Salão Auto do Porto volta a levar automóveis à Exponor

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Salão Auto do Porto volta a levar automóveis à Exponor
Nº 298
CONTRATO Nº 594655
JÁ DE 2 A 5 DE JUNHO, NA EXPONOR
Salão Auto do Porto
volta a levar
automóveis à Exponor
•Evento vai contar com 27 marcas presentes
•Organização prevê 35 mil visitantes
Págs. IV e V
ANTECIPAÇÕES PRÉVIAS AO OE
ENTRE HOJE E DOMINGO
Mercado nacional
abranda crescimento
em abril Pág. III
ARAN presente
na XXIV Automobilia
em Aveiro Pág. IV
MENOS FATORES DE RISCO
Viaturas autónomas
vão reduzir acidentes
Pág. VIII
rodoviários
BAIXA DO PORTO RECEBE CLASSIFICATIVA HOJE
01639
9 720972 000037
Rali de Portugal já na estrada
Pág. IX
sexta-feira, 20 de maio 2016
Editorial
ANTÓNIO TEIXEIRA LOPES
Presidente da direção da ARAN
Salão Automóvel
do Porto 2016
quase aí
J
á estamos em contagem decrescente
para a segunda edição do Salão Auto
do Porto, que se realiza na Exponor
entre os dias 2 e 5 de junho. Na
ARAN esperamos que esta edição seja
de consolidação, mas já estamos a pensar na
edição de 2017, que terá ainda mais atividades
do que a deste ano.
Sendo um salão criado a pensar nos
concessionários, o salão de 2016 volta a ser
direcionado para as vendas feitas ao longo do
certame. O evento vai contar com a presença
das principais marcas automóveis representativas
de 90% da quota do mercado, 27 ao todo. Tal
como em 2015, também este ano a oferta será de
novos, mas também de seminovos.
Estes são, com efeito, uma excelente forma de
adaptar a compra à carteira e uma boa alternativa
ao carro novo, até porque têm quilometragens
MANUEL ARAÚJO MONTEIRO, ADMINISTRADOR DA EMPRESA, OTIMISTA
B-Parts suprime lacunas no mercado das peças
reutilizáveis
A
B-Parts foi criada para suprimir as lacunas de fornecimento
identificadas no mercado tradicional de peças automóveis
reutilizáveis. Trata-se de um
modelo de negócio oposto ao dos classificados, explicou à “Vida Económica” Manuel
Araújo Monteiro, administrador da empresa.
A mesma fonte salienta que o modelo
criado anula estas barreiras. “Somos o fornecedor dos nossos clientes, com toda a
dimensão que tal comporta. Fazemos o carregamento, produto a produto, com índice
de qualidade, preço determinado, múltiplas
fotografias por produto, apoio personalizado através da plataforma ou via cal-center,
bem como compra e logística integradas na
mesma plataforma, ‘dashboard’ de gestão
para fornecedores e clientes. Não são cobradas a entrada ou a manutenção aos clientes
ou fornecedores. O nosso modelo é transacional, a receita apenas depende da venda e
não da consulta. Temos um catálogo online
com mais de 100 mil produtos”, indica.
Constrangimentos de mercado
baixas e contam ainda com garantias de longa
duração, praticamente como as dos veículos
novos. Um seminovo pode muito bem ser uma
alternativa racional aos novos.
As vendas de automóveis, que cresceram de
janeiro a abril de 2016, 21% em relação a igual
período do ano passado, devem ser analisadas
com cautela. Isto porque o rent-a-car continua
a ter uma boa fatia das vendas. A ARAN só
estará satisfeita com as vendas quando estas se
refletirem mais no consumidor final, pois só este
cliente vai assistir nas redes de concessionários.
Em relação aos rebocadores, a ARAN, hoje
como sempre, está empenhada na união de todos
os operadores. A ARAN, no âmbito da sua total
isenção nesta matéria, vai continuar a pugnar
por essa união. A Associação está, aliás, a tomar
variadíssimas iniciativas em prol da assistência
rodoviária.
Ficha técnica: Suplemento ARAN - Associação
Nacional do Ramo Automóvel | Diretor: António
Teixeira Lopes | Redação: Aquiles Pinto, Ricardo
Ferraz, Fátima Neto, Nelly Valkanova, Bárbara
Coutinho, Tânia Mota, Joana Leal e Kima Sayberdieva
| Arranjo Gráfico e Paginação: Célia César, Flávia
Leitão e Mário Almeida | Propriedade, Edição,
Produção e Administração: ARAN - Associação
Nacional do Ramo Automóvel, em colaboração
com o Jornal Vida Económica Contactos: Rua Faria
Guimarães, 631 • 4200-191 Porto Tel. 225 091 053
• Fax: 225 090 646 • [email protected] • www. aran.pt |
Periodicidade mensal
| Distribuição gratuita
aos associados da
ARAN
III
De acordo com o empresário, este é um
mercado em que “existem ainda” muitos
constrangimentos. “Pela sua elevada fragmentação, ou seja, existem diferenças muito
grandes ao nível da oferta, de região para
região e de país para país, quer ao nível do
preço, quer ao nível da gama disponível. A
nossa função é agregar a oferta de múltiplos
fornecedores de origem europeia. Trabalhamos, neste momento, com uma rede de 25
fornecedores de Portugal, Espanha e Holanda, conseguindo assim ultrapassar a fragmentação da oferta”, refere Manuel Araújo
Monteiro.
“A nossa ambição é estarmos presentes
em várias geografias e entrarmos em novos
mercados. Sobretudo no Norte da Europa,
exige um investimento em recursos humanos, que são muito escassos. Trata-se de um
mercado que sempre foi muito fechado. A
evolução do negócio em Portugal e Espanha
tem estado alinhada com as nossas expetativas, mas a grande barreira a vencer é entrar
em novos mercados, com culturas e regulamentações diversas”, explica o administrador da B-Parts.
Modelo com pouca concorrência
O modelo de negócio específico da empresa faz com que esta, segundo Manuel
Araújo Monteiro, não tenha muita concorrência direta. “Existe uma forte concorrência em termos locais/regionais, mas não há
uma concorrência direta ao nosso modelo.
Somos agregadores e não temos uma indústria vertical. Para os nossos fornecedores
,somos um grande cliente que exponencia
a venda dos seus produtos não só na região
em que estão inseridos, mas em termos ibéricos. Somos um ‘megafone’ do seu stock.
Entretanto, o investimento que foi realizado
passa por mais dois mercados europeus, no
ano que vem. Estamos já a desenvolver contactos nesse sentido, sobretudo ao nível dos
recursos humanos”, explica o entrevistado.
Quanto à legislação para o setor, tem
melhorado nos últimos anos, segundo a
nossa fonte. “Mas o grande problema é que
não há uma fiscalização suficiente”, avisa,
porém, Manuel Araújo Monteiro.
Em termos de confiança no produto, verificou-se uma enorme evolução no sentido
da acreditação dos benefícios da reutilização,
segundo a nossa fonte. “Começa pelo impacto ambiental. No limite, uma peça reutilizada é menos uma peça produzida com
todo o impacto que tal traduz em termos de
pegada ambiental. Em termos de impacto
económico, traduz-se em poupanças médias
de 70%, relativamente à peça nova e com
parte dos processos de preparação já incorporados. Penso que é uma proposta imbatível e com um potencial de crescimento
enorme”, refere.
A empresa foi criada em 2014, por via
da aquisição do capital de uma empresa tecnológica, a Net Peças. Neste momento, a B-Parts tem uma estrutura fixa de 12 pessoas,
entre produção tecnológica, suporte de qualidade, suporte técnico e “call-center” para
os mercados português e espanhol. “Vamos
contratar operadores para os mercados francês e do Reino Unido. A nossa vantagem
competitiva, além da profundidade do catálogo, é o dinamismo do nosso ‘call-center’,
quer em termos comerciais, quer de apoio
técnico. Temos um volume mensal de cerca
de seis mil chamadas. Quanto a instalações
físicas, operamos a partir de escritórios no
Porto e uma delegação em Berlim para contactos institucionais”, explica Manuel Araújo Monteiro•
Mercado nacional abranda crescimento em abril
Fiat continua em destaque entre as
dez mais vendidas em Portugal
janeiro / abril
Unidades
2016
2015
%
% Mercado
Var.
2016 2015
Renault
10.727
8.689
23,5 12,61 12,36
Peugeot
8.813
7.310
20,6 10,36 10,39
Volkswagen
6.956
6.527
6,6
8,18 9,28
MercedesBenz
6.021
5.103
18,0
7,08 7,26
Citroën
5.562
4.842
14,9
6,54 6,89
BMW
5.535
4.696
17,9
6,51 6,68
Opel
5.317
4.202
26,5
6,25 5,98
Fiat
4.902
3.622
35,3
5,76 5,15
Nissan
4.166
3.613
15,3
4,90 5,14
Ford
3.693
3.268
13,0
4,34 4,65
Fonte: ACAP
AQUILES PINTO
[email protected]
O
mercado português de automóveis ligeiros (veículos
de passageiros e comerciais)
aumentou 21% de janeiro a
abril de 2016, em comparação com o período homólogo de 2015,
para um total de 58 073 unidades. Em
abril, o mercado evidenciou um crescimento de 6,7% relativamente a igual
mês do ano anterior, ascendendo a um
total de 18 578 veículos desta categoria. Esta percentagem parece refletir
um abrandamento do crescimento,
justificado por algumas antecipações de
compras para março devido à entrada
em vigor do Orçamento do Estado para
2016 (o que acabou por acontecer a 31
de março).
Por segmentos, em abril foram vendidos em Portugal 15 984 automóveis
ligeiros de passageiros, ou seja, mais
6,4% do que no mês homólogo do ano
anterior. Nos primeiros quatro meses
de 2016, as vendas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram 74 412
unidades, mais 21,5% do que no ano
passado.
Quanto aos comerciais ligeiros, no
mês passado venderam-se no nosso país
2594 unidades, mais 8,4% do que no
mesmo mês de 2014. As vendas acumuladas do ano foram de 10 661 veículos, o que representou um aumento
de 17,4% em relação ao período homólogo do ano anterior.
Quanto aos veículos pesados de passageiros e de mercadorias, verificou-se
em abril uma subida de 24,1% em relação ao mês homólogo do ano anterior,
tendo sido comercializados 340 veículos desta categoria. No acumulado de
2016, as vendas situaram-se nas 1652
unidades, mais 35,1% face ao mesmo
período do ano passado•
IV
sexta-feira, 20 de maio 2016
sexta-feira, 20 de maio 2016
ENTRE HOJE E DOMINGO
ARAN presente na XXIV
Automobilia em Aveiro
A
ARAN vai participar,
mais uma vez, no maior
evento de Portugal dedicado ao colecionismo da
temática dos transportes, a XXIV AUTOMOBILIA, que
se realiza na AveiroExpo, entre hoje
(dia 20) e domingo (dia 22). A cada
ano que o evento realizado em Aveiro se afirma mais como o verdadeiro
ícone no panorama ibérico de Feiras
de Automobilia.
As anteriores 23 edições do
evento foram visitadas por milhares
de entusiastas e público em geral,
Esta é já a 14ª
edição do evento
Horário
20 de maio / 15h00-21h00
21 de maio / 10h00-21h00
22 de maio / 10h00-20h00
que se deliciaram com as exposições
temáticas e a extensa variedade de
material, veículos e equipamentos
exibidos pelos mais de 350 expositores nacionais e estrangeiros.
A organização acredita que a 24ª
edição vai ser mais uma de sucesso.
Visite a Feira e o Stand da ARAN. A
nossa equipa estará disponível para
todo o tipo de esclarecimentos que
os associados necessitem.
Mantendo a tradição adquirida
ao logo de já 23 memoráveis edições, a Automobilia é um verdadeiro ponto de encontro para todos
aqueles que partilham dos mesmos
interesses e motivações no mundo
da conservação de todo o tipo de
património da mobilidade rodoviária, assim como de todas as temáticas que lhe estão associadas. A par
da imensa componente de troca e
venda de peças, veículos, livros, artigos, miniaturas e veículos de toda
a espécie, contará igualmente com
diferentes e interessantes exposições
temáticas, tanto do agrado do pú-
blico, realçando marcas, modelos,
meios de locomoção e transporte ou
mesmo diferentes estilos e tendências.
Edição “virada” para o ar
A edição deste ano destaca-se
pela preciosa colaboração da Força Aérea, através do Museu do Ar,
que irá estar presente com uma exposição alargada e muito diferente
do comum, com peças muito interessantes do seu espólio histórico,
incluindo aeronaves verdadeiras,
motores de diferentes tipos, veículos antigos da Força Aérea, artigos
e equipamentos aeronáuticos de outros tempos, e muito mais, o que irá
ser, certamente, um polo de grande
interesse para todos os visitantes.
Porém, como habitual, há mais
exposições temáticas: nas motos, destaque para uma coleção da
Triumph. Na área dos veículos comerciais, estão em exibição diversos
exemplares do incontornável furgão
Citroën Type H, a testemunhar a
importância daqueles veículos nas
várias frentes dos transportes. Nos
automóveis, realce para a linhagem
de família dos automóveis Peugeot
nas suas diversas variantes. Destaque ainda, no domínio militar e de
trabalhos pesados, para a exposição
Unimog, a mostrar a versatilidade
daquele mítico veículo e que para os
portugueses ficou eternizado através
do conflito do Ultramar.
Por fim, um dos temas estrela
desta edição: a comemoração da
efeméride dos 25 anos do Clube
Aveirense de Automóveis Antigos,
um marco importante para a instituição, que criou a Automobilia e
que tanto tem feito para a preservação do património rodoviário português. Neste âmbito, está presente
um alargada e rica exposição de veículos de sócios do Clube, abrangendo todas as épocas do automóvel e
da moto, com diferentes tipos, nacionalidades e incluindo algumas
raridades que por aqui têm andado
escondidas.
Passeio em complemento
Em complemento ao certame,
volta a haver em 2016 o Passeio Turístico Automobilia, aberto a todos
os veículos e motos de coleção até
1980. Será um passeio a privilegiar
a região de Aveiro, com partida no
centro da cidade e visitando pontos
de interesse das proximidades, com
passagem pelas praias e com almoço
nos arredores da cidade. Da parte
da tarde, um pitoresco percurso irá
levar os participantes até Albergaria-a-Velha, onde terá lugar um slalom
no centro da cidade. O passeio terminará no recito da Automobilia,
com os veículos participantes a ficarem em exibição aos visitantes•
V
JÁ DE 2 A 5 DE JUNHO, NA EXPONOR
Salão Auto do Porto volta a trazer automóveis ao Norte
O Salão Auto do Porto leva a
cabo a sua segunda edição entre
os dias 2 e 5 de junho. Segundo a
organização, a cargo da ARAN e
da Exponor, a realização de nova
edição justifica-se pelo sucesso
verificado em 2015 daquele que
é o maior evento do seu género
em Portugal. O certame vai
contar com a presença de um
total de 27 marcas automóveis,
representativas de 90% da quota
do mercado, e estarão patentes
não só novos como seminovos,
já que a perspetiva comercial é
importante para os promotores do
salão.
AQUILES PINTO
[email protected]
A
segunda edição do Salão Auto do Porto vai realizar-se entre os dias 2 e 5 de
junho. Organizado pela ARAN e pela
Exponor – Feira Internacional do Porto, o evento é o maior do país no seu
género, de acordo com os seus promotores.
“Trata-se de um salão criado a pensar na venda
e nos concessionários e, ao mesmo tempo, apresenta-se como uma recriação do Salão Internacional do Porto, adaptado à realidade que vivemos
neste momento”, explica o presidente da ARAN,
António Teixeira Lopes.
O certame vai contar com a presença das principais marcas automóveis representativas de 90%
da quota do mercado, 27 ao todo, pelo que os
“compradores que visitarem o Salão acabam por
ter toda a oferta junta”, seja ela de veículos novos
ou seminovos. Aliás, prossegue Teixeira Lopes, estes últimos acabam por se revelar uma excelente
12 anos não pagam e os adultos que comprem o
ingresso on-line (até 1 de junho) pagam três euros.
