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realizar - Faculdade Politec
Curso Superior de Tecnologia
em Estética e Cosmética
Projeto Pedagógico
Santa Bárbara D’Oeste – SP
Dezembro - 2013
Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77
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Equipe
Direção Geral
Francisco Carlos Mancin
Coordenador do Curso
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Coordenação de Estágio
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Coordenação de Cursos
Bacharelado em Administração
Fernando Jerônimo Neto
Bacharelado em Educação Física
Sandra Aparecida Bratifische
Bacharelado em Sistemas de Informação
Francisco Carlos Mancin
Engenharia de Controle e Automação
Sidney Longo
Licenciatura em Pedagogia
Maria Fátima Piconi Depintor
Tecnologia em Estética e Cosmética
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Tecnologia em Gestão da Qualidade
Fernando Jerônimo Neto
Tecnologia em Redes de Computadores
Francisco Carlos Mancin
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Projeto Político Pedagógico do Curso Superior de
Tecnologia em Estética e Cosmética. Santa Bárbara
d’Oeste: Faculdade Politec, 2011.
Revisão do Núcleo Docente Estruturante:
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Maria Alice Ximenes
Andreza Fabiana Begnami
Christiano B Urtado
Melissa Faion
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III
Sumário
Apresentação ............................................................................................................................... 5
Finalidade ............................................................................................................................................ 6
Contextualização e inserção regional ............................................................................................ 7
Economia da Região Metropolitana de Campinas - RMC .................................................................. 7
Sistema viário ...................................................................................................................................... 8
Demografia e aspectos urbanos ......................................................................................................... 8
Dados gerais do curso................................................................................................................. 11
Dados institucionais ........................................................................................................................11
Mantenedora ..............................................................................................................................11
Mantida .......................................................................................................................................11
Caracterização geral do curso .................................................................................................... 12
Denominação ...................................................................................................................................12
Vagas ................................................................................................................................................12
Dimensionamento das turmas .........................................................................................................12
Regime de matrícula ........................................................................................................................12
Turnos de funcionamento ...............................................................................................................12
Duração do curso .............................................................................................................................12
Base legal .........................................................................................................................................12
Requisitos e formas de acesso..........................................................................................................13
Políticas institucionais .....................................................................................................................14
Políticas de Ensino .......................................................................................................................15
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Política para Graduação ..............................................................................................................15
Políticas de Pós-Graduação .........................................................................................................17
Política para Extensão .................................................................................................................17
Políticas de Pesquisa e Iniciação Científica .................................................................................18
Monitoria .....................................................................................................................................19
Funcionamento da instância coletiva deliberativa ..........................................................................20
Coerência entre o PPC, o currículo e as diretrizes curriculares nacionais .......................................25
Objetivos do Curso ...........................................................................................................................27
Objetivo Geral .............................................................................................................................27
Objetivo Específico ......................................................................................................................27
Perfil desejado do formando ............................................................................................................28
Estratégias pedagógicas....................................................................................................................29
Nivelamento......................................................................................................................................30
Núcleo de Apoio Psicológico e Psicopedagógico .............................................................................30
Regime escolar e integralização do curso ........................................................................................32
Atividades Complementares ............................................................................................................34
Estágio Curricular .............................................................................................................................36
Procedimentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem ....................................................36
Critérios de aproveitamento de estudos e competências profissionais .........................................38
Trabalho de Conclusão de Curso ......................................................................................................42
Ementas das disciplinas .............................................................................................................. 44
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Apresentação
O Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética da Faculdade Politec – FAP foi
instituído em 2008, por meio de ato de autorização de funcionamento, editado pela Portaria nº 503
de 18/11/2008, publicada no Diário Oficial da União de 20/11/2008. Iniciou suas atividades em
Fevereiro de 2009.
Com a publicação da Resolução CONAES nº 01, de 17 de junho de 2010, pela Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) que normatizou o Núcleo Docente
Estruturante fez-se necessário a revisão de seu projeto pedagógico.
Nesse sentido, com a institucionalização do Núcleo Docente Estruturante – NDE, os
trabalhos foram iniciados e observou-se que, de acordo com a disposição legal, o projeto
pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética deverá abranger, em suma, o
perfil do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares, o estágio curricular
supervisionado, as atividades complementares, o sistema de avaliação, o trabalho de curso como
componente curricular obrigatório do curso, o regime acadêmico de oferta, a duração do curso,
sem prejuízo de outros aspectos que tornem consistente o referido projeto pedagógico.
Foram essas novas orientações que motivaram e justificaram a atualização do Projeto
Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética da Faculdade Politec, de
modo a adequá-lo às novas exigências legais considerando-se, por um lado, a manutenção dos
padrões de qualidade e, por outro, o aprimoramento dos conteúdos, das competências e das
habilidades a serem desenvolvidas no processo de ensino-aprendizagem.
O presente Projeto Pedagógico, elaborado a partir da experiência já acumulada pela
instituição e, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional e Projeto Pedagógico
Institucional reafirma o compromisso com a educação superior de qualidade, tendo como base o
respeito pelo ser humano e seu habitat, a produção e difusão do conhecimento como fontes
geradoras de vida na construção de uma sociedade melhor. É nessa perspectiva que a concepção,
organização e os modos de operacionalização do Curso Superior de Tecnologia em Estética e
Cosmética tem pertinência tanto com as peculiaridades da área de conhecimento a que se vincula,
quanto com as especificidades sociais, econômicas e culturais regionais.
O projeto encontra-se estruturado de modo a dar conta da concepção geral do curso e o
contexto local e regional, da identidade do curso e das condições objetivas de sua oferta, da
organização curricular com o detalhamento das atividades didáticas, assentadas nas diretrizes
nacionais para os cursos de direito, bem como no diálogo interdisciplinar e no tripé essencial
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ensino-pesquisa-extensão que dão suporte à integração entre teoria e prática, conhecimento e
realidade. Deste modo, cria-se uma ambiência favorável à compreensão dos contextos, das
realidades tecnológicas e sociais. Por outro lado, também tratam dos aspectos práticos como os
requisitos para a integralização do curso, as formas de avaliação do processo de ensinoaprendizagem, do estágio curricular, das atividades complementares e, finalmente, do trabalho de
conclusão de curso.
Com esta proposta pedagógica, a Instituição busca a formação de profissionais de
Tecnologia em Estética e Cosmética com o seguinte perfil: o Tecnólogo em Estética e Cosmética
estará preparado para atuar na área da Imagem Pessoal no campo da Estética Facial, Corporal e
Capilar; atuando no embelezamento da pele e anexos, com condições de avaliar o cliente, planejar e
prescrever condutas de tratamento, estabelecer métodos e recursos apropriados para cada caso
especifico de suas atribuições, no mais alto rigor cientifico, ético e moral. Estará apto a integrar
equipe multidisciplinar em clinicas especializada assim como administrar os serviços com espírito
critico e empreendedor. O egresso estará ainda estimulado para a prática constante do
aprimoramento e auto-aprendizagem, além de exercer a profissão de Tecnólogo em Estética e
Cosmetologia utilizando procedimentos validados cientificamente.
O Curso de Tecnologia em Estética e Cosmética proposto pela Faculdade Politec reúne
elementos que assegurem, na formulação curricular, o atendimento às exigências atuais relativas à
complexidade do ambiente profissional, tendo em vista a formação do profissional com habilitação
técnica e científica, postura ética e comprometimento com a sociedade.
A política do curso prima pela qualidade do ensino, com o comprometimento de
oportunizar uma formação integral do aluno, através do ensino, pesquisa e extensão, como
elementos indissociáveis do processo de formação.
O Projeto Pedagógico do Curso constitui um documento de referência no processo de
educação, com função articuladora, identificadora, retroalimentadora e ética, reunindo as
diretrizes, as características e as estratégias do Curso, enfatizando a atividade do profissional
comprometido com o desenvolvimento técnico, científico e social da região, colaborando na busca
constante de soluções a problemas existentes nas organizações em geral, por meio de ações
articuladas, e interdisciplinares na região de atuação da Faculdade Politec.
Finalidade
O presente Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia – CST em Estética e
Cosmética é fruto de muitas horas de trabalho e discussão entre os diversos olhares dos membros
do Núcleo Docente Estruturante – NDE que procuraram estabelecer uma proposta coesa,
consistente e atualizada em termos de conteúdos a ser estudado, levando-se em consideração
praticas com abordagens preventivas e reparadoras, assim como tendências e realidade de mercado
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observada na região metropolitana de Campinas – RMC, na qual a Faculdade Politec está inserida.
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Contextualização e inserção regional
Localizada na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, no Estado de São Paulo, uma das cidades
que compõem a Região Metropolitana de Campinas.
A Região Metropolitana de Campinas, constituída por dezenove municípios paulistas, foi
criada pela lei complementar estadual 870, de 19 de junho de 2000.
A região é uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro e, segundo dados do
IBGE 2010, representa 2,7% do PIB (produto interno bruto) nacional e 7,83% do PIB paulista, ou
seja, cerca de R$ 77,7 bilhões/ano. Além de possuir uma forte economia, a região também
apresenta uma infraestrutura que proporciona o desenvolvimento de toda a área metropolitana.
Conforme a Estimativa Populacional IBGE em 2011, a Região Metropolitana de Campinas
possui 2.832.297 habitantes, distribuídos em 3.647 km². É a nona maior região metropolitana do
Brasil o que caracteriza um polo interessante e promissor para o desenvolvimento da Estética.
Economia da Região Metropolitana de Campinas - RMC
Nos últimos anos, a região de Campinas vem ocupando e consolidando uma importante
posição econômica nos níveis estadual e nacional. Situada nas proximidades da Região
Metropolitana de São Paulo, comporta um parque industrial abrangente, diversificado e composto
por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial bastante
significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização.
Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e
tecnológica, bem como do Aeroporto de Viracopos – o segundo maior terminal aéreo de cargas do
País, localizado no município de Campinas, há 47km do município de Santa Bárbara d’Oeste.
Em 2007, Viracopos registrou um fluxo de cargas embarcadas e desembarcadas em voos
internacionais de cerca de 228.239 toneladas. De cada três toneladas de mercadorias exportadas e
importadas, uma passa pelo aeroporto de Viracopos, que também responde por 18,1% do fluxo
aéreo total de cargas no Brasil. A REPLAN, maior refinaria da Petrobras em produção, encontra-se
nessa região.
Milhares de empresas nacionais e centenas de multinacionais estão sediadas nessa região e,
juntamente com os diversos centros de pesquisas existentes, empregam/desenvolvem tecnologia
de ponta e contribuem para o desenvolvimento regional e nacional.
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A produção industrial diversificada – com ênfase em setores dinâmicos e de alto input
científico / tecnológico, notadamente nos municípios de Campinas, Paulínia, Sumaré, Indaiatuba,
Santa Bárbara d'Oeste, Americana e Jaguariúna – vem resultando em crescentes ganhos de
competitividade nos mercados interno e externo.
Dados do IBGE 2010 apontam que a região exibe um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 77,7
bilhões/ano. Sua renda per capita é bastante significativa se comparada à do estado de São Paulo
ou Brasil (Região Metropolitana de Campinas = R$ 19.822,97, Estado de São Paulo = R$ 17.977,00 e
Brasil = R$ 11.658,00).
A RMC também se destaca como Região do Polo Têxtil que compreende os municípios de
Santa Bárbara d'Oeste, Americana, Sumaré, Nova Odessa e Hortolândia sendo o maior polo têxtil
do Brasil, responsável por 85% da produção nacional de tecidos.
Sistema viário
A Região conta com amplo
sistema viário, bastante ramificado,
e que apresenta os seguintes eixos
principais:
a
Rodovia
dos
Bandeirantes
e
a
Rodovia
Anhanguera, que ligam a cidade de
São Paulo ao interior paulista,
cortando RMC; a rodovia SP-304,
rumo a Piracicaba, a Rodovia Santos
Dumont, rumo a Sorocaba e a
Rodovia Dom Pedro I, que faz a
ligação com o Vale do Paraíba, entre
outras. Dentre elas, Santa Bárbara
d’Oeste é acessada pelas principais
rodovias da região, Anhanguera,
Bandeirantes e a SP-304, dentre
outras vicinais.
Demografia e aspectos urbanos
A Região possui uma população de 2.798.477 habitantes, segundo dados do Censo IBGE
2011, o que corresponde a 1,46% da população nacional e a 6,8% da estadual. Deste total,
Campinas abriga 38,62%. Santa Bárbara d'Oeste possui população superior a 180 mil habitantes.
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A malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, organizada em torno de algumas
cidades de portes médio e grande, revelando processos de conurbação já consolidados ou
emergentes.
As especificidades dos processos de urbanização e industrialização ocorridos na Região
provocaram mudanças muito visíveis na vida das cidades. De um lado, acarretaram desequilíbrios
de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. De outro, geraram grandes
potencialidades e oportunidades em função da base produtiva (atividades modernas, centros de
tecnologia, entre outros).
Apesar dos problemas sociais, a Região Metropolitana de Campinas possui o melhor Índice
de Desenvolvimento Humano entre as regiões metropolitanas do Brasil, segundo dados do PNUD.
PIB
População
Área
IDH-M
Município
(km²)
(2011)
(2000)
(2008)
0,840
Americana
133,63
212.721
5.627.175.521
elevado
0,796
Artur Nogueira
177,752
45.025
434.440.560
médio
Campinas
795,697
1.088.611
29.363.064.180
0,852
elevado
Cosmópolis
154,73
59.938
713.383.385
0,799
Engenheiro Coelho
109,798
16.158
214.691.296
Holambra
64,277
11.613
436.651.736
Hortolândia
62,224
195.775
4.712.864.745
Indaiatuba
310,564
205.808
4.596.426.564
Itatiba
517,504
103.027
2.549.778.357
Jaguariúna
142,437
45.440
1.937.262.365
Monte Mor
240,787
49.840
1.044.947.469
Nova Odessa
73,298
51.946
1.102.289.693
Paulínia
139,332
84.512
6.734.450.216
Pedreira
109,71
42.045
557.386.265
Santa Bárbara d'Oeste
271,492
180.771
3.040.874.306
médio
0,792
médio
0,827
elevado
0,790
médio
0,829
elevado
0,828
elevado
0,829
elevado
0,783
médio
0,826
elevado
0,847
elevado
0,810
elevado
0,819
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Município
Área
População
(km²)
(2011)
PIB
(2008)
IDH-M
(2000)
elevado
Santo Antônio de Posse
154,113
20.844
344.201.516
Sumaré
153,033
244.733
6.796.216.677
Valinhos
148,528
108.621
3.107.957.685
Vinhedo
81,742
64.869
4.441.696,125
Total da RMC
3.840,648
2.832.297
77,7 bilhões
0,790
médio
0,801
elevado
0,842
elevado
0,857
elevado
0,835
elevado
Tabela 1: Dados da RMC, IBGE 2011.
No mapa, a seguir, observamos a localização de Santa Bárbara D´Oeste no Estado de São
Paulo.
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Dados gerais do curso
Dados institucionais
Mantenedora
Nome
Endereço
CNPJ
Município
UF
Faculdades Integradas Politec Ltda
Rua da Agricultura, no 4.000
06.538.925/0001-77
Santa Bárbara d’Oeste
SP
Mantida
Nome
Endereço da Sede
Município
UF
Telefone
Site
Ato Legal
Faculdade Politec
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Santa Bárbara d’Oeste
SP
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Portaria de Credenciamento MEC nº 1.385 de 14/11/08,
publicada no Diário Oficial da União em 17/11/2008
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Caracterização geral do curso
Denominação
Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética
Vagas
120 vagas anuais, 60 para período diurno e 60 período noturno.
Dimensionamento das turmas
Máximo de 60 alunos. Nas aulas práticas, as turmas serão divididas, sempre respeitado o
limite máximo de 30 alunos por turma em aulas práticas.
Regime de matrícula
Semestral.
Turnos de funcionamento
Matutino e Noturno
Duração do curso
O Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética possui carga horária 2880 h/a
referente a 2400 horas, excetuando-se as horas de Estágio Curricular e Atividades Complementares
que devem ser integralizadas no prazo mínimo de 6 semestres e máximo de 10 semestres.
Base legal
Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, publicado em 2010 pelo
MEC/Setec o Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética é ofertado em caráter
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experimental e, atendendo às exigências do MEC/SETEC foi construído contemplando 2400 horas1
de atividades acadêmicas.
Requisitos e formas de acesso
O acesso ao curso superior de Tecnologia em Estética e Cosmética dar-se-á através de
Processo seletivo aberto ao público (vestibular), para o primeiro período do curso, destinado a
estudantes portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
Na existência de vagas remanescentes a partir do segundo período, são previstas as
seguintes possibilidades de acesso:
Ingresso aos alunos aprovados no ENEM e que tenham obtido um rendimento
mínimo de 50%.
Transferência, na forma da lei, para alunos matriculados em cursos de graduação.
Reingresso, mediante análise preliminar de histórico escolar para semestre
compatível, aos alunos que concluíram curso superior de tecnologia Estética e
Cosmética, ou afim, na Faculdade Politec ou em outra IES, observados os requisitos
curriculares.
À luz da Legislação vigente e em consonância com o Regimento Interno da Faculdade
Politec, o processo seletivo será realizado segundo diretrizes estabelecidas no Regimento Interno
Unificado:
Art. 71. O processo seletivo destina-se a classificar os inscritos dentro do limite de vagas
oferecidas.
§ 1º As vagas oferecidas para cada curso são as autorizadas e se encontram registradas
no Plano de Desenvolvimento Institucional.
§ 2º As inscrições para o processo seletivo são abertas em edital do qual constarão os
cursos oferecidos, testes específicos, vagas, prazos, documentação, relação das
provas, critérios de classificação e desempate e demais informações úteis, em
especial as exigidas pela legislação pertinente.
Art. 72. O processo seletivo, na forma da legislação vigente, abrange conhecimentos
comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio.
Parágrafo único – Os Institutos poderão adotar para efeito do processo seletivo e outros
meios, associados ou não a provas, como rendimento escolar no ensino médio,
1
Atendendo disposto no Ofício do MEC/SETEC de 11/08/08, fixando carga horária mínima de 2400 horas, excluindo-se o
TCC, atividades complementares e estágio supervisionado, aceito pela FAP em Ofício nº 001/2008, de 12/08/2008.
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15
resultados de exames de avaliação promovidos pelo MEC, ou outros,
regulamentados pelo Conselho Superior e previamente divulgados.
Art. 73. A classificação faz-se pela ordem decrescente dos resultados obtidos.
§ 1º Em caso de empate observar-se-á:
a) Grau obtido na Redação;
b) Grau obtido em Matemática.
§ 2º A classificação obtida para a matrícula só é válida no período letivo para o qual se
realiza o processo seletivo.
§ 3º É nula a classificação do candidato que não efetivar a matrícula nos prazos fixados.
§ 4º Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, após o primeiro processo seletivo,
poderá realizar-se o segundo, terceiro etc., na forma da legislação vigente.
Políticas institucionais
A Faculdade Politec mantém como um dos elementos essenciais de sua política de ensino a
elaboração e implantação de Projetos Pedagógicos de Curso pautados nos critérios e padrões de
qualidade instituídos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN’s e demais documentos legais
pertinentes. Também busca o direcionamento de sua política institucional para o ensino nas
aspirações, convicções e necessidades da comunidade interna e externa.
A Faculdade Politec – FAP mantém como princípio que os projetos pedagógicos facilitem os
processos de articulação e orientação para as ações institucionais; possibilitem definições, quanto
às prioridades para a gestão acadêmica; e contribuam para o alcance de maior nível de coesão
intra-institucional.
Na construção dos projetos pedagógicos adota-se uma concepção que prioriza não só os
conteúdos universais, mas também o desenvolvimento de competências e habilidades, na busca do
aperfeiçoamento da formação cultural, técnica e científica do aluno.
