dossier Temporada SET a DEZ 2010

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dossier Temporada SET a DEZ 2010
TEMPORADA
SETEMBRO A
DEZEMBRO 2010
TEATRO VIRGÍNIA
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Largo José Lopes dos Santos, 2350-686 Torres Novas
www.teatrovirginia.com
dança . estreia absoluta em Portugal
IS YOU ME
de Benoît Lachambre, Louise Lecavalier, Laurent Goldring e Hahn Rowe (Canadá)
festival materiais diversos
M 4 anos » 1h » Teatro Virgínia » 10€
11 Setembro . sábado 21h30
Is You Me é o resultado de uma série de encontros.
O encontro entre Benoît e Louise, mas também a história que se tece entre as imagens e a dança, uma história
onde Benoît se cruza com numerosas reposições. Desta vez, propôs-me que continuasse com ele uma
experiência que tinha iniciado com Mathilde Monnier: com um único projector construir o espaço do teatro: à
vez, o palco, a luz e o cenário.
A experiência com Mathilde demonstrou-me que isso implicava trabalhar desde o início na óptica de uma coriação. Não teria sido possível conceber a dança em separado do espaço desenhado, tal
como as projecções não poderiam ser concebidas como um simples quadro neutro e acolhedor. Benoît e Louise
tornaram-se progressivamente uma espécie de desenhos, de desenhos animados: começaram a brincar com a
sua terceira dimensão, divertindo-se para dela se libertarem ou para a readquirir. Para passar do estado de
volume ao de superfície ou de linha e reciprocamente.
Laurent Goldring
Concepção Benoît Lachambre, Louise Lecavalier, Laurent Goldring, Hahn Rowe Dramaturgia Benoît Lachambre
Bailarinos Benoît Lachambre, Louise Lecavalier Compositor e Música ao Vivo Hahn Rowe
Cenografia, Luz e Projecção Laurent Goldring Figurinos Lim Seonoc Assistente à Criação France Bruyère
Produção Par B.L.eux Co-produção Théâtre de la Ville de Paris (França), MODAFE 2008
(Coreia do Sul), Mercat de les Flors (Espanha), Pact Zollverein (Alemanha), Festival
TransAmériques (Canadá), Fabbrica Europa (Itália), Usine C. Montréal (Québec, Canadá)
Co-apresentação Materiais Diversos, Teatro Virgínia, Culturgest e Centro Cultural Vila Flor
© André Cornelier
No mesmo dia, entre as 18h e as 20h
Atelier do Espectador com Tiago Bartolomeu Costa
crítico de dança do Jornal Público e director da revista de artes performativas Obscena. Este atelier tem como
objectivo propor chaves de leitura e enquadramento dos espectáculos apresentados no Festival Materiais
Diversos. Os participantes poderão adquirir conhecimentos sobre história da dança, do teatro e da performance
e reflectir a partir de diversos olhares sobre o objecto artístico, independentemente de gostos ou preconceitos.
Uma oportunidade aberta a todos.
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Largo José Lopes dos Santos, 2350-686 Torres Novas
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teatro físico | música
CHARANGA
Circolando
festival y#08 - festival de artes performativas
todas as idades » 40min » Praça 5 de Outubro » entrada livre
18 Setembro . sábado 21h30
Espectáculo poético e visual, Charanga reúne um grupo de homens saídos das minas, que levam os cantos do
minério a correr mundos. Cantos que são a fala dos homens-toupeira, que habitam o interior da terra, que
tomam a forma de coros para chorar os segredos e os milagres da terra, ou a dos cânticos que exaltam a delícia
da luz, do vento e proclamam o devaneio pelo sonho num carrossel alado. Cantos que primeiro deambulam num
percurso e depois desenham um espaço circular... Com a Charanga partimos para as minas abandonadas, em
busca das vidas que lá perduram, nas histórias e nos sonhos das suas gentes, e que aqui se celebram tomando
como pontos de partida dois objectos simbólicos: a bicicleta e a evocação do vento e da viagem; a fanfarra e as
imagens associadas do brilho e da luz. A estes objectos juntam-se uma turba de água que traz consigo o mar e
os sonhos de criança nos círculos de um carrossel...
Criação colectiva Direcção Artística André Braga e Cláudia Figueiredo
Interpretação André Braga, Bruno Martelo, Hugo Almeida, João Vladimiro, Pedro Amaro, Patrick Murys
Direcção André Braga
Dramaturgia Cláudia Figueiredo
Composição Musical Alfredo Teixeira
Direcção Plástica João Calixto
Coordenação Técnica Francisco Tavares Teles
Direcção de Cena Ana Carvalhosa
Realização Vídeo João Vladimiro com a colaboração de Ana Carvalhosa
Produção Executiva Corropio, Lda.
Criação em residência de co-produção com o Teatro Viriato
Apoios Fundação Calouste Gulbenkian, IEFP/Cace Cultural do Porto; Universidade Católica Portuguesa; Light Box
Circolando é uma estrutura financiada pelo MC/DGArtes
Festival Y#08 organização: Quarta Parede, Ass. de Artes Performativas da Covilhã
© Duarte Costa
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dança | teatro
MANUAL DE INSTRUÇÕES
de Victor Hugo Pontes
festival materiais diversos
M 16 anos » 1h10 » Teatro Virgínia » 5€ (3€ c/ desconto)
25 Setembro . sábado 21h30 (10 Setembro no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena)
Como é que os indivíduos se relacionam com o espaço que habitam? Qual o lugar ocupado pelos outros na
comunidade em que vivemos? Quantos momentos de verdadeiro encontro ocorrem ao longo da vida? O que se
faz quando se ocupa um espaço privado, sabendo-se que (não) se está a ser observado? O que acontece
quando se vive em isolamento? Pode o corpo transformar-se em natureza morta? Será que a solidão se
transveste do ser solitário?
Para compreender e dar a ver os mecanismos que estão por detrás dos gestos quotidianos e da acumulação de
memórias que compõem as vidas de cada indivíduo, Victor Hugo Pontes seleccionou 12 intérpretes da região,
integrando-os no elenco fixo de 3 intérpretes. O percurso destes em palco poderia descrever-se como aquele ao
longo do qual se toma consciência do lugar no mundo, que é o mesmo percurso em que cada um se torna no
que é. A peça é um itinerário mental deste processo, revelado através de um roteiro coreográfico mais frágil do
que consistente, mais arriscado do que previsível. Pretende-se mostrar sobretudo o que pode ser a solidão.
(Será esta uma roupa que se escolhe?) A partilha é uma hipótese suspensa, porque somos tão portáteis como
os móveis da casa onde vivemos. Não há verdadeira intimidade, há verdadeira solidão, e todos acabamos por
nos tornar naquilo que somos.
