PPC Psicologia

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PPC Psicologia
PROJETO PEDAGÓGICO
DE CURSO
- PSICOLOGIA -
JANEIRO/2015
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
SUMÁRIO
I. DADOS GERAIS DA IES E DO CURSO ........................................ 7
I - 1.
O
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CREDENCIAMENTO E RECREDENCIAMENTO DE CENTROS UNIVERSITÁRIOS, CONFORME
DISPOSTO
NA
RESOLUÇÃO
CNE/CES
N°
1,
2010..............................................................................................................................7
I - 2.
ATO DE CREDENCIAMENTO E HISTÓRICO DO CURSO ..................................... 7
I - 2.1. Ato de credenciamento ................................................................................ 7
I - 2.2 histórico do curso ......................................................................................... 7
II. CONTEXTO INSTITUCIONAL .................................................. 9
II - 1. DA MANTENEDORA .......................................................................................... 9
II - 1.1. Identificação .............................................................................................. 9
II - 1.2. Dirigente Principal ...................................................................................... 9
II - 1.3. Finalidades ................................................................................................ 9
II - 2. DA MANTIDA ................................................................................................. 10
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DE
20
DE
JANEIRO
DE
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
II - 2.1. Identificação ............................................................................................. 10
II- 2.2. Dirigente principal ...................................................................................... 10
II - 2.3. Histórico da IES ........................................................................................ 11
II - 2.4. Área de atuação e inserção regional............................................................. 12
II - 2.5. Aspectos Econômicos e Sociais .......................... Erro! Indicador não definido.
II - 2.6. População da área de influência do UNIFACEX ..... Erro! Indicador não definido.
II - 2.7. Cursos existentes ...................................................................................... 24
II - 2.7.1 Graduação ............................................. Erro! Indicador não definido.
II - 2.7.2. Pós-graduação lato sensu ................................................................. 25
II - 2.8. Características da Instituição ............................ Erro! Indicador não definido.
II - 2.8.1. Perfil Institucional .................................. Erro! Indicador não definido.
II- 2.8.2. Gestão institucional ................................. Erro! Indicador não definido.
II- 2.8.3.Representação docente e discente.............. Erro! Indicador não definido.
II - 2.9. Administração da IES ...................................... Erro! Indicador não definido.
II -2.9.1. Condições de gestão ................................ Erro! Indicador não definido.
II- 2.9.2. Plano de Desenvolvimento ................................................................. 38
II- 2.9.3. Sistemas de informação e de comunicação ........................................... 40
II - 2.10. Política de pessoal e programas de incentivos e benefícios ............................ 41
II - 2.10.1. Plano de carreira e incentivos aos docentesErro! Indicador não definido.
II - 2.10.2. Ações de capacitação ...................................................................... 41
II - 2.10.3. Critérios de admissão,contratação legal e de progressão na carreira ..... 45
II - 2.10.4. Sistema permanente para avaliação dos docentesErro! Indicador não definido.
II - 2.10.5. Estímulos à produção científica, técnica, pedagógica e cultural ............. 47
II - 2.10.6. Plano de carreira e incentivos ao pessoal técnico-administrativo........... 49
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PSICOLOGIA
-
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
II- 2.11. Programas institucionais de financiamento de estudos para alunos ................. 50
II - 2.11.1 Programas de apoio ao Discente ....................................................... 51
II - 2.11.2 Mecanismos de avaliação dos programas de apoioErro! Indicador não definido.
III ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO- PEDAGÓGICA ....................................... 64
III - 1. FUNDAMENTOS GERAIS DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DO CURSO ................. 64
III - 2. JUSTIFICATIVA – O CONTEXTO REGIONAL EM QUE SE INSERE O CURSO .... 56
III - 2.1. Infra-Estrutura Econômica ......................................................................... 68
III - 2.2. Distritos Industriais .................................................................................. 69
III - 2.3. Educação ................................................................................................ 58
III- 3. PRINCÍPIOS QUE ORIENTAM A PROPOSTA DE CURSO .................................. 70
III - 3.1. Missão do curso ....................................................................................... 71
III - 3.2. Objetivos e finalidades do curso ................................................................. 72
III - 3.3. Articulação do PPC com o PPI e o PDI ....................................................... 73
III - 3.4. Formas de acesso ao curso ....................................................................... 63
III- 4. ESTRUTURA GERAL DO CURSO ...................................................................... 65
III - 4.1. Ênfase Curricular 1: Psicologia e Processos de Atenção à Saúde ..................... 79
III - 4.2. Ênfase Curricular 2: Psicologia e Processos Educativos .................................. 67
III - 4.3. Perfil Profissional: modelo de competências que embasa a proposta curricular . 69
III - 4.4. Estruturação curricular.............................................................................. 78
III - 4.5. Atividades acadêmicas complementares .................................................... 110
III - 4.6. Adequação dos Conteúdos Curriculares aos Requisitos Legais....................... 93
III - 4.6.1 Exigências do Decreto 5.626/2005 - Libras, quando obrigatório......93
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PSICOLOGIA
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
III - 4.6.2 Políticas de educação ambiental, conforme o disposto na Lei nº 7.795, de 27 de abril de 1999 e no Decreto nº 4.281, de
junho de 2002....................................................................................................93
III - 4.6.3 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme o disposto no Parecer CNE/CP nº
8/2012.................................................................................................93
III - 4.6.4 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura Afrobrasileira e africana e indígena, conforme o disposto na Lei nº 11.645 de 10/03/2008, na Resolução CNE/CPE nº 10.639, de 09 de
janeiro de 2003...............................................................................................93
III - 4.7. Os estágios no curso de psicologia ............................................................. 94
III - 4.8. Programa de acompanhamento e atendimento ao egresso .......................... 104
III - 4.9. Programas e ementas das disciplinas ....................................................... 105
III - 5. CONDIÇÕES DE ENSINO ESPECÍFICAS PARA A FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA ....
