Seminário Rio - ANEFAC

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Seminário Rio - ANEFAC
Café da Manhã Anefac
Anefac::
Como atrair um fundo para
investir em sua empresa
Rodrigo Lara
TGX Capital
[email protected]
Rio de Janeiro, Agosto de 2011
O que estas empresas tem em comum?
O que estas empresas tem em comum?
Investimento por fundos de
Venture Capital
Para transformar Garage Companies…
P3
P4
P5
Slide 4
P3
At 367 Addison Avenue, in the Palo Alto neighborhood known as Professorville, a modest plaque marks the 12-foot-by-18-foot garage where Bill
Hewlett and David Packard built an audio oscillator for Walt Disney Studios in 1939.
Projeto; 08/06/2009
P4
Steve Jobs and Steve Wozniak built the first Apple computers in a spare bedroom of this Los Altos house, the former home of Mr. Jobs's
parents.
Projeto; 08/06/2009
P5
Yahoo:
Our business plan (love that it was written six months after our founding)
Projeto; 08/06/2009
Para transformar Garage Companies…
P1
P2
P9
Slide 5
P1
At 367 Addison Avenue, in the Palo Alto neighborhood known as Professorville, a modest plaque marks the 12-foot-by-18-foot garage where Bill
Hewlett and David Packard built an audio oscillator for Walt Disney Studios in 1939.
Projeto; 08/06/2009
P2
Steve Jobs and Steve Wozniak built the first Apple computers in a spare bedroom of this Los Altos house, the former home of Mr. Jobs's
parents.
Projeto; 08/06/2009
P9
Projeto 08/06/2009
Yahoo:
Our business plan (love that it was written six months after our founding)
Projeto; 08/06/2009
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Em Grandes Companhias…
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At 367 Addison Avenue, in the Palo Alto neighborhood known as Professorville, a modest plaque marks the 12-foot-by-18-foot garage where Bill
Hewlett and David Packard built an audio oscillator for Walt Disney Studios in 1939.
Projeto; 08/06/2009
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Steve Jobs and Steve Wozniak built the first Apple computers in a spare bedroom of this Los Altos house, the former home of Mr. Jobs's
parents.
Projeto; 08/06/2009
P8
Yahoo:
Our business plan (love that it was written six months after our founding)
Projeto; 08/06/2009
P10
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Tranformando o Sonho em Realidade…
P12
Slide 7
P10
At 367 Addison Avenue, in the Palo Alto neighborhood known as Professorville, a modest plaque marks the 12-foot-by-18-foot garage where Bill
Hewlett and David Packard built an audio oscillator for Walt Disney Studios in 1939.
Projeto; 08/06/2009
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Steve Jobs and Steve Wozniak built the first Apple computers in a spare bedroom of this Los Altos house, the former home of Mr. Jobs's
parents.
Projeto; 08/06/2009
P12
Yahoo:
Our business plan (love that it was written six months after our founding)
Projeto; 08/06/2009
Transformando Geeks em
Milionários Instantâneos
O Sillicon Valley nasceu em
uma garagem
garagem…
…
“Essa garagem é o local de nascimento da
primeira região no mundo de altaaltatecnologia, o Vale do Silício. A idéia para
tal região surgiu do Dr. Frederick
Terman,, um professor da Universidade
Terman
de Stanford que encorajou seus
estudantes a começarem suas próprias
empresas de eletrônicos na área ao
invés de se juntarem a firmas no Leste.
Os primeiros dois estudantes que
seguiram seu conselho foram William R.
Hewlett e David Packard
Packard,, que em 1938
começaram a desenvolver seu primeiro
produto, um oscilador de áudio em sua
garagem. Marco histórico registrado na
California no 976”
Com casos importantes no Brasil…
2002/2003
• Alellyx e Canavialis
• Melhoramento Genético Convencional e Biotecnologia
em eucalipto, laranja e etanol
2008
• USD 290 milhões
• Aquisição pela Monsanto
O que estas empresas tem em comum?
O que estas empresas tem em comum?
Investimento por fundos de
Private Equity
Com importantes casos internacionais…
• 1989
• USD 31 Bilhões
• KKR
RJR Nabisco
E no Brasil…
1989
• Aquisição da Brahma
• Lemann, Telles e Sicupira
2000
• Brahma + Antarctica = Ambev
2004
• Interbrew + Ambev = Inbev
2008
• USD 52 Bilhões
• Aquisição da Anheuser-Busch
Estágios e Modalidades
de PEVC
Estrutura de PEVC
Seed (capital semente)
Pequeno aporte feito em fase pré-operacional para
desenvolvimento de uma idéia, de um projeto ou
ainda para testes de mercado ou registro de patentes.
Startup
Aporte de capital para empresas em fase de
estruturação, em geral no primeiro ano de seu
funcionamento, quando ainda não vende seus
produtos/serviços comercialmente.
Fonte: Panorama / Censo
Early Stage
Estágio inicial de financiamento das
empresas que apresentam produtos ou
serviços já comercializados, usualmente,
com até 4 anos de operação e faturamento
não superior a R$ 9 milhões.
Fonte: Panorama / Censo
Expansion
Aporte de capital para a expansão de empresa que já vende seus
produtos/serviços comercialmente. O aporte também é
destinado à expansão de planta e/ou rede de distribuição,
capital de giro ou ainda para ser investido em comunicação e
marketing etc.
Later Stage
Neste estágio a empresa já atingiu uma taxa de
crescimento relativamente estável e já apresenta
fluxo de caixa estável e positivo.
Fonte: Panorama / Censo
Buyout
Aquisição de controle de empresas em estágio
avançado do desenvolvimento.
Mezanino
Investimentos em empresas com potencial de alta
geração estável de caixa por meio de dívidas
subordinadas, instrumentos híbridos de
financiamento, incluindo debêntures de várias
modalidades e direitos de subscrição.
Fonte: Panorama / Censo
PIPE
Aquisição do capital acionário de
empresas já listadas em bolsa que
possuem baixa liquidez e nas quais a
organização gestora possa atuar
ativamente na gestão estratégica (i.e.