Depois de 1 de junho, os bilhetes custam quatro
euros. Destaque ainda para o pacote família (dois
adultos e uma criança), por cinco euros. No Street
Food Exponor Fest a entrada gratuita.
Balanço positivo do ano passado
O salão vai contar com 27 marcas presentes.
forma de “adaptar a compra à carteira e uma boa
alternativa ao carro novo”, pois têm quilometragens baixas e contam ainda com garantias de longa
duração, como se de veículos novos se tratassem.
Contudo, o Salão, que pretende apresentar
uma forte pendente familiar, não deixa também
de contar com a presença das chamadas marcas
de sonho. “As marcas do segmento premium são
essenciais para gerarem mais atração do público”,
algo que está já garantido com a presença da Aston Martin, Jaguar, Maserati, Morgan e da ZEEV,
com um Tesla S, uma estreia em certames a nível
nacional.
Outro parceiro do Salão Auto do Porto, o
StandVirtual, vai marcar presença no certame com
o veículo mais procurado de Portugal. Ou seja, um
modelo dividido pelas quatro marcas mais vendidas no site de classificados automóvel.
Preços desde três euros
A tudo isto junta-se ainda e primeira edição do
Street Food Exponor Fest, um evento pioneiro de
“comida de rua” aberto ao público e que deverá
contribuir para fazer crescer o número de visitantes
de 2015, de 20 mil pessoas para as esperadas 35
mil.
Quanto ao preço dos bilhetes, as crianças até
Nasamotor terá Mercedes Classe E Limo e Smart Fortwo
Cabrio em destaque
A Nasamotor, concessionário Mercedes e
Smart para o Grande Porto e Santa Maria da Feira,
terá em destaque o novo Classe e o novo Fortwo
Cabrio. “Temos expectativas moderadas, o nosso
stand terá cerca de 900 m2, o que nos permitirá ter
cerca de 80 viaturas seminovas. No que diz respeito
a viaturas novas, apresentaremos as nossas
últimas novidades Mercedes, especial destaque
para o novo Classe E Limo. Estaremos presentes
com a Smart, a novidade será o novo Smart
Fortwo Cabrio”, disse à “Vida Económica” o diretor
comercial da empresa, Henrique Magalhães.
“O contacto surgiu por parte da AEP/Exponor e
o interesse surge tendo em conta a relação custo/
benefício, que poderá ser bastante favorável à
nossa organização”, acrescentou a mesma fonte
para explicar a presença da Nasamotor no Salão
Auto Porto.
Questionado sobre como vê este regresso (pelo
segundo ano) dos automóveis à Exponor, Nuno
Magalhães mostrou otimismo. “O setor necessita
Vão estar
presentes
27 marcas,
representativas
de 90% da quota
do mercado,
com novos
e seminovos
Logo após a edição de 2015 do Salão Auto do
Porto, a primeira e que marcou o regresso dos automóveis contemporâneos à Exponor após décadas
de ausências, o presidente da ARAN fez um balanço positivo e destacou o papel das empresas expositoras. “Um muito obrigado a todos os que nos
permitiram relançar o Salão Auto do Porto. Uma
palavra especial para os que nos apoiaram desde
a primeira hora. Existiu por parte dos expositores
um grande cuidado com a preparação e exposição
das viaturas e do próprio stand, dignificando este
novo Salão Auto do Porto. Os expositores estão de
parabéns. Encontrando-se o mercado automóvel
a mostrar sinais de retoma, estamos em crer que
este Salão terá constituído uma ajuda para o seu
relançamento”, salientou, então, António Teixeira
Lopes.
Foi, aliás, este balanço positivo da organização
conjunta ARAN/Exponor que justificou que, depois de regressados, os automóveis se mantenham
destes eventos para que tenhamos oportunidade
de chegar ainda mais perto dos nossos potenciais
clientes. A sinergia criada por todas as marcas
presentes trará com toda a certeza um bom retorno
no que diz respeito a visitantes, que poderão
comparar as diferentes ofertas de cada marca num
mesmo local. Para o certame, esperamos que seja
cada vez mais importante no calendário nacional
dos eventos do setor e que venha a tornar-se uma
referência”, considera a mesma fonte.
Em termos de mercado, 2016 está dentro dos
objetivos definidos pela Nasamotor à entrada
do ano. “Neste momento estamos dentro dos
nossos objetivos. As marcas que representamos
aumentarão substancialmente o portfólio de
produtos, o que, em conjunto com ofertas de
financiamento cada vez mais originais e adaptadas
a diferentes necessidades, permite-nos olhar para
o resto do ano com muito otimismo”, salienta
Henrique Magalhães.
AP
Em 2015, “Houve
marcas que, entre
seminovos e
novos, venderam
40 carros no
Salão”, segundo
o presidente
da ARAN
na região Norte. Também em termos de vendas
efetuadas no Salão ou em resultado da presença no
evento, há números positivos. “Houve marcas que,
entre seminovos e novos, venderam 40 carros no
Salão”, informou Teixeira Lopes.
Também as empresas participantes no certame
estavam satisfeitas. Num debate promovido, em
julho de 2015, pela ARAN e pela “Vida Económica”, foi essa a posição deixada.
Marcas satisfeitas com 2015
“Tivemos as sete concessões da zona Norte representadas e o nosso balanço de vendas efetivas no
Salão foi de 21 unidades. Tivemos uma campanha
de oferta do sistema de navegação aos negócios relacionados com a feira fechados até 30 de junho
e todas as concessões presentes venderam carros”,
indicou, na altura, o diretor de marketing e vendas
da Mazda Motor de Portugal, Pedro Botelho.
“A nossa experiência foi muito positiva e a
nossa experiência em salões internacionais nunca
atingiu esses números. E esses números são apenas
de viaturas novas, pois não tivemos carros usados.
Diria, portanto, que a presença superou as nossas
expectativas”, acrescentou aquele responsável pela
marca japonesa em Portugal.
Na mesma altura, o diretor comercial da Mitsubishi Bergé Portugal, Manuel Vilhena Júlio,
também fez um balanço positivo. “Vendemos
quatro unidades novas, pois não havia stock de seminovos. Estivemos representados por três concessionários da região e houve vários contactos feitos
para serem trabalhados depois. O balanço é positivo”, afirmou.
A Sociedade Comercial C. Santos fez balanço
semelhante. “Em termos de vendas, a nossa presença rondou as 20 unidades. Mas mais do que
quantidade, é importante falar em qualidade. Precisamos de fazer algo diferente para criar novas
apetências. O Salão Auto do Porto vem exatamente nesse sentido. Nós trabalhamos quase sempre
sobre as mesmas bases de dados e precisamos de
abranger outras áreas para que as bases de dados
se renovem. Além disso, quando estão as marcas
todas em conjunto – e não estamos fechados sobre
nós próprios, como se fazia antigamente –, há uma
maior apetência do cliente para comprar. Esta é a
minha convicção”, salientou Pinho da Costa, gerente do concessionário Mercedes e Smart, após a
edição de 2015.
Alfredo Barros Leite, presidente do conselho
de administração do grupo Auto Soluções, destacou, após a primeira edição do Salão Auto do
Porto, a capacidade de iniciativa dos expositores.
“É humano queixarmo-nos das circunstâncias e às
vezes esquecemo-nos de fazer o que nos compete.
Este caso é um belíssimo exemplo de termos feitos
o que nos competia. Houve uma associação que
liderou um processo que nasceu e se desenvolveu
com dificuldade, mas que resultou de muita persistência. Quero dar os parabéns a todos os envolvidos no processo”, referiu o empresário.
“No caso da nossa organização, tivemos a
oportunidade de participar com um colega concessionário [a VAP, do grupo Gocial] e foi um sucesso para ambos, não só em termos comerciais,
A segunda edição
do evento
realiza-se de 2
a 5 de junho
A organização
prevê 35 mil
visitantes
As crianças até 12 anos não pagam e os
adultos que comprem o ingresso on-line (até
1 de junho) pagam três euros.
mas também de convivência exemplar”, acrescentou Barros Leite.
“Para primeira vez, foi excelente esta primeira
edição do Salão Auto Porto. O balanço é positivo.
Claro que há arestas a limar, como seria de esperar, mas ficámos satisfeitos”, disse, há um ano, Rui
Gonçalves, administrador do grupo Gocial•
Horário
2 de junho, das 15h00 às 22h00
3 de junho, das 15h00 às 22h00
4 de junho, das 12h00 às 23h00
5 de junho, das 10h00 às 19h00
Bilhetes Salão Auto
Online (até dia 1 de junho) – 3 € pessoa
Depois de 1 de junho – 4 € pessoa
Pacote Família (2 adultos + criança) – 5 €
Crianças até 12 anos – grátis
Street Food Exponor Fest – Entrada gratuita
VI
sexta-feira, 20 de maio 2016
sexta-feira, 20 de maio 2016
SIVA premeia
ISN pelo projeto
“Sea Watch”
A
SIVA atribuiu um prémio de
responsabilidade social ao Instituto
de Socorros a Náufragos (ISN) pelo
projeto “Sea Watch”, organizado
em parceria com a Volkswagen.
O galardão foi entregue (no dia 26 de abril)
ao vice-almirante Silva Ribeiro, diretor-geral
da Autoridade Marítima, pelo presidente do
conselho de administração da SIVA, João Pereira
Coutinho.
Foi há cerca de seis anos que arrancou o
projeto “Sea Watch”, resultado da parceria entre
o ISN, a SIVA e os concessionários Volkswagen.
Este projeto, cujo principal objetivo é promover
a segurança nas praias de Portugal, prevê
a disponibilização de pick-up Volkswagen
Amarok para o serviço de patrulhamento nas
costas, devidamente equipadas para a vigia e o
salvamento.
O projeto “Sea Watch” conta com 28
viaturas e possibilitou já o salvamento de 127
veraneantes, efetuando 426 assistências de
primeiros socorros (entre as quais um parto bem
sucedido) e 71 buscas com sucesso de crianças
perdidas. Os operacionais que trabalham com
as viaturas pertencem ao Corpo de Militares da
Marinha.
A SIVA e o ISN já confirmaram a continuidade deste
projeto para 2016.
As pick-up Volkswagen Amarok ao serviço do
ISN são adaptadas às necessidades do serviço
de salvamento. A transformação, desenvolvida
em Portugal pela SIVA, inclui suportes para
equipamentos de emergência, pranchas de
salvamento e macas, assim como as luzes
de emergência. “Esta iniciativa encontra-se
integrada na política de responsabilidade social
corporativa da SIVA e, como tal, para além da
cedência das pick-ups Volkswagen Amarok,
a SIVA mobiliza ainda importantes meios no
sentido de promover esta iniciativa”, refere o
comunicado do importador da marca alemã.
A SIVA e o ISN já confirmaram a
continuidade deste projeto para 2016, estando
prevista a entrega das novas viaturas Volkswagen
Amarok para o final deste mês de maio, a tempo
do início da época balnear•
Continental aposta na mobilidade sustentada
O
s grandes desafios para a sociedade foram o tema central da reunião anual
de acionistas da Continental. “O conceito de mobilidade está atualmente a
ser redefinido. Espera-se que seja ainda mais segura, até mesmo mais limpa e, acima
de tudo, totalmente conectada. E tudo isto a um
preço que todos possam pagar. Tudo isto exige
soluções de mobilidade mais eficientes, mais inteligentes e mais sustentáveis”, disse Elmar Degenhart, CEO da Continental, durante o seu
discurso aos acionistas. “Há três desafios particularmente importantes para o nosso negócio: ar
puro e emissões mais baixas; aperfeiçoamento da
segurança e zero acidentes rodoviários; mobilidade conectada e novos serviços. A Continental está
a fazer contribuições fundamentais para estes três
desafios. E temos de fazê-lo porque nós e a nossa
indústria temos uma enorme responsabilidade na
sociedade”, acrescentou.
O executivo referiu ainda o “rápido desenvolvimento de novos produtos, sistemas, funcionalidades e soluções para os nossos clientes por
parte dos nossos dedicados funcionários em todo
o mundo” como a força única da empresa no que
respeita ao “crescimento e prosperidade da sociedade como um todo”.
Emissões mais baixas para uma
mobilidade sustentável
Os sistemas de condução com baixas emissões
foram mais uma vez um dos tópicos centrais na
recente Cimeira do Clima: “O dióxido de carbono é uma das causas principais do aquecimento
global. Mais de mil milhões de veículos produzem quase um quinto das emissões de dióxido de
carbono. A batalha contra as emissões poluentes
entrou assim numa fase decisiva e é por isso que
as leis governamentais sobre a proteção do clima
estão a tornar-se mais rigorosas – e ainda bem –
na Europa, nos EUA, China e Japão”, disse Degenhart.
Os peritos na Cimeira do Clima em Paris preveem que o aquecimento global cause o aumento do nível dos oceanos, o que, no pior cenário,
poderá causar cerca de 500 milhões de refugia-
Dimensões ideais para o sucesso
Afirmou que as dimensões ideais para que os
sistemas de condução elétricos sejam um sucesso
no mercado são 100 – 100 – 150: células de bateria que terão de fornecer 100 kilowatts/hora de
energia, terem um tamanho de 100 litros e pesar
150 quilos. “Por isso, se forem comparados com
os sistemas disponíveis atualmente, terão de ter
metade do tamanho, metade do peso e significativamente menos de metade do preço. O nosso
sector precisa de uma célula de bateria como esta.
Seria fantástico se fosse fabricada na Alemanha,
mas com os preços atuais da eletricidade aqui,
não seria economicamente viável fabricar células
de bateria neste país”, afirmou o executivo.
A
A
Goodyear relançou o website para
veículos comerciais em todos os
países da Europa, Médio Oriente e
África (EMEA) nas várias línguas
locais, ajudando os operadores de
frotas a selecionarem os pneus para camião
e serviços associados mais adequados às
suas operações e a reduzirem os seus custos
operativos. O sítio web agora disponibilizado,
truck.goodyear.eu, com um novo design,
oferece conselhos úteis que contribuem para
que os operadores de veículos rentabilizem o
investimento nos pneus que adquirem.
Em truck.goodyear.eu os visitantes podem
aceder a informações no seu idioma sobre os
seguintes temas: Novos pneus para camiões
da Goodyear; recauchutagem, incluindo o
processo a quente premium TreadMax e Next
Tread; ServiceLine24 h, assistência rodoviária
A empresa alemã
quer contribuir
para menos
poluição e mortes
associadas
à mobilidade
Eletrificação, desafio e oportunidade
Do ponto de vista tecnológico, a mobilidade elétrica sem emissões não estará pronta para o
mercado de massas antes de 2025, disse a mesma
fonte. É necessária uma solução provisória, que
contenha o motor de combustão interna e um
sistema elétrico. Do ponto de vista da Continental, tal solução seria o “híbrido das pessoas”. Elmar Degenhart explicou: “É por isso que estamos
a combinar motores a gasolina ou a gasóleo com
um pequeno motor elétrico, que alivia o fardo
do motor de combustão interna em função da
situação de condução. A sua fonte de alimentação funciona com uma voltagem mais alta de
48 volts. Este híbrido pode ser usado em praticamente todas as classes de veículos e entrará em
produção em 2016 na Europa e brevemente na
Ásia e nas Américas.
“A solução ideal para a condução sem emissões é um carro elétrico alimentado por eletricidade verde,” afirmou convictamente Degenhart.
Mas “é provável que nos próximos anos permaneça um produto de nicho. As baterias atuais são
demasiado grandes, muito pesadas e muito caras.
Têm capacidade suficiente. Além disso, ainda
não podem ser carregadas sem fios de forma suficientemente rápida. Por isso a questão crucial é:
Quando estará disponível uma célula de bateria
que corresponda a todas estas exigências? E na estrada, não no laboratório”, salientou o CEO da
Continental.
No seu discurso sublinhou que ainda existem
anualmente mais de 1,2 milhões de mortes em
acidentes rodoviários em todo o mundo. Para a
Continental, esta é uma área em que algo tem
de ser feito: “Para nós, é simplesmente inaceitável
que todos os dias 3300 pessoas percam as suas
vidas e que 140 mil fiquem feridas nas estradas.
