Anuário Estatístico das Companhias Abertas - Edição

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Anuário Estatístico das Companhias Abertas - Edição
Sede: São Paulo
Av. Brig. Luiz Antônio, 2504, Conj. 151
01402-000 – São Paulo – SP
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20051-010 – Rio de Janeiro – RJ
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DIRETORIA BIÊNIO 2013-2015
Executive Board 2013-2015
PRESIDENTE / President
Antonio D. C. Castro
Souza Cruz S.A.
1º VICE-PRESIDENTE
1st Vice President
Frederico Carlos
Gerdau Johannpeter
Gerdau S.A.
VICE-PRESIDENTES
Vice Presidents
Alfried Plöger
Cia Melhoramentos de São Paulo
Paulo Setubal Neto
Itaúsa Investimentos / Itaú S.A.
José Salim Mattar
Localiza S.A.
Luiz Spínola
Cremer S. A.
DIRETORES / Directors
Flávio Donatteli
Duratex S.A.
Maurício Perez Botelho
Energisa S.A.
Morvan Figueiredo Paula e Silva
Nadir Figueiredo Indústria e
Comércio S.A.
Henry Sztutman
Pinheiro Neto Advogados
Paulo Cezar
Castello Branco Aragão
Barbosa, Müssnich
e Aragão Associados
Maria Isabel do Prado Bocater
Bocater Camargo Costa e Silva
Advogados Assoc.
SUPERINTENDENTE GERAL
General Manager
Eduardo Lucano da Ponte
Junho 2014
Projeto desenvolvido e editado
pela CCRio Comunicação para a Abrasca
A publishing project by CCRio Comunicação for ABRASCA
DIRETOR DE REDAÇÃO
Content & Editing Director
Cleber Cabral Reis (R.P. nº 12.567)
Repórteres
Reporters
Martha Corazza, Michelle Andrade
e Jéssica Barros (estagiária)
Projeto Gráfico
Graphic Design
Raquel Ponte
REVISÃO
Revision
Wendell Setubal
Tradução
Translation
Marcus Peter Carlyon
Rajão&Athayde
Executiva de Atendimento
Attending Executive
Karla Guerreiro
Fotos gentilmente cedidas por:
Photographs kindly provided by:
Desempenho setorial / Sectorial
performance: Rodolfo Clix (açúcar);
Niki Michailov (alimentos); Christoph
Hardes (bancos); Sanja Gjenero
(educação e serv. médico-hosp.);
Rafael Leal (embalagens); Ben
Earwicker (lazer); Keith Wilson
(máquinas); Tom Def (mineração);
Carole Nickerson (papel); Douglas Enry
(gás); Martin Walls (saneamento); Peter
Mueller (serv. financ.); Sarp Sencer
Saygýver (siderurgia); Pavel Matoušek
(ti); Richard Sweet (transporte);
As análises setoriais e os dados
estatísticos deste Anuário
foram produzidos pela SABE
CONSULTORES ASSOCIADOS,
empresa dedicada ao negócio de
consultoria, treinamento e dados para
o mercado de capitais desde 1995.
The sectorial analyses and statistical
data for this Yearbook were produced
by SABE Associated Consultants;
since 1995 the company has been
working in the area of consulting,
training and data for the capital
markets.
Diretor de Operações
Director of Operations
Marcelo Dias
Conselheiros
Advisers
Cleber Cabral Reis
CCRio Comunicação
Summary
Editorial
Editorial
8
Antonio D. C. Castro, Presidente da Abrasca
Antonio D. C. Castro, President of ABRASCA
Diretor Técnico
Technical Director
Carlos Antônio Magalhães
Diretor Executivo
Executive Director
Luiz Guilherme Dias
Este Anuário pode ser adquirido nos
escritórios da Abrasca ou através do
email [email protected]
This annual can be purchased at
the Abrasca offices or via the email
[email protected]
CONSELHO EDITORIAL
Editorial Board
Presidente / President
Antonio D. C. Castro
Sumário
Spencer Ritenour (util. domésticas).
Outros / Others: Ilker (p.48), BSK (p.5963), Svilen Milev (p.74).
Eduardo Lucano da Ponte
Abrasca (superintendente geral)
Carlos Antônio Magalhães
Luiz Guilherme Dias
SABE Consultores
Conversa com o leitor
Conversation with the reader
12
13
14
16
17
Cleber Cabral Reis, Diretor de Redação
Cleber Cabral Reis, Editor in chief
Os principais números das companhias abertas em 2013
Main results for public companies in 2013
As 20 maiores empresas segundo critérios selecionados
Brazil’s 20 Largest Companys by Selected Criteria
Rankings setoriais
Sector Rankings
Empregos gerados pelas companhias abertas em 2013
Jobs supplied by the public companies in 2013
Artigos e entrevistas
Desempenho setorial
20
24
97
98
100
101
102
103
104
105
106
107
108
109
Articles and interviews
Aplicações financeiras antes e depois da crise de 2008
Financial investments before and after the 2008 crises
Brasil: educação e emprego no país das oportunidades
e a questão política
Brazil: education and employment in the land of opportunities
and the political question
Retrospectiva do mercado
Market retrospective
28
29
30
Oferta de ativos
Offer of assets
Oferta de recursos
Offer of resources
Mercado de dívida
Debt market
Matéria de capa
Cover story
32
48
66
74
Investimentos das companhias abertas e seu financiamento
no período de 2005 a 2013
Investments of companies and their funding in the period
from 2005 to 2013
Os últimos 10 anos registrados no Anuário
The last 10 years recorded in the yearbook
Evolução das companhias abertas em uma década
Evolution of publicly held companies over a decade
Empresários estão cautelosos e vão investir menos em 2014
Businessmen are cautious and will invest less in 2014
Desempenho setorial
Sectorial performance
86
87
88
89
90
92
93
94
96
Açúcar e álcool
Sugar and ethanol
Alimentos, bebidas e fumo
Food, beverage and tobacco
Atacado e varejo
Wholesale and retail
Bancos e crédito
Banking
Construção civil e mercado imobiliário
Real estate
Educação
Education
Energia elétrica
Electricity
Lazer, turismo e hotelaria
Leisure industry
Máquinas e equipamentos
Machinery and equipment
Sectorial performance
Mineração
Mining
Papel e celulose e madeira
Wood, pulp and paper
Petróleo e gás, petroquímica e plástico
Oil and gas and derivates
Saneamento e serviços de água e gás
Sanitation, water and gas services
Serviços financeiros
Financial services
Serviços médico-hospitalares
Wealth services
Siderurgia e metalurgia
Steel and metallurgy
Tecidos, vestuário e calçados
Textile, clothing and footwear
Tecnologia da informação
Information technology
Telecomunicações
Telecommunication
Transporte e logística
Transport and logistics
Utilidades domésticas
Household utilities
Estatísticas
Statistics
110
113
114
116
124
138
139
140
141
142
143
144
145
146
Desempenho da indústria volta a ser afetada pelo baixo
crescimento econômico
Industrial performance once again affected by low economic growth
Empresas aumentam payout para compensar queda no lucro
Companies increase payout to compensate for fall in profits
Notas metodológicas
Methodological notes
Denominação social das empresas
Companies’ names
Resultado das empresas por setor de atuação
Corporates’ results (by sectors)
Evolução real do ativo total médio
Total average assets performance
Evolução real do patrimônio líquido médio
Average shareholders’ equity
Evolução real do lucro/prejuízo líquido médio do período
Average net income/loss performance
Evolução real da receita de venda de bens e/ou serviços
Average net revenue performance
Evolução real do resultado antes dos tributos sobre o lucro
Average ebit performance
Evolução real do endividamento médio
Average indebtedness performance
Evolução do giro do ativo médio (%)
Average asset turnover performance (%)
Evolução real do grau de endividamento médio (%)
Average degree of indebtedness performance (%)
Evolução real do capital de giro médio
Average working capital performance
Associados da Abrasca
Abrasca associates
147
Nome e site das companhias associadas da Abrasca
Name and site of quoted companies associated to Abrasca
Editorial
Editorial
Antonio Castro*
Abrasca
comemora
os 10 anos
do Anuário
É
com grande satisfação que estamos comemorando a 10ª
edição do Anuário Estatístico das Companhias Abertas,
projeto lançado em 2005 com o objetivo de divulgar o
desempenho das companhias abertas brasileiras e mostrar sua
expressiva contribuição para o crescimento econômico e social
do país.
Graças ao apoio de várias empresas, avançamos muito ao longo
desses anos. Além de impressa, a publicação hoje está disponível no
formato digital e há dois anos faz parte da relação da App Store,
integrada ao sistema de Newsstand (banca) da Apple.
A partir da experiência do Anuário nasceu o Prêmio Abrasca
de Criação de Valor. Por meio de uma metodologia inovadora,
destaca os melhores casos de criação de valor para os acionistas,
com a chancela de 12 importantes entidades do mercado de capitais
brasileiro.
Gostaria de destacar que, por meio do Anuário, estamos
registrando a trajetória das companhias abertas do Brasil. Uma
história de grande sucesso, que durante anos esteve dispersa em
diversas fontes de informações. A publicação traz a contribuição
dessas empresas na formação do Produto Interno Bruto (PIB)
brasileiro e no número de empregos diretos e indiretos gerados por
essas companhias.
Anualmente reunimos dados econômico-financeiros que
permitem uma visão clara e objetiva sobre o desempenho das
companhias listadas na BM&FBovespa. E ainda, quadros apontando
a evolução dos indicadores das companhias agrupados segundo sua
classificação setorial. Publicamos, por exemplo, a série histórica
dos 10 últimos anos da evolução real do ativo, do patrimônio
líquido, lucro/prejuízo, receita líquida, resultado operacional e
endividamento das companhias.
8
Abrasca
celebrates
10 years of
the Yearbook
It is with great satisfaction that we are
celebrating the 10th edition of the Statistical
Yearbook of Publicly Traded Companies,
a project initiated in 2005 with the aim of
publicizing the development of Brazilian publicly
traded companies and showing their considerable
contribution to the economic and social growth
of the country.
Thanks to the support of various companies,
we have come a long way during these years. In
addition to the printed version, the publication is
now available in digital form and, for two years, it
has been available from the App Store, integrated
into Apple’s Newsstand system.
Out of the experience of the Yearbook
the Abrasca Award for Value Creationwas
born. Using an innovative methodology, it
highlights the best examples of value creation
for shareholders, with the approval of 12 major
organizations from the Brazilian capitals market.
I would like to emphasize that, through the
Yearbook, we are registering the development
of publicly traded companies in Brazil. It is a
great success story which, for many years, was
dispersed across different sources of information.
The publication showcases the contribution of
these companies to the formation of Brazil’s
Gross Domestic Product (GDP) and the direct
and indirect jobs created by these companies.
Every year, we bring together economicfinancial data which provide a clear and objective
vision of the performance of the companies listed
in the BM&FBovespa. We also include graphics
which show the development of the companies’
indicators, grouped according to their industry
sector. We publish, for example, the historicaldata
of the last 10 years of the real development of
Editorial
Editorial
A cada ano buscamos incluir novas informações para enriquecer
ainda mais a linha editorial da publicação. Nesta10ª edição a
novidade é a criação da seção Investimentos. Com um trabalho
perseverante junto às próprias empresas conseguimos montar uma
tabela com os investimentos realizados em 2013 por mais 100
grandes companhias, assim como a estimativa de investimentos
para 2014 e a destinação dos recursos. Estamos certos que se trata
de uma informação de grande valor para o mercado.
Outra novidade é a inclusão de tabelas relacionando Preço
Lucro (P/L), Preço/Valor Patrimonial (P/VP), “Divended Yield” e
o “Payout” das 20 maiores companhias em Valor de Mercado em
2013 (final de ano). Os indicadores foram ordenados e comparados
com o padrão do setor em mercados emergentes como o Brasil.
Estamos ainda publicando nesta edição uma matéria especial
mostrando o que ocorreu nesta década com as companhias abertas
e a economia brasileira. Os dados reunidos nesses 10 anos revelam
números muito interessantes. A primeira edição do Anuário, lançada
em 2005 com dados de 2004, mostrou um ano de recuperação
econômica, após a conjuntura desfavorável que marcou as eleições
de 2002: o PIB registrou alta de 5,2%, a maior desde 1994, e o
superávit comercial alcançou a soma histórica de US$ 30 bilhões.
A partir de 2004, a década passada se dividiu em dois
momentos, ou seja, antes e depois da crise financeira internacional
de 2008, quando foi anunciada a quebra do banco Lehman Brothers,
que se transformou numa crise sistêmica ao final de 2008. Deste
então, se instalou uma crise econômica global e a economia brasileira
vem reduzindo seu ritmo de crescimento. No ano passado, o PIB
cresceu apenas 2,3% e para 2014 as estimativas vem se situando no
intervalo entre 1% e 1,5%.
O valor do Anuário está justamente em registrar, ano após
ano, o desempenho das companhias abertas e da economia. Uma
fotografia isenta que permite ao leitor reunir, comparar, analisar e
tirar suas próprias conclusões, se constituindo assim em importante
instrumento de consulta.
É com muito orgulho, portanto, que a Abrasca comemora
os 10 anos do Anuário agradecendo a todas as empresas que vem
apoiando a publicação desde sua primeira edição.
*Antonio D. C. Castro é Presidente da Associação
Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) e
do Conselho Editorial do Anuário Estatístico das
Companhias Abertas
*Antonio D. C. Castro is the Chairman of the
Brazilian Association of Publicly Traded Companies
(ABRASCA); and Chairman of the Editorial Board,
Listed Companies Statistical Yearbook
the asset, the shareholders’ equity, profit / loss,
net revenue, operating result and the borrowing
of companies.
Every year, we seek to include new
information to further enrich the publication’s
editorial line. In this 10th edition, the novelty
is the creation of the Investments section.
Through painstaking work carried out with the
companies themselves, we were able to assemble
a table with the investments made in 2013 by
over 100 major companies, and provide an
estimate of investments for 2014 together with
the allocation of resources. We are certain that
this is information of great value to the market.
Another novelty is the inclusion of tables
listing the price to earnings ratio (P/E), priceto-book ratio(P/B),dividend yield andpayout of
the 20 largest companies on the stock market in
2013 (end of year). The indicators were ordered
and compared with the industry standard in
emerging markets like Brazil.
We are also publishing in this edition a
special feature showing what happened during
this decade to the publicly traded companies and
the Brazilian economy. The data collected over
these ten years reveal highly interesting numbers.
The first edition of the Yearbook, launched in
2005 with data from 2004, showed a year of
economic recovery, following the unfavourable
outlook which marked the elections of 2002:
GDP registered an increase of 5.2%, the highest
since 1994, and the trade surplus reached the
historic level of US$30 billion.
From 2004, the past decade was divided into
two periods, which is two say, the one before and
the one after the global financial crisis, when
the collapse of the Lehman Brothers bank was
announced, which led to a systematic crisis at
the end of 2008. From that moment, a global
economic crisis developed and the Brazilian
economy saw its rate of growth reduced. Last
year, GDP grew by only 2.3% and for 2014 the
estimates fall between 1% and 1.5%.
The purpose of the Yearbook is precisely to
register, year on year, the performance of publicly
traded companies and of the economy. It offers
an impartial snapshot which allows the reader to
gather, compare, analyze and draw his/her own
conclusions, and thus constitutes an important
reference tool.
It is, thus, with great pride that Abrasca
celebrates the 10 years of the Yearbook, and
wishes to thank all the companies which have
supported the publication since its first edition.
9
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Conversa com o leitor
Conversation with the reader
Uma edição dedicada aos
últimos 10 anos
Esta é a 10ª edição do Anuário Estatístico das Companhias
Abertas e como não poderia deixar de ser fizemos uma retrospectiva
sobre o desempenho das empresas e da economia brasileira ao longo de
uma década. Carlos Rocca e Lauro Modesto, Diretor e Superintendente
do IBMEC, prepararam, com exclusividade, um trabalho mostrando
como se comportaram os investimentos e o financiamento das
companhias abertas de 2005 a 2013. O estudo reúne várias dados
históricos sobre taxa de poupança e lucro retidos das empresas em
relação ao PIB; lucro e dividendos pagos, investimento e fontes de
financiamento. O trabalho retrata com riqueza de informações a
situação das empresas brasileira nos últimos anos.
Carlos Antônio Magalhães e Luiz Guilherme Dias, diretores da
SABE Consultores, também analisaram a evolução das companhias
abertas nesta última década. Através de dados estatísticos concluíram
que foi em vão o esforço do governo em melhorar os níveis de liquidez
da economia nos últimos anos, principalmente após a Crise Financeira
Internacional. O endividamento das empresas cresceu 420% no
período e o resultado líquido registrou expansão de apenas 75%.
Estamos publicando também um levantamento inédito com
os investimentos em 2013 e a estimativa para 2014 de mais de 100
companhias abertas. Na relação, observa-se que na comparação
2013/2014 a maioria das empresas reduziu os investimentos,
principalmente as dos setores produtivos. Já as instituições financeiras
aumentaram os gastos para este ano. O Bradesco, por exemplo, que
aplicou R$ 4.842 milhões em 2013 estima gastar R$ 5.428 milhões;
o Banco do Brasil pretende dobrar os investimentos, de R$ 1.500
milhões para R$ 3.100 milhões.
Trazemos também a análise econômico-financeira de 360
companhias listadas na BM&FBovespa. Os números revelam que
2013 foi um ano difícil. A receita líquida das empresas totalizou R$
1,5 trilhão no ano passado, com crescimento de apenas 1,8%. O ativo
total somou R$ 5,6 trilhões com queda de 14,7%, o retorno sobre o
P/L (ROE) caiu 22,8% e sobre os ativos (ROA) -6,9%.
Em função deste fraco desempenho, as companhias abertas
recolheram R$ 72,4 bilhões em impostos, valor 4,35% inferior ao de
2012. A participação no Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 12,7%
para 11%. Ainda assim, no ano passado, as companhias abertas
contribuíram com a geração de 2,49 milhões de empregos diretos no
país, uma alta de 1,12% em relação a 2012.
Cleber Cabral Reis
Diretor de Redação
[email protected]
12
Cleber Cabral Reis
Editor in chief
[email protected]
An edition dedicated to
the last 10 years
This is the 10th edition of the Statistical
Yearbook of Publicly Traded Companies and,
as one might expect, we have undertaken a
retrospective analysis of the companies and the
Brazilian economy over the course of the decade.
Carlos Rocca andLauro Modesto, Director and
Superintendent of IBMEC,have prepared an
exclusive study showing how the investments and
funding of publicly traded companies behaved
from 2005 to 2013. The study brings together
different historical data concerning the savings rate
and retained earnings of the companies in relation
to GDP; profits and dividends paid; investments
and funding sources. Using highly detailed
information,the study illustrates the situation of
Brazilian companies over the last ten years.
Carlos Antônio Magalhães and Luiz Guilherme
Dias, directors of SABE Consultores,also analyzed
the development of publicly traded companies
over this last decade. Using statistical data, they
concluded that the government’s efforts to improve
liquidity levels in the economy over the last ten
years were in vain, particularly following the global
financial crisis. Company borrowing increased
420% in the period while net income registered
growth of only 75%.
We are also publishing an unprecedented
survey of investments in 2013 and the estimates
of 2014 for over 100 publicly traded companies.
In the study, when we compare the year 2013
with 2014, it may be seen that the majority of
the companies have reduced their investments,
principally those of the productive sectors. The
financial institutions, on the other hand, increased
their spending for this year. Bradesco, for example,
which invested R$4,842 million in 2013 estimates
spending R$5,428 million; Banco do Brasilintends
to double its investments, from R$1,500 millionto
R$3,100 million.
We also offer an economic-financial analysis
of 360 companies listed on the BM&FBovespa
stock exchange. The numbers reveal that 2013
was a difficult year. Companies’ net revenue totaled
R$1.5 trillion last year, with growth of only 1.8%.
Total assets were valued at R$5.6 trillion recording
a fall of 14.7%; return onequity (ROE) fell 22.8%
and on assets (ROA) by -6,9%.
As a result of this weak performance, publicly
traded companies paid R$72.4 billion in taxes, a
sum 4.35% less than in 2012. The share of Gross
Domestic Product (GDP) fell from 12.7% to 11%.
Nevertheless, last year, publicly traded companies
created 2.49 million direct jobs in Brazil, an
increase of 1.12% in relation to 2012.
Conversation with the reader
Conversa com o leitor
Os principais números daS companhias abertas em 2013
Main results for public companies in 2013
2012
2013
(var, %)
Consolidação dos dados da amostra (*) / Sample data consolidation (*)
Número de empresas analisadas
Number of analysed companies
Total de receitas líquidas (R$ bilhões)
Total net revenues (R$ billion)
Crescimento real (%, deflator IPCA)
Real growth (%, IPCA deflated)
Ativo total (R$ bilhões)
Total assets (R$ billion)
Patrimônio líquido consolidado (R$ bilhões)
Total equity (R$ billion)
Total de lucros acumulados (líquido, R$ bilhões)
Total net profits (R$ billion)
Margem operacional (% sobre a receita líquida)
Operational margin (% over net revenues)
Margem líquida (% sobre a receita líquida)
Net margin (% over net revenues)
Retorno sobre PL (%)
Return on equities (ROE, %)
Retorno sobre ativos (%)
Return on assets (ROA, %)
Recolhimento tributário total (R$ bilhões)
Total tax burden (R$ billion)
Participação na arrecadação total (%)
Contribution to Total Tax Burden (%)
Participação no Produto Interno Bruto (PIB, %)
Contribution to Gross Domestic Product (GDP, %)
354
360
1,69
1.480,8
1.508,1
1,84
0,32%
1,73%
-
6.575,6
5.605,1
-14,76
2.173,0
2.233,7
2,79
150,4
119,3
-20,68
12,8%
11,4%
-
6,8%
5,3%
-
6,9%
5,3%
-
2,3%
2,1%
-6,94
75,7
72,4
-4,35
12,7%
11,0%
-
17,30%
16,40%
-
(*) Os dados de 2013 foram consolidados com base na amostra de 360 empresas.
(*) 2013 data were consolidate based on the sample of 360 companies.
2012
2013
(var, %)
2.471.116
2.498.796
1,12
8.381.564
8.899.222
6,18
178
170
-4,49
61%
59%
-
46.310.631
47.427.802
2,41
18,1%
18,8%
-
2012
2013
(var, %)
7,4
6,2
-16,22
1,5
13,4
793,33
50,0
10,9
-78,20
8,9
19,6
120,22
354
360
1,69
2.455,3
2.414,2
-1,67
6,78
6,61
-2,51
6,6%
6,2%
-
6.727
6.240
-7,24
Geração de empregos (**) / Jobs supplied (**)
Empregos diretos
Direct jobs
Emprego total
Total employment
Total das respostas
Total answers
Representatividade da amostra (% do Ativo Total)
Sample representativeness (% of Total Assets)
Empregos formais (RAIS – Relação Anual de Informações Sociais)
Formal jobs (RAIS – Social Employment Report)
Participação da amostra no emprego Total (% da RAIS)
Contribution from sample to total employment (% of RAIS)
(**) Números de empregos por setores econômios estão na página 17.
(**) Numbers of jobs for each economic sectors are on page 17.
Informações sobre o mercado de capitais / Capital market information
Volume de recursos captados (R$ bilhões)
Total fund raised (R$ billion)
Emissões primárias de ações
Primary stocks launch
Emissões secundárias de ações
Secundary stocks launch
Emissões de debêntures
Private bonds launch
Emissões privadas totais
Total private launch
Número de empresas listadas na Bovespa
Number of Bovespa’s listed companies
Valor de mercado total das empresas (R$ bilhões)
Total market capitalization (R$ billion)
Valor de mercado médio das empresas (R$ bilhões)
Average company’s market capitalization (R$ billion)
Variação real (%, deflator IPCA)
Real growth (%, IPCA deflated)
Volume médio diário transacionado na Bovespa (R$ milhões)
Average daily Bovespa’s volume negotiation (R$ million)
13
Conversa com o leitor
Conversation with the reader
As 20 maiores empresas segundo critérios selecionados
Brazil’s 20 Largest Companys by Selected Criteria
As 20 Maiores por Ativo Total
20 Largest: Total Assets
As 20 Maiores por Patrimônio Líquido
20 Largest: Net Equity
Empresa
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
BCO BRASIL
ITAUUNIBANCO
BRADESCO
PETROBRAS
SANTANDER BR
VALE
ELETROBRAS
BTGP BANCO
BRASIL TELEC
TELEF BRASIL
AMBEV S/A
JBS
GERDAU MET
GERDAU
BANRISUL
SID NACIONAL
BRASKEM
P. AÇÚCAR-CBD
EMBRATEL PAR
ITAUSA*
1.162.167.882
1.027.297.000
838.301.614
752.966.638
453.052.695
291.880.311
138.385.401
120.888.308
70.096.071
69.541.075
68.674.019
68.670.221
58.503.964
58.215.040
54.114.961
50.402.539
48.346.083
38.008.352
34.638.559
34.432.000
Company
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
PETROBRAS
VALE
JBS
P.ACUCAR-CBD
BRASKEM
GERDAU
GERDAU MET
AMBEV S/A
TELEF BRASIL
BRF S.A.
BRASIL TELEC
ELETROBRAS
VIAVAREJO (Ex GLOBEX)
EMBRATEL PAR
TIM PART S/A
MARFRIG
SID NACIONAL
CPFL ENERGIA
CEMIG
EMBRAER
* DFs Individuais.
14
2013
Company
2013
As 20 Maiores por Receita Líquida
20 Largest: Net Revenues
Empresa
Empresa
2013
Company
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
PETROBRAS
VALE
ITAUUNIBANCO
SANTANDER BR
BCO BRASIL
BRADESCO
ELETROBRAS
AMBEV S/A
TELEF BRASIL
ITAUSA*
GERDAU
GERDAU MET
JBS
BMFBOVESPA
USIMINAS
EMBRATEL PAR
BRF S.A.
TIM PART S/A
FIBRIA
COSAN
2013
349.333.684
152.122.066
89.229.744
81.655.302
76.381.996
72.102.926
60.688.908
43.997.398
42.894.442
33.131.000
32.020.757
30.169.539
23.133.254
19.298.892
18.833.945
15.789.925
14.696.154
14.594.640
14.491.254
13.515.370
As 20 Maiores por Lucro Líquido
20 Largest: Net Profits
Empresa
2013
Company
2013
304.889.934
101.489.747
92.902.798
57.730.262
40.969.490
39.863.037
39.863.037
34.791.391
34.721.897
30.521.246
28.422.147
28.186.399
21.755.945
21.212.169
19.921.291
18.752.376
17.312.432
14.633.856
14.627.280
13.635.846
*Separate financial statements
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
PETROBRAS
ITAUUNIBANCO
BRADESCO
AMBEV S/A
BCO BRASIL
SANTANDER BR
ITAUSA*
TELEF BRASIL
CEMIG
CIELO
BTGP BANCO
SABESP
SOUZA CRUZ
GERDAU
GERDAU MET
TIM PART S/A
BRASIL TELEC
TRACTEBEL
PORTO SEGURO
P. AÇÚCAR-CBD
2013
2013
23.006.885
16.522.000
12.486.138
11.354.070
11.288.834
5.848.124
5.698.000
3.715.945
3.103.855
2.680.676
2.584.821
1.923.559
1.694.282
1.693.702
1.520.480
1.505.614
1.493.015
1.436.747
1.397.311
1.396.207
Conversa com o leitor
As 20 Maiores por Valor de Mercado
20 Largest: Market Value
As 20 Maiores por EBIT
20 Largest: EBIT
Empresa
PETROBRAS
VALE
AMBEV S/A
ITAUSA*
BRASIL TELEC
TELEF BRASIL
CEMIG
JBS
CIELO
SABESP
SID NACIONAL
P.ACUCAR-CBD
GERDAU
BRASKEM
CCR SA
GERDAU MET
CPFL ENERGIA
SOUZA CRUZ
TIM PART S/A
TRACTEBEL
Company
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
LOJAS HERING
KEPLER WEBER
KROTON
ESTACIO PART
EQUATORIAL
SUZANO PAPEL
MINERVA
SMILES
RENOVA
RAIADROGASIL
CIELO
M.DIASBRANCO
GRENDENE
FRAS-LE
BR PROPERT
ULTRAPAR
METAL LEVE
CEG
BEMATECH
PANAMERICANO
**Média dos últimos 3 anos.
Company
2013
34.356.460
33.436.715
15.375.110
5.554.000
5.286.617
4.877.124
4.362.471
4.155.326
3.184.011
3.138.845
3.119.754
2.948.239
2.754.423
2.739.921
2.725.018
2.717.511
2.490.643
2.477.435
2.438.873
2.387.230
As 20 Maiores por Criação de Valor ao Acionista**
20 Largest: Shareholder Value Creation**
Empresa
Empresa
2013
Company
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Conversation with the reader
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Partic. (%)
271.305.323
214.687.733
185.311.442
152.844.123
128.406.004
69.916.175
56.692.600
55.866.176
51.608.481
48.617.669
42.969.307
36.850.942
31.374.485
30.458.285
29.809.411
29.674.252
27.743.752
25.815.758
23.459.554
21.898.800
11,24%
8,89%
7,68%
6,33%
5,32%
2,90%
2,35%
2,31%
2,14%
2,01%
1,78%
1,53%
1,30%
1,26%
1,23%
1,23%
1,15%
1,07%
0,97%
0,91%
2013
Share (%)
As 20 Maiores por Retorno sobre Ativo Total
20 Largest: Return on Total Assets
Empresa
%
124,28
113,03
99,40
70,67
63,73
59,52
53,81
53,61
52,22
40,58
40,35
37,29
35,68
35,38
34,47
34,07
33,98
33,48
32,94
30,36
Ambev
Petrobras
Vale
Itauunibanco
Bradesco
BANCO DO Brasil
Itausa
Santander BR
Cielo
Telef Brasil
BRF SA
Souza Cruz
CCR S/A
Ultrapar
Tim Part S/A
GeRdau
P.Acucar-CBD
JBS
Tractebel
BMF Bovespa
2013
Company
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
TARPON INV
SANEPAR*
BRAZILIAN FR
CONST A LIND
BRASMOTOR*
LOJAS HERING*
SOUZA CRUZ
CIA HERING
AFLUENTE T*
UNIPAR*
EXCELSIOR*
AES TIETE
HOTEIS OTHON
EZTEC
CIELO
M.DIASBRANCO
GRENDENE
ODONTOPREV
AFLUENTE*
ITAUSA*
2013
2013
80,34%
67,03%
55,78%
54,25%
33,86%
26,75%
26,45%
24,49%
23,31%
22,32%
22,28%
21,64%
20,86%
20,66%
20,14%
18,59%
18,30%
17,55%
17,33%
16,55%
**Average for the last 3 years.
15
Conversa com o leitor
Conversation with the reader
Rankings Setoriais
Sector Rankings
10 Maiores: Ativo Total
10 Largest: Total Assets
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Bancos e crédito / Banking
Petróleo e gás / Oil and gas
Energia elétrica / Electricity
Mineração / Mining
Telecomunicações / Telecommunication
Alimentos / Foods
Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy
Construção civil / Real estate
Atacado e varejo / Wholesale and retail
Papel e celulose / Paper and pulp
10 Maiores: Patrimônio Líquido
10 Largest: Shareholder´s Equity
R$
3.872.388.173
831.853.644
413.830.276
305.600.226
220.276.481
219.467.325
206.067.267
180.323.024
132.966.811
109.593.611
10 Maiores: Receita
10 Largest: Net Revenues
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Petróleo e gás / Oil and gas
Alimentos / Foods
Atacado e varejo / Wholesale and retail
Energia elétrica / Electricity
Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy
Telecomunicações / Telecommunication
Mineração / Mining
Holdings / Holdings
Máquinas e equipamentos / Machinery
Construção civil / Real estate
Setor / Sector
Bancos e crédito / Banking
Alimentos / Foods
Telecomunicações / Telecommunication
Holdings / Holdings
Serviços financeiros / Financial services
Construção civil / Real estate
Atacado e varejo / Wholesale and retail
Energia elétrica / Electricity
Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy
Saneamento / Sanitation
R$
359.990.573
200.588.254
159.714.242
159.382.303
117.743.499
117.604.223
105.186.873
52.277.698
51.313.304
44.263.992
16
R$
357.691.415
356.892.352
165.145.421
156.543.942
99.197.542
92.455.104
92.374.254
76.517.699
69.826.246
48.266.648
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Mineração / Mining
Alimentos / Foods
Petróleo e gás / Oil and gas
Telecomunicações / Telecommunication
Energia elétrica / Electricity
Atacado e varejo / Wholesale and retail
Construção civil / Real estate
Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy
Transporte e logística / Transport and logistics
Holdings / Holdings
R$
32.525.495
26.513.398
17.895.105
15.504.430
14.202.275
12.359.145
10.082.936
9.587.278
7.935.259
7.824.499
10 Maiores: Endividamento
10 Largest: Total indebtedness
R$
51.969.412
14.664.696
7.233.061
6.973.713
5.925.895
5.905.562
5.338.076
4.051.591
3.798.704
3.748.010
10 Maiores: Criação de Valor
10 Largest: Shardeholder Value Creation
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Bancos e crédito / Banking
Petróleo e gás / Oil and gas
Energia elétrica / Electricity
Mineração / Mining
Alimentos / Foods
Telecomunicações / Telecommunication
Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy
Construção civil / Real estate
Holdings / Holdings
Papel e celulose / Paper and pulp
10 Maiores: LAJIR
10 Largest: Ebit
10 Maiores: Lucro
10 Largest: Total profits
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Educação / Education
Papel e celulose / Paper and pulp
Atacado e varejo / Wholesale and retail
Alimentos e bebidas / Food and beverages
Utilidade pública / Public Service
Máquinas e equipamentos / Machinery
Agricultura / Agriculture
Telecomunicações / Telecommunication
Tecnol. da informação / Information technology
Logística / Logistics
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Bancos e crédito / Banking
Petróleo e gás / Oil and gas
Energia elétrica / Electricity
Mineração / Mining
Alimentos / Foods
Sid. e metalurgia / Steel and metallurgy
Construção civil / Real estate
Atacado e varejo / Wholesale and retail
Telecomunicações / Telecommunication
Transporte e logística / Transport and logistics
R$
3.519.445.618
474.961.292
248.684.855
149.056.284
120.269.783
113.693.013
108.139.133
89.691.172
67.049.077
65.315.879
10 Maiores: Margem (Líquida)
10 Largest: Net Margin (% Net Revenues)
%
95,83%
60,96%
58,55%
48,76%
43,46%
31,76%
26,39%
16,81%
12,73%
5,12%
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Setor / Sector
Serviços financeiros / Financial services
Educação / Education
Saneamento / Sanitation
Construção civil / Real estate
Holdings / Holdings
Tecnol. da informação / Information technology
Alimentos / Foods
Lazer, turismo e hotelaria / Leisure industry
Telecomunicações / Telecommunication
Transporte e logística / Transport and logistics
%
23,27%
14,85%
13,61%
13,34%
13,34%
10,93%
7,31%
6,23%
6,15%
5,78%
Conversa com o leitor
Conversation with the reader
EMPREGOs gerados pelas companhias abertas EM 2013
Jobs supplied by the public companies in 2013
Empregos em 2012 / 2012 Employment
Empregos em 2013 / 2013 Employment
Variação
Direto / Direct Indireto* / Indirect Total / Total Direto / Direct Indireto* / Indirect Total / Total Variation
Infraestrutura / Infrastructure
336.731
186.456
523.186
347.129
192.014
539.143
3,0%
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
253.276
152.307
405.583
261.098
159.510
420.608
3,7%
83.454
34.149
117.603
86.032
32.503
118.535
0,8%
Utilidade Pública / Utilities
214.656
576.233
790.889
221.284
604.028
825.312
4,4%
Energia Elétrica
Electricity
195.319
524.324
719.643
201.350
550.516
751.866
4,5%
19.337
51.909
71.246
19.934
53.512
73.446
3,1%
Bens Primários / Raw Material
436.066
1.369.686
1.805.752
230.875
213.367
444.242
-75,4%
Açúcar e Álcool
Sugar & Ethanol
104.476
40.217
144.693
107.702
42.459
150.162
3,8%
Mineração
Mining
79.262
75.104
154.366
81.709
78.423
160.133
3,7%
Papel & Celulose e Madeira
Pulp & Paper
40.222
90.684
130.906
41.464
92.484
133.948
2,3%
Petróleo & Gás, Química & Petroquímica, Borracha & Plástico
Oil & Gas and Derivates
114.298
742.168
856.466
115.807
787.434
876.999
2,4%
Siderurgia e Metalurgia
Steel and Metallurgy
100.281
427.088
527.369
103.378
460.277
563.655
6,9%
112.488
169.932
282.420
115.962
185.180
301.142
6,6%
Máquinas e Equipamentos
Machinery and Equipment
112.488
169.932
282.420
115.962
185.180
301.142
6,6%
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-cycle Consumption Goods
467.082
2.301.977
2.769.059
398.650
2.485.334
2.883.984
4,2%
Alimentos
Food
429.703
2.178.594
2.608.297
360.450
2.346.711
2.707.161
3,8%
37.379
123.383
160.761
38.200
138.624
176.824
10,0%
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
478.613
342.094
820.707
470.937
321.067
792.004
-3,5%
Atacado e Varejo
Wholesale and Retail
348.665
62.554
411.219
371.633
70.281
441.914
7,5%
14.365
38.561
52.925
15.800
43.324
59.124
11,7%
1.516
4.071
5.587
1.404
4.574
5.978
7,0%
Tecidos, Vestuário e Calçados
Textile, Clothing and Footwear
76.781
180.582
257.363
82.100
202.888
284.988
10,7%
Utilidades Domésticas
Household Utilities
37.286
56.327
93.613
39.630
63.284
102.914
9,9%
Serviços / Services
468.839
912.663
1.381.502
81.713
124.492
206.205
-85,1%
226.174
345.913
572.087
252.500
386.698
639.198
11,7%
Serviços Financeiros
Financial Services
13.468
20.599
34.067
16.102
23.027
39.129
14,9%
Serviços Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
Wealth Services
34.230
52.352
86.582
38.100
58.524
96.624
11,6%
Tecnologia da Informação
Information Technology
25.427
38.412
63.838
27.511
42.941
70.452
10,4%
169.539
455.388
624.928
189.101
509.081
698.182
11,7%
2.516.946
5.864.617
8.381.564
1.866.551
4.125.481
5.992.032
-28,5%
Transporte e Logística
Transport and Logistics
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens de Capital / Capital Goods
Bebidas e Fumo
Beverage & Tobacco
Educação
Education
Lazer, Turismo e Hotelaria
Leisure Industry
Bancos & Crédito
Banking
Telecomunicações
Telecommunication
Total / Total
* Estimado / *Forecast
17
Artigos e entrevistas
Articles and interviews
Alexandre Assaf Neto,
João Carlos Castilho Garcia
e Fabiano Guasti Lima*
Aplicações
financeiras
antes e depois
da crise de 2008
Financial
investments
before and
after the 2008
crises
Principais indicadores
de mercado
Main market indicators
O
Instituto Assaf levantou as principais aplicações financeiras
antes e depois da crise de 2008 com o intuito de analisar
o desempenho da economia brasileira perante dois
cenários bem diferentes. Os períodos analisados foram a pré-crise,
identificada de janeiro de 2002 a dezembro de 2007, e a pós-crise,
descrita de janeiro de 2008 a dezembro de 2013.
A tabela 1 ilustra a rentabilidade nominal (aquela que considera
a inflação) acumulada nos respectivos períodos.
A inflação antes da crise de 2008 estava acumulada no período
de 2002 a 2007 em 50,7%, medida pelo IPCA – (índice oficial
do governo), e o mesmo índice no período de 2008 a 2013 está
acumulado em 39,67%.
A rentabilidade real (aquela descontada a inflação) acumulada
em cada um dos períodos está ilustrada na tabela 2.
Tabela 1
The Instituto Assaf researched the leading
financial investments before and after the
2008 crisis with the intention of analyzing the
performance of the Brazilian economy in two
very different scenarios. The periods analyzed
were pre-crisis – covering January 2002 to
December 2007, and post-crisis – covering
January 2008 to December 2013.
Table 1 shows the nominal rates of return
(which consider inflation) accrued in the
respective periods:
Before the 2008 crisis accrued inflation for
the period 2002-2007 was 50.7% according
to the official government index (IPCA) and
39.67% (according to the same index) for the
period 2008-2013.
Table 1
Rentabilidade Nominal Acumulada
Accrued nominal rates of return
2002 a 2007
2002 to 2007
2008 a 2013
2008 to 2013
20
Poupança
CDB
Renda Fixa
Ouro
Dólar
Bolsa
Imóveis
Título Público
Savings
CDB
Fixed income
Gold
USD
Stock Exchange
Real Estate
Government Securities
66,93%
124,41%
133,07%
95,80%
-26,12%
370,58%
70,82%
172,14%
50,20%
71,23%
77,46%
87,06%
32,99%
-19,37%
55,02%
151,71%
Artigos e entrevistas
Tabela 2
Articles and interviews
Table 2
Rentabilidade Real Acumulada
Accrued real rates of return
2002 a 2007 – pré-crise
2002 to 2007 – before the crisis
2008 a 2013 – pós-crise
2008 to 2013 – after the crisis
Poupança
CDB
Renda Fixa
Ouro
Dólar
Bolsa
Imóveis
Título Público
Savings
CDB
Fixed income
Gold
USD
Stock
Exchange
Real
Estate
Government
Securities
10,77%
48,91%
54,66%
29,93%
-50,98%
212,26%
13,35%
80,58%
7,54%
22,59%
27,05%
33,93%
-4,78%
-42,27%
10,99%
80,22%
No período pré-crise a melhor aplicação foi a Bolsa de Valores,
seguida pelos títulos públicos e pelas aplicações em renda fixa.
A desvalorização do dólar deveu-se à política cambial praticada
na época, com acentuado fortalecimento da moeda nacional. O
comportamento dos indicadores de títulos privados nesse período
apresentou um comportamento razoavelmente lógico, com ativos
de risco remunerando o investidor com taxas mais elevadas se
comparadas com alternativas de mais baixo risco.
O grande desajuste da economia brasileira são os títulos
públicos pagarem as melhores remunerações. Alternativas financeiras
admitidas como as mais seguras são classificadas em nossa economia
como as que melhor remuneram o investidor. A economia privilegia
aplicações sem risco e penaliza o risco, proporcionando um
desequilíbrio na formação de preços do mercado.
No período pós-crise, os rendimentos pagos pelos títulos
públicos largaram na frente de todas as demais alternativas de
investimentos, seguidos pelas aplicações em ouro e renda fixa. Em
ambos os períodos, a postura dos agentes de mercado revela-se mais
conservadora: juros altos pagos pelos títulos de menor risco criam
um perfil viesado de preferência por maior certeza nos rendimentos.
Para efeitos comparativos, os T-Bonds emitidos pelo Tesouro
dos EUA pagaram no período pré-crise um rendimento acumulado
nominal de 32,07% e real (descontada a inflação da economia) de
11,13%. No período pós-crise, os juros acumulados atingiram o
acumulado nominal de 24,38% e real de 12,10%. Estes percentuais
são bem menores que os pagos pelos títulos emitidos pelo Tesouro
Nacional nos períodos analisados, conforme demonstrados na
tabela 3 a seguir.
Tabela 3
The real rate of return (which discounts
inflation) accrued in each of the periods is
shown in table 2.
In the pre-crisis period the best investment
was the Stock Exchange, followed by
government securities and fixed income
investments. The devaluation of the dollar was
due to the exchange rate policy of the period,
characterized by strengthening the Brazilian
currency. The behavior of the indicators
of private securities during this period was
reasonably logical, with risk assets remunerating
the investor at higher rates than those of lower
risk alternatives.
The major imbalance in the Brazilian
economy results from government securities
paying the highest returns. Financial
alternatives considered the safest are classified
in our economy as those that pay the highest
remuneration to the investor. The economy
rewards investments with no risk and penalizes
risk, resulting in an imbalance in the formation
of market prices.
In the post-crisis period the remuneration
paid by government securities took the lead
over all other investment alternatives, followed
by investments in gold and fixed income. In
both periods the attitude of market agents was
more conservative: the high interest rates paid
by the lowest risk securities led to a tendency for
investors to prefer guaranteed returns.
Table 3
Remuneração Real dos Títulos Públicos: BR x EUA
Real return on government securities: BRAZIL x USA
Período de 2002 a 2007 – pré-crise
T-Bonds/EUA
Títulos Públicos/BR
Ágio BR
T-Bonds/USA
Government bonds/Brazil
Difference
10,77%
48,91%
54,66%
7,54%
22,59%
27,05%
Pre-crisis period 2002 to 2007
Período de 2008 a 2013 – pós-crise
Post-crisis period 2008 to 2013
21
Articles and interviews
Artigos e entrevistas
O investimento em metais preciosos como o ouro também
é uma forma de poupança e investimento. Embora já tenha
sido símbolo de ostentação de riqueza, o ouro está acessível aos
investidores através do mercado de balcão e para os investidores
mais sofisticados principalmente através de contratos negociados na
BM&FBovespa. O investimento ganhou força mais precisamente
com as crises americanas e europeia mesmo com a queda em 2013.
A rentabilidade nominal média efetiva anual para cada uma
das aplicações antes e depois da crise é dada a seguir:
Rentabilidade Média Anual
2002 a 2007
2008 a 2013
Average annual return
2002 to 2007
2008 to 2013
Poupança Savings
8,92%
7,01%
CDB CDB
14,42%
9,38%
Renda Fixa Fixed Income
15,15%
10,03%
Ouro Gold
11,85%
11,00%
Dólar USD
-4,92%
4,87%
Bolsa Stock Exchange
29,45%
-3,53%
Imóveis Real Estate
9,33%
7,58%
Título Público Government Securities
18,16%
16,63%
O desvio padrão anual das rentabilidades dessas aplicações
está na tabela 4.
O desvio padrão é uma medida de risco dessas aplicações por
demonstrar as oscilações das rentabilidades no período analisado. E
quanto maior for esta medida estatística, maior será a oscilação das
rentabilidades e consequentemente maior o risco. Observa-se que
com exceção da Bolsa e dos títulos públicos o risco tem diminuído
no período pós-crise.
For purposes of comparison, the T-bonds
issued by the United States Treasury during the
pre-crisis period yielded an accrued nominal rate
of return of 32.07% and a real rate (discounting
inflation) of 11.3%. In the post-crisis period
accrued interest rates reached a nominal rate
of 24.38% and a real rate of 12.1% These
rates are well below those paid by the Brazilian
Treasury during the two periods analyzed, as
shown in table 3.
Investment in precious metals such as
gold is also a form of savings and investment.
Although it was once a symbol of ostentation,
gold is accessible to investors through the overthe-counter market and for more sophisticated
investors mainly through contracts negotiated
on the BM&FBOVESPA. It gained popularity
as an investment precisely due to the American
and European crises even though it fell off in
2013.
The average nominal annual rate of return
for each investment before and after the crisis
is given below:
The annual standard deviation of the return
on these investments is given in table 4.
Standard deviation is a risk measurement
of these investments that shows the oscillations
in the yield during the period analyzed. The
higher it is, the higher the oscillation of the
yield and consequently the greater the risk.
It will be seen that, with the exception of the
Stock Exchange and of government securities,
the risk has diminished in the post-crisis period.
Tabela 4 Table 4
Risco (desvio padrão) dos Rendimentos de Mercado
Risk (standard deviation) of Market Yield
2002 a 2007
2002 to 2007
2008 a 2013
2008 to 2013
Poupança
CDB
Renda Fixa
Ouro
Dólar
Bolsa
Imóveis
Título Público
Savings
CDB
Fixed income
Gold
USD
Stock Exchange
Real Estate
Government Securities
1,24%
3,02%
3,92%
29,06%
23,57%
37,44%
4,22%
0,97%
0,58%
1,94%
1,66%
19,64%
19,52%
42,69%
2,78%
5,30%
*Alexandre Assaf Neto, João Carlos Castilho
Garcia e Fabiano Guasti Lima são Diretores e
Pesquisadores do Instituto Assaf.
*Alexandre Assaf Neto, João Carlos Castilho
Garcia and Fabiano Guasti Lima are Directors
and Researchers of the Instituto Assaf.
22
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Artigos e entrevistas
Articles and interviews
João Paulo dos Reis Velloso*
Brasil: educação e
emprego no país
das oportunidades
e a questão política
A
s bases do modelo capaz de superar a armadilha do
baixo crescimento e permitir ao Brasil o aproveitamento
das grandes oportunidades são: Educação moderna e
de qualidade, universalizada pelo menos até o ensino médio;
Oportunidade para todos; Educação em sentido amplo, abrangendo
educação tradicional, educação profissional e educação tecnológica.
Na verdade, estamos falando de aprendizado (qualificação –
skills), ou seja, incorporando a experiência acumulada no trabalho
e em caráter permanente, com reciclagem até o fim da vida.
A educação moderna implica a universalização dos códigos
da modernidade: Capacidade cognitiva (aprender a raciocinar,
pensar); Capacidade de tomar decisões; Capacidade de comunicarse; Capacidade Criativa; Domínio do Inglês (a língua universal);
Capacitação em TICs.
Por outro lado, oportunidade para todos implica evitar cair
na armadilha apresentada por George Orwell no seu livro Fazenda
dos animais (Animal Farm): “Todos são iguais, mas uns são mais
iguais que os outros.”
Oportunidade, aqui, significa principalmente emprego para
todos e, principalmente, emprego para os pobres.
Exemplo: no final dos anos 70, o desemprego era residual
(algo como 2%). Só o emprego realmente tira da pobreza (pobreza
absoluta). Oportunidade, também, no sentido de apoio, de todas
as formas, à Pequena Empresa Moderna.
24
Brazil: education
and employment
in the land of
opportunities
and the political
question
The bases of the model which will enable
Brazil to escape the trap of low growth and to
make the most of its great opportunities are:
modern, high quality, universal education at
least until secondary school; opportunity for all;
education in the broadest sense, encompassing
traditional education, physical education and
technological education.
In fact, we are talking about learning
(training – skills), which is to say, incorporating
the experience accumulated at work on a
permanent basis, with refresher courses until the
end of life.
Modern education implies the universalization
of the codes of modernity: cognitive capability
(learning to reason, to think); the capacity to
take decisions; the capacity to communicate;
creative capacity; mastery of English (the universal
language); and training in ICTs.
On the other hand, opportunity for all
implies avoiding falling into the trap presented
by George Orwell in his book, “Animal Farm”:
“All [people] are equal, but some [people] are
more equal than others”.
Opportunity here principally means
employment for all and, above all, employment
for the poor.
For example,at the end of the 1970s,
unemployment was residual (something in the
Artigos e entrevistas
Articles and interviews
Brasil: o País das oportunidades
Há necessidade de estratégia através da qual o Brasil possa
realmente desenvolver as suas grandes oportunidades, em diferentes
áreas. E, assim, construir um novo modelo de desenvolvimento.
Vejamos, a seguir, a diversidade de grandes oportunidades de
que dispõe o País e que não estão sendo aproveitadas. É urgente
aproveitá-las, se queremos sair, o mais breve possível, da armadilha
do baixo crescimento. Ao lado disso, é preciso enfrentar a questão
política.
Tecnologias do futuro
O Brasil, como potência em inovação e tecnologia,
impulsionando as tecnologias do século XXI (inclusive a
nanoeletrônica). Transformação da biotecnologia, com base na
biodiversidade, em uma das grandes tecnologias do século XXI,
principalmente, na Amazônia, no Nordeste (caatinga) e nos
“Cerrados”– Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
Estratégia TIC Brasil-2022. Programa de apoio à criação de
novos clusters (aglomerados) de inovação – parques tecnológicos.
Estratégia de desenvolvimento da eletrônica orgânica, inclusive
para produzir o chiporgânico. Desenvolvimento da nanoeletrônica
(eletrônica do futuro, com vistas ao desenvolvimento e à segurança
no País).
Setores intensivos em recursos naturais
Usar o pré-sal para transformar a economia brasileira e não
apenas para produzir petróleo e gás. E o futuro do gás de xisto
no Brasil. Novos avanços na melhoria de nossa matriz energética,
prioridade à energia hidroelétrica.
O futuro é agora. Estratégia de implantação do carro elétrico
no Brasil, em paralelo com os biocombustíveis. Usar o “modelo
escandinavo” para construir grandes complexos industriais em
torno dos setores intensivos em recursos naturais (agronegócio
/ agroindústria, mineração moderna / metalurgia, petróleo /
petroquímica).
Tenderiam a desaparecer os setores primários. Novas
tecnologias de desenvolvimento de biocombustíveis, inclusive
etanol de segunda geração à base de celulose.
Desenvolvimento social
Novos sistemas de transportes coletivos metropolitanos à base
de trilhos (metrô, trem de subúrbio, bonde moderno – VLT).
Nova Era: transformar as comunidades (favelas), nas regiões
metropolitanas, em oportunidade para desenvolver o País, usando
order of 2%). Only employment really takes
people out of poverty (absolute poverty);as does
opportunity, in the sense of support, in all its
forms, for the modern small business.
Brazil: the land of opportunity
There is a need for a strategy by which
Brazil can really develop its great opportunities
in different areas and, thus, build a new model
of development.
Below, we will see the range of great
opportunities which the country possesses and
which are not being exploited. It is of urgent
importance that we make the most of them if we
wish to escape the trap of low growth as quickly
as possible. In addition to this, it is necessary to
confront the political question.
Technologies of the future
Brazil, as a force in innovation and technology,
driving the technologies of the 21st century
(including nanotechnology). The transformation
of bio-technology based on biodiversity, one of the
great technologies of the 21st century, principally
in the Amazon, in the Northeast (Caatinga) and
in the “Cerrados” savannah regions of the Centerwest, North and Northeast.
Brazil ITC Strategy-2022 (Estratégia TIC
Brasil-2022). A program of support for the
creation of new clusters of innovation: technology
parks. A strategy for the development of organic
electronics, including the production of organic
chips. The development of nanoelectronics (the
electronics of the future, with a view to assuring
Brazil’s development and security).
Sectors intensive in natural
resources
Use the profits from sub-salt oil to transform
the Brazilian economy and not just to produce
oil and gas. And the future of shale gas in Brazil.
New advances in the improvement of the energy
matrix, with priority given to hydroelectric energy.
The future is now. A strategy for the
development of the electric car in Brazil, in
parallel with bio-fuels. Use the “Scandinavian
model” to construct big industrial complexes
around sectors which are intensive in natural
resources (agro-business / agro-industry, modern
mining / metallurgy, oil / petrochemicals).
Primary sectors are destined to disappear.
New technologies for the development of biofuels, including second-generation cellulosebased ethanol.
25
Artigos e entrevistas
Articles and interviews
setores como artesanato, economia solidária, cultura e turismo. E
qualificando mão de obra. Plano de inclusão econômica, social e
cultural: favela é cidade. “Teatro mágico da cultura”, indústrias
criativas.
Estratégia de desenvolvimento das “indústrias criativas”:
cultura, artes, entretenimento, turismo. Dotá-las de fortes estruturas
empresariais e institucionais.
Transformar o delta do Parnaíba (“Delta das Américas”), a
Ilha de Fernando de Noronha e a Ilha Grande (RJ) em atrações
turísticas internacionais.
Oportunidade global – O Brasil como potência ambiental,
principalmente através do “PIB verde” (agricultura verde, indústria
verde, serviços modernos verdes).
A questão política
O Brasil tem um problema de dimensão histórica: grave
questão política, que emperra tudo. Talvez o nosso maior problema.
Dentro da ideia de modernização política (ou reforma política),
a saída está em avançar no sentido de chegar a um bom sistema
político (notadamente Congresso e Partidos).
Para quê? Da forma que essas instituições funcionam
não se pode dizer que sejam favoráveis ao desenvolvimento. A
Reforma deve ter o sentido de torná-las corresponsáveis por bons
fundamentos econômicos, principalmente na área fiscal, e pela
realização de reformas importantes como: reforma da previdência,
reforma tributária, redução da carga fiscal. E por opções sociais
compatíveis com o alto crescimento.
Tal modernização não ocorrerá sem a participação do poder
executivo. Poder executivo que dialogue com o Congresso Nacional
e os partidos políticos, avançando para pôr fim ao “Presidencialismo
Imperial” (excesso de poder nas mãos do Executivo).
Assim, poderemos caminhar para pôr fim ao Estado
(Executivo, Legislativo e Judiciário) que gasta de mais e, por isso,
cobra imposto de mais.
E poupademenos.
E investedemenos.
Precisamos sair dessa armadilha.
*João Paulo dos Reis Velloso é Presidente do Fórum
Nacional.
*João Paulo dos Reis Velloso is the Chairman of
the Brazilian National Forum (Fórum Nacional).
26
Social development
New systems of rail-based collective
metropolitan transport (subway, suburban trains,
LRT- modern tramway systems).
New Era: transform communities (favelas),
in metropolitan regions, as part ofan opportunity
to transform the country, using sectors such
as handicrafts, the solidarity economy, culture
and tourism. Training of the work force. A plan
of economic, social and cultural inclusion: the
favela is the city. “The magical theatre of culture”,
creative industries.
A strategy for the development of the “creative
industries”: culture, arts, entertainment, tourism.
Provide them with strong entrepreneurial and
institutional structures.
Transform the Parnaíba Delta (the “Delta
of the Americas”), the Island of Fernando de
Noronha and Ilha Grande (in the State of Rio
de Janeiro) into international tourist attractions.
Global opportunity – Brazil as an
environmental power, principally through “Green
GDP”, (green agriculture, green industry, modern
green services).
The political question
Brazil has a problem of historical dimensions:
the political question, which complicates
everything. Perhaps it is our greatest problem. In
the context of the notion of political modernization
(or political reform), the solution is to move
towards achieving a good political system (notably
regarding the congress and parties).
Why? The way these institutions operate one
cannot say that they are in favor of development.
Any reform must make them co-responsible for
good economic bases, principally in the fiscal area,
and for carrying out important reforms, such as
welfare reform, tax reform and a reduction in the
tax burden, and to offer compatible social policies
such as high growth.
This modernization will not occur without
the participation of the executive branch, working
in concert with the Brazilian Congress and the
political parties, to put an end to “Imperial
Presidentialism” (excessive power in the hands
of the executive branch). As such, we will be
able to move towards putting an end to the State
(the executive, legislative and legal branches)
which spends too much and, as a result, levies
too much tax.
And saves too little.
And invests too little.
We need to escape from this trap.
DC3
CAPITAL DE GIRO E OPORTUNIDADES PARA CRESCER.
O Banco da Amazônia ajuda a região a exportar encantos e negócios. Destinado a empresas, grupos
exportadores e fornecedores diretos, o Amazônia Giro Exportação oferece capital de giro com recursos
próprios de forma simples e rápida, com as menores taxas, os melhores prazos e isenção de IOF.
É oportunidade de crescimento sustentável, que movimenta o mercado e transforma toda a região.
SAC 0800 727 72 28
OUVIDORIA 0800 722 21 71
Retrospectiva do mercado
Market retrospective
OFERTA DE ATIVOS Offer of assets
Desempenho em 2013 Performance in 2013
Indicadores
Resultados
Variação sobre 2012
51.507 pontos
R$ 1,83 trilhões
R$ 157,50 bilhões
R$ 8,48 bilhões
R$ 6,24 bilhões
220.551 milhões
889.318
R$ 2.414.218 milhões
-15,50%
2,8%
6,18%
-19,24%
-10,47%
14,89%
13,96%
20,67%
Indicators
Results
Ibovespa (variação acumulada) / Ibovespa (accumulated variation)
Volume financeiro / Financial volume
Volume médio mensal / Average monthly volume
Maior volume financeiro do ano / Highest financial volumes for the year
Média diária negociada / Average daily trading
Número de negócios / Number of trades
Média diária do número de negócios / Average daily number of trades
Valor de mercado das empresas / Market value of companies
Variation X 2012
Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)
Fonte: Bovespa
Novas empresas na Bovespa New listed companies
Empresa
Segmento de listagem
Data
No de investidores
Company
Listing segment
Date
Number of investors
Trading volumes
Atacado e Varejo / Wholesale and retail
Lazer, Turismo e Hotelaria / Leisure industry
Educação / Education
Educação / Education
Energia Elétrica / Electricity
05/12/2013
18/10/2013
24/10/2013
-
1.448
2.330
1.067
1.234
1.265
R$ 2.845 milhões
R$ 2.330 milhões
R$ 619 milhões
R$ 504 milhões
R$ 915 milhões
Via Varejo
CVC Brasil
SER Educa
Anima
CPFL Renova
Fonte: Bovespa
Volume negociado
Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)
Ofertas primárias e secundárias registradas na CVM – volume em R$ mil
Primary and secondary offering recorded in the Brazilian Securities Commission – volume in R$ 1.000
Ano
Year
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Fonte: CVM
Ações
Debêntures
Notas promissórias
FIDC
Stocks
Private bonds
Commercial papers
Receivable funds
Total
26.983.911
67.322.943
34.003.995
32.280.348
152.007.567
18.315.637
8.888.263
19.616.051
69.464.083
46.533.786
37.458.538
11.080.348
15.634.956
3.180.000
50.047.485
10.944.760
5.278.500
9.725.500
25.907.750
9.510.629
100.000
670.000
-
12.777.399
9.961.555
10.020.850
8.212.657
10.233.600
7.128.150
3.917.750
3.541.326
114.503.893
133.543.784
107.391.133
61.083.982
177.876.123
28.723.787
63.523.498
54.911.137
Total
Source: Brazilian Securities Commission (CVM)
Registros na CVM: Cias abertas Registrations with the Brazilian Securities Commission (CVM): Public companies
Ano / YearConcedidos / GrantedCancelados / Cancelled
Total de Companhias / Total No Companies
2005 23146
617
20065264
620
20079161
650
20084012
680
20091617
679
20104185
657
20114048
656
2012 17
27
663
20133219
676
Fonte: CVM
28
Source: Brazilian Securities Commission (CVM)
Retrospectiva do mercado
Market retrospective
OFERTA DE RECURSOS Offer of resources
Índices de Mercado Indexes – Exchange-traded funds market
2009
6.779
83,4%
1.972
66,4%
9.563
10.020
3.388
1.173
959
Índice de Governança (IGC) / Corporate Governance Index
Variação (%) / Variation (%)
Índice de Sustentabilidade (ISE) / Business Sustainability Index
Variação (%) / Variation (%)
Índice Brasil 50 (IBrX-50) / Brazil-50 Index
Índice do Setor Industrial (INDX) / Industrial Sector Index
Índice Financeiro (IFNC) / Financial Index
Índice Small Cap (SMLL) / Small Cap Index
Índice Mid-Large Cap (MLCX) / Mid-Large Cap Index
2010
7.629
12,5%
2.087
5,8%
9.634
10.945
3.745
1.439
979
2011
6.679
-12,2%
2.018
-3,2%
8.279
9.618
3.468
1.200
877
Fonte: Bovespa
Ativos EFPC X PIB (%)
Pension Fund assets x GDP
Pension funds x GDP (IBGE) – R$ million
Year
2013
7.788
-2,0%
2.480
1,9%
8.695
12.539
4.132
1.309
963
Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)
Fundos de pensão X PIB (IBGE) – Em R$ mi
Ano
2012
7.950
19,0%
2.432
20,5%
9.096
12.147
4.014
1.544
983
Ativos das EFPCs
Assets of EFPCs
2007456.565
2008444.822
2009515.392
2010558.000
2011602.629
2012668.256
2013669.000
Fonte: IBGE / Abrapp
2007
PIB
GDP
2008
2.661.344
3.031.864
3.185.125
3.674.964
4.143.013
4.403.000
4.840.000
2009
17,2
14,7
16,2
2010
15,2
2011
14,5
2012
15,2
2013
Source: IBGE / Abrapp
13,8
Fonte: IBGE / Abrapp
Source: IBGE / Abrapp
Principais empresas em valor de mercado – posição 31/12/2013 Market capitalization ranking – position in 31/12/2013
Empresa
Total (R$ mil)
Partic. (%)
Empresa
Total (R$ mil)
Partic. (%)
Company
Total (R$1.000)
Participation (%)
Company
Total (R$1.000)
Participation (%)
Ambev
Petrobras
Vale
Itauunibanco
Bradesco
Banco do Brasil
Itausa
Santander BR
271.305.323
214.687.733
185.311.442
152.844.123
128.406.004
69.916.175
56.692.600
55.866.176
11,24%
8,89%
7,68%
6,33%
5,32%
2,90%
2,35%
2,31%
51.608.481
48.617.669
42.969.307
36.850.942
31.374.485
30.458.285
29.809.411
29.674.252
2,01%
1,78%
1,53%
1,30%
1,26%
1,23%
1,23%
1,15%
Cielo
Telef Brasil
BRF SA
Souza Cruz
CCR S/A
Ultrapar
Tim Part S/A
Gedau
Fonte: Bovespa
Source: São Paulo Stock Exchange (Bovespa)
Saldo da posição de clubes de investimento Club positions
Ano
Year
Quantidade de clubes
Number of clubs
Quantidade de membros
Number of members
20072.160
20082.776
20092.955
20103.054
20112.852
20122.266
20131.738
Fonte: Bovespa
Patrimônio líquido (R$ milhões)
Shareholders equity (R$ millions)
154.102
148.637
140.037
131.521
115.866
82.781
53.670
14.782,5
8.217,2
14.128,7
11.394,6
9.021,2
9.425,5
7.552,4
Source: São Paulo Stock Exchange
29
Retrospectiva do mercado
Market retrospective
MERCADO DE DÍVIDA Debt market
Emissões de Debêntures em 2013 Private bonds launch in 2013
Registros por setor Registrations X Sector
Financeiro / Financial
Energia Elétrica / Power
TI e Telecomunicações / IT and Telecommunication
Emp. Adm. Participações / Holding Companies
Metalurgia e Siderurgia / Steel and metallurgy
Comércio e Indústria / Trade and Industry
Transporte e Logística / Transport and Logistics
Outros / Others
Total de emissões Total issues
21,38%
17,19%
10,46%
10,30%
6,14%
4,75%
4,13%
3,75%
Ano
Quantidade
Year
Quantity
Vol. financeiro (R$)
Financial volume (R$)
2008
2009
2010
2011
2012
2013
36
59
19
17
18
16
41,93 bilhões / billion
15,37 bilhões / billion
52,29 bilhões / billion
48,50 bilhões / billion
86,61 bilhões / billion
66,13 bilhões / billion
Destino das emissões Allocation of issues
Alongamento do Perfil de Endividamento / Renegotiation of debt structure
Capital de Giro / Working capital
Aquisição de Bens para Arrendamento / Acquisition of goods for leasing
Não informado / Information not provided
Redução de Passivo / Liability reduction
Investimento ou Aquisição de Participações Societárias / Investment in or acquisition of corporate holdings
Investimento em Imobilizado / Investment in fixed assets
Outras Destinações / Other purposes
Recompra ou Resgate de Debêntures de Emissão Anterior / Repurchase or redemption of previous debenture issues
Implantação de projetos / Project implementation
Cobertura de Custos Iniciais das Operações / Covering of intitial operation costs
Reestruturação, Modernização e Recuperação Empresarial / Corporate restructuring, modernization and recuperation
Aquisição de Recebíveis / Acquisition of receivables
Investimento em Infra-Estrutura / Investment in infrastructure
Concessão de Mútuo / Loan concessions
Fonte: Sistema Nacional de Debêntures
22,55%
19,59%
9,79%
9,56%
8,90%
7,48%
6,40%
3,94%
3,70%
2,39%
1,69%
1,41%
1,21%
1,11%
0,28%
Source: National Debentures System
Evolução dos FIDCs Development of the Credit Rights Investment Funds (FIDCs)
Ano / Year
Dez/08
Dez/09
Dez/10
Dez/11
Dez/12
Dez/13
No fundos / Number of funds PL (milhões) / Shareholders equity (millions)
43.530,60
193
52.814,97
210
50.072,20
144
74.375,30
228
64.291,05
397
71.305,40
447
Variação do PL (%) / Variation in net worth (%)
51,64
21,33
-5,19
48,54
-13,56
10,91
Source: Anbima
Fonte: Anbima
Evolução dos Fundos de Ações Share Fund Development
Ano / Year
Dez/08
Dez/09
Dez/10
Dez/11
Dez/12
Dez/13
Fonte: Anbima
30
No fundos / Number of funds
1.265
1.491
1.722
1.989
2.002
2.068
PL (milhões) / Net worth (millions)
129.603
194.314
199.061
179.552
206.156
211.300
Variação do PL (%) / Variation in net worth (%)
-42,67
49,93
2,44
-9,80
14,82
2,49
Source: Anbima
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Matéria de capa
Cover story
Investimentos das companhias
abertas e seu financiamento
no período de 2005 a 2013
Carlos A. Rocca
Diretor do Centro de
Estudos do IBMEC e
Sócio-Diretor da CRC
Consultores Associados.
