Regras para ser feliz

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Regras para ser feliz
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Ribeirão Preto - SP
Ano XI - Nº 131
março/2011
A dança do pau-de-fitas ou dança das fitas é uma
dança folclórica coreografada originária da Europa,
trazida ao Brasil pelos portugueses e encontrável
nas tradições de quase todos os povos do mundo.
A coreografia desenvolve-se como uma ciranda de
participantes, em número de quatro ou seus múltiplos. Metade das fitas é manipulada por homens e a
outra metade por mulheres, que orbitam ao redor de
um mastro central (pau) com cerca de 3 metros de
altura fincado no chão. O peculiar é que no topo do
mastro são presas as pontas de longas fitas coloridas,
cuja extremidade pendente é sustentada por cada
dançante. Durante a translação em zigue-zague em
torno do fulcro central, as fitas vão sendo trançadas,
encurtando a parte pendente até que fique impossível prosseguir. Faz-se após o movimento contrário,
destrançando as fitas.
Há variações na música e instrumentos por causa
da regionalização. São frequentes conjuntos musicais compostos por violão, cavaquinho, pandeiro e
acordeão.
Portugal - Chamada de dança das Fitas ou do
Mastro faz parte dos festejos da dança de Garvão.
Nos Açores é chamada de dança do Cadarço.
Brasil - No Brasil teve grande popularidade durante as festas de Reis, do Divino, do Natal, do Anobom. Hoje, embora mais rara, ainda é encontrada
em vários pontos do país, recebendo nomes diversos: trancelim (Crato CE) e dança-do-trancelim
(região do Cariri, no Ceará), dança-das-fitas (São
Paulo), dança-da-trança, dança-do-mastro ou trança-fita (Minas Gerais), vilão (Pernambuco e zona
rural de Varginha, MG). Segundo Luís da Câmara
Cascudo, é também conhecido como trançado, engenho ou moinho. Também chamada jardineira e
trança esta dança se disseminou nos estados do Rio
Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, dançada
especialmente durante festejos de origem açoriana,
gaúcha, alemã e festas juninas. Em Santa Catarina é
sempre precedida pela jardineira; no Rio Grande do
Su1 é dançada juntamente com a jardineira e o boizinho. No Rio Grande do Norte aparece no final do
bumba-meu-boi, com o nome de engenho-de-fitas.
Na Amazônia é parte da dança-do-tipiti.
Editorial
Curso - Oficinas - Palestras - Workshops
E o palhaço o que é? É ladrão de mulher.
Começava assim a sessão de circo. Eu, sentadinha, esperando para vê-lo entrar, com seu sapato enorme,
a caratonha branca, a boca descomunal e vermelha, a peruca de parcos cabelos, a roupa colorida. O Palhaço,
que alegria! Homens, mulheres, adultos, crianças, todos presos às suas graças, todos agradecidos pelo momento de não precisar ser sério, de poder rir de bobagens, de esperar o óbvio e divertir-se com ele.
Admiro e muito os palhaços. Eu, que abomino parecer ridícula sinto uma inveja louca desses artistas que
se expõem sem preocupação alguma, só para divertir os outros. Isso é ato de doar!
Aliás, não concordo quando comparamos palhaços às pessoas tolas. Não concordo que digamos: olha nosso nariz de palhaço quando somos enganadas por alguém seja em nossas casas, seja em nosso serviço, seja
na política. O dicionário conta que palhaço pode significar aquele que faz papel de ridículo, e ridículo significa também cômico e rísivel. O palhaço é cômico e faz rir e muito. Não é tolo, não é bobo. É um artista que
torna a nossa vida melhor. Alguém que abdica de empáfias: nem mostra seu verdadeiro rosto! Alguém que
consegue fazer rir mesmo através da repetição, pois as besteiras que diz apontam para os erros de todos nós,
eternos claudicantes no circo da vida. Alguém que pode representar a tristeza, a injustiça, a desesperança,
a pobreza, e ainda assim angariar risadas. Que pode veicular cultura e dar, também, bons exemplos, sempre
vestido de leveza e graça.
Grande Palhaço foi Chaplin com sua bengalinha, seu chapéu coco, seus olhos borrados a contar estórias
dos desajustados e desvalidos, a zombar da tirania e de desmandos, a quem Carlos Drummond de Andrade
homenageou no poema Canto ao Homem do Povo Charle Chaplin: “ó Carlito, meu e nosso amigo, teus sapatos e teu bigode caminham numa estrada de pó e de esperança.”