................................................................................................................... 179
III - 5.1. Laboratório de Ensino: concepção e planejamento das atividades ................ 180
III - 5.2. Laboratório de bases biológicas da psicologia ............................................ 180
III - 5.3. Laboratórios específicos de psciologia ....................................................... 185
III - 5.3.1. Laboratório de análise experimental do comportamento .................... 186
III - 5.3.2. Salas de obsrvação (no Serviço-Escola de Psicologia) ........................ 187
III - 5.3.3. Salas de testes (no Serviço-Escola de Psicologia) .............................. 189
III - 5.4. Laboratórios de informática ..................................................................... 190
III - 5.5. Serviço-Escola de Psicologia .................................................................... 192
III - 5.5.1. Serviços e atividades a serem desenvolvidas .................................... 193
III - 5.5.2. Estrutura organizacional, equipe e atribuiçoes .................................. 195
III - 5.5.3. Definição das atrribuições dos profissionais ...................................... 196
III - 5.5.4. Dinâmica do funcionamento ........................................................... 198
III - 5.5.5. Acompanhamento e avaliação das artividades .................................. 199
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
III - 5.5.6. Registro das atividades desenvolvidas ............................................. 200
III - 5.5.7. Os espaços do serviço de psicologia ................................................ 200
III - 5.5.8. Implantação do serviço escola de psicologia ..................................... 205
III - 6. BIBLIOTECA ............................................................................................... 205
III - 6.1. Livros .................................................................................................. 205
III - 6.1.1. ACERVO ESPECÍFICO PSICOLOGIA .................................................. 206
III - 6.1.2. PSICOLOGIA - Livros afins - FILOSOFIA .......................................... 233
III - 6.1.3. PSICOLOGIA – Livros afins - ÉTICA ................................................. 241
III - 6.1.4. PSICOLOGIA – Livros afins - LÓGICA ............................................... 243
III - 6.1.5. PSICOLOGIA – Livros afins - RACIOCÍNIO ........................................ 243
III - 6.1.6. PSICOLOGIA – Livros afins - CIÊNCIAS SOCIAIS............................... 244
III - 6.1.7. PSICOLOGIA – Livros afins - ESTATISTICA ....................................... 244
III - 6.1.8. PSICOLOGIA – Livros afins - SOCIOLOGIA ....................................... 245
III - 6.1.9. PSICOLOGIA – Livros afins - DIREITO ............................................. 270
III - 6.1.10. PSICOLOGIA – Livros afins - EDUCAÇÃO ........................................ 271
III - 6.1.11. PSICOLOGIA – Livros afins - ANTROPOLOGIA ................................. 277
III - 6.1.12. PSICOLOGIA – Livros afins - FISIOLOGIA ....................................... 283
III - 6.1.13. PSICOLOGIA – Livros afins - PATOLOGIA ....................................... 286
III - 6.1.14. PSICOLOGIA – Livros afins - PSIQUIATRIA ..................................... 287
III - 6.2. Periódicos ............................................................................................ 289
III - 6.3. CD-ROM ............................................................................................... 289
III - 6.4. Fitas de vídeo ....................................................................................... 290
III - 6.5. Informatização ...................................................................................... 290
III - 6.6. Base de dados ...................................................................................... 290
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DE
PSICOLOGIA
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
III - 6.7. Jornais e revistas .................................................................................. 291
IV CORPO DOCENTE DO CURSO ....................................................... 294
IV - 1. CORPO DOCENTE E GESTÃO ACADÊMICA..................................................... 294
IV - 1.1. Corpo docente perfil ............................................................................... 294
IV - 1.2. Relação número de docentes e número de discentes .................................. 294
IV - 1.3. Relação número de docentes por disciplina ............................................... 295
IV - 1.4. Produção docente .................................................................................. 295
IV - 1.5. Administração acadêmica do curos ........................................................... 303
IV - 1.5.1. Formação das coordenadoras (coordenadora de curso, coordenadora adjunto e coordenadora de estágio)
IV - 1.5.2. Efetiva dedicação à administração e à condução do curso ................... 306
IV - 1.6. Gestão acadêmica do curos ..................................................................... 306
IV - 1.6.1. Mecanismo de Gestão ................................................................... 306
IV - 1.6.2. Avaliação do processo ensino aprendizagem ................................... 307
IV - 1.6.3. Coerência do sistema de avaliação ................................................. 309
IV - 1.6.4. Sistema de autoavaliação do curso ................................................. 311
IV - 1.6.5. Do núcleo docente estruturante ..................................................... 312
IV - 1.6.6. Composição e funcionamento do conselho de curso ou equivalente ..... 313
IV - 1.6.7. Corpo discente: atenção aos discentes ............................................ 314
IV - 1.6.8. Apoio à Promoção e participação em eventos ................................... 315
IV - 1.6.9. Mecanismo de nivelamento ............................................................ 315
Iv - 1.6.10. Atendimento psicopedagogico ....................................................... 316
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303
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
V INSTALAÇÕES FISICAS ............................................................. 318
V - 1. Instalações gerais ....................................................................................... 318
V - 1.1. Salas e Gabinetes .................................................................................... 318
V - 1.2. Instalações administrativas ....................................................................... 323
V - 1.3. Instalações para docentes ......................................................................... 324
V - 1.4. Instalações para a Coordenação do curso ................................................... 325
V - 1.5. Instalações para a Pós-graduação .............................................................. 326
V - 1.6. Auditório/Sala de Conferência ................................................................... 326
V - 1.7. Instalações sanitárias (adequação e limpeza) .............................................. 327
V - 1.8. Condições de acesso para portadores de necessidades especiais .................... 328
V - 1.9. Infraestrutura de segurança ...................................................................... 330
V - 1.10. Manutenção das instalações físicas ........................................................... 365
V - 1.11. Plano de expansão física ......................................................................... 330
V - 1.12. Equipamentos........................................................................................ 331
V - 1.13. Acesso a equipamentos de informática pelos docentes ................................ 331
V - 1.14. Acesso a equipamentos de informática pelos alunos ................................... 331
V- 1.15. Recursos audiovisuais e multimídia ........................................................... 331
V- 1.16. Existência da rede de comunicação científica .............................................. 366
V - 1.17. Manutenção dos equipamentos ................................................................ 332
V -1.18. Plano de expansão e de atualização de equipamentos.................................. 332
V - 2. Biblioteca ................................................................................................. 333
V - 2.1. Apresentação ................................................................................ 333
V - 2.2. Instalação Física da Biblioteca ................................................................... 333
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DE
PSICOLOGIA
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
V - 2.3. Horário de funcionamento ......................................................................... 334
V - 2.4. Serviços ofertados pela biblioteca .............................................................. 334
V - 2.5. Política de aquisição, expansão e atualização .............................................. 369
V - 2.6. Acervo da biblioteca ................................................................................. 335
V - 2.7. Base de Dados ........................................................................................ 371
V - 3. RELAÇÃO DOS LABORATÓRIOS ..................................................................... 337
V - 3.1. Laboratórios de Informática ..................................................................... 338
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DE
PSICOLOGIA
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
I. DADOS GERAIS DA IES E DO CURSO
I - 1. ATO DE CREDENCIAMENTO DA IES
O Centro Universitário UNIFACEX foi criado considerando-se o que normatiza a alínea d do artigo 2º do Estatuto da Mantenedora:
“criar, instalar e manter estabelecimentos de ensino de todos os níveis, prioritariamente de nível superior, com estrita observância de
legislação que lhe for aplicável”. A criação foi legitimada pelo Decreto n. 85.977, de 05 de maio de 1981, publicado no Diário Oficial
daUnião (D.O.U.) de 06 de maio do mesmo ano.
Por solicitação da Mantenedora e considerando a implantação de novos cursos em
diversas áreas, pelo Parecer CES nº 1.194/99, a Instituição teve sua denominação modificada de Faculdade para Executivos para
Faculdade de Ciências, Cultura e Extensão – FACEX, conforme Parecer homologado pelo Despacho do Ministro da Educação, publicado no
D.O.U., de 19 de janeiro de 2000. Através da Portaria Nº 1.099 do Ministério da Educação, de 31 de agosto de 2012, a FACEX passa a
condição de Centro Universitário denominado UNIFACEX.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
I-2. ATO DE CREDENCIAMENTO DO CURSO
I- 2.1. Credenciamento do curso
O curso de psicologia do Centro Universitário FACEX (UNIFACEX) foi autorizado em 2005 conforme portaria do MEC - MEC
3818/05. A autorização permitiu o funcionamento do curso no turno matutino com um total de 100 vagas.
O Quadro 1 representa o ato
de credenciamento contendo as principais informações da autorização.