Director at the IBMEC
Study Center and
Executive Partner of CRC
Consultores Associados.
[email protected]
Lauro Modesto Santos Jr.
Superintendente do Centro
de Estudos do IBMEC
e sócio da CRC
Consultores Associados.
Division Head at the
IBMEC Study Center
and Partner of CRC
Consultores Associados.
[email protected]
32
INTRODUÇÃO
O exame das contas nacionais dos últimos anos revela uma
redução da taxa de investimento de níveis próximos de 20% do PIB
no período de 2010/2011 para 18% em 2013. A taxa de poupança
doméstica apresenta uma queda ainda mais acentuada, de cerca de
3 pontos porcentuais do PIB, caindo de 17% para apenas 13,9%
em 2013, o menor nível desde 2002. Desse modo, os números
sugerem que o aumento da poupança externa, evidenciado pela
elevação do déficit em contas correntes de 2,5 % em 2011 para
3,7% em 2013, destinou-se ao financiamento do consumo.
Nesse contexto, a taxa de poupança doméstica representa mais
um obstáculo à aceleração do crescimento da economia brasileira.
Trabalho recente do CEMEC1 mostra que a maior parte dessa
queda da taxa de poupança doméstica não resulta da queda da
poupança das famílias, mas se deve essencialmente à redução da
poupança das empresas, como evidenciado pela redução do fluxo
de lucros retidos. O objetivo deste trabalho é verificar em que
medida as companhias abertas contribuíram para esses resultados,
a partir de uma análise dos dados obtidos com a consolidação de
balanços das empresas não financeiras. As informações utilizadas
provêm da base de dados da Economatica e cobrem o período
de 2005 a 2013.
Matéria de capa
c. Dados das contas nacionais,
incluindo todas as empresas não
financeiras, de capital aberto ou
fechado; para facilitar, ao longo
deste artigo, sempre que nos
referirmos a esse conjunto de
empresas não financeiras usaremos
simplesmente o termo “empresas”.
É importante fazer desde já as
seguintes observações:
1.Neste artigo são usadas três bases
de dados:
a. Dados obtidos mediante a
consolidação das demonstrações
financeiras das companhias abertas
não financeiras 2, excluídas as
instituições financeiras e
holdings3; por facilidade, ao longo
deste artigo, sempre que nos
referirmos a essas “companhias
abertas não financeiras” usaremos simplesmente o termo
“companhias”.
b. Dados obtidos mediante a
consolidação das demonstrações
financeiras das maiores empresas
fechadas não financeiras4; para
facilitar, ao longo deste artigo,
sempre que nos referirmos a
essas “maiores empresas fechadas
não financeiras” usaremos
simplesmente os termos “maiores
empresas fechadas”.
Cover story
2. Na base de dados da Economatica,
a série de dados de 2005 a 2013
inclui tão somente as demonstrações
financeiras das companhias existentes
em2013; portanto, não estão
presentes na série os dados das
companhias que fecharam o capital
ou deixaram de publicar balanços
(por falência ou outros razões)
nesse período, mas incluem todas
as empresas que abriram seu capital
entre 2005 e 20135.
3. É importante notar que essa
característica da base de dados
introduz um viés positivo na
tendência dos dados analisados. Por
exemplo, a soma do lucro líquido
de todas as companhias abertas
Investments of companies and their funding
in the period from 2005 to 2013
1. INTRODUCTION
An examination of the national accounts
of recent years reveals a reduction in investment
rate from levels close to 20% of GDP in the
period from 2010/2011 to 18% in 2013.
The domestic savings rate shows a still more
accentuated decline, of around 3 percent of
GDP, falling from 17% to only 13.9% in
2013, the lowest level since 2002.
As such, the numbers suggest that the
increase in external savings, evidenced by the
increase in the current account deficit, from
2.5% in 2011 to 3.7% in 2013, was due to
the funding of consumption. In this context,
the domestic savings rate represents a further
obstacle to the acceleration of the growth of
the Brazilian economy.
A recent study by CEMEC1 (Center of
Studies of the Brazilian Institute of Capital
Markets) shows that most of this fall in the
domestic savings rate does not result from a
fall in family savings, but is essentially due
to a reduction in the savings of companies,
as evidenced by the reduction in the flow of
retained earnings. The objective of this study is
to verify to what extent companies contributed
to these results, based on an analysis of the data
obtained from the consolidated balance sheets
of companies. The information used comes
from the Economatica database and covers
the period from 2005 to 2013.
It is important to make the following
observations here:
See the CEMEC report on the Funding of
Investments in the Brazilian Economy – Jan 2012.
1
existentes em cada ano da série
retrospectiva certamente seria maior
que a estimativa gerada pela base
de dados utilizada. A diferença é
equivalente à soma dos lucros –
provavelmente é um número positivo
– das companhias que ainda existiam
nesses anos, mas que deixaram de
existir em 2013.
4. Da base de dados utilizada
no trabalho foram excluídos os
resultados das empresas do Grupo
X, levando em conta que seu forte
impacto sobre os lucros estimados6
resulta essencialmente do impairment
de seus ativos e não traduzem
resultados operacionais negativos,
mas a frustração de expectativas de
seus resultados futuros.7
5. Políticas públicas adotadas
nesse período afetaram de modo
significativo os resultados da
Petrobras, com o controle de preços
de derivados de petróleo, e das
empresas do setor elétrico, estas
últimas de modo diferenciado,
Notas:
1
Relatório CEMEC sobre Financiamento dos
Investimentos da Economia Brasileira – jan 2012
2
Fonte: Economatica.
A exclusão das instituições financeiras resulta
da observação de que as mesmas apresentam
parâmetros operacionais muito diferentes das
empresas não financeiras, o que pode dificultar a
interpretação dos resultados da análise.
3
Fonte: Cadastro das “Melhores e Maiores” da
revista Exame.
4
5
Por essa razão, na base de dados utilizada,existem
348 companhias com dados em 2013 e 288
em 2005; é interessante notar que uma parcela
considerável da redução desse número resulta
de processos de fusão ou incorporação e não de
fechamento de capital ou falência; por outro lado,
o valor absoluto dos agregados considerados não
se reduz necessariamente, levando em conta que
as empresas que abriram seu capital no maior
ciclo de IPOs desse período (2006/2007) eram
maiores que a média das empresas existentes
no mercado. V. (2013) Rocca, Carlos. A Santos
Jr. Lauro M. – Estudos IBMEC 7 – Acesso das
Empresas ao Mercado de Capitais – Editora Publit
– Rio de Janeiro.
Em 2013 o prejuízo contábil do grupo X atinge
R$ 19,7 bilhões (R$ 17,4 bilhões da OGX e R$ 2,3
bilhões da OSX).
6
7
A rigor a base de dados utilizada também
contém o efeito de impairment apurado em outras
empresas, mas certamente com impacto muito
menos relevante.
33
Matéria de capa
conforme seu posicionamento em
relação à renovação dos contratos
de concessão. Para gerar estimativas
que traduzam o desempenho das
companhias que não sofreram esses
impactos, são apresentados também
os resultados obtidos quando se
exclui da base de dados os números
da Petrobras e da Eletrobras8.
Deve-se levar em conta,
finalmente,que o exame do
desempenho de cada uma das
companhias abertas consideradas
na amostra revela considerável
variância de resultados. Desse modo,
as observações e hipóteses levantadas
neste trabalho se referem somente às
tendências dos valores consolidados,
não refletindo necessariamente o
comportamento individualizado de
muitas das empresas da amostra.
POUPANÇA DAS EMPRESAS
NÃO FINANCEIRAS E AS
COMPANHIAS ABERTAS
A partir de 2010/2011 verificase uma queda da taxa de poupança das
1.1. In this article, three databases are used:
a. Data obtained from the consolidated
financial statements of non-financial
publicly traded companies2, excluding
financial institutions and holding
companies 3 ; to facilitate matters,
throughout this article, whenever we
refer to “non-financial publicly-traded
companies”, we will simply use the term
“companies”.
b. Data obtained from the consolidated
financial statements of the largest nonfinancial private firms4; to facilitate
matters, throughout this article, whenever
we refer to these “largest non-financial
private firms”, we will simply use the term,
“largest firms”.
c. Data from national accounts, including
all the non-financial publicly traded
34
Cover story
Gráfico 1 / Figure 1
Taxa de Poupança Empresas Não Financeiras e Lucros Retidos
Abertas, Maiores Fechadas em % do PIB
Company Savings Rate (national accounts)
and Retained Earnings of Companies in % of GDP
empresas não financeiras nas contas
nacionais, em proporção muito
menor que a redução observada nos
lucros retidos das companhias abertas,
como se observa no gráfico 19.
No conjunto das empresas não
financeiras, considerados os dados
de contas nacionais e as projeções do
CEMEC10, verifica-se claramente
uma tendência negativa desde 2005.
De uma taxa média de poupança de
11,3% do PIB no período de 2005
a 2008, os números se reduzem para
10,5% entre 2009 e 2011 e mostram
companies or private firms; to facilitate
matters, throughout this article, whenever
we refer to this group of non-financial
companies, we will simply use the term
“firms”.
went private or stopped publishing balance
sheets (due to bankruptcy or for other reasons)
during this period, are not present in this series,
but include all the companies which went
public between 2005 and 20135.
(1) The data refer to the consolidated
balance sheets of companies,
excluding financial institutions and
holding companies; the exclusion
of financial institutions results from
the observation that they present
operational parameters which
are very different from those of
companies, which could complicate
the interpretation of the results of
the analysis;
1.2. In the Economatica database, the series
of data from 2005 to 2013 only includes
the balance sheets of companies in existence
in 2013; so, thedata from companies which
2
Source: Economatica.
The exclusion of the financial institutions results
from the observation that they present operational
parameters which are very different from those of
firms, which could complicate the interpretation of
the results of the analysis.
3
4
Source: Register of the “Melhores e Maiores”
(“Biggest and Best”) of the magazine, Exame.
5
For this reason, in the database used there
are 348 companies with data in 2013 and 288 in
2005; it is interesting to note that a considerable
proportion of the reduction in this number is due
to consolidation or merger processes and not
to companies going private or to bankruptcy;
moreover, the absolute value of the aggregates
considered was not necessarily reduced, bearing
in mind that the companies which went public in
the biggest cycle of IPOs in this period (2006/2007)
were larger than the average companies present in
the market. V. (2013) Rocca, Carlos. A and Santos
Jr. Lauro M. – Estudos IBMEC 7 – Companies’
Access to Capitals Markets – Editora. Publit – Rio
de Janeiro.
Matéria de capa
uma queda acentuada para apenas
8,3% na média de 2012 e 2013.
No período de 2005 a 2011 a
taxa de poupança das companhias
abertas não financeiras em relação ao
PIB apresenta um comportamento
distinto do total, sem tendência
negativa, caracterizado por uma
relativa estabilidade em torno de
2,7% até 2009, seguida de um
salto para 3,3% em 2010/2011.
Entretanto, nos últimos dois anos, nas
companhias abertas não financeiras
ocorre uma queda extremamente
acentuada da taxa de poupança11,
atingindo apenas 0,8% em 2012 e
0,5% do PIB em 2013.
O gráfico 2 estabelece a
comparação entre o coeficiente
de lucros líquidos e de lucros
retidos em relação ao PIB, obtidos
a partir da mesma consolidação
de demonstrações financeiras das
companhias abertas não financeiras.
Fica evidenciado o elevado grau
de correlação das duas séries, com
a observação de que a redução de
lucros retidos entre 2011 e 2013, da
Cover story
ordem de 2,8 pontos porcentuais do
PIB é muito maior que a redução
do coeficiente de lucros líquidos de
2 pontos porcentuais (de 3,6% para
1,6%).
O gráfico 3 mostra que, ao
se defrontar com acentuada queda
de lucros, as companhias abertas
optaram pela manutenção do fluxo
de distribuição de dividendos, à custa
da redução mais pronunciada da
retenção de lucros. De fato, verifica-se
que o coeficiente de distribuição de
resultados das companhias abertas
Gráfico 2 / Figure 2
Retenção de Lucros e Lucros Líquidos
Empresas Não Financeiras Abertas – em % do PIB
Retention of Earnings and Net Profits Companies – in % of GDP
Gráfico 3 / Figure 3
3. It is important to note that this characteristic
of the database introduces a positive bias to the
tendency of the data analyzed. For example,
the sum of the net profits of all the companies
Lucros Líquidos e Dividendos Pagos
Empresas Não Financeiras Abertas – em % do PIB
Net Profits and Dividends Paid Companies – in % of GDP
Notas:
8
Não houve condições de examinar caso a
caso e excluir também, dessa base ajustada, os
dados de outras empresas do setor elétrico que
tiveram seus resultados impactados por essas
medidas, inclusive mediante o lançamento de
valores significativos de impairment de ativos.
Ainda não estão disponíveis os dados de
2013 das maiores empresas fechadas, obtidos
da consolidação de balanços de cerca de 750
empresas do cadastro das Maiores e Melhores
da revista Exame; entretanto, os dados até 2012
também revelam queda de lucro líquido e lucros
retidos em relação ao PIB.
9
Somente até 2009 são disponíveis dados do
IBGE que mostram a composição da taxa de
poupança doméstica em termos de famílias,
empresas e administração pública; os dados
de 2010 em diante são estimativas do CEMEC.
10
11
Medida pela porcentagem do fluxo de lucros
retidos em relação ao PIB.
35
Matéria de capa
(na forma de dividendos e juros de
capital próprio) em 2012 e 2013,
pouco abaixo de 1,6% do PIB,
situa-se praticamente no seu padrão
histórico de 1,7% do período de
2005 a 2011, para uma queda
muito forte do coeficiente de lucros
líquidos. Em 2013, foi distribuído
aos acionistas (1,5% do PIB) valor
praticamente igual aos lucros gerados
nesse ano (1,6% do PIB).
Cover story
o reinvestimento de lucros. Essa
hipótese sugere alguns fatores que
podem estar na origem da decisão
de reduzir investimentos e mudar seu
padrão de financiamento.
O gráfico 4 reforça essa hipótese,
além de indicar que o impacto foi
muito mais intenso nas companhias
abertas. As estimativas indicam que
a taxa de investimento das empresas
não financeiras se reduziu cerca
de 2 pontos porcentuais do PIB
entre 2011 e 2013, de 12,9% para
10,9%, queda de cerca de 15% do
coeficiente. Nas companhias abertas,
os dados mostram uma queda mais
Gráfico 4 / Figure 4
Investimentos Empresas Não Financeiras – % do PIB
Investments of Companies – % of GDP
INVESTIMENTO DAS
COMPANHIAS ABERTAS
NÃO FINANCEIRAS E SEU
FINANCIAMENTO
A forte queda da retenção de
lucros em favor da distribuição
de dividendos pode sugerir que,
em geral, defrontando-se com
forte redução de rentabilidade e
cenário macroeconômico negativo,
as companhias abertas não têm
identificado nos últimos dois anos
alternativas de investimento que
ofereçam a seus acionistas taxas de
retorno suficientes para justificar
existent in each year of the retrospective
series would undoubtedly be greater than
the estimate generated by the database used.
The difference is equivalent to the sum of the
profits – probably a positive number – of the
companies which still existed during these
years but which ceased to exist in 2013.
4. We excluded the results of the companies
of the Grupo X from the database used in the
study, taking into account that their strong
impact on the estimated profits6 essentially
derives from the impairment of their assets and
does not reflect negative operational results but
rather frustrated expectations regarding their
future results.7
5. Public policies adopted in this period
significantly affected Petrobras’ results,
with the controlling of the price of oil byproducts, and those of the companies of the
38
electrical sector, but in a different manner,
due to the position of the latter regarding
the renewal of the concession contracts.
To generate estimates which reflect the
performance of the companies which were
not affected by these impacts, the results
obtained when the figures for Petrobras and
Eletrobras are excluded from the database
are also presented.8
6. The estimates of retained earnings used in
this study were obtained from the difference
between the variation in the net worth and
the capital increase evaluated by the public
placements according to the data provided by
ANBIMA (Brazilian Association of Financial
and Capital Market Entities) and CVM
(Securities Commission). These sources
do not provide private placement data,
meaning that the estimates used overestimate
the retained earnings by the value of these
operations. It is not believed that these
differences would alter the conclusions of
this study.
Finally, it should be taken into account
that the examination of the performance
of each of the companies considered in the
sample reveals considerable variance of results.
As such, the observations and hypotheses
presented in this study refer only to the
tendencies of the consolidated values, and do
In 2013 the accounting losses of the Grupo X
totaled R$ 19.7 billion (R$17.4 billion for OGX and
$2.3 billion for OSX).
6
Strictly speaking, the database used also
incorporates the effects of the impairment seen
in other companies, but undoubtedly with a less
significant impact.
7
8
It was not possible to examine this issue on a case
by case basis, and also exclude from this adjusted
base the data from other companies from the
electrical sector whose results were affected by these
measures, including through the posting of significant
values concerning the impairment of assets.
Matéria de capa
Cover story
acentuada, 2,5 pontos porcentuais do
PIB, de 6,9% em 2011 para apenas
3,9% em 2013, com uma queda
relativa muito maior, da ordem de
36%. Nas maiores empresas fechadas
e nas demais (obtidas por diferença),
as estimativas também indicam
queda da taxa de investimentos entre
2011 e 2012.
Dado que a redução do fluxo de
lucros retidos foi ainda mais intensa
que a queda dos investimentos,
aumentou fortemente a participação de recursos de dívida no
seu financiamento. O gráfico
5 apresenta uma estimativa da
composição das fontes de financiamento dos investimentos das
companhias abertas não financeiras,
considerando recursos próprios e
de dívida12, na média do período
de 2005 a 2011 e nos últimos três
anos13.
Verifica-se que a composição
do financiamento de investimento
em 2011 mantém a predominância
de recursos próprios, como tem
ocorrido no período de 2005 a
2011. Em 2012 e 2013 observa-se
forte crescimento da participação
de recursos de dívida, evoluindo
para cerca de ¾ do financiamento
de investimentos. Estimativas
do padrão de financiamento de
investimentos privados na economia
brasileira14 confirmam forte redução
da participação de recursos próprios,
not necessarily reflect the individual behavior
of many of the companies in the sample.
Gráfico 6 / Figure 6
especialmente nas empresas de
controle nacional.
Como se observa no gráfico 6,
essa tendência se reflete nos índices
de endividamento das companhias
abertas nos últimos anos. Os índices
de leverage financeiro15 se elevaram
em cerca de 30%, de 0,60 em 2010
para 0,78 em 2013.
Gráfico 5 / Figure 5
Fontes de Financiamento dos Investimentos
Cias. Abertas Não Financeiras
Sources of Funding for Investments
Índices de “leverage” financeiro
Levels of financial leverage
2. SAVINGS OF COMPANIES
As of 2010/2011, a fall in the savings
rate of companies was noted in the national
accounts, of a much smaller proportion
Notas:
12
A estimativa de investimento das empresas
de cada ano usa um conceito semelhante
à formação bruta de capital fixo das contas
nacionais; é a variação de itens do ativo,
principalmente do imobilizado, em relação ao
ano anterior; a composição do financiamento é
estimada a partir das variações do patrimônio
líquido (recursos próprios) e dívidas financeiras.
13
A proporção de emissões primarias do
período de 2005 a 2011 reflete forte impacto
do grande aumento de capital da Petrobras,
ocorrido em 2010.
14
Veja-se Nota CEMEC: www.cemec.ibmec.org.br
Calculados pelo quociente entre exigível
financeiro oneroso e patrimônio líquido.
15
39
Matéria de capa
REDUÇÃO DA TAXA DE
RENTABILIDADE DAS
COMPANHIAS ABERTAS NÃO
FINANCEIRAS EM 2012/2013
RESULTA DA QUEDA DA TAXA
DE RETORNO DO ATIVO
Os números apresentados nos
itens anteriores apontam para uma
forte redução de rentabilidade,
acompanhada de aumento do
endividamento do agregado das
companhias abertas não financeiras.
A observação do gráfico 7 permite
extrair duas constatações:
Cover story
teria sido inferior ao custo médio16
do passivo financeiro líquido do
imposto de renda; note-se que esse
resultado deriva exclusivamente
da queda da taxa de retorno do
ativo, de vez que em média em
2012/2013 esse custo foi de 9,0%
a.a. praticamente igual a 9,1% a.a.
observado no biênio 2010/2011 e
inferior ao número de 2011 (9,8%).
Como seria de esperar, a
ocorrência de taxas de retorno de
ativos inferiores ao custo líquido
do imposto de renda do passivo
financeiro teve impacto negativo
Gráfico 7 / Figure 7
ROA e Despesa Financeira – Média total – % ao ano
ROA and Financial Cost - AVERAGE TOTAL – % per year
a. Essa redução de rentabilidade tem
origem numa significativa queda da
taxa de retorno dos ativos (ROA) em
2012/2013, para cerca de 7,5% a.a.,
nível 40% inferior à média de 12,5%
do biênio 2010/2011, que por sua
vez já apresenta valor menor que a
média de 15,5% a.a calculada para
o período de 2005 a 2008;
b. Pela primeira vez na série, em 2012
e 2013 a taxa de retorno do ativo
than the reduction observed in the retained
earnings of companies, as may be observed
in Figure 01.9
In the group of companies, taking into
account the data from national accounts
and the projections of CEMEC10, a negative
tendency has been clearly observed since 2005.
From an average savings rate of 11.3% of GDP
in the period from 2005 to 2008, the numbers
fell to 10.5% between 2009 and 2011, and
show a marked decline to only 8.3% in the
average of 2012 and 2013.
In the period from 2005 to 2011, the savings
rate of companies concerning GDP displays
different behavior to the overall group, lacking a
negative tendency, and characterized by relative
stability of around 2.7% until 2009, followed
by a rise of 3.3% in 2010/2011. However, in
the last two years, in the companies, there was an
extremely sharp fall in the savings rate11, totaling
only 0.8% in 2012 and0.5% of GDP in 2013.
40
Figure 2 shows a comparison between the
coefficient of net profits and retained earnings
in relation to GDP, obtained from the same
consolidated balance sheets of companies. It
makes clear the high degree of correlation
between the two series, with the observation
that the reduction in retained earnings between
2011 and 2013, in the order of 2.8 percentage
points of GDP, is much greater than the
reduction in the coefficient of net profits of
2 percentage points (from 3.6% to 1.6%).
Figure 03 shows that, when facing a
marked decline in profits, companies opted to
maintain the flow of distribution of dividends,
at the cost of a more pronounced reduction
in the retention of profits. In fact, it can be
seen that the coefficient of the distribution of
results of companies (in the form of dividends
and interest on equity) in 2012 and 2013, at a
little under 1.6% of GDP, is practically located
at its historic level of 1.7% for the period from
2005 to 2011, with a marked decline in the
coefficient of net profits. In 2013, a sum was
distributed to the shareholders (1.5% of GDP)
which was practically equal to the profits
generated during that year (1.6% of GDP).
3. INVESTMENTS OF COMPANIES
AND THEIR FUNDING
The marked decline in the retention of
profits in favor of the distribution of dividends
could suggest that, generally speaking, faced
with a strong reduction in profitability
and a negative macroeconomic scenario,
companies have not identified, in recent years,
alternative investment projects which offer their
shareholders sufficient rates of return to justify
the reinvestment of profits. This hypothesis
suggests some factors which could be at the
root of the decision to reduce investments and
change their pattern of funding.
Matéria de capa
sobre a rentabilidade do capital
próprio, agravado pelo aumento do
leverage. No gráfico 8, verifica-se que,
nessas condições, a alavancagem tem
efeito negativo sobre a rentabilidade
do patrimônio líquido (ROE),
gerando uma taxa de retorno ainda
inferior ao retorno de ativos.
Cover story
Gráfico 8 / Figure 8
ROA e ROE Média Total – % ao ano
ROA and AVERAGE TOTAL ROE – 5 per year
INVESTIMENTOS E SEU
FINANCIAMENTO NAS
COMPANHIAS ABERTAS
NÃO FINANCEIRAS EXCETO
PETROBRAS E ELETROBRAS
Como já foi mencionado
na introdução, políticas públicas
adotadas nesse período afetaram
de modo significativo os resultados
da Petrobras, com o controle de
preços de derivados de petróleo, e da
Eletrobras e de outras empresas do
setor elétrico, com a antecipação da
renovação e contratos de concessão.
Desse modo, fica relevante examinar
até que ponto os resultados obtidos
anteriormente para o conjunto
companhias abertas não financeiras
Figure 04 reinforces this hypothesis, in
addition to indicating that the impact was
much more intense in companies. The estimates
indicate that the company investment rate
fell by around 2 percent of GDP between
2011 and 2013, from 12.9% to 10.9%, a
decline of around 15% of the coefficient. In
the companies, the data show a more marked
fall – 2.5 percent of GDP – from 6.9% in
2011 to only 3.9% in 2013, with a relatively
much greater reduction, in the order of 36%.
In the largest firms and the others (obtained by
difference) the estimates also indicate a fall in the
level of investments between 2011 and 2012.
Given that the reduction in the flow of
retained earnings was even greater than the
fall in investments, the role of debt resources
in their funding increased dramatically. Figure
05 presents an estimate of the composition
of the funding sources for the investments of
companies, considering their own and debt
são ainda válidos quando são
excluídos os números referentes a
essas duas empresas.
As evidências sugerem que
os resultados observados para as
demais companhias abertas não
financeiras, quando se exclui
Petrobras e Eletrobras, coincidem
resources12, for the average of the period from
2005 to 2011 and in the last three years.13
It may be seen in the composition of
the funding of investments in 2011, that the
predominance of own resources persists, as
occurred in the period from 2005 to 2011.
In 2012 and 2013 strong growth is observed
regarding the role of debt resources, increasing
to around ¾ of the funding of investments.
Estimates of the composition of funding
sources of private investments in the Brazilian
economy14 confirms a significant reduction in
the role of own resources.
As may be observed in Figure 06,
this tendency is reflected in the indices of
indebtedness of companies in recent years. The
levels of financial leverage15 rose by around 30%,
from 0.60 in 2010 to 0.78 in 2013.
9
The 2013 data for the largest firms, obtained from
the consolidated balance sheets of around 750 firms
in the magazine Exame’sregister of the “Biggest and
com os obtidos para o total das
companhias.
A queda do coeficiente de
retenção de lucros quando se exclui
Petrobras e Eletrobras é semelhante à
observada para o total das companhias
abertas não financeiras (gráfico 9).
Best”, are still not available; however, the data up to
2012 also reveal a decline in net profits and retained
earnings in relation to GDP.
Data from IBGE are only available up to 2009 which
show the composition of the level of domestic saving
in terms of families, companies and government; the
data from 2010 onwards are estimates by CEMEC.
10
Measured by percentage of flow of retained
earnings in relation to GDP.
11
Estimating company investments for each year
involves using a concept similar to the gross fixed
capital formation of national accounts; this is the
variation of items of assets, principally of fixed assets,
in relation to the previous year; the composition of the
funding is estimated based on the variations of net
assets (own resources) and financial debt.
12
13
The proportion of primary share offerings for the
period from 2005 to 2011 reflects the strong impact
of Petrobras’ significant increase in capital, which
occurred in 2010.
14
See CEMEC note – www.cemec.ibmec.org.br
Calculated by the quotient between the payable
onerous financial liability and the net assets.
15
Notas:
16
Despesa financeira liquida do IR dividida pelo
exigível financeiro médio de cada ano.
41
Matéria de capa
Cover story
Gráfico 9 / Figure 9
Taxa de Poupança Empresas Não Financeiras
e Lucros Retidos Abertas, Maiores Fechadas em % do PIB
Company Savings Rateand Retained Earnings for Companies,
Largest Firms in % of GDP
Gráfico 10 / Figure 10
Investimentos de Companhias Abertas Não Financeiras % do PIB
Investments of Companies – % of GDP
4. REDUCTION IN RATE OF
PROFITABILITY OF COMPANIES IN
2012/2013 RESULTS FROM THE FALL
IN THE RETURN ON ASSETS
The figures presented in the previous items
point to a strong reduction in profitability,
accompanied by an increase in indebtedness of
the aggregate of companies. The observation of
Figure 07 allows us to draw two conclusions:
a. This reduction in profitability derives
42
from a significant fall in the return on assets
(ROA) in 2012/2013, to around 7.5% p.a.,
a level 40% lower than the average of 12.5%
of the biennial 2010/2011, which in turn
represents a value lower than the average of
15.5% p.a. calculated for the period from
2005 to 2008;
b. For the first time in the series, in 2012
and 2013 the return on assets was less than the
average cost16 of debt net of income tax; it is
noted that this result derives exclusively from
Quando se toma todas as
companhias não financeiras entre
2011 e 2013, o coeficiente de
retenção de lucros em relação ao PIB
se reduz de 3,3% para 0,5% e quando
se exclui Petrobras e Eletrobras a
queda é muito semelhante, de 2,6%
para os mesmos 0,517.
2 A queda da taxa de investimento
das companhias abertas não
financeiras quando se exclui Petrobras
e Eletrobras é ainda mais acentuada.
Como fica evidenciado no gráfico
10, o coeficiente de investimentos das
companhias abertas não financeiras
em relação ao PIB, quando são
excluídas da base a Petrobras e a
Eletrobras, se reduz à metade entre
2011 e 2013 (de 4,4% para 2,2%),
apresentando queda ainda mais
acentuada que a observada antes dessa
exclusão. Neste último caso, a redução
foi proporcionalmente menor, de
6,4% para 3,9% do PIB (cerca de
-39%). Em outras palavras, quando
se exclui Petrobras e Eletrobras da
base de dados, os números sugerem
the fall in the return on assets, since on average
in 2012/2013 this cost was 9.0% p.a., which
is practically equal to the 9.1% p.a. observed
in the biennial of 2010/2011 and lower than
the figure for 2011 (9.8%).
As might be expected, the occurrence of
a return on assets lower than the cost of debt
net of income tax had a negative impact on
the profitability of net worth, exacerbated by
the increase in leverage. In Figure 08, it may
be seen that in these conditions, the leverage
has a negative effect on the return on equity
(ROE), which remains lower than the return
on assets (ROA).
5. INVESTMENTS AND THEIR
FUNDING IN COMPANIES EXCEPT
PETROBRAS AND ELETROBRAS
As has already been mentioned in the
introduction, public policies adopted in
Matéria de capa
que as demais companhias abertas
reduziram seus investimentos de
modo ainda mais intenso que a
Petrobras e Eletrobras, ainda que essas
ultimas tenham sofrido forte impacto
das referidas políticas adotadas pelo
governo nos últimos anos.
Cover story
Gráfico 11 / Figure 11
Retenção de Lucros e Lucros Líquidos Empresas Não Financeiras
Abertas (Ex Petrobras e Eletrobras) em % do PIB
Retention of Profits and Net Profits of Companies,
with the Exception of Petrobras and Eletrobras, in % of GDP
3 Na ocorrência de forte queda
de lucros, companhias abertas
não financeiras, exceto Petrobras e
Eletrobras, optaram em manter a
distribuição de dividendos e reduzir
fortemente a retenção de lucros.
Da mesma forma que o observado para o total das companhias abertas
não financeiras, o gráfico 11 mostra
que, ao se defrontar com acentuada
queda de lucros, as companhias
abertas, exceto Petrobras e Eletrobras,
optaram também pela manutenção da
distribuição de resultados, à custa da
redução mais pronunciada da retenção
de lucros. Enquanto o coeficiente de
lucro líquido se reduziu à metade
entre 2011 e 2013 (de 2,7% para
1,3% do PIB) o coeficiente de lucros
retidos em 2013 cai 80% e representa
apenas 20% do observado em 2011
(0,5% contra 2,6%). Para esse grupo
de companhias vale também a mesma
hipótese mencionada anteriormente,
de que essa opção provavelmente
resulta da ausência de expectativas
favoráveis quanto à existência de
this period significantly affected Petrobras’
results, with the controlling of the prices of
oil by-products, and those of Eletrobras and
other companies from the electrical energy
sector, with the early renewal of concession
contracts. As such, it is pertinent to examine
to what extent the results obtained previously
for the group of companies are still valid when
the numbers relating to these two companies
are excluded.
The evidence suggests that, when
Petrobras and Eletrobras are excluded, the
results observed for the other companies
coincide with those obtained for all the
companies.
5.1 When Petrobras and Eletrobras are
excluded, the fall in the coefficient of retention
of earnings is similar to that observed for all
the other companies (Figure 09).
When we consider all the companies
between 2011 and 2013, the coefficient of
retention of earnings in relation to GDP
decreases from 3.3% to 0.5% and, when
Petrobras and Eletrobras are excluded, the
decline is very similar, from 2.6% to the same
0.5%.17
5.2 The decline in the level of investment
of companies is still more accentuated when
Petrobras and Eletrobras are excluded
As is evidenced in Figure 10, when
Petrobras and Eletrobras are excluded from
the base, the coefficient of investments of
companies in relation to GDP fell by half
between 2011 and 2013 (reducing from 4.4%
to 2.2%), presenting an even more accentuated
fall than that observed before this exclusion. In
this last case, the reduction was proportionately
smaller, from 6.4% to 3.9% of GDP (around
-39%). In other words, when Petrobras and
Eletrobras are excluded from the database,
the numbers suggest that the other companies
reduced their investments more sharply than
Petrobras and Eletrobras, even though the
latter have suffered severe impacts from the
oportunidades de investimentos que
ofereçam taxas de retorno adequadas
para os seus acionistas.
O gráfico 12 mostra que o valor
dos resultados distribuídos em 2013
na forma de dividendos ou juros
sobre o capital próprio nesse grupo
Notas:
Sem levar em conta eventuais erros de
estimativa, esses resultados podem sugerir que
as empresas fechadas não financeiras tenham
apresentado resultados mais favoráveis que os
apresentados pelas companhias abertas.
17
cited policies adopted by the government in
recent years.
5.3 With the occurrence of a severe fall
in profits, companies, with the exception of
Petrobras and Eletrobras, opted to maintain
the distribution of dividends and strongly
reduce the retention of earnings.
In the same way as observed for all the
companies, Figure 11 shows that, when faced
with an accentuated fall in profits, companies,
Net financial cost of Income Tax (IR) divided by
the average payable financial liability for each year.
16
17
Without taking into account possible errors in the
estimate, these results could suggest that firms have
presented more favorable results than those shown
by companies.
43
Matéria de capa
de companhias é também equivalente
ao total de lucros líquidos gerados
nesse ano, da mesma forma que
o observado antes da exclusão da
Petrobras e Eletrobras.
5.4 Nas companhias abertas, exceto
Petrobras e Eletrobras, a queda da
taxa de rentabilidade também resulta
Cover story
da redução da taxa de retorno do
ativo.
Da mesma forma que foi
observado nos resultados de todas as
companhias abertas não financeiras,
quando se exclui Petrobras e Eletrobrás
da base de dados, verifica-se a ocorrência
de acentuada queda das taxas de retorno
do ativo em 2012/2013 (9,3% e 9,0%
Gráfico 12 / Figure 12
Lucros Líquidos e Dividendos Pagos Empresas Não Financeiras
Abertas (Ex Petrobras e Eletrobras) em % do PIB
Net Profits and Dividends Paid – Companies
(excluding Petrobras and Eletrobras) in % of GDP
respectivamente) quando comparadas
com o observado em 2010/2011
(14,8% e 13,8% respectivamente).
Por outro lado, também se verifica em
2012/2013 que a taxa de retorno do
ativo se situa abaixo do custo médio do
passivo financeiro líquido do imposto
de renda. O gráfico 13 apresenta esses
resultados.
A exclusão da Petrobras e da
Eletrobras da base de dados não
contradiz as indicações obtidas para
o total das companhias abertas não
financeiras. O gráfico 14 evidencia
essa constatação, mostrando que
taxas de retorno de ativos inferiores
ao custo líquido do imposto de renda
do passivo financeiro tiveram impacto
negativo sobre a rentabilidade do
capital próprio.
ALGUMAS CONCLUSÕES
Os dados consolidados de balanços
das companhias abertas não financeiras
revelam que nos últimos dois anos
essas empresas apresentam redução de
poupança e de investimentos ainda
Gráfico 13 / Figure 13
Companhias abertas não financeiras exceto Petrobras e Eletrobras
– Retorno do ativo e custo médio do passivo financeiro líquido do
Imposto de Renda – % ao ano
Companies except Petrobras and Eletrobras – Return on assets and average cost
of debt net of income tax – % per year
44
with the exception of Petrobras and Eletrobras,
also opted to maintain the distribution of
results, at the cost of a more pronounced
reduction in the retention of earnings. While
the coefficient of the net profit reduced by half
between 2011 and 2013 (from 2.7% to 1.3%
of GDP) the coefficient of retained earnings
in 2013 fell 80% and represents only 20%
of that observed in 2011 (0.5% compared to
2.6%). For this group of companies, the same
previously mentioned hypothesis applies, that
this tendency probably results from the lack of
favorable expectations regarding the existence
of investment opportunities which offer
adequate rates of return for their shareholders.
Figure 12 shows that the value of the
results distributed in 2013 in the form of
dividends or interest on equity in this group
of companies is also equivalent to the total net
profits generated this year, as observed prior
to the exclusion of Petrobras and Eletrobras.
Matéria de capa
Cover story
Gráfico 14 / Chart 14
Companhias abertas não financeiras exceto Petrobras e Eletrobras
– Retorno do ativo e do capital próprio – % ao ano
Companies except Petrobras and Eletrobras
– Return on assets and equity –% per year
mais acentuada que o conjunto das
empresas não financeiras. As indicações
são de que essas companhias em geral
optaram em reduzir os investimentos,
manter a distribuição de dividendos,
reduzir a participação de recursos
próprios e aumentar a utilização de
recursos de dívida no financiamento
de seus investimentos.
Ao contrário do que poderia
se supor, esse panorama não se
altera quando se exclui da base de
companhias abertas não financeiras a
Petrobras e Eletrobrás, empresas cujos
5.4 In the companies, with the exception
of Petrobras and Eletrobras, the fall in the level
of profitability also results from the reduction
in the rate of return on assets
As observed in the results of all the
companies, when Petrobras and Eletrobras are
excluded from the database, a marked decline
in the return on assets is observed in 2012/2013
(9.3% and 9.0% respectively) when compared
with that observed in 2010/2011 (14.8%
and 13.8% respectively). Moreover, it is also
observed in 2012/2013 that the return on assets
is found to be below the average cost of debt net
of income tax. Figure 13 presents these results.
The exclusion of Petrobras and Eletrobras
from the database does not contradict
the indications obtained for the totality
of companies. Figure 14 evidences this
observation, showing that a return on assets
lower than the cost of debt net of income tax
had a negative impact on the return on assets.
6. SOME CONCLUSIONS
The consolidated data from the balance
sheets of the companies reveal that, in recent
years, these companies have presented a
reduction in savings and investments which
is even more accentuated than that of the
totality of companies. The indications are that,
in general, these companies opted to reduce
their investments, maintain the distribution
of dividends, reduce the retained earnings
and increase the use of debt resources in the
funding of their investments.
Contrary to what may be supposed, this
panorama does not change when Petrobras
and Eletrobras are excluded from the database
of companies, bearing in mind that the
aforementioned companies suffered a severe
negative impact from public policies adopted
in recent years. On the contrary, the numbers
suggest that between 2011 and 2013, when
resultados sofreram forte impacto
negativo de políticas públicas adotadas
nos últimos anos. Pelo contrário, os
números sugerem que entre 2011 e
2013 esse grupo de empresas assim
ajustado reduziu seus investimentos
de modo ainda mais intenso.
É relevante observar que esse
desempenho mais negativo de
rentabilidade e de investimentos se dá
exatamente no segmento de companhias
abertas, que tem mais acesso a fontes de
financiamento e menores custos de
dívida, além de manter padrões de gestão
tipicamente mais elevados que a média
das empresas.Não é objeto desta nota
buscar os fatores que têm induzido esse
comportamento. Independentemente
da atuação de outros fatores ligados às
expectativas condicionadas pelo cenário
macroeconômico e à deterioração
do ambiente de negócios, parece
claro que a forte redução das taxas de
rentabilidade das companhias abertas
não financeiras certamente se situa entre
as principais causas da redução de seus
investimentos e da mudança do seu
padrão de financiamento.
we exclude Petrobras and Eletrobras, the other
companies reduced their investments even
more intensely.
It is pertinent to note that this more
negative performance concerning profitably
and investments occurs precisely in the
segment of companies, which have greater
access to sources of funding and lower debt
costs, in addition to maintaining management
standards which are typically higher than the
average for firms. It is not the purpose of this
commentary to identify the factors which
have led to this behavior. Independently of
the influence of other factors related to the
expectations prompted by the macroeconomic
scenario and the deterioration of the business
environment, it seems clear that the severe
reduction in the levels of profitability of
companies is undoubtedly one of the main
causes of the reduction in their investments
and of the change in their capital structure.
45
Para abrir novos caminhos, nosso país tem a força
do aço Gerdau. A força da transformação.
O aço da Gerdau tem a força da transformação.
Diminuir distâncias é uma forma de conectar pessoas e gerar mais desenvolvimento.
Para criar novos caminhos, o aço da Gerdau se transforma. Reciclamos milhões de toneladas
de sucata para produzir aço de qualidade, que vai continuar abrindo horizontes para o futuro.
www.gerdau.com
/gerdau
/gerdausa
Matéria de capa
Cover story
Os últimos 10 anos
registrados no Anuário
A primeira edição do Anuário Estatístico das Companhias
Abertas foi lançada em julho de 2005 analisando os principais
indicadores econômico-financeiros das companhias abertas
brasileiras em 2004. Na época, o economista Paulo Rabello de
Castro, diretor-presidente da RC Consultores, definia 2004
como um ano histórico. Os principais indicadores econômicos
registraram desempenho expressivo: o PIB de 5,2% foi o maior
desde 1994; a atividade industrial aumentou 6,2%,conseguindo
se igualar à obtida em 1986 e o superávit comercial alcançou a
soma histórica de US$ 30,1 bilhões.
48
Matéria de capa
O desempenho das companhias
abertas, naquele ano, não foi diferente.
O economista Alexandre Fischer,
diretor da GRC Visão, escrevia:
“O agregado das demonstrações
financeiras das 455 companhias
analisadas mostrou aumento real de
4,5% no volume de receitas líquidas,
fechando o ano com a expressiva
soma de R$ 420 bilhões. Por sua vez,
a margem operacional alcançou 18%
sobre a receita, patamar sensivelmente
superior à taxa de juro real de 8%,
registrada ao longo de 2004.”
No mercado de capitais, o índice
da então Bolsa de Valores de São
Paulo – atual BM&FBovespa – bateu
seu recorde ao registrar valorização de
17,8% com crescimento de 48,6%
no volume negociado, que chegou a
R$ 304,1 bilhões, a mais elevada da
série estatística da instituição. Este
clima positivo contaminou também
outros mercados. No de debêntures,
por exemplo, as emissões totalizaram
R$ 9,6 bilhões, valor 82% superior
à de 2003. O valor de mercado das
Cover story
companhias abertas negociadas na
Bovespa fechou 2013 em R$ 904,9
bilhões, um aumento de 33,7% em
relação a 2003.
Como a economia
brasileira se comportou
nos anos seguintes?
O Produto Interno Bruto (PIB)
pulou de R$ 1,76 trilhão em 2004
para R$ 4,84 trilhões no final de
2013. O Brasil, que ocupava o
13º lugar no ranking das maiores
economias mundiais, pulou para a 7ª
posição. O investimento estrangeiro
direto no país, nesses 10 anos, passou
de US$ 18,1 bilhões para US$ 65,2
bilhões em 2013.
Mas nem tudo foi tão bem
assim. Esta última década foi dividida
em dois momentos: pré e pós-crise de
2008. Dados comparados com o de
outros países revelam que a economia
brasileira não se saiu tão bem quanto
aponta a análise fria da comparação
entre os resultados da economia em
2004 e 2013.
Um estudo da Fundação de
Desenvolvimento Administrativo
(Fundep) analisa que, nos anos
que antecederam a crise de 2008,
a economia brasileira viveu um
período de crescimento prolongado.
A recuperação dos rendimentos dos
assalariados, associada à política de
reajuste real do salário mínimo, bem
como o avanço do emprego formal
e o ciclo de crédito alavancaram o
consumo doméstico e o mercado
interno de bens e serviços.
Entre 2004 e 2008, o PIB cresceu
em média 4,8% ao ano, segundo
as Contas Nacionais do IBGE,
variação superior aos resultados
obtidos nas décadas de 80 e 90. Do
lado da oferta, a expansão econômica
foi equilibrada pela elevação dos
principais segmentos econômicos:
a agropecuária avançou 3,7% a.a., a
indústria total e a de transformação
cresceram, respectivamente, 4,5% e
3,8% a.a., e o setor de serviços obteve
incremento anual de 4,8%.
Segundo os economistas da
Fundep, o represamento do consumo
The last 10 years recorded in the yearbook
The first edition of the Statistical
Yearbook of Publicly Traded Companies
was released in July 2005 and analyzed
the main economic-financial indicators
of Brazilian publicly traded companies in
2004. At the time, the economist, Paulo
Rabello de Castro, chief executive officer
of RC Consultores, described 2004 as an
historic year. The main economic indicators
recorded an impressive performance:
GDP of 5.2% was the highest since 1994;
industrial activity increased 6.2%, equaling
the figure achieved in 1986 and the trade
balance achieved the historic figure of US$
30.1 billion.
The performance of the publicly traded
companies that year was no different.The
economist, Alexandre Fischer, a director of
GRC Visão, wrote: “The aggregate of the
financial statements of the 445 companies
analyzed showed a real increase of 4.5% in
the volume of net revenue, ending the year
with the considerable sum of R$420 billion.
In turn, the operating margin totaled 18%
of revenue, a slightly higher level than
the true rate of interest of 8%, recorded
throughout 2004”.
In the capitals market, the index
of the then São Paulo Stock Market
(Bolsa de Valores de São Paulo) – now
theBM&FBovespa – beat its own record
in registering an increase of 17.8% with
growth of 48.6% in the volume traded,
totaling R$304.1 billion, the highest figure
in the institution’s statistical history. This
positive atmosphere also impacted other
markets. In the bond market, for example,
issues totaled R$9.6 billion, a value 82%
higher than that of 2003. The market value
of publicly traded companies traded on the
Bovespa ended 2013 at R$904.9 billion,
an increase of 33.7% in relation to 2003.
How has the Brazilian
economy performed in
subsequent years?
Gross Domestic Product (GDP)
jumped from R$1.76 trillion in 2004 to
$4.84 trillion at the end of 2013. Brazil,
which had occupied 13th place in the
49
Matéria de capa
Cover story
e o baixo investimento produtivo
no período imediatamente anterior
foram notórios num contexto de
incerteza em relação aos rumos macro
e microeconômicos do país entre
a desvalorização do real de 1999,
o apagão de energia elétrica entre
2001 e 2002 e a crise de confiança
percebida no início do governo Lula,
em 2003.
Entre 1998 e 2003, o consumo
das famílias cresceu apenas 1,2% ao
ano. A formação bruta de capital
fixo mostrou retração de 2,6%
a.a., e a expansão da indústria de
transformação permaneceu baixa
(1,7% a.a.), variação que só não
foi menor em função da alta das
exportações que, na mesma base de
comparação, avançou 9,6% ao ano.
A partir de 2003, houve significativa
recuperação nas condições de
negociação salarial e nas possibilidades
de emprego no mercado de trabalho.
Um trabalho elaborado por
Carlos Antônio Magalhães de
Almeida e Luiz Guilherme Dias,
diretores do SABE (página 66), para
o Anuário, mostra que a Receita
Líquida de 2004 a 2013 cresceu
mais de 250%, o que aparentemente
significou um bom desempenho.
Em 2009, Brasil começou a sentir
os efeitos da Crise Financeira
Internacional e “as receitas das nossas
principais companhias tiveram uma
queda acentuada, com crescimento
negativo de quase 7%”.
ranking of the world’s largest economies,
jumped to 7th place. Direct foreign
investment in Brazil, in these 10 years,
increased from US$18.1 billion to US$65.2
billion in 2013.
But not everything was rosy. This last
decade was divided into two periods: preand post- the 2008 crisis. Data compared
with those of other countries reveal that the
Brazilian economy did not emerge as well as
a cold analysis of the comparative economic
performances of 2004 and 2013 suggests.
A study by the Foundation of
Administrative Development (Fundação
de DesenvolvimentoAdministrativo –
Fundep) indicates that, in the years prior
to the crisis of 2008, the Brazilian economy
experienced a period of prolonged growth.
The recovery in the income of wage earners,
associated with a policy of real increases in
the minimum wage, together with growth
in formal employment and the credit cycle,
leveraged domestic consumption and the
domestic goods and services market.
Between 2004 and 2008, GDP grew
on average 4.8% per year, according to
the National Accounts of the Brazilian
Institute of Geography and Statistics
(ContasNacionais do IBGE), an increase
higher than the figures obtained in the
1980s and 1990s. On the supply side,
economic expansion was balanced by an
increase in the main economic sectors:
farming grew 3.7% p.a., total industry
and the transformation industry grew
4.5% and 3.8% respectively, while the
services industry achieved an annual
increase of 4.8%.
According to the economists ofFundep,
the contraction in consumption and
50
Brasil X Mundo
Na c o m p a r a ç ã o c o m o
desempenho do resto do mundo,
o PIB do Brasil, nos cinco anos
pré-crise, de 2004 a 2008, cresceu a
uma taxa média de 4,8%, acima da
média mundial (3,4%) e da média
das economias avançadas (2,2%).
Em relação às economias em estágio
intermediário de desenvolvimento, o
resultado foi inferior.
Enquanto o Brasil cresceu 4,8%,
os países de economia emergente
se expandiram 7,0% ao ano nesse
período, sendo que o subconjunto
da Ásia Emergente, que engloba a
China e a Índia, cresceu de modo
mais acelerado (8,3%). Além disso, a
média de variação do PIB dos países
da América Latina e Caribe também
se situou em patamar (5,1% a.a.) um
pouco superior ao desempenho da
economia brasileira.
Os economistas da Fundep
destacam que “fica patente que
se cotejado com o seu próprio
desempenho em períodos anteriores,
o dinamismo econômico do Brasil
nos anos de 2004 a 2008 destacouse como sendo uma fase ‘iluminada’,
porém se a comparação for com
economias emergentes da Ásia e
mesmo da América Latina a conclusão
é outra”.
O Brasil pós-crise
A crise financeira que eclodiu
com a quebra do banco Lehman
Brothers no último trimestre de
2008 – que se transformou numa
crise financeira sistêmica no último
trimestre de 2008 e numa crise
econômica global ao longo de 2009
– modificou o cenário descrito
anteriormente. Os efeitos negativos
da crise incidiram sobre a confiança
low productive investment in the period
immediately prior were conspicuous in a
context of uncertainty regarding the country’s
macro- and microeconomic tendencies
between the devaluation of the Real in 1999,
the energy shortage between 2001 and 2002,
and the crisis of confidence felt at the start of
the Lula administration, in 2003.
Between 1998 and 2003, family
consumption increased by only 1.2% per
year. Gross fixed capital formation showed
a retraction of 2.6% p.a., and expansion
in the transformation industry remained
low (1.7% p.a.), an increase which would
have been even lower but for an increase
in exports which, on the same comparison
basis, increased 9.6% per year. As of
2003, there was a significant recovery in
wage negotiation conditions and job
opportunities in the labor market.
Cover story
Matéria de capa
PIB: mundo, regiões e principais países GDP: world, regions and principal countries
2004-2008
2009
2010
2011
2012
2013
Mundo / World
3,4
-2,3
4,0
3,8
3,3
2,9
Economias Avançadas / Advanced economies
2,2
-4,0
2,7
1,6
1,2
1,2
EUA / USA
2,1
-3,5
3,0
1,8
1,8
1,9
Japão / Japan
1,3
-6,3
4,0
-0,9
1,7
1,6
Países da Zona do Euro / Euro Zone Countries
2,1
-4,3
1,9
1,6
-0,5
0,4
Economias Emergentes / Emerging Economies
7,0
2,5
7,5
6,2
5,4
4,5
Rússia / Russia
7,1
-7,8
4,0
4,1
3,3
1,3
Ásia Emergente / Emerging Asian Economies
8,3
5,2
8,8
7,9
7,3
7,1
China / China
11,6
9,2
10,4
9,2
8,2
7,7
Índia / India
8,3
9,1
8,8
7,4
7,0
3,8
América Latina e Caribe / Latin America and The Caribbean
5,1
-2,2
6,0
4,6
3,6
1,1
Brasil / Brazil
4,8
-0,3
7,5
2,7
1,0
2,3
Chile / Chile
4,9
-1,7
5,2
6,4
3,4
4,1
México / Mexico
3,2
-6,3
5,8
4,1
3,9
1,1
Regiões e países / Regions and countries
Fonte: FMI
Source: FMI
BRICs – Crescimento % do PIB entre 2004 a 2013 BRICs – Growth in % of GDP between 2004 and 2013
PAÍS / Country
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
China / China
9,1
10,1
11,0
11,5
9,0
9,2
10,4
9,2
8,2
7,7
Índia / India
6,2
7,1
10,0
10,0
8,0
9,1
8,8
7,4
7,0
3,8
Rússia / Russia
7,1
6,4
10,0
9,0
7,0
-7,8
4,0
4,1
3,3
1,3
Brasil / Brazil
5,2
3,2
4,0
5,7
5,1
-0,3
7,5
2,7
1,0
2,3
Fonte: FMI
A study carried out by Carlos Antônio
Magalhães de Almeida and Luiz Guilherme
Dias, directors of SABEConsultores, (page
66) for the Yearbook, shows that Net
Revenue from 2004 to 2013 grew more
than 250%, which apparently represented a
good performance. In 2009, Brazil began to
feel the effects of the Global Financial Crisis
and “the revenue of our principal companies
suffered a marked fall, with negative growth
of almost 7%”.
Brazil X World
In comparison with the performance of
the rest of the world, Brazil’s GDP, in the
five pre-crisis years, from 2004 to 2008,
grew at an average rate of 4.8%, above the
global average (3.4%) and the average of the
advanced economies (2.2%). In relation to
Source: FMI
the economies at an intermediary stage of
development, the result was worse.
While Brazil grew 4.8%, the emerging
economies expanded 7.0% per year in this
period, with the subgroup of emerging
Asian economies, which includes China
and India, growing at a faster rate (8.3%).
In addition to this, the average GDP
increase of Latin America and Caribbean
countries was also slightly higher (5.1%
p.a.) than the performance of the Brazilian
economy.
The economists of Fundep emphasize,
“it is clear that, if compared with its own
performance in the previous periods,
Brazil’s economic dynamism in the years
2004 to 2008 appears as an ‘outstanding’
phase, but if compared with the emerging
economies of Asia and even Latin America,
the conclusion is otherwise”.
Post-crisis Brazil
The financial crisis prompted by the
collapse of the Lehman Brothers bank in
the last quarter of 2008 – which turned
into a systematic financial crisis in the
last quarter of 2008 and into a global
financial crisis throughout 2009 – altered
the previously described scenario. The
negative effects affected the confidence of
private agents. Businessmen shut off their
investments, consumers reduced their rates
of consumption and the financial system
lost access to external sources of funding
and reduced the supply of credit.
The Brazilian economy reduced its
rate of growth in the period following the
crisis. According to a study carried out
by Fundep, between 2009 and 2011, the
variation in GDP slowed to the rate of 3.3%
51
Matéria de capa
Cover story
dos agentes privados. Os empresários
paralisaram os investimentos, os
consumidores diminuíram o ímpeto
das compras e o sistema financeiro
deixou de contar com fontes externas
de funding e retraiu a oferta de
crédito.
A economia brasileira
reduziu sua taxa de crescimento
no período posterior à crise. De
acordo com o estudo da Fundep,
entre 2009 e 2011, a variação do
PIB desacelerou para a faixa de
3,3% ao ano. Aparentemente, esse
resultado comparando períodos não
se configurou como uma interrupção
grave no ritmo de crescimento
econômico, na medida em que
as demais economias avançadas e
emergentes também desaceleram a
expansão.
Porém, o desempenho dos
setores e dos componentes da
demanda agregada no período
indica a existência de entraves à
retomada de um padrão mais robusto
de crescimento na atual etapa de
desenvolvimento do Brasil. Percebe-
se claramente que a expansão no
período pós-crise de 2008 está
ocorrendo de forma desbalanceada
e oscilante.
De um lado, o mercado interno
ancorado no consumo das famílias
acelerou o crescimento (5,2% a.a. nos
anos de 2009 a 2011, em relação aos
5,0% a.a. do período 2004 a 2008)
e a formação bruta de capital fixo
reduziu o ritmo de alta para 5,8% a.a.
(quatro pontos percentuais abaixo do
patamar anterior).
Do lado da oferta, o dado
impressionante é a estagnação da
indústria de transformação, cuja
variação anual foi de apenas 0,2%.
Essa queda relaciona-se diretamente à
maior penetração dos bens importados
nas cadeias produtivas das empresas
brasileiras, tendência que se ampliou
nesse período. Segundo as contas
nacionais, as importações de bens
e serviços avançaram anualmente
11,3% a.a. entre 2009 e 2011.
Segundo estudo da Confederação
Nacional da Indústria (CNI), um
a cada cinco produtos industriais
consumidos no país foi importado
em 2011.
O estudo da Fundep conclui que
o Brasil se transformou, atualmente,
numa economia puxada pelo
consumo (bens e serviços), com perda
de competitividade da indústria
nacional e crescimento moderado da
oferta de serviços; inflação controlada
via rebaixamento dos preços dos bens
comercializáveis e nível elevado dos
preços dos bens não comercializáveis
(acima de 8,0% a.a.); baixo patamar
de investimento, o que dificulta
o crescimento do chamado “PIB
potencial”; e elevada penetração das
importações nas cadeias produtivas.
“Percebe-se que ainda existem
obstáculos – mix de política
econômica com taxa básica (Selic)
extremamente elevada em relação ao
resto do mundo, moeda valorizada e
gargalos da infraestrutura intocados
– que dificultam a plena utilização
das forças produtivas e a apropriação
dos seus efeitos dinâmicos sobre a
atividade econômica doméstica”,
conclui o estudo.
per year. Apparently, in comparison with
other periods, this result did not represent a
serious interruption in the rate of economic
growth, inasmuch as the other advanced
and emerging economies also slowed their
rate of expansion.
However, the performance of the
aggregate demand sectors and components
in the period indicates the existence of
obstacles to the resumption of a more robust
level of growth in Brazil’s current stage of
development. It may clearly be seen that
the expansion in the period following the
2008 crisis is occurring in an imbalanced
and oscillating manner.
On the one hand, the domestic
market based on family consumption
has experienced growth (5.2% p.a. in the
years from 2009 to 2011, in comparison
with an average of 5.0% p.a. in the period
from 2004 to 2008) and gross fixed capital
formation has suffered a reduction in its
rate of increase, to 5.8% per year (four
percentage points below the previous level).
On the supply side, anotablefeature has
been the stagnation of the transformation
industry, which has grown at an annual rate
of only 0.2%. This decline is directly related
to the greater penetration of imported goods
into the production chains of Brazilian
companies, a tendency which increased in
this period. According to national accounts,
the importation of goods and services
increased annually by 11.3% p.a. between
2009 and 2011. According to a study
carried out by the Brazilian Confederation
of Industry (ConfederaçãoNacional da
Indústria – CNI), one in five industrial
products consumed in Brazil was imported
in 2011.
The Fundep study concludes that
Brazil has now been transformed into an
economy driven by consumption (goods
and services), with a loss of competitiveness
sufferedby Brazilian industry and moderate
growth in the supply of services; inflation
controlled through the lowering of the
prices of tradable goods and the high level
of prices of non-tradable goods (over 8.0%
p.a.); a low level of investment, which has
hampered the growth of so-called “potential
GDP”; and high penetration of imports
into the production chain.
“It can be seen that there are still
obstacles – a mix of economic policy and
an extremely high basic interest rate(SELIC)
in relation to the rest of the world, an
overvalued currency and unaddressed
infrastructure bottlenecks – which hinder
the full exploitation of product potential
and the appropriation of its dynamic
impacts on domestic economic activity”,
the study concludes.
52
Matéria de capa
Cover story
Os principais números da economia brasileira em uma década
The Main Figures of the Brazilian Economy in a Decade
PIB Brasileiro X Posição Economia Mundial Brazilian GDP X Position in Relation to the Global Economy
Ano
PIB (R$ bilhões)
Crescimento (%)
Posição em Relação à Economia Mundial
2013
4.838
2,30%
7ª
2012
4.403
1,00%
7ª
2011
4.143
2,70%
6ª
2010
3.675
7,50%
7ª
2009
3.143
-0,30%
8ª
2008
3.032
5,20%
8ª
2007
2.558
6,10%
10ª
2006
2.370
4,00%
10ª
2005
2.148
3,20%
10ª
2004
1.769
5,70%
13ª
Year
GDP (R$ billion)
Growth (%)
Position in Relation to the Global Economy
Fonte: FMI
Taxa de inflação
Rate of Inflation
Ano
IPCA
Year
BNCPI
2013
5,91%
2012
5,84%
2011
6,50%
2010
5,91%
2009
4,31%
2008
5,90%
2007
4,46%
2006
3,14%
2005
5,69%
2004
7,60%
Fonte: IBGE
54
Source: IBGE
Matéria de capa
Cover story
Taxas de juros
Interest Rate
Ano
Selic
2013
10,00%
Year
Selic
2012
7,25%
2011
11,00%
2010
10,75%
2009
8,75%
2008
13,75%
2007
11,25%
2006
13,25%
2005
18%
2004
17,75%
Fonte: Banco Central do Brasil
Source: Brazilian Central Bank
Dívida Pública Bruta Brasileira
– consolidada Gross Public
Brazilian Debt – consolidated
Ano
Valor (R$ bilhões)
Total (R$ billions)
% GDP
2013
4.838
2,30%
2012
4.403
1,00%
2011
4.143
2,70%
2010
3.675
7,50%
2009
3.143
-0,30%
2008
3.032
5,20%
2007
2.558
6,10%
2006
2.370
4,00%
2005
2.148
3,20%
2004
1.769
5,70%
Year
% PIB
Fonte: Banco Central do Brasil
*O Governo Geral abrange Governo Federal, governos estaduais
e governos municipais. Exclui Banco Central e empresas estatais
(metodologia usada até 2007).
Source: Brazilian Central Bank
*The General Government encompasses the federal government, state
governments and municipal governments. It excludes the Central Bank and
state companies (methodology used until 2007).