Direcção artística, Coreografia e Cenografia Victor Hugo Pontes
Sonoplastia Rui Lima e Sérgio Martins
Desenho de luz Wilma Moutinho
Apoio Dramatúrgico Madalena Alfaia
Interpretação Catarina Carvalho, Manuel Sá Pessoa e Tiago Barbosa / 12 Intérpretes locais
Produção executiva Joana Ventura e Mafalda Couto Soares
Produção Núcleo de Experimentação Coreográfica
Co-produção O Espaço do Tempo, Centro Cultural Vila Flor
Apoios Fundação Calouste Gulbenkian (Programa de Apoio à Dança), CENTA, Balleteatro Auditório, Teatro
Aveirense, DeVIR/CAPa, Trigo Limpo Teatro ACERT, Forum Dança, Radar 360º
Projecto Financiado pelo MC/DGArtes
©
©Susana Neves
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novo circo | música
NUOVA BARBERIA CARLONI
de Mario Gumina e Teatro Necessario (Itália)
festival y#08 - festival de artes performativas
M7 anos « 1h » Teatro Virgínia » 7,5€
04 Outubro . segunda 21h30
Depois do sucesso do espectáculo Clown in Libertá apresentado nas Festas do Almonda este verão, o Teatro
Necessario monta uma barbearia, animada por três aspirantes a barbeiros, e faz da plateia uma enorme sala de
espera. O público define os limites do espaço e é parte integrante do salão, isto é, do espectáculo.
Hoje em dia, nas decrépitas barbearias da província, sobram apenas espelhos rectangulares empenados pelo
tempo e cobertos de teias de aranha, velhas cadeiras que chiam, utensílios oxidados, o cheiro a gordura e os
clientes impacientes que esperam em silêncio pela sua vez. Mas há cinquenta anos atrás, a barbearia era o
lugar favorito dos cavalheiros, onde discutiam livremente negócios e planos. Havia música, café e as curiosas
anedotas do barbeiro de confiança. A barbearia era o centro nevrálgico da aldeia.
Xamans e médicos, verdadeiros artistas do cabelo, determinados a tratar qualquer problema a golpes de loção,
estes barbeiros/músicos mostram com orgulho as suas incríveis habilidades gestuais, seguros de que o cliente
sairá daqui com o corpo regenerado e o espírito elevado.
Interpretação Leonardo Adorni, Jacopo Maria
Bianchini, Alessandro Mori
Direcção Mario Gumina
Figurinos Patrizio Caggiati
Cenografia Patrizio Dall’Argine
Cenografia Lab TbB - Paolo Romanini
Iluminação Dario Andreoli
Assistente de Coreografia Fabrizio Giannini
Organização Daisy Vanicelli
Produção Teatro Necessário
Festival Y#08 organização: Quarta Parede,
Associação de Artes Performativas da Covilhã
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dança | música
VOID ELÉCTRICO
Clara Andermatt
festival y#08 - festival de artes performativas
M 6 anos » 1h10 » Teatro Virgínia » 10€
09 Outubro . sábado 21h30
Melhor espectáculo de Dança em 2009, segundo o Jornal Expresso
Nomeação para Prémio Autores 2010 da SPA/RTP – Categoria Melhor Coreografia
Sou filho, sou irmão, tio, pai, primo, acima de tudo sou neto… neto dos meus avós…. O princípio desse
paralelismo acidental… ou ocidental…? Os meus velhos que em criança me ensinaram a sentir um sentir
especial, o estar, estar simplesmente, estar só, só no meio da multidão, em paz. Um estado… assim…VOID.
Tudo remonta há 10 anos atrás. Mas “passa-se aqui e agora: Em Portugal, Cabo Verde, Portugal…”, pontos de
partida para a criação de uma peça que tem como pano de fundo o encontro de culturas. VOID estreou em 2009
e foi considerado pela crítica como um dos melhores do ano. Esta é uma nova versão, com mais músicas, mais
electricidade, mais memórias…
Uma peça sobre pessoas, feita de experiências e de saudade. Inspirada nas tristezas, nas dificuldades, nos
benefícios de uma década de crescimento de dois cabo-verdianos em Portugal. Repleta de poesia, de ritmo e
língua crioula. Por vezes triste, por vezes cómica, filosófica ou pragmática. Um universo coreográfico, teatral e
musical muito pessoal, que nasce do diálogo real e constante de duas culturas no dia-a-dia de Lisboa.
Concepção e Direcção Clara Andermatt
Direcção musical João Lucas e Clara
Andermatt
Criação musical João Lucas, Avelino
Chantre, Sócrates Napoleão e Domingos
Sá (Kabum) / Sodade música de Luís
Morais, letra de Amândio Cabral,
arranjos de João Lucas
Textos Avelino Chantre e Sócrates
Napoleão
Interpretação Avelino Chantre, Sócrates
Napoleão e Kabum
Figurinos Aleksandar Protic
Produção Executiva ACCCA
A ACCCA é uma estrutura financiada
pelo MC/DGArtes
Festival Y#08 organização: Quarta
Parede, Ass. de Artes Performativas da
Covilhã
© Carlos Palma
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teatro de marionetas | música
PETITES HISTOIRES SANS PAROLES
de Brice Coupey
Cie l’Alinéa (França)
Todos os públicos » 50min » Teatro Virgínia » entrada livre
13 Outubro . sábado . 14h30 (escolas) e 18h30 (famílias)
Celebração do 5º aniversário de reabertura do Teatro Virgínia
Um espectáculo que nasce de uma colaboração entre amigos e profissionais, para celebrar em conjunto os 5
anos do Teatro Virgínia.
Brice Coupey convidou os seus “pais” e pares na arte da marioneta para uma colaboração artística especial:
fazerem uma volta pelo seu percurso e pelos laços que criou no mundo da marioneta. Propôs a cada encenador
convidado que criasse uma história a partir de um tema e que utilizasse uma técnica de manipulação distinta.
São três pequenas histórias, O Saco, A Mão e Essor, contadas com marionetas diferentes, num cenário simples
e surpreendente, acompanhadas por um músico ao vivo, que vai criando ambientes sonoros próprios a cada
narrativa.
Histórias com existência própria, que se associam livremente num espectáculo divertido e emotivo, versátil e
encantador.
Criação e Manipulação das Marionetas Brice Coupey
Música e Interpretação Jean-Luc Ponthieux
Encenadores Convidados Pierre Blaise, Alain Recoing, Ombline de Benque
Produção Cie l'Alinéa
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dança
SAVALLIANA
Companhia Nacional de Bailado
M 3 anos » 1h » Teatro Virgínia » 7,5€
16 Outubro . sábado 21h30
(…) Das ideias iniciais, que incluíam um conjunto de discursos típicos do Sec. XX, entre os quais o da
publicidade, que é capaz de reduzir os indivíduos a números, o coreógrafo guardou vagas ressonâncias e
procurou trabalhar o ser humano como motor individual do imaginário colectivo. Este é o ponto de partida de
Savalliana, que é desenvolvido numa visão pragmática mas alegre da vida, tendo por mote a comunhão com os
outros mas também a solidão como experiências de vida do indivíduo, numa busca incessante de equilíbrio. (…)
Cristina Peres in Jornal Expresso
Considerando que toda e qualquer mudança parte sempre de um indivíduo, mesmo que se trate de uma
mudança colectiva, este trabalho reflecte as dicotomias entre o grupo e o indivíduo, entre a unidade e a
fragmentação, numa lógica constante de construção e de desconstrução... e isto prova-se no gesto coreográfico
de Savalliana.
