversas iniciativas que a Valorpneu tem
desenvolvido na área da recauchutagem de pneus e
contou com a colaboração de inúmeras entidades do
sector, com especial enfoque para os Recauchutadores,
os Produtores e Distribuidores de Pneus e os
Grandes Frotistas.
Nele foram analisados os problemas e os desafios
que se colocam ao sector da Recauchutagem e as
suas implicações ao nível da gestão do SGPU, tendo
sido adicionalmente identificadas medidas que
potencialmente poderão ser colocadas em prática para
desenvolver este sector, que é um sector tradicional
e importante no nosso país. Entre as conclusões do
estudo, de realçar a manutenção da dificuldade de se
atingir um nível de recauchutagem consentâneo com a
meta de recauchutagem definida na legislação.
Auditorias a produtores
Como habitualmente, a verificação das obrigações dos
produtores foi realizada através de vários mecanismos,
sendo que o mais relevante e notório envolve a
realização de auditorias formais a cargo de uma
empresa internacional especializada nesta área. Estas
auditorias passaram pelo controlo das declarações de
pneus colocados no mercado nacional, que são a base
para a liquidação do Ecovalor e para o financiamento do
sistema, sendo que em 2012 tiveram como novidade a
verificação da aplicação da nova tabela de Ecovalores,
que recorde-se, entrou em vigor a meio do ano, mais
concretamente no dia 1 de julho. No total foram
auditadas 339 empresas no ano de 2012, com resultados
em geral muito satisfatórios, mas que evidenciam
algumas subdeclarações, sobretudo relativas a pneus
usados introduzidos no mercado.
19
ATIVIDADE DA VALORPNEU
Avaliação de desempenho
dos pontos de recolha
O desempenho dos Pontos de Recolha da rede
Valorpneu continuou a ser avaliado e os resultados
formalizados em relatórios trimestrais de desempenho.
Por mais um ano foi igualmente atribuído o Prémio
de Desempenho de Ponto de Recolha. Para a
atribuição do prémio, o período em análise cobriu o 2.º
semestre de 2011 e o 1.º semestre de 2012, tendo em
conta os seguintes critérios: certificação ambiental,
outras certificações, ausência de contaminantes na
armazenagem, presença nas formações da Valorpneu,
nível de organização do espaço, ocorrência de
incidentes na caracterização de origens, cumprimento
do prazo de registo de receções, ausência de entregas
de cargas contaminadas e volume de expedições para
reutilização e recauchutagem.
A avaliação realizada pela Valorpneu foi posteriormente
validada por uma entidade externa de auditoria, sendo
que os resultados foram apresentados no 10º Encontro
da Valorpneu.
20
Avaliação de desempenho de transportadores
Um dos aspetos mais relevantes da atividade da
Valorpneu em 2012 consistiu no desenvolvimento e
implementação de um sistema de avaliação e controlo
da logística associada ao transporte de pneus usados
dos Pontos de Recolha para reciclagem e valorização
energética, o qual foi formalizado na nova plataforma
integrada de gestão do SGPU. Deste modo, a Valorpneu
reforçou o seguimento das cargas de pneus usados
através do desenvolvimento de novos indicadores, que
em “tempo real” permitem a análise da qualidade do
serviço prestado, bem como das ações a realizar para a
sua otimização.
Colaboração com entidades
gestoras de outros países
A Valorpneu manteve a colaboração com entidades
gestoras de pneus usados na troca de experiências,
na complementaridade de soluções de valorização e
na harmonização de conceitos relativos ao “produto”
pneu usado. Em 2012, assumem especial relevância
a colaboração encetada com a Ecopneus (Itália) e
Signus (Espanha) para o patrocínio e participação na
Conferência “Asphalt Rubber 2012”, que se realizou na
cidade alemã de Munique entre 23 e 28 de outubro,
bem como a participação da Valorpneu em grupos
de trabalho que visam o Fim do Estatuto de Resíduo
para o granulado de borracha de pneu e pneus
recauchutáveis e, igualmente, a troca de experiências
com a Reciclanip, associação brasileira criada para
a gestão dos pneus usados no Brasil. Refira-se que
esta última empresa conta atualmente com cerca de
743 pontos de recolha distribuídos por todo o país
e inúmeras parcerias com municípios para a receção
de pneus em fim de vida originários de diversas
proveniências, sendo que foi constituída com base nos
modelos e experiência de algumas entidades gestoras
europeias, entre as quais se insere a Valorpneu.
Realização do 10º Encontro Anual da Rede
Valorpneu “10 anos a construir o futuro”
O Encontro Anual da Rede Valorpneu decorreu este ano
nos dias 16 e 17 de outubro, em Vila Nova de Gaia, no
Hotel The Yeatman, junto ao rio Douro.
Apesar de ser um espaço tradicional de encontro dos
vários parceiros da Valorpneu e de discussão de ideias
sobre o sector da gestão de pneus usados, o encontro
deste ano revestiu-se de especial relevância, dado
que marcou os 10 anos de atividade da Valorpneu.
Neste contexto, o programa da sessão de trabalhos
foi diferente do habitual, tendo a Valorpneu realizado
um balanço global dos dez anos da sua existência e
pedido adicionalmente a um representante de cada tipo
de parceiro do SGPU para avaliar o sistema com base
na sua experiência da última década. Desta forma, os
parceiros do SGPU tiveram possibilidade de fornecer a
sua perspetiva dos problemas e oportunidades que se
apresentam ao sector nos próximos anos.
No encontro foram ainda divulgados e atribuídos o
Prémio Inovação Valorpneu 2012, que vai na sua 4ª
edição e o Prémio Desempenho de Ponto de Recolha,
atribuído pelo quinto ano consecutivo, e que este ano
coube à empresa Metais Jaime Dias, SA, localizada no
concelho da Trofa.
END OF LIFE TIRE
MANAGEMENT
Turning scrap tires into
asphalt rubber roads
il f
d i
i if
i
i
Gold Sponsors
AR2012 5th International Asphalt Rubber “Roads of the Future”
Conference Munich, Germany, October 23-26, 2012
www.ar2012.net
21
ATIVIDADE DA VALORPNEU
Atividades Desenvolvidas em 2012
Áreas
Principais objetivos definidos para 2012
Principais atividades realizadas em 2012
Empresa e relação
com a Tutela
Assegurar a sustentabilidade económica do SGPU; Atualização da Tabela de Ecovalores com efeitos a partir do dia
1 de julho de 2012
Dar cumprimento às condições definidas no novo
regime jurídico de gestão de resíduos;
Realização de um balanço aos 10 anos de atividade da Valorpneu
e do SGPU
Participar na revisão legislativa relativa ao sector.
Garantir a execução das normas e procedimentos estabelecidos na atual
licença da Valorpneu
Interação com a tutela com vista à revisão de alguns requisitos que
enquadram a atividade
Interação com sociedades europeias congéneres em várias vertentes
Conclusão da reformulação do sistema de informação SGPU Online
Produtores
Promover a adesão de novos produtores
(“free riders”) e o combate à fraude;
Zelar pelo cumprimento das obrigações
dos produtores aderentes.
Rede de Recolha
e Transporte
Manter uma elevada taxa de recolha do SGPU;
Envolver os operadores nos resultados
e promover a qualidade de serviço da rede.
Novos aderentes em 2012: + 161 (total: 1.451)
Continuação do seguimento e interação com estes agentes
Manutenção de uma rede adequada de pontos de recolha:
40 (Continente); 8 (Açores); 1 (Madeira)
Ações de formação para os pontos de recolha: 2 ações com
82 participantes
Manutenção de uma rede adequada de transportadores:
23 transportadores
Disponibilização de relatórios de desempenho trimestrais aos
Pontos de recolha e semestrais aos Transportadores
Atribuição do Prémio de Desempenho de Ponto de Recolha 2012
Rede de Valorização
Manter taxas de valorização elevadas;
Conclusão do Estudo de Caracterização da Atividade de Recauchutagem
Monitorizar de forma eficaz a rede do SGPU
e os seus operadores.
Manutenção da rede de recicladores (3), da rede de valorizadores
energéticos (4) e da rede de fragmentadores (1)
Manutenção da cobertura total dos Recauchutadores nacionais
pelo SGPU: 30
Acompanhamento periódico da atividade dos valorizadores
Promoção do mercado de recauchutagem, através de ações conjuntas
com a ANIRP
22
Atividades Desenvolvidas em 2012
Áreas
Principais objetivos definidos para 2012
Principais atividades realizadas em 2012
Mecanismos
de controlo
e fiscalização
Manter e incrementar as auditorias e visitas de
acompanhamento aos agentes do SGPU.
Auditorias a produtores: 339
Visitas de acompanhamento aos Pontos de Recolha: 40
Visitas de acompanhamento aos Valorizadores: 13 (Valorizadores)
Interação com as entidades fiscalizadoras: ASAE, IGAOT, APA e DGAIEC
Comunicação
e Sensibilização
Reforçar a imagem da Valorpneu.
Campanhas de comunicação na TV (271 inserções), Rádio (472 inserções)
e Imprensa (26 inserções)
Participação em eventos do sector: 20, incluindo patrocínios e apoios
a 17 iniciativas
Realização do 10º Encontro Anual Valorpneu: 112 participantes
Newsletter quadrimestral Valorpneu: 3.000 exemplares
Brochura institucional da Valorpneu traduzida para inglês
Atualização regular do site
Desenvolvimento de ações dirigidas para a recauchutagem
Investigação
e desenvolvimento
Promover novas soluções finais para o pneu
usado.
Apoio à conferência internacional “Asphalt Rubber 2012”, realizada
em Munique
Atribuição do Prémio Inovação Valorpneu 2012 e lançamento do
Prémio Inovação Valorpneu 2013
Estágio profissional na área do desenvolvimento e promoção de soluções
de design aliadas à reciclagem dos pneus usados
Participação em comissões técnicas do sector dos pneus e pneus usados
Responsabilidade
social
Continuar o apoio a ações com caráter social.
Apoio a entidades de solidariedade social, ONG e outras atividades
no domínio da responsabilidade social: 9 apoios
23
ATIVIDADE DA VALORPNEU
Balanço de uma década de atividade
da Valorpneu e do SGPU
“10 Anos a construir o futuro”
O ano de 2012 ficou marcado pela celebração dos
10 anos da criação da Valorpneu e do Sistema Integrado
de Gestão de Pneus Usados (SGPU).
O balanço é manifestamente positivo. Foi uma década
de trabalho com resultados inquestionáveis, pautada
por respeito, rigor, transparência e seriedade. Esta
opinião é partilhada pelos parceiros do sistema e
constitui, provavelmente, o maior reconhecimento que
a Valorpneu poderá ter, que é a avaliação positiva e
incondicional de quem com ela trabalha no dia-a-dia.
A ação da Valorpneu é orientada por objetivos
e por resultados. A empresa coloca uma grande
ênfase na difusão de boas práticas, na formação
e acompanhamento de operadores, na avaliação
e promoção do seu desempenho e na correção de
situações com vista à melhoria da gestão e qualidade de
cada agente em prol de um sistema mais eficiente.
A Valorpneu sempre esteve consciente que as partes
fazem o todo e que o caminho tem que ser trilhado em
conjunto e na mesma direção. Em 10 anos, a Valorpneu
e os restantes operadores do SGPU construíram os
alicerces que sustentam a gestão eficaz do fluxo
específico dos pneus usados em Portugal. Não
obstante, há que continuar o trabalho desenvolvido,
aperfeiçoando os aspetos ainda passíveis de melhoria e
adaptando o sistema aos desafios que o futuro reserva.
De seguida apresenta-se uma síntese dos resultados
alcançados desde 2003.
Principais marcos da atividade
2004-2007
Total abrangência
territorial (2006)
Adesão da totalidade dos
Recauchutadores (33-2007)
Processo auditoria DA
Produtores (2005)
Manual Normas PR (2006)
+ 38 PR (46- 2007)
+ 3 Valorizadores energéticos
2002
Constituição
Valorpneu
Licenciamento
2003
Arranque SGPU
11 Pontos Recolha
2 Recicladores
1 Valorizador Energético
325 Produtores
1 Recauchutador
24
2012
2009
Negociação de contratos
c/ todos os operadores
Simplificação da adesão
2008
2º Licenciamento
Alteração Imagem Institucional
Lançamento do Prémio Inovação
Relatórios Desempenho PR
Lançamento Prémio
Desempenho PR
+ 1 Reciclador
Actualização do ecovalor
2010-2011
Nova plataforma
informática
1.451 Produtores
Relatórios operadores
c/ novos indicadores
Actualização do ecovalor
Exposição Remade
Prémio Inovação
Áreas site - denúncias “free riders”
Relatórios Desempenho Transporte
Publicação site critérios p/ novos PR
Formação PR - triagem
Projeto certificação ambiental operadores SGPU
Avaliação do serviço recepção Pneus Usados
(2 distritos)
Nascimento em 2002, crescimento
ao longo de uma década…
Criada em 27 de fevereiro de 2002, a Valorpneu nasceu
para dar resposta a um problema ambiental: os pneus
em fim de vida. Uma década depois, a Valorpneu
orgulha-se de ter mudado o panorama dos pneus
usados em Portugal, gerindo eficazmente este fluxo
numa estreita ligação com uma rede de parceiros que
cobre integralmente o território continental e ilhas.
A Valorpneu conta hoje com a parceria de:
Mais Recolha, Mais Recauchutagem,
Mais Reciclagem e Mais Valorização
Energética...
Nos últimos 10 anos, a Valorpneu geriu o fluxo dos
pneus usados garantindo:
• …a recolha e o tratamento de 893.000 ton
• …o encaminhamento para reutilização e recauchutagem
de 207.000 ton
• 4.733 origens de pneus usados
• …o envio para reciclagem de 422.000 ton, que resultaram
na produção de 253.000 ton de granulado de borracha e
na recuperação de 59.000 ton de aço
• 1.451 produtores aderentes
• …o envio para valorização energética de 255.000 ton
• 49 pontos de recolha
• 30 recauchutadores
• 23 transportadores
• 4 valorizadores energéticos
• 3 recicladores
• 1 fragmentador
25
ATIVIDADE DA VALORPNEU
Mais Comunicação e Sensibilização, Mais
Formação e Qualidade, Mais Investigação
e Desenvolvimento...
Por outro lado, a Valorpneu, nos seus 10 anos
de existência, sempre promoveu a investigação
e desenvolvimento em torno dos pneus usados
e das suas soluções:
A Valorpneu foi e é uma empresa dedicada
à comunicação e à sensibilização ambiental.
Na última década foram realizadas:
• 450.000¤ investidos em projetos de I&D
• 22 projetos de I&D da iniciativa ou participados
pela Valorpneu
• 1.750 inserções na TV
• 7.700 inserções na rádio
• 4 edições do Prémio Inovação Valorpneu
(em vigor desde 2009)
• 260 inserções na imprensa escrita
• 190 participações em eventos (inclui apoios e patrocínios)
• 10 encontros anuais da rede (em locais diferentes que
cobrem o país)
• 19 edições da Newsletter
(a partir de 2006 – quadrimestral)
• 110 sinalizações de operadores (PR, Transportadores e
Recauchutadores)
• 56 projetos de responsabilidade social apoiados
A eficácia do sistema é sustentada no controlo e na
qualidade dos seus operadores. Durante os 10 anos
de atividade foram concretizadas:
• 23 ações de formação e esclarecimento dos
profissionais do sector
• 833 relatórios de avaliação de qualidade de PR
• 120 relatórios de avaliação de qualidade de Transportador
• 5 prémios atribuídos a PR
• 42 empresas parceiras certificadas
• 374 inspeções a Pontos de Recolha
• 107 inspeções a Valorizadores
• 1.191 auditorias às obrigações de Produtores
• 163 auditorias presenciais aos Produtores
26
• 42 projetos candidatos a concurso
(de engenharia, arquitetura e design)
• 10 Prémios Inovação Valorpneu atribuídos
(incluindo menções honrosas)
Mais eficiência económica...
Tudo isto num quadro de crescente otimização
económica, dado que a gestão eficaz dos pneus
usados levada a cabo pela Valorpneu em 10 anos de
atividade permitiu diminuir a cobrança do Ecovalor
em -14% a preços constantes, comparativamente
à tabela de Ecovalores do início do sistema. Este
facto permitiu que os quase 1.500 Produtores que
transferiram para a Valorpneu a sua responsabilidade
pelo tratamento dos pneus em fim de vida tivessem
um custo menos oneroso, ao mesmo tempo que se
mantinha a sustentabilidade e o equilíbrio económico
e financeiro do sistema.
27
Entre as funções de uma entidade gestora
de fluxos específicos de resíduos contam-se
a promoção de ações de comunicação e
sensibilização e o desenvolvimento de atividades
de investigação e desenvolvimento. A Valorpneu
considera que deve ter um papel ainda mais
alargado, sendo que, nesse sentido, promove
e apoia de forma voluntária várias iniciativas
de responsabilidade social.
COMUNICAÇÃO, I&D
E RESPONSABILIDADE SOCIAL
COMUNICAÇÃO, I&D E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Comunicação
Introdução
As ações de comunicação e sensibilização foram uma
prioridade para a Valorpneu no ano de 2012. A esse
respeito, tiveram lugar de destaque a campanha
institucional realizada em diversos meios audiovisuais,
a apresentação pelo projeto Remade em Portugal
dos trabalhos vencedores das primeiras 3 edições dos
Prémios Inovação Valorpneu e o apoio e patrocínio de
conferências, seminários e outros eventos ligados ao
sector dos pneus e dos pneus usados.
Campanha institucional Valorpneu 2012
Como habitualmente, a Valorpneu desenvolveu a
sua campanha institucional, que em 2012 teve lugar
nos meses de abril e maio. A campanha foi realizada
recorrendo a um largo espetro de meios audiovisuais,
com especial relevância para a televisão, rádio e
imprensa especializada ligada ao sector dos pneus
e do ambiente.
Deste modo, por exemplo, foram realizadas
271 inserções nos canais SIC e SIC Notícias, efetuados
472 spots e referências nas estações de rádio TSF,
RFM e Comercial e desenvolvida comunicação em
várias revistas e jornais especializados, relacionada
com os pneus e o ambiente, para além da utilização
de portais internet, como sejam os Portais Planeta
Azul e Ambiente Online.
30
Adicionalmente à campanha institucional que
disponibilizou informação acerca da Valorpneu
e dos resultados alcançados pelo SGPU, foram
promovidas ações de sensibilização junto dos diversos
operadores do sistema e em especial dos seus
utilizadores (produtores/importadores de pneus novos,
recauchutadores, distribuidores de pneus e grandes
frotistas) e do público em geral, como é exemplo a
campanha associada à divulgação da Tabela de Ecovalor.
Por outro lado, a comemoração dos 10 anos da
Valorpneu e do SGPU serviu de mote à imagem da
campanha de 2012, sendo que, por exemplo, em todo
o estacionário utilizado pela empresa foi incluído
o logo “10 anos”.
Comunicação através do site Valorpneu
Para além das ações desenvolvidas junto dos meios
de comunicação social generalistas e especialistas, a
Valorpneu utiliza o seu site como meio privilegiado
de interação com os profissionais do sector e com o
público em geral. Em 2012, de realçar o desenvolvimento
de uma nova funcionalidade do site que explica como
funciona o SGPU de forma simplificada e visual.
Remade in Portugal apresenta
Prémios Inovação Valorpneu
A Valorpneu, no âmbito do seu protocolo de
colaboração com o programa “Remade in Portugal”
e em conjunto com o Centro Colombo em Lisboa,
apresentou vários Projetos de Arquitetura, Engenharia
e Design realizados com recurso a pneus em fim de
vida, que foram desenvolvidos por participantes que
se destacaram no Prémio Inovação Valorpneu desde
2009 até 2011.
A exposição teve lugar entre os dias 21 e 30 de
setembro e resultou da partilha de valores e objetivos
comuns entre os três promotores do evento,
nomeadamente no que concerne ao incentivo à
poupança dos recursos naturais e consumo de
produtos ecológicos e à demonstração da capacidade
de desenvolvimento de novos produtos e de soluções
inovadoras que existem a nível nacional.
Apoio à Campanha da ANIRP
“Pneu recauchutado, tudo controlado”
Em 2012, a Valorpneu continuou a apoiar a campanha
de comunicação da Associação Nacional de Industriais
de Recauchutagem de Pneus (ANIRP), que decorreu
sob a máxima “Pneu recauchutado, tudo controlado”.
Esse apoio insere-se no âmbito das ações de promoção
da recauchutagem que a Valorpneu tem desenvolvido,
sobretudo nos últimos anos.
Esta campanha que utilizou a figura da conhecida piloto
Elisabete Jacinto, veio renovar a imagem institucional
da ANIRP e teve por objetivo dar a conhecer o novo
posicionamento do sector e uma variada gama de
pneus recauchutados que têm argumentos para
concorrer com quaisquer outros tipos de pneus, pelo
preço, segurança e excelente performance e ainda por
ser um produto amigo do ambiente.
A inauguração da exposição foi acompanhada de
uma Tertúlia, denominada "Remade in Portugal
apresenta Prémios Inovação Valorpneu", que contou
com a presença do Eng.º Nuno Lacasta, Presidente do
Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente
(APA), da Dr.ª Climénia Silva, Diretora Geral da Valorpneu,
do Arqt. Roberto Cremascoli, Diretor Artístico do projeto
Remade in Portugal, bem como de Carlos Laginhas, Ana
Arribas e Cátia Fernandes e Filipe Valadares e Miguel
Bravo, vencedores respetivamente das edições 2009,
2010 e 2011 do Prémio Inovação Valorpneu.
31
COMUNICAÇÃO, I&D E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Apoio e participação em eventos vários
Ao longo de 2012, a Valorpneu apoiou e colaborou
com vários eventos para além dos mencionados
anteriormente. Destes, salienta-se, por exemplo, o
6º Fórum Nacional dos Resíduos que decorreu na
Universidade Católica Portuguesa em fevereiro e
foi subordinado ao tema "Os Resíduos na Base de
Uma Nova Economia Emergente", os seminários da
APEMETA “Encontro Nacional: Gestão de Resíduos”
e “Gestão de Resíduos – Fluxos específicos”, que
debateram a atualidade e os desafios do sector e
ainda a conferência “4th International Conference
on Engineering for Waste and Biomass Valorisation”,
realizada no Porto, durante os dias 10 a 13 de setembro
de 2012, que reuniu vários especialistas a nível mundial.
AT VALORPNEU,
NOTHING IS LOST
EVERYTHING
IS TRANSFORMED.
Valorpneu is a non-profit
private company, created
in 2002 with the objective
to organize and manage
the portuguese system for
collection and recovery of
used tyres. Today, Valorpneu
collects and manages almost
100% of the flow of used
tyres generated in Portugal,
recycling it in new solutions
environmental friendly.
Because tomorrow exists
32
Por outro lado, a Valorpneu participou em várias ações
de comunicação e divulgação do SGPU junto do público
em geral, de que são exemplos o “Grande Prémio de
Portugal” de motociclismo realizado no Circuito do
Estoril nos dias 4, 5 e 6 de maio, as atividades do
Clube Desportivo Automóvel Escape Livre onde, no
seguimento da colaboração encetada no ano transato,
realizaram-se sessões explicativas sobre o SGPU e
a colaboração com instituições do ensino superior,
nomeadamente a participação no Curso sobre Gestão
e Valorização de Fluxos Específicos de Resíduos,
organizado pela FCT, do dia 20 de abril.
Newsletters
Em 2012, a Valorpneu continuou a publicar e a difundir a sua Newsletter
quadrimestral que conta já 7 anos de existência e que cobre diversas áreas
associadas ao SGPU, desde informação relacionada com a atividade da
Valorpneu e com a regulamentação do sector até notícias relacionadas com
a gestão de pneus usados em outros países. As edições do presente ano
focaram-se na divulgação e análise dos resultados ambientais e económicos
obtidos em 2011, na utilização de pneus usados para a produção de misturas
betuminosas com borracha e no balanço global dos 10 anos de atividade da
Valorpneu e do SGPU.
33
COMUNICAÇÃO, I&D E RESPONSABILIDADE SOCIAL
I&D
Introdução
Ao nível das atividades de Investigação e
Desenvolvimento (I&D) efetuadas em 2012, de realçar
o apoio e a presença na conferência “Asphalt Rubber
2012”, realizada em Munique e a realização de mais uma
edição do Prémio Inovação Valorpneu.
Conferência internacional
“Asphalt Rubber 2012”, realizada em Munique
Uma das preocupações fundamentais da Valorpneu é
auxiliar o desenvolvimento de soluções sustentáveis
de valorização de pneus usados. Nesse sentido,
reconhecendo o potencial contributo da utilização
de granulado de borracha para o fabrico de Misturas
Betuminosas com Borracha, a Valorpneu aliou-se
institucionalmente a duas entidades congéneres
de Espanha e Itália, respetivamente a SIGNUS e a
Ecopneus, e patrocinou como Gold Sponsor a realização
da conferência “Asphalt Rubber 2012”, que se realizou na
cidade alemã de Munique entre 23 e 26 de outubro.
34
A “Asphalt Rubber” é uma conferência que se iniciou
em 2000 no nosso país, mais concretamente em
Vilamoura, no Algarve, e que de três em três anos reúne
os mais reputados especialistas no fabrico, aplicação e
manutenção das Misturas Betuminosas com Borracha,
especialmente as desenvolvidas a partir de borracha de
pneus usados, constituindo o mais importante evento a
nível mundial relacionado com este tipo de aplicação.
A edição de 2012 contou com a presença de
250 delegados, oriundos de 30 países de vários
continentes, tendo sido debatidos os mais recentes
desenvolvimentos técnicos e ambientais do sector e
ficado demonstrado o crescente interesse deste tipo de
aplicações, por exemplo, para a redução dos custos com
a construção e manutenção dos pavimentos, diminuição
do ruído rodoviário e melhoria da segurança automóvel.
Prémio Inovação Valorpneu 2012
Como já é habitual, o Prémio Inovação Valorpneu
ocupou um lugar de destaque nas atividades de
Investigação e Desenvolvimento (I&D) promovidas
pela Valorpneu. O Prémio Inovação Valorpneu, com
enfoque nas áreas de Engenharia, Design e Arquitetura,
tem como objetivo premiar soluções inovadoras para
a gestão e destino sustentável dos pneus usados e
incentivar e dar visibilidade ao trabalho de investigação
realizado em estabelecimentos de ensino superior e em
outras entidades do sistema científico dos países da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
A edição de 2012, a 4ª do género, teve uma ampla e
diversificada participação e contou com 16 trabalhos
candidatos oriundos sobretudo de Portugal, mas
também do Brasil. O Júri decidiu atribuir o prémio
a Diogo André Pedro, aluno de Engenharia Civil do
Instituto Superior Técnico (IST), que apresentou o
projeto “Desempenho de argamassas com materiais
finos provenientes da trituração de pneus” desenvolvido
sob a orientação do Professor Doutor Jorge de Brito e
da Doutora Rosário Veiga.
Para além do primeiro prémio, com o valor monetário de
7.500 Euros e a possibilidade de um estágio profissional,
foram atribuídas duas menções honrosas com o valor
de 2.500 euros a Pedro Mendonça, da Universidade
de Évora, que apresentou um projeto na área da
arquitetura denominado “fachadas de pneu reciclado”
e a Pedro Gonçalves, do Instituto Politécnico da Guarda,
pelo projeto “Safe Concept Rail” na área do ecodesign.