A participação dos docentes através do Núcleo Docente Estruturante, na elaboração dos
projetos pedagógicos é condição primordial para a Faculdade Politec – FAP, uma vez que estará
proporcionando a integração das equipes; efetivando a responsabilidade e o envolvimento de todos
na consecução dos objetivos propostos; e caracterizando tanto o próprio projeto como as ações e
metas neles contidas como parâmetro para o direcionamento de todas as atividades, como também
para as necessárias avaliações dos respectivos cursos.
O processo de elaboração do projeto pedagógico do curso permite a articulação das
atividades acadêmicas da Instituição, direcionando objetivos e metas destinadas a promover o
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desenvolvimento integral do aluno, de maneira a conter núcleos inter e transdisciplinares
predispostos à flexibilização e integração.
A política de estágio curricular do curso é prevista no projeto pedagógico e, posteriormente,
regulamentada pela instância competente, com a devida deliberação da coordenadoria respectiva,
conforme a regulamentação e diretrizes próprias.
Os projetos pedagógicos preveem também a realização e articulação de propostas de
monitorias, estudos independentes, atividades complementares, como também as atividades de
pesquisa e iniciação científica.
Outras atividades acadêmicas implementadas nos projetos pedagógicos dizem respeito à
extensão e ação comunitária, cujo direcionamento busca identificar as necessidades sociais para a
contextualização dos projetos e programas, bem como para intensificar e otimizar o ensino e a
pesquisa, para que possam proporcionar também a melhoria da qualidade de vida da comunidade.
Políticas de Ensino
As políticas de ensino da Faculdade Politec – FAP incentivam a produção do conhecimento
com qualidade, relacionado com o seu contexto regional e sem perder de vista a formação ética e
humanizadora.
Pode-se destacar a ênfase à formação generalista com caráter problematizador e
continuado, que permite o desenvolvimento de seus discentes de modo criativo, multidirecional e
engajado socialmente.
Outro aspecto a ser ressaltado é a ênfase à integração durante o percurso da aprendizagem.
Esta integração se configura a partir de inovações metodológicas, avaliação continuada, relações
teoria-prática, interdisciplinaridade e o incentivo a percursos curriculares mais abertos,
contemplando as atividades complementares.
Desta forma, as políticas de ensino assumem os seguintes compromissos gerais:
• Ampliar o universo de atividades da Faculdade Politec – FAP nas suas várias frentes de
atuação, mediante métodos inovadores de participação e aprendizagem.
• Priorizar ações acadêmicas relacionadas direta ou indiretamente aos problemas sociais da
comunidade local.
•
Incentivar o trabalho interdisciplinar.
• Desenvolver estudos voltados à integração dos diferentes níveis educacionais.
• Desenvolver estudos transdisciplinares que favoreçam a criação e a inovação no ambiente
acadêmico.
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• Estimular o desenvolvimento de ações relativas à educação inclusiva.
Política para Graduação
A graduação na instituição é voltada para a formação de profissional generalista, dotado de
referenciais teórico-básicos que possibilitem o trâmite em diversas direções e capacitado a atuar de
forma criativa. Nos Cursos Superiores de Tecnologia busca-se formação especialista, centrada na
área de atuação do futuro profissional. Enfim, uma qualificação intelectual suficientemente ampla,
base sólida para a aquisição de conhecimentos específicos ao longo do processo de educação
continuada.
A graduação, sintonizada com o Projeto Pedagógico Institucional - PPI contempla o princípio
integrador. Para efetivação desse princípio, a instituição conta com espaços educacionais
adequados, além da sala de aula, ambientes de aprendizagem coletiva, no qual o aluno constrói
uma parte de sua formação, sustentado em valores que promovam seu raciocínio disciplinado e
intuição criativa. Tais espaços compreendem laboratórios, biblioteca, e espaços de convivência em
que o aluno frequenta coletivamente, mas, aprende de modo individual, a fim de respeitar as
diferenças de ritmo e a heterogeneidade que caracterizam nossos educandos.
Enfim, a política de graduação Faculdade Politec – FAP contempla atividades
complementares, definidas em cada curso, representadas por seminários de atualização ou de
complementação, realização de visitas técnicas, estimulando os alunos a frequentar cursos na
modalidade Ensino à Distância – EaD, projetos integrados, projetos de extensão, programas de
iniciação científica, participação em congressos e outros eventos que asseguram a
interdisciplinaridade e a articulação da academia com o mundo do trabalho.
As políticas de graduação estão relacionadas, desta forma, às seguintes metas:
•
Promover a integração articulando o desenvolvimento da graduação com as atividades da
pós-graduação, pesquisa e extensão.
•
Consolidar o processo de avaliação interna dos cursos de graduação e promover sua
avaliação externa, a fim de contribuir para a elevação de sua qualidade.
•
Prover revisão geral dos currículos tendo em conta sua contínua atualização, adequação e
redimensionamento.
•
Estimular a implementação de práticas pedagógicas inovadoras.
•
Promover a realização de atividades complementares que propiciem maior articulação entre
os cursos.
•
Realizar estudos orientados para criação de novos cursos de graduação, inclusive superiores
tecnológicos, direcionados ao desenvolvimento técnico-científico e social do estado.
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•
Ampliar e fortalecer os programas de iniciação científica e tecnológica, bem como outros
programas especiais dirigidos ao aperfeiçoamento da graduação.
•
Estimular a disseminação da cultura empreendedora no âmbito dos cursos de graduação.
•
Implantar programa de ensino a distância, consideradas suas diversas modalidades.
•
Articular a graduação com programas especiais destinados a contribuir para a melhoria do
quadro da educação básica.
•
Continuar o processo de melhoria das condições das instalações físicas, dos laboratórios e
dos serviços especializados existentes e prover o material de apoio necessário.
Políticas de Pós-Graduação
Visando promover o avanço científico e social da região a Faculdade Politec – FAP propõe
estimular a qualificação de seu corpo docente através da oferta de cursos de pós-graduação.
Dentro do Projeto Pedagógico Institucional, a Pós-Graduação é o resultado do princípio
integrador dos diversos níveis educacionais e representa o vértice dos estudos, constituindo-se num
sistema especial de cursos que se propõem a atender as exigências mercadológicas, de investigação
científica e de capacitação docente.
Política para Extensão
A extensão universitária, como prática acadêmica, é instrumento de articulação com os
diversos segmentos sociais, de forma programada e sistemática, envolvendo um processo orgânico
que não se confunde com assistencialismo. É fator integrador do ensino e da pesquisa, objetivando
responder à demanda social e representa um compromisso da instituição com a comunidade,
visando:
•
Programar projetos, enquanto situa a extensão na linha pedagógica na qual os docentes
desenvolvem ações que contribuam para as transformações sociais, econômicas e políticas,
procurando instituir os valores da democracia e dos direitos humanos.
•
Instituir a formação político-social, técnico-científica e prática profissional do corpo
discente, sintonizada com as exigências atuais do mercado.
•
Interligar-se às áreas do ensino e da pesquisa e possibilitar a verdadeira associação da
prática acadêmica como um todo na vida do estudante.
A Faculdade Politec – FAP, ao desenvolver atividades de extensão, procura estabelecer
espaços para parcerias comprometidas com a missão de formar cidadãos capazes de pensar, situarse diante de suas necessidades e ofertas, construir o seu conhecimento com qualidade e
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transformar as realidades negativas em oportunidades empreendedoras e de sucesso.
As transformações, cada vez mais rápidas e emergentes dentro das organizações, tornamse, para o discente, aprendizado vivo, fazendo com que a dicotomia teoria-prática se transforme em
vivência das reais oportunidades profissionais.
A extensão, como lugar de prática na vida profissional do estudante, não pode priorizar um
pequeno número e deixar à margem outros tantos merecedores da mesma oportunidade. Por isso,
busca a ampliação do número de projetos e o seu auto-sustento, para que um número crescente de
atividades seja desenvolvido e, como consequência, ocorra um envolvimento maior do corpo
discente articulado com o docente.
Observou-se ao longo dos anos que uma das formas de aumentar a oferta de estágio é
manter as atividades de extensão autônomas, através da prestação de serviços às instituições
sociais, culturais, empresariais, governamentais e comunitárias como um todo, garantindo, assim, o
índice qualitativo desejado pela Instituição. Nesse sentido, a Faculdade Politec assume
compromissos que contribuem para a projeção de seus discentes no mercado profissional:
•
Formular novos programas de extensão com base na integração contínua ao ensino e
pesquisa, considerada a responsabilidade social da Faculdade Politec – FAP;
•
Expandir e consolidar programas de extensão existentes, buscando integração contínua ao
ensino e à pesquisa e considerando o compromisso social da Faculdade Politec – FAP;
•
Criar e fortalecer programas multidisciplinares e interinstitucionais permanentes;
•
Ampliar ações que contribuam para melhorar a qualidade de vida do cidadão;
•
Implantar programas regulares direcionados à educação continuada;
•
Acompanhar e avaliar sistematicamente as ações de extensão desenvolvidas na instituição;
•
Promover a articulação das atividades artístico-culturais com as atividades acadêmicas dos
cursos de graduação e com as ações extensionistas;
•
Assegurar a Faculdade Politec – FAP como espaço de manifestações culturais e esportivas
em suas diversas expressões e modalidades;
•
Desenvolver mecanismos que viabilizem ações culturais e esportivas articuladas com
instituições públicas e privadas, além de organizações informais.
•
Difundir a produção artístico-cultural local e nacional, objetivando a formação de plateia e
intercâmbio com instituições congêneres.
•
Melhorar as condições de infraestrutura e apoio às atividades de extensão na instituição.
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Políticas de Pesquisa e Iniciação Científica
As políticas de pesquisa e iniciação científica, sob a ótica de importância fundamental para a
formação do profissional, são previstas nos projetos pedagógicos dos cursos da Faculdade Politec –
FAP de modo a:
•
Familiarizar o aluno com os procedimentos e técnicas da investigação acadêmica.
•
Desenvolver competências e habilidades para realizar pesquisas na área de conhecimento
de sua especialidade.
•
Sustentar a formação do egresso de modo a favorecer o seu desenvolvimento profissional e
dotá-lo da capacidade de manter-se atualizado, criticando e optando por métodos, práticas
e conteúdos a serem socializados.
•
Assimilar os processos de pesquisa como conteúdos a serem socializados pelos alunos e
atores sociais.
Com base nesses princípios, a Faculdade Politec – FAP instituirá nos próximos anos o
Programa de Iniciação Científica, visando estimular o desenvolvimento de projetos tanto de alunos
como de professores, buscando elevar o grau de qualificação de seu corpo docente, assim como
propiciar condições para a produção do conhecimento científico de seu corpo discente.
Monitoria
Instituída pelo Regimento Interno da Faculdade Politec e regulamentada por Resolução
própria, é ofertada semestralmente no âmbito da Faculdade Politec. No início de cada semestre o
Coordenador de Curso encaminha à Diretoria Acadêmica o pedido para implantação do “Programa
de Monitoria”. Esse programa deve conter:
a) O número de Monitores necessários;
b) As atividades previstas;
c) A carga horária semanal desenvolvida.
Segundo o Regimento Interno da Faculdade Politec,
Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em cooperação
com o corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor designado,
não criando vínculo empregatício.
§ 1º A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre
os candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades
técnico-didáticas em disciplinas já cursadas.
§ 2º A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho
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Superior.
A função de monitor tem como objetivo estreitar os vínculos entre professores e alunos e
despertar, entre estes, vocações para o ensino e a pesquisa.
Ao Monitor poderão ser atribuídas as seguintes atividades:
a) Apoiar e orientar em experiências, projetos e coleta de dados.
b) Ajudar os alunos em suas dificuldades de aprendizagem.
c) Preparar o material didático necessário.
d) Elaborar exercícios práticos.
e) Colaborar na preparação e execução de seminários e outras atividades assemelhadas.
O Coordenador de Curso interessado na utilização dos serviços de Monitor deverá
apresentar à Direção Geral um plano de trabalho no qual conste:
O número de Monitores necessários;
As atividades previstas;
A carga horária semanal.
A regulamentação
n 02 do Conselho Superior.
da
função
de
Monitor
está
disciplinada
na
Resolução
o
Funcionamento da instância coletiva deliberativa
De acordo com o que prescreve o Regimento da Faculdade Politec são instâncias
deliberativas:
Conselho Superior – CONSUP: órgão superior, de natureza deliberativa e normativa e
de instância final para todos os assuntos acadêmico-administrativos.
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE: órgão central de supervisão das
atividades de ensino, pesquisa e extensão, possuindo atribuições deliberativas,
normativas e consultivas.
Colegiados de Curso: órgão deliberativo, normativo e consultivo das atividades de
ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso, tem a sua composição, normas de
funcionamento, atribuições e competências regulamentadas no Regimento Interno da
Faculdade Politec – FAP.
O Conselho Superior – CONSUP, conforme consta no Art. 14 do Regimento Interno, é
composto:
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I.
Pelo Diretor Geral, seu Presidente.
II.
Pelo Diretor Acadêmico.
III. Por um representante da Mantenedora, designado pela Diretoria Executiva em
exercício, portador de diploma em nível superior.
IV. Pelo Diretor Geral do Instituto Superior de Educação.
V.
Pelos Diretores de Área.
VI. Pelos Coordenadores de Cursos.
VII. Pelo Coordenador de Pós-Graduação.
VIII. Pelo Coordenador de Pesquisa e Extensão.
IX. Por um representante do corpo discente, indicado pelo respectivo Diretório
Acadêmico.
X.
Por um representante do Corpo Docente eleito pelos seus pares com suplente.
XI. Pelo Assessor Chefe da Assessoria Técnica.
XII. Por um representante do corpo técnico-administrativo, portador de diploma em nível
superior, escolhido pelo Diretor Geral, de uma lista tríplice, eleito por seus pares.
XIII. Pelo Assessor da Diretoria Geral.
XIV. Pela Secretária Acadêmica.
Parágrafo Único. A Secretária Acadêmica integra o Conselho Superior exercendo a função
de Secretária e, portanto, sem direito a voto.
O Art. 17 do Regimento Interno define as competências do Conselho Superior:
I.
Exercer jurisdição superior em administração acadêmica, gestão do orçamento
disponibilizado e de planejamento global da Faculdade Politec.
II.
Fixar a política geral da Faculdade Politec, apreciando os planos anuais de trabalho e
as propostas orçamentárias correspondentes, para aprovação da Mantenedora.
III.
Deliberar sobre os recursos submetidos à sua consideração.
IV.
Zelar pelo patrimônio moral e material da Faculdade Politec, de acordo com o
regime disciplinar aprovado.
V.
Aprovar preliminarmente, por proposta da Diretoria Geral, o Estatuto de sua
mantenedora Faculdades Integradas Politec Ltda e suas modificações, para
aprovação do órgão competente.
VI.
Elaborar, modificar, alterar e aprovar o Regimento Interno da Faculdade Politec.
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VII.
Aprovar e reformular os Regulamentos da Diretoria Geral, bem como dos Órgãos de
Apoio Logístico ou outros órgãos e programas.
VIII. Decidir, à vista de planos sugeridos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,
na forma da lei, sobre a criação, agregação, incorporação, modificação ou extinção
de cursos e demais órgãos pertinentes.
IX.
Aprovar e homologar currículos plenos dos cursos e programas de graduação e pósgraduação.
X.
Aprovar e homologar o Calendário Escolar da Faculdade Politec.
XI.
Aprovar a realização de cursos de especialização, aperfeiçoamento e extensão, bem
como respectivos planos.
XII.
Supervisionar os programas, planos e atividades dos cursos.
XIII.
Definir, diminuir ou aumentar o número de vagas oferecidas em cada curso,
programa ou projeto, na forma da lei.
XIV. Deliberar originariamente, ou em grau de recurso, sobre matéria de sua
competência.
XV.
Decidir, dentro dos recursos orçamentários disponíveis, sobre a contratação e a
dispensa de pessoal docente, técnico-administrativo e plano de carreira.
XVI. Propor à Mantenedora a destinação ou remanejamentos de verbas adicionais e
suplementares na vigência do exercício, para atendimento a eventuais
necessidades.
XVII. Deliberar sobre a concessão de dignidades universitárias e conferir prêmios e
distinções como recompensa e estímulo às atividades acadêmicas e administrativas.
XVIII. Aprovar e autorizar acordos ou convênios de interesse da Faculdade Politec, com
instituições nacionais e estrangeiras, a serem firmados pelo Diretor Geral.
XIX.
Estabelecer o regime disciplinar da Faculdade Politec.
XX.
Solicitar à Diretoria Acadêmica e à Comissão Própria de Avaliação a realização anual
da avaliação Institucional da Faculdade Politec.
XXI.
Instituir sistemática para realização anual de exames como elemento necessário
para avaliação dos cursos de nível superior, conforme previsto na lei.
XXII. Aprovar as normas de funcionamento dos estágios curriculares supervisionados.
XXIII. Sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades
dos cursos, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos
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pelo Diretor Geral.
XXIV. Apreciar e dar ciência dos resultados da avaliação Institucional.
XXV. Exercer as demais atribuições de sua competência, por força de lei, do Estatuto e do
Regimento Interno.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, segundo Art. 18 do Regimento
Interno é composto por:
I.
Pelo Diretor Acadêmico, seu presidente.
II.
Diretoria do Instituto Superior de Educação.
III.
Pelos Diretores de Área.
IV.
Pelos Coordenadores de Cursos.
V.
Por um Professor portador do título de Doutor, escolhido pelo Diretor Geral, de uma
lista tríplice, eleito por seus pares.
VI.
Por um Professor portador do título de Mestre, escolhido pelo Diretor Geral, de uma
lista tríplice, eleito por seus pares.
VII.
Por dois representantes do corpo discente, indicados na forma da legislação vigente.
Competem ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão:
I.
Estabelecer as diretrizes e as políticas do ensino.
II.
Fixar normas complementares às do Regimento sobre as matérias de sua
competência.
III.
Propor ao Conselho Superior à criação, incorporação, suspensão ou extinção de
cursos, ou o aumento, redistribuição ou redução do número de vagas, ouvindo o
CONSUP.
IV.
Aprovar e expedir atos normativos referentes a assuntos acadêmicos.
V.
Emitir parecer sobre questões de pessoal docente.
VI.
Estabelecer normas sobre admissão, cancelamento e trancamento de matrícula,
transferência de alunos, aproveitamento de estudos, concurso vestibular ou
processo seletivo congênere para ingresso em seus cursos e programas.
VII.
Conferir graus, expedir diplomas e títulos profissionais.
VIII. Propor o Plano anual de desenvolvimento acadêmico e atividades da Faculdade
Politec à Diretoria Geral.
IX.
Encaminhar o Relatório Anual de Atividades Acadêmicas da Faculdade Politec à
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Diretoria Geral.
X.
Decidir sobre propostas, indicações ou representações, em assuntos de sua esfera
de ação.
XI.
Deliberar, originariamente ou em grau de recurso, sobre qualquer matéria de sua
competência, explícita ou implicitamente prevista no Estatuto ou neste Regimento.
XII.
Fixar normas que favoreçam a articulação entre quaisquer órgãos acadêmicos
relativos ao ensino.
XIII.
Aprovar, para homologação do Conselho Superior, o Calendário Escolar da
Faculdade Politec.
XIV. Aprovar, para homologação do Conselho Superior, os currículos plenos, ouvidos os
Diretores de Área e Coordenadorias.
XV.
Aprovar, no âmbito de sua competência, atos do Diretor Acadêmico praticados, sob
a forma de ad referendum, deste Conselho.
XVI. Exercer outras competências a ele atribuídas pela Lei, pelo Estatuto ou pelo
Regimento.
XVII. Propor ao Conselho Superior modificações no Regimento, quando necessário.
O Colegiado de Curso, de acordo com o Art. 34 do Regimento da Faculdade Politec – FAP, é
composto:
I.
Presidente do colegiado, exercido pelo Coordenador, que presidirá o colegiado de
curso;
II.
Por docentes que ministram disciplinas no referido curso;
III.
Por representantes do corpo discente do referido curso, eleitos entre seus pares,
com suplentes;
IV.
Por um representante da biblioteca central;
V.
Por um representante dos Laboratórios;
VI.