Coreografia Rui Lopes Graça
Sequência Musical Rui Vieira Nery (sobre interpretações de Música Ibérica dos séculos XVI e XVII dirigidas por
Jordi Savall)
Cenografia João Mendes Ribeiro
Figurinos Vera Castro
Desenho de Luz Daniel Worm d’Assumpção
© Ricardo Brito
Apresentação no âmbito da rede Imaginar Os Centros
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música
RAY LEMA
M 3 anos » 1h30 » Teatro Virgínia » 7,5€
23 Outubro . sábado 21h30
Nascido em 1946 na actual República Democrática do Congo, tem no piano clássico a sua formação
instrumental e musical base. Enquanto jovem músico, tocou no circuito dos clubes nocturnos de Kinshasa,
trabalhando como teclista de palco e de estúdio com uma série de artistas, incluindo nomes incontornaveis da
cena musical congolesa como Tabu Ley, Rochereau e Papa Wemba e ainda o fabuloso Ali Farka Touré. Imerso
nos sons soukous e no rhumba de Kinshasa, teve sempre os ouvidos abertos a outras formas ou estilos. Cedo
procurou fundir uma série de influências musicais no seu percurso como compositor, desde o rock ao jazz,
tornando-se um dos pioneiros de uma certa World Music menos óbvia.
Um dos maiores vultos da música africana actual, compõe, canta, toca guitarra e percussão, num concerto
imperdível acompanhado por Etienne Mbappe no baixo e Francis Lassus na bateria.
Piano Ray Lema
Baixo Etienne Mbappe
Bateria Francis Lassus
Apresentação no âmbito da rede Imaginar Os Centros
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dança | teatro
teatro | música
MANSARDA
Circolando
M 8 anos » 1h25 » Teatro Virgínia » 5€ (preço único)
30 Outubro . sábado 21h30
Ao longo da vida vamos construindo um sótão-abrigo onde guardamos os nossos sonhos-lembrança
fundamentais. (...) No fundo, uma casa para o nosso coração (...) que se confunde connosco e sempre nos
acompanha. Velhos, visitamos estes sótãos com raízes numa infância longínqua e fazemos soar livres os fios da
memória. Baralhamos a curva do tempo. Caminhamos em direcção aos inícios, vamos para o lugar onde se
encontra a morada dos nossos devaneios...
Espectáculo que encerra o ciclo Poética da Casa, instala-nos nesse lugar entre o céu e terra – o sótão, as águasfurtadas. As linguagens das imagens, do corpo, dos objectos e da música são a base deste manifesto poético
que, sem palavras, quer falar da importância da preservação da memória e do devaneio.
Os escritos de Bachelard e a obra plástica de Louise Bourgeois foram o ponto de partida para um diálogo com
múltiplos autores: Tonino Guerra, Miguel Torga, Cesare Pavese, Mia Couto, Chagall, Dussaud… A máscara, a
dança com as cadeiras, os cântaros, os ramos, a palha, a música das sanfonas e sanfonelas, a voz e o canto,
são matérias base num trabalho de improvisação teatral.
Uma obra que se abre aos sótãos de cada espectador.
Oficina de Teatro Dançado
para Adultos
Mais informações na pág 20.
20.
CRIAÇÃO COLECTIVA
Direcção Artística André Braga e Cláudia Figueiredo Direcção e Concepção Plástica André Braga
Dramaturgia Cláudia Figueiredo Composição Musical Alfredo Teixeira Interpretação Ana Madureira, André
Braga, Graça Ochoa, Inês Oliveira, Joana Carvalho, João Vladimiro, Mafalda Saloio, Patrick
Murys Realização Plástica Nuno Guedes, Carlos Pinheiro, Sandra Neves, Inês Mariana Moitas, Américo
Castanheira Desenho de Luz Cristóvão Cunha Desenho e Operação de Som Harald Kuhlmann
Coordenação Técnica e Operação de Luz Francisco Tavares Teles Produção Ana Carvalhosa (direcção) e
Cláudia Santos Co-produção Circolando, Próspero - Projecto Plurianual de Cooperação Cultural, Centro
Cultural de Belém e Teatro Nacional São João Produção executiva Corropio, Lda.
Circolando é uma estrutura subsidiada pelo MC/DGArtes
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teatro de marionetas
DURA DITA DURA
Teatro de Ferro
M 10 anos » c.50min » Teatro Virgínia » 5€ e 3€ (preços únicos)
05 Novembro
Novembro . sexta 10h30 e 14h30 (escolas)
06 Novembro . sábado 21h30 (todos)
Dura Dita Dura é a história de Baltazar, um menino que cresce algures numa terreola perdida de um Portugal
esquecido – mas apertadamente vigiado e auto-vigiado. Baltazar é mudo, mas não surdo. A sua vivacidade de
menino fora do baralho conflitua manifestamente com o obscurantismo que caracteriza o Portugal dos
pequeninos. Baltazar é um escândalo de silêncio num país silenciado. Mas não se escolhe o lugar e o tempo
onde se nasce.
Um espectáculo de marionetas acerca da atmosfera de terror surdo que reinou durante meio século, num país
onde as paredes tinham ouvidos. Através do olhar atento, e por vezes atónito, de uma criança bem amada mas
permeável ao mal-estar dominante, dá-se a conhecer um passado ainda próximo, que tende contudo a esbaterse nas «brumas da memória»...
LOTAÇÂO LIMITADA
Texto e Canção Regina Guimarães
Encenação, Cenografia e Marionetas Igor Gandra
Música Michael Nick Fado/Canção Ana Deus
Interpretação Igor Gandra Desenho de luz Rui Maia e TdF
Direcção de Produção Carla Veloso
Co-produção Teatro de Ferro, Festival Internacional de Marionetas do Porto, Festival Escrita na Paisagem e
Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas de Lisboa
Estrutura financiada pelo MC/DGArtes
Programação no âmbito da rede Teatro Contemporâneo
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poesia para bebés
A VER O MAR...
Teatro do Elefante
bebés a partir dos 3 meses » c.35 min » Teatro Virgínia » 3€ (preço único)
12 Novembro . sexta 09h30
13 Novembro . sábado 10h00
Do campo para o mar! Assim, se faz ao caminho a personagem do espectáculo. Sem contudo deixar de trabalhar
de sol a sol, sem perder as raízes. Entre canções e poemas trata dos animais, cultiva a terra, e vai… ver o mar!
Um espectáculo para bebés, que aborda obras da literatura portuguesa. A poesia tem esta extraordinária
característica de provocar os sentidos e os pensamentos na procura de significados, muitas vezes, pouco ou
nada lineares. Não se procura contar uma história mas antes proporcionar espaço para que os bebés possam
criar as suas próprias interpretações.
A poesia é também feita de sonoridades, e assim mesmo pode ser percepcionada pelos bebés: som-voz, somfalado, som-cantado, som-silêncio. A música tradicional interpretada ao vivo estende a dimensão sonora do
espectáculo, explorando outras formas de dizer as palavras.
Formação para Pais e Educadores
“Poesia para Bebés”
Mais informações na pág 20
20 .
