Camille e Rodin

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Camille e Rodin
Ministério da Cultura e Vivo apresentam “Camille e Rodin” com Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore de Franz Keppler / direção de Elias Andreato http://www.camilleerodin.com.br A envolvente história da paixão arrebatadora, parceria artística e disputa entre o gênio Auguste Rodin (1840-­‐1917), considerado o maior escultor de todos os tempos, e sua aluna e amante, a escultora Camille Claudel (1864-­‐1943), jovem talentosa e determinada que rompeu com sua família e com as normas de conduta aceitas à época para se tornar uma artista grandiosa. A montagem, que reabriu o Grande Auditório do MASP / SP, ficou quase dois anos em cartaz e chega ao Rio para curta temporada no Teatro Maison de France, acompanhada de uma programação especial, CAMILLE E RODIN NO MAISON DE FRANCE, que inclui cinema e debate. ESTREIA: dia 14 de março (6ºf), às 20h LOCAL: Teatro Maison de France PSA Peugeot Citroen (http://teatromaisondefrance.com.br/) -­‐ Av. Presidente Antonio Carlos, 58 -­‐ Centro/RJ Tel: 21 2544.2533 HORÁRIOS: quinta e sexta às 20h / sábado às 21h / domingo às 19h INGRESSOS: 5ª e 6ª, R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada) / sab e dom, R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia entrada) CAPACIDADE: 353 lugares / Classificação Etária: 12 anos / Duração: 75 minutos / Gênero: drama TEMPORADA: 14 de março a 13 de abril . Na sessão de estreia, dia 14/3, o maestro Jonatan Harold, autor da trilha do espetáculo, executará ao vivo as músicas da peça ao piano, acompanhado de violino e cello, no foyer do teatro, na chegada do público e ao final do espetáculo. Chega ao Rio no próximo dia 14 de março uma das mais bem sucedidas montagens realizadas em São Paulo recentemente -­‐ “Camille e Rodin”, que conta a história da ardorosa paixão entre o famoso escultor francês Auguste Rodin (1840-­‐1917) e sua aluna e amante Camile Claudel (1864-­‐
1943). A dramaturgia é de Franz Keppler e a direção de Elias Andreato. No elenco estão Leopoldo Pacheco (atualmente no ar na novela “Jóia Rara” como Valter) e Melissa Vettore -­‐ ele na pele do escultor Auguste Rodin e ela na de sua aluna e amante, a escultora Camille Claudel. O projeto é idealizado por Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco, com patrocínio da Vivo. “Camille e Rodin” apresenta ao público, de um lado, Camille Claudel, uma jovem intuitiva, dona de uma imaginação excepcional, uma mulher determinada que quebrou laços com sua classe social e a moral vigente, entrando em conflito com sua família e com as normas de conduta aceitas à sua época para se tornar uma artista grandiosa. De outro, Auguste Rodin, um gênio já maduro que, com seu talento e trabalho, se transformou no maior escultor de todos os tempos, representando através de sua arte as paixões humanas. PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO MAISON DE FRANCE ACOMPANHA A PEÇA Esta temporada brinda o público carioca com uma programação especial no Maison de France, CAMILLE E RODIN NO MAISON DE FRANCE, idealizada por Melissa Vettore junto ao Maison, que inclui exibição dos longas “Camille Claudel”, de Bruno Nuytten, com Isabelle Adjani e Gérard Depardieu, e “Camille Claudel, 1915”, de Bruno Dummont, com Juliette Binoche; uma exposição permanente de fotos do espetáculo; e debate. “CAMILLE E RODIN” -­‐ SINOPSE Ao chegar à cidade de Paris, muito jovem, Camille Claudel se torna aluna, discípula e amante de Auguste Rodin. Ao mesmo tempo que combate o preconceito da sociedade como mulher e artista, posa para ele e o fascina com sua personalidade. O diálogo amoroso se torna presente nas obras dos dois. A intuição criativa de Camille e o apuro conquistado em anos