Projeto Pedagógico de Animação – Campo de Férias Científicas 2015

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Projeto Pedagógico de Animação – Campo de Férias Científicas 2015
Projeto Pedagógico de Animação
– Campo de Férias Científicas 2015 –
Estremoz, 25 de junho de 2015
Projeto Pedagógico de Animação – Férias Científicas – 2015
Índice
1.
O Centro Ciência Viva de Estremoz __________________________________ 3
2. Caracterização Geral – Colónias de Férias Científicas __________________ 6
a. Porquê? ________________________________________________________ 7
b. Para quem? ____________________________________________________ 7
c. Princípios de atuação ____________________________________________ 7
d. Valores a promover ______________________________________________ 7
e. Objetivos: ______________________________________________________ 7
f.
Valores das inscrições: ___________________________________________ 8
3. Metodologia Educativa e Pedagógica ________________________________ 8
4. Recrutamento e formação do pessoal técnico __________________________ 9
5. Funcionamento e Instalações ________________________________________ 11
6. Cronograma do Campo de Férias Científicas – Da semana ao dia ________ 11
a. Horário e momentos ao longo do dia dos participantes ________________12
7. Refeições ________________________________________________________12
8. Avaliação ________________________________________________________ 13
Centro Ciência Viva de Estremoz
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1. O Centro Ciência Viva de Estremoz
O Centro Ciência Viva de Estremoz (CCVEstremoz) localiza-se no Convento das
Maltezas em pleno Centro da cidade de Estremoz. Trata-se de um magnífico edifício cuja
construção se iniciou nos séculos XV-XVI e cujos claustros estão classificados como
património nacional.
Constitui-se como uma associação privada sem fins lucrativos, tendo como objetivo a
promoção da divulgação da cultura científica e tecnológica mediante a realização de
ações junto da população em geral e em especial, junto da comunidade juvenil e
escolar.
O CCVEstremoz é um espaço interativo, integrado na Rede nacional de Centros Ciência
Viva onde através da experimentação o visitante se apercebe do funcionamento do
nosso planeta. A Terra surge então como um sistema profundamente dinâmico
caracterizado por uma enorme inter-relação entre os processos que aqui ocorrem.
A maior parte das atividades realizadas integram-se numa política de divulgação e
promoção científica e tecnológica junto do grande público em geral e dos jovens em
particular, neste sentido, privilegiamos a colaboração com as instituições de ensino.
Apesar das Ciências da Terra desempenharem um papel predominante nas atividades
que realizamos, procuramos sempre que estas tenham um carácter pluridisciplinar. As
ciências, as tecnologias e as artes, surgem por isso frequentemente interligadas como
forma de explicação do espaço cultural em que nos inserimos. Na definição deste
espaço, se nalgumas ações a região dos Mármores do Alto Alentejo parece predominar,
a maioria acaba por refletir o aspeto universal das Ciências em geral.
Esta pluridisciplinariedade que procuramos em muitas das nossas acções é conseguida
através do estabelecimento de protocolos de cooperação com outras instituições.
A qualidade científica das ações realizadas é assegurada mediante, não só a
colaboração com unidades de investigação, mas também através da formação científica
do pessoal do CCVEstremoz.
Centro Ciência Viva de Estremoz
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Projeto Pedagógico de Animação – Férias Científicas – 2015
Tendo por base esta perspetiva surgem as colónias de férias no CCVESTREMOZ,
denominadas “Campo de Férias Científicas”, a realizar nos meses de junho e julho, por
se enquadrarem na temática do CCVESTREMOZ, conforme se exemplifica com as
atividades que a seguir se apresentam, as quais refletem também a sua dinâmica.
Exposições
Permanente: “Terra; um Planeta dinâmico” e “Rovin dos Mares; uma viagem aos fundos
oceânicos”
Temporárias*: “Ver o Presente%!?”, “Evolução; Portugal de antes da História”, “Do
Silício à Sílica; 2 milhões de a nos de Evolução” e “Evolução; Resposta a um Planeta em
mudança”.