I- 2.2. Histórico do curso
O curso de Psicologia do Centro Universitário FACEX foi autorizado através da Portaria de Autorização MEC 3818/05, conforme cosnta
no Quadro 1, abaixo, iniciando seu processo seletivo no primeiro semestre de 2006. Esta Portaria autorizou a oferta de 100 vagas anuais
para o turno matutino do curso de Psicologia. A partir do primeiro semestre do ano de dois mil e dez, em virtude da demanda, a oferta de
vagas passou a ser distribuída em dois turnos: matutino (50 vagas) e noturno (50 vagas). A organização curricular do referido curso
prevê um tempo mínimo de integralização de 05 anos, ou seja, 10 semestres. Nos anos de dois mil e oito e dois mil e onze, o curso
sofreu mudanças em seu fluxograma curricular, haja vista que as discussões entre os docentes, discentes, núcleo docente estruturante e
consultoria pedagógica resultaram na decisão de fazer ajustes em algumas disciplinas e criar outras, visando o aprimoramento do curso.
O processo de implantação do curso de Psicologia do Centro Universitário FACEX segue as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos
de graduação em Psicologia de 19/02/2004, apoiando-se na versão aprovada pelo parecer nº CNE/CES 0062/2004, homologado pelo
Ministério da Educação em 12/04/2004, publicada no DOU de 18/05/2004. Mais recentemente, foi publicada a Resolução nº 5, de 15 de
março de 2011, a qual se distingue da anterior apenas pelo estabelecimento das normas para o projeto pedagógico complementar para a
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Formação de Professores de Psicologia. Esse projeto de Licenciatura poderá vir ser implantado pelo Curso de Psicologia do Unifacex. Este
Curso passou pelo seu primeiro processo de reconhecimento no ano de 2010, obtendo conceito 4 e no ENADE de 2012 teve sua
renovação de reconhecimento, através dos conceitos: ENADE – 3 e CPC – 4, já em 2015...
Quadro 1: Ato de credenciamento do curso de psicologia da FACEX autorizado em 2005 pelo Ministério da Educação.
Denominação do curso:
Endereço de oferta do curso:
Ato Legal da Autorização do curso de
Psicologia
Turno de funcionamento:
(*)Nº. de vagas anuais oferecidas:
Regime de matrícula:
Psicologia
Rua Orlando Silva, 2896 – Capim Macio – Natal/RN
Portaria de Autorização MEC 3818/05
Integral
Matutino
Vespertino
Noturno
TotaL
-
100
-
-
100
Semestral por disciplina
Teórica
Dimensão das turmas:
Duração do curso:
a)Prática/b)Estágio
Número de alunos por turma em aulas teóricas: a) Número de alunos por turma em aulas
50
práticas, de campo e de laboratório: 25.
b) Número de alunos por turma de estágio
da ênfase: 10.
Tempo Mínimo
Tempo Máximo
Dez semestres
Dezoito semestres
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
II. CONTEXTO INSTITUCIONAL
II- 1. DA MANTENEDORA
II - 1.1. IDENTIFICAÇÃO
Mantenedora CIFE – CENTRO INTEGRADO PARA FORMAÇÃO DE EXECUTIVOS
CNPJ: 08.241.911/0001-12
End.: R. ORLANDO SILVA
nº: 2896
Bairro: CAPIM MACIO
Cidade: NATAL
Fone: (84) 3235-1415
CEP: 59080-020
UF: RN
Fax: (84) 3235-1433
E-mail: [email protected]
II- 1.2. DIRIGENTE PRINCIPAL
Nome: JOSÉ MARIA BARRETO DE FIGUEIREDO
CPF: 004.254.604-44
End.: R. ALEXANDRE CÂMARA
Bairro: CAPIM MACIO
Fone: (84)3642-2158
Cidade:
Natal
CEP:
Fax:
(84) 3235-1433
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nº:
1937
UF:
RN
DE
PSICOLOGIA
-
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
E-mail: [email protected]
II - 1.3. FINALIDADES
A Mantenedora tem como finalidades educativas o desenvolvimento:

de uma atitude de curiosidade, reflexão e crítica frente ao conhecimento e à interpretação da realidade;

da capacidade de utilizar crítica e criativamente as diversas linguagens do mundo contemporâneo;

da autonomia, cooperação e sentido de corresponsabilidade nos processos de desenvolvimento individuais e coletivos;

de uma atitude de valorização, cuidado e responsabilidade individual e coletiva em relação à saúde;

da competência para atuar no mundo do trabalho dentro de princípios de respeito por si mesmo, pelos outros e pelos recursos da
comunidade;

do exercício da cidadania para a transformação crítica, criativa e ética das realidades sociais;

da motivação para dar prosseguimento à própria educação, de forma sistemática e assistemática;

do pleno exercício de suas funções cognitivas e sócio-afetivas;

da capacidade de aprender com autonomia e assimilar o crescente número de informações, adquirindo novos conhecimentos e
habilidades;

da capacidade de enfrentar situações inéditas com dinamismo, flexibilidade e criatividade;

da capacidade de usar o conhecimento para ser feliz, relacionar-se com a natureza, ser gestor da própria vida e ajudar os outros.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
II- 2. DA MANTIDA
II - 2.1. IDENTIFICAÇÃO
Mantida: CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX
nº: 2896
End: R. ORLANDO SILVA
Bairro: CAPIM MACIO
CEP: 59.080-020
Cidade:
Fone: (84) 3235-1415
UF: RN
Fax: (84) 3235-1433
E-mail: [email protected]
Site www.facex.com.br
II – 2.2 ATOS LEGAIS DE CONSTITUIÇÃO
DADOS DE CREDENCIAMENTO:
Documento/Nº: Portaria nº 1099/2012
Data Documento: 31 de agosto de 2012
Data da
Publicação:
04 e setembro de 2012
II – 2.3 DIRIGENTESPRINCIPAIS
Cargo
Nome:
CPF:
End.:
Bairro:
Reitor
Raymundo Gomes Vieira
010.813.814-34
Avenida Jaguarari - Condomínio Green Woods – casa 30
Candelária
Cidade: Natal
CEP: 59064-500
- 16 -
nº: 5100
UF: RN
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
Fone: (84) 3235-1404
E-mail: [email protected]
Cargo
Nome:
CPF:
End.:
Bairro:
Fone:
E-mail:
Cargo
Nome:
CPF:
End.:
Bairro:
Fone:
E-mail:
Pró-reitorAcadêmico
Ronald Fábio de Paiva Campos
673.006.424-20
Rua Pe. Estanislau,
Candelária
(84) 3235-1403
[email protected]
Pró-reitora de Administração
Candysse Medeiros de Figueiredo Lira
664.876.684-00
Rua Morais Navarro, Cond. Vermont Aptº. 200
Lagoa Nova
Cidade:
Natal
(84) 3217-8348
Fax:
[email protected]
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Fax: (84) 3235-1433
Cidade: Natal
CEP: 59065-400
Fax: (84) 3235-1433
CEP: 59075-770
(84) 3235-1433
nº:
UF:
nº: 1775
UF: RN
2082
RN
II - 2.4 HISTÓRICO DA IES
O Centro Universitário UNIFACEX tem os seus primórdios em 23 de maio de 1972, quando por determinação de sua mantenedora,
o Centro Integrado para Formação de Executivos, foi implantado o curso de Secretariado Executivo. Surgia, através desta primeira ação
pedagógica da mantida, a Faculdade para Executivos. Como tivesse sua origem em curso livre, a Faculdade pautou o seu fazer
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
educacional, cumprindo o currículo pleno estabelecido pelo Conselho Federal de Educação. Essa autonomia permitiu à mantenedora
regularizar sua mantida, consoante ao disposto na Portaria Ministerial nº 942/79, bem como autorizar o seu curso matriz. Nesse aspecto
a comissão verificadora foi incisiva no seu parecer ao pronuncia-se in verbis: este curso oferece condições para autorização e
funcionamento. Através do Parecer SESU 267/19881, ficou autorizado o Curso de Secretariado Executivo, homologado através do Decreto
nº 85.977, de 05 de maio de 1981. Estava assim a Faculdade de Ciências, Cultura e Extensão do Rio Grande do Norte, sucedânea da
Faculdade para Executivos, devidamente legalizada, bem como suas ações pedagógicas retroagindo a 1972. Em síntese, o UNIFACEX
conta hoje com 22 cursos superiores devidamente autorizados. Destes, quinze já passaram pelo processo de Reconhecimento, três
aguardam a designação de Comissão para Reconhecimento e quatro ainda não atingiram o tempo mínimo necessário para solicitar o
Reconhecimento. Os Cursos de Graduação atendem a um total de 5.000 alunos regularmente matriculados, com a qualidade e esmero
que a Instituição se empenha em oferecer.
