The Metamorphosis of Marginality: Four - PET

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The Metamorphosis of Marginality: Four - PET
Janice E. Perlman
Background
Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
The Metamorphosis of Marginality: Four
Generations in the Favelas of Rio de Janeiro
Janice E. Perlman
22 de Novembro de 2010
Victor Chagas Matos
The Metamorphosis of Marginality
Janice E. Perlman
Background
Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Currículo
A Produção do Artigo
Janice E. Perlman é uma antropóloga americana, graduada magna
cum laude pela Cornell University e Ph.D em Ciências Políticas
pelo MIT.
Atualmente, Dr. Perlman é uma pesquisadora sênior no Centro de Pesquisas Urbanos da NYU, professora do Departamento
de Planejamento Urbano da UCLA em Berkeley e consultora
sênior do Banco Mundial em Projetos Urbanos.
Janice é fundadora e atual diretora executiva da ONG MegaCities Projetc, uma organização sem fins lucrativos que objetiva
a colaboração entre as maiores cidades do mundo.
Também é membro de diversos Conselhos do governo americano, incluindo o Conselho de Relações Exteriores e de Desenvolvimento Ultramarino.
Victor Chagas Matos
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Janice E. Perlman
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Currículo
A Produção do Artigo
1967-1970
A autora estudou três favelas no Rio de Janeiro: Catacumba, Nova
Brasília e Duque de Caxias.
Em cada favela, foram selecionados 200 indivíduos ao acaso,
entre 16 e 65 anos.
Uma outra amostra não-aleatória de 50 líderes foi conduzida por
posição e/ou reputação, em cada favela.
1998-2001
Dr. Perlman retornou ao Brasil e conduziu novas pesquisas para
efeitos de comparação.
Dos indivíduos iniciais, 487 foram encontrados (sejam seus decendentes ou os próprios indivíduos) e com estes 307 entrevistas
foram feitas.
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Currículo
A Produção do Artigo
Dos 150 líderes, 91 foram encontrados (sejam seus descendentes
ou os próprios indivíduos).
Os locais de pesquisa foram ampliados: Catacumba, Nova Brasília,
Duque de Caxias, Cidades de Deus, Quitungo e Guaporé.
Comunidades
Motivos: deslocamente dos entrevistados, surgimento de novas
favelas e a criação de habitações populares.
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Background
Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Durante a década de 70, governo militar promoveu rápido crescimento econômico.
As dívidas da década de 70 aliado aos Choques do petróleo levam
o Brasil a inflações de três dígitos nos anos 80.
O plano real estabilizou a inflação, porém o crescimento econômico
continuou desacelerado durante a década de 90.
Para a população urbana de baixa renda, a marginalidade se
transformou de um mito em realidade.
10% da população retém 50% do PIB, e 34% das pessoas vivem
abaixo da linha de pobreza.
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Fatos Relevantes
Crescimento Populacional
Causas do Crescimento Populacional das Favelas
O artigo é baseado em dados de pesquisa longitudinais, história
dos entrevistados e observação dos participantes.
Apesar das tentativas do Governo de solucionar a pobreza urbana, o número de bairros pobres e pessoas vivendo em condições
precárias cresce.
Onde havia aprox. 300 favelas no RJ, hoje há pelo menos o dobro. Evolução das Favelas
O número de favelas aumentou juntamente com sua extensão,
onde hoje é difícil demarcar onde começa e termina uma favela.
Table 2
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Fatos Relevantes
Crescimento Populacional
Causas do Crescimento Populacional das Favelas
Desde 1950, é perceptível o crescimento populacional acentuado das favelas em relação à cidade do Rio de Janeiro.
Table 1
O período crítico ocorreu nas décadas de 80 e 90, quando a população do Rio de Janeiro cresceu a taxas de 7% e 8%,e a população das Favelas cresceu a 41% e 24%, respectivamente.
Como conclusão, onde antes havia apenas 7% da população
vivendo em favelas, hoje há mais de 19% da população.