* Encontram-se disponíveis para aluguer – consultar condições em www.estremoz.cienciaviva.pt
Atividades
 Acompanhamento científico de excursões e/ou grupos organizados;
 Newsletter CCVEstremoz – versões integrais;
 Congresso nacional cientistas em acção;
 Férias científicas: páscoa, verão e natal;
 Exposições de índole científica, cultural e de lazer;
 Participação em Feiras e Mostras de ciência e tecnologia a nível Nacional e Ibérico –
anualmente;
 Dinamização de atividades científicas para grupos com Necessidades Educativas
Especiais – anualmente;
 Divulgação e comunicação de ciência com o quiosque de ciência do CCVEstremoz
em escolas, bibliotecas, municípios, etc. – anualmente;
 Participação em Workshops e/ou formações, pela equipa CCVEstremoz –
anualmente;
 Feira de São João em Évora – módulos interativos e/ou expositivos;
 Inscrição, participação e colaboração em Congressos no âmbito da Geologia, com
a apresentação de artigos científicos – anualmente;
 Ações de Geologia e Biologia no verão – julho a setembro;
 Ações de Ciência & património – julho a setembro;
Centro Ciência Viva de Estremoz
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 Semana da ciência e da tecnologia CCVEstremoz – novembro;
 BTT pelos mares de Estremoz;
 Bookcrossing – sessões de histórias, seguidas de ciência, no último sábado de cada
mês;
 Dia Internacional dos Museus – 18 de Maio;
 Ciência no Mercado – mensalmente/anualmente;
 Tardes de Ciência – mensalmente/anualmente;
 Montado à lupa - Anualmente;
 CiênciAnima – Festas de Aniversário – anualmente;
Parcerias Comerciais – Anualmente
 Publicações do CCVEstremoz pela rede nacional de CCV’s, em regime de
consignação;
 Integração do Roteiro das minas – plataforma “roteiro das minas e pontos de
interesse mineiro e geológico de Portugal”;
 Plataforma My best hotel;
 Oficina da Ciência;
 Science4You;
 Be-a-Ba;
 Cartão Cultura e Arte – Sábado;
 Passaporte do Mar;
 SmartBox Kids;
 A Vida é Bela;
 Revista Alentejo – diário de notícias;
 Automóvel Clube de Portugal;
 INATEL;
 Educate;
 Outras publicações e/ou propostas no decorrer do ano civil;
Parcerias de Projetos
 Divulgação de ações ou projetos públicos e/ou privados, mediante solicitações –
anualmente;
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 Dia Internacional dos monumentos e dos sítios – 18 de Abril;
 Semana VirVer museus em Estremoz – anualmente;
 Famelab – anualmente;
 A bilha – Projecto de Arte – anualmente;
 Escolas do concelho de Estremoz – ano-lectivo 2010/11;
 Passaporte do mar – anualmente;
 Laboratório Experimental crescer com a ciência – anualmente;
 Oceanos, Biodiversidade e Saúde Humana;
 Rede inter-concelhia de Bibliotecas Escolares
Eventos
 Feira das escolas do município de Estremoz – março;
 Comemoração do solstício de verão – junho;
 Expedição científica “Marrocos… e os extremos aqui tão perto” – setembro;
 Aniversário do Sistema Solar à Escala do concelho de Estremoz – setembro;
 Festival de Ciência e Arte “Ciência na Rua” –setembro;
 Sol Duatlo;
 Congressos, Seminários e ações de Formação.
2. Caraterização Geral – Colónias de Férias Científicas
As colónias de férias do CCVESTREMOZ, possuem todas as características para assim
serem denominadas, nomeadamente: objectivos sócio-educativos, um pequeno número
de crianças/jovens, um animador com formação pedagógica, monitores com formação
específica, instalações próprias para as atividades e atividades várias.
As colónias de férias, funcionam em regime fechado – com alojamento e alimentação e
em regime livre – sem alojamento e alimentação opcional. O seu local de realização é
fixo, no regime fechado – pois o alojamento e a alimentação permanecem iguais durante
o seu tempo de realização; em relação às atividades são temáticas – relacionam-se com
o tema específico da “Ciência” e fazem o paralelismo com o desporto e a informática.