LOTAÇÂO LIMITADA
Autoria e Interpretação Rita Sales
Encenação Rita Sales e Fernando Casaca
Operação Técnica Vasco da Silva
Produção Rita Sales
Programação no âmbito da rede Teatro Contemporâneo
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III Encontros de Lusofonia
15 a 20 Novembro
Alimentando a mesma ideia e o mesmo espírito que marcaram os anos de 2008 e 2009, pretende-se que os III
Encontros de Lusofonia venham consolidar aquele que é já um dos eventos-âncora do Município de Torres
Novas. Celebrando a língua e os laços que ela hoje proporciona, estes encontros têm vindo a reunir especialistas
das mais variadas áreas, explorando os reflexos e desafios de uma língua comum na política, nas artes, na
economia… Da discussão fica um contributo inestimável, sob a forma de cadernos, que garante a fixação das
ideias e opiniões, levando-as para lá do espaço e do tempo em que decorre cada edição, os Cadernos de
Lusofonia.
No dia 19 de Novembro de 2010 assinalar-se-ão ainda os 50 anos da inauguração do padrão henriquino em
memória do Infante D. Henrique e dos heróis torrejanos presentes no Cerco de Diu. Erigido aquando do V
Centenário da morte do Infante, possui réplicas exactas em cinco outros países lusófonos. Esse será o mote
para que se reúnam em Torres Novas os representantes desses lugares, com os quais persiste esse laço
acrescido. Uma festa de reencontro que se quer também de cumplicidade e cooperação.
Durante uma semana, exposições, oficinas, conversas, sessões de cinema, espectáculos e ainda um programa
de rádio, acontecem no Teatro, na Biblioteca, nas escolas e outros espaços do Concelho, à procura do encontro,
da diversidade de olhares e experiências e de lançar perguntas à Lusofonia.
Programa a anunciar em breve
música
Kimi Djabaté
GuinéGuiné-Bissau
III Encontros de Lusofonia
M 3 anos » c.1h30 « Teatro Virgínia » 10€
20 Novembro . sábado 21h30
O seu mais recente disco Karam,
Karam, tem destacado Kimi Djabaté com excelentes críticas por parte da imprensa
mundial,
mundial, tendo merecido a segunda posição nos World Music Charts Europe. Natural da Guiné-Bissau, Djabaté
nasceu no seio de uma família musicalmente erudita, onde recebeu formação na música tradicional mandinga.
Interessado noutros estilos de música Africana como o gumbé, o Afrobeat da Nigéria, a morna de Cabo Verde
além do jazz e do blues Ocidental, Djabaté prosseguiu o seu percurso musical pela Europa. Aqui colaborou com
diversos músicos excepcionais, Mory Kanté, Waldemar Bastos, Netos de Gumbé, entre outros.
Em 2005, lança o seu primeiro álbum a solo, Teriké. O tema central de Karam é África: a sua realidade social e
política, o sofrimento do povo Africano, a luta contra a pobreza, a liberdade, os direitos das mulheres e o amor.
A expressão das suas raízes griot, Karam presta homenagem ao povo, alma e espírito de África que está ainda
hoje no coração da música de Kimi Djabaté.
Voz Principal, Guitarra, Ballafon Kimi Djabaté Bateria, Cabaça e Voz Tony Baixo Eléctrico Renato
Kora Braima Galissa Djembé e Congas e Voz Capitão Guitarra Eléctrica e Voz Milton Gulli Voz Alexandra
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música
CAMERATA IBEROIBERO-AMERICANA
Encontros com Músicas 2010
M 6 anos » c.1h00 » Teatro Virgínia » 5€ (preço único)
27 Novembro . sábado 21h30
Tendo como director artístico e concertino o violinista Roberto Valdés, a Camerata Ibero-Americana surge da
necessidade de haver um grupo em Portugal que se dedique principalmente a compositores da América do Sul,
do Brasil (Villa-Lobos), Argentina (Astor Piazzolla), Cuba (Moisés Simmons-Bornot), Venezuela (Aldemaro Romero)
e México (Manuel Enríquez e Jose Pablo Moncayo).
A junção de músicos jovens de reconhecido nível, de variadas nacionalidades, traz a mistura necessária para
inovar e criar um espírito enérgico e de elevada qualidade musical.
A Camerata Ibero-americana é composta por quatro primeiros violinos, três segundos violinos, duas violas de
arco, dois violoncelos e um contrabaixo de cordas.
Organização Choral Phydellius
Apoios Instituto Português da Juventude, Câmara Municipal de Torres Novas e Teatro Vírginia
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novo circo | dança | música
À DEUX PAS DE LA-HAUT
Compagnie O Último Momento
M 4 anos c.45min 7,5
30 Novembro . terça 21h30
Dois homens partilham um território, cada um com as suas próprias questões, forças, fraquezas e habilidades
físicas. A relação deles, como num filme de Chaplin ou Buster Keaton, é quase invisível e os actos de um têm
consequências no percurso do outro, criando um encontro inevitável e iminente. É esta a essência do
espectáculo.
À Deux Pas De Lá-Haut é uma criação do acrobata mundialmente reconhecido João Paulo Santos, que procura
criar aqui um espectáculo singular, integrando uma técnica nova derivada do mastro chinês: o «pequeno
mastro». Com esta técnica, o mastro passa de estático a móvel e manipulável, o que permite que o espectáculo
decorra entre a realidade e a imaginação, entre o possível e o impossível, com o intuito de perturbar as ideias
pré-concebidas do público e confundindo as suas noções de espaço e gravidade.
A abordagem desta nova criação, da qual fazem parte dois acrobatas, um músico e um encenador, baseia-se em
princípios teatrais e cruza o circo, a dança, a manipulação de objectos, a música e o vídeo.
Um espectáculo que promete surpreender pela sua criatividade.
Uma criação de Guillaume Amaro e João Paulo dos Santos
Direcção artística João Paulo dos Santos
Encenação Olivier Antoine
Desenho de Luz Nicolas Le Clézio
Técnica Alrik Reynaud
Figurinos Fanny Mandonnet
Produção e Comunicação Flore Vitel
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teatro
A COLECÇÃO PRIVADA DE ACÁCIO NOBRE
de Patrícia Portela
M 12 anos » c.1h30 Teatro Virgínia » 5€ (preço único)
04 Dezembro . sábado 21h30
Patrícia Portela reúne os textos e os modelos de Acácio Nobre encontrados num baú dos seus familiares e segue
as pistas até novos e preciosos documentos perdidos em arquivos pessoais e casas de amigos. Reconstrói
algumas das obras, das ideias políticas e dos projectos científico-artísticos deste português do início do séc. XX,
agora esquecido, que teve uma carreira política, científica e artística discreta, eloquente e muito inovadora para
o seu tempo. O seu objectivo máximo é reavivar a obra deste homem e questionar a memória colectiva de um
país que, se tivesse decidido atribuir-lhe a imortalidade que lhe era devida, teria sido um país diferente.
Uma máquina de escrever vintage e um teclado wireless dão um concerto, projectam um filme mudo,
desenvolvem um diálogo sobre o arquivo de Acácio Nobre, recriando o ambiente que envolve um autor enquanto
este escreve: os momentos de pausa, aqueles em que surgem as grandes ideias, os de fúria criativa, em que se
recorrige tudo o que se quis dizer, os silêncios infindáveis enquanto se escreve ou enquanto não se consegue
escrever.