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Fatos Relevantes
Crescimento Populacional
Causas do Crescimento Populacional das Favelas
1950-1980
Influxo de migrantes pobres, provindos principalmente de Minas Gerais, “Nordeste” e do próprio Estado do RJ.
É também considerável o crescimento populacional natural dos
“já então” habitantes das favelas.
1980-presente
Crescimento natural dos habitantes das favelas.
Crescimento da mobilidade social descendente (o indivíduo fica
mais pobre).
“Tipicamente, o crescimento da mobilidade social descendente é
acompanhado de movimentação residencial, de formal para informal.”
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Follow-up Rate
Conseqüências do Follow-up Rate
Resultados dos Testes de Comparação
Amostra Inicial
Entrevistas foram realizadas com um total de 750 indivíduos:
600 habitantes escolhidos ao acaso nas favelas, e 150 líderes escolhidos por reputação e/ou posição. Table 3
Amostra de 35 mais tarde
Catacumba era esperada para ser a comunidade com menor número
de entrevistados encontrados. Porém, o forte senso de solidariedade
criado ao longo do anos de luta por serviços urbanos coletivos
e contra a evacuação forçada foi determinante para registrar o
maior número de entrevistados encontrados.
No caminho contrário, Duque de Caxias registrou o menor número
de entrevistados encontrados, particularmente daqueles que eram
proprietários de sua terra.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Follow-up Rate
Conseqüências do Follow-up Rate
Resultados dos Testes de Comparação
O que de fato ocorreu com os outros 59% dos entrevistados?
Podemos de fato generalizar os achados empíricos?
Teorias
Possivelmente, a autora encontrou os mais pobres, pois os entrevistados de melhor condição financeira foram embora.
Outra possibilidade seria que ela encontrou os de melhor condição
financeira, já que os mais pobres foram “expulsos”, tornando-se
sem-teto, vivendo nas ruas ou embaixos de pontes.
Foram então feitos testes para comparar os encontrados e não
encontrados da Amostra de 1969.
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Evidências do Método
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Follow-up Rate
Conseqüências do Follow-up Rate
Resultados dos Testes de Comparação
Dentre os entrevistados encontrados e não encontrados, Renda,
Educação, Aparelhos domésticos, Indivíduos por cômodo e uma
Combinação de todos foram não significativos.
Da mesma forma, Raça, Profissão e Serviços disponíveis na propriedade foram não significativos.
Dentro de cada grupo (encontrados e não encontrados), Gênero
e Idade foram não significativos, apesar de haver uma superrepresentação de mulheres e jovens no grupo dos encontrados
vivos.
A população de Duque de Caxias foi subrepresentada, enquanto
aqueles que possuiam vasta interação social foram superrepresentados.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Resultados
Considerações
Pobreza
Se a pobreza fosse crônica e a mobilidade social limitada, era de se
esperar que a maioria das pessoas que viviam em favelas em 1968-69
ainda estivessem em 2001.
Fato verificado apenas para 30% da Amostra. Outros 24% vivem
em Habitações Populares e outros 42% em bairros legítimos.
40% dos entrevistados que viviam em favelas em 1968-69 se
tornaram inquilinos ou donos de propriedades em bairros legítimos em 2001.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Resultados
Considerações
Em uma amostra das crianças dos entrevistados, 35% ainda residiam em favelas, 21% em Habitações Populares e 44% em bairros legítimos.
Os líderes das comunidades tiveram resultados ainda melhores:
13% ainda residiam em favelas, 32% em Habitações Populares
e 55% em bairros legítimos.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Resultados
Considerações
Grande parte da melhoria de vida da população de mais baixa
renda veio com o Plano Real, período em que os entrevistados
afirmam terem obtido uma melhor qualidade de vida.
De fato, existe um trade off, muitas vezes não considerado, entre viver na favela e em bairros legítimos: viver em um bairro
tranqüilo e “longe” das drogas com um alto dispêndio em aluguel
e gasolina; e viver na favela, sob violência e drogas, porém com
conveniência e baixo custo.
