informativo semanal agl - AGL - Associação Gaúcha de Laticinistas

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informativo semanal agl - AGL - Associação Gaúcha de Laticinistas
INFORMATIVO SEMANAL AGL
SUMÁRIO:
Porto Alegre, 06 de Setembro de 2012. ........................................ 2
RS: Governo e indústrias planejam criar instituto para promover o
leite gaúcho ................................................................................... 2
Associação Gaúcha de Criadores de Gado Jersey reconhece
trabalho de pesquisador ................................................................ 3
Santa Catarina é líder nacional de crescimento na industrialização
do leit ............................................................................................ 4
Segundo Cepea, mercado estabiliza-se em agosto ......................... 5
Importação de leite em MS registra aumento de 520% ................. 8
Importação .................................................................................... 9
Preço médio nacional do leite é 5% menor em relação a 2011 .... 10
Custos/MG ................................................................................... 11
Incentivos/RJ .............................................................................. 11
Pesquisa aponta satisfação de laticínios com o programa SMQL .. 11
Fiscalização agropecuária volta à normalidade ............................ 12
Preço/SP ..................................................................................... 13
UE: Queda dos preços no setor leiteiro não é suficiente para
solicitar intervenção .................................................................... 14
Reino Unido ................................................................................. 16
EUA: Aumento no preço do leite melhora relação de troca ........... 17
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
Porto Alegre, 06 de Setembro de 2012.
RIO GRANDE DO SUL
RS: Governo e indústrias planejam criar instituto para promover o leite gaúcho
A cadeia produtiva do leite busca em outros segmentos do agronegócio exemplos para
ampliar a produção e consumo do produto. A ideia de criar um Instituto Brasileiro dos
Lácteos foi divulgada durante o Fórum Política Estadual e Nacional Para o Leite, na
Expointer.
A proposta é parecida com a do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), que trabalha na
linha desde a produção até a promoção do produto. Tanto o governo gaúcho quanto as
indústrias do setor trabalham para que o órgão seja criado no máximo até o início de
2013.
- Temos um terreno preparado e fértil para trabalharmos com os governos federal e
estadual. O clima está propenso para fazer a virada de jogo na nossa atividade que está
atrasada - defende o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande
do Sul (Sindilat/RS), Wilson Zanatta.
Um dos passos a ser vencido é a ociosidade da indústria. Atualmente o Rio Grande do Sul
produz 9 milhões de litros por dia de leite, quando a capacidade é de 18 milhões. Um dos
planos é o de dobrar a produção em 10 anos para alcançar o mercado externo e
estimular o consumo interno.
Por parte do governo gaúcho, um grupo de trabalho na Secretaria da Agricultura está
finalizando um projeto de lei para a criação da política de desenvolvimento da cadeia do
leite no Estado. Além da proposta da criação do instituto, será criado um Fundo Estadual
do Leite, com repasse de recursos para o marketing do produto, assim como ocorre
atualmente com o Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis), que repassa
50% dos recursos recolhidos das indústrias vitivinícolas para apoiar a cadeia produtiva.
- Esse é o programa que queremos aprovar até o final do ano na Assembleia Legislativa.
É para ser um programa de Estado, que não termina em um governo -espera o
secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Mainardi.
Na ponta da produção, a Secretaria da Agricultura deve anunciar nos próximos dias um
programa de incentivo para a compra e substituição de 40 mil resfriadores de leite.
Conforme o secretário, os produtores poderão solicitar a compra dos equipamentos via
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). - Isso
terá um impacto positivo para a qualidade do leite e o aumento da produção -acredita
Mainardi.
A contrapartida do governo federal na proposta de fomento ao setor lácteo gaúcho virá
da instalação de uma unidade da Embrapa Leite no Rio Grande do Sul, o que é um antigo
pedido dos produtores gaúchos, já que hoje a pesquisa no setor é feita em Minas Gerais
e a realidade de produção é diferente.
- Já existe uma determinação que a Embrapa organize uma unidade com técnicos para
trazer alternativas aos produtores de leite do Rio Grande do Sul - confirma o secretário
de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha. Fonte: Zero Hora
Associação Gaúcha de Criadores de Gado Jersey reconhece trabalho de
pesquisador
O diretor executivo de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Waldyr Stumpf Junior,
teve seu trabalho reconhecido nesta semana pela Associação Gaúcha de Criadores de
Gado Jersey. Das mãos do presidente da Associação, Fernando Muller, o pesquisador
recebeu uma placa que o reconhece como uma das personalidades importantes para
desenvolvimento da raça Jersey no Estado. A homenagem ocorreu pouco antes da
premiação aos diferentes concursos de animais, ocorrida no Pavilhão do Leite da 35ª
Expointer.