monitoramento e governança
corporativa).
Fonte: Panorama / Censo
Estágios dos Empreendimentos e
Modalidade dos Veículos de Investimento
Veículos de Private Equity e Veículos de
Investimento Alternativos
O que são empresas?
•
•
•
•
Pessoas
Produtos
Ativos Fixos
Tecnologia
• Mas isto é apenas um lado do balanço...
O que são empresas?
ATIVO
Aplicações de Recursos
Caixa
Produtos
Pessoas
Ativos Fixos
PASSIVO E
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Fontes de Recursos
Dívida / Ações
Público / Privado
O que são empresas?
Não existe empresa sem fontes de recursos
Balanço Patrimonial
ATIVO
(Aplicações de
Recursos)
Caixa
PASSIVO
(Origem de Recursos)
Mercado Privado
Mercado Público
Contas a Receber
Estoque
Ativo Fixo
Empréstimo
Bancário
Dívida no Mercado
Financeiro
Ativos Totais
Ações de Empresas
de Capital Fechado
(Private Equity)
Ações de Empresa
de Capital Aberto
(Public Equity)
Ecossistema de PEVC
1994
1992
2000
1998
2004
Fonte: GVcepe
Entendendo o ciclo de PEVC
O Ciclo de PEVC
Fundraising
Nesta etapa os gestores levantam
veículos de investimento (fundos)
Screening
Trata-se do processo de seleção
de empresas para investimento
Investing
Após selecionado inicia-se um
árduo processo de negociação e
diligencia
Monitoring
Trata do novo modelo de gestão e
monitoramento da empresa
Exiting
Aborda o planejamento da saída
do fundo via M&A ou IPO
O Ciclo de PEVC
Fundraising
Exiting
Monitoring
Screening
Investing
A Indústria de Private
Equity e Venture Capital –
Segundo Censo Brasileiro
GVcepe
Centro de Estudos de Private Equity e Venture Capital da FGV-EAESP
Prof. Rodrigo Lara
Junho 2011
Panorama do setor em Dezembro de 2009
•
•
US$ 36.1 bi Capital Comprometido
Principais Investidores: Fundos de
Investidores
Pensões 22%, Org.Mãe 18%, Endowments 10%,
Organizações Gestoras 9%, Family Offices 9%
• 144 Gestoras de PE&VC
•Organizações
258 Veículos de Investimentos
Gestoras
• Est. 1.593 Profissionais & Apoio
•
•
502 emp. portfolio., Dez 09
Período de 2005-2009:
• 414 novos investimentos
Empresas
do
Portfólio
• 103 saídas totais
• 39 IPOs
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Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
34
Expansão da classe de ativos
Capital Comprometido alocado no Brasil (US$ Bi).
Capital Comprometido em % do PIB
2.3%
40
36
2%
35
2.5%
2%
30
15% p.a
25
27
1.5%
1.2%
20
1%
2x
1%
15
13
10
2x
5
0.5%
6
0
0%
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
A evolução do capital comprometido é impressionante, aumentou mais de 6 vezes desde
2004 e 2 vezes em porcentagem do PIB.
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Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
35
FUNDRAISING & INVESTING
Diversidade dos Investidores dos Fundos
Capital Comprometido por Estrutura
Legal dos Veículos de Investimentos
Corporate
Ventures 1%
Investimentos
Diretos 15%
(exceto Hedge
Funds)
Outros 7%
Holdings 4%
CVM* 26%
Principais Tipos de Investidores
Instituições
Governo e
Multilaterais
Companhias de
Instituições
1%
Seguro
Públicas 4%
1%
Bancos Empresas
4%
Privadas
Fundos de
5%
Pensão 22%
Outros 5%
Fundos de
Fundos
6%
Fundos de
Investimento
6%
Veículos de
Investimentos
37%
Organizaçãomãe 18%
Trusts and
Endowments;
10%
Family offices
9%
PE/VC
Organization
Partners
9%
* Toda estrutura dos veículos de acordo com a regulamentação brasileira de PE&VC, CVM 391, 209, 402
NOTE: Organizações-mãe inclui Corporate Ventures e subsidiárias de PE&VC de bancos.
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Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
37
Investimentos por Setores da Atividade Econômica
(US$ MM)
2005-2008 (Inclui Novos Investimentos e Follow-on)
Food and Beverages
24%
Various Industries*
14%
Civil Construction/Real Estate
13%
Retail
12%
Financial Services
11%
Energy and Oil
4%
Education
4%
Communication
4%
Agribusiness
3%
IT and Electronics
3%
Pharmaceutical/Medical/Aesthetics
3%
Entertainment/Tourism
2%
Extractive Industries
2%
Infrastructure - other
Amostra de 2005-2008: 394 investimentos de 144 Orgs. de PE&VC.
Amostra de 2009: 95 investimentos de 45 Orgs. de PE&VC.
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
1%
• *Diversas Indústrias: Ex.: Química, Mecânica, Elétrica,
Metalúrgica, Embalagem, Têxtil.
• ** Diversos Serviços: Ex.: Call Center, Consultoria.
Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
38
Investimentos por Setores da Atividade Econômica
(US$ MM)
2009 (Inclui Novos Investimentos e Follow-on)
Energy and Oil
10%
Financial Services
9%
Entertainment/Tourism
6%
8%
5%
7%
5%
6%
3%
4%
Extractive Industries
Transportation and Logistics Services
Education
Agribusiness
Infrastructure - other
Various Services**
2%
39%
54%
14%
11%
Including all investments
Excluding one US$ 0.765bn
investment in energy transmission
Pharmaceutical/Medical/Aesthetics
2%
1%
Food and Beverages
1%
Retail
1%
Various Industries*
1%
*Diversas Indústrias: Ex.: Química, Mecânica, Elétrica,
Metalúrgica, Embalagem, Têxtil.
IT and Electronics
1%
** Diversos Serviços: Ex.: Call Center, Consultoria.
Civil Construction/Real Estate
1%
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
Amostra de 2005-2008: 394 investimentos de144 Orgs. de
PE/VC.
Amostra de 2009: 95 investimentos de 45 Orgs. De PE&VC.
Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
39
Portfolio Companies
by sector of economic activity 2009
Sector
No. of Companies
%
Cumulative %
IT and Electronics
103
20.5%
20.5%
Civil Construction/Real Estate
69
13.7%
34.3%
Energy and Oil
56
11.2%
45.4%
Various Industries
55
11.0%
56.4%
Communications
33
6.6%
62.9%
Retail
26
5.2%
68.1%
Agribusiness
25
5.0%
73.1%
Transportation and Logistics Services
20
4.0%
77.1%
Food and Beverages
19
3.8%
80.9%
Infrastructure - other
19
3.8%