Famílias entrevistadas reportam que se sentem solitárias e isoladas em seus apartamentos na periferia, assim como, financeiramente extorquidas pelos altos custos de distância do centro
e do aluguel.
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Resultados
Considerações
As pessoas de fato entrevistadas em 1968-69, em 2001, se encontram em sua maioria (60%) vivendo sob a aposentadoria
bancada pelo Governo Federal (INSS), recendo o equivalente a
um salário mínimo em 2001 (em torno de U$90).
Paternalismo do Estado Brasileiro
O Estado Brasileiro está expandindo medidades relacionadas a um
Estado de Bem-Estar Social.
Sob o Governo do Presidente Fernando H. Cardoso, um grande
número de programas contra a pobreza foi estabelecido, e de
fato tais programas correspondem a um importante papel na
renda das famílias de baixa renda, principalmente entre os entrevistados em 1968-69.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Resultados
Considerações
Tais programas estão sendo consolidados pelo atual Presidente
Luiz I. L. da Silva. e pelo Partido dos Tralhadores, com a implementação do Bolsa Escola e o Fome Zero.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
SES e Resultados para Raça
Resultados para Gênero e outras Variáveis
Resultados para Movimentação Residencial e Tipo de Comunidade
Index do status social (SES): índice criado levando em consideração Renda, Educação, Aparelhos Domésticos e Pessoas por
Cômodo.
De acordo com o valor encontrado no SES, o indivíduo era classificado em alto, médio e baixo status.
Resultados do SES para Raça
Em 1968-69, Raça estava significativamente correlacionada com
o SES: 42% dos brancos possuiam alto SES, enquanto 34% dos
pardos e apenas 6% dos negros também o possuiam.
Em 2001, porém, não havia significativa correlação entre eles:
28% dos brancos, 41% dos mulatos e 33% dos negros possuiam
alto SES.
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
SES e Resultados para Raça
Resultados para Gênero e outras Variáveis
Resultados para Movimentação Residencial e Tipo de Comunidade
Resultados do SES para Gênero
Em 2001, nem o Gênero nem o Gênero do “Chefe da Família”
deram significativamente correlacionados com o SES: 24% dos
homens e 37% das mulheres possuiam alto SES; 39% dos Homens
“Chefes de Família” e 31% das Mulheres “Chefes de Família” possuiam alto SES.
Resultado para outras Variáveis
Dentre mais de 80 variáveis, apenas duas foram significativamente correlacionadas: o tipo de comunidade em que atualmente a pessoa reside (favela, popular ou bairro), e a dummy
movimentação residencial (permanecer na favela ou mudar-se).
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
SES e Resultados para Raça
Resultados para Gênero e outras Variáveis
Resultados para Movimentação Residencial e Tipo de Comunidade
Resultados para o Tipo de Comunidade
59% dos residentes das favelas possuiam baixo SES, enquanto
22% dos residentes das Habitações Populares e 23% dos residentes de Bairros legítimos também o possuiam.
Status Socioeconômico por Tipo de Comunidade
44% dos habitantes de bairros legítimos possuiam alto SES, enquanto apenas 10% dos habitantes das favelas também o possuiam.
Resultado para Movimentação Residencial
Dentre os habitantes que nunca se mudaram, apenas 18% possuiam alto SES, enquanto 38% dos habitantes que se mudaram
também o possuiam.
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Considerações Iniciais
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Mensuração da Mobilidade Socioeconômica e Resultados
Correlação envolvendo Mobilidade Socioeconômica
Para mensurar a mobilidade socioecômica, foram comparados
o SES do indivíduo em 1969-68 e em 2001.
Os líderes que já possuiam um alto SES em 1968-69 continuaram
com uma ascendente mobilidade social.
Assim ocorreu com os habitantes que se mudaram das favelas
para bairros.
Os habitantes que permaneceram nas favelas tiveram a menor
mobilidade social, inclusive menor que os habitantes que foram
forçados a irem para Habitações Populares.