É altura de colocarmos os acidentes rodoviários
num museu. A tecnologia para o conseguir já está
disponível e está agora a ser totalmente integrada
nos automóveis. Inclui os nossos sistemas avançados de assistência à condução e os nossos pneus”,
disse, Elmar Degenhart
“Estes sistemas mantêm o veículo na sua faixa e na estrada, monitorizam o ângulo morto,
travam autonomamente ou obtêm ajuda em
emergências. Detetam o ambiente em redor e
qualquer perigo e até podem estacionar de forma autónoma. Sistemas deste tipo são a base
para a condução automatizada e representam o
nosso crescimento mais forte nesta área”, acrescentou.
“Ainda em 2016, a Continental vai gerar vendas de mais de mil milhões de euros com esta
tecnologia e com os sistemas de sensores a ela
associados. Em 2020, a Continental espera que
as vendas superem a marca dos 2 mil milhões de
euros, ou seja, o dobro em apenas cinco anos”,
indicou o CEO da empresa•
Hyundai foi a marca que mais cresceu em abril
Hyundai salienta ter sido a marca que
mais cresceu em termos de vendas em
Portugal no mês de abril, com um
aumento de 109% no registo de matrículas face ao mesmo mês de 2015.
Em termos acumulados, a marca sul-coreana
regista em Portugal um crescimento superior a
85% entre janeiro e abril de 2016, sendo a segunda marca que mais cresce face ao mesmo período
de 2015.
Em Portugal, a Hyundai continuará a manter a sua dinâmica de lançamentos e 2016 estará recheado de muitas novidades e lançamentos:
depois do Novo Tucson, em janeiro, que entrou
para o “top” três de vendas de SUV compactos,
em abril lançaram-se as novas edições especiais
GO! i10, i20 e i30, no âmbito do patrocínio da
marca ao Euro2016. Já em abril, a Hyundai lançou o novo i20 Active. Mas as novidades do i20
não ficaram por aqui: ainda no mês passado, a
marca lançou o i20 Coupe e as novas motorizações turbo em toda a gama da nova geração i20.
O segundo semestre voltará a ser de novidades
para Hyundai em Portugal: em junho, a marca
reforçará a gama do novo Tucson, introduzindo
Novo website de pneus
para camião Goodyear
na EMEA
Acidentes rodoviários num museu
dos em consequência das alterações climáticas.
Se esta previsão estiver correta, existirá o caos à
escala global”, avisou o CEO da Continental, falando também sobre a importância de sistemas
de condução com baixas emissões: “O motor de
combustão interna continuará a ser o principal
sistema de condução até e depois de 2020”. Por
isso a Continental está a desenvolver componentes fundamentais para sistemas de condução eficientes em termos de consumo de combustível
e com baixas emissões, incluindo injeção direta,
tecnologia do turbocompressor, pós-tratamento
dos gases de escape, design leve, eletrificação da
transmissão, informação ao condutor e conectividade do veículo. “As nossas atuais tecnologias
ajudam a reduzir o consumo de combustível em
cerca de 20%”, disse Elmar Degenhart.
no país a nova motorização de 141 cv e a caixa de
dupla transmissão – Dual-Clutch transmission –
e sete velocidades.
Em novembro de 2016, a Hyundai irá lançar
o Novo IONIQ, o primeiro automóvel no mundo
a oferecer no mesmo modelo a opção de escolha
entre três motorizações elétricas - híbrida (HEV),
elétrica (EV) e plug-in híbrida (PHEV). E também
na área empresarial haverá muitas novidades, com
a entrada da marca na gama de veículos comerciais
ligeiros e o lançamento da H350 em Portugal.
O importador da marca para o nosso país
destaca, em comunicado, “o reforço da rede comercial e de parceiros da Hyundai, que têm sido
essenciais nesta dinâmica e performance da marca em Portugal”.
Slogans oficiais do euro 2016
já escolhidos
Entretanto, a marca já anunciou os slogans
oficiais de apoio às seleções para as 24 equipas
nacionais que participam no campeonato UEFA
EURO 2016, no âmbito da campanha “Be There With Hyundai”. Os slogans vencedores fo-
O i20 Active
é um dos modelos
mais recentes
da marca
ram eleitos por adeptos de futebol e podem ser
visualizados através do site da UEFA, em www.
uefa.com/uefaeuro/be-there-with-hyundai. O de
Portugal é “Um passado de glória. Um futuro de
Vitória”.
A empresa afirma
dar mais e melhor
informação agora
Os slogans vencedores aparecerão nos respetivos autocarros das seleções nacionais, na língua
oficial de cada país e com tradução em inglês durante o campeonato do EURO 2016 que decorrerá entre 10 de junho e 10 de julho. Os vencedores dos slogans receberão bilhetes duplos para os
jogos do Euro 2016 e um conjunto Kit Premium
Oficial EURO 2016 que inclui uma réplica da
bola oficial, uma mochila, um boné e a mascote
oficial.
A primeira fase da campanha “Be There with
Hyundai” decorreu de 11 dezembro de 2015 a 1
de março de 2016, período em que os fãs podiam
submeter as suas propostas de slogans. As melhores frases foram pré-selecionadas pela Hyundai
e posteriormente foram divulgadas no site da
UEFA para uma fase final de votação que terminou a 1 de maio de 2016.
A Hyundai está a promover mais passatempos
com oferta de bilhetes e prémios Euro 2016 no
site mundial da Hyundai, em http://euro2016.
hyundai.com, e também localmente, emwww.
hyundai.pt/PassatempoEuro2016/. A Hyundai é
um dos parceiros oficiais do Campeonato Europeu de Futebol da UEFA desde 2000•
VII
internacional; TruckForce, a rede europeia
com mais de 2000 prestadores de serviços;
FleetOnlineSolutions, programa de gestão
de pneus baseado na Internet; localização de
concessionários de pneus para camiões; e outros
conselhos e informações detalhadas sobre pneus
para camião, tecnologias e padrões de qualidade
Goodyear.
A página web segue a filosofia da Goodyear
sobre pneus para veículos comerciais, oferecendo
produtos premium, serviços personalizados
e soluções inovadoras para frotas. Basta
uma navegação simples para os visitantes
encontrarem informação útil sobre como
maximizar o Custo Total da Propriedade dos
seus pneus, aumentando a durabilidade e
reduzindo os custos de combustível. O website
inclui secções específicas que abrangem os
inúmeros produtos, serviços e soluções que o
fabricante de pneus disponibiliza.
O website contém informação detalhada sobre
a Goodyear como fabricante de pneus para
camião. A título de exemplo, a secção Qualidade
apresenta uma visão inestimável sobre as
tecnologias e as inovações ímpares lançadas
pela Goodyear, explicando os benefícios das
mesmas, ajudando a compreender os múltiplos
aspetos técnicos importantes dos pneus para
veículos comerciais, como os índices de carga e
de velocidade•
VIII
sexta-feira, 20 de maio 2016
OBSERVADOR CETELEM INDICA
Viaturas autónomas
vão reduzir acidentes
rodoviários
M
ais fiável que o Homem – atualmente apontado como responsável por 90% dos acidentes –, a
viatura autónoma vai permitir reduzir a sinistralidade rodoviária,
de acordo com o mais recente estudo Observador
Cetelem. Num mundo de veículos totalmente
autónomos, deixarão de existir condutores com
comportamentos de risco: condutores alcoolizados, sonolentos ou distraídos.
A multiplicação das tecnologias de assistência
à condução e, no futuro, a viatura autónoma contêm promessas em termos de segurança rodoviária e são já vários os intervenientes do setor a estabeleceram compromissos claros. A Volvo fixou
como objetivo reduzir o número de mortos a zero
nos seus veículos até 2020 e a Google estima ser
possível reduzir para metade a morte nas estradas
graças às viaturas autónomas.
“Num futuro mais ou menos distante, poderemos certamente falar em ‘sinistralidade zero’,
mas, antes de alcançarmos esse feito, as viaturas
autónomas terão de coexistir com a condução
humana. Haverá uma fase de transição que não
estará isenta de riscos, dado que o veículo totalmente autónomo terá dificuldades em prever
comportamentos por vezes aleatórios, e muitas
vezes potencialmente perigosos, dos automobi-
listas”, declara Diogo Lopes Pereira, diretor de
marketing do Cetelem.
No passado mês de fevereiro, o Google Car
foi pela primeira vez responsável por um acidente rodoviário, precisamente por não conseguir
antecipar os comportamentos imprevisíveis do
condutor de um autocarro. Ainda assim, esta foi
a primeira, e até ao momento a única vez que a
viatura autónoma da Google falhou em mais dois
milhões de km percorridos.
Novas tecnologias ao serviço
da segurança
Por agora, e até a viatura autónoma ser uma
realidade, os automobilistas podem contar com a
ajuda das novas tecnologias para garantirem uma
maior segurança. Cada vez mais o condutor está
sob vigilância apertada e as novas gerações de automóveis vão permitir que este receba permanen-
Condução autónoma terá impacto
na indústria seguradora
A
multimilionária indústria seguradora,
associada ao mercado automóvel, irá
enfrentar um período de reestruturação
radical como resultado da chegada da
tecnologia de condução autónoma.
Este foi um dos pontos em discussão no Seminário
“A Future with Autonomous Driving Cars –
Implications for the Insurance Industry” que a
Volvo e a Thatcham Research Center organizaram,
no dia 3 de maio, em Londres.
Estudos efetuados nos Estados Unidos pela
NHTSA - National Highway Traffic Safety
Administration apontam para uma redução,
em 2035, do número de acidentes nas estradas
temente informações sobre o seu comportamento
de condução e, mais precisamente, sobre os riscos
das suas ações. O abuso do álcool, o consumo
de estupefacientes, a sonolência: os novos automóveis vão alertar o condutor sobre o seu estado
antes de ir para a estrada, e mesmo bloquear o
veículo em caso de comportamento inadequado.
O eCall, sistema de urgência geolocalizada
concebido para lançar um alerta para um centro
de socorro em caso de acidente, é outro exemplo
de como a tecnologia pode servir a segurança.
Neste caso, o foco não está na prevenção, mas na
rápida atuação de socorro, crucial para minimizar os danos traumáticos e aumentar as hipóteses
de sobrevivência. A partir de abril de 2018, será
obrigatório que todas as viaturas novas comercializadas na União Europeia sejam equipadas com
o sistema eCall.
Segurança, a prioridade
dos automobilistas
Na última edição do estudo automóvel, o
Observador Cetelem procurou saber junto dos
automobilistas que critérios uma viatura deve
satisfazer prioritariamente. Os portugueses elegeram como prioridade a segurança das pessoas e
dos veículos (78%). Entre os numerosos serviços/
Num mundo de veículos totalmente autónomos,
deixarão de existir comportamentos de risco.
funcionalidades que satisfazem esses critérios, os
mais mencionados pelos automobilistas em Portugal foram: sistema de manutenção preventiva
que permite avisar o condutor em caso de avaria
ou de problemas iminentes (95%); sistema de
deteção de peões, ciclistas e outros obstáculos na
estada (92%); receber informações de auxílio à
manutenção do veículo (83%); e sistema de controlo do estado de saúde do condutor e transmissão destes dados para infraestruturas médicas em
caso de urgência (82%).
Morreram 478 pessoas em Portugal
De acordo com dados da ANSR – Autoridade
Nacional de Segurança Rodoviária, registaram-se
no ano passado mais de 122 mil acidentes rodoviários em Portugal. Estes sinistros provocaram
478 mortos, 2206 feridos graves e 37 958 feridos
ligeiros•
Estudos apontam
para uma
redução,
em 2035,
do número
de acidentes
nas estradas
em cerca
de 80%
em cerca de 80%, com uma implicação direta
nos prémios de seguros. Investigações realizadas
pela Swiss Re e pela HERE apontam no mesmo
sentido, calculando que as tecnologias de
condução autónoma irão reduzir, já em 2020,
os prémios de seguro em 20 biliões de dólares.
Atualmente, a indústria motorizada é responsável,
por si só, por 42% dos prémios de seguro não vida
a nível mundial.
A Volvo Cars acredita que a indústria
seguradora não terá outra hipótese que não
seja uma adaptação destas mudanças nos seus
modelos de negócio atuais. “O impacto a médio/
longo prazo na indústria seguradora deverá ser
significativo. No entanto, não nos deveremos
esquecer da verdadeira razão disto – a redução
do número de acidentes, do número de feridos e
do número de vítimas mortais. A tecnologia de
condução autónoma é o maior avanço dos últimos
anos nos aspetos de segurança automóvel”,
afirmou o presidente e CEO da Volvo, Hakan
Samuelsson, um dos oradores do evento.
Marca sueca com programas
de condução autónoma
A Volvo Cars está fortemente comprometida
na maximização dos benefícios de segurança
associados à introdução de automóveis com
condução autónoma. A marca sueca anunciou,
no início do mês, que irá iniciar, no próximo ano,
em Londres, um vasto programa de condução
autónoma, no qual 100 automóveis equipados
com esta tecnologia serão conduzidos em
conduções reais. Programas semelhantes irão ser
implementados também na China e na Suécia.
“A indústria automóvel não poderá fazer tudo
sozinha. Necessitamos da ajuda dos governos que
deverão trabalhar em sintonia com as marcas para
colocarem em prática legislação e infraestruturas
que permitam que estes automóveis cheguem
às estradas o mais depressa possível para
começarem desde já a salvar vidas. A condução
autónoma representa uma revolução na segurança
automóvel. A Volvo tem a visão de que ninguém
perderá a vida ou ficará gravemente ferido num
novo Volvo em 2020. Esta tecnologia é uma
ferramenta chave para nos ajudar na obtenção
deste objetivo”, salienta Hakan Samuelsson•
sexta-feira, 20 de maio 2016
IX
Classificativa do Porto do Rali de Portugal
com reconhecimento do percurso no próprio dia
AQUILES PINTO
[email protected]
Tudo a postos para a passagem
do WRC pela Baixa do Porto
O
Rali de Portugal já está na estrada
desde ontem (dia 19) e os bólides vão
andar pelo Norte do país até domingo
(dia 22). Uma das classificativas mais
esperadas, nem tanto pelo lado desportivo, mas mais pelo espetáculo, será a classificativa a disputar no centro da cidade do Porto.
A Porto Street Stage realiza-se hoje (dia 20), pelas
19h00.
O desafio lançado pelo presidente da Câmara
Municipal, Rui Moreira, foi limitar ao máximo as
condicionantes de acesso, evitando que as montagens, preparação e realização da Porto Street
Stage implicassem incómodos que fossem além
do estritamente necessário. Para isso, a pedido da
Câmara do Porto, o ACP propôs à FIA que os
reconhecimentos acontecessem no próprio dia e
não dois ou três dias antes, como acontece em
todos os outros ralis e em todas as outras classificativas do Vodafone Rally de Portugal.
Também as equipas e pilotos do Mundial de
Ralis farão um esforço suplementar, já que serão
obrigados a reconhecer o percurso a meio do dia,
entre as 12h45 e as 16h00. O traçado da Porto
Street Stage tem 1850 metros e o evento será, recorda a edilidade, muito diferente da demonstração realizada na Baixa em 2010, “a qual envolveu
apenas nove carros e não contava para qualquer
classificação”. Desta vez é a “doer”, com efeito.
As montagens mais pesadas e que implicaram
cortes de trânsito puderam, por isso, ter lugar
apenas durante a noite e madrugada de quinta
para sexta-feira, deixando, segundo a autarquia,
“a cidade respirar quase normalmente nos dias
anteriores à competição”.
Peão grátis e bancadas de 25 a 75 euros
A organização colocou à venda bilhetes de bancada a 25 euros e a 75
euros (VIP), mas será possível assistir à competição na baixa do Porto em
zonas de acesso livre, embora sem bancada. Quem quiser poderá também
acompanhar as emoções em casa, através da RTP, que transmitirá cerca de
uma hora de classificativa, entre as 19 e as 20 horas.
O programa começa pelas 12h45, com o reconhecimento dos carros do
Campeonato do Mundo de Ralis, e prossegue com o reconhecimento de
carros de ralis clássicos que competirão pelas 17h45. O prato forte do dia
arranca às 19 horas, quando os principais pilotos do mundo farão a dupla
passagem pelo traçado de 1850 m na Baixa do Porto. Haverá competição até
próximo das 22h15.