Dívida Pública Líquida Brasileira
– consolidada Net Public
Brazilian Debt – consolidated
Ano
Year
Valor (R$ bilhões)
% PIB
Total (R$ billions)
% GDP
2004
983
50,6
2005
1.040
48,4
2006
1.120
47,3
2007
1.212
45,5
2008
1.168
38,5
2009
1.363
42,1
2010
1.476
39,2
2011
1.509
36,4
2012
1.550
35,2
2013
1.660
33,6
Fonte: Banco Central do Brasil
Source: Brazilian Central Bank
55
Cover story
Matéria de capa
Investimentos Estrangeiros
Diretos no Brasil Direct
Foreign Investment in Brazil
Ano
US$ Bilhões
US$ Billion
% GDP
2004
18,146
3,01
2005
15,066
1,91
2006
18,882
1,91
2007
34,585
2,77
2008
45,058
3,36
2009
25,949
1,68
2010
48,506
1,91
2011
66,66
3
2012
65,3
2,9
2013
64,045
2,9
Year
% PIB
Fonte: Banco Central do Brasil
Source: Brazilian Central Bank
Desempenho do Ibovespa nos últimos 10 anos
Ano
Índice de Fechamento Nominal
Performance of the Ibovespain the last 10 years
Nominal Closing Index (1)
Nominal Annual Variation
Var. Anual Nominal
Índice de Fechamento em US$ (2)
Var. Anual em US$
2004
26.196,25
17,81
9.868,97
28,23
2005
33.455,94
27,71
14.293,12
44,83
2006
44.473,71
32,93
20.801,54
45,54
2007
63.886,10
43,65
36.067,35
73,39
2008
37.550,31
-41,22
16.067,74
-55,45
2009
68.588,41
82,66
39.391,45
145,16
2010
69.304,81
1,04
41.594,53
5,59
2011
56.754,08
-18,11
30.255,89
-27,26
2012
60.952,08
7,4
29.827,26
-1,42
2013
51.507,16
-15,5
21.987,15
-26,29
Year
(1)
A série está ajustada a atual forma de divulgação do Ibovespa. O índice
sofreu, unicamente para efeito de divulgação, e sem prejuízo de sua
metodologia de calculo, uma divisão por 100 em 3/10/83 e divisão por 10
em cada uma das seguintes datas: 2/12/85, 29/8/88, 14/4/89, 12/1/90,
28/5/91, 21/1/92, 26/1/93, 27/8/93, 10/02/94 e 03/03/97.
(2)
Deflacionado pela variação da cotação R$/US$ de fechamento mensal
– (taxa de venda – dólar comercial – fonte: Banco Central)
(1)
56
Closing Index in US$ (2)
Annual Variation in US$
The series is adjusted to Ibovespa’s current publishing form. For the purposes
of publication and without prejudice to its calculation methodology, the index was
divided by 100 on 3/10/83 and by 10 on each of the following dates:
2/12/85, 29/8/88, 14/4/89, 12/1/90, 28/5/91, 21/1/92, 26/1/93, 27/8/93,
10/02/94 e 03/03/97.
(2)
Deflated by the variation of the exchange rate of R$/US$ at the end of the month
(month end closing) – (rate of sale – commercial dollar – source: Central Bank.
(1)
Matéria de capa
Cover story
Atos e fatos de 2004 a 2013
Nos últimos 10 anos a economia brasileira subiu e desceu,
uma crise financeira – iniciada
em 2008 nos EUA – sacudiu o
mercado internacional deixando
sequelas que se arrastam até hoje.
Além do cenário econômico, muita
coisa mudou no Brasil: elegemos
pela primeira vez uma mulher
para presidente da República e
pela primeira vez também políticos
e membros do governo foram
julgados e presos.
Assistimos a Standard and
Poor’s conceder o grau de investimento ao Brasil; a centenária
Bovespa deixar de ser uma
associação civil sem fins lucrativos
e tornar-se sociedade de capital
aberto, listada no Novo Mercado,
e a derrocada do Grupo X do
empresário Eike Baptista.
ACTS AND FACTS
FROM 2004 TO 2013
In the last 10 years, the Brazilian
economy has risen and fallen. A financial
crisis – which began in 2008 in the USA
– rocked the international market, leaving
impacts which are still felt today. In addition
to the economic situation,much has changed
in Brazil: we elected a woman to the
Presidency of the Brazilian Republic for the
first time and, for the first time, politicians
and members of the government were put
on trial andimprisoned.
We watched Standard and Poor’s award
an investment grade rating to Brazil; the
traditional Bovespa stock exchange ceased
to be a not-for-profit civil association and
became a publicly traded company, listed in
the New Market segment; and we witnessed
58
Nesta década foi criado o
Facebook; anunciada a descoberta
da célula-tronco; a eleição e
reeleição de um presidente negro
nos EUA. Em 2009, uma notícia
consternou o mundo: a morte do
cantor Michael Jackson. Os últimos
10 anos foram marcados também
por tsunamis, nevascas, atentados e
pela histórica renúncia de um Papa.
O Brasil em 2004
Para entender 2004, o
primeiro ano registrado pelo
Anuário, é importante conhecer
as circunstâncias políticas
e econômicas nas quais o país
ingressou nesse segundo ano de
mandato do governo Lula. Após a
instabilidade econômica criada pelo
processo eleitoral de 2002, em que
o Brasil foi vítima de forte crise de
the meltdown of the businessman, Eike
Baptista’s, Grupo X.
During this decade, Facebook was
created; the discovery of trunk cells was
announced; a black President was elected and
re-elected in the USA. In 2009, the world was
shaken by the news of the death of Michael
Jackson. The last ten years were also marked
by Tsunamis, snow storms, terrorist attacks
and by the historic resignation of a Pope.
BRAZIL IN 2004
To understand 2004, the first year
recorded by the Yearbook, it is important
to be aware of the political and economic
circumstances in which the country
found itself in this second year of the
Lula administration. After the economic
instability created by the electoral process
confiança pela iminência de troca
de comando no Palácio do Planalto,
o país promoveu um ajuste baseado
na elevação das taxas de juros e na
elevação dos superávits primários
gerados nas contas públicas.
Como consequência, em
2003, o país registrou uma das
piores taxas de crescimento do PIB
dos últimos 20 anos, 0,52%, além
de elevado nível de desemprego e
forte queda no rendimento médio
da população.
O Banco Central procurou
acelerar o processo de queda das
taxas de juros iniciado em meados
de 2003, trazendo a taxa de juros
básica de 26,5% para 16,5%
ao ano em janeiro de 2004. Os
agentes econômicos iniciaram
2004 com expectativa de um bom
desempenho do setor produtivo.
of 2002, when Brazil fell victim to a major
crisis of confidence concerning the change
of command at the Presidential Palace
in Brasilia, the country sought a solution
based on an increase in interest rates and in
the primary surplus generated in the public
accounts.
As a consequence, in 2003, the country
recorded one of the worst rates of GDP
growth in the last 20 years, 0.52%, in
addition to high levels of unemployment
and a strong fall in the average income of
the population.
The Central Bank sought to accelerate
the reduction in interest rates, which beganin
mid-2003, lowering the basic rate of interest
from 26.5% to 16.5%per year in January
2004. The economic agents began 2004 with
the expectation of a positive performance
from the productive sector.
Matéria de capa
Um ano considerado “histórico: o PIB cresce 5,7%; a Bolsa
fecha em alta de 17,7%; a balança comercial registra o saldo
recorde US$ 33,7 bilhões; o investimento externo direto
soma US$ 18,1 bilhões, o melhor resultado desde 2001.
A taxa de juros fecha o ano em 17,75% e a inflação, medida
pelo IPCA, a 7,6%.
Era o segundo ano do governo Lula. Antonio Palocci era
ministro da Fazenda e José Dirceu, Ministro da Casa Civil.
Cover story
O país entra em uma das mais graves crises políticas dos
últimos anos: a denúncia do caso “Mensalão” pelo deputado
Roberto Jefferson, que acabou sendo cassado.
O “mensalão” derruba o ministro da Casa Civil, José Dirceu,
e aprofunda a crise política no país.
A Câmara dos Deputados aprova a pesquisa científica com
células-tronco e a comercialização de produtos transgênicos.
O investimento estrangeiro direto no país soma US$
18,1 bilhões, o melhor resultado desde 2001.
Quatro atentados a bomba em trens do metrô e contra um
ônibus na área central de Londres expandem a atuação do
terrorismo internacional.
Em fevereiro, Mark Zuckerberg cria, com seus colegas
de dormitório em Harvard, a rede social Facebook.
Em 19 de abril, Joseph Ratzinger é eleito o novo Papa
adotando no nome de Bento XVI.
O terrorismo internacional estremece a Espanha, com
o sanguinário atentado a trens no dia 11 de março, em
Madri.
A Bovespa atualiza as regras aplicáveis aos acessos remotos
a seu sistema de negociação.
Um forte tsunami varre a Ásia, atingindo diversos países.
O ano é marcado também pela volta das aberturas de
capital após dois anos de jejum entre elas a da Natura, Gol,
CPFL Energia e Grendene; pela retomada das emissões de
debêntures e pelo aumento de Fundos de Investimento
em Direitos Creditórios (FIDC) tiveram grande destaque
em 2004.
A legislação brasileira do mercado de capitais avança com a
publicação de várias normas entre elas a Instrução nº 414
que regulamentou o registro de companhia aberta para
empresas securitizadoras de créditos imobiliários.
A BM&FBovespa cria o Índice de Sustentabilidade
Empresarial (ISE)
O furacão Katrina atinge violentamente o Sul dos EUA e
mata centenas de pessoas.
No Brasil, o mercado aéreo nacional assiste à agonia da
Varig e Vasp.
Depois de mais de cem anos de existência, o pregão a viva voz
na Bovespa tem sua última sessão em 30/9/2005.
A Bovespa cria em junho o Indice de Ações com Tag Along
Diferenciado (ITAG).
2004
2005
This year is considered to be “historic: GDP rises 5.7%; the stock
market closes on a high of 17.7%; the balance of trade registers a
record surplus of US$33.7 billion; and direct foreign investment
totals US$18.1 billion, the best result since 2001.
The country enters one of the most serious political crises in recent
years: the denunciation of the “Big Monthly” or “Mensalão” scheme
by the deputy Roberto Jefferson, who had just been impeached.
Interest rates close the year at 17.75% and inflation, measured
by the Broad National Consumer Price Index (IPCA), at 7.6%.
It was the second year of the Lula administration. Antonio Palocci
was the Finance Minister and José Dirceu, the Chief of Staff.
Direct foreign investment in the country totals US$18.1 billion,
the best result since 2001.
In February, Mark Zuckerberg and his roommates create the social
network, Facebook,.
International terrorism spreads to Spain, with the bloody attack on
the trains on March 11th, in Madrid.
A powerful Tsunami sweeps across Asia, striking various countries.
The year is also marked by the return of Initial Public Offers,
following a two year break, with those of Natura, Gol, CPFl
Energia and Grendene; by the resumption of the issuance of bonds
and by the increase of Receivables Investment Funds (Fundos
de Investimento em direitos Creditórios – FIdC) which were a
highlight of 2004.
Brazilian capitals market legislation advanced with the publication
of various norms, including Instruction nº 414 which regulated the
registration of publicly traded real estate credit securitization companies.
The “Mensalão” toppled the Chief of Staff, José Dirceu, and
exacerbated the political crisis in the country.
The Chamber of Deputies approves stem cell research and the
commercialization of transgenic products.
Four bomb attacks on subway trains and a bus in central London
mark an expansion in international terrorism.
On April 19th, Joseph Ratzinger is elected the new Pope and adopts
the name of Benedict XVI.
The Bovespa stock exchange updates the rules governing remote
access to its trading system.
BM&FBovespa creates the Business Sustainability Index (Índice
de Sustentabilidade Empresarial – ISE).
Huricane Katrina makes violent landfall in the south of the USA
and kills hundreds of people.
In Brazil, the domestic airline market witnesses the demise of
Varig and Vasp.
After more than one hundred years of existence, Bovespa’s open
outcry trading floor held its last session on 30/9/2005.
In June, Bovespa created the Special Tag Along Stock (Indice de
Ações com tag Alongdiferenciado – ItAG).
59
Matéria de capa
O PIB brasileiro cresce 3,7%, de acordo com a nova
metodologia do IBGE. O cálculo original havia revelado
crescimento de apenas 2,9%.
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, pede afastamento
do cargo. Guido Mantega assume a pasta.
O dólar tem um ano de baixa frente ao real, gerando
protestos dos exportadores e a edição de um pacote de
medidas de flexibilização cambial pelo governo federal
para tentar conter a queda.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, decreta a nacionalização do setor de gás e petróleo.
A inflação tem bom comportamento no ano e o IPCA
registra variação de apenas 3,14%, a menor desde 1998.
Com a inflação sob controle, o Banco Central promove
cortes sucessivos na taxa básica de juros e em dezembro a
Selic está em 13,25% ao ano, contra 18% no ano anterior.
Lula vence Alckmin e é reeleito Presidente da República.
No Chile, a socialista Michele Bachelet é eleita Presidente
da República, sendo a primeira mulher a assumir o cargo.
Cover story
Em dezembro, em plena crise do sub-prime nos EUA, a
bolsa registra alta de 43,6%.
O número de aberturas de capital é recorde histórico com
63 novas companhias, um crescimento de 142% frente ao
ano anterior.
O governo federal lança o Programa de Aceleração do
Crescimento, o PAC.
Morre Enéas Carneiro, que ficou famoso com o bordão
“meu nome é Enéas” no programa eleitoral.
Morre o senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA).
O STF encerra o julgamento da denúncia contra os 40
acusados de envolvimento com o Mensalão, acolhendo o
pedido de instauração da ação penal.
A Apple lança o iPhone e revoluciona o mercado de
telefones celulares.
No front externo, explodem as perdas dos bancos
estrangeiros com fortes posições em empréstimos
imobiliários de risco, o conhecido mercado sub-prime.
A Bovespa tem um ano de resultados recordes. O Ibovespa
registrou alta de 33%. As distribuições públicas de ações,
incluindo IPOs e operações de empresas já listadas, chegam
a aproximadamente R$ 29 bilhões com crescimento de
107%.
No final de 2007, a Bovespa, incluindo a Companhia
Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), a Bovespa
Supervisão de Mercado (BSM) e a Bolsa de Mercadorias &
Futuros deixam de ser associações civis sem fins lucrativos
e tornam-se sociedades de capital aberto, listadas no Novo
Mercado.
2006
2007
Brazilian GDP growsby 3.7%, according to the new methodology
of the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). The
original calculation had revealed growth of only 2.9%.
In December, in the middle of the sub-prime crisis in the USA, the
stock market registers a rise of 43,6%.
The Finance Minister, Antonio Palocci, offers his resignation. Guido
Mantega takes over the job.
The dollar suffers a year of falls in relation to the Real, prompting
protests from exporters and the issuance of a packet of measures
from the federal government to relax exchange rate rules in order
to contain the fall.
The President of Bolivia, Evo Morales, decrees the nationalization
of the Oil & Gas sector.
Inflation remains under control throughout the year and the IPCA
records an increase of only 3.14%, the lowest since 1998.
With inflation under control, the Central Bank oversees successive
cuts in the basic rate of interest and in December the SELIC rate is
at 13.25% per year, compared to 18% the previous year.
Lula defeats Alckmin and is re-elected President of Brazil.
In Chile, the Socialist, Michele Bachelet is elected President of the
Republic, becoming the first woman to take up the position.
Bovespa enjoys a record year of results. Ibovespa records a rise of
33%. Public share offerings, including IPOs and operations by
companies already listed, total approximately R$29 billion with
growth of 107%.
60
The number of companies which go public breaks a historical record
with 63 new companies – an increase of 142% in relation to the
previous year.
The federal government launches the Growth Acceleration Program
(Programa de Aceleração do Crescimento), the so-called PAC.
Enéas Carneiro, who became famous for his catchphrase “my name
is Enéas” on party political broadcasts, dies.
The senator, Antônio Carlos Magalhães (Democratic Party – Bahia), dies.
The Federal Supreme Court concludes its trial of the 40 defendants
accused of involvement in the “Mensalão”, approving the request for
the institution of a criminal prosecution.
Apple launches the iPhone and revolutionizes the cell-phone market.
On the external front, there are dramatic losses for foreign banks with
major stakes in high-risk loans, in the so-called sub-prime market.
At the end of 2007, Bovespa, which includes the Brazilian Clearing
and Depository Corporation (CompanhiaBrasileira de liquidação e
Custódia – CBlC), São Paulo Stock Exchange Market Supervision
(BovespaSupervisão de Mercado – BSM) and the commodities and
futures exchange (Bolsa de Mercadorias & Futuros), ceases to be a notfor-profit civil association and becomes a publicly traded company,
listed in the New Market segment.
Matéria de capa
No mês de abril, a agência Standard and Poor’s concede o
grau de investimento ao Brasil.
A fusão entre a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e
a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) cria a terceira
maior bolsa do mundo, atrás apenas da Deutsche Borse alemã
e da Bolsa de Chicago.
O Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos
dos EUA, anuncia seu pedido de concordata.
Bancos centrais de todo o mundo anunciam cortes nos juros
para tentar conter a desaceleração das economias.
Em dezembro de 2008, estudo do National Bureau for
Economic Research admite que os EUA estão em recessão
desde 2007.
No Brasil, os bancos Itaú e Unibanco anunciam sua fusão.
É criado um dos vinte maiores bancos do mundo em valor
de mercado.
O Banco do Brasil compra a Nossa Caixa por R$ 5,38 bilhões.
O presidente Bush anuncia ajuda de US$ 17,4 bilhões às
montadoras americanas.
A inflação oficial, medida pelo IPCA, fecha o ano com alta
de 5,90%.
Barack Obama é eleito o 44º presidente dos Estados Unidos.
Aos 47 anos de idade, ele é o primeiro negro a governar o país.
Cover story
Morre o cantor Michael Jackson.
O Brasil está “em alta” no cenário mundial: Obama diz que
Lula “é o cara”.
Brasil conquista o direito de sediar as Olimpíadas de 2016
assim como a Copa do Mundo de 2014.
O governo reduz o IPI de eletrodomésticos.
Obama anuncia a concordata da Chrysler.
A VCP incorpora a Aracruz e cria a Fíbria, maior empresa
do mundo em celulose.
O MPF denuncia o banqueiro Daniel Dantas, controlador
do grupo Opportunity, pelos crimes de lavagem de dinheiro,
gestão fraudulenta, evasão de divisas e organização criminosa.
A Moody’s é a quarta agência de classificação de riscos a
conceder o grau de investimento ao Brasil.
Em outubro, o governo taxa as aplicações estrangeiras na
Bovespa assim como nas aplicações de renda fixa.
Em novembro, é adotada a cobrança de IOF sobre operações
com ações de empresas brasileiras no exterior.
É anunciada a fusão entre Pão de Açúcar e Casas Bahia,
criando um gigante do varejo.
A Perdigão compra a Sadia, criando a Brasil Foods.
2008
2009
In April, the credit rating agency, Standard and Poor’s, grants Brazil
an investment grade rating.
The singer, Michael Jackson, dies.
The consolidation of the São Paulo stock exchange (Bovespa) and
the commodities and futures exchange (BM&F) creates the third
largest stock exchange in the world, after only the German Borse
and the Chicago stock exchange.
Brazil’s stock is risingon the world stage: Obama says that Lula “is
the man”.
Brazil wins the right to host the 2016 Olympic Games in addition
to the 2014 World Cup.
Lehman Brothers, the fourth largest investment bank in the USA,
announces its request for reorganization.
The government reduces the tax (IPI) on household appliances.
Obama announces the reorganization of Chrysler.
Central banks around the world announce cuts in interest rates in
an attempt to contain the slowdown of economies.
VCP incorporates Aracruz and creates Fíbria, the largest paper
company in the world.
In December 2008, a study by the National Bureau for Economic
Research admits that the EUA has been in recession since 2007.
The Federal Prosecutor’s Office charges Daniel Dantas, the controller of
the Opportunity group, with the crimes of money laundering, fraudulent
management, illegal transfer of funds abroad and criminal organization.
In Brazil, the banks Itaú and Unibanco announce their
consolidation. One of the twenty largest banks in the world, in
terms of market value, is created.
The Banco do Brasil buys Nossa Caixa for R$5.38 billion.
President Bush announces abailout package worth US$17.4 for
the US auto industry.
The official rate of inflation, measured by the IPCA, ends the year
with a rise of 5.90%.
Barack Obama is elected the 44th President of the United States.
At 47 years old, he is the first black man to govern the country.
Moody’s becomes the fourth credit rating agency to grant Brazil an
investment grade rating.
In October, the government taxes foreign investments in Bovespa
just like fixed income investments.
In November, a financial transaction tax (IOF) is imposed on share
transactions involving Brazilian companies abroad.
The consolidation of Pão de Açúcar and Casas Bahia is announced,
creating a retail giant.
Perdigão buys Sadia, creating Brasil Foods.
61
Matéria de capa
O ano começa com uma tragédia causada pelas fortes chuvas.
Deslizamentos deixam mortos em Angra dos Reis (RJ) e
Cunha (SP) logo nas primeiras horas do ano.
Cover story
A Europa luta para restringir os efeitos da crise financeira na
Zona do Euro.
A Petrobras realiza o maior processo de capitalização do
mundo: arrecada R$ 120,36 bilhões ou US$ 70 bilhões.
Caem os primeiros-ministros da Grécia e da Itália. Os reflexos
da crise do euro atingem os mercados financeiros de todo o
mundo.
Dilma Roussef é eleita presidente da República, a primeira
mulher a ocupar este cargo no país.
No Brasil, o ex-presidente Lula começa o tratamento contra
um câncer de laringe.
O mundo esportivo assiste à derrota da seleção brasileira na
Copa do Mundo realizada na África do Sul.
Morre o criador da Apple, Steve Jobs.
O ex-hacker Julian Assange ganha notoriedade ao divulgar
em seu site, o Wikileaks, 250 mil documentos secretos da
diplomacia dos EUA.
Em Londres, acontece o casamento real do século, quando a
plebéia Catherine Middleton entra na Abadia de Westminster
para trocar alianças com o Príncipe William, neto da rainha
Elizabeth II.
O Haiti sofre um dos mais violentos terremotos da história, que
devasta sua capital, Porto Príncipe, matando 230 mil pessoas.
A economia brasileira acaba sendo contaminada pela crise
externa e em 2011 o PIB cresce apenas 2,7%.
No Chile, o resgate de 33 mineiros presos durante dois meses
no fundo de uma mina a 700 metros de profundidade, é
acompanhado com emoção por todo o mundo.
No primeiro ano do governo Dilma, o Banco Central pratica
por dois meses uma política de elevação da taxa Selic para
conter a inflação.
A TAM anuncia a fusão com a chilena LAN.
O Brasil encerra o ano com a maior inflação desde 2004:
6,5%.
A Vale compra os ativos de produção de fertilizantes da
Bunge no Brasil. E no varejo, Ricardo Eletro e Insinuante
anunciam fusão enquanto o Magazine Luiza compra a rede
nordestina Maia.
A crise do euro reduz importações de commodities afetando
as exportações brasileiras.
As companhias brasileiras adequam suas demonstrações
financeiras ao modelo IFRS.
O governo brasileiro adota uma série de medidas macroprudenciais para evitar a desaceleração da economia. Entre
elas, a criação do IOF sobre os contratos de futuro de moeda.
2010
2011
The year begins with a tragedy caused by torrential rain. Landslides
leave people dead in Angra dos Reis (Rio de Jaineiro) and Cunha (São
Paulo) during the first hours of the year.
Europe struggles to limit the effects of the financial crisis in the
Euro Zone.
Petrobras carries out the largest process of capitalization in the world:
it raises R$120.36 billion or US$70 billion.
Dilma Roussef is elected President of Brazil, becoming the first woman
to occupy this post in the country.
The sporting world watches the defeat of the Brazilian football team
in the World Cup held in South Africa.
The former hacker, Julian Assange, gains notoriety by releasing 250
thousand secret documents relating to US diplomacythrough his
website, Wikileaks.
Haiti suffers one of the most violent earthquakes in history, which
devastates its capital, Porto Príncipe, killing 230 thousand people.
The Prime Ministers of Greece and Italy are toppled. The impacts of
the Euro crisis affect financial markets around the world.
In Brazil, former President Lula begins treatment for cancer of the
larynx.
The creator of Apple, Steve Jobs, dies.
In London, the royal wedding of the century takes place when
the commoner, Catherine Middleton,enters Westminster Abbey
to exchange rings with Prince William, the grandson of Queen
Elizabeth II.
The Brazilian economy ends up being contaminated by the foreign
crisis and in 2011, GDP grows only 2.7%.
In Chile, the rescue of 33 miners imprisoned for months at the bottom
of a 700m mine, is emotionally followed around the world.
In the first year of the Dilma government, the Central Bank adopts
a policy of raising the SELIC benchmark rate, for two months, to
control interest.
TAM announces its consolidation with the Chilean airliner LAN.
Brazil ends the year with the highest rate of inflation since2004: 6.5%.
Vale buys fertilizer producing assets from Bunge in Brazil. And in the
retail sector, Ricardo Eletro and Insinuante announce their consolidation,
while Magazine Luiza buys the northeastern Maia network.
The Euro crisis reduces imports of commodities affecting Brazilian
exports.
Brazilian companies adapt their financial statements to the IFRS
model.
62
The Brazilian government adopts a series of macroprudential measures
to prevent the slowdown of the economy. They include the creation of
a financial transaction tax (IOF)on currency future contracts.
Matéria de capa
Cover story
63
Matéria de capa
Cover story
Na Zona do Euro, a Grécia ocupa o centro das atenções
ao protestar violentamente contra a miséria trazida pelas
medidas de ajuste econômico.
O Brasil amanhece sob o signo dos protestos populares. As
manifestações iniciadas em São Paulo contra o aumento das
tarifas de ônibus espalham-se por todo o País.
No Brasil, o ano traz o polêmico julgamento do Mensalão,
o mais longo e complexo da história do Supremo Tribunal
Federal (STF). Foi transmitido ao vivo pela TV Justiça e
durou quatro meses e meio.
O aplicativo de mensagens WhatsApp vira febre mundial.
Morre aos 104 anos Oscar Niemeyer, o maior arquiteto
brasileiro e um dos nomes mais reconhecidos da arquitetura
mundial.
Passa a valer a Lei Ficha Limpa e o STF vota pela
constitucionalidade da lei que barra a candidatura de
candidatos condenados pela Justiça ou que renunciaram
ao cargo para evitar cassação.
O papa Francisco, eleito para suceder o cardeal Ratzinger (exPapa Bento XVI, renunciante) vem ao Brasil para a Jornada
Mundial da Juventude.
O ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos
EUA, Edward Snowden, denunciou a bisbilhotice que
atingiu, entre outros governantes, a presidenta Dilma Rousseff
e a chanceler alemã, Angela Merkel.
O Uruguai é a primeira nação a aprovar lei que autoriza a
produção e venda de maconha.
Na economia, a redução do ritmo de crescimento impõe ao
governo a edição de diversos pacotes de apoio à indústria
para evitar demissões. Com a redução do IPI as vendas de
veículos batem recorde histórico.
Duas empresas do grupo EBX entram com pedido de
recuperação judicial e outras duas têm seu controle acionário
vendido. A fortuna de Eike cai de US$ 18,6 bilhões para US$
200 milhões.
Apesar das medidas, os efeitos da crise global pesam e
a economia brasileira tem um ano de “pibinho” com
crescimento de apenas 1,0% em 2012.
A derrocada da OGX leva BM&FBovespa a rever a
metodologia do Ibovespa pela primeira vez em 45 anos.
A Selic encerra o ano em 7,25%, seu patamar mais baixo em
toda a história do Comitê de Política Monetária (Copom),
criado em 1996.
Os mercados da Europa e dos Estados Unidos conseguem
emitir os primeiros sinais de recuperação econômica.
O Ibovespa encerra o ano com queda acumulada de 15,5%.
O Ibovespa fecha 2012 aos 60.952 pontos, com alta de
7,40%.
Apesar do ano difícil, o Brasil fecha 2013 com crescimento
econômico de 2,3%.
2012
2013
In the Euro Zone, Greece occupies center stage when it protests
violently against the misery brought about by austerity measures.
Brazil wakes up to popular protest. The demonstrates which began
in São Paulo against an increase in bus fares spread throughout
the country.
In Brazil, the year brings the controversial trial of the Mensalão, the
longest and most complex in the history of the Federal Supreme
Court.It was broadcast live by Justice TV and lasted four and a
half months.
Oscar Niemeyer, the greatest Brazilian architect and one of the
most famous names in global architecture, dies at the age of 104.
The “Clean Record” (“Ficha limpa”) Law comes into effectand
the Federal Supreme Court votes in favor of the constitutionality
of the law which bars candidates found guilty in court or who
resigned their posts to avoid impeachment, from running for
office.
In the economy, a reduction in the rate of growth forces the
government to issue different packages of support to industry
to avoid layoffs. With the reduction in the tax on manufactured
goods (IPI) vehicle sales break records.
Despite the measures, the effects of the global crisis are felt and the
Brazilian economy experiences trifling growth of only 1% in 2012.
The SELIC benchmark rate ends the year at 7.25%, its lowest
level in the history of the Monetary Policy Committee (Comitê
de Política Monetária – Copom), created in 1996.
The São Paulo Stock Exchange Index, Ibovespa, closes 2012 at
60,952 points, with an increase of 7.40%.
64
The messaging app WhatsApp becomes a global phenomenon.
Pope Francisco, elected to succeed Cardinal Ratzinger (formerly
Pope Benedict XVI, who resigned) comes to Brazil for World
Youth Day.
The former employee of the National Security Agency of the USA,
Edward Snowden, denounces the spying which affected President
Dilma Rousseff and the German Chancellor, Angela Merkel,
among others.
Uruguay is the first country to approve a law which authorizes the
production and sale of marijuana.
Two companies of the EBX group file a request for court-supervised
reorganization and two others have their shareholding control sold.
Eike’s fortune shrinks from US$18.6 billion to US$200 million.
The collapse of OGX leads BM&FBovespa to review the
methodology of Ibovespa for the first time in 45 years.
The markets of Europe and the United States produce the first
signs of economic recovery.
Ibovespa ends the year with an accumulated fall of 15.5%.
Despite having a difficult year, Brazil ends 2013 with economic
growth of 2.3%.
Matéria de capa
Cover story
Evolução das companhias
abertas em uma década
Carlos Antônio
Magalhães de Almeida
Presidente da Apimec Rio
e Sócio-Diretor da SABE
Consultores Associados.
President of Apimec Rio and
a partner director of SABE
Consultores Associados.
Luiz Guilherme Dias
Sócio-Diretor da SABE
Consultores Associados.
Partner director of SABE
Consultores Associados.
66
Para analisar a evolução das companhias abertas no período de 2004
a 2013, tomamos como base a Receita Líquida, o Endividamento
Total e o Lucro Líquido das 100 maiores empresas brasileiro,
distribuído pelos 25 setores mais importantes da economia.
Primeiramente observando a Receita Líquida identificamos que
de 2004 a 2013 ela cresceu mais de 250%, o que aparentemente
significou um bom desempenho. Mas, ao analisarmos o crescimento
ano a ano verificamos que de 2004 até 2008 (ano em que eclodiu
a crise financeira internacional) tivemos excelentes desempenhos
de receitas, inclusive em 2008, quando a economia mundial já
enfrentava grave crise financeira.
Matéria de capa
Apenas uma “marolinha”
Enquanto isso, no Brasil o
governo começou a interferir na
economia, através de suas instituições,
inundando o país de crédito e fazendo
parecer que iríamos ficar imunes
à crise mundial (era apenas uma
“marolinha” na concepção do então
presidente Lula). Em 2009, como
não poderia deixar de ser, o Brasil
começou a ser atingido pela crise
global, tendo as receitas das nossas
principais companhias sofrido uma
queda acentuada com crescimento
negativo de quase 7%. O governo
continuou ofertando crédito na
esperança de reverter o quadro,
tendo as receitas em 2010 voltado
ao nível de 2008, mas a partir daí
o seu crescimento foi diminuindo,
culminando com resultados pífios em
2012 e 2013, sem crescimento real.
Olhando o Endividamento
Total no mesmo período, observamos
como foi em vão o esforço do governo
tentando apresentar melhores níveis
econômicos ofertando liquidez à
economia, pois o endividamento das
empresas cresceu no período cerca
de 420% e com isso empurrou o
Resultado Líquido das empresas para
um crescimento de apenas 75%. Os
principais vilões desse fraquíssimo
crescimento foram a fartura de
Cover story
crédito e o aumento desenfreado do
custo da mão de obra onde a quase
totalidade dos setores proporcionou
ganho real aos seus empregados,
encarecendo o custo de pessoal e
do país.
Enquanto isso, o mundo vinha
lentamente procurando sair da
grave crise mundial financeira com
aumento de desemprego, redução
de salários, perda de direitos dos
trabalhadores, buscando voltar a
crescer. A lição que ficou é que nosso
país não é uma ilha isolada do resto do
mundo. Como veremos mais adiante,
apesar de toda a crise brasileira,
algumas companhias (as “joias da
coroa”), se destacaram, ultrapassando
a crise mundial, dentre elas algumas
que receberam o Prêmio Abrasca de
Criação de Valor em 2013.
Desempenho das empresas
Os gráficos a seguir ilustram o
quadro geral de evolução das Receitas,
Endividamentos e Resultados das
companhias abertas de 2004 a 2013:
Gráfico 1 / Graph 1
Crescimento da Receita Líquida (%) – 2004 a 2013
Growth of net revenue (%) – 2004 to 2013
Fonte: SABE / Source: SABE
Evolution of publicly held companies over a decade
Our analysis of the evolution of publicly
held companies during the period between
2004 and 2013 is based on the figures for
net revenues, total debt and net income
of the 100 largest Brazilian companies,
distributed across the 25 most important
sectors of the economy.
Firstly, net revenues were seen to
increase by more than 250% during
the period, apparently indicating good
performance. But a year by year analysis of
growth shows that from 2004 to 2008 (the
year that the international financial crisis
erupted) the performance of revenues was
excellent, including for 2008 when the
world economy was already facing a serious
financial crisis.
Just a ‘small swell’1
Meanwhile in Brazil the government
began to interfere in the economy, using
its institutions to flood the market with
credit and making it appear that the
country would remain immune to the
world crisis (which, according to President
Lula, was a mere marolinha). In 2009, as
was inevitable, Brazil began to be affected
by the global crisis, with the revenues of
our leading companies suffering a sharp
drop, with negative growth of almost 7%.
The government continued offering credit
At the time President Lula said that the crisis in the
USA was a tsunami, but by the time it reached Brazil
it would have become a ‘marolinha’ – a small swell.
1
67
Matéria de capa
Destaques Positivos das
Companhias Abertas
Cover story
Gráfico 2 / Graph 2
Crescimento do Endividamento Total (%) – 2004 a 2013
Growth of total debt (%) – 2004 to 2013
Considerando o resultado de
30 melhores companhias abertas
nos últimos dez anos, chegamos às
seguintes conclusões:
Companhias Não Financeiras
Neste grupo não observamos
qualquer grande destaque de setor,
entretanto percebemos que algumas
companhias tiveram resultados
excelentes. As principais razões que
explicam esse desempenho foram:
Grau de capitalização;
Liderança no setor de atuação;
Nível de Governança
Corporativa;
Fonte: SABE / Source: SABE
Gráfico 3 / Graph 3
Crescimento do Resultado Líquido (%) – 2004 a 2013
Growth of net income (%) – 2004 to 2013
Relacionamento com o Mercado
Financeiro;
Inovação e Competitividade;
Responsabilidade Social e
Sustentabilidade.
in the hope of reverting the situation,
so corporate revenues maintained their
2008 level in 2010, but from then on
their growth diminished, culminating in
negligible results with no real growth in
2012 and 2013.
Looking at the total debt for the period,
we see how ineffective the government’s
efforts were to present better results by
providing greater liquidity for the economy,
as corporate indebtedness increased around
420% during the period, resulting in a
growth of corporate net income of just
75%. The main villains in this story were
the ample credit and the drastic increase in
the cost of labor, with almost every sector
giving real rises to employees, making the
cost of labor, and that of the country, more
expensive.
68
Fonte: SABE / Source: SABE
Meanwhile, the world was seeking ways
to gradually solve the international financial
crisis with increased unemployment, wage
reduction and the loss of labor rights as a
way to return to growth. The lesson that
this taught us is that Brazil is not an island
isolated from the rest of the world. As will
be seen, despite all the Brazilian crisis,
some companies (the so-called ‘crown
jewels’) were exceptions, out-performing
the world crisis, among them some that
received the Abrasca Value Creation Prize
in 2013.
Performance of the companies
The graphs below show the general
picture for the evolution of the revenues,
Matéria de capa
Cover story
O gráfico seguinte ilustra as Companhias/Setores (de acordo com a classificação da Abrasca) que se destacaram
no período de 2004 a 2013:
Gráfico 4 / Graph 4
Ranking de Desempenho medido pela média do ROE
(Retorno do Acionista) das 30 melhores Companhias Não Financeiras de 2004 a 2013
Ranking of performance measured by the average ROE for the 30 best non-financial companies between 2004 and 2013
Fonte: SABE / Source: SABE
69
Matéria de capa
Cover story
Companhias Financeiras
As companhias que
criaram valor
Neste outro grupo observamos significativo destaque do setor bancário,
principalmente em relação aos grandes bancos, como mostra o gráfico abaixo.
Gráfico 5 / Graph 5
Ranking de Desempenho medido pela média do ROE
(Retorno do Acionista) dos 5 maiores Bancos de 2004 a 2013
Ranking of performance measured by the average ROE
for the 5 largest banks beween 2004 and 2013
Outstanding performance
of publicly held companies
Considering the result for the 30 best
publicly held companies during the last
ten years, we came to the following main
conclusions:
Non-financial companies
In this group we saw no outstanding
performance for the sector; however, we
did see that some companies had excellent
results. The main reasons that explain this
performance are:
70
AMBEV: Nos últimos 10 anos vem
crescendo de forma orgânica e através
de aquisições, tornando-se uma das
maiores empresas do mundo no
setor de bebidas. Os indicadores
da empresa mostram o sucesso de
seu crescimento, com destaque para
o EBITDA que em 2013 subiu
12,18% em relação ao ano anterior.
BRADESCO: Tem comportamento
consistente no setor, sendo cerca de
30% do seu resultado oriundo de
sua Seguradora, a maior do país.
Seu ativo total atingiu em 2013 o
patamar de quase R$900 bilhões
com crescimento contínuo através
dos últimos 10 anos.
Fonte: SABE / Source: SABE
indebtedness and net income of the
publicly held companies between 2004
and 2013.
Analisando individualmente as
companhias que foram agraciadas
com o Prêmio Abrasca de Criação de
Valor em 2013, fazemos as seguintes
considerações:
Level of capitalization;
Position of leadership in respective
sector;
Level of corporate governance;
Relationship with the financial
markets;
Innovation and competitiveness;
Social responsibility and
sustainability.
Graph 4 shows the companies/sectors
(according to Abrasca’s classification) which
performed outstandingly during the period
between 2004 and 2013.
Financial companies
In the following group the significant
performance of the banking sector is seen,
above all that of the major banks:
The companies which
‘created value’
Analyzing one by one the companies
that received the Abrasca Value Creation
Award in 2013, we have the following
considerations:
AMBEV: The company has grown
over the last ten years, organically and
by means of acquisitions, becoming one
of the largest beverage companies in the
world. Figures for the company show this
successful growth, notably EBITDA, which
Matéria de capa
CIA. HERING: O setor têxtil em
que a Hering atua é um dos menos
competitivos do país. Na década de
80, a Hering era uma das maiores
empresas do setor, mas a competição
global não era tão acirrada em
virtude do forte protecionismo
no Brasil. Na década de 90, com
a abertura do mercado, a empresa
apresentou queda, acompanhando
todo o setor. Para sobreviver
modificou completamente seu
modelo de negócios, valorizando a
marca, abrindo lojas, sofisticando seu
portfólio de produtos e ampliando
suas vendas. Com isso teve nos
últimos 10 anos forte crescimento de
resultados, com redução significativa
do endividamento, o que não ocorreu
com suas concorrente das quais
muitas desapareceram.
CIELO: Maior empresa do setor de
meios de pagamentos eletrônicos
do país, a Cielo tem como principal
característica seu lucro líquido ter
crescido nos últimos oito anos
acima do seu patrimônio líquido. É
increased 12.18% in 2013 compared to the
previous year.
BRADESCO: It is the bank with the
most consistent performance in the sector,
with around 30% of its profits coming
from its insurance wing, the largest in
Brazil. Its total assets reached almost R$900
billion in 2013, a result of its continuous
growth over the last ten years.
CIA. HERING: The textile sector is
one of the least competitive in Brazil. In
the 1980s Hering was one of the largest
companies in the sector, but the strong
protectionist measures of the time shielded
it from much of the global competition.
With the opening up of the markets
Cover story
a empresa com a maior rentabilidade
patrimonial do mercado acionário,
tendo alcançado em 2013 a marca
de 80,46%.
apresentado um histórico de resultados
crescentes principalmente nos últimos
quatro anos, aproveitando com êxito
o forte boom do mercado imobiliário.
DURATE X : P e r t e n c e a o
conglomerado Itaú, sendo a empresa
não financeira mais rentável do
Grupo. Tem como característica
marcante elevadas margens
líquidas resultantes dos constantes
investimentos realizados.
LOJAS RENNER: Uma das
companhias de varejo brasileiro
mais bem-sucedidas, sofreu uma
significativa reformulação, saindo
de uma atuação regional (RS) para
crescer vertiginosamente em nível
nacional. É uma das empresas de
maior dispersão de capital do nosso
mercado acionário.
ESTÁCIO: Atua num setor de
fundamental importância para o
desenvolvimento do país. Vem
fazendo diversas aquisições com
bastante sucesso nos últimos anos,
tornando-se uma das maiores
instituições de ensino superior
do mundo em número de alunos
matriculados e atuando com grande
capilaridade na oferta de cursos em
âmbito nacional.
MARCOPOLO: Empresa líder no
segmento de carrocerias na América
Latina, atua em dezenas de países
com alta tecnologia, tendo forte
crescimento de resultados com
margens e retornos acentuados e
sendo escolhida pelo mercado como a
grande vencedora do Prêmio Abrasca
de Criação de Valor de 2012/2013.
HELBOR: Trata-se de uma das
empresas mais bem estruturadas do
setor de Construção Civil, tendo
MINERVA: É a 3ª maior produtora de
carne bovina do país. Atua com êxito
em projetos sociais e ambientais e possui
in the 1990s the company’s profits fell
along with those of other companies in
the sector. In order to survive it entirely
altered its business model, promoting its
brand, opening shops, sophisticating its
product portfolio and increasing sales.
As a result its profits increased sharply
over the last ten years with a significant
drop in indebtedness, something which
its competitors, many of which have
disappeared, failed to achieve.
DURATEX: It is the most profitable
non-financial company of the Itaú group. It
is notable for its high net margins resulting
from constant investment.
CIELO: The largest company in the
electronic payment segment, Cielo is
notably for its net income having grown
faster over the last 8 years than its net worth.
It is the company with the highest ROE on
the stock market, reaching 80.46% in 2013.
ESTÁCIO: The education sector
is of fundamental importance for the
development of the country. The company
has made a series of highly successful
acquisitions over recent years, becoming
one of the largest higher education
institutions in the world in terms of student
numbers and offering a wide diversity of
courses in various regions of the country.
HELBOR: It is one of the best structured
companies in the civil construction sector,
with growing profits, especially over the last
71
Matéria de capa
participação no Pacto da Pecuária,
adesão ao Grupo de Trabalho da
Pecuária Sustentável, além de assinatura
de compromisso com o GreenPeace.
Vem crescendo por aquisições de forma
significativa nos últimos 10 anos, ao
mesmo tempo que tem aumentado seu
grau de endividamento com impacto
em suas margens de rentabilidade em
2012 e 2013.
ODONTOPREV: Empresa líder
em planos odontológicos na América
Latina, vem crescendo receitas e
resultados de 2004 a 2013, com
destaque para redução do alto
endividamento que possuía em 2005.
SABESP: Considerada benchmark
do setor de saneamento no país, a
Sabesp é uma companhia que vem
trazendo melhorias para cidades do
interior do estado de São Paulo.
Sua geração de caixa medida pelo
EBITDA vem crescendo nos últimos
seis anos, tendo alcançado a marca de
R$4 bilhões em 2013.
four years, successfully taking advantage of
the boom in the real estate market.
LOJAS RENNER: One of the country’s
most successful retail sector companies,
Renner changed from a regional company
(Rio Grande do Sul) into a nationwide
one, with exponential growth. Its shares
are among the most widely pulverized on
the Brazilian market.
MARCOPOLO: Leader in the bus
body segment in Latin America, the
company is present in dozens of countries
with high technology. It has shown a
marked increase in profits and margins and
72
Cover story
SÃO MARTINHO: Uma das
maiores empresas do setor de Açúcar
e Álcool do Brasil, vem atuando nos
últimos cinco anos com resultado
positivo, boas práticas de governança
corporativa, transparência e política
ambiental. O rápido crescimento
observado no período provocou
um impacto financeiro que levou a
empresa a obter um menor resultado
em 2013.
TOTVS: É a maior empresa brasileira
de Software de Gestão Empresarial
(ERP) e a 6ª maior do mundo (1ª
em países emergentes) operando
num setor de elevado potencial de
crescimento. Possui liderança no
segmento de pequenas e médias
empresas na América Latina. Com
crescimento constante nos últimos
dez anos, alcançou em 2013 a
marca de 20,85% de rentabilidade
patrimonial.
TRACTEBEL: Líder no setor
privado de Geração de Energia
was chosen by the market as the number
one winner of the Abrasca Value Creation
Prize 2012/2013.
MINERVA: It is the third largest
producer of bovine meat in the country. It
runs successful social and environmental
programs, is a participant in the Cattle
Raising Pact (Pacto da Pecuária) and a
member of the Sustainable Cattle Raising
Work Group, as well the signatory of an
agreement with Green Peace. It has grown
significantly over the last 10 years through
acquisitions, while at the same time it has
increased its level of indebtedness, which
affected its profit margins in 2012 and 2013.
Elétrica no país, a Tractebel vem
oferecendo aos seus acionistas
elevados níveis de dividend yield e
payout. De 2004 a 2013, a empresa
teve desempenho médio de 30% aa
de retorno para o acionista.
TRIUN F O : O p e r a d o r a d e
infraestr utura com foco em
concessões rodoviárias, portos,
aeroportos, navegação e energia, a
Triunfo tem se destacado pelas boas
ações de Governança Corporativa
praticada junto aos seus acionistas
minoritários. A empresa teve forte
crescimento de vendas nos últimos
10 anos, acompanhado de elevado
endividamento, o que provocou um
fraco resultado no último exercício.
Em síntese, das 35 Companhias
que tiveram melhores desempenhos
no período 2004 a 2013, 20%
delas também foram agraciadas
pelo critério da Abrasca de Criação
de Valor. Convém salientar que o
referido prêmio contempla a média
dos resultados nos últimos três anos.
ODONTOPREV: Leading company
in the dental plan segment in Latin
America, its revenues and profits grew
continuously between 2004 and 2013,
with a notable reduction in its high level
of indebtedness of 2005.
SABESP: Considered a benchmark
for the sanitation sector in the country,
SABESP is a company that has been
bringing improvements to the interior of
the state of São Paulo. Its cash generation
measured by EBITDA has grown steadily
during the last six years, reaching R$ 4
billion in 2013.
Matéria de capa
Cover story
Quadro geral de desempenho 2013 empresas de “Criação de Valor”
General picture of performance in 2013 – Companies which created value
Empresa
ROL (R$ M)
EBITDA (R$ M)
LL (R$ M)
ROE (%)
ML (%)
Company
Net Operational Revenues (R$ millions)
EBITDA (R$ millions)
Net Income (R$ millions)
ROE (%)
Net Margin
Ambev
34.791.391
17.467.316
11.354.070
25,81%
32,63%
Bradesco (*)
76.983.113
8.761.310
12.011.028
16,93%
15,60%
Cia. Hering
1.679.779
438.994
318.172
35,07%
18,94%
Cielo
6.734.240
3.575.222
2.680.676
80,46%
39,81%
Duratex
3.872.705
1.447.576
520.142
11,92%
13,43%
Estácio
1.731.010
320.279
244.707
16,12%
14,14%
Helbor
1.944.809
473.600
304.121
17,75%
15,64%
Lojas Renner
4.370.328
817.875
407.404
27,28%
9,32%
Marcopolo
3.659.309
435.114
292.117
19,04%
7,98%
Minerva
5.456.566
517.234
-314.285
-70,84%
-5,76%
Odontoprev
1.069.606
268.225
188.436
27,00%
17,62%
Sabesp
11.315.567
4.009.918
1.923.559
14,88%
27,74%
São Martinho
1.635.955
408.315
72.950
3,47%
4,46%
Totvs
1.611.794
401.582
223.100
20,85%
13,84%
Tractebel
5.568.658
2.969.716
1.436.747
26,78%
25,80%
843.042
329.315
263.149
-2,79%
-9,41%
Triunfo
ROL = Receita Operacional Líquida; LL = Lucro Líquido; ROE = Retorno do Acionista;
ML = Margem Líquida (*) Controladora; EBITDA = Resultado Operacional.
(*) Majority holding; EBTIBA=Operational Result
SÃO MARTINHO: One of Brazil’s
largest sugar and ethanol companies,
over the last five years it has shown
good results, good corporate governance
practices, transparency and environmental
engagement. The rapid growth during the
period provoked a financial impact that
led to the company showing lower profits
in 2013.
TOTVS: It is the largest Brazilian
company of business administration
software (Enterprise Resource Planning),
the sixth largest in the world and the largest
among emerging economies, working in a
sector that has high potential for growth.
It is leader of the small and medium
sized companies in this segment in Latin
America. It has grown steadily over the
last 10 years, with ROE reaching 20.85%
in 2013.
TRACTEBEL: Leader in the private
electric power generation sector, Tractebel
has been offering its shareholders high
levels of dividend yield and payout.
Between 2004 and 2013 the company’s
shareholders received an average annual
return of 30%.
Fonte: SABE / Source: SABE
ports, airports, navigation and energy,
Triunfo has been notable for its good
corporate governance practices relating
to minority shareholders. The company
saw a sharp increase in sales over the last
ten years accompanied by high levels of
indebtedness, which accounted for the
weak results of the last fiscal year.
To sum up, of the 35 companies that
had the best performance in the period
between 2004 and 2013, 20% also received
Abrasca awards for value creation. These
awards are based on the average of the
results for the last three years.
TRIUNFO: Infrastructure operator
which focuses on highway concessions,
73
Matéria de capa
Cover story
Empresários
estão cautelosos
e vão investir
menos em 2014
O Anuário publica pela primeira vez os
investimentos realizados em 2013 por mais de
100 companhias abertas e estimativas para 2014.
Todos os números foram obtidos junto às próprias
empresas, assim como a destinação dos recursos. Na
relação, observa-se que, na comparação 2013/2014
a maioria das empresas reduziu os investimentos,
principalmente as dos setores produtivos.
Businessmen are cautious and will invest less in 2014
For the first time, the Yearbook is
publishing the investments carried out in
2013 by over 100 publicly traded companies
and their estimates for 2014. All the
numbers were obtained from the companies
themselves, as were those concerning the
allocation of resources. In the listing, it
may be observed that, in the comparison
between 2013 and 2014, the majority of
the companies reduced their investments,
principally those of the production sectors.
According to analysts, this caution
is explained by the mood of uncertainty
74
which marks 2014: a year of elections for the
Presidency of Brazil and its governorships;
the hosting of the World Cup, with a
significant reduction in the number of
working days; fear of an intensification
of demonstrations; an expectation of low
growth in the domestic market and of
exports. Businessmen recognize that the rate
of recovery of the principal global economies
has been slower than expected, meaning
there will be no great business opportunities.
Of the investments that will be
carried, most are defined by economists as
“defensive”, which is to say, they concern
resources destined to reduce production costs
and maintain participation in the market.
On the other hand, institutions from
the financial sector have increased spending
for this year. Bradesco, for example,
which invested R$4.842 million in 2013,
estimates spending R$5.428 million;Banco
do Brasilintends to double investments,
from R$1,500 million to R$3,100 million.
ItaúUnibanco has not published its esimate
for 2014. It has disclosed the sum of
R$11,400 million by 2015. Most of this
Matéria de capa
Para os analistas, esta cautela
se explica pelo cenário de incerteza
que marca 2014: um ano de eleições
para presidente da República e
governadores; realização da Copa do
Mundo, com redução expressiva nos
dias úteis; temor de acirramento das
manifestações; expectativa de baixo
crescimento do mercado interno
e nas exportações. Os empresários
reconhecem que o ritmo de
recuperação das principais economias
internacionais vem ocorrendo abaixo
do esperado, o que significa que não
haverá grandes oportunidades de
negócios.
Dos investimentos que serão
realizados, a maior parte é definida
pelos economistas como “defensivos”.
Ou seja, são recursos destinados para
reduzir custo de produção e manter
participação no mercado.
Já as instituições do setor
financeiro aumentaram os gastos para
este ano. O Bradesco, por exemplo,
que aplicou R$ 4.842 milhões em
2013 estima um gasto de R$ 5.428
milhões; o Banco do Brasil pretende
dobrar os investimentos, de R$ 1.500
Cover story
milhões para R$ 3.100 milhões.
O ItaúUnibanco não divulgou a
estimativa para 2014. Informou o valor
de R$ 11.400 milhões até 2015. A
maior parte será aplicada em tecnologia
e na construção de um novo Data
Center no interior de São Paulo.
Os analistas explicam a expectativa positiva do setor bancário como
fruto da tendência de expansão do
crédito, em torno de 13% a 14%
até o final do ano, e do controle da
inadimplência, com redução nas
despesas de provisão.
Outro setor que está otimista é
o de educação. A Kroton elevou os
investimentos de R$ 163 milhões
em 2013 para R$ 247 milhões esse
ano. A Anhanguera, que gastou R$
173,3 milhões no ano passado, está
com uma estimativa de R$ 205,5
milhões. A Abril Educação aumentou
os investimentos de R$ 91 milhões
para R$ 115 milhões.
Quem vai investir mais Who is going to invest more
Empresa
Company
2013 (valor em R$ milhões)
2013 (value in R$ million)
2014 (valor em R$ milhões)
2014 (value in R$ million)
US$14.232,0
US$ 14.750,0
Bradesco
4.842,0
5.428,0
Banco do Brasil
1.500,0
3.100,0
WEG
243,7
783,6
Anhanguera
173,0
205,5
1.500,0
2.200,0
72,2
100,0
Copel
1.937,0
2.617,0
Eletrobras
11.200,0
14.100,0
Embraer
US$ 534,0
US$ 650,0
Gerdau
2.600,0
2.900,0
Vale
Cemig
Cia.Hering
Quem vai investir menos Who is going to invest less
will be invested in technology and in the
construction of a new Data Center in the
interior of São Paulo.
Analysts explain the positive expectation
of the banking sector as the consequence of
a tendency to expand credit, by around
13% to 14% by the end of the year, and to
control non-payments, with a reduction in
provision costs.
Another sector which is optimistic
is that of education. Krotonincreased
investments from R$163 million in 2013 to
R$247 million this year. Anhaguera, which
spent R$ 173.3 million last year estimates
spending R$205.50 million this year. Abril
Educaçãohas increased its investments from
R$91 million to R$115 million.
Empresa
Company
2013 (valor em R$ milhões)
2013 (value in R$ million)
2014 (valor em R$ milhões)
2014 (value in R$ million)
Petrobras
104.400,0
94.600,0
Braskem
2.722,0
2.664,0
BRF Foods
1.900,00
1.500,0
CPFL Energia
1.735,0
1.622,0
809,0
600,2
Embratel
7.000,0
6.210,0
Grendene
154,0
120,0
Marcopolo
300,0
160,0
OI
6.250,0
5.000,0
Suzano
2.620,0
1.750,0
Eletropaulo
75
Matéria de capa
Investimentos em 2013
(R$ milhões)
Investments in 2013 (R$ millions)
352,0
Estimativa para 2014
(R$ milhões)
Estimate for 2014 (R$ millions)
ND
990,6
115,0
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
12,1
12,4
Energia Elétrica
Electricity
Telecomunicações
Telecommunication
205,9
185,5
370,9
400,0
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real estate
Transporte e Logística
Transport and logistics
Tecidos, Vestuário e Calçados
Textile, clothing and footwear
601,6
ND
743,0
800,0
202,0
202,0
Energia Elétrica
Electricity
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
582,7
ND
2.800,0
2.800,0 (*)
Energia Elétrica
Electricity
Educação
Education
462,4
ND
173,3
205,5
Educação
Education
Atacado & Varejo
Wholesale and retail
Transporte e Logística
Transport and logistics
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real estate
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Bancos e Crédito
Banking
Bancos e Crédito
Banking
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Serviços Financeiros
Financial services
Serviços Financeiros
Financial services
Bancos e Crédito
Banking
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plástico
Oil and gas and derivates
29,9
ND
43,8
ND
1.300,0
1.800,0
180,0
ND
3,0
4,0
714,1
ND
1.500,0
3.100,0
299,5
440,5
15,9
ND
289,0
230,0/ 260,0
681,6
ND
4.842,0
5.428,0
2.722,0
2.664,0
1.900,0
1.500,0
174,9
202,0
Empresa
Company
Setor
Sector
1
ABC BRASIL
2
ABRIL EDUCAÇÃO
Bancos e Crédito
Banking
Educacão
Education
3
AÇO ALTONA
4
AES TIETÊ
5
ALGAR TELECOM
6
ALIANSCE
7
ALL AMER LAT
8
ALPARGATAS
9
ALUPAR
10
AMBEV S/A
11
AMPLA ENERGIA
12
ANHANGUERA
13
ANIMA
14
AREZZO
15
ARTERIS
16
AUTOMETAL
17
18
AZEVEDO E
TRAVASSOS
B2W VAREJO
19
BANCO DO BRASIL
20
BANRISUL
21
BEMATECH
22
BMFBOVESPA
23
BR INSURANCE
24
BRADESCO
25
BRASKEM
26
BRF FOODS
limentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
27
CEG
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Sanitation, water and gas services
76
Cover story
Matéria de capa
Cover story
Destinação dos Recursos em 2014
Allocation of Resources in 2014
ND
Abertura de novas unidades, aprimoramento da tecnologia da educação, mudança de sede. Desenvolvimento de material didático do Red
Balloon e do novo sistema de ensino Motivo.
Opening of new units, improvement of educational technology, change of headquarters. Development of Red Balloon didactic material and
of new “Motivo” teaching system.
90% dos investimentos serão na fábrica de Blumenau; na compra de máquinas, equipamentos e instalações; 10% para melhorias do
terreno de Barra Velha e o restante em investimentos considerados relevantes.
90% of the investments will be made in the Blumenau factory; in the purchase of machinery, equipment and facilities; 10% in improvements
at the Barra Velha site and the rest in investments considered to be relevant.
Ações de modernização e manutenção de suas usinas hidrelétricas.
Modernization and maintenance of its hydroelectric power plants.
No negócio Telecom: expansão geográfica e crescimento da capacidade das redes. No negócio de Tecnologia de Processos: consolidar e
expandir a atuação internacional e a base de clientes.
In the Telecom business: geographic expansion and increase in capacity of the networks. In the Processes Technology business:
consolidate and expand the international operation and the client base.
ND
Expansão e manutenção da capacidade da via permanente e material rodante, tecnologia e infraestrutura.
Expansion and maintenance of permanent way and rolling stock, technology and infrastucture.
Manutenção do parque fabril e das lojas exclusivas das marcas Alpargatas, abertura de novas lojas no Brasil e no exterior e em troca de
máquinas e equipamentos.
Maintenance of the industrial park and the exclusive stores of the Alpargatas brands, opening of new stores in Brazil and abroad and
changing of machinery and equipment.
ND
(*) A empresa estima que em 2014 os investimentos fiquem abaixo de R$ 2,8 bilhões. A quantia será aplicada somente no Brasil na
ampliação da capacidade instalada das fábricas.
(*) The company estimates that in 2014 investments will remain below R$2.8 billion. The sum will be invested in Brazil alone in the
expansion of the installed capacity of plants.
ND
R$ 62,8 milhões serão aplicados em novas unidades, R$ 30,3 milhões em tecnologia e o restante em investimentos, adequação e
expansão.
R$62.8 million will be invested in new units, R$30.3 million in technology and the rest in investments, adaptation and expansion.
ND
ND
Investimentos na melhoria da infraestrutura das rodovias federais sob concessão da Companhia.
Investments in improvements in the infrastructure of federal highways which form part of the company’s concession.
ND
Aquisição de equipamentos e máquinas, em tecnologia da informação, no Sistema de Gestão Integrada e treinamento do pessoal.
Acquisition of equipment and machinery, in information technology, in the Integrated Management System and in personal training.
ND
Os recursos estão destinados para intensificar os investimentos em projetos de modernização e suporte ao crescimento de negócios.
The resources will be earmarked for intensifying investments in projects of modernization and support for the growth of business.
Modernização tecnológica, R$ 343,4 milhões e reformas e ampliações, R$ 97,1 milhões.
Technological modernization, R$343.4 million and reforms and expansions, R$97.1 million.
ND
Integração das clearings, expansão e modernização das plataformas de registro e construção de novo data center.
Integration of clearing operations, expansion and modernization of the registration platforms and construction of a new data center.
ND
Os investimentos serão destinados a infraestrutura, tecnologia da informação e telecomunicações.
The investments will be made in infrastructure, information technology and telecommunications.
Cerca de 25% serão destinados à construção do novo complexo petroquímico no México e 60% para manutenção, melhoria e
confiabilidade dos ativos.
Around 25% will be invested in the construction of the new petrochemical complex in Mexico and 60% in the maintenance, improvement
and reliability of the assets.
R$ 500 milhões serão direcionados para ativos biológicos e R$ 1,0 bilhão para investimentos em logística, sistemas de TI e
automatização das plantas. R
$500 million will be allocated for biological assets and R$1 billion for investment in logistics, IT systems and the automation of the plants.
Os recursos serão aplicados em expansão e manutenção com renovação de redes e ramais de distribuição de gás natural. The resources
will be invested in expansion and maintenance with renovation of networks and branches for the distribution of natural gas.
77
Matéria de capa
Cover story
Investimentos em 2013
(R$ milhões)
Investments in 2013 (R$ millions)
365,9
Estimativa para 2014
(R$ milhões)
Estimate for 2014 (R$ millions)
285,0
420,6
ND
83,9
61,4
1.500,0
2.190,6
56,6
ND
72,2
100,0
294,1
300,0/400,0
293,0
ND
852,0
680,0/780,0
909,0
983,0
Energia Elétrica
Electricity
1.937,0
2.617,0
Açúcar e Álcool
Sugar and ethanol
Energia Elétrica
Electricity
2.895,0
2.500/ 2.800
1.735,0
1.622,0
35,2
ND
144,3
ND
21,4
ND
54,5
ND
37.154,0
ND
601,5
550,0
Transporte e Logística
Transport and logistics
819,2
1.121,9
ELEKTRO
Energia Elétrica
Electricity
302,3
244,0
ELETROBRAS
Energia Elétrica
Electricity
11.200,0
14.100,0
Empresa
Company
Setor
Sector
28
CELESC
Energia Elétrica
Electricity
29
CELPA
30
CELUL IRANI
Energia Elétrica
Electricity
Papel e Celulose e Madeira
Wood, pulp and paper
31
CEMIG
32
CETIP
33
CIA. HERING
34
CIELO
35
COELCE
36
COMGAS
37
COPASA
38
COPEL
39
COSAN
40
CPFL ENERGIA
41
CVC BRASIL
42
DASA
43
DAYCOVAL
44
DIMED
45
DIRECIONAL
46
DURATEX
47
ECORODOVIAS
48
49
78
Energia Elétrica
Electricity
Serviços Financeiros
Financial services
Tecidos, Vestuário e Calçados
Textile, clothing and footwear
Serviços Financeiros
Financial services
Energia Elétrica
Electricity
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Sanitation, water and gas services
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Sanitation, water and gas services
Lazer, Turismo e Hotelaria
Leisure industry
Serviços Médico-Hospitalares
Wealth services
Bancos e Crédito
Banking
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real estate
Papel e Celulose e Madeira
Wood, pulp and paper
Matéria de capa
Cover story
Destinação dos Recursos em 2014
Allocation of Resources in 2014
Distribuição, R$ 215 milhões; Instalações gerais e veículos, R$ 25 milhões; Geração: R$ 35 milhões; Parque gerador próprio,
R$ 7,2 milhões e outros investimentos R$ 2,8 milhões. Distribution, R$215 million; General facilities and vehicles, R$25 million; Generation:
R$35 million; Own park generators, R$7.2 million and other investments R$2.8 milhões.
ND
R$ 28,873 milhões em papel para embalagens (SC e MG); R$ 450 mil no segmento Embalagem PO (São Roberto-SP);
R$ 2,125 milhões no Segmento Florestal RS e Resinas; e R$ 30 milhões em investimentos correntes.
R$28.873 million in paper for packaging (Santa Catarina and Minas Gerais); R$450 thousand in the packaging Segment, PO (São RobertoSP); R$2.125 million in the forest segment (RS) and Resins; and R$30 million in current investments.
Os investimentos serão aplicados em Geração, aportes e aquisição da Brasil PCH; em Transmissão na Cemig D e na Cemig H.
The investments will be made in generation, investments in and acquisition of Brasil PCH; in transmission in Cemig D and in Cemig H.
ND
Desenvolvimento de uma nova plataforma de comércio eletrônico, no aumento da produtividade, na fase final de testes do sistema SAP;
na abertura de 100 novas unidades em 2014: 70 Hering Store e 30 lHering Kids, além do lançamento da Hering for You, voltada para o
público feminino.
Development of a new e-commerce platform, in an increase in productivity, in the final testing phase of the SAP system; in the opening of 100
new units in 2014: 70 Hering Stores and 30 Hering Kids stores, in addition to the launch of Hering for You, focussing on feminine clientele.
A maior parte dos recursos será aplicada na aquisição de terminais sem fio e em máquinas de cartão POS.
The majority of the resources will be invested in the acquisition of wireless terminals and in POS card machines.
ND
Em projetos de expansão da rede de distribuição de gás.
In projects for the expansion of the gas distribution network.