A Instituição possui um Corpo Docente com 180 professores qualificados: Doutores, Mestres e Especialistas, os quais se dedicam a
preparar seus discentes cuidadosamente para construir o Brasil do futuro. Colaboradores da Central de Atendimento, Biblioteca e
Laboratórios estão sempre disponíveis para recebê-los. Ao todo a Mantenedora tem em média 470 colaboradores diretos atendendo desde
a Educação Infantil a Pós-graduação, em um universo total de 8.000 alunos em todos os níveis de ensino.
A instituição tem 4 Unidades construídas, com 89 salas de aulas, auditórios, anfiteatros, laboratórios especializados, reservadas
ainda as salas da Educação Infantil, com 20000 m2 de área construída. Todas as instalações são modernas, bem equipadas, adaptadas
aos Portadores de Necessidades Especiais, permitindo o amplo funcionamento de todas as atividades acadêmicas desenvolvidas no
ensino, na pesquisa e extensão.
O UNIFACEX já formou ao longo destes 39 anos, 5778 alunos, nos seus diversos cursos, colocando no mercado de trabalho
profissionais capacitados, com espírito inovador e empreendedor, mudando a realidade regional e do país.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
O programa da Pós-Graduação conta com 16 cursos de pós-graduação lato sensu, com um total de 362 especialistas pósgraduados. Todos os cursos da Pós-graduação do UNIFACEX seguem rigorosamente a legislação pertinente e os certificados têm validade
nacional, atendendo a Resolução CNE/CES n° 1, de 8 de junho de 2007.
A instituição apresenta IGC 3, Contínuo 268 e Conceito Institucional 4. Recentemente, foi publicada a homologação do Parecer
106/2012, do Conselho Nacional de Educação pelo Exmo. Ministro da Educação, transformando a Instituição em Centro Universitário
FACEX.
1.1.1.
CURSOSEXISTENTES
1.1.1.1.1.
Graduação
Como pode ser observado no quadro, os cursos oferecidos pelo UNIFACEX estão, em sua maioria, reconhecidos ou com seus
reconhecimentos renovados.
Quadro 1: Cursos de Graduação do UNIFACEX e sua legitimação
GRADUAÇÃO
NOME DO CURSO
AUTORIZAÇÃO
- 19 -
RECONHECIMENTO OU RENOV.
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Documento
Nº
Documento
Nº
Administração
Portaria MEC
2109/00
Portaria MEC
414/05
Ciências Biológicas – Lic.
Portaria MEC
196/00
Portaria MEC
307/2011
Ciências Contábeis
Portaria MEC
195/00
Portaria MEC
313/2011
Direito
Portaria MEC
1439/06
Portaria MEC
1.146/2011
Enfermagem
Portaria MEC
2661/05
Portaria MEC/SERES
1/2012
Pedagogia
Portaria MEC
534/98
Portaria MEC
406/2007
Psicologia
Portaria MEC
3818/2005
Portaria MEC
272/2011
Secretariado Executivo
Decreto MEC
85977/81
Portaria MEC/SERES
124/2012
Serviço Social
Portaria MEC
2128/2000
Portaria MEC/SERES
1/2012
Turismo
Decreto MEC
98903/90
Portaria MEC
1171/94
Nutrição
Portaria MEC/SERES
121/2012
-
-
CST em Marketing
Portaria MEC
269/2005
Portaria MEC
92/2011
CST em Gestão Financeira
Portaria MEC
267/2005
Portaria MEC
92/2011
CST em Hotelaria
Portaria MEC
270/2005
Portaria MEC
150/2007
CST em Gestão de Recursos Humanos
Portaria MEC
268/2005
Portaria MEC
92/2011
CST em Gestão Pública
Portaria MEC
74/2006
Portaria MEC
493/2011
CST em Comércio Exterior
Portaria MEC/SETEC
32/2010
-
-
CST em Gestão Comercial
Portaria MEC/SETEC
32/2010
Portaria MEC
213/2013
CST em Logística
Portaria MEC/SETEC
12/2010
Portaria MEC
303/2012
CST em Petróleo e Gás
Portaria MEC/SETEC
95/2010
-
-
CST em Redes de Computadores
Portaria MEC/SETEC
190/2011
-
-
CST em Gestão da Tecnologia da Informação
Portaria MEC/SETEC
190/2011
-
-
- 20 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
GRADUAÇÃO
AUTORIZAÇÃO
NOME DO CURSO
Engenharia Civil
RECONHECIMENTO OU RENOV.
Documento
Nº
Documento
Nº
Resolução
003/2012
-
-
-
-
CEPEX/UNIFACEX
Engenharia de Petróleo
Resolução
003/2013
CEPEX/UNIFACEX
Engenharia Elétrica
Resolução
004/2013
CEPEX/UNIFACEX
Engenharia da Produção
Resolução
002/2013
CEPEX/UNIFACEX
Arquitetura e Urbanismo
Resolução
001/2013
CEPEX/UNIFACEX
Educação Física – Lic
Resolução
004/2012
CEPEX/UNIFACEX
1.1.1.1.2.
Pós-GraduaçãoLatoSensu
- 21 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Os cursos de pós-graduação oferecidos pelo UNIFACEX foram criados por intermédio de Portaria interna do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão - CEPEX para atender a demanda existente na região. O quadro a seguir demonstra os cursos e programas
oferecidos, bem como o ato autorizativo.