84.7%
Financial Services
16
3.2%
87.8%
Pharmaceuticals, Medicals and Aesthetics
15
3.0%
90.8%
Biotechnology
14
2.8%
93.6%
Various Services
10
2.0%
95.6%
Education
8
1.6%
97.2%
Entertainment / Tourism
7
1.4%
98.6%
Extractive Industries
7
1.4%
100.0%
502
100.0%
Total
* Various Industries: E.g.: Chemicals, Mechanicals, Electric, Metallurgic, Packaging, Textiles.
** Various Services: E.g.: Call Center, Consulting.
NOTE: The sample contains 502 companies with information about their sector of economic activity in 2009 .
Frequency of Portfolio Companies
by Stage 2009
PE - Growth
36,5%
VC - Early Stage
20,9%
13,1%
Start-up
Seed
7,6%
6,9%
PE - Later Stage
6,2%
PIPE
VC - Later stage
Mezzanine
Greenfield
Distressed
5,0%
2009
VC; 47%
PE Gr; 36.5%
PE Lat; 6.9%
Other; 10.1%
2,1%
1,6%
0,2%
NOTE: The sample contains 502 companies, of which 436 companies reported information about the stage of the company in 2009 .
Portfolio Companies
by geographic distribution
% of Total
2009
No. of Companies
% of Total
195
64.1%
387
80.0%
SP
127
41.8%
274
56.6%
RJ
39
12.8%
75
15.5%
MG
28
9.2%
34
7.0%
ES
1
0.3%
4
0.8%
83
27.3%
54
11.2%
PR
15
4.9%
24
5.0%
RS
38
12.5%
18
3.7%
SC
30
9.9%
12
2.5%
16
5.3%
30
6.2%
PE
5
1.6%
9
1.9%
CE
3
1.0%
8
1.7%
BA
5
1.6%
5
1.0%
Others
3
1.0%
8
1.7%
9
1
306
3.0%
0.3%
100.0%
7
6
484
1.4%
1.2%
100.0%
Region/State
Southeast
South
Northeast
Center West
North
TOTAL
2004
No. of Companies
NOTE: The sample in 2009 contains 502 companies, of which 484 companies reported information about the state in which the
investment occurred in 2009.
Investments by Stage and Type 2009
Number of Investments
(Includes New and Follow-on Investments)
1%
5%
4%
3%
41%
15%
Private Equity
Venture Capital
Sample: 95 investments
Copyright @2011. Fundação Getúlio Vargas - GVcepe
Seed/Start-up
0.42
Venture Capital
4.41
Greenfield
46.64
Mezzanine
50.22
Mezanino
Distressed
64.37
PIPE
Private Equity
73.41
Distressed
PIPE
91.77
Total
39.39
Seed/Start-up
Greenfield
31%
Average Ticket by Stage of Company
Development
(US$ MM)
Stage
Average Ticket
Sample: 77 investments
Source:2nd Census of the Brazilian PE&VC Industry – ABDI/FGV
43
Criação de Novos Veículos de Investimentos
50
47
45
40
37
35
31
30
25
19
20
15
10
5
7
7
7
9
11
13
10
8
7
2003
2004
3
1
0
95 and 1996
before
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2005
2006
2007
2008
2009
Nota: 215 Veículos de Investimentos relatados por 120 Orgs. Gestoras de PE&VC.
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
44
GOVERNANCE
Governance: Mgrs & Investors –
Term Sheet Conditions
Most common restrictions:
Geographical area of investment
48
14.2%
Stage of investment
45
13.3%
Exit of Partners and Managing Partners of the PE/VC Organization's team
47
13.9%
Investment in assets, projects or companies abroad
40
11.8%
Investment in other asset classes
30
8.9%
Funds committed to this vehicle can't be invested in portfolio companies of another vehicle of this PE/VC
Organization
25
7.4%
Admission of new Partners and Managing Partners in the PE/VC Organization's team
20
5.9%
Investment (such as LPs) in other vehicles of the PE/VC Organization
17
5.0%
Investment in public traded assets
16
4.7%
Hedging activity by fund managers
17
5.0%
Investment in companies using debt instruments
12
3.6%
Investment in to a fund of another PE/VC Organization
11
3.3%
"Leveraged Buyout“ deal structuring
10
3.0%
NOTE: Sample of 54 investment vehicles.
Governance: Mgrs & Investors –
Carried Interest & Hurdle Rate
2004
Index
IGPM
IPCA
INPC
US$
Other
N/A
Total
Rate (%)
10 or +
6 < x < 10
6 or 10 or +
6 < x < 10
6 or 6 to 12
10 or +
6 < x < 10
6 or -
2009
No. of
vehicles
%
No. of
vehicles
%
3
8
19
4
0
0
4
3
8
4
6
3%
8%
20%
4%
4%
3%
8%
4%
6%
6
6
13
20
25
11
7
1
4
1
8
6%
6%
12%
19%
24%
10%
7%
1%
4%
1%
8%
38
39%
3
3%
97
100%
105
100%
Governance: Business Environment
Quality of Corporate Governance perceived by the PE/VC Organization
Received proposals
Very Low
Analysed proposals
Low
Medium
Selected proposals before investment
High
Very high
Selected proposals after investment
0%
10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
NOTE: Sample of 82 PE/VC organizations.
Governance: Business Environment –
Value of Governance
The
Premium over investment cost PE/VC organizations are willing to pay
Arithmetic
Average (%)
Std. Deviation
(%)
Minimum
(%)
Maximum
(%)
Total
13.1%
9.2%
0.0%
32.0%
Venture Capital
17.3%
11.4%
0.0%
32.0%
Private Equity
13.0%
10.3%
0.0%
30.0%
Venture Capital and Private Equity
11.0%
7.5%
0.0%
20.0%
N/A
13.2%
6.2%
5.0%
20.0%
Stage
NOTE: Sample of 49 PE/VC organizations. 8 of them informed they would pay zero for good corporate governance practices.
Premium over investment cost PE/VC organizations estimate they effectively paid
Stage
Total
NOTE: Sample of 42 PE/VC organizations.
Arithmetic
Average (%)
Std. Deviation
(%)
Minimum
(%)
Maximum
(%)
16.2%
9.4%
0.0%
30%
Governance: Port Cos –
BoD Compensation and Performance
Remuneration of BoD members
Are members paid?
Remuneration
related to
performance
Members
Insiders
Outsiders
All
23.5%
41.2%
None
50.0%
22.2%
Some
50.0%
50.0%
33.30%
33.30%
Independent
35.3%
27.8%
0.00%
37.50%
NOTE: Sample of 25 PE/VC organizations
Performance Evaluation of key persons
Is there performance evaluation?
Key persons
Formal
Informal
No
Members of the
board
3.6%
14.3%
82.1%
54.5%
15.2%
30.3%
55.9%
14.7%
29.4%
CEO
Executive
Officers
NOTE: Sample of 34 PE/VC organizations
Governance: Fd Mgrs & Port Cos –
Veto Power by minority fund managers
Minority Fund Managers’ Veto Power
Yes
No
39%
61%
Other
Key person hiring
Payment of bonuses to executives
Dividends
Estrategic Planning
Annual Budget
Indebtedness
Capital Budget
Acquisitions
Merger
22,727%
40,909%
50,00%
54,545%
68,182%
86,364%
86,364%
90,909%
95,455%