Grande Palhaço foi Piolin, nascido em 1897, na cidade de Ribeirão Preto, artista completo, tocador de
violino e clarineta, engolidor de espadas, mímico, comparável aos melhores cômicos do mundo que foi homenageado por Jair Ianni em seu livro Piolin - a trajetória iluminada do maior palhaço brasileiro.
Há outros admiráveis homens, palhaços, não tão famosos, mas igualmente dignos de admiração. Homens
que alegraram pequenas e grandes cidades, com suas tendas montadas, redondas, sinônimo de congraçamento, com poucos ajudantes, muito trabalho, muita vocação, e muita vontade de se apresentar.
No dia 27 de março, que é Dia do Circo, que tal homenagear Arrelia e Pimentinha lembrando seu jargão
hilariante: Como vai, como vai, como vai, vai, vai?
E Carequinha e sua gravação “O Bom Menino”. Bonitinha, quer ver? “O bom Menino não faz pipi na
cama / O bom menino não faz mal-criação / o bom menino vai sempre à escola...”
E o Palhaço Picolino que em 2010, aos 87 anos de idade, deu uma entrevista em que dizia não gostar que
as pessoas usassem narizes vermelhos como forma de protesto. “Pois ser palhaço é coisa séria!”
Para homenagear mais um pouco e terminar nossa conversa aí vai um poema sobre o palhaço.
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palestras e workshops.
Meu Palhaço(*)
Busco o poema
Para o palhaço
Que habita em mim.
Gargalhante
colorido
Sem idade.
Palhaço reflexo
comediante e
trágico
deve ser mágico
o meu objeto de culto
Grandeza cósmica
máscara de anjo
o Palhaço do meu
circo íntimo
Ribeirão Preto - SP
Março
12 – Curso de Florais de Bach – Módulo I – Ribeirão Preto / SP –
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Sathya Sai Baba – Ribeirão Preto / SP – Informações: (16) (16)
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17 – Curso de Psicofilosofia Huna – Ribeirão Preto / SP – Informações: (16) 3621 9225 / 3621 8407 / 9992 3408 / 9992 6596.
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19 – Oficina de Estórias com Barbantes – Ribeirão Preto / SP –
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19 – Workshop “Conscientizar e Direcionar as Emoções – Medo”
– Ribeirão Preto / SP - Informações: (16) 3011 8018 / 3621 8407
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19 e 20 - Curso de Física Quântica e Metafísica na Saúde – Primeira Etapa - São Paulo / SP – Informações: (11) 3013 2140.
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26 e 27 - Curso de Física Quântica e Metafísica na Saúde – Primeira Etapa – Ribeirão Preto / SP – Informações: (16) 3941 6116.
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Preto / SP - Informações - (16) 3021 5259 / 8190 7333 / 9962
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(*) Ecos do Outono - Jair Ianni
Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz
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LEMBRANÇAS D’ANTANHO
“Qual foi a melhor coisa...?”
O senhor esqueceu uma coisa - reclamou o meu
filho de seis anos, no momento em que me curvei
para dar-lhe boa-noite com um beijo. - O senhor se
esqueceu de me perguntar qual foi a melhor coisa
que me aconteceu hoje.
- Desculpe. Esqueci mesmo.
Sentei-me na beira da cama e esperei. Finalmente
êle murmurou:
- Foi pescar aquele peixinho... meu primeiro peixinho - disse, ajeitando-se na cama. - Boa noite, papai.
Todos nós temos um momento diário de completa
solidão. Quando é murmurado o último boa-noite e
a cabeça repousa sobre o travesseiro, a alma fica a
sós com os pensamentos. É então que me pergunto:
“Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje?” As
horas que passei desperto podem ter sido cheias de
tensão e até de sofrimento. Mas, como quer que o
dia se tenha escoado, há sempre uma coisa que foi
“a melhor”.
Raramente é uma grande coisa. Na maioria das
vezes é um fugaz encantamento. Receber uma carta inesperada de um amigo... Nadar em água fresca
num dia escaldante... Camélias nos jardins...