"Estamos o reconhecendo como pessoa, técnico, pesquisador, e por todo o trabalho
desenvolvido pelo setor leiteiro no Rio Grande do Sul", disse Muller, que destacou
também a participação de Waldyr na elaboração e execução do Sistema de Pesquisa e
Desenvolvimento de Pecuária de Leite (Sispel) e na implementação das linhas de
pesquisa da Embrapa Clima Temperado (Pelotas/RS) voltadas à área.
Ainda segundo Muller, esse investimento em pesquisa valorizou e trouxe grande
contribuição para a raça Jersey. Para Waldyr, receber a homenagem é uma alegria muito
grande, a qual ele estende a todos os empregados da Embrapa Clima Temperado. "A
homenagem coroa toda a equipe e valoriza o nosso trabalho", finaliza. Fonte: Mapa
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
SANTA CATARINA
Santa Catarina é líder nacional de crescimento na industrialização do leit
A indústria de laticínios colocou o Estado de Santa Catarina como campeã de crescimento
na industrialização de leite nos últimos cinco anos, segundo levantamento feito pela
Associação Leite Brasil. A região ocupa, atualmente, a quinta posição no ranking
nacional, com participação de 8,0% no total de leite produzido no país e a sexta na
industrialização (8,2%).
Fato importante é o desempenho do Estado nos últimos cinco anos. De 2007 a 2011, o
ritmo de avanço da industrialização do leite no Brasil foi de 5,5% ao ano, como divulgado
recentemente pela Leite Brasil. Santa Catarina registrou, no mesmo período, crescimento
de 13% ao ano; aumento que superou o desempenho dos principais Estados na produção
de leite, como Paraná (11,6%), Rio Grande do Sul (7,2%), São Paulo (3,8%), Minas
Gerais (3,6%) e Goiás (1,4%).
Segundo dados de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Santa
Catarina detêm, ainda, a maior produtividade média de rebanho leiteiro, com 2.432
litros/vaca/ano, se comparada com a média do país, que foi de 1.340 litros/vaca/ano.
De acordo com dados do CEPEA - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada de julho de 2012, o produtor catarinense recebeu, em média, R$ 0,79 pelo litro do leite,
enquanto que a média nacional foi de R$ 0,85 por litro. Este fator tem atraído cada vez
mais empresas da indústria de laticínios para a região e impulsionado a produção.
Os produtores catarinenses aplicam tecnologia na gestão de suas propriedades, além de
investirem em pastagens, melhoria no manejo, inseminação artificial e uso de
indicadores de desempenho; fatores que explicam o sucesso de Santa Catarina. Não se
trata, portanto, de ser grande ou pequeno produtor, como no caso da maioria dos que
atuam naquele Estado. O relevante, neste cenário, é a busca do aumento da
produtividade e redução dos custos por meio de uma gestão profissional.
Para Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, Santa Catarina é essencial para o
desenvolvimento da produção nacional de leite. “Esta região do País dá o exemplo de
como um pequeno produtor de leite pode trabalhar com eficiência, aumentando sua
produção e produtividade na cadeia nacional.”
Sobre a Leite Brasil
A Associação Brasileira dos Produtores de Leite – Leite Brasil – é uma entidade de classe
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de representação nacional dos produtores de leite, fundada em 1997, em São Paulo. Tem
como objetivo defender institucionalmente os produtores nas esferas pública e privada,
nacional e internacional, mediando conflitos e estabelecendo diretrizes que valorizem a
atividade e o produto. As três principais bandeiras da organização são a defesa da renda
do produtor de leite, a extinção do leite informal e a modernização das normas de
produção. Fonte: IBGE - Elaboração Leite Brasil
BRASIL
Segundo Cepea, mercado estabiliza-se em agosto
Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da
Esalq/USP, apontam que o preço médio recebido pelo produtor se manteve praticamente
estável frente a julho, conforme esperavam os agentes de mercado. Em agosto, o valor
líquido foi de R$ 0,7872/litro, ligeira alta de 0,8% frente ao mês anterior - o preço médio
bruto (inclusos frete e impostos) foi de R$ 0,8547/litro. Esses valores representam as
médias dos estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA ponderadas por suas respectivas
produções.