de estudo por Rodin, tornam a obra de ambos próximas, a ponto de não se saber qual obra do mestre inspirou a aluna e vice-­‐versa, promovendo um embate de natureza artística entre os dois. Depois de quinze anos de tortuoso relacionamento, o rompimento definitivo marcará a vida e a obra de ambos para sempre. Auguste Rodin se torna o maior escultor de todos os tempos. Camille Claudel enfrenta a desilusão amorosa, a moral avassaladora da época, a não aceitação das mulheres na arte da escultura, a rejeição da família e as dificuldades financeiras. Após longo período debatendo-­‐se, Camille entrega-­‐se à solidão e à loucura. Por iniciativa de seu irmão, é internada a força num manicômio aos 49 anos, onde passará os trinta anos seguintes de sua vida. A MONTAGEM “O que mais valorizo no Teatro são os encontros... Os artistas e os seus momentos mais sublimes... É quando a criação nos torna grandes. Camille e Rodin é isso... Um momento raro desses encontros artísticos que permanecem eternos... Melissa e Leopoldo são artistas que eu admiro e que tive o prazer de dividir as minhas emoções... Com a certeza de que estava junto dos meus... Somos membros da mesma tribo, família e aldeia.... Sabemos que o nosso ofício é de grande utilidade... Mesmo quando somos criticados e julgados... Não importa... O homem sempre irá precisar de poesia e arte... É o nosso papel... Estaremos sempre expostos... Abertos para a visitação pública.” (Elias Andreato, diretor). A montagem reflete sobre os caminhos da arte, do amor e da loucura através de dois grandes gênios criativos em busca de compreensão e liberdade. O diretor Elias Andreato criou uma encenação grandiosa e ao mesmo tempo delicada, resultante de uma pesquisa de linguagem muito particular, presente na expressão de corpo dos atores a partir das esculturas e no acabamento da expressão vocal. O cenário de Marco Lima reproduz o ‘Retiro Pagão’, com grandes portas e janelas que alternam os ambientes do grande ateliê de Rodin e do asilo em que Camille foi internada. A trilha sonora foi especialmente composta por Jonatan Harold. Chamam atenção no espetáculo as belas composições corporais que reproduzem os temas das esculturas de Rodin e Camille, executadas por Melissa Vettore; e as esculturas de argila feitas em tempo real, em cena, pelo próprio Leopoldo Pacheco – o ator é também formado em Belas Artes, e durante anos trabalhou como artefinalista e diretor de arte de filmes de animação. Franz Keppler foi convidado pelos atores para desenvolver dramaturgia inédita e original, a partir de pesquisa feita por ele e Melissa Vettore, que durou nove meses até a entrega da primeira versão do texto. Esta pesquisa foi baseada nos principais biógrafos dos escultores, com destaque para a autora Liliana Wahba, e a partir da análise crítica e poética de Paul Claudel (irmão de Camille). Para reunir este material, Melissa passou meses vasculhando em sebos e outras fontes como documentos, catálogos, cartas, livros de arte e psicanálise, textos de biografias traduzidos, uma vez que todo o material biográfico sobre os artistas está esgotado em livrarias. Para Keppler, duas esculturas foram fundamentais para decidir como contar essa história: “A primeira delas, ‘As Portas do Inferno’. Rodin havia acabado de receber a encomenda desta obra quando se deu o primeiro encontro entre ele e Camille. Um encontro decisivo, tranformador e que impulsionaria o trabalho de ambos. (…). A segunda obra esculpida por Camille, foi ‘Clotho’. A imagem dessa velha gótica, a mais jovem das moiras segundo a mitologia, tecendo a vida, me trouxe a estrutura da narrativa: Camille e Rodin, já velhos, já separados, em tempos e espaços diferentes, tecendo suas histórias através da memória, lembranças que se cruzam de