Há sempre alguma coisa, e por essa razão eu nunca em minha vida tomei uma pílula para dormir. Duvido que meu filho também venha a precisar disso,
se tiver em mente que a felicidade não é um objetivo
que depende de algum acontecimento futuro: ela está
conosco todos os dias... Basta fazermos um esforço
para identificá-la.
J. Harvey Howells, em “This Week Magazine”
Fonte: Seleções do Reader’s Digest
agosto de 1959.
Regras para ser feliz
Um conto... Uma reflexão...
Conta-se que um homem de
negócios, após longos anos de
trabalho árduo, conseguiu juntar
significativa fortuna.
Apesar de todo o dinheiro que
possuía, porém, o empresário sentia-se infeliz. Desejava a felicidade, mas um grande vazio lhe perturbava a alma. As atribulações
das horas lhe roubavam a paz.
Um dia, ouviu falar de um velho sábio conhecedor de regras
eficientes para quem desejava ser
feliz.
O executivo não teve dúvidas.
Muniu-se dos recursos necessários e saiu a procurá-lo. Após longa e exaustiva busca, chegou ao
lugarejo onde residia o tal sábio.
Com mais algumas indicações,
lá estava ele, frente a frente com
o ancião.
A expectativa era tanta que ele
foi direto ao assunto.
“Ouvi dizer que o senhor sabe
a receita da conquista da felicidade, e o que mais desejo é ser feliz,
pode me ajudar?”, perguntou ansioso.
“Bem”, respondeu o sábio, “na
verdade, as regras são muito simples.”
Então o sábio contou-lhe quais
eram elas: “A primeira é prestar
atenção. A segunda é prestar atenção. E a terceira e última é prestar
muita atenção”.
O executivo pensou que o sábio
só podia estar brincando, mas depois de ouvir algumas considerações foi mudando de ideia.
O ancião continuou sua exposição com sabedoria:
“Quem presta atenção em tudo
o que acontece nos minutos de
sua vida consegue ser feliz. Preste
atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudá-las na medida
do possível. Ao fazer uma refeição,
aproveite bem o momento. Preste
atenção nos alimentos que ingere,
sinta o seu sabor. Preste atenção
em tudo em sua volta... Olhe com
atenção uma noite enluarada, um
amanhecer de ouro... Contemple,
com atenção, um jardim que explode em perfumes e cores, uma
cascata sobre a montanha rochosa. Observe com atenção um bando multicor de aves cruzando os
ares. Ouça atentamente o canto de
um pássaro solitário. Preste atenção na chuva que cai abençoando
o solo. Imagine os lençóis d’água
no subsolo, espalhando fertilidade
e vida. Detenha-se a observar o
trabalho das formigas, sua organização, sua perseverança. Acompanhe com atenção o desabrochar
de uma rosa, sinta o seu perfume.
Enfim, observe atentamente os
pequenos ‘nadas’ em seu redor.
Em pouco tempo, você perceberá
que há muito mais coisas boas do
que ruins, e isso o fará feliz”.
Depois de ouvir atentamente os conselhos do velho sábio, o
empresário já estava se sentindo
mais alegre e disposto a lutar pela
felicidade tão almejada.
Fonte: Valores Humanos na
Educação – Editora Gente
(Órgãos x Dentes) Dente 5 – Primeiro Pré-Molar
Pré Molar
Órgão do sentido – células etimóides / olho / seio do maxilar.
Musculatura – tronco / extremidades.
Juntas – radial (mão) / pé / dedão do pé / ombro / cotovelo.
Segmentos da espinha dorsal - C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5.
Vértebra - C5,6,7 / T3,4 / L4,5.
Glândulas endócrinas – pituitária lobo posterior / tireóide.
Órgão (Yin) – pulmão (D) / fígado / pâncreas.
Órgãos (Yang) – intestino grosso (D) / estômago.
Elemento – Metal.
Meridiano – intestino grosso.
Emoções (positivas) – Excitação / propósito / autoestima / afeição.
Emoções (negativas) – Aflição / condenação / não aceitação / amor / dor.
Outros relacionamentos – Doença dos olhos, aspectos de esquizofrenia, distonia vegetativa, etc.
Fonte: http://www.secretofthieves.com
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A participação nas Constelações
Sistêmicas como possibilitadora
de mudanças
Tanto para o cliente como para
o representante nas constelações
é possível que as mudanças ocorram a partir da participação em
grupos de trabalhos de constelações sistêmicas. O representante
também “vai” em seu campo familiar, onde se encontram seus
próprios nós, consciente e/ou inconscientemente, pois sua mente está ligada, através do poder
da atenção, ao campo do outro e
concomitantemente a seu próprio
campo. E a mente atenta, como
afirma Sheldrake, vai além das
fronteiras do corpo.
