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Carnosina: uma importante arma contra o diabetes tipo 2
Na semana passada, falamos sobre a remissão do diabetes através da mudança dos hábitos
de vida, incluindo aí a prática regular de atividade física e a adesão ao crudivorismo – uma
dieta sem carnes ou monossacarídeos primários – como defendem o médico norteamericano Gabriel Cousens e seu seguidor no Brasil, Alberto Peribanez Gonzalez,
especialista em Cirurgia Geral e doutor em Microcirurgia.
Agora, as mais recentes pesquisas sobre diabetes e obesidade investigam o importante papel
da suplementação de um aminoácido para a prevenção e o tratamento da diabetes tipo 2: a
carnosina. A novidade está em um artigo publicado na última edição da revista Obesity, que
apontou evidências de que a suplementação de carnosina em indivíduos com excesso de peso
ou obesidade é capaz de melhorar o quadro de diabetes e diminuir os riscos de doenças
cardiovasculares.
“Esse dipeptídeo naturalmente presente nos seres humanos desempenha um importante papel
quando usado como suplementação alimentar. As evidências sugerem que a carnosina pode
diminuir a resistência à insulina e melhorar os receptores de insulina, bem como aumentar o
processo metabólico, otimizando a queima de gordura para produção de energia e
aumentando a chance de controle do diabetes tipo 2”, explica Dr. Marcelo Bonanza, médico
da Jovial Clinica - Centro de Medicina Funcional e Integrativa.
Benefícios
A grande vantagem desse método de prevenção e tratamento é que isenta o indivíduo de
utilizar as drogas sulfoniluréias, responsáveis por uma série de efeitos colaterais no
organismo. “Em linhas gerais, essas substâncias têm diferentes funções. Os hipoglicemiantes,
por exemplo, estimulam diretamente a liberação de insulina, suprimem a produção hepática
de glicose, mas não podem ser administrados em quem tem problemas renais ou hepáticos,
assim como em gestantes ou lactantes. Seus efeitos colaterais mais comuns são hipoglicemia,
infecções do trato respiratório superior, tontura e algum ganho de peso”, detalha Bonanza.
As biguanidas, por sua vez, são medicamentos que modificam o metabolismo dos
carboidratos e das gorduras, provocando um aumento da sensibilidade à insulina. É a primeira
opção de droga para pacientes obesos. Seus efeitos colaterais mais comuns são diarreia,
náuseas e cólica intestinal. Além desse arsenal medicamentoso, há os inibidores de alfaglicosidases intestinais utilizados para reduzir a absorção dos carboidratos complexos no
intestino delgado, levando a uma queda no pico de glicose após uma refeição. Os efeitos
adversos são flatulência, diarreia e dor abdominal.
“É inegável que essas drogas ajudam no tratamento do diabetes, mas o que deve ser
questionado é que a grande parte da população não é informada sobre as outras possibilidades
de tratamento e muito menos sobre o que vem sendo discutido e pesquisado mundo afora no
sentido de evitar maiores danos ao corpo e garantir um controle maior das enfermidades.
Cabe ainda ressaltar a importância do acompanhamento nutricional para que o paciente seja
apresentado a uma alimentação biometabólica cetogênica a fim de tentar evitar os efeitos
colaterais que só agravam o problema de base, que é a inflamação crônica causada pelo
estresse oxidativo e pela glicação alimentar”, finaliza Dr. Marcelo Bonanza.
Marcelo Bonanza | CRM-BA 14.684
Diretor Médico da Jovial Clínica
www.jovialclinica.com
Núcleo 1 – Salvador (BA)
Tel.: (21) 97219-7127 | (21) 99536-8680
Av. ACM, Ed. Empresarial Thomé de
Souza, 3244 - Pituba
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