modo não linear e que revelam gradativamente detalhes de suas vidas, de suas obras, de seus embates, ambiguidades e angústias, traçando paralelamente, um panorama artístico e social do final do século XIX e início do XX.” “O temperamento de Camille é verdadeiramente o seu 'tempero especial'. Acredito que a delicada sensibilidade do sentimento e a força, não sejam necessariamente conflituosos e contraditórios, e era isso que dava a ela caráter único. Confesso que, com Camille, em alguns momentos quebrei algumas fronteiras internas. Aprendi muitas coisas. A beleza do trabalho dela me conta de uma mulher com um olhar criativo para o mundo, imaginativo e realizador. Ela esculpia com as próprias mãos, no barro, no mármore, no ônix. Uma mulher misteriosa, lutadora, que tinha um ideal artístico e não se deixou diminuir por ser mulher.”, afirma Melissa. O espetáculo reconstrói “esse encontro, que potencializou ainda mais o talento latente dos dois, se transformando numa paixão arrebatadora e num impulso artístico para ambos, dois gênios criativos que passaram suas vidas em busca de amor, compreensão e liberdade. Sem Camille, Rodin possivelmente não teria feito suas obras mais apaixonadas e, sem Rodin, Camille não seria a artista fantástica e nem o mito em que se transformou.”, afirma o ator Leopoldo Pacheco. Esse projeto é idealizado por Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco. Além de atuarem juntos, planejam e desenvolvem desde 2011 uma programação especial de workshops, palestras e música ao vivo, ampliando o alcance cultural do projeto e facilitando sua acessibilidade, numa parceria contínua com a Vivo. PRINCIPAIS OBRAS DE CAMILLE E RODIN CITADAS NO ESPETÁCULO De Camille Claudel: Clotho, Idade Madura, A Suplicante, Busto de Rodin, Perseu e Medusa, A Valsa, O Abandono. De Auguste Rodin: Idade do Bronze, As Portas do Inferno, O Beijo, Burgueses de Calais, Danaide, Victor Hugo, Balzac, Fugit Amor. PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO TEATRO MAISON DE FRANCE NOITE AO VIVO, FOTOS, DEBATE, FILMES E TEATRO INTERNACIONAL De 14 de março a 13 de abril de 2014 DIA 14 de março, às 20h ESTREIA e MÚSICA AO VIVO Abertura da exposição de fotos e comemoração das 200 apresentações Noite com trilha executada ao vivo durante o coquetel, por violino, cello e piano. Participação do compositor e pianista Jonatan Harold. Exposição permanente de fotografias do espetáculo 'Corpos Esculpidos’, por Alê Catan Fotos dos atores Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco, nas esculturas de Camille Claudel e Rodin. DIA 24/03 CINEMA FRANCÊS Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados uma hora antes. Vagas limitadas. Às 18 horas Filme: “Camille Claudel”, de Bruno Nuytten, 154 min com Isabelle Adjani e Gérard Depardieu Às 20 horas Filme: “Camille Claudel, 1915”, de Bruno Dummont, 95 min com Juliette Binoche Sobre os filmes: “Camille Claudel de Bruno Nuytten” Em Paris, em 1885, a jovem escultora Camille Claudel entra em conflito com a sua família burguesa ao tornar-­‐se aprendiz e, depois, assistente do famoso Auguste Rodin. Quando ela se transforma em amante do mestre (que já é casado), cai em desgraça junto à sociedade parisiense. Depois de quinze anos de tortuoso relacionamento com Rodin, Camille rompe o romance e mergulha cada vez mais na solidão e na loucura. Por iniciativa de seu irmão mais novo, o escritor Paul Claudel, é internada em 1913 num manicômio. “Camille Claudel, 1915” Em 1913, por decisão do seu irmão, o famoso escritor Paul Claudel, Camille Claudel é internada num manicômio. Porém, por mais que Camille tente convencer todos à sua volta que aquele lugar apenas piora o seu estado e que, ao afastar-­‐se da arte, se aproxima cada vez mais da loucura, nada os parece