Quadro 2: Curso de pós-graduação do UNIFACEX e sua legitimação
PÓS-GRADUAÇÃO
AUTORIZAÇÃO
NOME DO CURSO
Documento
Nº
Esp. em Formação Docente para o Ensino Superior
Portaria CEPEX
005/2004
Esp. em Psicopedagogia Clínica e Institucional
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Educação Especial
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Pedagogia Sócio-Empresarial
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Meio Ambiente e Gestão dos Recursos Naturais
Portaria CEPEX
006/2004
Esp. em Análise Ambiental
Portaria CEPEX
005/2013
Lato-sensu
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
PÓS-GRADUAÇÃO
AUTORIZAÇÃO
NOME DO CURSO
Documento
Nº
Esp. em Saúde Coletiva com enfoque na Estratégia Saúde da Família
Portaria CEPEX
006/2006
Esp. em Enfermagem do Trabalho
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Enfermagem Dermatológica
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Saúde Pública e Serviço Social
Portaria CEPEX
004/2005
Esp. em Gerontologia e Políticas de Atenção à Pessoa Idosa
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Microbiologia e Parasitologia
Portaria CEPEX
008/2005
Esp. em Farmacologia e Toxicologia
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Assistência Sociojurídica e Segurança Pública
Portaria CEPEX
008/2005
Esp. em Direito Eleitoral
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Políticas Públicas de Atenção à Criança e ao Adolescente
Portaria CEPEX
005/2013
MBA em Gestão Financeira e Controladoria
Portaria CEPEX
005/2013
MBA em Gestão Tributária
Portaria CEPEX
005/2013
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
PÓS-GRADUAÇÃO
AUTORIZAÇÃO
NOME DO CURSO
Documento
Nº
Portaria CEPEX
005/2013
Portaria CEPEX
004/2005
Portaria CEPEX
006/2006
MBA em Consultoria Empresarial
Portaria CEPEX
006/2006
Esp. em Auditoria e Perícia Contábil
Portaria CEPEX
008/2005
Esp. em Gestão Pública
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Elaboração e Gerenciamento de Projetos
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Gestão e Práticas Secretariais
Portaria CEPEX
005/2013
Esp. em Gestão Hospitalar
Portaria CEPEX
005/2013
MBA em Gestão Estratégica de Pessoas
MBA em Gestão Estratégica de Negócios
MBA em Marketing Estratégico
1.1.2. ÁREA DE ATUAÇÃO E INSERÇÃO REGIONAL
- 24 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Localizado na região Nordeste do Brasil, o estado do Rio Grande do Norte possui uma área de 52.796,791 km² e, segundo dados
do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, tem uma população estimada em 3.168.027 habitantes. A capital, Natal, de
acordo com a última atualização do Censo 2010, tem 807.739 habitantes.
Rio Grande do Norte
Figura 1- mapa do Rio Grande do Norte
- 25 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Além de Natal, o estado tem duas outras cidades com mais de 150 mil habitantes: Mossoró (259.815 habitantes) e Parnamirim
(202.456 habitantes). Com mais de 50 mil habitantes, temos os municípios de São Gonçalo do Amarante (87.668 habitantes), CearáMirim (68.141 habitantes), Macaíba (69.467 habitantes), Caicó (62.709 habitantes) e Assu (53.227 habitantes).
Do ponto de vista histórico, o Rio Grande do Norte foi criado a partir da capitania do Rio Grande, doada João de Barros, feitor das
Casas de Mina e da Índia, que não conseguiu iniciar a colonização, em virtude da resistência dos índios da região e de piratas franceses.
Na verdade, João de Barros nunca esteve em terras potiguares. Deixou a exploração para seus filhos João e Jerônimo de Barros, que aqui
comandaram expedições de conquista em 1535 e 1555, sem, contudo, garantir a posse da terra para os portugueses.
Em dezembro de 1597, uma frota comandada por Jerônimo de Albuquerque desembarcou no rio Potengi, com a missão de fundar
uma nova cidade e construir um forte para proteger os colonos portugueses das incursões dos piratas franceses, que estavam tentando
negociar com os potiguares, índios nativos. Na mesma época, por terra, chegou à região um grupo chefiado pelo então governante de
Pernambuco, Manuel Mascarenhas Homem. Em 6 de Janeiro de 1598, este grupo começou a construir o Forte dos Três Reis Magos; em
25 de dezembro do mesmo ano, foi fundada uma pequena vila a pouco mais de 2 km de distância do forte; essa vila foi batizada de Natal,
em referência à data de fundação.
Diferentemente de Pernambuco, o solo arenoso de Natal e de parte do Rio grande do Norte não era adequado para o cultivo de
cana-de-açúcar, o que tornou o desenvolvimento da região inicialmente lento. Em 1633, os holandeses invadiram a cidade e renomearam
o forte para Fort Keulen. E assim ficou até 1654, quando os portugueses o retomaram. Os holandeses, tais quais os portugueses, não
tiveram muito interesse no desenvolvimento da região de Natal. Também preferiram se concentrar em Recife e Olinda, cidades que
receberam muitos melhoramentos dos holandeses – visíveis até a atualidade.
A cana-de-açúcar foi largamente cultivada da Bahia até a Paraíba, mas apenas uma área do Rio Grande do Norte, correspondente
aos vales dos rios Potengi, Ceará-mirim, Trairi, Cunhaú e Curimataú mostrou-se propícia à cultura. Após o ciclo da cana, o Brasil Colônia
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
entrou no ciclo do ouro que,pela falta de jazidas do metal precioso, pouco beneficiou o Rio Grande do Norte. Nos séculos XVIII e XIX,
mais e mais o governo brasileiro deslocou-se para o centro-sul do país.
Por isso, o estado do Rio Grande do Norte e, consequentemente, a cidade de Natal não sentiram, como outras, a situação de ser
colônia sujeita a uma metrópole. Este fatoprovavelmente tenha contribuído para fazer de Natal uma das regiões mais liberais do Brasil. As
razões para acreditar nisso, estão no pionerismo do estado em abolir a escravidão (dez anos antes do restante do país); e por ter tido a
primeira mulher brasileira eleita prefeita, no município de Lajes, cidade localizada a aproximadamente 130 km de Natal.
Chegado o início do século XIX, Natal era ainda uma pequena vila, dividida em duas áreas principais: a Cidade Baixa, perto do cais
do porto, que concentrava o comércio; e a Cidade Alta, no topo dos morros ao redor do porto, onde se localizavam igrejas e prédios do
governo. Somente em 1922, no governo de Pedro Velho, é que a cidade começou a se modernizar. Em 1930, após a vitória da Aliança
Liberal (que enfrentou o domínio dos estados de São Paulo e Minas Gerais), Natal iniciou umprocesso de urbanização mais acentuado do
que em décadas anteriores.
Graças a sua posição estratégica, como ponto mais próximo do continente africano, o Rio Grande do Norte foi beneficiado com a
instalação de uma base militar americana em Parnamirim, quando da entrada do Brasil na II Grande Guerra Mundial ao lado dos Aliados.
A chegada de milhares de soldados mudou profundamente o modo de vida da cidade. Consta que – o fato merece confirmação – Natal foi
a primeira cidade do Brasil a conhecer o refrigerante mais popular do planeta, a Coca-Cola.
Além de inserir novos produtos no cotidiano dos moradores, novos costumes foram disseminados. Devemos aos americanos a
denominação de avenidas, principalmente as do bairro do Alecrim, com a utilização de números. Os militares dos EUA ainda deixaram
fortalecidos entre os potiguares os princípios de democracia e liberdade, que influenciam até hoje no modo de vida de Natal.
1.1.2.1.1.
Aspectos Econômicos e Sociais do RN
- 27 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Apesar de esforços despendidos, no tocante ao desenvolvimento econômico e social, o estado, que tem cerca de 90% de seu
território incluído na zona semiárida, ainda possui o ônus de estar em uma região brasileira que historicamente guarda uma situação de
inferioridade em relação às mais desenvolvidas do sul do país.
Grandes esforços têm sido feitos para melhorar os diversos indicadores que têm levado o estado a uma ligeira vantagem se
comparado aos demais da região Nordeste. Em 2009, as Nações Unidas divulgaram o último levantamento do Índice de Desenvolvimento
Humano no Brasil, o IDH, que apontou o Rio Grande do Norte como o segundo melhor estado do Nordeste.