Quando se participa de constelações sistêmicas familiares ou
empresariais, o “campo” parece
se abrir. Mesmo que a pessoa não
tenha um ganho de consciência
daquilo que ocorre em seu sistema
familiar, há uma possibilidade de
mudança, com ou sem elaboração
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mental, pois se entra em diferentes papéis: mãe, pai, irmãos, tios,
avós, assassino, suicida, abortado, por exemplo. E vivencia-se
o drama, o conflito constelado
naquele sistema, tão diferente e
tão igual ao da pessoa que apenas
participa.
Em minhas observações, especialmente pelo que os clientes
contam após os grupos onde ocorreram várias constelações e houve a possibilidade da participação
em muitos papéis, é que se sentem
“constelados”, sente-se que seu
campo se abriu para que eles pudessem compreender com a alma,
a diversidade, a complexidade e
as possibilidades / impossibilidades em suas histórias familiares.
Isso ocorre abordando-se tanto a
dinâmica atual na família como
situações mais distantes na vida
dos pais, avós e outros parentes
conhecidos mais próximos.
A mente consegue ir onde está
o emaranhamento, em “lugares”
que fazem parte do inconsciente coletivo. Este é um fenômeno
natural para o ser humano e não
tem nada a ver com religião. É um
fenômeno perceptivo, ligado ao
campo mental ou campo perceptivo, “que tem sua raiz dentro do
cérebro, mas se projeta para fora
de modo a nos ligar ao mundo que
percebemos ao nosso redor”.
Esses campos são definidos
por Sheldrake como regiões de
influência, ligam as coisas entre
si e são responsáveis por muitos
tipos de interação no mundo natural. Este autor cita como exemplo, entre tantos outros, o campo
gravitacional da Terra, que “vai
muito além dos limites da atmosfera de nosso planeta e mantém
a Lua ligada à sua órbita. É um
campo que está dentro da Terra e
também ao redor dela”.
Cita ainda, as inúmeras modernas tecnologias, com campos
invisíveis, como os telefones celulares e o campo eletromagnético,
onde a intromissão e a extramissão ocorrem, invisivelmente.
É possível se sentir desafiado
pela intensidade e profundidade
da participação nas constelações
e, em seguida, ir buscar um pouco mais de conteúdo em termos
teóricos. Talvez a leitura seja útil
também para encorajar a pessoa a
configurar seu sistema.
Um participante de constelações sistêmicas dá seu depoimento: “Fiquei mais sensível logo
depois de participar como representante em relação aos meus
pensamentos, fiquei tentando encontrar respostas para algumas
questões de minha vida, questionamentos em relação aos meus
posicionamentos frente a algumas
situações”.
Ana Lucia Braga
Terapeuta de Constelações
Sistêmicas
Terapeuta Corporal
Neo-Reichiana
Tel.: (16) 3021 5490
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AS ASSINATURAS DE DEUS
Lembro-me. Eu mocinha, maravilhada com o mar. Temerosa e ousada
em busca de enfrentá-lo, com medo
de afogar-me. Eu, menina, fascinada
pelo céu azul, as nuvens brincando
de mudar de forma e, eu a decifrá-las.
Eu, mulher enamorada a contemplar
as estrelas, certa de que ali estavam
para prestar homenagem a meu coração flechado. Os esplendores, sob
meu nariz, eu a questionar-me: quem
é o criador de tantas belezas?
Impossível ignorá-lo. Impossível não acreditar nele. Interessante
é que muitas vezes eu imaginava as
paisagens, as belezas naturais como
se fossem quadros assinados com letra dourada e fugidia, pois ali estaria
escrito o nome pelo qual gostaríamos
de conhecer o pintor: Deus, Inteligência Suprema, Grande Criador, Grande
Espírito.