demover. Ali, isolada do mundo e impedida de se expressar através da escultura, aquela mulher viverá três décadas, até falecer, em 1943, antes de completar 79 anos. DIA 29/03, sábado, após o espetáculo Debate com o público e atores. Duração: 40 min. PALAVRA DE QUEM VIU “Camille e Rodin é um dos mais belos espetáculos teatrais.” Jairo Arco e Flexa, crítico teatral “Intenso espetáculo. Grandes atuações.” Danilo Santos Miranda, diretor regional do SESC SP. “Espetáculo tão lindo, tão comovente. Leopoldo e Melissa estão intensos, trágicos, doces, frágeis e fortes. A direção do Elias é impecável.” Alcides Nogueira, dramaturgo. “Camille e Rodin é um espetáculo de intensa sensibilidade.” José Possi Neto, diretor. “Entre os acertos da montagem está a humanização dos personagens.” Dirceu Alves, Revista Veja SP. “Camille e Rodin é um toque de classe nos palcos paulistanos.” Renato Kramer, jornalista. “Camille e Rodin é belo, delicado, desafiador, forte. Um apuradíssimo trabalho de corpo reproduzindo as esculturas.” Gilberto Habib, curador de artes plásticas. “Camille e Rodin é uma peça apaixonante e por si só apaixonada.” Hélio Siqueira, jornalista. “Camille e Rodin faz a platéia suspirar e ao final se desdobrar em palmas pela atuação sincera, impecável e comovente dos atores. Belíssimo!” Paulo Miranda, jornalista. HISTÓRICO DA PEÇA “Camille e Rodin” estreou em São Paulo em junho de 2012 e fez uma temporada popular de onze meses de sucesso, reabrindo para o público o Grande Auditório do MASP, dentro do importante Museu de Arte de São Paulo. Após as viagens para o interior e capitais, completou um ano e meio em cartaz somando 50.000 espectadores. A peça fez turnê pelas cidades de Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos, Caraguatatuba, Paulínia, Jundiaí e São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Apresentou-­‐se no Theatro Carlos Gomes, em Vitória, e no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Em novembro de 2013, se apresentou no Theatro Santa Isabel em Recife, no Theatro da Paz em Belém e no Theatro Amazonas em Manaus. O espetáculo chega em 2014 ao Rio de Janeiro, completando mais de um ano e oito meses em cartaz, em 200 apresentações. “Camille e Rodin” é patrocinado pela empresa de telefonia VIVO. ENCONTROS VIVO ENCENA Entrada franca para o público da sessão do espetáculo no dia 15/3. Duração: 1h. Após a apresentação do dia 15 de março, sábado, os atores participam da série Encontros Vivo EnCena. Com o tema “Teatro e Transformação”, o debate será mediado pelo pesquisador em gestão cultural e curador do Vivo EnCena, Expedito Araujo. A série “Encontros Vivo EnCena – Teatro e Transformação” pretende envolver público desta sessão para a troca de experiências. O espetáculo retrata o duelo criativo e amoroso de dois grandes artistas, e cria uma rica discussão sobre o papel da mulher na sociedade, os caminhos da arte e do amor. SOBRE O PROJETO CULTURAL VIVO ENCENA O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de formação de plateia, inclusão cultural e desenvolvimento profissional, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura. O Vivo EnCena é realizado há dez anos e está presente em 20 estados de todo o país, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista. FICHA TÉCNICA Texto: Franz Keppler Direção: Elias Andreato Elenco: Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore Pesquisa: Melissa Vettore e Franz Keppler Assistente de Direção: Leandro Goddinho Desenho de luz: Wagner Freire Cenografia: Marco Lima Figurinos: Marichilene Artisevskis Trilha Sonora: Jonatan Harold Preparação Vocal: Edi Montecchi Programação de vídeo: Bel Gomes -­‐ Olhar Multimidia Assistente de Video Carol Yamasaki Fotografia: Alexandre Catan Criação Desenho