Por um representante de Clínica-Escola e
VII.
Pelo Coordenador de Estágio.
§ 1º A duração do mandato dos senhores membros será estabelecida pelo colegiado.
§ 2º Diretoria Geral, Diretoria de Áreas e Diretoria Acadêmica terão livre assento quando
solicitado, sem direito a voto.
São atribuições do Colegiado de Curso, de acordo com o Art. 36. do Regimento da
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Faculdade Politec:
I.
Elaborar o perfil do profissional a ser formado em plano filosófico de ação didáticopedagógico para o ensino no curso coerente com esse perfil;
II.
Discutir o currículo pleno, em suas modalidades e/ou habilitação e bacharelado e as
alterações curriculares em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais;
III.
Conhecer a necessidade de docentes para os cursos, incluindo suas atribuições de
aulas;
IV.
Elaborar e aplicar o sistema de avaliação do curso;
V.
Aprovar o Calendário de Atividades destinadas à grade curricular de cada curso;
VI.
Em comum acordo com os alunos, tentar solucionar os problemas apresentados
pelos mesmos através de seus representantes, especificamente aqueles que
prejudicam a proposta pedagógica e o processo ensino-aprendizagem;
VII. Propor atualizações do acervo bibliográfico do curso;
VIII. Votar as matérias colocadas em pauta.
As atribuições do Presidente do Colegiado de Curso, segundo Art. 37 do Regimento Interno
são:
I.
Convocar e presidir as reuniões, bem como receber a pauta 15 dias antes da reunião.
II.
Elaborar a pauta e enviar aos senhores membros do colegiado, no mínimo, 03 (três)
dias antes da reunião sequente.
III.
Após a cada reunião, levar aos órgãos competentes o resultado da reunião do
colegiado para providências cabíveis quando houver.
IV.
Elaborar a Ata da reunião anterior à sequente e apresentá-la aos senhores membros,
efetuar as correções quando solicitadas e acordadas de acordo com as falas dos
senhores membros.
V.
A Ata deverá ser assinada pelos senhores membros participantes da reunião e
arquivada.
VI.
Representar o Colegiado junto aos órgãos dos Institutos.
VII. Executar as deliberações do Colegiado.
VIII. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Colegiado.
IX.
Elaborar os horários de aula, ouvidos os demais Colegiados dos quais exibam
professores comuns entre si.
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X.
Orientar os alunos quanto à matrícula e integralização do curso.
XI.
Verificar o cumprimento do currículo do curso e demais exigências para a concessão
de grau acadêmico aos alunos concluintes.
XII.
Analisar e decidir sobre os pedidos de transferência, trancamento e retorno.
XIII. Decidir nos termos da lei sobre pedidos referentes à matrícula, trancamento de
matrícula no curso, cancelamento de matrícula em disciplinas, permanência,
complementação pedagógica, exercícios domiciliares, expedição e dispensa de guia
de transferência e colação de grau.
Coerência entre o PPC, o currículo e as diretrizes curriculares nacionais
O Currículo de um curso representa a proposta educacional por uma instituição de ensino
que se responsabiliza por sua fundamentação, implementação e avaliação, observando os princípios
e objetivos do ensino superior definidos pela Lei de Diretrizes de Bases da Educação - LDB 9.394 de
20 de dezembro de 1996.
O Currículo como elemento que constitui o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em
Estética e Cosmética está em consonância com o perfil do egresso, tendo como orientação básica as
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s), cujo aperfeiçoamento implica a consideração constante
dos resultados dos processos avaliativos.
Como forma de garantir a permanente atualização do Projeto Pedagógico do Curso,
provocando e estimulando o fazer pedagógico e científico e respondendo às necessidades regionais
e nacionais, a estrutura curricular do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética foi
concebida de acordo com as recomendações do Catálogo Nacional de Cursos Superior de
Tecnologia.
O Currículo do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética e suas alterações são
discutidos pelo Núcleo Docente Estruturante, aprovado em colegiado e homologado pelo Conselho
Superior, observadas as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais- DCN’s, o Catálogo Nacional de
Cursos Superior de Tecnologia sem perder de vistas as tendências tecnológicas e as necessidades do
mercado de trabalho regional, abrangendo uma sequência ordenada de disciplinas hierarquizadas,
cuja integralização conduz o formando à obtenção do grau de Tecnólogo em Estética e Cosmética.
O que se propõe neste esforço de readequação da organização curricular é ofertar um curso
moderno e dinâmico, para formar profissionais aptos a compreender e enfrentar as constantes
mutações da realidade tecnológica e social que nos cerca, o qual se encontra estruturado em quatro
módulos de formação, a saber: formação básica, tecnológica, complementar e humanística.
O curso realizar-se-á em dois grandes ciclos, assim compreendidos:
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1º Ciclo: ciclo pré-profissionalizante
Compreende disciplinas que objetivam desenvolver os fundamentos inerentes à área. São
elas: Anatomia, Biologia e Histologia dermatológica aplicada à Estética, Química Geral, Bioquímica,
Urgências e Emergências em clínica de Estética, Ética e Bioética, Microbiologia e Imunologia, Física,
Saúde Pública, Sociologia e Antropologia, Fisiologia Geral, Comunicação e Expressão, Metodologia
do Trabalho Científico, Nutrição Aplicada à Estética, Biossegurança, Patologia, Psicologia Aplicada,
Introdução a Informática, Empreendedorismo, Promoção à Saúde e Optativa.
2º Ciclo: ciclo profissionalizante
Composto por disciplinas que objetivam preparar o aluno para o exercício da profissão.
Compreende Introdução a Estética, Introdução a Estética Facial e Capilar, Técnicas de Maquiagem,
Matéria Prima em Cosmetologia e Estética, Imagem Pessoal, Depilação, Técnicas de Massoterapia,
Fundamentos da Estética Corporal, Cosmetologia, Eletroterapia, Técnicas de Pedicuro e manicuro,
Drenagem linfática manual, Visagismo, Introdução a Farmacologia, Técnicas Estéticas Corporais,
Terapias Alternativas I e II, Dermo Estética, Biocosmética, Clínica Integrada em Estética, Estágio
Supervisionado I ,II e III e TCC I e II.
Disciplinas optativas
Oferecidas no 6º período do curso, corresponde à disciplina de livre escolha do aluno de um
elenco oferecido que complementam sua formação, numa determinada área ou subárea de
conhecimento. Serão oferecidas como optativas: LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais em
consonância com o Art. 3º, §2º do Decreto nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, Gestão de
Pessoas, Psicologia nas Organizações e Gestão e Marketing.
Objetivos do Curso
Objetivo Geral
O CST em Estética e Cosmética da Faculdade Politec tem por objetivo geral formar
profissionais com espírito empreendedor dotado de características que englobam tenacidade,
conhecimento na área técnica e cosmetológica, criatividade, liderança, curiosidade, aprendizagem e
iniciativa para novas tendências do mercado. Possuidor de capacidades que favoreça seu
desenvolvimento intelectual autônomo e permanente, comprometidos com a construção de uma
sociedade mais justa, ética e igualitária. Com conhecimentos técnicos, humanísticos, ambientais e
histórico-sociais necessários ao entendimento, interpretação e intervenção na realidade nacional e
regional.
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Objetivo Específico
O CST em Estética e Cosmética tem como objetivo específico formar profissionais para o
mercado de trabalho com sólida formação teórica-prática em Estética e Cosmética , sendo também
possuidor de visão empreendedora que lhe possibilitará inserção no mercado de trabalho, apto a
desenvolver suas atividades profissionais e acompanhar as transformações tecnológicas e sociais.
Dessa forma o CST em Estética e Cosmética tem como objetivo:
Capacitar o profissional para gerir suas atividades com visão mercadológica, aplicando
estratégias de marketing pessoal, de serviços e de produtos, de forma a aumentar a
produtividade e obter resultados que levem à ascensão profissional;
Capacitar o profissional para atuarem como agentes de transformação física de pessoas
e ambientes, visando o completo bem-estar do indivíduo em seu meio social;
Indicar e aplicar, com segurança, procedimentos de estética facial, corporal e capilar,
utilizando adequadamente produtos cosméticos e equipamentos próprios disponíveis
no mercado, adotando técnicas de higiene e biossegurança no trabalho e realizando
procedimentos de primeiros socorros em situações de emergência ocorridas em cabine
estética;
Adotar comportamento ético e participar de equipes multidisciplinares considerando os
limites de sua atuação e ser capaz de relacionar-se adequadamente com clientes,
atendendo aos princípios de qualidade.
Perfil desejado do formando
O profissional esteticista terá condições de atuar no reconhecimento de alterações estéticas
não patológicas, aplicando procedimentos apropriados ao biótipo cutâneo e as necessidades
pessoais de cada caso, de modo a melhorar a aparência, conservar a beleza, retardar o
envelhecimento cutâneo e beneficiar a saúde do cliente. Para tanto, deve apresentar amplo
domínio das competências básicas que compõem o seu perfil profissional, a saber:
Organizar e gerir o seu trabalho;
Classificar o biótipo cutâneo, efetuando anamnese e análise dos dados do cliente;
Determinar procedimentos estéticos apropriados a cada situação;
Efetuar a limpeza de pele;
Fazer a assepsia da acne
Aplicar técnicas de massagem facial;
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Efetuar hidratação cosmética;
Aplicar técnicas de nutrição cosmética;
Aplicar técnicas de lifting cosmético;
Aplicar técnicas de eletrolifting;
Aplicar técnicas de eletrocoagulação;
Aplicar técnicas de drenagem linfática manual;
Aplicar técnica cosmética às discromias;
Aplicar técnicas de peeling cosmético;
Orientar o cliente quanto ao uso de maquilagem cosmética e/ou corretiva;
Executar maquilagem cosmética;
Executar maquilagem corretiva;
Aplicar técnicas de massagem corporal (massofilaxia/massoterapia);
Aplicar técnicas de drenagem linfática manual corporal;
Aplicar técnicas de eletroterapia;
Aplicar técnicas de crioterapia;
Aplicar técnicas de termoterapia;
Aplicar técnicas envolvendo inovações cosméticas;
Orientar o cliente sobre o uso correto de cosméticos e de produtos de higiene corporal;
Fazer tratamentos capilares;
Fazer depilação com cera;
Aplicar técnicas de aromaterapia e cromoterapia;
Aplicar técnicas não invasivas baseadas em conceitos e princípios orientais de energia e
equilíbrio;
Efetuar cuidados estéticos naturalistas que envolvam manipulações e aplicações tópicas
não invasivas, fundamentando cientificamente sua ação;
Indicar formulações tópicas em concentrações destinadas ao uso cosmético,
respeitando sempre a adequação dos princípios ativos à pele sadia e às necessidades
específicas de cada caso;
Estimular o relaxamento facial e/ou corporal através de manobras de massagem e
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outros recursos técnicos e ambientais, combatendo o estresse e favorecendo o bem
estar e o equilíbrio físico e emocional do cliente;
Acompanhar sistematicamente o resultado do profissional junto à clientela;
Desenvolver pesquisas sobre produtos, equipamentos,
técnicas/procedimentos pertinentes à sua área de atuação.
instrumentos
e
Estratégias pedagógicas
Para que o aluno atinja o perfil desejado, os docentes do curso de Estética e Cosmética
devem dar ênfase a uma postura de construção do conhecimento, com uma metodologia dialética,
na qual se propicie a passagem de uma visão do senso comum – o que o aluno já sabe sobre a área
de Estética e Cosmética, com base em suas experiências de vida; visão mediante o desenvolvimento
de práticas pedagógicas voltadas para: mobilização do aluno para o conhecimento, a
disponibilização de instrumentos que lhe proporcionem oportunidades de construir conhecimentos
novos e o desenvolvimento da capacidade de elaboração de sínteses integradoras do saber
construído com aqueles que já possuíam anteriormente.
Um dos pontos chaves para o sucesso na formação do profissional de Estética e Cosmética é
a motivação do estudante e de todos os participantes do processo. Entre os fatores que contribuem
para a perda da motivação dos alunos, e consequentemente dos professores, está o
desconhecimento dos conteúdos mínimos para a efetiva compreensão das matérias básicas do
curso.
Outro importante fator a ser considerado é a atualização dos conhecimentos e suas aplicações.
Os assuntos relativos às novas tecnologias e procedimentos tendem a despertar um grande
interesse nos estudantes, bem como suas relações com a sociedade. Considerando o acelerado
desenvolvimento nas diversas áreas de Estética e Cosmética, pode-se afirmar, com efeito, que esses
tópicos são imprescindíveis em uma formação de qualidade e comprometidos com a realidade.
Nivelamento
Regulamentado pela Resolução CONSUP nº 23, o Núcleo de Nivelamento está vinculado à
Diretoria Acadêmica e seu Coordenador por indicação da mesma. Tal Resolução estabelece:
Art. 2º O Núcleo de Nivelamento, através de calendário pré-fixado pela Instituição, abrirá
turmas e horários para que os alunos que encontrarem dificuldades em acompanhar
o desenvolvimento dos conteúdos de disciplinas possam reforçar o conteúdo
programático estudado.
Parágrafo único. Para que o aluno possa se inscrever no Núcleo de Nivelamento e
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fazer parte dos programas de nivelamento das disciplinas, é
necessário o encaminhamento e solicitação por parte do
professor, com anuência do Coordenador do curso.
Art. 3º O aluno que se matricular em disciplinas do Núcleo de Nivelamento das FAP deverá
seguir o Regimento Interno Unificado, conforme Artigo 73 §2º quanto à frequência .
Art. 4º O aluno será encaminhado para o Núcleo de Nivelamento quando:
O professor detectar deficiência na língua portuguesa (escrita e verbal);
O professor detectar deficiência por parte do aluno em disciplina que ele
ministra;
O professor detectar deficiência de conceitos matemáticos elementares que
dificultem a assimilação do conteúdo estudado.
Parágrafo único. Após o professor detectar deficiência de conhecimentos por parte
do aluno e encaminhá-lo ao núcleo de nivelamento, não se
constitui obrigatoriedade por parte do aluno em efetuar sua
matrícula.
Art. 5º As disciplinas ministradas pelo Núcleo de Nivelamento não farão uso de notas para
os alunos serem aprovados na conclusão da disciplina, porém, poderão se utilizar
diversas formas de avaliação durante o decorrer da disciplina.
Art. 6º O professor da disciplina de nivelamento, através da Coordenação do Núcleo, fará
encontros quinzenais para discutir a evolução e progressão do aluno.
Núcleo de Apoio Psicológico e Psicopedagógico
O Núcleo de Apoio Psicológico e Psicopedagógico tem por objetivo desenvolver um trabalho
de atendimento Psicológico e Psicopedagógico, direcionado ao corpo discente, Corpo Docente e
Funcionários da Faculdade Politec. Contando com Resolução própria, essa estabelece:
Art. 2º Fixa os objetivos do referido Núcleo:
Acolher aos alunos em suas dificuldades, orientá-los e acompanhá-los em seu
processo de desenvolvimento frente às grandes mudanças encontradas nas
diversas faixas etárias, com a finalidade de levá-los a um maior conhecimento
de si próprios para que possam ajustar-se harmoniosamente ao seu meio
social, familiar, escolar e, assim, preparar-se para o exercício da profissão e de
sua cidadania.
Acolher e orientar o corpo discente sobre as dificuldades encontradas na área
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Psicopedagógica, tanto individual como em grupo.
Acolher e orientar o corpo docente sobre as dificuldades encontradas na área
Psicopedagógica, tanto individual como em grupo.
Acolher e orientar os funcionários sobre as dificuldades encontradas nas
funções desempenhadas por eles.
Art. 3º Os atendimentos psicológicos e psicopedagógicos poderão ser realizados em grupo,
com dinâmicas, e individualmente, e serão marcados alguns retornos conforme a
necessidade de cada aluno, juntamente com a autorização dos pais, nos casos em
que se fizer necessário. Tais atendimentos se caracterizarão por meio de:
Atendimento individual com duração de 30 min.
Trabalho em grupo.
Dinâmicas abordando assuntos afins.
Reuniões com professores.
Reuniões com os pais.
Art. 4º Os atendimentos psicológicos destinados aos corpos docente e administrativo
poderão ser realizados em grupo, com aplicação de dinâmicas, e individualmente, e
serão marcados alguns retornos conforme a necessidade de cada sujeito. Tais
atendimentos se caracterizarão por meio de:
Atendimento individual com duração de 30 min.
Trabalho em grupo.
Dinâmicas abordando assuntos afins.
Parágrafo Único. Os mesmos procedimentos serão aplicados aos funcionários
conforme o Art. 4º.
Regime escolar e integralização do curso
Regime Escolar
Integralização do Curso
Carga Horária das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
Quantidade de Créditos Total
Número de vagas semestrais
Número de vagas anuais
Turno de oferecimento
Semestral
Mínimo:
Máximo:
03 Anos
10 semestres
2400 horas (2880 horas-aula)
(hora-aula = 50 minutos)
144
120
120
Matutino e Noturno
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Periodicidade das aulas
Segunda à Sábado
1º Período
Anatomia
Biologia e Histologia dermatológica aplicada à Estética
Ética e Bioética
Física aplicada
Introdução a Estética
Química Geral
Saúde Pública
Sociologia e Antropologia
CHS
T
P
4h/a
2
2
4 h/a
2
2
2 h/a
2
0
2 h/a
0
2
2 h/a
2
0
2 h/a
2
0
2 h/a
2
0
2 h/a
2
0
Total → 20 h/a 14 6
Atividades complementares →
CHT
80 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
400 h/a
20 h
2º Período
Bioquímica
Comunicação e Expressão
Fisiologia Geral
Introdução a Estética Facial e Capilar
Matéria-prima em Cosmetologia e Estética
Metodologia do Trabalho Científico
Microbiologia e Imunologia
Técnicas de Maquiagem
Urgências e Emergências em Clinica de Estética
CHS
T
P
2 h/a
2
0
2 h/a
2
0
4 h/a
2
2
4 h/a
2
2
2 h/a
2
0
2 h/a
0
2
4 h/a
2
2
2 h/a
0
2
2 h/a
0
2
Total → 24 h/a 14 10
Atividades complementares →
CHT
40 h/a
40 h/a
80 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
480 h/a
20 h
3º Período
Cosmetologia
Depilação
Eletroterapia
Imagem Pessoal
Introdução a Estética Corporal
Patologia
Técnicas de Massoterapia
Técnicas de Pedicuro e Manicuro
Técnicas Estéticas Faciais e Capilares
CHS
T
P
4 h/a
2
2
2 h/a
0
2
2 h/a
0
2
2 h/a
0
2
2 h/a
2
0
2 h/a
2
0
4 h/a
0
4
2 h/a
0
2
4 h/a
0
4
Total → 24 h/a
6 18
Atividades complementares →
CHT
80 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
40 h/a
80 h/a
480 h/a
20h
4º Período
Clínica Integrada em Estética em Estágio Supervisionado I
CHS
8 h/a
T
0
P
8
CHT
160 h/a
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Drenagem Linfática Manual
Introdução a Farmacologia
Psicologia Aplicada
Técnicas Estéticas Corporais
Terapias Alternativas I
Visagismo
4 h/a
2
2
4 h/a
2
2
2 h/a
2
0
4 h/a
0
4
2 h/a
2
0
2 h/a
0
2
26 h/a
8 18
Atividades complementares →
80 h/a
80 h/a
40 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
520 h/a
20h
5º Período
CHS
T
P
Biossegurança
2 h/a
2
0
Clínica Integrada em Estética com Estágio Supervisionado II
8 h/a
0
8
Imagem Pessoal
2 h/a
2
0
Introdução a Informática
2 h/a
0
2
Nutrição aplicada a Estética
4 h/a
4
0
Trabalho de Conclusão de Curso I
2 h/a
2
0
Terapias Alternativas II
4 h/a
0
4
Total → 24 h/a 10 14
Atividades complementares →
CHT
40 h/a
160 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
40 h/a
80 h/a
480 h/a
20h
6º Período
CHS
T
P
Biocosmética
2 h/a
2
0
Clínica Integrada em Estética com Estágio Supervisionado III
8 h/a
0
8
Dermo Estética
2 h/a
2
0
Empreendedorismo
2 h/a
2
0
Optativa
2 h/a
2
0
Promoção à Saúde na Estética
4 h/a
2
2
Trabalho de Conclusão de Curso II
6 h/a
0
6
Total → 26 h/a 10 16
Atividades complementares →
CHT
40 h/a
160 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
120 h/a
520 h/a
20h
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36
42%
58%
Teórica
Prática
Atividades Complementares
Contando com Resolução do Conselho Superior – CONSUP para regulamentar a temática, as
atividades complementares correspondem às atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno
adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional, reconhecidos por
meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências e
vivências acadêmicas internas e/ou externas ao curso. A realização da carga horária mínima de 120
horas é um dos requisitos para que o graduando em Tecnologia em Estética e Cosmética cole grau.