“Um campo de férias, pela intensidade das vivências que proporciona, é, quase sempre,
uma experiência marcante – pela positiva ou pela negativa – para todos aqueles que
nele participam. Importa, por isso mesmo, que todos tenham a consciência que, quer se
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queira ou não, os campos de férias constituem sempre uma experiência educativa. Cabe
ao animador/monitores aproveitar tais potencialidades educativas de modo a que os
participantes obtenham uma experiência que contribua para o seu crescimento pessoal e
social” 1.
a. Porquê?
Para responder às seguintes questões: Quando chegam as férias grandes, que fazer com
os jovens durante mais de 2 meses? Como evitar que eles fiquem horas em frente à
televisão ou ao computador a jogar? Como tentar que eles se divirtam e ao mesmo
tempo que aprendam ciência e pratiquem desporto?
b.
Para quem?
As colónias de férias científicas destinam-se a todos os jovens, com idades
compreendidas entre os 6 e os 18 anos, sendo que existem três possíveis grupo de
trabalho, com programas e atividades distintas: dos 6 aos 12 anos, doa 13 aos 15 anos e
dos 16 aos 18 anos. Serão realizadas com um mínimo de 6 e máximo de 20
participantes.
c. Princípios de atuação
 Desenvolver a curiosidade científica e o gosto pela ciência
 Promover o desporto
 Novas aventuras
 Ocupação lúdico-pedagógica
d. Valores a promover
 Auto-disciplina
 Responsabilidade
 Cooperação
 Respeito
e. Objetivos:
 Desenvolver uma componente científica e/ou tecnológica.
 Promover atividades de carácter lúdico e desportivo.
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In Associação para a Promoção Cultural da Criança (APCC).
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 Garantir a segurança do grupo durante todo o Campo de Férias.
 Conseguir um bom ambiente de trabalho e coesão da equipa pedagógica.
 Atingir um bom grau de satisfação e envolvimento do grupo.
 Estimular e desenvolver as capacidades dos participantes.
 Adquirir hábitos mais corretos de saúde, higiene e alimentação.
 Participar ativa e responsavelmente na vida do Campo de Férias.
 Conhecer o meio natural, urbano e social envolvente.
f. Valores das inscrições:
O valor de inscrição dos 6 aos 12 anos, será de 260€, no caso do regime fechado (turno
de 7 dias) e de 6€ por dia, no caso do regime aberto (turno de 5 dias) ou de 25,00€ por
semana. Dos 13 aos 15 e dos 16 aos 18 anos será de 8€ por dia ou 20,00€ os três dias
seguidos que foram agendados no presente ano, no caso do regime aberto.
3. Metodologia Educativa e Pedagógica
As atividades de caráter pedagógico e/ou educativo utilizarão sempre métodos ativos e
experimentais. Valoriza-se totalmente que os participantes tenham um papel ativo no
desenrolar das actividades “agir para aprender, aprender para agir”.
Aqui as aprendizagens não são forçadas, mas tendo em conta o ritmo de cada
participante, visando uma educação não-formal.
A educação é uma necessidade para todas as sociedades e para todas as épocas.
Quando se fala em educação, quase sempre a associamos em contexto de sala de aula
(educação formal), esquecendo-nos que parte da nossa educação acontece fora da
escola (educação não formal e informal; Batista, M. L. & Romão, J., 2006).
Uma das inúmeras definições é a da UNESCO (orientações da UNESCO para a
educação formal, 1997), que caracteriza a educação não-formal, como: “um conjunto
de “atividades ou programas organizados fora do sistema regular de ensino, com
objetivos educacionais bem definidos; Qualquer atividade educacional organizada e
estruturada que não corresponda exatamente à definição de "educação formal";
Dependendo dos contextos nacionais, pode compreender programas educacionais que
ofereçam alfabetização de adultos, educação básica para crianças fora da escola,
competências para a vida "life-skills", competências para o trabalho e cultura em geral.
Os programas de educação não-formal não precisam necessariamente seguir o sistema
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de "escada", podem ter duração variável, e podem, ou não, conceder certificados da
aprendizagem obtida.”