Assim, não fiquei nada surpreeendida ao tomar cohecimento dos
escritos de um certo Jakob Böheme,
filósofo e místico alemão, sugerindo
que Deus marca os objetos com um
sinal ou assinatura. As plantas, por
exemplo, possuem partes que se assemelham a partes do corpo humano
e podem curá-las. Böhme postula,
também, que não existe nenhuma
coisa na natureza ou dada à luz que
não revele exteriormente sua forma
interior, porque tudo que é íntimo
tende sempre a manifestar-se. É por
isso que a assinatura constiui uma
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fonte de compreensão através da qual
o homem não só se conhece a si próprio, mas pode aprender a reconhecer
a essência de todos os seres. J.W von
Goethe, dizia que “poderia existir um
outro modo de considerar a natureza. Não em seus aspectos isolados e
fragmentários, mas como uma coisa atuante e vivente, procurando-se
apresentá-la como uma totalidade que
se esforça por evidenciar-se em suas
várias partes”.
Leonardo da Vinci observou que
“O olho, que é chamado de a janela da
alma, é o principal meio pelo qual a
compreensão pode mais plena e abundantemente apreciar as infinitas obras
da natureza”.
Seguindo esta linha, também não
fiquei surpresa, também, ao verificar
que o Doutor Edward Bach, médico,
bacteriologista e homeopata, ao desenvolver seu sistema de florais, baseou-se nas características das plantas, observando-as exaustivamente.
Nora Weeks conta que ele passava
o dia todo examinando uma grande
variedade de plantas, anotando onde
cresciam, em que solo se desenvolviam, de que cor eram, sua forma
e número de pétalas, sua forma de
disseminação. Suas incursões pelos
campos ingleses, sua pertinácia, sua
disponibilidade em entrar em contato
com a natureza para perceber sinais
culminaram nas essências de flores,
tão conhecidas hoje em dia, que servem para colocar a mente e as emoções em equilíbrio.
Para entender o processo deixem
que lhes fale da trajetória para que
fossem encontrados os remédios concernentes ao que ele denominou Grupo da Solidão.
Impatiens, como se vê pelo nome,
é um floral para pessoas impacientes
e nervosas principalmente no que
diz respeito a querer fazer as coisas
rapidamente, sem respeito pelo ritmo
dos outros. Pois é: a planta cresce rapidamente. O padrão de crescimento
é fortemente estruturado, ela se apodera do solo, quando as cápsulas que
contém as sementes estão maduras,
as sementes são expulsas da planta
de uma forma explosiva de modo a
que sejam jogadas a vários metros de
distância. Impaciente e tensa a planta,
assim como a emoção que provoca!
Water Violet é para aqueles que
gostam de viver sós, não suportam
interferências das pessoas, embora
possam ser bons conselheiros quando
procurados. São pessoas muito sábias
e centradas. O lado não harmônico é
que podem isolar-se demais. A planta
vive inteiramente na água, e há uma
época em que submerge. Cresce muito lentamente e não aguenta nenhuma forma de poluição. É uma planta
que tem um contato muito leve com a
terra, vivendo na água e empurrando
os talos para abrir suas flores no ar. E
que flores! Flores belas como a sabedoria que as pessoas têm dentro de si.
E fugidias como seu modo de ser!
Heather é para aqueles que estão
sempre à procura de companhia, pois
precisam ser ouvidos. Ficam muito
infelizes quando estão sozinhos. Heather forma um habitat especializado
onde cada planta abriga seu vizinho
de modo a haver proximidade. As flores permanecem abertas nos talos às
vezes por duas estações, misturadas
ás flores que desabrocham. Um jeito
de ser que revela medo da solidão, flores que não querem ceder espaço!
Estes alguns exemplos. Há muito
mais a dizer sobre as plantas. O que
importante notar é que o gestual delas corresponde a características das
pessoas.
Traduzindo para uma linguagem
mais simples: O Grande Criador nos
deu uma colher de chá. Aliás, várias
colheres de chá. A natureza, seus produtos tudo o que ela nos dá, está aí
para ser usado em nosso benefício.
Se não o fazemos não é por falta de
pistas. Basta observar, testar, usar da
melhor maneira possível. Como o fizeram Böehme, Goethe, Leonardo da
Vinci, Edward Bach e muitos outros.