As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensinoaprendizagem, privilegiando:
a)
a complementação da formação social e profissional;
b)
as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços;
c)
as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;
d)
as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural
As Atividades Complementares compreendem três categorias:
1.
Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades:
a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na
organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino
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Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o aluno
está matriculado.
b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob a
tutoria de docente da FAP.
c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da
Faculdade Politec.
d) Realizar estágios extracurriculares.
2.
Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades:
a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes.
b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes.
c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especializadas.
3.
Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades:
a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter
educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são desenvolvidas
sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade acadêmica ou não.
b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades que
tenham como finalidade criar condições para que a comunidade externa possa
usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais, tais como,
campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para conscientização
social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios, conferências, congressos,
encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns, jornadas, mesas de debates,
palestras, recitais, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua
organização.
c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento, que
atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em espaços
temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na própria IES ou em
outras entidades oficiais que contribuam com sua formação. São considerados
cursos:
I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das
pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de sua
área de formação.
II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou atualizar a
formação fornecida por qualquer curso de graduação, em relação a
aspectos que, usualmente, não fazem parte do currículo do curso de
graduação que o aluno está matriculado. Têm como perspectiva
ampliar sua formação complementar.
III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação,
geralmente parcial, um aprofundamento ou uma complementação de
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habilidades e conhecimentos que compõe o perfil e a formação
profissional em um determinado setor ou área de atuação profissional.
d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela de
docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral, tais
como:
I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders, cartazes,
banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam como meios de
informação à comunidade em geral sobre a atividades extensionistas da
faculdade, através de uma linguagem objetivas e direta.
II. Vídeos, filmes, compact discos, documentários, programas e outros
meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado pela
faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho científico,
técnico, cultural, entre outros.
e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais
desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para os
quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma alunos, atendendo as
demandas da comunidade, tais como:
I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de tomada
de decisão na realização de ações com envolvimento em todas as
etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados.
II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema,
projeto, tema, atividade, entre outros, com ou sem envolvimento com a
execução ou acompanhamento do trabalho relacionado ao parecer, e
mesmo de sua própria utilização.
III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução de
trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade contínua ou
alternada.
f)
Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da FAP,
abrange a organização, sistematização e disponibilização de informações
institucionais e produção de materiais educativos, científicos, culturais, sociais,
para veiculação nos variados meios de comunicação.
g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de Rádio
ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento produzido
pela Faculdade.
Estágio Curricular
Oferecido de forma integrada às disciplinas Clínica Integrada em Estética com Estágio
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Supervisionado I, II e III o Estágio Curricular tem por objetivo colocar o estudante em contato com o
ambiente real de trabalho, através da prática de atividades técnicas, pré-profissionais. Contando
regulamento próprio, apresenta carga horária de 400 horas.
O Estágio Curricular deve proporcionar a complementação do ensino e da aprendizagem, e
planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com os currículos, programas e
calendário escolar. Dessa forma, o estágio deve se constituir em instrumento de integração, de
aperfeiçoamento técnico-científico e de relacionamento humano.
A oportunidade de conhecer e experimentar situações reais que serão vivenciadas no
exercício profissional o estágio possibilita um ganho extraordinário quanto ao aprendizado,
avaliação do mercado do trabalho, ampliação da visão do universo de sua profissão,
estabelecimento de relacionamentos profissionais e até mesmo, a possibilidade de uma contratação
pela empresa.
Em observância à Legislação vigente o aluno elabora o Relatório Parcial e Final de Estágio.
Nesse documento relata e analisa sua experiência, tecendo suas considerações sobre a empresa.
Destaca-se que, diante de problemas detectados dentro da organização, muitos alunos aproveitam
a oportunidade para fazerem propostas para solução destes, aplicando e consolidando seus
conhecimentos teóricos à vivência prática.
Procedimentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem
A avaliação pedagógica, regulamentada por Resolução própria, vincula-se aos princípios
norteadores do Curso e deverá observar o expresso no Regimento Interno da Faculdade Politec. A
avaliação do desempenho é realizada por disciplina, incidindo sobre a frequência e o
aproveitamento. Cabe ao professor de cada disciplina, em observância ao Regimento Interno e ao
Manual do Professor, determinar quais serão esses critérios e quais os instrumentos a serem
utilizados para avaliação.
Levando-se em consideração que o curso prima a formação de profissionais capacitados
para a (re) construção permanente do conhecimento, numa visão integral, interdisciplinar, crítica,
criativa e ética, em sua dinâmica, a avaliação pedagógica deverá obedecer aos princípios de:
Progressividade de dificuldades em cada etapa do Curso;
Totalidade das atividades que compõem a formação, através da ação-reflexão-ação;
Persistência na busca de objetivos, níveis de aprendizagem e saberes estabelecidos
pela comunidade acadêmica.
Estes princípios devem perpassar todos os atos avaliativos que poderão ser individuais ou
coletivos. Dessa forma, a avaliação será realizada contemplando diferentes atividades em cada
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semestre, as quais podem acontecer em forma de seminários, apresentação de relatórios,
realização de provas, avaliação das atividades práticas, exposição de trabalhos, apresentações,
entre outros.
As avaliações feitas pelos professores deverão considerar o desenvolvimento acadêmico
tanto teórico (processo) quanto prático (produto), tendo em vista sua futura ação como
profissional. Nesse sentido, a avaliação deve prever:
Clareza e explicitação de critérios,
Critérios compatíveis com os objetivos,
Clareza e explicitação de parâmetros,
Instrumentos compatíveis com os objetivos, critérios e parâmetros.
Uma vez que cada disciplina possui suas singularidades, cada professor terá garantido seu
direito de optar pela forma de avaliação de seus alunos, desde que utilize o mesmo critério para
todos os avaliados.
Quanto aos critérios de avaliação, estes são elaborados pelo corpo docente e
permanentemente atualizados, com base nos princípios da avaliação mediadora, buscando evitar a
avaliação de caráter finalista. Na verdade, a avaliação também deve seguir as tendências éticas,
políticas, filosóficas e epistemológicas da Instituição e do Curso. Na busca de uma concepção
histórico-crítica a avaliação, consequentemente, deve ser um processo construído na prática
coletiva.
O acompanhamento do processo ensino-aprendizagem prevê o atendimento ao aluno de
forma individual ou coletiva através do Núcleo de Apoio ao Discente, de modo a proporcionar a
retomada de conteúdos não alcançados, indispensáveis à assimilação do conhecimento em
determinada disciplina.
A composição da média do aluno é assim obtida:
Média final =
Avaliação 1 + Avaliação 2 + Médias as avaliações intermediárias
3
Entende-se por:
Avaliação 1 (A1): avaliação aplicada no meio do Semestre letivo, ou seja, com 50%
da carga horária concluída;
Avaliação 2 (A2): avaliação realizada no final do Semestre letivo
Avaliação Intermediária (AI): qualquer outra forma de avaliação continuada aplicada
a cada disciplina, respeitando-se suas particularidades
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41
Avaliação Substitutiva: avaliação ofertada na última aula do Semestre letivo que tem
por objetivo substituir a menor nota obtida pelo aluno entre as avaliações A1 ou A2.
É facultado ao aluno o direito de realizar uma Avaliação Substitutiva ou não e no caso de
sua realização, envolve o conteúdo programático estudado durante todo o semestre letivo.
É considerado APROVADO o acadêmico que obtiver Média final maior ou igual a 5,0 (cinco)
e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária fixada em cada
disciplina.
Os métodos de avaliação, para cada unidade curricular, do processo ensino-aprendizagem
adotados pela Instituição encontram-se detalhados no Plano de Curso de cada disciplina.
Critérios de aproveitamento de estudos e competências profissionais
O aproveitamento de estudos será executado à luz da Resolução CONSEPE que regulamenta
sua prática na Faculdade Politec:
Art. 1º O aluno regularmente matriculado em Curso de Graduação da FAP poderá obter
aproveitamento de estudos dos componentes curriculares do currículo pleno de seu
curso, desde que atenda aos requisitos estabelecidos nesta Resolução.
Art. 2º Compete ao Coordenador do Curso deferir parecer acerca do aproveitamento de
estudos mediante a análise dos componentes curriculares dos cursos de graduação
quando se tratar de:
I.
Transferência interna.
II.
Transferência externa.
III. Retorno aos portadores de diploma em nível superior.
IV. Reingresso após abandono.
V.
Mudança de currículo.
VI. Disciplinas cursadas e/ou realização de estágios em outros Cursos ou
Instituições de Ensino Superior nacional ou estrangeira, reconhecidas ou
autorizadas.
VII. Realização de estudos e/ou de trabalho de participação em programas de
pesquisa ou de extensão.
VIII. Participação em cursos, seminários ou congressos.
IX. Disciplinas cursadas em Cursos Sequenciais, que conduzam a diploma.
X.
Disciplinas cursadas em Cursos de Extensão.
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XI. Aproveitamento de competências profissionais à luz da Resolução CNE/CP nº
3, de 18/12/2002, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 23/12/2002,
que versa sobre o aproveitamento das competências profissionais adquiridas
pelo aluno no mercado de trabalho.
Parágrafo único. Para as atividades previstas nos incisos VI, VII e VIII do “caput”
deste artigo poderá ser autorizado o afastamento temporário do
aluno do Curso de Graduação a que estiver vinculado na FAP.
Art. 3º Caberá ao Coordenador de Curso efetuar a validação do(s) estudo(s), ouvindo, se
necessário, Professor especialista na área específica a que estiver (em) vinculada(s)
a(s) disciplina(s), estágio(s) ou estudo(s) para o(s) qual (is) esteja sendo solicitado
aproveitamento.
Art. 4º O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a
integralização curricular do currículo pleno do curso de graduação.
Parágrafo único. Quando na análise do aproveitamento de estudos for verificada
não equivalência com o currículo da disciplina em questão, o
pedido será indeferido.
Art. 5º O aproveitamento de estudos por Disciplina e/ou Estágio será efetuado quando o
programa da disciplina cursada na Instituição de origem corresponder a, pelo
menos, 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária da
disciplina que o aluno deveria cumprir na FAP.
Art. 6º O aproveitamento de estudos de disciplinas isoladas, estágio(s) e/ ou estudo(s)
cursados em outra instituição de ensino será apreciado pelo Coordenador do Curso,
baseado, quando necessário, em parecer do professor responsável pela disciplina.
§ 1º O Coordenador de Curso encaminhará, quando necessário, a solicitação de
análise da Disciplina a professor especialista, contendo a ementa, o conteúdo
programático, a carga horária da disciplina e o desempenho obtido pelo aluno,
o qual terá um prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis para emitir parecer e
encaminhá-lo à Coordenação do Curso.
§ 2º O aproveitamento de estudos de disciplinas isoladas só será aceito quando as
disciplinas forem componentes do currículo pleno do curso e cursadas após a
matrícula do aluno em curso superior (graduação e/ou sequencial que
conduza a diploma).
§ 3° As disciplinas isoladas deverão ser cursadas, necessariamente, com frequência
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e aprovação devidamente documentadas na instituição de origem e o seu
aproveitamento depende de apresentação comprobatória, acrescida do
programa cursado.
Art. 7º O aproveitamento de estudos por Atividades Complementares será efetuado de
acordo com os critérios estabelecidos na Resolução que normatiza a matéria.
Art. 8º O aluno poderá, durante seu curso na FAP, realizar estágio, estudo e/ou cursar
disciplinas em outra instituição de ensino superior, desde que obtenha aprovação
de pedido de afastamento temporário encaminhado à Coordenação do Curso,
mediante processo protocolado junto à Secretaria Acadêmica, contendo os
seguintes documentos.
I.
Requerimento pedindo permissão de afastamento para realização de estágio e/ou
estudo e/ou cursar disciplinas, especificando o período e a instituição.
II. Carta de aceitação da instituição onde pretende estudar e/ou estagiar.
III. Plano de ensino ou programa de estudos contendo a ementa, o conteúdo
programático, a forma de avaliação e a carga horária.
IV. Relação de disciplina(s) e/ou estágio(s) e/ou estudos para o(s) qual(is) solicitará
aproveitamento.
V. Histórico Escolar e comprovante de matrícula atualizada na FAP.
Art. 9º A solicitação de afastamento do aluno deverá ser aprovada pelo Coordenador do
Curso.
§ 1º O tempo de afastamento para estágio, estudo e/ou cursar disciplinas, com fins
de aproveitamento, não poderá exceder de 1 (um) ano letivo, sendo vedada a
renovação, sucessiva ou intercalada.
§ 2º Encerrado o período de seu afastamento, o aluno deverá apresentar, à
Secretaria Acadêmica, documentação comprobatória de frequência com
aproveitamento, para encaminhamento à Coordenação correspondente para
fins de emissão de conceito e registro.
Art. 10. Poderá pleitear afastamento para frequentar, realizar estudo e/ou cursar
disciplinas, o aluno da FAP que tenha integralizado todas as disciplinas previstas
para o primeiro ano (1o e 2o semestres) do curso.
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§ 1º Durante o período de afastamento, no caso das situações previstas nos incisos
VI, VII e VIII do art.2º, desta Resolução, o aluno terá a garantia de sua vaga na
FAP, devendo, para tanto, realizar matrícula normalmente, inclusive na(s)
disciplina(s) para as quais pretende solicitar aproveitamento.
§ 2º A matrícula realizada nas condições expressas no § 1º, deste artigo, será
efetivada como “Matrícula para Participação em Estudos em outra Instituição”
e só será aceita mediante o atendimento do disposto no § 2º do art. 9º desta
resolução.
Art. 11. Para solicitar o aproveitamento de estudos por disciplina, estágio e/ou atividades
complementares e o devido registro no histórico escolar, o aluno deverá apresentar
requerimento à Coordenação do Curso de Graduação, através de processo
protocolado junto à Secretaria Acadêmica, onde constem os seguintes documentos:
I.
Histórico Escolar ou certificado original que especifique a denominação da
disciplina, número de créditos e respectiva carga horária total, nota e
frequência obtidas, distribuídas nos respectivos períodos letivos em que foram
cumpridas.
II. Ementa e Conteúdo Programático da(s) disciplina(s) cursada(s) e/ou plano de
estudo ou programa do estágio, autenticado(s) pela instituição de origem.
III. Ter obtido média de aprovação no que está sendo pleiteado o
aproveitamento.
IV. Prova de autorização ou reconhecimento do curso, com a indicação de sua
natureza (curta ou longa duração), quando o curso for realizado no Brasil, ou
documento emitido por órgão competente do país de origem que comprove a
realização do estudo em Instituição de Ensino Superior, com a indicação de sua
natureza, quando o curso for realizado no exterior.
Parágrafo Único. Quando se tratar de documentos oriundos de Instituições estrangeiras,
estes deverão estar acompanhados das respectivas traduções oficiais,
em português.
Art. 12. Aproveitamento de estudos por competências profissionais, conforme preconiza o
Art. 9º da Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002, publicada no Diário Oficial da
União (DOU) em 23/12/2002, será reconhecido mediante avaliação individual do
aluno (§ 2º da referida Resolução).
§ 1º A avaliação contemplará as seguintes fases: a) análise de documentos
comprobatórios de sua competência profissional; b) realização de avaliação
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teórica e/ou prática envolvendo todo o conteúdo ministrado na disciplina
solicitada.
§ 2º Avaliações práticas serão aplicadas por uma comissão de, no mínimo, dois
professores e a média final será computada levando-se em consideração
criteriosos quesitos de análise que abordem todas as habilidades e
competências do requerente.
Trabalho de Conclusão de Curso
Em consonância com o Regimento Interno da Faculdade Politec - FAP, os cursos oferecidos
pela Instituição incluem como requisito para colação de grau, o Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC), relacionado com as disciplinas das áreas profissionalizantes. A operacionalização do TCC
conta com Resolução própria que regulamenta sua realização.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) envolve todas as competências e habilidades
trabalhadas no decorrer do curso nas várias disciplinas que integram o currículo. Com a orientação
de um professor, o processo de pesquisa, de formulação do problema e de especificação/projeto do
Trabalho de Conclusão de Curso, inicia-se no 5º período a partir do protocolo de entrega do Projeto
de Trabalho de Conclusão de Curso, em período constante no Calendário Acadêmico e, sob a
orientação de um docente dará início ao processo de pesquisa para desenvolvimento do TCC. A
conclusão do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) se dará ao longo do 6º período do curso e, após
aprovação do professor Orientador e deliberação para defesa em banca, o graduando o defenderá
em banca avaliadora do TCC, em período constante no Calendário Acadêmico.
No 5º período do CST em Estética e Cosmética a Faculdade Politec disponibiliza um
“Professor Coordenador das atividades de TCC”, que irá apresentar aos alunos todas as informações
pertinentes ao desenvolvimento do TCC e acompanhará o desenvolvimento dos trabalhos
juntamente com os Orientadores dos projetos que passarão a orientar seus alunos.
Dentro da perspectiva de inovação tecnológica no Trabalho de Conclusão de Curso, o aluno
é levado a contribuir de forma empreendedora na avaliação investigativa do problema a ser
resolvido, possibilitando ao aluno a aplicação dos seus conhecimentos na área de Estética e a busca
de soluções criativas para os mesmos.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será submetido à Banca Avaliadora composta por
três professores, sendo o orientador o Presidente da Banca e mais dois professores convidados. O
período para defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é estabelecido em Calendário
Acadêmico e a sessão é aberta ao público.
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Ementas das disciplinas
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Química Geral
Carga Horária Teórica/Prática
0/2
Período
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Estrutura Atômica. Periodicidade química. Ligações químicas. Substâncias e misturas. Estudo das
fórmulas, leis e da estequiometria na química. Soluções. Funções inorgânicas. Reações inorgânicas.
Química inorgânica Descritiva. Conceitos de ácidos e bases.
Bibliografia Básica
ATKINS, P.; JONES, P. Princípios de química. Porto Alegre: Bookman Companhia, 2006.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005.
ALLINGER, Norman L. etall. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1976.
Bibliografia Complementar
BACCAN, Nivaldo, etall. Química analítica qualitativa.3.ed. Edgard Blüker, 2005.
RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2006. V. 1.
RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2006. V. 2.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Sociologia e Antropologia
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
40 h/a
2/0
2
Período
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Fundamentos da Antropologia. Concepção antropológica de Cultura e Educação. O corpo e suas
relações com a cultura. Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia,
racismo, mestiçagem, preconceito e discriminação. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas
Afirmativas e discriminação positiva- cotas. Políticas de educação ambiental. Ação educativa para
a tomada de consciência da realidade global,estudo dos tipo de relações que os homens
estabelecem entre si e com a natureza.
Bibliografia Básica
ARANTES, A.A. O que é cultura popular?14.ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.
FORACCHI, M. M, MARTINS, J. S. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2004.
MARCONI, M. A; PRESOTTO, Z.M.N. Antropologia: uma introdução. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar
GEERTZ.C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1989.
GONÇALVES, M.A.S. Sentir pensar e agir: corporeidade e Educação. 3. ed. São Paulo: Papirus, 1994.