Segundo Trilla (1996), a partir dos anos 60, quando surgiu a “crise mundial da
educação”, a educação não-formal começou a ser muito falada, sendo que esta crise
tinha apenas a ver com a crise dos sistemas educativos formais. Constata-se que a
escola não é a única forma de educar, pelo contrário, coexistem com ela outros
mecanismos educativos em interação dinâmica, atuando sobre cada indivíduo, que não
são opostos ou alternativos, mas atuam antes como complementares na sua educação.
Trilla (1996), conclui dizendo que “já não é possível uma política educativa que não
tenha em consideração as realizações não formais”.
O conceito “educação não-formal”, é bastante vasto e jamais se esgota em si mesmo.
Focando a intervenção do CCVEstremoz e o alicerce da educação não-formal, o
importante a salientar é o contributo para o preenchimento de uma lacuna que esta faz,
na medida em que visa realizar a aprendizagem de forma interdisciplinar (cooperação
entre disciplinas, rompendo-se com a estrutura de cada disciplina, enquanto isolada,
para se encontrar uma axiomática comum). Procura desenvolver habilidades e
potencialidades, dos indivíduos em situações várias, trabalhando com a autoestima,
socialização, criatividade, ética, empreendedorismo, liderança, entre outros. No geral,
estas questões não são fáceis de clarificar, pois são suscetíveis de múltiplas
interpretações aos olhos de quem as está a analisar.
No que se refere às técnicas pedagógicas, serão por isso diversas desde que privilegiem
sempre o contacto direto, nomeadamente: discussões e trabalhos em grupo, ateliês,
simulações científicas, realização de experiências em laboratório, jogos e exercícios
pedagógicos, entre outros.
4. Recrutamento e formação do pessoal técnico
Para desempenharem funções técnicas e pedagógicas nas colónias de férias do
CCVESTREMOZ, os monitores terão que preencher os seguintes requisitos:
 Serem licenciados e/ou possuírem pós-graduação/mestrado na área das
ciências e/ou na área da animação;
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 Serem comunicadores de ciência do CCVEstremoz;
 Terem experiência na realização de colónias de férias e/ou experiência na
docência e experimentação;
 Entrevista, quando elementos exteriores à equipa.
a. Funções a desempenhar pelos respetivos membros da
equipa
 Consultar Regulamento Interno das colónias de férias (Capítulo II, art.8º)
b. Identificação da equipa
 Coordenadores
o
Rui Dias – Professor Associado da Universidade de Évora, com
agregação.
o
Isabel Leal Machado – Licenciada em Geologia e Economia Aplicada
– Mestrado em Geologia e Economia Aplicada
 Monitores:
o
Alexis Soares – Licenciado em Ensino de Biologia/Geologia, variante
Geologia, Mestrado em Ciências da Terra, da Atmosfera e do Espaço,
especialidade em Processos Geológicos;
o
Ana Jacinto - Licenciatura em Geologia e Recursos Naturais;
o
Carla Pacheco – Licenciado em Ensino de Biologia/Geologia, variante
Biologia, Mestrado em Ciências da Terra e da Vida;
o
Inês Pereira – Licenciatura em Geologia e Recursos Naturais;
o
Mariana Antunes – Licenciatura em Biologia;
o
Vânia Silva – Frequência da licenciatura em Geologia e Recursos Naturais
o
Eduardo Pereira – Frequência da licenciatura em Engenharia Informática;
 Animadora:
o
Susana Campos – Licenciatura em Animação Sociocultural.
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5. Funcionamento e Instalações
 Consultar regulamento interno (Capítulo II).