Vários pontos da Baixa
O percurso, que se iniciará junto ao Rivoli, prossegue pela Avenida dos
Aliados, no sentido ascendente, passando junto à Câmara do Porto e à
Estação de Metro da Trindade, iniciando aí a descida. Junto ao Edifício AXA
estará montado um salto (em frente ao qual estará localizada a bancada
destinada ao público). Durante o percurso até ao Palácio das Cardosas,
os carros farão um desvio até ao lado esquerdo da Avenida dos Aliados e
virarão depois para a Estação de São Bento, iniciando a subida da Avenida da
Ponte. Um desvio a meio levará os concorrentes até à Sé, terminando perto
da Ponte Luís I. Durante o percurso, além do salto a que serão obrigados,
os concorrentes estarão ainda sujeitos a obstáculos, como chicanes e duas
pequenas rotundas que terão que contornar•
A contrário da demonstração realizada
em 2010, a Porto Street Stage conta para
a classificação.
Câmara cria linha de informação
direta
Segundo calculam os técnicos do Pelouro da
Mobilidade da Câmara do Porto e da Proteção
Civil e Polícia Municipal, com estas medidas, os
impactos na mobilidade da cidade serão menores
do que os provocados, por exemplo, com a realização anual do cortejo da Queima das Fitas. Para
que nada falhe e para que moradores, comerciantes, operadores turísticos e público possam ter
informação e mobilidade durante a sexta-feira
da competição, a Câmara do Porto fez também
a fazer um esforço de informação e comunicação.
Todas as moradas diretamente afetadas receberam, de acordo com a autarquia, uma informação com toda a informação, rua a rua, bem como
quais os acessos a transporte público disponíveis.
Foi também criada uma linha direta, bem como
um balcão de informações no Gabinete do MuÉ esperado muito público.
nícipe, inteiramente dedicados à prova, no Porto. A linha direta funciona através do telefone
936780108 e do e-mail [email protected] Havendo ainda informação permanente disponível
no portal de notícias do Porto (www.porto.pt).
Metro com serviço especial
Também a Metro do Porto informará os seus
passageiros do serviço especial e reforçado, que
estará em vigor no dia e que se prolongará pela
noite e enquanto for necessário. A localização
das paragens finais das linhas STCP afetadas está
também disponível no portal de notícias e estão a
ser comunicadas por folhetos aos munícipes afetados.
“Refira-se que, para que os transtornos fossem mínimos, o próprio desenho da Porto Street
Stage foi concebido a pensar na mobilidade da
cidade, limitando os constrangimentos à zona da
prova. Isso foi conseguido fazendo os carros de
competição entrar e sair pela Ponte do Infante, o
que deixa livre as zonas mais problemáticas da cidade em matéria de trânsito semanal, como a Via
de Cintura Interna e todos os seus acessos, bem
como zonas como a Galiza, Boavista, Constituição ou Antas, consideradas fulcrais em matéria de
escoamento de trânsito”, indica o comunicado da
Câmara Municipal do Porto•
Organização indica retorno superior
a 100 milhões
A organização destaca o impacto do Rali de Portugal na economia
nacional. Em 2015, mesmo sem a classificativa no Porto, a despesa direta total
gerada pelo WRC Vodafone Rally de Portugal na economia do turismo do
Porto e Norte de Portugal, assegurada por adeptos e equipas, atingiu os 65,2
milhões de euros, de acordo com a organização. Os dados fazem parte de
um estudo da autoria do Centro Internacional de Investigação em Território
e Turismo da Universidade do Algarve, em parceria com a Universidade do
Minho.
Além deste valor, a audiência acumulada da prova foi estimada em 73,5
milhões de espectadores, que geraram um impacto adicional indireto de
62,2 milhões de euros, dando assim origem a um volume total de 127,4
milhões de euros de retorno para a economia do turismo e imagem do
destino.
X
sexta-feira, 20 de maio 2016
Maduro maio em novidades para o Mazda 3
AQUILES PINTO
[email protected]
O
Mazda 3 recebeu novos argumentos importantes: a motorização diesel SKYACTIV-D de 1,5 litros com
105 cv e a carroçaria de três volumes
Coupé Sport (CS). Ambas as propostas vêm completar não só a gama Mazda3, que
já é comercializada desde outubro de 2013 com
o motor a gasolina 1.5 SKYACTIV-G (100 cv)
na carroçaria “hatchback” (HB), como a própria
sexta geração Mazda.
De facto, com estas novidades, fecha-se igualmente o ciclo de lançamentos inerentes à sexta
geração de modelos Mazda, que o próprio 3 inaugurou com o HB a gasolina. Esta gama foi, entretanto, complementada nos últimos dois anos
e meio com os modelos CX-5 e 6, depois com o
2, o CX-3 e a quarta geração do roadster MX-5.
O novo motor turbodiesel SKYACTIV-D 1.5
de 105 cv regista emissões de 99 g/km (Euro 6)
e consumos médios na ordem dos 3,8 l/100 km.
Integrado na nova carroçaria CS, o bloco permite
ao Mazda 3 alcançar os 186 km/h de velocidade máxima e completar a aceleração dos zero aos
100 km/h em 11 segundos. No Mazda3 HB os
valores são de 185 ou 181 km/h e 11 ou 11,6
segundos, dependendo de a caixa de velocidades
ser manual ou automática.
Preço do diesel desde 24 364 euros
Em termos de preços e no que se refere ao
novo Mazda 3 SKYACTIV-D 1.5 CS, o leque
das propostas com o nível de equipamento Evolve têm um intervalo de preços dos 24 364 aos 26
464 euros, enquanto o dos bastante mais completos Excellence se iniciam nos 26 954 euros para
terminar nos 31 354 euros. O mesmo motor na
carroçaria HB é proposto por um intervalo de
preços dos 24 364 aos 29 174 euros, com o nível
de equipamento Evolve, e dos 26 954 aos 34 064
euros do nível Excellence.
Finalmente, as propostas já em comercialização do 3 SKYACTIV-G 1.5 a gasolina iniciam-se
nos 18 630 euros do nível Essence, ascendendo
aos 23 230 euros da mais equipada das propostas
Evolve.
São três os níveis de equipamento do Mazda 3
para o mercado nacional: Essence, Evolve e Excellence. O patamar de entrada Essence inclui, entre outros, direção assistida, ABS com EBD, duplo airbag, airbags laterais e de cortina, assistência
à travagem de emergência, controlo dinâmico de
estabilidade, vidros elétricos, computador de bordo, Hill Launch Assist, i-stop e sistema de monitorização de pressão de pneus.
O nível intermédio Evolve acrescenta, entre
outros elementos, jantes de liga leve de 16 polegadas, faróis de nevoeiro, limitador de veloci-
Carroçaria
de três volumes
e motor diesel
1.5 são os novos
argumentos
dade, AC dual zone, Smart City Break Support,
cruise control e HMI, para além do ecrã táctil de
sete polegadas.
Por fim, o Excellence acrescenta, de série, com
os conteúdos do Pack High Safety (sensores de
estacionamento atrás, de luminosidade e de chuva, faróis bi-Xénon, luzes diurnas LED e vidros
traseiros escurecidos), jantes de 18 polegadas, luzes traseiras LED, bancos dianteiros aquecidos,
chave inteligente, câmara traseira e, entre outros
equipamentos, sistema áudio Bose•
MARCA ESPERA VENDER MIL AUTOMÓVEIS EM 2016
DS3 alvo de renovação
DORA TRONCÃO
[email protected]
totaliza mais de 600 000 exemplares comercializados desde o lançamento.
cabam de chegar ao mercado nacional
os novos DS 3 e DS 3 Cabrio. Desde
o lançamento do DS 3 em 2010, 390
mil clientes cederam ao charme deste
parisiense chique e moderno.
Em Portugal, em 2015, venderam-se 850 unidades DS 3 e, em 2016, a marca espera chegar aos
mil automóveis.
A DS vai iniciar a comercialização dos novos
DS 3 em Portugal assente nos níveis de equipamento Be Chic, So So Chic e Sport Chic, já
conhecidos dos apreciadores DS 3, acrescentando-lhes dois complementares, de caraterísticas
aerodinâmicas: Drive Efficiency e Performance.
A gama do novo DS 3 é estruturada em oito
motorizações, das quais sete estarão disponíveis
a nível nacional, a saber: três motores a gasolina
de 3 cilindros PureTech (eleito “Motor Internacional do Ano 2015”); dois motores a gasolina
de 4 cilindros THP e dois motores Diesel de 4
cilindros BlueHDi com a tecnologia SCR (Selective Catalytic Reduction), com duas caixas de velocidades (manuais de 5 ou 6 velocidades) e com
emissões de CO2 desde os 79 g/km (BlueHDi
100) e nunca ultrapassando os 129 g/km, tornando este automóvel apropriado para todas as
utilizações.
Merecem destaque a introdução do motor de
3 cilindros Pure Performance 130 S&S CVM6
e o novo e possante bloco 1.6 THP S&S de 208
cavalos que equipa o DS 3 Performance, naquela
que é a declinação mais desportiva e radical da
gama.
O DS 3 Cabrio é equipado com 2 motores
Três milhões de personalizações
disponíveis
A
Os novos DS 3
e DS 3 Cabrio
chegam
a Portugal
com sete
motorizações
e estão
disponíveis
a partir
de 18 385 euros
BlueHDi, de 100 e 120 cv (com transmissão
CVM6). Destaque para o facto de quase todos os
motores (exceto o bloco PureTech 82) contarem
com o sistema Stop & Start. A nova gama DS 3
e DS 3 Cabrio estará a partir de 18 385 euros.
A DS conta, atualmente, com os novos modelos DS 3, DS 3 Cabrio, DS 4, DS4 CROSSBACK e DS 5, além dos DS 5LS e DS 6, e
distingue-se por um estilo marcante, atenção ao
pormenor, seleção de materiais nobres e nível tecnológico, com destaque para a mecânica híbrida
diesel Hybrid4, proposta no novo DS 5. A gama
é distribuída na Europa nas DS Store e em áreas
de exposição específicas da rede Citroën, possuindo uma rede de distribuição própria na China.
DS é também uma experiência de marca que se
estende para além dos produtos, com uma gama
de serviços premium exclusivos, designadamente
através do clube DS Privilège. À data, a marca
Desde a criação que os DS 3 são vistos como
um ícone de design e personalização e hoje em
dia são possíveis mais de três milhões de combinações, entre cores, motivos e materiais.
A DS aposta nos artesãos especializados dentro da manufatura e nos materiais de luxo, por
exemplo ao nível da marroquinaria. A parceria
com marcas de luxo, como é o caso agora do relógio de edição limitada de 38 peças da marca suíça
BRM, cujo desenho do painel de instrumentos
adorna o mostrador e que se encontra disponível mediante encomenda para Portugal, são para
continuar de futuro, de acordo com o Departamento de Comunicação da marca em Portugal.
O equipamento é o enfoque da DS, cujas campanhas passarão sobretudo pela oferta de 40% a
50% de equipamento.
Entre os aspetos exteriores dos novos DS 3 a
destacar estão a nova grelha dianteira mais verticalizada e robusta, com o logo DS dentro, sob
um fundo ninho de abelha; as “DS Wings” duplas, conferindo uma aparência mais premium; a
nova assinatura luminosa DS LED Vision, nova
imagem de marca que confere qualidade de iluminação acrescida, ilustrando a atenção ao pormenor e, por fim, uma conectividade alargada,
disponível em toda a gma DS3, a opção Mirror
Screen, que permite duplicar os conteúdos de um
Smartphone compatível, como já acontece com
os DS 4 e DS 5, independentemente de ser Apple
(CarPlayTM) ou Android (Mirror Link)•
sexta-feira, 20 de maio 2016
XI
Volvo V40 com restyling
AQUILES PINTO
[email protected]
A
Volvo operou algumas mudanças ao
V40. Com preços a partir de 25 mil euros, o modelo tem alterações estéticas e
mecânicas. Já pode ser encomendado e
chegará aos stands nacionais da marca
sueca ainda este mês.
“O V40 é um modelo muito importante para
a Volvo. É o nosso best-seller na Europa e o segundo modelo mais popular da empresa, a nível mundial. Com as atualizações agora feitas tornamos um
modelo de muito sucesso ainda mais atraente para
os clientes deste segmento”, refere Björn Annwall,
o vice-presidente senior responsável pelas vendas, marketing e atenção ao cliente no Volvo Car
Group.
Em termos de imagem exterior, há uma nova
grelha frontal, que inclui não só o novo logo Volvo,
mas também a integração dos novos faróis dianteiros em LED “Martelo de Thor” inicialmente introduzidos na gama 90. Além de estar disponível em
oito cores (eram só três), o modelo conta também
com outros pormenores, como novos frisos e jantes.
No habitáculo, são disponibilizadas duas novas
opções de volante (Charcoal/Blond e City Weave),
diversas combinações de painéis interiores (Milled
Aluminium, Black Grid Aluminium e Stealth Aluminium), bem como painéis de porta diferenciadores (onde pela primeira vez se inclui um recorte
em preto). Realce ainda para novas soleiras de porta
para as versões R-Design e Inscription e um novo
painel para as chaves com o logo Volvo integrado.
Em termos mecânicos, a Volvo conseguiu baixar o nível de emissões da versão D2 com caixa manual para as 89 g/km CO2.
O modelo já pode
ser encomendado
Outras atualizações do Volvo On Call incluem a integração do calendário pessoal, permitindo enviar avisos do mesmo para o painel de
navegação. O Volvo On Call irá expandir a sua
atuação, permitindo controlar uma frota até 10
veículos.
Melhorias no Volvo On Call
CleanZone chega ao modelo
Além disso, a aplicação para smartphone Volvo
On Call que permite um controlo remoto sobre
várias funcionalidades do automóvel recebe um
upgrade substancial. A aplicação é compatível com
Apple Watch e Android Wear e agora também com
dispositivos Microsoft Band 2, permitindo, quando se usam smartphones com Windows 10, também controlo por voz de algumas características.
O logo CleanZone chega também à gama 40
da Volvo com este restyling. “Esta tecnologia premiada garante que a qualidade do ar é efetivamente filtrada antes de entrar na cabina do condutor,
removendo as partículas poluentes tão presentes
nas grandes cidades. A tecnologia CleanZone reflete o compromisso da Volvo em melhorar a experiência do condutor”, refere a marca•
Formação
Transversal
Duração
(horas)
Valor de
Inscrição (*)
Empreendedorismo
16
110,00 €
Gestão de Cobranças
20
155,00 €
Gestão de Reclamações
8
60,00 €
Gestão do Tempo
20
125,00 €
Gestão de Conflitos
16
110,00 €
Inglês Técnico Automóvel
16
110,00 €
Introdução à PNL (Programação Neurolinguística)
12
90,00 €
Introdução ao Espanhol
16
110,00 €
Introdução ao Mindfulness
8
60,00 €
Manutenção Básica do Automóvel para o Utilizador
4
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sexta-feira, 20 de maio 2016
1
Serviços Técnicos
Saúde no trabalho
Consultas de saúde no trabalho deixam de poder ser
realizadas por médicos de família
A Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, na
sua atual redação, aprova o regime jurídico
da promoção da segurança e da saúde
no trabalho, prevendo a possibilidade
da promoção e a vigilância da saúde a
determinados grupos de trabalhadores
ser assegurada através das unidades do
Serviço Nacional de Saúde, de acordo
com legislação específica a aprovar pelo
ministério responsável pela área da saúde.
Neste âmbito, a Portaria n.º 112/2014, de
23 de maio, veio regular essa possibilidade,
determinando que a promoção e vigilância
da saúde a grupos de trabalhadores
específicos é efetuada através da prestação
de cuidados de saúde primários do
trabalho, nos Agrupamentos de centros de
saúde (ACES), por médicos das unidades
funcionais dos respetivos ACES, com
especialidade em medicina geral e familiar,
como foi referido na revista da ARAN, à data
da publicação do referido diploma.