Pelos dados do IBGE, o Rio Grande do Norte foi o segundo estado do país que mais melhorou esse índice. De 2006 em relação a
1980, a expectativa de vida do potiguar cresceu 20,5%, chegando a 70 anos e 10 meses de vida.
O mesmo levantamento também aponta que a queda na mortalidade infantil no Rio Grande do Norte ficou acima do índice
nacional, sendo o segundo melhor resultado do Nordeste e o quarto melhor do Brasil, tendo reduzido, em pouco mais de duas décadas, a
mortalidade infantil em 67,5%.
Segundo o Ministério do Trabalho, nos últimos cinco anos o Rio Grande do Norte bate recordes regionais e, até, nacionais na
geração de empregos com carteira assinada. Em 2004 e 2005 o RN obteve o maior crescimento do número de empregos formais do
Nordeste e, mais recentemente, obteve o quarto maior crescimento do país.
No contexto econômico, o Rio Grande do Norte tem sua economia baseada em três pilares básicos: a produção de petróleo (o
estado é um dos maiores produtores em terra e em plataforma marítima); o turismo – a sua segunda fonte de arrecadação, sendo o RN o
terceiro destino turístico do Nordeste; e a exportação de frutas, com destaque para o melão, a manga, o abacaxi e a banana, entre
outras.
Pode-se enfatizar também, o comércio varejista, que se mostra muito dinâmico e competitivo. Em sua formatação, revelando
talvez uma fidelidade característica dos potiguares, as redes locais e regionais conseguem sobreviver à concorrência de grandes redes
nacionais e mesmo multinacionais.
- 28 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Natal conta com a presença de shoppings localizados em regiões privilegiadas, agregando ainda mais valor ao setor econômico.
Somando-se a já tradicional exploração da pesca da lagosta, tomou corpo, na última década, a criação de camarões em cativeiro –
sendo o estado o maior produtor nacional desta atividade. Em verdade, o estado é rico, estando na expectativa urgente de pessoas
devidamente qualificadas que saibam explorar este potencial.
Foram evidenciados os aspectos que mais se destacam em relação às necessidades das respectivas áreas:
1.1.2.1.2.
Indústria, comércio e serviços
Com privilegiada localização geográfica Natal é o centro de referência para estados e municípios que integram a região Nordeste.
Possuidor de um polo em plena ascensão, constituído por mais de 23.494 unidades empresariais entre indústrias, comércio e serviços e
agropecuária; destas, 21.855 unidades atuantes, gerando cerca de 329.500 empregos (Dados IBGE -2010).
A principal fonte econômica está centrada no setor terciário, com seus diversos segmentos de comércio e prestação de serviços de
várias áreas, como na educação e saúde. A renda gerada por esse setor é de aproximadamente R$ 7.498.097,00, enquanto a indústria
gera R$ 1.411.731,00 e a agropecuária R$ 15.241,00 (IBGE-2010).
No último ano pode-se observar uma crescente geração de emprego e renda nas áreas economicamente ativas da região, exceto
na área industrial de transformação, com variação de -18,26%, responsável por geração de 5.674 empregos contra 8.288 demissões no
período. As áreas que obtiveram um maior crescimento foram, respectivamente: Construção Civil, com variação de 8,07%, gerando
24.321 novos postos de trabalho contra 22.260 demissões, e Serviços com variação de 4,79%, gerando 43.427 novos postos de trabalho
contra 38.526 demissões.
A tabela abaixo, do Ministério do Trabalho e do Emprego – MTE, mostra a evolução de empregos por setor de atividade no
município de Natal, com dados comparativos até o mês de agosto/2012.
- 29 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Quadro 3: Evolução do emprego por setor de atividade econômica
Para atender as demandas do setor produtivo, foram viabilizadas algumas melhorias estruturais como a modernização do porto de
Natal, que operava com uma profundidade de 09 metros de calado e passou operar com 12,5 metros. O aumento da profundidade
- 30 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
significa uma elevação de 30% na eficiência e na capacidade do complexo portuário, estando apto a receber navios de
aproximadamente75 mil toneladas quando o permitido era de apenas 35 mil toneladas.
O Porto de Natal recebeu através do PAC-Copa, investimentos para a construção de um Terminal Marítimo de Passageiros, com
vistas a melhorar as portas de entrada das cidades sedes da Copa de 2014 e, através do PAC-2, investimentos para ampliação e a
adequação do Terminal Salineiro de Areia Branca. O objetivo é deixar o canal de acesso ao porto-ilha com 17 metros de profundidade, o
que dotará a indústria salineira do RN de infra-estrutura para competir com os principais detentores de parcela do mercado mundial de
sal.
Já o atual Aeroporto Internacional Augusto Severo dispõe de pista pavimentada para aviões de grande porte, servindo de
alternativa para vôos internacionais e vôo charter.Conta também com terminal de cargas, destacando-se que o Rio Grande do Norte
ocupa o primeiro lugar do Nordeste em exportações de carga e o quinto em nível nacional (dados fornecidos pela INFRAERO/RN).
Uma área de 15 milhões de metros quadrados, distante 40 km de Natal, no município de São Gonçalo do Amarante, foi escolhida
como a mais adequada para receber o futuro sítio aeroportuário. O novo aeroporto será dotado de duas pistas de pouso/decolagens,
medindo 3.000x60m, possibilitando a operação das grandes aeronaves de passageiros e cargas. A Agência Nacional de Aviação Civil
(ANAC) espera que no primeiro ano de operação, o novo aeroporto, com uma área construída de 40 mil metros quadrados, atenda a três
milhões de passageiros e no ano de 2038, com uma área construída de 66 mil metros quadrados, seja capaz de atender anualmente 11
milhões de passageiros.
Outro projeto em prol do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Norte é a implantação de duas Zonas de
Processamento de Exportação (ZPE): a ZPE do sertão, localizada na cidade do Assú e a ZPE de Macaíba, localizada na região
metropolitana de Natal. A ZPE do Sertão prevê uma estrutura de tecnologia da informação própria, rede elétrica-eólica e um ramal
ferroviário ligando o RN com a Ferrovia Transnordestina. Essa ferrovia partirá de Assú, passando por Mossoró, Baraúna e Vale do
Jaguaribe, alcançando a transnordestina, na região central do Ceará, próximo a Quixadá.
- 31 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
A ZPE de Macaíba ganha maior notoriedade com a concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Pelo fato dos dois
equipamentos estarem acerca de dez quilômetros um do outro, a operação conjunta seria um grande imã de empresas interessadas em
produzir e exportar pelo estado. Com a ZPE próxima do aeroporto, logisticamente se tornaria muito mais fácil escoar a produção para fora
do país.
Os recentes acontecimentos em relação à geração de energia no mundo - como o acidente nuclear na usina japonesa de
Fukushima - têm aumentado o interesse pela geração de energia limpa. Neste cenário, o Rio Grande do Norte vem sendo apontado como
um dos locais com maior potencial para a geração de energia renovável em todo o mundo e fatores como regularidade e intensidade dos
ventos fazem com que o Governo do Estado estime que serão investidos mais de R$ 6 bilhões em território potiguar, apenas em
empreendimentos e equipamentos voltados para a geração da energia limpa.