Instalação de novas redes e expansão das já existentes, construção de novas estações de tratamento de água e esgoto, adutoras,
reservatórios e demais instalações; R$ 353 milhões serão destinados a sistemas de abastecimento de água, R$ 611 milhões a serviços
de esgotamento sanitário e R$ 19 milhões para outras finalidades.
Installation of new networks and expansion of existing ones, construction of new water and waste treatment stations, water supply
networks, reservoirs and other facilities; R$353 million will be invested in the water supply systems, R$611 million in the sanitary sewage
systems and R$19 million on other areas.
R$ 1.309 milhões em geração e transmissão (construção de usinas hidrelétricas, linhas de transmissão e subestações); R$ 896 milhões
em distribuição; R$ 80 milhões em Telecomunicações; e R$ 332 milhões em participações em novos negócios.
R$1,309 million in generation and transmission (construction of hydroelectric plants, transmission lines and substations); R$896 million in
distribution; R$80 million in telecommunications; and R$332 in holdings in new business.
ND
Distribuição: na ampliação e no reforço do sistema elétrico; em melhorias e manutenção do sistema e em infraestrutura operacional.
Geração: no Complexo Eólico Atlântica e nos Complexos Eólicos Macacos I, Campo dos Ventos e São Benedito, ainda em construção.
Distribution: in the expansion and reinforcement of the electrical system; in improvements and maintenance of the system and in operational
infrastructure; Generation: in the Atlântica Wind Complex and in the Macacos I, Campo dos Ventos and São Benedito Wind Complexes,
still under construction.
ND
ND
ND
ND
ND
Manutenção das suas unidades e expansão da capacidade de oferta de metais sanitários e chuveiros eletrônicos, além de aquisição das
florestas da Caxuana Ltda. Não está contemplado nos R$ 550 milhões o investimento adicional de R$152 milhões para a compra da
Tablemac.
Maintenance of its units and expansion of supply capacity of sanitary metals and electronic showers, in addition to the acquisition of forests
from Caxuana Ltda. The sum of R$550 million does not cover the additional investment of R$15 2 million for the purchase of Tablemac.
R$ 959,7 milhões serão destinados às concessões rodoviárias, com destaque para a Ecovias dos Imigrantes; Ecopistas; Ecovia Caminho
do Mar; Ecocataratas; Ecosul e a novata Eco101. R$ 134,4 milhões serão destinados ao Ecoporto Santos e os R$ 27,8 milhões restantes
para a Elog.
R$959.7 million will be invested in bus station concessions, with particular emphasis on Ecovias dos Imigrantes; Ecopistas; Ecovia
Caminho do Mar; Ecocataratas; Ecosul and the new Eco101. R$134.4 million will be invested in Ecoporto Santos and the remaining
R$27.8 million in Elog.
Expansão, melhorias, atualizações tecnológicas e preservação do sistema elétrico e suporte operacional. (Exclui Investimentos realizados
com recursos de clientes.)
Expansion, improvements, technological updating and preservation of the electrical system and operational support. (Excludes investments
carried out with resources of clients)
Transmissão, Distribuição, manutenção, pesquisa, infraestrutura e qualidade ambiental.
Transmission, Distribution, maintenance, research, infrastructure and environmental quality.
79
Matéria de capa
Investimentos em 2013
(R$ milhões)
Investments in 2013 (R$ millions)
809,1
Estimativa para 2014
(R$ milhões)
Estimate for 2014 (R$ millions)
600,2
10,0
34,0
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Telecomunicações
Telecommunication
US$ 534
US$ 650(*)
7.000,0
6.210,0
Energia Elétrica
Electricity
Educação
Education
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
Papel e Celulose e Madeira
Wood, pulp and paper
Serviços Médico-Hospitalares
Wealth services
1.140,4
ND
174,2
281,0
2,5
4,0
1.287,0
1.520,0
148,1
221,3
115,4
ND
2.600,0
2.900,0
154,0
120,0
391,0
450,0/ 500,0
2,1
2,2
90,2
84,0
85,1
ND
11.400*
ND
1.737,3
ND
1.385,0
1.500,0
899,0
3.565,0
162,5
246,5
845,0
1.054,8
278,9
ND
266,1
218,0
412,1
532,8
Empresa
Company
Setor
Sector
50
ELETROPAULO
Energia Elétrica
Electricity
51
EMAE
Energia Elétrica
Electricity
52
EMBRAER
53
EMBRATEL PAR
54
ENERGIAS BR
55
ESTÁCIO PART
56
EXCELSIOR
57
FIBRIA
58
FLEURY
59
GER PARANAP
60
GERDAU
61
GRENDENE
62
GUARARAPES
63
HAGA S/A
64
INEPAR
65
ITAUTEC
66
ITAÚUNIBANCO
67
JBS
68
JSL
69
KLABIN S/A
70
KROTON
71
LIGHT S/A
72
LOCALIZA
73
LOJAS MARISA
74
LOJAS RENNER
80
Cover story
Energia Elétrica
Electricity
Siderurgia e Metalurgia
Steel and metallurgy
Tecidos, Vestuário e Calçados
Textile, clothing and footwear
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real estate
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Utilidades Domésticas
Household utilities
Bancos e Crédito
Banking
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
Transporte e Logística
Transport and logistics
Papel e Celulose e Madeira
Wood, pulp and paper
Educação
Education
Energia Elétrica
Electricity
Transporte e Logística
Transport and logistics
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Matéria de capa
Cover story
Destinação dos Recursos em 2014
Allocation of Resources in 2014
Desse montante, são previstos R$ 550,0 milhões com recursos próprios e R$ 50,2 milhões financiados pelos clientes. Investimentos
programados: repotenciação e energização de novas subestações, adicionando 280MVA de capacidade ao sistema; 17 km de novas
linhas de transmissão; manutenção de mais de 5,6 mil km de redes de distribuição; regularização de 50 mil ligações.
Of this sum, R$ 550.0 represent own resources and R$50.2 million funding from clients. Planned investments: repowering and energizing of
new substations, adding 280MVA of capacity to the system; 17 km of new transmission lines; maintenance of a further 5.6 thousand km of
distribution lines; regularization of 50 thousand connections.
Os investimentos estão voltados à confiabilidade, segurança, melhorias e garantia das condições operacionais das instalações e
equipamentos das usinas e atender, assim, aos índices de disponibilidade e qualidade estabelecidos nas determinações legais e
regulamentares.
The investments are focussed on reliability, safety, improvements and assuring the operational conditions of the facilities and equipment of
the plants and, thus, achieving the indices of availability and quality established in the legal and regulatory determinations.
(*) Empresa só divulga investimentos em US$ e não detalha a destinação dos recursos.
(*) The company only discloses investments in US$ and does not detail the allocation of funds.
Recursos serão aplicados no acesso local e ativação de clientes, R$ 3.254 milhões; Dados / Internet, R$72 milhões; Expansão de redes,
R$ 2.078 milhões; Rede Internacional, R$ 42 milhões;TI, R$ 353 milhões; Satélite, R$ 355 milhões; Outros R$ 56 milhões.
Funds will be invested in local access and activation of clients, R$ 3,254 milhões; Data / Internet, R$72 million; Expansion of networks, R$
2,078 million; International network, R$42 million; IT, R$353 million; Satellite, R$355 million; Other R$56 million.
ND
Os investimentos serão aplicados em estruturas, equipamentos e aperfeiçoamento de processos.
The investments will be made in structures, equipment and in the improvement of processes.
Os investimentos serão aplicados na indústria, em equipamentos e instalações.
The investments will be made in the industry, in equipment and facilities.
Manutenção das operações da companhia.
Maintenance of company operations
39% em expansão, 19% em renovação de ativos, 15% em projetos estruturantes, 15% em TI, 9% em expansão das marcas regionais e
da área técnica e 3% em integração.
39% in expansion, 19% in renovation of assets, 15% in structuring projects, 15% in IT, 9% in expansion of regional brands and the
technical department and 3% in integration.
ND
Manutenção e atualização tecnológica das plantas industriais no Brasil e no exterior; ampliação da capacidade no Brasil; e na ampliação
da produção de minério de ferro.
Maintenance and updating of the technology of the industrial plants in Brazil and abroad; expansion of capacities in Brazil; and in the
expansion of iron ore production.
Parte da quantia irá para o novo negócio da empresa, a marca A3NP Indústria e Comércio de Móveis.
Part of the sum will go to the company’s new business, the brand A3NP Indústria e Comércio de Móveis.
O valor será investido em novas lojas; remodelações de lojas existentes; centros logísticos; fábricas; TI e na matriz.
The sum will be invested in new stores; in the remodelling of existing stores; logistical centers; factories; IT and parent company.
ND
ND
ND
(*) O banco informou que o valor de 2013 corresponde a um investimento faseado em tecnologia, com duração até 2015, que inclui o novo
data center no interior de São Paulo.
(*) The bank advised that the sum of 2013 corresponds to a phased investment in technology, which will run until 2015, and which includes
the new data center in the interior of São Paulo.
ND
Renovação e expansão de ativos para operações.
Renovation and expansion of assets for operations.
Serão investidos R$ 372 milhões em manutenção; R$ 431 milhões em projetos especiais e expansões; e R$ 2.762 milhões no projeto Puma.
R$ 372 million will be invested in maintenance; R$ 431million in special and expansion projects; and R$ 2,762 million in the Puma project.
R$ 246,5 milhões (valor com base em 10% da receita líquida estimada: R$ 2.465 milhões). Destinação dos recursos: Crescimento
orgânico e Projetos Especiais (Aquisições de imóveis, construção de prédios (brownfields) com possibilidade de desinvestimento futuro).
R$ 246.5 million (sum based on 10% of the estimated net revenue: R$ 2.465 million) Allocation of resources: Organic growth and special
projects (Aquisitions of property, construction of buildings (brownfields) with the possibility of future divestment).
Distribuição; ações de combate a perdas; TI; Logística; Patrimônio; Comunicação e outros.
Distribution; actions to combat losses; IT; Logistics; Assets; Communication and others.
ND
Em expansão de lojas, reformas, logística e TI.
In expansion of stores, renovations, logistics and IT.
R$490,2 milhões em ativos fixos; R$184,1 em novas lojas; R$145,4 em remodelação e reforma; R$66 milhões em sistemas e
equipamentos de tecnologia; R$84,1 em logística; R$ 42,6 em controladas e R$10 milhões em outros.
R$490.2 million in fixed assets; R$184.1 in new stores; R$145.4 in remodeling and renovation; R$66 million in technology systems and
equipment; R$84.1 logistics; R$42.6 in controlled companies and R$10 million in others.
81
Matéria de capa
Cover story
Investimentos em 2013
(R$ milhões)
Investments in 2013 (R$ millions)
287,9
Estimativa para 2014
(R$ milhões)
Estimate for 2014 (R$ millions)
300,0
121,0
ND
300,0
160,0
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
810,5
600,0
MILLS
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real estate
499,0
273,0
80
MINERVA
165,6
ND
81
MULTIPLAN
775,0
ND
82
MULTIPLUS
33,5
50,0
83
NATURA
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Real estate
Serviços Financeiros
Financial services
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
553,9
500,0
84
ODONTOPREV
Serviços Médico-Hospitalares
Wealth services
10,9
70,0
85
OI
6.250,0
5.000,0
86
P. ACUCAR-CBD
1.850,0
2.000,0
87
PETROBRAS
Telecomunicações
Telecommunication
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Oil and gas and derivates
104.400,0
94.600,0
88
PORTO SEGURO
376,0
ND
89
PROVIDÊNCIA
36,3
28,5
90
PRUMO
1.000,0
1.494,0
91
QGEP PART
US$193
US$155 (*)
92
RAIA DROGASIL
236,8
ND
93
RANDON PART
287,6
150,0
94
SABESP
2.716,0
2.642,0
95
SANEPAR
787,0
815,3
96
SANTOS BRP
84,8
ND
97
SÃO MARTINHO
550,0
450,0
98
SID. NACIONAL
2.827,0
2.760,0
99
SLC AGRÍCOLA
243,8
169,0
100
SMILES
1,4
25,0
Empresa
Company
Setor
Sector
75
M. DIAS BRANCO
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
76
MAGNESITA SA
77
MARCOPOLO
Mineração
Mining
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
78
MARFRIG
79
82
Serviços Financeiros
Financial services
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Oil and gas and derivates
Transporte e Logística
Transport and logistics
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Oil and gas and derivates
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Sanitation, water and gas services
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Sanitation, water and gas services
Transporte e Logística
Transport and logistics
Açúcar e Álcool
Sugar and ethanol
Siderurgia e Metalurgia
Steel and metallurgy
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
Serviços Financeiros
Financial services
Matéria de capa
Cover story
Destinação dos Recursos em 2014
Allocation of Resources in 2014
A empresa informou que os investimentos devem ultrapassar R$ 300 milhões e serão utilizados na manutenção e expansão das
atividades (fábrica de torradas, ampliação do processo produtivo de biscoitos, novos moinhos e capacidade de armazenagem ).
The company advised that the investments should exceed R$300 million and will be used in the maintenance and expansion of activities
(melba toast factory, expansion of cookie production process, new mills and storage capacity).
ND
Projetos de modernização das unidades industriais, na nova planta do Volare no estado do Espírito Santo, e capacitação da mão de obra
no Brasil e no exterior.
Projects for the modernization of the industrial units, at the new Volare plant in the State of Espírito Santo, and training of the workforce in
Brazil and abroad.
Os investimentos de 2014 serão direcionados ao crescimento das três unidades de negócios: Moy Park, na Europa; Keystone Foods, na
Ásia e da Marfrig Beef, na América do Sul.
The investments of 2014 will be targeted at the growth of the 3 business units: Moy Park, in Europe; Keystone Foods, in Asia and Marfrig
Beef, in South America.
R$ 37 milhões na unidade de negócios; infraestrutura, R$ 25 milhões; em edificações, R$ 169 milhões em Rental e R$ 42 milhões em
instalações e informática.
R$37 million in the business unit; in infrastructure, R$25 million; in buildings, R$169 million (in Rental) and R$ 42 million in facilities and IT.
ND
ND
Tecnologia, desenvolvimento do novo site, aplicativos e CRM.
Technology, development of the new site, applications and CRM.
Em tecnologia da informação, destinados à expansão da Rede Natura e à evolução e integração das Operações Internacionais.
In Information Technology, intended for the expansion of the Rede Natura network and the development and integration of International
Operations.
Do total, R$ 50 milhões serão destinados para aquisições e constituição de empresas, outros R$ 12 milhões em investimentos em
softwares e hardware e R$ 8 milhões em instalações e equipamentos.
Of the total, R$50 will be earmarked for acquisitions and the formation of companies, a further R$12 million for investments in software and
hardware and R$8 million for facilities and equipment.
Os investimentos serão em rede, serviços de TI e outros.
The investments will be in the network, IT services and others.
Abertura de lojas, aquisição de terreno e conversão de lojas; reforma de lojas; em infraestrutura; em TI; logística e outros.
Opening of stores, acquisition of site and conversion of stores; renovation of stores; infrastructure; IT; logistics and others.
Do total do investimento consolidado previsto, R$ 69,7 bilhões serão aplicados pela controladora sendo: 62,67% na área de Exploração &
Produção; 26,43% na de Abastecimento; 9,13% na de Gás & Energia e 1,77% em outras áreas de negócio. O Plano de Negócio e Gestão
da empresa 2014/18 prevê investimento total de US$ 220,6 bilhões.
Of the total consolidated investment foreseen, R$69.7 billion will be invested by the controlling company as follows: 62.67% in the
Exploration & Production area; 26.43% in the supply area; 9.13% in the Gas & Energy area and 1.77% in other business areas. The
company’s Management and Business Plan for 2014/18 foresees total investment of US$ 220.6 billion.
ND
Serão aplicados em melhorias e modernização das máquinas já instaladas.
It will be invested in improvements and modernization of the machinery already installed.
Valor será investido nas obras de construção do Porto do Açu.
The sum will be invested in the construction works of the Porto do Açu port.
US$94 milhões para atividades de desenvolvimento; US$50 milhões para exploração e US$11 milhões para outros gastos. (*) Empresa só
divulga investimento em dólar.
US$94 million for development activities; US$50 million for exploration and US$11 million on other costs. (*) The Company only discloses
investments in dollars.
ND
Investimentos orgânicos e de manutenção.
Organic investments and maintenance.
R$ 1,139 bilhão em abastecimento de água; R$ 1,092 milhões, em coleta e esgoto, e R$ 411 milhões em tratamento de esgoto.
R$1.139 billion on water supply; R$1,092 million on collection and sewage, and R$411 million on sewage treatment.
Os investimentos serão realizados no estado do Paraná, e, em sua maioria, em sistemas de água e esgoto.
The investments will be carried out in the state of Paraná, and the majority of them on water and sewage systems.
ND
O investimento previsto de R$ 450 milhões corresponde à manutenção (tanto industrial como agrícola) de todas as usinas do grupo.
The projected investment of R$450 million corresponds to maintenance (both industrial and agricultural) of all the group’s plants.
Mineração, R$ 1.500 millhões; Siderurgia, R$ 620 milhões; Cimentos, R$ 400 milhões e R$ 240 milhões destinados a outros projetos.
Mining, R$1,500 million; Steel making, R$620 million; Cement, R$400 million and R$240 million devoted to other projects.
Máquina e equipamentos, obras e instalações dentre outros.
Machinery and equipment, works and facilities among others.
Integralização de capital na Netpoints Fidelidade S.A.
Payment of capital in Netpoints Fidelidade S.A.
83
Matéria de capa
Investimentos em 2013
(R$ milhões)
Investments in 2013 (R$ millions)
143,0
Estimativa para 2014
(R$ milhões)
Estimate for 2014 (R$ millions)
ND
68,8
ND
2.620,0
1.750,0
131,0
129,0
6.033,2
ND
958,0
ND
3.871,0
3.800,0
213,6
ND
685,0
489,0
761,5
ND
1.119,0
1.484,0
981,0
ND
90,0
86,0
US$ 14.232
US$ 14.750 (*)
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
326,0
370,0
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
243,7
783,6
Empresa
Company
Setor
Sector
101
SOUZA CRUZ
102
SUL AMÉRICA
103
SUZANO PAPEL
104
TAESA
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
Serviços Financeiros
Financial services
Papel e Celulose e Madeira
Wood, pulp and paper
Energia Elétrica
Electricity
105
TELEF BRASIL
106
TEREOS
107
TIM PART S/A
108
TOTVS
109
TRACTEBEL
110
TRIUNFO PART
111
ULTRAPAR
112
USIMINAS
113
V-AGRO
114
VALE
115
VIAVAREJO
116
WEG
84
Cover story
Telecomunicações
Telecommunication
Alimentos, Bebidas e Fumo
Food, beverages and tobacco
Telecomunicações
Telecommunication
Tecnologia da Informação
Information technology
Energia Elétrica
Electricity
Transporte e Logística
Transport and logistics
Holdings Diversificadas
Holdings
Siderurgia e Metalurgia
Steel and metallurgy
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Oil and gas and derivates
Mineração
Mining
Matéria de capa
Cover story
Destinação dos Recursos em 2014
Allocation of Resources in 2014
ND
ND
Manutenção, modernização e continuidade do projeto Maranhão, uma das mais modernas fábricas de celulose do mundo.
Maintenance, modernization and continuity of the Maranhão project, one of the most modern cellulose factories in the world.
Os investimentos destinam-se principalmente a novos projetos de reforços, construção de novos ativos ganhos em leilões e manutenção e
operação das linhas atuais.
The investments are mainly intended for new reinforcement projects, the construction of new assets won at auction and the maintenance
and operation of the current lines.
ND
ND
A empresa não detalhou o investimento de 2014. Informou que o valor está incluso na previsão de investimentos até 2016, como consta
no Plano Industrial da companhia.
The company did not detail the investments for 2014. It advised that the sum is included in the forecast of investments until 2016, as it
appears in the company’s industrial plan.
ND
Novas usinas e revitalização de usinas antigas.
New plants and revitalization of old plants.
ND
Na Ipiranga serão investidos R$ 887 milhões na expansão da rede de distribuição e de franquias am/pm e Jet Oil; na ampliação da
infraestrutura logística; em manutenção, reforma de postos e modernização das operações. Na Oxiteno, R$ 244 milhões na expansão da
capacidade produtiva e sistemas de informação. Na Ultracargo, em modernização dos terminais existentes e na expansão do terminal de
Itaqui. Na Ultragaz, na construção de uma base de engarrafamento. Na Extrafarma, na abertura de 70 novas lojas.
R$887 million will be invested in Ipiranga in the expansion of the distribution network and of am/pm and Jet Oil franchises; in the expansion
of logistical infrastructure; in maintenance, the renovation of gas stations and the modernization of operations. At Oxiteno, R$244 million in
the expansion of productive capacity and information systems. At Ultracargo, in modernization of the existing terminals and in the expansion
of the Itaqui terminal. At Ultragaz, in the construction of a bottling base. At Extrafarma, in the opening of 70 new stores.
ND
Máquinas, armazém e correção de solo.
Machinery, warehousing and soil correction.
US$ 9.299 milhões para execução de novos projetos, US$ 4.547 milhões para manutenção das operações existentes e US$ 903 milhões
para pesquisa e desenvolvimento (P&D). (*) Empresa só divulga investimentos em dólar.
US$9,299 million to execute new projects, US$4,547 million for maintenance of existing operations and US$903 million for research and
development (R&D). (*) The company only divulges investments in dollars.
Até R$157 milhões para abertura de novas lojas; R$107 milhões para fins de ampliação, reforma e conversão de lojas existentes; e R$106
milhões para infraestrutura Em TI, logística e outros.
Up to R$157 million on the opening of new stores; R$107 million for the purposes of expansion, renovation and conversion of existing
stores; and R$106 million on infrastruture, IT, logistics and others.
R$ 592,4 milhões em imobilizado (ampliação / modernização fabril), R$ 12,1 milhões em intangível (software), e R$ 179,1 milhões em
circulante (capital de giro).
R$592.4 million on fixed assets (expansion/modernization of the industrial parque), R$121 million on intangible assets (software), and
R$179.1 million on current assets (working capital).
85
Desempenho setorial
Sectorial performance
AÇÚCAR E ÁLCOOL
Sugar and ethanol
A vez do etanol:
produção subiu 19%
A comeback for
Ethanol: production
rose 19%
O
álcool vem tendo cada vez mais destaque nas operações das
produtoras de cana-de-açúcar. Dados da União da Indústria
de Cana-de-Açúcar (Unica) revelam um crescimento de
moagem de 60 milhões de toneladas na safra 2013/2014, volume
direcionado quase exclusivamente para a produção de etanol, que
cresceu 18,97% enquanto a de açúcar aumentou apenas 0,66%.
O faturamento do setor, no entanto, fechou o exercício em R$ 70
bilhões, quase a soma das dívidas das empresas do setor.
Para a presidente da Unica, Elizabeth Farina, “o aumento da
produção registrado na atual safra parece um contrassenso, em um
período de falta de rentabilidade para os produtores, lado a lado
com uma melhora no desempenho do setor em termos de volume
e produtividade”. Na verdade, é reflexo do enorme esforço que tem
sido realizado para reduzir a capacidade ociosa nas usinas instaladas,
acentua a executiva.
As companhias abertas do setor com ações negociadas na
BM&FBovespa refletiram este cenário: fecharam o ano com queda de
41% no lucro líquido, que totalizou R$ 928,36 milhões.O Ebit dessas
empresas caiu 24,25%, a receita líquida 69,9% e o ativo total 13,9%.
O setor viveu seu boom de investimentos no início dos
anos 2000, impulsionado pela retomada do consumo do etanol
proveniente do aumento da venda dos carros flex. Agora, as empresas
tentam empurrar para frente a dívida contraída, sobretudo entre
2006 e 2008, quando passaram por movimento de expansão e
consolidação.
Para os analistas, no exercício 2014/15, o setor será impactado
positivamente com a recente mudança, anunciada pelo governo,
na composição da gasolina, que elevou o percentual de etanol na
mistura do combustível de 20% para 25% a partir do mês de maio.
Ethanol has become increasingly important
in the operations of sugar cane producers. Figures
from the sugar cane industry union (UNICA)
show an increase in milling of 60 million tonnes
for the 2013/2014 harvest, almost all of which
was used for the production of ethanol, which
increased by 18.97% compared to an increase of
just 0.66% for sugar. Gross billing for the sector,
however, closed the fiscal year at R$ 70 billion, the
equivalent of virtually all the sector debt.
According to UNICA’s president, Elizabeth
Farina, “the increase in production from the current
harvest appears incongruous during a period when
producers aren’t showing a profit, while at the same
time the performance of the sector in volume and
productivity is improving.” She goes on to say that
it is in fact the result of a massive effort to reduce
the rate of idle capacity of the plants.
The publicly held companies of the sector
with shares traded on BM&FBovespa reflected
this scenario: they closed with net income down
41%, totaling R$ 928.32 million. The EBIT of
these companies fell by 24.25%, net revenues by
69.9% and total assets by 13.9%.
The sector experienced an investment boom
at the beginning of the 2000s with the increase in
the consumption of ethanol as a result of the sale
of flex-fuel vehicles. The companies are now trying
to roll forward the debt they acquired, above all
between 2006 and 2007, a period of growth and
consolidation.
According to analysts the 2014/2015 fiscal
year will be positively affected by the recent change
in the composition of gasoline announced by the
government, increasing the percentage of ethanol
from 20% to 25% from May 2014.
Açúcar e álcool Sugar and ethanol
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
86
2012 (R$1.000)
75.933.731
4.376.363
0,82
30.282.586
62.478.424
1.650.286
3.445.559
1,51
2013 (R$1.000)
64.672.049
1.997.024
0,25
30.183.460
16.020.502
928.362
2.557.627
1,14
Variação % Variation %
-13,95%
-0,31%
-69,96%
-41,16%
-24,25%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO
Food, beverages and tobacco
Um ano lucrativo
para as empresas
A
pesar das adversidades que marcaram 2013, as companhias
abertas do setor com ações negociadas na BM&FBovespa
fecharam o ano com crescimento de 14,2% no lucro líquido,
expansão de 20,7% no Ebit e de 10,9% no patrimônio líquido. A
indústria de alimentos, por exemplo, conseguiu aumento real de 4,3%
nas vendas, 3,2% na produção e de 2,7% o nível de emprego, segundo
a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia).
Esse desempenho foi impulsionado pela demanda forte dos
serviços de alimentação fora de casa e do fortalecimento do varejo,
particularmente das lojas de conveniência e dos supermercados. No ano
passado o setor empregou 1,63 milhão de trabalhadores, com abertura
de 41 mil novos postos de trabalho, e faturou R$ 394,6 bilhões.
Já o setor de bebidas não foi tão bem como o de alimentos. De
acordo com dados do Sistema de Controle de Produção de Bebidas
(Sicobe), da Receita Federal, em 2013, a produção de cerveja caiu
2% e a de refrigerantes 3,7%. Segundo analistas, a inflação, o alto
endividamento das famílias e um aumento de renda aquém do
esperado no ano prejudicaram as vendas e a produção teve que se
adequar ao ambiente desfavorável.
No segmento de fumo, o panorama foi parecido. As empresas
registram queda de 5,5% no volume total de cigarros comercializados
em relação a 2012. A redução ocorreu principalmente em decorrência
do aumento de 18% do IPI sobre o produto, acarretando um
aumento médio de 16% nos preços dos cigarros para o consumidor.
O lucro líquido da Souza Cruz, por exemplo, subiu 3,2%, graças
ao aumento dos preços, o que compensou a queda de quase 10%
no volume de venda de cigarros.
Para 2014, a Copa do Mundo de Futebol e as eleições
sustentam o otimismo das empresas do setor.
A profitable year for
companies
Despite the adversities that marked 2013,
the publicly held companies in the sector with
shares traded on the BM&FBovespa ended
the year with net income up by 14.2%, EBIT
up by 20.7% and net worth up by 10.9%.The
food industry, for example, achieved real growth
of 4.3% in turnover, 3.2% in production and
2.7% in the number of employees, according to
the Brazilian Food Industry Association (ABIA).
These results were in part due to the high
demand for food outside the home and the
strengthening of the retail segment, especially
convenience stores and supermarkets. Last
year the segment provided 1.63 million jobs,
an increase of 41,000, and gross billing topped
R$394.6 billion.
The beverage sector did not do so
well. According to data from the Internal
Revenue’s Beverage Production Control System
(SICOBE) for 2013, beer production fell by 2%
and that of soft drinks by 3.7%. According to
analysts, inflation, the high level of family debts
and lower than expected increase in income
negatively affected sales and production levels
were required to adapt accordingly.
In the tobacco sector the picture was much
the same. Overall cigarette sales fell by 5.5%
compared to 2012. The fall was mainly due to
the increase of 18% in IPI (tax on industrial
production) that resulted in an average price
increase of 16% to the consumer. Sousa Cruz’s
net income, for example, rose 3.2% as a result
of the price increases, offsetting the almost 10%
drop in cigarette sales.
The companies remain optimistic for 2014
due to the World Cup and the elections.
Alimentos, bebidas e fumo Food, beverage and tobacco
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
198.468.118
18.601.399
0,94
88.842.340
185.583.823
12.735.350
21.714.918
1,23
2013 (R$1.000)
219.467.325
27.396.198
0,91
99.197.542
200.588.254
14.664.696
26.513.398
1,21
Variação % Variation %
9,96%
10,97%
7,61%
14,25%
20,79%
-
87
Desempenho setorial
Sectorial performance
Atacado e Varejo
Wholesale and retail
Empresas driblam
adversidades
Strategies to avoid
adversities
E
m um ano marcado pelo desaquecimento econômico, as
empresas que atuam neste segmento até que se saíram
bem. O setor de atacado, por exemplo, registrou expansão
de 4,4% nas vendas em 2013, com alta nominal de 10,6% no
faturamento, que chegou a R$ 197,3 bilhões, segundo a Associação
Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad). O crescimento
acima da inflação refletiu, segundo os técnicos da associação, a busca
do consumidor por canais de venda com preços mais competitivos,
em um ano marcado pela redução do poder de compra da população.
Para o varejo, o ano foi ainda mais desafiador do que 2012. As
empresas enfrentaram muitas adversidades que afetaram a atividade
do comércio, tais como: repique nos índices de inadimplência,
aumento dos preços dos alimentos; fraca performance do setor
industrial; maior concorrência entre as varejistas e desemprego em
níveis baixos influenciaram o desempenho anual.
Este conjunto de fatores fez com que a receita apurada nas
atividades do varejo fosse superior ao volume efetivamente vendido.
Enquanto o primeiro evoluiu 12% no acumulado do ano, o segundo
cresceu apenas 4,3%. Em 2012, os percentuais apurados para receita
e volume foram de 12,3% e 8,4%, respectivamente.
Na análise individual dos segmentos que compõem o varejo, os
hipermercados e supermercados foram impactados negativamente
pelo aumento de preços dos alimentos e bebidas, decorrente da
aceleração da inflação, levando o consumidor a reduzir a compra
de itens considerados supérfluos.
Apesar deste cenário, as companhias abertas negociadas na
BM&FBovespa fecharam o ano com aumento de 19,1% no lucro
e alta de 15% no Ebit. Para 2014, a expectativa para o setor é de
crescimento em torno de 4,5%.
In a year marked by the cooling of the
economy the companies in this sector managed
well. The wholesale sector, for example, registered
growth of 4.4% in sales in 2013, with a nominal
increase of 10.6% in gross billing, which topped
R$ 197.3 billion, according to figures from
the Brazilian Wholesalers and Distributors
Association (ABAD). This higher than inflation
growth reflected, according to the association’s
technicians, the consumers’ search for outlets
with more competitive prices, in a year marked
by a reduction in purchasing power.
For the retail sector the year was even more
challenging than 2012. Companies faced many
adversities that affected commercial activity,
including a rise in default rates, higher food prices,
weak performance of the industrial sector, greater
competition between retailers and low levels of
unemployment, all of which affected the year’s
performance.
This set of factors meant that the increase in
the income from retail activities was higher than
that in the volume sold. Whereas the former
accrued an increase of 12% during the year,
the latter increased by just 4.3%. In 2012 these
growth figures were 12.3% and 8.4% respectively.
In the individual analysis of the segments
that make up the retail sector, hypermarkets
and supermarkets were negatively affected by
the increase of food and beverage prices due
to inflation, which led to consumers reducing
purchases.
Despite this scenario, the publicly held
companies traded on the BM&FBovespa ended
the year with an increase in 19.1% in profits and
15% in EBIT. Growth expectations for the sectors
in 2014 are around 4.5%.
Atacado e Varejo Wholesale and retail
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
88
2012 (R$1.000)
116.929.909
19.729.575
1,22
37.854.342
142.746.139
4.433.864
10.664.614
2,09
2013 (R$1.000)
132.966.811
17.727.880
1,20
43.275.639
159.714.242
5.338.076
12.359.145
2,07
Variação % Variation %
12,90%
13,48%
11,18%
19,19%
14,95%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
BancoS e crédito
Banking
Menos riscos para
preservar lucro
Fewer risks to
maintain profits
M
esmo diante de um cenário de desaceleração da economia,
inflação persistente e concorrência acirrada com as
instituições públicas, a maioria dos bancos brasileiros
conseguiu expandir seus resultados no ano passado, após amargar
queda no lucro em 2012. Tudo isso devido à melhora na qualidade
de seus ativos. A soma do lucro líquido contábil (aquele informado
ao Banco Central), das onze maiores instituições desse segmento,
cresceu 9%, pouco mais do que a inflação no período, de 5,91%,
medida pelo IPCA.
Além disso, as principais instituições financeiras adotaram
um olhar mais seletivo para seus clientes na hora de emprestar,
priorizando créditos menos arriscados, como empréstimos
consignados e financiamento imobiliário. A estratégia implicou em
redução nas margens de lucro, que foi compensada por inadimplência
e despesa menores com provisões para devedores duvidosos.
As receitas com serviços continuaram compensando em boa
parte o aperto das margens. Com o recuo da inadimplência, os
bancos médios, assim como seus pares de maior porte, conseguiram
cortar as despesas com provisões para devedores duvidosos em 23%,
em média.
Os bancos com ações negociadas na BM&FBovespa fecharam
2013 com lucro líquido de R$ 51,96 bilhões, resultado 10,2%
superior ao do ano anterior (R$ 46,86 bilhões). O patrimônio líquido
subiu 7,6%, ao passar de R$ 330,75 bilhões para R$ 357,69 bilhões.
A receita de intermediação financeira ficou em R$ 371,45 bilhões,
apenas 0,24% acima do resultado de 2012.
Para 2014, os analistas acreditam que os bancos terão de elevar
suas carteiras de crédito, que não cresceu muito no ano passado, para
expandir os resultados.
Even faced with a scenario of slower
economic growth, persistent inflation and
strong competition from public institutions,
the majority of the Brazilian banks managed to
increase their profits last year, after lower profits
in 2012. This was due to the improvement in the
quality of their assets. Total net taxable income
(informed by the Central Bank) for the eleven
largest institutions of the segment increased by
9%, higher than inflation for the period, that
was 5.91% according to the IPCA (Consumer
Price Index).
Furthermore, the leading financial
institutions adopted a more selective approach to
clients requesting loans, giving priority to lowerrisk forms of credit such as payroll-deducted
loans and mortgages. This strategy meant lower
profits margins, which were, however, offset
by the lower default rates and lower costs on
dubious debt provisions.
Income from bank services continued to
offset these lower profit margins to a large extent.
With the lower default rates both the mediumsized and large banks managed to cut their
dubious debt provisions by an average of 23%.
The banks with shares traded on the
BM&FBovespa closed the year with net income
of R$ 51.96 billion, a 10% increase on the
previous year (R$ 46.86 billion). Net worth
increased by 7.6%, going from R$ 330.75
billion to R$ 357.69 billion. Income from
financial intermediation was R$ 371.45 billion,
just 0.24% up on the figure for 2012.
In 2014, in order to increase their profits,
analysts are of the opinion that banks will have
to increase their credit portfolios, that showed
only a slight increase last year.
Bancos e crédito Banking
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
3.566.944.129
0,10
330.755.221
370.529.855
46.869.674
9,82
2013 (R$1.000)
3.872.388.173
0,10
357.691.415
371.456.181
51.969.412
9,84
Variação % Variation %
8,06%
7,66%
0,24%
10,24%
-
89
Desempenho setorial
Sectorial performance
Construção civil
e mercado imobiliário
Real estate
Lucro cresce em
um ano difícil
Increased profits in
a difficult year
O
andamento das obras públicas e privadas em ritmo mais
lento frustrou as projeções para o setor de construção
civil em 2013. O Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) estimava crescimento
entre 3,5% e 4%, mas no encerramento do ano dados do IBGE
mostraram que o PIB do setor cresceu apenas 1,9%, abaixo dos
2,3% registrados pelo índice nacional.
“O ano de 2013 foi ruim para o Brasil”, classificou o presidente
da entidade, Sergio Watanabe, acrescentando que a falta de
dinamismo na economia acabou criando um comportamento
mais cauteloso por parte dos empresários. Segundo ele, muitos
investimentos foram suspensos em função da retração da demanda.
Na avaliação da economista Ana Maria Castelo, da Fundação
Getulio Vargas (FGV), o que influenciou o desempenho mais
fraco em 2013 foi o segmento da infraestrutura. “O Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) andou em ritmo bem mais lento
que o esperado”, destacou.
Já o mercado imobiliário continuou aquecido, principalmente
no eixo Rio e São Paulo. Segundo o vice-presidente do SindusconSP, Eduardo Zaidan, “o setor em 2013 surpreendeu as expectativas
e mostrou que ainda tinha fôlego para crescer, ao contrário da
estabilização apontada por especialistas no final do ano passado”.
Para as empresas abertas, 2013 foi um ano de bons resultados.
Depois de registrarem redução no resultado de 2012, as companhias
fecharam o ano passado exibindo crescimento de 43,5% no lucro líquido.
O Ebit apresentou um aumento de 8,4% e o patrimônio líquido de 8%.
Para 2014, as estimativas estão mais otimistas. O Sinduscon-SP
avalia que o setor deve crescer 2,8%, considerando uma expansão
de 2% do PIB nacional, e o emprego formal um aumento de 1,5%.
The slower progress of public and private
construction projects disappointed expectations
for the civil construction sector in 2013. The São
Paulo State Civil Construction Industry Union
(Sinduscon-SP) estimated growth of between 3.5
and 4%, but at the end of the year figures from the
Statistics Bureau (IBGE) showed that GDP for the
sector grew just 1.9%, lower that the 2.3% growth
of national GDP.
The Union’s president, Sergio Watanabe,
commented “2013 was a bad year for Brazil”. He
added that the lack of dynamism in the economy
led to more cautious behavior on the part of
entrepreneurs. Many investments, he said, were
suspended due to lower demand. In the opinion
of the economist Ana Maria Castelo, of the Getulio
Vargas Foundation (FGV), the infrastructure
segment was decisive for the weak performance
in 2013. “The speed of the Growth Acceleration
Program (PAC) was slower than expected” she said.
The growth of the real estate market, on the
other hand, continued, above all in Rio de Janeiro
and São Paulo. According to the vice president
of Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan: “In 2013 the
sector grew more than expected and showed that
there is further room for growth, contradicting
analysts’ forecasts that it would stabilize by the
end of last year.”
2013 was a good year for the results of publicly
held companies. After registering a reduction
of 2012’s results, the companies ended last year
exihibiting a growth of 43.5% net profit. EBIT
increased by 8.4% and net worth by 1.5%.
Estimates for 2014 are more optimistic.
Sinduscon-SP projects that the sector will grow
by 2.8% (with an estimated 2% growth of GDP)
and official employment by 1.5%.
Construção civil e mercado imobiliário Real estate
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
90
2012 (R$1.000)
170.549.581
38.401.986
0,25
70.549.480
42.750.783
4.052.228
9.260.105
1,42
2013 (R$1.000)
180.323.024
34.793.566
0,25
76.517.699
44.263.992
5.905.562
10.082.936
1,41
Variação % Variation %
5,39%
7,96%
3,33%
43,03%
8,36%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Educação
Education
Os ventos seguem
soprando a favor
Favorable winds
continue to blow
E
m um ano marcado por polêmicas, como greves de professores,
reitorias ocupadas, crise em universidades privadas, poucos
setores tiveram um desempenho tão positivo como o de
educação em 2013. Segundo economistas, o bom momento das
empresas de educação se deve, sobretudo, a três motivos: a ascensão da
classe C; os crescentes incentivos do governo ao setor, com mecanismos
como FIES e Prouni e o crescimento de novas modalidades de ensino
a distância, que aumenta a facilidade do acesso a aulas.
Aliás, o ensino a distância é um dos segmentos em que o
mercado mais tem apostado para o futuro. Kroton, Estácio e
Anhanguera, principais companhias de capital aberto do setor, já
anunciaram investimentos diretos neste setor.
O ano de 2013 também será lembrado como o ano em que
foi aprovada a lei que destina 75% dos royalties do petróleo para
educação. A verba é considerada fundamental para que o país possa
cumprir a meta do Plano Nacional de Educação de reservar 10%
do PIB para atividades educacionais até 2023.
Outro ponto que marcou o ano foi o início das negociações
de ações do Grupo Ser Educacional na BM&FBovespa, uma das
maiores instituições privadas de ensino que atua no Norte e Nordeste
do País. As duas regiões representam boa parte do potencial que o
setor de educação tem para o futuro.
Em 2013, uma onda de aquisição também marcou o setor. Os
destaques foram: a fusão da Kroton e Anhanguera, que envolveu
cerca de R$5 bilhões em ações, e a compra da Uniseb pela Estácio,
por R$615,3 milhões.
Neste clima, as companhias abertas fecharam o ano com
crescimento de 66,5% no lucro líquido e de 49,7% no Ebit. No
período, o patrimônio líquido das empresas aumentou 34,7%.
In a year marked by controversies, including
strikes by teachers, the occupation of rector’s offices
and crises in private universities, few sectors performed
as well as education in 2013. According to economists,
the good performance of the sector is mainly due to
three factors: the rise of the so-called ‘Social Class C’;
the increase in government incentives to the sector,
including the FIES and Prouni mechanisms, and the
growth of new modalities of teaching at a distance,
which facilitates access to lessons. In fact, teaching at
a distance is one of the segments in which the market
has invested most for the future. The leading publicly
held companies in this sector – Kroton, Estácio
and Anhanguera – have already announced direct
investments in this segment.
The year 2013 will also be remembered as the
year in which the law was passed that allocated 75% of
oil revenues to education. These funds are considered
fundamental for enabling the country to meet the
National Education Plan’s target to reserve 10% of
GDP for educational activities by 2023. Another
event that marked the year was the beginning of
trading in the shares of the Grupo Ser Educacional
on the BM&FBovespa, one of the largest private
teaching institutions which operates in the north
and northeast of the country. These two regions
represent a large part of the future potential for the
education sector.
In 2013 a wave of acquisitions also marked the
sector. The most important of these include: the
merger of Kroton and Anhaguera, involving a volume
of around R$ 5 billion in shares, and the purchase
of Uniseb by Estácio for R$ 615.3 million. It was
within this context that the publicly held companies
closed the year with 66.5% growth in net income and
49.7% in EBIT. The net worth of these companies
increased by 34.7% during the year.
Educação Education
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
92
2012 (R$1.000)
11.245.932
1.251.584
0,52
6.419.646
5.886.737
649.662
899.047
0,75
2013 (R$1.000)
14.701.525
3.014.569
0,51
8.979.341
7.514.279
1.115.900
1.394.639
0,64
Variação % Variation %
28,90%
37,50%
26,00%
67,50%
51,90%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Energia elétrica
Electricity
Recuperação das
perdas de 2012
Recovery of losses
in 2012
A
s companhias de capital aberto com ações negociadas na
BM&FBovespa fecharam 2013 com queda de quase 10%
no lucro líquido e com perda de 0,93% no patrimônio. Já
o Ebit do setor subiu 20,32%. Na verdade, foi um desempenho
bem melhor que o de 2012, quando o lucro das empresas caiu
73%, afetado pela Medida Provisória 579, regulamentando as
atividades no setor.
A baixa lucratividade das empresas refletiu o fraco desempenho
da atividade econômica no País. O consumo de energia elétrica
registrou, em 2013, crescimento de 3,5%, alcançando 463,740 mil
GWh, puxado pelo setor residencial, com alta de 6,1% no período.
Já o consumo de energia pelas indústrias foi decepcionante, com
crescimento de apenas 0,6% na comparação com 2012, de acordo
com os dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, destacou que o
consumo modesto deste segmento, ao longo de todo ano, refletiu
a fraca atividade de setores eletrointensivos, como os de extração
mineral e alguns segmentos da metalurgia, localizados nos estados
de Minas Gerais, Maranhão e Pará.
Já o consumo residencial teve bom desempenho em 2013,
com destaque para a alta de 11,6% na região Nordeste, a que mais
contribuiu para o aumento da demanda, superando, pela primeira
vez, a região Sudeste, que, por concentrar a maior parte do consumo
da classe média no país (51%), tradicionalmente oferece a maior
contribuição, apontam os dados da EPE.
O consumo comercial também aumentou 5,7%, com destaque
também para a região Nordeste onde a demanda aumentou 8,7%,
puxado pelo aumento da oferta de emprego no setor terciário e pela
expansão da atividade do comércio varejista.
The publicly held companies with shares
traded on the BM&FBovespa closed 2013 with a
drop of almost 10% in net income and of 0.93%
in net worth. EBIT for the sector, however, rose
20.32%. It was, in fact, a far better performance
than that of 2012, when the net income of these
companies fell 73% as a result of the government
regulation of its activities (Provisory Measure 579).
The low profits of the companies reflected the
weak performance of economic activity in Brazil.
Electric power consumption grew by 3.5% in
2013, reaching 463.74 thousand GWh, led by
the residential sector which grew by 6.1% during
the period. Electricity consumption by industry
was, however, disappointing, growing just 0.6%
compared to 2012, according to figures from the
Energy Research Company (EPE).
The president of EPE, Maurício Tolmasquim,
stated that the modest consumption of this
segment throughout the year reflected the weak
performance of the electro-intensive sectors, such as
mining and some segments of metallurgy, located
in the states of Minas Gerais, Maranhão and Pará.
Residential consumption, however, performed
well in 2013, especially in the northeast, where it
rose 11.6%, making the greatest contribution to
the increase in demand, overtaking the southeast
for the first time. The southeast has the largest
concentration of residential consumers and
thus traditionally has shown the largest growth,
according to figures from the EPE.
Consumption in the commercial sector also
rose 5.7%, again with the largest growth coming
from the northeast, where demand increased by
8.7% led by the tertiary sector and the growth in
the retail activity.
Energia elétrica Electricity
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
452.063.391
16.716.794
0,37
166.789.905
168.722.461
4.529.885
11.679.688
1,71
2013 (R$1.000)
413.830.276
18.694.660
0,40
165.145.421
159.382.303
4.051.591
14.202.275
1,39
Variação % Variation %
-7,96%
-0,93%
-5,21%
-9,93%
20,32%
-
93
Desempenho setorial
Sectorial performance
Lazer, turismo e hotelaria
Leisure industry
Resultados superam
expectativas
Results surpass
expectations
A
s empresas do setor de turismo registram em 2013
faturamento de R$ 62,7 bilhões, uma alta de 8,8% em
relação ao ano anterior. Segundo a Pesquisa Anual de
Conjuntura Econômica do Turismo (PACET), realizada pelo
Ministério do Turismo, o resultado superou as expectativas dos
próprios empresários, que esperavam aumento de 7,5% no período.
O segmento de Promoção de Feiras foi o destaque do ano, com
crescimento de 13,8% no faturamento, seguido pelas Agências de
Viagens, com 13,5%, Transporte Aéreo, 10,9% e Organizadores
de Eventos, com 9,6%. Os outros segmentos, como Operadoras
de Turismo, Transportes Rodoviários, Hospedagem e Locadoras
de Automóveis apresentaram um percentual um pouco menor, na
faixa de 6,8 % a 5,0%.
Em dez anos, o faturamento das empresas de turismo saltou
de R$ 7,3 bilhões para os atuais R$ 62,7 bilhões. Neste período, a
geração de emprego passou de 63 mil para 116 mil, um aumento
de 85,9%. O ministro do Turismo, Vinicius Lages, diz que “os
resultados do setor ficaram acima das expectativas e as previsões
para os próximos anos são promissoras em função da realização de
grandes eventos”.
A pesquisa, aliás, apontou que 84% das empresas do setor estão
com expectativas de crescimento em 2014 e dispostas a investir,
como as Agências de Viagens, os Organizadores de Eventos, as de
Transportes Aéreo e Rodoviário.
O desempenho das companhias abertas do setor, com ações
negociadas na BM&FBovespa, refletiu este cenário positivo e
recuperou o prejuízo de R$ 18,9 milhões de 2012. No ano passado
o lucro líquido chegou a R$ 208 milhões, uma alta de 1.129%. O
Ebit subiu 21% e o patrimônio líquido, 41%.
Lazer, turismo e hotelaria
Leisure industry
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
94
In 2013 the companies in the tourism sector
registered a turnover of R$ 62.7 billion, an
increase of 8.8% on the previous year. According
to the Annual Research of the Economic
Situation of Tourism (PACET), produced by
the Ministry of Tourism, the result surpassed the
expectations of the companies themselves for an
increase of 7.5% during the period.
The outstanding segment of the year was
Fair Promotion, where turnover increased by
13.8%, followed by Travel Agencies (13.5%),
Air Transport (10.9%) and Event Organization
(9.6%). Other segments, such as Tourism
Operators, Road Transport, Accommodation
and Car Rental grew slightly less, at between 5
and 6.8%.
Over ten years the turnover of tourism
companies has jumped from R$ 7.3 billion to
the current R$ 62.7 billion. During this period
the number of jobs created went from 63,000 to
116,000, an increase of 85,9%. The minister of
tourism, Vinicius Lages, said that “the results for
the sector were higher than expected and forecasts
for the coming years are promising due to the
major events that will be held.”
The research also shows that 84% of
companies – Travel Agencies, Event Organizers,
Air and Road Transport – are expecting growth
for the sector in 2014 and are ready to invest.
The performance of the publicly held
companies in the sector, with shares traded on the
BM&FBovespa, reflected this positive scenario
and recovered losses of R$ 18.9 million in 2012.
Last year net earnings reached R$ 208 million,
an increase of 1.129%. EBIT was up 21% and
net worth 41%.
2012 (R$1.000)
5.742.608
246.990
0,56
2.092.974
3.217.636
-18.917
-16.452
1,74
2013 (R$1.000)
7.021.087
471.999
0,48
3.013.830
3.337.637
208.085
-12.782
1,33
Variação % Variation %
20,95%
41,40%
3,51%
20,99%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Empresas perdem
faturamento
Fall off in Turnover
O
ano de 2013 não foi muito diferente do anterior para a
indústria de máquinas e equipamentos. Segundo dados
da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
Equipamentos (Abimaq), o setor amargou uma queda de 5,7% no
faturamento, ao somar R$ 79 bilhões no ano. O resultado contrariou
as projeções de analistas, que projetavam crescimento entre 4% a
5%, baseadas na forte procura de pedidos de financiamento junto ao
BNDES para compras de máquinas, no final de 2012.
Os analistas trabalhavam também com a série de estímulos do
governo ao setor, como desoneração de folha de pagamento, redução
do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e renovação, até o
fim de 2014, do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que
oferece juros reduzidos para compra de máquinas. Esses incentivos,
porém, não surtiram os efeitos desejados diante do baixo crescimento
da atividade econômica global.
O consumo aparente do setor totalizou R$ 122,27 bilhões, com
alta de 5,6%. A balança comercial da indústria do setor fechou 2013
com déficit de US$ 20,14 bilhões: as exportações caíram 7%, enquanto
as importações subiram na mesma proporção. Por sua vez, a média
anual do nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) fechou o
ano em 73,1% contra 70,6% em 2012.
Para 2014, as projeções não são animadoras. A esperança do setor
é a aprovação do Projeto Inovar Máquinas por parte do governo federal.
O projeto estimula a renovação do parque fabril nacional, por meio
da aquisição de máquinas e equipamentos nacionais.
As companhias abertas classificadas pela BM&FBovespa no
setor de máquinas e equipamentos (que difere da relação da Abimaq)
apresentaram em 2013 um aumento de 10,6% na receita e de 92,8%
no lucro líquido.
Máquinas e Equipamentos
Machinery and equipment
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
96
The year 2013 wasn’t very different from the
previous year for the machinery and equipment
industry. According to figures from the Brazilian
Machinery and Equipment Association
(ABIMAQ), turnover fell by 5.7%, standing at
R$ 79 billion at the year. The result was poorer than
expected; analysts had projected growth of between
4 and 5%, based on the high number of requests
for finance from the National Development Bank
(BNDES) for the purchase of machinery at the
end of 2012.
Analysts also took into account a series
of government incentives, such as payroll tax
reductions, lowering the tax on industrial products
(IPI) and the renewal, until the end of 2014, of
the Program for Investment Maintenance (PSI)
which offers reduced interest rates for the purchase
of machinery. These incentives, however, did not
have the desired effect due to the low level of global
economic activity.
Apparent consumption in the sector totaled
R$ 122.27 billion, with an increase of 5.6%.
The current account deficit for the industry was
US$ 20.14 billion at the end of 2013: exports fell
by 7%, while imports rose at the same rate. The
annual average use of installed capacity (NUCI)
stood at 73.1% at the end of the year, as against
70.6% in 2012.
The projections for 2014 are encouraging.
The sector is hopeful that the federal government
will pass its Renew Machinery Project which
incentivizes the renewal of the country’s industrial
park through the acquisition of Brazilian machinery
and equipment. The publicly held machinery and
equipment companies listed on the BM&FBovespa
(that differ for those listed by ABIMAQ), showed
an increase of 10.6% in earnings and 92.8% in
net income.
2012 (R$1.000)
64.955.180
12.156.176
0,71
17.860.792
46.081.488
807.878
3.538.853
2,64
2013 (R$1.000)
75.401.081
16.270.386
0,68
21.337.375
51.313.304
1.605.011
4.788.088
2,53
Variação % Variation %
15,13%
18,31%
10,68%
92,84%
33,21%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Mineração
Mining
Mais um ano difícil
para o setor
Another difficult
year for the sector
O
setor de mineração foi fortemente abalado com a retração
internacional, particularmente da China, principal importador de minério. As companhias abertas com ações negociadas
na BM&FBovespa fecharam 2013 com prejuízo de R$ 2,2 bilhões. O
patrimônio líquido das empresas caiu 2,6% e o grau de endividamento
subiu de 0,74 em 2012 para 0,95 no final do ano passado.
Diante da forte oscilação dos preços dos metais e da retração dos
negócios as empresas se focaram em iniciativas de redução de custos e em
investimentos de maior retorno. A Vale, por exemplo, deu continuidade
ao seu plano de desinvestimentos de ativos para concentrar as atividades
em seu principal negócio: a exploração de minério.
O novo foco da empresa passou a ser em uma carteira de projetos
com maior potencial de retorno e que remunerasse de forma mais
significativa o capital investido. Em 2013, a venda de ativos chegou a
US$ 6 bilhões contra US$ 1,47 bilhão em 2012, resultado de negócios
que envolveram a área de logística, alumínio, ouro, níquel, cobre,
energia, entre outros.
A boa notícia para o setor foi o anúncio, pelo governo federal,
do novo Código Regulatório de Mineração, aguardado há mais de
cinco anos. Além disso, o governo alterou a Compensação Financeira
pela Exploração Mineral (Cfem), conhecido como os royalties da
mineração, e criou a Agência Nacional da Mineração (ANM), no
lugar do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
Trata-se de mais um pacote do Planalto para elevar o investimento
interno e aquecer a economia brasileira para combater os efeitos da
crise internacional.
Em 2014 as atenções do setor estarão voltadas para a tramitação
do Código na Câmara dos Deputados. Para os empresários, devido à
complexidade do projeto, ele só deve ser votado em 2015.
The mining sector was severely affected by
the fall in global economic activity, particularly
China, which is the main ore importer. The
publicly held companies with shares traded on the
BM&FBovespa closed 2013 with losses of R$ 2.2
billion. The net worth of the companies fell by 2.6%
and the level of indebtedness increased from 0.74 in
2012 to 0.95 at the end of last year.
Faced with the marked oscillation in the prices
of metals and the fall off in business, the companies
focused on cost reduction initiatives and higher
return investments. The CVRD, for example,
continued its asset disinvestment plan in order to
concentrate its activities on its core business: the
exploration of ore. The company’s focus was directed
at a portfolio of projects with potential for greater
returns, producing more significant remuneration
on capital invested. In 2013 the sale of assets reached
US$ 6 billion, as against US$ 1.47 billion in 2012,
in the logistics, aluminum, gold, nickel, copper and
energy areas, among others.
The good news for the sector was the
announcement by the federal government of the
new Mining Regulation Code, which the sector
has been waiting for for over five years. In addition,
the government altered the Financial Compensation
for Mineral Exploration (CFEM), generally known
as mining royalties, and set up the National Mining
Agency (ANM) to replace the National Department
of Mineral Production (DNPM). This is another
of the government’s stimulus packages to increase
domestic investment and increase economic activity
to offset the effects of the international crisis.
In 2014 the attention of the sector will be
focused on the passage of the Code through the
Chamber of Deputies. Due to the complexity of
the project, in the view of entrepreneurs, it will only
be voted on in 2015.
Mineração Mining
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
280.429.788
20.748.051
0,35
160.997.930
96.771.995
8.501.731
15.041.432
0,74
2013 (R$1.000)
305.600.226
37.759.683
0,34
156.543.942
105.186.873
-2.267.976
32.525.495
0,95
Variação % Variation %
8,45%
-2,60%
8,18%
-119,19%
109,37%
-
97
Desempenho setorial
Sectorial performance
Papel, celulose E madeira
Wood, pulp and paper
Lucro menor das
companhias abertas
Lower profits
for publicly held
companies
A
o contrário de 2012, o mercado de papel e celulose,
fortemente dependente do comércio internacional, fechou
2013 com alta de 7,5% nas exportações, totalizando
US$ 7,1 bilhões. Foram vendidas para o exterior 5,18 milhões
de toneladas de celulose e 1,97 milhão de toneladas de papel. O
câmbio favorável, a redução dos estoques internacionais e o aumento
da capacidade produtiva brasileira são apontados como fatores
fundamentais para este cenário, segundo a Associação Brasileira de
Celulose e Papel (Bracelpa).
Já as importações caíram 5,1% no período. A queda foi maior
para o papel, que recuou 6,1% frente ao ano anterior, somando
US$1,5 milhão; enquanto a celulose teve redução de apenas 0,6%,
ficando em U$$337 milhões. No mesmo ritmo de queda ficaram
as vendas domésticas de celulose, que passaram de 1.656 milhões
de toneladas para 1.650 milhões (-0,4%). Por sua vez, as vendas
de papel subiram 2,9% na comparação anual, somando 5.716
milhões de toneladas. No acumulado do ano, a produção de celulose
totalizou 14.995 milhões de toneladas e a de papel 10.428 milhões.
A partir de 2014, o setor passa a ter uma organização diferente.
Uma nova associação, que reúne a Bracelpa, Abraf, Abipa e Abiplar,
ganhou o nome de IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores) e vai
representar empresas que atuam no ramo de papel e celulose, painéis
de madeira e pisos laminados – produtos que têm como matériaprima a base florestal plantada. A associação nasce com 70 empresas
associadas, cuja receita bruta totalizou R$ 60 bilhões em 2013.
As companhias abertas classificadas pela BM&FBovespa
no setor de papel e celulose (que difere da relação da Bracelpa)
apresentaram em 2013 um aumento de 10,9% na receita líquida,
queda de 150% no lucro e alta de 32,6% no Ebit.
Papel, celulose e madeira
Wood, pulp and paper
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
98
Unlike in 2012, the paper and pulp market,
which is heavily dependent on international
commerce, closed 2013 with exports up 7.5%,
totaling US$ 7.1 billion. Pulp exports reached
5.18 million tonnes, and paper exports 1.97
million. The favorable exchange rate, the reduction
in international stocks and Brazil’s increased
productive capacity are seen as the main factors
responsible for this result, according to figures
from the Brazilian Pulp and Paper Association
(BRACELPA).
Imports, on the other hand, fell 5.1% during
the period. The sharpest drop was paper, which fell
6.1% compared to the previous year, totaling US$
1.5 million; pulp fell just 0.6%, totaling US$ 337
million. Domestic sales of pulp fell at the same rate,
going from 1,656 million tonnes to 1,650 million
(-0.4%). Sales of paper, on the other hand, increased
2.9% compared to the previous year, totaling 5,716
million tonnes. Accrued pulp production for the
year totaled 14,995 million tonnes and paper
production 10,428 million
From 2014 the sector will be organized
differently. A new association, bringing together
Bracelpa, Abraf, Abipa and Abiplar, and which will
be called Brazilian Tree Industry (IBÁ) will represent
companies in the paper and pulp, wood panel and
laminated flooring segments - all products produced
from forestry plantations. the new association
already has 70 associated companies, whose gross
income totaled R$ 60 billion in 2013.
The publicly held companies in the paper and
pulp sector listed on the BM&FBovespa (which
differ from the BRACELPA list) showed an increase
in 2013 of 10.9% in net revenue, a drop of 150%
in profits and an increase of 32.6% in EBIT.
2012 (R$1.000)
105.529.417
12.287.801
0,24
48.192.114
25.642.410
280.952
4.332.886
1,11
2013 (R$1.000)
109.593.611
11.451.003
0,26
48.266.648
28.624.112
-167.117
5.834.183
1,20
Variação % Variation %
3,62%
0,15%
10,94%
-150,06%
32,60%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Petróleo e gás, petroquímica,
EMBALAGEm e PlÁstico
Oil and gas and derivates
Novas perspectivas
em um ano difícil
New prospects in a
difficult year
2013 was not an easy year for Oil and Gas in
Brazil. Despite the record investments made by
Petrobras and companies that work in partnership
with it, companies were faced with a difficult
economic and financial scenario. The main
difficulties were caused by the control of the prices
of oil derivatives which caused significant losses
for Petrobras, and the financial crisis of the OGX
group. The problems caused by the companies
managed by Eike Batista also had negative
consequences for the business area. The perception
of risk by investors increased a great deal, and this
affected the cost of raising funds for the small and
medium-sized companies operating in Brazil.
Within this context the series of public tender
bids launched by the National Petroleum Agency
(ANP), which had not occurred for five years,
brought great relief to the sector. Even though the
direct economic effects of these bids have not made
themselves felt in 2013, they point to promising
prospects for the future. The Libra auction,
for example, was an important achievement
considering the institutional and economic
challenges that had to be met.
The petrochemical sector, on the other hand,
was positively affected by the government’s decision
to exempt the purchase of raw materials for the
first and second generations of the petrochemical
industry, which meet the needs of a variety of
economic segments, from the PIS and COFINS
taxes. Thus the publicly held companies traded on
the BM&FBovespa closed 2013 with a marked
drop of 84.6% in net income and of 41.6% in
EBIT, while net worth fell by 4.3%.
Despite the difficulties the industry faced
last year, the prospects for 2014 are much more
encouraging, according to analysts.
O
ano de 2013 não foi fácil para o setor de óleo e gás no
Brasil. Apesar dos investimentos recordes feitos pela
Petrobras e suas parceiras, as empresas enfrentaram
um contexto econômico e financeiro complicado. As principais
dificuldades foram causadas pelo controle dos preços de derivados
de petróleo, que impôs perdas significativas para a Petrobras, e a
crise financeira do grupo OGX.
Os problemas causados pelas empresas dirigidas por Eike
Batista também tiveram consequências negativas para o ambiente de
negócios. A percepção de risco por parte dos investidores aumentou
muito, o que afetou o custo de captação para as pequenas e médias
empresas independentes atuando no Brasil.
Neste cenário, as rodadas de licitação lançadas pela Agência
Nacional de Petróleo (ANP), que não ocorriam há cinco anos,
trouxeram um enorme alento para o setor. Ainda que os efeitos
econômicos diretos dessas licitações não tenham se concretizado
em 2013, elas serviram para apontar um futuro bastante promissor.
O Leilão de Libra, por exemplo, foi um marco importante pelos
desafios institucionais e econômicos que foram vencidos.
Já o setor petroquímico foi positivamente influenciado pela
decisão do Governo de desonerar a alíquota de PIS e COFINS para
a compra de matérias-primas da indústria petroquímica de primeira
e segunda gerações, que atendem a diversos segmentos da economia.
Neste contexto, as companhias abertas com ações negociadas na
BM&FBovespa fecharam 2013 com queda expressiva de 84,6% no
lucro líquido e de 41,6% no Ebit, enquanto o patrimônio líquido
encolheu 4,3%.
Apesar dos percalços enfrentados pela indústria no ano passado, as
perspectivas para 2014 são bem mais animadoras, segundo os analistas.
Petróleo e gás, petroquímica e plástico
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
100
Oil and gas and derivates
2012 (R$1.000)
763.633.941
52.635.143
0,43
374.274.180
329.574.229
19.158.595
32.082.873
1,04
2013 (R$1.000)
831.853.644
28.383.168
0,43
356.892.352
359.990.573
1.924.777
17.895.105
1,33
Variação % Variation %
8,41%
-4,37%
8,68%
-84,64%
-41,61%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Saneamento e
serviços de água e gás
Sanitation,
water and gas services
Tarifa baixa afeta
lucro das empresas
Low charges affect
company profits.
A
s empresas de saneamento e serviços de água e gás não
conseguiram repetir em 2013 o excelente desempenho de
2012, quando o lucro líquido cresceu quase 40%. Este ano,
a lucratividade ficou em 9,3% ao totalizar R$ 3,74 bilhões. A geração
de caixa das empresas medida pelo Ebit somou R$ 6,2 bilhões, uma
alta de quase 15% na comparação com o resultado do ano anterior.
O patrimônio líquido subiu 14,9% enquanto o ativo total registrou
queda de 4,25%.