Posteriormente, o Despacho n.º 9184/2014,
publicado no Diário da República, 2.ª
série, n.º 135, de 16 de julho, veio clarificar
os termos de aplicação do disposto na
Portaria n.º 112/2014, de 23 de maio,
determinando que nos ACES os médicos
com especialidade de medicina geral e
familiar prestam no âmbito estrito da
Portaria n.º 112/2014, de 23 de maio,
cuidados de saúde primários do trabalho,
não implicando os mesmos, neste sentido,
o exercício da especialidade de medicina
do trabalho pelo médico de medicina geral
e familiar.
Importa, contudo, verificar que nos
termos dos artigos 107.º e 108.º da
Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro,
na sua atual redação, lei habilitante à
Portaria n.º 112/2014, de 23 de maio, a
responsabilidade técnica da vigilância da
saúde cabe ao médico do trabalho e as
consultas de vigilância da saúde devem
ser efetuadas por médico que reúna os
requisitos previstos no artigo 103.º da
referida lei, considerando-se médico do
trabalho, para efeitos da presente lei, o
licenciado em Medicina com especialidade
de medicina do trabalho reconhecida pela
Ordem dos Médicos.
Neste contexto, as consultas de vigilância
da saúde efetuadas no Serviço Nacional
de Saúde, no âmbito do artigo 76.º da Lei
n.º 102/2009, de 10 de setembro, na sua
redação atual, não podem ser asseguradas
por especialistas de Medicina Geral e
Familiar, por se tratar de funções específicas
da especialidade de Medicina do Trabalho,
para as quais estes profissionais não estão
devidamente habilitados, assim como não
pode ser emitida por estes especialistas a
respetiva ficha de aptidão.
Neste sentido, o Governo decidiu revogar
o disposto na Portaria n.º 112/2014, de
23 de maio, garantindo-se a qualidade
e segurança dos cuidados de saúde
prestados no âmbito da saúde no
trabalho aos grupos de trabalhadores
específicos referidos no artigo 76.º da Lei
n.º 102/2009, de 10 de setembro, na sua
redação atual.
Em suma, com a publicação da Portaria n.º
121/2016, de 4 de maio, o acesso a serviços
de saúde no trabalho por parte dos centros
de saúde deixa de ser possível, devendo
as empresas recorrerem a empresas
devidamente autorizadas para o efeito.
SOGILUB lança SmartLubi, aplicação para produtores de óleos usados
Maior facilidade de comunicação para os produtores
de óleos usados
A Sogilub acaba de disponibilizar
a aplicação “SmartLubi” para
smartphones e tablets com os
sistemas operativos IOS ou Android,
solução disponível gratuitamente,
que tem como objectivo facilitar a
comunicação entre os Produtores
de Óleos Usados, a Sogilub e os
operadores de recolha, permitindo,
desde o registo inicial no SIGOU, a
solicitação da recolha de óleo usado,
o acompanhamento do estado
dos pedidos, a consulta e pedido
de alteração dos dados de registo
e o acesso ao histórico de entregas
efetuadas, assim como a possibilidade
de avaliar e classificar o nível de
serviço prestado.
Trata-se de uma plataforma unificada
e integrada com outros sistemas
e soluções tecnológicas, que
disponibiliza em tempo real todos
os dados relativos às suas várias
funcionalidades, permitindo uma
comunicação direta com o operador
de recolha, bem como consultar
informação institucional da Sogilub
através de uma ligação para a sua
página web.
Os produtores de óleos usados têm,
assim, através da SmartLubi, um meio
de comunicação simplificado que
será de grande utilidade para a sua
atividade. Consulte esta aplicação
em http://www.sogilub.pt/categoria/
aplicacao-smartlubi
6
2
sexta-feira,
20maio
de maio
2016
sexta-feira,
20 de
2016
sexta-feira,
20maio
de maio
20163
sexta-feira,
20 de
2016
e veículo (adequados à dimensão dos
com clientes e outros, com vista à
veículos e da carga transportada, em bom
realização atempada do serviço a executar.
estado de manutenção e sinalização, com
A utilização, simultânea à condução, de
Início do serviço
9,39
separadores de tráfego, com rampas de
meios de comunicação móvel (telemóveis
emergência, etc.), com locais de descanso
e
centrais
de
táxis),
meios
de
informação
Final do 1º período de
8,54
e parqueamento adequados.
e geolocalização (GPS), bem como a
condução
A planificação das viagens deve ter em
monitorização de rotas e de entregas
Início do 2º período de
conta as condições meteorológicas como
de cargas, trazem riscos acrescidos
8,62
condução
a)de
condução
sob a influência
de álcool
pesados de passageiros
ou de mercadorias
A partir
de 1 de Junho de 2016 entra em vigorno desenvolvimento
fator
risco acrescido
na condução
e (0,8 g/l
da atividade
de
a 1,19 g/l), de o motorista ajustar a
ou de transporte de mercadorias perigosas, a necessidade
o regime
da carta por pontos.
Fim do legal
serviço
7,46 As cartas condução.
b) a condução
sob abem
influência
substâncias
no exercício das suas funções profissionais. condução
de condução irão funcionar por pontos e
às mesmas,
comode
prever
o
Nívelum
global
deregime de penalização dos
psicotrópicas;
Em caso de infração serão subtraídos pontos cumprimento
haverá
novo
de
obrigações
decorrentes
8,50
Trabalho
monótono
vigilância
o excesso
de velocidade
em zonas
da seguinte forma:
infratores.
dasc)normas
legais
e a ocorrência
de de
e repetitivo
coexistência
(+ 61 kms/h
ou +de41 kms/h)
Pela prática de contraordenações graves
A cada condutor serão atribuídos doze
eventos
inesperados.
A gestão
O excesso
de cada
trabalho
e dede três anos,A atividade
condução
é umdois
trabalho
Quanto à designadamente
prática de crimes implica
a
serão, emderegra,
subtraídos
pontos.
pontos.de
Nohoras
final de
período
imprevistos,
de avarias
condução,
osexista
horários
irregulares,
com
monótono,
repetitivo
e sedentário
e, em nas e emergências,
subtração deaseis
pontos. de estradas
No entanto,
serão retirados
três pontos
sem que
registo
de contraordenações
existência
a consequente
falta graves
de descanso
dosde
regra,
é desenvolvido
A subtração de encerradas,
pontos aos condutores
seguintes
situações:de forma isolada.
graves ou muito
ou crimes
temporariamente
o fluxo e terá
motoristas
entre
passa
períodos
como efeito:
a) condução
soblongos
a influência
de álcool (0,2 ou intensidade
naturezaaliados,
rodoviária
nooutros
registofatores,
de infrações, O motorista
do trânsito, os controlos de
ao excesso
de velocidade
aumentam
os não a conduzir
a) Obrigação
o infrator
frequentar
0,5 g/l acom
0,79 um
g/l),elevado grau de
são atribuídos
três pontos
ao condutor,
autoridades,
etc.de
devem
igualmente
seruma
riscos
e concorrem
para a ocorrência
de
concentração
atenção
simultâneos
à de
ação de formação de segurança rodoviária
b) o excessoe de
velocidade
em zonas
podendo
ser ultrapassado
o limite máximo
considerados.
acidentes
rodoviários.
realização
de gestos
repetitivos
(acelerar,
quando
condutor
tenhaa cinco
ou menos
coexistência
(41kms/h
a 60 kms/h
ou 31
de quinze
pontos. No entanto, o período
Sempre
queoseja
previsível
exposição
A condução
e o trabalho
porde
travar,
engatar
velocidades, acionar os
pontos;
kms/h
a 40 kms/h)
temporal noturna
de referência
sem registo
a temperaturas
ambientais muito
turnos
exigem sobre graves
esforço
b) Obrigação
de oser
infrator
realizar
a prova
c) a ultrapassagem antes e nas paragens para diferenciadas,
contraordenações
ouprovocam
muito graves piscas…).
deve
prevista
a utilização
desajuste
fisiológico
e
dificultam
quede
aumenta
monotonia
teórica dode
exame
de condução
quando o
a travessia
peões eavelocípedes;
no registo de infrações é de dois anos para as À medida
de vestuário
trabalho
adequado.
contactos
sociais e familiares,
aumenta
a probabilidade
condutor tenha três ou menos pontos;
Pela prática
de infrações
muito graves serão
contraordenações
cometidasqualquer
por condutores no trabalho,
quede
seja
o sistema
de rotação
de concentração
e de
c) A cassação do título de condução do
subtraídos,
em regra, quatro
pontos. Porém,
veículos
de socorro
ou de adotado.
serviço urgente, de quebra
O desconforto
térmico,
resultante
dae jovens automatização
dos gestos
de condução.
infrator, sempre que se encontrem subtraídos
serão subtraídos
cinco pontos
pela prática
de transportes
coletivo
de crianças
exposição
motoristas
temperaturas
Por das
seu seguintes
lado, a circulação
em contexto de
todos os pontos ao condutor.
infracções:
até aos dos
16 anos,
de táxis,ade
automóveis
elevadas ou baixas, influencia o estado
autoestrada aumenta a fadiga, o que pode
de vigília, gera sonolência, diminui a
causar entorpecimento dos sentidos (visão,
capacidade de perceção e aumenta
audição…), aumentando a vulnerabilidade
o tempo de resposta às variáveis
do condutor e a probabilidade de
do tráfego, sendo a temperatura
ocorrência acidentes.
recomendada e adequada no interior do
veículo
de 23-26ºC
20-24º C
sensibilização.
uma efetiva
das empresas
Arrancou
no anono
de verão
2015 aecampanha
Medidas
desensibilização
prevenção
no inverno.
Entre outros, nas várias reuniões de
e seus trabalhadores e, bem assim,
de segurança e saúde no trabalho da
Duração da jornada
de trabalho
Nível de
vigilância
Serviços Jurídicos
Carta de condução por pontos
entra em vigor a 1 de junho de 2016
Campanha de Segurança e Saúde no Trabalho da Condução
Automóvel Profissional
condução automóvel profissional,
(1) Estudo da carga de trabalho dos motoristas de
promovida
pela
ACT - Autoridade
transporte
rodoviário
de passageiros
e mercadorias,
asde
Condições
do Trabalho
com o
Univ.para
Técnica
Lisboa, Faculdade
de Motricidade
Humana,
Dep. de Ergonomia,
Simões
entre
contributo
de váriosAnabela
parceiros
sociais,
outros,
nov.2005.
como
foi o caso de várias associações de
e proteção
da comunidade em geral para esta
problemática da segurança e saúde da
condução automóvel profissional e para os
Planificação
vários riscos de
queviagens
encerra e que, por vezes (e
A organização
do
trabalho
dos tempos
as mais das vezes),
com esimples
cuidados
de condução
e
descanso
previne
os fatores
e cautelas, podem ser substancialmente
empregadores, nomeadamente a ARAN e
de risco
associados
à prestação
do trabalho
Stresse
reduzidos
e atenuados
ou mesmo
de várias associações sindicais. A sessão de
em contexto
rodoviário.
eliminadas as suas consequências.
lançamento desta campanha realizou-se já
A planificação
e racionalização
As múltiplas
e exigências
e
Durante todo
o ano de 2015das
e até à
no dia 11tarefas
de fevereiro
de 2015,físicas
no Auditório
viagens
deve
ter
em
consideração
a sua
mentais
(tipo
e
quantidade
de
informação
sessão de encerramento
da campanha
da Escola Superior de Tecnologia da Saúde
duração
previsível
e
o
limite
das
distâncias
quede
o motorista
tem
que
gerir
no
seu
decorreram várias reuniões de trabalho
Lisboa, e a sessão de encerramento no
quotidianas
a percorrer,
respeitando
os
posto
de trabalho)
associadas
atividadedo
entre a ACT
e os vários
parceiros que
passado
dia 05 de
maio, noàAuditório
tempos
de
condução,
trabalho
e
descanso
de condução
profissional
são
suscetíveis
aderiram ao Protocolo da Campanha,
Centro Cultural Casapiano, em Lisboa.
previstos
na lei. várias acções de informação e
de provocar
desequilíbrio
as
bem como,
Foi esta uma
campanhaentre
que pretendeu
A condução noturna deve ser reduzida ou
solicitações impostas e a capacidade
limitada, sobretudo, entre as 3 e as 6 horas,
de resposta do motorista, provocando
na medida em que impõe ao motorista um
stresse. Quando o trabalhador avalia o
estado de vigília que provoca alterações
volume e a natureza das tarefas como
nos ritmos biológicos. A organização do
excedendo a sua capacidade para as
trabalho deve permitir o equilíbrio entre
Os motoristas
devem:
realizar,
ocorre desestabilização
emocional,
períodos de atividade e períodos de
Conhecernaossaúde
seus do
direitos
relacionados
com• impacto
trabalhador,
no
repouso, essenciais à recuperação física e
com a atividade
de condução
do
desempenho
profissional,
na vida familiar
psicológica do motorista.
veículo e de
utilizar
equipamentos
eme
e na ocorrência
acidentes
de trabalho
A determinação das rotas e dos itinerários
segurança
rodoviários.
• Receber instruções
e formação
adequada não deve acrescentar perigosidade às
O desempenho
da atividade
de condução
deslocações. Devem ser privilegiados
• Adotar exige
uma atitude
no
profissional
gestão responsável
de horários, de
percursos seguros para o motorista, carga
seus deveres
fluxos desempenho
e intensidade dos
de tráfego,
interação
Direitos e Deveres
trabalho, foi criado um conjunto de
folhetos informativos para as empresas e
para os trabalhadores (motoristas), com
informação relevante para a sensibilização
de melhores práticas no que respeita
à segurança e à saúde na condução
automóvel profissional.
Pela respectiva relevância e porque ficou
o compromisso de manter este grupo
de trabalho no sentido de podermos
continuar a promover a melhoria da
Controlo
tempos
segurançados
e saúde
na condução automóvel
profissional,
reproduzem-se
aqui alguns
de condução e descanso
desses folhetos:
A monitorização
das deslocações e dos
tempos de trabalho e descanso decorre
de obrigações legais, pelo que a adoção
Conhecer
paraecumprir
de um
sistema de análise
de verificação
dos suportes de registo da atividade
(tacógrafos
analógicos e digitais, livretes
Direitos
individuais de controlo e outros registos)
veículos
• Conduzir
é uma
oportunidade
paraseguros
implementação
Realização
das inspeções
periódicas,
de medidas
corretivas
e processos
de
verificações
e
ensaios
e
elaborar
os
melhoria contínua.
respetivos
A finalidade
desteregistos.
controlo é garantir a
observância
dosodescansos
• Conhecer
plano de considerados
manutenção
necessários,
tantopara
durante
a condução
periódico
os veículos
7
MEDICAMENTOS
PENSARdisponibilidade e outros
entre aspreventiva
jornadas de
trabalho
descanso,
dispositivos
de travamento e contenção
A como
manutenção
e corretiva
Partindonos
da informação
que recolheu,
diárias
e semanais,
trabalhos
suportes fornecidos
pelo
daAlguns
carga. medicamentos afetam a recolha
dos
veículos
aumentade
osacordo
níveis com
da
informação,
outros
a
capacidade
de
dos
seus
conhecimentos,
experiência
padrões
mínimos
de
sono
e
de
descanso.
empregador (tacógrafos, analógicos
e de
• Prestar trabalho em condições de
de segurança, desempenho e conforto
tomar decisões,
outros a capacidade de
condução,
do comportamento
dos outros
A realização
pausas ao longo
digitais,
livretes
individuais de controlo
e
segurança
e saúde
dos
motoristasde
e passageiros,
com da
agir e outros afetam
todas estasdos
fases,
condutores
e da dinâmica do veículo e do
condução
permite
o restabelecimento
outros
suportes).
Conhecimento
pelo trabalhador
impacto
ainda
na redução
das vibrações
em especial,
os que prejudicam
traçado
da estrada, o condutor prevê o
físicoefeitos,
e mental
doque
motorista,
pausas
dispositivos
e procedimentos
de o sistema • Efetuar
e seus
pelo
deverá incrementa
existir
nervoso central.
pode acontecer
e decide o que
a socialização
com outrosperiódica
motoristas,
Osque
motoristas
devem estabelecer
um fazer
segurança
disponíveis e das pessoas
um
plano de manutenção
para
de
modo
a
conjugar
as
suas
opções
melhora
o
desempenho
e
previne
o
ritmo individual que permita evitar a de
responsáveis pela gestão da segurança
cada veículo, nele se incluindo lavagens
condução com
o comportamento
aparecimento
de sintomas
de fadiga.
monotonia,
aproveitando
as pausas dos
e
naFADIGA
empresa.
regulares
das viaturas,
nomeadamente
outros
utentes
da
via.