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Evidências do Método
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Mensuração da Mobilidade Socioeconômica e Resultados
Correlação envolvendo Mobilidade Socioeconômica
Correlação entre as outras Variáveis e Mobilidade Socioeconômica
Assim como com o SES, as únicas variáveis significativamente
correlacionadas com a Mobilidade Socioeconômica foram: Mobilidade Residencial e Capital Social.
33% dos habitantes que mudaram de residência obtiveram uma
ascendente mobilidade social, enquanto apenas 18% dos habitantes que permaneceram nas Favelas a obtiveram.
Proposição
Dado que um “favelado” que teve a possibilidade de mudar de
residência o fez, uma vez fora da favela, este obteve mais oportunidades, o que possibilitou uma melhoria em sua vida.
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Evidências do Método
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Mensuração da Mobilidade Socioeconômica e Resultados
Correlação envolvendo Mobilidade Socioeconômica
Capital Social
“Conceito sociológico que se refere às conexões existentes entre e
dentro de redes sociais.”a
a Perlman utiliza a possessão de amizade e confiança em seus vizinhos como
uma medida de Capital Social.
A correlação entre Mobilidade Socioeconômica e Capital Social
Aproximadamente 60% dos entrevistados que participavam de
uma ou mais associações comunitárias obtiveram uma relativa
mobilidade social ascendente, contra apenas 17% dos entrevistados que não participavam de qualquer associação comunitária.
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Mensuração da Mobilidade Socioeconômica e Resultados
Correlação envolvendo Mobilidade Socioeconômica
42% dos entrevistados que relataram possuir muitos amigos com
que interagiam freqüentemente obtiveram mobilidade social ascendente, contra 23% que se consideravam mais isolados.
47% dos entrevistados que relataram poder confiar na maioria
ou em todos os seus vizinhos obtiveram mobilidade social ascendente, contra 25% que relataram confiar em poucos ou nenhum de seus vizinhos.
Eficácia Coletiva
“A crença comum de um grupo em suas capacidades conjuntas para
organizar e executar os cursos de ação necessários para produzir determinado nível de habilitações”a
a Brandura, 1997.
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Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Mensuração da Mobilidade Socioeconômica e Resultados
Correlação envolvendo Mobilidade Socioeconômica
Contra-Argumento
“Uma vez que a pobreza se torna endêmica em uma família e
ninguém nas redes sociais tem acesso à renda, estas redes tendem
a se quebrar, porque as pessoas são incapazes de agir reciprocamente.”a
a González de La Rocha, 2006.
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Três aspectos serão considerados na Mobilidade Integerações:
Consumo, Educação e Ocupação.
Consumo é utilizado como um indicador de bem-estar, no lugar
da Renda.
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Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Ativos e Bens
“Trabalhos recentes argumentam que os bens devem ser considerados na mensuração de status econômico não apenas para a classe
média e alta, mas também para a população de baixa renda.”a
“A Renda das pessoas de baixa renda são melhor observadas ao levar
em consideração as condições de suas casas e o material empregado
em suas construções, assim como o acesso a serviços básicos e a
posse de aparelhos dosméticos”b
a Shapiro e Wolff, 2001.
b de Soto, 2000.
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Os dados coletados em 2001 mostram um crescimento astronômico
no Consumo sob a ótico de todas mensurações ao longo de 35
anos.
Em 1968-69, 58% dos habitantes das favelas possuiam banheiro
interno, 56% possuiam água encanada e 54% eletricidade. Atualmente esses “confortos” são praticamente universais.
Onde antes 43% dos habitantes possuiam casas feitas de cimento,
hoje 94% as possuem.
Aparelhos domésticos são mais impressionantes: antes 27% dos
habitantes possuiam televisão, hoje 97% a possuem; hoje 22%
possuem computadores, enquanto antes o número era não significativo. Table 4
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Esse perfil de consumo apresentado excede substancialmente o
de um professor universitário ou um profissional de classe média.
Outros profissionais que trabalham com pobreza na América
Latina confirmam o recente fenômeno do consumo excessivo
relativo ao que nível de renda sugere.
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Mobilidade Intragerações
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Seguindo o caminho do consumo, houve uma grande revolução
na Alfabetização e Educação através das gerações.