Um espectáculo que se inscreve na solidão e intimidade do criador muito antes de terminar a sua obra, nos
momentos em que este faz crescer uma sua imagem mesmo antes de saber o que ela é ou lhe quer dizer.
Texto e Imagens Patrícia Portela
Máquina de Escrever e Instalação Sonora Christoph de Boeck
Programação, Efeitos Especiais, Pós Produção de Imagem Irmã Lucia efeitos especiais
Performer André e.Teodósio
Cinematografia Leonardo Simões
Desenho de Luz Daniel Worm d’Assunção
Jóia de Acácio Nobre Alda Salavisa
Mesa de Ácácio Nobre João Gonçalves
Edição de Texto Isabel Garcez
Direcção de Produção e Produção Executiva Helena Serra e Pedro Pires
Produção Prado | Co-produção Teatro Maria Matos Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, La Porta
A Prado é uma estrutura financiada pelo MC/DGArtes
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Largo José Lopes dos Santos, 2350-686 Torres Novas
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PROMEMÓRIA . SOFTWARE ALMONDA
áudio vídeo performance
SOFTWARE ALMONDA
de Tiago Pereira com jovens da cidade de Torres Novas
M 6 anos » c.1h00 » Teatro Virgínia » 3€ (preço único)
10 Dezembro . sexta 21h30
Software Almonda é um espectáculo que mistura técnicas de documentário com manipulação de áudio e vídeo
em tempo real. Criado no âmbito do Prómemória, incide em tudo aquilo que podemos qualificar como
património incorpóreo e imaterial, isto é, a tradição oral, na forma de lendas, contos, práticas rituais e paisagens
sonoras. Uma obra artística híbrida, que trata estes documentos como elementos vivos, dispostos a serem
manipulados e utilizados sem nunca perderem referência à sua origem.
Software Almonda tem como ponto de partida o Rio Almonda, onde jovens realizaram recolhas da paisagem
sonora e visual. Imaginário a partir do qual alunos do 1º ciclo fizeram curtas animações.
Estes objectos são aqui manipulados e misturados num espectáculo em tempo real.
Música e Tratamento Sonoro Eduardo Vinhas Pesquisa e Produção Rita Freitas
áudio vídeo
BASE SOFTWARE ALMONDA
de Tiago Pereira
M 6 anos » c.1h00 » Teatro Virgínia
10 Dezembro . sexta 10h30
Projecção do filme de Tiago Pereira, feito em conjunto com alunos do 1º ciclo e jovens do Concelho, resultado do
trabalho desenvolvido em torno do Rio Almonda, no âmbito do projecto Promemória.
Apresentação no âmbito da rede Imaginar Os Centros
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música
Pedro Abrunhosa & Comité Caviar
M 3 anos » 1h30 » 15€ (preço único)
11 Dezembro . sábado 21h30
Três anos depois de Luz, Pedro Abrunhosa regressa. E parte para Longe. Um disco que corresponde à sua
necessidade de mudança e de quebrar rotinas e fórmulas, atingindo o primeiro lugar do top de vendas na
primeira semana de vida e contando já com o galardão de Disco de Ouro.
Mudou muito: a equipa técnica, a banda de apoio, e ainda mais o som. Correspondendo a um apelo interior de
rumar à essência e de deixar emergir outras raízes impolutas, Pedro Abrunhosa acrescenta agora o grande som
do rock de tónica americana aos seus amores pelo jazz e o funky e aos seus mestres da canção europeia.
Há pontos de contacto com o currículo, claro. Mas há muito para descobrir. Se Pedro Abrunhosa, com toda a
legitimidade, se orgulha do seu passado, aquilo que o motiva é mesmo este presente, orgânico e perene.
Devagar se vai ao Longe? Não acreditem. Este é mesmo para servir já, fresco e imenso.
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teatro
A MENINA DO MAR
de Sophia de Mello Breyner
Joana Providência | Teatro do Bolhão
M 4 anos » c.45 min » Teatro Virgínia » 5€ e 3€ (preços únicos)
17 Dezembro . sexta 10h30 e 14h30 (escolas)
18 Dezembro . sábado 16h00 (famílias)
A Menina do Mar, baseada na obra de Sophia de Mello Breyner, conta a história de uma menina sem origem,
que um dia, no seio do “Era uma vez…” conta a sua história a um menino: “Chamo-me Menina do Mar e não
tenho outro nome. Não sei onde nasci. Um dia uma gaivota trouxe-me no bico para esta praia. Pôs-me numa
rocha na maré vaza e o polvo, o caranguejo e o peixe tomaram conta de mim.”
Esta menina é detentora de dois dons: pode respirar fora de água como os homens e dentro de água como os
peixes. Sempre viveu no mar e quer conhecer a Terra mas não pode afastar-se muito da água porque fica
desidratada. Além disso tem a sua liberdade condicionada porque é a bailarina da “Grande Raia”, senhora
daqueles mares, que a traz constantemente vigiada pelos búzios. O seu fascínio pela Terra e pelo conhecimento
de tudo o que existe fora do mar reforçou a amizade com o menino e juntos sonham, revivem e projectam
muitas aventuras.
A Menina do Mar é uma narrativa contemporânea, escrita em prosa poética, um texto emblemático da literatura
infanto-juvenil, que alimenta no espectador a sede de sonho e do maravilhoso.
Encenação Joana Providência
Dramaturgia Helena Genésio
Espaço Cénico e Marionetas Cristóvão Neto
Figurinos Lola Sousa
Iluminação Pedro Carvalho
Banda Sonora Rui Lima e Sérgio Martins
Produção Glória Cheio
Elenco Anabela Sousa, Beatriz Godinho, Filipe Moreira, Paulo Mota e Sandra Salomé
Programação no âmbito da rede Teatro Contemporâneo
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Lab criativO
riativO.
Teatro Dançado
para Adultos
Oficina a partir de “Mansarda”
M 16 anos » 2 sessões de 2h30
30 e 31 Outubro . sábado e domingo 10h30
No princípio do nosso teatro dançado temos um tema.
Um universo de poemas e de imagens. Logo a seguir,
impõe-se a matéria, o objecto. Por exemplo a cadeira, a
palha ou os ramos. O objecto e um modo particular de o
abordar. Com o corpo. Com o corpo que dança.
Com vários exercícios e propostas de improvisação,
queremos partilhar com o grupo de participantes este
nosso modo de fazer um teatro dançado.
“Mansarda” dar-nos-á o universo de pesquisa. No cruzamento da memória e do devaneio, as cadeiras, as
roupas, os fios, os ramos, os cântaros, a palha… serão algumas das matérias possíveis na construção de
histórias dançadas. Juntos, procuraremos as casas com raízes e sabor a terra que nos fixam a uma história e
mantêm vivo no fundo de nós um mundo rural antigo, as casas que aspiram a uma leveza aérea e se abrem às
paisagens da imensidão.