Parte da redução da lucratividade se explica pelo reajuste
das tarifas concedido pelo governo, bem abaixo das expectativas
das empresas e do mercado, que trabalhavam com um aumento
superior a 10%. Outro ponto negativo foi a postergação do marco
regulatório para o setor de saneamento, assunto que se arrasta há
tempos. A fixação de regras claras para o setor, segundo analistas,
blindaria as empresas de eventuais tentativas de uso de tarifas para
fins político-eleitoreiros.
Ainda assim, o diretor-presidente da Aesbe, José Carlos Barbosa,
diz que o ano foi positivo para o setor. Citou a sanção da Lei nº
12.862 pela presidente Dilma Rousseff, que incluiu a economia de
água no rol de diretrizes nacionais do saneamento. Outro ponto
positivo, disse Barbosa, foi a ampliação dos recursos do PAC para
melhoria dos serviços de abastecimento de água, esgotamento
sanitário e drenagem de água pluvial. “Do total dos R$ 10,5 bilhões
dirigidos ao setor, 74% serão investidos em esgotamento sanitário, o
principal gargalo da prestação dos serviços”, destacou.
Tudo indica que 2014 não será um ano favorável para o setor, em
função da estiagem prolongada que compromete o fornecimento de
água em diversas regiões. Alem disso, é um ano de eleições estaduais,
o que vai adiar ainda as discussões do marco regulatório para o setor.
The sanitation companies and water and gas
services did not manage to repeat their excellent
performance of 2012, when net income grew
almost 40%. This year it grew by 9.3%, totaling
R$ 3.74 billion. The cash flow generation of these
companies, as measured by EBIT, totaled R$ 6.2
billion, an increase of almost 15% compared to the
result for the previous year. Net worth rose 14.9%
while total assets fell by 4.25%.
Part of these lower profits is explained by the
increase in charges permitted by government, well
below the companies’ and market expectations,
which were for an increase of over 10%. Another
negative point was the postponement of the
regulatory legislation for the sanitation sector, that
has already suffered many delays. The establishment
of clear rules for the sector, according to analysts,
would protect it from the potential manipulation
of charges for political and electoral ends.
Nevertheless, José Carlos Barbosa, CEO of
AESBE, says that the year was positive for the sector.
He gives as an examples President Dilma Rousseff’s
sanctioning of Law nº 12,826 which includes saving
water among the national directives for sanitation.
Another positive point, in his, view, was the increase
in resources for the Accelerated Growth Program
(PAC) for the improvement of water supply, sewage
and rain water drainage services. “Of the total of
R$ 10.5 billion allocated to the sector, 74% will be
invested in the sewage system, the bottleneck in the
provision of sanitation services,” he says.
Everything points to 2014 being an unfavorable
year for the sector, due to the long dry spell that has
affected the supply of water in a number of regions
and to the fact that it is an election year for state
governors and deputies, which will further delay
the definition of the new regulatory framework.
Saneamento e serviços de água e gás Sanitation, water and gas services
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
52.009.681
-1.020.342
0,48
23.000.378
24.934.900
3.407.829
5.372.260
1,26
2013 (R$1.000)
49.658.367
503.131
0,55
26.663.441
27.533.475
3.748.010
6.227.114
0,86
Variação % Variation %
-4,25%
14,98%
9,81%
9,39%
14,97%
-
101
Desempenho setorial
Sectorial performance
Serviços Financeiros
Financial services
Bons resultados e
boas perspectivas
Good results and
good prospects
O
ano de 2013 foi marcado pelo bom desempenho das
companhias abertas do setor de serviços financeiros. O
lucro líquido apresentou alta de 19%, somando R$5,92
bilhões, enquanto a receita líquida subiu 11,6%, ao totalizar R$25,4
bilhões. O Ebit chegou a R$ 6,7 bilhões, um acréscimo de 32,91%
sobre os R$4,96 bilhões obtidos em 2012.
Parte desse resultado se explica pelo bom desempenho das
empresas de cartões, cujo volume de transações somou R$ 853
bilhões em 2013, um crescimento de 17,8% em relação ao ano
anterior. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de
Crédito e Serviços (Abecs), apenas os cartões de crédito registraram
alta de 15,3%, somando R$ 553 bilhões. As transações com cartão
de débito totalizaram R$ 300 bilhões, alta de 22,5%. O Brasil já é
o segundo maior mercado de cartões no mundo, perdendo apenas
para os Estados Unidos.
Já o segmento de seguros, resseguros, capitalização e previdência
complementar aberta contabilizou R$ 185 bilhões em receitas,
um aumento de 13,7%. O valor corresponde a 3,8% do PIB,
sem considerar os recursos captados pelos planos de saúde, e pelas
empresas de Previdência Complementar Fechada. O faturamento
do setor de seguros subiu apenas 0,7%, bem abaixo dos 26,9%
registrados em 2012. Isto ocorreu devido à desaceleração das
contribuições do VGBL individual, cuja taxa de crescimento caiu
de 42,4% para -5,5% em 2013.
Para 2014, o mercado de cartões deverá continuar crescendo,
puxado pela expansão de cartões pré-pagos e pela introdução de
novos meios de pagamentos eletrônicos. A mesma perspectiva é
para o mercado de seguros e resseguros, que deverá se beneficiar
dos grandes eventos esportivos.
Serviços Financeiros
Financial services
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
102
Publicly held companies in the financial
services sector performed well in 2013. Net
income increased by 19%, totaling R$ 92 billion,
while net earnings rose 11.6% to R$ 25.4 billion.
EBIT totaled R$ 6.7 billion, an increase of
32.91% on the total of R$ 4.96 billion for 2012.
Part of this result is explained by the good
performance of the payment card companies,
where the volume of transactions totaled R$ 853
billion in 2013, an increase of 17.8% compared
to the previous year. According to ABECS,
the Brazilian Association of Credit Card and
Services Companies, credit cards alone registered
an increase of 15.3%, totaling R$ 553 billion.
Transactions with debit cards totaled R$ 300
billion, an increase of 22.5%. Brazil is already the
second largest market for payment cards in the
world, losing only to the United States.
Furthermore, income in the insurance,
reinsurance, capitalization and private pensions
sector increased by 13.7%, totaling R$ 185
billion. This represents 3.8% of GDP, and does
not include funds raised by the health plans
and group pension funds. Gross billing of the
insurance sector rose by just 0.7%, well below the
26.9% rise in 2012. This occurred due to the lower
contributions to VGBL (Free Benefit Generating
Life Insurance) plans, whose growth fell by 42.4%
to -5.5% in 2013.
For 2014 the payment card market will
continue to grow due to the increase in the
number of prepaid cards and the introduction of
new means for electronic payment. The outlook
is the same for the insurance and reinsurance
market which is likely to benefit from the major
sporting events.
2012 (R$1.000)
80.493.560
13.244.693
0,28
36.582.746
22.669.700
4.933.987
4.969.460
1,20
2013 (R$1.000)
87.030.786
11.821.787
0,29
37.712.424
25.467.387
5.925.895
6.707.802
1,31
Variação % Variation %
7,64%
2,91%
11,61%
18,92%
32,91%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Serviços médico-hospitalares
Wealth services
Empresas mantêm
ritmo de crescimento
Companies
maintain growth rate
N
os últimos anos, a demanda por serviços e equipamentos de
saúde cresceu de maneira constante. O aumento da expectativa
de vida, a mudança do perfil epidemiológico, decorrente do
envelhecimento da população, a ascensão da classe C e o potencial de
melhoria do sistema de saúde impulsionaram o crescimento do setor.
Hoje, o Brasil é um dos sete maiores mercados de equipamentos
e produtos médicos do mundo. Segundo dados da Associação
Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos
e Suprimentos Médico-Hospitalares (ABIMED), em 2013, as vendas
do setor, que representa 0,6% do PIB, cresceram 10,2%.
A retomada do crescimento de dois dígitos, frente a um
desempenho considerado fraco de 4,2% em 2012, impulsionou a
abertura de vagas de emprego no setor, que subiram 8% no ano,
o dobro de 2012. Ao todo, foram criados mais de nove mil postos
de trabalho, elevando para cerca de 130 mil os empregos no setor.
As principais contratações ocorreram na indústria de
instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e no
comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para
uso odonto-médico-hospitalar.
As companhias abertas com ações listadas na BM&FBovespa
refletiram este quadro positivo: fecharam o ano exibindo crescimento
de 9,9% no lucro líquido. O Ebit, por sua vez, registrou uma alta
expressiva: 44,5%.
Para 2014, o setor espera manter o ritmo de expansão e projeta
crescimento em torno de 11%. O fomento à inovação de produtos
para a saúde é o principal foco de trabalho da Abimed para os
próximos anos. Por meio de parceria com a Fundação Dom Cabral
será desenvolvido um estudo para identificar as dificuldades que as
empresas enfrentam para promover e acelerar a inovação no país.
In recent years the demand for health services
and equipment has grown steadily. The increase in
life expectancy, the change in the epidemiological
profile resulting from an ageing population, the rise
of the so-called ‘Social Class C’ and the potential
for improvement of the health system drove growth
in the sector.
Today Brazil is one of the seven largest markets
in the world for medical equipment and products.
According to figures from the Brazilian Association
for Medical/Hospital High-tech Equipment,
Products and Services (ABIMED), in 2013 sales
in the sector, which represent 0.6% of national
GDP, grew 10.2%. The return to two digit
growth, compared to what is considered the weak
performance, with growth of 4.2%, in 2012, led
to an increase of 8% in the number of jobs offered
in the sector during the year, double the figure for
2012. In all more that 9,000 jobs were created,
raising the total for the sector to 130,000.
Most of the new posts were in the segment
which produces instruments and materials for
medical and dentistry use and in the wholesale
commerce of machines, devices and equipment
for hospital, medical and dentistry use.
The publicly held companies listed on the
BM&Fbovespa reflected this positive scenario: they
closed the year with an increase in net income of
9.9%. The increase in EBIT was significant: 44.5%.
The sector is expected to maintain this growth
rate in 2014, with a projected growth of 11%. The
main focus of ABIMED over the coming years will
be to incentivize innovation in health products. In
partnership with the Dom Cabral Foundation a
study will be undertaken to identify the difficulties
faced by companies in promoting and accelerating
innovation in Brazil.
Serviços médico-hospitalares Wealth services
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
12.483.339
1.448.193
0,65
7.543.584
8.175.216
388.211
717.097
0,65
2013 (R$1.000)
13.645.206
2.111.189
0,60
7.779.802
8.145.252
429.286
1.056.243
0,75
Variação % Variation %
9,06%
2,95%
-0,34%
9,96%
44,50%
-
103
Desempenho setorial
Sectorial performance
Siderurgia e Metalurgia
Steel and metallurgy
Setor se recupera
e lucro sobe 130%
Sector recovers and
profits rise 130%
O
setor, que em 2012 enfrentou um dos piores momentos
de sua historia, conseguiu em 2013 ter um ano de
superação. As companhias abertas com ações negociadas
na BM&FBovespa registraram lucro líquido de R$ 3,79 bilhões, um
aumento de 130,2% em relação ao período anterior.O Ebit cresceu
81,8% e o patrimônio líquido aumentou 6,3%.
Este bom resultado, segundo os analistas, em parte, refletiu o
desempenho da economia chinesa, cuja desaceleração não foi tão
forte como o previsto no início do ano. As principais companhias do
setor (Usiminas, Gerdau e CSN) enxugaram as operações e revisaram
as estratégias de crescimento para suportar o possível impacto do
esfriamento no PIB chinês.
Com isso, ganharam poder de geração de caixa. Além disso, as
empresas foram beneficiadas pelo câmbio, que ampliou as margens
de rentabilidade das vendas para fora do país e um aumento de preços
no mercado interno.
Segundo dados do Instituto Aço Brasil, em 2013, a produção
brasileira de aço bruto totalizou 34,2 milhões de toneladas, uma queda
de 1% em relação a 2012. Já a produção de laminados chegou a 26,3
milhões de toneladas, com aumento de 2,2%. As vendas no mercado
interno subiram 5,4% ao alcançar 22,8 milhões de toneladas. Já as
exportações totalizaram 8,1 milhões de toneladas com receita de US$
5,6 bilhões, representando declínio de 17,5% em volume e de 20,7%
em valor. As importações (3,7 milhões de toneladas) caíram 2,2% em
relação a 2012.
Nesse contexto, o cenário de médio e longo prazo para o
setor segue positivo. Especialmente pelas reformulações estratégicas
feitas pelas empresas para suportar uma freada brusca da economia
internacional.
Siderurgia e Metalurgia
Steel and metallurgy
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
104
The sector, which went through one of the
worst moments in its history in 2012, managed
to overcome its difficulties in 2013. Net income
of the publicly held companies traded on the
BM&FBovespa totaled R$ 3.79 billion, an
increase of 130.2% compared to the previous
year. EBIT rose by 81.8% and net worth by 6.3%
This good result, according to analysts, was
due in part to the performance of the Chinese
economy, which slowed down at a slower rate than
had been forecast at the beginning of the year. The
largest companies in the sector (Usiminas, Gerdau
and CSN) tightened up their operations and
reviewed their growth strategies in order to face
the possible retraction of China’s GDP.
Thus they increased their cash generation
capacity. In addition the companies were benefited
by the exchange rate, which increased profit
margins on overseas sales, and by price increases
on the domestic market.
According to data from the Brazil Steel
Institute, in 2013 Brazil’s crude steel production
totaled 34.2 million tonnes, down 1% compared
to the previous year. Rolled steel production,
however, increased by 2.2%, totaling 26.3 million
tonnes.
Domestic sales rose by 5.4%, totaling 22.8
million tonnes, and exports totaled 8.1 million
tonnes, totaling US$ 5.6 billion, with a drop of
17.5% in volume and of 20.7% in value. Imports
(3.7 million tonnes) fell 2.2% compared to the
previous year.
Thus the outlook for the sector in the mid
to long-term continues to be positive, especially
considering the new strategies the companies
have put in place to protect themselves in case of
a sudden slowdown in the global economy.
2012 (R$1.000)
195.985.751
37.086.182
0,57
86.535.534
111.600.362
1.593.147
5.127.610
1,26
2013 (R$1.000)
206.067.267
37.945.068
0,57
92.374.254
117.743.499
3.798.704
9.587.278
1,23
Variação % Variation %
4,84%
6,35%
5,18%
130,26%
81,83%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Tecidos, vestuário e calçados
Fabrics, clothing and footwear
Lucro sobe mais
de 80% em 2013
Profits increase by
over 80% in 2013
A
recuperação do setor, sinalizada no final de 2012, foi
confirmada em 2013. O lucro líquido das companhias
abertas negociadas na BM&FBovespa subiu 81%, a receita
líquida quase 12% e o patrimônio 2,7%. Pesquisa da Confederação
Nacional da Indústria (CNI) apontou que, no ano passado, o
faturamento das empresas de vestuário cresceu 11%, a de têxtil,
4,5% e a de calçados 3,6%, na comparação com 2012.
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de
Confecções (ABIT), a produção de têxtil subiu 1,5% no ano passado
e a de vestuário de 1%. As vendas para o exterior, no entanto, não
apresentaram, mais uma vez, desempenho positivo. As exportações
do setor registram déficit recorde de US$ 5,3 milhões, um aumento
de 3,4% na comparação com 2012.
Para o presidente da ABIT, Rafael Cervone, as expectativas para
2014 são mais positivas, pois a desvalorização do real pode estimular
a retomada das exportações. Ele espera também que a receita das
empresas apresente crescimento entre 2,5% a 3% na comparação
com o resultado do ano passado, US$ 33 bilhões. Ainda segundo a
associação, o varejo de vestuário deve manter o ritmo apresentado
em 2013, que cresceu acima de 3%.
O setor de calçados teve um ano complicado. Internamente,
os protestos que paralisaram as grandes cidades fizeram com que
lojistas fechassem as portas, resultando em menos dias de vendas
no ano. No mercado externo, o destaque foi a crise econômica
argentina, segundo principal destino dos calçados brasileiros. Para
2014, o cenário não muda muito. Além da pressão dos importados
asiáticos e da pesada carga tributária, o aumento dos juros e a Copa
do Mundo, que reduzirá o número de dias de vendas, devem afetar
o desempenho das empresas.
The recovery of the sector, already indicated in 2012, was confirmed in 2013. The net
income of the publicly held companies traded
on the BM&FBovespa rose 81%, net revenues
almost 12% and net worth 2.7%. Figures from
the National Confederation of Industry (CNI)
show that last year the gross billing of the clothing companies was up 11%, that of textile
companies up 4.5% and that of footwear companies up 3.6% compared to the previous year.
According to figures from the Brazilian
Textile and Clothing Industry Association
(ABIT) textile production rose 1.5% last year,
and clothing production 1%. Exports, however,
were down once again, registering a record deficit of US$ 5.3 million, 3.4% higher than that
of the previous year.
For the president of ABIT, Rafael Cervone,
the outlook for 2014 is more positive as the devaluation of the real may encourage exports. He
expects company revenues to increase between
2.5 and 3% compared to the result for 2013
of US$ 33 billion. The association also forecasts
that the clothing retail segment will maintain its
2013 rate of growth (3%).
The footwear segment had a difficult year.
The protests on the streets of cities around the
country led to shops closing their doors with
less days worked and lower sales. Exports were
above all affected by the Argentinean crisis, the
second largest export market for Brazilian footwear. The outlook is much the same for 2014.
In addition to the competition from Asian imports and the heavy tax burden, the increase in
interest rates and the World Cup will reduce the
number of working days and consequently affect the performance of companies.
Tecidos, vestuário e calçados Textile, clothing and footwear
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
22.145.557
309.458
0,77
9.687.500
16.949.407
384.916
1.767.725
1,29
2013 (R$1.000)
23.502.811
-18.239
0,81
9.965.031
19.033.911
716.188
1.591.798
1,36
Variação % Variation %
5,77%
2,70%
11,57%
80,98%
-9,36%
-
105
Desempenho setorial
Sectorial performance
Tecnologia da Informação
Information technology
Mercado que não
conhece recessão
Recession
unknown to the
market
A
ssim como em 2012, o desempenho do setor de Tecnologia
da Informação (TI) passou longe dos efeitos da desaceleração
econômica que marcou o país no ano passado. Enquanto o
PIB cresceu 2,3%, o mercado de TI, incluindo hardware, software
e serviços, registrou expansão de 15,4%, superando a expectativa
de 14,5% do setor.
O bom resultado se refletiu no desempenho das companhias
abertas com ações cotadas na BM&FBovespa. O patrimônio líquido
dessas empresas subiu quase 30% ao somar R$ 2,42 bilhões, contra
R$ 1,83 bilhão em 2012. O lucro líquido chegou a R$ 382,4
milhões, com alta de 7,15%.
Em 2013, foram investidos, mundialmente, US$ 2,05 trilhões
em TI. Os Estados Unidos lideram este ranking respondendo por
US$ 659 bilhões desse total. O Brasil ocupa a sétima posição, com
investimentos de US$ 61,6 bilhões, o que representa 47,4% de
tudo que foi aplicado no ano passado em TI na América Latina.
Somente os investimentos em Software e Serviços de TI
atingiram US$ 25,1 bilhões, com alta de 10,1% sobre o ano anterior.
Ao considerar isoladamente o mercado de software, o faturamento
atingiu em 2013 a marca de US$ 10,7 bilhões. Já o mercado de
serviços registrou um montante de US$ 14,4 bilhões. O segmento
de aplicativos manteve a liderança com participação de 43,5% dos
softwares desenvolvidos.
Já para 2014, apesar de ser considerado um ano de
oportunidades para o Brasil, o clima é de apreensão. Será um ano
atípico, com Copa do Mundo e eleição presidencial. Esses eventos
reduzem a quantidade de dias úteis para realização de negócios,
diminuindo também as expectativas de crescimento do setor, que
deve ficar abaixo dos dois dígitos.
Tecnologia da Informação
Information technology
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
106
As in 2012, the performance of the
Information Technology (IT) sector was not
at all affected by the economic slowdown that
characterized the country last year. While GDP
grew 2.3%, the IT market, including hardware,
software and services, grew 15.4%, surpassing
the forecast of 14.5% for the sector. This good
result was reflected in the performance of the
publicly held companies with shares traded on
the BM&FBovespa. The net worth of these
companies rose almost 30%, totaling R$ 2.42
billion, compared to R$ 1.83 billion in 2012.
Net income totaled R$ 382.4 million, an
increase of 7.15%.
In 2013, US$ 2.05 trillion were invested
globally in IT, US$ 659 billion in the United
States – the largest investor – alone. Brazil is
the seventh largest investor with US$ 61.6
billion invested, representing 47.4% of the total
investments in IT for Latin America last year.
Investments in software and IT services
alone accounted for US$ 25.1 billion, an
increase of 10.1% on the previous year. Taking
the software market separately, turnover topped
US$ 10.7 billion in 2013. The IT services
market accounted for US$ 14.4 billion. The
applications segment maintained the lead with
a 43.5% share of the software developed.
Although 2014 is considered to be a year
of opportunities for Brazil, the atmosphere is
one of apprehension. It will be an atypical year
with both the World Cup and presidential
elections. These events reduce the number of
working days for conducting business, reducing
the forecasts for growth in the sector, which is
likely to be below two digits.
2012 (R$1.000)
3.291.310
640.217
0,92
1.839.293
3.013.387
355.433
543.183
0,79
2013 (R$1.000)
4.232.779
1.305.578
0,83
2.414.019
3.498.673
382.443
523.266
0,75
Variação % Variation %
26,91%
29,40%
15,15%
7,15%
-3,45%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Telecomunicações
Telecommunication
Recorde em receita
e investimentos
Record income and
investments
O
setor de telecomunicações fechou 2013 com receita
bruta de R$ 227,8 bilhões, o maior valor da história do
segmento, conforme dados da Telebrasil. Esse resultado
representa um crescimento de 6,3% em relação aos R$ 214,5 bilhões
obtidos no ano anterior e equivale a 4,7% do PIB. Os investimentos
das prestadoras de serviços subiram 3% ao totalizarem R$ 26,5
bilhões, recorde pelo segundo ano consecutivo. O montante foi
aplicado, especialmente, em expansão de redes, ampliação de
cobertura e melhoria da qualidade dos serviços.
O serviço de TV por assinatura foi o que mais cresceu no ano
(22%), com receitas de R$ 24 bilhões. A telefonia móvel se destacou
pelo maior faturamento, com R$ 96,4 bilhões, crescimento de 7%
em relação a 2012. Já a receita de serviço de telefonia fixa caiu de
R$ 48,6 bilhões para R$ 45,8 bilhões.
No final de 2013, os serviços de telecomunicações eram
prestados para 360,1 milhões de assinantes, um aumento de 4% em
relação a 2012. Nos últimos 15 anos, segundo dados da Telebrasil,
as prestadoras privadas já investiram mais de R$ 300 bilhões para
atender 357 milhões de usuários de telefonia fixa, móvel, banda
larga e TV por assinatura.
Segundo pesquisa da entidade, o mercado brasileiro de
telecomunicação manterá crescimento médio anual de 5,3% até
2017. Esse crescimento do mercado de telecom será consequência
da expansão das redes fixas, redes móveis, smartphones e outros
aparelhos conectados à Internet.
Já as companhias abertas do setor, com ações negociadas na
BM&FBovespa, não apresentaram grandes resultados. A receita
líquida cresceu apenas 1,7%, enquanto o lucro líquido caiu 7,6%
e o patrimônio líquido -10,7%.
The telecommunications sector closed
2013 with gross income of R$ 227.8 billion, the
highest in its history, according to figures from
Telebrasil. This result represents an increase of
6.3% on the total of R$ 214.5 billion of the
previous year and is the equivalent of 4.7%
of GDP. Investments of the service providers
increased 3%, totaling R$ 26.5 billion, breaking
a record for the second year running. The
funds were invested mostly in the expansion of
networks, increasing coverage and improving the
quality of services.
Pay TV services grew most during the year,
by 22%, with income totaling R$ 24 billion.
Gross billing was highest in the mobile phone
segment, totaling R$ 96.4 billion, 7% up on the
previous year. Income from landlines, however,
fell from R$ 48.6 billion to R$ 45.8 billion.
At the end of 2013 telecommunication
services were provided to 360.1 million
subscribers, an increase of 4% compared to
2012. Over the last 15 years, according to data
from Telebrasil, the private service providers have
invested over R$ 300 million to meet the needs
of 357 million users of landlines, mobile phones,
broad band and pay TV.
According to their research, “the Brazilian
telecommunication market will maintain average
annual growth of 5.3% until 2017. This growth
of the sector will result from the expansion of the
landline and mobile networks, smartphones and
other devices connected to the Internet.”
The publicly held companies traded on the
BM&FBovespa, however, produced only modest
results. Net earnings grew by just 1.7%, while net
income fell 7.6% and net worth was -10.7%.
Telecomunicações Telecommunication
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
235.709.230
4.577.162
0,49
104.185.912
115.449.056
7.872.221
16.868.951
0,69
2013 (R$1.000)
220.276.481
-804.891
0,53
92.455.104
117.604.223
7.233.061
15.504.430
0,73
Variação % Variation %
-6,16%
-10,59%
1,76%
-7,64%
-7,61%
-
107
Desempenho setorial
Sectorial performance
Transporte e logística
Transport and logistics
Mobilidade urbana
favorece o setor
A
s empresas do setor de Transporte e Logística com ações
negociadas na BM&FBovespa registraram em 2013 um
aumento significativo de 43,56% no lucro líquido, que
totalizou R$5,92 bilhões, contra R$4,05 bilhões no ano anterior. A
receita líquida também acompanhou o mesmo ritmo e subiu quase
9%, chegando a R$41,16 bilhões e o patrimônio líquido 13,05%
alcançando R$25,35 bilhões. Grande parte deste resultado reflete os
investimentos que vêm ocorrendo em mobilidade urbana no país.
Para as empresas de logística, por exemplo, foi um ano
bastante favorável. As companhias estão em processo de
amadurecimento num mercado que movimenta bilhões por ano e
apresenta crescimento bem maior que o PIB. As boas perspectivas
deste segmento continuaram chamando atenção de players
internacionais. Em 2013, o grupo norte-americano EIG comprou
o controle da empresa de logística do Grupo X, a LLX. Já a francesa
ID Logistics já manifestou interesse em aumentar sua participação
no mercado brasileiro.
Já para o setor aéreo o ano não foi tão favorável. A alta do
câmbio e do combustível de aviação e o ritmo lento da atividade
econômica reduziram a margem operacional das empresas. O ano
também foi marcado pela fusão da Azul e Trip, anunciada em 2012.
Para 2014, o cenário continua positivo para o setor. As
Operadoras Logísticas irão se beneficiar dos investimentos que
vêm sendo feitos em infraestrutura; as empresas que operam Linhas
Aéreas também estão com cenário favorável pelo aumento da
demanda em voos domésticos e internacionais; e as Locadoras de
Veículos têm boas perspectivas em função da Copa do Mundo. Além
disso, o setor de transporte pode se beneficiar com o crescimento
dos investimentos nos setores portuários e mobilidade urbana.
Urban mobility
benefits the sector
In 2013 the net income of the companies
in the Transport and Logistics sector with
shares traded on the BM&FBovespa increased
significantly, by 43.56%, totaling R$ 5.92 billion,
compared to R$ 4.05 billion the previous year.
Net earnings also rose by almost 9%, totaling R$
4.16 billion and net worth by 13.05%, totaling
R$ 25.35 billion. Most of this result reflects the
investments that are being made in urban mobility
throughout the country.
For the logistics companies, for example,
the year was very favorable. The companies are
going through a maturing process in a market
which accounts for billions of reais a year and
is growing much faster than GDP. The good
prospects for this segment continue to attract the
attention of international players. In 2013 the
North American group EIG bought the control
of the Grupo X logistics company, LLX. And the
French company ID Logistics showed interest in
increasing its participation in the Brazilian market.
The year was not so good, however, for the
air travel segment. The higher exchange rate and
airplane fuel costs, coupled with the slow pace
of economic activity, reduced the operational
margin of companies. The year also saw the merger
between Azul and Trip, announced in 2012.
The outlook for the sector continues positive
for 2014. The Logistics Operators will benefit
from the investments being made in infrastructure;
the companies that operate airlines will also
benefit from the increased demand for domestic
and international flights, and car rental firms
from the good prospects due to the world cup.
Furthermore, the transport sector will benefit
from the increase in investments in the port and
urban mobility sectors.
Transporte e logística Transport and logistics
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
108
2012 (R$1.000)
82.567.362
-1.885.230
0,46
22.266.454
37.652.721
1.320.238
6.138.388
2,69
2013 (R$1.000)
91.189.509
1.227.400
0,45
25.354.944
41.166.450
2.380.905
7.935.259
2,58
Variação % Variation %
9,83%
13,05%
8,78%
75,59%
27,54%
-
Desempenho setorial
Sectorial performance
Utilidades Domésticas
Household utilities
IPI menor garante
alta no faturamento
O
setor de Utilidades Domésticas, que faz parte do segmento
de eletroeletrônicos, fechou 2013 com faturamento
de R$ 18,6 bilhões, 5% superior aos R$ 17,8 bilhões
apurados no ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira
da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O resultado foi
estimulado pela prorrogação do desconto do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca (fogão,
geladeira, máquina de lavar e tanquinhos).
Os dados reunidos do setor eletroeletrônico mostram que o
faturamento das empresas atingiu, no ano passado, R$ 156,7 bilhões,
o que representou crescimento nominal de 8% na comparação
com 2012. Apesar da desvalorização cambial de 10% em 2013, as
importações continuaram ocupando espaço do mercado, atingindo,
no caso dos bens finais, a participação de 23% no consumo interno,
a maior verificada desde 2008, segundo a Abinee.
Segundo os técnicos da entidade, o crescimento do setor foi
puxado, principalmente, pelo faturamento dos novos bens de
consumo como smartphones e tablets, além dos bens de capital
seriados. “Os tablets estão ocupando o espaço dos notebooks e os
smartphones estão substituindo os telefones celulares tradicionais”,
destacam.
O cenário não foi diferente para as companhias abertas do setor
com ações negociadas na BM&FBovespa. Embora a receita líquida
tenha alcançado R$ 13,5 bilhões, com alta de 7,7%, o lucro líquido
caiu 32,1%, o Ebit -10,6% enquanto o grau de endividamento
passou de 1,92 para 2,11 no final do ano passado.
Para 2014, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, estima
crescimento entre 3,5% a 4%, previsão que não considera pessimista
para um ano difícil e com redução de dias úteis, decorrente da série
de eventos no país.
Lower IPI ensures
higher billing
The domestic utilities sector, which is part of
the electro-electronics segment, closed 2013 with
gross billing of R$ 18.6 billion, 5% up on the R$
17.8 billion result for the previous year, according
to figures from the Brazilian Association for the
Electric and Electronic Industry (ABINEE). The
result was incentivized by the extension of the
lower rate of the Industrial Products Tax (IPI) on
domestic kitchen appliances (cookers, refrigerators
and washing machines).
The overall figures for the electro-electronic
sector show that companies’ gross billing reached
R$ 156.7 billion last year, which represents a
nominal increase of 8% compared to 2012.
Despite the 10% devaluation of the exchange
rate in 2013, imports continued to constitute
an important sector of the market, accounting
for, in the case of finished goods, a 23% share of
domestic consumption, the highest since 2008,
according to ABINEE.
According to the technicians of that
institution, growth in the sector was incentivized,
above all, by the sale of new consumer goods such
as smartphones and tablets, as well as serialized
capital goods. “Tablets are taking the place
of notebooks and smartphones are replacing
traditional mobile phones” they point out.
The scenario was much the same for
the publicly held companies traded on the
BM&FBovespa. Although net earnings topped
R$ 13.5 billion, up 7.7%, net income fell 32.1%,
EBIT -10.6%, while debt levels went from 1.92
to 2.11 at the end of last year.
For 2014, the president of ABINEE,
Humberto Barbato, forecasts growth of between
3.5 and 4%, as a result of the major events the
country will host.
Utilidades domésticas Household utilities
Ativo total Total assets
Capital de giro Working capital
Giro do ativo Asset turnover
Patrimônio líquido Net worth
Receita líquida Net revenue
Lucro / Prejuízo Net profit (-loss)
LAJIR EBIT
Grau de endividamento Debt to equity ratio
2012 (R$1.000)
12.163.123
1.702.604
1,03
4.163.502
12.473.774
1.065.515
1.426.410
1,92
2013 (R$1.000)
12.680.987
1.724.478
1,07
4.074.154
13.507.170
701.747
1.264.755
2,11
Variação % Variation %
4,01%
-2,02%
7,79%
-32,12%
-10,66%
-
109
Estatísticas
Statistics
Carlos Antônio Magalhães*
Desempenho da
indústria volta a
ser afetada pelo
baixo crescimento
econômico
N
os três últimos anos, o Produto Interno Bruto (PIB)
brasileiro vem tendo pífio desempenho: em 2011 cresceu
2,7%, em 2012 apenas 0,9% e em 2013 subiu 2,3%. Com
este resultado, a soma das riquezas produzidas no País fechou o ano
passado em R$ 4,8 trilhões.
O resultado foi puxado principalmente pela agropecuária
(+7%), serviços (2%) e indústria (1,3%). O PIB per capita cresceu
1,4% no ano, atingindo o valor de R$ 24.065.
A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (IPCA), registrou, no final de 2013, variação de 5,91%,
a taxa de desemprego 5,4%, as exportações US$ 242,17 bilhões e
as importações US$ 239,61 bilhões, gerando um superávit de US$
2,56 bilhões.
DESEMPENHO DO MERCADO DE CAPITAIS
O IBOVESPA terminou 2013 aos 51.507 pontos em
queda de 15,5%, descolado das bolsas americanas (DowJones
+26,5%; S&P500 +30,8% e NASDAQ +38,3%). O Índice da
BM&FBovespa foi o segundo pior do mundo, perdendo apenas
para a bolsa do Peru que teve perda de -24,4%.
As maiores altas do IBOVESPA no ano passado foram Kroton
(educação) +71,36%, Braskem (petroquímica) +61,95%, TIM
*Presidente da APIMEC-Rio e Sócio-Diretor da SABE Consultores Associados.
President of APIMEC-Rio and Executive Director ofii SABE Consultores Associados.
110
Industrial
performance
once again
affected by low
economic growth
Over the last three years Brazilian GDP has
grown at negligible rates: in 2011 by 2.7%, in
2012 by a mere 0.9%, and in 2013 by 2.3%.
With this result, the total wealth produced by the
country closed the year at R$ 4.8 trillion.
The best performing sectors were agriculture
(up 7%), services (up 2%) and industry (up
1.3%). GDP per capita increased by 1.4% during
the year, totaling R$ 24,065.
Inflation, according to the National
Consumer Price Index (IPCA) stood at 5.9%
at the end of 2013 and unemployment at
5.4%. Exports generated US$ 242.17 billion
and imports accounted for US$ 239.61 billion,
creating a surplus of US$ 2.56 billion.
PERFORMANCE
OF THE CAPITAL MARKETS
IBOVESPA ended 2013 at 51,507 points,
15.5% down, in contrast to the North American
exchanges (Dow Jones up 26.5%; S&P500
up 30.8% and NASDAQ up 38.3%). The
BM&FBovespa index was the second worst
performing in the world, losing only to Peru,
which was down -24.4%.
The highest rises on the IBOVESPA last year
were Kroton (education), up 71.36%, Braskem
(petrochemicals), up 61.95%, TIM Participações
(mobile phones) up 53.97%, JBS (food) up
48,31% and CIELO (payment processors)
up 43.24%. The largest falls were OGX (oil),
down 94.75%, MMX (mining), down 82.27%,
Estatísticas
Statistics
Participações (telefonia móvel) +53,97%, JBS (alimentos) +48,31%
e CIELO (processadora de pagamentos) +43,24%. As maiores baixas
foram OGX (petróleo) -94,75%, MMX (mineração) -82,27%,
Brookfield (construção civil) -67,84%, Rossi (construção civil)
-55,16% e Marfig (alimentos) -54,01%.
A alteração da nota soberana do país de estável para negativa, as
questões envolvendo as empresas do Grupo X, as constantes intervenções
do governo no mercado acionário, que afetou a Petrobras e Eletrobras,
o pífio desempenho da economia e o descontrole inflacionário foram
as principais causas desse decepcionante desempenho. Neste cenário,
tanto a receita líquida como o lucro das companhias abertas caíram
na comparação com 2012 (ver gráfico)
As empresas exportadoras foram destaques em 2013 e deverão
manter bom desempenho em 2014.
Brookfield (civil construction), down 67.84%,
Rossi (civil construction) down 55.16% and
Marfig (food), down 54.01%.
The lowering of the country’s sovereign
rating from stable to negative, the issues involving
the companies of Grupo X, the constant
interventions of the government in the shares
market, that affected Petrobras and Eletrobras,
the negligible performance of the economy and
out of control inflation were the main causes
of this disappointing performance. Within this
context both the net earnings and the profits of
the publicly held companies fell in comparison
with 2012 (see graph).
Export companies were the best performers
in 2013 and should maintain their good
performance in 2014.
Gráfico 1 / Chart 1
Receita Líquida x Lucro/Prejuízo Acumulados em R$ Milhões
Net earnings x Profit/Accrued losses in R$ millions
DESTAQUES POSITIVOS E NEGATIVOS
STRONGEST AND WEAKEST PERFORMERS
Os setores que se destacaram positivamente em 2013 foram
educação e papel/celulose, e os piores desempenhos ocorreram nos
segmentos de construção civil, mineração e consumo.
Cabe alguns comentários sobre outros setores com ações
negociadas na BM&FBovespa. O de petróleo, que tem como carrochefe a Petrobras, foi afetado pelas medidas do governo que conteve
os preços dos combustíveis como forma de controlar a inflação.
The sectors that performed exceptionally well
in 2013 were education and paper and pulp, and
those that performed exceptionally badly were
civil construction, mining and consumption .
A few comments on other sectors with shares
traded on the BM&FBovespa should be made.
The oil sector, whose prime mover is Petrobras, was
affected by government measures that controlled
fuel prices as a means of controlling inflation.
111
Estatísticas
Statistics
O setor de energia elétrica, bastante prejudicado pela Medida
Provisória Nº 579, publicada em 11 de setembro de 2012, foi
duramente atingido pelo clima no país (falta de chuvas) com o
consequente aumento do uso das termoelétricas (preço mais elevado).
O segmente bancário, que em 2012 perdeu lucratividade – em
função da desaceleração econômica, do aumento da inadimplência
e de pesadas provisões contra perdas – conseguiu superar as
adversidades em 2013. Ao que tudo indica, o setor entrou 2014 bem
mais preparado e tendo como principal foco o crédito consignado
e o crédito imobiliário.
As commodities metálicas tiveram um desempenho fraco
prejudicando bastante o setor siderúrgico brasileiro. A crise do
Grupo EBX do empresário Eike Batista, iniciada em junho de
2012, apresentou um péssimo desfecho com as empresas do grupo
sofrendo um fortíssimo processo de desvalorização de suas ações
com perda bilionária para seu controlador.
The electricity sector, that had been severely
impacted by Provisory Measure nº 579 (published
on September 11, 2012), was hard hit by the
drought which led to the increase in the use of
thermoelectric plants (at higher cost).
The banking sector, which suffered declining
profits in 2012 as a result of sluggish economic
activity, increased rates of default and the
requirement for major provisions against losses,
managed to overcome the difficulties in 2013.
Everything points to a sector that is entering 2014
much better prepared, with its focus on payroll
credit and mortgages.
Steel and iron performed badly, seriously
affecting the sector. The crisis in the EBX Group
owned by Eike Batista, which began in June
2012, produced the worst possible results, with
the companies in the group suffering a massive
reduction in share value with the loss of billions
for their owner.
Os 10 melhores retornos de 2013 The 10 best performers in 2013
Patrimônio Líquido Net Worth
Lucro Profit
ROE ROE
CIELO
3.331.879
2.680.676
80,46%
NATURA
1.168.250
847.806
72,57%
SOUZA CRUZ
2.440.374
1.694.282
69,43%
AES TIETÊ
1.783.809
881.359
49,41%
CCR S.A.
3.485.541
1.367.884
39,24%
CIA HERING
907.258
318.172
35,07%
BRASMOTOR
1.061.800
361.449
34,04%
WHIRLPOOL
2.464.736
820.770
33,30%
LOCALIZA
1.341.208
384.344
28,66%
EZTEC
2.110.466
588.754
27,90%
Empresas Company
PERSPECTIVAS
OUTLOOK
Para 2014 a expectativa para Bolsa ainda é pouco animadora. O
país continua com baixo crescimento econômico, a inflação elevada
e o governo fazendo intervenções desastrosas em vários segmentos,
principalmente nas estatais. No primeiro trimestre do ano, a
economia cresceu apenas 0,2% e a atividade industrial caiu 0,8%.
Embora o quadro econômico e político sejam difíceis, alguns
setores terão bom desempenho. Acreditamos que o de bebidas,
fumo, bancário (grandes bancos), educação, logística e o de
tecnologia serão menos prejudicados e representam boas opções
de investimento.
O investidor deve buscar empresas com boa geração de caixa,
liderança em seus mercados de atuação, baixo endividamento e que
paguem bons dividendos.
The outlook for the Stock Exchange in 2014
is still not encouraging. The country continues
with low economic growth, high inflation
and the federal government making disastrous
interventions in a number of sectors, especially
SOEs. In the first quarter of the year the economy
grew just 0.2% and industrial activity fell by 0.8%.
Although the economic and political scenarios
are difficult, some sectors will perform well. We
consider that beverages, tobacco, banking (major
banks), education, logistics and technology
will be less affected and offer good investment
opportunities.
The investor should look for companies with
good cash generation, leadership in their markets,
low debt levels and that pay good dividends.
112
Estatísticas
Statistics
Empresas aumentam
payout para compensar
queda no lucro
Companies increase payout to
compensate for fall in profits
O
ano de 2013 foi muito desfavorável para as companhias
abertas brasileiras com reflexos no desempenho da bolsa,
um dos piores do mundo (-15,5%). Houve queda na
geração de lucros, o que resultou em aumento da relação Preço/
Lucro (PL) ao mesmo tempo em que os valores distribuídos como
dividendos caíram.
Por outro lado, as principais empresas estão com Preço/Valor
Patrimonial (P/VP) abaixo do histórico e tentaram compensar o
mal resultado de 2013 através de aumentos de dividendos sobre o
lucro líquido (payouts), acima do mínimo obrigatório.
Os indicadores das tabelas foram ranqueados e comparados
com o padrão do setor em mercados emergentes como o Brasil.
2013
Brasil ON
Itausa PN
Itauunibanco PN
Telef Brasil PN
Bradesco PN
Cielo ON
Santander BR PN
Petrobras PN
Tractebel ON
Tim Part S/A ON
BMF Bovespa ON
Gerdau PN
Souza Cruz ON
CCR S/A ON
Ultrapar ON
P.Açúcar-CBD PN
Ambev S/A ON
JBS ON
BRF SA ON
Vale PNA
P/L P/E
6,19
7,48
8,43
8,62
9,29
9,45
9,55
9,91
16,33
19,25
19,43
19,53
21,14
23,14
24,06
25,23
26,44
26,85
39,84
-
*P/L Projetado do Setor em Mercado
Emergente. Fonte: Damodaran.
2013
Brasil ON
Cielo ON
Petrobras PN
Telef Brasil PN
Souza Cruz ON
Tractebel ON
Itauunibanco PN
Itausa PN
CCR S/A ON
Bradesco PN
BMF Bovespa ON
Vale PNA
Tim Part S/A ON
Ultrapar ON
Ambev S/A ON
BRF SA ON
Gerdau PN
P.Acucar-CBD PN
JBS ON
Santander BR PN
DIV YIELD
7,59%
7,13%
6,22%
6,22%
4,59%
4,32%
4,24%
4,24%
4,16%
3,56%
3,43%
2,97%
2,91%
2,48%
1,86%
1,70%
1,54%
0,94%
0,88%
0,14%
*Dividend Yield do Setor em Mercado
Emergente. Fonte: Damodaran.
Padrão* / Standard*
10,22
10,22
10,22
16,4
10,22
14,86
10,22
10,11
82,06
16,4
14,86
18,02
16,23
16,54
20,91
38,24
21,98
38,24
38,24
32,91
%
-39%
-27%
-17%
-47%
-9%
-36%
-7%
-2%
-80%
17%
31%
8%
30%
40%
15%
-34%
20%
-30%
4%
-
*P/E projected from the Emerging
Markets Sector. Source: Damodaran.
Padrão* / Standard*
%
7,64%
-1%
2,65%
169%
4,19%
48%
3,80%
64%
2,92%
57%
2,92%
48%
7,64%
-44%
7,64%
-45%
3,71%
12%
7,64%
-53%
2,65%
30%
2,29%
30%
3,80%
-23%
1,28%
94%
1,57%
18%
4,36%
-61%
4,05%
-62%
1,67%
-44%
4,36%
-80%
7,64%
-98%
*Dividend Yield of the Emerging
Market Sector. Source: Damodaran.
2013
Petrobras PN
Vale PNA
Gerdau PN
Brasil ON
Itausa PN
Telef Brasil PN
Itauunibanco PN
Bradesco PN
JBS ON
BMF Bovespa ON
P.Acucar-CBD PN
Tim Part S/A ON
BRF SA ON
Tractebel ON
Ultrapar ON
Ambev S/A ON
Cielo ON
CCR S/A ON
Santander BR PN
Souza Cruz ON
The year 2013 was highly unfavorable to
Brazilian publicly traded companies impacting
the performance of the stock exchange, one of
the worst in the world (-15.5%). There was a
fall in the generation of profits, which led to
an increase in the price-to-earnings ratio (P/E
ratio) at the same time that the sums distributed
in the form of dividends fell.
On the other hand,the principal companies
saw their price-to-book ratio (P/B ratio) fall
below historic levels and tried to compensate
for the poor 2013 resultby increasing payouts
to their shareholders, which was higher than
the obligatory minimum.
The indicators in the tables below were
ranked and compared with the industry
standard in emerging markets like Brazil.
P/VP P/B
0,26
0,44
0,65
0,66
0,73
0,75
0,83
0,84
1,10
1,12
1,35
1,99
2,90
4,37
4,59
6,02
7,60
8,97
11,81
13,24
*P/VP do Setor em Mercado
Emergente. Fonte: Damodaran.
2013
Souza Cruz ON
CCR S/A ON
Tractebel ON
BRF SA ON
Cielo ON
BMF Bovespa ON
Petrobras PN
Ultrapar ON
Tim Part S/A ON
Telef Brasil PN
Santander BR PN
Ambev S/A ON
Brasil ON
Itauunibanco PN
Bradesco PN
Itausa PN
Gerdau PN
JBS ON
P.Acucar-CBD PN
Vale PNA
DIV PAYOUT
97,01%
96,32%
70,46%
67,84%
67,38%
66,67%
61,58%
59,73%
56,01%
53,59%
50,03%
49,06%
47,01%
35,79%
33,08%
31,70%
30,11%
23,72%
23,70%
-
*Dividend Payout do Setor em Mercado
Emergente. Fonte: Damodaran.
Padrão* / Standard*
0,82
1,37
0,91
1,24
1,24
1,59
1,24
1,24
2,48
1,63
3,94
1,59
2,48
1,16
1,72
2,02
1,63
1,47
1,24
9,11
%
-69%
-68%
-29%
-46%
-41%
-53%
-33%
-32%
-55%
-31%
-66%
25%
17%
277%
167%
198%
366%
510%
853%
45%
*P/B from the Emerging Market
Sector. Source: Damodaran.
Padrão* / Standard*
67,14%
54,29%
42,07%
141,12%
18,20%
18,20%
25,54%
67,82%
66,42%
66,42%
58,38%
31,37%
58,38%
58,38%
58,38%
58,38%
138,82%
141,12%
48,49%
76,53%
%
44,49%
77,41%
67,48%
-51,93%
270,20%
266,33%
141,11%
-11,93%
-15,67%
-19,32%
-14,29%
56,40%
-19,47%
-38,70%
-43,34%
-45,71%
-78,31%
-83,19%
-51,12%
-
*Dividend Payout of the Emerging
Market Sector. Source: Damodaran.
113
Estatísticas
Statistics
Notas metodológicas
O
Anuário Estatístico das Companhias Abertas visa detalhar,
em termos contábeis e financeiros, o comportamento dos
setores mais significativos e subsetores da economia brasileira,
considerando as empresas de capital aberto listadas na Comissão de
Valores Mobiliários (CVM) e com ações cotadas na Bolsa de Valores de
São Paulo (BM&FBovespa).
As estatísticas reunidas para o presente Anuário foram consolidadas
a partir das Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP) divulgadas
anualmente à CVM, conforme a Instrução nº 480 de 2009. As
informações são consultadas junto à BM&FBovespa, cujo banco de
dados replica as informações arquivadas junto à CVM.
As informações contidas neste Anuário foram consolidadas até
o dia 1 de julho de 2014. As empresas que não possuem informações
para o ano de 2013 não divulgaram suas demonstrações financeiras até
o encerramento desta edição.
COMO CONSULTAR AS TABELAS
Foram selecionadas todas as empresas presentes na BM&FBovespa
em 31 de dezembro de 2013, totalizando 360 companhias. As empresas
são listadas por seu nome comercial e agrupadas setorialmente, conforme
classificação utilizada pela BM&FBovespa.
As informações sobre as empresas foram dispostas em valores
correntes (em milhares de reais) para os anos de 2012 e 2013. As
informações de evolução histórica (2004 a 2014) foram consolidadas
para os setores e calculadas em valores reais de 2013, deflacionada pelo
índice do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
As informações contábeis das Empresas e Bancos que constam
no Anuário são baseadas nas DFs (Demonstrações Financeiras)
Consolidadas disponibilizadas nos sites da BM&FBovespa e da CVM.
Na inexistência das DFs Consolidadas serão utilizados os dados das
DFs Individuais.
No caso dos Bancos, as informações relativas às contas ‘Depósitos
Totais’ e ‘Crédito Total’ serão sempre extraídas das DFs Individuais, já
que não constam das DFs Consolidadas.
Descrição dos Indicadores e Contas
Utilizados nas Tabelas
Ativo Total – Valor Declarado no Balanço Patrimonial
Patrimônio Líquido – Valor Declarado no Balanço Patrimonial.
Receita Líquida – Receita Bruta excluindo-se deduções como devoluções,
abatimentos e impostos sobre vendas.
114
Methodological notes
The main purpose of Statistical Yearbook
of Public Held Companies is to detail economic
and financial performance of Brazilian economic
sectors and sub-sectors. The compendium shows
information from public held companies listed
in BM&FBOVESPA.
Statistics gathered for this yearbook were
consolidated from the Standardized Financial
Statements (DFP) which are annually handed
in to CVM, according to It’s Instruction
480/09. The numbers was consulted at
BM&FBOVESPA website witch reproduces
the information storage at CVM.
All data were consolidated at July, 1st 2014.
The publication excluded companies that didn´t
published your financial data until the end of
this yearbook.
HOW TO CONSULT THE TABLES:
All the companies present on the
BM&FBovespa on December 31st, 2013 – a total
of 360 companies – were selected. The companies
are listed by their commercial name and grouped
by sector, in accordance with the classification used
by the BM&FBovespa
The information about the companies was
given in current values (thousands of Reais) for the
years 2012 and 2013. The information regarding
the historical development (2004 to 2014) was
consolidated for the sectors and calculated in terms
of real values from 2013, deflated by the IPCA Index
(Broad Consumer Price Index), published by the
Brazilian Institute of Georgaphy and Statistics (IBGE).
The accounting information of the companies
and banks which appears in the Yearbook is based
on the consolidated financial statements (DFs)
published on the websites of the BM&FBovespa
stock exchange and the Securities Commission
(CVM). In the absence of the consolidated financial
statements, data from individual financial statements
will be used.
In the case of the banks, information relating
to the ‘Total Deposits’ and ‘Total Credit’ will always
be extracted from the individual financial statements
(DFs Individuais), as it does not appear in the
consolidated financial statements.
Description of the Indicators
and Accounts Used in the Tables
Total Assets – Value Declared in the Equity
Balance Sheet
Net Worth – Value Declared in the Equity Balance
Sheet
Revenues brought in through Sales of Goods and/or
Services – Value Declared in the Earnings Statement
Earnings before interest and taxes – total profits
plus taxes and net financial revenues.
Estatísticas
Statistics
EBIT – Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos.
LAJIR – Lucro / Prejuízo antes dos encargos financeiros e impostos –
resultado líquido do período, acrescido dos tributos sobre o lucro e das
despesas financeiras líquidas das receitas financeiras.
Resultado antes dos tributos – Valor declarado na Demonstração de
Resultado
Lucro / Prejuízo Líquido – Valor declarado na Demonstração de
Resultado após impostos e juros sobre capital próprio.
Endividamento Total – Ativo Total (menos) Patrimônio Líquido.
Capital de Giro – Ativo Circulante (menos) Passivo Circulante
Ativo Circulante: Valor declarado no Balanço Patrimonial
Passivo Circulante: Valor declarado no Balanço Patrimonial
Giro do Ativo – Receita Líquida operacional (dividido por) Ativo
Total. No caso do grupo “bancos”, o calculo é feito em relação à Receita
Intermediação Financeira.
Grau de Endividamento – Endividamento Total (dividido por)
Patrimônio Líquido
Variação Real (%) – Taxa de variação de cada um dos indicadores,
levando-se em conta a taxa de inflação medida pelo IPCA que totalizou
5,91% em 2013. Este valor foi calculado de forma que variações positivas
indicam melhoras no resultado da empresa, mesmo quando existem
dois valores negativos, ou um negativo em 2012 seguido de por um
valor positivo. Ou seja, caso a empresa registre um prejuízo em 2012 e
reduz esse prejuízo em 2013, a taxa de variação será positiva, indicando
que o prejuízo diminuiu, ou seja, houve uma melhora no resultado da
companhia. Variações negativas devem ser lidas como uma redução
do indicador. Lembrando que sobre o valor de 2012 incide a inflação
verificada no ano passado, de forma que em pequenos ganhos nominais
pode haver variação negativa, em função da correção aplicada. A variação
real em 2013 para o acumulado de cada setor desconsidera as empresas
que não estão na amostra; trata-se da variação real da média de cada
variável, considerando somente as empresas que apresentam valores
para 2012 e 2013.
Receita da Intermediação Financeira – Valor Declarado na Demonstração
de Resultado
Alavancagem – Endividamento Total (dividido por) Patrimônio Líquido.
Depósitos Totais – Passivo Circulante (mais) Passivo Exigível a Longo
Prazo.
Crédito Total – Ativo Circulante (mais) Ativo Realizável a Longo Prazo.
Investimentos – Investimento em Subsidiárias e Outros.
Consolidated Profits/Losses during the Period –
Value Declared in the Earnings Statement after Tax
and Interest on Equity.
Total Indebtedness – Total Assets (less) Net Worth
Working Capital – Current Assets (less) Current
Liabilities
Net Operating Revenues: Value Declared in the
Equity Balance Sheet
Current Liabilities: Value Declared in the Equity
Balance Sheet
Asset Turnover – Net Operating Revenues (divided
by) Total Assets. If for bank sector, it is calculated by
the Intermediation Revenue.
Debt-to-equity ratio – Total Indebtedness (divided
by) Shareholders’ Equity.
Real Variation (%) – is a rate of variation for each
indicator, taking into account the rate of inflation,
measured by a mixed indicator using IGP-M,
IPCA and INPC that was 5,91% in 2013. This
value was calculated so that positive variations
indicate improvement in the company’s outcome
even if there are two negative values, or one
negative in 2012 followed by a positive one. For
instance, if the company recorded loss in 2012,
and if this loss decreased in 2013, the variation rate
will be positive, indicating a smaller loss, that is,
there has been an improvement for the company.
Likewise, negative variations must be interpreted
as a reduction on the indicator.
Over the value of 2012 incurs last year inflation,
so that there may be negative variation on small
face values gains, due to the restatement applied.
The actual variation in 2013 in the accumulated
figures for each sector disregards companies that
do not disclose their accounting information.
This is consequently the real variation in the
average for each variable, considering only
companies presenting figures for 2012 and 2013.
Intermediation Revenue – amount stated in the
Income Statement.
Leverage – Total Indebtedness (divided by)
Shareholders’ Equity
Total Deposits – Demand deposits (plus) Savings
deposits (plus) Interfinancial deposits (plus) Notice
Account deposits.
Total Credit – short term Credit Operations (plus)
short term Leasing Operations (plus) short terms
Other Credit.
Investments – Investment in Subsidiaries and
others.
Tables of Sector´s Time Series
TABELAS DAS SÉRIES HISTÓRICAS SETORIAIS
As tabelas para as séries históricas de indicadores, como o ativo total,
de cada subsetor foram calculadas com base na média, isto é, dividindo-se
o somatório do indicador, pela quantidade de empresas declarantes em
cada ano. Esse valor foi trazido a valores reais de 2013, levando-se em
conta a taxa acumulada de inflação medida pelo IPCA.
The tables for the historical series of
indicators, as the Total Assets, Shareholders’
Equity, Net Income/Loss, Net Revenue, etc
of each sub-sector were calculated based on
the average, that is, dividing the sum of the
indicator by the number of the companies
returning data each year. This value was
brought to 2013 values, taking into account the
accumulated inflation rate measured by the IPCA.
115
Estatísticas
Statistics
Denominação Social das Empresas
Companies’ names
Nome de pregão
Trading name
Denominação social
Company name
ABC BRASIL
BCO ABC BRASIL S.A.
Cód. neg. Bovespa
Bovespa trading code
ABRIL EDUCAÇÃO ABRIL EDUCAÇÃO S.A.
ACO ALTONA
ELECTRO ACO ALTONA S.A.
AES ELPA
AES TIETE
AES ELPA S.A.
AES TIETE S.A.
Cód. CVM
CVM code
CNPJ
CNPJ
Setor / segmento
Sector / segment
UF
State
ABCB - N2
020958
28.195.667/0001-06
Bancos e Crédito
SP
ABRE - N2
EALT
022551
005380
02.541.982/0001-54
82.643.537/0001-34
Educacão
Máquinas e Equipamentos
SP
SC
AELP
GETI
019313
018350
01.917.705/0001-30
02.998.609/0001-27
Energia Elétrica
Energia Elétrica
SP
SP
AFLUENTE
AFLUENTE GER.E TRANSM.ENERG.ELETR. S.A.
AFLU
020150
07.620.094/0001-40
Energia Elétrica
RJ
AFLUENTE T
AGRENCO
AFLUENTE TRANSM. DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.
AGRENCO LTD.
AFLT
AGEN - DR3
022179
080080
010.338.320/0001-00
08.943.312/0001-40
Energia Elétrica
Atacado e Varejo
RJ
SP
ALFA CONSORC
ALFA FINANC
CONSORCIO ALFA DE ADMINISTRACAO S.A.
FINANCEIRA ALFA S.A.- CRED FINANC E INVS
004707
003891
17.193.806/0001-46
17.167.412/0001-13
Serviços Financeiros
Bancos e Crédito
SP
SP
BRGE
CRIV
ALFA HOLDING
ALFA HOLDINGS S.A.
ALFA INVEST
ALIANSCE
BCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A.
ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.
ALIPERTI
ALL AMER LAT
SIDERURGICA J. L. ALIPERTI S.A.
ALL AMERICA LATINA LOGISTICA S.A.
ALL ORE
ALPARGATAS
ALUPAR
ALL ORE MINERAÇÃO S.A.
SAO PAULO ALPARGATAS S.A.
ALUPAR INVESTIMENTO S/A
AMAZONIA
AMBEV S/A
BCO AMAZONIA S.A.
AMBEV S.A.
AMPLA ENERG
ANHANGUERA
ANIMA
AMPLA ENERGIA E SERVICOS S.A.
ANHANGUERA EDUCACIONAL PART. S.A
GAEC EDUCAÇÃO S.A.
AREZZO CO
AUTOMETAL
AREZZO INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
AUTOMETAL S.A.
AZEVEDO
B2W VAREJO
BAHEMA
AZEVEDO E TRAVASSOS S.A.
B2W - COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO
BAHEMA S.A.
BANESE
BANESTES
BCO ESTADO DE SERGIPE S.A. - BANESE
BANESTES S.A. - BCO EST ESPIRITO SANTO
BANPARA
BANRISUL
BARDELLA
BATTISTELLA
BCO ESTADO DO PARA S.A.
BCO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A.
BARDELLA S.A. INDUSTRIAS MECANICAS
BATTISTELLA ADM PARTICIPACOES S.A.
BAUMER
BB SEGURIDADE
BEMATECH
BHG
BIC MONARK
BAUMER S.A.
BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.
BEMATECH S.A.
BHG S.A. - BRAZIL HOSPITALITY GROUP
BICICLETAS MONARK S.A.
BICBANCO
BIOMM
BIOSEV
BMFBOVESPA
BOMBRIL
BR BROKERS
BR INSURANCE
BR MALLS PAR
BR PHARMA
BR PROPERT
BRADESCO
BRADESPAR
BRASIL
BRASIL TELEC
BRASILAGRO
BRASKEM
BRASMOTOR
BRAZILIAN FR
BRB BANCO
BRF FOODS
BROOKFIELD
BTGP BANCO
BUETTNER
CACIQUE
CAF BRASILIA
CAMBUCI
CASAN
CCR SA
CEB
CEDRO
BCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S.A.
BIOMM S.A.
BIOSEV S.A.
BMF BOVESPA S.A. BOLSA VALORES MERC FUT
BOMBRIL S.A.
BRASIL BROKERS PARTICIPACOES S.A.
BRASIL INSURANCE PART. E ADMINISTRAÇÃO S.A.
BR MALLS PARTICIPACOES S.A.
BRAZIL PHARMA S.A.
BR PROPERTIES S.A.
BCO BRADESCO S.A.
BRADESPAR S.A.
BCO BRASIL S.A.
BRASIL TELECOM S.A.
BRASILAGRO - CIA BRAS DE PROP AGRICOLAS
BRASKEM S.A.
BRASMOTOR S.A.
BRAZILIAN FINANCE E REAL ESTATE S.A.
BRB BCO DE BRASILIA S.A.
BRF - BRASIL FOODS S.A.
BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A.
BCO BTG PACTUAL S.A.
BUETTNER S.A. INDUSTRIA E COMERCIO
CIA CACIQUE DE CAFE SOLUVEL
CAFE SOLUVEL BRASILIA S.A.
CAMBUCI S.A.
CIA CATARINENSE DE AGUAS E SANEAM.-CASAN
CCR S.A.
CIA ENERGETICA DE BRASILIA
CIA FIACAO TECIDOS CEDRO CACHOEIRA
116
RPAD
009954
17.167.396/0001-69
Holdings Diversificadas
SP
BRIV
ALSC - NM
001384
021300
60.770.336/0001-65
06.082.980/0001-03
Bancos e Crédito
Construção Civil e Mercado Imobiliário
SP
RJ
APTI
ALLL - NM
012823
017450
61.156.931/0001-58
02.387.241/0001-60
Siderurgia e Metalurgia
Transporte e Logística
SP
PR
AORE
ALPA - N1
ALUP - N2
021725
010456
021490
10.345.009/0001-98
61.079.117/0001-05
08.364.948/0001-38
Serviços Financeiros
Tecidos, Vestuário e Calçados
Energia Elétrica
SP
SP
SP
BAZA
ABEV
000922
023264
04.902.979/0001-44
07.526.557/0001-00
Bancos e Crédito
Alimentos, Bebidas e Fumo
PA
SP
CBEE
AEDU - NM
ANIM - NM
003050
018961
023248
33.050.071/0001-58
04.310.392/0001-46
09.288.252/0001-32 Energia Elétrica
Educação
Educação
RJ
SP
SP
ARZZ - NM
AUTM - NM
022349
022381
16.590.234/0001-76 59.104.513/0001-95
Atacado e Varejo
Máquinas e Equipamentos
MG
SP
AZEV
BTOW - NM
BAHI
011975
020990
000701
61.351.532/0001-68
776.574/0001-56
45.987.245/0001-92
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Atacado e Varejo
Holdings Diversificadas
SP
SP
SP
001120
001155
13.009.717/0001-45
28.127.603/0001-78
Bancos e Crédito
Bancos e Crédito
SE
ES
001171
001210
001520
015458
04.913.711/0001-78
92.702.067/0001-96
60.851.615/0001-53
42.331.462/0001-31
Bancos e Crédito Bancos e Crédito Máquinas e Equipamentos
Holdings Diversificadas
PA
RS
SP
PR
BALM
BBSE - NM
BEMA - NM
BHGR - NM
BMKS
001562
023159
020656
020907
001694
61.374.161/0001-30
17.344.597/0001-94
82.373.077/0001-71
08.723.106/0001-25
56.992.423/0001-90
Máquinas e Equipamentos
Serviços Financeiros
Máquinas e Equipamentos
Lazer, Turismo e Hotelaria
Utilidades Domésticas
SP
DF
PR
SP
SP
BICB - N1
BIOM
BSEC - NM
BVMF - NM
BOBR
BBRK - NM
BRIN - NM
BRML - NM
BPHA - NM
BRPR
BBDC - N1
BRAP - N1
BBAS - NM
BRTO
AGRO - NM
BRKM - N1
BMTO
BFRE
BSLI
BRFS - NM
BISA - NM
BPAC
BUET
CIQU
CAFE
CAMB
CASN
CCRO - NM
CEBR
CEDO - N1
021113
019305
022845
021610
012190
021180
022217
019909
022500
019925
000906
018724
001023
011312
020036
004820
001970
017922
014206
016292
020265
022616
002038
002909
002062
002100
016861
018821
014451
003077
7.450.604/0001-89
04.752.991/0001-10
15.527.906/0001-36
09.346.601/0001-25
50.564.053/0001-03
8.613.550/0001-98
11.721.921/0001-60
06.977.745/0001-91
11.395.624/0001-71
6.977.751/0001-49
60.746.948/0001-12
03.847.461/0001-92
00.000.000/0001-91
76.535.764/0001-43
07.628.528/0001-59
42.150.391/0001-70
61.084.984/0001-20
2.762.113/0001-50
00.000.280/0001-00
01.838.723/0001-27
07.700.557/0001-84
30.306.294/0001-45
82.981.912/0001-20
78.588.415/0001-15
25.869.736/0001-21
61.088.894/0001-08
82.508.433/0001-17
02.846.056/0001-97
00.070.698/0001-11
17.245.234/0001-00
Bancos e Crédito Serviços Médico-Hospitalares
Açúcar e Álcool
Serviços Financeiros
Atacado e Varejo
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Serviços Financeiros
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Atacado e Varejo
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Bancos e Crédito Holdings Diversificadas
Bancos e Crédito Telecomunicações
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Utilidades Domésticas
Serviços Financeiros
Bancos e Crédito Alimentos, Bebidas e Fumo
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Bancos e Crédito Tecidos, Vestuário e Calçados
Alimentos, Bebidas e Fumo
Alimentos, Bebidas e Fumo
Tecidos, Vestuário e Calçados
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Transporte e Logística
Energia Elétrica
Tecidos, Vestuário e Calçados
SP
MG
SP
SP
SP
RJ
RJ
RJ
SP
SP
SP
SP
DF
DF
SP
BA
SP
SP
DF
SP
RJ
RJ
SC
PR
MG
SP
SC
SP
DF
MG
BGIP
BEES
BPAR
BRSR - N1
BDLL
BTTL
CONHECIMENTO E INOVAÇÃO
A FAVOR DO SEU NEGÓCIO
RELATÓRIOS MULTIPLATAFORMAS
IMPRESSO E ON-LINE
DE SUSTENTABILIDADE •
ANUAIS • INTEGRADOS
MATRIZ DE
MATERIALIDADE
COMUNICAÇÃO
ESTRATÉGICA
COM STAKEHOLDERS
WEBSITES
CORPORATIVO, RI E DE
SUSTENTABILIDADE
COM TECNOLOGIA RESPONSIVE
CONSULTORIA
GRI
IRM
INVESTOR RELATIONS MANAGEMENT
ALGUNS DE NOSSOS CLIENTES
AMBEV • BANCO DO BRASIL • BANRISUL • BM&FBOVESPA • ETERNIT • ITAÚ UNIBANCO • ITAÚSA •
JBS • LOJAS RENNER • MARFRIG • MULTIPLUS • OI • PETROBRAS • QUEIROZ GALVÃO EXPLORAÇÃO
E PRODUÇÃO • TELEFÔNICA VIVO • VALOR ECONÔMICO • WALMART
WWW.MEDIAGROUP.COM.BR
T. 11 3254.6700
Estatísticas
Nome de pregão
Trading name
Denominação social
Company name
Cód. neg. Bovespa
Bovespa trading code
CEEE-D
CIA ESTADUAL DE DISTRIB ENER ELET-CEEE-D
CEEE-GT
CEG
CIA ESTADUAL GER.TRANS.ENER.ELET-CEEE-GT
CIA DISTRIB DE GAS DO RIO DE JANEIRO-CEG
CELESC
CELGPAR
CENTRAIS ELET DE SANTA CATARINA S.A.
CIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR
Statistics
Cód. CVM
CVM code
CNPJ
CNPJ
Setor / segmento
Sector / segment
UF
State
CEED - N1
020648
08.467.115/0001-00
Energia Elétrica
RS
EEEL - N1
CEGR
003204
016616
92.715.812/0001-31
33.938.119/0001-69
Energia Elétrica
Saneamento e Serviços de Água e Gás
RS
RJ
CLSC - N2
GPAR
002461
021393
83.878.892/0001-55
08.560.444/0001-93
Energia Elétrica
Energia Elétrica
SC
GO
CELPA
CENTRAIS ELET DO PARA S.A. - CELPA
CELP
018309
04.895.728/0001-80
Energia Elétrica
PA
CELPE
CELUL IRANI
CIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO - CELPE
CELULOSE IRANI S.A.
CEPE
RANI
014362
002429
10.835.932/0001-08
92.791.243/0001-03
Energia Elétrica
Papel e Celulose e Madeira
PE
RS
CEMAT
CEMEPE
CENTRAIS ELET MATOGROSSENSES S.A.- CEMAT
CEMEPE INVESTIMENTOS S.A.
CMGR
MAPT
014605
013854
03.467.321/0001-99
93.828.986/0001-73
Energia Elétrica
Holdings Diversificadas
MT
RJ
CEMIG
CIA ENERGETICA DE MINAS GERAIS - CEMIG
CMIG - N1
002453
17.155.730/0001-64
Energia Elétrica
MG
CESP
CETIP
CESP - CIA ENERGETICA DE SAO PAULO
CETIP S.A. - BALCÃO ORG. DE ATIVOS E DERIV.
CESP - N1
CTIP - NM
002577
021792
60.933.603/0001-78
09.358.105/0001-91
Energia Elétrica
Serviços Financeiros
SP
RJ
CHIARELLI
CIA HERING
CERAMICA CHIARELLI S.A.
CIA HERING
CCHI
HGTX - NM
002488
014761
52.736.840/0001-10
78.876.950/0001-71
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Tecidos, Vestuário e Calçados
SP
SC
CIELO
CIELO S.A.
CIEL - NM
021733
01.027.058/0001-91
Serviços Financeiros
SP
CIMS
CLARION
CIMS S.A.
CLARION S.A. AGROINDUSTRIAL
CMSA
CLAN
014818
018490
00.272.185/0001-93
24.956.666/0001-86
Serviços Financeiros
Alimentos, Bebidas e Fumo
RJ
MT
COARI PART
COBRASMA
COARI PARTICIPACOES S.A.
COBRASMA S.A.
COAR
CBMA
019089
004448
04.030.087/0001-09
61.080.313/0001-91
Holdings Diversificadas
Máquinas e Equipamentos
RJ
SP
COELBA
COELCE
COMGAS
CIA ELETRICIDADE EST. DA BAHIA - COELBA
CIA ENERGETICA DO CEARA - COELCE
CIA GAS DE SAO PAULO - COMGAS
CEEB
COCE
CGAS
014524
014869
015636
15.139.629/0001-94
07.047.251/0001-70
61.856.571/0001-17
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Saneamento e Serviços de Água e Gás
BA
CE
SP
CONST A LIND
CONTAX
CONSTRUTORA ADOLPHO LINDENBERG S.A.
CONTAX PARTICIPACOES S.A.
004723
019100
61.022.042/0001-18
04.032.433/0001-80
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Telecomunicações
SP
RJ
COPASA
COPEL
COR RIBEIRO
CIA SANEAMENTO DE MINAS GERAIS-COPASA MG CSMG - NM
CIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL
CPLE - N1
CORREA RIBEIRO S.A. COMERCIO E INDUSTRIA
CORR
019445
014311
004863
17.281.106/0001-03
76.483.817/0001-20
15.101.405/0001-93
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Energia Elétrica
Construção Civil e Mercado Imobiliário
MG
PR
BA
COSAN
COSAN LTD
COSAN S.A. INDUSTRIA E COMERCIO
COSAN LIMITED
CSAN - NM
CZLT - DR3
019836
080071
50.746.577/0001-15
8.887.330/0001-52
Açúcar e Álcool
Açúcar e Álcool
SP
SP
COSERN
COTEMINAS
CPFL ENERGIA
CPFL RENOVAV
CIA ENERGETICA DO RIO GDE NORTE - COSERN
CIA TECIDOS NORTE DE MINAS COTEMINAS
CPFL ENERGIA S.A.
CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A.
CSRN
CTNM
CPFE - NM
CPRE - NM
018139
003158
018660
020540
08.324.196/0001-81
22.677.520/0001-76
02.429.144/0001-93
08.439.659/0001-50
Energia Elétrica
Tecidos, Vestuário e Calçados
Energia Elétrica
Energia Elétrica
RN
MG
SP
SP
CR2
CREMER
CRUZEIRO SUL
CSU CARDSYST
CVC BRASIL
CR2 EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS S.A.
CREMER S.A.
BCO CRUZEIRO DO SUL S.A.
CSU CARDSYSTEM S.A.
CVC BRASIL OPER. E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A.
CRDE - NM
CREM - NM
CZRS - N1
CARD - NM
CVCB - NM
020630
020141
020753
020044
023310
7.820.907/0001-46
82.641.325/0001-18
62.136.254/0001-99
01.896.779/0001-38
10.760.260/0001-19
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Serviços Médico-Hospitalares
Bancos e Crédito Tecnologia da Informação
Lazer, Turismo e Hotelaria
RJ
SC
SP
SP
SP
CYRE COM-CCP
CYRELA REALT
D H B
DASA
DAYCOVAL
CYRELA COMMERCIAL PROPERT S.A. EMPR PART CCPR - NM
CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART
CYRE - NM
DHB INDUSTRIA E COMERCIO S.A.
DHBI
DIAGNOSTICOS DA AMERICA S.A.
DASA - NM
BCO DAYCOVAL S.A.
DAYC - N1
021040
014460
005150
019623
020796
8.801.621/0001-86
73.178.600/0001-18
92.825.900/0001-96
61.486.650/0001-83
62.232.889/0001-90
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Máquinas e Equipamentos
Serviços Médico-Hospitalares
Bancos e Crédito SP
SP
RS
SP
SP
DIMED
DIRECIONAL
DOC IMBITUBA
DOCAS
DOHLER
DTCOM-DIRECT
DUFRY AG
DURATEX
ECORODOVIAS
ELEKEIROZ
ELEKTRO
ELETROBRAS
ELETROPAR
ELETROPAULO
EMAE
EMBRAER
EMBRATEL PAR
ENCORPAR
ENERGIAS BR
ENERGISA
ENEVA
EQUATORIAL
ESTACIO PART
ESTRELA
ETERNIT
EUCATEX
EVEN
EVORA
DIMED S.A. DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS
DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.
CIA DOCAS DE IMBITUBA
DOCAS INVESTIMENTOS S.A.
DOHLER S.A.
DTCOM - DIRECT TO COMPANY S.A.
DUFRY A.G.
DURATEX S.A.
ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOG. S.A.
ELEKEIROZ S.A.
ELEKTRO - ELETRICIDADE E SERVICOS S.A.
CENTRAIS ELET BRAS S.A. - ELETROBRAS
ELETROBRÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - ELETROPAR
ELETROPAULO METROP. ELET. SAO PAULO S.A.
EMAE - EMPRESA METROP.AGUAS ENERGIA S.A.
EMBRAER-EMPRESA BRAS DE AERONAUTICA S.A.
EMBRATEL PARTICIPACOES S.A.
EMPRESA NAC COM REDITO PART S.A.ENCORPAR
EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
ENERGISA S.A.
ENEVA S.A
EQUATORIAL ENERGIA S.A.
ESTACIO PARTICIPACOES S.A.
MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A.
ETERNIT S.A.
EUCATEX S.A. INDUSTRIA E COMERCIO
EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.
ÉVORA S.A.
009342
021350
003174
003182
005207
018597
080110
005274
019453
004359
017485
002437
015784
014176
016993
020087
017647
016497
019763
015253
021237
020010
021016
008427
005762
005770
020524
013412
92.665.611/0001-77
16.614.075/0001-00
84.208.123/0001-02
33.433.665/0001-48
84.683.408/0001-03
03.303.999/0001-36
11.423.623/0001-93
97.837.181/0001-47 04.149.454/0001-80
13.788.120/0001-47
02.328.280/0001-97
1.180/0001-26
01.104.937/0001-70
61.695.227/0001-93
02.302.101/0001-42
07.689.002/0001-89
02.558.124/0001-12
01.971.614/0001-83
03.983.431/0001-03
864.214/0001-06
4.423.567/0001-21
03.220.438/0001-73
8.807.432/0001-10
61.082.004/0001-50
61.092.037/0001-81
56.643.018/0001-66
43.470.988/0001-65
91.820.068/0001-72
Atacado e Varejo
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Transporte e Logística
Holdings Diversificadas
Tecidos, Vestuário e Calçados
Tecnologia da Informação
Atacado e Varejo
Papel e Celulose e Madeira
Transporte e Logística
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Máquinas e Equipamentos
Telecomunicações
Tecidos, Vestuário e Calçados
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Educação
Utilidades Domésticas
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Papel e Celulose e Madeira
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Embalagens
RS
MG
SC
RJ
SC
PR
SUI
SP
SP
SP
SP
DF
RJ
SP
SP
SP
RJ
MG
SP
RJ
RJ
MA
RJ
SP
SP
SP
SP
RS
118
CALI
CTAX
PNVL
DIRR - NM
IMBI
DOCA
DOHL
DTCY
DAGB - DR3
DTEX - NM
ECOR - NM
ELEK
EKTR
ELET - N1
LIPR
ELPL - N2
EMAE
EMBR - NM
EBTP
ECPR
ENBR - NM
ENGI
ENEV - NM
EQTL - NM
ESTC - NM
ESTR
ETER - NM
EUCA - N1
EVEN - NM
PTPA
Estatísticas
Nome de pregão
Trading name
Denominação social
Company name
Cód. neg. Bovespa
Bovespa trading code
EXCELSIOR
EXCELSIOR ALIMENTOS S.A.
EZTEC
FER C ATLANT
EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPACOES S.A.
FERROVIA CENTRO-ATLANTICA S.A.
FER HERINGER
FERTILIZANTES HERINGER S.A.
FERBASA
FIBAM
CIA FERRO LIGAS DA BAHIA - FERBASA
FIBAM COMPANHIA INDUSTRIAL
FIBRIA
FINANSINOS
FIBRIA CELULOSE S.A.
FINANSINOS S.A.- CREDITO FINANC E INVEST
FLEURY
FLEURY S.A.
FORJA TAURUS
FRAS-LE
FORJAS TAURUS S.A.
FRAS-LE S.A.
GAFISA
GENERALSHOPP
GAFISA S.A.
GENERAL SHOPPING BRASIL S.A.
GER PARANAP
DUKE ENERGY INT. GER. PARANAPANEMA S.A.
GERDAU
GERDAU MET
GERDAU S.A.
METALURGICA GERDAU S.A.
GOL
GP INVEST
GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES S.A.
GP INVESTMENTS. LTD.
GPC PART
GRAZZIOTIN
GRENDENE
GPC PARTICIPACOES S.A.
GRAZZIOTIN S.A.
GRENDENE S.A.
GRUCAI
GUARARAPES
GRUCAI PARTICIPACOES S.A.
GUARARAPES CONFECCOES S.A.
HABITASUL
HAGA S/A
HELBOR
CIA HABITASUL DE PARTICIPACOES
HAGA S.A. INDUSTRIA E COMERCIO
HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.
HERCULES
HOTEIS OTHON
HERCULES S.A. FABRICA DE TALHERES
HOTEIS OTHON S.A.
HRT PETROLEO
HYPERMARCAS
IDEIASNET
IGB S/A
HRT PARTICIPACOES EM PETROLEO S.A.
HYPERMARCAS S.A.
IDEIASNET S.A.
IGB ELETRÔNICA S.A.
Cód. CVM
CVM code
CNPJ
CNPJ
Setor / segmento
Sector / segment
UF
State
BAUH
001570
95.426.862/0001-97
Alimentos, Bebidas e Fumo
RS
EZTC - NM
VSPT
020770
015369
8.312.229/0001-73
00.924.429/0001-75
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Transporte e Logística
SP
MG
FHER - NM
020621
22.266.175/0001-88
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
ES
FESA
FBMC
003069
006017
15.141.799/0001-03
61.410.395/0001-95
Siderurgia e Metalurgia
Siderurgia e Metalurgia
BA
SP
012793
006076
60.643.228/0001-21
91.669.747/0001-92
Papel e Celulose e Madeira
Bancos e Crédito SP
RS
FIBR - NM
FNCN
Statistics
FLRY - NM
021881
60.840.055/0001-31
Serviços Médico-Hospitalares
SP
FJTA
FRAS - N1
006173
006211
92.781.335/0001-02
88.610.126/0001-29
Máquinas e Equipamentos
Máquinas e Equipamentos
RS
RS
GFSA - NM
GSHP - NM
016101
021008
01.545.826/0001-07
08.764.621/0001-53
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
SP
SP
GEPA
018368
02.998.301/0001-81
Energia Elétrica
SP
GGBR - N1
GOAU - N1
003980
008656
33.611.500/0001-19
92.690.783/0001-09
Siderurgia e Metalurgia
Siderurgia e Metalurgia
RJ
RS
GOLL - N2
GPIV - DR3
019569
080020
06.164.253/0001-87
07.857.850/0001-50
Transporte e Logística
Serviços Financeiros
SP
SP
GPCP
CGRA
GRND - NM
016632
004537
019615
02.193.750/0001-52
92.012.467/0001-70
89.850.341/0001-60
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Atacado e Varejo
Tecidos, Vestuário e Calçados
RJ
RS
CE
GRUC
GUAR
015695
004669
01.258.945/0001-70
08.402.943/001-52
Transporte e Logística
Atacado e Varejo
SP
RN
HBTS
HAGA
HBOR - NM
003298
013366
020877
87.762.563/0001-03
30.540.991/0001-66
49.263.189/0001-02
Holdings Diversificadas
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
RS
RJ
SP
HETA
HOOT
006629
006700
92.749.225/0001-63
33.200.049/0001-47
Utilidades Domésticas
Lazer, Turismo e Hotelaria
SP
RJ
HRTP - NM
HYPE - NM
IDNT - NM
IGBR
022187
021431
018414
006815
10.629.105/0001-68
02.932.074/0001-91
02.365.069/0001-44
43.185.362/0001-07
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Atacado e Varejo
Serviços Financeiros
Utilidades Domésticas
RJ
SP
RJ
AM
IGUACU CAFE
IGUATEMI
IMC HOLDINGS
IND CATAGUAS
INDS ROMI
CIA IGUACU DE CAFE SOLUVEL
IGUA
IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A. IGTA - NM
INTERNATIONAL MEAL COMPANY HOLDINGS S.A. IMCH - NM
CIA INDUSTRIAL CATAGUASES
CATA
INDUSTRIAS ROMI S.A.
ROMI - NM
003336
020494
022438
003395
007510
76.255.926/0001-90
51.218.147/0001-93
08.936.792/0001-12
19.526.748/0001-50
56.720.428/0001-63
Alimentos, Bebidas e Fumo
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Lazer, Turismo e Hotelaria
Tecidos, Vestuário e Calçados
Máquinas e Equipamentos
PR
SP
SP
MG
SP
INDUSVAL
INEPAR
INEPAR TEL
INVEST BEMGE
IOCHP-MAXION
ITAITINGA
ITAUSA
ITAUTEC
ITAUUNIBANCO
BCO INDUSVAL S.A.
INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES
INEPAR TELECOMUNICACOES S.A.
INVESTIMENTOS BEMGE S.A.
IOCHPE MAXION S.A.
ITAITINGA PARTICIPACOES S.A.
ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A.
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
IDVL - N1
INEP
INET
FIGE
MYPK - NM
SQRM
ITSA - N1
ITEC
ITUB - N1
020885
007595
015423
006041
011932
015865
007617
012530
019348
61.024.352/0001-71 76.627.504/0001-06
00.359.742/0001-08
01.548.981/0001-79
61.156.113/0001-75
01.258.943/0001-81
61.532.644/0001-15
54.526.082/0001-31
60.872.504/0001-23
Bancos e Crédito Máquinas e Equipamentos
Telecomunicações
Holdings Diversificadas
Máquinas e Equipamentos
Holdings Diversificadas
Holdings Diversificadas
Utilidades Domésticas
Bancos e Crédito SP
SP
PR
SP
SP
SP
SP
SP
SP
J B DUARTE
JBS
JEREISSATI
JHSF PART
JOAO FORTES
JOSAPAR
JSL
KARSTEN
KEPLER WEBER
KLABIN S/A
KROTON
LA FONTE TEL
LAEP
LARK MAQS
LE LIS BLANC
LF TEL
LIGHT S/A
LINX
LIX DA CUNHA
LOCALIZA
LOCAMERICA
LOG-IN
LOJAS AMERIC
LOJAS HERING
LOJAS MARISA
LOJAS RENNER
INDUSTRIAS J B DUARTE S.A.
JBDU
JBS S.A.
JBSS - NM
JEREISSATI PARTICIPACOES S.A.
MLFT
JHSF PARTICIPACOES S.A.
JHSF - NM
JOAO FORTES ENGENHARIA S.A.
JFEN
JOSAPAR-JOAQUIM OLIVEIRA S.A. - PARTICIP
JOPA
JÚLIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A.
JSLG - NM
KARSTEN S.A.
CTKA
KEPLER WEBER S.A.
KEPL
KLABIN S.A.
KLBN - N1
KROTON EDUCACIONAL S.A.
KROT - N2
LA FONTE TELECOM S.A.
LFFE
LAEP INVESTMENTS LTD.
MILK - DR3
LARK S.A. MAQUINAS E EQUIPAMENTOS
LARK
LE LIS BLANC DEUX COM CONFEC ROUPAS S.A.
LLIS - NM
LF TEL S.A.
PITI
LIGHT S.A.
LIGT - NM
LINX S.A.
LINX - NM
CONSTRUTORA LIX DA CUNHA S.A.
LIXC
LOCALIZA RENT A CAR S.A.
RENT - NM
COMPANHIA DE LOCAÇÃO DAS AMÉRICAS
LCAM - NM
LOG-IN LOGISTICA INTERMODAL S.A.
LOGN - NM
LOJAS AMERICANAS S.A.
LAME
LOJAS HERING S.A.
LHER
MARISA LOJAS S.A.
AMAR - NM
LOJAS RENNER S.A.
LREN - NM
012319
020575
008672
020605
007811
013285
022020
004146
007870
012653
017973
012262
080098
007978
021440
017442
019879
023035
004774
019739
022691
020710
008087
008117
022055
008133
60.637.238/0001-54
2.916.265/0001-60
60.543.816/0001-93
8.294.224/0001-65
33.035.536/0001-00
87.456.562/0001-22
52.548.435/0001-79
82.640.558/0001-04
91.983.056/0001-69
89.637.490/0001-45
2.800.026/0001-40
53.790.218/0001-53
8.904.552/0001-36
60.631.090/0001-40
49.669.856/0001-43
02.390.206/0001-09
03.378.521/0001-75
06.948.969/0001-75 46.014.635/0001-49
16.670.085/0001-55
10.215.988/0001-60 42.278.291/0001-24
33.014.556/0001-96
82.640.632/0001-84
61.189.288/0001-89
92.754.738/0001-62
Holdings Diversificadas
Alimentos, Bebidas e Fumo
Telecomunicações
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Alimentos, Bebidas e Fumo
Transporte e Logística
Tecidos, Vestuário e Calçados
Máquinas e Equipamentos
Papel e Celulose e Madeira
Educação
Telecomunicações
Alimentos, Bebidas e Fumo
Transporte e Logística
Atacado e Varejo
Telecomunicações
Energia Elétrica
Tecnologia da Informação
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Transporte e Logística
Transporte e Logística
Transporte e Logística
Atacado e Varejo
Atacado e Varejo
Atacado e Varejo
Atacado e Varejo
SP
SP
SP
SP
RJ
RS
SP
SC
RS
SP
MG
SP
SP
SP
SP
SP
RJ
SP
SP
MG
SP
RJ
RJ
SC
SP
RS
119
Estatísticas
Nome de pregão
Trading name
Denominação social
Company name
Cód. neg. Bovespa
Bovespa trading code
LOPES BRASIL
LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S.A.
LUPATECH
M G POLIEST
LUPATECH S.A.
M G POLIESTER S.A.
M.DIASBRANCO
M.DIAS BRANCO S.A. IND COM DE ALIMENTOS
MAGAZ LUIZA
MAGNESITA SA
MAGAZINE LUIZA S.A.
MAGNESITA REFRATARIOS S.A.
MANGELS INDL
MARCOPOLO
MANGELS INDUSTRIAL S.A.
MARCOPOLO S.A.
MARFRIG
MELHOR SP
MARFRIG ALIMENTOS S.A.
CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO
MENDES JR
MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A.
MERC BRASIL
MERC FINANC
BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.
MERCANTIL BRASIL FINANC S.A. C.F.I.
MERC INVEST
MET DUQUE
BCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A.
METALURGICA DUQUE S.A.
METAL IGUACU
METALGRAFICA IGUACU S.A.
METAL LEVE
METALFRIO
MAHLE-METAL LEVE S.A.
METALFRIO SOLUTIONS S.A.
Cód. CVM
CVM code
CNPJ
CNPJ
Setor / segmento
Sector / segment
UF
State
LPSB - NM
020370
8.078.847/0001-09
Construção Civil e Mercado Imobiliário
SP
LUPA - NM
RHDS
020060
014559
89.463.822/0001-12
56.806.656/0001-50
Máquinas e Equipamentos
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
RS
SP
MDIA - NM
Statistics
020338
7.206.816/0001-15
Alimentos, Bebidas e Fumo
CE
MGLU - NM
MAGG - NM
022470
020842
47.960.950/0001-21
08.684.547/0001-65
Atacado e Varejo
Mineração
SP
MG
MGEL - N1
POMO - N2
008397
008451
61.065.298/0001-02
88.611.835/0001-29
Siderurgia e Metalurgia
Máquinas e Equipamentos
SP
RS
MRFG - NM
MSPA
020788
003654
3.853.896/0001-40
60.730.348/0001-66
Alimentos, Bebidas e Fumo
Papel e Celulose e Madeira
SP
SP
MEND
004782
17.162.082/0001-73
Construção Civil e Mercado Imobiliário
MG
BMEB
MERC
001325
008540
17.184.037/0001-10
33.040.601/0001-87
Bancos e Crédito Bancos e Crédito MG
MG
BMIN
DUQE
001309
008648
34.169.557/0001-72
84.683.762/0001-20
Bancos e Crédito Siderurgia e Metalurgia
MG
SC
MTIG
008605
80.227.184/0001-66
Embalagens
PR
LEVE
FRIO - NM
008575
020613
60.476.884/0001-87
4.821.041/0001-08
Máquinas e Equipamentos
Máquinas e Equipamentos
SP
SP
METISA
MILLENNIUM
MILLS
METISA METALURGICA TIMBOENSE S.A.
MTSA
MILLENNIUM INORGANIC CHEMICALS BR S.A.
TIBR
MILLS ESTRUTURAS E SERV. DE ENGENHARIA S.A. MILS - NM
008753
011398
022012
86.375.425/0001-09
15.115.504/0001-24
27.093.558/0001-15
Máquinas e Equipamentos
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Construção Civil e Mercado Imobiliário
SC
BA
RJ
MINASMAQUINA
MINERVA
MINASMAQUINAS S.A.
MINERVA S.A.
MMAQ
BEEF - NM
008818
020931
17.161.241/0001-15
67.620.377/0001-14
Atacado e Varejo
Alimentos, Bebidas e Fumo
MG
SP
MINUPAR
MMX MINER
MONT ARANHA
MINUPAR PARTICIPACOES S.A.
MMX MINERACAO E METALICOS S.A.
MONTEIRO ARANHA S.A.
MNPR
MMXM - NM
MOAR
013765
017914
008893
90.076.886/0001-40
02.762.115/0001-49
33.102.476/0001-92
Alimentos, Bebidas e Fumo
Mineração
Holdings Diversificadas
RS
RJ
RJ
MRV
MULTIPLAN
MULTIPLUS
MUNDIAL
NADIR FIGUEI
NATURA
MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A.
MULTIPLAN - EMPREEND IMOBILIARIOS S.A.
MULTIPLUS S.A.
MUNDIAL S.A. - PRODUTOS DE CONSUMO
NADIR FIGUEIREDO IND E COM S.A.
NATURA COSMETICOS S.A.
MRVE - NM
MULT - N2
MPLU - NM
MNDL
NAFG
NATU - NM
020915
020982
021946
005312
009040
019550
8.343.492/0001-20
7.816.890/0001-53
11.094.546/0001-75
88.610.191/0001-54
61.067.161/0001-97
71.673.990/0001-77
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Serviços Financeiros
Tecidos, Vestuário e Calçados
Utilidades Domésticas
Atacado e Varejo
MG
RJ
SP
SP
SP
SP
NET
NORD BRASIL
NORDON MET
ODERICH
ODONTOPREV
NET SERVICOS DE COMUNICACAO S.A.
BCO NORDESTE DO BRASIL S.A.
NORDON INDUSTRIAS METALURGICAS S.A.
CONSERVAS ODERICH S.A.
ODONTOPREV S.A.
NETC - N2
BNBR
NORD
ODER
ODPV - NM
014621
001228
009083
004693
020125
00.108.786/0001-65
07.237.373/0001-20
60.884.319/0001-59
97.191.902/0001-94
58.119.199/0001-51
Telecomunicações
Bancos e Crédito Máquinas e Equipamentos
Alimentos, Bebidas e Fumo
Serviços Médico-Hospitalares
SP
CE
SP
RS
SP
OGX PETROLEO
OHL BRASIL
OSX BRASIL
P.ACUCAR-CBD
PANAMERICANO
PANATLANTICA
OGX PETROLEO E GAS PARTICIPACOES S.A.
OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A.
OSX BRASIL S.A.
CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO
BCO PANAMERICANO S.A.
PANATLANTICA S.A.
OGXP - NM
OHLB - NM
OSXB - NM
PCAR - N1
BPNM - N1
PATI
020168
019771
021342
014826
021199
000094
7.957.093/0001-96
02.919.555/0001-67
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59.285.411/0001-13
92.693.019/0001-89
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Transporte e Logística
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Atacado e Varejo
Bancos e Crédito Siderurgia e Metalurgia
RJ
SP
RJ
SP
SP
RS
PAR AL BAHIA
PARANA
PARANAPANEMA
PATAGONIA
PDG REALT
PET MANGUINH
PETROBRAS
PETTENATI
PINE
PLASCAR PART
POLPAR
PORTO SEGURO
PORTOBELLO
POSITIVO INF
PQ HOPI HARI
PRO METALURG
PROFARMA
PROVIDENCIA
PRUMO
QGEP PART
QUALICORP
SPRAIA DROGASIL
RANDON PART
RECRUSUL
REDE ENERGIA
REDENTOR
RENAR
RENOVA
RIOSULENSE
CIA PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA
PEAB
PARANA BCO S.A.
PRBC - N1
PARANAPANEMA S.A.
PMAM - N1
BCO PATAGONIA S.A.
BPAT - DR3
PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPACOES
PDGR - NM
REFINARIA DE PETROLEOS MANGUINHOS S.A.
RPMG
PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS
PETR
PETTENATI S.A. INDUSTRIA TEXTIL
PTNT
BCO PINE S.A.
PINE - N1
PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S.A.
PLAS
POLPAR S.A.
PPAR
PORTO SEGURO S.A.
PSSA - NM
PORTOBELLO S.A.
PTBL - NM
POSITIVO INFORMATICA S.A.
POSI - NM
HOPI HARI S.A.
PQTM
PRÓ METALURGIA S.A.
PMET
PROFARMA DISTRIB PROD FARMACEUTICOS S.A. PFRM - NM
CIA PROVIDENCIA INDUSTRIA E COMERCIO
PRVI - NM
PRUMO LOGÍSTICA S.A.
PRML - NM
QGEP PARTICIPAÇÕES S.A.
QGEP - NM
QUALICORP S.A.
QUAL - NM
RAIA DROGASIL S.A.
RADL NM
RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPACOES
RAPT - N1
RECRUSUL S.A.
RCSL
REDE ENERGIA S.A.
REDE
REDENTOR ENERGIA S.A.
RDTR - NM
RENAR MACAS S.A.
RNAR - NM
RENOVA ENERGIA S.A.
RNEW - N2
METALURGICA RIOSULENSE S.A.
RSUL
018708
020729
009393
080063
020478
009989
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01.938.783/0001-11
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85.778.074/0001-06
Serviços Financeiros
Bancos e Crédito Siderurgia e Metalurgia
Bancos e Crédito Construção Civil e Mercado Imobiliário
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Tecidos, Vestuário e Calçados
Bancos e Crédito Máquinas e Equipamentos
Holdings Diversificadas
Serviços Financeiros
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Utilidades Domésticas
Lazer, Turismo e Hotelaria
Utilidades Domésticas
Atacado e Varejo
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Transporte e Logística
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Serviços Médico-Hospitalares
Atacado e Varejo
Máquinas e Equipamentos
Máquinas e Equipamentos
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Alimentos, Bebidas e Fumo
Energia Elétrica
Máquinas e Equipamentos
BA
PR
SP
ARG
RJ
RJ
RJ
RS
SP
SP
SP
SP
SC
PR
SP
SP
RJ
PR
RJ
SP
120
SP
RS
RS
SP
RJ
SC
SP
SC
Estatísticas
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Estatísticas
Nome de pregão
Trading name
Denominação social
Company name
RODOBENSIMOB
ROSSI RESID
SABESP
SANEPAR
SANSUY
SANTANDER BR
SANTANENSE
SANTOS BRP
SAO CARLOS
SAO MARTINHO
SARAIVA LIVR
SAUIPE
SCHLOSSER
SCHULZ
SEB
SEG AL BAHIA
SENIOR SOL
SER EDUCA
SERGEN
SID NACIONAL
SIERRABRASIL
SLC AGRICOLA
SMILES
SOFISA
SONDOTECNICA
SOUZA CRUZ
SPRINGER
SPRINGS
SPTURIS
SUL AMERICA
SULTEPA
SUZANO HOLD
SUZANO PAPEL
TAESA
TARPON INV
TEC BLUMENAU
TECEL S JOSE
TECHNOS
TECNISA
TECNOSOLO
TECTOY
TEGMA
TEKA
TEKNO
TELEBRAS
TELEF BRASIL
TEMPO PART
TEREOS
TEX RENAUX
TIM PART S/A
TIME FOR FUN
TOTVS
TRACTEBEL
TRAN PAULIST
TREVISA
TRISUL
TRIUNFO PART
TUPY
ULTRAPAR
UNICASA
UNIPAR
USIMINAS
USIN C PINTO
V-AGRO
VALE
VALID
VIAVAREJO VIVER
VULCABRAS
WEG
WEMBLEY
WETZEL S/A
WHIRLPOOL
WILSON SONS
WLM IND COM
RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A.
RDNI - NM
ROSSI RESIDENCIAL S.A.
RSID - NM
CIA SANEAMENTO BASICO EST SAO PAULO
SBSP - NM
CIA SANEAMENTO DO PARANA - SANEPAR
SAPR
SANSUY S.A. INDUSTRIA DE PLASTICOS
SNSY
BCO SANTANDER S.A.
SANB - N2
CIA TECIDOS SANTANENSE
CTSA
SANTOS BRASIL PARTICIPACOES S.A.
STBP - N2
SAO CARLOS EMPREEND E PARTICIPACOES S.A. SCAR - NM
SAO MARTINHO S.A.
SMTO - NM
SARAIVA S.A. LIVREIROS EDITORES
SLED - N2
SAUIPE S.A.
PSEG
CIA INDUSTRIAL SCHLOSSER S.A.
SCLO
SCHULZ S.A.
SHUL
SEB - SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO S.A
SEBB - N2
CIA SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CSAB
SENIOR SOLUTION S.A.
SNSL - NM
SER EDUCACIONAL S.A.
SEER - NM
SERGEN SERVICOS GERAIS DE ENG S.A.
SGEN
CIA SIDERURGICA NACIONAL
CSNA
SONAE SIERRA BRASIL S.A.
SSBR - NM
SLC AGRICOLA S.A.
SLCE - NM
SMILES S.A.
SMILE - NM
BCO SOFISA S.A.
SFSA - N2
SONDOTECNICA ENGENHARIA SOLOS S.A.
SOND
SOUZA CRUZ S.A.
CRUZ
SPRINGER S.A.
SPRI
SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A.
SGPS - NM
SAO PAULO TURISMO S.A.
AHEB
SUL AMERICA S.A.
SULA - N2
CONSTRUTORA SULTEPA S.A.
SULT
SUZANO HOLDING S.A.
NEMO
SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.
SUZB - N1
TRANSM. ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.
TRNA - N2
TARPON INVESTIMENTOS S.A.
TRPN - NM
TECBLU TECELAGEM BLUMENAU S.A.
TENE
FIACAO TEC SAO JOSE S.A.
SJOS
TECHNOS S.A.
TECN - NM
TECNISA S.A.
TCSA - NM
TECNOSOLO ENGENHARIA S.A.
TCNO
TEC TOY S.A.
TOYB
TEGMA GESTAO LOGISTICA S.A.
TGMA - NM
TEKA-TECELAGEM KUEHNRICH S.A.
TEKA
TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO
TKNO
TELEC BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS
TELB
TELEFÔNICA BRASIL S.A
VIVT
TEMPO PARTICIPACOES S.A.
TEMP - NM
TEREOS INTERNACIONAL S.A.
TERI - NM
TEXTIL RENAUXVIEW S.A.
TXRX
TIM PARTICIPACOES S.A.
TCSL
T4F ENTRETENIMENTO S.A.
SHOW - NM
TOTVS S.A.
TOTS - NM
TRACTEBEL ENERGIA S.A.
TBLE - NM
CTEEP - CIA TRANSM. ENERGIA ELETTRICA PAULISTA TRPL - N1
TREVISA INVESTIMENTOS S.A.
LUXM
TRISUL S.A.
TRIS - NM
TPI - TRIUNFO PARTICIP. E INVEST. S.A.
TPIS - NM
TUPY S.A.
TUPY
ULTRAPAR PARTICIPACOES S.A.
UGPA - N1
UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A.
UCAS - NM
UNIPAR PARTICIPACOES S.A.
UNIP - N1
USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS
USIM - N1
USINA COSTA PINTO S.A. ACUCAR ALCOOL
UCOP
VANGUARDA AGRO S.A. ECOD - NM
VALE S.A.
VALE - N1
VALID SOL. E SERV. SEG. MEIOS PAG. IDENT. S.A.
VLID - NM
VIA VAREJO S.A.
VVAR
VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.
VIVR - NM
VULCABRAS / AZALEIA S.A.
VULC
WEG S.A.
WEGE - NM
WEMBLEY SOCIEDADE ANONIMA
WMBY
WETZEL S.A.
MWET
WHIRLPOOL S.A.
WHRL
WILSON SONS LTD.
WSON - DR3
WLM - INDUSTRIA E COMERCIO S.A.
SGAS
122
Cód. neg. Bovespa
Bovespa trading code
Statistics
Cód. CVM
CVM code
CNPJ
CNPJ
Setor / segmento
Sector / segment
UF
State
020451
016306
014443
018627
012696
020532
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020516
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010596
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011070
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33.228.024/0001-51
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Saneamento e Serviços de Água e Gás
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Bancos e Crédito Tecidos, Vestuário e Calçados
Transporte e Logística
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Açúcar e Álcool
Atacado e Varejo
Lazer, Turismo e Hotelaria
Tecidos, Vestuário e Calçados
Máquinas e Equipamentos
Educação
Serviços Financeiros
Tecnologia da Informação
Educação
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Siderurgia e Metalurgia
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Alimentos, Bebidas e Fumo
Serviços Financeiros
Bancos e Crédito Construção Civil e Mercado Imobiliário
Alimentos, Bebidas e Fumo
Utilidades Domésticas
Tecidos, Vestuário e Calçados
Lazer, Turismo e Hotelaria
Serviços Financeiros
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Papel e Celulose e Madeira
Papel e Celulose e Madeira
Energia Elétrica
Serviços Financeiros
Tecidos, Vestuário e Calçados
Tecidos, Vestuário e Calçados
Tecidos, Vestuário e Calçados
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Utilidades Domésticas
Transporte e Logística
Tecidos, Vestuário e Calçados
Siderurgia e Metalurgia
Holdings Diversificadas
Telecomunicações
Serviços Médico-Hospitalares
Alimentos, Bebidas e Fumo
Tecidos, Vestuário e Calçados
Telecomunicações
Lazer, Turismo e Hotelaria
Tecnologia da Informação
Energia Elétrica
Energia Elétrica
Transporte e Logística
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Transporte e Logística
Máquinas e Equipamentos
Holdings Diversificadas
Utilidades Domésticas
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Siderurgia e Metalurgia
Açúcar e Álcool
Petr. e Gás, Quím. e Petroq. e Borr. e Plást.
Mineração
Tecnologia da Informação
Atacado e Varejo
Construção Civil e Mercado Imobiliário
Tecidos, Vestuário e Calçados
Máquinas e Equipamentos
Tecidos, Vestuário e Calçados
Máquinas e Equipamentos
Utilidades Domésticas
Transporte e Logística
Atacado e Varejo
SP
SP
SP
PR
BA
SP
MG
SP
SP
SP
SP
BA
SC
SC
SP
BA
SP
PE
RJ
RJ
SP
RS
SP
SP
RJ
RJ
SP
MG
SP
RJ
RS
SP
BA
RJ
SP
RN
MG
SP
SP
RJ
AM
SP
SC
SP
DF
SP
SP
SP
SC
RJ
SP
SP
SC
SP
RS
SP
SP
SC
SP
SP
RJ
MG
SP
RJ
RJ
RJ
RJ
SP
SP
SC
MG
SC
SP
SP
RJ
Estatísticas
Statistics
123
Estatísticas
Statistics
Resultado das empresas por setor de atuação
INFRAESTRUTURA / INFRASTRUCTURE
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Construção Civil e Mercado Imobiliário / Real Estate
ALIANSCE
3.723.360 3.997.694 6,9%
1.693.798 1.784.953 5,1%
351.266 448.421 26,0%
278.441 278.114 -0,1%
AZEVEDO
144.503 152.621 5,3%
32.180 40.009 22,9%
218.242 287.589 29,9%
11.447 9.889 -12,8%
BR BROKERS
916.524 916.370 -0,02%
760.340 782.870 2,8%
383.127 373.768 -2,3%
53.953 90.180 63,2%
BR MALLS PAR
17.904.891 18.820.850 4,8%
8.814.956 9.467.256 7,0%
1.123.612 1.247.432 10,4% 3.409.403 1.811.726 -44,1%
BR PROPERT
15.399.541 15.463.222 0,4%
8.015.267 7.711.165 -3,6%
630.825 923.670 43,7% 2.278.125 711.267 -64,7%
BRASILAGRO
735.762 770.830 4,5%
558.968 586.985 4,7%
156.125 244.410 53,2%
-13.219 26.967 286,0%
BROOKFIELD
9.838.865 9.038.614 -7,7%
2.853.739 2.183.678 -22,1%
2.736.489 2.997.923 9,0%
-217.567 -526.100 -133,4%
CHIARELLI*
20.350 20.350 0,0%
-160.477 -160.477 0,0%
0
0
-
-634 -634 CONST A LIND
18.152 34.572 85,1%
-5.818 10.038 256,4%
32.496 43.021 30,5%
5.091 13.955 163,8%
COR RIBEIRO
20.431 23.862 15,8%
7.426 7.544 1,5%
2.417 9.832 288,7%
-1.359 966 161,0%
CR2
669.990 583.886 -12,1%
413.615 391.464 -5,0%
157.399 109.380 -28,7%
-11.834 -4.654 -57,1%
CYRE COM-CCP
1.858.560 3.123.325 64,0%
721.083 1.244.909 68,4%
484.895 322.293 -31,6%
224.789 228.602 1,6%
CYRELA REALT
13.829.895 14.387.099 3,8%
5.393.306 6.194.048 14,0%
5.837.953 5.371.882 -7,5%
921.483 1.002.012 8,2%
DIRECIONAL
3.027.111 3.433.656 12,6%
1.421.358 1.601.431 11,9%
1.367.773 1.743.929 25,9%
225.422 258.721 13,9%
ETERNIT
810.120 833.632 2,7%
479.534 506.129 5,2%
906.317 957.301 5,3%
155.553 143.247 -7,4%
EVEN
3.773.681 4.804.693 25,7%
1.805.093 2.315.876 26,6%
2.162.240 2.458.987 12,9%
326.279 330.663 1,3%
EZTEC
2.142.761 2.849.400 31,0%
1.676.491 2.110.466 24,4%
799.451 1.138.962 40,0%
309.999 568.504 78,5%
GAFISA
9.070.994 8.183.030 -9,2%
2.692.367 3.214.483 18,2%
3.953.282 2.481.211 -35,0%
171.805 401.871 126,0%
GENERALSHOPP
1.883.041 2.236.197 17,6%
242.873 125.272 -45,6%
182.357 219.567 19,2%
108.156 161.553 46,5%
HAGA S/A
39.246 41.559 5,5%
-92.298 -89.318 -3,0%
29.752 30.557 2,5%
14.631 8.539 -39,2%
HELBOR
4.185.253 4.903.990 16,2%
1.424.803 1.713.374 19,1%
1.772.951 1.944.809 9,1%
459.837 456.041 -0,8%
IGUATEMI
3.572.195 4.618.823 27,6%
1.773.269 2.317.533 28,9%
410.521 418.869 1,9%
365.094 288.968 -19,6%
JHSF PART
3.266.354 5.301.466 58,6%
1.922.265 2.216.788 14,4%
898.380 671.078 -23,8%
403.129 544.314 33,0%
JOAO FORTES
2.631.623 3.400.251 27,5%
715.741 999.109 37,3%
580.796 971.769 63,3%
-11.542 58.763 573,1%
LIX DA CUNHA
342.770 314.799 -7,7%
41.721 39.632 -4,7%
15.398 16.212 5,0%
-4.431 2.739 152,3%
LOPES BRASIL
1.190.912 1.170.737 -1,6%
636.485 728.761 13,6%
423.091 503755
17,9%
81.200 120.455 45,5%
MENDES JR*
9.230.789 9.214.357 -0,2%
3.773.909 3.485.572 -7,2%
2.835 5.492 88,2%
-552.574 -101.009 76,9%
MILLS*
1.664.061 1.801.245 7,8%
859.326 1.016.513 17,2%
665.474 832.262 23,6%
241.838 280.205 14,9%
MRV
11.108.742 10.198.449 -7,7%
4.087.973 4.365.400 6,4%
4.265.885 3.870.608 -8,7%
641.617 468.818 -25,3%
MULTIPLAN
5.684.512 6.397.648 11,8%
3.205.340 3.819.338 18,0%
961.873 973.054 1,1%
541.021 486.021 -9,6%
PDG REALT
16.034.172 16.798.855 4,5%
5.030.113 5.330.053 5,6%
4.358.499 5.316.929 20,7% -1.846.090 242.010 106,4%
PORTOBELLO
695.321 904.908 28,4%
127.127 191.857 47,9%
706.471 834.032 17,0%
116.862 138.713 17,6%
RODOBENSIMOB
1.743.154 2.156.964 22,3%
776.597 959.377 22,1%
798.696 753.544 -5,3%
124.733 158.087 25,2%
ROSSI RESID
7.866.922 7.592.893 -3,3%
2.392.243 2.464.770 2,9%
2.006.841 2.132.780 5,9%
-26.883 194.936 776,4%
SAO CARLOS
2.074.121 2.266.398 8,7%
896.658 1.081.140 19,4%
554.066 644.069 15,3%
361.679 407.096 11,8%
SIERRABRASIL
4.069.681 4.530.037 10,6%
2.677.242 2.964.559 10,1%
256.851 275.754 6,9%
416.661 547.842 29,6%
SONDOTECNICA
221.789 127.404 -40,0%
144.626 94.781 -32,4%
117.293 168.269 40,9%
99.909 30.641 -65,2%
SULTEPA
928.838 1.002.815 7,5%
229.159 207.388 -8,9%
122.167 153.174 23,9%
-40.988 -18.039 52,7%
TECNISA
4.167.991 4.690.095 11,8%
1.433.298 1.579.047 9,6%
1.355.405 1.832.249 33,1%
-87.259 322.059 441,4%
TRISUL
1.467.385 1.238.526 -14,7%
488.271 598.914 21,3%
627.471 520.095 -16,1%
74.585 74.675 0,1%
VIVER
2.575.218 1.976.902 -21,9%
589.513 315.012 -43,8%
333.801 518.809 52,1%
-348.257 -135.787 57,4%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
170.549.581 180.323.024
4,9%
70.549.480 76.517.699
7,7% 42.750.783 44.263.992
3,2% 9.260.105 10.082.936
8,4%
Transporte e Logística / Transport and Logistics
ALL AMER LAT
17.652.417 18.881.716
6,6%
4.276.422 4.598.275
7,1%
3.568.578 3.641.426
1,9% 1.198.729 1.212.883 1,1%
ARTERIS (Ex OHL)
6.048.420
7.369.011
20,5%
1.607.084 1.879.573
16,0%
3.118.797 3.377.473
7,8%
836.900 947.023 12,4%
CCR SA
14.305.826 14.033.010
-1,8%
3.362.332 3.485.541
3,4%
5.767.698 6.016.558
4,1% 2.497.436 2.725.018 8,6%
ECORODOVIAS
6.195.956
6.500.768
4,6%
2.125.487 2.098.029
-1,2%
2.409.107 2.639.059
9,0%
956.053 959.656 0,4%
FER C ATLANT
3.303.709
4.052.187
21,3%
1.372.955 1.526.514
10,5%
1.113.378 1.276.263
13,8%
-164.028 -285.155 -69,5%
GOL
9.027.098 10.638.448
16,8%
732.828 1.218.500
62,4%
8.103.559 8.956.212
9,9%
-905.613 265.989 121,7%
GRUCAI
8
24 188,2%
-117
-98
-15,3%
-
-
-
-176 -81 50,8%
JSL
4.568.939
5.830.098
26,0%
949.921 1.014.659
6,4%
4.021.596 4.746.520
17,0%
303.649 354.857 15,9%
LOCALIZA
4.045.908
4.578.200
12,4%
1.324.753 1.341.208
1,2%
3.166.800 3.506.235
10,1%
465.828 652.067 37,6%
LOCAMERICA
1.185.423
1.227.178
3,3%
301.795
304.196
0,7%
444.063
540.939
20,5%
74.352 87.177 16,2%
LOG-IN
1.892.747
2.059.953
8,3%
530.067
556.317
4,7%
718.125
810.667
12,1%
44.283 93.411 104,4%
PRUMO (Ex LLX LOG)
3.658.738
5.003.524
34,6%
947.166 2.085.743
113,1%
68.727
56.036
-17,4%
-69.025 -145.523 -104,3%
SANTOS BRP
2.187.002
2.206.630
0,8%
1.368.901 1.447.969
5,4%
1.293.169 1.377.354
6,1%
392.421 392.421 0,0%
TEGMA
1.056.660
1.200.483
12,8%
415.175
401.598
-3,1%
1.634.029 1.772.493
8,0%
152.380 110.747 -25,7%
TREVISA
137.237
141.669
3,0%
82.405
84.465
2,4%
47.381
59.809
24,7%
8.330 7.718 -6,9%
TRIUNFO PART
5.117.924
4.939.438
-3,3%
1.843.747 2.101.335
13,1%
930.454
843.042
-8,8%
160.684 260.688 58,6%
WILSON SONS
2.183.350
2.527.172
14,8%
1.025.533 1.211.120
17,0%
1.247.260 1.546.364
22,6%
186.185 296.363 55,7%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
82.567.362 91.189.509
9,8%
22.266.454 25.354.944
13,1% 37.652.721 41.166.450
8,8% 6.138.388 7.935.259
27,5%
*DFs Individuais
124
Estatísticas
Statistics
Corporates’ results (by sectors)
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
140.340 73.947 -44,5%
2.029.562 2.212.741 8,5%
458.068 51.057 -83,6%
0,09
0,11
1,20
8.796 7.680 -11,9%
112.323 112.612 0,2%
43.253 42.236 -2,2%
1,51
1,88
3,49
95.361 95.803 0,4%
156.184 133.500 -13,7%
165.377 171.545 3,5%
0,42
0,41
0,21
1.925.524 755.623 -57,2%
9.089.935 9.353.594 2,7%
-168.906 -453.718 -158,7%
0,06
0,07
1,03
1.227.428 70.312 -88,7%
7.384.274 7.752.057 4,7%
103.174 250.427 134,3%
0,04
0,06
0,92
-6.600 28.727 503,6%
176.794 7.124.180 3697,4%
108.369 157.015 42,2%
0,21
0,03
0,32
-388.004 -686.393 -72,4%
6.985.126 6.854.936 -1,8%
1.845.411 1.829.374 -0,8%
0,28
0,33
2,45
-4.314 -4.314 -
180.827 180.827 0,0%
-169.484 -169.484 -
-
-
-1,13
3.031 18.756 488,1%
23.970 24.534 2,2%
6.026 2.359 -57,3%
1,79
1,24
-4,12
-1.965 212 104,2%
13.005 16.318 24,0%
16.387 19.639 18,7%
0,12
0,41
1,75
-23.175 -8.776 58,5%
256.375 192.422 -23,5%
198.198 192.697 -2,6%
0,23
0,19
0,62
171.326 190.999 10,8%
1.137.477 1.878.416 61,3%
501.045 133.785 -69,0%
0,26
0,10
1,58
778.719 893.999 13,9%
8.436.589 8.193.051 -2,7%
5.447.726 4.802.361 -11,1%
0,42
0,37
1,56
230.167 236.454 2,6%
1.605.753 1.832.225 13,3%
1.725.612 1.701.169 -1,3%
0,45
0,51
1,13
113.004 102.256 -8,9%
330.586 327.503 -0,9%
217.937 196.861 -9,1%
1,12
1,15
0,69
270.564 328.347 20,1%
1.968.588 2.488.817 24,9%
2.484.490 2.457.479 -1,0%
0,57
0,51
1,09
336.166 588.754 70,7%
141.743 141.744 0,0%
1.001.696 1.192.084 17,9%
0,37
0,40
0,08
-76.363 867.678 1163,2%
6.378.627 4.968.547 -20,8%
4.339.100 2.996.884 -29,1%
0,44
0,30
2,37
-90.240 -117.601 -28,5%
1.640.168 2.110.925 27,0%
253.802 -54.206 -114,2%
0,10
0,10
6,75
9.269 2.980 -63,8%
131.544 130.877 -0,5%
5.034 4.597 -8,2%
0,76
0,74
-1,43
272.116 304.121 11,1%
2.760.450 3.190.616 15%
1.456.152 2.138.498 44,1%
0,42
0,40
1,94
268.308 184.285 -29,5%
1.798.926 2.301.290 26,3%
762.677 918.336 19,2%
0,11
0,09
1,01
282.325 319.932 12,5%
3.041.398 3.084.678 1,3%
1.133.203 1.216.582 6,9%
0,28
0,13
13,52
25.953 52.344 95,7%
1.915.882 2.401.142 23,8%
645.805 575.655 -10,2%
0,22
0,29
2,68
-7.800 -1.617 74,6%
301.049 275.167 -8,1%
70.134 33.737 -48,8%
0,04
0,05
7,22
130.118 165.909 25,9%
554.427 441.976 -19,1%
128.025 162.049 25,0%
0,36
0,43
0,87
-555.228 -272.112 48,0%
5.456.880 5.728.785 4,7%
-14.904 -14.242 4,2%
-
-
1,45
151.516 172.592 13,1%
804.735 784.732 -2,3%
259.150 64.481 -70,7%
0,40
0,46
0,94
574.837 450.195 -20,4%
7.020.769 5.833.049 -15,9%
3.267.055 3.309.930 1,2%
0,38
0,38
1,72
389.362 284.609 -25,3%
2.479.172 2.578.310 3,8%
301.910 307.190 1,6%
0,17
0,15
0,77
-2.172.855 -153.257 87,5%
11.004.059 11.468.802 4,0%
5.922.971 4.902.669 -16,2%
0,27
0,32
2,19
65.675 90.511 35,6%
568.194 713.051 24,0%
32.855 81.247 138,6%
1,02
0,92
4,47
84.357 129.787 50,7%
966.557 1.197.587 22,5%
778.543 1.007.840 27,7%
0,46
0,35
1,24
-183.714 60.559 125,1%
3.954.813 3.118.786 -19,9%
2.261.849 1.303.021 -39,9%
0,26
0,28
1,65
221.047 249.219 12,0%
1.177.463 1.185.258 0,6%
233.970 356.673 49,3%
0,27
0,28
1,31
309.795 368.497 17,8%
1.392.439 1.565.478 11,7%
460.758 256.562 -41,7%
0,06
0,06
0,52
103.390 13.090 -82,2%
77.163 32.623 -54,3%
125.901 77.907 -35,9%
0,53
1,32
0,53
-46.293 -21.768 49,8%
699.679 795.427 12,9%
-154.280 -118.696 21,7%
0,13
0,15
3,05
-170.948 285.449 251,2%
2.734.693 3.111.048 12,9%
1.302.970 1.668.849 26,4%
0,33
0,39
1,91
27.629 59.171 107,4%
979.114 639.612 -32,6%
597.276 513.734 -13,2%
0,43
0,42
2,01
-436.396 -281.397 33,4%
1.985.705 1.661.890 -15,3%
247.651 507.383 98,7%
0,13
0,26
3,37
4.052.228
5.905.562
43,6%
99.853.017 108.139.133
7,2%
38.401.986
34.793.566
-10,2%
0,25
0,25
1,42
1,24
2,81
0,17
0,99
1,01
12,14
3,14
-1,13
2,44
2,16
0,49
1,51
1,32
1,14
0,65
1,07
0,07
1,55
16,85
-1,47
1,86
0,99
1,39
2,40
6,94
0,61
1,64
0,77
1,34
0,68
2,15
3,72
1,25
1,27
1,10
0,53
0,34
3,84
1,97
1,07
5,28
1,41
243.367 27.978 -83,3%
13.375.995 14.283.441 6,4%
1.193.512 1.487.171 23,2%
0,20
0,19
3,13
3,11
403.566 466.340 14,6%
4.441.336 5.489.438 22,2%
-145.762 260.967 262,5%
0,52
0,46
2,76
2,92
1.192.373 1.367.884 13,8%
10.943.494 10.547.469 -3,4%
-2.140.007 -1.521.384 27,2%
0,40
0,43
3,25
3,03
427.045 399.512 -6,1%
4.070.469 4.402.739 7,7%
-124.655 201.019 245,8%
0,39
0,41
1,92
2,10
-163.150 156.449 184,3%
1.930.754 2.525.673 29,0%
135.001 36.811 -68,4%
0,34
0,31
1,41
1,65
-1.512.915 -724.590 49,0%
8.294.270 9.419.948 12,8%
-1.973.710 118.918 99,8%
0,90
0,84
11,32
7,73
-176 -81 50,8%
125 122 -2,3%
-27 2
101,1%
-
-
-1,07
-1,24
77.735 93.570 19,2%
3.619.018 4.815.439 31,1%
250.001 593.206 129,1%
0,88
0,81
3,81
4,75
240.936 384.344 56,0%
2.721.155 3.236.992 17,8%
514.166 516.762 0,5%
0,78
0,77
2,05
2,41
3.722 16.226 316,1%
883.628 922.982 4,2%
221.021 241.718 8,8%
0,37
0,44
2,93
3,03
-24.841 6.567 119,0%
1.362.680 1.503.636 9,7%
43.935 93.757 106,7%
0,38
0,39
2,57
2,70
-36.580 -135.841 -255,3%
2.711.572 2.917.781 7,2%
-217.837 -1.213.649 -430,1%
0,02
0,01
2,86
1,40
270.212 255.060 -5,3%
818.101 758.661 -6,8%
-47.360 -54.694 -14,6%
0,59
0,62
0,60
0,52
80.476 39.476 -47,9%
235.649 280.199 17,8%
257.650 301.704 16,1%
1,55
1,48
1,30
1,80
4.481 4.231 -5,2%
54.832 57.204 4,1%
548 -867 -243,0%
0,35
0,42
0,40
0,68
9.338 -79.320 -893,3%
3.274.177 2.838.103 -12,5%
-111.263 -151.560 -34,1%
0,18
0,17
1,78
1,35
104.649 103.100 -1,4%
1.157.817 1.316.052 12,9%
259.557 317.519 21,0%
0,57
0,61
1,13
1,09
1.320.238
2.380.905
75,6%
59.895.072
65.315.879
8,6%
-1.885.230
1.227.400
-153,5%
0,46
0,45
2,69
2,58
125
Estatísticas
Statistics
UTILIDADE PÚBLICA / UTILITIES
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Energia Elétrica / Electricity
AES ELPA
12.032.143 11.381.965
-5,1%
2.428.837 3.514.727 42,1%
9.959.198 9.012.207 -8,9%
121.676 291.492 131,3%
AES TIETE
3.944.328
4.073.265
3,1%
1.805.606 1.783.809 -1,1%
2.112.435 2.336.933 10,0% 1.379.800 1.362.175 -1,2%
AFLUENTE*
50.599
48.299
-4,3%
45.165 43.376 -3,7%
23.520 29.204 22,7%
11.260 9.478 -14,9%
AFLUENTE T*
93.210
83.403
-9,9%
79.668 77.503 -2,6%
28.242 35.127 22,9%
17.167 19.146 10,8%
AMPLA ENERG*
5.229.122
5.712.410
8,7%
2.052.826 2.480.825 19,6%
3.690.989 3.849.432 4,0%
706.408 748.261 5,6%
CEB
2.391.929
2.434.831
1,7%
656.138 542.764 -16,3%
1.629.532 1.608.673 -1,2%
52.549 -41.448 -168,3%
CEEE-D*
3.492.784 2.997.582 -13,3%
669.477 511.341 -22,2%
2.188.950 2.263.719 3,2%
-55.795 -291.974 -398,3%
CEEE-GT*
3.676.747 3.170.831 -12,9%
1.880.680 1.732.473 -7,4%
952.863 735.508 -21,5%
230.270 -411.253 -262,1%
CELESC
5.369.248
5.627.763
4,5%
1.777.333 2.137.462 19,1%
4.414.979 4.872.377 9,7%
-504.797 145.027 121,1%
CELGPAR
419.808
455.333
8,0%
-2.119.139 -2.104.789 0,6%
59.160 55.149 -6,4%
-784.883 25.026 -97,1%
CELPA*
4.518.762
4.469.736
-1,0%
116.369 394.077 224,5%
2.349.951 2.494.994 5,8%
-547.469 -51.004 85,3%
CELPE*
3.775.798
3.791.353
0,4%
1.385.724 1.548.592 11,1%
3.545.861 3.283.509 -7,0%
49.242 216.664 319,9%
CEMAT*
3.816.497
3.675.473
-3,5%
1.238.556 816.945 -32,0%
2.344.799 2.312.967 -1,3%
147.818 -149.186 -189,1%
CEMIG
32.569.881 29.814.142
-8,0%
11.549.996 12.638.357 8,9% 14.137.358 14.627.280 3,3% 3.474.721 4.362.471 24,0%
CESP*
16.889.872 15.174.853
-9,6%
9.879.937 9.317.386 -5,4%
3.354.005 3.904.102 15,4% 1.311.102 170.248 -81,9%
COELBA*
6.982.966
7.627.195
8,7%
2.015.221 2.492.289 22,3%
5.813.614 4.984.637 -13,4%
925.886 719.967 -20,9%
COELCE*
3.560.488
3.371.127
-5,0%
1.560.330 1.566.323 0,4%
2.893.720 2.849.743 -1,4%
542.556 249.047 -50,9%
COPEL*
23.111.445 21.208.903
-7,7%
12.928.752 12.361.890 -4,1%
8.493.252 9.180.214 7,6%
999.178 1.226.193 21,4%
COSERN*
1.650.070
1.879.804
13,1%
721.715 888.171 21,7%
1.418.335 1.383.176 -2,3%
238.528 212.020 -10,5%
CPFL ENERGIA
31.075.687 31.042.796
-0,1%
8.407.061 8.798.718 4,4% 15.055.147 14.633.856 -2,6% 2.771.113 2.490.643 -9,5%
CPFL RENOVAV
8.806.663
9.495.236
7,4%
3.301.117 3.578.240 7,9%
806.420 1.018.611 24,8%
215.139 214.750 -0,2%
ELEKTRO*
4.558.718
4.601.380
0,9%
1.936.372 2.052.755 5,7%
3.569.543 3.549.334 -0,5%
527.135 500.069 -4,8%
ELETROBRAS
172.195.578 138.385.401
-18,5%
67.280.593 60.688.908 -9,2% 39.538.861 28.186.399 -27,0% -7.948.635 -5.190.643 32,6%
ELETROPAR*
183.423
152.635
-15,8%
161.683 141.904 -11,5%
-
-
-
8.717 -44 -94,6%
ELETROPAULO*
11.303.378 10.694.051
-5,1%
1.708.960 2.829.462 61,7%
9.959.198 9.012.207 -8,9%
124.479 293.619 127,8%
EMAE
1.067.195
1.152.172
7,5%
646.632 764.339 17,1%
174.509 192.834 9,9%
-131.244 3.826 -96,8%
ENERGIAS BR*
12.729.446 14.141.494
10,4%
4.445.684 4.573.217 2,7%
6.454.488 7.096.492 9,4% 1.082.996 1.253.095 14,8%
ENERGISA
5.081.875
5.526.980
8,2%
1.457.564 1.826.516 23,8%
2.919.079 2.857.772 -2,0%
501.709 450.449 -9,6%
EQUATORIAL
9.433.461
9.103.499
-3,3%
2.527.525 2.847.647 11,9%
2.987.183 4.715.036 54,4%
427.444 288.565 -30,6%
GER PARANAP*
4.174.371
4.510.311
7,6%
2.467.554 2.423.270 -1,7%
1.103.168 1.216.036 9,6%
545.142 696.228 26,1%
LIGHT S/A
11.147.447 13.002.207
15,7%
3.025.683 3.477.139 14,0%
7.182.360 7.422.256 3,1% 1.089.480 1.305.893 18,7%
ENEVA (Ex MPX Energia)
9.451.180
9.689.212
2,4%
2.704.575 2.573.873 -4,5%
490.940 1.438.831 181,7%
-421.551 -427.173 -1,3%
REDE ENERGIA*
2.385.757
2.352.829
-1,3%
-47.630 -226.923 354,2%
0
0
-
-568.465 -151.293 69,0%
REDENTOR
431.653
490.444
12,8%
424.220 470.113 10,2%
-
-
-
53.670 74.525 36,6%
RENOVA
2.678.039
3.672.179
34,9%
991.397 1.000.600 0,9%
115.639 226.011 89,8%
22.683 88.502 273,0%
TAESA
9.636.364
9.154.079
-4,7%
4.097.243 4.305.064 4,8%
1.223.676 1.447.851 17,2% 1.087.244 1.321.170 20,2%
TRACTEBEL
12.310.884 12.654.397
2,6%
5.502.251 5.364.611 -2,4%
4.912.499 5.568.658 12,6% 2.539.287 2.387.230 -5,6%
TRAN PAULIST
9.836.575
7.010.706
-27,0%
5.078.230 4.912.447 -3,1%
2.818.988 981.168 -61,3% 1.438.128 -209.486 -107,8%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
452.063.391 413.830.276
-8,0% 166.789.905 165.145.421
-0,9% 168.722.461 159.382.303
-5,2% 11.679.688 14.202.275
20,3%
Saneamento e Serviços de Água e Gás / Sanitation and Water and Gas Services
CASAN*
2.247.279 2.328.908 3,4% 1.236.6411.220.276 -1,2% 610.342 659.952
7,6% 51.517 103.309 94,6%
CEG*
2.057.090 2.146.314 4,1%
885.984 951.724
7,0% 2.735.8333.117.739 13,1% 470.568544.277 14,7%
COMGAS*
5.968.107 6.919.259 15,0%
2.257.273 2.656.439
16,6% 5.279.523 6.336.641
18,8% 671.7521.071.861 56,0%
COPASA
9.089.339 9.388.470 3,1% 4.934.8885.337.359
7,7% 3.448.176 3.733.397
7,8% 763.103 726.281 -4,5%
SABESP
26.476.097 28.274.294
6,4% 11.256.76212.930.801
14,0% 10.737.631 11.315.567
5,1% 2.843.3443.138.845
9,8%
SANEPAR*
6.171.769 601.122 -84,9% 2.428.8303.566.842 44,1% 2.123.395 2.370.179 10,9% 571.976 642.541 11,6%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
52.009.681 49.658.367
-4,3%
23.000.378 26.663.441
15,0% 24.934.900 27.533.475
9,8% 5.372.260 6.227.114
15,0%
BENS PRIMÁRIOS / RAW MATERIAL
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Açúcar e Álcool / Sugar & Ethanol
COSAN
33.800.035 28.598.373 -14,5% 13.395.67213.515.370
0,8% 30.016.488 6.878.214 -72,5% 1.598.5381.262.751 -19,8%
COSAN LTD
33.796.311 28.615.734
-14,4%
13.295.975 13.319.764
0,2% 30.016.488 6.878.214
-72,5% 1.579.620 1.252.892
-19,5%
SAO MARTINHO
5.633.110
5.038.396
-9,9%
2.100.617 2.075.952
-1,1%
1.635.955 1.533.675
-5,9%
198.810
243.834
21,3%
V-AGRO (antiga Brasil Ecodiesel)
2.704.275
2.419.546
-9,9%
1.490.322 1.272.374
-13,8%
809.493
730.399
-9,2%
68.591 -201.850 -371,0%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
75.933.731 64.672.049
-14,0%
30.282.586 30.183.460
-0,3% 62.478.424 16.020.502
-70,0% 3.445.559 2.557.627
-24,2%
Mineração / Mining
MAGNESITA SA
5.768.900
6.473.933
11,5%
2.924.500 3.023.926
3,2%
2.454.500 2.655.962
7,7%
244.000 312.530 26,4%
MMX MINER
7.739.234
7.245.982
-6,0%
2.440.214 1.397.950
-40,2%
806.013 1.041.164
27,5%
-198.759 -1.223.750 -485,2%
VALE
266.921.654 291.880.311
8,8% 155.633.216 152.122.066
-2,1% 93.511.482 101.489.747
8,0% 14.996.191 33.436.715 115,7%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
280.429.788 305.600.226
8,5% 160.997.930 156.543.942
-2,6% 96.771.995 105.186.873
8,2% 15.041.432 32.525.495 109,3%
*DFs Individuais
126
Estatísticas
Statistics
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
55.014 198.182 244,9%
9.603.306
7.867.238
-17,0%
534.001 488.138 -8,1%
0,83
0,79
3,95
2,24
901.264 881.359 -2,1%
2.138.722
2.289.456
6,6%
-241.362 -128.879 43,8%
0,54
0,57
1,18
1,28
10.872 8.369 -21,7%
5.434
4.923
-8,8%
5.496 411 -87,1%
0,46
0,60
0,12
0,00
17.691 19.441 9,3%
13.542
5.900
-53,1%
69.064 56.822 -16,7%
0,30
0,42
0,17
0,08
493.376 515.059 4,1%
3.176.296
3.231.585
1,6%
-207.540 236.853 201,5%
0,14
0,67
1,55
1,30
74.465 -75.163 -189,1%
1.735.791
1.892.067
8,5%
-41.152 -376.500 -766,7%
0,68
0,36
2,65
3,49
-220.703 -228.571 -3,4%
80,83 82,94 2,5%
756.742 -166.505 -114,8%
0,63 0,76 4,22 4,86
-88.417 -191.336 -109,5%
48,85 45,36 -6,7%
1.410.890 968.446 -29,5%
0,26 0,23 0,96 0,83
-255.725 198.874 167,3%
3.591.915
3.490.301
-2,7%
34.464 182.410 403,9%
0,82
0,16
2,02
1,63
-797.324 14.350 95,8%
2.538.947
2.560.122
0,8%
-972.976 -945.067 2,7%
0,14
0,00
-1,20
-1,22
-696.863 -228.787 63,2%
4.402.393
4.075.659
-7,0%
-33.510 94.439 359,3%
0,52
0,33
37,83
10,34
-29.261 106.763 -437,4%
2.390.075
2.242.761
-5,8%
49.857 171.289 229,2%
0,94
0,87
1,72
1,45
-52.879 -382.711 -586,9%
2.577.941
2.858.528
10,2%
-438.922 -925.515 -104,3%
0,61
0,11
2,08
3,50
4.271.685 3.103.855 -25,7%
21.019.885
17.175.785
-17,2%
-3.994.554 747.142 111,7%
0,43
0,49
1,82
1,36
504.298 -195.346 -130,5%
7.009.935
5.857.467
-15,5%
-714.860 220.272 123,1%
0,20
0,26
0,71
0,63
663.006 495.129 -23,8%
4.967.745
5.134.906
3,2%
-177.702 31.836 110,9%
0,83
0,65
2,47
2,06
420.000 156.556 -59,0%
2.000.158
1.804.804
-9,2%
112.219 44.793 -56,5%
0,81
0,02
1,28
1,15
726.520 1.101.435 48,6%
10.182.693
8.847.013
-12,3%
1.848.248 1.332.399 -26,3%
0,37
0,86
0,79
0,72
198.016 207.669 4,6%
928.355
991.633
6,4%
57.583 220.437 266,1%
0,86
0,74
1,29
1,12
1.256.734 949.036 -23,0%
22.668.626
22.244.078
-1,8%
575.491 2.358.792 291,6%
0,48
1,03
2,70
2,53
8.261 -55.017 -720,7%
5.505.546
5.916.996
7,0%
-49.096 -42.338 13,0%
0,09
0,18
1,67
1,65
337.514 323.694 -3,9%
2.622.346
2.548.625
-2,6%
189.761 415.607 112,0%
0,78
0,77
1,35
1,24
-6.925.652 -6.291.375 8,6%
104.914.985
77.696.493
-24,4%
13.492.896 13.381.945 -0,8%
0,23
5,10
1,56
1,28
13.335 3.363 -70,4%
21.740
10.731
-47,6%
61.748 55.383 -9,7%
-
2,00
0,13
0,00
55.014 198.182 244,9%
9.594.418
7.864.589
-17,0%
511.022 454.954 -10,3%
0,88
0,84
5,61
2,78
-68.632 62.364 -179,6%
420.563
387.833
-7,3%
140.244 173.130 22,1%
0,16
0,08
0,65
0,08
535.363 554.090 3,3%
3.088.546
3.259.446
5,2%
-333.458 108.907 124,8%
0,51
0,50
0,69
0,71
291.065 202.747 -28,5%
3.624.311
3.700.464
2,0%
409.058 213.598 -45,0%
0,58
0,67
2,37
2,03
215.070 78.517 -59,7%