Desenvolvimento e promoção de soluções de
Design aliadas à reciclagem dos pneus usados
Dando cumprimento à contrapartida do Prémio
Inovação Valorpneu e, em simultâneo, com o intuito de
aprofundar o desenvolvimento e promoção de soluções
para os pneus em fim de vida assentes sobretudo
no “Design aliado à reciclagem”, a Valorpneu atribuiu
um estágio profissional a Cátia Fernandes, coautora
do projeto “Labirinto de Pneus”, vencedor do Prémio
Inovação Valorpneu 2010.
35
COMUNICAÇÃO, I&D E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Participação em comissões técnicas
Em 2012, a Valorpneu participou em várias comissões
técnicas relacionadas com os pneus e pneus usados.
Destas, de referir por exemplo a CEN/TS 366, que
tem como prioridades validar a norma TS 14243
substituindo-a por uma norma EN, estabelecer os
standards para a composição e para as características
físicas e químicas dos materiais produzidos a partir de
pneus em fim de vida e, adicionalmente, determinar
as propriedades genéricas a que os pneus usados têm
que obedecer para serem valorizados enquanto pneus
em fim de vida.
Por outro lado, a Valorpneu participa ainda nos grupos
de trabalho da ETRMA que visam propor os critérios
para o fim do estatuto de resíduo para o granulado de
borracha e para os pneus sujeitos a recauchutagem.
Aperfeiçoamento das Normas Técnicas
a seguir pelos operadores do sistema
Durante o ano de 2012, a Valorpneu reviu e aperfeiçoou
as normas de operação do SGPU, nomeadamente
as Normas Técnicas de Ponto de Recolha, de
Transportador e de Valorizador, adequando-as à nova
realidade do sistema, especialmente no que concerne
à interação dos agentes com o novo sistema de
informação do SGPU.
36
Colaboração com entidades gestoras
de outros fluxos específicos de resíduos
Ao longo de 2012, a Valorpneu colaborou
voluntariamente e proativamente com várias entidades
gestoras nacionais responsáveis pela gestão de
outros fluxos específicos de resíduos abrangidos pelo
princípio da responsabilidade alargada do produtor.
a colaboração encetada tem como objetivo último
promover sinergias de gestão que permitam melhorar
a ecoeficiência da gestão dos fluxos específicos de
resíduos, em geral e o cumprimento das metas de
recolha, reciclagem e valorização, em particular.
Apoio técnico para a área de I&D
De modo a potenciar as suas competências
tecnológicas, a Valorpneu continuou a contar, em
2012, com o auxílio de uma empresa de consultadoria
especializada neste domínio.
Responsabilidade social
Introdução
Apesar de não ser a isso obrigada em sede de
licença, a Valorpneu entende que o seu papel não se
esgota na gestão operacional dos pneus usados e no
desenvolvimento das diversas atividades de suporte
a essa gestão, pelo que em 2012 apoiou diversas
iniciativas da sociedade civil, sendo as principais
apresentadas de seguida.
A NOVA ETIQUETA
DOS PNEUS
Campanha relativa à etiquetagem dos pneus
De acordo com o Regulamento 1222/2009 (EC), desde
o dia 1 de novembro de 2012 que os pneus introduzidos
no mercado dos países da União Europeia devem
ser acompanhados de uma etiqueta com informação
relativa ao seu desempenho em termos de eficiência
energética, aderência em piso molhado e o nível de
ruído exterior. Tal tem como objetivo harmonizar a
informação sobre as características técnicas dos pneus
e deste modo facilitar o processo de tomada de decisão
dos consumidores.
Dada a importância e o alcance de tal medida para
o sector dos pneus, e para os consumidores, em
particular, a Valorpneu decidiu associar-se à Comissão
Técnica dos Fabricantes de Pneus constituída na ACAP
– Associação Automóvel de Portugal numa campanha
que visou dar a conhecer aos consumidores as novas
regras e responder a eventuais questões que se
coloquem no âmbito da nova etiqueta dos pneus. Este
projeto de sensibilização conta também com a parceria
institucional do IMTT – Instituto da Mobilidade e dos
Transportes Terrestres.
Agora, os pneus novos têm uma etiqueta informativa.
Para ficar a saber o nível da eficiência energética, aderência em piso molhado e ruído de rolamento de
cada pneu. Quando escolher pneus novos, leia sempre a informação contida na etiqueta. Ela diz muito.
Eficiência Energética
Aderência No Molhado
(Combustível/Atrito no rolamento)
(Piso molhado/Desempenho na travagem)
Ruído Exterior
(Emissão de ruído, valor medido em dB)
G de A (máxima eficiência)
A
a G (menos eficiência)
G de A (máxima eficiência)
A
a G (menos eficiência)
• 1 onda de som preta
(3 dB inferior ao futuro limite europeu de 2016)
• 2 ondas de som pretas
(já em conformidade com o futuro limite europeu)
• 3 ondas de som pretas
(em conformidade com o actual limite europeu)
A
B
B
C
D
E
Dinamização:
Apoio Institucional:
F
G
A
B
C
D
E
F
G
B
72 dB
Com o apoio de:
37
COMUNICAÇÃO, I&D E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Sensibilização ambiental
e compensação de emissões
Apoio a Organizações Não-governamentais
de Ambiente (ONGA)
No seguimento de edições anteriores, o 10º Encontro
Anual da Valorpneu foi um encontro livre de emissões
de Gases com Efeito de Estufa (GEE), tendo o selo
“carbonfree” atribuído pela empresa Ecoprogresso.
Neste ano optou-se por compensar as emissões
produzidas com a realização do evento através da
compra de créditos de carbono certificados pelas
Nações Unidas no âmbito do Protocolo de Quioto.
A iniciativa da Valorpneu envolveu ainda a realização
de um concurso para os participantes se poderem
habilitar a um cabaz de prendas construídas a partir
de pneus usados reciclados.
A Valorpneu apoiou em 2012 diversas atividades
promovidas por Organizações Não Governamentais de
Ambiente (ONGA). Entre estas contam-se a Quercus e
o GEOTA, duas das mais conhecidas e reputadas ONGA
nacionais, que são apoiadas pela Valorpneu ao abrigo
dos protocolos estabelecidos com estas entidades.
No caso do GEOTA, o apoio concedido tem como objetivo
concretizar o projeto “O Meu Eco-sistema”, que visa entre
outros aspetos, promover a cidadania ativa e a democracia
ambiental, sobretudo junto do público mais jovem,
facilitando o conhecimento, a avaliação e a participação
na conservação dos recursos ambientais locais.
Projeto Limpar Portugal volta em 2012
No total foram compensadas as emissões equivalentes
a 10 ton de dióxido de carbono, o que equivale, por
exemplo, a 1000 árvores de espécies típicas nacionais a sequestrar carbono durante um ano.
38
A Valorpneu associou-se novamente ao projeto “Limpar
Portugal”, que em 24 de março de 2012 promoveu uma
ação de limpeza de resíduos depositados indevidamente
nas nossas florestas e em outros espaços públicos e
que foi promovido pela AMO Portugal – Associação
Mãos à Obra Portugal, à qual se juntaram 8.383
voluntários a nível nacional. No total, foram recolhidas
1.911 toneladas de resíduos, sendo que na rede de
pontos de recolha da Valorpneu foram entregues 9,9
toneladas de pneus em fim de vida resultantes desta
operação, as quais tiveram o devido encaminhamento
de valorização. A diminuta quantidade de pneus
recolhidos é forte indicativo do bom trabalho que a
Valorpneu tem vindo a desenvolver relativamente à
recolha e processamento dos pneus usados gerados
a nível nacional desde há uma década.
Iniciativas de caráter desportivo
Em 2012, a Valorpneu continuou a apoiar diversas
iniciativas com vista ao fomento da prática desportiva a
nível nacional, sendo um exemplo o patrocínio concedido
à equipa de iniciados masculinos de basquetebol (sub-14)
do Sangalhos Desporto Clube, cuja designação oficial é
Sangalhos Valorpneu.
Outro exemplo foi o apoio ao evento “Lagoa Azul Pro
2012”, Festival de Skate Longboard que se realizou entre 14
a 16 de setembro, em Cascais. A Valorpneu, em associação
com a Tratolixo, disponibilizaram temporariamente para o
evento cerca de 5000 pneus usados para a proteção das
curvas da rampa da Lagoa Azul.
Donativos vários
Para além das atividades referidas anteriormente,
a Valorpneu contribuiu com donativos vários para
Instituições de caráter social, como por exemplo o
Centro Paroquial de Solidariedade Social de Alvares,
a UNICEF, a Liga Portuguesa Contra o Cancro e o
Instituto Português de Oncologia.
39
Fruto das condições económicas adversas em Portugal, o ano de 2012
ficou marcado por uma redução assinalável das quantidades de pneus
colocados no mercado e, igualmente, da quantidade de pneus usados
gerados, situação que de resto já se tinha verificado em 2011. De facto, em
dois anos o mercado dos pneus, incluindo veículos e outros equipamentos
que incorporam pneus, caiu 25%, enquanto que a geração de pneus usados
decresceu 26,8%.
Não obstante, a taxa de recolha e valorização do SGPU aumentou
significativamente, tendo-se situado nos 120% em 2012, valor que é o
mais elevado dos 10 anos de operação do SGPU e que pode ser explicado
porventura por alguns agentes económicos preferirem atuar no mercado
paralelo para daí obter vantagens competitivas, sobretudo tendo em
consideração a atual realidade económica portuguesa.
Neste contexto, o ajustamento do mercado de pneus nos últimos dois
anos levou a que a Valorpneu tivesse que proceder extraordinariamente
à atualização da tabela de Ecovalores no dia 1 de julho de 2012, por
forma a assegurar a sustentabilidade económico-financeira do SGPU e o
cumprimento dos seus objetivos de gestão.
RESULTADOS
VALORPNEU EM 2012
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Fluxo de pneus
Introdução
Em 2012, o mercado dos pneus contraiu-se face ao ano anterior, tendo a taxa
de redução sido mais elevada do que a ocorrida em 2011, apesar do sucesso da
Valorpneu na angariação de novos Produtores, cujo número no final do ano se
situou nos 1.451, denotando um crescimento de 12,5%.
Fluxo de pneus colocados no mercado
Em 2012, foram introduzidas no mercado nacional
por Produtores aderentes ao SGPU um total de
6.882.434 unidades de pneus novos e em 2ª
mão, o que correspondeu a um peso de 62.431
toneladas. Estes valores traduzem uma diminuição
acentuada do mercado em relação ao ano anterior,
de 2,35%, em termos de unidades e 14,2%, em peso.
Tal comportamento deveu-se à forte retração tanto do
mercado de pneus de substituição, como especialmente
do mercado de pneus que equipam veículos e devido
à evolução negativa que ocorreu a nível das categorias
ligeiros de passageiros, comerciais e pesados, que em
peso registaram uma contração na ordem dos 16%.
O facto da redução do número de unidades de pneus
introduzidos no mercado ser menor do que a redução
da quantidade colocada no mercado em peso, deveu-se
ao facto de em 2012, o número de pneus de bicicletas
declarado à Valorpneu ter mais do que duplicado face
ao ano anterior, sendo que estes pneus apresentam
pesos unitários bastante baixos.
Dos pneus novos colocados no mercado, 55.285 ton
dizem respeito a pneus de substituição (PSF), 7.479 ton
a pneus que equipam veículos novos (PVF), 168 ton a
pneus que equipam veículos importados usados (PVIUF)
e 2.878 ton a carcaças importadas para recauchutagem
(CIF). Aos quantitativos referidos há que retirar 3.379
ton de pneus em que o Ecovalor foi reembolsado, visto
os pneus terem sido exportados (PRER).
Fluxo de pneus colocados no mercado
Código
T
4x4
C
P
A1
A2
E1
E2
G1
G2
M1
M2
F
B
Categoria
Ligeiro de passageiro/Turismo
3.631.631
31.164
4x4 "on/off road"
219.666
3.207
Comercial
483.363
6.168
Pesado
223.079
13.578
Agrícola (diversos)
61.395
1.405
Agrícola (rodas motoras)
31.045
2.301
Industrial (8" a 15")
19.602
248
Maciço (<=15")
14.704
430
Eng. Civil e Maciços (<24")
2.902
190
Eng. Civil e Maciços (>=24")
4.652
1.490
Moto (>50cc.)
121.147
648
Moto (até 50cc.)
325.551
544
1.535
13
Aeronaves
Bicicletas
Total
42
Pneus novos (unid.) Pneus novos (ton)
1.742.162
1.045
6.882.434
62.431
Apesar da diminuição ocorrida na quantidade de pneus colocados no mercado,
existem em 31-12-2012 mais 161 produtores aderentes ao SGPU, correspondendo
a um acréscimo de 12,5% relativamente ao final de 2011. Esta evolução denota a
proliferação no mercado de pequenos importadores. Durante 2012 verificaramse ainda declarações de mais 38 aderentes que no final do ano tinham o
contrato terminado com a Valorpneu e foram reembolsados de ecovalor mais
45 exportadores não qualificados como produtores.
Contratos com Produtores
Evolução do número de produtores aderentes
ao SGPU no final do ano
1500
1 451
1200
1 109
900
886
600
441
300
1 191
1 290
511
606
691
325
0
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
31
31
3O
2010
2011
2012
Contratos com Recauchutadores
Evolução do número de recauchutadores aderentes
ao SGPU no final do ano
40
35
33
33
34
30
25
20
15
12
13
2004
2005
15
10
5
0
4
2003
2006
2007
2008
2009
43
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Recauchutadores aderentes
Legenda
1
2
3
Continente
Recauchutagem Silva, Lda • Chaves
Recauchutagem Ramoa, SA • Braga
Manuel Joaquim Barbosa de Oliveira
& Filhos, Lda • Braga
4 Rodrigues & Filhos, Lda • Braga
5 Recauchutagem São Mamede, Lda • Guimarães
6 Idua Recauchutagem, Unipessoal, Lda • Fafe
7 Recauchutagem Nortenha, SA • Penafiel
8 Recauchutagem Duraband, Lda • Melres
9 Rui David da Silva Moreira – Recauchutagem e
Com. de Pneus, Soc. Unipessoal, Lda • Melres
10 Recauchutagem Monteiro, Lda • Grijó
11 Paulino & Gomes, Lda • Lourosa
12 Recauchutagem Vale, Lda • S. João da Madeira
13 Artur Marques Casimiro & Filhos, SA • Viseu
14 Ris – Recauchutagem Industrial Senense, Lda • Seia
15 José Aniceto & Irmão, Lda • Cantanhede
16 Recauchutagem Guiense, Lda • Guia Pombal
17 Correia, Sousa & Crisóstomo, Lda • Avelar
18 Rechapal, SA • Alvaiázere
19 J. Roldão Seiça & Tavares, SA • Marinha Grande
20 Pneus do Alcaide, SA • Pedreiras
21 Recauchutagem 31, SA • Alcobaça
22 Fernando Joaquim Garrido, Lda • Caldas da Rainha
23 Fausto Fernandes Rodrigues &
Filhos, Lda • Torres Vedras
24 Bandague, SA • Alcabideche
25 Cadiar – Sociedade Portuguesa de
Recauchutagem, Lda • Montijo
Açores
26 Pneumelo, Lda • Ponta Delgada
27 Pneus São Miguel, Lda • Ponta Delgada
Madeira
28 Arnaldo & Berenguer, Lda • Funchal
29 Pneuzarco – Soc. Industrial de Reconstrução
de Pneus, Lda • Funchal
30 Pneu Import – Sociedade de Pneus, Lda • Funchal
44
Viana
do Castelo
2
3
Bragança
1
4
Braga
5
Porto
6
Vila Real
7
8 9
Corvo
Flores
10
11
Graciosa
Terceira
S. Jorge
12
Aveiro
Viseu
13
Guarda
14
Faial
15
Pico
26
Coimbra
27
S. Miguel
16
Leiria
Sta. Maria
17
18
Castelo
Branco
19
21
20
22
Santarém
Portalegre
23
Lisboa
24
25
Setúbal
Évora
28
Porto Santo
29
Beja
30
Funchal
Faro
45
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Fluxo de pneus usados gerados
O fluxo de pneus usados gerados em 2012 acompanhou
a evolução acentuada que ocorreu a nível do fluxo
de pneus colocados no mercado, tendo-se verificado
um decréscimo de 3,4% no número de unidades e de
17,3% em peso. A diminuição ocorrida foi generalizada,
mas foi mais acentuada a nível dos pneus gerados na
substituição por pneus recauchutados e nos pneus
de veículos em fim de vida (VFV).
Neste contexto, estima-se que em 2012 tenham sido
geradas 6.962.538 unidades de pneus usados no
âmbito do SGPU, correspondente a 65.231 toneladas.
Destas 48.292 ton dizem respeito a pneus oriundos
da substituição por pneus novos (PSN-desgaste),
13.962 ton a pneus provenientes da substituição por
pneus recauchutados (PR) e 6.356 ton a pneus de
VFV (PVFV). Dos quantitativos referidos, 3.379 ton
de pneus recauchutados foram exportados (PE). Os
“pneus usados importados com vista à recauchutagem
mas que não cumprem as especificações próprias
desse processo” não se encontram considerados em
2012 no total de pneus usados gerados por não terem
significado material, correspondendo a um quantitativo
muito próximo de zero.
Em 2012, foram colocados no mercado 62.431 ton de
pneus, tendo-se gerado 65.231 ton de pneus usados.
Como verificado em anos anteriores, a diferença
observada diz respeito em grande parte aos pneus
recauchutados, que são reutilizados várias vezes ao
longo do seu ciclo de vida, gerando consequentemente
várias vezes um pneu usado.
Fluxo de pneus usados gerados
46
Código
Categoria
Pneus usados (unid.) Pneus usados (ton)
T
Ligeiro de passageiro/Turismo
4x4
4x4 "on/off road"
C
Comercial
466.915
5.215
P
Pesado
404.182
21.515
A1
Agrícola (diversos)
71.470
1.404
A2
Agrícola (rodas motoras)
34.419
2.228
E1
Industrial (8" a 15")
20.647
229
E2
Maciço (<=15")
13.013
228
G1
Eng. Civil e Maciços (<24")
4.758
272
G2
Eng. Civil e Maciços (>=24")
6.707
1.823
M1
Moto (>50cc.)
79.421
372
M2
Moto (até 50cc.)
310.649
454
F
Aeronaves
1.441
11
B
Bicicletas
1.621.834
860
Total
6.962.538
65.231
3.715.763
27.905
211.319
2.715
Desagregação territorial
Desagregação territorial
Estimativas baseadas no parque automóvel apontam
para que tenham sido colocadas no mercado 1.235
ton de pneus na R. A. dos Açores e 1.285 ton na R. A.
da Madeira. Em relação aos pneus usados gerados, a
Valorpneu estima que foram gerados 1.291 ton de pneus
nos Açores e 1.343 ton na Madeira, considerando as
declarações dos Recauchutadores destas ilhas (103 ton
e 319 ton, respetivamente).
Região
Pneus novos (ton) Pneus usados (ton)
Continente
59.911
62.597
R.A. Açores
1.235
1.291
R.A. Madeira
Total
1.285
1.343
62.431
65.231
Evolução dos fluxos de pneus
A redução significativa do mercado de pneus ocorrida em 2012 fez com que
os quantitativos de pneus colocados no mercado e pneus usados gerados no
âmbito do SGPU tenham-se reduzido para níveis próximos dos ocorridos em
2003, que foi o ano de arranque do sistema e cujas operações se iniciaram
a 1 de Fevereiro.
No entanto, as quantidades de pneus usados recolhidos no SGPU prosseguem
acima das referidas anteriormente, tendo registado uma redução menos
significativa, para valores próximos de 2005.
Evolução dos pneus colocados no mercado, gerados,
recolhidos e existências (ton)
100000
90000
80000
70000
60000
50000
40000
30000
20000
10000
0
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Pneus usados gerados recolhidos no âmbito do SGPU
Pneus usados gerados
Pneus colocados no mercado (pagam ecovalor)
Existências processadas
47
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Recolha de Pneus Usados
Origens dos pneus usados
Em 2012 e seguindo a tendência de evolução que se verifica desde 2008,
o número de entidades que encaminhou pneus usados para o SGPU diminui
em relação ao ano anterior, embora a taxa de redução tenha abrandado
ligeiramente, tendo-se situado nos 4,0%.
Origens de pneus usados
6000
5 284
5000
5 480
5 272
5 168
4 932
4 533
4 733
4 070
4000
3 474
3000
2 207
2000
1000
0
2003
48
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Pneus usados por distrito vs parque automóvel
Em termos geográficos, como esperado, a origem dos pneus acompanha
tipicamente a distribuição do parque automóvel nacional, com algumas
especificidades nos distritos onde existem Recauchutadores, como é o caso
de Leiria, dado que estes operadores são uma importante origem de pneus
usados, fruto da sua atividade, a qual implica, muitas vezes, a deslocalização
dos mesmos.
Origem de pneus usados em 2012 vs parque automóvel
em 2011 por distrito
Veículos (milhares)
Pneus (ton)
1400
16000
14000
1200
12000
1000
10000
800
8000
600
6000
400
4000
200
2000
0
RA Açores
RA Madeira
Bragança
Portalegre
Évora
Guarda
Beja
Viana do Castelo
Vila Real
Faro
Castelo Branco
Viseu
Coimbra
Setúbal
Santarém
Leiria
Aveiro
Porto
Braga
Lisboa
0
49
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Rede de recolha
Dado que constitui a “porta de entrada” do SGPU,
a rede de recolha de pneus usados é um dos elementos
chave do sistema e tem repercussões não só a nível
da quantidade de pneus usados que são recolhidos,
mas igualmente na qualidade do serviço prestado.
Por exemplo, para além de todos os Pontos de Recolha
terem de cumprir os requisitos legalmente definidos,
estes estão ainda sujeitos a normas de qualidade
mais restritas relativamente a aspetos ambientais
e de operação, por forma a permitir um elevado
desempenho do SGPU.
A rede de recolha implementada pela Valorpneu
tem sido ao longo dos anos um inegável motivo de
sucesso do SGPU e em 2012 considerou-se não haver
necessidade de proceder a alterações à rede existente.
1
Viana
do Castelo
5
3
Braga
7
Porto
41
Flores
45
Faial
Graciosa
Terceira
S. Jorge
43
9
10
11
Viseu
14
42
Aveiro
46
13
Guarda
16
15
44
2
Vila Real
6
8
12
Corvo
Bragança
4
17
Pico
Coimbra
18
47
S. Miguel
47
48
47
Sta. Maria
Castelo
Branco
Leiria
19
20
21
22
Santarém
23
Portalegre
24
26
Lisboa
29
30
27
25
28
31
32
33
35
Setúbal
34
Évora
36
49
48
Porto Santo
Beja
37
38
Funchal
39
50
40
Faro
31 Centro de Reciclagem de Palmela, SA • Palmela
Continente
32 Ecometais – Sociedade de Tratamento e
1 Valorminho – Valorização e Tratamento de
Reciclagem, SA • Paio Pires (Setúbal)
Resíduos Sólidos, SA • Valença
33 Transucatas – Transformação de
2 Mirapapel, Lda. • Mirandela
Sucatas, Lda • Seixal (Coina)
3 Braval – Valorização e Tratamento de Resíduos
34 AMDE – Associação de Municípios do
Sólidos, SA • Póvoa do Lanhoso
Distrito de Évora/Gesamb • Évora
4 Resinorte – Valorização e Tratamento de
35 Ambitrena – Valorização e Gestão de
Resíduos Sólidos, SA • Boticas (Vila Real)
Resíduos, SA • Setúbal (Mitrena)
5 Resulima – Valorização e Tratamento de
36 AMCAL – A. M. do Alentejo Central • A. S. de Cuba
Resíduos Sólidos, SA • Viana do Castelo
37 Ambilital – Investimentos Ambientais
6 Transportes Sol Poente, Lda • Fafe
no Alentejo, EIM • Ermidas-Sado
7 LNB Recicla – Benta & Benta, Lda • Póvoa do Varzim
38 Amalga – A. M. Alentejanos p/Gestão
8 Metais Jaime Dias, Lda • Trofa
Ambiente/Resialentejo • Beja
9 Palmiresíduos – Combustíveis e Resíduos, Lda • Alijó
39 Algar – Valorização e Tratamento de Resíduos
10 Europac Recicla Porto, SA • Gondomar
Sólidos, SA • Porto de Lagos (Portimão)
11 Resinorte – Valorização e Tratamento de
40 Algar – Valorização e Tratamento de Resíduos
Resíduos Sólidos, SA • Lamego (Viseu)
Sólidos, SA • S. João da Venda (Faro)
12 Constantino Fernandes Oliveira & Filhos, SA • Carvalhos
13 Valorizarpneu – Recolha e Triagem de
Pneus, Lda • Pinhel (Guarda)
Açores
14 Ambitrena – Valorização e Gestão de
41 Varela & Cª., Lda • Flores
Resíduos, S.A. (Albergaria-a-Velha)
42 Varela/Bensaúde, SA • Graciosa
15 Lusitano Pneus, Lda • Sangalhos
43 Varela/Bentrans – Carga e Transitários, SA • Terceira
16 Interecycling – Sociedade de Reciclagem, S.A.
44 Varela/Bencom, SA • S. Jorge
• Santiago de Besteiros (Viseu)
45 Varela/Farias, Lda • Faial
17 Scrapluso – Indústria e Comércio de Reciclagem,
46 Varela/Manuel Emílio Herz, Lda • Pico
Lda • Mealhada (Cantanhede)
47 Varela & Cª., Lda • S. Miguel
18 Macropeças – Recuperação Mecânica, Lda • Vila Nova de Poiares48 Varela/J. H, Ornelas & Cª. Sucs, Lda • Sta. Maria
19 Valnor– Valorização e Tratamento de Resíduos
Sólidos, SA • Castelo Branco
Madeira
20 Natureza Verde – Gestão de Resíduos, Lda • Leiria
49 Valor Ambiente – Gestão e Administração
21 Ecomais – Recolha e Valorização de
de Resíduos de Madeira, SA • Funchal
Resíduos, Lda • Batalha (Leiria)
22 RSA – Reciclagem de Sucatas Abrantina,
SA • Abrantes (Santarém)
23 Pneugreen – Recolha e Reciclagem de Pneus, Lda • Óbidos
24 Valnor – Valorização e Tratamento de Resíduos
Sólidos, SA • Avis (Portalegre)
25 Batistas – Reciclagem de Sucatas, SA • Azambuja (Carregado)
26 Recifemetal – Reciclagem de Ferros e Metais,
SA • Arruda dos Vinhos (Arranhó)
27 Ribeiro & Filhos – Comércio de Sucata, Lda • Coruche (Couço)
28 Renascimento – Soc. Rec. Val. de Resíduos, Lda • Loures
29 Bandague – Sociedade Recauchutagem
Pneus a Frio, SA • Alcabideche
30 Tratolixo – Tratamento de Resíduos
Sólidos, SA • Cascais (Trajouce)
51
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Origens de pneus usados vs receções
nos PR por distrito
À semelhança do sucedido em anos anteriores, a maior quantidade de pneus
usados recolhidos ocorreu no distrito do Porto, apesar do distrito de Lisboa
gerar mais pneus usados. Tal deve-se fundamentalmente ao facto de existirem
grandes distribuidores do distrito de Braga, mas igualmente em Aveiro e Viana
do Castelo que preferem, por questões logísticas, entregar os seus pneus
nos Pontos de Recolha do Porto. Em Santarém e Leiria ocorre um fenómeno
semelhante com o distrito de Lisboa.
A acrescer a este facto deve-se ainda ter em consideração a localização dos
Recauchutadores, que induzem o desvio do fluxo de pneus usados dos locais da
sua produção para as zonas onde se encontram as unidades de recauchutagem
(este efeito nota-se particularmente em Leiria e no Porto – via Braga).