No mês de agosto, houve ligeiros aumentos de preço do leite na maior parte dos estados
pesquisados pelo Cepea no Sudeste e Centro-Oeste. Em São Paulo, o preço médio líquido
foi de R$ 0,8243/litro, alta de 2% frente a julho. Em Minas Gerais, o valor médio foi de
R$ 0,8020/litro, acréscimo de 1% em igual período e, em Goiás, a alta foi de 0,7%, com
média de R$ 0,7993/litro. No Rio de Janeiro, houve aumento de 1% no preço médio, a
R$ 0,8357/litro. Em Mato Grosso do Sul, a reação chegou a 7%, com a média indo para
R$ 0,6968/litro. Já no Espírito Santo, houve ligeira queda de 0,2%, com o litro a R$
0,7798.
No Sul do País, o preço médio líquido registrou ligeiro recuo de 1,2% no Rio Grande do
Sul, com média de R$ 0,7334/litro. No Paraná, houve alta de 0,2%, com o litro a R$
0,7653 e, em Santa Catarina, o ajuste positivo foi de 2,6%, com média de R$
0,7682/litro. No estado catarinense, agentes consultados pelo Cepea argumentam que o
aumento de preços (apesar da maior produção) é explicado pela tentativa de se
estimular os produtores a manter o fornecimento de leite, especialmente na mesorregião
oeste catarinense. Nos últimos meses, alguns laticínios sentiram redução do número de
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fornecedores em função da queda de preços. Entre fevereiro e julho, houve redução de
7% no preço médio, a maior queda entre os estados acompanhados no período.
Na Bahia, de julho para agosto, houve leve recuo de 0,3%, com preço médio a R$
0,7951/litro. No Ceará, a variação, também pequena, de 0,2%, foi positiva, com o
produto a R$ 0,8187/litro.
Tabela 1. Preços pagos pelos laticínios (brutos) e recebidos pelos produtores (líquidos)
em AGOSTO referentes ao leite entregue em JULHO.
Clique na imagem para ampliá-la.
Fonte: Cepea-Esalq/USP.
Preços em estados que não estão incluídos na "média nacional" - RJ, MS, ES e CE
Clique na imagem para ampliá-la.
Fonte: Cepea-Esalq/USP.
Gráfico 1: Série de preços médios pagos ao produtor - deflacionada pelo IPCA
(média de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA)
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
Fonte: Cepea-Esalq/USP.
Pesquisadores do Cepea avaliam que o cenário atual é crítico tanto para os produtores
quanto para as indústrias. Pesquisas do Centro mostram que os custos de produção de
leite continuam avançando com a alta do milho e do farelo de soja, e não há expectativa
de melhora desse quadro no curto prazo para o pecuarista leiteiro. Isso tem agravado o
endividamento desses produtores e tende a reduzir os investimentos na atividade.
Quanto aos preços que têm recebido, estão 2% inferiores (em termos nominais) aos de
agosto/11, observam os pesquisadores.
No caso dos laticínios, os preços no atacado também continuam abaixo dos registrados
no mesmo período de 2011. Considerando-se a média das cotações diárias no estado de
São Paulo, em agosto, o leite UHT (média de R$ 1,81/litro) esteve 8% abaixo da média
de um ano atrás e o queijo muçarela (R$ 10,61/kg), 7% também inferior, em termos
nominais - essa pesquisa do Cepea tem o apoio financeiro da Organização das
Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios
(CBCL). Dessa forma, pesquisadores estimam que a margem bruta da indústria
(considerando-se apenas os custos com a matéria-prima) caiu 13% no caso do leite UHT
e 24% no caso do queijo muçarela no mesmo período. No comparativo com julho, os
dois derivados lácteos tiveram leve reação em agosto, em torno de 1%. Ainda assim,
agentes do setor relatam que a demanda segue retraída, limitando as negociações.
A expectativa da maior parte dos representantes de laticínios/cooperativas consultados
pelo Cepea é de estabilidade dos preços no pagamento de setembro aos produtores
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
(referente
à
produção
de
leite
entregue
em
agosto):
67%
dos
entrevistados,
responsáveis por 80% do volume de leite amostrado, acreditam que o preço se
mantenha estável no próximo mês. Para 19% dos compradores (que representaram 8%
do volume de leite), deve haver alta de preços, e apenas 14% dos agentes (responsáveis
por 12% do volume da amostra) esperam queda. Fonte: Cepea
Importação de leite em MS registra aumento de 520%
A importação de leite e derivados em Mato Grosso do Sul registrou aumento de 520% no
último semestre, comparado ao mesmo período do ano anterior. De 554 toneladas, o
Estado alcançou 3.437 toneladas no acumulado de janeiro a junho de 2012. O Uruguai
foi responsável por 65% do atendimento à demanda, seguido pela Argentina, com 33%
do produtor comprado por MS. Nos mês de julho, a importação em MS teve retração de
18% em relação ao mês anterior, totalizando 4.299 toneladas. Mesmo diante dessa
queda a situação é preocupante.