Orientação Patrick Murys
Preço 6€ (com entrada no espectáculo)
Inscrições [email protected]
Formação para Pais e Educadores
Poesia para Bebés a partir de “A Ver o Mar...”
adultos » 3h00
13 Novembro . sábado das 14h00 às 17h00
Abordagem à importância da poesia e da literatura no desenvolvimento da criança. Contacto com os métodos e
materiais explorados pelo Teatro do Elefante nos seus projectos artísticos para bebés.
Orientação Rita Sales
Preço 4€
Inscrições:
Inscrições [email protected]
Programação no âmbito da rede Teatro
Contemporâneo
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projectos longos
Promemória Software Almonda
Tiago Pereira
Este projecto consiste nuclearmente, na produção de um videograma ficcionado sobre as tradições culturais do
Concelho, abrangendo um amplo e múltiplo programa de actividades e realizações, desde a recolha e registo
das práticas simbólicas e rituais, lúdicas e recreativas da região, à sensibilização da jovem população (do 1º
ciclo e adolescentes) para o património da sua terra e dos seus antepassados, passando pela participação dos
mesmos numa acção relativa ao seu estudo, culto e preservação.
Um registo documental do que podemos qualificar como património incorpóreo, imaterial, isto é, a tradição oral
(lendas, contos, etc.), as práticas rituais, e as particularidades linguísticas, bem como as criações artísticas
(musicais, plásticas e literárias), as tradições gastronómicas e artesanais.
Em Torres Novas, este trabalho de pesquisa, recolha e produção desenvolver-se-á em torno do Rio Almonda.
Escolhemos a água como tema de fundo para o encontro. A nossa origem é líquida, a água é um elemento
primordial, fonte de vida. As analogias são várias. A água transporta
em si a memória… os rios foram os berços da humanidade, todas
as lendas da criação provém do universo líquido.
É urgente recuperar o que se julgava esquecido, sejam histórias
locais, do quotidiano ou mitos da criação de universos oníricos e
longínquos.
Nas fases de preparação acontecem oficinas de vídeo e cinema de
animação nas escolas do 1º ciclo e oficinas de gravação de sons e
de Video-Jockey para pessoas dos 12 aos 18 anos, que queiram
participar.
O resultado deste trabalho resultará por um lado num objecto
cinematográfico e por outro na apresentação ao vivo Software
Almonda, com a participação do grupo inscrito.
Oficinas de Cinema
de Animação
Workshop Vídeo em Tempo Real .
Pesquisa e Recolha Sonora
12 aos 18 anos 3h00 (17h00 às 20h00)
todas as terças-feiras de Outubro . 17h00
1º ciclo 3h00 x 3 sessões
Setembro a Dezembro
Pequenos clips de vídeo de animação são
construídos ao longo de três sessões, com
turmas do 1º ciclo. Partindo das histórias,
lendas, contos, práticas rituais e paisagens
sonoras recolhidos em torno do Rio
Almonda, os alunos aprendem técnicas
simples para a criação de animações, que
serão depois integradas no filme final do
projecto.
Com as novas tecnologias e as novas linguagens
cinematográficas, propomos uma oficina de gravação de
sons, com vista a recolher muita da paisagem sonora do Rio
Almonda e a sua região cultural, para de seguida nos
lançarmos no tratamento dessas recolhas e as
apresentarmos ao vivo. Imagens e sons aliam-se numa
performance que mistura documentação com efeitos e
máquinas e permite aos participantes montarem um filme
ao vivo, enaltecendo muito mais o património imaterial
dando-lhe um tratamento actual!
Orientação Tiago Pereira e Lab Criativo
Inscrições [email protected]
Orientação Tiago Pereira e Lab Criativo
Inscrições [email protected]
Projecto no âmbito da rede Imaginar Os Centros
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Rádio a Partir
Criação de um programa de rádio às voltas com a lusofonia
Ensino Secundário
Setembro 2010 a Junho 2011
Partir a língua, partir conceitos, partir pedra, partir à procura, fugir, palavras e
música a partir... Os III Encontros de Lusofonia são o ponto de partida para a
criação e apresentação de um programa de rádio, um projecto entre
o Virgínia, a Rádio Torres Novas FM e a Escola ES/3 Maria Lamas. Um trabalho
para conhecer a rádio, saber e gozar do seu tempo e natureza, para entrar e
estar no estúdio. Uma programação pensada em conjunto com os alunos, que
engloba a leitura de textos, rádio novelas, programas de música, de entrevistas
e de divulgação cultural.
Os Hóspedes
CineCine-Flash
Ensino Secundário
Setembro 2010 a Junho 2011
Filmes e Conversas em
em torno do Viajar
A partir deste trimestre e durante o próximo ano
lectivo, uma turma do ensino secundário da Escola
ES/3 Maria Lamas vai entrar no Teatro Virgínia com
regularidade, para assistir a espectáculos,
montagens, ensaios abertos, conversar com
profissionais e experimentar outras actividades, em
torno da programação artística do Teatro
3º Ciclo e Secundário
Setembro 2010 a Junho 2011
Um conjunto de sessões com um tema ao fundo,
pensadas para um público jovem, para o aproximar
e confrontar com a linguagem do cinema. Serão
momentos de encontro e conversa, em volta dos
raios que nos atingem a partir da tela.
Cinema para Uma Idade Maior
18 Novembro . quinta 14h30
Projecto de cinema trimestral para o público dos Centros de Dia e Lares das IPSS dos Concelhos de Torres
Novas, Entroncamento e Chamusca.
Um conjunto de pontos de reflexão estabelece pontes entre a tela e o público. Um projecto sobre o cinema, o
olhar e o nosso quotidiano.
Em colaboração com o Cineclube de Torres Novas e as IPSS da região.
Inscrições para o Grupo de Teatro Juvenil do Teatro Virgínia
integrado no Projecto Panos da Culturgest
PANOS é um projecto da Culturgest que alia o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias, inspirando-se no
programa Connections do National Theatre de Londres. Todos os anos, peças novas são escritas de propósito
para serem representadas pelos grupos envolvidos. Em Torres Novas, foi formado um Grupo de Teatro Juvenil,
no âmbito do PANOS. As inscrições para este grupo estão abertas até ao final do mês de Setembro. Podem
participar jovens entre os 12 e os 18 anos, que tenham vontade e disponibilidade para ensaiar todas as 3ª
feiras, entre as 17h00 e as 20h00. O grupo é orientado pela actriz/encenadora Suzana Branco, e os ensaios
têm início em Outubro para a apresentação do espectáculo em Abril de 2011.