Comparação entre Origens de pneus vs. Receções
nos PR por distrito 2012 (ton)
16000
14000
12000
10000
Origem pneus
Receções PR
8000
6000
4000
2000
52
RA Açores
RA Madeira
Portalegre
Bragança
Guarda
Évora
Viana do Castelo
Vila Real
Castelo Branco
Faro
Coimbra
Beja
Viseu
Setúbal
Santarém
Aveiro
Leiria
Braga
Porto
Lisboa
0
Stock nos Pontos de Recolha
A 31 de dezembro de 2012, o stock de pneus usados nos Pontos de Recolha
da Valorpneu era de 11.471 ton, o que representa um crescimento de 8,9% em
termos homólogos com o ano anterior. O aumento do stock de pneus usados
deveu-se a fenómenos ligados ao mercado de valorização de pneus usados,
a que a atual conjuntura económica não é alheia.
Evolução do stock final
dos Pontos de Recolha (ton)
12000
10000
MAX
8000
6000
4000
MIN
2000
0
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
53
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Desempenho do SGPU
O sistema de avaliação da qualidade do serviço prestada pelos operadores
da rede Valorpneu, que se iniciou em 2007, tem permitido que de ano para ano
a qualidade do serviço do SGPU melhore. O ano de 2012 não foi exceção, sendo
que, por exemplo, as não conformidades relacionadas com cargas entregues
com atraso reduziram-se de 4% para 2% num espaço de um ano, enquanto
que o atraso no registo das receções reduziu-se de 9% para 8% do total
de cargas efetuadas.
A evolução ocorrida ao longo do tempo e que é evidente nos indicadores
de qualidade do SGPU, deve-se não só ao papel proativo da Valorpneu na
monitorização, controlo e atuação perante as não conformidades detetadas,
mas fundamentalmente ao esforço desenvolvido pelos seus parceiros e ao
sistema de incentivos existente no SGPU, de que a divulgação periódica dos
resultados e o prémio anual de desempenho de Ponto de Recolha são exemplos.
45 %
40 %
40 %
35 %
32 %
30 %
25 %
20 %
20 %
15 %
16 %
11 %
11 %
10 %
9%
8%
8%
5%
6%
0%
4%
2007
2008
2009
2010
% Receções registadas com atraso
% Cargas entregues com atraso
54
2011
2%
2012
Valorização de pneus usados
Rede de valorização
Em 2012, a rede de valorização da Valorpneu não
sofreu alterações. No total, a rede é composta por
8 infraestruturas, sendo 3 delas dedicadas à reciclagem
(Recipneu em Sines, Biosafe em Ovar e Biogoma em
Santarém), 4 à valorização energética (CMP em Maceira,
CMP em Pataias, Recauchutagem Nortenha em Penafiel
e Secil no Outão) e 1 à produção de chips de pneus
usados (SGR no Seixal). Como não poderia deixar de ser,
as infraestruturas da rede de valorização da Valorpneu
estão licenciadas como operadores de gestão de
resíduos pelo Estado Português, de acordo com a lei
vigente referente à gestão de resíduos. Finalmente,
de referir que em 2012 foram ainda encaminhadas
câmaras-de-ar para as empresas Bivaqua, Deolinda,
Footnote, Louzanbor, Mar de Sensações e Transbor,
para serem processadas através de reciclagem.
Viana
do Castelo
Braga
Nortenha
Bragança
Vila Real
Porto
Biosafe
Aveiro
Viseu
Guarda
Coimbra
Leiria
Castelo
Branco
Maceira CMP
Pataias CMP
Santarém
Biogoma
Portalegre
Lisboa
SGR Seixal
Secil
Recipneu
Reciclagem
Valorização Energética
Fragmentação
Setúbal
Évora
Beja
Faro
55
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Evolução da logística e da valorização
e valorizados no SGPU, pelo quinto ano consecutivo, a
Valorpneu recolheu e valorizou mais pneus usados do
que os gerados no âmbito do SGPU (relativos a pneus
que pagaram Ecovalor), tendo novamente ultrapassado
por larga margem as suas obrigações legais e abrangido
uma fatia significativa de pneus usados oriundos do
mercado paralelo.
A nível da desagregação dos destinos de valorização,
de registar a diminuição da quantidade de pneus
recauchutados face ao ano anterior (-18,2%), tendência
que tem prevalecido desde 2007, mas que se agravou
neste ano, apesar dos esforços da Valorpneu e dos
agentes do sector, de que são exemplos as ações de
comunicação e sensibilização levadas a cabo e de outras
iniciativas desenvolvidas, algumas das quais são referidas
no presente relatório.
A nível dos destinos de reciclagem e valorização energética,
ocorreu igualmente uma redução acentuada, especialmente
no caso da reciclagem, cuja evolução foi de -17,6%, enquanto
que no caso da valorização energética foi de -2,6%.
No caso da reciclagem, a forte diminuição da atividade
deu-se em grande parte à dificuldade dos Recicladores
em escoarem o granulado de pneu dadas as condições de
mercado atuais, que se manifestam com especial relevo a
nível do sector da construção, cujas empresas constituem
os principais clientes dos Recicladores.
O número de operadores de Pontos de Recolha,
Transportadores e Valorizadores encontra-se praticamente
estabilizado desde o ano de 2007, o que conjuntamente
com os resultados alcançados, denota o amadurecimento
do sistema e a adequação da rede às necessidades e
objetivos da gestão de pneus usados em Portugal. Em 2012,
a rede não sofreu alterações em relação ao ano anterior,
sendo que, a 31 de dezembro, faziam parte do SGPU 49
Pontos de Recolha, 23 Transportadores e 8 Valorizadores.
No capítulo 6 do presente relatório, Anuário do SGPU, são
apresentados todos os operadores que trabalharam em
2012 com a Valorpneu e que contribuíram para o elevado
desempenho ambiental do SGPU.
Evolução da valorização de pneus
Em 2012, a quantidade de pneus usados processados pelo
SGPU diminuiu fortemente face ao ano anterior, reflexo da
queda substancial do mercado dos pneus. Este ano foram
processados no sistema 79.114 ton de pneus usados, o que
constitui o valor mais baixo desde o ano de arranque do
SGPU, que ocorreu em 2003.
Se excluirmos o processamento das existências, os valores
tratados e valorizados em 2012 só têm paralelo nos
anos anteriores a 2005, ou seja, foram os mais baixos
dos últimos 8 anos. Apesar da forte quebra em termos
absolutos da quantidade de pneus usados recolhidos
Evolução do número de pontos de recolha, transportadores e destinos do SGPU (ton)
50
49
49
49
45
48
49
49
40
34
30
34
28
26
24
20
20
26
26
7
8
2007
2008
24
23
23
8
8
8
8
2009
2010
2011
2012
20
15
10
4
5
3
5
0
2003
2004
2005
Pontos de Recolha
56
2006
Transportadores
Pontos de Destino
Evolução das quantidades processadas noSGPU (ton)
120000
100000
14 406
80000
4 895
4 925
5 369
3 643
4 191
2 994
6 770
846
96 210
60000
1 905
77 828
76 682
40000
92 322
88 582
94 373
89 575
90 373
78 267
59 069
20000
0
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Pneus usados gerados recolhidos no âmbito do SGPU
Existências processadas
Destino dos pneus usados gerados recolhidos no âmbito do SGPU (ton)
120000
100000
80000
60000
22 897
21 793
21 878
25 759
25 144
16 166
16 554
24 483
9 287
40000
30 633
33 470
38 641
20 538
19 808
43 603
42 496
20000
0
23 504
18 429
2003
2004
2005
25 421
23 304
2006
2007
Recauchutagem
Valorização Energética
Reciclagem
Reutilização
48 332
22 317
2008
48 039
18 638
2009
49 957
18 107
2010
47 595
17 071
2011
39 203
13 962
2012
Aterro
57
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Origens e destinos
Dos pneus recolhidos no âmbito do SGPU e que
não tiveram origem em Recauchutadores, a maior
parte (64.218 ton) teve como proveniência os Pontos
de Recolha da rede Valorpneu. Apenas uma fração
reduzida teve origem em descargas diretas nos
Valorizadores.
Origens e destinos
Origem
Quant.(ton)
%
64.218
81,2%
933
1,2%
Desc. Diretas Passivo RA Açores
0
0,0%
Desc. Diretas Passivo RA Madeira
0
0,0%
Recauchutadores
13.962
17,6%
Total
79.114
100,0%
Pontos de Recolha
Desc. Diretas Continente
Em relação aos destinos finais dos pneus usados
recolhidos (exceto existências), a recauchutagem
representou cerca de 17,8% dos pneus usados
recolhidos no SGPU, registando um valor de 13.962
ton em 2012. Em relação ao ano anterior, verificou-se
uma forte variação, tendo a quantidade de pneus
recauchutados em Portugal diminuído 18,2%.
A retração nos pneus recauchutados foi maior do que
a verificada nos mercados de pneus de substituição,
mas menor do que no mercado dos pneus que equipam
veículos novos.
Destino dos pneus recolhidos pelo SGPU
17,8%
50,1%
2012
31,3%
0,8%
% Recauchutagem
% Valorização Energética
% Reutilização
% Reciclagem
Total de pneus recolhidos: 78.267 t (não inclui 846 ton de existências)
58
Cerca de metade da quantidade de pneus gerados
foi encaminhada para reciclagem (50,1%), enquanto
31,3% foi encaminhada para valorização energética.
Do processo de reciclagem é obtido o granulado
de borracha, cuja principal utilização em 2012 foi a
produção de pavimentos diversos, em detrimento da
utilização no enchimento dos campos de relva sintética,
como sucedeu nos anos anteriores.
De igual forma, o mercado geográfico dos Recicladores
alterou-se de 2011 para 2012, sendo que a importância
da exportação direta para a Europa diminuiu, passando
os mercados distintos do nacional e do outros a
tomarem peso face ao ano anterior. Efetivamente
os outros mercados registaram 16,9% do total de
granulado vendido face a 7,3% em 2011, enquanto que
o mercado nacional passou de 37,4% em 2011 para
52,4% em 2012. Esta evolução é resultado da forte
concorrência europeia que cada vez mais se acentua
e da crise económica que se reflete no sector da
construção, principal destino do granulado de borracha.
No que concerne à valorização energética, de destacar
que o consumo de pneus usados para este destino traz
vantagens tanto ao nível da diminuição do consumo
de combustíveis fósseis, como da redução das emissões
específicas de CO2 proveniente da fração de biomassa,
correspondente à borracha natural incorporada no pneu
(a qual representa em média cerca de 28% da massa
de um pneu).
Destino do granulado de pneus reciclados
Aplicações do granulado de pneus
reciclados
5,0%
16,9%
2,7% 0,5%
37,7%
2012
2012
52,4%
30,7%
50,0%
4,2%
Relvados Sintéticos
Misturas Betuminosas com Borracha
Pavimentos Diversos
Indústria de Isolamento
Indústria de Borracha
Outros
59
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Processamento das existências
A quantidade de pneus usados com origem anterior à entrada em
funcionamento da Valorpneu e que foram processadas no SGPU diminuiu
face ao ano transato, como esperado, seguindo aliás a tendência que se tem
verificado nos últimos anos.
Em 2012, a quantidade de existências processadas no SGPU foi de 846 ton,
sendo que estes pneus usados tiveram origem apenas no território de
Portugal continental, dado que o passivo de pneus das regiões autónomas
foi completamente tratado e valorizado em anos anteriores, fruto do
programa específico desenvolvido pela Valorpneu em colaboração com
as autoridades regionais.
Processamentos das existências
Origem das Existências
Quant. (ton)
Regiões Autónomas
Madeira
0
Açores
0
Total Regiões Autónomas
0
Continente
Existências provenientes de VFV abandonadas antes de 2003
326
Existências de tratamento específico
165
Existências depositadas nos PR, provenientes de entid. do SGPU
355
Total Continente
846
Total
846
60
A Valorpneu no contexto europeu
A Valorpneu, que é das mais antigas entidades gestoras
de pneus usados a operar na Europa, continua a ser
uma das mais eficientes, motivo de amplo orgulho.
Com base nos últimos dados disponíveis da European
Tyre & Rubber Manufacturers’ Association (ETRMA),
relativos a 2011, o sistema gerido pela Valorpneu
apresenta níveis de desempenho elevados em relação
à média das suas congéneres europeias, com total
autossuficiência nacional. Em termos de recauchutagem,
Portugal apresenta cerca do dobro da taxa média de
recauchutagem dos países europeus, sendo igualmente
um dos países que mais recicla os seus pneus usados.
Finlândia
Suécia
Noruega
Estónia
Dinamarca
Irlanda
Reino
Unido
Holanda
Polónia
Alemanha
Bélgica
República
Eslovaca
Austria
França
Suiça
Itália
Portugal
Hungria
Eslovénia Croácia
Espanha
Roménia
Grécia
Malta
Responsabilidade do produtor
Sistema de taxas
Sistema de mercado livre
* A estrutura de regulamentação foi alterada na Hungria a partir de
Janeiro de 2012, os fabricantes de pneus irão organizar individualmente
o cumprimento da sua responsabilidade enqu anto produtores. Deste
modo, a HUREC deixa de ser responsável em termos coletivos pelo
cumprimento operacional da responsabilidade enquanto produtor ELT.
61
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
A Valorpneu no contexto europeu
0
25
50
75
95,4%
17,8%
Recauchutagem
9,1%
0,8%
9,9%
50,1%
Reciclagem
38,7%
31,3%
Valorização
energética
Aterro /
Desconhecido
62
125
120%
Recolha
Reutilização /
Exportação
100
37,7%
0,0%
4,6%
Valorpneu (2012)
Média Europeia (2011)
Taxas de Recolha e Valorização
Resultados da Valorpneu
Em 2012, a quantidade de pneus recolhidos e tratados diminuiu face ao ano
transato, refletindo tanto a evolução ocorrida na quantidade de pneus
colocados no mercado, como dos pneus usados gerados a nível nacional.
No entanto, à semelhança dos últimos 5 anos, a taxa de recolha do SGPU foi
superior a 100%, o que significa que a Valorpneu recolheu mais pneus do que
aqueles que foram gerados no ano e que também pagaram Ecovalor.
Significa igualmente que a Valorpneu se encontra a recolher e tratar pneus
provenientes do mercado paralelo e que estão fora da legalidade uma vez
que não contribuem financeiramente para o SGPU, sendo que esta situação
agravou-se em 2012 face ao ano anterior, tendo a taxa de recolha no âmbito do
SGPU ascendido a 120%, o que constitui o valor mais elevado registado em 10
anos de operação do SGPU.
Este forte aumento face ao ano anterior poderá ser eventualmente explicado
com a situação económica do país, que leva a que alguns agentes económicos
prefiram atuar no mercado paralelo, para daí obter vantagens competitivas.
De facto, a Valorpneu privilegiou sempre a resolução de um problema ambiental
para o país, que seria a eliminação/deposição não controlada dos pneus usados,
pelo que tratou sempre todos os pneus usados recolhidos independentemente
de estes terem ou não pago Ecovalor, mesmo considerando as gravosas
consequências económicas para o SGPU e que, levaram, por exemplo, a que a
Valorpneu tivesse que aumentar o Ecovalor cobrado a meio do ano de 2012.
Considerando os pneus recauchutados e os pneus reutilizados em 2012,
a Valorpneu alcançou a taxa de 22,4% de preparação para reutilização e
recauchutagem, que já se tinha verificado no ano anterior, apesar da diminuição
acentuada dos quantitativos de pneus usados recauchutados.
Por mais um ano esta taxa situou-se aquém da meta prevista na Licença, como
seria expectável, dada a desarticulação da definição do objetivo legal com a
realidade nacional e europeia.
Em relação à taxa de reciclagem alcançada tendo em conta os quantitativos
recolhidos, excluindo os pneus recauchutados, esta situou-se em 81,6%,
bastante acima da meta prevista que é de 69%.
63
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Resultados da Valorpneu
2012
2011
Variação
12/11 (ton)
62.431
72.785
-10.354
-14,23%
75.653
65.231
78.881
-13.651
-17,31%
83.292
13.962
17.071
-3.109
-18,21%
21.636
620
563
57
10,10%
1.110
Enviados para reciclagem
39.203
47.595
-8.393
-17,63%
39.529
Enviados para valorização energética
24.483
25.144
-661
-2,63%
18.367
-
-
-
-
1.140
78.267
90.373
-12.106
-13,40%
81.782
-
900
-900
-100,00%
9
846
2.094
-1.248
-59,58%
6.159
-
-
-
-
210
846
2.994
-2.148
-71,73%
6.378
79.114
93.367
-10.313
-13,78%
88.160
Resultados da Valorpneu
Variação
Média anual
12/11 (%) 1ª licença (ton)
Pneus colocados no mercado:
No âmbito do SGPU (pagam Ecovalor)
Pneus usados gerados:
No âmbito do SGPU
Tratamento dos pneus usados gerados:
Enviados para recauchutagem
Enviados para reutilização
Enviados para aterro
Total de pneus usados gerados tratados
Tratamento das existências:
Enviadas para reutilização
Enviadas para valorização energética
Enviadas para aterro
Total de existências tratadas
Total de pneus tratados:
Usados gerados + existências
Resultados da Valorpneu
Resultados da Valorpneu
Taxa de recolha
2012(%)
Meta 09/13 (%)
em relação à meta
120,0%
96%
+24,0 pp
Taxa de Prep. p/ Reut. + Recauchutagem
22,4%
27%
-4,6 pp
Taxa de reciclagem
81,6%
69%
+ 12,6 pp
64
Resultados económicos e financeiros
Resultados económicos
Em 2012, a Valorpneu apresentou um resultado líquido negativo de -387.935¤,
situando-se os resultados operacionais em -366.386¤. Após a afetação do
resultado do exercício aos resultados transitados, estes registam 530.851¤.
Apesar do resultado do rendimento do ecovalor deduzido dos gastos com
as prestações de serviço relativas ao processamento dos pneus usados
ter aumentado em 447.681 ¤ em 2012, a margem obtida não foi suficiente
para fazer face à totalidade dos gastos ocorridos, sobretudo devido ao
reconhecimento de perdas por imparidades de dívida de clientes que atingiram,
depois de deduzidas as reversões, 442.728 ¤ (devido à difícil situação que
muitas empresas do sector dos pneus atravessam) e ao aumento das
amortizações resultado do investimento no novo sistema de informação da
Valorpneu, as quais se situaram em 67.299 ¤, mais 37.499 ¤ comparativamente
ao ano anterior.
Resultados económicos
Prestações de serviços
Ecovalor
Pneus colocados no mercado (ton)
Gastos das prestações de serviços
Gastos de processamento
2012
2011
2010
Variação 12/11
¤ ¤/ton
¤ ¤/ton
¤ ¤/ton
¤ ¤/ton
8.234.916 131,90
9.081.006 124,76
10.369.402 124,49
-846.089 -9,32%
62.431
72.785
83.294
-10.354 -14,23%
7.049.163
8.342.934
8.855.169
-1.293.770 -15,51%
6.990.397 108,36
8.310.268 111,07
8.811.444 111,07
-1.319.871 -15,88%
Pneus processados com gasto (ton)
64.508
74.821
79.329
-10.313 -13,78%
Gasto com stocks dos Pontos Recolha
58.766
32.665
43.725
26.101 79,90%
Variação do stock nos P.Recolha (ton)
940
338
284
1.185.753
738.072
1.514.232
Resultados brutos
602 178,23%
447.681 60,66%
No que respeita aos rendimentos, ocorreu uma forte retração do mercado
de pneus (-14,2%) devido à situação macroeconómica portuguesa, que se
agravou inclusive face a 2011. Antecipando as suas consequências para a
sustentabilidade económica e financeira do sistema, a Valorpneu introduziu
uma nova tabela de Ecovalores no início do 2º Semestre, que permitiu mitigar
parcialmente a redução de receita induzida pela quebra do mercado de pneus,
pelo que, em termos agregados, a redução das prestações financeiras do SGPU
em 2012 face ao ano anterior (-9,3%) foi menor que a redução da quantidade
de pneus colocados no mercado.
65
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Em relação à evolução dos gastos com o sistema, embora o decréscimo
verificado de 15,9% face ao ano anterior, registando uma redução maior que
a ocorrida nas quantidades processadas (-13,8%), ligeiramente inferior à quebra
do mercado, foi possível à Valorpneu assegurar eficazmente a gestão dos pneus
usados que foram entregues na sua rede de Pontos de Recolha. Esta situação
foi resultado do efeito da diminuição do custo de processamento unitário
dos pneus, que inclui a sua recolha, transporte e valorização e que se cifrou
em 108,36¤/ton, ou seja, 2,4% inferior ao ano anterior.
É de realçar que pelo segundo ano consecutivo, desde o início de funcionamento
do SGPU, a quantidade de pneus usados processados que representaram gastos
ultrapassou a quantidade de pneus colocados no mercado.
Comparação dos gastos unitários de tratamento
vs. os rendimentos unitários no SGPU (¤/t)
€/ton
140
120
100
80
60
40
20
0
2004
2005
2006
2007
2008
Prestações de serviços – Ecovalor
Gastos de processamento
66
2009
2010
2011
2012
Neste contexto, o resultado líquido do exercício continuou a ser negativo,
apesar de menor em relação a 2011, tendo-se cifrado nos -387.935¤, o qual
é coberto pelos resultados transitados de anos anteriores. Desta forma,
os resultados transitados da Valorpneu voltaram a decrescer (-31,9%),
situando-se no final do ano em 530.851¤.
Comparação das quantidades de pneus colocados no mercado
vs. pneus processados com gastos no SGPU (ton)
ton
90000
75000
60000
45000
30000
15000
0
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Pneus colocados no mercado
Pneus processados com Gasto
67
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Volume de Negócios
A faturação líquida da Valorpneu atingiu em 2012 o montante de 8.234.916¤,
proveniente das quantidades declaradas de pneus colocados no mercado no
valor de 9.104.474¤ e de reembolsos de exportação no valor de 869.558 . De
referir que o valor alcançado traduziu uma redução muito significativa, de 9,3%
em relação ao ano anterior, fruto sobretudo da evolução negativa do mercado
de pneus de substituição (-3,8%) e de veículos novos (-29,5%), redução que não
foi mais acentuada devido à atualização da tabela de Ecovalores em julho de
2012, cujo aumento médio se situou em 16%.
Faturação bruta (pneus colocados no mercado/¤)
7 652 470
9 000 000
8 000 000
7 000 000
6 000 000
5 000 000
4 000 000
3 000 000
21 960
1 000 000
0
Pneus
68
447 307
982 737
2 000 000
Veículos
Veículos
Importados
Usados
Média 03-08
2010
2009
2011
Recauchutadores
2012
Cobrança do ecovalor
A 31 de dezembro de 2012, encontrava-se em atraso de liquidação o montante
de 2.842.397 ¤ relativo a faturação a clientes e 529.447 ¤ referente à
indemnização devida por um cliente na sequência de sentença proferida em
tribunal. Estes dois montantes correspondem na sua totalidade ao saldo de
clientes conta corrente e de cobrança duvidosa, uma vez que toda a faturação
emitida se encontrava vencida no final do ano e a indemnização não liquidada
tem associado um elevado risco de cobrança, estando a empresa devedora
em processo de liquidação de bens sendo previsível que os credores comuns,
como é o caso da Valorpneu, não sejam abrangidos pelo rateio que irá ser
realizado. Do saldo resultante da faturação, mais de metade encontra-se
ajustado por imparidades consideradas em perdas do exercício e de exercícios
anteriores (1.487.728 ¤) e o valor da indemnização foi totalmente coberto em
2010. A antiguidade do saldo há pelo menos 18 meses representa mais de
metade do valor total em dívida (51,8%) e cerca de um quarto da dívida (23,7%)
tem antiguidade inferior a 6 meses. O ano ficou marcado pelo agravamento
nas dificuldades de cobrança do ecovalor, situação que reflete a grave recessão
económica e financeira do país.
Antiguidade do saldo de clientes em 31 de dezembro de 2012
Saldo Total
2 842 397 ¤
+18 meses
12-18 meses
6-12 meses
até 6 meses
51,8%
14,4%
10,1%
23,7%
69
RESULTADOS VALORPNEU EM 2012
Desagregação dos gastos da Valorpneu
Como seria de esperar, a maior fração dos gastos incorridos pela Valorpneu
diz respeito a gastos com operadores do SGPU relacionados com a logística
e o tratamento dos pneus usados (armazenagem, transporte, fragmentação,
reciclagem e valorização energética). Em 2012, estes gastos representaram 82,0%
dos gastos totais, sendo que, em termos desagregados, os gastos com os Pontos
de Recolha representaram 18,6% e os de transporte representaram 19,2%. Em
relação à valorização, os gastos com a reciclagem são os mais expressivos,
representando 33,6% dos gastos totais, acima dos 9,9% referentes à valorização
energética (6,1% com o consumo e 3,8% com a fragmentação).
Os gastos de funcionamento da Valorpneu, incluindo os gastos com pessoal e
com a TGR (que atingiu 38.852¤), representaram apenas 7,2% do total de gastos
do SGPU, sendo que a Valorpneu cumpriu ainda a meta definida em sede de
licença para a comunicação e sensibilização (5% da média anual dos rendimentos)
e para a I&D (2% dos gastos de tratamento). Neste ano, de realçar a forte subida
das perdas por imparidade de clientes, cujo valor se cifrou nos 442.728 ¤, ou
seja, 5,1% dos gastos incorridos pela Valorpneu, e que foram reconhecidas para
fazerem face a eventuais incumprimentos de clientes na cobrança do ecovalor,
num enquadramento económico que se agrava.
Desagregação dos gastos operacionais da Valorpneu
0,7%
4,8%
5,1% 0,9%
18,6%
7,2%
3,8%
6,1%
19,2%
33,6%
Investigação e Desenvolvimento - 80 408€
Pontos de Recolha - 1 596 483 €
Transportadores - 1 653 207 €
Recicladores - 2 888 800 €
Valorizadores Energéticos - 527 928 €
Fragmentação - 323 980 €
Funcionamento da Valorpneu - 618 993 €
Comunicação e Sensibilização - 410 010 €
Gasto Stock P. Recolha - 58 766 €
Perdas por imparidade de clientes - 442 728 €
70
Evolução dos gastos médios de logística
e tratamento
No que concerne aos gastos médios com o SGPU
unicamente nos Açores e na Madeira, estes
apresentaram uma redução ligeira face a 2011, tendo-se
situado respetivamente em 160,05 ¤/ton e 145,14 ¤/ton
para o fluxo normal.
Em termos globais, a diminuição dos gastos médios
unitários de processamento, aliada à redução que se
verificou na quantidade de pneus processados, devido
à diminuição dos pneus usados gerados a nível nacional
e das existências entregues no SGPU, levou a que os
gastos totais com a logística, tratamento e com o stock
de pneus tenham registado uma diminuição de 15,5%,
fixando-se nos 7.049.163 ¤. Esta redução, embora
compense a redução dos rendimentos provenientes
das quantidades de pneus colocados no mercado
declarados à Valorpneu, não foi suficiente para
compensar o aumento significativo das perdas com
imparidades de clientes.
Em 2012, os gastos médios por tonelada processada foram
de 108,36 ¤/ton, o que denota um decréscimo sensível face
ao ano anterior (-2,4%), especialmente quando se tem em
consideração que a taxa de inflação se situou em 2,8%.