“Os baixos valores de alguns derivados do leite, como o queijo mussarela, praticados
pelos países vizinhos, tem desvalorizado nosso produto”, explica o presidente do
Conselho Paritário Produtores/Indústrias do Leite (Conseleite), Dário Alves. O preço pago
pelo quilo do queijo uruguaio e argentino atingiu uma media de R$ 7 reais, enquanto
somente o custo de produção do queijo sul-mato-grossense está em R$ 9 reais. “Não
temos competitividade para concorrer”, complementa Dário.
Para solicitar aos governos federal e estadual medidas emergenciais para o setor leiteiro,
o Conseleite, o Sindicato das Indústrias do Leite de Mato Grosso do Sul, o Sindicato Rural
de Campo Grande e a Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) organizam
para o próximo dia 14 de setembro a “Hora do Leite”. Na ocasião, será entregue um
abaixo-assinado para representantes do governo e da Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA). Atualmente, a lista conta com 4 mil nomes. “Até o dia do
evento, esperamos contar com mais de 8 mil manifestações”, diz Dário. O movimento
conta ainda com a participação dos Estados do Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio
Grande do Sul, Goiás e Rio de Janeiro.
Uma das expectativas do setor é a retomada de uma legislação para taxar a importação
de produtos. “Há cerca de 10 anos havia uma taxa para qualquer lácteo que entrasse no
país, com 37% de imposto. Isso fazia com que nossos produtos pudessem competir de
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forma igualitária. Hoje não temos essa taxa e os governos vizinhos ainda contam com
fortes subsídios para a produção”, explica Dário.
Outra reclamação do setor é o custo de produção. “Em função da valorização das
comoodities soja e milho, o custo da ração utilizada para o gado leiteiro aumentou
consideravelmente e isso implica em menor retorno financeiro para o produtor”, analisa a
economista e assessora técnica da Famasul, Adriana Mascarenhas. De acordo com
levantamento
do
Centro
de
Estudos
Avançados
em
Economia
Aplicada
(Cepea/Esalq/USP), o preço do farelo de soja pago pelas industrias para ração dos
animais para teve valorização de 17% em junho em relação ao mês anterior e aumento
de 69,7%, no acumulado de janeiro a junho, em relação ao primeiro semestre do ano
passado.
A Hora do Leite, marcado para o dia 14 de setembro, acontece das 9 às 12 horas, na
sede do Sindicato Rural de Campo Grande, situado a Rua Raul Pires Barbosa, nº 116. Os
produtores e indústrias compradoras de leite interessados em compor o baixo-assinado
podem procurar a sede dos sindicatos rurais de seu município. Fonte: Portal Lácteo
Importação
Os números preliminares da média diária de agosto de 2012 das importações de leite e
derivados, em dólar, são 11,19% maiores que a média de julho de 2012. Veja o quadro,
considerando apenas os dias úteis das importações efetivas em dólar.
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Elegê
A BRF definiu a região Nordeste como prioridade de crescimento da Elegê. Uma das
apostas é o lançamento, este mês, de embalagens menores ("sachê") para bebidas
lácteas (com 51% de leite, menos nutritiva do que o iogurte). "Estas embalagens, de
preço mais acessível, estão presentes em 33% dos lares nordestinos", explica a gerente
de marca e inovação da unidade de lácteos da BRF, Roberta Morelli. Atualmente, a Elegê
é forte nos mercados das regiões Sudeste e Sul, especialmente no Rio de Janeiro e Rio
Grande do Sul. Segundo dados da Nielsen, a Elegê lidera o segmento lácteo no País, com
8,7% do volume e 9,3% da receita. A Elegê disputa este mercado nacionalmente com
empresas como Danone, Nestlé e Parmalat. Porém, em cada região, a realidade
competitiva é bem distinta. Por isso, a BRF vai trabalhar um posicionamento diferenciado
no Nordeste. Lá a empresa aposta na migração de consumidores do leite em pó para o
leite longa vida. "O consumidor nordestino tem características e demandas diferentes do
resto do País", diz Roberta. Fonte: O Estado de SP
Preço médio nacional do leite é 5% menor em relação a 2011
O preço médio nacional do leite apresentou queda no pagamento agosto, chegando a
R$0,80/litro. O valor é 5% menor com relação ao mesmo período de 2011, enquanto os
custos estão1,5% mais altos.