95,455%
NOTE: Sample of 22 PE/VC organizations
Incentives and/or penalties related to the executives performance
Loss of control by the entrepreneur 0%
Positive adjustment in the percetage
of participation
12.5%
Replacement of key executives
25%
Earn-out
50%
Stock Options
56.3%
NOTE: Sample of 16 PE/VC organizations
Governance:
100 Day Plan
Main disruptions in the First 100 Days
Yes
No
41%
59%
NOTE: Sample of 32 PE/VC investee companies
Others
Resolution of environmental contingencies
10.5%
26.3%
Full redesign of business model
31.6%
Supply Chain
31.6%
Resolution of tax, labor and / or social…
36.8%
Marketing Strategy
52.6%
Structure of Human Resources
57.9%
Financial Strategy
57.9%
Management Control
NOTE: Sample of 19 PE/VC investee copanies
63.2%
EXITS
Saídas & Desinvestimentos
Desinvestimentos 2005 - 2009 (Incluindo Total & Parcial)
70
61
60
2
48
50
42
40
24
30
20
3
4
6
15
4
3
37
12
4
27
1
5
12
8
Buyback
10
11
4
10
6
17
19
16
8
1
0
2005
2006
2007
Write-off
2008
10
4
Trade Sale
Secondary
Sale
IPO
2009
NOTA: a amostra inclui 151 desinvestimentos (107 total & 44 parcial) de 2005 a 2008 & 37 desinvestimentos ( 30 total & 7 parciais em 2009, contendo informações
sobre o mecanismo de saída.
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
Fonte:2nd Censo da Indústria Brasileira de PE&VC – ABDI/FGV
54
Agenda
1. O Projeto do Segundo Censo
2. Os Retornos do PE em Regiões Chave
3. Natureza dos Retornos do PE
4. Os Retornos do PE no Brasil
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
55
Retornos Brutos de VC: Sand Hill Econometrics
Índice VC: Janeiro 1992 - Junho 2010
(Dezembro 31, 1991 = 100)
3.500
2010-Q2
3.000
2.500
2.000
1.500
1.000
500
jun/10
dez/09
jun/09
dez/08
jun/08
dez/07
jun/07
dez/06
jun/06
dez/05
jun/05
dez/04
jun/04
dez/03
jun/03
dez/02
jun/02
dez/01
jun/01
dez/00
jun/00
dez/99
jun/99
dez/98
jun/98
dez/97
jun/97
dez/96
jun/96
dez/95
jun/95
dez/94
jun/94
dez/93
jun/93
dez/92
jun/92
dez/91
0
O índice Sand Hill teve um retorno anual de 16.9% desde o final de 1988 até o final de 2004.
Mais recentemente, desempenhou um retorno anual de 8 % de 2005 até o final de 2009.
Fonte: Sand Hill Econometrics disponível em: http://www.sandhillecon.com/index-download.php
56
TIRs Líquidas de PE para Investidores em
Regiões Chaves de acordo com C.A.
Retornos Comparativos End-to-End por Região em 09/30/2009.
Região
5 anos
10 anos
Diferença
% Diferença
América Latina & Caribe PE
19.06%
1.71%
17.35
1015%
Mercados Emergentes VC & PE
12.83%
6.63%
6.2
94%
EUA Buyout
10.44%
7.68%
2.76
36%
Europa Ocidental (euro) VC
-2.01%
-4.13%
2.12
51%
Fonte: Cambridge Associates September 2009 Quarterly report.
57
Os Retornos de PE&VC em Mercados
Emergentes pela IESE & BCG
Experiência da IFC em mercados emergentes, período 2000-2006.
12 pontos
Melhorou muito
desde 2000.
17.3%
4.4%
Antes de 1990
5.3%
1990 -1999
2000 - 2006
Notas: Dados a nível de fundo da IFC, análise BCG. Dados refletem 176 fundos de PE em ME.
O retorno é líquido de taxa de administração & performance, os cortes dos dados dos fundos são do vintage year de 2006.
Fonte: New Markets, New Rules, BCG & IESE Report, Novembro 2010.
58
Trabalho Caselli: Retorno Bruto* de PE na Itália
Carefin-Bocconi
Amostra
Natureza dos negócios
Período de Investimento* 1999 - 2005 Negócios Não-Alavancados
Investimentos
804
Negócios Alavancados
Fundos de PE
87
Mediana das Vendas
Org. Gestoras
58
Mediana LAJIDA
*saídas anteriores a '07
Conclusões
TIR média
Maiores TIRs
Indíce do Mercado de Ações
Titulos Governamentais 2 anos
33.17%
Buyouts
17.95%
8%
Conclusões:
1. TIR é impulsionada principalmente pelo
crescimento nas vendas, ROA e ROE.
2. TIR afetada por opções de venda e direito de Tag
Along.
70%
30%
EUR 126 M.
EUR 16 M.
Amostra por
estágio
Early
Stage
16%
Turnar
ounds
6%
Buyout
s
26%
PE
Growth
52%
3. Cláusulas contratuais (mecanismos de saída,
lockups) têm efeito positivo no crescimento.
4. Investimentos de longo prazo requerem maiores
TIRs
*O Retorno é calculado antes da dedução de taxas de administração e de performance
Fonte: Caselli, S., 2009, Explaining Returns in Private Equity Investments, Carefin Bocconi.
59
Agenda
1. O Projeto do Segundo Censo
2. Os Retornos do PE em Regiões Chave
3. Natureza dos Retornos do PE
4. Os Retornos do PE no Brasil
5. Considerações Finais
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
60
Natureza dos Retornos dos PE em Mercados
Maduros
Retornos de PE por segmento no Reino Unido
100%
90%
80%
56%
70%
60%
100%
50%
40%
22%
30%
44%
20%
10%
Metade dos
retornos foram
resultado de
impactos da
alavancagem.
22%
22%
PE management
Underlying stock
market sector
0%
Impact of leverage
Gross IRR
Fonte: How profitable has Private Equity been and where have those profits come from? UK study, Julian Francs, based on a paper and presentation by
Viral V. Acharya, and Conor Kehoe.
61
Natureza dos Retornos do PE no Brasil
Indicadores de
retorno
Mercados
Maduros
Brasil
Comentários sobre o modelo brasileiro
Alavancagem
Muito menos dependentes de dívidas
Crescimento
Componente chave para criação da TIR
Expansão
Multipla
Mais oportunidades com condições macroeconômicas
favoráveis e oportunidades para negócios proprietários
Ganhos de
eficiência
Maior necessidade de habilidades e conhecimento
dos negócios fornecidos por empresas de PE
Não é impulsionado pela alavancagem e agressivo corte de custos; TIR é impulsionado principalmente
pelo crescimento e efiência (foco na melhoria operacional).
Fonte: Is Brazil a good opportunity for PE investments?, Casabona 2010.
Nota: 9 PE&VC firms based in London and Sao Paulo were surveyed .
62
Características chave das Indústrias/Empresas para
Investimento de PE no Brasil
Economia
Brasileira
Indústria
Tese de
investimento
Características
comuns das empresas