Educadora em Florais de Bach,
DOULA
Tels.: (16) 3621 8407 / 9992 6596
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Numerologia Cabalística em 2011
Primeiramente vamos compreender de uma forma simples
e acessível o mapa numerológico
cabalístico, para então entender a
razão de termos chegado a certos
números. Um mapa numerológico para se dizer que é cabalístico
tem que basear seus cálculos no
calendário hebraico (atualmente
seguido pelo judaísmo). Temos
que nos basear no ano cabalístico
ou hebraico que corresponde ao
ano de 5771 desde 9 de setembro
de 2010 (esse é o primeiro dia do
ano novo cabalístico atual). O calendário hebraico é baseado nos
ciclos lunares. O calendário gregoriano se baseia no ciclo solar e
é a referência para os cálculos do
mapa numerológico pitagórico.
Vamos ao que importa: ano hebraico 5771 = 5+7+7+1 = 20 = 2.
Desde 9 de setembro de 2010
estamos vivendo sobre a influência do arquétipo número 2 (dois).
Essa essência numérica corresponde na astrologia ao planeta
Urano já citado em um dos textos
do meu blog.
O arquétipo número dois está
diretamente relacionado às escolhas entre duas situações, às indecisões.
É um verdadeiro portal que
separa o velho, o antigo do novo,
do mais adequado. É uma chave
de comando poderosa que utiliza
o som (interno e externo), o verbo
(palavras vivas, em ação), mantras e orações para materializar
nossas reais necessidades. Então,
concluindo, estamos sendo estimulados a realizar nossas escolhas partindo da mais básica: ficar
ou seguir em frente.
A escolha do Essencial sem
culpa, sem pressão, sem dor...
Apenas desprendendo, deixando
ir... Não reforçando o padrão que
insiste em nos deixar empacados na zona de conforto. Viemos
para essa dimensão para crescer
em espírito. As oportunidades
aparecem e então temos sempre
duas opções: decidimos embarcar
ou esperar o próximo cometa. O
grande segredo é focar em si mesmo e lembrar que viemos para esse
mundo por que quisemos, por nós
mesmos. Fazer sempre as escolhas
pensando em nós mesmos.
Quando as situações propícias
para o nosso crescimento aparecem de forma espontânea, elas
sempre são acompanhadas de
todas as ferramentas necessárias
para o nosso embarque, trazendo
no pacote as situações adequadas
para que tudo e todos ao nosso
redor fiquem bem com as nossas
novas escolhas.
Ninguém e nada têm o poder
de nos impedir de prosseguir, a
não ser que nós permitimos, convenientemente, para alimentar
nosso ego inferior e continuar
com o rabo preso. Isso se chama
popularmente de “meio de vida”.
É muito mais saudável e gratificante assumir a nossa liberdade,
assumindo primeiramente a nossa
soberania e não permitindo invasores que prejudicam e atrasam a
nossa Jornada!
Nós somos os donos de nossas
vidas... A conexão tem que ser
sempre com a nossa Essência, o
mais constante possível. É o nosso
único e verdadeiro guia por estar
muito mais próxima da Fonte.
Dessa forma vamos acertar
muito mais nossos alvos na graça
e na facilitação. Sem dificuldades.
É sempre a gente que escolhe...
Sugestão: escolha a Prosperidade.
Dr. Osvaldo Coimbra Júnior
Médico e Consultor de Saúde
Integral
[email protected]
(16) 3941 6116 / 3635 1336
Blog: htp://semeadoresdeluz.blogspot.com
www.cristaisdeoz.com.br
(Órgãos x Dentes) Dente 6 - Canino
Órgão do sentido – olho.
Musculatura – tronco.
Juntas – pé / quadril / joelho (posterior).
Segmentos da espinha dorsal - T8,9,10.
Vértebra - T9,10.
Glândulas endócrinas – pituitária lobo posterior.
Órgãos (Yin) – fígado (D) / coração.
Órgão (Yang) – vesícula biliar.
Elemento – madeira.
Meridiano – vesícula biliar/fígado.
Emoções (positivas) – resolução / compaixão / alegria / orgulho.
Emoções (negativas) – raiva / remorso / problemas familiares / rejeição.
Outros relacionamentos – doenças do olho, angina peitoral, cardialgia, estagnação, depressão, tristeza, etc.