“Nós temos um aumento na captação no sul do país e a própria questão das importações
que pressionaram o mercado mais um mês”, diz Rafael Ribeiro, zootecnista da Scot
Consultoria.
Segundo ele, no sul do país houve um aumento de cerca de 7% na captação de agosto, e
a oferta de leite já vem aumentando desde maio. “Isso contribui para essa pressão no
mercado, acompanhada de uma demanda um pouco mais amarrada esse ano”, diz. Os
custos de produção registraram alta de 4,4% em agosto, de acordo com Rafael.
Para o próximo pagamento,em setembro, expectativa é de que preços deixem de
cair.Uma possível redução na captação em São Paulo, Minas Gerais e Goiás -além do
aumento nos custos de produção- devem trazer essa estabilidade no cenário dos preços.
“Existe uma expectativa de um mercado mais firme,mas não acredito em reajuste
positivo a curto prazo nos preços do leite ao produtor”, finaliza Rafael. Fonte: Notícias
Agricolas
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Custos/MG
Para evitar endividamento, muitos produtores de leite estão adiando os investimentos e
reduzindo ração das vacas na região do Alto Paranaíba (MG), como reflexo dos altos
custos de produção e da baixa remuneração. Sacramento, um dos municípios do Alto
Paranaíba, tem a pecuária leiteira como base da maioria das pequenas propriedades. O
criador Evaldo Batista sofreu os impactos dos custos elevados e teve de reduzir em 15%
a quantidade de ração ofertada para as 46 vacas que estão em lactação. O resultado foi
a perda de 10% da produção. De acordo com o Cepea, o valor recebido pelo produtor no
mês de agosto foi praticamente o mesmo do mês de julho. Na comparação com o mesmo
mês do ano passado, há queda de 2%. Ao mesmo tempo, os custos com os produtos que
compõem a ração do gado não param de subir. Criadores estão pagando cerca de R$
0,95 pelo quilo da ração, que há dois meses custava R$ 0,65. Os principais causadores
da alta dos insumos são o mi lho e do farelo de soja, que puxaram os reajustes para
cima. Fonte: Canal Rural
Incentivos/RJ
Fundada em 1990 e focada em leite longa vida e queijos, a Quatá, que comprou por R$
52 milhões a marca Leite Glória, seus ativos e maquinários de Itaperuna(RJ) no mês
passado, contou com incentivos fiscais, como a liberação do pagamento de ICMS. A
medida faz parte da estratégia de ampliação da produção adotada pelo Estado do Rio de
Janeiro, que já investiu cerca de R$ 80 milhões no Programa Rio Leite, criado em 2007.
Segundo o secretário de Agricultura, Alberto Mofati, a ideia é tornar viável a instalação
de mais empresas de peso do segmento. Como a Nestlé que processa 400 mil litros de
leite por dia em Três Rios, a BRF – Brasil Foods, que constrói uma fábrica em Barra do
Piraí, a LBR, que comprou uma antiga unidade da Nestlé em Barra Mansa, ou o Laticínio
Marília, que também está em Itaperuna. Fonte: Valor Econômico
Pesquisa aponta satisfação de laticínios com o programa SMQL
Com o objetivo de avaliar a eficácia do treinamento promovido pelo programa Sistema
Mineiro de Qualidade do Leite (SMQL), o Polo de Excelência de Leite e Derivados realizou
uma pesquisa de satisfação com alguns laticínios participantes da primeira fase da
iniciativa.
Entre os itens avaliados estavam os principais pontos abordados pelo SMQL, tais como: a
redução no número de Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células
Somáticas (CCS) no leite produzido, a política do pagamento por qualidade do leite, a
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
difusão
dos
ensinamentos
para
os
produtores
rurais
e
técnicos
envolvidos
na
capacitação.
"Com os resultados, percebemos que o programa se mostrou eficiente nos pontos críticos
onde gostaríamos que ele atuasse. Queríamos que houvesse uma mudança não apenas
do produtor, mas da cadeia leiteira inteira. E os resultados mostram essa conscientização
de todos os elos", declara o coordenador da iniciativa, Abel Leocádio Fernandes.