Os ligeiros aumentos dos gastos unitários com transporte
e com a armazenagem em Pontos de Recolha, neste último
caso devido a uma maior proporção de pneus recolhidos
através dos Pontos de Recolha (diminuição das descargas
diretas nos Valorizadores), foram contrabalançados com
a diminuição dos gastos unitários de valorização. O valor
alcançado em 2012 só tem paralelo com os anos de 2004
e 2005, sendo que tendo em conta a evolução da inflação
ocorrida no período, em termos reais significa um aumento
expressivo de eficiência do sistema.
De realçar igualmente que, fruto dos esforços da
Valorpneu, a redução verificada por mais um ano nos
gastos médios unitários de valorização traduz a tendência
de reconhecimento do resíduo “pneu” como substituto de
recursos e de matérias-primas.
Gastos médios por tonelada processada
que representou gastos no SGPU (¤/ton)
140
120
104,44
109,40
113,31
114,26
114,60
113,73
111,07
111,07
108,36
100
80
63,57
67,09
66,23
64,53
62,47
61,82
61,13
57,99
24,02
24,57
26,14
27,37
27,25
25,06
25,38
25,63
21,24
21,65
21,90
22,69
24,01
24,20
24,56
24,75
64,14
60
40
21,44
20
0
19,43
2004
2005
2006
2007
2008
Armazenagem
Valorização
Transporte
Gasto Médio Total (¤/ton)
2009
2010
2011
2012
71
Em 2013 espera-se novamente uma diminuição da quantidade de pneus
colocados no mercado e de pneus usados gerados face ao ano anterior,
devido à forte recessão económica que o país atravessa. No entanto,
fruto da atualização da tabela de Ecovalores realizada em julho de 2012,
perspetiva-se que a Valorpneu apresente resultados líquidos positivos, o
que permitirá à Valorpneu reverter a tendência de redução acentuada dos
seus capitais próprios verificada nos dois últimos anos.
A nível das atividades a desenvolver, de realçar o facto de o ano de 2013
ser o ano de conclusão da atual licença da Valorpneu, pelo que a Valorpneu
irá formular o pedido de renovação de licença enquanto entidade gestora
do SGPU, apresentando as alterações que entende necessárias à legislação
referente à gestão dos pneus usados e ao modelo de funcionamento do
SGPU, de modo a ajustar a operação da Valorpneu à nova realidade de
mercado dos pneus usados.
PERSPETIVAS
PARA 2013
PERSPETIVAS PARA 2013
Ecovalores a praticar em 2013
A tabela de Ecovalores a vigorar em 2013 é a mesma que foi introduzida
em 1 de julho de 2012 e é a seguinte.
Código
Categoria
T
Ligeiro de passageiro/Turismo
1,20
4x4
4x4 "on/off road"
2,11
C
Comercial
1,84
P
Pesado
8,86
A1
Agrícola (diversos)
3,06
A2
Agrícola (rodas motoras)
E1
Industrial (8" a 15")
2,10
E2
Maciço (<=15")
3,65
G1
Eng. Civil e Maciços (<24")
9,01
G2
Eng. Civil e Maciços (>=24")
41,43
M1
Moto (>50cc.)
0,76
M2
Moto (até 50cc.)
0,24
F
Aeronaves
1,20
B
Bicicletas
0,09
74
¤/pneu
11,03
Valor de contrapartida
O valor de contrapartida a pagar em 2013 aos Pontos de Recolha pelo
armazenamento temporário dos pneus usados é de 25 ¤/ton.
Evolução dos fluxos de pneus
Para 2013, em termos do fluxo de pneus colocados no mercado nacional,
estima-se que continue a tendência de redução acentuada do mercado devido
às condições macroeconómicas perspetivadas para o nosso país que, segundo
o Banco de Portugal nas suas projeções de inverno, apontam para uma redução
do PIB de 1,9% e da procura interna de 4,0%. Nesse sentido, estima-se que o
mercado de pneus de substituição decresça 6%, enquanto os mercados dos
pneus que integram veículos e outros equipamentos se reduzam 11%.
No que concerne aos pneus colocados no mercado nas Regiões Autónomas,
perspetiva-se que continue a existir uma proporcionalidade com a repartição
do parque automóvel existente em Portugal. Segundo dados da ACAP relativos
a 2011, as R.A. dos Açores e da Madeira representam, respetivamente, 1,978%
e 2,058% do total do parque automóvel nacional.
Em relação à evolução da quantidade de pneus usados gerados no âmbito
do SGPU, é estimado que esta acompanhe a evolução dos mercados de
substituição de pneus novos e recauchutados, bem como a evolução dos
pneus resultantes dos veículos em fim de vida. Neste aspeto, de realçar que
as perspetivas do mercado de recauchutagem continuam em baixa.
Previsão do fluxo de pneus colocados no mercado
Valores em ton
2013
Continente
55.811
Açores
1.151
Madeira
1.197
Total
58.159
Previsão do fluxo de pneus usados
Valores em ton
2013
Continente
58.524
Açores
Madeira
Total
1.213
1.262
60.999
75
PERSPETIVAS PARA 2013
Resultados esperados
No que concerne aos resultados esperados para a atividade, a Valorpneu estima
que os elevados níveis de desempenho do SGPU se mantenham em linha com
os verificados em 2012, tanto ao nível da recolha como da valorização dos pneus
usados. Em relação ao caso específico da taxa de preparação para reutilização
e recauchutagem, perspetiva-se que o sector da recauchutagem, face ao clima
económico nacional e internacional, continue a atravessar dificuldades, pelo que
se espera uma nova redução da quantidade de pneus recauchutados face aos
níveis verificados no ano transato.
Tal significará, como aconteceu nos anos anteriores, que o objetivo definido na
licença da Valorpneu para a preparação para reutilização e recauchutagem não
será alcançado. Neste sentido, no seguimento do que tem vindo a desenvolver,
a Valorpneu irá continuar a intervir junto da tutela no sentido do ajustamento
desta meta à realidade nacional e europeia, bem como continuará a desenvolver
ações que suportem a atividade de recauchutagem em Portugal.
Resultados esperados
Objetivos de Gestão
Taxa de Recolha no âmbito do SGPU
2013
120,0%
Taxa de Prep. p/ Reut. + Recauchutagem
22,5%
Taxa de Reciclagem
72,0%
Quanto aos resultados económico-financeiros, no enquadramento de evolução
dos fluxos anteriormente apresentados, perspetiva-se que a sustentabilidade
económica do sistema se encontre assegurada essencialmente pela aplicação
durante um ano completo da tabela de Ecovalores que entrou em vigor a
1 de julho de 2012, e que terá repercussão nas prestações financeiras devidas
pelos Produtores aquando da colocação dos pneus, veículos ou outros
equipamentos que os contenham no mercado nacional.
Perspetiva-se ainda que, pela primeira vez desde a sua constituição, a Valorpneu
obtenha uma receita pela venda de um produto específico para valorização
energética, mais concretamente chips de pneus com parâmetros de qualidade
adequados. No entanto, dado que o volume e a remuneração associados a
este tipo de encaminhamento são pouco expressivos esta receita será ainda
bastante reduzida.
Neste sentido, prevê-se que o resultado líquido em 2013 ronde os 487 mil euros,
o que permitirá à Valorpneu reverter a tendência de redução acentuada dos
seus capitais próprios, verificada nos dois últimos anos.
76
Atividades a desenvolver em 2013
No que concerne às atividades a desenvolver, o ano
de 2013 ficará marcado por ser o ano de conclusão
da atual licença da Valorpneu e, como tal, o ano em
que a Valorpneu irá formular o pedido de renovação
de licença enquanto entidade gestora do SGPU,
apresentando as alterações que entende necessárias
à legislação referente à gestão dos pneus usados e ao
modelo de funcionamento do SGPU, de modo a ajustar
a operação da Valorpneu à nova realidade de mercado
dos pneus usados.
Ao nível dos Produtores de pneus, a Valorpneu irá
zelar pelo cumprimento contratual das obrigações
dos Produtores, nomeadamente a cobrança dos
Ecovalores devidos, através da aplicação de medidas
mais rigorosas. Este aspeto é essencial no atual
cenário macroeconómico negativo e onde a taxa
de recolha de pneus usados do SPGU tem vindo a
aumentar, ultrapassando largamente a estimativa
para os pneus usados gerados no sistema, o que
indicia que existe uma maior quantidade de pneus que
não foram declarados (não pagaram Ecovalor) mas
que são encaminhados para o SGPU no seu fim de
vida, situação que é agravada pelo facto de mesmo
Produtores aderentes ao sistema não liquidarem o
Ecovalor correspondente às suas declarações.
Com o mesmo objetivo, a Valorpneu procurará
promover a adesão de novos Produtores e pretende
colaborar ativamente com as entidades de fiscalização
do estado no combate à fraude, nomeadamente do
mercado paralelo de pneus.
No que diz respeito à rede de recolha e transporte,
a Valorpneu considera que esta é adequada às
necessidades existentes, sendo que o objetivo principal
passa por continuar a privilegiar as atividades de
qualificação e desempenho dos operadores. A par
desta situação, a Valorpneu reforçará o seguimento
e controlo dos meios ao seu dispor, nomeadamente
das cargas transportadas, que foi potenciado pela
reformulação do SGPU Online.
No que concerne à valorização de pneus usados, a
Valorpneu pretende desenvolver ações de promoção da
atividade de recauchutagem que estão identificadas no
relatório de caracterização do sector, finalizado em 2012.
Neste contexto, a Valorpneu pretende nomeadamente
estabelecer protocolos com os fabricantes de pneus
que pertencem a empresas multinacionais com
unidades de recauchutagem no estrangeiro, consolidar
a informação solicitada atualmente na declaração dos
Recauchutadores, clarificar os procedimentos do SGPU
relativos à importação/exportação de carcaças e pneus
de serviço e ao pagamento/reembolso de Ecovalores
bem como continuar a fomentar a qualidade da triagem
de pneus usados nos Pontos de Recolha e adaptá-la às
necessidades do mercado.
A nível da reciclagem e valorização energética, a
Valorpneu pretende continuar a promover novas
soluções para o destino dos produtos dos pneus
usados, nomeadamente no que concerne às Misturas
Betuminosas com Borracha (MBB), contribuindo, por
exemplo, para a inclusão deste produto na revisão
da Estratégia Nacional para as Compras Públicas
Ecológicas. Adicionalmente, a Valorpneu irá diligenciar
junto da Agência Portuguesa do Ambiente para a
necessidade e importância de ser estendido o conceito
de fim do estatuto de resíduo aos materiais derivados
dos pneus usados.
A nível de comunicação e sensibilização, a Valorpneu,
para além das campanhas institucionais, irá prosseguir
com campanhas específicas orientadas para o destino
final de reciclagem dos pneus usados, nomeadamente
através do apoio ao projeto REMADE in Portugal.
A nível de I&D, a Valorpneu continuará a desempenhar
o seu papel como agente dinamizador da inovação
do sector, sendo que em 2013 pretende estudar
novas soluções mais adequadas e especificas para a
valorização dos pneus maciços, continuar a participar
nos trabalhos para normalização de materiais derivados
de pneus usados mantendo a sua participação na
comissão técnica CEN/TC 366 e irá colocar especial
enfoque nas aplicações para os materiais derivados do
pneu usado, sendo que o Prémio Inovação Valorpneu,
na sua quinta edição em 2013, desempenha um papel
importante para este desígnio.
77
PERSPETIVAS PARA 2013
Atividades a desenvolver em 2013
Áreas
Principais objetivos definidos para 2013
Principais atividades a realizar em 2013
Empresa e relação
com a Tutela
Participar na revisão legislativa relativa ao sector
dos pneus usados.
Contribuir para a revisão da legislação referente à gestão do fluxo
específico dos pneus usados, adaptando-a à realidade atual
Formular o pedido de renovação da licença da Valorpneu enquanto
entidade gestora do SGPU
Evidenciar o impacte da gestão dos pneus usados em Portugal
Produtores
Rede de Recolha
e Transporte
Promover a adesão de novos Produtores
(“free riders”) e o combate à fraude;
Promover a adesão de novos Produtores e a eliminação dos “free riders”
e das quantidades de pneus novos que passam à margem do sistema
Zelar pelo cumprimento das obrigações dos
Produtores aderentes.
Reforçar as medidas de seguimento e interação com estes agentes
Manter uma elevada taxa de recolha do SGPU;
Manter uma rede de recolha ajustada aos requisitos, no Continente, nos
Açores e na Madeira
Envolver os operadores nos resultados e
promover a qualidade de serviço da rede.
Continuar a promoção da qualificação e do desempenho dos operadores
Reforçar o seguimento do transporte de cargas, nomeadamente a nível
da tara, volume e sua eficiência
Promover a adesão dos operadores ao programa “Na Valorpneu, certificar
pelo Ambiente”
Rede de Valorização
Manter taxas de valorização elevadas;
Manter uma rede de Valorizadores adequada
Monitorizar de forma eficaz a rede do SGPU e os
seus operadores;
Manter a cobertura total dos Recauchutadores existentes a nível nacional
Implementar novas soluções de valorização dos
pneus maciços.
Desencadear ações conducentes a um maior desempenho do mercado de
recauchutagem
Promover a aplicação das MBB em obras de construção e reabilitação
rodoviária
Implementar novas soluções de valorização dos pneus maciços.
Monitorizar continuamente o mercado para verificar a existência de novas
soluções para incrementar as operações de preparação para reutilização e
o escoamento do reciclado de pneu
78
Atividades a desenvolver em 2013
Áreas
Principais objetivos definidos para 2013
Principais atividades a realizar em 2013
Mecanismos
de controlo
e fiscalização
Manter e incrementar as auditorias e visitas
de acompanhamento aos agentes do SGPU.
Manter a realização continuada de auditorias aos Produtores
Reforçar a interação com as autoridades de fiscalização do Estado
no combate à fraude
Continuar a avaliação periódica dos Pontos de Recolha (trimestral)
e Transportadores (semestral)
Realizar visitas de controlo a todos os Pontos de Recolha do SGPU,
pelo menos 1 vez por ano
Realizar inspeções às cargas transportadas
Realizar auditorias e visitas de acompanhamento periódicas aos
Valorizadores
Comunicação
e Sensibilização
Reforçar a imagem da Valorpneu.
Desenvolver campanhas de comunicação institucionais e específicas
Atualizar regularmente o site na internet
Realizar o 11.º Encontro Anual Valorpneu
Apresentar os resultados obtidos em 10 anos de funcionamento do SGPU
Participar em eventos do sector do ambiente e do sector do pneu
Investimento previsto em 2013 em ações de comunicação e sensibilização:
413.052¤
Investigação
e desenvolvimento
Promover novas soluções finais para
o pneu usado.
Atribuir o Prémio Inovação Valorpneu 2013 (âmbito: países da CPLP)
Estudar novas soluções adequadas e especificas de valorização dos pneus
maciços
Contribuir para a aplicação dos conceitos de “fim do estatuto de resíduo”
no sector do pneu a nível nacional e internacional
Participar nos trabalhos do CEN/TC 366 relativos à normalização dos
materiais derivados de pneus usados
Promover a qualificação de soluções para o destino dos reciclados de
pneu
Investimento previsto em 2013 em atividades de I&D: 70.000¤
Responsabilidade
social
Continuar o apoio a ações com carácter social.
Apoiar entidades de solidariedade social, organizações não-governamentais
e outras atividades no domínio da responsabilidade social
79
ANUÁRIO DO SGPU
Produtores
Contrato completo
123
2AB – Auto Acessórios da Benedita, Lda.
2Get Store, Lda.
3-5 Pneus – Comércio de Pneus, Lda.
7 Milímetros, Unipessoal, Lda.
A
A Loja dos Pneus, Lda.
A Vulcanizadora Dragão, Lda.
A. Augusto Lima Silva, Unipessoal, Lda.
A. C. Tira-Picos, Lda.
A. Coelho, S.A.
A. Esteves, Lda.
A. Maia – Oficina de Reparações de Automóveis Lda.
A. Moreira & F. Moreira, Lda.
A. Silva Matos – Equipamentos de Transporte, S.A.
A.C. – Manutenção e Comércio de Veículos, Lda.
A.C. Domingues, Lda.
A.R. Oliveira & Filhas, Lda.
A.S. Brito Veículos e Pneus, Unipessoal, Lda.
Abílio Baltasar Cabral Monteiro
Abílio Lourenço, Herdeiros, Lda.
Abílio Vicente Neto Leal
Abrantes Almeida & Simões, Lda.
Abreu, Araújo & Silva, Lda.
Acácio Marques Gomes
Acácio Orlando Coutinho de Pinho
Acrosstime Unipessoal, Lda.
AD Logistics, S.A.
Adão Lopes dos Santos
Adelino da Silva Fernandes Henriques
Adelino Ferreira & Irmão, Lda.
Adriana Filipa Soares dos Santos
Adventuretec, Lda.
Aerociências – Formação e Manut. Aeroportuária, Lda.
Afonso de Oliveira Costa & Filhos, Lda.
AGCO International GMBH
AGECE – Montagem e Comércio de Bicicletas, S.A.
Agostinho Matos da Costa – Rep. de Veículos, Lda.
Agostinho Vieira da Cruz
Agricortes – Com. de Máquinas e Equipamentos, S.A.
Agro Carmo, Lda.
82
Agroalentejo – Com. Máquinas Peças Alfaias, Lda.
Agroavis – Máquinas Agrícolas, Lda.
Agromansores, Lda.
Agropeças do Centro, Lda.
Aguesport – Import. e Exportação, Lda.
Air Rail (Portugal), Sociedade Unipessoal, Lda.
Aixam Lusitana, Soc. de Com. de Automóveis S.A.
AJP Motos, S.A.
Albérico Tavares Marquez
Albertino José Russo da Silva
Alberto Alexandre da Silva Alves
Alberto Taveira & Cª., Lda.
Albino Lapa, Lda.
Albipneus Comércio de Pneus, Lda.
Albiroda – Comércio de Pneus, Lda.
Alcides & Gil, Lda.
Alcides Azevedo & Filhas, Lda.
Alcídio Ferreira – Car Service, Lda.
Alexandre Dias, Lda.
Alexandre Pereira da Silva
Alfredo António Ribeiro Unipessoal, Lda.
Alfredo Baptista, Sucrs., Lda.
Alfredo Vital Ribeiro (Auto Pneus Rodense)
Algarpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Alinharquivo, Lda.
Alipneu – Alinhamentos Pneus Acess. Auto, Lda.
Alírio da Costa e Silva
Almas d'Areosa Peças-Auto, Lda.
Almeida & Briosa, Lda.
Almeida & Espírito Santo – Assistência Auto, Lda.
Almerindo Pereira Coelho
Almovi – Máquinas e Equipamentos, Lda.
Alpenóleo – Acess. Auto, Lda.
Alto São João Pneus – Com. de Pneus Unip., Lda.
Alubike – Bicicletas, S.A.
Álvaro Leite & Freitas, Lda.
Álvaro Lopes Pita, Lda.
Alves Bandeira & Cª, Lda.
Alves Mendes & Cardoso, Lda.
AMA – Comércio de Combustíveis, Lda.
American Motorcycles – Veíc. de Duas Rodas, Lda.
Amimoto – Imp. e Com. de Veíc. Motorizados, Lda.
AML Sport, S.A.
Anagri, Com. de Máq. e Prod. p/Agricultura, Lda.
Andrade & Cia., Lda.
Andrade & Irmão, S.A.
Andradecar, Lda.
Andreas Stihl, S.A.
Andreia Correia Miranda
Andriy Vasylenko
Ângelo Manuel Ribeiro Ferreira
Angramotos – Com. de Veículos Motorizados, Lda.
Aníbal Antunes Bandeira, Lda.
Aníbal Jesus Pedro
Anino Pneus, Lda.
António Alexandrino Cândido, Lda.
António Augusto Mendes Afonso – (Pneushop)
António da Silva Costa
António da Silva Esteves, Lda.
António de Oliveira Bispo
António de Oliveira Ferreira
António de Sá Pacheco & Cª, Lda.
António de Sousa Vela
António Domingos Fragoso Gonçalves
António Fernando Pereira da Rocha (Rocha Pneus)
António Francisco Delfino
António Freitas Dias, Lda.
António Garcia, S.A.
António Jaco Moutinho
António Joaquim da Silva Figueiredo
António Joaquim Gregório
António Joaquim Jacinto Martins
António Jorge da Costa Almeida
António Jorge dos Reis Guimarães
António Jorge Figueiredo Remédios
António Jorge Moreira Marques
António José Esteves Lopes
António José Gonçalves Henriques
António José Moura
António Luis Carreira Pinho
António Manuel Grosa Brás
António Manuel Moreira Garcia
António Manuel Póvoa
António Manuel Romeiro dos Santos
António Miguel Martins, Lda.
António Morete, Lda.
António Oliveira & Neto, Lda.
António Poeta Miguel, Unipessoal, Lda.
António R. Oliveira Amaral & Filho, Lda.
António Silva, Lda. (Sópneus)
Antunes & Crespo, Lda.
APG – Auto Pneus da Granja, Lda.
Apuliauto – Reparação de Veículos, Lda.
Arc En Ciel Pneumáticos, S.A.
Arigoma – Pneus, Lda.
Aristides Oliveira Dias
Arlindo José Varela Martins
Armandino Nobre Jesus, Lda.
Armando Almeida Teixeira
Armando Alves – Lda.
Armando Barriguinha Curado, Lda.
Armando Joaquim de Oliveira Valquaresma
Armindo Augusto Vilarinho
Armindo Freitas Carregado, Lda.
Armindo Gomes
Armindo Pedrosa Freire
Arnaldo & Berenguer, Lda.
Artur Jorge Marques Pereira
Assistauto – Acessórios Automóveis Lda.
Atenapneus, Lda.
Atomoforce, Lda.
Atron Business Services INC. – Suc. em Portugal
Auto Alcobaça, Centro de Manutenção de Veíc., Lda.
Auto Aveleirense-Com. Peças p/ Autom., Unip., Lda.
Auto Beira da Raia – Manut. de Automóveis, Lda.
Auto C. Borges, Lda.
Auto Calibragem Silvar, Lda.
Auto Coelhinhos – Comércio Automóvel, S.A.
Auto da Guerra Comércio e Serviços de Pneus, Lda.
Auto d'Amil – Mecânica e Pneus, Lda.
Auto Direcções Valbom, Lda.
Auto Escape e Pneus de Alfragide, Lda.
Auto Figueiredo & Sousa, Lda.
Auto Filiandro – Reparação de Automóveis, Lda.
Auto Frades, Comércio de Veículos Automóveis, Lda.
Auto Garagem do Centro – Pneus, Óleos e Comb. Lda.
Auto Garagem Interprimos de Pêro Pinheiro, Lda.
Auto Garagem Portelense, Lda.
Auto Garantido Loja de Automóveis, Lda.
Auto Geral de Moura, Lda.
Auto Gilvaia – Reparação de Automóveis, Lda.
Auto IC2 – Import. de Veículos e Peças Auto, Lda.
Auto Ideal de Mértola, Lda.
Auto Jordão, Lda.
Auto Lázaro – Comércio de Pneus e Automóveis, Lda.
Auto Louro – Com. e Reparação de Automóveis, Lda.
Auto Mar à Vista, Lda.
Auto Maximiano Pneus – Soc. Unipessoal, Lda.
Auto Mecânica da Murgeira, Lda.
Auto Mecânica Dias & Pinheiro – Automóveis, Lda.
Auto Mecânica Paulista, Lda.
Auto Mecanocar – Com. e Reparação de Veíc., Lda.
Auto Miguel Costa Unip., Lda.
83
Auto Miratua – Man. e Rep. de Veíc. Auto. Lda.
Auto Moderna da Maia – Combustíveis, Lda.
Auto Mombaka, Lda.
Auto Noéme, Lda.
Auto Paiva, Lda.
Auto Parque, S.A.
Auto Partner Peças e Serviços, Lda.
Auto Paulo Sérgio, Unipessoal, Lda.
Auto Penouta, Lda.
Auto Pneus Carones – Comércio de Pneus, Lda.
Auto Pneus Cerdeirunhas, Lda.
Auto Pneus Cerqueira, Lda.
Auto Pneus da Covilhã de Francisco Miguel, Lda.
Auto Pneus Diogo, Lda.
Auto Pneus do Parchal – Comércio de Pneus, Lda.
Auto Pneus do Pinhal Interior, Lda.
Auto Pneus F.P.S. Unipessoal, Lda.
Auto Pneus Freitas & Santos, Lda.
Auto Pneus Fronteirense, Lda.
Auto Pneus Garrido, Lda.
Auto Pneus José António Teixeira, Unipessoal, Lda.
Auto Pneus Lanção – Comércio de Pneus, Lda.
Auto Pneus Maia, Lda.
Auto Pneus Resendense – Sociedade Unipessoal, Lda.
Auto Pneus São João da Talha, Lda.
Auto Pneus Vilar, Lda.
Auto Progresso do Vouga – Soc. Rep. Auto, Lda.
Auto Rana – Centro de Manutenção de Veículos, Lda.
Auto Recta Penichense, Lda.
Auto Rep. de Tábua – Rep. e Com. de Auto. Lda.
Auto Reparadora da Boavista, Lda.
Auto Reparadora Fonseca & Filho, Lda.
Auto Reparadora Melo Falcão, Lda.
Auto Résvia – Com. e Rep. Auto, Soc. Unip., Lda.
Auto Rodolfo – Reparações e Transportes, Lda.
Auto S.M.V. Furtado – Com. e Rep. de Auto. Lda.
Auto Salir – Pneus Lda.
Auto Santa Marinha, Lda.
Auto Serviço das Rãs Pneus II Unipessoal, Lda.
Auto Serviço Rio do Porto, Lda.
Auto Stress, Lda.
Autoabrantes – Centro de Manutenção de Veíc., Lda.
Auto-Azeitão, Lda.
Auto-Benze – Indústria de Rep. de Automóveis, Lda.
Autocivil – Com. de Máq. e Produtos Químicos, Lda.
Autodoca – Soc. Rev. de Combustíveis, Lda.
Auto-Industrial, S.A.
Automacropneus – Comércio de Pneus, Lda.
84
Automecânica da Confraria, Lda.
Automóveis Citroen, S.A.
Automóveis Deixa-O-Resto, Lda.
Autoni – Pneus e Óleos, Lda.
Auto-Pneus – Élio de Oliveira e Silva, Lda.
AutoPneus Diamantino Pedro, Lda.
Auto-Pneus Helvic Com. de Pneus, Unipessoal, Lda.
Autoprazeres Com. e Reparação de Automóveis, Lda.
Autoroute Transportes, Lda.
Auto-Santos – Oficinas de Automóveis, Lda.
Auto-Sueco Coimbra Máq. e Equip. Ind., Unip, Lda.
Auto-Sueco, Lda.
Avantisbike – Fabrico de Bicicletas, Lda.
Aveiropneus, Import. – Exportação, Lda.
Avelino Marques Silva & Irmãos, Lda.
Avózinha Portugal, Lda.
AX2J Tyre – Import Export, Lda.
B
Baltasar Passanha de Bivar Branco
Bandague – Soc. de Recauc. de Pneus a Frio, S.A.
Barcelmotor – Comércio de Automóveis, Lda.
Barend Peters Motorised Sport & Leisure, Unip., Lda.
Barreto e Campos – Com. de Pneus e Acess., Lda.
Barroca & Tavares, Lda.
Barros & Bandeira, Lda.
Batista & Filho, Lda.
Batlight Comércio de Veículos Eléctricos, Lda.
BCS Portugal – Máquinas Agrícolas, Lda.
Becadauto, Com.ização de Pneus e Mec. Geral, Lda.
Benjamin F. Limede & Cª, Lda.
Berrias Pneus, Unipessoal, Lda.
Besalu Pneus, Lda.