Altas taxas de crescimento

Fragmentado (Estratégia Roll up)

Setores não-cíclicos

Competitividade saudável (sem guerra de preços)

Baixa regulamentação governamental

Alinhado com expertise das GPs
Empresa
Participação majoritária

Falta de sofisticação da gestão financeria

Problemas de sucessão
Empresa
Participação minoritária

Boa equipe de gestão

Domínio do conhecimento do setor de gestão

Fluxo de caixa estável

Altas barreiras de entrada

Baixos custos fixos

Alta participação de mercado & marca forte

Baixa despesa de capital

Baixa concentração de clientes

Altas margens de lucro

Avaliação atraente de entrada

Modelo de negócio escalável

Clara estratégia de saída
Fonte: Is Brazil a good opportunity for PE investments?, Casabona 2010.
Nota: 9 PE&VC firms based in London and Sao Paulo were surveyed
63
Agenda
1. O Projeto do Segundo Censo
2. Os Retornos do PE em Regiões Chave
3. Natureza dos Retornos do PE
4. Os Retornos do PE no Brasil
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
64
Desafio de Criar um Banco de Dados com os
Retornos de PE
Os desafios
• Menos de 50 Organizações Gestoras de PE/VC possuem mais de 10 anos de
investimento no país, das quais 60% completaram o ciclo de investimento.
• Níveis de retornos dos fundos ainda não estão disponíveis.
• A exigência de relatórios de desempenho foi recentemente introduzido por autoregulação em dezembro de 2010.
Um cenário em mudança
• Crescimento significativo e estável da indústria
• O GVcepe criou um sistema de coleta e uma abrangente base de dados a nível das
empresas investidas e fundos, para suprir a indústria com uma construção
adequada dos dados de desempenho.
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
65
Investimentos Individuais MOI*
Saída 2004/05 - 2010
Mediana dos Múltiplos de
Investimento
MOI / COC
30%
90%
Quartis
Faixa
Mediana
25%
Maior
10 >
13.42
20%
3º
5 - 9.9
6.6
100%
80%
70%
Relative Frequency
15%
Cumulative Frequency
60%
50%
40%
2º
3 - 4.9
3.45
10%
Menor
1 - 2.9
2
5%
30%
20%
10%
0%
0%
Múltiplos de Investimento
Nota: Período mediano de permanência (4,2 anos) e valor mediano de saída (US$ 86,8).
Amostra: 25 Negócios, 15 IPOs & 10 Trade Sales. 7 casos em R$ e 18 casos emUS$.
Fonte:2º Censo Indústria Brasileira de PE&VC
66
TIR dos Investimentos Individuais
Saídas 2004/05 - 2010
TIRs Medianas
Quartis
Faixa
TIR
18%
Mediana
Maior
100 >
162%
3º
50 - 99
66%
2º
25 - 49.9
37%
Menor
0 - 24.9
18%
100%
16%
90%
14%
80%
70%
12%
Relative Frequency
60%
Cumulative Frequency
10%
50%
8%
40%
6%
30%
4%
20%
2%
10%
0%
0%
0%
45%
90%
135%
180%
Nota: Período mediano de permanência (4,2 anos) e valor mediano de saída (US$ 86,8).
Amostra: 25 Negócios, 15 IPOs & 10 Trade Sales. 7 casos em R$ e 18 casos em US$.
225%
270%
315%
360%
Retorno da TIR
Fonte:2º Censo Indústria Brasileira de PE&VC
67
Retorno excedente sobre CDI*
Saída 2004/05 - 2010
Retorno excedente anual CDI*
Mediana do excedente de retorno 30%
sobre CDI
Quartis
Maior
Faixa
Mediana
25%
20%
170 >
271%
3º
130 - 169.9
141%
2º
105 - 129.9
110%
10%
Menor
80 - 104.9
100%
5%
Relative Frequency
Cumulative Frequency
15%
0%
80%
110%
140%
170%
200%
Nota: Período mediano de permanência (4,2 anos) e valor mediano de saída (US$ 86,8).
Amostra: 25 Negócios, 15 IPOs & 10 Trade Sales. 7 casos em R$ e 18 casos em US$.
230%
260%
290%
100%
95%
90%
85%
80%
75%
70%
65%
60%
55%
50%
45%
40%
35%
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
320%
*CDI, Certificado de depósito interbancário
Fonte:2º Censo Indústria Brasileira de PE&VC
68
Retorno exigido pelas OGs por cada
Investimento
Mediana nominal do retorno esperado (R$ % p.a.)
42,5
35
30
26,25
25
22,5 22,5
19,75 19,5
Dados Macroeconomicos (%)
CDI
Títulos do Gov (LTN)*
Inflação (IPCA)**
Inflação Esperada
11.14
12.5
5.9
4.5
*LTN 01/01/12
**Últimos 12 meses
Fontes: http://www.portalbrasil.net/ipca.htm
http://www.cetip.com.br/
http://www.tesouro.fazenda.gov.br
Focus Forecast 2011
Essa amostra consiste em 77 respostas de 71 Organizações Gestoras de PE&VC.
Copyright @2011. Fundação Getulio Vargas - GVcepe
Fonte:2º Censo Indústria Brasileira de PE&VC
69
O Censo e O Curso de PEVC
• “A Indústria de Private Equity e Venture
Capital – 2º Censo Brasileiro”
• “Introdução ao Private Equity e Venture
Capital para Empreendedores”
• Ambas disponíveis para free download:
http://www.fgv.br/cepe/
O Curso Auto
Auto--Instrucional
A empresa na visão do fundo
Entenda o modelo de negócios
negócios…
…
Driver 1
Driver 1
Driver 2
Receitas
Driver 2
Driver 3
Driver 3
Lucro
Driver 1
Custos
Driver 2
Driver 3
1.
2.
3.
4.
Desenhe os principais drivers
Quantifique as premissas
Teste sensibilidade
Questione as premissas
Entenda a visão do investidor…
Change (Good & Bad News)
People
Context
Opportunity
What can go wrong?
What can go right?
Deal
Pattern
Recognition
Learning
Risk/Reward
Management
Sustentabilidade e Governança