45% dos entrevistados em 1968-69 eram analfabetos, enquanto
em 2001 eram apenas 6%.
Onde antes nenhum entrevistado havia atingido Curso Superior,
hoje 8% deles foram para a Universidade.
* Dada a dificuldade acentuada para os alunos de baixa renda
entrarem na Universidade, 8% é uma impressionante marca.
Table 5
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Atual Condição Econômica
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Mobilidade ocupacional é de difícil mensuração devido à falta
de hierarquização entre as categorias profissionais.
Primeira forma: utilizando categorias “padrão”.
Table 5
9% dos entrevistados trabalhavam na agricultura em 1968-69, enquanto em 2001 foi insignificativo o número de filhos dos entrevistados na agricultura.
Ao comparar cada participante com seu pai ou mãe, 62% dos entrevistados possuiam melhor emprego que seus pais.
Segunda Forma: Observar o emprego tido no período de “pico”
do ciclo da vida.1
66% dos filhos dos entrevistados possuiam melhores empregos
que seus pais, enquanto 19% possuiam um emprego de mesmo
nível e 19% possuiam um pior. Table 5
1 Perlman considerou tal período sendo aproximadamente 20 anos após a entrada na força de trabalho.
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Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
Proposição
“Se percebermos, 19% dos filhos possuiam piores empregos que
seus pais, o que sugere que os Ganhos Educacionais nem sempre
são refletidos em Mobilidade Ocupacional.”
Enquanto 70% dos entrevistados em 1968-69 possuiam maior
Escolarização que seus pais, apenas 62% dos entrevistados possuiam melhores empregos.
Da mesma forma, 75% dos filhos dos entrevistados possuiam
maior Escolarização que seus pais, e apenas 66% possuiam melhores empregos.
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
* Apesar da clara correlação entre Escolarização e melhorias de
Status Ocupacional, eles são não absolutos.
Proposição
“Este hiato entre Escolarização e Sucesso profissional reflete em
uma mundança estrutural no valor da escolarização para o mercado
de trabalho.”
A Mudança Estrutural citada pode ser aparente na diferença
da taxa de retorno para Anos de Escolaridade para aqueles que
vivem em Favelas em comparação àqueles que vivem em bairros de maior “Estabilidade”. Figure 4
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Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
Considerações sobre os indicadores de Mobilidade Intergerações
Resultado do Consumo
Considerações acerca do Resultado do Consumo
Resultado da Educação
Resultado da Ocupação
Considerações acerca do Resultado de Mobilidade Ocupacional
De fato, existe um forte componente espacial para a diferença
de Ganhos salarias entre os residentes de Favelas e os não-residentes.
Table 6
Em 1968-69, 31% entrevistados relataram ficar desempregados
por mais de um mês, enquanto 65% de seus filhos declararam
o mesmo.
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Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
As principais barreiras identificadas foram:
1
Considerável perda de produção no Rio de Janeiro. Fato que
deixou milhares de trabalhadores com carteira assinada desempregados.
2
A consolidação do espaço físico da cidade, diminuindo a criação de empregos na área da Construção Civil.
3
A pressão econômica sobre a classe média, que levou à diminuição
de demanda por serviços dosméticos.
4
O desemprego estrutural.
5
Elevação dos padrões educacionais para a contratação de funcionários, devido à “inflação estrutural dos níveis educaionais”.
Victor Chagas Matos
The Metamorphosis of Marginality
Janice E. Perlman
Background
Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
6
O aumento da violência relacionada ao tráfico de drogas, fato
que desvalorizou o aluguel e a venda de propriedades nas Favelas.
7
O preconceito acentuado e a discriminação contra os moradores
de favelas, que ocorre no mercado de trabalho mesmo quando
o candidato possui melhores qualificações para a vaga.
Victor Chagas Matos
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Janice E. Perlman
Background
Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
Para verificar a fonte e o nível de exclusão percebida pelos residentes das Favelas, foi realizado um questionário onde foi feita
a seguinte pergunta: “Existe alguma discriminação com base
no gênero, cor da pele, residente em favela, aparência em geral,
local de origem, etc...?”