Gráfico: Simone Drago Adaptação Material Gráfico: Amanda Vieira Assessoria Digital: Camilo Martins Operador de Luz: Rodrigo de Melo Operador de Som: Eder Soares Assessoria Jurídica: Cesnik Quintino e Salinas Assessoria de Imprensa SP: Morente Forte Produção Executiva: Alessandra Ribeiro Produção Rio de Janeiro: Claudio Rangel Direção de Produção: Andrea Caruso Saturnino Idealização: Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco Realização: Melissa Vettore -­‐ Dramática Produções Artísticas Assessoria de Imprensa RJ: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany Patrocínio: VIVO e Porto Seguro ELIAS ANDREATO -­‐ diretor Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista de seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos freqüentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagens que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud, são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro. Dirigiu Paulo Autran em “Visitando o Sr. Green”, de Jeff Baron, espetáculo que marca os 50 anos de carreira do ator. E ao seu lado esteve como ator em “O Avarento”. Em seus últimos espetáculos “Doido” e “Édipo”, assina a direção e atua. Atualmente Elias Andreato ocupa três teatros na cidade de São Paulo: assina a direção dos espetáculos “A Casa de Bernarda Alba”, “Eu não dava para aquilo”, “Myrna”; e ainda atuou nos espetáculos “Equus” e “Doido” e continua atuando no espetáculo “Andante”. SOBRE MELISSA VETTORE -­‐ atriz Atriz e jornalista formada pelo Instituto de Artes Cênicas (Coordenação Maucir Campanholi e CPT-­‐
Antunes Filho) e pela PUC-­‐SP; completou sua formação em NY e Barcelona. Melissa se destaca como atriz da sua geração, trabalhando em comédia e drama, com sólida formação em teatro, transitando pela TV e cinema. Atua em novelas e séries de televisão. Foi protagonista do seriado “Mothern”, no GNT. Fez a espanhola na minissérie “Maysa”, esteve recentemente no seriado “Tapas e Beijos”, TV Globo, e “3 Teresas”, GNT. Forma o casal protagonista do filme “Entre Vales”, lançado esse ano no cinema. Ganhou o Prêmio de Melhor Atriz no Festival Internacional de Cinema em SE, pelo filme, em setembro de 2013. Trabalhou com importantes diretores no teatro: “E Assim Vai o Mundo”, dir. Myrian Muniz; “Meu Nome É Pablo Neruda”, dir. Gianfrancesco Guarnieri; “A Farsa da Esposa Perfeita”, dir. Fernando Peixoto; “Sacromaquia”, dir. Maria Thaís; “Passatempo” (Dança Teatro), dir. Renata Melo; “Tauromaquia”, dir. Maria Thaís; “Últimas Noticias de Uma História Só”, dir. Otávio Martins; “Confissões das Mulheres de Trinta”; “Dores De Amores”, dir. Naum Alves de Souza; entre outras. SOBRE LEOPOLDO PACHECO -­‐ ator Premiado diretor, ator e figurinista. Formado pela EAD (Escola de Arte Dramática) da USP/São Paulo. Leopoldo tem uma história consistente no teatro e uma bela trajetória na TV. Atualmente está no elenco da novela “Jóia Rara”, da Rede Globo. Destacou-­‐se em muitos trabalhos na TV, como as minisséries “Um Só Coração”, “Amazônia” e “Brado Retumbante”; as novelas “Belíssima”, “Beleza Pura”, “Paraíso”, “Ti-­‐ti-­‐ti”, “Cheias de Charme”; e a série “As Brasileiras”, de Daniel Filho; todos estes na TV Globo, entre outros trabalhos. Entre as principais peças que atuou estão: “O Mambembe”, dir. Gabriel Villela; “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues, dir. Moacir Góes; “Pólvora e Poesia”, de Alcides Nogueira, dir. Marcio Aurélio; “O Beijo No Asfalto”, de Nelson Rodrigues, dir. Michel Bercovitch; “A Javanesa”, de Alcides Nogueira, dir. Marcio Aurélio; “Amigas Pero No Mucho”, de Célia Regina Forte, dir. José Possi Neto; “Maria do Caritó”, de Newton Moreno, dir. João Fonseca. Como ator no cinema: “Feliz Ano Velho”, dir. Roberto Gervitz; “Carandiru”, dir. Hector