Mangostão e Fibromialgia

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Mangostão e Fibromialgia
MANGOSTÃO E FIBROMIALGIA
O texto seguinte é uma tradução do original em inglês do Dr. J. Frederic Templeman
A Fibromialgia é uma condição caracterizada por dores crónicas músculoesqueléticas em todo o corpo que, podem durar meses ou anos. A dor é acompanhada
de fadiga (com ou sem perturbação do sono) e pontos nos músculos, como
descreverei mais tarde.
No entanto, o verdadeiro impacto da fibromialgia nas suas vítimas é muito maior do que apenas a incansável
dor e a exaustão total descrita em textos médicos simplesmente como "fadiga".
Ansiedade e depressão são também quase universais
nos pacientes. O Sindroma da Fadiga crónica,
sindroma do intestino irritado, dores de cabeça e transtorno do pânico frequentemente coexistem com a
fibromialgia.
80% dos pacientes são mulheres, geralmente entre 30 e 50 anos. Enquanto alguns médicos especialistas
acham que a doença pode ser detectada desde o século 17, sobre uma variedade de nomes, a maioria acredita
que a doença é uma nova e que surgiu apenas nas quatro últimas décadas do século 20.
Causa
A causa da fibromialgia permanece desconhecida, contudo alguns factores podem precipitá-la, incluindo:
- Sindroma da fadiga crónica
- Doenças virais
- Infecção do vírus da SIDA
- Traumas físicos como os causados por acidentes de automóvel
- Traumas emocionais ou choques psicológicos
- Infecções bacterianas como a doença de Lyme
- Medicações (esteróides em particular)
Na minha própria experiência, as infecções virais parecem ser a precipitação mais comum e a única da lista
que podem razoavelmente contar para a propagação observada da doença que agora é
semelhante a uma epidemia. A ausência de um claro motivo de fibromialgia persiste apesar da exaustiva
investigação sobre a doença nos últimos dez anos.
Diagnósticos
O Colégio Americano de Reumatologia, propôs critérios de diagnóstico em 1990, que exigia dor
generalizada com pelo menos três meses de duração, em combinação com dor à palpação com pelo menos 11
de 18 pontos específicos (ver gráfico). No entanto, em 2004, esta definição parece ultrapassada e muitos
médicos modificaram os critérios de diagnóstico.
Figura 1
Intervenção
Apesar de décadas de investigação e tentativas de tratamento, até a chegada do mangostão,
nenhuma terapêutica já tinha sido eficaz em mais de 45% dos pacientes. Devido a este retumbante
fracasso, tenho esta secção intitulada 'intervenção' em vez de 'tratamento'.
O exercício aeróbio tem comprovado o alívio da dor e a redução de anormalidades do sono
(o estádio IV do sono é perturbado na fibromialgia). Os efeitos são de longa duração, se o doente
for fiel aos exercícios. Num estudo efectuado, os colchões magnéticos e a electro-acunpuntura
foram úteis. Muitas intervenções na dieta têm sido tentadas, mas apenas a dieta vegetariana com
pouco sal produziu resultados favoráveis a longo prazo. As intervenções naturopaticas, infelizmente
não forneceram resultados impressionantes.
Na medicina tradicional, um amplo espectro de medicações têm sido utilizadas, mas, que eu saiba,
nenhum medicamento tem obtido uma indicação oficial para o tratamento da fibromialgia.
Este facto explica a frustração das experiências médicas quando tentam tratar os doentes de
fibromialgia. No entanto, as frustrações e confusões médicas são excedidas pelas dos pacientes que
sofrem tantas vezes sem alívio.
Amitriptilina, um velho medicamento anti depressivo (juntamente com outros fármacos da mesma
classe) tem sido útil no alívio de alguma dor, o Prozac, Paxil, Zoloft, são tipos de droga que também
são geralmente prescritos, mas os estudos não confirmam os alívios dos sintomas da fibromialgia,
embora muitas vezes ajudem a ansiedade e depressão.
Os anti-inflamatórios não provaram serem úteis no tratamento dos sintomas.
O uso de narcóticos no alívio de dores é controversa, mas muitos médicos (eu próprio incluído)
usámos, apesar dos adversos efeitos colaterais, quando a dor não poderia ser eficazmente aliviada
por nenhuns outros meios. Agora, com o advento do mangostão, eu já não preciso de prescrever os
narcóticos.
SINTOMAS E O PAPEL DO MANGOSTÃO
DOR
A dor da fibromialgia lembra a dor das doenças neurológicas. É muitas vezes descrita como
“ardente”.