As inscrições podem ser feitas através do 249839300/05 ou do [email protected]
FREQUÊNCIA GRATUITA
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CinemaàsQuartas
15 Setembro . quarta 21h30
Líbano
TÍtulo Original Lebanon
Realização Samuel Maoz
Com Reymond Amsalem, Ashraf Barhom, Oshri Cohen
Ano 2009 Idade M/16 Duração 93 min
Género Drama, Guerra
País de Origem Alemanha, Israel, França, Líbano
Leão de Ouro, Prémio Taddei Nazareno
Nazareno e Menção Honrosa do prémio
SIGNIS no Festival de Veneza 2009
Melhor Fotografia, Direcção de Actores, Actor Secundário e Som nos Prémios de Cinema da Academia de Israel
Israel
2009
Junho, 1982, Primeira Guerra do Líbano. Um tanque é destacado para explorar uma cidade bombardeada pela
Força Aérea de Israel. Shmulik, o bombardeiro, Asi, o comandante, Herzl, o carregador e Yigal, o condutor, são a
tripulação. Não são lutadores sedentos de violência, nem extremistas determinados a morrer pelo país. São
quatro rapazes que perdem a sua inocência, envolvidos nas teias de uma guerra absurda e injusta, tentando
desesperadamente manter-se vivos e não perder a sua humanidade no caos da violência.
22 Setembro . quarta 21h30
Ruínas
Realização Manuel Mozos
Ano 2009
Idade M/6
Duração 60 min
Género Documentário
País de Origem Portugal
Prémios Melhor Documentário no Indie Lisboa 2009 e Prémio George de
Beauregard no Festival de Documentário de Marselha 2009.
Fragmentos de espaços e tempos, restos de épocas e locais. Lugares que deixaram de fazer sentido, de serem
necessários, de estar na moda, transformados pelo tempo numa outra coisa. Esquecidos, obsoletos, inóspitos,
vazios. Não interessa aqui explicar porque foram criados e existiram, nem porque se abandonaram ou foram
transformados. Apenas se promove uma ideia, poética, sobre algo que foi e é parte da(s) história(s) deste País.
+
O Sustento da Vida . curta metragem
Realização Mariana Castro e Sílvio Santana Produção espalhafitas - Cineclube de Abrantes
Ano 2009 Idade M/6 Duração 20 min Género Documentário País de Origem Portugal
Retrato da vida de um casal que mantém em funcionamento uma azenha, para não deixar morrer uma tradição
e um saber. Embora algo etnográfico, o filme vai mais além, procurando igualmente levantar algumas questões
sobre a vida, a natureza e o nosso lugar no mundo.
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29 Setembro . quarta 21h30
O Tempo que Resta
TÍtulo Original The Time That Remains
Realização Elia Suleiman
Com Ali Suliman, Elia Suleiman, Saleh Bakri
Ano 2009
Idade M/12 Duração 109 min
Género Drama
País de Origem Reino Unido, Itália, Bélgica, França
Um filme semi-biográfico, em quatro episódios, sobre a família de Elia
Suleiman, desde 1948 até aos dias de hoje. Inspirado nos diários do
seu pai, começando em 1948 quando este pertencia à resistência, e
nas cartas da mãe para a família que foi forçada a abandonar o país
nessa altura. Uma tentativa de representação do dia-a-dia dos palestinianos que foram chamados de “israeloárabes”, vivendo como uma minoria no seu próprio país.
Melhor Realizador e Prémio do Júri ACCA no Festival de Cinema Mar del Plata
Grande Prémio do Júri no Prémio de Cinema do Pacífico
Nomeado para Palma de Ouro no Festival
Festival de Cannes 2009
06 Outubro . quarta 21h30
VãoVão-me Buscar Alecrim
TÍtulo Original Go Get Some Rosemary
Realização Ben Safdie, Joshua Safdie
Com Ronald Bronstein, Sage Ranaldo e Frey Ranaldo
Ano 2009
Idade M/12
Duração 100 min
Género Comédia, Drama
País de Origem EUA, França
Lenny, trinta e poucos anos e cabelo a ficar grisalho, vive sozinho em Nova Iorque. Durante duas semanas tem a
custódia dos filhos, Sage e Frey. Lenny hesita entre ser pai e ser amigo, gostaria que as duas semanas
durassem seis meses, mas não consegue lidar com a responsabilidade de ter miúdos pequenos e acaba por
negligenciá-los. Durante quinze dias, uma viagem ao campo, amigos de visita, uma namorada, cobertores
“mágicos”, momentos de alegria e a anarquia total apoderam-se da vida dos três, num navegar entre a infância
e a idade adulta.
Melhor Filme Internacional no Indie Lisboa 2010
Prémio FIPRESCI no Festival de Cinema Internacional de Ljubljana
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20 Outubro . quarta 21h30
Boy
Realização Nagisa Oshima
Com
Com Fumio Watanabe, Akiko Koyama, Tetsuo Abe
Ano 1969
Idade M/12
Duração 105 min
Género Drama
País de Origem Japão
Um filme baseado num caso real... No Outono de
1966, um casal com dois filhos praticou várias vezes
uma fraude que consistia em, primeiro a mãe e depois
o filho mais velho, atirarem-se contra automóveis,
simulando o atropelamento. Extorquiam assim dinheiro
aos automobilistas, ameaçando-os com queixas à
polícia…
Melhor Argumento no Festival Kinema Junpo 1970
Melhor Argumento e Melhor
Melhor Actriz Secundária no Festival
Festival de Cinema de Mainichi 1970
Sessão integrada na SEMANA DO JAPÃO, comemoração dos 150 anos do tratado de amizade PortugalPortugal-Japão
(Torres Novas e distrito de Santarém, de 13 a 20 de Outubro. Com o apoio da embaixada do Japão)
03 Novembro . quarta 21h30
Muitos Dias Tem o Mês
Realização Margarida Leitão
Ano 2009
Idade M/12
Duração 91 min
Género Documentário
País de Origem Portugal
Hoje tudo nos parece indicar que a felicidade está ao
nosso alcance. Com um cartão de crédito ou um
telefonema os sonhos tornam-se realidade. Somos
seduzidos por uma publicidade atractiva a adquirir bens
que vão do indispensável ao supérfluo. O recurso ao
crédito vulgarizou-se e o consumo democratizou-se. Hoje várias pessoas vivem uma angústia que se repete
todos os meses: serão capazes de pagar os seus empréstimos e sobreviver até ao mês seguinte? Vidas que
correm ao ritmo dos prazos, das obrigações. Mês a mês. Dia a dia. Tudo na sociedade tem aparentemente um
preço. Mas, qual é o preço das nossas necessidades? Qual é o preço dos nossos sonhos? Qual é o nosso preço?
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10 Novembro . quarta 21h30
Sem Nome
TÍtulo Original Sin Nombre
Realização Cary Fukunaga
Com Paulina Gaytan, Edgar M. Flores, Marco António Aguirre
Leonardo, Alonso Karla e Cecilia Alvarado
Ano 2009 Idade M/12 Duração 96 min
Género Aventura, Thriller
País de Origem México, EUA
Em busca do sonho americano, Sayra, uma jovem das
Honduras, junta-se ao pai e ao tio numa odisseia através da
paisagem latino-americana em direcção aos EUA. No
caminho, cruza-se com um jovem membro de um gangue, El
Casper, que tenta escapar ao seu passado violento. Juntos têm que contar com a fé, a confiança e a esperteza
de rua, a fim de sobreviver à cada vez mais arriscada viagem em direcção à esperança de uma nova vida.