Principais resultados
A pesquisa mostra que os itens avaliados obtiveram uma média de 80% de satisfação
dos entrevistados, sendo que em dois quesitos - qualidade do treinamento e qualificação
dos profissionais envolvidos na capacitação - o índice chega a 90%.
Entre as surpresas citadas por Fernandes está a quantidade de técnicos e produtores
rurais treinados pelo SMQL: foram 32 técnicos e 290 produtores rurais envolvidos. Outro
ponto positivo revelado pela avaliação foi a melhoria na qualidade do leite produzido,
com a implantação do SMQL. A maioria dos entrevistados respondeu que houve redução
no número de Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células Somáticas (CCS)
presentes no leite. Além de relatarem que o programa também ajudou na questão da
limpeza,
no
rendimento
e
na
durabilidade
dos
produtos
nas
prateleiras,
no
aprimoramento profissional e na qualificação dos técnicos.
Questionados sobre o interesse em repassar as técnicas empregadas pelo SMQL, todos
os entrevistados responderam positivamente.
No quesito pagamento por qualidade do leite, a pesquisa revela que 80% dos
entrevistados já adotam a política da bonificação. "O SMQL não precisa impor aos
laticínios à adoção do sistema de pagamento por qualidade do leite. As próprias
indústrias estão percebendo que isso é uma questão de mercado", explica Fernandes.
Fonte: Polo do Leite
Fiscalização agropecuária volta à normalidade
Os Fiscais Federais Agropecuárias (FFA) decidiram em assembléia retornar às suas
atividades, a partir desta segunda-feira. Isso decorre de acordo assinado na semana
passada, entre o Governo Federal e o Sindicato Nacional da categoria (ANFFA Sindical).
O acordo contempla ajustes a partir de janeiro/2013, quando a remuneração dos FFA
passará a ser na modalidade de subsídio, nos termos do art. 39, §8º da Constituição
Federal. Essa reestruturação implicará a instituição de sistemática de avaliação de
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desempenho para o desenvolvimento na carreira, que considere o mérito individual e a
avaliação institucional. Em outubro/2013 serão constituídos grupos de trabalho para
desenvolvimento de uma agenda temática atinente à carreira.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) acredita que o fluxo de
liberações de produtos em portos, aeroportos e fronteiras estará regularizado já na
próxima semana. Fonte: Mapa
Preço/SP
Depois que o Uruguai começou a exportar leite para o Brasil, o preço está em média 20%
mais barato na região noroeste paulista. A novidade, que animou as donas de casa,
desagradou os produtores. Na casa da empresária Suzi Concenza, de São José do Rio
Preto (SP), o café da manhã sem leite não tem graça. Os quatro filhos adoram.
Resultado: são três litros todos os dias. A boa notícia é que está mais barato colocar ele
na mesa. Em agosto de 2011, o litro custava em média R$ 1,99. E este ano a situação é
bem diferente. O produto está até R$ 0,50 mais barato. Em alguns supermercados de Rio
Preto o leite de saquinho pode ser encontrado por até R$ 1,49. A explicação para essa
queda nos preços é a entrada de leite do Uruguai no Brasil. Os produtores do país vizinho
conseguem vender o produto mais em conta e as indústrias de alimento do noroeste
paulista preferem comprar de lá e não do mercado interno. Fonte: G1/Rio Preto
MUNDO
NZ: Produção de leite atinge recorde em junho
A Nova Zelândia teve um forte começo em 2012-13 para a produção de leite, com
aumento das exportações de lácteos permitindo que o país registrasse um superávit
comercial. A Nova Zelândia, que é o maior exportador mundial de lácteos, produziu
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
131.000 toneladas de leite em junho, um recorde para o mês e 3,1% a mais que a
produção no mesmo mês do ano anterior. Embora junho, o primeiro mês do ano
comercial de 2012-13, represente um ponto de baixa sazonal da produção, sinais de
melhora na produção de leite estão sendo observados de perto após um aumento de
10,3%, para 19,7 milhões de toneladas, na produção em relação com a estação anterior.