Bestpower Unipessoal, Lda.
Bhbikes Europe, S.L.
Bicimax – Artigos Desportivos, Lda.
Bicimotor, Lda.
Big Pneus – Com. de Pneus Unip., Lda.
BMJ Car, Lda.
BMW Portugal, Lda.
Bomperfil – Comércio de Pneus, Lda.
Bompiso – Comércio de Pneus, S.A.
Bompneu – Central de Pneus e Serviços Auto, Lda.
Bonrodar – Auto Pneus de Santarém, Lda.
Borrachasport, Unipessoal, Lda.
Botelhos, Lda.
Box Center – Prest. Serviços Ramo Automóvel, Lda.
Boxcar Services – Serviços Auto, Unipessoal, Lda.
Bragançauto – Comércio de Automóveis, Lda.
Brás & Filho, Lda.
BRGtyre – Trading, Lda.
Bricoferramentas, Import. & Export., Lda.
Bridgestone Portugal, Lda.
Briosa Pneus, Pneus e Acess., Lda.
Britimport – Comércio e Serviços, Lda.
Brito e Lima – Com. de Automóveis e Serviços, Lda.
BRM – Construções Aeronáuticas, Lda.
Bruno Lopes da Silva – Unipessoal, Lda.
Bruno Marco Fernandes Pereira
Bruno Miguel Campos Dias
C
C. M. Buggy, Lda.
C. Martins & Santos, Lda.
C. N. & Custódio, Lda.
C.J. Michaelis de Vasconcelos, Lda.
Caetano Active (Sul), S.A.
Caetano Drive, Sport e Urban (Sul), S.A.
Caetano Motors (Sul), S.A.
Caetano Parts & Colisão (Sul), S.A.
Caetano Power (Sul), S.A.
Caetano Star (Sul), S.A.
Calhau – Comércio de Pneus, Lda.
Calibre Máximo, Lda.
Calsport – Eventos Desportivos, Lda.
Cambrex – Com. de Peças e Acess. para Auto. Lda.
Cameirinha Comércio de Automóveis, Lda.
Cameirinha, Belchior & Machado, Lda.
Campilusa, Lda.
Campinanda – Com. e Reparação de Caravanas, Lda.
Campiroda Automóveis, Lda.
Cândido Casimiro Alves
Cândido Mendes Cardoso & Filhos, Lda.
Canurima – Com. de Peças e Acess. de Auto. Lda.
Caralmada – Centro Manutenção de Veículos, Lda.
Carcouto – Combustíveis, Lda.
Cardoso & Figueiredo, Lda.
Cardoso & Pinto, Lda.
Carguimarães – Centro de Manut. de Veiculos, Lda.
Carlos & Filipe – Auto Mecânica, Unipessoal, Lda.
Carlos Alberto Alves Pires
Carlos Alberto Cerqueira Ribeiro
Carlos Alberto de Brito Moreira
Carlos Alberto Picado Marchão
Carlos Alberto Rodrigues Vieira
Carlos Alberto Rosa Pereira
Carlos Alberto Simões Ferreira
Carlos Carvalho & João Mendes, Lda.
Carlos Dinis & Carlos Silva, Lda.
Carlos Fernando Luis & Pinto, Lda.
Carlos Ferreira Lourenço
Carlos Ferreira Pneus Unipessoal, Lda.
Carlos Figueiredo Mendes
Carlos Jorge Pinto da Silva, Unipessoal, Lda.
Carlos M. P. F. Santos Pneus, Lda.
Carlos Manuel dos Santos Pina
Carlos Manuel Pinto Ferreira dos Santos
Carlos Manuelito – Sociedade Unipessoal, Lda.
Carlos Marques
Carlos Pedrosa – Com. de Pneus Unipessoal, Lda.
Carpneu, S.A.
Carriço & Carriço, Com. e Serviço de Pneus, Lda.
Carvalho & Sousa – Comércio de Pneus, Lda.
Carvalho Almeida & Silva, Lda.
Carvalho Lopes & Cª, Lda.
Carvalho, Coimbra & Esteves, Lda.
Carvalhos & Ferreira, Lda.
Casa de Pneus de Manuel Pessoa, Unipessoal, Lda.
Casa de Pneus de Mértola, Lda.
Casa dos Pneus Moleanos, Lda.
Casadinho & Torres, Lda.
Cascalheira & Filho, Lda.
Castanheira & Castanheira, Lda.
Castelocar – Centro de Manutenção de Veículos, Lda.
Cavadas & Filhos Unipessoal, Lda.
Celestino Ribeiro & Ribeiro – Mec. Rápida, Lda.
Cential Motos, Lda.
Central de Pneus de Irmãos Claro, Lda.
Central de Pneus Macedense, Lda.
Central de Pneus Progresso de Messines, Lda.
Central Pneus de Baltar Oliveiras, Lda.
Centro Auto Pneus e Serviços Malveirense, Lda.
Centro Comercial Carro Cheio, Lda.
Centro de Pneus a Recta do Campo, Lda.
Centrocar – Centro de Equipamentos Mecânicos, S.A.
Cepcar – Comércio e Aluguer de Máquinas, Lda.
Certivias – Comércio e Aluguer de Máquinas, Lda.
85
Certoma – Comércio Técnico de Máquinas, Lda.
César & Coelho, Lda.
César Samuel da Silva Pinto
Chaveca e Janeira, Lda.
Cheapcar – Reparação de Automóveis, Lda.
Chevrolet Portugal – Import. e Dist. Veíc., Lda.
Christian Jeremy Silveira Magalhães
Chry – Portugal -Distribuição de Automóveis, S.A.
Ciclo Coimbrões, Lda.
Ciclodimar – Artigos de Ciclismo, Lda.
Cimertex – Soc. de Máquinas e Equipamentos, S.A.
Cimpomóvel – Veículos Ligeiros, S.A.
Círculos de Neve, Unipessoal, Lda.
Claro & Sacarrão, Lda.
CMPJ, Lda.
CNB/CAMAC – Companhia Nacional de Borrachas, S.A.
CNH Portugal, Lda.
Colipneus – da Povoa de Santo Adrião, Lda.
Comércio de Pneus Lucas e Filhos, Lda.
Comingersoll – Com. e Indústria de Equip., S.A.
Comobil – Com. de Motorizadas e Bicicletas, Lda.
Companhia Portuguesa de Hipermercados, S.A.
Competiauto, Unipessoal, Lda.
Competipneu – Comércio de Pneus, Lda.
COMTT – Com. Aces. Todo Terreno – Soc. Unip., Lda.
Conceição Machado, Soc. de Com. de Auto. Lda.
Constantin Avram
Contapronta Unipessoal, Lda.
Continental Pneus (Portugal), S.A.
Corados & Santos, Lda.
Correia, Simões & Cª, Lda.
Corrente Paralela, Lda.
Costa & Caetano – Com. de Peças Auto., Lda.
Costa Barros – Centro Técnico de Pneus, Lda.
Covipneus, Lda.
CPAM – Comércio de Peças e Acess. para Motos, Lda.
Cpneus, Lda.
Cravo Martins & Santos, Lda.
Crazy Joe's – Com. de Motociclos, Unipessoal, Lda.
Credypneus – Comércio de Pneus Unipessoal, Lda.
Croniktime, Lda.
Cross-Pro – Componentes para Motociclos, Lda.
Cruz & Pereira da Silva, Lda.
Cunha & Filhos, Lda.
Cunha & Pereira, Lda.
86
D
D Z Importação e Exportação, Lda.
Dacunha Com. de Pneus e Acess., Unipessoal, Lda.
Dakar Pneus, Lda.
Damião & Silva – Estação de Serviço, Lda.
Daniel Mariano Engrácia Mestre
Daniel Mestre – Com. de Pneus, Unipessoal, Lda.
David Artur Pereira Gonçalves Magalhães
David dos Santos Faneca
David Manuel Martins Ferreira
David Maria Vilar, Lda.
David Marques
David Ribeiro Neves
Dealpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Declok Tyres, Lda.
Dennis Jurgensen
Desmotron Portugal, Lda.
Diamantino Perpétua & Filhos, Lda.
Dionísio Marta Freitas da Silva (Auto Brilho)
Dispnal Pneus, S.A.
Divial JP, Lda.
Domingos Faria Gonçalves, Lda.
Driveplanet Portugal, Lda.
Dulce Maria Costa Ribeiro de Sousa Couto
Dunalev, Lda.
Duopneus – Comércio e Assistência, Lda.
E
E.J.P. – Comércio e Reparação Auto, Lda.
Eco E-Move, Lda.
Ecocritério-Venda e Alug. de Veíc. Eléctricos, Lda.
Ecopneus – Comércio de Pneus, Lda.
Edelmiro Rodriguez, S.L.
Edna Maria Teixeira da Mota Batista
Eduardo Alberto Areias da Silva
Eduardo da Silva Calçada & Filhos, Lda.
Eduardo Gama – Comércio de Pneus, Lda.
Eduardo Rodrigues Marques
Eduardo Sérgio Barbosa da Costa
Eduardo Xavier da Silva Estanislau
Egipneus – Comércio de Pneus e Acess. Auto, Lda.
Eirizcar, Lda.
Eixo Coordenado Unipessoal, Lda.
Electro Central Vulcanizadora, Lda.
Electro Sport – Rep. Automóvel, Lda.
Electro Vulcanizadora Arrudense, Lda.
Electrogama, Lda.
Electro-Marques – Reparações Eléctricas Auto, Lda.
Elica – Electromecânica, Lda.
Elvira Conceição F. Dias – Autopneus do Sul
Emanuel Coimbra Pereira
Emblema Vital – Com. de Automóveis Unip., Lda.
Empigest Com. e Serviços de Máq. Industr., Lda.
Empilhapeças, Lda.
Entreposto Comercial, Veículos e Máquinas, S.A.
Entreposto Máquinas, S.A.
Entreposto V.H. Import. de Automóveis, S.A.
Entreposto Viaturas Desportivas, S.A.
Equicávado, Lda.
Ermesindauto – Comércio de Automóveis, Lda.
Ervedauto – Comércio de Peças Auto, Lda.
Escapcar – Escapes e Acess. para Automóveis, Lda.
Escapes Barcelinhos, Lda.
Esferarítmica, Lda.
Esmaltina – Auto-Ciclos, S.A.
Espaço do Pneu – Com. e Manutenção de Pneus, Lda.
Espaço Renamotores – Com. de Veíc. Auto. S.A.
Estação de Pneus do Arieiro, Lda.
Estação de Serviço a Paragem, Lda.
Estação de Serviço A. Santos, Lda.
Estação de Serviço Central da Bairrada, Lda.
Estação de Serviço Central da Freixeira, Lda.
Estação do Pneu, Lda.
Estação Positiva Comércio de Pneus, Lda.
Estremopneu, Lda.
Eulogia, Lda.
Eurico Pinto dos Santos, Lda.
Euro23 – Comércio de Pneus, Lda.
EuroAtlantic Airways – Transportes Aéreos, S.A.
Eurobor – Representação de Borrachas, Lda.
Eurociclismo, Lda.
Europe Rubber Tree – Tires, Lda.
Euroroda – Com. de Equip. e Aces. Industr., Lda.
Eurotrofa, S.A.
Euro-Tyre Bv – Sucursal Portugal
Eurovidal Tyres, Lda.
Everjets – Aviação Executiva, S.A.
Evicar – Comércio de Camiões, S.A.
Evosil – Pneus, Lda.
Expansão – Gestões Comerciais, Lda.
Expopneu – Comércio e Serviços de Pneus, Lda.
Expresso Pneus II, S.A.
F
F. Pina & Filhos, Lda.
F.I.C. Pneus, Lda.
F.L.S. Motor – Reparações Auto, Unipessoal, Lda.
Fábio Nunes & Irmãos, Lda.
Fábrica Metalúrgica da Gandra, Lda.
Facil – Fornecedores Açoreanos do Com. e Ind.,Lda.
Falgi – Equipamentos e Produtos de Limpeza, Lda.
Famabike – Com. de Bicicletas, Lda.
Famaliper – Sociedade de Distribuição, S.A.
Famapneus – Comércio de Pneus, Lda.
Faria & Rodrigues Pneus, Lda.
Farialpneus – Industria e Comercio de Pneus, Lda.
Fatomipe – Equipamentos Agrícolas, S.A.
Faustino & Faustino, Lda.
Faustino & Filho, Lda.
Feira dos Pneus – Com. de Pneus, Lda.
Feliciano & Feliciano, Lda.
Fernandes Leite Sousa, Lda.
Fernando Alberto Cotrim dos Santos
Fernando Cordeiro Figueiredo, Lda.
Fernando da Rocha Barbosa
Fernando de Almeida Louro
Fernando Ferreira – Pneus, Lda.
Fernando Freire dos Santos
Fernando Garcez & Silva, Lda.
Fernando Gil Motosport, Lda.
Fernando Jarego Lobo, Lda.
Fernando Lopes Nunes
Fernando Manuel Ramos dos Santos
Fernanpeças – Comércio de Acessórios Auto, Lda.
Ferreira & Filhos – Reparações Auto, Lda.
Ferroimport – Ferros de Importação, Lda.
Feu Vert Portugal – Peças e Acess. Auto. Unip., Lda.
Fialho & Irmão, Lda.
Fiat Group Automobiles Portugal, S.A.
Filinto Mota Sucrs, S.A.
Filipe Faria – Manut. e Rep. de Veíc. Auto. Lda.
Filipetyre, Unipessoal, Lda.
First Activity Pneus, Lda.
FLAVIPNEUS – Soc. de Com. de Pneus, Lda.
Floriano José Matela Roxo
Floriano Mendes, Lda.
Fonseca & Magalhães – Com. e Rep. de Auto. Lda.
Fonseca, Coelho & Cia, Lda.
87
Ford Lusitana, S.A.
Formoscar – Reparação Auto e Peças, Lda.
Fórmula Imbatível – Com. de Pneus, Unip., Lda.
Forte, Lda.
Foz-Car – Comércio de Automóveis e Barcos, S.A.
Francisco Abraços Unipessoal, Lda.
Francisco Durão dos Santos
Francisco Gomes Rodrigues & Filhos, Lda.
Francisco José Pacheco Pinto Dias
Francisco José Rainha Gonçalves
Francisco José Sanches Gil
Francisco Lopes dos Santos, Lda.
Francisco Maria Rebocho Abraços
Franclim & Fernandes, Lda.
Frijobel – Investimentos, Lda.
Fundagrícola Mecano Agrícola do Fundão, Lda.
Funnyclown – Com., Imp. & Exp., Unipessoal, Lda.
Fusão Verde Unipessoal, Lda.
G
Gaialpneus – Import. e Exportação de Pneus, Lda.
Galactic Flavours Unipessoal, Lda.
Galtrailer, Indústria e Comércio, Lda.
Galucho – Indústrias Metalomecânicas, S.A.
Galusal, Unipessoal, Lda.
Gandaio & Filhos, Lda.
Gandypneus – Com. de Pneus e Assist. Técnica, Lda.
Garagem Alameda – Estação de Serviço, Lda.
Garagem Almeicesar – Rep. e Com. Automóveis, Lda.
Garagem Bocage, Lda.
Garagem Condestável, Lda.
Garagem da Cavada Nova, Lda.
Garagem Habitual, Lda.
Garagem Rio de Janeiro, Lda.
Garagem Twin Cam, Comercio e Reparações, Lda.
Garagem Victória Automóveis, S.A.
Garcia e Oliveira, Lda.
Garland Pneus, Lda.
Garpneu, Lda.
Gasomar – Combustíveis e Lubrificantes, Lda.
General Motors Portugal, Lda.
Geraldo Alexandre & Filho, Lda.
Gicomáquinas – Com. e Aluguer de Máquinas, Lda.
Gil & Armanda – Comércio de Pneus, Lda.
Gingabike – Comércio de Artigos Desportivos, Lda.
88
Globalshops Resources, S.L. – Sucursal em Portugal
Glória Garagem, Lda.
Golfejardim – Sociedade de Equipamentos, Lda.
Golfpeças – Máquinas e Equipamentos, Lda.
Gomes & Machado, Lda.
Gonçalo & Simão, Lda.
Gonçalves & Carriço, Rep. Venda Acess. Autom., Lda.
Goodyear Dunlop Tires Portugal, Unipessoal, Lda.
Gotruck, Lda.
Gracilauto – Comércio de Automóveis, Lda.
Grandestak – Pneus, Lda.
Green Factory Representações, Lda.
Gripen Wheels Iberia, Unipessoal, Lda.
Gruman – Gruas de Mangualde, Lda.
Guarda Station – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Guiadata – Com. de Pneus e Reparações Auto., Lda.
Guimabombas – Import. de Bombas Automediadoras, Lda.
H
H. Sobral & A. Costa, Lda.
Hakypneus, Lda.
Hélder Sampaio – Com. de Peças Auto Unipessoal, Lda.
Helisuporte – Conservação e Rep. de Aeronaves, S.A.
Henrique de Jesus Marçal
Henrique Primo Unipessoal, Lda.
Henriques & Marques, Lda.
Herculano Alfaias Agrícolas, S.A.
Hi Fly, Transportes Aéreos, S.A.
Himalaia Pneus Unipessoal, Lda.
Hipicargo – Equipamentos para Transportes, Lda.
Hojer Electromecânica Sob. Auto e Industr., Lda.
Honda Portugal, S.A.
Hora Marques & Filhos, Lda.
Horácio Faria -Centro Técnico de Pneus Unip., Lda.
HPD – Comércio e Serviços Auto, Lda.
HPE – Pneus e Serviços Auto, Lda.
HQ Pneus – Unipessoal, Lda.
Hua Xia Import. Exportação, Lda.
Humberto C. M. Oliveira – Com. e Rep. de Pneus, Lda.
Humberto Romano & Andrade, Lda.
Husqvarna Portugal, S.A.
I
Iberacero Portugal – Soc. de Representações, Lda.
Ibercampinas, Comércio de Pneus, Unipessoal, Lda.
Iberciclo – Bicicletas e Acess., Lda.
Iberlift Portugal, Lda.
Iema – Imp. Exp. de Material Aeronáutico, Lda.
Ihle España y Portugal, S.L.U. – Sucursal
Ilebertino Isidro da Silva
Imacycles, Lda.
Imapal -Importadora de Máq. Agrícolas Pombal, Lda.
Imotors – Import. e Comércio Automóvel, Lda.
Imparpneu, Unipessoal, Lda.
Imporciclo – Comércio de Artigos de Ciclismo, Lda.
Impordavid – Comércio de Peças Auto, LDA.
Imporway – Importação de Veículos, Lda.
Inatrucks – Unipessoal, Lda.
In-Out – Com. Veículos Automóveis, Unip., Lda.
Insularcar – Unipessoal, Lda.
Inter Guincho – Comércio de Automóveis, Lda.
Interbike – Import., Exportação, Lda.
Interpneus, Lda.
Invepe – Indústria de Veículos Pesados, S.A.
Irbal, S.A.
Irmalex – Centro de Serviços Siderúrgicos, Lda.
Irmãos Castanheiras, Lda.
Irmãos Comunhas – Comércio de Pneus, Lda.
Irrimac, Lda.
Isac da Silva Cardoso Coelho
Island Import – Import. de Prod. Alimentares, Lda.
Italian Job – Comércio de Motos e Acess., Lda.
ITMP Alimentar, S.A.
Iveco Portugal – Com. de Veículos Industr., S.A.
J
J. A. Morgado & Filhos, Lda.
J. A. O. Componentes Usados, Lda.
J. Alves & Barbosa, Lda.
J. C. Pneus, Lda.
J. Carnide, Lda.
J. Fabela Unipessoal, Lda.
J. Files e Carneiro, Lda.
J. Freitas – Comércio de Pneus e Acess., Lda.
J. P. Mendes – Importação e Exportação, Lda.
J. Pedro Malho, Lda.
J. Roldão Seiça & Tavares, S.A.
J. Seabra & Vieira, Lda.
J. Sousa Mesquita, Lda.
J. Vieira de Castro, Sociedade Unipessoal, Lda.
J. Vilar Pneus – Comércio e Serviço de Pneus, Lda.
J.M. Lourenço – Pneus, Unipessoal, Lda.
J.R. Pneus – Assistência e Comércio de Pneus, Lda.
Jaguar Automóveis, S.A.
Jaguar Land Rover Portugal, Veículos e Peças, Lda.
Jaime da Cunha Santos
Jamove – Rodas e Acess. para Máq. de Mov., LDA.
Jardiagro, Máquinas Agrícolas e Jardim, Lda.
Jarli Peças de Automóvel, Lda.
JCA – Comércio de Pneus do Algarve, Lda.
Jérémy Tavares
Jesus & Baptista – Gestão de Resíduos, Lda.
Jesus & Bruno, Reparação de Automóveis, Lda.
JND – Pneus, Lda.
João António Almeida Matos, Lda.
João Antunes Lopes
João Augusto Rodrigues Lopes
João Carlos Faria Duarte
João Carlos Madaleno de Carvalho
João Costa Unipessoal, Lda.
João dos Pneus, Lda.
João José Jorge Gomes
João Manuel A. Carvalho, Lda.
João Manuel Martins, Lda.
João Martiniano Murtinha Cristovão
João Miguel Ribeiro da Silva Oliveira
João Paulo Fernandes Pinto Supardo Machado
João Paulo Trancarruas, Unipessoal, Lda.
João Pereira Camacho, Herdeiros, Lda.
João Pereira da Costa
João Pinheiro Moreira & Filhos, Lda.
João Pires & Filho, Lda.
João Serras – Com. de Pneus e Combustíveis, Lda.
Joaquim A. Costa & Filhos, Lda.
Joaquim António Pinto Mesquita
Joaquim Augusto Freitas Almeida
Joaquim Custódio da Silva Brandão
Joaquim das Neves Moreira
Joaquim dos Santos Bioucas & Filhos, Lda.
Joaquim Fernandes Conceição
Joaquim Fernando M. Oliveira, Lda.
89
Joaquim Jorge Madeira Simão
Joaquim José Neves Coelho
Joaquim Manuel Barbosa Madureira
Joaquim Nuno Véstia Milhinhos
Joaquim Rodrigues Pinho – Pneus, Lda.
Joaquim Sequeira, Lda.
Joaquim Soares de Almeida
Joaquim Virgilio Rodrigues Pinho
Jocel, Lda.
Jocriauto, Lda.
Joinco – Import. & Exportação, Lda.
Jomotos – Comercialização de Motos, Lda.
Joper – Indústria de Equipamentos Agrícolas, Lda.
Jorge & Cristina Pereira, Lda.
Jorge António Caçador
Jorge Areias Pereira da Cruz
Jorge Cruz & Irmão, Lda.
Jorge Esteves, Lda.
Jorge Manuel da Silva Ferreira
José Aniceto & Irmão, Lda.
José António Monteiro de Carvalho
José António Sapateiro Augusto
José Areias, Unipessoal, Lda.
José Carlos Gomes Ferreira Unipessoal, Lda.
José Carlos Saavedra – Auto Reparações, Lda.
José Carlos Teixeira Gabriel
José da Silva Tavares dos Reis, Lda.
José David Neves Ferreira
José de OLiveira Nogueira & Filhos, S.A.
José Diaz Triguero
José Francisco Gomes Candeias
José Francisco Pinto
José Francisco Ramos Maria
José Georgino Soares Costa, Lda.
José Gonçalves Corado, Lda.
José Jacinto Ferro Gomes
José João Aguiar Santos
José Lourenço – Pneus e Combustíveis, Unip., Lda.
José Luis Quintino Ferreira, Lda.
José Luis Soveral & Filhos, S.A.
José Manuel Barão Serra
José Manuel Claro
José Manuel Coelho Torres
José Manuel de Sousa de Oliveira
José Manuel Graça Franco
José Manuel Mota da Cunha
José Manuel Rocha
José Maria Campos Guimarães
90
José Marques Simplicio, Lda.
José Mendes Alves
José Miguel Carvalho Telo
José Paulo Almeida da Silva
José Sebastião Lopes & Cª., Lda.
Jotapneus – Comércio de Pneus, Lda.
Jovimoto – Veículos, Máquinas e Equipamentos, S.A.
JTA Comércio de Pneus do Alentejo, Lda.
Judith Petronella Esteves (Box Mot)
Jufer – Comércio de Pneus, Lda.
Júlio de Oliveira Simões, Lda.
Jungheinrich Portugal – Equip. de Transporte, Lda.
Justiniano António de Sousa Gama
Justino Gomes de Bessa & Filhos, Lda.
K
Karmoile – Com. de Pneus e Serviços, Unip., Lda.
Kartaventura – Import. e Com. de Equip.s, Lda.
Kawa Motors – Veículos Motorizados, S.A.
Keytrailer, Lda.
KMG – Mobilidade Urbana, S.A.
Korridas e Kompanhia, Lda.
L
L. Lopes – Com. de Pneus e Acess. Auto, Unip.,Lda.
L. M. e J. Auto Peças, Lda.
Lafopneus – Ferreira & Pinto, Lda.
Lago-Pneus – Comércio de Pneus, Lda.
Lamáquina – Comércio de Máquinas e Veículos, S.A.
Lameguiper – Sociedade de Distribuição, S.A.
Lamotor – Comércio e Reparação Automóvel, Lda.
Leandro & Scheidegger, Lda.
Leandro dos Pneus, Lda.
Leguense – Reparadora de Automóveis, Lda.
Leibil – Leiriense Bicicletas, Lda.
Leiricosta – Veículos de Duas Rodas, Lda.
Leonel Marques Mendes
Levesypesados Unipessoal, Lda.
Leviguia – Comércio de Pneus, Lda.
Lialsan – Bicicletas e Motorizadas, Lda.
Lideracing – Comércio de Automóveis e Pneus, Lda.
Liderbike – Com. Rep. Equip. de Ciclismo, Lda.
Lidersport Carlos Dias – Com. de Pneus Unip., Lda.
Liebherr – Máquinas de Construção Portugal, Lda.
Liebherr Ibérica, S.A. Sucursal em Portugal
Lima & Lopes, Acess. para Automóveis, Lda.
Lima Ramos, Unipessoal, Lda.
Lino Santana, Lda.
Lisa Global Trading, Lda.
Lispneus – Comércio de Pneus, Lda.
Living – Road Imp. e Exp. de Pneus Unip., Lda.
Lobo & Rodrigues, Lda.
Lopes & Granjo, Lda.
Lordpneus – Manutenção Auto, Lda.
Loulépneus – Comércio e Assistência de Pneus, Lda.
Lourenço & Pinto – Manutenção Auto, Lda.
Louripneus – Comércio de Pneus, Unipessoal, Lda.
Lourivelas – Importação e Exportação, Lda.
Louzanpneus – Importação de Pneus, Lda.
Lsdomingues, Lda.
Lubriana – Lubrificadora Santana, Lda.
Lubricentro – Combustíveis e Pneus Centro, Lda.
Lubrifátima – Pneus, Lda.
Lucilia Maria Pereira Viegas Rosa
Lucinei da Cruz Silva
Lúcio Machado, Engenharia e Serviços Unip., Lda.
Luis Filipe Alves da Silva Branco
Luis Francisco Pereira – Pneus, Unipessoal, Lda.
Luís Jesus Martins
Luís Manuel Ramos Costa, Lda.
Luís Miguel Correia Fonseca
Luis Vitória Unipessoal, Lda.
Luisa Castro Pneus, Lda.
Lumapeças – Import. de Veíc., Máq. e Peças, Lda.
Lusilectra – Veículos e Equipamentos, S.A.
Lusomotos – Veículos e Acess., S.A.
Lusopneus, Lda.
Luzeiro – Comércio Internacional, Lda.
M
M 35, S.A.