Fonte: http://www.secretofthieves.com
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Livros
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revela a existência de esferas divinas, legião de governos espirituais, caminhos de sabedoria e deveres pessoais para uma vida equilibrada. Com o tempo,
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O sétimo selo - Antonio Demarchi - descreve os bastidores espirituais da
grande transição planetária, o “fim dos tempos”. Grandes transformações
ocorrerão, para a regeneração da humanidade, esclarecem os benfeitores espirituais. Para a maioria das pessoas, o momento se reveste de um aspecto místico, sobrenatural. O romance lança uma nova luz sobre o Apocalipse, último
livro do Novo Testamento, escrito pelo apóstolo João, na Ilha de Patmos, na
Grécia Antiga e postula que uma Nova Era está a caminho, exigindo a transformação da humanidade, a repulsa ao vício e a busca pela virtude. Em suas
páginas nos defrontamos com a violência, a dependência química, o tráfico
de drogas, a prática do aborto, a promiscuidade, a prostituição – ocorrências
próprias dos nossos dias, geradas pelo egoísmo. Casos verídicos servem para
ilustrar os desafios da atualidade. Leitura dinâmica e esclarecedora, de grande
poder consolador, é um verdadeiro alerta dos espíritos de ordem elevada, empenhados no progresso da humanidade.
Petit Editora
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Cuidado! Proteja seus filhos dos bullies - Deborah Carpenter e Christopher
J. Fergunson – Comentários maldosos, agressão física e moral, humilhação
e exclusão na internet – estas são apenas algumas das formas de violência – o
bullying – a que tantas crianças se sujeitam, que abalam sua autoestima e segurança. Como proteger a criança sem tornar o problema ainda pior? Escrito
com base em pesquisas de Sociologia e Biologia sobre essa forma de violência,
a obra contribui significativamente para a orientação, em família, das crianças
que são alvo de vários tipos de violência. Ensina a identificar os sinais de que
seu filho está sofrendo algum tipo de agressão ou maus-tratos; a descobrir a
origem do problema, na escola em grupos de amigos ou na internet; a entender
as diferenças que existem entre o bullying praticado entre meninos e meninas;
a lidar com a violência quando atinge crianças com dificuldades especiais;
descreve técnicas que auxiliam o desenvolvimento e a autoafirmação da criança no convívio social.
Butterfly Editora
Tel.: +55 11 2684-6000
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SUDOKU – Complete
cada quadrado (composto de
9 quadrados) preenchendo
os espaços vazios com os números de 1 a 9, de forma que
eles não se repitam dentro do
quadrado, nem na horizontal
e, nem na vertical.
O Guardião do Segredo – Psicofilosofia Huna- Sebastião de Melo – A Huna
é um conhecimento filosófico dos antigos povos da região conhecida como
Polinésia. Na língua havaiana Huna significa: “Aquilo que está oculto ou que
não é óbvio”. Chamada também, de Conhecimento Oculto ou Realidade Secreta. Conhecimento guardado por milênios desde o Continente de Mu. É uma
Psicofilosofia de realização, podendo ser utilizada em qualquer situação, seja
religiosa, científica, social ou pessoal, sem conotação religiosa definida. Quem
é o guardião do segredo? Segundo a tradição Huna são os mestres Kahunas,
que transmitiam o conhecimento, oralmente por milênios. Este livro estabelece
íntima relação entre os conhecimentos milenares dos Kahunas e as mais recentes contribuições da Psicologia e da Psiquiatria, de Freud, Jung e Moreno, entre
outros. O livro é um convite a identificar e melhor entender a natureza dos sistemas de crenças. A perceber como isto se manifesta em nossa vida, em nosso
corpo, em nossas ações e reações. Somos nossos próprios artífices. Geramos
padrões próprios de energia, dos quais nos retroalimentamos. Padrões que se
cristalizam e nos engessam, ou então, padrões renovadores que nos libertam.
Essas são, entre muitas outras, as contribuições que trazem os conhecimentos
da Psicofilosofia Huna. Reflexões que nos introduzem nos mistérios das profundezas de nosso ser e clareiam nossa visão interior.
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7
Almandina (Granada)
Grupo: silicatos
Sistema cristalino: cúbico
Fórmula química: Fe3Al2(SiO4)3
Dureza: 7 – 7,5
Densidade: 4,1 – 4,3
Clivagem: não tem
Fratura: concóide
Cor: vermelha
Cor do traço: branca
Brilho: de vítreo a graxo
Fluorescência: não tem
Características
Em comum com todas as granadas, a almandina integra o grupo dos
silicatos. É um silicato de ferro e alumínio.