Babenco. Alguns dos Importantes Prêmios: Shell de Melhor Ator por “Pólvora e Poesia”, 2002; Shell de Melhor Figurino por “Gota D’água” em parceria com Gabriel Villela; e em 2003, Shell de Melhor Figurino por “A Mulher Do Trem”, com Carol Badra. SOBRE FRANZ KEPPLER -­‐ dramaturgo Jornalista, roteirista e dramaturgo. Estreou no teatro em 2007 com “Nunca Ninguém Me Disse Eu Te Amo”, peça indicada ao APCA de melhor autor. Seguiram-­‐se “Depois de Tudo” ( 2008), “Frames” ( 2009), também indicada ao APCA de melhor autor, e “Córtex”, no CCBB SP, monólogo com Otávio Martins e Nelson Baskerville. Atualmente, tem duas peças em cartaz: “Camille e Rodin”, que estreou em junho de 2012 e atualmente está em tournê pelo Brasil, e “Divórcio”, em cartaz no Teatro Fernando Torres. Juntas, as duas peças levaram ao teatro mais de 100 mil espectadores. Participou por quatro anos consecutivos das “Satyrianas”, com os textos curtos “Fogos no Céu de Meia Noite”, “Só Entre Nós”, “Simbiose” e “Jardim do Éden”. Em 2011, escreveu seu primeiro curta-­‐metragem, vencedor do edital de produção do Festival Cultura Inglesa. Com direção da Rafaela Carvalho e com Maria Laura Nogueira e Daniel Tavares, foi eleito o melhor curta do Festival e agora será exibido em festivais nacionais e internacionais. Em 2013, escreveu as peças “Pra Estar Mais Perto de Você”, com Daniel Tavares, e “Abandono”. Ambas tem estreia prevista para o segundo semestre de 2014 e, atualmente, trabalha com José Possi Neto no espetáculo “Caravaggio”, que também estreia no próximo ano. CAMILLE CLAUDEL -­‐ RESUMO BIOGRÁFICO Incentivada pelo pai, Camille pôde desenvolver sua vocação artística, dedicando-­‐se aos seus primeiros estudos de escultura. Em 1881, a família Claudel mudou-­‐se para Paris, por sugestão do escultor Boucher a Camille, que reconhecia nela um talento. Em Paris, Boucher, que orientava até então Camille Claudel, recomendou-­‐a a Rodin. Camille se tornou sua aluna, discípula, colaboradora e companheira do escultor, sem nunca ter sido oficializada a união. Um amor ardente que se prolongará por quinze anos, muito embora Rodin nunca venha a abandonar Rose Beuret, com a qual oficializará a união, somente na velhice, vinte dias antes dela morrer. Muitos fatores foram determinantes para os transtornos que se seguiriam a essa união, incluindo o embate de natureza artística entre a intuição criativa de Camille e o apuro conquistado em anos de estudo pelo escultor oficial do governo francês, Auguste Rodin. Seu gênio sufocado por dois gigantes, sua vida sufocada por um abandono, suas forças e sua lucidez esgotadas por uma relação umbilical com seu mestre e amante. Ela que sempre lutou para aperfeiçoar-­‐se, sem ter lucidez emocional e repleta de orgulho próprio. Mas a separação foi essencial do ponto de vista profissional de Camille como artista. Foram anos de produção extenuante, e a realização de obras que comovem por serem tão pessoais, tão biográficas -­‐ é Camille dentro de cada uma, ela retrata sua alma, seus sentimentos, e os expõe a nu como somente um verdadeiro artista tem a coragem de se expor, um mundo de sensibilidade extrema, um retrato comovente da alma feminina. Após a ruptura, que marcaria profundamente também Rodin e sua obra, e depois muita luta e a produção de uma obra excepcional, o sentimento de fracasso afetivo e a solidão encaminharam a frágil estrutura emocional de Camille ao desespero, ao ressentimento em relação ao seu antigo companheiro. Após várias manifestações de uma paranóia persecutória, naufragada na miséria, na solidão e no desespero pela falta de reconhecimento, Camille passou a responsabilizar de maneira crescente Rodin pelos seus insucessos e dificuldades. Vivendo pobremente, assistiu cerraram-­‐se suas oportunidades