Limita
a
atenção,
a
concentração,
a
A
realização
de
exercícios
básicos
de
descansos para trocarem experiências e
• Afastar-se de situações perigosas
para eliminar resíduos de óleos e
vigilância
e a memória.
pensamento e a
alongamento
e estiramento
sociabilizar com outros motoristas.
Habilitar
o motorista
comOestratégias
combustíveis
para
reduzir riscomuscular
de
tomada
de decisões
ficam bloqueados.
AGIR situações perigosas, avarias e
antes do início
e no fim dos períodos de
• Reportar
para
prevenção
de situações
de risco
escorregão
ou queda.
Afeta
a
capacidade
e
rapidez
de
reação
O condutor atua nos comandos do
condução
ajuda
a
aliviar
o
desconforto
e
a
emergências
e gestão de conflitos (ex. utentes e
• Dispor de um plano de viagem
sobre os comandos do veículo.
de modo
a executar
distúrbios
osteomusculares.
Osveículo
motoristas
devem
cumprir as ações
clientes).
A prevenir
organização
e planificação
das viagens
que
decidiu
fazer,
usando
as suas
procedimentos de comunicação
ao
• Formação, informação, consulta e
deve ter em consideração a sua duração,
capacidades
sensório-motoras,
sendo
DOENÇAS
responsável
designado
em
caso
de
participação
a limitação
das
distâncias
quotidianas
e
Sistemas de comunicação
o seu ecomportamento
doenças
a recolha de
avarias
deficiências porinfluenciado
si detetadas.por
OAlgumas
trabalhador
devediminuem
ser destinatário
o respeito
pelos tempos
de condução,
A incorporação
nos veículos
de novas
conhecimentos,
memória,
elementos
trânsito,que
influenciando
• Transportar
de forma
seguracrenças
de
ações de do
formação
aumentem
detecnologias
trabalho e horários
específicos
de
de comunicação,
informação
e atitudes.
tomada de
Utilizar
os equipamentos de segurança
eaatualizem
asdecisão.
suas competências
cada
atividade. atenua a circunstância
e localização
Outras limitam
a capacidade
de atuação
–
e proteção e os dispositivos de
profissionais,
dispor
de informação
e
• Dispor
de uma de
organização
do ser
da atividade
condução poder
torcicolos,
distensões
musculares.
Outras
O meu carro
avariou na estrada!
travamento
e acondicionamento.
ser
consultado
sobre
os
riscos
a
que
trabalho
com
tempos
para
eminentemente isolada. Importa fazer
podem
desencadear
– epilepsia,
O que as
faço?
• Cumprir
regras de segurança e
exposto
e sobre ascrises
medidas
de
recuperação
física e psicológica
com que a utilização
desses equipamentos está
diabetes ou
doença cardíaca.
O SEUno
VEÍCULO
NA ESTRADA
saúde
trabalhoPARADO
e as instruções
de
prevenção
a implementar.
A seja
realização
de pausas,
descansos
um apoio
ao trabalho
do condutor e,
É UM RISCO PARA A CIRCULAÇÃO
segurança
diários
semanais
permite
tantoequanto
possível,
nãoo constitua uma
Proteja-se
e alerte osasoutros
utentes para
DROGAS
Utilizar
corretamente
máquinas,
restabelecimento
e mentaldas tarefas DEVER
sobrecarga face físico
às exigências
este obstáculo.
Afetam todas as fases da condução. O
aparelhos,
instrumentos e outros
donormais.
motorista, incrementa o seu
condutor
recolhe em
menos
informação,
equipamentos e meios colocados à
• Conduzir
o veículo
segurança
desempenho,
previne
aparecimento
A utilização de
meiosode
comunicação
perde
capacidades
de
raciocínio
1. disposição;
Vista o colete
retrorrefletor
sua
Cumprir
as regras logo
de após
Os veículos devem ser conduzidose de
dedurante
sintomas
de fadiga deve
e permite
a
a condução
ser prevista,
tomar
decisões
acertadas
e tem
muita
sair do veículo.
segurança
estabelecidas e utilizar
com
perícia,
prudência
e zelo,
com
conciliação
da vida através
profissional
com a de
designadamente
da utilização
dificuldade dos
em reagir.
2. Coloque oostriângulo
a, pelo menos,
corretamente
equipamentos
princípios da
vida
social.
umfamiliar
sistemaede
mãos livres e ser ministrada observância
30
m
de
distância
do
seu
veículo, para
de
proteção
coletiva
e
individual;
condução
defensiva,
respeito
pela
• Circular
em
rotas
seguras
formação e informação aos motoristas
que os outros
consigam
ver a 100 m de
IDADE de trânsito e pelas normas
Comparecer
aosoexames
médicos.
legislação
A sobre
determinação
das rotas e dos
a sua utilização.
distância.
À
medida
que
a
idade
avança,
os
órgãos
• Adotar hábitos de vida saúdaveis e
relativas aos tempos de condução e
itinerários não deve acrescentar
3. Contacte a assistência em viagem,
dos sentidos perdem capacidades e
seguros
repouso.
perigosidade
às deslocações,
Principal legislação
através do
que constadenorisco
podem
escapar
elementos
importantes
do
Abster-se
denúmero
comportamentos
• Efetuar verificações prévias à viagem
privilegiando
percursos
para
• Regulamento
(UE) nº seguros
165/2014
do
certificado
de
seguro.
trânsito.
(ex.:
consumo
de
álcool,
substâncias
A
realização
de
verificações
de
motorista,
carga
e
veículo
(adequados
Parlamento Europeu e do Conselho, de 4
Os movimentos
tornam-se mais
lentos e
psicoativas, práticas sexuais inseguras,
segurança
básica preliminares
ao início
ao tamanho
dos de
veículos
de fevereiro
2014 e carga
eficientes.
Deparei-me com um acidente. E agora?
etc.)
damenos
viagem
(verificação dos níveis de
transportada,
em(CE)
bomnºestado
de do
• Regulamento
561/2006
O ACIDENTE
OCORREUdo sistema
• Contribuir
paraJÁ
a melhoria
óleos, limpeza dos retrovisores, estado
manutenção
e sinalização,
Parlamento
Europeu e com
do Conselho, de
AJUDE
A
QUE
A
SITUAÇÃO NÃO SE
EMOÇÕES
de segurança e saúde
dos pneus e travões, etc.) é parte das
separadores
de tráfego,
15 de março
de 2006rampas de
AGRAVE
A
instabilidade
emocional,
nomeadamente
Tomar
conhecimento
da informação
funções
dos
motoristas
e
reduz
a
emergência…)
e
com
locais
de
descanso
• Código do Trabalho, aprovado pela Lei nº
seu
veículoeem
segurança e
provocada pela
raiva ou o medo,
pode
e Imobilize
participarona
consulta
formação
probabilidade
de incidentes
relativos
ao
adequados.
7/2009, de 12 de fevereiro
garanta
a
sua
segurança
quando
toldar
os
sentidos
dificultando
a
condução.
sobre segurança e saúde de modo sair!
veículo.
• Transportar
de forma
• Lei nº 102/2009,
desegura
10 de setembro,
Vista o colete, olhe à sua volta
O raciocínio
e ade
decisão
sãotrabalho
afetados por
responsável.
• Efetuar
registos
tempos
Considerando
a lotação
dos veículos,
alterada pela
Lei nº 3/2014,
de 28 de
e mantenha-se
atento.consulte: www.
estados
emocionais
fortes
e
negativos.
Para
mais informações,
Os motoristas deverão efetuar os
o tipo
e dimensão da carga, devem
janeiro
act.gov.pt
registos
dos
tempos
de
condução,
existir
equipamentos
de
segurança
e
• DL nº 237/2007, de 19 de junho
1. Alerte os outros condutores
VISÃO/AUDIÇÃO
• Portaria nº 983/2007, de 27 de agosto
Não se esqueça de colocar o triângulo.
Um condutor com problemas de visão e/
2. Assegure que se pode dirigir à vítima,
ou audição recolhe menos informação,
ESTAREI APTO PARA
em segurança
aumentando o risco de tomar decisões
A atividade
de condução de veículos na
Deve
ajudar asriscos
vítimas,
mas não seque
coloque
erradas.
CONDUZIR HOJE?
estrada
comporta
profissionais,
em
situação
de
perigo.
O condutor deve ser capaz de analisar
devem ser integrados nas políticas e na
3. Verifique
se a vítima
está consciente
em cada momento se estão reunidas as
gestão
das empresas
com o envolvimento
Toque-lhe
levemente
nosclara
ombros
e
condições
para conduzir
em segurança.
dos
gestores
de
topo
e
uma
definição
Conduzir
é trabalhar:
os riscos
na
A condução é uma tarefa complexa e
pergunte-lhe:
“Está
a
ouvir-me?”.
na hierarquia da
estrada são riscos profissionais
dinâmica, que exige decisões permanentesde responsabilidades
4. Verifique
se a vítima
respira (Durante
ÁLCOOL
empresa.
Nesse âmbito,
a avaliação
e que pode ser resumida em 3 fases:
10
segundos)
A visãocom
pode
ficar prejudicada
eo
de riscos é um processo dinâmico que
De acordo
Observatório
Europeu
- Vejaàsseorganizações
há movimentos
respiratórios
torna-se
mais lento
e não se
permite
reconhecer
paracondutor
a Segurança
Rodoviária,
os acidentes
VER
- Oiça
se há sons
respiratórios uma
apercebe
bem dos
elementos a
os
seus
problemas
e
implementar
rodoviários
detão
trabalho,
envolvendo
O condutor recolhe e identifica a
- Sinta
se sai ardepelas
viasderespiratórias
recolher.
Pode tomar
erradas
política
pró-ativa
gestão
riscos
viaturas
motorizadas,
são decisões
a principal
causa por
informação do ambiente rodoviário,
5. CONTACTE OS SERVIÇOS DE
falta de
por sobrestimar
profissionais.
de morte
e oinformação
maior fatorecontributivo
paraas
sobretudo através da visão e audição,
EMERGÊNCIA
112
suasde
capacidades.
A avaliação
de riscos
é um procedimento
a perda
vida nos locais de trabalho, nos
apercebendo-se do mais importante.
Useque
o telemóvel
os postos
SOS.
formal,
deve ser ou
reduzido
a escrito.
países industrializados.
Gestão da Segurança
e Saúde no Trabalho
CONDUZIR É DECIDIR!
4
sexta-feira, 20 de maio 2016
sexta-feira, 20 de maio 2016
Quadro 1
Depois de avaliados os riscos, devem ser
adotadas as medidas de prevenção e
proteção necessárias e adequadas à sua
eliminação, redução ou controlo. Deve
igualmente proceder-se à verificação
da eficácia das medidas para introduzir
processos de melhoria contínua, tendo
em vista um desempenho organizacional
seguro e saudável para os trabalhadores e
para terceiros.
A adoção de medidas de prevenção e de
proteção inclui a organização do trabalho,
a proteção coletiva, complementando
com uso de equipamento de proteção
individual. A informação, formação e
consulta dos trabalhadores, bem como a
vigilância da saúde, devem ser aplicadas
(quadro 1).
A correta avaliação conduz
à melhor decisão - gestão
da segurança rodoviária
ocupacional
1. Instrumentos de avaliação de riscos
A ferramenta OIRA é um instrumento de
avaliação pró-ativa de riscos no transporte
rodoviário de mercadorias, disponibilizada
pela Agência Europeia para a Segurança
e Saúde no Trabalho a fim de permitir
escolher convenientemente as respetivas
medidas de prevenção. Esta ferramenta
está disponível para todos os interessados
em www.oiraproject.eu
2. Análise de acidentes
A análise das causas dos acidentes visa
alterar o contexto de ocorrência dos
mesmos, através da implementação de
medidas de correção prevenindo a sua
reincidência. Os acidentes rodoviários de
trabalho podem ser referenciados
a três ordens de fatores:
• Humanos - relativos ao trabalhador e à
respetiva inserção na organização, como
condutor ou como peão, em caso de
atropelamento;
• Mecânicos - relativos ao veículo
como equipamento de trabalho, à sua
manutenção periódica, às revisões e
inspeções técnicas obrigatórias;
• Ambientais - relativos às condições
meteorológicas, estado da via e das
instalações dos clientes, incluindo a sua
sinalização, tráfego, relações sociais, etc.
3. Lista e estatística de acidentes de
trabalho
A empresa deve dispor de um sistema
de recolha dos dados dos acidentes
de trabalho (de viagem, transporte ou
circulação, nas instalações e in itinere), e
seu tratamento estatístico, considerando
nomeadamente:
• Atividade desenvolvida pelo acidentado
• Ano, data, dia da semana e local da
ocorrência do acidente
• Tipo de ocorrência
• Data de nascimento do acidentado
• Idade do acidentado à data do acidente
• Sexo do acidentado
• Tipo de lesão sofrida pelo acidentado
• Parte do corpo atingida
• Total de dias de incapacidade (dias
perdidos)
• Tipo de incapacidade final após o fecho
do processo (consequências)
• Índice de desvalorização no caso de
incapacidade permanente parcial
• Custo total da indeminização pelo
acidente
A correta avaliação conduz
à melhor decisão – veículos
seguros
1. Seleção e aquisição de equipamento
de trabalho
O empregador deve assegurar que
os veículos e outros equipamentos
de trabalho são adequados ou estão
convenientemente adaptados à tarefa a
desempenhar e garantem a segurança e a
saúde dos condutores durante a respetiva
utilização. Para isso deve ser privilegiada
a aquisição de equipamentos dotados
de dispositivos de proteção integrada e
características de adaptação ao trabalho e
transporte a realizar. A manutenção do seu
bom estado de conservação deve respeitar
as instruções do fabricante.
2. Manutenção preventiva e corretiva
A manutenção preventiva e corretiva
dos veículos e dos demais equipamentos
incorporados é essencial para aumentar
os níveis de segurança, desempenho e
conforto dos motoristas e passageiros.
Deve existir um plano de manutenção
periódica para cada veículo, nele se
incluindo reparações, lavagens regulares
das viaturas, eliminação de resíduos de
óleos e combustíveis, entre outros. Neste
âmbito é importante perspetivar o papel
do condutor:
• Na realização de manutenção de 1º
nível ao veículo, verificando a sua
operacionalidade e garantindo o seu
abastecimento (por ex., níveis de fluidos,
pneus, iluminação, combustível e
outros);
• No reconhecimento de anomalias a partir
dos sinais evidenciados pelo veículo;
• Na identificação das causas de avarias
técnicas, no reporte e/ou eventual
resolução das mesmas.
3. Inspeções e verificações de segurança
A manutenção adequada dos
equipamentos durante o seu período de
utilização visa assegurar a eliminação ou,
não sendo possível, a minimização dos
riscos para a segurança ou saúde dos
condutores e de terceiros. Essa finalidade
supõe que o empregador estruture uma
organização de meios humanos e técnicos
que permita:
• Proceder a verificações periódicas dos
veículos e demais equipamentos e,
se necessário, a ensaios periódicos
sempre que estes se encontrem sujeitos
a influências que possam provocar
deteriorações suscetíveis de causar
riscos;
• Proceder a verificações extraordinárias
quando ocorram acontecimentos
excecionais, nomeadamente,
transformações, acidentes, fenómenos
naturais ou períodos prolongados
de não utilização, que possam ter
consequências gravosas para a sua
segurança;
• Elaborar relatório das verificações e
ensaios efetuados de onde conste,
nomeadamente, a identificação do
condutor que habitualmente utiliza o
veículo, as deficiências detetadas e o
prazo para a sua reparação;
• Adotar as medidas de prevenção e
correção adequadas à garantia da
segurança e saúde dos condutores.