6.905.936
6.255.852
-8,9%
724.792 1.392.268 86,6%
0,32
0,52
2,73
2,20
324.648 418.251 27,1%
1.706.817
2.087.041
21,0%
-305.400 37.216 105,6%
0,26
0,33
0,69
0,86
423.923 587.335 36,3%
8.121.764
9.525.068
16,3%
216.498 287.133 30,7%
0,64
0,57
2,68
2,74
-434.454 -944.421 -110,4%
6.746.605
7.115.339
5,1%
-1.306.431 -2.231.017 -66,6%
0,05
0,11
2,49
2,76
-665.816 -179.293 68,8%
2.433.387
2.579.752
5,7%
-924.343 -911.992 1,3%
-
0,00
-51,09
-11,37
50.944 71.200 37,4%
7.433
20.331
163,3%
29.557 11.070 -58,9%
-
-
0,02
0,00
-6.017 6.271 -192,2%
1.686.642
2.671.579
54,9%
298.999 -939.324 -389,7%
0,04
0,06
1,70
0,54
589.182 892.852 48,5%
5.539.121
4.849.015
-11,7%
3.131.070 690.458 -73,3%
0,13
0,16
1,35
1,13
1.490.880 1.436.747 -3,4%
6.808.633
7.289.786
6,6%
294.632 154.754 -44,7%
0,40
0,45
1,24
1,36
843.488 31.921 -90,5%
4.758.345
2.098.259
-52,6%
1.503.768 830.895 -42,1%
0,29
0,14
0,94
0,43
4.529.885 4.051.591 -9,9%
285.273.486 248.684.855
-12,1%
16.716.794
18.694.660
11,1%
0,37
0,39
1,71
1,51
21.418
41.584
88,6%
1.010.638
1.108.632
9,1%
16.147 86.976 412,7%
0,27
0,28
0,82
0,91
290.377
341.257
16,5%
1.171.106
1.194.590
1,9%
-206.414 -186.379 9,1%
1,33
1,45
1,32
1,26
366.655
618.911
64,7%
3.710.834
4.262.820
14,0%
-793.280 94.607 105,3%
0,88
0,92
1,64
1,60
481.723
419.795
-12,1%
4.154.451
4.051.111
0,3%
385.590 169.201 -52,8%
0,38
0,40
0,84
0,76
1.911.900
1.923.559
0,6%
15.219.335
15.343.493
0,8%
-460.505 281.706 151,6%
0,41
0,40
1,35
1,19
335.756
402.904
18,8%
3.742.939
-2.965.720 -168,6%
38.120 57.020 46,7%
0,34
3,94
1,54
-0,83
3.407.829
3.748.010
9,4%
29.009.303
22.994.926
-19,2%
-1.020.342
503.131
-140,5%
0,48
0,55
1,26
0,86
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
868.315
523.248
-37,4%
20.404.363 15.083.003
-24,5%
1.853.205
909.384
-47,9%
0,89
0,24
1,52
1,12
837.145
499.986
-37,9%
20.500.336 15.295.970
-23,9%
1.898.420
913.309
-48,8%
0,89
0,24
1,54
1,15
72.950 135.001
80,0%
3.532.493 2.962.444 -15,2%
368.020
168.687
-51,0%
0,29
0,30
1,68
1,43
-128.124
-229.873
74,7%
1.213.953
1.147.172
-5,2%
256.718
5.644
-92,0%
0,30
0,30
0,81
0,90
1.650.286
928.362
-41,2%
45.651.145
34.488.589
-23,0%
4.376.363
1.997.024
-51,2%
0,82
0,25
1,51
1,14
64.500 58.469 -8,8%
2.844.400 3.450.007 20,0%
1.312.000 1.784.058 33,9%
0,44
0,43
0,97
1,14
-795.703 -2.068.481 -150,5%
5.299.020 5.848.032 9,7%
-935.268 1.388.213 233,7%
0,10
0,14
2,17
4,18
9.232.934 -257.964 -96,7%
111.288.438 139.758.245 24,1%
20.371.319 34.587.412 65,7%
0,35
0,35
0,72
0,92
8.501.731 -2.267.976
-119,2%
119.431.858 149.056.284
23,3%
20.748.051
37.759.683
77,2%
0,35
0,34
0,74
0,95
127
Estatísticas
Statistics
BENS PRIMÁRIOS / RAW MATERIAL
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Papel & Celulose e Madeira / Pulp & Paper
CELUL IRANI
1.208.090 1.631.521 33,0%
454.005 488.241 7,1%
483.449 604.241 23,5%
75.246 109.037 42,3%
DURATEX
7.758.598 8.178.327 5,1%
4.023.605 4.365.005 8,0%
3.372.546 3.872.705 14,0%
698.003 821.979 16,7%
EUCATEX
1.779.674 1.905.530 6,7%
1.068.651 1.139.464 6,2%
963.468 1.118.346 15,1%
172.774 145.182 -15,0%
FIBRIA
28.133.166 26.750.172 -4,6%
15.171.428 14.491.254 -4,2%
6.174.373 6.917.406 11,3%
706.495 1.710.447 133,7%
KLABIN S/A
14.097.903 14.919.496 5,5%
5.420.921 5.392.667 -0,5%
4.163.670 4.599.337 9,8% 1.618.391 1.119.252 -29,0%
MELHOR SP
1.503.931 1.560.668 3,5%
833.429 826.225 -0,8%
98.021 133.893 34,4%
14.265 8.227 -39,8%
SUZANO HOLD
25.694.618 27.498.554 6,6%
10.217.997 10.876.553 6,1%
5.194.591 5.689.559 9,0%
503.357 944.492 82,5%
SUZANO PAPEL
25.353.437 27.149.343 6,7%
11.002.078 10.687.239 -2,7%
5.192.292 5.688.625 9,0%
544.355 975.567 74,5%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
105.529.417 109.593.611
3,6%
48.192.114 48.266.648
0,1% 25.642.410 28.624.112
10,9% 4.332.886 5.834.183
32,8%
Petróleo & Gás, Química & Petroquímica, Borracha, Embalagens & Plástico / Oil & Gas and Derivates
BRASKEM
41.163.578 48.346.083
16,4%
8.663.800 7.681.334 -10,7% 35.513.397 40.969.490
14,5% 1.538.603 2.739.921 73,5%
ELEKEIROZ*
678.008
729.908
7,2%
476.152 504.080 5,5%
899.809 1.004.080
10,9%
2.085 44.023 1892,5%
EVORA
2.053.842
2.218.987
7,6%
656.504 746.576 12,9%
1.318.759 1.627.307
22,0%
132.389 163.086 21,8%
FER HERINGER
3.061.670
2.996.698
-2,0%
471.146 437.243 -6,8%
5.310.833 5.427.935
2,1%
201.409 220.289 8,8%
GPC PART
640.645
695.956
8,1%
164.336 52.757 -63,9%
466.114
349.282
-23,6%
-16.576 129.620 829,8%
HRT PETROLEO
4.256.468
1.805.279
-54,2%
3.659.377 1.454.598 -56,7%
6.746
4.395
-32,8%
-404.184 -2.605.228 -512,4%
METAL IGUACU*
81.210
71.733
-11,0%
45.638 22.710 -47,3%
51.691
67.103
28,1%
-13.583 -26.971 -92,7%
M G POLIEST
1.686.001
1.306.135
-21,2%
177.821 270.500 49,0%
1.908.003 1.726.500
-9,0%
66.447 101.356 49,4%
MILLENNIUM
608.513
559.648
-7,6%
412.375 421.449 2,1%
455.774
404.945
-10,5%
68.452 11.490 -78,3%
OGX PETROLEO
17.116.348
5.389.639
-64,5%
7.731.076 -9.734.360 -212,6%
325.393
869.953
157,5% -1.093.722 -15.520.666 -1241,1%
OSX BRASIL
9.799.718
8.542.602
-12,1%
3.332.778 2.203.555 -31,9%
433.773
745.123
67,5%
-35.062 -2.294.892 -6064,3%
PETROBRAS
677.716.287 752.966.638
10,4% 345.433.653 349.333.684 1,1% 281.379.482 304.889.934
7,9% 31.476.031 34.356.460 8,6%
PROVIDENCIA
1.300.170
1.344.865
3,2%
689.977 665.550 -3,3%
608.634
782.002
26,8%
89.028 80.897 -8,6%
QGEP PART
2.434.042
3.039.321
23,4%
2.227.797 2.409.057 7,7%
462.306
486.088
4,8%
40.021 125.633 201,3%
SANSUY
392.974
226.935
-39,8%
-280.156 -318.414 -12,8%
433.515
449.127
3,4%
-1.348 -20.188 -1315,0%
UNIPAR*
644.467
1.613.217 141,4%
411.906 742.033 75,4%
0
187.309
-
32.883 390.275 1022,6%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
763.633.941 831.853.644
8,4% 374.274.180 356.892.352
-4,4% 329.574.229 359.990.573
8,7% 32.082.873 17.895.105
-41,6%
Siderurgia e Metalurgia / Steel & Metallurgy
ALIPERTI
405.921 422.083 3,7%
246.833 266.377 7,4%
79.768 68.979 -12,7%
15.988 8.362 -44,9%
FERBASA
1.307.001 1.381.796 5,4%
1.162.929 1.218.149 4,5%
707.402 799.772 12,3%
69.968 76.466 8,7%
FIBAM*
76.727 73.833 -3,5%
23.402 19.470 -15,8%
109.358 97.868 -9,9%
-707 1.715 -322,3%
GERDAU
53.093.158 58.215.040 9,1%
28.797.917 32.020.757 10,5% 37.981.668 39.863.037 4,7% 2.348.205 2.754.423 16,3%
GERDAU MET
53.370.116 58.503.964 9,1%
26.818.352 30.169.539 11,8% 37.981.668 39.863.037 4,7% 2.320.455 2.717.511 16,1%
MANGELS INDL
674.913 448.615 -31,5%
27.201 -110.059 -474,8%
474.319 460.995 -2,6%
33.624 -39.416 -204,4%
MET DUQUE*
203.293 78.778 113.096 14.029 PANATLANTICA
345.354 582.407 64,6%
174.065 281.428 58,0%
374.837 746.372 93,3%
15.767 68.165 312,7%
PARANAPANEMA
4.186.697 4.434.969 5,6%
1.461.730 1.377.441 -5,4%
4.025.774 5.548.621 35,6%
-209.832 160.143 -165,9%
SID NACIONAL
49.295.228 50.402.539 2,1%
9.007.513 8.069.059 -9,8% 16.896.264 17.312.432 2,3%
641.697 3.119.754 363,3%
TEKNO
253.124 244.027 -3,4%
223.741 228.148 1,9%
147.409 152.919 3,5%
16.891 19.275 13,3%
USIMINAS
32.774.219 31.357.994 -4,1%
18.513.073 18.833.945 1,6% 12.708.799 12.829.467 0,9%
-138.475 700.880 -570,3%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
195.985.751 206.067.267
4,8%
86.535.534 92.374.254
6,3% 111.600.362 117.743.499
5,2% 5.127.610 9.587.278
81,8%
BENS DE CAPITAL / CAPITAL GOODS
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Máquinas e Equipamentos / Machinery and Equipment
ACO ALTONA
AUTOMETAL
BARDELLA
BAUMER
BEMATECH
COBRASMA*
DHB
EMBRAER
FORJAS TAURUS
FRAS-LE
INDS ROMI
INEPAR
IOCHP-MAXION
KEPLER WEBER
*DFs Individuais
128
254.190 262.022 2.588.601 4.534.074 768.680 759.849 100.514 124.593 477.338 500.652 169.799 166.943 237.103 231.449 19.393.667 23.760.310 1.114.304 1.184.094 897.342 934.196 1.614.560 1.421.130 2.970.018 3.269.834 5.785.582 6.035.705 587.901 674.361 2,9%
70,7%
-1,1%
22,5%
4,6%
-1,6%
-2,2%
21,2%
5,9%
3,9%
-11,3%
9,5%
4,1%
13,8%
63.144 69.020 1.262.340 1.611.802 406.830 359.975 62.735 75.550 374.705 403.984 -4.499.495 -5.086.955 -305.572 -370.014 6.846.482 8.509.009 201.780 145.993 368.980 395.848 635.527 649.923 295.239 103.084 1.090.910 1.445.160 320.973 364.082 8,8%
26,0%
-10,8%
19,2%
7,4%
-12,3%
-19,8%
22,8%
-26,0%
6,9%
2,1%
-61,2%
30,6%
12,6%
183.783 180.363 1.613.063 2.553.136 393.184 424.949 99.746 108.697 328.390 365.384 55 60 218.811 134.737 12.201.715 13.635.846 700.971 807.340 662.758 717.281 599.105 667.423 1.205.865 1.069.064 5.698.513 6.126.493 424.441 594.762 -1,8%
54,8%
7,6%
8,4%
10,6%
8,6%
-36,2%
11,1%
14,3%
7,7%
10,7%
-10,7%
7,1%
37,8%
17.247 18.111 4,7%
213.968 262.840 21,5%
-16.111 -24.290 -47,8%
13.133 19.607 46,4%
44.860 58.414 28,4%
-72.827 -78.145 -6,9%
-4.571 -48.644 -907,2%
1.217.431 1.605.885 30,0%
84.163 16.029 -76,2%
50.479 67.404 31,5%
-37.235 30.277 170,6%
61.430 -96.121 -241,3%
278.510 453.559 59,1%
42.130 84.119 93,8%
Statistics
Estatísticas
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
26.381 67.408 146,3%
754.085 1.143.280 48,6%
29.790 -9.439 -123,9%
0,40
0,37
1,66
2,34
459.711 520.142 12,4%
3.734.993 3.813.322 2,0%
1.096.383 1.283.773 16,1%
0,46
0,49
0,93
0,87
88.379 88.862 0,5%
711.023 766.066 7,3%
-56.104 17.524 123,5%
0,54
0,59
0,67
0,67
-697.753 -697.582 0,02%
12.973.572 12.258.918 -5,2%
3.771.000 1.359.008 -60,2%
0,22
0,26
0,86
0,85
751.965 290.097 -57,8%
8.676.982 9.526.829 9,2%
2.667.077 3.046.635 13,4%
0,30
0,31
2,40
1,77
3.244 -6.826 -292,1%
670.502 734.443 9,0%
-3 10.525 330193,2%
0,07
0,09
0,80
0,89
-168.849 -208.759 -22,2%
15.476.621 16.622.001 7,0%
3.868.880 4.240.136 9,0%
0,20
0,21
0,60
1,53
-182.126 -220.459 -19,8%
10.719.104 12.876.985 18,9%
910.778 1.502.841 61,2%
0,20
0,21
0,97
1,20
280.952 -167.117
-150,1%
53.716.882 57.741.844
7,1%
12.287.801 11.451.003
-5,9%
0,24
0,26
1,11
1,20
-738.305 507.038 158,7%
32.499.778
40.664.749
23,6%
35.700 1.402.327 3601,8%
0,86
56,13
3,75
5,29
459 39.390 7980,4%
201.856
225.828
11,2%
228.865 257.491 11,8%
1,33
0,34
0,42
0,45
313.689 95.133 -65,6%
1.397.338
1.472.411
5,1%
249.862 278.274 10,7%
0,72
0,76
2,10
1,97
-2.466 -33.904 -1199,5%
2.590.524
2.559.455
-1,1%
-282.993 -292.540 -3,2%
1,73
1,81
5,50
5,85
-45.197 -111.580 -138,2%
476.309
643.199
33,0%
-121.788 -30.401 70,6%
0,73
0,50
2,90
12,19
-277.566 -2.237.870 -664,5%
597.091
350.681
-38,8%
818.924 449.446 -42,5%
-
-
0,16
0,24
-3.484 -22.928 -525,1%
35.572
49.023
35,6%
28.713 -3.527 -105,6%
0,64
0,94
0,78
2,16
-9.498 -11.745 -22,3%
1.508.180
1.035.635
-29,5%
-33.368 40.616 208,6%
1,13
1,32
8,48
3,83
50.118 11.514 -72,5%
196.138
138.199
-27,8%
203.095 239.275 16,8%
0,75
0,72
0,48
0,33
-1.172.774 -17.430.479 -1304,3%
9.385.272
15.123.999
57,5%
2.421.133 -14.486.577 -657,1%
0,02
0,16
1,21
0,04
-32.724 -2.399.842 -6806,1%
6.466.940
6.339.047
-1,9%
-874.026 -1.711.964 -90,2%
0,04
0,09
1,94
2,88
20.959.362 23.006.885 9,2%
332.282.634 403.632.954
20,2%
48.481.229 40.825.848 -14,9%
0,42
0,40
0,96
1,16
45.071 26.920 -37,9%
610.193
679.315
10,7%
174.636 230.772 30,2%
0,47
0,58
0,88
1,02
82.468 192.242 125,2%
206.245
630.264
193,4%
1.010.280 1.050.519 3,7%
0,19
0,16
0,09
0,26
-49.840 -66.069 -30,6%
673.130
545.349
-17,9%
115.409 112.332 -2,5%
1,10
1,98
-2,40
-1,71
39.282 360.072 768,4%
232.561
871.184
258,4%
179.472 21.277 -82,9%
0,00
0,12
0,56
1,17
19.158.595 1.924.777
-84,6%
389.359.761
474.961.292
20,7%
52.635.143
28.383.168
-43,4%
0,43
0,43
1,04
1,33
13.224 7.285 -42,3%
159.088 155.706 -2,0%
25.627 21.908 -13,7%
0,20
0,16
0,64
0,58
85.544 73.727 -13,0%
144.072 163.647 12,8%
537.873 532.092 -1,0%
0,54
0,58
0,12
0,13
-4.325 -2.316 43,7%
53.325 54.363 1,8%
3.519 8.424 131,1%
1,43
1,33
2,28
2,79
1.496.240 1.693.702 12,4%
24.295.241 26.194.283 7,4%
8.587.215 10.940.592 25,8%
0,72
0,68
0,84
0,82
1.332.677 1.520.480 13,3%
26.551.764 28.334.425 6,3%
7.298.167 10.902.684 46,5%
0,71
0,68
0,99
0,94
-148.897 -137.260 7,4%
647.712 558.674 -12,9%
52.401 -348.310 -719,5%
0,70
1,03
23,81
-5,08
191 -
-
124.515 -
-
-27.574 -
-
0,56
-
1,58
15.470 64.815 300,1%
171.289 300.979 71,2%
141.897 239.387 64,6%
1,09
1,28
0,98
1,07
-206.488 5.905 96,8%
2.724.967 3.057.528 11,5%
232.823 336.404 41,9%
0,96
1,25
1,86
2,22
-480.574 533.994 198,6%
40.287.715 42.333.480 4,8%
14.713.869 10.837.812 -24,8%
0,34
0,34
4,47
5,25
21.385 21.581 0,9%
29.383 15.879 -43,2%
142.641 101.272 -27,3%
0,58
0,63
0,13
0,07
-531.300 16.791 97,1%
14.261.146 12.524.049 -11,5%
5.377.724 4.372.803 -17,6%
0,39
0,41
0,77
0,66
1.593.147
3.798.704
130,3%
109.450.217 113.693.013
3,6%
37.086.182
37.945.068
2,2%
0,57
0,57
1,26
1,23
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
7.704 159.295 -26.650 9.054 32.513 -531.994 -121.841 699.008 -117.210 25.059 -37.369 -146.143 105.706 31.281 9.216 151.000 -38.627 14.127 42.943 -587.460 -135.763 786.410 -80.310 40.107 1.842 -187.618 211.300 62.098 18,5%
-4,9%
-42,3%
52,7%
30,2%
-9,8%
-10,8%
11,8%
29,6%
56,5%
98,7%
-26,7%
94,0%
92,7%
191.046 1.326.261 361.850 37.779 102.633 4.669.294 542.675 12.547.185 912.524 528.362 979.033 2.674.779 4.694.672 266.928 193.002 2.922.272 399.874 49.043 96.668 5.253.898 601.463 15.251.301 1.038.101 538.348 771.207 3.166.750 4.590.545 310.279 1,0%
113,2%
9,9%
28,1%
-5,5%
11,8%
10,2%
20,3%
12,9%
1,8%
-20,0%
17,3%
-2,1%
15,3%
30.224 869.787 115.295 37.846 129.607 -4.297 -341.309 5.259.095 63.762 202.277 378.347 -384.713 346.131 132.272 39.290 442.283 4.158 50.386 163.049 -3.383 -432.399 6.735.217 45.198 327.981 371.410 -560.189 384.793 145.391 28,2%
-46,2%
-90,7%
31,2%
24,3%
20,0%
-25,1%
26,4%
-27,4%
58,5%
-1,7%
-42,9%
10,5%
9,3%
0,72
0,62
0,51
0,99
0,69
0,00
0,92
0,63
0,63
0,74
0,37
0,41
0,98
0,72
0,69
0,56
0,56
0,87
0,73
0,00
0,58
0,57
0,68
0,77
0,47
0,33
1,02
0,88
3,03
1,05
0,89
0,60
0,27
-1,04
-1,78
1,83
4,52
1,43
1,54
9,06
4,30
0,83
2,80
1,81
1,11
0,65
0,24
-1,03
-1,63
1,79
7,11
1,36
1,19
30,72
3,18
0,85
129
Estatísticas
Statistics
BENS DE CAPITAL / CAPITAL GOODS
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Máquinas e Equipamentos / Machinery and Equipment (cont.)
LUPATECH
1.560.666 1.430.219 -7,9%
-192.798 563.491 369,1%
561.525 565.289 0,6%
-275.230 -126.873 50,7%
MARCOPOLO
3.512.075 4.117.840 16,2%
1.312.444 1.533.991 15,9%
3.817.134 3.659.309 -3,9%
391.256 394.893 0,9%
METAL LEVE
2.347.729 2.427.735 3,2%
1.362.226 1.374.259 0,8%
2.228.803 2.393.752 7,0%
269.728 311.362 14,5%
METALFRIO
980.021 1.210.307 22,1%
279.517 268.454 -3,7%
701.789 813.114 14,9%
1.302 46 -90,8%
METISA
261.794 348.714 31,2%
178.462 183.038 2,4%
224.630 247.547 9,6%
24.743 25.574 3,2%
NORDON MET*
25.154 24.419 -2,7%
-67.345 -75.790 -11,8%
-
-
-
-6.472 -7.996 -22,2%
PLASCAR PART
978.254 975.255 -0,3%
396.839 319.889 -18,2%
910.815 848.213 -6,5%
-12.244 -47.947 -274,4%
RANDON PART
4.321.295 4.906.918 12,8%
1.857.657 1.642.808 -10,9%
3.501.921 4.253.328 20,2%
167.919 446.422 156,1%
RECRUSUL
92.198 96.844 4,7%
-35.490 -43.113 -20,2%
12.951 19.050 44,3%
-6.658 -2.857 53,7%
RIOSULENSE*
182.120 185.356 1,7%
6.457 448 -87,6%
109.373 135.423 22,4%
2.100 13.250 499,6%
SCHULZ
860.025 957.343 10,6%
315.195 358.721 13,0%
646.558 812.424 24,1%
84.874 124.521 44,0%
TUPY
3.801.254 4.507.010 17,5%
1.185.855 1.901.901 56,8%
2.671.120 3.122.984 15,9%
188.988 258.677 34,7%
WEG
8.873.550 10.141.293 13,4%
4.151.626 4.642.267 11,1%
6.173.878 6.828.896 10,0%
808.411 1.011.753 23,7%
WETZEL S/A
199.446 212.616 6,2%
-14.431 -9.450 32,5%
190.591 228.440 18,7%
7.529 18.218 133,6%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
64.955.180 75.401.081
15,1%
17.860.792 21.337.375
18,3% 46.081.488 51.313.304
10,7% 3.538.853 4.788.088
33,2%
BENS DE CONSUMO NÃO CÍCLICO / NON-CYCLE CONSUMPTION GOODS
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Alimentos / Food
BRF S.A.
30.765.486 32.374.569 4,9%
14.569.167 14.696.154 0,8% 28.517.383 30.521.246 6,6% 1.323.422 1.959.648 45,2%
EXCELSIOR*
39.625 43.318 8,8%
8.231 16.959 99,8%
95.813 117.288 21,1%
7.936 15.784 93,0%
JBS
49.756.193 68.670.221 35,8%
21.433.306 23.133.254 7,5% 75.696.710 92.902.798 21,4% 2.720.529 4.155.326 49,6%
JOSAPAR
1.210.282 1.342.254 10,3%
495.549 478.367 -3,3%
930.344 987.306 5,8%
80.236 69.693 -12,4%
LAEP
461.518 -413.840 184.654 -823.294 M.DIASBRANCO
3.426.892 2.820.095 -16,7%
2.410.618 4.311.638 74,2%
3.545.152 578.802 -78,7%
544.411 578.802 5,9%
MARFRIG
25.589.454 17.827.564 -28,5%
4.305.092 3.119.022 -25,9% 23.726.394 18.752.376 -19,7% 1.161.626 866.754 -23,9%
MINERVA
4.367.073 4.978.136 13,2%
754.307 443.628 -38,8%
4.379.891 5.456.566 23,1%
418.428 459.517 9,2%
MINUPAR
280.032 213.192 -22,5%
-183.338 -249.173 -33,8%
300.631 225.096 -23,6%
-226.063 8.903 97,8%
ODERICH*
320.613 351.330 9,0%
99.799 108.429 8,1%
323.487 330.033 1,9%
29.024 31.587 8,3%
RENAR
156.691 135.299 -12,8%
27.944 38.771 36,5%
49.316 44.202 -9,8%
-12.420 24.825 -282,2%
SLC AGRICOLA
3.715.631 4.261.078 13,8%
1.993.625 2.137.012 6,8%
1.118.743 1.181.520 5,3%
145.121 150.479 3,5%
TEREOS
9.364.000 10.861.000 15,0%
3.627.000 4.260.000 16,4%
6.876.000 7.640.000 10,5%
398.000 235.000 -38,5%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
129.453.490 143.878.056
10,5%
49.127.460 52.494.061
6,4% 145.744.518 158.737.233
8,4% 5.766.956 8.556.318
45,5%
Atacado e Varejo / Wholesale and Retail
AREZZO
636.591 703.866 9,9%
453.899 514.542 12,6%
860.335 962.950 11,2%
128.205 148.490 14,9%
B2W VAREJO
4.786.747 6.613.476 35,9%
969.013 829.673 -13,5%
4.812.439 6.088.500 24,9%
159.847 272.970 66,6%
BOMBRIL
719.917 710.601 -1,2%
-15.692 -123.868 -648,6%
984.038 1.159.975 16,8%
44.657 37.004 -16,1%
BR PHARMA
2.903.094 3.129.138 7,3%
1.543.120 1.407.503 -8,3%
2.685.741 3.253.831 19,9%
76.123 -54.260 -161,2%
DIMED
500.816 599.894 18,6%
233.640 276.897 17,4%
1.524.000 1.740.420 13,4%
68.792 77.427 11,8%
DUFRY AG
7.875.214 11.183.098 39,5%
1.328.295 3.343.908 142,8%
6.580.804 8.394.391 25,9%
574.350 669.389 15,6%
VIAVAREJO (Ex GLOBEX)
12.082.472 13.457.823 10,7%
2.995.588 3.950.803 30,0% 22.846.250 21.755.945 -4,5% 1.213.930 2.237.365 79,3%
GRAZZIOTIN
457.101 517.831 12,5%
318.616 356.152 11,1%
318.642 358.395 11,7%
39.117 53.334 34,2%
GUARARAPES
4.240.672 4.758.289 11,5%
2.526.929 2.829.123 11,3%
3.545.995 4.069.090 13,9%
504.504 571.803 12,6%
HYPERMARCAS
12.656.511 12.501.987 -1,1%
6.868.366 7.078.577 2,9%
3.873.683 4.258.740 9,4%
770.585 896.556 15,4%
LE LIS BLANC*
973.059 989.623 1,6%
208.045 156.121 -23,5%
635.914 713.678 11,5%
63.803 57.566 -9,2%
LOJAS AMERIC
11.080.294 14.138.353 26,0%
1.169.305 1.488.484 25,7% 11.334.061 13.401.172 17,2% 1.243.794 1.450.915 15,7%
LOJAS HERING*
30.530 50.878 62,7%
3.874 17.483 330,5%
2.486 2.667 6,9%
2.658 20.855 644,2%
LOJAS MARISA
2.440.691 2.576.323 5,2%
1.039.049 1.107.738 6,2%
2.877.388 3.096.990 7,2%
355.416 206.457 -39,4%
LOJAS RENNER
3.770.028 4.515.524 18,6%
1.305.683 1.493.253 13,5%
3.862.508 4.370.328 12,4%
559.250 650.438 15,3%
MAGAZINE LUIZA
4.107.744 4.713.904 13,9%
615.992 694.611 12,0%
7.066.770 8.088.439 13,6%
166.471 374.966 117,8%
MINASMAQUINA
132.948 141.725 6,2%
72.527 80.294 10,1%
315.104 276.463 -11,5%
11.583 13.480 15,4%
NATURA
5.375.379 6.248.321 15,3%
1.306.097 1.168.250 -9,9%
6.345.669 7.010.311 9,9% 1.369.550 1.415.996 3,2%
P.ACUCAR-CBD
35.396.234 38.008.352 6,9%
11.067.951 12.711.964 14,0% 50.924.461 57.730.262 12,6% 2.869.207 2.948.239 2,6%
PROFARMA
1.430.602 1.778.666 22,9%
570.929 571.564 0,1%
3.233.057 3.470.310 6,9%
84.388 76.009 -9,3%
RAIADROGASIL
3.340.186 3.614.093 7,7%
2.264.659 2.326.983 2,6%
5.380.728 6.232.919 14,9%
160.624 149.834 -6,3%
SARAIVA LIVR
1.334.941 1.326.029 -0,6%
515.941 515.741 0,0%
1.923.585 2.143.751 10,8%
143.899 49.124 -62,0%
WLM IND COM
658.138 689.017 4,4%
492.516 479.843 -2,4%
812.481 1.134.715 37,3%
53.861 35.188 -32,6%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
116.929.909 132.966.811
12,9%
37.854.342 43.275.639
13,5% 142.746.139 159.714.242
11,2% 10.664.614 12.359.145
15,0%
*DFs Individuais
130
Estatísticas
Statistics
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
-560.699 -378.789 30,5%
1.753.464 866.728 -47,6%
-482.547 -1.389.256 -176,8%
0,36
0,40
-9,09
1,54
302.357 292.117 -3,2%
2.199.631 2.583.849 16,4%
740.071 1.469.629 92,8%
1,09
0,89
1,68
1,68
179.514 193.768 7,5%
985.503 1.053.476 6,5%
346.210 628.056 76,6%
0,95
0,99
0,72
0,77
13.680 -18.792 -223,3%
700.504 941.853 32,4%
306.773 178.809 -39,2%
0,72
0,67
2,51
3,51
22.288 22.603 1,3%
83.332 165.676 93,0%
108.928 227.579 102,5%
0,86
0,71
0,47
0,91
-7.586 -8.445 -10,7%
92.499 100.209 7,8%
-47.008 -358 93,4%
-
-
3,68
-1,32
-62.620 -77.599 -22,5%
581.415 655.366 12,0%
-64.920 -149.210 -122,2%
0,93
0,87
1,47
2,05
101.052 306.766 191,5%
2.463.638 3.264.110 30,6%
1.303.370 1.876.478 41,4%
0,81
0,87
1,33
1,99
-14.746 -7.734 44,7%
127.688 139.957 9,0%
-26.756 -41.129 -50,5%
0,14
0,20
-3,60
-3,25
-15.549 -6.009 57,7%
175.663 184.908 5,0%
-74.193 -93.994 -25,1%
0,60
0,73
27,21
412,74
45.934 61.497 31,9%
544.830 598.622 9,3%
187.860 348.837 80,6%
0,75
0,85
1,73
1,67
66.357 86.321 28,3%
2.615.399 2.605.109 -0,4%
336.180 1.248.300 255,3%
0,70
0,69
2,21
1,37
664.864 845.304 25,5%
4.721.924 5.499.026 15,5%
2.697.193 4.273.739 55,0%
0,70
0,67
1,14
1,18
-15.381 4.738 123,1%
213.877 222.066 3,6%
-9.309 -20.279 -110,9%
0,96
1,07
-14,82
-23,50
807.878 1.605.011
92,8%
47.094.388 54.063.706
13,9%
12.156.176 16.270.386
31,8%
0,71
0,68
2,64
2,53
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
R$ milhares / R$ thousands
770.002 1.062.430 35,7%
16.176.319 17.678.415 8,7%
4.108.348 4.806.492 16,0%
0,93
0,94
1,11
4.109 9.650 126,9%
31.394 26.359 -15,1%
-3.271 5.665 -257,0%
2,42
2,71
3,81
762.890 1.118.325 43,8%
28.322.887 45.536.967 57,2%
7.845.826 11.204.614 40,3%
1,52
1,35
1,32
38.557 24.209 -35,0%
714.733 863.887 19,6%
365.430 330.345 -9,0%
0,77
0,74
1,44
-833.593 -
-
875.358 -
-
-152.930 -
-
0,40
-
-2,12
470.538 524.385 10,8%
1.016.274 -1.491.543 -232,2%
616.742 690.587 11,3%
1,03
0,21
0,42
-233.231 -897.088 -267,8%
21.284.362 14.708.542 -29,1%
2.547.332 3.805.164 46,5%
0,93
1,05
4,94
-198.818 -314.285 -54,6%
3.612.766 4.534.508 24,0%
1.243.045 1.500.924 19,5%
1,00
1,10
4,79
-231.210 -56.991 70,9%
463.370 462.365 -0,2%
-275.853 -289.993 -4,8%
1,07
1,06
-2,53
8.031 14.792 79,2%
220.814 242.901 9,4%
49.652 69.057 36,8%
1,01
0,94
2,21
-23.034 7.767 125,8%
128.747 96.528 -23,5%
-4.446 3.923 177,1%
0,31
0,33
4,61
38.430 96.603 142,4%
1.722.006 2.124.066 22,0%
274.610 258.019 -5,7%
0,30
0,28
0,86
157.000 -25.000 -109,1%
5.737.000 6.601.000 14,2%
49.000 48.000 -1,9%
0,73
0,70
1,58
729.671 1.564.797
107,7%
80.306.030 91.383.995
13,0%
16.663.485 22.432.797
32,6%
1,13
1,10
1,63
1,20
1,55
1,97
1,81
-0,35
4,72
10,22
-1,86
2,24
2,49
0,99
1,55
1,74
96.874 110.555 13,3%
182.692 189.324 3,4%
386.144 409.233 5,6%
1,35
1,37
0,40
0,37
-170.667 -159.562 6,1%
3.817.734 5.783.803 48,5%
1.489.384 1.586.170 6,1%
1,01
0,92
3,94
6,97
-23.310 -154.039 -527,7%
735.609 834.469 12,6%
26.820 -34.554 -215,3%
1,37
1,63
-46,88
-6,74
2.974 -151.379 -4883,3%
1.359.974 1.721.635 25,0%
565.495 512.095 -8,9%
0,93
1,04
0,88
1,22
47.105 56.145 18,1%
267.176 322.997 19,7%
172.487 170.221 -1,2%
3,04
2,90
1,14
1,17
328.456 354.168 7,4%
6.546.919 7.839.190 18,6%
1.002.044 67.611 -87,7%
0,84
0,75
4,93
2,34
322.159 1.144.519 240,2%
9.086.884 9.507.020 4,4%
1.073.170 1.175.200 8,9%
1,89
1,62
3,03
2,41
37.876 50.433 31,2%
138.485 161.679 15,8%
148.672 175.874 17,2%
0,70
0,69
0,43
0,45
365.551 420.584 14,2%
1.713.743 1.929.166 11,8%
1.377.013 1.378.415 0,1%
0,84
0,86
0,68
0,68
203.913 256.722 24,4%
5.788.145 5.423.410 -5,9%
2.352.822 1.857.204 -19,8%
0,31
0,34
0,84
0,77
11.645 -18.408 -242,8%
765.014 833.502 8,4%
245.531 239.914 -2,2%
0,65
13,54
3,68
0,56
346.574 402.617 15,2%
9.910.989 12.649.869 26,0%
2.449.610 3.511.256 40,8%
1,02
0,95
8,48
8,50
1.607 13.609 702,7%
26.656 33.395 23,8%
1.011 1.254 22,6%
0,08
0,05
6,88
1,91
229.914 85.498 -59,1%
1.401.642 1.468.585 4,5%
1.074.778 1.003.249 -6,3%
1,18
1,20
1,35
1,33
355.401 407.404 13,8%
2.464.345 3.022.271 21,3%
771.678 1.068.673 36,2%
1,02
0,97
1,89
2,02
-6.745 113.806 1681,6%
3.491.752 4.019.293 14,2%
221.755 100.985 -51,2%
1,72
1,72
5,67
5,79
8.143 8.959 9,4%
60.421 61.431 1,6%
52.151 60.408 14,9%
2,37
0,04
0,83
0,77
861.222 847.806 -1,5%
4.069.282 5.080.071 23,4%
963.605 1.186.093 21,7%
1,18
0,18
3,12
4,35
1.156.436 1.396.207 19,5%
24.328.283 25.296.388 3,7%
3.295.291 1.596.981 -48,5%
1,44
1,52
2,20
1,99
42.284 19.064 -51,7%
859.673 1.207.102 38,0%
608.648 592.299 -2,5%
2,26
1,95
1,51
2,11
104.855 100.985 -3,5%
1.075.527 1.287.110 18,5%
830.588 883.571 6,0%
1,61
1,72
0,47
0,55
77.015 13.021 -78,2%
819.000 810.288 -1,0%
411.889 399.467 -2,8%
1,44
1,62
1,59
1,57
34.582 19.362 -41,4%
165.622 209.174 24,7%
208.989 195.494 -6,1%
1,23
1,65
0,34
0,44
4.433.864
5.338.076
19,2%
79.075.567
89.691.172
12,6%
19.729.575
17.727.880
-9,6%
1,22
1,20
2,09
2,07
131
Estatísticas
Statistics
BENS DE CONSUMO CÍCLICO / CYCLE CONSUMPTION GOODS
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Bebidas & Fumo / Beverage & Tobacco
AMBEV S/A
61.832.875 68.674.019
10,4%
37.268.998 43.997.398 17,0% 32.231.027 34.791.391 7,5% 13.630.320 15.375.110 12,0%
CACIQUE
542.581
509.764
-5,7%
227.664 265.709 15,7%
715.918 772.218 7,4%
52.573 104.535 93,0%
IGUACU CAFE
514.491
-147.245 761.229 -109.535 SOUZA CRUZ
6.124.681
6.405.486
4,3%
2.365.463 2.440.374 3,0%
6.131.131 6.287.412 2,4% 2.374.604 2.477.435 4,1%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
69.014.628 75.589.269
9,0%
39.714.880 46.703.481
16,6% 39.839.305 41.851.021
4,8% 15.947.962 17.957.080
11,9%
Educação / Education
ABRIL EDUCA
1.856.749 3.233.106 69,7%
1.045.713 1.587.332 48,7%
883.524 1.036.492 16,3%
186.331 206.958 10,4%
ANHANGUERA
3.724.521 3.580.217 -3,6%
2.209.139 2.327.296 5,0%
1.607.383 1.812.782 12,0%
209.725 203.107 -3,0%
ANIMA
261.641 867.023 217,7%
18.357 477.016 2350,9%
323.689 461.292 40,0%
34.839 39.901 13,7%
ESTACIO PART
1.239.810 2.138.652 68,2%
707.035 1.517.642 107,9%
1.383.290 1.731.010 23,7%
148.691 248.545 63,2%
KROTON
3.783.920 4.079.162 7,3%
2.246.204 2.618.689 15,6%
1.405.566 2.015.942 40,9%
243.056 558.750 122,2%
SER EDUCA
379.291 803.365 105,2%
193.198 451.366 125,7%
283.285 456.761 57,6%
76.405 137.378 75,1%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
11.245.932 14.701.525
28,9%
6.419.646 8.979.341
37,5%
5.886.737 7.514.279
26,0%
899.047 1.394.639
51,9%
Lazer, Turismo e Hotelaria / Leisure Industry
BHG
1.132.949 1.423.738 24,1%
761.953 1.087.882 40,2%
237.141 263.871 10,6%
30.095 38.935 27,6%
CVC BRASIL
1.720.046 2.069.379 19,1%
210.632 316.281 47,2%
623.361 641.189 2,7%
160.743 265.546 61,3%
HOTEIS OTHON
517.900 537.959 3,6%
-165.867 -54.693 63,1%
152.651 174.236 13,3%
-446 117.336 24847,8%
IMC HOLDINGS
1.430.213 1.637.624 13,6%
879.037 921.911 4,6%
1.172.427 1.367.622 15,7%
59.458 50.418 -14,3%
SAUIPE*
33.446 373.487 956,6%
-14.121 326.369 2268,7%
132.150 158.279 18,6%
-18.994 -8.081 54,1%
SPTURIS*
288.299 300.050 3,8%
75.897 83.314 9,2%
205.670 181.117 -11,2%
7.258 853 -83,0%
TIME FOR FUN
619.755 678.850 9,0%
345.443 332.766 -3,5%
694.236 551.323 -19,4%
-4.716 -5.554 -16,7%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
5.742.608
7.021.087
20,9%
2.092.974 3.013.830
41,4%
3.217.636 3.337.637
3,5%
-16.452
-12.782
21,0%
Tecidos, Vestuário e Calçados / Textile, Clothing and Footwear
ALPARGATAS
2.740.729 3.361.984 21,3%
1.660.898 1.834.451 9,8%
3.006.982 3.425.959 13,1%
291.759 325.399 10,8%
BUETTNER*
220.804 212.992 -3,3%
-56.309 -81.106 -41,4%
60.850 55.453 -8,3%
-5.807 -7.236 -23,2%
CAMBUCI
245.568 269.370 9,1%
14.123 17.785 24,4%
274.172 283.287 3,1%
-8.233 27.796 411,8%
CEDRO
627.992 691.175 9,5%
321.272 330.066 2,6%
504.939 584.440 14,8%
31.421 39.677 24,7%
CIA HERING
1.182.334 1.298.958 9,3%
784.000 907.258 14,8%
1.491.316 1.679.779 11,9%
373.130 405.003 8,0%
COTEMINAS
3.110.364 3.180.514 2,1%
1.651.192 1.671.583 1,2%
2.045.150 2.398.140 16,2%
120.591 91.029 -23,1%
DOHLER
552.446 577.403 4,3%
411.442 440.290 6,6%
313.678 368.302 16,4%
22.584 45.095 93,8%
ENCORPAR
181.747 332.309 77,9%
160.794 243.242 48,2%
3.080 486 -79,2%
-9.025 13.634 236,2%
GRENDENE
2.291.452 2.369.342 3,2%
1.953.562 2.067.960 5,5%
1.882.326 2.187.264 15,2%
362.813 399.233 9,4%
IND CATAGUAS
272.803 268.614 -1,4%
142.960 146.064 2,0%
193.083 189.472 -1,8%
4.635 4.319 -6,4%
KARSTEN
420.893 364.033 -12,7%
36.367 -1.348 -97,6%
346.503 336.133 -2,8%
36.167 10.029 -68,0%
MUNDIAL
870.769 932.867 6,7%
32.330 37.402 14,8%
368.142 409.698 10,6%
27.483 42.165 50,3%
PETTENATI
320.106 335.306 4,5%
123.363 124.644 1,0%
299.027 322.475 7,4%
-4.568 7.492 248,4%
SANTANENSE
324.874 416.906 26,7%
245.031 272.420 10,5%
371.627 385.145 3,4%
52.271 48.336 -7,1%
SCHLOSSER*
115.109 115.830 0,6%
-109.416 -130.242 -17,9%
173 930 411,7%
-7.713 -6.583 13,8%
SPRINGS
2.467.974 2.442.998 -1,0%
1.217.533 1.151.963 -5,1%
1.682.909 2.043.029 20,1%
113.742 63.592 -41,5%
TEC BLUMENAU*
7.520 7.342 -2,2%
-34.192 -39.287 -14,0%
0
0
-
-381 -394 -3,2%
TECEL S JOSE
19.118 7.881 -55,3%
-117.660 -135.874 -14,6%
-
-
-
-4.082 -11.735 -176,4%
TECHNOS
505.254 831.946 60,8%
407.784 446.009 8,8%
312.715 433.696 36,4%
64.759 48.490 -23,6%
TEKA
837.479 832.116 -0,6%
-756.164 -912.632 -19,5%
186.239 114.594 -36,2%
288.074 -52.512 -111,2%
TEX RENAUX
198.523 122.379 -36,1%
-179.640 -198.001 -9,6%
75.142 90.166 18,8%
12.125 2.838 -72,1%
VULCABRAS
1.375.440 1.267.560 -7,4%
5.649 133.474 2129,1%
1.483.125 1.326.837 -9,9%
-104.465 -8.919 86,1%
WEMBLEY
3.256.259 3.262.986 0,2%
1.772.581 1.638.910 -7,1%
2.048.229 2.398.626 16,1%
110.445 105.050 -4,6%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
22.145.557 23.502.811
5,8%
9.687.500 9.965.031
2,7% 16.949.407 19.033.911
11,6% 1.767.725 1.591.798
-9,4%
Utilidades Domésticas / Domestic Utilities
BIC MONARK
231.087 209.590 -8,8%
194.952 185.337 -4,6%
35.460 34.557 -2,4%
1.260 796 -34,6%
BRASMOTOR*
928.386 1.067.544 14,1%
922.122 1.061.800 14,3%
0
0
-
265.937 360.369 33,4%
ESTRELA
164.477 186.980 12,9%
-213.481 -259.649 -20,3%
120.521 130.984 8,2%
79 -1.365 -1719,8%
HERCULES*
6.482 5.970 -7,4%
-380.277 -414.127 -8,4%
3.903 3.512 -9,4%
4.173 3.549 -14,1%
IGB S/A
745.013 817.903 9,2%
-55.710 -99.252 -73,5%
14.515 3.361 -72,3%
159.737 -52.111 -124,8%
ITAUTEC
1.075.649 750.578 -28,4%
543.832 155.959 -67,1%
700.437 439.305 -35,1%
4.900 -221.538 -4348,1%
NADIR FIGUEI
720.594 708.420 -1,6%
297.441 301.164 1,2%
495.416 486.567 -1,7%
22.439 28.744 26,4%
POSITIVO INF
1.815.432 1.879.734 3,3%
640.032 645.728 0,8%
2.195.474 2.566.533 15,9%
62.277 74.864 19,0%
PRO METALURG*
2.140 1.556 -25,7%
-278.935 -290.863 -4,0%
9.483 10.418 9,3%
746 2.559 228,7%
SPRINGER
169.192 139.436 -16,5%
131.321 115.345 -11,4%
87.991 117.861 31,9%
-5.546 -18.766 -224,3%
TECTOY
62.078 86.565 37,1%
8.364 2.673 -64,0%
73.232 122.509 63,3%
-8.871 2.633 122,0%
UNICASA*
274.219 249.997 -8,3%
222.130 205.303 -7,1%
279.441 256.706 -7,7%
47.754 16.771 -61,0%
WHIRLPOOL
5.968.374 6.576.714 9,6%
2.131.711 2.464.736 14,7%
8.457.901 9.334.857 9,8%
871.525 1.068.250 21,2%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
12.163.123 12.680.987
4,0%
4.163.502 4.074.154
-2,0% 12.473.774 13.507.170
7,8% 1.426.410 1.264.755
-10,7%
*DFs Individuais
132
Estatísticas
Statistics
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
0.420.578 11.354.070 1
8,4%
24.563.877 24.676.621 0,4%
778.625 3.289.431 303,4%
0,52
0,51
0,66
0,56
11.833 51.547 315,8%
314.917 244.055 -21,2%
27.062 77.536 175,5%
1,32
1,51
1,38
0,92
-68.103 -
-
661.736 -
-
-282.785 -
-
1,48
-
-4,49
1.641.371 1.694.282 3,0%
3.759.218 3.965.112 5,2%
1.415.012 1.596.434 12,1%
1,00
0,98
1,59
1,62
12.005.679 13.099.899
8,6%
29.299.748
28.885.788
-1,3%
1.937.914
4.963.401
146,9%
0,58
0,55
0,74
0,62
98.123 78.885 -18,4%
811.036 1.645.774 96,8%
393.141 415.451 5,3%
0,48
0,32
0,78
1,04
152.048 125.420 -16,5%
1.515.382 1.252.921 -16,3%
391.767 478.023 20,7%
0,43
0,51
0,69
0,54
23.503 34.020 42,1%
243.284 390.007 56,7%
-11.149 471.248 4071,1%
1,24
0,53
13,25
0,82
109.688 244.707 115,8%
532.775 621.010 15,6%
317.915 979.892 195,9%
1,12
0,81
0,75
0,41
202.044 516.571 146,5%
1.537.716 1.460.473 -4,7%
171.986 355.987 100,7%
0,37
0,49
0,68
0,56
64.256 116.297 76,2%
186.093 351.999 83,9%
-12.076 313.968 2540,4%
0,75
0,57
0,96
0,78
649.662 1.115.900
67,5%
4.826.286
5.722.184
17,5%
1.251.584
3.014.569
132,5%
0,52
0,51
0,75
0,64
-7.477 1.833 117,2%
370.996 335.856 -8,9%
-75.689 188.141 328,0%
0,21
0,19
0,49
0,31
20.112 111.682 428,4%
1.509.414 1.753.098 15,2%
379.556 366.379 -3,3%
0,36
0,31
7,17
5,54
-27.889 112.193 472,6%
683.767 592.652 -12,5%
-130.483 -104.929 18,4%
0,29
0,32
-4,12
-10,84
17.854 4.179 -72,1%
551.176 715.713 28,1%
-12.913 -23.881 -79,9%
0,82
0,84
0,63
0,78
-18.682 -7.494 56,3%
47.567 47.118 -0,9%
-14.460 -7.830 43,1%
3,95
0,42
-3,37
0,14
1.122 412 -59,5%
212.402 216.736 1,9%
-50.231 -35.048 28,4%
0,71
0,60
2,80
2,60
-3.957 -14.720 -255,9%
274.312 346.084 24,6%
151.210 89.167 -38,6%
1,12
0,81
0,79
1,04
-18.917 208.085
1129,1%
3.649.634 4.007.257
9,2%
246.990
471.999
85,7%
0,56
0,48
1,74
1,33
280.536 309.763 9,8%
1.079.831 1.527.533 39,0%
1.083.528 1.169.737 7,5%
1,10
1,02
0,65
0,83
-16.970 -23.147 -34,2%
277.113 294.098 5,8%
-129.598 -144.690 -11,0%
0,28
0,26
-4,92
-3,63
-27.615 331 95,2%
231.445 251.585 8,2%
74.844 49.781 -31,5%
1,12
1,05
16,39
14,15
16.418 16.090 -1,9%
306.720 361.109 16,7%
39.604 41.785 5,2%
0,80
0,85
0,95
1,09
311.014 318.172 2,2%
398.334 391.700 -1,6%
536.207 622.209 15,1%
1,26
1,29
0,51
0,43
-129.024 -24.553 76,2%
1.459.172 1.508.931 3,2%
687.679 565.060 -16,8%
0,66
0,75
0,88
0,90
21.001 40.114 85,6%
141.004 137.113 -2,6%
187.920 217.906 15,0%
0,57
0,64
0,34
0,31
-8.408 14.435 255,6%
20.953 89.067 305,9%
-1.396 -15.127 -925,5%
0,02
0,00
0,13
0,37
429.003 433.540 1,0%
337.890 301.382 -10,2%
1.310.195 1.408.996 7,1%
0,82
0,92
0,17
0,15
4.681 5.231 11,1%
129.843 122.550 -5,3%
98.434 94.853 -3,4%
0,71
0,71
0,91
0,84
-2.469 -38.224 -1362,6%
384.526 365.381 -4,7%
83.518 33.994 -55,8%
0,82
0,92
10,57
-271,05
-5.745 4.856 173,6%
838.439 895.465 6,4%
-147.506 -193.782 -29,5%
0,42
0,44
25,93
23,94
-4.330 3.375 167,4%
196.743 210.662 6,7%
67.127 -4.649 -100,6%
0,93
0,96
1,59
1,69
32.024 35.831 11,2%
79.843 144.486 76,2%
126.620 41.792 -63,0%
1,14
0,92
0,33
0,53
-24.398 -20.826 13,8%
224.525 246.072 9,0%
-121.081 -139.621 -14,4%
0,00
0,01
-2,05
-1,89
-144.165 -52.735 59,7%
1.250.441 1.291.035 3,1%
538.018 411.406 -22,1%
0,68
0,84
1,03
1,12
-4.749 -5.095 -6,9%
41.712 46.629 11,1%
-413 -454 -9,3%
0,00
0,00
-1,22
-1,19
-8.065 -18.213 -118,4%
136.778 143.755 4,8%
-131.966 -139.896 -5,7%
-
-
-1,16
-1,06
63.764 31.522 -47,6%
97.470 385.937 278,5%
97.470 348.517 242,3%
0,62
0,52
0,24
0,87
101.658 -154.873 -237,4%
1.593.643 1.744.748 8,9%
-690.683 -801.010 -15,0%
0,22
0,14
-2,11
-1,91
-42.125 -19.771 49,9%
378.163 320.380 -14,4%
-222.931 -162.662 25,4%
0,38
0,74
-2,11
-1,62
-307.957 -126.685 55,4%
1.369.791 1.134.086 -16,2%
106.305 58.461 -42,3%
1,08
1,05
242,48
8,50
-149.163 -12.950 85,9%
1.483.678 1.624.076 8,9%
688.498 563.659 -17,1%
0,63
0,74
0,84
0,99
384.916
716.188
81,0%
12.458.059 13.537.780
6,1%
4.280.393 4.026.265
-99,6%
0,77
0,81
0,79
0,82
10.627 7.890 -24,2%
36.135 24.253 -30,9%
206.330 191.187 -6,9%
0,15
0,16
0,19
0,13
262.672 361.449 35,4%
6.264 5.744 -7,8%
-1.406 -195 81,0%
0,00
0,00
0,01
0,01
-24.452 -36.385 -45,9%
377.958 446.629 17,1%
-215.665 -253.716 -16,6%
0,73
0,70
-1,77
-1,72
-31.366 -33.866 -7,5%
386.759 420.097 8,1%
-2.680 -4.639 -68,8%
0,60
0,59
-1,02
-1,01
176.807 -43.551 -117,3%
800.723 917.155 13,7%
-38.695 -52.477 -33,5%
0,02
-
-14,37
-9,24
1.500 -388.676 -24474,4%
531.817 594.619 11,1%
422.933 172.437 -55,7%
0,65
0,59
0,98
3,81
9.245 6.857 -24,3%
423.153 407.256 -3,5%
70.347 97.466 36,3%
0,69
0,69
1,42
1,35
30.190 15.590 -45,5%
1.175.400 1.234.006 4,7%
406.662 507.206 23,3%
1,21
1,37
1,84
1,91
-14.154 -11.928 14,8%
281.075 292.419 3,8%
-204.025 -215.958 -5,5%
4,43
6,70
-1,01
-1,01
-4.310 -15.803 -250,9%
37.871 24.091 -34,2%
76.395 47.062 -36,1%
0,52
0,84
0,29
0,21
-10.359 5.691 145,8%
53.714 83.892 52,9%
8.554 3.842 -51,8%
1,18
1,42
6,42
31,38
42.164 13.709 -63,5%
52.089 44.694 -13,4%
89.738 71.890 -18,7%
1,02
1,03
0,23
0,22
616.951 820.770 31,1%
3.836.663 4.111.978 6,8%
884.116 1.160.373 29,4%
1,42
1,42
1,80
1,67
1.065.515
701.747
-32,1%
7.999.621
8.606.833
7,1%
1.702.604
1.724.478
1,2%
1,03
1,07
1,92
2,11
133
Estatísticas
Statistics
SERVIÇOS / SERVICES
Balanço / Balance Sheet
Ativo Total
Depósitos Totais
Crédito Total
Patrimônio Líquido
Operacional Total Assets
Total deposits
Total credit
Shareholders’ Equity
Empresa
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Bancos & Crédito / Banking
ABC BRASIL
12.737.680 15.763.903
22,4%
11.768.155 15.301.695
28,3% 13.312.705 17.080.863
26,6%
1.735.481 1.973.838
12,9%
ALFA FINANC*
6.091.012
5.899.831
-3,0%
4.252.194
4.678.150
9,4%
4.042.448
3.844.329
-4,6%
703.839
743.185
5,3%
ALFA INVEST
13.982.692 13.526.800
-3,1%
4.253.927
1.641.809
-57,8%
3.961.641
3.356.809
-14,4%
1.141.249 1.193.095
4,3%
AMAZONIA*
10.517.798 11.330.107
7,3%
8.487.635 9.705.113
13,5% 10.295.256 11.083.209
7,2% 2.030.1631.624.994 -18,8%
BANESE*
2.942.073 3.378.125 13,9% 2.684.2373.098.628 14,5% 2.863.744 3.289.839 14,0% 257.807279.485 7,9%
BANESTES
12.682.310 14.274.712 11,8% 11.434.70012.959.124
12,5% 12.106.093 13.719.647
12,5% 766.898 971.991 25,2%
BANPARA*
3.728.257 4.549.552 20,7% 3.308.4204.043.419 20,9% 3.675.944 4.466.725 20,2% 419.837506.133 19,3%
BANRISUL
47.565.722 54.114.961 13,0% 41.945.91647.973.936
13,5% 46.197.085 52.429.557
12,7% 4.841.7815.333.931
9,6%
BICBANCO
18.046.340 15.437.963 -13,6% 16.576.24314.016.856 -14,5% 17.996.306 15.417.773 -13,5% 1.979.7481.925.359 -2,6%
BRADESCO
799.540.624 838.301.614
4,6% 728.194.234766.198.688
4,9% 784.276.538 822.186.061
4,5% 71.346.39072.102.926
1,0%
BRASIL
1.014.080.577 1.162.167.882
13,7%
983.135.4591.154.180.653
16,4% 1.012.726.353 1.189.696.651
16,4% 65.205.981 76.381.996
16,1%
BRB BANCO*
9.773.466 11.576.733
17,4%
8.384.488
9.880.200
16,8%
9.064.875 10.621.774
16,2%
1.035.054 1.190.253
14,1%
BTGP BANCO
124.425.734 120.888.308
-2,7%
76.539.818 102.614.103
32,1% 79.349.026 106.243.612
31,9% 10.442.769 12.816.676
21,4%
DAYCOVAL
12.486.618 14.574.519 15,7% 10.777.10512.547.041
15,5% 12.804.784 14.788.912
14,6% 2.192.5942.434.098 10,4%
FINANSINOS*
30.386 28.703-5,2%
8.601 7.210-15,2% 17.552 27.328 52,4% 21.78521.493-1,3%
INDUSVAL
3.958.176 4.933.387 23,2% 3.435.4773.991.809 15,2% 3.948.778 4.444.610 11,8% 588.635681.593 14,9%
ITAUUNIBANCO
957.154.0001.027.297.000
6,9% 243.200.000 274.383.000
12,1% 366.984.000 411.702.000
11,5% 75.998.000 84.192.000
10,1%
MERC BRASIL
14.380.997 14.138.545
-1,6%
12.514.193 12.614.895
0,8% 12.914.568 12.984.499
0,5%
861.086
966.725
11,5%
MERC FINANC*
685.333
1.337.948
89,6%
536.763
1.175.467
112,0%
680.874
1.333.195
90,1%
148.442
162.452
8,9%
MERC INVEST*
248.568
101.368
-55,7%
192.708
44.715
-72,3%
248.568
101.368
-55,7%
55.860
56.653
1,3%
NORD BRASIL*
31.888.888 33.817.503
5,7%
29.205.137 30.777.673
5,1% 31.687.326 33.581.899
5,6%
2.683.751 3.039.830
12,5%
PANAMERICANO
18.528.849 21.592.913 15,6%
6.614.128 9.265.305
37,7% 13.755.537 15.675.504
13,1% 2.471.8952.304.860 -6,4%
PARANA*
3.783.980 4.391.945 15,1%
2.567.970 3.105.914
19,7% 3.187.399 3.770.886
17,2% 1.215.9571.285.976
5,4%
PATAGONIA
10.875.179 11.768.023
7,7%
9.376.200 9.872.780
5,0% 2.569.579 3.108.481
19,7% 1.480.9191.878.759 25,3%
PINE
10.405.652 10.544.666
1,3%
9.164.429 9.252.149
0,9% 7.796.236 9.868.277
25,0% 1.219.9461.272.408
4,0%
SANTANDER BR
422.607.863 453.052.695
6,8%
407.322.168 451.046.653
10,1% 433.477.187 481.268.372
10,4% 79.136.126 81.655.302
3,0%
SOFISA
3.795.355 3.598.467 -4,9% 2.217.0662.012.255 -8,7% 1.864.491 1.830.593 -1,7% 773.228695.404 -9,5%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
3.566.944.129 3.872.388.173
8,1% 2.638.097.371 2.966.389.240
11,7% 2.891.804.893 3.247.922.773
11,6% 330.755.221 357.691.415
7,7%
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Investimentos
Ativo Total
Patrimônio Líquido
EBIT
Empresa
Investments
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Holdings / Holdings
ALFA CONSORC
747.429 782.102 4,4%
2.459.921 2.529.211 2,7%
1.204.008 1.275.027 5,6%
69.580 31.255 -51,8%
ALFA HOLDING*
703.096 741.261 5,1%
709.015 746.955 5,0%
704.176 742.044 5,1%
52.303 44.819 -13,5%
BAHEMA
4.138 5.097 21,8%
62.655 56.591 -9,1%
50.968 40.715 -18,9%
-6.888 -8.358 -20,1%
BATTISTELLA
2.145 59.083 2497,6%
496.336 352.006 -27,4%
-65.314 -37.208 40,5%
46.278 50.730 9,1%
BRADESPAR
7.963.719 8.306.835 4,1%
10.900.714 10.858.768 -0,4%
9.156.234 9.034.225 -1,3%
579.765 19.594 -90,9%
CEMEPE*
771 771 0,0%
773 773 -
-4.417 -4.550 -2,8%
-141 -133 5,3%
DOCAS
77.488 139.076 74,8%
550.058 410.852 -23,8%
-420.265 -462.748 9,5%
-35.838 -46.913 -29,1%
HABITASUL
835.301 856.238 2,4%
1.305.968 1.324.002 1,3%
508.728 507.808 -0,2%
10.716 28.277 154,2%
INVEST BEMGE*
-
-
-
154.941 160.552 3,4%
149.794 157.239 4,7%
-497 -538 -7,8%
ITAITINGA*
-
-
-
2
10 376,4%
-114 -100 11,6%
-126 -76 37,3%
ITAUSA*
29.688.000 32.181.000 7,9%
31.964.000 34.432.000 7,3% 30.027.000 33.131.000 9,7% 4.539.000 5.554.000 21,0%
J B DUARTE*
11.455 20.163 71,5%
117.113 118.794 1,4%
35.071 42.441 19,8%
-8.565 -4.163 48,4%
MONT ARANHA
840.259 848.006 0,9%
1.317.491 1.270.050 -3,4%
1.235.572 1.177.876 -4,4%
139.898 95.228 -30,0%
POLPAR*
-
-
12.680 14.077 10,4%
8.656 10.460 19,6%
169 -48 -120,8%
TELEBRAS*
1.099 3.807 231,8%
986.848 1.173.060 17,8%
262.543 116.583 -52,3%
-4.101 -78.215 -1700,4%
ULTRAPAR
15.513 58.941 263,4%
15.299.925 16.378.545 6,6%
6.015.736 6.546.886 8,3% 1.709.116 2.139.040 23,7%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
40.890.413 44.002.380
7,2%
66.338.440 69.826.246
4,9% 48.868.376 52.277.698
6,6% 7.090.669 7.824.499
9,7%
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Serviços Financeiros / Financial Services
ALL ORE (Ex STEEL BRASIL)
41.444 15.583 -58,7%
-18.386 -46.542 -144,1%
0
0
-
-21.166 -17.819 14,9%
BMFBOVESPA
24.147.114 25.896.659 6,8%
19.413.882 19.298.892 -0,6%
2.064.750 2.131.795 3,1% 1.450.940 1.506.000 3,6%
BR INSURANCE
850.875 849.952 -0,1%
506.267 508.142 0,3%
228.315 257.848 12,2%
104.960 98.881 -5,4%
BRAZILIAN FR
2.695.856 48.601 -92,4%
795.223 35.634 -89,9%
60.140 14.077 -72,1%
-201.842 -95.660 49,5%
CETIP
2.633.784 2.682.648 1,7%
1.428.082 1.694.594 17,6%
917.137 1.075.717 16,3%
483.556 553.104 13,5%
CIELO
10.037.189 13.310.582 30,7%
2.286.107 3.331.879 43,0%
5.427.406 6.734.240 22,7% 2.765.265 3.184.011 14,2%
CIMS*
154.242 13.706 -85,7%
59.679 -54.714 -180,4%
0
0
-
-177 -116.788 -61988,3%
GP INVEST
3.578.547 3.204.833 -9,8%
2.698.687 2.336.202 -12,6%
80.386 -131.113 -247,6%
-75.029 -308.439 -292,7%
IDEIASNET
788.427 892.891 12,5%
96.174 148.808 51,5%
1.613.506 1.538.362 -4,4%
10.618 7.076 -31,4%
MULTIPLUS*
1.302.109 1.538.909 17,1%
149.246 185.883 23,1%
1.476.014 1.650.810 11,1%
235.404 276.609 16,5%
PAR AL BAHIA
697.614 674.469 -3,1%
548.995 515.477 -5,7%
207.017 232.054 11,4%
-2.767 -21.107 -623,6%
PORTO SEGURO
18.739.955 20.409.315 8,4%
5.069.387 5.893.508 15,3%
0
0
-
9.311 1.268.234 12721,7%
SEG AL BAHIA
425.988 438.510 2,8%
178.524 175.231 -1,7%
57.830 64.156 10,3%
4.296 6.314 44,2%
SUL AMERICA
14.321.812 16.961.967 17,4%
3.345.361 3.618.298 7,7% 10.440.295 11.769.873 12,0%
149.888 278.219 80,6%
TARPON INV
78.604 92.161 16,2%
25.518 71.132 168,2%
96.904 129.568 31,7%
56.203 89.167 55,2%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
80.493.560 87.030.786
2,8%
36.582.746 37.712.424
3,2% 22.669.700 25.467.387
11,6% 4.969.460 6.707.802
36,0%
*DFs Individuais
134
Estatísticas
Statistics
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Receita Intermediação Financeira
Lucro/Prejuizo do Período
Endividamento Total
Giro do Ativo
Alavancagem
Revenue from Financial Intermediation
Net Income / Loss
Total indebtedness
Asset Turnover Leverage
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
1.470.226
1.682.14913,6% 240.919265.4179,6%11.002.199
13.790.06523,8% 0,12 0,11 6,346,99
705.380
678.510
-3,6%
94.365
53.403
-40,8%
5.387.173
5.156.646
-4,0%
0,12
0,12
7,65
6,94
1.036.180
1.128.049
8,3%
66.187
67.764
2,2%
12.841.443
12.333.705
-3,7%
0,07
0,08
11,25
10,34
927.393
892.815 -3,5% 165.949182.4989,4%8.487.635
9.705.11313,5% 0,09 0,08 4,185,97
508.308
469.400
-7,2%
87.991
58.340
-31,7%
2.684.266
3.098.640
14,5%
0,17
0,14
10,41
11,09
1.214.090
1.368.555
12,0%
73.403
113.476
51,4%
11.915.412
13.302.721
11,0%
0,10
0,10
15,54
13,69
674.579
885.82929,5% 129.022140.8658,6%3.308.420
4.043.41920,9% 0,18 0,19 7,887,99
5.973.979
6.232.784 4,1% 833.709748.970-9,6%42.723.941
48.781.03013,3% 0,13 0,12 8,829,15
2.050.370
1.836.154
-9,8%
40.089
16.232
-56,0%
16.066.592
13.512.604
-15,0%
0,11
0,12
8,12
7,02
85.950.345 77.698.157
-9,0%
11.351.694
12.486.138
9,4%
728.194.234
766.198.688
4,9%
0,11
0,09
10,21
10,63
94.180.849 104.582.211
10,4%
11.405.317
11.288.834
-1,0%
948.874.596 1.085.785.886
13,6%
0,09
0,09
14,55
14,22
1.749.823
1.910.786 8,7% 195.644211.2257,5%8.738.412
10.386.48017,7% 0,18 0,17 8,448,73
8.067.816
8.826.415
8,8%
2.154.126
2.584.821
18,8%
124.425.734 112.820.492
-8,8%
0,06
0,07
11,92
8,80
2.163.199
2.136.729 -1,2% 361.359231.584
-33,8%10.294.024
12.140.42116,9% 0,17 0,15 4,694,99
6.853
7.215
5,0%
1.394
462 -62,9%
8.601
7.210 -15,2%
0,23
0,25
0,39
0,34
614.684
564.642 -7,7%
2.059
-109.945
-5118,2%3.369.541
4.251.79424,6% 0,16 0,11 5,726,24
96.364.000 94.127.000
-2,2%
13.191.000
16.522.000
23,8%
881.156.000
943.105.000
6,6%
0,10
0,09
11,59
11,20
2.648.174
2.812.641
5,8%
136.127
86.918
-34,0%
13.519.911
13.171.820
-2,4%
0,18
0,20
15,70
13,63
76.722 211.237
165,0%
16.768
20.514
21,0%
536.891 1.175.496
111,9%
0,11
0,16
3,62
7,24
46.646
13.518
-66,8%
5.431
2.123 -57,3%
192.708
44.715
-72,3%
0,19
0,13
3,45
0,79
3.804.675
3.710.087
-2,3%
508.363
360.357
-27,4%
29.205.137
30.777.673
5,1%
0,12
0,11
10,88
10,12
3.609.098
4.535.33324,1% -495.961
-151.727
65,3%16.056.954
19.288.05318,9% 0,19 0,21 6,508,37
591.006
655.58410,3% 196.692132.546
-30,7%2.568.023
3.105.96919,7% 0,16 0,15 2,112,42
1.244.845
1.534.360
21,9%
402.501
626.365
52,3%
9.394.260
9.889.264
5,0%
0,11
0,13
6,34
5,26
1.236.601
1.181.919
-4,2%
187.453
161.596
-13,0%
9.185.706
9.272.258
0,9%
0,12
0,11
7,53
7,29
52.643.537 51.217.046
-2,5%
5.493.224
5.848.124
6,1%
343.471.737
371.397.393
7,6%
0,12
0,11
4,34
4,55
970.477
557.056
-40,1%
24.849
20.512
-16,4%
3.022.127
2.903.063
-3,7%
0,26
0,15
3,91
4,17
370.529.855371.456.181
0,2%
46.869.674
51.969.412
10,2%
3.246.631.677 3.519.445.618
7,9%
0,10
0,10
9,82
9,84
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
93.165 77.874 -15,4%
1.255.913 1.254.184 -0,1%
401.923 -188.527 -138,2%
-
0,01
1,04
0,98
52.406 44.923 -13,4%
4.839 4.911 1,4%
-969 -986 -1,7%
-
-
0,01
0,01
-2.048 -2.702 -30,0%
11.687 15.876 33,7%
56.028 44.903 -18,7%
-
7,99
0,19
0,28
-34.159 27.475 169,8%
561.650 389.214 -28,9%
-47.534 -55.454 -15,7%
-30,45
-0,63
1,13
1,11
486.066 -47.709 -103,3%
1.744.480 1.824.543 4,3%
-128.480 1.083.823 -887,8%
5,82
0,63
0,19
0,20
-143 -133 6,6%
5.190 5.323 2,4%
-
-
-
-
-5,90
6,71
6,89
-46.595 -35.911 21,6%
970.323 873.600 -9,4%
-60.729 -42.586 28,1%
-5,42
-3,33
1,76
2,13
507 13.061 2329,8%
797.240 816.194 2,2%
51.717 29.818 -39,8%
0,61
0,59
0,61
0,62
7.793 7.516 -3,3%
5.147 3.313 -33,5%
142.976 84.798 -38,3%
-
-
0,03
0,02
-126 -76 37,3%
116 110 -4,9%
-34 -10 66,4%
-
-
58,00
11,00
4.539.000 5.698.000 24,0%
1.937.000 1.301.000 -30,9%
-196.000 79.000 132,0%
1,01
1,03
0,06
0,04
-2.125 2.353 -198,3%
82.042 76.353 -6,5%
24.795 31.172 24,2%
-
2,10
0,70
0,64
172.670 105.993 -36,3%
81.919 92.174 11,8%
440.175 371.226 -14,7%
1,47
1,39
0,06
0,07
247 82 -62,9%
4.024 3.617 -9,5%
646 14.042 1951,1%
-
-
0,32
0,26
40.754 -145.746 -430,6%
724.305 1.056.477 43,2%
460.658 284.712 -35,9%
-
30,62
0,73
0,90
1.017.864 1.228.713 19,5%
9.284.189 9.831.659 5,5%
2.278.401 4.139.449 76,9%
3,52
111,08
0,61
0,60
6.325.276
6.973.713
9,6%
17.470.064
17.548.548
0,4%
3.423.573
5.875.380
67,4%
1,20
1,19
0,36
0,34
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
-24.703 -25.410 -2,7%
59.830 62.125 3,6%
-27.404 -48.684 -73,1%
-
-
-3,25
-1,33
1.074.256 1.080.947 0,6%
4.733.232 6.597.767 37,1%
1.875.673 1.608.637 -13,4%
0,09
0,08
0,24
0,34
117.528 108.605 -7,1%
344.608 341.810 -0,8%
237.154 -134.170 -147,3%
0,27
0,30
0,68
0,67
-16.311 27.108 -250,5%
1.900.633 12.967 -93,4%
390.151 38.092 -84,9%
0,02
0,29
2,39
0,36
275.395 360.778 29,2%
1.205.702 988.054 -17,0%
24.317 209.927 718,2%
0,35
0,40
0,84
0,58
2.320.618 2.680.676 14,6%
7.751.082 9.978.703 27,0%
1.711.172 2.740.500 56,6%
0,54
0,51
3,39
2,99
-169.106 -114.393 30,4%
94.563 68.420 -26,0%
104.710 -10.577 -103,6%
-
-
1,58
-1,25
-67.831 -366.900 -414,8%
879.860 868.631 -1,2%
584.610 586.490 0,3%
0,02
-0,04
0,33
0,37
-20.613 -15.501 23,3%
692.253 744.083 7,0%
9.146 -24.815 -349,4%
2,05
1,72
7,20
5,00
224.305 232.089 3,3%
1.152.863 1.353.026 16,3%
63.661 88.541 36,8%
1,13
1,07
7,72
7,28
2.797 -11.215 -471,4%
148.619 158.992 6,6%
295.928 249.644 -14,7%
0,30
0,34
0,27
0,31
679.998 1.397.311 99,3%
13.670.568 14.515.807 5,8%
3.233.843 1.777.826 -42,4%
-
-
2,70
2,46
13.718 10.607 -21,3%
247.464 263.279 6,0%
117.422 114.566 -2,3%
0,14
0,15
1,39
1,50
483.248 487.153 0,8%
10.976.451 13.343.669 20,3%
4.600.756 4.556.326 -0,9%
0,73
0,69
3,28
3,69
40.688 74.040 77,1%
53.086 21.029 -56,8%
23.554 69.484 183,5%
1,23
1,41
2,08
0,30
4.933.987
5.925.895
18,2%
43.910.814
49.318.362
2,5%
13.244.693
11.821.787
-13,5%
0,28
0,29
1,20
1,31
135
Estatísticas
Statistics
SERVIÇOS / SERVICES
Balanço / Balance Sheet
Resultado / Results
Ativo Total
Patrimônio Líquido
Receita de Venda de Bens e/ou Serv.
