Tradução: Do Árabe ao Zulu

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Tradução: Do Árabe ao Zulu
Tradução:
Do Árabe ao Zulu
O ritmo actual de criação de documentos (na internet, por exemplo) é muito maior
que a capacidade humana de tradução, o que torna os tradutores automáticos
necessários. Estes usam probabilidade, estatística e teoria dos grafos em combinação
com bases de dados de centenas de milhões de palavras e expressões em muitas
línguas, de forma a conseguir boas traduções de forma eficiente. Assim a matemática,
frequentemente chamada “linguagem universal,” faz também a ponte entre os idiomas.
Uma vez traduzido um documento pode perguntar-se quão boa é a tradução.
Uma medida numérica da qualidade da tradução ajuda a automatizar esta parte do
processo, poupando tempo e dinheiro. Os resultados da avaliação melhoram os
algoritmos de tradução, de forma a que o mito urbano da tradução computacional da
frase em Inglês “O espírito tem força mas a carne é fraca” para o Russo e de volta
para Inglês como “A vodka é boa mas o bife está podre” permaneça uma lenda.
Para mais informações: “Machine Translation in the Year 2004,” Kevin Knight &
Daniel Marcu, http://www.isi.edu/~marcu/papers/mt-icassp2005.pdf.
Cortesia da University of Toronto Libraries.
Tradução cortesia de Rogério Martins, Fábio Chalub e Isabel Natário, Dep. Mathematics, Faculdade de Ciências e Tecnologia da
Universidade Nova de Lisboa.
O programa Mathematical Moments promove a
apreciação e a compreensão do papel que a matemática
desempenha na ciência, natureza, tecnologia e cultura.
MM/48/PO
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