A correta avaliação
conduz à melhor decisão –
comportamentos seguros
1. Gestão de competências
A atividade da condução profissional exige
trabalhadores com responsabilidades
técnicas e administrativas que, além da
condução, realizam operações básicas
de manutenção periódica do veículo,
reparações de emergência, resolução de
avarias, vigilância da carga e do veículo, de
carga e descarga, entrega de mercadorias
em boas condições, relação com clientes,
utentes, passageiros e outros utilizadores
da via, conhecimentos em línguas
estrangeiras, etc.
Estes trabalhadores têm ainda
responsabilidades ao nível da
documentação relativa ao veículo e à
carga, aos passageiros, ao registo dos
tempos de trabalho, da tomada de
decisão em caso de dano ou acidente, da
informação ao empregador das questões
importantes inerentes ao seu trabalho, etc.
Neste contexto é importante a empresa:
• Verificar, previamente à admissão, as
aptidões dos candidatos a motoristas
para o exercício da função que vão
desempenhar (transporte nacional e
ou internacional de passageiros em
serviços regulares e ou ocasionais e
outros, transporte internacional de
mercadorias, transporte urbano de
passageiros, em táxis, etc.);
• Implementar técnicas que diminuam o
risco de automatização de gestos de
condução;
• Programar o desenvolvimento do
trabalho tendo em conta a possibilidade
de falha humana;
• Designar responsáveis pela segurança
rodoviária ocupacional e pelas situações
de emergência;
• Implementar um sistema de
reconhecimento de desempenho
com boas condições de trabalho, para
garantir mão-de-obra qualificada e
motivada.
2. Formação
A formação abrange todos os domínios
que visem o desenvolvimento de
competências e a qualificação do
trabalhador, favorecendo a sua
empregabilidade e a competitividade da
empresa. Deve ser ministrada em função
da concreta atividade desempenhada
e das tarefas e exigências profissionais.
Podem identificar-se, entre outros, os
seguintes domínios:
• Utilização dos equipamentos de trabalho
(a viatura e outros equipamentos
incorporados);
• Utilização de equipamentos de
comunicação móvel e novas
tecnologias;
• Posturas de trabalho (de condução e da
movimentação manual de cargas);
• Cumprimento dos tempos de condução
e descanso;
• Habilitação para a condução de
empilhadores;
• Riscos profissionais e medidas
preventivas do posto de trabalho;
• Condução defensiva (antecipar o perigo
– ver, ser visto e analisar todo o contexto
em que se encontra – a própria viatura e
outras que circulam na via, distâncias de
segurança, conforto na condução, etc.);
• Línguas estrangeiras.
3. Informação
As informações de segurança, a par da
formação, visam aumentar os recursos
individuais dos trabalhadores, quanto à
forma de lidar com os riscos inerentes às
suas tarefas, designadamente através da
transmissão de instruções sobre:
• Prevenção de assaltos (incluindo roubo
da mercadoria e do próprio veículo),
agressões e atos de vandalismo;
• Prevenção de riscos químicos (incluindo
a sinalização e a rotulagem) e
biológicos (animais, resíduos sólidos,
urbanos, etc.);
• Procedimentos administrativos
relacionados com a sua atividade;
• Reconhecimento de anomalias do
veículo e dos procedimentos para a sua
resolução e comunicação;
• Equipamentos de proteção individual;
• Definição de instruções de trabalho e
elaboração de fichas de procedimentos
escritos com especificações de
segurança.
4. Vigilância da saúde
A vigilância da saúde e os respetivos
exames, para além da observação do
trabalhador em risco potencial de contrair
uma doença ou uma lesão relacionada
com o trabalho e da avaliação da sua
aptidão física e psíquica, constituem uma
5
linha privilegiada de comunicação sobre
os riscos a que está exposto e sobre a sua
proteção. Desta atividade resulta ainda
informação indispensável para programar
medidas de prevenção e controlo dos
riscos profissionais.
A segurança rodoviária ocupacional é
uma responsabilidade partilhada
Principal legislação
• Código do Trabalho, aprovado pela Lei nº
7/2009, de 12 de fevereiro
• Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, e
sucessivas alterações legislativas - Regime
jurídico da promoção da segurança e
saúde no trabalho
Organização do trabalho
Uma adequada gestão e organização
do trabalho salvaguarda a segurança e
saúde dos trabalhadores e de terceiros
envolvidos na atividade de condução
automóvel profissional e é indispensável
para assegurar a competitividade das
empresas. A organização do trabalho deve
permitir controlar os níveis de fadiga e
manter níveis de vigilância adequados a
prevenir a ocorrência de acidentes e lesões
com impacto na segurança e saúde do
trabalhador e na segurança rodoviária em
geral.
Atenção e vigilância
O ato de conduzir pressupõe um
contínuo ajustamento físico e mental por
parte do motorista, exige uma elevada
concentração e o controlo de fatores que
originam a fadiga, a quebra de atenção
e a vigilância necessárias a um exercício
profissional seguro e saudável.
Num estudo (1) efetuado sobre os níveis
de vigilância, numa escala de 1 a 10,
foram observados os seguintes dados
relativos à duração de uma jornada de
trabalho:
6
2sexta-feira,
sexta-feira,
20maio
de maio
20 de
20162016
sexta-feira,
20maio
de maio
sexta-feira,
20 de
201620163
e veículo (adequados à dimensão dos
com clientes e outros, com vista à
veículos e da carga transportada, em bom
realização atempada do serviço a executar.
estado de manutenção e sinalização, com
A utilização, simultânea à condução, de
Início do serviço
9,39
separadores de tráfego, com rampas de
meios de comunicação móvel (telemóveis
emergência, etc.), com locais de descanso
e centrais de táxis), meios de informação
Final do 1º período de
8,54
e parqueamento adequados.
e
geolocalização
(GPS),
bem
como
a
condução
A planificação das viagens deve ter em
monitorização de rotas e de entregas
Início do 2º período de
conta as condições meteorológicas como
de
cargas,
trazem
riscos
acrescidos
8,62
condução
fatora)de
risco acrescido
na condução
e (0,8 g/l
da atividade
de
condução
sob a influência
de álcool
pesados de passageiros
ou de mercadorias
A partir
de 1 de Junho de 2016 entra em vigorno desenvolvimento
a 1,19 g/l), de o motorista ajustar a
ou de transporte de mercadorias perigosas, a necessidade
oFim
regime
legal da carta por pontos.
do serviço
7,46 As cartascondução.
às mesmas,
como de
prever
o
b) a condução
sob abem
influência
substâncias
no exercício das suas funções profissionais. condução
de condução irão funcionar por pontos e
Nível global de
de obrigações decorrentes
psicotrópicas;
Em caso demonótono
infração serão subtraídos pontos cumprimento
haverá um novo regime de penalização
dos Trabalho
8,50
vigilância
das normas
legais
a ocorrência
c) o excesso
deevelocidade
emde
zonas de
da seguinte forma:
infratores.
e repetitivo
eventos
inesperados.
gestão
coexistência
(+ 61 A
kms/h
oude
+ 41 kms/h)
Pela prática de contraordenações graves
A cada condutor serão atribuídos doze
O excesso de horas de trabalho e de
deregra,
condução
é um dois
trabalho
imprevistos,
avarias
Quanto àdesignadamente
prática de crimes de
implica
a
serão, em
subtraídos
pontos.
pontos. No final de cada período de três anos,A atividade
condução, os horários irregulares, com
repetitivo
e sedentário
e, em nas e emergências,
existência
subtração dea seis
pontos.de estradas
No entanto,
serão retirados
três pontos
sem que exista registo de contraordenações monótono,
a consequente falta de descanso dos
regra,
é desenvolvido
de forma isolada.
temporariamente
o fluxo e terá
A subtração deencerradas,
pontos aos condutores
seguintes
situações:
graves ou muito graves ou crimes de
motoristas aliados, entre outros fatores,
passa
longos
períodos
do trânsito, os controlos de
como efeito:
a) condução
sob
a influência
de álcool (0,2 ouintensidade
natureza rodoviária no registo de infrações, O motorista
ao excesso de velocidade aumentam os
autoridades,
etc. de
devem
igualmente
ser uma
a) Obrigação
o infrator
frequentar
0,5 g/l acom
0,79um
g/l),elevado grau de
são atribuídos três pontos ao condutor, não a conduzir
riscos e concorrem para a ocorrência de
e atenção
simultâneos
à de
considerados.
ação de formação de segurança rodoviária
b) o excesso
de velocidade
em zonas
podendo ser ultrapassado o limite máximo concentração
acidentes rodoviários.
realização
de gestos
repetitivos
(acelerar,
Sempre
queoseja
previsível
a exposição
quando
condutor
tenha
cinco ou menos
coexistência
(41kms/h
a 60 kms/h
ou 31
de quinze pontos. No entanto, o período
A condução noturna e o trabalho por
travar,
engatar
acionar os
a temperaturas
ambientais muito
pontos;
kms/h
a 40velocidades,
kms/h)
temporal de referência sem registo de
turnos exigem sobre esforço provocam
deve
prevista
a utilização
b) Obrigação
de ser
o infrator
realizar
a prova
c) a ultrapassagem antes e nas paragens paradiferenciadas,
contraordenações graves ou muito graves piscas…).
desajuste fisiológico e dificultam
que aumenta
monotonia
de vestuário
trabalho
adequado.
teórica dodeexame
de condução
quando o
a travessia
de peões ea velocípedes;
no registo de infrações é de dois anos para asÀ medida
contactos sociais e familiares, qualquer
aumenta
a probabilidade
condutor tenha três ou menos pontos;
Pela prática
de infrações
muito graves serão
contraordenações cometidas por condutoresno trabalho,
que seja o sistema de rotação adotado.
de concentração
e depontos. Porém,
c) A cassação do título de condução do
subtraídos,
em regra, quatro
de veículos de socorro ou de serviço urgente,de quebra
O desconforto térmico, resultante da
dos gestos
de condução.
infrator, sempre que se encontrem subtraídos
serão subtraídos
cinco pontos
pela prática
de transportes coletivo de crianças e jovens automatização
exposição dos motoristas a temperaturas
Por seu
a circulação
em contexto de
todos os pontos ao condutor.
daslado,
seguintes
infracções:
até aos 16 anos, de táxis, de automóveis
elevadas ou baixas, influencia o estado
autoestrada aumenta a fadiga, o que pode
de vigília, gera sonolência, diminui a
causar entorpecimento dos sentidos (visão,
capacidade de perceção e aumenta
audição…), aumentando a vulnerabilidade
o tempo de resposta às variáveis
do condutor e a probabilidade de
do tráfego, sendo a temperatura
ocorrência acidentes.
recomendada e adequada no interior do
veículo de 23-26ºC no verão e 20-24º C
sensibilização.
uma efetiva
das empresas
Arrancou no ano de 2015 a campanha
Medidas
desensibilização
prevenção
no inverno.
Entre outros, nas várias reuniões de
e seus trabalhadores e, bem assim,
de segurança e saúde no trabalho da
e proteção
trabalho, foi criado um conjunto de
da comunidade em geral para esta
condução
profissional,
(1) Estudo
da cargaautomóvel
de trabalho dos
motoristas de
folhetos informativos para as empresas e
problemática da segurança e saúde da
promovida
ACT - Autoridade
transporte
rodoviáriopela
de passageiros
e mercadorias,
Univ. Técnica
Lisboa, Faculdade
de Motricidade
para os trabalhadores (motoristas), com
condução
automóvel
profissional
e
para
os
para asdeCondições
do Trabalho
com o
Planificação de viagens
Humana,
Dep. de Ergonomia,
Simões
entre
informação relevante para a sensibilização
vários riscos
que
encerra
e que,
por vezes (e
contributo
de váriosAnabela
parceiros
sociais,
A
organização
do
trabalho
e
dos
tempos
outros, nov.2005.
de melhores práticas no que respeita
as mais das
vezes),
com
simples
cuidados
como foi o caso de várias associações de de condução
e descanso previne os fatores
à segurança e à saúde na condução
e cautelas,
podem
ser substancialmente
empregadores, nomeadamente a ARAN e de risco
associados
à
prestação
do
trabalho
Stresse
automóvel profissional.
reduzidosrodoviário.
e atenuados ou mesmo
de várias associações sindicais. A sessão de em contexto
Pela respectiva relevância e porque ficou
eliminadaseas
suas
consequências.
lançamento desta campanha realizou-se já A planificação
racionalização das
As múltiplas tarefas e exigências físicas e
o compromisso de manter este grupo
Durante
todo
o ano
de 2015 e aaté
à
no dia 11 de fevereiro de 2015, no Auditórioviagens
deve
ter
em
consideração
sua
mentais (tipo e quantidade de informação
de trabalho no sentido de podermos
sessão
de
encerramento
da
campanha
da Escola Superior de Tecnologia da Saúde duração
previsível e o limite das distâncias
que o motorista tem que gerir no seu
continuar a promover a melhoria da
decorreram
várias reuniões
de trabalho
de Lisboa, e a sessão de encerramento no quotidianas
a
percorrer,
respeitando
os
posto de trabalho) associadas à atividade
Controlo
tempos
segurançados
e saúde
na condução automóvel
entre
a
ACT
e
os
vários
parceiros
que
passado dia 05 de maio, no Auditório do tempos
de condução, trabalho e descanso
de condução profissional são suscetíveis
profissional,
reproduzem-se
aqui alguns
aderiram
ao
Protocolo
da
Campanha,
Centro Cultural Casapiano, em Lisboa.
de
condução
e
descanso
previstos na lei.
de provocar desequilíbrio entre as
desses folhetos:
bem como,
váriasdeve
acções
de
informação
e A monitorização
Foi esta uma campanha que pretendeu
das
deslocações
e dos
A
condução
noturna
ser
reduzida
ou
solicitações impostas e a capacidade
tempos de trabalho e descanso decorre
limitada, sobretudo, entre as 3 e as 6 horas,
de resposta do motorista, provocando
de obrigações legais, pelo que a adoção
na medida em que impõe ao motorista um
stresse. Quando o trabalhador avalia o
de um
sistema de análise
de verificação
Conhecer
parae cumprir
estado de vigília que provoca alterações
volume e a natureza das tarefas como
dos suportes de registo da atividade
nos ritmos biológicos. A organização do
excedendo a sua capacidade para as
(tacógrafos analógicos e digitais, livretes
trabalho deve permitir o equilíbrio entre
realizar,
desestabilização
emocional,
Os ocorre
motoristas
devem:
Direitos
individuais de controlo e outros registos)
períodos de atividade e períodos de
com •impacto
naos
saúde
trabalhador,
no
Conhecer
seusdo
direitos
relacionados
veículos
• Conduzir
é uma
oportunidade
para seguros
implementação
repouso, essenciais à recuperação física e
desempenho
vida familiar
com a profissional,
atividade dena
condução
do
Realização
das inspeções
periódicas,
de
medidas
corretivas
e
processos
de
psicológica
do
motorista.
e na ocorrência
de
acidentes
de
trabalho
e
veículo e utilizar equipamentos em
verificações
e
ensaios
e
elaborar
os
melhoria
contínua.
A determinação das rotas e dos itinerários
rodoviários.
segurança
respetivos
registos.
A
finalidade
deste
controlo
é
garantir
a
não
deve
acrescentar
perigosidade
às
O desempenho
da atividade
de condução
• Receber instruções
e formação
adequada
observância
dos descansos
deslocações. Devem ser privilegiados
• Conhecer
o plano deconsiderados
manutenção
profissional
horários, de
• Adotarexige
uma gestão
atitudede
responsável
no
necessários,
tanto
durante
a condução
percursos
seguros
para
o
motorista,
carga
periódico para
os veículos
fluxos edesempenho
intensidade de
interação
dostráfego,
seus deveres
Duração da jornada
de trabalho
Nível de
vigilância
Serviços Jurídicos
Carta de condução por pontos
entra em vigor a 1 de junho de 2016
Campanha de Segurança e Saúde no Trabalho da Condução
Automóvel Profissional
Direitos e Deveres
7
MEDICAMENTOS
PENSARdisponibilidade e outros
como entre as
jornadas edecorretiva
trabalho
descanso,
dispositivos
de travamento e contenção
A manutenção
preventiva
Partindonos
dasuportes
informação
que recolheu,
e semanais,
trabalhos
fornecidos
pelo
daAlguns
carga. medicamentos afetam a recolha
dosdiárias
veículos
aumentade
os acordo
níveis com
da informação,
outros
a capacidade
de
dos seus conhecimentos,
experiência
mínimos
de sonoeeconforto
de descanso. • Prestar
empregador
(tacógrafos, analógicos
e de
trabalho em
condições
de
de padrões
segurança,
desempenho
tomar decisões,
condução,
doindividuais
comportamento
dos outros
realização de
pausas ao longo
digitais,
livretes
de controlo
e
segurança
e saúdeoutros a capacidade de
dosAmotoristas
e passageiros,
com da
agir e outros pelo
afetam
todas estas
fases,
condutores
e da dinâmica do veículo e do
condução
permite
o restabelecimento
outros
suportes).