LAPLANTINE, F; CHAUVEL, M.A; QUEIROZ, M.I.P. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2006.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 4.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Período
Saúde Pública
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
O processo saúde-doença. As doenças transmissíveis e as crônicas degenerativas. A transição
demográfica e epidemiológica. A medida da saúde coletiva. Evolução histórica dos práticas sanitária no
país. O sistema de saúde vigente: SUS. Sistemas de Atenção primária, secundária e terciária na saúde.
Políticas de saúde – processo histórico. Níveis de aplicação da medicina preventiva. Epidemiologia das
doenças transmissíveis, visando métodos de prevenção.
Bibliografia Básica
BERTOLLI, F. C. História da saúde pública no Brasil. 3. ed. São Paulo: Ática, 2006.
COHN, A & ELIAS, P. E. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviços. 4.ed. São Paulo: Cortez. 2005.
ROUQUAYROL, M. Z. & ALMEIDA Fº, N.. Epidemiologia e saúde. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.
Bibliografia Complementar
PEREIRA, M. G. Epidemiologia : teoria e prática. 7ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2000.
SNOW, J. Sobre a maneira de transmissão da cólera. Rio de Janeiro: Hucitec, 1999.
JEKEL, J. F; ELMORE, J.G; KATZ, D. L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Introdução à Estética
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
Período
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Introdução à História da Estética: A concepção moderna de Estética: O belo como produto
social. Relações entre Arte, Moda e Beleza. Valores éticos que o profissional da estética e da
cosmetologia deve se preocupar no exercício da profissão. Importância de ter em mente uma
série de atitudes descritas nos códigos de ética das profissões e que são comuns as diferentes
atividades profissionais gera o dever de cumprir as tarefas com convicção e responsabilidade.
Corpo, saúde e beleza. Concepção objetivista e subjetivista da Estética.
Bibliografia Básica
FRANZINI, ELI O. A Estética do Século XVIII. Lisboa. Estampa.1999
QUEIROZ, Renato. O corpo do Brasileiro: Estudos de Estética e Beleza. 2ªed. Senac. 2009.
SABARA, Leila. Beleza total: estética, cuidados e vida saudável. DCL - Difusão Cultural do Livro,
2008.
Bibliografia Complementar
CALANCA, Daniela. História social da Moda. Senac. 2008.
COSTA, Adilson. Trato internacional de Cosmecêuticos. Guanabara. 2012.
STEINER, D. Beleza Levada a sério. São Paulo: Rideel, 2012.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
4
Carga Horária
80 h/a
Anatomia
Carga Horária Teórica/Prática
2/2
Período
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Introdução ao estudo da anatomia. Anatomia da face. Sistema circulatório. Sistema respiratório.
Sistema linfático e Sistema Tegumentar. Visão corporal anatômica (locomotor).
Bibliografia Básica
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana: sistêmica e segmentar, 2ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
2006.
MOORE,K.L. Anatomia orientada para a clínica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Bibliografia Complementar
SPALTEHOLZ, Werner, SPANNER, Rudolf. Anatomia Humana. Rio de Janeiro: Rocca, 2006
ROHEN, Johannes W. Anatomia humana: Atlas fotográfico de anatomia sistêmica e
regional. 7ªEd. Manole. 2010.
TORTORA, Jerry. Princípios de anatomia Humana. 12ªed. Guanabara. 2013.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Biologia e histologia Dermatológica Aplicada à Estética
CargaHorária
CargaHorária Teórica/Prática
80 h/a
2/2
Créditos
4
Período
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Célula: organização estrutural, organização molecular e superfície celular. Cito esqueleto. Sistema
de endomembramas, organelas citoplasmáticas. Ciclo celular e replicação do DNA. Mitose, meiose
e hereditariedade. Desenvolvimento normal dos vários sistemas humanos. Tecidos do ponto de
vista morfofisiológico: epitelial, conjuntivo, adiposo, cartilaginoso, tecido ósseo,muscular, líquido,
nervoso. Órgãos linfoides. Fisiopatologia, cuidados e modalidades de tratamentos aplicados à
estética. Estrutura da pele. Processo do envelhecimento relacionando com os tipos de pele
Bibliografia Básica
ALBERTS, B.; BRAY, D.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Fundamentos da
biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2006.
CARVALHO, H.F.; RECCO-PIMENTEL, S.M. A célula. 1ª ed. SãoPaulo: Manole, 2007.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
Bibliografia Complementar
ARCANGELI, Cristina. Beleza para a vida inteira. 3ed. São Paulo: Editora Senac, 2001.
DE ROBERTIS, E.M.F.; HIB, J. DE ROBERTIS. Bases da biologia celular e molecular. 3ª edição. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan,2006.
GARTNER, L.P.; HIATT, J.L. Tratado de histologia: em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
HIB, J. Di Fiori. Histologia: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 10ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2004.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Física Aplicada
Carga HoráriaTeórica/Prática
2/2
Período
1o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Conceitos e princípios de eletromagnetismo. Unidades de medida para compreensão da
tecnologia dos equipamentos utilizados nos procedimentos estéticos. Fundamentos de energia
elétrica, mecânica e térmica. Interpretação de simbologia elétrica.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D., RESNIK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física, Vol. 3 – Eletromagnetismo. 9ªed. LTC. 2012.
a
HENEINE, I. F. Biofísica Básica 2 ed., São Paulo: Editora Atheneu, 2006.
OKUNO, E., CALDAS, I. L., CHOW, F. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São
Paulo: Editora HarbraLtda, 1986.
Bibliografia Complementar
NUSSENZVEIG, H. Moyse. Curso de física básica.Vol.1 5ªed. Blucher. 2013.
YOUNG, Hugh D. Física. Vol. 2. 12ªed. Pearson. 2008.
HALLIDAY, D., RESNIK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física, Vol. 1 – Mecânica. 9ªed. LTC. 2012.
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2o Período
Cód. Disciplina
Disciplina
Matéria prima em Cosmetologia e Estética
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
40 h/a
2/0
Créditos
2
Período
2º
Pré-Requisitos
****
Ementa
Estudo das matérias-primas ativas utilizadas em cosméticos aplicados à estética facial, corporal e
capilar. Matérias-primas utilizadas nos produtos cosméticos com a aplicabilidade para a higiene,
hidratação cutânea, antienvelhecimento, cuidados capilares, foto protetores.
Bibliografia Básica
MATOS, Simone Pires. Cosmetologia aplicada. Érica. 2014.
DRAELOS, Zoe Diana. Dermatologia cosmética – Produtos e procedimentos. Santos. 2012.
CORREA, Marcos Antonio. Cosmetologia – ciência e técnica. MEDFARMA. 2012.
Bibliografia Complementar
GOMES, Alvaro Luiz. Uso da tecnologia cosmética no trabalho do profissional cabeleireiro. 5ªed. Senac.
2013.
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
BEZERRA, S.V.; REBELLO, T. Guia de produtos cosméticos. 7ªed. Senac. 2008.
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Cód.
Disciplina
Disciplina
Período
Urgências e Emergências em Clínica de
Estética
Créditos
Carga Horária
02
40 h/a
Carga Horária
Teórica/Prática
2º
PréRequisitos
2/0
****
Ementa
Definir medidas aplicadas a situações de agravos ou patologias que ocorreram de
maneira súbita, sem atendimento médico especializado. Ter como objetivo a manutenção da
vida, ou a redução do agravo. A maneira como se age em uma emergência. Suporte Básico de
Vida (SBV). Procedimentos de emergência executados por leigos, desde que, sejam treinados
minimamente a fim de reconhecer os agravos à vida e saber atuar de maneira rápida e eficaz,
sem produzir danos.
Bibliografia Básica
ALVAREZ, F. S. et al. Manual de socorro de emergências. São Paulo: Atheneu, 2005.
SENAC. Primeiros Socorros. Rio de Janeiro: SENAC,2006.
SOUSA, Lucila Medeiros. Suporte básico a vida. Érica. 2014.
Bibliografia Complementar
VARELLA, D. ; JARDIM, C. Primeiros Socorros. Ilustrações de Caeto. São Paulo: Claro Enigma,2011. 63p.
FALCÃO, Luiz Fernando. Primeiros Socorros. Martinari. 2010.
VELASCO, Irineu. Procedimentos em emergências. Manole. 2012.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Período
Técnicas de Pedicuro e Manicuro
2º
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
40 h/a
Teórica/Prática
****
0/2
Créditos
2
Ementa
Fundamentos da fisiologia e alteração bioquímica das unhas, mãos e pés. Mecanismo de ação
dos produtos cosméticos na estética das unhas, mãos e pés e técnicas protocolizadas de
embelezamento e tratamento. Orientação aos clientes sobre medidas de prevenção.
Esterilização dos instrumentos.
Bibliografia básica
PROA, A.L.; VIEIRA, S.M. Unhas: Técnicas de Embelezamento e Cuidados Básicos com Mãos E Pés. Senac.
2005.
BEGA, Armando. Podologia – Bases clinicas e anatômicas. Martinari. 2010.
BEGA, Amando. Tratado de Podologia. Yendis. 2013.
Bibliografia complementar
BEZERRA, V.S. & REBELLO, T. Guia de produtos cosméticos. 7ª Ed. Senac, 2008.
BARAN, Robert. Doenças da unha. Elsevier. 2011.
KAMIZATO, Karina. Imagem pessoal e visagismo. Érica. 2014.
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56
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
4
Introdução à Estética Facial e Capilar
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
80 h/a
2/2
Semestre
2o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Anamnese,Tipos de pele, Identificação dos tipos de pele, Lesões elementares, Síndrome da
Desarmonia Facial (Acne, Discromias e Envelhecimento). Higienização e Massagem Facial.
Doenças do couro cabeludo. Anatomia e fisiologia do cabelo.
Bibliografia Básica
STANDARD, Milady. Fundamentos de estética – ciências da pele. Cengage. 2012.
KAMIZATO, Karina. Imagem pessoal e visagismo. Érica. 2014.
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
Bibliografia Complementar
DONATI, Bruno. Cabelo – cuidados básicos, técnicas de corte, coloração e embelezamento. 3ªed. Senac. 2012.
GOMES, Alvaro Luiz. Uso da tecnologia cosmética no trabalho do profissional cabeleireiro. 5ªed. Senac.
2013.
TSAO, Sndy. Atlas colorido de dermatologia estética. MacGraw-hill. 2008.
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57
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
CargaHorária
80 h/a
4
Período
Fisiologia
Carga
Teórica/Prática
2/2
2º
Horária Pré-Requisitos
****
Ementa
Introdução à fisiologia humana. Homeostase. Fisiologia celular. Unidade neuromuscular.
Sistema nervoso central. Fisiologia da Pele e anexos. Sistemas: nervoso, circulatório,
musculoesquelético, respiratório, cardiovascular e linfático. Células sanguíneas, imunidade e
coagulação do sangue. Os líquidos corporais e os rins. Sistema digestivo e metabólico.
Endocrinologia.
Bibliografia Básica
AIRES. Fisiologia. Guanabara Ed. 2ed, 2008. GANONG, W. F. Fisiologia médica. 22. ed. São Paulo: Atheneu,
1989.
GUYTON, A. C., HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. 22 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar
RAFF, Hershel. Fisiologia médica – uma abordagem integrada. Macgraw-Hill. 2012.
CURI, Rui. Fisiologia Básica. Guanabara. 2009.
CONSTANZO, Linda R. Fisiologia. 3ªEd. Elsevier. 2007.
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58
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Bioquímica
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
Período
2º
Pré-Requisitos
****
Ementa
A compreensão dos processos bioquímicos nos mais importantes sistemas de tecidos do
organismo de forma a poder interpretar, no nível molecular, os eventos fisiológicos normais e os
transtornos metabólicos. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas. Aspectos
bioquímicos da ação hormonal. Aminoácidos e proteínas: Estrutura, propriedades e funções.
Bioquímica do envelhecimento, alterações que podem ser causadas na pele. Bioquímica da
contração muscular.
Bibliografia Básica
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
DEVLIN, THOMAS M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo: Editora Blücher, 2003
LEHNINGER, A.L, N. D. L., COX M. M. Princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006.
Bibliografia Complementar
CISTERNAS, J.R, VARGAS J, MONTE, O. Fundamentos de bioquímica experimental. 2. ed. São Paulo:
Atheneu, 2005.
CONN E.F, STUMPF, P.K. Introdução a bioquímica. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1980.
HOUSTON, M. E. Bioquímica básica da ciência do exercício. São Paulo: Roca, 2001
MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica. Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Cód. Disciplina
Disciplina
Microbiologia e Imunologia
Período
2º
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59
Créditos
Carga Horária
80 h/a
4
Carga Horária Teórica/Prática
2/2
Pré-Requisitos
****
Ementa
Tipos de microrganismos e implicações de seu desenvolvimento nas áreas de saúde,
possibilidades de aplicações dos microrganismos e/ou derivados de seu metabolismo em
processos biotecnológicos. Conceitos de imunologia relacionados ao conhecimento das células e
tecidos de defesas do organismo, estudo da genética celular presente nas respostas imunes e
dos anticorpos.
Bibliografia Básica
PELCZAR, M.; REID, R.; CHAN. E. C. S. Microbiologia. Vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill,2005.
STITES, D. P. & TERR, A.I. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Prentice – Hall do Brasil, 2004
PELCZAR, M.; REID, R.; CHAN. E. C. S. Microbiologia. Vol. 2. São Paulo: McGraw-Hill,2005.
Bibliografia Complementar
BURTON, G. R. W. e ENGELKIRK, P. G. Microbiologia para as Ciências da Saúde. 5 ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
ABBAS, Abul K. Imunologia celular e molecular. 7ªed. Elsevier. 2012.
RIBEIRO, Mariangela. Microbiologia prática. 2ªed. Atheneu. 2011.
Cód. Disciplina
Disciplina
Período
Técnicas de maquiagem
Créditos
02
CargaHorária
40 h/a
CargaHorária
Teórica/Prática
0/2
2º
Pré-Requisitos
****
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Ementa
História da maquiagem. Introdução as técnicas de maquiagem para ocasiões diversas.
Maquiagem corretiva. Colorimetria. Dicas de cores, texturas, truques corretivos e como realçar a
beleza natural.
Bibliografia Básica
MARCIA CEZIMBRA. Maquiagem: Técnicas Básicas, Serviços Profissionais e Mercado de Trabalho. SENAC,
2005.
MOLINOS, D. Maquiagem. 11 ed. Senac, 2010.
VANZIN, Sara. Entendendo Cosmecêuticos. 2ªed. Santos. 2011.
Bibliografia Complementar
SENAC. Salão de Beleza: maquiagem. Rio de Janeiro: Senac, 2000.
KAMIZATO, Karina. Imagem pessoal e visagismo. Érica. 2014.
COSTA, Adilson. Trato internacional de Cosmecêuticos. Guanabara. 2012.
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Metodologia do Trabalho Científico
CargaHorária
CargaHorária Teórica/Prática
40 h/a
2/0
02
Período
2º
Pré-Requisitos
****
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Ementa
Fundamentos da Metodologia Científica. A Comunicação Científica. Métodos e técnicas de
pesquisa. A comunicação entre orientados/orientadores. Normas para Elaboração de Trabalhos
Acadêmicos. O pré-projeto de pesquisa. O Projeto de Pesquisa. O Experimento. A organização de
texto científico (Normas ABNT).
Bibliografia Básica
LAKATOS, Eva M., MARCONI, M. de. Fundamentos de Metodologia Científica. 7ªed. Atlas, 2010.
MATIAS-PEREIRA, José. MANUAL DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA. 3ª Ed. Atlas, 2012.
ANDRADE, Maria Margarida de. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO:
elaboração de trabalhos na graduação. 10ª Ed. Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ed. Atlas, 2010.
LAKATOS E. M, MARCONI M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,
pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. Atlas. 2007.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. 40ªed. Vozes.
2011.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Comunicação e Expressão
Créditos
02
CargaHorária
40 h/a
CargaHorária Teórica/Prática
2/0
Período
2º
Pré-Requisitos
****
Ementa
Usar a língua materna de maneira coerente e precisa. Para tanto, habilita o aluno a explorar os
recursos expressivos da linguagem, tornando-o capaz de escrever, ler e interpretar os diversos
gêneros textuais de circulação social. Enfatiza, ainda, o exercício e o aprimoramento da
comunicação e da expressão oral.
Bibliografia Básica
BECHARA, E..Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Lucena, 2005.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a pensar. 25.ª
ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2006.
NADÓLSKIS, H. Normas de comunicação em língua portuguesa. 24.ª ed. São Paulo: Saraiva. 2006.
Bibliografia Complementar
BERLO, D. K. O processo da comunicação. São Paulo: Martins Fontes. 1999.
BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita.22.ed.rev.atual. São Paulo: Ática, 2006.
CARNEIRO, A. D.Redação em construção: a escritura do texto. 2.ed.São Paulo: Moderna, 2001.
FERREIRA, AB.H.. Novo Aurélio da língua portuguesa. 3.ª ed. Curitiba: Positivo, 2004.
NADÓLSKIS, H. Comunicação redacional atualizada.10.ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Patologia
Créditos
CargaHorária
80 h/a
04
CargaHorária Teórica/Prática
0/4
Período
2º
Pré-Requisitos
****
Ementa
Sintomas e sinais cutâneos, cicatrização de feridas, Acne, Lesões por calor, Lesões pelo frio,
Lesões actínicas, Micoses superficiais, Esfelides, Xerodermapigmentoso, Foto sensibilidade,
Ferimentos mecânicos da pele, Reações medicamentosas, Doenças nutricionais, Doenças dos
anexos cutâneos, Distúrbios da pigmentação, Pele e gestação, Doenças vasculares cutâneas,
Melanomas, Infecções bacterianas.
Bibliografia Básica
ROCKEN, Martin. Dermatologia – texto e atlas. Artmed. 2014.
RIVITTI, Evandro A. Manual de dermatologia clinica de Sampaio e Rivitti. Artmed. 2014.
WOLF, Klaus. Dermatologia de Fitzpatrick – atlas e texto. Macgraw-hill. 2011.
Bibliografia Complementar
TSAO, Sndy. Atlas colorido de dermatologia estética. MacGraw-hill. 2008.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Patologia geral. 3ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
COTRAN, Ramzi S., et al. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Técnicas de Massoterapia
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
80 h/a
0/4
4
Período
2º
Pré-Requisitos
****
Ementa
História da Massagem, conceitos e princípios. Massagem clínica e abordagens específicas sobre
outras áreas da saúde. Sentido do toque. Massagem: princípios, tipos e aplicações: clássica ou
sueca, estética e relaxante.
Bibliografia Básica
M. DUFOUR; P. COLNÉ; P. GOUILLY; CHERMOUL, G. Massagens e Massoterapia - Efeitos, técnicas e
aplicações. 1ª ed., São Paulo: Ed. Andrei, 2001.
MUMFORD, Susan. O novo guia completo de massagem. Manole. 2009.
CLAY, James. Massoterapia Clínica. Manole. 2008.
Bibliografia Complementar
KENDALL, FLORENCE PETERSON; ET ALL. Músculos: Provas e Funções, Compostura e Dor. 5ª ed. Manole.
2007.
CAVANAGH, Wendy. Exercícios básicos de massagem. Manole. 2006.
RIGGS, Art. Técnicas de massagem profunda – um guia visual. Manole. 2009.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Período
Cosmetologia
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
3o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Introdução ao estudo e objetivos da Cosmetologia. Elementos anátomo-fisiológicos da pele e
anexos cutâneos. Funções de secreção externa e suas alterações de interesse cosmetodermatológico. Tratamentos e formulações. Matérias-primas de amplo emprego na Indústria
cosmética. Preparações cosméticas para higiene e tratamento da estética facial, corporal e
capilar. Normas para elaboração e regulamentação de formulas cosmética. Cosméticos de
fotoproteção e maquiagem.
Bibliografia Básica
COSTA, Adilson. Trato internacional de Cosmecêuticos. Guanabara. 2012.
VANZIN, Sara. Entendendo Cosmecêuticos. 2ªed. Santos. 2011.
CORREA, Marcos Antonio. Cosmetologia – ciência e técnica. Medfarma. 2012.