M. Walther Comércio de Pneus, Lda.
M.C.M. – Comércio de Pneus Unipessoal, Lda.
M.L.S. – Com. de Pneus e Automóveis, Unip., Lda.
M.N. Pneus, Lda.
Macorimpe Comércio de Máquinas e Acess., Lda.
Macropneus – Com. e Acess. para Automóveis, Lda.
Madalena Magalhães & Magalhães, Lda.
Man Trucks & Bus Portugal, Soc. Unipessoal, Lda.
Mania do Risco – Com. Auto. e Peças, Unip., Lda.
Manitou Portugal, S.A.
Manuel Álvaro Marques da Cruz
Manuel Carreira Lopes
Manuel da Silva Marques, Lda.
Manuel da Silva Pedrosa
Manuel de Matos Alves & Filhos, Lda.
Manuel dos Santos Campolargo & Cª, Lda.
Manuel e Jorge Automóveis, Lda.
Manuel Fernando Malhão
Manuel Gregório Santos Pereira Coutinho, Lda.
Manuel Joaquim Barbosa de Oliveira & Filhos, Lda.
Manuel Joaquim Tavares Coutinho
Manuel Joaquim Vivas de Azevedo, Lda.
Manuel José C. Trincão, Lda.
Manuel Maria & Caetano, Lda.
Manuel Meles, Lda.
Manuel Mendes Anacleto
Manuel Moreira Pinto
Manuel Oliveira & Silva Machado, Lda.
Manuel Oliveira dos Reis
Manuel Palhares da Cunha
Manuel Patrício Sampaio de Castro
Manuel Peixoto Alves, Lda.
Manuel Taipina de Jesus
Manuel Vieira Condeça. S.A.
Manuel Vilar Silva Alves
Manufactura Auto Construtora Central, Lda.
Mapnol-Soc. Comercial de Maquinas do Valinho, Lda.
Mar Céu – Importação e Exportação, Lda.
Marcampo – Artigos de Campismo, Lda.
Marco & Rego – Comércio de Pneus, Lda.
Marco Paulo Lopes Faria Ramos
Marcolino Alves Miguel, Lda.
Marcos & Álvaro – Manutenção Automóvel, Lda.
Marcos Lobo, Lda.
Marginal Moto – Importação e Comércio, Lda.
Maria Arminda de Freitas Sousa
Maria Emília Teixeira Godinho de Andrade
Maria Manuel Gomes Rebocho
Maria Teresa Rodriguez Ramos
Mário da Conceição L Mendes-Cabeça Casal Herança
Mário João Pereira Leite
Mário Lourenço Pedro
Mário Luis Carreira Marques
Marivenal Auto Pneus, Lda.
91
Markus Vonk Noordegraaf
Marques & Bernardo, Lda.
Marques & Nogueira, Pneus, Lda.
Marques Britas, S.A.
Martins & Braz, Lda.
Martins & Torres, Lda.
Martins Jorge, Unipessoal, Lda.
Martintyres, Comércio de Pneus, Lda.
Martírio da Luz Gomes Neto
Masac – Comércio e Import. de Veículos, S.A.
Master Fit, Com. de Peças Acess. Automóveis, Lda.
Masterubber, Lda.
Matipneus, Unipessoal, Lda.
Matrizauto – Comércio de Automóveis, Lda.
Maunça – Máquinas Agrícolas e Industriais, Lda.
Maurício José da Silva Catraia
Mauro Correia, Lda.
Maxidinamo – Reparação Auto, Lda.
Maxidrive – Comércio de Pneus, Lda.
Maximiano Monteiro, Lda.
Máximo Encanto, Lda.
Maxityres, Lda.
Mazda Motor de Portugal, Lda.
MCK Motors – Import. e Comércio Automóvel, Lda.
Mebol – Metalurgia e Borracha, Lda.
Mecanarte – Metalúrgica da Lagoa, Lda.
Megabike, Lda.
Megamundi- Sociedade Comercial de Pneus, S.A.
Megape – Comércio e Indústria de Pneus, S.A.
Mercedes-Benz Portugal, S.A.
Metalizações Manuel Fernandes & Fernandes, Lda.
Metalurgica Benaventense, Lda.
Metalúrgica de Rates, Sobral & Silva, Lda.
Metalúrgica M. L. Silva, Lda.
Michaelis & Martins, Lda.
Michelin España Portugal, S.A.
Miguel Onofre – Unipessoal, Lda.
Milfa – Import. e Exportação, S.A.
Minforsport – Com. de Peças para Automóveis, Lda.
Minho Tyres – Componentes Veíc. Automóveis, Lda.
Mira Serra – Comércio de Automóveis, Lda.
Miranda & Irmão, Lda.
Mister Minuto, Reparações de Pneus e Escapes, Lda.
Mitsubishi Motors de Portugal, S.A.
Mixtyre – Comércio de Pneus, Lda.
MMR – Comércio de Automóveis, Unipessoal, Lda.
Mobiserra, Lda.
Modelo Continente Hipermercados, S.A.
92
Modelo-Distribuição de Materiais de Construção, SA
Modhificar West Coast, Lda.
Monchipneus – Comércio de Pneus, Lda.
Moncorpneu, Unipessoal, Lda.
Monta e Kalibra, Unipessoal, Lda.
Monteiro & Garcia, Lda.
Morais Aires Gonçalves, Lda.
Moreira Gonçalves & Cia., Lda.
Moreira Pires – Sociedade Imobiliária, Lda.
Morpneus – Com. de Pneus e Óleos de Mortágua, Lda.
Mota & Pilar – Comercialização de Pneus, Lda.
Moticristo – Comércio de Automóveis, Lda.
Motivo Service, S.A.
Motivo, Comércio e Motivação de Mercados, S.A.
Moto Ranha – Manutenção & Reparação de Veíc., Lda.
Motocastelo – Com. Rep. de Moto. e Acess., Lda.
Motoceânica – Com. e Rep. de Veíc. Motorizados, Lda.
Motocisa – Moto., Ciclomotores e Scooters,S.A.
Motofundador – Guimarães, Lda.
Motokit – Veículos e Acess., S.A.
Motonelas – Veículos Motorizados, Lda.
Motopeças – Motores e Indústria, Lda.
Motril – Moto Industrial, Lda.
Motrizmar Unipessoal, Lda.
Mourinha Pneus – Comércio de Pneus, Lda.
Moveheli – Equipamentos de Elevação, Lda.
Moviter – Equipamentos, Lda.
Movitima, S.A.
MPO – Máquinas Portuárias, S.A.
MSJ – Comércio de Motociclos e Máquinas, Lda.
MT – Máquinas e Tractores, S.A.
MTA – Com. de Máq., Tractores e Automóveis, Lda.
Multibarosa – Pneus, Lda.
Multimoto- Motor Portugal, S.A.
Mundiroda – Comércio de Pneus, Lda.
Muniauto de Alcanede – Mecânica, Lda.
Muniauto de Rio Maior, Mecânica, Lda.
N
N.C.A. – Novo Centro Automóvel, Lda.
Nagocar – Unipessoal, Lda.
Nascimento & Mota, Lda.
Natália Maria Santos Correia
NBI XXI, S.A.
Neoparts II – Equipamentos, S.A.
Neopneus – Comércio de Pneus, Lda.
Neves & Filhos, Lda.
Neves António & Ferreira, Lda.
Nicola Sousa da Costa
Nissan Ibéria, S.A. – Sucursal em Portugal
Nogueiro e Campo – Sociedade de Veículos, Lda.
Norauto Portugal, S.A.
Nortejo – Soc. de Máquinas e Representações, Lda.
Nortyre – Comércio de Pneus, Lda.
Novais & Ferreira – Combustíveis, Lda.
NPA – Com. e Reparação de Veíc. Automóveis, Lda.
NTCQ – Motorcycles Solutions, Lda.
Nuno Alexandre Gomes Oliveira
Nuno Filipe Pacheco Augusto
Nuno Martins Cristóvão
Nuno Miguel Fernandes Beatriz
O
O Barateiro dos Pneus, Lda.
O Sítio dos Pneus, Lda.
O.B.V.P. – Oliveira do Bairro Veíc. Pesados, Lda.
O.D. Pneus, Lda.
Ocasião Sólida, Lda.
Oestagric – Equip. Agricolas e Industr., Lda.
Ofertimensa – Unipessoal, Lda.
Ofirodas – Com. de Pneus e Acess. para Auto, Lda.
Ofiturbo, Lda.
Olga Marina de Almeida Lopes
Olimotor – Motos e Acess., Lda.
Open Play Automóveis e Pneus, Lda.
Óscar António Rodrigues
Óscar Manuel Sá da Cunha
Ouripneus – Indústria de Pneus, Lda.
Ovar Station – Centro Manutenção de Veículos, Lda.
P
P. M. Santos – Com. e Rep. Automóvel, Unip., Lda.
P.N.C. – Promoções Desportivas, Lda.
Paiva & Santos Car Comércio de Automóveis, Lda.
Palmazões – Comércio de Peças e Acess. Auto, Lda.
Passion4ice, Lda.
Patrocar II – Com. e Reparação de Automóveis, Lda.
Paulo & Lucas – Com. a Retalho de Pneus, Lda.
Paulo Alexandre Monteiro Pereira
Paulo C. Santos – Com. de Pneus Unipessoal, Lda.
Paulo César Magalhães Pinheiro
Paulo Francisco Amaral, Lda.
Paulo Garcia, Unipessoal, Lda.
Paulo Jorge da Silva Rosa Coelho
Paulo Jorge Ferreira Martins
Paulo Manuel dos Santos Alves
Paulo Roberto da Silva Figueiredo (Pneu do Norte)
Paulo Soares & Nelson Silva, Lda.
Paulo, Teixeira & Valquaresma, Lda.
PEBA – Org. de Eventos Desportivos e de Lazer, Lda.
Peça Licença Pneus Unipessoal, Lda.
Peças Adequadas – Acess. Para Auto. Unip., Lda.
Pedro Jorge Freitas de Oliveira
Pedro José Rafael Duarte
Pensamentos Rolantes, Unipessoal, Lda.
Pereira & Leal – Auto Peças, Lda.
Pereira & Sequeira – Comércio de Automóveis, Lda.
Perfil Aprovado, Lda.
Perosinhauto – Comércio de Peças Auto, Lda.
Petroalva, Soc. de Comb. e Lubrificantes, Lda.
Petroamareleja, Lda.
Petróleos Portugal – Petrogal, S.A.
Petrolubrinov – Combust. e Lub., Unipessoal, Lda.
Petromoura – Comércio de Combustíveis, Lda.
PetroNeves Pneus, Lda.
Petropalhares, Lda.
Petrosintra, Combustíveis e Transportes, Lda.
Peugeot Portugal Automóveis, S.A.
Pingo Doce – Distribuição Alimentar, S.A.
Pinto & Filho, Lda.
Pinto, Guedes de Oliveira II Automóveis, Lda.
Pinto, Guedes de Oliveira III – Com. de Pneus, Lda.
Pirelli Neumáticos, S.A. (Sucursal em Portugal)
Pires & Irmão, Lda.
Piso Contínuo, Lda.
Pista Preciosa – Pneus, Lda.
Pluma Tour – Viagens e Turismo, Lda.
Plumapneus – Com. de Peças e Acess., Unip., Lda.
PNA Tavares Reparações Auto Unipessoal, Lda.
Pneu Feliz – Comércio de Pneus, Lda.
Pneu Reconstruido, Lda.
Pneu Remodelado, Import. e Comércio de Pneus, Lda.
Pneubase – Com. de Pneus e Serviços Auto., Lda.
Pneubox – Comércio de Pneus, Lda.
Pneucar – Sociedade Comercial de Pneus, Lda.
93
Pneucentro – Centro Comercial de Pneus, Lda.
Pneudoze, Comércio, Acess. Auto, Lda.
Pneuestrada – Indústria e Comércio de Pneus, Lda.
Pneufix – Sociedade Comercial de Pneus, Lda.
Pneuflex 2, Lda.
Pneufurado, Lda.
Pneugarve – Revenda e Montagem de Pneus, Lda.
Pneugris – Com. de Componentes para Auto. Lda.
Pneuland – Com. de Pneus e Serviços Auto Unip.,Lda.
Pneulinda – Comérco de Pneus, Lda.
Pneumacor – Sociedade Comercial de Pneus, Lda.
Pneumagos – Sociedade Comercial de Pneus, Lda.
Pneumania – Comércio de Pneus, Lda.
Pneumática Lousadense, Lda.
Pneumeca – Comércio e Assistência a Pneus Lda.
Pneumelo, Lda.
Pneuparque – Pneus do Parque, Lda.
Pneuport – Pneus Portuguesas, C.R.L.
Pneupro – Pneus Técnicos, Unipessoal, Lda.
Pneurama, Soc. Com. de Exp. e Imp. de Pneus, Lda.
Pneurápido – Comércio Pneus, Lda.
Pneuredondo – Com. e Rep. de Pneumáticos, Lda.
Pneurepa, Unip., Lda.
Pneurib – Comércio de Pneus, Lda.
Pneus 32 -Com. de Pneus, Peças e Acess. Auto, Lda.
Pneus Abreu – Danilo, Jose & Abreu, Lda.
Pneus Águia. Unipessoal, Lda.
Pneus Aguiar – Comercio de Pneus, Lda.
Pneus Alves, Lda.
Pneus Amacar, Lda.
Pneus Autocartaxo de Cremilda Gomes Unip., Lda.
Pneus Bompreço, Lda.
Pneus Bonofh de Adriano Cruz & Filho, Lda.
Pneus Carrazeda – Comercio de Pneus, Lda.
Pneus D. Pedro V – Comércio de Pneus, Lda.
Pneus da Cidade, Lda.
Pneus da Gândara, Lda.
Pneus da Península, S.A.
Pneus do Alcaide – Indústria e Com. de Pneus, S.A.
Pneus do Alcoa, Lda.
Pneus do Mosteiro – Estação de Serviço Unip., Lda.
Pneus do Queimado – Acess. Auto, Lda.
Pneus Ilhéu, Lda.
Pneus Josilex, Lda.
Pneus Nunes – Comércio e Serviço de Pneus, Lda.
Pneus Oceano, Comércio de Pneus e Acess., Lda.
Pneus Pateiro, Lda.
Pneus Pinto & Filhos, Lda.
94
Pneus R. Pinto, Lda.
Pneus Recta do Norte, Lda.
Pneus Rio Arunca, Lda.
Pneus Rucama – Carlos & Rui Mota, Lda.
Pneus São Miguel, Lda.
Pneus Satense Com. de Pneus Componentes Auto. Lda.
Pneus – Car Raposo Unipessoal, Lda.
Pneuser – Manutenção Automóvel, Lda.
Pneusines – Comércio de Pneus, Lda.
Pneusol – Sociedade de Pneus de Santarém, Lda.
Pneusria – Comércio Pneus e Serviços, Lda.
Pneusviçosa – Comércio e Reparação de Pneus, Lda.
Pneutec – Comércio de Pneus e Acess., Lda.
Pneuval – Centro de Pneus, Lda.
Pneuvelhacar – Com. de Pneus e Rep. de Auto. Lda.
Pneuvip – Comércio de Pneus, Lda.
Pneuvita – Comércio e Serviços de Automóveis, Lda.
Polisport Plásticos, S.A.
Pôpapneus – Acess. Automóveis, Unipessoal, Lda.
Popneus – Comércio de Pneus, Lda.
Portela & Filhos, Lda.
Portus – Divisão Informática, S.A.
Primeport – Comércio de Automóveis, Lda.
Prismanil – Comércio de Pneus, Unipessoal, Lda.
Prospectiuni, S.A.
PSA Sines – Terminais de Contentores, S.A.
Puche, Lda.
PVP – Pneus da Venda do Pinheiro, Lda.
Q
Q. & F. – Comércio de Automóveis e Acess., Lda.
Queirocar – Com. e Assistencia de Autom., Lda.
Quick Box – Comércio de Pneus, Lda.
R
R.S. Contreras, Lda.
Raiz da Aventura Unipessoal, Lda.
Raíz de Coragem – Unipessoal, Lda.
Rampenha Automóveis, Lda.
Raúl Nunes Maia
Raul Ribeiro & Maio, Lda.
RCR – Recup. e Classif. de Resíduos Unipessoal, Lda.
Rebesa Portugal, Lda.
Reboal – Reboques do Ave, Lda.
Reboques, Taxis A. Serrano & Serrano, Lda.
Recauchutagem Famalisense, Lda.
Recauchutagem Guiense, Lda.
Recauchutagem Jufer, Lda.
Recauchutagem Lameca, Lda.
Recauchutagem Monteiro, Lda.
Recauchutagem Nortenha, S.A.
Recauchutagem Poiarense, Lda.
Recauchutagem Povoense, Lda.
Recauchutagem Ramôa, S.A.
Recauchutagem Riamar, Lda.
Recauchutagem Silva, Lda.
Recauchutagem Taveirense, Lda.
Recauchutagem Tejo, Lda.
Recauhutagem Via Rápida, Lda.
Recife – Desmontagem de Veículos, Lda.
Red Moto – Comércio de Veículos e Acess., S.A.
Regpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Renault Portugal, S.A.
Renault Trucks Commercial Portugal, Lda.
Representações Gandra – Import. e Com. de Máq.,Lda
Resiaçores – Gestão de Resíduos dos Açores, Lda.
Reta – Serviços Técnicos e Rent-a-Cargo, S.A.
Revulco, Lda.
RGVS Ibérica – Lda.
RiaKart – Motores e Acess. para Karts, Lda.
Ribasado, Lda.
Ricardo José de Andrade Manteiga
Ricardo Manuel Lemos Gonçalves
Ridersdna, Lda.
Rijomotor – Fabricação e Import. de Veículos, Lda.
Rio Paiva Portugal – Pneus e Serviços Auto, Lda.
Rita Maria de Freitas
RJD – Com. de Pneus, Sociedade Unipessoal, Lda.
Rocha & Soares, Lda.
Rocim – Agroindústria, Lda.
Roda do Riso – Import. e Exportação, Lda.
Roda Negra, Lda.
Rodalgés – Equipamentos Industriais, Lda.
Rodapeças – Pneus e Peças, Lda.
Rodas & Companhia – Serv. e Acess. Auto, Lda.
Rodolubri, Lda.
Rodomaia – Comércio Distribuição Acess. Auto, S.A.
Rodoshow – Comércio de Pneus, Lda.
Rodosport, Unipessoal, Lda.
Rodovale – Comércio de Pneus, Unipessoal, Lda.
Rodrigues & Filhos, Lda.
Rodrigues Duarte & Silva – Comércio Pneus, Lda.
Rodrivencar – Reparação e Comércio Automóvel, Lda.
Rofel – Indústria Metalúrgica de Águeda, Lda.
Roleuropa – Com. de Motos, Bicicletas e Acess., Lda.
Rolocintilante Comércio Imp. Exp. de Pneus, Lda.
Rolusa – Import. Export., Lda.
Romeu Manuel Nunes Violante
Roques – Com. de Veículos, Equip. e Serviços, S.A.
Rppneus – Com. de Pneus Novos e Recauchutados, Lda.
Rubber Vulk, Lda.
Rúben Leite Unipessoal, Lda.
Rui & Irmãos, Lda.
Rui Carlos Lopes Marques
Rui David da Silva Moreira Lda.
Rui Manuel Pascoal Ferreira – Auto Pneus das Neves
Rural Antuã – Comércio de Máquinas Agricolas, Lda.
S
S. Conrado – Automóveis, S.A.
S. Melo – Pneus Unipessoal, Lda.
S.B.L. – Comércio de Componentes Auto, Lda.
S.D.P.- Soc. Distribuidora de Produtos Auto, S.A.
S.P.O. – Sociedade de Pneus do Oriente, S.A.
S.V.A. – Serviços Viaturas Auto, Lda.
S.V.P. Auto – Sociedade de Venda de Peças, Lda.
S3i. Lda.
Saber – Comércio e Representações, Lda.
Sabetec, Lda.
Sabugueiros, Lda.
Safetyauto – Comércio de Pneus, Lda.
Safetyre – Serviços e Equip.s Viaturas Unip., Lda.
Sagar – Comércio Máquinas e Representações, Lda.
Salazar & Ferreira, Lda.
Salgueiro & Irmão, Lda.
Salgueiro & Salgueiro – Reparações Auto, Lda.
Salivauto – Import. e Exportação de Pneus, Lda.
Saltar Trilhos – Unipessoal, Lda.
Same Deutz-Fahr Portugal, Lda.
Sanjoauto – Reparação e Manut. de Automóveis, Lda.
Sapasselo – Comércio de Pneus, Lda.
Sark I – Com. e Reparação de Automóveis, Lda.
Sata Air Açores, S.A.
Savipneus – Comércio de Pneus, Lda.
Scania Portugal, S.A.
Schimtz Cargobull Portugal Unipessoal, Lda.
95
Scorpion Pneus, Unipessoal Lda.
Scrimex Pneus – Imp. e Exportação, Lda.
Sdan – Soc. Distribuidora de Artigos Nacionais, Lda.
SDSR – Sports Division SR, S.A.
SEA – Sociedade de Equipamento Auto, Lda.
Seat Portugal Unipessoal, Lda.
Sectorpneus Auto, Lda.
Seiça, Lda.
Selfab – Comércio de Máquinas e Acess.
Selopneus – Soc. Comercial de Pneus, Lda.
Sempre Afinado – Estação de Serviço, Lda.
Serafim José Ferreira Martins
Sergauto Máquinas, Lda.
Sérgio & Serafim, Lda.
Sérgio Damião Pinto Martins
Sérgio Manuel Teixeira Fernandes
Serralharia do Outeiro, Lda.
Serviestrada – Pneus e Peças para Automóveis, Lda.
Servigoldcar – Com. de Pneus e Lubrificantes, Lda.
Servilima – Rev. Comb., Lubrif. e Serv. Lubrif., Lda.
Servimor – Serviços Múltiplos, Lda.
Servipneus – Comércio e Assist. a Pneus, Lda.
Sicotractor Comércio de Veículos Pesados, Lda.
Sienite, Lda.
Silpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Silva & Carvalhas, Lda.
Silva, Bastos & Neto, Lda.
Silvade Pneus, Lda.
Silveirinho – Madeiras e Automóveis, Lda.
Silvestre & Guerreiro, Lda.
Silvestre António Bilro Lopes
Sima – Máquinas Agrícolas e Industriais, S.A.
Sipema, Lda.
Siravoc – Artigos de Desporto, Unipessoal, Lda.
Sirla, Lda.
Sítio Barato – Com. de Pneus Unip., Lda.
Siva – Soc. de Import. de Veíc. Automóveis, S.A.
Skkud Import. e Exportação, Lda.
Soares & Abel – Comércio de Pneus, Lda.
Sobral & Costa II, Lda.
Sobral & Costa, S.A.
Sobralcar, Lda.
Sobralpneus – Sociedade Comercial de Pneus, Lda.
Socar – Equip.s de Transporte e Serv. Téc., S.A.
Socialpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Sociedade Atlas Copco de Portugal, Lda.
Sociedade Combustíveis Alto da Maia, Lda.
Sociedade Comercial do Vouga, Lda.
96
Sociedade Electro-Mecânica de Automóveis, S.A.
Sociedade Hispânica de Automóveis, S.A.
Socipneus – Sociedade de Pneus, Lda.
Socorrocar – Reparação Auto., Lda.
Sofrapa – Automóveis, S.A.
Solemos, Lda.
Solvitur, Campismo Nautismo & Caravanismo, Lda.
Somincor – Soc. Mineira de Neves Corvo, S.A.
Soreca – Soc. de Reparações de Carroçarias, Lda.
SOS Motor, Lda.
Sotrac – Comércio e Representações, S.A.
Soutilhoauto – Reparações de Automóveis, Lda.
SPDAD – Soc. Port. Distr. Artigos de Desp., Unip. Lda.
Specialized Portugal, S.A.
Speedbox – Soc. Comercial de Pneus, Lda.
Speedfreak – Artigos de Desporto, Lda.
Sporoda, Lda.
Sportimpact – Comércio Acess. Desportivos, Lda.
Sportis – Eventos Desportivos, Lda.
Sportpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Stand Emanuel Costa Unipessoal, Lda.
Stand Jasma – Bicicletas e Acessórios, Lda.
Stand Os Putos, Lda.
Starciclo – Montagem Com. de Bicicletas, Lda.
Station Arrifana – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Azeveira – Centro de Manut. Veículos, Lda.
Station Beja – Centro de Manutenção de Veíc., Lda.
Station Carregado -Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Covilhã – Centro Manutenção Veículos, Lda.
Station Évora – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Gândara – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Montijo – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Portalegre – Centro de Manut. de Veíc.,Lda.
Station Porto Salvo, Lda.
Station Setúbal – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Valongo – Centro de Manut. de Veíc., lda.
Station Viana – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
Station Viseu – Centro de Manut. de Veíc., Lda.
STET – Soc. Técnica de Equip.s e Tractores, S.A.
Streetdiscovery, Lda.
Strongpneus – Com. de Pneus e Assistência, Lda.
Styl Pneus – Com. e Serviços Auto. Unip., Lda.
Substipneus – Comércio de Pneus, Lda.
Sucata 2000 – Gandra & Barros, Lda.
Sucena & Faria, Lda.
Sucena & Filhos, Lda.
Suku-Car, Unipessoal, Lda.
Sulregas, Lda.
Supermoto – Comércio de Máquinas e Veículos, S.A.
Surpresa Simples Unipessoal, Lda.
T
T.C.S. – Comércio de Automóveis e Pneus, Lda.
T.J. Xarepa Pneus, Lda.
Tabopneu – Com. de Pneus e Assistência Técnica, Lda.
Taipaslava – Lavagem e Acess. Auto, Lda.
Tavarede Car – Centro de Manutenção de Veíc., Lda.
Techking Pneus, Lda.
Tecnidaire, Lda.
Tecopneus – Técnica de Rep. e Montagem de Pneus, Lda.
Tedecar – Autocaravanas, Lda.
Teixeira, Costa & Silva, Lda.
Temacil – Tecnicos de Pneus de Coimbra, Lda.
Terauto – Soc. Terceirense de Automóveis, Lda.
Termopneus, Lda.
Terra Bastos, Lda.
Terralis – Máquinas, Lda.
TF Gest – Gestão e Com. de Prod. Petrolíferos, Lda.
The Madeira Supply Company, Lda.
Tienda Neumáticos Online
Tijardim – Equipamentos de Jardim, Lda.
Timatécnica – Equipamentos Industriais, Lda.
Timbérica, Peças e Máquinas Florestais, Lda.
Tiremaster, Lda.
Tirso Pneus – Imp. e Export. de Pneus Unip., Lda.
Tkachuk Dmytro
Todas as Vantagens Autogás Unipessoal, Lda.
Toiocávado – Rep. e Com. de Viaturas Auto. Lda.
Tomé & Tomé, Lda. (Vulcanizadora de Oeiras)
Tomix – Ind. de Equip. Agrícolas e Ind., Lda.
Tondelpneus – Comércio de Pneus, Lda.
Topneus, Lda.
Toyota Caetano Portugal, S.A.
TP Dois – Tractores e Máquinas Agrícolas, Lda.
Tractomoz, S.A.
Tractores de Portugal – Comércio, Indústria, S.A.
Tractores Ibéricos, Lda.
Trafix Pneus, Lda.
Traidac – Comércio e Acess. de Veículos, Lda.
Tramagopneus – Comércio de Pneus, Lda.
Transbrito – Transportes, Lda.
Transpneus – Morgado e Santos, Lda.
Tremezpneus, Lda.