Melhor Realizador e Melhor Fotografia no Festival de Cinema de Sundance 2009
Melhor Realizador, Melhor Actor e Prémio FIPRESCI no Festival de Cinema de Stockholm 2009
Entre outros 6 prémios
+
Lyubav 2.1 . curta metragem
Realização Casimir Nikodim
Ano 2009 Idade M/12 Duração 17 min Género Suspense, Terror País de Origem Portugal
Inquietante obra de arte de um cineasta que, com génio e mestria, submete-nos a uma viagem tortuosa por
caminhos traçados pela insanidade. A crítica, como julgamento de mérito, depara-se aqui com um paradoxo:
julgamento estético, se contemplar uma obra de arte, julgamento moral, se contemplar uma conduta. Será que,
citando Nietzche, “só como fenómeno estético, podem a existência e o mundo justificarem-se eternamente”?
17 Novembro . quarta 21h30
Estômago - Uma História Nada Infantil Sobre Poder,
Sexo e Gastronomia
Realização Marcos Jorge
Com João Miguel, Fabiula Nascimento,Babu Santana
Ano 2007
Idade M/16
Duração 100 min
Género Drama País de Origem Brasil, Itália
Na vida, há os que devoram e os que são devorados. Raimundo Nonato está
numa posição especial: ele cozinha. E é nas cozinhas de uma pequena tasca,
de um restaurante italiano e de uma prisão, que Nonato vive a sua intrigante história e aprende as regras da
sociedade dos que devoram ou são devorados. Regras que ele usa a seu favor, porque mesmo os cozinheiros
têm direito a comer a sua parte - e eles sabem melhor que ninguém qual é a parte melhor.
Melhor Actor, Melhor Realizador,
Realizador, Prémio Spike e do Júry Jovem no Festival de Cinema Internacional de Valladolid
2008;; Prémio do Público, Melhor actor, Melhor Realizador, Prémio especial do Júri no Festival International de
2008
Cinema do Rio de Janeiro 2007; entre outros 5 prémios.
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24 Novembro
Novembro . quarta 21h30
Significado, a música portuguesa se gostasse dela própria
Com a presença do realizador Tiago Pereira
Realização Tiago Pereira
Ano 2010
Idade M/6
Duração 40 min
Género Documentário
País de Origem Portugal
Pode dizer-se que este é um “work in progress”, originalmente
pensado e concebido para a Associação Cultural d’Orfeu, cujos
fundadores são 4 irmãos músicos, uma encomenda para celebrar
os seus 15 anos de existência. Um documentário que constrói
uma génese da música tradicional portuguesa que se alarga a vários contextos musicais, questionando ainda o
papel da tradição na música contemporânea na forma da seguinte pergunta: como seria a música portuguesa se
gostasse dela própria?
01 Dezembro . quarta 21h30
Nada Pessoal
TÍtulo Original
Original Nothing Personal
Realização Urszula Antoniak
Com Stephen Rea, Lotte Verbeek, Tom Charlfa
Ano 2009
Idade M/12
Duração 85 min
Género Drama
País de Origem Irlanda, Holanda
Uma jovem mulher sem rumo e um homem mais velho, viúvo e a viver sozinho em Connemara, combinam que
ela trabalhará para ele em troca de comida mas sem contacto pessoal. Martin é um homem solitário e autosuficiente. A mulher, que recusou dizer o seu nome, não quer partilhar as suas histórias nem está interessada
em ouvir as dos outros. E, no entanto, a relação entre os dois começa a evoluir gradualmente...
Melhor Primeiro Filme, Prémio C.I.C.A.E., Prémio FIPRESCI, Prémio do Júri Jovem e Leopardo de Prata e Melhor
Actriz no Festival International de Cinema de Locarno 2009; entre
entre outros 6 prémios.
+
Tempo Reflectido . curta metragem
Realização Mariana Castro e Sílvio Santana
Ano 2010 Idade M/6 Duração 28 min Género Documentário País de Origem Portugal
Produção espalhafitas - Cineclube de Abrantes
O que somos nós? O homem faz-se esta pergunta desde que existe sem nunca ter chegado sequer a ter um
vislumbre da resposta. Será que existe uma resposta? Se ela existe, parece-nos estar cada vez mais longe.
Como pode o dia-a-dia de um pastor fazer-nos pensar sobre algumas dessas questões?
08 Dezembro . quarta 21h30
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Duas Mulheres
Realização João Mário Grilo
Com Beatriz Batarda, Débora Monteiro, Virgílio Castelo, Nicolau Breyner
Ano 2009
Idade M/16
Duração 100 min
Género Drama
País de Origem Portugal
Joana, psiquiatra de 40 anos, é casada
com Paulo, executivo de uma grande
empresa. Têm a existência dourada a que
dá direito a profissão e a estabilidade de
Joana e o poder de Paulo. Com uma
guerra de accionistas à porta, Paulo
espera que Joana cumpra o seu papel e o
siga nas suas demonstrações sociais de
influência e competência. Mas o
quotidiano de Joana é alterado quando
Mónica, uma jovem modelo, entra na sua
vida trazendo com ela a beleza, o espírito
e a juventude. Irresistivelmente atraída,
Joana envolve-se romanticamente com
Mónica, que a transporta para um mundo libertador de experiências e sentimentos, cuja turbulência está muito
longe da futilidade do seu dia a dia. Será, porém, uma viagem breve, já que a revelação do romance força Paulo
a tomar medidas drásticas...
15 Dezembro . quarta 21h30
Brincadeiras Proibidas
Encerramento das
das comemorações dos 50 anos do Cineclube de Torres Novas
com o primeiro filme exibido em 1960
Título Original Jeux Interdits
Realização René Clément
Com Georges Poujouly, Brigitte Fossey, Laurence Badie
Ano 1952
Idade M/12
Duração 86 min
Género Drama
País de Origem França
Em junho de 1940, durante a ocupação nazi, um comboio civil é
metralhado. Paulette, uma menina de cinco anos, fica órfã e
começa a vaguear pelo campo, levando nos braços o corpo do
seu cachorro. Encontra uma fazenda, onde é acolhida, e conhece Michel, um miúdo de dez anos. Juntos fazem o
funeral do cãozinho.
Leão de Ouro (1952) e Nomeação para Óscar de Melhor Argumento (1955) no Festival de Cinema
Cinema de Veneza
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Bilheteira
Tel: 249 839 309
E-mail: [email protected]
Horário: terça a sábado, das 13h às 19h
» Em dias de espectáculo encerra 30 minutos após o seu início.
» Espectáculos ao domingo, segunda ou feriados, a bilheteira abre 1 hora antes do mesmo.
Descontos
Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis e obrigam à identificação no acto da compra e na
entrada quando solicitada. Os descontos não são acumuláveis. Estão sujeitos a descontos os espectáculos para
público geral programados pelo Teatro Virgínia. Não se aplica a tabela de descontos às actividades do Lab
Criativo e aos espectáculos para escolas.
Descontos de 25%:
»Menores de 25 anos
»Estudantes
»Maiores de 65 anos
»Funcionários C. M. Torres Novas
»Grupos de 10 ou mais pessoas
»Família (pai/mãe com filhos menores)
Descontos de 50%:
»Cartão do idoso
»Cartão Amigo do Virgínia
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Mais informações
informações
Marketing e Comunicação
Sandra Alexandre
Tlm. 91 252 61 65
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