EBIT
Empresa
Operacional Total Assets
Shareholders’ Equity
Net Revenue
EBIT
Company
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
Serviços Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos / Wealth Services
BIOMM
7.009 138.078 1759,5%
-21.995 108.936 560,1%
-
-
-
-11.836 -7.516 34,3%
CREMER
769.680 691.512 -9,6%
279.656 265.668 -4,7%
618.026 571.588 -7,1%
-44.239 61.224 224,3%
DASA
4.272.175 4.691.811 9,2%
2.607.192 2.708.810 3,7%
2.264.142 2.487.487 9,3%
244.951 289.492 17,1%
FLEURY
2.738.159 3.211.167 16,3%
1.705.908 1.689.033 -0,9%
1.501.783 1.656.896 9,7%
214.511 169.506 -19,7%
ODONTOPREV
1.035.921 1.073.885 3,5%
701.301 697.802 -0,5%
955.483 1.069.606 11,2%
199.928 263.085 29,7%
QUALICORP
3.095.251 3.242.027 4,5%
1.992.203 2.013.928 1,0%
920.674 1.199.534 28,5%
79.179 231.361 180,8%
TEMPO PART
565.144 596.726 5,3%
279.319 295.625 5,5%
1.915.108 1.160.141 -37,1%
34.603 49.091 39,4%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
12.483.339 13.645.206
9,1%
7.543.584 7.779.802
2,9%
8.175.216 8.145.252
-0,3%
717.097 1.056.243
44,5%
Tecnologia da Informação / Information Technology
CSU CARDSYST*
337.259
346.355
2,5%
161.317
153.543
-4,5%
372.976
352.801
-5,1%
35.791
8.326
-72,2%
DTCOM-DIRECT*
15.702 16.187 2,9%
4.828
3.722 -21,6% 12.061 12.441 3,0%
1.813
161-85,7%
LINX
375.443 769.01198,6% 233.443 586.370142,2% 230.989 295.449 26,3% 34.22957.27563,3%
SENIOR SOL
33.704
79.490 127,8%
14.110
57.076
286,5%
46.246
51.196
10,1%
8.300
5.362
-33,3%
TOTVS
1.420.621 1.848.780 28,4%
913.1461.069.838 16,1% 1.413.976 1.611.794 13,2% 296.820 319.024 7,0%
VALID
1.108.581 1.172.956 5,5%
512.449 543.470
5,7% 937.1391.174.992 23,9% 166.230133.118 -18,7%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
3.291.310
4.232.779
26,9%
1.839.293 2.414.019
29,4%
3.013.387 3.498.673
15,2%
543.183
523.266
-3,5%
Telecomunicações / Telecommunication
BRASIL TELEC
77.791.271 70.096.071 -9,3%
19.826.618 11.524.138 -39,4% 25.169.230 28.422.147 12,2% 3.324.608 5.286.617 55,5%
CONTAX
2.479.819 2.638.616 6,0%
504.422 438.249 -12,3%
3.619.013 3.617.962 0,0%
161.452 196.366 20,3%
EMBRATEL PAR
28.898.199 34.638.559 18,7%
15.979.597 15.789.925 -1,1% 18.781.235 21.212.169 12,2% 2.260.115 1.779.282 -20,0%
INEPAR TEL*
513 539 4,8%
-23.322 -6.945 66,1%
-
-
-
-472 -432 8,0%
LA FONTE TEL
1.055.427 959.335 -8,6%
829.146 724.218 -11,9%
0
0
-
-91.745 -92.788 -1,1%
LF TEL
19.361.177 1.437.627 -87,1%
3.973.920 763.305 -76,0%
7.245.013 0
-
748.076 -34.413 -98,4%
NET
9.759.180 12.826.492 29,6%
4.581.541 5.733.132 23,6%
7.939.196 9.708.757 21,0%
933.183 1.053.801 12,2%
TELEF BRASIL
70.254.667 69.541.075 -1,0%
44.681.120 42.894.442 -3,8% 33.931.422 34.721.897 2,2% 7.212.289 4.877.124 -30,5%
TIM PART S/A
26.108.977 28.138.167 7,3%
13.832.870 14.594.640 5,2% 18.763.947 19.921.291 5,8% 2.321.445 2.438.873 4,8%
SUBSECTOR ACCUMULATED
Acumulado do Subsetor
235.709.230 220.276.481
-6,1% 104.185.912 92.455.104
-10,5% 115.449.056 117.604.223
1,8% 16.868.951 15.504.430
-7,6%
*DFs Individuais
136
Estatísticas
Statistics
R$ milhares / R$ thousands
Resultado / Results
Indicadores Econômicos / Financeiros Economic / Financial Indicators
Lucro / Prejuízo do Período
Endividamento Total
Capital de Giro
Giro do AtivoGrau de Endividamento
Net Income / Loss Total indebtedness
Working Capital Asset Turnover Debt-to-equity ratio
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
Var. Real %
2012
2013
2012
2013
Actual Var. %
Actual Var. %
Actual Var. %
-14.140 -10.059 27,2%
29.004 29.142 0,4%
-15.113 84.562 620,6%
-
-
-1,32
0,27
-10.476 30.032 363,8%
490.024 425.844 -12,3%
192.343 114.975 -37,8%
0,80
0,83
1,75
1,60
84.728 131.582 52,0%
1.664.983 1.983.001 18,0%
592.472 707.848 18,3%
0,53
0,53
0,64
0,73
106.588 61.143 -40,1%
1.032.251 1.522.134 44,7%
419.234 794.498 84,2%
0,55
0,52
0,61
0,90
145.763 188.436 27,6%
334.620 376.083 11,7%
121.038 149.542 22,2%
0,92
1,00
0,48
0,54
23.386 -12.195 -143,2%
1.103.048 1.228.099 10,7%
-24.516 118.819 550,1%
0,30
0,37
0,55
0,61
52.362 40.347 -21,6%
285.825 301.101 5,0%
162.735 140.945 -12,6%
3,39
1,94
1,02
1,02
388.211
429.286
10,0%
4.939.755
5.865.404
18,5%
1.448.193
2.111.189
43,1%
0,65
0,60
0,65
0,75
22.195
179
-93,3%
175.942
192.812
9,0%
5.236
1.621
-65,0%
1,11
1,02
1,09
1,26
5 -1.304-24632,8%
10.874
12.465 13,8%
-3.133
-3.017
-3,5%
0,77
0,77
2,25
3,35
17.304
62.410
245,3%
142.000
182.641
26,9%
56.796
331.149
454,5%
0,62
0,38
0,61
0,31
5.952
6.331
6,0%
19.594
22.414 13,5%
11.225
38.953 232,4%
1,37
0,64
1,39
0,39
207.148
223.100 7,2% 507.475778.942
50,3% 410.964574.09537,3% 1,00 0,87 0,560,73
102.829
91.727
-10,2%
596.132
629.486
5,3%
159.129
362.777
120,4%
0,85
1,00
1,16
1,16
355.433
382.443
7,2%
1.452.017
1.818.760
23,8%
640.217
1.305.578
97,8%
0,92
0,83
0,79
0,75
837.477 1.493.015 73,6%
57.964.653 58.571.933 1,0%
4.077.899 2.146.681 -44,6%
0,32
0,41
2,92
5,08
50.303 103.620 99,7%
1.975.397 2.200.367 10,7%
43.524 -15.083 -126,7%
1,46
1,37
3,92
5,02
795.846 425.579 -43,8%
12.918.602 18.848.634 43,2%
-379.960 -3.536.051 -781,5%
0,65
0,61
0,82
1,19
-1.833 -1.623 10,8%
23.835 7.484 -64,5%
-5.938 -6.454 -8,2%
-
-
-1,02
-1,08
-71.703 -79.969 -10,8%
226.281 235.117 3,7%
250.524 221.952 -10,7%
0,00
0,00
0,27
0,32
-32.640 -105.688 -210,6%
15.387.257 674.322 -90,0%
847.995 -138.595 -109,5%
0,37
0,00
3,87
0,88
393.702 176.568 -51,9%
5.177.639 7.093.360 34,8%
-1.462.425 -2.206.833 -47,9%
0,81
0,76
1,13
1,24
4.452.181 3.715.945 -15,6%
25.573.547 26.646.633 3,9%
2.734.471 2.168.389 -19,5%
0,48
0,50
0,57
0,62
1.448.888 1.505.614 3,7%
12.276.107 13.543.527 9,7%
2.592.495 2.692.701 3,6%
0,72
0,71
0,89
0,93
7.872.221
7.233.061
-7,6%
71.583.268
67.049.077
-6,0%
4.577.162
-804.891
-110,6%
0,49
0,53
0,69
0,73
137
Estatísticas
Statistics
Evolução Real do Ativo Total Médio
Total average assets performance (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
-5,9%-10,5%12,8%87,7%23,5%50,9%31,5%11,9%15,0% 4,9%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
8,9%16,2%42,5%21,7%17,4% 9,6% 8,4% 8,4%14,5% 9,8%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
-5,6%
-13,1%
-10,5%0,0%2,4%-2,8%0,2%2,2%1,2%
-8,0%
Energia
Elétrica
Electricity
-3,0%1,4%5,7%2,0%4,7%1,4%4,4%3,5%8,8%
-4,3%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
-32,1%
376,2%53,2%12,3%85,2%28,3% -4,4%13,9%43,9%
-14,0%
Açúcar
e Álcool
Sugar and Ethanol
Mineração
8,4%23,2%-46,7% -8,7%31,4% -9,1%14,6% 6,9%10,0% 8,5%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
-5,5%
11,2%
19,8%1,5%6,2%
29,5%-2,6%-0,6%9,8%3,6%
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
7,3% 3,1%-10,3%13,9%21,6% 6,7%36,6%10,2%12,5% 8,4%
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
11,1%5,3%8,7%
19,2%
26,0%
-21,4%0,3%9,0%4,3%4,8%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
4,9% 3,4% -5,8%19,4%20,9%-12,7% 2,8% 9,2%11,1%15,1%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas & Fumo
35,8%2,6%4,3%9,1%
26,4%
45,0%4,3%2,3%8,0%
10,0%
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
-1,3% -5,9% 7,0%16,3% 1,8%17,7%39,4%15,0% 9,5%12,9%
Wholesale and Retail
Educação
-50,2% -0,8%
4880,5%
608,1%27,1%21,7%30,0%44,4%11,7%28,9%
Education
Lazer,
Turismo e Hotelaria
-9,4% -7,5% -3,4% 69,2%-17,9% -2,2%-24,7% 0,9% -0,2%20,9%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
1,2%-2,4%16,7%-3,7%-6,5%
-10,4%-0,5%-1,8% 0,7%5,8%
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
2,8%
-17,8%
-18,8%-0,9%-1,4%3,3%2,6%6,2%8,1%4,0%
Household Utilities
Serviços / Services
Bancos
e Crédito
-4,6% 1,9% -0,7%18,8%57,0% 4,6%11,7% 9,8%-11,8% 6,2%
Banking
Holdings
-0,9% 7,8%23,0%27,6%96,4% -5,6%15,7% -5,8% 1,2% 4,9%
Holdings
Serviços
Financeiros
7,9%-17,7%
294,1%12,8%92,6%10,3% 9,9% 0,8%12,9% 2,8%
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
-32,0%
-21,9%98,9%57,8% 8,8%26,2% 2,9%37,0% 3,3% 9,1%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-17,7%
-8,5%31,4%39,7%23,2%17,9%17,7% 1,1% 9,8%26,9%
Information Technology
Telecomunicações
-11,0% -6,0% 6,8% 0,6%16,2% -0,9% -3,1%-42,5%29,2%-6,1%
Telecommunication
138
Estatísticas
Statistics
Evolução Real do Patrimônio Líquido Médio
Average shareholders’ equity (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
-5,3% -1,4%79,1%
107,1% 2,9%55,1%24,1%12,6% 3,6% 7,7%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
-48,4%
-6,3%
-306,6%43,6%-18,8%47,6%22,8% -6,2% 0,8%13,1%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
-2,6%-3,2%-1,4% 4,2%-0,9%-7,5%-3,0%-0,3%-4,9%-0,9%
Energia
Elétrica
Electricity
1,9%1,2%
11,4%3,5%-1,7%2,8%5,6%5,6%8,7%
15,0%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
Açúcar
e Álcool
-51,2%
202,1%
176,9%63,2%92,3% -5,9% -8,1%23,7%33,1%
-70,0%
Sugar and Ethanol
Mineração
13,0%25,3%-59,5%14,8%55,4% -5,5%11,8%18,8% 5,3%-2,6%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
0,4%3,8%
16,1%3,9%
-35,0%
64,9%1,7%-2,2%7,3%0,1%
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
18,0%16,7% -5,7%14,6%15,0% 9,5%71,5% 1,4% 3,0%-4,4%
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
13,3%17,6%13,8%14,5%27,9%-12,6% -6,1%12,6% 4,9% 6,3%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
13,3% -2,4% 0,7%37,0%22,3% -9,2%12,1% 2,1% 7,8%18,3%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas e Fumo
102,7%
11,4%-6,3%
11,8%3,3%
59,7%4,2%4,1%1,6%
11,0%
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
2,7% 0,5% 1,0%21,5%10,0%21,7%37,6%18,5% 9,4%13,5%
Wholesale and Retail
Educação
-58,9% -6,9%
6408,5%
524,6%24,3%18,5%38,0%21,7% 7,7%37,5%
Education
Lazer,
Turismo e Hotelaria
-135,8%
349,9%
37,0%
-294,9%
-57,3%
-41,1%3,8%0,4%7,1%
41,4%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
1,3%-0,7%
39,4%-5,8%
-10,3%5,8%1,1%
-14,6%1,4%2,7%
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
-8,8%
-8,0%
23,7%3,1%
-10,6%3,4%3,1%0,6%
13,1%
-2,0%
Household Utilities
Serviços / Services
Bancos
e Crédito
5,1% 9,0% -0,5%17,7%48,5%14,7% 8,0% 8,3%14,9% 5,6%
Banking
Holdings
14,5% 5,2%25,3%31,5% 1,2%32,0% 0,2% -5,8%14,5% 6,6%
Holdings
Serviços
Financeiros
19,2%
-16,7%
66,3%
99,5%
463,3%3,4%1,4%
-10,5%5,1%3,2%
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
-15,7%
-33,1%
188,7%
101,6% -6,9%30,2% -2,3%44,9% 0,1% 2,9%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-24,9%
-296,3%
73,1%
60,8%1,2%
20,1%8,0%9,4%7,7%
29,4%
Information Technology
Telecomunicações
-14,9%-0,8%
16,9%2,9%-4,8%6,4%3,6%
-10,7%0,8%
-10,5%
Telecommunication
139
Estatísticas
Statistics
EVOLUÇÃO REAL DO LUCRO/PREJUÍZO MÉDIO DO PERÍODO
Average net income/loss performance (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
-161,6%
-118,2%
5534,5%59,5%59,6%88,9%42,8%-28,1%-36,9%43,6%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
-133,2%
-148,0%
-569,2%-22,4%
-155,0%322,4%-19,1%-62,8%-20,0%75,6%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
64,8% 50,6% -4,2% 36,1% 15,5%-22,9%-22,6% 4,7%-69,8% -9,9%
Energia
Elétrica
Electricity
-11,9% 28,2%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
0,2% 12,3% -3,0%114,0%
0,3% -29,0% 37,7% 9,4%
Bens Primários / Raw Material
-538,1%
-89,4%-681,1%148,8%-149,1%
-31916% -37,7%162,7% -61,6%-41,2%
Açúcar
e Álcool
Sugar and Ethanol
Mineração
33,1% 53,0%-38,1%-39,2%-10,5%-51,4%183,4% 15,8%-72,8%
-119,2%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
-22,4% -23,2%
Pulp and Paper
14,8%
11,8% -256,0% 210,4% -39,5% -104,3% 271,0%-150,1%
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
-1,7% 18,7%-10,5%-21,4% 22,5% -7,0% 10,7%-17,9%-38,5%-84,6%
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
118,4%
-2,0%-16,4% 14,6% 24,3%-69,3% 40,8%-13,1%-75,9%
130,3%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
98,4%-50,9% 0,2% 48,0%-31,6% 14,8% 29,7%-40,9%-32,0%92,8%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas & Fumo
-18,5%
15,5%
20,3%-0,9%
-65,6%
119,4%9,6%
12,7%9,9%
14,3%
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
74,0%-26,0%-23,1%32,5% -3,3%86,2%16,0% -8,7%58,2%19,2%
Wholesale and Retail
Educação
Education
-77,3%
Lazer,
Turismo e Hotelaria
-19,7%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
Textile, Clothing and Footware
54,6% 202,0%-1127,8% 572,2% 163,0%
9,4%
-7,7%
32,8%
-0,4% 173,9%
67,5%
-4,0% -91,3% 148,4%-160,2% -21,8%-372,2%-1129,1%
13,5% -42,7%-320,5% 15,3% 38,1% 580,7%
-1,4% -172,3% 155,0% 81,0%
Utilidades
Domésticas
-72,6%
-413,1%
256,3%86,1%20,3%-41,6%79,7%-60,8%96,0%
-32,1%
Household Utilities
Serviços / Services
Bancos
e Crédito
11,3%
37,3%
-24,7%
35,0%3,4%8,3%
20,8%0,7%-6,9%
13,0%
Banking
Holdings
115,2% 1,6%105,3%-26,0%-30,1% 19,3%-38,2% -5,8%-20,3% 9,6%
Holdings
Serviços
Financeiros
-14,0%22,4%94,5%48,3%87,2%
-0,3%22,4%-23,8%20,6%18,2%
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
106,6%
-171,2%-37,2% 35,1%-10,0% 46,4% 47,2%-10,9%-24,3%10,0%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-91,9%
-809,0%-53,0%59,4%-75,6%95,0% 3,4% 8,2% 3,9% 7,2%
Information Technology
Telecomunicações
34,2%21,1%22,6%46,4%-6,2%
-29,5%-4,4%
-77,5%-1,3%-7,6%
Telecommunication
140
Estatísticas
Statistics
EVOLUÇÃO REAL DA RECEITA DE VENDA DE BENS E/OU SERVIÇOS
Average net revenue performance (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
0,5%-13,1%-15,6%18,8%58,7%19,0%45,0% 9,2% -1,4% 3,2%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
-2,0% 7,1%-14,6%11,5%19,9% -5,9%11,5% 8,8%15,6% 8,8%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
4,9%-7,6%
-16,9%-7,6%7,0%-1,0%3,5%1,2%8,0%
-5,2%
Energia
Elétrica
Electricity
2,6%6,7%8,6%4,4%9,0%1,5%0,4%-0,7%
13,6%9,8%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
Açúcar
e Álcool
-31,7%
4720,4%17,7%-15,1%24,6%
115,9% 1,4%25,1%23,8%-0,3%
Sugar and Ethanol
Mineração
21,5% 23,6%-46,6%-55,6% 5,1%-33,0% 60,5% 16,7% -8,6% 8,2%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
-6,9%
-2,3%7,3%
-11,0%2,5%
14,2%
13,3%-2,1%6,9%
10,9%
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
6,9%12,7% -7,2% -3,3%17,2%-18,5%12,2%10,8%12,7% 8,7%
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
11,1% 2,1% 0,5%17,6%20,2%-35,8%12,1% 4,7% 5,4% 5,2%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
31,3% -7,9% -7,9%22,6%13,2%-14,8% 8,2% 3,9%14,6%10,7%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas e Fumo
19,1%12,0% -0,6% 9,7%35,4%11,0%27,4% 7,9%15,8% 7,6%
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
-4,2% 3,2% 0,5%14,2% 9,4%15,8%20,3%29,9%14,3%11,2%
Wholesale and Retail
Educação
Education
---
---
---
---92,2%16,7% 9,7%17,2%33,7%26,0%
Lazer,
Turismo e Hotelaria
13,2%-18,0% -2,7% -8,8%15,9% 3,9% 5,9% 9,9%14,2% 3,5%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
13,2% -11,2%-19,1% 1,2% -8,6% -8,3% 3,5% -14,2% 10,1% 11,6%
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
18,0%-7,2%
-30,6%6,2%3,1%5,3%4,4%-6,5%
10,2%7,8%
Household Utilities
Serviços / Services
-8,7%9,0%
-16,5%7,9%
49,1%8,9%9,5%
10,5%
-24,4%1,3%
Bancos
e Crédito
Banking
---------------------
-5,8%
0,2%
7,2%
Holdings
Holdings
Serviços
Financeiros
45,6% -29,3%113,4% 88,4%153,0%
Financial Services
7,8%
1,9% -3,5% -20,0% 11,6%
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
12,2% -9,2% -4,9% -6,4%17,0% 9,2%32,0%10,1%20,4%-0,3%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-13,9%
2,1%13,9%24,0%28,9%31,7% 3,2% 6,0% 7,7%15,2%
Information Technology
Telecomunicações
-1,0% 0,6% 9,4% 1,7%12,4% -7,9% -5,8%-52,0%32,3% 1,8%
Telecommunication
141
Statistics
Estatísticas
EVOLUÇÃO REAL DO RESULTADO ANTES DOS TRIBUTOS SOBRE O LUCRO
Average ebit performance (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
-6,6%-14,5%-10,4%48,9%52,8%76,2%40,5%-18,0% 1,6% 8,4%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
11,5%-2,7%
4,3%-9,7%
-138,3%81,7%-6,5%-9,4%-6,8%27,5%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
-2,8%
-15,7%
-12,3%2,4%
21,8%
-29,2%-9,5%5,0%
-58,8%
20,3%
Energia
Elétrica
Electricity
3,8%
11,4%9,7%5,4%-2,0%
66,4%1,3%2,8%
-52,5%
15,0%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
Açúcar
e Álcool
Sugar and Ethanol
-90,7% 62626,8%
28,1%
-9,7% -108,8%-1793,2% -31,6% 158,8% -54,6% -24,2%
Mineração
18,6% 19,3%-47,0%-58,5%-19,1%-30,6%134,9% 23,6%-67,7%109,3%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
-15,4% -21,8%
Pulp and Paper
5,7%
-7,0%-259,2% 254,0% -25,1% -32,9% 30,2% 32,8%
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
-1,4%17,8%-8,8%-5,3%11,5%-4,9% 6,2%
-14,0%
-27,8%
-41,6%
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
29,7% -9,6%-13,2% 15,9% 43,7%-78,1% 49,0%-16,8%-54,8%81,8%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
28,5%-31,5% -3,5% 8,7%-10,0%-31,7%102,9%-10,5% 2,4%33,2%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas & Fumo
17,9%
19,5%1,7%9,8%
-64,5%
134,4%4,5%
12,3%6,0%
20,8%
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
-0,7% -2,6% -9,9%26,2%14,6%60,5%25,7% 8,9%27,0%15,0%
Wholesale and Retail
Educação
Education
---
---
---
---746,0%107,7%
3,2% 35,8%112,5% 51,9%
Lazer,
Turismo e Hotelaria
33,8%-24,4%-10,9% -2,1%-87,6%157,4%-85,4% -0,6%
-110,5%-21,0%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
17,7%-15,1%-16,1% 4,1%63,6%
378,0%43,9%-24,1%65,5%-9,4%
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
14,7% -10,1% -25,7% 19,6% 12,7% -48,6%136,5% -61,2%108,7%-10,7%
Household Utilities
Serviços / Services
Bancos
e Crédito
-----------------------------Banking
Holdings
Holdings
4,1% -3,4% 17,9% 18,4%
-108,8%
1594,9%-38,8% -5,8%-22,5% 9,7%
Serviços
Financeiros
45,6%-29,3%77,5%57,3%92,5% -3,1%25,7%-31,3%27,3%36,0%
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
17,5% -9,1% -9,9% -7,4% 8,8%32,8%45,0%14,2%-35,9%44,5%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-7,8% -8,5% 19,9% 23,9% -48,8%106,1% 3,4% -1,4% 16,5% -3,5%
Information Technology
Telecomunicações
Telecommunication
142
3,7% 5,9% 6,6% 5,1% 7,4%-35,0% -1,5%-63,0% 24,8% -7,6%
Estatísticas
Statistics
Evolução Real do Endividamento Médio
Average indebtedness performance (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
-1,3% 9,9%10,2%73,4%49,2%47,7%38,1%11,4%24,6% 7,2%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
2,5%11,6%-16,9%12,5%33,9% -1,4% 2,9%14,4%20,6% 8,6%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
-7,8%
-12,7%
-13,9%-7,4%5,5%1,1%2,8%4,1%5,7%
-12,1%
Energia
Elétrica
Electricity
-7,2%1,6%0,4%0,4%
11,6%0,1%3,5%1,8%9,1%
-19,2%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
Açúcar
e Álcool
-3,8%506,8% 7,1%-36,9% 80,6% 54,1% -2,1%-59,3% 59,7%-23,0%
Sugar and Ethanol
Mineração
3,9%20,9%
169,8% -5,2%13,3%-12,8%18,1% -7,0%17,1%23,3%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
-0,5%16,9%22,3% 0,0%30,7%17,9% -6,3% 0,8%12,2% 7,1%
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
0,1% -7,8% 6,5%13,0%27,5% 4,5% 6,3%22,6%23,6%20,7%
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
10,0%-1,1%5,5%
22,2%
24,7%
-27,5%5,7%6,4%3,8%3,6%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
2,3% 5,3% -1,5% 5,9%20,5%-13,8% -0,7%12,3%12,5%13,9%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas e Fumo
24,9% -4,8%20,5% 6,8%43,8%34,4% 4,4% 0,8%13,3% 9,1%
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
-4,1% -4,3%34,4% 6,2% -2,3%15,6%40,3%12,2% 9,5%12,6%
Wholesale and Retail
Educação
1192,1%25,8%-26,1%
48492,5%34,3%29,3%14,1%84,9%19,1%17,5%
Education
Lazer,
Turismo e Hotelaria
5,4% 6,7% 3,4%10,6% 0,8% -1,8%-45,5%25,6%25,0% 9,2%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
1,1%-3,9%-3,0%-4,7%-4,6%
-18,2%-2,1%11,3%-1,0%6,1%
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
8,2%
-14,5%
-38,3%
-12,5%5,5%3,3%2,3%7,7%5,6%7,1%
Household Utilities
Serviços / Services
-0,1% 6,6%38,9%23,2%57,8% 3,7%12,1%10,2%-13,9% 6,1%
Bancos
e Crédito
Banking
-17,2%13,2%18,5%12,9%
104,8% -7,4%19,9% -5,8%16,8% 0,4%
Holdings
Holdings
Serviços
Financeiros
0,5% 8,6%
545,8%24,0%12,9%15,4%16,0% 4,8% -8,6% 2,5%
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
15,5%
120,8%36,7%12,5%27,8%22,9% 7,4%29,6%-23,4%18,5%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
1,3%-33,9% 4,7%17,4%53,1%15,5%28,5% -7,6%14,2%23,8%
Information Technology
Telecomunicações
-2,3%-9,1% 0,1%-1,2%25,2%-3,3%-5,9%
-54,4%-2,4%-6,0%
Telecommunication
143
Estatísticas
Statistics
Evolução do Giro do Ativo Médio (%)
Average asset turnover performance (%)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
0,180,180,130,230,570,290,320,300,250,25
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
1,161,070,640,540,570,490,500,510,460,45
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
0,300,320,290,350,360,370,380,380,370,39
Energia
Elétrica
Electricity
0,360,380,390,400,390,500,480,460,480,55
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
0,060,580,450,450,300,900,950,960,820,25
Açúcar
e Álcool
Sugar and Ethanol
Mineração
0,370,370,370,470,370,280,390,420,350,34
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
0,440,390,350,350,320,220,250,250,240,26
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
0,640,700,730,750,720,520,430,430,430,43
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
0,580,560,520,700,660,530,590,570,570,57
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
0,750,670,650,780,720,650,690,680,710,68
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas & Fumo
0,690,750,720,860,880,710,870,910,940,91
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
1,091,201,131,151,271,221,051,181,221,20
Wholesale and Retail
Educação
Education
--- --- ---0,480,730,640,540,410,520,51
Lazer,
Turismo e Hotelaria
0,330,290,290,160,310,250,350,560,560,48
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
0,760,690,480,890,860,780,810,680,770,81
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
1,111,251,071,131,291,201,221,071,031,07
Household Utilities
Serviços / Services
Bancos
e Crédito
0,120,130,110,120,110,110,110,000,100,10
Banking
Holdings
---------------------
-5,8%
1,20
1,19
Holdings
Serviços
Financeiros
0,140,120,070,060,230,260,240,320,280,29
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
1,711,990,951,231,310,941,200,840,650,60
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
0,720,800,700,690,840,780,680,990,920,83
Information Technology
Telecomunicações
0,570,600,620,630,590,520,510,420,490,53
Telecommunication
144
Estatísticas
Statistics
Evolução Real do Grau de Endividamento Médio (%)
Average degree of indebtedness performance, % (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
0,840,930,570,801,321,121,251,211,421,41
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
-3,89
-4,641,862,203,452,612,182,512,692,58
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
Utilidade Pública / Utilities
1,151,030,901,111,231,241,321,361,711,51
Energia
Elétrica
Electricity
1,061,060,960,931,151,291,271,221,260,86
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
Açúcar
e Álcool
1,332,681,041,511,331,591,691,251,511,14
Sugar and Ethanol
Mineração
0,190,181,221,320,960,800,850,660,740,95
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
1,301,461,541,673,061,181,091,131,111,20
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
1,000,790,891,131,251,150,710,861,041,33
Oil and Gas and Derivates
Siderurgia
e Metalurgia
1,921,621,501,511,471,191,341,261,261,23
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
2,712,932,863,413,372,662,362,452,642,53
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas e Fumo
1,070,921,181,321,401,211,211,181,231,21
Food, Beverage and Tobacco
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
0,990,941,251,991,911,951,992,002,092,07
Wholesale and Retail
Educação
0,120,160,000,380,420,500,420,850,750,64
Education
Lazer,
Turismo e Hotelaria
-20,18-4,78-3,612,11 ---1,370,720,941,741,33
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
1,151,110,771,932,080,990,961,280,790,82
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
2,342,171,091,131,451,991,972,121,922,11
Household Utilities
Serviços / Services
7,07 6,91 9,6410,3410,94 9,6510,02
Bancos
e Crédito
Banking
0,00 9,829,84
0,490,530,50 --- ---3,664,38
-5,8%0,360,34
Holdings
Holdings
Serviços
Financeiros
0,650,843,284,651,371,391,591,251,201,31
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
0,361,200,570,821,231,181,300,950,650,75
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-4,641,560,940,740,910,891,060,800,79
0,75
Information Technology
Telecomunicações
1,621,491,272,333,072,422,201,160,690,73
Telecommunication
145
Estatísticas
Statistics
Evolução Real do Capital de Giro Médio
Average working capital performance (IPCA deflated)
Setor / Sector200420052006200720082009 2010201120122013
Infra-Estrutura / Infrastructure
84,4%
78,2%
-193,2%
191,3%7,9%
38,9%
30,3%3,8%5,5%
-10,2%
Construção
Civil e Mercado Imobiliário
Real Estate
-84,9%-403,8% 204,8%
Transporte
e Logística
Transport and Logistics
-8,4%-111,7% 391,0% -15,6%-208,9%-663,6%-153,5%
Utilidade Pública / Utilities
-73,9%-168,5% 137,0% 73,8% -18,8%
Energia
Elétrica
Electricity
6,4%
-6,5% -42,2% 98,4% 11,1%
10,3%-65,0%-64,6%-41,1%
-531,8%-49,1% 53,7%-47,0% 12,9%
-140,5%
Saneamento
e Serviços de Água e Gás
Sanitation and Water and Gas Services
Bens Primários / Raw Material
7,0%
4587,4%214,5%-64,6%126,0%-60,8%-30,1%128,9%-18,5%-51,2%
Açúcar
e Álcool
Sugar and Ethanol
Mineração
54,9%122,1%-70,7% 15,5%
1421,9%-50,9% 25,2%-20,3% -3,2%77,2%
Mining
Papel
e Celulose e Madeira
289,4%-33,1%
145,3% -8,8%-22,6%31,3%51,3%-19,0%39,3%-5,9%
Pulp and Paper
Petróleo
e Gás, Química e Petroquímica, Borracha e Plástico
Oil and Gas and Derivates
97,5% -86,2% -77,2%2920,2%
4,6% 156,9% 115,9%
-0,1% -16,6% -43,4%
Siderurgia
e Metalurgia
104,5%
83,7% -1,6%-14,6% 59,2%-20,9% 0,9% 15,3%-19,4% 2,2%
Steel and Metallurgy
Bens de Capital / Capital Goods
Máquinas
e Equipamentos
-495,0%-51,0%
452,8%28,5%26,1% 3,0%15,7% -1,9% -4,3%31,8%
Machinery and Equipment
Bens de Consumo Não Cíclico / Non-Cycle Consumption Goods
Alimentos,
Bebidas & Fumo
-188,9%-203,8% 55,9% 24,3%
Food, Beverage and Tobacco
-7,2% 158,6%
3,4%
-2,2% 13,2% 44,5%
Bens de Consumo Cíclico / Cycle Consumption Goods
Atacado
e Varejo
128,4%14,9%-14,0%59,9%61,2%19,3%98,6%11,8% 8,7%-9,6%
Wholesale and Retail
Educação
-54,6% -4,1%-95,5%
184910% -8,1%
109,5%50,5%-51,8%42,1%
132,5%
Education
Lazer,
Turismo e Hotelaria
-13,1% 12,9% 17,4%-168,1%-196,8% 44,0% -20,8% -25,5%-264,8% 85,7%
Leisure Industry
Tecidos,
Vestuário e Calçados
16,4%-15,6% 22,4% -5,4%-16,4%-10,4% 15,0% -0,5%-30,9%-99,6%
Textile, Clothing and Footware
Utilidades
Domésticas
-11,8%
81,5%-4,0%
52,2%-8,1%9,8%7,7%
-19,6%3,3%1,2%
Household Utilities
Serviços / Services
Bancos
e Crédito
-----------------------------Banking
Holdings
-1,6% 18,4% 28,7% 17,0%110,9% -14,2% 14,1% -5,8%
Holdings
3,3% 67,4%
Serviços
Financeiros
-110,1%
101,1%
-2054,1%
137,2%15,6%35,9%44,6%-34,7%33,9%
-13,5%
Financial Services
Serviços
Médico-Hospitalares, Análises e Diagnósticos
88,0%-81,1%
966,7%42,5% 3,5%-26,2%-21,5%23,4%16,8%43,1%
Wealth Services
Tecnologia
da Informação
-25,0%
-131,6%54,4%-2,8% 6,8%-5,6%
-69,0%11,4%22,2%97,8%
Information Technology
Telecomunicações
-316,7% -34,7%233,4% 35,7% 46,3%139,3%-295,5%245,2% -18,0%
-110,6%
Telecommunication
146
Associados da Abrasca
AEGEA S.A.
www.aegea.com.br
AES ELETROPAULO S.A.
www.aes.com
A
Abrasca associates
BRASKEM S.A.
www.braskem.com.br
BRB – BANCO DE BRASÍLIA S.A.
www.brb.com.br
AES TIETÊ S.A.
www.aes.com
BRF S.A.
www.perdigao.com.br
ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.
www.aliansce.com.br
BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A.
www.brookfield.com
AMBEV S.A.
www.ambev.com.br
BTG PACTUAL
www.btgpactual.com
América Latina
Logística S.A.
www.all-logistica.com.br
CAIS, DONIAK, RANGEL RIBEIRO & MATTA
NEPOMUCENO ADVOGADOS
www.caisadvocacia.com.br
AMERICEL S.A.
www.claro.com.br
BANCO DA AMAZÔNIA S.A.
www.bancoamazonia.com.br
BANCO DO BRASIL S.A.
www.bb.com.br
BANCO DO ESTADO
DO RIO GRANDE DO SUL
www.banrisul.com.br
BANCO DO NORDESTE
DO BRASIL S.A.
www.bnb.gov.br
BANCO INDUSVAL S.A.
www.indusval.com.br
BANCO PANAMERICANO S.A.
www.panamericano.com.br
BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
www.santander.com.br
BARBOSA, MÜSSNICH
E ARAGÃO ADVOGADOS
www.bmalaw.com.br
BARDELLA S.A. INDÚSTRIAS MECÂNICAS
www.bardella.com.br
BIOSEV S.A.
www.biosev.com
BM&F BOVESPA S.A.
www.bmf.com.br
BNDESPAR PARTICIPAÇÕES S.A.
www.bndespar.com.br
C
CAMPOS MELLO ADVOGADOS
www.camposmelloadv.com.br
AMPLA ENERGIA E SERVIÇOS S.A.
www.ampla.com
BANCO BRADESCO S.A.
www.bradesco.com.br
B
CCR S.A.
www.grupoccr.com.br
B
CELULOSE IRANI
www.irani.com.br
CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS
S.A. – ELETROBRAS
www.eletrobras.gov.br
CENTRAIS ELÉTRICAS
DE SANTA CATARINA S.A. – CELESC
www.celesc.com.br
CETIP S.A.
www.cetip.com.br
CHEDIAK, LOPES DA COSTA,
CRISTOFARO, MENEZES CORTES,
RENNÓ ARAGÃO ADVOGADOS
www.clcmra.com.br
CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO
www.gpari.com.br
CIA CELG DE PARTICIPAÇÕES S.A.
www.celg.com.br
CIA DE SANEAMENTO BÁSICO
DO ESTADO DE SÃO PAULO
www.sabesp.com.br
CIA DE SANEAMENTO
DE MINAS GERAIS – COPASA
www.copasa.com.br
CIA DE SANEAMENTO
DO PARANÁ – SANEPAR
www.sanepar.com.br
CIA DE TECIDOS NORTE
DE MINAS – COTEMINAS
www.coteminas.com.br
BNY MELLON
www.bnymellon.com
CIA DE TRANSMISSÃO
DE ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA
www.cteep.com.br
BOCATER, CAMARGO, COSTA E SILVA
ADVOGADOS ASSOCIADOS
www.bocater.com.br
CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS
DO RIO DE JANEIRO – CEG
www.ceg.com.br
BR PROPERTIES S.A.
www.brpr.com.br
CIA ENERGÉTICA DE BRASILIA – CEB
www.ceb.com.br
147
Associados da Abrasca
CIA ENERGÉTICA
DE MINAS GERAIS – CEMIG
www.cemig.com.br
C
Abrasca associates
ECONORTE – EMPRESA CONCESSIONÁRIA
DE RODOVIAS NORTE S.A.
www.econorte.com.br
CIA ENERGÉTICA
DE SÃO PAULO – CESP
www.cesp.com.br
ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA
E LOGÍSTICA S.A.
www.ecorodovias.com.br
CIA ENERGÉTICA
DO CEARÁ – COELCE
www.coelce.com.br
EMBRAER S.A.
www.embraer.com.br
EMBRATEL PARTICIPAÇÕES S.A.
www.embratel.com.br
CIA FIAÇÃO E TECIDOS
CEDRO CACHOEIRA
www.cedro.com.br
ENERGISA S.A.
www.energisa.com.br
CIA HABITASUL DE PARTICIPAÇÕES
www.habitasul.com.br
ERNST & YOUNG TERCO
www.ey.com/BR/pt/Home
CIA HERING
www.hering.com.br
ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A.
www.estacio.br
CIA IGUAÇU DE CAFÉ SOLÚVEL
www.iguacu.com.br
ETERNIT S.A.
www.eternit.com.br
CIA INDUSTRIAL CATAGUASES
www.cataguases.com.br
EUCATEX S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO
www.eucatex.com.br
CIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO
www.melhoramentos.com.br
EVEN CONSTRUTORA
INCORPORADORA S.A.
www.even.com.br
CIA PARANAENSE DE ENERGIA – COPEL
www.copel.com
EZTEC EMPREENDIMENTOS
E PARTICIPAÇÕES S.A.
www.eztec.com.br
CIA PROVIDÊNCIA
INDÚSTRIA E COMÉRCIO
www.providencia.com.br
CIA SIDERÚRGICA NACIONAL – CSN
www.csn.com.br
FELSBERG, PEDRETTI, MANNRICH E AIDAR
ADVOGADOS E CONSULTORES LEGAIS
www.felsberg.com.br
CIMENTO TUPI S.A.
www.cimentotupi.com.br
FLEURY S.A.
www.fleury.com.br
CPFL ENERGIA S.A.
www.cpfl.com.br
FORJAS TAURUS S.A.
www.taurus.com.br
CR2 EMPREENDIMENTOS
IMOBILIÁRIO S.A.
www.cr2.com.br
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS
www.fgv.br
CREMER S.A.
www.cremer.com.br
GAEC EDUCAÇÃO S.A.
www.animaeducacao.com.br
CYRELA BRAZIL REALTY S.A.
EMPREENDIMENTOS E PART.
www.cyrela.com.br
DEMAREST E ALMEIDA ADVOGADOS
www.demarest.com.br
DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA)
www.dasa.com.br
DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.
www.direcional.com.br
DURATEX S.A.
www.duratex.com.br
148
F
FIBRIA CELULOSE S.A.
www.fibria.com.br
CONCESSIONÁRIA ROTA
DAS BANDEIRAS S.A.
www.rotadasbandeiras.com.br
DELOITTE TOUCHE TOHMATSU
AUDITORES INDEPENDENTES
www.deloitte.com.br
E
GAFISA S.A.
www.gafisa.com.br
D
G
GENERAL SHOPPING BRASIL S.A.
www.generalshopping.com.br
GERDAU S.A.
www.gerdau.com
GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A.
www.globo.com.br
GOL LINHAS AÉREAS INTELIGENTES S.A.
www.voegol.com.br
HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.
www.helbor.com
H
Associados da Abrasca
HOGAN LOVELLS CONSULTORES
EM DIREITO ESTRANGEIRO
www.hoganlovells.com
H
I
MADRONA HONG
MAZZUCO – SOCIEDADE
DE ADVOGADOS
www.mhmlaw.com.br
MANGELS INDUSTRIAL S.A.
www.mangels.com.br
INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES EM
INFRAESTRUTURA S.A. – INVEPAR
www.invepar.com.br
MARFRIG ALIMENTOS S.A.
www.marfrig.com.br
IOCHPE-MAXION S.A.
www.iochpe.com.br
MARISA LOJAS S.A.
www.marisa.com.br
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
www.itau.com.br
MATTOS FILHO, VEIGA FILHO,
MARREY JR E QUIROGA ADVOGADOS
www.mattosfilho.com.br
ITAÚSA INVESTIMENTOS ITAÚ S.A.
www.itausa.com.br
MENDES JÚNIOR
ENGENHARIA S.A.
www.mendesjunior.com.br
ITAUTEC S.A. – GRUPO ITAUTEC
www.itautec.com.br
J
METALÚRGICA
GERDAU S.A.
www.gerdau.com
JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A.
www.joaofortes.com.br
MILLS ESTRUTURAS E SERVIÇOS
DE ENGENHARIA S.A.
www.mills.com.br
JSL S.A.
www.jsl.com.br
MINERVA S.A.
www.minerva.ind.br
KEPLER WEBER S.A.
www.kepler.com.br
KLABIN S.A.
www.klabin.com.br
MONTEIRO ARANHA S.A.
www.monteiroaranha.com.br
K
LIGHT SERVICOS
DE ELETRICIDADE S.A.
www.light.com.br
LILLA, HUCK OTRANTO,
CAMARGO ADVOGADOS
www.lhm.com.br
LOBO E IBEAS ADVOGADOS
www.loboeibeas.com.br
LOCALIZA RENT A CAR S.A.
www.localiza.com
LOJAS RENNER S.A.
www.lojasrenner.com.br
LUPATECH S.A.
www.lupatech.com.br
MOTTA, FERNANDES
ROCHA & ASSOCIADAS
www.mfra.com.br
MRV ENGENHARIA
E PARTICIPAÇÕES S.A.
www.mrv.com.br
KPMG AUDITORES
INDEPENDENTES
www.kpmg.com.br
LEFOSSE ADVOGADOS
www.lefosse.com
M
MAGAZINE LUIZA S.A.
www.magazineluiza.com.br
INDÚSTRIAS ROMI S.A.
www.romi.com.br
JBS S.A.
www.jbs.com.br
M. DIAS BRANCO S.A.
www.mdb.com.br
MACHADO, MEYER, SENDACZ
E ÓPICE ADVOGADOS
www.mmso.com.br
HOTÉIS OTHON S.A.
www.othon.com.br
IGUATEMI EMPRESA
DE SHOPPING CENTERS S.A.
www.iguatemi.com.br
Abrasca associates
MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS
IMOBILIÁRIOS S.A.
www.multiplan.com.br
L
MULTIPLUS S.A.
www.multiplusfidelidade.com.br
NADIR FIGUEIREDO IND E COMÉRCIO S.A.
www.nadir.com.br
NATURA COSMÉTICOS S.A.
www.natura.com.br
N
NET SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO S.A.
www.ri.netservicos.com.br
NORTEC QUÍMICA S.A.
www.nortecquimica.com.br
OI S.A.
www.oi.com.br
O
149
Associados da Abrasca
PARANAPANEMA S.A.
www.paranapanema.com.br
PDG REALTY S.A.
EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES
www.pdgrealty.com.br
P
Abrasca associates
TECNISA S.A.
www.tecnisa.com.br
TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A.
www.tegma.com.br
TELEFÔNICA BRASIL S.A.
www.telefonica.com.br
PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. – PETROBRAS
www.petrobras.com.br
TEREOS INTERNACIONAL S.A.
www.tereosinternacional.com.br
PINHEIRO GUIMARÃES
ADVOGADOS
www.pinheiroguimaraes.com.br
TIM PARTICIPAÇÕES S.A.
www.timpartri.com.br
PINHEIRO NETO ADVOGADOS
www.pinheironeto.com.br
TOTVS S.A.
www.totvs.com.br
POSITIVO INFORMÁTICA S.A.
www.positivo.com.br
TOZZINI, FREIRE, TEIXEIRA
E SILVA ADVOGADOS
www.tozzinifreire.com.br
PROFARMA DISTRIBUIDORA
DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS
www.profarma.com.br
TRENCH, ROSSI
E WATANABE ADVOGADOS
www.trenchrossiewatanabe.com.br
PWC
www.pwc.com.br
RAIA DROGASIL S.A.
www.raiadrogasil.com.br
RANDON S.A.
www.randon.com.br
TRIUNFO PARTICIPAÇÕES
E INVESTIMENTOS S.A.
www.tpisa.com.br
R
TUPY S.A.
www.tupy.com.br
ULHÔA CANTO, REZENDE
E GUERRA ADVOGADOS
www.ulhoacanto.com.br
ROSSI RESIDENCIAL S.A.
www.rossiresidencial.com.br
SALUSSE, MARANGONI ADVOGADOS
www.salussemarangoni.com.br
S
SANTOS BRASIL
INCORPORAÇÕES S.A.
www.santosbrasil.com.br
ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A.
www.ultra.com.br
UNIPAR CARBOCLORO S.A.
www.unipar.ind.br
SOANE SIERRA BRASIL S.A.
www.sonaesierrabrasil.com.br
VALE S.A.
www.vale.com
SOUZA CRUZ S.A.
www.souzacruz.com.br
VALID SOLUÇÕES E SERVIÇOS
DE SEGURANÇA EM MEIOS
DE PAGAMENTO E IDENTIFICAÇÃO S.A.
www.valid.com.br
SOUZA, CESCON,
BARRIEU & FLESCH
www.scbf.com.br
VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.
www.viver.com.br
SUZANO HOLDING S.A.
www.suzano.com.br
WEBFILINGS BRASIL RELATÓRIOS
EMPRESARIAIS ONLINE LTDA
www.webfilings.com
SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.
www.suzano.com.br
150
V
VIA VAREJO S.A.
www.globex.com.br
STOCCHE FORBES PADIS
FILIZZOLA E CLAPIS
SOCIEDADE DE ADVOGADOS
www.stoccheforbes.com.br
TARPON INVESTIMENTOS S.A.
www.tarponinvest.com.br
U
USINAS SIDERÚRGICAS
DE MINAS GERAIS S.A. – USIMINAS
www.usiminas.com.br
SÃO PAULO ALPARGATAS S.A.
www.alpargatasonline.com.br
TAESA – TRANSMISSORA ALIANÇA S.A.
www.taesa.com.br
T
WEG S.A.
www.weg.com.br
T
WILSON SONS
www.wilsonsons.com
WLM INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
www.supergasbras.com.br
W

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