Os cristais de almandina pertencem ao sistema cúbico – o mesmo
sistema do sal comum (halita) -, porém muitas vezes aparecem com contorno de doze lados (dodecaédrico). A almandina costuma ser opaca ou
transparente. O brilho varia do vítreo ao graxo (ceroso). As almandinas
translúcidas são raras e têm alto brilho.
A almandina registra de 7 a 7,5 na Escala de Mohs de dureza, um
grau idêntico, portanto, ao das outras granadas. Porém ela costuma ser
considerada o integrante mais duro do grupo (uma das limitações da
Escala de Mohs é a quase impossibilidade de medir as diferenças muito
pequenas de dureza com precisão).
Embora a almandina não tenha clivagem, sob pressão algumas espécies apresentam um plano de divisão.
A almandina parte-se de modo desigual quando atingida por instrumento cortante, podendo deixar um
padrão externo semelhante ao de uma concha.
Origens
A granada almandina é encontrada no mundo todo, em rochas metamórficas de grau médio. Milhões de
anos atrás, as rochas metamórficas eram sedimentares ou ígneas, mas foram alteradas com o correr do tempo
pelo calor, pela pressão e, às vezes, pela adição e/ou subtração de materiais estranhos. Essas alterações afetam tanto a estrutura quanto a textura das rochas em questão.
A almandina costuma ocorrer em formações rochosas contendo boas quantidades de manganês metálico,
mesmo que o manganês não integre a gema.
Também pode ocorrer, ainda que com menos frequência, em granitos e pegmatitos, bem como em áreas
pequenas, restritas (zonas de contato), próximas a intrusões ígneas e em depósitos aluvianos arenosos, onde
em geral assumem a forma de pedregrulhos arredondados ou grãos.
Os principais depósitos de almandina estão na Austrália, no Brasil, na Índia, Madagascar, Sri Lanka e
Tanzânia. Os maiores cristais foram descobertos em North Creek, estado de Nova Iorque, EUA. As granadas
estreladas – ou seja, espécimes que apresentam asterismo – são encontradas em várias partes, mas as melhores vêm de Idaho, Estados Unidos. Existem depósitos inferiores na Áustria, Groenlândia, Itália, na Zâmbia
e nas Terras Altas da Escócia.
Fonte: Tesouros da Terra – Minerais e Pedras Preciosas – Globo / Editoria Planeta SA
Confetes e
Serpentinas
A menina moça olhava para o espelho, sorrindo satisfeita. Adivinhava que crescera, e que naquele
sorriso enfeitando o seu rosto, estava o seu grande trunfo.
Guardava segredos junto à felicidade que se descortinava. Aquele
dia era a promessa de assistir à
noite, a um baile de carnaval. Justa emoção por um evento tão fora
dos seus propósitos, se às escondidas, ainda brincava de bonecas.
Seria capaz de dizer adeus a tão
alegres matinées infantis?
Por que não; se já possuía a graça
da idade; a inteligência despreocupada, de quem começa a viver
a juventude tentando voar com as
próprias asas?
O viço da mocidade, o desembaraço no trato com as pessoas, a
palavra fácil de quem gosta de ler,
dizer poesias, escrever cartas, já
a deixavam muito a vontade para
crer que se tornava gente.
Era fácil entender aquela sua alegria contagiante naquela noite em
que ia dar o seu primeiro grito
carnavalesco. Não tinha nada premeditado a não ser expulsar aque-
la emoção contida diante dos estímulos de Momo; motivada pelos
pais, alegres foliões, conhecidos
na pequena cidade; quase aldeia!
Alegrias, músicas ingênuas, serpentinas, confetes, os brindes
perfumados e discretos dos lançaperfumes eternizavam as saudades que hoje guardamos daqueles
remotos carnavais.
Aquela menina debutava alegrias.
Lançava sua chama sorridente
desafiando olhares que a perseguiam. Olhares de sonhos jovens
como os seus, se entrecruzavam
numa promessa de amor.
Numa palavra, uma jura e num
pequeno romance de mãos, viuse enrolada em serpentinas. Caia
a chuva de confetes leves, coloridos sobre seu rosto, maquiado de
suor e felicidade.
Fora o bastante para que, hoje,
um relicário de saudades, armazenasse entre risos e lágrimas, a
lembrança de um primeiro amor,
ingênuo e inesquecível, como a
indelével tatuagem, que marca os
carnavais de tantas vidas.
Jair Yanni
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