Dimensões:
–
–
–
–
–
–

Geral
Natureza do Produto
Governança Corporativa
Econômico-Financeira
Ambiental
Social
Critérios:
–
–
–
–
SUSTENTABILIDADE
Política
Gestão
Desempenho
Cumprimento Legal
75
Processo de Investimento
Seleção, Due Diligence, Avaliação
Aprovação Preliminar
Aprovação em Comitê de Investimento
Negociação e Aquisição
Gestão
Processo de Investimento e
Desinvestimento
Período de Investimento
Seleção, Estruturação &
Aquisição de Empresas
Selecionadas
2 anos
Período de Desinvestimento
Consolidação do Portfólio de
Empresas, Venda a um player
estratégico ou IPO
Máximo 6 anos
Empresa 1
IPO ou Venda
a um Investidor
Estratégico
Empresa 2
Empresa 3
Empresa N
t0
4 anos
8 anos
Fusões e Aquisições
(M&A)
M&A Activity – U.S. and U.S. CrossCross-Border
Valor de Negócios (USD Bilhões)
1.600
1.400
Valor (USD Bn)
Deals
1.200
1.000
800
Terceira Onda
Anos 60
Conglomerados
Quinta Onda
Anos 90
Sinergias
Telecom
Internet
Quarta Onda
Anos 80
LBOs e Takeovers
600
400
14.000
12.000
10.000
8.000
6.000
4.000
2.000
200
0
0
62 965 968 971 974 977 980 983 986 989 992 995 998 001 004 007
9
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
2
2
Fonte: MergerStat
Número de Negócios
Sexta Onda
Pós 9/11
Estouro da Bolha
Exuberância Irracional
O que Explica o Nível de Atividade de M&A?
• Em geral estes choques estão
relacionados à:
1.
Desregulamentação (telecom
(telecom,, airline e radio nos EUA).
2.
Liberação de comércio (NAFTA, U.E., subsídios ao açúcar).
3.
Mudanças Geopolíticas (Queda do muro de Berlin, reatamento das
relações comerciais com a China).
4.
Mudanças Demográficas (mercados hispânicos nos EUA).
5.
Mudanças Tecnológicas (Microsoft e Cisco).
O que Explica o Nível de Atividade de M&A?
• Em geral estes choques estão relacionados
à:
6.
Inovação em mercados Financeiros (High
(High--yield, junkjunk-bond market
market).
).
7.
Globalização (Crises da Argentina, Rússia, Ásia etc.).
8.
Novas formas organizacionais (Trusts
(Trusts,, conglomerados, LBOs
LBOs).
).
9.
Mudanças de oferta e demanda (aço e produtos de consumo).
10. Mudanças nos mercados de capitais (NASDAQ 2000).
2000).
O que Explica o Nível de Atividade de M&A?
• E mais dois importantes fatores:
–
A Decisão TamanhoTamanho-Simplicidade: a tensão entre escala e foco
–
O papel da Liderança: O Foco do CEO
Worldwide M&A Market
Fonte: Thomsom Financial
Worldwide M&A Market
Fonte: Thomsom Financial
O Mercado de M&A no Brasil
O mercado brasileiro de M&A teve um salto de atividade no final dos anos 90, devido basicamente à
implementação da agenda liberal do governo FHC, que implementou diversas privatizações. Em 2002 e 2003
houve uma forte retração devido principalmente às retração dos mercados acionários e às incertezas políticas
associadas à candidatura de Lula. Em 2007 houve um grande aumento no número de transações domésticas e,
devido à grande liquidez global, e à forte expansão em alguns setores da economia e consolidação em outros.
Entre 2008 e 2009 o mercado se ajustou à Crise Financeira Global e em 2010 está retomando forte atividade.
Fonte: KPMG
O Mercado de M&A no Brasil
Total acumulado de transações por setor desde o Plano Real
Fonte: KPMG
O Mercado de M&A no Brasil
Total acumulado de transações por setor desde o Plano Real
Fonte: KPMG
O Processo de M&A
O Processo de M&A
•
Apesar de existirem diferenças entre um processo de venda e um processo de
compra de uma empresa, algumas etapas fundamentais são comuns entre um
processo de compra e um de venda.
Etapas do processo de compra de uma empresa
Prospecção
(Identificação de
empresas-alvo)
Processo de “Due
Diligence”
Avaliação da
Empresa-alvo e
potenciais
sinergias com o
comprador
Negociação e
fechamento da
transação /
contratos e
acordo de
acionistas
Integração após
a transação
Etapas do processo de venda de uma empresa
Processo de “Due
Diligence”
Avaliação da
Empresa
Preparação dos
“Marketing
Materials” e
preparação dos
administradores
para a venda
Prospecção,
negociação e
fechamento da
transação /
contratos e
acordo de
acionistas
Integração após
a Transação
Due Diligence
• O processo de Due Diligence é talvez o
mais importante em qualquer transação.
Num processo de venda será realizado
somente uma vez no cliente enquanto que
no processo de compra poderá ser
realizado de forma mais rápida no cliente
e de forma mais extensa na empresaempresa-alvo
Due Diligence
• Conhecer melhor as operações da Empresa;
• Conhecer melhor o mercado em que atua;
• Discutir vantagens competitivas e potencial de
crescimento;
• Antecipar potenciais contingências ou