Resultados Interessantes
Table 7
A percepção de racismo “aumentou” de 64% em 1968-69 para
85% em 2001.
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
Como e onde os Entrevistados vivem
Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
Em contraste, mais indivíduos se identificaram como “pessoas
de pele escura” (moreno, negro e variações) em 2001 em comparação com 1968-69.
Telles, 2004
“Indentificação racial é volátil e maleável.”
Onde 16% dos entrevistados diziam que a violência e o crime
eram as piores coisas da vida nas Favelas, hoje 60% pensam isso.
Em torno de 80% dos entrevistados declararam que já ocorreu
latrocínio em suas famílias, 67% que já ocorreu roubo e 27%
homicídio.
Conseqüências
O medo está fazendo com que o Capital Social diminua.
Table 8
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
* Os habitantes deixam de utilizar o espaço público, de socializarse com amigos e parentes, de integrar associações comunitárias
e, por fim, possuem uma menor rede social em geral.
Enquanto 49% dos entrevistados pertenciam a organizações religiosas, apenas 38% de seus filhos pertencem.
Da mesma forma, a adesão a associações comunitárias caiu em
25% .
A única exceção no declínio do Capital Social foi a Igreja Evangélica,
principalmente para as mulheres.
Para os homens, o grupo de identificação mais acessível está
no envolvimento com o tráfico de drogas e nas atividades de
gangues.
Victor Chagas Matos
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Background
Considerações Iniciais
Evidências do Método
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Atual Condição Econômica
Mobilidade Intragerações
Mobilidade Intergerações
Barreiras Estruturais à Mobilidade
Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
54% dos entrevistados em 1968-69 relataram que a comunidade
era “muito unida” e 24% declararam “razoavelmente unida”. 55%
dos filhos dos entrevistados relataram que na comunidade “falta
união”, enquanto que quase nenhum entrevistado respondeu
“muito unida”.
Proposição
“Os habitantes das favelas se sentem encurralados entre os traficantes e a polícia, não confiando em nenhum. Eles acreditam
que a polícia faça mais mal e forneça menos ajuda que os traficantes, porém eles veêm ambos como desrepeitosos à vida na comunidade.”
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Considerações Iniciais
Evidências do Método
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Conclusões
As Barreiras
Percepção dos Favelados
Mudanças desde o fim da Ditadura
Os entrevistados confirmaram que significativas melhorias ocorreram em habitação, transporte, saneamento e acesso à educação.
Em contrapartida, também foi amplamente acordado que o acesso
à saúde, segurança e condições econômicas, assim como a exclusão social e a “barganha política” pioraram.
Percepções sobre o Governo Estadual, Municipal e Federal e Instituições Financeiras
37% dos entrevistados afirmaram que o Governo Federal os prejudicou, enquanto 13% afirmaram que o Governo Estadual ou
Municipal os prejudicou.
3% dos entrevistados afirmaram que agências internacionais foram
úteis, enquanto 20% afirmaram que elas os prejudicaram.
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Conclusões
Proposição
“O que parece que está emergindo é a transformação ao longo de 35
anos do “Mito da Marginalidade” em “Realidade da Marginalidade”.”
Em 1968-69, existia uma esperança comum de que os sacrifícios feitos pelos migrantes serviriam para abrir novas oportunidades e oferecer um maior nível de escolha a seus filhos.
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Conclusões
Nelson, 1969
“Eles [os residentes das favelas] não estavam com raiva ou frustrados com as disparidades entre eles e as classes “superiores” que os
cercavam, pois eles estavam comparando o esperado futuro rosado
com a rotina que eles haviam deixado no campo.”
Foi realizada uma pesquisa onda a seguinte pergunta foi feita:
“Qual é o mais importante fator para uma vida bem sucedida?”
Quase 70% dos entrevistados responderam “um bom emprego”.
Table 7
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Conclusões
Location of Sample Neighborhoods in Metropolitan Rio de Janeiro
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