Bibliografia Complementar
DRAELOS, D.Z. Cosmecêuticos. 2ªed. Elsevier. 2009.
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
BEZERRA, S.V.; REBELLO, T. Guia de produtos cosméticos. 7ªed. Senac. 2008.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Eletroterapia
Carga Horária Teórica/Prática
0/2
Período
3o
Pré-Requisitos
****
Ementa
A disciplina visa compreender como as mais variadas correntes elétricas usadas na área estética
podem interferir na fisiologia humana, prevenindo, retardando e melhorando os processos
degenerativos da pele do corpo.
Bibliografia Básica
CISNERO, Loiolo. Guia de eletroterapia – princípios biofísicos, conceitos e aplicações
clinicas. Coopmed. 2006.
SALGADO, Afonso. Eletrofisioterapia e eletroacupuntura – manual clinico. 2013.
ROGER, M. Eletroterapia Clínica. 3. ed. São Paulo: Manole, 2002.
Bibliografia Complementar
BELANGER, Alain-Yvan. Recursos fisioterapêuticos. 2ªed. Manole. 2012.
STANDARD, Milady. Fundamentos de estética – ciências da pele. Cengage. 2012.
ROBINSON, Andrew. Eletrofisiologia Clínica: Eletroterapia e Teste Eletrofisiologico.
Artmed. 2010.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
02
Depilação
Carga Horária Teórica /Prática
0/2
Período
3o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Anatomia e fisiologia do pelo, Doenças de pele e pelo. Técnicas Depilatórias. Cuidados
necessários para os procedimentos no pré e pós depilatórios.
Bibliografia Básica
TAFURI, AFI. Depilação: o profissional a técnica e o mercado de trabalho. Senac. 2004.
STANDARD, Milady. Fundamentos de estética - Estética.Vol. 4. Cengage. 2012.
JEDWAB, Silvia Karina. Laser e outras tecnologias na dermatologia. Santos. 2010.
Bibliografia Complementar
OSÓRIO, Nuno. Laser em dermatologia – conceitos básicos e aplicações. 2ªed. Roca. 2009.
DRAELOS, Zoe Diana. Dermatologia cosmética – Produtos e procedimentos. Santos. 2012.
STANDARD, Milady. Fundamentos de estética – ciências da pele. Cengage. 2012.
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68
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Técnicas Estéticas Faciais e Capilares
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
80 h/a
0/4
4
Período
4o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Estudo dos tratamentos e procedimentos estéticos, corretivos e preventivos utilizados na face
no e cabelo em conjunto com a cosmetologia. Uso de equipamentos e produtos utilizados na
Estética facial e capilar.
Bibliografia Básica
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
PIMENTEL, Arthur dos Santos. Peeling Químico Superficial e Máscara Facial. Lmp. 2012.
DRAELOS, Zoe Diana. Dermatologia cosmética – Produtos e procedimentos. Santos. 2012.
Bibliografia Complementar
HALAL, John. Dicionário de ingredientes de produtos para cuidados com o cabelo. Cengage. 2011.
CINTRA, Rodrigo. Cortes de cabelo – técnicas e modelagem. Cengage. 2010.
BIONDO, Sonia;DONATI, Bruno. Cabelo: cuidados básicos, técnicas de corte, coloração e embelezamento.
3ªed. Senac. 2012.
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69
Cód.
Disciplina
Disciplina
Período
Fundamentos da Estética Corporal
Créditos
04
Carga Horária
80 h/a
C. H.Teórica/Prát
ica
4º
Pré-Requisitos
****
0/4
Ementa
Definir conceitos e princípios para o entendimento e execução de métodos teóricos e
práticos com uso de cosméticos, técnicasmanuais e eletroterápicas nas síndromes estéticas
corporais.
Bibliografia Básica
QUEIROZ, Renato. O corpo do Brasileiro: Estudos de Estética e Beleza. 2ªed. Senac. 2009.
SABARA, Leila. Beleza total: estética, cuidados e vida saudável. DCL - Difusão Cultural do Livro,
2008.
SALGADO, Afonso. Eletrofisioterapia e eletroacupuntura – Andreoli. manual clinico. 2013.
Bibliografia Complementar
STEINER, D. Beleza Levada a sério. São Paulo: Rideel, 2012.
ROGER, M. Eletroterapia Clínica. 3. ed. São Paulo: Manole, 2002.
GOLIK, V. Tudo o que você precisa saber para vencer a celulite e ficar de bem com o seu corpo.
2ªed. SENAC. 2012.
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70
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Terapias Alternativas I
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
Semestre
4o
Pré-Requisitos
****
Ementa
As terapias alternativas conhecidas por tratarem de técnicas paralelas ao conhecimento já
estabelecido. Estabelecer as diferentes Medicinas (unificada, convencional, tradicional,
alternativa, complementar) e suas aplicações para complementação da proposta disciplinar.
Bibliografia Básica
ALBRIGHT,P. O livro completo de terapias complementares: as mais conhecidas terapias
alternativas para aliviar os males do dia-a-dia. São Paulo: Nobel, 1998
SOUZA, W. Shiatsu dos meridianos: Um guia passo a passo. SENAC ed, 2005.
KEET, Louise. A bíblia da reflexologia. Pensamento. 2011.
Bibliografia Complementar
HON, Sat Chuen. Qigong – Taoista para saude e vitalidade. Pensamento 2006.
SAKANASHI, Sensei. KIATSU – Uma alternativa para o alivio da dor. Cultrix. 2007.
LANDEWEER, Gert Groot. Introdução a terapia Craniossacral. Cultrix. 2013.
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71
Cód. Disciplina
Créditos
2
Disciplina
Introdução a Estética Corporal
Carga Horária
Carga
40 h/a
Teórica/Prática
2/0
Período
3o
Horária Pré-Requisitos
****
Ementa
Procedimentos e métodos práticos cosméticos, manuais e eletroterápicos das disfunções estéticas
corporais (SDC).
Bibliografia Básica
BORGES, Fabio dos Santos. Dermato-funcional: modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas.
2ªed. Phorte. 2010.
GOLIK,Vera. Tudo o que você precisa saber para vencer a celulite e ficar de bem com o seu corpo. São
Paulo: SENAC, 1995.
RIBEIRO, D. R. Drenagem linfática manual da face. 6ed. São Paulo: Senac, 2004.
Bibliografia Complementar
STEINER, D. Beleza Levada a sério. São Paulo: Rideel, 2012.
SABARA, Leila. Beleza total: estética, cuidados e vida saudável. DCL - Difusão Cultural do Livro, 2008.
SALGADO, Afonso. Eletrofisioterapia e eletroacupuntura – manual clinico. 2013.
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72
Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Drenagem Linfática Manual
4o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
80 h/a
Teórica/Prática
****
2/2
Créditos
4
Ementa
Intervenções no pré e pós-operatório de cirurgias plásticas estéticas e reparadoras corporais e
faciais na prevenção de disfunções dermato funcionais. Abordagens e técnicas aplicadas em
estética para recuperação anatomo fisiológicas de tecidos.
Bibliografia Básica
MONSTERLEET, Gérard. Drenagem Linfática: guia completo de técnica e fisiologia. Manole.
2010.
ELWING, Ary. Drenagem Linfática Manual – teoria e pratica. Senac. 2010.
WITTLINGER, Hildegard. Drenagem Linfática Manual. Artmed. 2013.
Bibliografia Complementar
GUSMÃO, Carlos. Drenagem Linfática Manual. Atheneu. 2010.
ANDREOLI CPP, PAZINATTO PP. Drenagem Linfática: reestruturação anatômica fisiológica. Passo a passo.
Nova Odessa:Napoleão,2009.
BUTLER, A.C. S.; COSTA, C. A. C; LOPES, C. R; LEITE, N. C. Risco cirúrgico: rotinas de avaliação. Guanabara.
2005.
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73
Cód. Disciplina
Disciplina
Período
Clínica Integrada em Estética com Estágio
4o
Supervisionado I
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
160 h/a
Teórica/Prática
****
0/8
Créditos
8
Ementa
Métodos de desenvolvimento prático. Estudo prático em estética. Prática das técnicas de
massagem e estética corporal, como drenagem linfática além de procedimentos faciais e
capilares. Aplicação de maquiagem e depilação.
Bibliografia Básica
QUEIROZ, Renato. O corpo do Brasileiro: Estudos de Estética e Beleza. 2ªed. Senac. 2009.
MUMFORD, Susan. A bíblia da massagem. 8ªed. Pensamento. 2010.
MONSTERLEET, Gérard. Drenagem Linfática: guia completo de técnica e fisiologia. Manole.
2010.
Bibliografia Complementar
MUMFORD, Susan. O novo guia completo de massagem. Manole. 2009.
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
DRAELOS, Zoe Diana. Dermatologia cosmética – Produtos e procedimentos. Santos. 2012.
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74
Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Clínica Integrada em Estética com Estágio
5o
Supervisionado II
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
160 h/a
Teórica/Prática
****
0/8
Créditos
8
Ementa
Métodos de desenvolvimento prático. Prática de eletroterapia em geral, além de procedimentos
faciais, capilares e corporais. Aplicação de técnicas para o pré e pós cirúrgico. Maquiagem,
depilação e massagem.
Bibliografia Básica
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
MOLINOS, D. Maquiagem. 11 ed. Senac, 2010.
SALGADO, Afonso. Eletrofisioterapia e eletroacupuntura – manual clinico. 2013.
Bibliografia Complementar
TAFURI, AFI. Depilação: o profissional a técnica e o mercado de trabalho. Senac. 2004.
MUMFORD, Susan. A bíblia da massagem. 8ªed. Pensamento. 2010.
BARBOSA, HÉLIO. Controle clínico do paciente cirúrgico. 7ªed. Atheneu. 2008.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Terapias Alternativas II
5o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
80 h/a
Teórica/Prática
****
0/4
Créditos
4
Ementa
Massagens terapêuticas, medicina chinesa e ayurvedica. Uso pedras quentes e pindas
aromáticas.
Bibliografia Básica
CLAY, J.H.; POUNDS, D.M. Massoterapia clínica – integrando anatomia e tratamento. Manole. 2ed, 2008.
MARQUARDT, H.;KOLSTER, B. Fórmulas magistrais chinesas. Roca. 1ed, 2008.
BAHR, Franck R. Tratado de acupuntura clássica. Roca. 2012.
Bibliografia Complementar
SA, Ana Cristina.Toque terapêutico pelo método krieger-kunz. Yendis. 2ed. 2008.
MURATA, Jorge Jodi. Acupuntura fácil de entender. Ícone. 2010.
ATREYA. Os segredos da massagem ayurvedica. Pensamento. 2013.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Imagem Pessoal
3o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
40 h/a
Teórica/Prática
****
2/0
Créditos
2
Ementa
Compreender o processo de evolução histórica e cultural da Moda. Introdução de características
estilísticas, de design e de consumo da moda presentes em diferentes contextos históricos. O
contexto social da imagem pessoal. Reconhecimento de mudanças de estilo, do design da moda,
do consumo e tecnologia, motivando-o a refletir sobre a moda contemporânea, o panorama da
indústria atual Envelhecimento. A importância da imagem pessoal.
Bibliografia Básica
QUEIROZ, Renato. O corpo do Brasileiro. 2ªed. Senac. 2009.
SORCINELLI, Paolo. Estudar a moda. Senac. 2008.
AVELAR, Suzano. Moda, globalização e novos tecnologias. 2ªed. Senac. 2011.
Bibliografia Complementar
CALANCA, Daniela. História social da Moda. Senac. 2008.
KOHLER, Carl. História do Vestuário. 3ªed. Martins Fontes. 2009.
KAMIZATO, Karina. Imagem pessoal e visagismo. Érica. 2014.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Biocosmética
Créditos
2
Carga Horária
40 h/a
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
Período
6o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Estudo teórico e prático sobre os princípios ativos que são aplicados na cosmetologia, dando
origem a produtos que atuam por elementos naturais, envolvidos nos principais processos
relacionados a cosmética.
Bibliografia Básica
GOMES, Rosaline. Cosmetologia – descomplicando princípios ativos. 4ªed. LMP. 2013.
MATOS, Simone Pires de. Cosmetologia aplicada. Érica. 2014.
DRAELOS, D.Z. Cosmecêuticos. 2ªed. Elsevier. 2009.
Bibliografia Complementar
SANTI, Erika de. Dicionário de princípios ativos em cosmetologia. Andrei. 2003.
BEZERRA, S.V.; REBELLO, T. Guia de produtos cosméticos. 7ªed. Senac. 2008.
BARNES, Joanne. Fitoterápicos. 3ªed. Artmed. 2012.
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78
Cód. Disciplina
Disciplina
Período
Créditos
Nutrição Aplicada à Estética
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
80 h/a
4/0
5o
Pré-Requisitos
****
4
Ementa
História da alimentação Humana e Evolução. Desenvolvimento dos Tabús, Hábitos e Costumes
Alimentares. História da alimentação Brasileira. Reeducação Alimentar X Qualidade de vida.
Bibliografia Básica
MARQUES,HMC. Alimentação e beleza: recursos naturais para saúde, nutrição e cosmética. Rio de Janeiro:
SENAC Nacional, 2000.5 ex.
SCHNEIDER, Aline Peter. Nutrição estética. Atheneu. 2009.
PUJOL, Ana Paula. Nutrição aplicada à estética. Rubio. 2011.
Bibliografia Complementar
FLANDRIN, Jean. História da Alimentação. 5ªed. Estação liberdade. 2007.
PHILIPPI, S.T. Nutrição e técnica dietética. 3ªed. Manole. 2014.
STURMER, Joselaine. Reeducação alimentar: qualidade de vida, emagrecimento e
manutenção da saude. 11ªed. Vozes. 2010.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
02
Biossegurança
Carga Horária Teórica/Prática
0/2
Período
5o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Noções de biossegurança. Conhecer métodos de controle e profilaxia de doenças infecciosas,
noções da paramentação, medidas de segurança de utilização dos laboratórios, manipulação de
reagentes e produtos, aplicação de técnicas e aparelhos, visando à segurança do trabalhador e
do paciente. Conhecer o controle de micro-organismos por agentes químicos, físicos,
quimioterápicos e antibióticos. Prevenir, controlar e avaliar a contaminação por meio da
utilização de técnicas adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos,
assim como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger o
paciente/cliente contra os riscos biológicos.
Bibliografia Básica
HIRATA, M. Manual de Biossegurança. 2ªed. Manole. 2012.
RAMOS, J P. Biossegurança em Estabelecimentos de Beleza e afins. Atheneu. 2010.
BARSANO, Paulo Roberto. Biossegurança – ações fundamentais para promoção da saúde.
Érica. 2014.
Bibliografia Complementar
MEDRONHO, Roberto. Epidemiologia. 2ªEd. Atheneu. 2008.
SILVA, José Vitor. Biossegurança no contexto da saúde. Iatria. 2013.
BONITA, R. Epidemiologia Básica. 2ªEd. Santos. 2010.
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80
Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
2
Psicologia Aplicada
Carga Horária Teórica/Prática
2/0
Semestre
4o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Fundamentos da Psicologia. Teorias da personalidade. Aspectos psicológicos das enfermidades.
Enfoque psicológico das disfunções estéticas. Fenômenos psicológicos nos grupos e suas relações.
Interdisciplinaridade e multiplicidade cultural. Motivação, dinâmica de Grupos.
Bibliografia Básica
HUBNER, Maria Martha. Fundamentos de psicologia – Temas clássicos de psicologia sob a
ótica da analise do comportamento. Guanabara. 2012.
WEITEN, Wayne. Introdução a psicologia – temas e variações. 7ªed. Cengage. 2011.
MORRIS, Charles. Introdução a Psicologia. Pearson. 2004.
Bibliografia Complementar
MEDEIROS, Sergio Aguiar. Estética, Angustia e Desejo: Uma Abordagem Psicanalitica Sobre
Doenças da Beleza. Jurua. 2012.
WEIL, Pierre. Relações humanas na família e no trabalho. 56. ed. Vozes, 2011.
SCHULTZ, D. Teorias da Personalidade. Cengage. 2010.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40 h/a
02
Visagismo
Carga Horária Teórica/Prática
0/2
Semestre
4o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Interpretar informes técnicos sobre conceito de beleza humana e de harmonia, levantando
dados sobre tipos de maquilagem e utilização das mesmas em diferentes períodos históricos,
etnias e grupos sociais e etários. Classificar os diversos tipos de linhas e ângulos, os diferentes
formatos anatômicos do rosto para compensação do perfil fisionômico.
Bibliografia Básica
HALLAWELL, P. Visagismo: Harmonia e Estética. 6ªed. Senac, 2008.
HALLAWEL, P. Visagismo integrado – identidade, estilo e beleza. 2ªed. Senac, 2010.
KAMIZATO, Karina. Imagem pessoal e visagismo. Érica. 2014.
Bibliografia Complementar
STANDARD, Milady. Fundamentos de estética – Estética. Cengage. 2012.
MOLINOS, D. Maquiagem. 11 ed. Senac, 2010.
MARCIA CEZIMBRA. Maquiagem: Técnicas Básicas, Serviços Profissionais e Mercado de Trabalho. SENAC,
2005.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Empreendedorismo
6o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
40 h/a
Teórica/Prática
****
2/0
Créditos
2
Ementa
Funções administrativas frente às novas Tendências. Sistemas organizacionais. Estratégias
organizacionais. Relações interorganizacionais e ambiente. O macro ambiente e a empresa:
análise de mercado. Plano financeiro, Identificação de oportunidades de negócios em ambiente
presencial e virtual. Parcerias. Componentes de um plano de negócios. Elaboração de um plano
de negócios. Gestão de pessoas.
Bibliografia Básica
STANDARD, Milady. Fundamentos de estética – orientações e negócios. Cengage. 2012.
HASHIMOTO, marcos. Espírito empreendedor nas organizações. 3ª ed. São Paulo: saraiva,
2013.
DORNELAS, Jose C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 5edª. LTC.
2014.
Bibliografia Complementar
SENAC. Salão de beleza: organização, marketing e gestão do trabalho. Senac. 2008.
BIAGGIO, Luiz A. Empreendedorismo. Manole. 2011.
BERNARDI, Luiz A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. 2ªed. Atlas. 2012.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Introdução a Informática
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
40 h/a
2/0
2
Semestre
5o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Introdução à informática. Hstória dos Computadores. Componentes de um Computador.
Software e suas classificações. Compactadores de arquivo. Pocessador de texto. Planilha
eletrônica.
Bibliografia Básica
MARÇULA, Marcelo: Informática: Conceitos e Aplicações. Erica. 2014.
FERREIRA, Maria Cecília. Informática aplicada. Érica. 2014.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Elsevier. 2011.
Bibliografia Complementar
MARTELLI, Richard. Excel 2013. Senac. 2014.
ISSA, Najet M.K. Iskandar. Word 2013. SENAC. 2014.
SILVA, Mario Gomes. Informática – terminologia. Érica. 2013.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Promoção à Saúde na Estética
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
80 h/a
0/4
4
Semestre
6o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Noções gerais de ecologia e meio-ambiente (esgoto, água e recursos renováveis).
Armazenamento, manipulação e descarte dos derivados de produtos químicos. Alongamento.
Propriedade dos exercícios. Exercícios terapêuticos segmentares. Práticas de atividades físicas.
Conceitos e definição de saúde ocupacional. Ergonomia e antropometria aplicada ao trabalho.
Aspectos ambientais e mobiliários. Doenças relacionadas ao trabalho.
Bibliografia Básica
BEGON, M.; HARPER, J. L.; TOWNSEND, C. R. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. Artmed, 2007.
MORAES, Marcia Vilma. Doenças ocupacionais – agentes: físico, químico, biológico,
ergonomico. Iatria. 2010.
VIEIRA, Alexandre. Atividade física – qualidade de vida e promoção de saúde. Atheneu.
2014.
Bibliografia Complementar
SABA, Fabio Kalil. Mexa-se: atividade física, saúde e bem estar. 3ªed. Phorte. 2011.