“problemas” que podem influenciar na
negociação da Transação;
• Conhecer a situação financeira da Empresa;
• Reunir premissas para a avaliação da Empresa.
Avaliação
• Uma avaliação cuidadosa e bem elaborada é
fundamental para gerenciar as expectativas tanto do
comprador quanto do vendedor no que se refere à
viabilidade e a faixa de valores de uma transação.
• Adoção de metodologias, aceitas internacionalmente no
mercado financeiro para estimar o valor de cada
Empresa
• DCF
• Múltiplos de Empresas Abertas Comparáveis
• Múltiplos de Transações Precedentes
Avaliação
• Uso de premissas elaboradas pela gerência e
compatíveis com informações de mercado para a
avaliação
• Refletir nas premissas e modelagem o posicionamento
adequado da empresa de forma a maximizar o valor do
negocio
• Avaliação consolidada com sinergias e demonstração do
potencial de criação de valor
• Realizar análises de sensibilidade com as variáveisvariáveischaves, geralmente relacionadas ao crescimento ou às
margens da empresa.
Quanto Vale o seu negócio?
VPL
Definição de VPL:
VPL:
•
VPL é a somatória dos valores do fluxo de
caixa projetados para o futuro, só que já descontados os
juros embutidos em cada um dos valores existentes nas
demais datas do fluxo. A importância deste conceito é
percebida quando se considera a data atual, ou seja, a
data 0 do fluxo de caixa, o momento da tomada de
decisão – investir ou não.
Valor
FC1
FC2
(1+r)1
(1+r)2
FC3
(1+r)3
….
FCn
(1+r)n
TIR
Definição de TIR:
TIR:
•
O cálculo da Taxa Interna de Retorno (TIR), ou IRR
(Internal Rate of Return
Return)) em inglês, de determinado
investimento extrai dele o percentual de ganho que ele
oferece ao investidor, mostrando a remuneração efetiva
do negócio analisado. A TIR faz com que o Valor
Presente Líquido (VPL) seja igual a zero, igualando o
fluxo das receitas ao fluxo das despesas na data 0, por
isto ela aponta os verdadeiros ganhos do negócio.
(PILÃO e HUMMEL)
Fluxo de Caixa Descontado
Fluxo de Caixa para
a Empresa
F1
F2
Crescimento
Esperado
F3
F4
F5
Fn
…..
Perpetuidade
WACC = Custo de Oportunidade do Acionista*(Ações/(Dívida+Ações))+Custo da Dívida*(Dívida/(Dívida+Ações))
Custo de
Oportunidade do
Acionista
Taxa Livre de Risco:
-Sem risco de default
-Sem risco de
reinvestimento
-Na mesma moeda
+
Custo da Dívida
Beta:
-Mede o risco de
mercado
x
Risco Premium:
-Prêmio pela média de
risco do investimento
CAPM: O que é risco?
Risco pode ser definido como a volatilidade em torno de um resultado esperado
esperado::
– É o desvio padrão em torno da média
média..
Risco Total
Risco
Diversificável (Empresa)
•
Específico da empresa
•
Pode ser eliminado por
diversificação
•
Não incluído no retorno esperado
Risco
Não Diversificável (Mercado)
•
Risco econômico relevante para todas as
empresas
•
Não pode ser eliminado por
diversificação
•
Influencia o retorno esperado
CAPM: Risco Total, Risco de Mercado e Risco Específico
 O Risco Específico pode ser eliminado pelos investidores através de um
portifólio diversificado de ações;
 Portanto, espera
espera--se um retorno somente sobre a parte não diversificável do
risco.. A consequência é que o custo do capital próprio deve ser baseado no
risco
risco de se ter uma determinada ação relativo ao risco do mercado
mercado..
Desvio
Padrão
50
Médio (%)
O efeito de ter um portfolio diversificado
45
40
35
30
25
Risco Específico
20
Risco de Mercado
1
5
15
10
Número de Ações
no Portfolio
CAPM: Como Calcular o Beta
Re t or no s da Aç ã o
a ) (R
Outra maneira de se calcular o beta é através da análise dos betas de empresas
comparáveis (peers) .
-50%
Ra =
50%
* Rm +
40%
y = 1.0788x + 0.0073
R2 = 0.8987
30%
20%
10%
0%
-40%
-30%
-20%
-10%
-10%
0%
-20%
-30%
-40%
-50%
Retornos do Mercado (Rm)
10%
20%
30%
CAPM: Interpretação do Beta
y = 1.0335x + 0.0005
AWA
Linear (AWA)
15.0%
12.5%
 Beta = 1.0
10.0%
7.5%
5.0%
2.5%
0.0%
-15.0 -12.5 -10.0 -7.5 -5.0 -2.5 0.0% 2.5% 5.0% 7.5% 10.0 12.5 15.0
-2.5%
%
%
%
%
%
%
%
%
%
-5.0%
-7.5%
-10.0%
-12.5%
-15.0%
y = 1.5308x - 4E-05
NWAC
Linear (NWAC)
15.0%
12.5%
– As oscilações dos retornos das ações de uma
empresa são iguais às oscilações do mercado e,
portanto, possuem o mesmo grau de risco.
 Beta > 1.0
10.0%
7.5%
5.0%
2.5%
0.0%
-15. -12. -10. -7.5 -5.0 -2.5 0.0
-2.5%
0% 5% 0% %
%
%
%
-5.0%
2.5
%
5.0
%
7.5 10.0 12.5 15.0
%
%
%
%
-7.5%
-10.0%
-12.5%
-15.0%
y = 0.6153x + 0.0011
RYAAY
Linear (RYAAY)
15.0%
12.5%
10.0%
– As variações dos retornos das ações de uma
empresa são maiores do que as variações do
mercado e, desse modo, essas ações são mais
