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CORREIO INTERNACIONAL N.° 10
Apresentação
A
Correio Internacional
é uma publicação
de Editora Lorca S.A.
Rua Paulo Dias 53,
CEP: 04109-060, Aclimação,
São Paulo, SP, Brasil
Impressão
Proyeto IP Grafis
Rua Dom Bosco, 70
CEP: 03105-020,
Mooca, São Paulo,
SP, Brasil
Editor Responsável
Alejandro Iturbe
Projeto gráfico
Victor Bud
Diagramação
Natalia Estrada
Tradução
Érika Andreassy
Gleice Oliveira
Jéssica Augusti
Márcio Palmares
Marcos Margarido
Nívia Leão
Raquel Polla
Suely Corvacho
Thaí Rossi
ISSN 2179-118X
edição número 10 da revista
Correio Internacional apresenta, como tema principal
da seção Atualidade, uma análise da
situação dos processos revolucionários
no Norte da África e no Oriente
Médio, iniciados há dois anos na Tunísia. Primeiro, analisamos a situação
de três países: o Egito, com a contradição de que continua um forte processo de luta no contexto de um
regime dominado pelos militares, que
se manteve parcialmente reciclado
pelo acordo com a Irmandade Muçulmana; a Líbia, onde, depois da queda
do regime de Kadafi, a burguesia conseguiu recompor parcialmente o Estado e o exército burgueses; e a Síria,
país em que a guerra civil exibe um
equilíbrio relativo entre os rebeldes e
o regime de Assad. No mesmo artigo,
retomamos a polêmica sobre se esses
processos são ou não revoluções e
qual deve ser a posição dos revolucionários em relação a eles. A seção completa-se com entrevistas com Sara Al
Suri (ativista síria), Soraya Misleh (ativista palestino-brasileira) e um artigo
sobre as recentes eleições em Israel.
Na seção Europa, abordamos o candente tema das nacionalidades, muito
vigente na Espanha a partir dos processos catalão e basco, mas também
em vários outros países, como a Escócia ou falsamente reivindicado pelos
flamengos (Bélgica) e pela Liga Norte
(Itália). Neste artigo, recordamos as
posições e as análises de Lenin, que
constituem toda uma referência sobre
o tema, ao combinar a defesa do direito à autodeterminação, aplicável
em casos como o dos catalães, com a
proposta de manter a unidade da
classe operária para além de suas nacionalidades. Ao mesmo tempo, explica-se por que não temos essa
mesma posição em outros casos,
como o da Liga Norte italiana, cuja
reivindicação caracterizamos como
reacionária.
Apresentamos também um dossiê
sobre o 8 de março, Dia Internacional
da Mulher, com um artigo sobre a legalização do aborto no Uruguai e um
sobre as mobilizações massivas na
Índia contra o estupro coletivo e a
consequente morte de uma jovem
universitária. Nesta seção, incluímos,
ainda, a continuação da campanha de
busca por nossa companheira desaparecida Carolina Garzón, fato que possivelmente está ligado ao sinistro
tráfico de pessoas para a prostituição.
Na seção Países, apresentamos artigos sobre o significado e as perspectivas da reeleição de Obama, nos EUA,
e sobre a doença de Hugo Chávez, na
Venezuela. Em relação à Reorganização, analisamos a fundação da coordenação sindical de lutas No Austerity
e a convocação ao Encontro Sindical
Internacional de Paris, que será realizado entre os dias 22 e 24 de março
por várias organizações sindicais.
Finalmente, sobre a vida da LIT-QI,
apresentamos artigos sobre o ato realizado em Buenos Aires, no dia 1º de
dezembro de 2012, o ponto mais alto
da campanha comemorativa dos 30
anos de sua fundação, e uma nota referente à legalização e à participação
eleitoral de várias de suas seções.
O EDITOR
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