6. Cronograma do Campo de Férias Científicas – Da semana ao
dia dos 6 aos 12 anos
Mínimo de participantes – 6; Máximo de participantes – 20;
1ª Semana) 6 a 10 de julho – “Quem é Quem da Ciência”
Dia 6 de julho
Manhã: “Quem foi Wegener – Deriva Continental” | Tarde: Caça ao Tesouro
Dia 7 de julho
Manhã: “Quem foi Galopim de Carvalho – Paleontologia” | Tarde: Dinâmicas e Jogos
náuticos
Dia 8 de julho
Manhã: “Quem foi Lavoisier – Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma” | Tarde:
Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho
Dia 9 de julho
Manhã: “Quem foi Foucault – Sistema Terra, Sol e Lua” | Tarde: Ginástica
Dia 10 de julho
Manhã: “Quem foi Bartolomeu Gusmão – Pressão atmosférica” | Tarde: Construção e
lançamento de Balões de S. João
2ª Semana) 13 a 17 de julho – “Quem é Quem da Ciência”
Dia 13 de julho
Manhã: “Quem foi Marie Curie – Química e Radioatividade” | Tarde: Foto-orientação
Dia 14 de julho
Manhã: “Quem foi Newton – Física e a Queda dos Corpos” | Tarde: Teatro com
Marionetas
Dia 15 de julho
Manhã: “Quem foi Mohs – Classificação de Rochas e Minerais” | Tarde: Saída de
Campo à Pedreira
Dia 16 de julho
Manhã: “Quem foi Darwin – Biologia e a Evolução da Vida” | Tarde: Jogos Aquáticos
Dia 17 de julho
Manhã: “Quem foi Fibonacci – A Matemática na Ciência e na Sociedade” | Tarde:
Jogos com Matemática
3ª Semana) 17 a 21 de agosto – “Quem é Quem da Ciência”
Dia 17 de agosto
Manhã: “Quem foi Arquimedes – O que é a densidade; Eureka” | Tarde: Jogos
Aquáticos
Dia 18 de agosto
Manhã: “Quem foram os Krafft – Vulcanologia”| Tarde: Saída ao exterior, contacto
com uma força de intervenção
Dia 19 de agosto
Manhã: “Quem foi Buffon – Transferências de calor”| Tarde: Saída de Campo, mata
municipal
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Dia 20 de agosto
Manhã: “Quem foi Edison – Circuitos Eletrizantes” | Tarde: Gincana
Dia 21 de agosto
Manhã: “Quem foi Pasteur – Pasteurização do leite”| Tarde: Cozinha divertida
As manhãs decorrem nas instalações do CCVEstremoz, salvo alguma alteração condicionada por
fatores externos; as tardes decorrem intercaladas pelas instalações do CCVEstremoz, piscinas
municipais e cidade.
a. Horário e momentos ao longo do dia dos participantes,
regime fechado / aberto
08h30
Despertar e higiene
09h00
Pequeno-Almoço
09h30
Atividades Científicas *
10h30
Pausa e Lanche *
11h00
Continuação das atividades científicas *
12h30
Almoço e tempo de descanso *
14h00
Atividades desportivas e de animação *
15h30
Pausa e Lanche *
Continuação das atividades desportivas e
16h00
de animação até às 17h00 *
18h00
Banho e tempo de descanso
19h00
Jantar
20h45
Atividades de Animação
21h30
Atividades de Informática
23h00
Seia e Higiene
23h30
Deitar e Silêncio
*Atividades que se registam no âmbito da modalidade não-residencial.
7. Refeições, regime fechado
PEQUENO- ALMOÇO
-
Leite gordo e meio-gordo
Cereais (muesli e chocolate)
Iogurte
Pão e croissants
Fiambre e Queijo
Doce (morango e pêssego)
Mel
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-
Manteiga
LANCHE DA MANHÃ
-
Leite/Iogurte
Sandes
ALMOÇO *
LANCHE DA TARDE*
JANTAR
CEIA (opcional)
- Consoante a vontade do participante
*Refeições que se registam no âmbito da modalidade não-residencial, o almoço fica ao
critério dos participantes. Na sua maioria, vão almoçar a casa mas o pessoal técnico do
CCVEstremoz também permite que tragam a refeição de casa e usufruam da mesma nas
instalações do CCVEstremoz com o seu acompanhamento.
8. Avaliação
A avaliação do cumprimento do Projeto Pedagógico e de Animação será feita de forma
regular em reuniões de preparação e de reflexão relativas a cada dia do campo de
férias científicas pela equipa pedagógica do CCVEstremoz e técnica do Campo de
Férias. No decorrer do Campo de Férias, diariamente após o término das atividades
diárias, a equipa pedagógica reunirá avaliando sumariamente o dia com o objetivo de
compreender, resumir e discutir os pontos positivos e negativos do dia e a evolução dos
participantes.
Estremoz, 25 de junho de 2015
Centro Ciência Viva de Estremoz
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