TrilhoIdeal – Com. de Pneus e Acess. Auto, Lda.
Triplo D Pneus, Unipessoal, Lda.
Tripneus, Lda.
TRK Consultadoria Técnica, S.A.
Troca Perfeita, Lda.
Trocagora, Lda.
Trofigrelhas, Lda.
Truck Space 24, Lda.
Tuga Pneus Unipessoal, Lda.
Turbotest, Lda.
Twice – Car Center, Lda.
Tyreserv, Lda.
Tyrex Unipessoal, Lda.
U
Unimolas D. Nuno, Lda.
Univecar – Reparação Automóvel, Lda.
Urban Mobility – Dispositivos Eléct. de Mob., Lda.
Urbancraft Trading Unipessoal, Lda.
V
Valadapneus – Comércio de Pneus, Lda.
Valart – Metalúrgica Central do Vouga, Lda.
Valdemar – Comércio de Pneus, Lda.
Vale de Gato – Máquinas Agrícolas e Industr., Lda.
Valores Redondos – Comércio de Pneus, Lda.
Valtractor – Com. de Tractores e Máq. Agríc., S.A.
Varandas & Almeida – Soc. Comercial de Pneus, Lda.
Varziagro Máquinas Agrícolas, Lda.
Vasilpneus de Vaz & Cª, Lda.
VDS Pneus Unipessoal, Lda.
Vecomáquinas – Comércio de Viaturas, Lda.
Veiclex, Lda.
Veiculógico Unipessoal, Lda.
Veículos Casal, S.A.
Velocidade Moderada – CG Racing, Unipessoal, Lda.
Vermeer (Portugal) – Equip. Industriais., Lda.
Versão Redonda – Unipessoal, Lda.
Via Liberdade Com. e Aluguer de Automóveis, Lda.
Viarolante Automotive, Lda.
Vibromotor Peças e Assistência, Lda.
Victor João Carvalho Bruno
Victor Manuel Batista de Almeida
Videmes & Frutuoso, Lda.
Vieira Graça & Cª, Lda.
Vimoter – Comércio de Veículos de Turismo, Lda.
97
Produtores
Contrato Terminado
Vinomatos – Imp e Exportação de Vinhos, Lda.
Virgílio Sousa Fonseca
Viseupeças, Lda.
Vitor e Cordeiro – Manutenção de Automóveis, Lda.
Vitor Manuel de Almeida Costa, Unipessoal, Lda.
Vitor Manuel Ferreira Maia
Vitor Manuel Nunes da Silva
Vitorino João Lopes Alves
Volante de Lamas – Representações Auto, Lda.
Volkstore – Acess. Auto e Comércio Decoração, Lda.
Volvo Car Portugal, S.A.
Vulcal – Vulcanizações e Lubrificantes, Lda.
Vulcanização Reis, Lda.
Vulcanizadora Borbense, Lda.
Vulcanizadora Carlos & Mariana, Lda.
Vulcanizadora Rodovia, Lda.
Vulcanizadora Vianense, Lda.
A
W
C
Walter Moniz Borges de Medeiros, Lda.
Wheel Road – Com. de Acess. para Pneus, Unip.,Lda.
Wheeltire – Comércio de Pneus, Lda.
Wolf Jardim – Utensílios para Jardim, Lda.
Wurth – Portugal, Técnica de Montagem, Lda.
Caetano Drive, Sport e Urban (Centro), S.A.
Campo Sol II Soc de Expl. e Com. Agric., Lda.
CE – Circuito Estoril, S.A.
Chen e Cheng, Lda.
X
XRS Motor, S.A.
Y
Afavias – Engenharia e Construções, S.A.
Agrifaia Máquinas e Alfaias Agrícolas, Lda.
António Augusto Mendes Domingues
Arnaldo João M. Vale de Gato
Asiberia, Lda.
Auto-Sueco (Coimbra), Lda.
Aventuras no Mundo Sic, Lda.
B
Biofisa, Lda.
Bruno Manuel Lima do Rego
D
D Z Importação e Exportação, Lda.
E
Yamaha Motor Portugal, S.A.
Yokohama Ibéria, S.A. (Sucursal Portuguesa)
Epos – Emp. Portuguesa de Obras Subterrâneas, Lda.
Etapa Famosa – Comércio de Pneus, Unipessoal, Lda.
EuroAtlantic Airways – Transportes Aéreos, S.A.
Z
F
Zero KM – Comércio Automóveis, Unipessoal, Lda.
Zimbrazul Pneus Unipessoal, Lda.
Zonauto, Lda.
Zoom Pneus, Lda.
Felismino Mandim da Silva
Firmino Fernando da Costa Frias
Francisco Cardoso Figueiredo
Fernando Augusto da Silva Vieira
98
Exportadores
(não qualificados produtores)
H
Hi Fly, Transportes Aéreos, S.A.
Hugo Miguel Barroso Fernandes
J
Jaime Freitas Dias, Lda.
JM Pneus – Comércio de Pneus e Acess. Auto, Lda.
Jopneus – Comércio de Pneus Unipessoal, Lda.
José Lourenço
José Maria Benitez Moreno
L
Lusa Portuguese Ind. of Locomotion Unipessoal, Lda
M
Marfilpe – Mármores e Granitos, S.A.
Mário da Conceição Lopes Mendes
Michelin España Portugal, S.A.
Motoacessórios Famalicense, Lda.
MSC – Sociedade de Equipamentos e Veículos, S.A.
P
Pecol Sistemas de Fixação, S.A.
S
Stamotiv, Lda.
Sueste – Atividades Marítimo – Turísticas, Lda.
W
Adega cooperativa da Azueira CRL.
Afrirocar – Exp. Imp. Unipessoal Lda.
Alberto Couto Alves, S.A.
Américo Oliveira Santos Unipessoal, Lda.
Auto Agrícola Sobralense Lda.
Auto Pneus Malhadinhas, Lda.
Automafra – Pneus, Acess. Comb. e Viaturas, Lda.
Brandão Ramos Com. e Serv. S.A.
BXO – Imp., Exp. e Rep., Soc. Unipessoal, Lda.
Casa dos Pneus – a Central de Caneças, Lda.
Cronorigem Logística, Lda.
Davre – Consultoria de Gestão Unipessoal, Lda.
Eduardo & Pedro, Lda.
EMPIUSA – Comércio de Máquinas Industriais, Lda.
Europneus – Com. de Automóveis, Lda.
Expotomar – Exportação e Import., Lda.
Freerace- Pneus e Acess. Auto Unip. Lda.
Golipe – Re. Equip. e Acess. Auto, Lda.
Ideal Pneus do Sul, Lda.
Irmãos Veloso, Lda.
Japorte – Soc. Com. de Acess. de Aut., S.A.
Leiriglobal, Lda.
Loucar – Comércio e Indústria Automóvel, Lda.
Malemba & Malemba -Imp. Exp. Lda.
Mecver – Mecânica de Vermoim, Lda.
Miguel Bento Costa, Unip., Lda.
Opendeal Comércio Geral e Serviços, Lda.
Ovarpneus – Comércio e Assistência a Pneus, Lda.
Peixoto & Carmo, Lda.
Pneulis-Pneumor – Empresa Grossista de Pneus, Lda.
Pneutorres – Soc. Com. de Pneus, Lda.
Rhodas, S.A.
Sapifer – International Trade Lda.
Servilena, S.A.
Serviroad Trading, Lda.
Sobral de Almeida & Associados, Lda.
Sociedade de Construções Soares da Costa, S.A.
SP Pneus, Lda.
Staraliance, Lda.
SVV Sereno & Vila Verde – Trading, Lda.
Teixeira Duarte – Eng. e Construções, S.A.
Vieira de Sousa, Unipessoal, Lda.
VVS – Pneus, Lda.
Wayfield Trading Internacional, S.A.
Zedtec – Com. Imp.Exp. Lda.
Wayfield Trading Internacional, S.A.
99
Operadores do sgpu: pontos de recolha
Continente:
Algar (Faro) – Val. e Trat. de R. S., S.A. [SGA]
Algar (Portimão) – Val. e Trat. de R. S., S.A. [SGA]
Ambilital – Invest. Ambientais no Alentejo, Eim
Ambitrena (Albergaria) – Val. e Gestão Resíduos, S.A.
Ambitrena (Setúbal) – Val. e Gestão Resíduos, S.A.
Amcal – A. M. do Alentejo Central
Bandague (Cascais) – Soc. Rec. Pneus a Frio, S.A.
Batistas – Reciclagem de Sucatas, S.A.
[SGA]
Benta & Benta, Lda (LNB Recicla)
Braval – Valorização e Trat. de R. S., S.A.
[SGA]
Centro de Reciclagem de Palmela, S.A.
Constantino Fernandes Oliveira & Filhos, S.A.
[SGA]
Ecomais – Recolha e Val. de Resíduos, Lda
Ecometais – Soc. de Trat. e Reciclagem, S.A. Europa&C Recicla Portugal, S.A.
Gesamb – Gestão Ambiental e de Resíduos, Eim
Interecycling – Sociedade de Reciclagem, S.A.
[SGA]
Lusitano Pneus, Lda
Macropeças – Recuperação Mecânica, Lda
Metais Jaime Dias, Lda
[SGA]
Mirapapel, Lda
Natureza Verde – Gestão de Resíduos, Lda
Palmiresíduos – Combustíveis e Resíduos, Lda
[SGA]
Pneugreen – Recolha e Reciclagem de Pneus, Lda
Recifemetal – Reciclagem de Ferros e Metais, S.A.
Renascimento – S. Rec. Val. de Res., Lda [SGA]
Resialentejo – Trat. e Val. de Resíduos, Eim
Resinorte (Boticas) – Valorização e Trat. de R. S., S.A. [SGA]
Resinorte (Lamego) – Valorização e Trat. de R. S., S.A. [SGA]
Resulima – Val. e Tratamento de R. S., S.A. [SGA]
Ribeiro & Filhos – Comércio de Sucata, Lda
RSA – Reciclagem de Sucatas Abrantina, S.A. [SGA]
Scrapluso – Ind. e Comércio de Reciclagem, Lda
Transportes Sol Poente, Lda
Transucatas – Transformação de Sucatas, Lda
SGA Possui Sistema de Gestão Ambiental Certificado
100
Tratolixo – Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A.
Valnor (Avis) – Val. e Trat. de R. S. do N. A., S.A. [SGA]
Valnor (Castelo Branco) – Val. e Trat. de R. S. do N. A., S.A.
Valorizarpneu – Recolha e Triagem de Pneus, Lda
Valorminho – Val. e Tratamento de R. S., S.A.
[SGA]
Região Autónoma Dos Açores:
Varela & Cª., Lda (Flores/Corvo) Varela & Cª., Lda (S. Miguel) Varela / Bencom, S.A. (S. Jorge)
Varela / Bensaúde, S.A. (Graciosa)
Varela / Bentrans, S.A. (Terceira)
Varela / Farias, Lda (Faial)
Varela / J.H. Ornelas & Cª. Sucs, Lda (Sta. Maria)
Varela / Manuel Emílio Herz, Lda (Pico)
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
Região Autónoma da Madeira:
Valor Ambiente – Ges. e Adm. de Res. Madeira, S.A.
Operadores do sgpu: transportadores
Recauchutadores
Ave – Gestão Ambiental e Valor. Energ., S.A.
Benta & Benta, Lda (LNB Recicla)
Centro de Reciclagem de Palmela, S.A.
Constantino, S.A.
Ecomais, Lda
Europa&C Recicla Portugal, S.A.
Globalroda, Lda
Jocate – Transportes e Equipamento, Lda
Manuel Morgado, Lda (Abrantes)
Metais Jaime Dias, Lda
Mirapapel, Lda
Natureza Verde – Gestão de Resíduos, Lda
Palmiresíduos – Combustíveis e Resíduos, Lda
Pneugreen – Recolha e Reciclagem de Pneus, Lda
Renascimento – Soc. de Rec. e Val. de Res., Lda
Ribeiro & Filhos – Comércio de Sucata, Lda
Transalém, S.A.
Transportes Bizarro Duarte, Lda
Transportes J. Amaral, S.A.
Transportes Sol Poente, Lda
Valor Ambiente, S.A.
Valorizarpneu, Lda
Varela & C.ª, Lda
Arnaldo & Berenguer, Lda.
Artur Marques Casimiro & Filhos, S.A.
Bandague – Sociedade de Recauchutagem de Pneus
a Frio, S.A.
Cadiar – Sociedade Portuguesa de Recauchutagem, Lda.
Correia, Sousa & Crisóstomo, Lda.
Fausto Fernandes Rodrigues & Filhos, Lda.
Fernando Joaquim Garrido, Lda.
Idua Recauchutagem Unipessoal, Lda.
J. Roldão Seiça & Tavares, S.A.
José Aniceto & Irmão, Lda.
Manuel Joaquim Barbosa de Oliveira & Filhos, Lda.
Paulino & Gomes, Lda.
Pneu Import – Sociedade de Pneus, Lda.
Pneumelo, Lda.
Pneus do Alcaide – Indústria e Comércio de Pneus, S.A.
Pneus Ilhéu, Lda.
Pneus São Miguel, Lda.
Pneuzarco – Soc. Industrial de Reconstrução de Pneus, Lda.
Recauchutagem 31, S.A.
Recauchutagem Duraband, Lda.
Recauchutagem Guiense, Lda.
Recauchutagem Monteiro, Lda.
Recauchutagem Nortenha, S.A.
Recauchutagem Ramôa, S.A.
Recauchutagem São Mamede, Lda.
Recauchutagem Silva de Carlos Alberto da Silva
& Irmãos, Lda.
Recauchutagem Vale, Lda.
Rechapal – Soc. de Recauchutagem e Rechapagem de
Alvaiázere, S.A.
RIS – Recauchutagem Industrial Senense, Lda.
Rodrigues & Filhos, Lda.
Rui David da Silva Moreira – Recauchutagem e Com. de
Pneus, Soc. Unipessoal, Lda.
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
[SGA]
Operadores do sgpu: valorizadores
Recicladores:
Biogoma – Soc. de Reciclagem de Pneus, Lda
Biosafe – Indústria de Reciclagens, Sa
Recipneu – Emp. Nac. de Reciclagem de Pneus, Lda [SGA]
Valorizadores Energéticos:
CMP – Cimentos Maceira e Pataias, S.A. (Maceira) [SGA]
CMP – Cimentos Maceira e Pataias, S.A. (Pataias) [SGA]
SECIL – Companhia Geral de Cal e Cimento, S.A. [SGA]
Recauchutagem Nortenha, S.A.
Fragmentadores:
SGR – Sociedade Gestora de Resíduos, S.A.
SGA Possui Sistema de Gestão Ambiental Certificado
101
PROPOSTA DE APLICAÇÃO
DE RESULTADOS
PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS
Proposta de Aplicação de Resultados
A Gerência propõe que o resultado líquido negativo do
exercício de -387.934,75 ¤ (trezentos e oitenta e sete mil
novecentos e trinta e quatro euros e setenta e cinco
cêntimos) seja transferido para a conta de resultados
transitados, ficando esta a apresentar um saldo de
530.850,63 ¤ (quinhentos e trinta mil oitocentos e
cinquenta euros e sessenta e três cêntimos).
Considerações finais
A Gerência da Valorpneu expressa os seus
agradecimentos pelo apoio que recebeu dos sócios,
dos colaboradores, dos prestadores de serviço e das
instituições financeiras com quem trabalhou, bem
como, dos produtores e recauchutadores e das diversas
entidades que individual ou coletivamente contribuíram
para os resultados atingidos.
Lisboa, 28 de Fevereiro de 2013
A Gerência
Hélder Barata Pedro
Joaquim Vitor Felizardo Soares
Bruno Ricardo Bárbara Ventura
José Rodrigues Aniceto
José Alberto Correia Simões de Sousa
104
Demonstrações Financeiras Individuais
1.
2.
3.
4.
Balanço
Demonstração dos resultados por naturezas
Demonstração das alterações no capital próprio
Demonstração dos fluxos de caixa
108
108
109
110
111
Anexo às Demonstrações Financeiras
112
1. Nota Introdutória
2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras
3. Principais políticas contabilísticas 4. Fluxos de caixa 5. Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros
6. Partes relacionadas
7. Ativos intangíveis
8. Ativos fixos tangíveis
9. Locações
10. Rédito
11. Imparidade de Ativos
13. Impostos sobre o rendimento
14. Instrumentos financeiros
15. Benefícios dos empregados
16. Outras Informações consideradas relevantes
112
112
112
115
115
115
117
118
119
120
121
122
123
125
126
CONTAS
CONTAS
Demonstrações Financeiras Individuais
1. Balanço
Balanço individual em 31 dezembro de 2012
NOTAS
2012 (¤)
2011 (¤)
8
7
52.175,34
131.971,65
184.146,99
38.183,16
122.430,91
160.614,07
1.354.668,88
0,00
189.211,98
2 570.710,27
2.435.118,45
3.599,12
205.738,85
2.359.544,08
ATIVO
Ativo não corrente
Ativos fixos tangíveis
Ativos intangíveis
Ativo corrente
Clientes
Adiantamentos a fornecedores
Estado e outros entes públicos
Outras contas a receber
Diferimentos
11 e 1 4
14
16
14
15.673,55
11.025,41
290.725,14
4.420.989,82
170.335,88
5.185.361,79
4.605.136,81
5.345.975,86
30.000,00
6.000,00
918.785,38
(387.934,75)
30.000,00
6.000,00
1.488.731,70
(569.946,32)
566.850,63
954.785,38
9 e 14
36.420,91
36.420,91
224.225,25
224.225,25
6 e 14
16
9 e 14
14
1.438.575,83
21.847,27
12.512,77
2.528.929,41
4.001.865,28
1.873.800,00
20.906,88
11.994,08
2.260.264,27
4.166.965,23
Total do passivo
4.038.286,19
4.391.190,48
Total do capital próprio e do passivo
4.605.136,81
5.345.975,86
Caixa e depósitos bancários
16
4 e 14
Total do ativo
CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO
Capital próprio
Capital realizado
Reservas legais
Resultados transitados
Resultado líquido do período
6 e 14
14
14
Total do capital próprio
Passivo
Passivo não corrente
Financiamentos obtidos
Passivo corrente
Fornecedores
Estado e outros entes públicos
Financiamentos obtidos
Outras contas a pagar
O Técnico Oficial de Contas
108
A Gerência
2. Demonstração dos resultados por naturezas
Demonstração individual dos resultados por naturezas (período findo em 31 dezembro de 2012)
NOTAS
2012 (¤)
2011 (¤)
8.234.916,44
9.081.005,66
0,00
3.379,89
(7.757.409,51)
(9.122.658,26)
RENDIMENTOS E GASTOS
Vendas e serviços prestados
10
Subsídios à exploração
Fornecimentos e serviços externos
16
Gastos com o pessoal
15
(271.894,93)
(276.804,82)
Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões)
11
(442.728,04)
(131.254,12)
Outros rendimentos e ganhos
16
35.043,48
4.150,45
Outros gastos e perdas
16
(97.014,69)
(75.130,22)
(299.087,25)
(517.311,42)
(67.299,15)
(29.800,45)
(366.386,40)
(547.111,87)
Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos
Gastos / reversões de depreciação e de amortização
16
Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos)
Juros e rendimentos similares obtidos
16
2.421,50
1.279,07
Juros e gastos similares suportados
16
(11.385,51)
(11.500,75)
(375.350,41)
(557.333,55)
(12.584,35)
(12.612,77)
(387.934,75)
(569.946,32)
Resultado antes de impostos
Imposto sobre o rendimento do período
Resultado líquido do período
O Técnico Oficial de Contas
13
A Gerência
109
CONTAS
3. Demonstração das alterações no capital próprio
Demonstração individual das alterações no capital próprio em dezembro de 2011
Euros
Capital próprio atribuído aos detentores do capital da empresa-mãe
Descrição
Capital
realizado Reservas legais
Notas
Posição no início de 2011
30.000,00
1
Resultados
transitados
6.000,00 1.334.128,06
Resultado
líquido do
período
Total do
capital próprio
154.603,64 1.524.731,70
Alterações no período
Outras alterações
no capital próprio
2
Resultado líquido do período
0,00
3
Resultado integral
4=2+3
Posição no fim de 2011
6=1+2+3+5
0,00
154.603,64
-154.603,64
0,00
0,00
154.603,64
-154.603,64
0,00
-569.946,32
-569.946,32
-724.549,96
-569.946,32
1.488.731,70 -569.946,32
954.785,38
14
30.000,00
6.000,00
Demonstração Individual das Alterações no Capital Próprio em dezembro de 2012
Euros
Capital próprio atribuído aos detentores do capital da empresa-mãe
Descrição
Posição no início de 2012
1
Notas
Capital
realizado
14
30.000,00
Resultado
líquido do
período
Total do
capital próprio
6.000,00 1.488.731,70 -569.946,32
954.785,38
Reservas
legais
Resultados
transitados
Alterações no período
Outras alterações
no capital próprio
2
Resultado líquido do período
4=2+3
Posição no fim de 2012
6=1+2+3+5
110
0,00
-569.946,32
569.946,32
0,00
0,00
-569.946,32
569.946,32
0,00
-387.934,75
-387.934,75
182.011,57
-387.934,75
918.785,38 -387.934,75
566.850,63
3
Resultado integral
O Técnico Oficial de Contas
14
0,00
30.000,00
6.000,00
A Gerência
4. Demonstração dos fluxos de caixa
Demonstração individual de fluxos de caixa (período findo em dezembro / 2012)
Notas
2012 (¤)
2011 (¤)
8.595.084,42
6.141.015,97
(6.381.568,93)
(7.915.458,65)
(237.654,91)
(238.802,89)
1.975.860,58
(2.013.245,57)
605,38
(5.402,03)
Outros recebimentos/ pagamentos
(1.591.874,98)
1.350.437,07
Fluxos de caixa das atividades operacionais (1)
384.590,98
(668.210,53)
Ativos fixos tangíveis
(31.028,76)
(7.486,69)
Ativos intangíveis
(71.312,55)
(122.784,65)
(102.341,31)
(130.271,34)
24.595,50
-
Ativos intangíveis
9.794,25
-
Juros e rendimentos similares
2.421,50
1.279,07
36.811,25
(65.530,06)
1.279,07
(128.992,27)
1.506.136,53
195.000,00
1.506.136,53
195.000,00
Financiamentos obtidos
(1.693.422,18)
(12.253,31)
Juros e gastos similares
(11.385,51)
(11.500,75)
(1.704.807,69)
(198 671,16)
(23.754,06)
171.245,94
120.389,76
170.335,38
290.725,14
(625.956,86)
796.292,24
170.335,38
Fluxos de caixa das atividades operacionais
Recebimentos de Clientes
Pagamentos a Fornecedores
Pagamentos ao Pessoal
Caixa gerada pelas operações
Pagamento/Recebimento do imposto sobre o rendimento
Fluxos de caixa das atividades de investimento
Pagamentos respeitantes a:
Recebimentos provenientes de:
Ativos fixos tangíveis
Fluxos de caixa das atividades de investimento (2)
Fluxos de caixa das atividades de financiamento
Recebimentos provenientes de:
Financiamentos obtidos
Pagamentos respeitantes a:
Fluxos de caixa das atividades de financiamento(3)
Variação de caixa e seus equivalentes (1+2+3)
Caixa e seus equivalentes no início do período
Caixa e seus equivalentes no fim do período
O Técnico Oficial de Contas
4
A Gerência
111
CONTAS
Anexo às Demonstrações Financeiras
1. Nota Introdutória
A VALORPNEU foi constituída no dia 27 de fevereiro
de 2002 e, matriculada na Conservatória do Registo
Comercial de Lisboa sob o n.º 506048373 com o
mesmo número de pessoa coletiva. A empresa iniciou
fiscalmente a sua atividade em 06 de maio de 2002.
Tem a sua sede social na AV TORRE DE BELEM 29
1400-342 LISBOA, Concelho de Lisboa.
A VALORPNEU – Sociedade de Gestão de Pneus, Lda.
tem como atividade a prestação de serviços técnicos e
económicos no âmbito da gestão de resíduos – pneus,
bem como a promoção de realização de estudos,
campanhas de comunicação e informação e edição de
publicações.
Por decisão conjunta de 07 de outubro de 2002, dos
Ministérios da Economia e das Cidades, Ordenamento
do Território e Ambiente, foi atribuída à VALORPNEU
a licença a que alude o Decreto-Lei n.º 111/2001, de 06
de abril, para a gestão de pneus usados no território
de Portugal Continental. Esta licença foi prorrogada
por decisão conjunta dos ministros do Ambiente, do
Ordenamento do território e do Desenvolvimento
Regional e da Economia e da Inovação, pelo prazo de
1 ano a contar de 7 de outubro de 2007, de acordo com
a redação do Despacho nº 4948/2008. Posteriormente,
a 4 de dezembro de 2008 pelo Despacho nº 31203/2008
foi concedida nova Licença à Valorpneu pelo período
compreendido entre 07 de outubro de 2008 e 31 de
dezembro de 2012 e aditada pelo Despacho 19692/2009
que prorroga o prazo até 31 de dezembro de 2013.
2. Referencial contabilístico de preparação
das demonstrações financeiras
2.1. Base de Preparação
As demonstrações financeiras individuais anexas, foram
preparadas nos termos do Sistema de Normalização
Contabilística - SNC, nomeadamente, conforme o
Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de julho, e de acordo
com a estrutura conceptual e de relato financeiro
e normas interpretativas, consignadas nos Avisos
15652/2009, 15655/2009 e 15653/2009, de 27 de agosto
de 2009.
112
Sempre que o SNC não responda a aspetos particulares
de transações ou situações específicas, serão aplicadas
supletivamente e pela ordem indicada, as Normas
Internacionais de Contabilidade, adotadas ao abrigo
do Regulamento (CE) n.º 1606/2002, do Parlamento
Europeu e do Conselho, de 19 de julho; e as Normas
Internacionais de Contabilidade (IAS) e Normas
Internacionais de Relato Financeiro (IFRS), emitidas pelo
IASB, e respetivas interpretações SIC-IFRIC.
Assim, as Demonstrações Financeiras são apresentadas
em euros, por esta ser a moeda principal das operações
da entidade.
A preparação das demonstrações financeiras em
conformidade com o SNC requer o uso de estimativas,
pressupostos e julgamentos críticos no processo da
determinação das políticas contabilísticas a adotar pela
VALORPNEU – Sociedade de Gestão de Pneus, com
impacto significativo no valor contabilístico dos ativos
e passivos, assim como nos rendimentos e gastos do
período de reporte.
Apesar de estas estimativas serem baseadas na
melhor experiência da Gerência e nas suas melhores
expectativas em relação aos eventos e ações correntes
e futuras, os resultados atuais e futuros podem diferir
destas estimativas. As áreas que envolvem um maior
grau de julgamento ou complexidade, ou áreas em que
pressupostos e estimativas sejam significativos para as
demonstrações financeiras são apresentadas na Nota 5.
2.2 Derrogação das disposições do SNC
Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam
estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos
excecionais que implicassem diretamente a derrogação
de qualquer disposição prevista pelo SNC.
2.3 Comparabilidade das demonstrações
financeiras
Os elementos constantes nas presentes Demonstrações
Financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os
do exercício anterior.
3. Principais políticas contabilísticas
As principais políticas de contabilidade aplicadas
na elaboração das demonstrações financeiras são
as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram
consistentemente aplicadas a todos os exercícios
apresentados.
3.1 Bases de apresentação
As demonstrações financeiras anexas foram preparadas
no pressuposto da continuidade das operações,
a partir dos livros e registos contabilísticos da empresa,
mantidos de acordo com as NCRF em vigor à data
da elaboração das demonstrações financeiras.