como escultora, uma vez que lhe faltavam encomendas para obras em espaços públicos, o que ela atribuía a influências nefastas de seu antigo mestre. Passou a esculpir para logo em seguida, destruir e enterrar seus estudos e maquetes. Dessa maneira, foi internada por sua família num asilo de alienados, aos 49 anos, no ano de 1913, uma semana depois da morte de seu pai, que sempre a protegera e auxiliara. No hospício a que foi destinada, ficaria reclusa e quase esquecida por seus poucos amigos e familiares, até falecer aos 79 anos. Procedeu-­‐se assim numa espécie de condenação e cumprimento de uma silenciosa pena de prisão perpétua, que durou trinta anos e extinguiu a chama do talento e da vivacidade de uma grande escultora. AUGUSTE RODIN -­‐ RESUMO BIOGRÁFICO René-­‐François-­‐Auguste Rodin nasceu numa família de poucos meios, estudou desenho e modelado a partir dos 13 anos. Aos 18, após ser reprovado três vezes no exame de admissão à Escola de Belas-­‐Artes, passou a trabalhar confeccionando objetos ornamentais. De fato, Rodin se tornou um mestre consagrado e gozou de celebridade pública como um artista tão grande, senão maior, quanto qualquer outro do seu tempo. Contudo, mesmo as suas obras foram alvo recusas e de violentas controvérsias entre os críticos. Ao ter recusada a primeira obra que enviou ao salão oficial, a justificativa do júri foi que a obra era um esboço, uma coisa inacabada. Rodin afastou-­‐se das exposições e passou a colaborar na decoração de monumentos. Paradoxalmente, toda a criação do escultor se basearia no conceito de "non finito", preferia deixar algo para a imaginação do espectador. Ainda jovem uniu-­‐se a Rose Beuret, modelo dos primeiros retratos e companheira de toda a vida. Realizou uma viagem à Itália, quando se interessou pela obra de Michelangelo, influência que o libertou do academicismo. A despeito do começo difícil, firmou-­‐se como escultor com a encomenda do governo de ‘As Portas do Inferno’, uma enorme porta de bronze, que trabalhou por longos anos. Rodin vivia no meio de uma explosão cultural, frequentavam seu ateliê gente de grande porte e todos os literatos, políticos, artistas na Europa centralizados em Paris; é a época do pintor Cézanne, do filósofo alemão Nietzsche, da música de Debussy (que depois seria namorado de Camille). Entre 1887 a 1890 a fama de Rodin explode, junto à aluna-­‐modelo-­‐escultora-­‐amante Camille Claudel, cuja história de amor é inesquecível, do namoro à loucura da mulher abandonada, destruindo as próprias obras, e internada em manicômio até o falecimento. Uma relação de amor e tragédia, que marcou para sempre suas obras e suas vidas. Aos problemas amorosos, somaram-­‐se os criados por novas encomendas: um busto de Victor Hugo, por mostrar o escritor de peito nu. Já um monumental Balzac de corpo inteiro causou celeuma, por apontar para o ideário da arte moderna. Rodin exercitava uma transformação de si próprio na escultura, modelando a si mesmo, corpo e espírito, nas obras, onde ‘a beleza está nas entrelinhas de toda a realidade, e se não a percebemos, é por não ter os olhos capazes de maravilhar-­‐se com o encanto do mundo’. Rodin fala com a linguagem do corpo, sua poesia está no espacial, não no verbal, uma arte sensual, visceral, fruto das emoções aceitas e assumidas, refinadas, desenvolvidas, sutilmente sofisticadas. Estes excessos, este desregramento dos sentidos é o êxtase místico presente na obra de Rodin e Camille Claudel. Em 1908, o escultor se instalou no Hotel Biron, palacete parisiense do século XVIII, transformado depois de sua morte no Museu Rodin. Admirado pela elite européia e considerado uma glória da França, Rodin morreu em Meudon em 17 de novembro de 1917. 

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