KISNER, Carolyn. Exercícios terapêuticos – fundamentos e técnicas. 5ªed. Manole. 2009.
VIEIRA, Jair Lot. Manual de ergonomia. 2ªed. Edipro. 2011.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Clínica Integrada em Estética com Estágio Supervisionado
6o
III
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática Pré-Requisitos
160 h/a
0/8
****
Créditos
8
Ementa
Métodos de desenvolvimento prático. Aplicação prática de: estética facial, corporal, capilar,
maquiagem, depilação, manicuro e pedicuro, terapias alternativas, drenagem linfática.
Gerenciamento administração e organização da clínica Estética.
Bibliografia Básica
HALAL, Johan. Tricologia e a química cosmética capilar. 5ªed. Cengage. 2012.
PIMENTEL, Arthur. Peeling químico superficial e mascara facial. LMP. 2012.
TAFURI, AFI. Depilação: o profissional a técnica e o mercado de trabalho. Senac. 2004.
Bibliografia Complementar
MOLINOS, D. Maquiagem. 11 ed. Senac, 2010.
SENAC. Salão de beleza: organização, marketing e gestão do trabalho. Senac. 2008.
MONSTERLEET, Gérard. Drenagem Linfática: guia completo de técnica e fisiologia. Manole.
2010.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
40 h/a
2/0
2
Semestre
5o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Orientação e elaboração de pré projeto. Linhas de Pesquisas. Desenvolvimento com revisão de
literatura envolvendo a prática desenvolvida pelo aluno.
Bibliografia Básica
FIALHO, Francisco Antonio. TCC – Método e técnicas. Visual Books. 2011.
SANTOS, Clóvis Roberto. Trabalho de conclusão de curso. Cengage. 2010.
MANZANO, André Luiz. Trabalho de conclusão de curso utilizando Microsoft World 2013.
Érica. 2013.
Bibliografia Complementar
LAKATOS, Eva M., MARCONI, M. de. Fundamentos de Metodologia Científica. 7ªed. Atlas,
2010.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de metodologia da pesquisa cientifica. 3ªed.
Atlas. 2012.
ANDRADE, Marina M. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10ªed. Atlas,
2010.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Trabalho de Conclusão de Curso II
Carga Horária
Carga Horária Teórica/Prática
120 h/a
0/6
06
Semestre
6o
Pré-Requisitos
****
Ementa
Elaboraçãode projetos científicos com revisão de literatura e a prática desenvolvida pelo aluno.
Bibliografia Básica
FERRAREZI JUNIOR, Cesar. Guia do trabalho cientifico – do projeto a redação final.
Contexto. 2011.
FIALHO, Francisco Antonio. TCC – Método e técnicas. Visual Books. 2011.
SANTOS, Clóvis Roberto. Trabalho de conclusão de curso. Cengage. 2010.
Bibliografia Complementar
TRALDI MC, Dias R. Monografia passo-a-passo. 7ªed. Alínea. 2011.
MANZANO, André Luiz. Trabalho de conclusão de curso utilizando Microsoft World 2013.
Érica. 2013.
ANDRADE, Marina M. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10ªed. Atlas,
2010.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Optativa: LIBRAS
6o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
40 h/a
Teórica/Prática
****
2/0
Créditos
02
Ementa
Promover o estudo da língua de sinais e educação para pessoas surdas nas suas dimensões
básicas o saber, o fazer, o ser; analisa a educação inclusiva como espaço interdisciplinar a partir
das práticas sociais e dos discursos sobre diversidade e identidade, bem como seus múltiplos
efeitos no cotidiano escolar e na prática pedagógica.
Bibliografia Básica
QUADROS, R.M. Lingua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011.
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009.
QUADROS, R.M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos.
Artmed, 2003.
Bibliografia Complementar
PEREIRA, Maria Cristina. Libras – conhecimento alem dos sinais. Pearson. 2011.
FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais.
Vol.1. Ciranda Cultural, 2009.
GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Optativa: Psicologia nas Organizações
6o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
40 h/a
Teórica/Prática
****
2/0
Créditos
02
Ementa
O aluno deverá compreender que a disciplina psicologia nas organizações contribui para que
possamos atingir o bem estar humano no trabalho, sem abrir mão de desempenho e
competências. O estudo possibilitará aos docentes compreender a evolução científica na busca
de compreender as necessidades humanas a serem supridas, correlacionadas ás metas
organizacionais. Ao final da disciplina os aprendizes compreenderão o resultado
comportamental de grupos sob influencia de líderes, atos de poder e atos de autoridade,
podendo criticar modelos e escolher dentre os estilos o mais adequado para o atingir com êxito
de metas coletivas.
Bibliografia Básica
BANOV, Márcia R. Psicologia no Gerenciamento de Pessoas. 3ªed. Atlas. 2013.
ZANELLI, JOSÉ C. (org), Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. 2.ed. Artmed, 2014.
REGATO, Vilma Cardoso. Psicologia nas Organizações. LTC. 2014.
Bibliografia Complementar
COSTA, Silvia. Psicologia aplicada à administração. Elsevier. 2010.
CAVALCANTI, Vera Lucia. Liderança e motivação. 3ªed. FGV. 2009.
FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores. 8ªed. Atlas. 2013.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Optativa: Gestão de Pessoas
Carga Horária
Carga
40 h/a
Teórica/Prática
2/0
Créditos
02
Semestre
6o
Horária Pré-Requisitos
****
Ementa
Fundamentos e importância de gestão de pessoas. O que é um cliente, tipos de clientes,
atendimento ao cliente. Cultura organizacional, recrutamento e seleção de pessoas.
Produtividade e suas influencias. Ambiente organizacional e desempenhos. Responsabilidade
social e ética.
Bibliografia Básica
BARBIERI, Ugo Franco. Gestão de pessoas nas organizações: praticas atuais sobre o RH
estratégico. Atlas. 2012.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 4ªed. Manole. 2014.
RODRIGUES, Denize Pereira. Gestão de pessoas. FGV. 2012.
Bibliografia Complementar
DIAS, Reinaldo. Cultura organizacional. Atlas. 2013.
BANOV, Marcia Regina. Recrutamento, seleção e competências. 3ªed. Atlas. 2012.
SILVA, Fabio Gomes. Gestão do relacionamento com o cliente. 2ªed. Cengage. 2012.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Créditos
Carga Horária
40h/a
02
Semestre
Dermo Estética
Carga
Teórica/Prática
2/0
6o
Horária Pré-Requisitos
****
Ementa
Diferentes tipos de peellings (superficial, profundo, químico, físico e mecânico), preenchimentos
faciais e corporais, técnicas pré e pós-procedimentos.
Bibliografia Básica
RIBEIRO, Claudio. Cosmetologia aplicada a dermoestética. 2ªed. Pharmabooks. 2010.
PIMENTEL, Arthur. Peeling químico superficial e mascara facial. LMP. 2012.
PIMENTEL, Arthur. Implantes líquidos em preenchimento facial. LMP. 2011.
Bibliografia Complementar
MAUAD, Raul. Estética e cirurgia plástica. 3ªed. Senac. 2006.
PIMENTEL, Arthur. Bioplastia e preenchimento – técnicas e resultados. LMP. 2006.
THORNE, Charles. Grabb e Smith Cirurgia Plástica. 6ªed. Guanabara. 2009.
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Cód. Disciplina
Disciplina
Semestre
Introdução a Farmacologia
4o
Carga Horária
Carga
Horária Pré-Requisitos
80 h/a
Teórica/Prática
****
2/2
Créditos
4
Ementa
Introdução a farmacologia, farmacocinética, farmacodinâmica; farmacologia do SNA e SNC;
farmacologia da dor e Inflamação; farmacologia do sistema circulatório, digestivo, renal,
respiratório; quimioterapia viral e bacteriana. Tumores. Tópicos especiais. Interação dos fármacos
com os procedimentos estéticos.
Bibliografia Básica
GOLAN, David E. Princípios de farmacologia – A base fisiopatológica da farmacologia. 3ªed.
Guanabara. 2014.
KATZUNG, B G. Farmacologia Básica e Clínica. McGraw-hill. 12ª. Ed. 2013.
SILVA, Penildo. Farmacologia. 8ªEd. Guanabara. 2010.
Bibliografia Complementar
CLARK, Michelle A. Farmacologia ilustrada. 5ªed. Artmed. 2013.
STORPIRTIS, Sílvia. Farmacocinética básica e aplicada. Guanabara. 2011.
BRUNTON, Laurence. Goodman e Gilman – manual de farmacologia e terapêutica.
Macgraw-hill. 2010.
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Anexos
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Tecnologia em Estética e Cosmética
Regulamento do
ESTÁGIO CURRICULAR
2011
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Equipe
Direção Geral
Jaime Alfredo Klava
Direção Acadêmica
Francisco Carlos Mancin
Coordenador do Curso
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Coordenação de Estágio
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Coordenação de Cursos
Bacharelado em Administração
Fernando Jerônimo Neto
Bacharelado em Educação Física
Sandra Aparecida Bratifische
Bacharelado em Sistemas de Informação
Francisco Carlos Mancin
Engenharia de Controle e Automação
José Érick de Souza Lima
Licenciatura em Pedagogia
Maria Fátima Piconi Depintor
Tecnologia em Estética e Cosmética
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Tecnologia em Gestão da Qualidade
Fernando Jerônimo Neto
Tecnologia em Redes de Computadores
Francisco Carlos Mancin
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Apresentação
O Estágio Curricular é o estágio obrigatório, executado pelos estudantes e deve constar do
histórico do aluno. Determinado e regido por Lei, deve ser de interesse pedagógico e entendido
como uma estratégia de aperfeiçoamento contínuo na formação acadêmica dos futuros
profissionais.
A presente publicação tem por finalidade orientar as ações e procedimentos para realização
do estágio curricular. O mesmo foi elaborado objetivando nortear os procedimentos a serem
adotados na realização dos estágios, bem como esclarecer sua finalidade.
Considera-se o estágio como um espaço de aprendizagem do fazer concreto, ou seja, a
relação teórico/prática, no qual o aluno irá vivenciar na rotina diária de trabalho, as teorias
discutidas em aulas. O estágio é um momento em que um leque de informações se abrem para os
discentes, oportunizando a vivência de diferentes aprendizagens, portanto a verificação “in locus”
dessas vivências nos permitirá analisar o que é comumente abordado nas aulas. As atividades de
estágio privilegiam os seguintes aspectos: relações pessoais e sociais e formação técnica e
profissional do aluno.
O estágio deve ser desenvolvido no decorrer do curso, preferencialmente a partir da
segunda metade do curso. No decorrer do Estágio, as atividades devem envolver principalmente
aspectos da área de Estética e Cosmética, relacionados de estudos do curso e propiciando
estabelecer o elo entre teoria e prática, além de gerar mecanismos e fundamentos para a reflexão,
sobre os aspectos teóricos e práticos estudados. Os aspectos teóricos dessa reflexão produzem
novos conhecimentos. Essas as razões por que o estágio é relevante, necessário e obrigatório para
obtenção do diploma.
O espaço destinado ao estágio faculta ao aluno a disponibilidade para relacionar seu
conhecimento teórico com os entraves que somente a prática no cotidiano pode oferecer. Nesta
configuração, a troca de experiência faz com que o novo profissional se torne mais preparado para
atuar em diferentes áreas da realidade do mundo empresarial.
Indiscutivelmente, o estágio em Estética e Cosmética tem como princípio primordial
valorizar o profissional e a experiência extraescolar ou não, garantir padrão de qualidade, vincular
educação escolar ao trabalho e às práticas sociais.
O Estágio Supervisionado, conforme exigências curriculares é requisito legal para obtenção
do Diploma nos Cursos de Graduação da Faculdade Politec.
Legislação
A publicação da Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, estabeleceu normas que
regulamentam a prática do estágio, reconhecendo-o como um vínculo educativo-profissionalizante,
supervisionado e desenvolvido como parte do projeto pedagógico do curso. Segundo a Lei, o
estágio visa oportunizar a aprendizagem de competências inerentes ao da ação profissional,
promovendo o desenvolvimento do aluno para a vida cidadã.
Para a prática do estágio é necessário o Termo de Compromisso firmado entre o estagiário,
a instituição de ensino com base em um Plano de Atividades do Estágio que materializa a extensão
das atividades do estágio no ambiente de trabalho. A realização do estágio deverá ser
acompanhada professor orientador de estágio, designado pela instituição de ensino.
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Resumo do Estágio Curricular
Informações gerais
Carga horária mínima: 400 horas
Período para realização do Estágio: 4º, 5º e 6º
Onde realizar o estágio? Na Clínica de Estética daFaculdade Politec..
Documentação necessária
1. Para iniciar o estágio:
a) Termo de Compromisso de Estágio Curricular
b) Plano de Atividades do Estágio
2. Ao concluir o estágio:
a) Ficha de Avaliação do Estágio (preenchido e assinado pela concedente)
b) Relatório de Estágio Curricular (assinado pelo Supervisor de Estágio, Professor
orientador e pelo Coordenador de Curso)
Atenção !
A não apresentação de todos os documentos necessários implica na não aceitação do Estágio por
parte da Faculdade Politec e acarretará ao aluno pendência acadêmica,
impossibilitando-o de colar grau.
I. Dos objetivos do estágio curricular
Art. 1º
O ESTÁGIO CURRICULAR, atividade acadêmica regulamentada pela Lei
nº 11.788/2008, visa colocar o estudante em contato com o ambiente real de trabalho,
através da prática de atividades técnicas, pré-profissionais, obedecendo as normas
específicas.
Art. 2º
A caracterização do estágio, obrigatório ou não obrigatório, depende do momento no qual
é realizado e em observância às particularidades contidas no Projeto Pedagógico do Curso.
O Estágio Curricular obrigatório deverá ser realizado, preferencialmente na segunda
metade do curso de graduação.
Art. 3º
A realização de Estágio depende da celebração de prévia de instrumentos jurídicos entre o
Estagiário e a Faculdade Politec – FAP.
Art. 4º
São objetivos gerais do Estágio:
§ 1º
Proporcionar aos alunos de Estética e Cosmética capacitação teórico/prática em
procedimentos metodológicos que envolvam conectividade entre sistemas
heterogêneos, diagnóstico e solução de problemas relacionados à comunicação de
dados, segurança de redes, avaliação de desempenho, configuração de serviços de
rede, de sistema de comunicação de dados, projeto e instalação de redes de
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computadores além da administração de servidores.
Art. 5º
São objetivos específicos do Estágio:
§ 1º
Desenvolver experiências práticas, e propiciar situações que contribuirão para a
inserção do estagiário na área de atuação, visando prepará-lo para o exercício
profissional.
§ 2º
Propiciar ao aluno a aplicação dos conhecimentos
proporcionando-lhe contato com o mercado profissional.
§ 3º
Contribuir para que o aluno, face às opções na área, defina sua futura profissão,
percebendo os aspectos relevantes ao exercício profissional;
§ 4º
Incentivar a análise reflexiva frente às situações reais vivenciadas no cotidiano das
empresas.
§ 5º
Promover o confronto com diferentes culturas e ambientes em que se desenvolva
a atividade profissional.
§ 6º
Incentivar a utilização da redação científica como forma de projetos de pesquisa.
teórico/práticos,
II. Concepção do Estágio Curricular
Art. 6º
O Estágio Supervisionado deverá ser realizado preferencialmente a partir do 4º período,
inclusive, com carga horária mínima de 400 horas e integralizado em campos de atuação
que contemple a diversidade de atividades profissionais que o Estagiário poderá exercer
no futuro.
III. Das condições para a realização do estágio curricular
3.1
Art. 7º
3.2
Dos pré-requisitos para realização do estágio curricular
Terá validade, para efeito de avaliação, o estágio que seja realizado durante o curso em
que o aluno esteja regularmente matriculado e que tenham cumprido a carga mínima
exigida em sua área de atuação, constante no Projeto Pedagógico do Curso.
Procedimentos para matrícula curricular no Estágio
Art. 8º
Observadas as exigências legais e regimentais, é facultado ao aluno, matricular-se no
Estágio a qualquer momento.
Art. 9º
Todos os estudantes da FAP deverão fazer o estágio curricular obrigatório, mesmo quando
já se encontram exercendo atividade profissional na área.
§1º
Estudantes que possuem experiência profissional prévia na área do curso, poderão
solicitar aproveitamento parcial da carga horária do Estágio, apresentando
Declaração da empresa expressando as atividades profissionais realizadas por ele.
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O aproveitamento será deferido pelo Coordenador do Curso, considerando a
experiência e prática profissional, respeitando o limite de 25% da carga horária
total exigida de Estágio.
§2º
Após reunião de estágio com o Coordenador do Curso e recebimento do Manual
de Procedimento de estágios, os estudantes deverão protocolar na Secretaria
Acadêmica a documentação exigida para realização de Estágio.
§3º
O estudante só será considerado inscrito ou cursando o Estágio quando o mesmo
tiver o plano de atividades do estágio aprovado e entregue uma cópia do termo de
compromisso devidamente assinado.
IV. Do andamento do Estágio Curricular
4.1
Art. 10
4.2
Art. 11
4.3
Art. 12
Da instituição de ensino
A FAP poderá recorrer aos convênios dos serviços de integração públicos e privados do
sistema de ensino e os setores de produção, serviços, comunidade e governo, para facilitar
o estágio dos seus alunos.
Da Coordenação de Curso
A coordenação do curso será responsável pela validação do estágio, mediante o
cumprimento do estabelecido neste regulamento.
§1º
A coordenação de curso, deverá orientar os alunos matriculados em estágio, com
base no regulamento geral que consta no Manual do Estágio.
§2º
É de responsabilidade da coordenação de curso orientar os estagiários sobre o
preenchimento dos formulários e seu devido encaminhamento.
Do Estagiário
A efetivação do estudante no estágio curricular, estará vinculado à aprovação do PLANO
DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO.
§1º
O documento denominado Plano de Atividades do Estágio, elaborado em 3 (três)
vias, consistirá de um projeto de atividades a serem desenvolvidas pelo estudante
e deverá ser elaborado em acordo com a concedente e ciência da instituição de
ensino, sendo, após aprovado pelo Coordenador do Curso, incorporado ao termo
de compromisso (Lei 11.788/2008, Art. 7º).
§2º
O Plano de Atividades do Estágio deverá ser assinado pelo Supervisor de Estágio,
designado pela concedente, e aprovado pelo Coordenador do Curso.
§3º
O Plano de Atividades do Estágio proposto pelo estudante, deverá contemplar,
obrigatoriamente, aspectos interdisciplinares.
§4º
Durante o estágio curricular o estudante deverá vivenciar, dentro da realidade
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emrpesarial, seja ela pública ou privada, as atividades relacionadas ao seu curso, o
que será refletido no seu relatório de estágio.
4.4
§5º
Como objetivo principal, o estágio curricular tem que proporcionar ao estudante a
aplicação prática de seu conhecimento teórico.
§6º
Toda documentação deverá ser entregue na secretaria do curso, de acordo com os
prazos estabelecidos pela Coordenação do Curso.
§7º
O estágio curricular será considerado integralizado quando o estudante completar
a carga horária mínima exigida (180 horas) no Projeto Pedagógico do Curso,
apresentar o Relatório Estágio Curricular (após aprovação do Coordenador de
Curso) e entregar na Secretaria Acadêmica uma cópia impressa e encadernada de
seu Relatório de Estágio Curricular.
Da documentação exigida
Todos os documentos necessários para a realização do Estágio Curricular estão à disposição
do aluno no Portal Educacional da FAP, sessão “Docs. Oficiais”, em formato DOC (MS Word) e ODT
(BrOffice e LibreOffice).
Art. 13
Art. 14
Cadastro do Estagiário (anexo 1)
§1º
Deverá ser devidamente preenchida pelo aluno e entregue ao Orientador de
Estágio.
§2º
Cada estágio realizado deverá ser preenchido um novo Cadastro de Estágio e
entregue ao Orientador de Estágio.