Recentemente, outra ação em nível de infraestrutura que melhorou as perspectivas de desenvolvimento do estado do RN foi a
duplicação da rodovia BR 101 que corta o perímetro urbano da região metropolitana de Natal, interligando o estado, do norte, no
município de Touros, seguindo a orla marítima ligando-o a todo o Brasil até a região Sul. Esta obra incentivou o lançamento dos primeiros
condomínios logísticos na região dos municípios de Parnamirim e São José de Mipibú.
1.1.2.1.3.
Turismo
O potencial turístico do município de Natal e do estado é muito significativo. Existem em Natal 3.814 empreendimentos turísticos,
divididos em agências, de alimentação, entretenimento, hospedagem e locadoras de veículos.
A capacidade de desenvolvimento dessa atividade econômica vem ganhando espaço com a adoção de políticas públicas, fundadas
na organização interna e na capacitação dos órgãos públicos, tais como Secretarias Municipais, Secretaria Estadual de Turismo e também
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
nos investimentos privados, seja na montagem de estrutura de lazer para atendimento familiar ou no atendimento à demanda coletiva e
social.
O fluxo de usuários dos recursos turísticos oferecidos pela região tem aumentado, nos últimos anos, criando assim novas
oportunidades de emprego, abrindo-se perspectivas profissionais e, com elas, novas demandas que exigem, em curto prazo, por
exemplo, opções relacionadas com o meio ambiente e com atividades empresariais.
No âmbito do turismo internacional e nacional, é possível afirmar que, mesmo após o período de crise de 2008, o turismo ainda
tem se mostrado relevante para a atividade econômica desenvolvida no RN. Hoje, Natal é um dos principais destinos do turista nacional e
trabalha para recuperar o estrangeiro.
O Parque hoteleiro e os meios de hospedagem atendem com qualidade sua clientela. Natal tem a segunda maior capacidade média
de hospedagem por estabelecimento do Brasil, segundo a Pesquisa Serviço de Hospedagem 2011, divulgada em fev/2012, pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados apontam que, apesar de ser apenas a 6ª do país e a 3ª do Nordeste em número de
leitos – são 19.532 no total, o índice tende a ficar mais expressivo, no que depender de investimentos programados pelo setor. Segundo
a Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH/RN), a cidade vai ganhar pelo menos cinco mil novos leitos
nos próximos anos, o que renderá ao estado R$ 340 milhões em investimentos.
De acordo com o Governo do Estado do RN, em apenas cinco anos o número de visitantes no Rio Grande do Norte praticamente
dobrou – saiu de 1.423.886 em 2002, para 2.096.322 em 2007. Destes, 1.750.882 foram brasileiros, quase 500 mil a mais que em 2004.
Já os turistas estrangeiros aumentaram em mais de 100% com base em dados da secretaria de Turismo do Município. Em 2007, foram
1.578.165 desembarques de passageiros no Estado, número que saltou para 1.894.113 em 2010.
Assim, o turismo pode ser visto como uma das atividades econômicas primordiais, já que é a maior geradora de emprego e renda
e possui outras 54 atividades atreladas direta ou indiretamente. Destaca-se, ainda, o fato de que, em 2014, a cidade de Natal será uma
das sedes da Copa do Mundo de Futebol, considerado o maior evento esportivo da atualidade.
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
De qualquer forma, o fluxo de pessoas aumenta e diversifica a necessidade dos profissionais qualificados, bem como de agentes
promotores do desenvolvimento. Com a demanda aumentada, ano a ano, esta capacidade precisa ser gerenciada tanto quantitativamente
como na qualidade de atendimento, e o UNIFACEX está apta a contribuir com o desenvolvimento destes trabalhos. Como oportunidades
de investimentos, destacam-se: hotelaria, restaurantes, bares e similares, casas de espetáculos, esportes náuticos, camping, turismo
ecológico e serviços diversos, particularmente ligados à produção e comercialização de artesanato.
Cabe ressaltar ainda que para melhor distribuir os investimentos e acompanhar o desenvolvimento turístico, o estado está dividido
em cinco polos valendo destaque para o Polo Costa das Dunas que abrange expressiva faixa litorânea onde o fluxo turístico concentra-se
com maior relevância ao sul da capital, com presença marcante de praias, dunas, lagoas, importantes reservas de Mata Atlântica do
Estado (Baía Formosa, Natal e Tibau do Sul) e falésias.
Na costa litorânea norte, abundam recifes de corais, compostos de crostas de algas e esqueletos de animais que vivem em
colônias, grandes dunas fixas e móveis, belas lagoas e praias exuberantes. Este polo também concentra um grande número de atrações
culturais que contam um pouco da rica história do Rio Grande do Norte. O Polo Costa das Dunas contempla 18 municípios, beneficiando
mais de 1,1 milhão de pessoas, que correspondem à população residente estendendo-se por cerca de 200 km, costeando o Oceano
Atlântico.
Em nov/2011, o UNIFACEX, que já vinha participando das discussões sobre as ações desenvolvidas pelo Polo, fora contemplada
com um assento no Conselho de Turismo do Polo Costa das Dunas, conduzido pelo Banco do Nordeste e Secretaria Estadual de Turismo,
como membro do Terceiro Setor para o biênio 2012-2013.
1.1.2.2.
Agricultura e Agropecuária
A atividade agrícola no estado do Rio Grande do Norte possui dois modelos:
- 34 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
1) agricultura de sequeiro, que aproveita o período chuvoso para a produção de alimentos nas chamadas culturas de subsistência,
feijão, milho e sorgo, principalmente, além da castanha de caju, da qual somos um dos maiores produtores do Nordeste;
2) Agricultura irrigada, com o cultivo planejado de banana, manga, melancia e, principalmente, melão. Graças à atividade da
fruticultura irrigada, com destaque para os municípios do Vale do Açu, Mossoró e entorno, o Rio Grande do Norte é um dos maiores
exportadores de frutas do Nordeste.
Na agropecuária, merece destaque o gado de corte, leite e recria das raças Holandesa, Girolanda, Nelore, Santa Gertrudes,
Simental. Dada a sua importância, anualmente o Associação Norte-rio-grandense de Criadores, ANORC, promove a Festa do Boi, no
Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, reunindo os principais criadores do estado, da região Nordeste e mesmo destaques
nacionais, de estados onde a atividade agropecuária, pelas condições climáticas favoráveis, é mais desenvolvida. Destaque para os leilões
de raças, que terminam por atestas a qualidade do plantel dos criadores potiguares.
Também devemos destacar a importância da agricultura familiar na geração de renda, empregos e, principalmente, na produção
de alimentos no Rio Grande do Norte. Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), atualmente em nosso país
há cerca de 4,5 milhões de estabelecimentos agropecuários de caráter familiar, correspondendo a 80% do total, responsáveis pela
ocupação de cerca de 70% da mão-de-obra na área rural dos municípios brasileiros. Tal realidade pode também ser verificada no nosso
estado.
Deve-se destacar que, apesar de todo o desenvolvimento vivenciado num período em que as grandes economias do mundo
patinavam, assim como o Brasil de forma geral, o estado do Rio Grande do Norte foi impactado pela crise do sistema financeiro americano
de 2008, tendo suas atividades econômicas reduzidas. É possível afirmar que alguns indicadores econômicos sofreram perdas no decorrer
do período, provocando um efeito de redução de riqueza dos agentes econômicos (tanto pessoas físicas quanto jurídicas).
Todavia, sem maiores consequências, o Brasil atravessou a crise e passou a ser visto como dono de uma posição privilegiada.
Assim como o país, a atividade econômica do RN mostra sinais sólidos de recuperação.