Conhecimento
trabalhador
dos
impacto
ainda
na redução
das vibrações
em especial,
os que prejudicam
traçado
da estrada, o condutor prevê o
físicoefeitos,
e mental
motorista,
incrementa
pausas
dispositivos
e procedimentos
de o sistema • Efetuar
e seus
pelodoque
deverá existir
nervoso disponíveis
central.
pode acontecer
e decide o um
que fazer
socialização
com outros
motoristas,
Osque
motoristas
devem estabelecer
segurança
e das pessoas
umaplano
de manutenção
periódica
para
de modo
a conjugar
as suasevitar
opções
melhora
o desempenho
e previne
o
ritmo
individual
que permita
a de
responsáveis pela gestão da segurança
cada
veículo,
nele se incluindo
lavagens
conduçãoaproveitando
com o comportamento
aparecimento
de sintomas
de fadiga.
monotonia,
as pausas edos
naFADIGA
empresa.
regulares
das viaturas,
nomeadamente
outros utentes
da via. experiências e
Limita ade
atenção,
a concentração,
A realização
de exercícios
básicos
de
descansos
para trocarem
• Afastar-se
situações
perigosas a
para
eliminar resíduos
de óleos
e
vigilância
e a memória.
pensamento e a sociabilizar com outros motoristas.
alongamento
e estiramento
Habilitar
o motorista
comOestratégias
combustíveis
para
reduzir riscomuscular
de
tomada
de decisões
ficam bloqueados.
AGIR situações perigosas, avarias e
antes do ou
início
e no fim dos períodos de
• Reportar
para
prevenção
de situações
de risco
escorregão
queda.
Afeta a de
capacidade
e rapidez
deereação emergências
O condutor atua nos comandos do
condução
aliviar
o desconforto e a e gestão
conflitos (ex.
utentes
• Dispor
de umajuda
planoade
viagem
sobre os comandos do veículo.
de modo
a executar
prevenir distúrbios
osteomusculares.
Osveículo
motoristas
devem
cumprir as ações
clientes).
A organização
e planificação
das viagens
que decidiu fazer,
usando as suas
procedimentos
de comunicação
ao
• Formação, informação, consulta e
deve ter em consideração a sua duração,
capacidades
sensório-motoras,
DOENÇAS
responsável
designado
em caso desendo
participação
a limitação
das distâncias
quotidianas e
Sistemas
de comunicação
o seuecomportamento
doenças
diminuem
a recolha de avarias
deficiências por influenciado
si detetadas. por
OAlgumas
trabalhador
deve ser
destinatário
o respeito
pelos tempos
de condução,
A incorporação
nos veículos
de novas
conhecimentos,
memória,
crenças
elementos
do
trânsito,
influenciando
•
Transportar
de
forma
segura
de
ações
de
formação
que
aumentem
de tecnologias
trabalho e horários
específicos
de
de comunicação, informação
e atitudes.
a tomada de
decisão.
Utilizar
os equipamentos de segurança
e atualizem
as suas
competências
cada
atividade. atenua a circunstância
e localização
Outras limitam
a capacidade
de atuação
– e proteção e os dispositivos de
profissionais,
dispor
de informação
e
• Dispor
de uma organização
da atividade
de conduçãodo
poder ser
torcicolos,
distensões
O meu carro
avariou na estrada!
travamento
e acondicionamento.
ser
consultado
sobre osmusculares.
riscos a que Outras
trabalho
com tempos
paraImporta fazer
eminentemente
isolada.
podem
desencadear
crises
–
epilepsia,
O
que
faço?
•
Cumprir
as
regras
de segurança e
está
exposto
e
sobre
as
medidas
de
recuperação
física
e
psicológica
com que a utilização desses equipamentos
diabetes
ou
doença
cardíaca.
O
SEU
VEÍCULO
PARADO
NA ESTRADA
saúde
no
trabalho
e as instruções
de
prevenção
a
implementar.
A realização
de
pausas,
descansos
seja um apoio ao trabalho do condutor e,
É UM RISCO PARA A CIRCULAÇÃO
segurança
diários
semanais
permite
o constitua uma
tantoe quanto
possível,
não
Proteja-se
e alerte os
utentes para
DROGAS
Utilizar
corretamente
asoutros
máquinas,
restabelecimento
e mental das tarefas DEVER
sobrecarga facefísico
às exigências
este obstáculo.
Afetam todas as fases da condução. O
aparelhos,
instrumentos e outros
donormais.
motorista, incrementa o seu
condutor
recolheem
menos
informação,
equipamentos e meios colocados à
• Conduzir
o veículo
segurança
desempenho,
o aparecimento
A utilizaçãoprevine
de meios
de comunicação
perde
capacidades
de
raciocínio
e
de
Vista o colete
retrorrefletor
logo após
sua1.disposição;
Cumprir
as regras de
Os
veículos
devem
ser
conduzidos
de durante
sintomasa de
fadiga
e
permite
a
condução deve ser prevista,
tomar
decisões
acertadas
e tem
sair do veículo.
segurança
estabelecidas e utilizar
com
perícia,
prudência
e zelo,
commuita
conciliação
da vida profissional
com a de
designadamente
através da utilização
dificuldadedos
em princípios
reagir.
2. Coloque os
o triângulo
a, pelo menos,
corretamente
equipamentos
da
vida
familiar
e social.
um
sistema
de mãos livres e ser ministrada observância
m de distância
seu veículo, para
de30
proteção
coletivado
e individual;
condução defensiva, respeito pela
• Circular
em rotas
seguras aos motoristas
formação
e informação
que os outros
consigam
ver a 100 m de
IDADE de trânsito e pelas normas
Comparecer
aos oexames
médicos.
legislação
A determinação
das rotas e dos
sobre a sua utilização.
distância.
À medida
a idade
avança, oseórgãos • Adotar
hábitos de vida saúdaveis e
relativas
aosque
tempos
de condução
itinerários não deve acrescentar
3. Contacte a assistência em viagem,
dos sentidos perdem capacidades e
seguros
repouso.
perigosidade
às deslocações,
Principal legislação
através de
do comportamentos
número que consta
podem
escapar
elementos
importantes
do
Abster-se
deno
risco
•
Efetuar
verificações
prévias
à
viagem
privilegiando
percursos
seguros
para
• Regulamento (UE) nº 165/2014 do
certificado
trânsito. de verificações de
(ex.:
consumode
deseguro.
álcool, substâncias
motorista,
carga eEuropeu
veículo (adequados
Parlamento
e do Conselho, de 4 A realização
Os movimentos
tornam-se mais
lentos e
psicoativas, práticas sexuais inseguras,
segurança
básica preliminares
ao início
ao tamanho
dos veículos
de fevereiro
de 2014e carga
menos
eficientes.
Deparei-me com um acidente. E agora?
etc.)
da
viagem
(verificação
dos
níveis
de
transportada,
em
bom
estado
de
• Regulamento (CE) nº 561/2006 do
O ACIDENTE
OCORREU
•
Contribuir
para aJÁmelhoria
do sistema
manutenção
e sinalização,
Parlamento
Europeu ecom
do Conselho, de óleos, limpeza dos retrovisores, estado
AJUDE
A
QUE
A
SITUAÇÃO
NÃO SE
EMOÇÕES
de
segurança
e
saúde
dos
pneus
e
travões,
etc.)
é
parte
das
separadores
de
tráfego,
rampas
de
15 de março de 2006
AGRAVE
A instabilidade
emocional,
nomeadamente
Tomar
conhecimento da informação
dos motoristas
e reduz
a
emergência…)
e com locais
de descanso
• Código do Trabalho,
aprovado
pela Lei nº funções
Imobilize na
o seu
veículoe em
segurança e
provocada pela
raiva ou o relativos
medo, pode
e participar
consulta
formação
probabilidade
de incidentes
ao
adequados.
7/2009, de 12 de fevereiro
garanta
a
sua
segurança
quando
sair!
toldar
os
sentidos
dificultando
a
condução.
sobre
segurança
e
saúde
de
modo
veículo.
• Transportar
de
forma
segura
• Lei nº 102/2009, de 10 de setembro,
Vista
o
colete,
olhe
à
sua
volta
O
raciocínio
e
a
decisão
são
afetados
por
responsável.
Considerando
a lotação
veículos,
alterada pela
Lei nºdos
3/2014,
de 28 de • Efetuar registos de tempos trabalho
e mantenha-se
atento.
emocionais
negativos.
Para
mais informações,
consulte: www.
Osestados
motoristas
deverão fortes
efetuare os
o tipojaneiro
e dimensão da carga, devem
act.gov.pt
registos dos tempos de condução,
existir
de19segurança
• DLequipamentos
nº 237/2007, de
de junho e
1. Alerte os outros condutores
VISÃO/AUDIÇÃO
• Portaria nº 983/2007, de 27 de agosto
Não se esqueça de colocar o triângulo.
Um condutor com problemas de visão e/
2. Assegure que se pode dirigir à vítima,
ou audição recolhe menos informação,
ESTAREI APTO PARA
em segurança
aumentando o risco de tomar decisões A atividade
de condução de veículos na
Deve
ajudar asriscos
vítimas,
mas não se
coloque
erradas.
estrada
comporta
profissionais,
que
CONDUZIR HOJE?
emser
situação
de perigo.
devem
integrados
nas políticas e na
O condutor deve ser capaz de analisar
3. Verifique
se acom
vítima
está consciente
gestão
das empresas
o envolvimento
em cada momento se estão reunidas as
Toque-lhe
levemente
nos
ombros
e
dos
gestores
de
topo
e
uma
clara
definição
Conduzir
é
trabalhar:
os
riscos
na
condições para conduzir em segurança.
A condução é uma tarefa complexa e
pergunte-lhe: “Está
ouvir-me?”.
de responsabilidades
na ahierarquia
da
estrada são riscos profissionais
dinâmica, que exige decisões permanentes
4. Verifique
se a vítima
respira (Durante
empresa.
Nesse âmbito,
a avaliação
ÁLCOOL
e que pode ser resumida em 3 fases:
10 segundos)
de riscos
é um processo dinâmico que
De acordo
com
Observatório
Europeu
A visão
pode
ficar prejudicada
eo
- Veja
há movimentos
respiratórios
permite
às se
organizações
reconhecer
para acondutor
Segurança
Rodoviária,
os acidentes
torna-se
mais lento
e não se
VER
Oiça
se
há
sons
respiratórios
os
seus
problemas
e
implementar
uma
rodoviários
de
trabalho,
envolvendo
apercebe tão bem dos elementos a
O condutor recolhe e identifica a
- Sinta
se sai ar
vias
política
pró-ativa
depelas
gestão
derespiratórias
riscos
viaturas
motorizadas,
são adecisões
principalerradas
causa por
recolher.
Pode tomar
informação do ambiente rodoviário,
5. CONTACTE OS SERVIÇOS DE
profissionais.
de morte
maior fator contributivo
para as
falta edeo informação
e por sobrestimar
sobretudo através da visão e audição,
EMERGÊNCIA
A avaliação
de riscos112
é um procedimento
a perda
decapacidades.
vida nos locais de trabalho, nos
suas
apercebendo-se do mais importante.
Useque
o telemóvel
ou os postos
SOS.
formal,
deve ser reduzido
a escrito.
países industrializados.
Gestão da Segurança
e Saúde no Trabalho
CONDUZIR É DECIDIR!
8
sexta-feira, 20 de maio 2016
Formação Profissional
PRÓXIMOS CURSOS ARAN (maio, junho, julho 2016)
NOME DE CURSO (Formação técnica - Curta
Duração)
Veículos de Propulsão Híbrida
Gestão e Organização da Oficina
Filtros de Particulas
Eletricidade / Eletrónica
Eleticidade / Eletrónica
Sistemas Common Rail
LOCAL
LAGOA
ESPOSENDE
VISEU / NELAS
LAGOA
BEJA
LAGOA
Horas
16h
50h
16h
50h
50h
20h
DATAS PREVISTAS
HORÁRIO
VALOR
16.05.2016 - 19.05.2016
20.06.2016 - 07.07.2016
20.06.2016 - 23.06.2016
30.05.2016 - 17.06.2016
Setembro (datas a definir)
Setembro (datas a definir)
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
105,00 €
120,00 €
105,00 €
120,00 €
120,00 €
120,00 €
19h00-23h00
120,00 €
19h00-23h00
120,00 €
19h00-23h00
110,00 €
PRÓXIMOS CURSOS CEPRA (maio, junho, julho 2016) LISBOA
Sistemas de Climatização
PRIOR VELHO
50h
15.06.2016 - 01.07.2016
FORMAÇÃO CURTA DURAÇÃO (Reparação de Carroçarias e Pintura)
Orçamentação de Colisão / Tempários e tarifários PRIOR VELHO
50h
15.06.2016 - 01.07.2016
FORMAÇÃO TRANSVERSAL
Gestão de Conflitos
PRIOR VELHO
16h
15.06.2016 - 22.06.2016
(15, 17, 20 e 22 junho)
Resiliência
PRIOR VELHO
12h
28.06.2016 - 04.07.2016
Introdução ao Mindfulness
PRIOR VELHO
8h
05.07.2016 - 12.07.2016
Introdução à PNL (Programação Neurolinguística) PRIOR VELHO
12h
06.07.2016 - 08.07.2016
Inglês Técnico Automóvel
PRIOR VELHO
16h
08.07.2016 - 15.07.2016
Manutenção Básica do Automóvel para o
Utilizador
PRIOR VELHO
4h
14.07.2016
19h00-23h00 (28 e 30
90,00 €
junho e 04 julho)
19h00-23h00 (05 e 12
60,00 €
de julho)
19h00-23h00
90,00 €
19h00-23h00 (08, 12, 13
110,00 €
e 15 julho)
19h00-23h00
35,00 €
FORMAÇÃO MODULAR CEPRA (maio, junho, julho 2016) NORTE
Motores-Reparação/Dados Técnicos
Rodas/Pneus/Geometria de Direção
Unidades eletrónicas de comando/Sensores e
Atuadores
GUARDATRANCOSO
MAIA
ÁGUEDA
50h
30.05.2016 - 16.06.2016
19h00-23h00
120,00 €
25h
06.06.2016 - 15.06.2016
19h00-23h00
60,00 €
50h
27.06.2016 - 13.07.2016
19h00-23h00
120,00 €
19h00-23h00
105,00 €
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
19h00-23h00
60,00 €
110,00 €
60,00 €
125,00 €
110,00 €
FORMAÇÃO CURTA DURAÇÃO
Filtros de Partículas
BRAGA
16h
18.07.2016 - 21.07.2016
FORMAÇÃO TRANSVERSAL
Introdução ao Mindfulness
Inglês Técnico Automóvel
Gestão de Reclamações
Gestão do Tempo
Introdução ao Espanhol
MAIA
MAIA
MAIA
MAIA
MAIA
8h
16h
8h
20h
16h
16.05.2016 - 20.05.2016
17.05.2016 - 20.05.2016
23.05.2016 - 24.05.2016
13.06.2016 - 16.06.2016
27.06.2016 - 30.06.2016
Associados da ARAN com as quotas em dia terão desconto de 15% sobre valor
Para mais informações sobre cursos técnicos contactar ARAN. Tel: 225091053; Fax: 225090646; E-mail: [email protected]
Associados da ARAN: Os cursos de 50h = 89,00€, os cursos de 25h = 45,00€
Para mais informações, contacte o Departamento de Formação Profissional da ARAN.
INSTRUÇÕES DE MONTAGEM
DO BOLETIM