Os dados vieram à medida que as estatísticas comerciais mostraram um aumento de
33%, para N$ 1,1 bilhão (US$ 883,69 milhões) nas exportações de lácteos da Nova
Zelândia no mês passado, ajudando o país a registrar um pequeno superávit comercial,
de NZ$ 25 milhões (US$ 20,08 milhões), contra a tendência prevalente de déficits. As
exportações de leite em pó integral quase dobraram em valor, um aumento direcionado
principalmente pelas maiores exportações à China, maior comprador mundial. No começo
da semana passada, a maior cooperativa de lácteos da Nova Zelândia, Fonterra, disse
que registrou exportações recordes de lácteos de maio a junho, alcançando 620.000
toneladas, acima dos níveis médios de 450.000 toneladas. O quão bem as exportações
de lácteos se manterão "dependerá em grande parte das condições climáticas e do
crescimento das pastagens para a próxima estação", disse a economista do ASB, Jane
Turner. Embora do declínio nos valores dos lácteos pesar nas exportações, esperamos
que os preços dos lácteos se recuperem a partir de 2013. Fonte: Sindilat
UE: Queda dos preços no setor leiteiro não é suficiente para solicitar
intervenção
O comissário europeu de Agricultura, Dacian Ciolos, admitiu queda no preço do leite e
garantiu que vigiará a evolução no setor na Europa nas próximas semanas e meses, mas
insistiu que a queda não é suficiente para ativar os mecanismos de intervenção. "Os
preços de mercado têm caído desde que alcançaram o pico em meados de 2011, mas
seguem acima dos níveis de intervenção", explicou Ciolos em resposta a uma pergunta
parlamentar da deputada austríaca, Angelika Werthmann, que pediu ao executivo para
explicar seu rechaço em solicitar ajuda para o setor. O pedido havia sido feito por um
grupo de países encabeçado por Estônia e Polônia.
Ciolos explicou que o preço médio na União Europeia (UE) aos produtores está entre 31,3
centavos de euro (39,22 centavos de dólar) por quilo com dados de maio, "que é 28,4%
a mais que o nível mais baixo alcançado durante a crise de maio de 2009" e, ainda que
tenha admitido que as margens de lucro "tenham caído no primeiro trimestre de 2012,
seguem acima das do primeiro trimestre de 2011".
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
Ele explicou que as quedas aconteceram devido ao caráter estacional da produção, pelo
aumento da produção de leite a nível mundial, e pela debilidade do euro frente ao dólar
atual.
O
ministro
da
Agricultura,
Alimentação
e
Meio-Ambiente,
Miguel
Arias
Cañete,
comprometeu-se em 24 de agosto a "agir em diversas frentes" com o objetivo de
garantir a competitividade do setor leiteiro espanhol, afetado pelo aumento dos custos de
produção. Entre outras coisas, ele disse que durante o mês de setembro, será aprovado
um decreto lei com o objetivo de facilitar que se formalizem contratos por escrito entre
produtores e a indústria leiteira. Além disso, o Executivo executará dois projetos de lei,
um relativo à cadeia alimentar e outro voltado a melhorar a estrutura da demanda e da
oferta no marco da cadeia alimentar.
Além disso, o departamento de Agricultura previu desenvolver campanhas de controle de
qualidade do leite e para comprovar se as propriedades com baixos custos cumprem com
os requisitos de qualidade. Fonte: www.finanzas.com
Chile: Aumento no consumo de iogurtes dispara produção local
Em 2011, foram produzidos 235,8 milhões de litros de iogurte no setor industrial leiteiro
do Chile. Isso significou um consumo per capita de 13,8 litros, segundo o Serviço de
Estudos e Políticas Agrárias (Odepa) do Ministério da Agricultura. Vale destacar que esse
dado é mais que o dobro do consumo per capita que havia em 1995, que não chegava a
5 litros. Durante 2011, os três produtos lácteos mais importantes fabricados pela
indústria leiteira do Chile foram, em ordem de importância, leite em pó, queijos e leite
fluido. O iogurte ficou em quarto lugar e, para sua fabricação, foram destinados o
equivalente a mais de 11% do leite processado nacionalmente. Nos últimos seis anos,
entre 2006 e 2011, a produção de iogurte cresceu de forma sustentada, com um
aumento de 35,4% no período. Segundo dados da Odepa de nove empresas leiteiras que
produzem iogurte, a produção no período aumentou de 172,2 milhões de litros em 2006
para 233,2 milhões de litros em 2011, o que implica em uma taxa de crescimento anual
próxima a 6%. Segundo a Odepa, o crescimento da produção nacional de iogurte em
2011 alcançou 11,7%. Esse aumento foi um dos maiores entre todos os derivados