3.2 Ativos Intangíveis (AI)
Os ativos intangíveis, constituídos unicamente por
programas de computador e software específico para
a atividade da Valorpneu, encontram-se registados
ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes
amortizações e das perdas por imparidade acumuladas.
As amortizações são calculadas, após a data em que
os bens estejam disponíveis para serem utilizados, pelo
método da linha reta em conformidade com o período
de vida útil estimado de três anos. Não é considerada
qualquer quantia residual.
Se existe algum indício de que se verificou uma
alteração significativa da vida útil ou da quantia residual
de um ativo, é revista a amortização desse ativo de
forma prospetiva para refletir as novas expectativas.
A taxa de amortização utilizada corresponde ao período
de vida útil estimada de 3 anos
3.3 Ativos Fixos Tangíveis (AFT)
Os ativos tangíveis encontram-se valorizados ao custo
deduzido das depreciações acumuladas e eventuais
perdas por imparidade. Este custo inclui o custo
estimado à data de transição para o SNC, e os custos
de aquisição para ativos obtidos após essa data.
O custo de aquisição inclui o preço de compra do ativo,
as despesas diretamente imputáveis à sua aquisição
e os encargos suportados com a preparação do ativo
para que se encontre na sua condição de utilização.
As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos
seguintes períodos de vida útil estimada (em anos):
Edifícios e outras construções
10 a 50
Equipamento de transporte 4
Equipamento administrativo 2 a 10
Outros AFT
(em função da vida útil estimada)
Os dispêndios com reparação que não aumentem a vida
útil dos ativos nem resultem em melhorias significativas
nos elementos dos ativos fixos tangíveis são
registadas como gasto do período em que incorridos.
Os dispêndios com inspeção e conservação dos ativos
são registados como gasto.
As mais ou menos valias resultantes da alienação ou
abate do ativo fixo tangível são determinadas como
a diferença entre o preço de venda e o valor líquido
contabilístico na data de alienação ou abate, sendo
registadas na demonstração dos resultados nas
rubricas “Outros rendimentos e ganhos” ou “Outros
gastos e perdas”.
3.4 Locações
A classificação das locações financeiras ou operacionais
é realizada em função da substância dos contratos em
causa e não da sua forma.
Os contratos de locação são classificados como
financeiros porque através deles foram transferidos
substancialmente todos os riscos e vantagens
inerentes à posse.
Os ativos adquiridos mediante contratos de
locação financeira bem como as correspondentes
responsabilidades são contabilizados pelo método
financeiro. De acordo com este método, o custo é
registado no ativo, a correspondente responsabilidade
é registada no passivo e os juros incluídos no valor
das rendas e a depreciação do ativo, calculada
conforme descrito acima, são registados como
gastos na demonstração dos resultados do período
a que respeitam.
3.5 Custos de empréstimos obtidos
Os custos com empréstimos obtidos são reconhecidos
como gasto na demonstração dos resultados do
exercício de acordo com o pressuposto do acréscimo,
regra geral.
3.6 Imparidade dos Ativos
Sempre que o montante pelo qual o ativo se encontra
registado é superior à sua quantia recuperável, é
reconhecida uma perda por imparidade, registada na
demonstração dos resultados na rubrica “Imparidade
de dívidas a receber (perdas/reversões) ”, caso a mesma
respeite a ativos não depreciáveis.
A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em
exercícios anteriores é registada quando se conclui que
as perdas por imparidade reconhecidas anteriormente
já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas
113
CONTAS
por imparidade é reconhecida na demonstração dos
resultados na rubrica supra referida.
3.7 Rédito
O rédito, bem como os gastos são registados de
acordo com o pressuposto do acréscimo, pelo
que são reconhecidas à medida que são gerados
independentemente do momento em que são recebidas
ou pagas.
As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e
as correspondentes receitas e despesas geradas, são
registadas nas rubricas de “Diferimentos” ou “Outras
contas a pagar ou a receber”.
A empresa especializou réditos relativos a faturação
emitida em janeiro e fevereiro de 2013, com base nas
declarações de produção do último trimestre de 2012
enviadas pelos produtores.
Foram também especializados gastos para os pneus
existentes a 31 de dezembro de 2012, em todos os
pontos de recolha.
3.8 Imposto sobre o rendimento
A Valorpneu beneficia, desde 1 de janeiro de 2009,
da isenção prevista no Art.53º do EBF (Estatuto
dos Benefícios Fiscais) dado que toda a atividade se
desenrolou no âmbito da gestão de sistemas integrados
de fluxos específicos de resíduos, encontrando-se
devidamente licenciada para esse efeito e os resultados
são sempre reinvestidos ou utilizados para os fins que
lhe são atribuídos pela respetiva licença.
Assim os cálculos do IRC contemplados nas presentes
demonstrações financeiras respeitam aos rendimentos
de capitais, Tributações Autónomas e Derrama.
3.9 Instrumentos financeiros
Clientes
A Valorpneu aplica o modelo do custo.
No final de cada período de relato são analisadas as
contas de clientes de forma a avaliar se existe alguma
evidência objetiva de que não são recuperáveis. Se
assim for é de imediato reconhecida a respectiva
perda por imparidade. As perdas por imparidade são
registadas em sequência de eventos ocorridos que
indiquem, objetivamente e de forma quantificável,
que a totalidade ou parte do saldo em dívida não será
recebido. Para tal, a entidade tem em consideração
114
informação de mercado que demonstre que o cliente
está em incumprimento das suas responsabilidades,
bem como informação histórica dos saldos vencidos
e não recebidos.
Empréstimos e contas a pagar não correntes
Os empréstimos e as contas a pagar não correntes são
registados no passivo pelo custo.
Fornecedores e outras dívidas a terceiros
As dívidas a fornecedores ou a outros terceiros são
registadas pelo seu valor nominal dado que não vencem
juros e o efeito do desconto é considerado imaterial
(método do custo).
Outras contas a pagar e a receber
São registados nestas rubricas valores referentes aos
rendimentos e gastos do período cuja documentação
vinculativa só venha a ser emitida no período seguinte.
3.10 Julgamentos e estimativas
Na preparação das demonstrações financeiras,
a entidade adotou certos pressupostos e estimativas
que afetam os ativos e passivos, rendimentos e
gastos relatados. Todas as estimativas e assumpções
efetuadas pelo órgão de gestão foram efetuadas com
base no seu melhor conhecimento existente, à data de
aprovação das demonstrações financeiras, dos eventos
e transações em curso.
As estimativas contabilísticas mais significativas
refletidas nas demonstrações financeiras incluem:
• Vidas úteis dos ativos fixos tangíveis e intangíveis;
• Análises de imparidade, nomeadamente de contas
a receber;
As estimativas foram determinadas com base na
melhor informação disponível à data da preparação
das demonstrações financeiras e com base no melhor
conhecimento e na experiência de eventos passados
e/ou correntes. No entanto, poderão ocorrer situações
em períodos subsequentes que, não sendo previsíveis
à data, não foram consideradas nessas estimativas.
As alterações a essas estimativas, que ocorram
posteriormente à data das demonstrações financeiras,
serão corrigidas na demonstração de resultados de
forma prospetiva.
3.11 Acontecimentos subsequentes
Os acontecimentos após a data do balanço que proporcionem informação
adicional sobre condições que existam à data do balanço são refletidos
nas demonstrações financeiras. Os eventos após a data do balanço que
proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço
são divulgados nas demonstrações financeiras, se forem considerados materiais.
3.12 Especialização dos exercícios
As receitas e despesas são registadas de acordo com o pressuposto da
especialização de exercícios, pelo qual estas são reconhecidas à medida que são
geradas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas.
4. Fluxos de caixa
A caixa e seus equivalentes incluí numerário, depósitos bancários imediatamente
mobilizáveis e aplicações de tesouraria no mercado monetário, líquidos de
descobertos bancários e de outros financiamentos de curto prazo equivalentes,
e detalha-se como segue:
Caixa e seus equivalentes:
Numerário
Depósito à Ordem
Depósito a Prazo
Total
2012 (¤)
2011 (¤)
66,75
90.658,39
200.000,00
164,38
170.171,50
-
290.725,14
170.335,88
5. Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas
contabilísticas e erros
Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 não ocorreram alterações
de políticas contabilísticas, face às consideradas na preparação da informação
financeira relativa ao exercício de 2011.
6. Partes relacionadas
O Capital social da VALORPNEU está distribuído da seguinte forma:
ACAP - Associação Automóvel de Portugal
APIB - Associação Portuguesa dos Industriais de Borracha
ANIRP - Associação Nacional Indust. Recauchutagem de Pneus
- 60%
- 20%
- 20%
115
CONTAS
6.1 Transações e saldos com partes relacionadas
No decurso do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, os saldos e
as transações efetuadas com partes relacionadas, são os seguintes:
Transações efetuadas entre Partes Relacionadas (¤)
Saldo Inicial
Valor da
Transação
Pagamentos
Saldo
Pendente
30.936,96
104.443,35
86.847,03
48,533,28
30.936,96
104.443,35
86.847,03
48,533,28
Operações Passivas
Prestações de Serviços
6.2 Remuneração dos membros dos órgãos sociais
O total de remunerações aos membros de Órgãos Sociais no exercício de 2012
foi de 14.000,00¤
116
7. Ativos intangíveis
Durante o período findo em 31 de dezembro de 2011 e 2012, o movimento
ocorrido na quantia escriturada dos ativos intangíveis, bem como nas respetivas
amortizações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte:
2012 (¤)
Programas
Computador
Outros Ativos
Intangíveis
Total
165.162,65
–
165.162,65
Ativo Bruto
Saldo inicial
Aquisições
61.518,30
–
61.518,30
226.680,95
–
226.680,95
Saldo inicial
42.731,74
–
42.731,74
Amortizações do exercício
51.977,56
–
51.977,56
Saldo Final
94.709,30
–
94.709,30
Ativos líquidos
131.971,65
–
131.971,65
Programas
Computador
Outros Ativos
Intangíveis
Total
Saldo inicial
42.378,00
–
42.378,00
Aquisições
122.784,65
–
122.784,65
165.162,65
–
165.162,65
Saldo Final
Amortizações acumuladas
e perdas por imparidade
2011 (¤)
Ativo Bruto
Saldo Final
Amortizações acumuladas
e perdas por imparidade
Saldo inicial
31.517,82
–
31.517,82
Amortizações do exercício
11.213,92
–
11.213,92
42.731,74
–
42.731,74
122.430,91
–
122.430,91
Saldo Final
Ativos líquidos
117
CONTAS
8. Ativos fixos tangíveis
Durante o período findo em 31 de dezembro de 2011 e 2012, o movimento
ocorrido na quantia escriturada dos ativos fixos tangíveis, bem como nas
respetivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi o seguinte:
2012 (¤)
Edifícios
Equipamento
de Transporte
Equipamento
Administrativo
Outros AFT
Total
1.860,00
62.879,51
53.782,55
260,50
118.782,56
–
25.136,53
4.177,24
–
29.313,77
Ativos
Saldo inicial
Aquisições
Alienações
Saldo Final
Amortizações acumuladas
e perdas por imparidade
Saldo inicial
Depreciações do exercício
Alienações
Saldo Final
Ativos líquidos
–
­-22.880,51
–
–
-22.880,51
1.860,00
65.135,53
57.959,79
260,50
125.215,82
1.627,50
33.713,57
45.030,41
227,92
80.599,40
232,50
10.523,43
4.533,08
32,58
15.321,59
–
-22.880,51
–
–
-22.880,51
1.860,00
21.356,49
49.563,49
260,50
73.040,48
–
43.779,04
8.396,30
–
52.175,34
2011 (¤)
Edifícios
Equipamento
de Transporte
Equipamento
Administrativo
Outros AFT
Total
1.860,00
62.879,51
46.295,86
260,50
111.295,87
Ativos
Saldo inicial
Aquisições
Saldo Final
Amortizações acumuladas
e perdas por imparidade
Saldo inicial
Depreciações do exercício
Saldo Final
Ativos líquidos
118
–
–
7 .486,69
–
7.486,69
1.860,00
62.879,51
53.782,55
260,50
118.782,56
1.395,00
17.993,70
42.428,81
195,36
62.012,87
232,50
15.719,87
2.601,60
32,56
18.586,53
1.627,50
33.713,57
45.030,41
227,92
80.599,40
232,50
29.165,94
8.752,14
32,58
38.183,16
9. Locações
Em 31 de dezembro de 2011 e de 2012, a empresa mantém os seguintes bens em
regime de locação financeira:
2012 (¤)
Equipamento de transporte
2011 (¤)
Custo
Depreaciações/
perdas imp.
acumuladas
Quantia
escriturada
Quantia
escriturada
65.135,53
21.356,49
43.779,04
26.165,94
–
–
–
–
65.135,53
21.356,49
43.779,04
26.165.94
Outros
A empresa é locatária em contratos de locação financeira relacionados com
equipamento de transporte.
Os pagamentos das locações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e de 2012
são detalhados conforme se segue:
Pagamentos das locações financeiras
2012 (¤)
Capital
Juros
Até 1 ano
Entre 1 ano e 5 anos
A mais de 5 anos
Total
2011 (¤)
Capital
Juros
12.512,77
36.420,91
–
2.964,79
7.002,77
–
11.994,08
29.225,25
–
1.651,10
1.664,42
–
48.933,68
9.967,56
41.219,33
3.315,52
119
CONTAS
10. Rédito
Nas prestações de serviço, a Valorpneu reconhece o rédito quando há
a probabilidade de benefícios económicos fluam para a sociedade.
Este benefício acontece com a assinatura do contrato específico com
o produtor de pneus.
Entende-se por produtor de pneus toda a entidade que coloque pneus
no mercado nacional.
A valorização do rédito é obtida a partir das declarações de produção emanadas
pelos produtores e a sua faturação efetuada de acordo com o respetivo
contrato.
Assim, em 31 de dezembro de 2012 tinha sido reconhecido o valor de
¤8.234.916,44 a título de prestações de serviços, conforme quadro seguinte:
Prestações de serviços
Pneus de origem
Pneus de veículos importados usados
Pneus de substituição
Pneus recauchutados
Devolução de ecovalor
Total
120
2012 (¤)
2011 (¤)
982.736,76
21.960,41
7.652.469,97
447.306,57
(869.557,27)
1.393.824,04
50.116,82
7.973.117,93
582.385,70
(918.438,83)
8.234.916,44
9.081.005,66
11. Imparidade de Ativos
Conforme definido no ponto 3.6, a Valorpneu reconhece como imparidade
do exercício a diferença entre o valor líquido pelo qual está contabilizado o
ativo financeiro (clientes) e o valor expectável de recuperação. Assim sempre
que exista uma forte probabilidade do valor recuperável ser menor do que o
respetivo valor líquido contabilístico, é constituída uma imparidade para essa
diferença. Normalmente esse valor corresponde ao valor contabilístico.
À data de relato, são efetuados testes, tendo por base os créditos reclamados
judicialmente, ou créditos em mora por um período dilatado de tempo,
normalmente após o vencimento dos respetivos créditos, ou ainda por
conhecimento de situações que possam testar esse risco de imparidade.
Sempre que as situações atrás descritas deixem de existir a empresa contabiliza
a respectiva reversão da imparidade constituída.
Apresentam-se as variações no quadro seguinte:
2012
2011
Perdas por imparidade - clientes
2012 (¤)
2011 (¤)
Saldo inicial
Perdas por imparidade de clientes
Reversões perdas por imparidade
Utilização
Saldo Final
1.676.144,51
1.544.890,39
584.802,80
-142.074,76
-101.696,88
232.823,40
-101.569,28
–
2.017.175,67
1.676.144,51
Neste exercício foi realizado um perdão de parte da divida de clientes
insolventes, no montante de ¤101.696,88 cuja imparidade se encontrava
totalmente constituída. Foi utilizado o método direto na utilização
das Imparidades.
Procedeu-se à recuperação do respetivo IVA, no montante de ¤15.796,20.
Tendo-se creditado o respetivo cliente.
12. Acontecimentos após a data do balanço
Até à data da conclusão deste relatório não ocorreram factos significativos, que
mereçam destaque, uma vez que não distorcem as demonstrações financeiras.
121
CONTAS
13. Impostos sobre o rendimento
De acordo com o Decreto-Lei 108/2008, de 26/06 que procedeu à republicação
do Estatuto dos Benefícios Fiscais, ficam isentas de IRC, exceto quanto
aos rendimentos de capitais, tal como são definidos para efeitos de IRS, as
entidades gestoras de sistemas integrados de gestão de fluxos específicos de
resíduos, devidamente licenciadas nos termos legais, durante todo o período
correspondente ao licenciamento, relativamente aos resultados que, durante
esse período, sejam reinvestidos ou utilizados para a realização dos fins que lhes
sejam legalmente atribuídos.
O gasto com impostos sobre o rendimento em 31 de dezembro de 2011 e 2012
é detalhado conforme se segue:
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
Resultado antes de impostos
Taxa nominal de imposto até 12.500¤
12,5%
12,5%
Taxa nominal de imposto superior a 12.500¤
25,0%
25,0%
–
–
-378,00
-378,00
Imposto esperado
Diferenças permanentes
Benefícios fiscais
Outros não aceites
Multas, coimas e juros fiscais
Imparidades
21.436,67
4,63
2.427,28
2.255,15
303.195,14
228.448,46
Reversões imparidades
-228.448.46
-182.861,69
Ajustamentos à coleta ­– Tributação autónoma
11.978,97
12.612,77
Imposto sobre o rendimento do período
12.584,35
12.612,77
De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a
revisão e correção por parte das autoridades fiscais durante um período de
quatro anos (cinco anos para a Segurança Social), exceto quando tenha havido
prejuízos fiscais, tenham sido concedidos benefícios fiscais ou estejam em
curso inspeções, reclamações ou impugnações, casos em que, dependendo
das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. Deste modo, as
declarações fiscais da Empresa dos exercícios de 2009 a 2012 poderão ainda
ser sujeitas a revisão. A Gerência entende que eventuais correções resultantes
de revisões/inspeções por parte das autoridades fiscais, àquelas declarações de
impostos, não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em
31 de dezembro de 2012.
A Valorpneu não contabilizou qualquer valor relativo a ativos/passivos por
122
impostos diferidos, pelo facto de não existirem diferenças temporárias que
justifiquem a aplicação deste normativo.
14. Instrumentos financeiros
Categorias de instrumentos financeiros
As categorias de ativos e passivos financeiros em 31 de dezembro de 2011 e 2012
são detalhadas conforme se segue:
Ativos Financeiros
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
Clientes
1.354.668,88
2 .435.118,45
Outras contas a receber de terceiros
2.570.710,27
2.359.544,08
Adiantamentos a fornecedores
–
3.599,12
290.725,14
170.335,88
4.216.104,29
4.968.597,53
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
1.438.575,83
1.873.800,00
48.933,68
236.219,33
2.528.929,41
2.260.264,27
4.016.438,92
4.370.283,60
Caixa e equivalentes
Passivos Financeiros
Fornecedores
Financiamentos Obtidos
Outras contas a pagar a terceiros
Clientes
A rubrica de Clientes em 31 de dezembro de 2011 e 2012 é detalhada conforme
segue:
Clientes
Clientes – C/Corrente
Clientes de Cobrança Duvidosa
Perdas por imparidade acumuladas
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
1.354.668,88
2.017.175,67
-2.017.175,67
2.435.118,45
1.676.144,51
-1.676.144,51
1.354.668,88
2.435.118,45
123
CONTAS
Fornecedores
A rubrica de Fornecedores em 31 de dezembro de 2011 e 2012 é detalhada
conforme segue:
Fornecedores
Fornecedores c/c (Gerais)
Fornecedores c/c (Entidades Relacionadas)
Adiantamentos a fornecedores
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
1.390.042,55
48.533,28
–
1.842.863,04
30.936,96
-3.599,12
1.438.575,83
1.870.200,88
Outras contas a pagar e a receber
A rubrica de outras contas a pagar e a receber em 31 de dezembro de 2011 e
2012 é detalhada conforme segue:
Outras contas a receber
Devedores acréscimo rendimentos – I.E.F.P.
Acréscimo SGPU – Pneus de Origem
Acréscimo SGPU ­– Pneus Veíc.Import.Usad.
Acréscimo SGPU ­– Pneus de Substituição
Acréscimo SGPU ­– Pneus Recauchutados
Outros devedores e credores
Outras contas a pagar
Acréscimo reembolso exportação
Fornecedores ­– credores acréscimo gastos – Ponto Recolha
Fornecedores ­– credores acrésc.gast. – Gerais
Pessoal
Taxa de gestão de residuos
Outros acréscimos de custos
124
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
–
302.262,42
5.447,89
2.042.314,22
121.473,95
99.211,79
100,63
296.801,02
10.369,23
1.802.446,67
141.289,78
108.536,75
2.570.710,27
2.359.544,08
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
188.500,99
2.288.422,94
1.014,15
34.240,02
7.023,64
9.727,67
339.145,90
1.819.787,83
20.056,43
38.319,38
7.329,00
35.625,73
2.528.929,41
2.260.264,27
Instrumentos do Capital Próprio
Em 31 de dezembro de 2012, o capital social da Empresa era de 30.000,00¤
correspondendo a 3 quotas conforme se passa a descrever:
Sócio
Capital Social
Percentagem Capital detido
Capital Realizado
ACAP
APIB
ANIRP
18.000,00¤
6.000,00¤
6.000,00¤
60,00%
20,00%
20,00%
18.000,00¤
6.000,00¤
6.000,00¤
Total
30.000,00¤
100,00%
30.000,00¤
A rubrica de reservas, totaliza o valor de ¤ 6.000,00 relativo às reservas legais.
De acordo com a legislação comercial em vigor, pelo menos 5% do resultado
líquido anual se positivo, tem de ser destinado ao reforço da reserva legal
até que esta represente 20% do capital, reserva que se encontra totalmente
constituída.
O valor relativo a resultados transitados corresponde aos excedentes de
resultados acumulados ao longo dos vários anos de atividade. A evolução do
ano de 2011 e 2012 está refletida no Ponto 3 – Demonstrações das Alterações
no Capital Próprio.
15. Benefícios dos empregados
Em 31 de dezembro de 2011 e 2012 a rubrica de Gastos com o pessoal
apresentava a seguinte composição:
Gastos com o pessoal
Remunerações dos orgãos sociais
Remunerações do pessoal
Encargos sobre remunerações
Seguro de acidentes de trabalho e doenças profissionais
Outros
31-12-2012 (¤)
31-12-2011 (¤)
14.000,00¤
204.896,29¤
49.985,75¤
2.345,45¤
667,44¤
16.450,00¤
211.060,36
41.510,78¤
2.404,94¤
5.378,74¤
271.894,93¤
276.804,82¤
O pessoal não beneficia de quaisquer complementos para reforma não havendo
compromisso da empresa nesse domínio, nem sido constituído para tal efeito
qualquer fundo de pensões.
O número médio de empregados durante o ano de 2012 foi de 7 colaboradores,
incluindo o estágio que se iniciou em 16 de julho de 2012 e terá termo em
30 de junho de 2013.
125
CONTAS
16. Outras Informações consideradas relevantes
16.1 Estado e outros entes públicos
No final do período findo em 31 de dezembro de 2011 e 2012, as rubricas de
Estado e Outros Entes Públicos, apresentavam a seguinte composição:
2012 (¤)
2011 (¤)
Ativo
Passivo
Ativo
Passivo
19.106,61
–
19.106,61
–
–
11.978,97
–
12.561,48
–
4.394,53
–
3.836,41
170.105,37
–
186.632,24
–
–
5.473,77
–
4.508,99
189.211,98
21.847,27
205.738,85
20.906,88
Imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas
Pagamentos especiais por conta
Estimativa de imposto
Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares
Imposto sobre o valor acrescentado
Contribuições para a Segurança Social e CGA
Em 31 de Dezembro de 2012 a empresa não apresentava dividas ao estado
e outros entes públicos em situação de mora.
16.2 Diferimentos
A rubrica de diferimentos apresentava a seguinte composição:
Diferimentos
2012 (¤)
2011 (¤)
Ativos/Gastos a reconhecer:
Correntes:
Seguros
Taxa Licenciamento
Taxa Licenciamento
126
2.009,66
8.538,89
5.125,00
775,41
–
10.250,00
15.673,55
11.025,41
16.3 Fornecimentos e serviços externos
A rubrica de Fornecimentos e Serviços Externos é detalhada conforme
se segue:
Fornecimentos e serviços externos
Subcontratos
Serviços externos
2012 (¤)
2011 (¤)
7.757.409,51
9.122.658,26
7.049.163,31
8.342.933,56
617.726,96
679.929,31
Trabalhos especializados
248.600,48
241.522,60
Publicidade e propaganda
350.250,37
417.891,48
-
156,83
15.726,20
11.624,32
3.149,91
4.997,79
Vigilância e segurança
Honorários
Conservação e reparação
Outros
Materiais
Ferramentas e utensílios de desgaste rápido
Livros e documentação técnica
-
3.736,29
4.859,29
5.249,98
298,39
173,81
93,40
378,30
Material de escritório
2.842,80
3.343,87
Artigos de oferta
1.624,70
1.354,00
4.101,90
3.787,65
Energia e fluídos
Combustíveis
Deslocações, estadas e transportes
Deslocações e estadas
Transportes de mercadorias
Serviços diversos
Rendas e alugueres
Comunicação
Seguros
Contencioso e notariado
Despesas de representação
Limpeza, higiene e conforto
Outros serviços
4.101,90
3.787,65
24.189,25
30.909,67
23.202,53
29.790,50
984,22
1.119,17
57.368,80
59.848,09
1.600,40
12.250,36
10.538,89
11.824,04
2.743,60
4.327,54
668,92
85,00
30.406,73
24.092,06
978,59
1.141,06
10.431,67
6.128,03
127
CONTAS
16.4 Outros rendimentos e gastos
A decomposição das rubricas de outros gastos e perdas e de outros
rendimentos e ganhos no final de 31 de dezembro de 2011 e 2012
é conforme se segue:
Outros rendimentos e ganhos
Rendimentos Suplementares
2012 (¤)
2011 (¤)
170.82
–
Ganhos em ativos não financeiros
11.109,68
–
Outros
23.762,98
4.150,45
35.043,48
4.150,45
Impostos e taxas
44.620,75
50.114,44
Outros
52.393,94
25.015,78
97.014,69
75.130,22
Outros gastos e perdas
128
16.5 Juros e outros rendimentos e gastos similares
Os gastos e perdas de financiamento reconhecidos no decurso dos anos de 2011
e 2012 são detalhados conforme se segue:
Juros e outros rendimentos similares
2012 (¤)
2011 (¤)
2.421,50
–
–
238,62
–
1.040,45
2.421,50
1.279,07
2012 (¤)
2011 (¤)
5.381,27
1.583,34
6.633,88
2.283,71
6.964,61
8.917,59
Outros
4.420,90
2.583.16
Total
11.385,51
11.500,75
Juros obtidos
Depósitos em Instituições de crédito
Juros de Vendas e de PS
Outros financiamentos concedidos
Gastos e perdas de financiamento
Juros suportados
Financiamentos bancários
Locações financeiras
Outros gastos de financiamento
16.6 Depreciações e amortizações
O detalhe da rubrica de Gastos/reversões de depreciação e de amortização nos
exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2012 é conforme se segue:
Depreciações e amortizações
Intangíveis
Ativos
2012 (¤)
2011 (¤)
51.977,56
15.321,59
11.213,92
18.586,53
67.299,15
29.800,45
129
CERTIFICAÇÃO DO REVISOR
OFICIAL DE CONTAS

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