arriscadas do que o mercado como um todo.
 Beta < 1.0
7.5%
5.0%
2.5%
0.0%
-15. -12. -10. -7.5 -5.0 -2.5 0.0
-2.5%
0% 5% 0% %
%
%
%
-5.0%
-7.5%
-10.0%
-12.5%
-15.0%
2.5
%
5.0
%
7.5 10.0 12.5 15.0
%
%
%
%
– Os retornos das ações de uma empresa são
menos sensíveis à flutuações do mercado. Essas
ações são menos arriscadas do que o mercado.
Custo Médio Ponderado de
Capital
• CAPM (Capital Asset Pricing Model)
Taxa de Retorno Requerida
pelo Acionista
• CAPM (Capital Asset Pricing Model)
Fluxo de Caixa = Variação da
Conta Caixa
Fluxo de Caixa
Ativo
Passivo
Lucro Operacional
Caixa
Contas
A Pagar
(+) Depreciação
C/R
EBITDA / LAJIR
Estoque
(-) Capex
(-) /\ Cap. Giro
Fluxo de Caixa
Ativo
Fixo
Dívida
Patrimônio
Líquido
DRE
Receita
(-) Despesa
Lucro Op.
(-) Juros
(-) Impostos
Lucro Líquido
O Luco flui via Patrimonio
Liquido
Fluxo de Caixa
Ativo
Passivo
Lucro Operacional
Caixa
Contas
A Pagar
(+) Depreciação
C/R
EBITDA / LAJIR
Estoque
(-) Capex
(-) /\ Cap. Giro
Fluxo de Caixa
Ativo
Fixo
Dívida
Patrimônio
Líquido
DRE
Receita
(-) Despesa
Lucro Op.
(-) Juros
(-) Impostos
Lucro Líquido
Capex e Depreciação não
passam por DRE
Fluxo de Caixa
Ativo
Passivo
Lucro Operacional
Caixa
Contas
A Pagar
(+) Depreciação
C/R
EBITDA / LAJIR
Estoque
(-) Capex
(-) /\ Cap. Giro
Fluxo de Caixa
Ativo
Fixo
Dívida
Patrimônio
Líquido
DRE
Receita
(-) Despesa
Lucro Op.
(-) Juros
(-) Impostos
Lucro Líquido
Variação do Capital de Giro
Fluxo de Caixa
Ativo
Passivo
Lucro Operacional
Caixa
Contas
A Pagar
(+) Depreciação
C/R
EBITDA / LAJIR
Estoque
(-) Capex
(-) /\ Cap. Giro
Fluxo de Caixa
Ativo
Fixo
Dívida
Patrimônio
Líquido
DRE
Receita
(-) Despesa
Lucro Op.
(-) Juros
(-) Impostos
Lucro Líquido
E Dívidas, Juros e Impostos?
Fluxo de Caixa
Ativo
Passivo
Lucro Operacional
Caixa
Contas
A Pagar
(+) Depreciação
C/R
EBITDA / LAJIR
Estoque
(-) Capex
(-) /\ Cap. Giro
Fluxo de Caixa
Ativo
Fixo
Dívida
Patrimônio
Líquido
DRE
Receita
(-) Despesa
Lucro Op.
(-) Juros
(-) Impostos
Lucro Líquido
Taxa de Desconto reflete estas
variações
Fluxo de Caixa
Ativo
Passivo
Lucro Operacional
Caixa
Contas
A Pagar
(+) Depreciação
C/R
EBITDA / LAJIR
Estoque
(-) Capex
(-) /\ Cap. Giro
Ativo
Fixo
Fluxo de Caixa
Taxa de Desconto (WACC)
Dívida
Patrimônio
Líquido
DRE
Receita
(-) Despesa
Lucro Op.
(-) Juros
(-) Impostos
Lucro Líquido
Preparação / Negociação
• No caso de uma venda, após a avaliação, o
assessor financeiro elabora os “Marketing
Materials”,
Materials
”,
• seleciona potenciais investidores e os convida
para realizar diligências na empresa. No caso
de uma compra, o resultado da diligência e
avaliação é apresentado para o cliente e passapassa se para a fase de negociação e elaboração de
documentação.
Preparação / Negociação
• Na fase de preparação o assessor financeiro elaborará
materiais como “Information
“Information Memorandum
Memorandum”” e
“Management Presentation
Presentation”” que retratarão a empresa
de forma profissional ressaltando pontos positivos bem
como riscos de um investimento na Empresa e
facilitando a análise de potenciais investidores;
• Na fase de prospecção a seleção de potenciais
investidores é feita com base em conhecimento de
mercado (perfil do portifólio dos potenciais investidores)
bem como baseado em uma análise criteriosa dos
objetivos da empresa (estratégicos e financeiros);
Preparação / Negociação
• Após um processo de diligência dos
investidores, um ou mais investidores são
selecionados para negociar acordos de
acionistas e acordos de compra e venda de
ações. Os contratos podem ser estruturados
com várias características de governança
corporativa.
Potenciais Investidores
Estratégicos
Expertise na indústria;
Comprometimento de longo prazo;
Recursos financeiros + gerenciais;
Possivelmente procura controle do capital;
Alavancagem operacional e outras
potenciais sinergias;
 Exemplos: Siderúrgica local e siderúrgica
estrangeiras.





Financeiros
 Horizonte de investimento limitado (3-5
anos);
 Exigência de taxas de retorno;
 Recursos gerenciais e conhecimentos da
indústria limitados;
 Seleção de Investidores envolve análise
das características de investimento
mínimo, máximo, estágio de negócios,
indústrias preferenciais e portifólio atual;
 Geralmente não assume o controle;
 Exemplos: Private Equity, Venture Capital,
High Net Worth Individuals, Fundos de
Pensão, etc.
Obrigado!
Café da Manhã Anefac
Anefac::
Como atrair um fundo para
investir em sua empresa
Rodrigo Lara
TGX Capital
[email protected]
Rio de Janeiro, Agosto de 2011

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