lácteos, superado somente pelo leite em pó (12,8%). Somente nove plantas industriais
elaboraram iogurte durante 2011, mas quase 87% da produção ficou em quatro delas:
Soprole (33,8%), Colún (21,2%), Nestlé (18,1%) e Danone (13,6%). Entre 2006 e 2011,
das quatro maiores empresas produtoras, a Colún foi a que teve maior aumento na
produção (73%), em seguida veio a Danone que aumentou sua oferta em mais de 50%
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
no período e fez o maior investimento em marketing para impulsionar o aumento do
consumo. Parte desse êxito se deve ao lançamento de produtos novos, que favorecem os
processos digestivos (Activia e iogurte grego, no caso da Danone; e bífidus ativos, com
Stevia e Aloe vera, na Colún). Entre janeiro e junho de 2012, a produção de iogurte e
leite fermentado expandiu-se em 8,1% com relação ao mesmo período de 2011,
chegando a 122 milhões de litros. A partir disso, espera-se que durante esse ano, o país
alcance uma produção que ultrapasse os 250 milhões de litros, o que constituirá em um
novo recorde de produção. As empresas produtoras de iogurte mais importantes nos
primeiros seis meses de 2012 continuam sendo as mesmas de 2011, ainda que com
algumas diferenças em seu crescimento: Soprole, com 34% de participação, cresceu em
5,4%; Colún, com 19% de participação, baixou em 0,5%; a Nestlé, com 18%, cresceu
em 2,1% e o volume de produção da Danone, com 14% de participação, aumentou em
18%.Vale destacar que essas participações mudam muito quando se refere à venda por
empresas. Em particular, a Danone, que é a quarta indústria em volume de produção,
segundo um estudo do Euromonitor, chega ao segundo lugar em valor de vendas, muito
próximo à Soprole, que, mantém a liderança em volume e vendas. De acordo com dados
dos primeiros seis meses desse ano, espera-se alcançar um recorde de consumo de 14,5
litros per capita. O consumo per capita de iogurte no Chile é mais alto que o da maioria
dos países da América Latina (Argentina, 13,5 litros; Uruguai, 13 litros; Brasil, 6,7 litros
e México, 5 litros) e, inclusive maior que em alguns países desenvolvidos, como Estados
Unidos (6,1 litros) e Canadá (9,2 litros). Entretanto, está muito abaixo do consumo de
alguns países europeus, onde o consumo é quase o dobro, como Espanha (18,2 litros),
Alemanha (18,3 litros), França (21 litros), Suécia (35,4 litros) e Finlândia (40,6 litros).
Fonte: www.diarioladiscusion.cl
Reino Unido
O presidente da NFU que representa os produtores de leite no Reino Unido, disse que o
objetivo principal da “Coalizão do Leite” é mapear o mercado de lácteos. “Criamos esta
coalizão simplesmente porque o mercado de lácteos não está funcionando”, declarou
Mansel Raymond. “Isso ficou claro quando nos deparamos com os devastadores preços
da primavera, e as projeções de cortes para Agosto. E, quando houve altas no mercado
de lácteos, elas não passaram para dentro das porteiras”, acrescentou Mansel. Agora não
só o governo está engajado no “SOS Dairy”, mas, os compradores, os processadores e
todos os grandes players do setor. Fonte: The Dairy Site
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INFORMATIVO SEMANAL AGL
EUA: Aumento no preço do leite melhora relação de troca
A razão entre o preço do leite e o preço da ração (milk-feed price ratio) nos Estados
Unidos em agosto apresentou um sutil aumento. Dados divulgados pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na sexta-feira mostraram que essa razão foi de
1,35 em agosto. Isso demonstra uma leve melhora com relação à razão do mês anterior,
de 1,29, que depois foi revisada para 1,34.
A melhora está relacionada ao maior preço do leite. O preço usado para calcular a razão
melhorou de US$ 37,26 por 100 quilos em julho para US$ 39,24 em agosto, disse o
USDA. Porém, esse aumento no preço do leite mal consegue ficar à frente dos crescentes
custos dos alimentos. O preço do milho aumentou de US$ 7,14 por bushel em julho para
US$ 7,54 em agosto, de acordo com cálculos do USDA. A soja aumentou de US$ 15,40
por bushel para US$ 15,90. O feno de alfafa aumentou em US$ 5 por tonelada.
Essa razão é uma medida aproximada da lucratividade no setor leiteiro. Algumas pessoas
questionam o quão válido é essa razão entre o preço do leite e o preço da ração. No
entanto, o USDA tem usado a mesma fórmula há anos, comparando as mesmas
commodities. Dessa forma, isso pode servir como uma medida relativa para comparar
diferentes pontos no tempo. Fonte: Dairy Herd
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