A TAC - Tomografia Axial Computorizada, mostra um reduzido fluxo sanguíneo para as partes do
cérebro onde é feita a percepção e processamento da dor. Anormalidades nos neurotransmissores
(substâncias químicas que carregam instruções entre as células nervosas) também foram
consistentemente encontrados em pacientes de fibromialgia. Todos estes achados levam à conclusão
de que a fibromialgia provoca danos no sistema nervoso central, o que resulta na percepção
distorcida da dor no resto do corpo. A hypalgesia (maior percepção da dor) e allodynia (dor de um
estímulo inócuo como um sopro de ar frio sobre a pele) são apenas duas das várias distorções da
dor.
O mangostão contém um inibidor selectivo COX 2, o único botânico comprovado pela investigação
a possuir tais propriedades. COX 2 é uma enzima constitutiva (ou seja, sempre presente) no líquido
cefalorraquidiano e directamente envolvidos na percepção da dor. A supressão da COX 2 pelo
mangostão é o meio pelo qual se presume que a dor da fibromialgia é modificada. No entanto, a
rapidez com que os actua varia muito de indivíduo para indivíduo. Em algumas experiências há
melhorias em uma ou duas semanas, enquanto outros podem ter de esperar até três meses para que
os efeitos se façam sentir.
ANORMALIDADES DO SONO
A perturbação do sono é comum na fibromialgia. A fase mais profunda do sono (fase IV), que é
essencial para o sono ser restaurador, estando em causa a energia e vigor é a mais prejudicada. O
nexo de causalidade entre a perturbação do sono e fibromialgia, no entanto, não está claro nem a
perturbação do sono está presente em todos os casos de fibromialgia. Quando ela existe, os
xanthones do mangostão parecem capazes de restaurar o sono normal restaurador, na minha
experiência clínica.
FADIGA
A fadiga que se torna incapacitante durante exacerbações da doença torna difícil a diferenciação do
sindroma da fadiga crónica (que muitas vezes coexistem). Muitas vezes a fadiga mais do que a dor
leva a que os pacientes se tornem deprimidos. A capacidade do mangostão para fornecer energia é
saudada pelos pacientes de fibromialgia. Quando a depressão e ansiedade estão presentes, elas são
muitas vezes aliviadas.
PONTOS DE TOQUE
Os pontos de toque (ver figura 1) no músculo e tecidos superficiais são largamente utilizados para
estabelecer um diagnóstico. A aplicação de uma pequena pressão com um dedo sobre qualquer um
desses pontos produz dores, embora a biopsia muscular dos pontos de toque não tenha revelado
inflamação ou significativa degeneração da fibra muscular. Na maioria dos pacientes, existem
variações dos padrões de diagnóstico dos pontos de toque conforme consta no diagrama.
SUMÁRIO
O Mangostão efectivamente alivia a dor, a sensibilidade muscular, fadiga e distúrbios do sono da
fibromialgia. Embora nenhuma outra intervenção alguma vez tenha ajudado sequer 45% dos
pacientes, na minha experiência, o mangostão pode trazer alívio, seja total ou parcial, a mais de
60% dos doentes. Por esse motivo, ele parece ser o tratamento mais eficaz, disponível para uma
doença que afecta milhões.
Finalmente, o uso diário do mangostão traz a luta dos xanthones sobre a infecção para o corpo e
enfraquece a probabilidade de infecções que podem causar fibromialgia.
DOSE RECOMENDADA
30ml a 60ml, antes de cada refeição.
O Dr. Templeman é um médico dos cuidados primários, com mais de vinte anos de experiência
clínica.
Como Director da Phytoceutical Medical Research, o Dr. Templeman é responsável pelo
desenvolvimento de projectos de investigação, bem como a avaliação dos dados clínicos. Ele é
procurado internacionalmente como orador e autor sobre saúde, nutrição, e as propriedades
curativas do mangostão.
O Dr. Templeman viaja regularmente ao sudeste asiático, onde criou inúmeras parcerias com
cientistas de vários países, a fim de fazer uma pesquisa mais aprofundada sobre o mangostão e os
poderosos Xanthones.
Para além das suas actuais responsabilidades, oferece regularmente os seus serviços como médico
voluntário nos países do terceiro mundo, fornecendo ajuda médica essencial para a pobreza que
atinge as comunidades isoladas.
O Dr. Templeman e sua esposa Michele são os pais de 10 crianças e residem actualmente no Utah,
Estados Unidos da América.

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