Termo de Compromisso (anexo 2)
§1º
O aluno deverá preencher o Termo de Compromisso, disponível no site da
Faculdade Politec e imprimi-lo em três vias. Ambas as vias deverão ser assinadas
pela concedente, estagiário e pelo professor orientador, ficando uma via com cada
uma das partes. A via da Faculdade deverá ser protocolada na Secretaria
Acadêmica.
§2º
Cada estágio realizado um novo Termo de Compromisso deverá ser providenciado
em três vias, conforme disposto no §1º.
V. Direitos e deveres do Estagiário
Art. 15
São direitos do Estagiário:
§1º
Ter acompanhamento de um orientador de estágio, designado gratuitamente pela
FAP (Art. 5º §2º da Lei nº 11.788/2008).
§2º
Jornada de estágio não poderá ser superior a 6 horas diárias ou 30 horas semanais.
§3º
A concedente deve contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes
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pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, e essa contratação
deve ficar estabelecida no termo de compromisso (Art. 9º, inciso IV da Lei nº
11.788/2008).
Art. 16
São deveres do Estagiário:
§1º
Responsabilizar-se pelo transporte próprio ao local de realização do Estágio, caso a
concedente não ceda transporte.
§2º
Responsabilizar-se pelo cumprimento ético e íntegro das atividades na instituição
de ensino e na concedente, observando o compromisso firmado entre as partes
(estagiário – concedente – Faculdade).
§3º
Cumprir o estabelecido no Plano de Atividades do Estágio e no Termo de
Compromisso.
§4º
Cumprir suas obrigações regimentais na Instituição de Ensino, inclusive
observando frequência superior a 75% das aulas ministradas.
§5º
Ser responsável no que diz respeito a suas atividades na instituição.
§6º
Apresentar-se ao local de estágio, com encaminhamento por escrito, do
coordenador e do professor orientador do estágio.
§7º
Respeitar as normas internas da entidade concedente do estágio, conduzindo-os
dentro da ética profissional.
§8º
Comunicar ao orientador qualquer eventualidade que venha a comprometer o
estágio.
§9º
Participar das reuniões periódicas com seu orientador. Caso necessite se ausentar,
deverá comunicar seu orientador antecipadamente, agendando uma data para a
reposição da mesma.
§10º
Elaborar Plano de Atividades do Estágio, Relatório de Estágio Curricular em
conformidade com o regulamento e com as orientações da Coordenação e do
Orientador do Estágio.
§11º
Observando os prazos estabelecidos pelo orientador, apresentar todos os
documentos solicitados.
§12º
Ao encerrar o Estágio, entregar 02 (duas) cópias revisadas (ortografia, metodologia
e normas da ABNT) do Relatório de Estágio Curricular, conforme o calendário e
orientações da coordenação.
VI. Do acompanhamento do estágio
Art. 17
São atribuições do Coordenador:
§1º
Coordenar as atividades pedagógicas provenientes da materialização dos estágios.
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Art. 18
§2º
Realizar reuniões com os Orientadores de estágio para planejamento e
encaminhamento das atividades, contribuindo com a coordenação no que diz
respeito à definição de ações de planejamento, acompanhamento e avaliação das
atividades de estágio.
§3º
Receber a documentação exigida através da secretaria do curso e validar.
São atribuições do Orientador de Estágio:
§1º
Orientar os alunos no que diz respeito ao desenvolvimento teórico e prático do
estágio.
§2º
Preparar o aluno nos aspectos éticos de sua ação profissional.
§3º
Acompanhar o aluno no planejamento, desenvolvimento, avaliação e elaboração
do relatório final de estágio.
§4º
Promover encontros semanais com a finalidade de pesquisa, observação do
trabalho e preparação dos conteúdos semanais a serem desenvolvidos.
§5º
Registrar em atas individualizadas por aluno todas as reuniões e orientações
realizadas.
§6º
Realizar, de acordo com a forma de orientação adotada, visitas ao campo de
estágio, objetivando avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua
adequação à formação cultural e profissional do educando.
§7º
Assinar o Termo de Compromisso de Estágio, juntamente com o Diretor
Acadêmico, como interveniente entre estudante e empresa.
§8º
Garantir de forma igualitária oportunidades de estágio aos alunos divulgando as
ofertas de trabalho nos meios cabíveis.
§9º
Exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis)
meses, de Relatório das Atividades.
§10º
Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para
outro local em caso de descumprimento de suas normas.
§11º
Elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de
seus educandos.
§12º
Comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de
realização de avaliações escolares ou acadêmicas.
§13º
Expedir e controlar a documentação do estágio.
VII. Da avaliação final
Art. 19
A avaliação final do estagiário será realizada com base nos seguintes documentos:
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a)
Relatório de Estágio Curricular apresentado contendo aprovação e memorial das
atividades desenvolvidas pelo estagiário.
b)
Avaliação da empresa, emitida e assinada pelo Supervisor de Estágio. Caso a empresa
seja de propriedade do aluno, na ausência de outro profissional qualificado, ele
próprio realizará uma auto avaliação.
c)
O resultado final será a média aritmética das notas obtidas na Avaliação do Estágio
(preenchida pelo Supervisor de Estágio – anexo 5) e no Relatório de Estágio Curricular.
d)
Será considerado aprovado o Estagiário que obtiver conceito final maior que 5,0
(cinco). Caso o conceito final seja inferior ao estabelecido, o aluno estará em situação
irregular e, portanto, impedido de colar grau.
Art. 20
Em caso de não efetivação das horas referentes ao Estágio Curricular, o aluno estará em
situação irregular e, portanto, impedido de colar grau.
Art. 21
Em observância ao Art. 1º da Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, o aluno com
pendências em relação à integralização de estágio curricular, mesmo que não tenha
nenhuma outra pendência em relação à obtenção dos créditos para colação de grau,
deverá se matricular no Curso proponente para integralizar as horas exigidas pelo Estágio
Curricular.
Art. 22
Os casos omissos neste regulamento de estágio serão resolvidos pela Coordenação do
Curso, ouvindo a Diretoria Acadêmica.
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Anexo 1
Digitado e assinado
FICHA CADASTRAL DO ESTAGIÁRIO
Dados pessoais
Nome
RA nº
Endereço
Bairro
CEP
Cidade
UF
Telefone
Celular
E-mail
Informações acadêmicas
Assinale o curso
ADM
BEF
BSI
Ano de Ingresso
ECA
PED
TEC
TGQ
TRC
Ano de conclusão previsto
Período
Turno
M
Início do Estágio
Conclusão prevista para
V
N
Carga horária total prevista
Dados da empresa
Razão Social
CNPJ
Insc. Estadual
Ramo de Negócios
Endereço
CEP
Bairro
Cidade
UF
Telefone
Fax
Site
Supervisor de estágio
Telefone do Supervisor
Nº do registro em Conselho de Classe
Conselho de Classe
E-mail do Supervisor
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Anexo 1
Formação do supervisor
Estou ciente de que para conclusão do curso é preciso cumprir a carga horária total do Estágio Curricular,
desenvolver o(s) Relatório(s) de Estágio(s) Curricular e entregá-lo(s) no prazo e conforme estipulado.
Aluno
___/___/___
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Orientador de Estágio
Carla Parada Pazinatto Andreoli
Coordenador de Curso
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Anexo 2
Termo de Compromisso de Estágio Curricular
Digitado e assinado em 3 vias
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR
Pelo presente instrumento, firmado nos termos da Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, o:
ESTAGIÁRIO(a):
Número de matrícula - RA:
Rua:
Cidade:
CPF:
RG:
CEP:
Telefone:
Celular:
Data de nascimento:
UF:
E-mail do Aluno(a):
Matriculado(a) no curso:
Período que está cursando:
CONCEDENTE:
CNPJ:
Endereço:
Cidade:
UF:
CEP:
Telefone:
Representada por:
Ramo de atividade principal da empresa:
Supervisor do Estagiário:
Cargo do Supervisor:
Formação profissional do Supervisor de Estágio:
E-mail do Supervisor de Estágio:
INTERVENIENTE: Faculdade Politec - FAP, Instituição de Ensino Superior com sede à Rua da Agricultura nº 4000, Santa Bárbara D´Oeste – SP,
mantida por Faculdades Integradas Politec Ltda, inscrita no CNPJ/MF sob nº 06.538.925/0001-77, devidamente representada nos termos de seus
atos constitutivos por Jaime Alfredo Klava.
Celebram entre si o presente Termo de Compromisso de Estágio obrigatório pautado em:
CLÁUSULA 1ª – Este Termo de Compromisso reger-se-á pela Lei nº 11.788/08, pelas normas de estágio da Faculdade Politec e, se houver,
pelo Convênio celebrado entre a CONCEDENTE e a INTERVENIENTE.
CLÁUSULA 2ª – O Estágio Obrigatório é aquele desenvolvido como atividade obrigatória, sendo computado à carga horária regular do
curso de graduação, nos termos da Lei nº 11.788/08 e da Lei nº 9.394/96, visa ao aprendizado de competências próprias da atividade
profissional, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.
CLÁUSULA 3ª – O Estágio Obrigatório terá início em
/
/
e terá seu término previsto em
/
/
, com uma
atividade de
horas diárias, totalizando
horas semanais, sendo compatível com as atividades escolares e em observação ao
período de execução do Estágio Curricular Obrigatório e de acordo com o art. 10 e 11 da Lei nº 11.788/08:
§ 1º - A jornada de atividade em estágio não poderá ultrapassar o limite fixado pelo inciso II e § 2º do art. 10 da Lei nº 11.788/08:
II – 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de
nível médio e do ensino médio regular;
§ 2º Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de avaliação, a carga horária do
estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho
do estudante.
§ 3º - Em observação ao estabelecido no art. 11 da Lei nº 11.788/08, a duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá
exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.
§ 4º - Tendo o estágio a duração igual ou superior a um ano, é assegurado ao ESTAGIÁRIO, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser
gozado preferencialmente durante suas férias escolares, ou se inferior a um ano, o recesso será proporcional.
CLÁUSULA 4ª - O Estágio Obrigatório terá seus registros mantidos pelo Coordenador do Curso, assistido pela Secretária Acadêmica e por
supervisor da CONCEDENTE, que deverão por seus vistos nos relatórios de atividades e no relatório de aprovação do ESTAGIÁRIO.
CLÁUSULA 5ª– O ESTAGIÁRIO desenvolverá suas atividades obrigando-se a:
Cumprir com empenho e interesse a programação estabelecida no Plano de Atividades de Estágio (Anexo I);
Cumprir as condições fixadas para o Estágio observando as normas de trabalho vigentes na CONCEDENTE, preservando o
sigilo e a confidencialidade sobre as informações que tenha acesso;
Observar a jornada e o horário ajustados para o Estágio;
Apresentar documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar, sempre que solicitado pela CONCEDENTE;
Manter rigorosamente atualizados seus dados cadastrais e escolares, junto à CONCEDENTE;
Informar de imediato, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como: trancamento de matrícula, abandono, conclusão
de curso ou transferência de Instituição de Ensino;
Vistar os Relatórios de Atividades junto a CONCEDENTE com periodicidade mínima de 06 (seis) meses e, inclusive, sempre que
solicitado;
Responder pelas perdas e danos eventualmente causados por inobservância das normas internas da CONCEDENTE, ou
provocados por negligência ou imprudência;
Observar o regulamento disciplinar da CONCEDENTE e a atender as orientações recebidas na mesma.
CLÁUSULA 6ª – Cabe à CONCEDENTE:
Conceder o Estágio e proporcionar ao ESTAGIÁRIO condições propícias para o exercício das atividades práticas compatíveis
com o seu Plano de Atividades;
Solicitar ao ESTAGIÁRIO, a qualquer tempo, documentos comprobatórios da regularidade da situação escolar, uma vez que
trancamento de matrícula, abandono, conclusão de curso ou transferência de Instituição de Ensino constituem motivos de
imediata rescisão;
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Tel: (19) 3459.1000
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Anexo 2
Termo de Compromisso de Estágio Curricular
Elaborar e encaminhar para a Faculdade Politec - FAP o Relatório de Atividades, assinado pelo seu Supervisor, com
periodicidade mínima de 06 (seis) meses e ao encerramento do Estágio, com vista obrigatória do ESTAGIÁRIO e protocolá-lo
na Secretaria Acadêmica;
Entregar, por ocasião do desligamento, Plano de Atividades de Estágio para Estágio Obrigatório com indicação da carga
horária total realizada no estágio e o resumo das atividades desenvolvidas;
Manter em arquivo e à disposição da fiscalização os documentos que comprovem a relação de Estágio;
Permitir o início das atividades de Estágio somente após o recebimento deste instrumento assinado pelos partícipes.
Implementação e observar a legislação relacionada à saúde e à segurança no trabalho.
CLÁUSULA 7ª – Cabe à Faculdade Politec:
Indicar, no Plano de Atividades, as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade
da formação escolar, ao horário e calendário escolar;
Avaliar as instalações da parte concedente do Estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do aluno;
Comunicar à CONCEDENTE, no início do período letivo, as datas de realização das avaliações escolares;
Exigir do aluno a apresentação periódica, em prazo não superior a 06 (seis) meses, de Relatório de Atividades;
Zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso de Estágio, reorientando o ESTAGIÁRIO para outro local em caso de
descumprimento de suas normas;
Avaliar a realização do Estágio do aluno por meio de Instrumentos de Avaliação.
CLÁUSULA 8ª– Na vigência do presente Termo, o ESTAGIÁRIO estará incluído na cobertura do seguro contra acidentes pessoais,
contratado pela CONCEDENTE, conforme certificado de seguro, Apólice nº
, da Seguradora
.
CLÁUSULA 9ª – O término do Estágio ocorrerá nos seguintes casos:
a)
Automaticamente, ao término do período previsto para sua realização;
b)
Automaticamente, para realização do Estágio Curricular Obrigatório;
c)
Desistência do Estágio ou rescisão do Termo de Compromisso de Estágio, por decisão voluntária de qualquer dos partícipes,
mediante comunicação por escrito com antecedência de 15 (quinze) dias;
d)
Pelo trancamento da matrícula, abandono, desligamento ou conclusão do curso na Faculdade Politec - FAP;
e)
Pelo descumprimento das condições do presente Termo de Compromisso de Estágio.
CLÁUSULA 10ª– O ESTAGIÁRIO receberá uma bolsa de R$
(ou outra forma de contraprestação), bem como auxílio-transporte,
alimentação e saúde, entre outros deliberados pela CONCEDENTE.
CLÁUSULA 11ª – O Estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, desde que observadas as disposições da Lei n° 11.788/08
e do presente Termo de Compromisso de Estágio.
CLÁUSULA 12ª – A rescisão do presente Termo de Compromisso de Estágio poderá ser feita a qualquer tempo, unilateralmente,
mediante comunicação por escrito, feita com quinze dias de antecedência.
CLÁUSULA 13ª - Fica eleito o foro da Justiça Federal de Americana, São Paulo, para dirimir as questões porventura oriundas deste Termo
de Compromisso, com renúncia a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.
E assim, justos e acordados, assinam este instrumento em três vias de igual teor e forma, juntamente com duas testemunhas.
Santa Bárbara D´Oeste,
de
de
Representante legal da Concedente
.
Nome do Estagiário
Cargo do Representante
Carimbo
___________________________________
Interveniente - Faculdade Politec – FAP
Carimbo
Testemunhas:
Nome da testemunha 1
Nome da Testemunha 2
CPF
CPF
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Anexo 2
Termo de Compromisso de Estágio Curricular
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Anexo 3
Plano de Atividades do Estágio
Digitado e assinado
Plano de Atividades do Estágio
Aluno(a):
Número de matrícula-RA:
Rua:
Cidade:
CPF:
Telefone:
RG:
Celular:
CEP:
Data de nascimento:
Previsão de Colação de Grau:
UF:
E-mail do Aluno(a):
Matriculado(a) no curso:
Período que esta cursando:
CONCEDENTE:
CNPJ:
Endereço:
UF:
Cidade:
CEP:
Telefone:
Ramo de atividade principal da empresa:
Representada por:
Supervisor do Estagiário:
Cargo do Supervisor:
Formação profissional do Supervisor de Estágio:
Nº do registro em Conselho de Classe:
Conselho de Classe:
E-mail do Supervisor de Estágio:
Início do Estágio:
Término previsto do Estágio:
Carga horária total prevista no Estágio:
Síntese das atividades a desenvolver no período supracitado:
Área(s) de conhecimento envolvidas no estágio:
Santa Bárbara D´Oeste,
Elaborado por:
de
de
.
Ciente e de acordo:
Nome do Estagiário
Nome do Supervisor de Estagiário
Carimbo
Aprovado pela Coordenação do Curso:
____/____/____
Carimbo
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Anexo 4
Ficha de Avaliação do Estágio
Digitado e assinado pelo supervisor
Ficha de Avaliação do Estágio
(a ser preenchida pelo Supervisor de Estágio)
As notas deverão ser atribuídas numa escala de 1,0 a 10,0
Identificação do Estagiário
Nome:
Telefone:
Número de matrícula-RA:
Celular:
E-mail:
Período de realização do Estágio:
Carga horária total:
horas
Instituição Concedente do Estágio
Razão social da concedente
Setor de realização do Estágio:
Identificação do Supervisor de Estágio
Nome:
Função na empresa:
Telefone:
Celular:
Email:
1. Resumo das atividades desenvolvidas pelo estagiário:
Nota atribuída:
2.
Avaliação dos conhecimentos teóricos do Estagiário:
Muito bom
Justifique:
Bom
Regular
Deficiente
Nota atribuída:
3.
Avaliação dos conhecimentos práticos do Estagiário:
Muito bom
Justifique:
Bom
Regular
Deficiente
Nota atribuída:
4.
Capacidade de aprendizagem do Estagiário:
Muito bom
Justifique:
Bom
Regular
Deficiente
Nota atribuída:
5.
Assiduidade do Estagiário (frequência e comprometimento na execução de tarefas):
Muito bom
Justifique:
Bom
Regular
Deficiente
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Anexo 4
Ficha de Avaliação do Estágio
Nota atribuída:
6.
Iniciativa (capacidade de resolver problemas, participação, apresentação de ideias):
Prevê, soluciona problemas e promove melhorias
Possui muita iniciativa
Possui alguma iniciativa
Apresenta dificuldades normais
Justifique:
Necessita de orientação constante
Nota atribuída:
7.
Apresentação de trabalhos (cuidado e organização na execução das tarefas ou trabalhos com
instrumentos e equipamentos):
Extremamente organizado e cuidadoso
Erros ocasionais
Justifique:
Organizado e cuidadoso
Deixa a desejar
Nota atribuída:
8.
Interesse e dedicação (preocupação em contribuir para os objetivos do estágio):
Extremamente dedicado e organizado
Interessado e dedicado
Necessita constante acompanhamento
Deixa a desejar
Nota atribuída:
9.
Responsabilidade (disposição para aceitá-la)
Muito responsável
Responsável
Deixa a desejar
Irresponsável
10. Relacionamento e sociabilidade (hábitos e atitudes condizentes com o espírito de harmonia
para o bom rendimento do trabalho em equipe):
Extremamente hábil e conciliador
Conciliador
Relativamente difícil de lidar
Fonte de incidentes
Nota atribuída:
11.
Capacidade de concentração:
Extremamente atento
Extremamente
Regularmente atento
Dispersivo
Nota atribuída:
12.
Segurança (preocupação com as normas e sua integração no trabalho):
Extremamente precavido
Toma algumas precauções
Justifique:
Tem espírito de segurança
Trabalha com muito risco
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Anexo 4
Ficha de Avaliação do Estágio
13.Considerações Gerais
Nome do Supervisor de Estágio
Carimbo da concedente
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Anexo 5
Ficha de acompanhamento de orientação do TCC
Ficha de Acompanhamento de Orientação do TCC
Semestre
Tecnologia em Estética e Cosmética
Ano
Mês
Aluno:
Orientador:
Aluno:
Tema do TCC:
Data
Assuntos discutidos
Horário
Assinatura dos alunos
Assinatura do Orientador
OBS.: Esta ficha deverá ser entregue, no final de cada mês, ao Coordenador do Curso
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