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Os dados supracitados evidenciam e corroboram o argumento de que o estado necessita, agora mais do que nunca, de
profissionais qualificados e capazes de proporcionar condições para a transformação que se apresenta. Tal demanda representa postos de
trabalho potenciais disponíveis para absorver os egressos de cursos implantados e a serem implantados pela Instituição de Ensino
Superior (IES), como também destaca a importância do desenvolvimento do estado através de atividades de pesquisa e de extensão.
De fato, todo esse desenvolvimento nos diversos segmentos da economia do RN tem demandado naturalmente uma expansão dos
serviços associados à indústria da construção. Aliado a isso, a necessidade do governo em incentivar o crescimento econômico, o retorno
das flexibilizações bancárias e, em Natal, a Copa do Mundo de 2014, são os principais motivos para acreditar que os anos vindouros serão
de grandes investimentos em infraestrutura.
De forma complementar, pode-se dizer que a Construção Civil é um segmento representativo na economia brasileira. Na região
Nordeste o setor tem crescido substancialmente. Esse crescimento contribui diretamente com o desenvolvimento do Estado e da região,
gerando empregos e aquecendo o setor imobiliário.
1.1.3.
POPULAÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO UNIFACEX
O UNIFACEX é uma instituição de ensino superior localizada na região metropolitana da cidade de Natal-RN. Além da capital do
Estado, o UNIFACEX atende a outros municípios em uma região bastante povoada.
A tabela que se segue demonstra a área de atuação do UNIFACEX que, de forma geral, atende à região metropolitana de Natal e
municípios circunvizinhos, totalizando aproximadamente 1.300.000 habitantes.
LOCAL
POPULAÇÃO
3.168.027
ESTADO
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Natal
803.739
Parnamirim
202.456
Ceará-Mirim
69.005
Macaíba
69.467
Extremoz
24.569
São Gonçalo do Amarante
87.668
São José de Mipibu
39.776
Monte Alegre
20.685
Nísia Floresta
23.784
Tabela 1: População de natal e municípios circunvizinhos
Fonte: IBGE (2010)
Vivemos um momento na história humana onde conhecer é empoderar-se. O mercado busca profissionais que apresentem um
currículo onde fique evidenciado seu interesse pelo conhecimento, pois em um mundo globalizado é exigido dos profissionais o
estabelecimento de conexões e competências que só o conhecimento é capaz de mobilizar.
É importante destacar que a dinamicidade das mudanças de natureza social, política, econômica, cultural e tecnológica, oriundas
do reflexo da globalização, repercute na necessidade das pessoas apropriarem-se do conhecimento sistematizado para fazer frente às
novas exigências do mundo do trabalho e da própria sociedade.
Nesse contexto, a busca da população pelo acesso à educação tornou-se um imperativo por parte dos cidadãos, fato que tem
ocasionado impactos na educação superior, sob diversos aspectos.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Hodiernamente, o Brasil apresenta 2.377 Instituições de Ensino Superior, sendo o estado do Rio Grande do Norte possuidor de 25
delas, estando quinze localizadas em Natal. Dessas, vinte e uma são de natureza privada e contam com 47.238 alunos matriculados.
A expansão do ensino superior tem sido uma realidade educacional em todo o Brasil, pois as Instituições de Ensino Superior
representam cada vez mais um segmento importante para a sociedade brasileira.
No Rio Grande do Norte, o UNIFACEX desenvolve suas atividades no município de Natal, mas os reflexos da sua ação são sentidos
numa área de abrangência formada, principalmente, por 09 municípios, conforme mostra a tabela 1.
Apesar dos avanços obtidos, nos últimos anos, com o Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais
(REUNI), é evidente a importância da participação das instituições privadas para a inclusão e melhoria do ensino superior no Brasil,
devido, principalmente,à limitação que os meios públicos demonstram de atender a demanda existente.
De forma qualitativa, o quadro educacional da sociedade brasileira, e também norte-rio-grandense, tem mostrado avanços
significativos. As instituições privadas participam ativamente do processo de inclusão dos brasileiros que até então estavam
marginalizados e excluídos da educação superior.
1.2. Do Contexto Educacional
1.2.1.
PANORAMA DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL E NO RN
Até a segunda metade da década de 1990 foi realizada no Brasil uma reforma educacional sem precedentes, que ainda está em
processo. Com efeito, do ensino fundamental ao superior uma institucionalização de leis e decretos, promulgados desde 1995, acionou
mudanças em aspectos tão variados quanto financiamento, gestão, acesso, avaliação, currículo e carreira docente. Continuou avançando
através de outros modelos de gestão da educação brasileira.
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
O percentual de investimento público em educação subiu de 4,4% em 2006 para 4,6%, em 2007. Esses dados estão comparados
ao PIB. Em 2005, o índice foi de 3,9%. O valor se aproxima do padrão de investimento dos países desenvolvidos – de 5%, de acordo com
a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O maior incremento financeiro se concentra na educação
básica, que reúne 3,9% do total de investimento em relação ao PIB. Em 2006, o percentual era de 3,7%. Nos demais níveis de ensino, o
investimento se manteve constante entre 2006 e 2007, inclusive na educação superior que ficou estabilizado em 0,7% (INEP/2009).
O Ensino Médio brasileiro vem recebendo investimentos constantemente, quando analisamos o número de matrículas desta
modalidade de ensino comparando em 2007, identifica-se, de acordo com dos dados do INEP/2009 que no ano de 2008 tínhamos 8. 366.
100 alunos. Os dados do Ensino Médio referente ao Censo Escolar realizado pelos órgãos oficiais do Governo ainda não foram publicados,
os que estão disponíveis são os do ano 2007. Os resultados de 2007 consolidam o mandamento preconizado no art. 10 da LDB, que
coloca o ensino médio sob a responsabilidade da esfera estadual, uma vez que as escolas estaduais respondem por 86,5% das matrículas.
As demais matrículas distribuem-se entre as escolas privadas (10,7%), as municipais (2%) e as da rede federal de ensino (0,8%).
Os dados deste Censo 2007 mostraram que essa distribuição está presente em todas as regiões, com pequenas variações. A maior
concentração do Ensino Médio em redes estaduais é registrada na região Norte (92,9%), enquanto a menor está na Região Sudeste
(84,9%). As unidades federadas com maiores taxas de participação estadual na matrícula localizam-se na Região Norte: Acre (92,3%),
Pará (92,9%), Amapá (93,3%), Tocantins (94,1%) e Amazonas (94,3%).
Alunos do Ensino Médio
Unidade da
Federação
Nordeste
Total
2.486.394
Sexo
Feminino
Masculino
1.419.608
1.066.786
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
Maranhão
309.960
175.327
134.633
Piauí
178.223
102.140
76.083
Ceará
400.211
218.469
181.742
R. G. do Norte
156.026
86.508
69.518
Paraíba
152.556
91.283
61.273
Pernambuco
429.684
248.539
181.145
Alagoas
128.414
75.340
53.074
Sergipe
85.920
50.837
35.083
645.400
371.165
274.235
Bahia
PSICOLOGIA
-
Tabela 2 – Número de matrículas no ensino médio em 2007.
Fonte: MEC/Inep/Deed.
A Educação Básica tem por finalidade, segundo o artigo 22 da LDB, "desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação
indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores". Esta última
finalidade deve ser desenvolvida precipuamente pelo ensino médio, uma vez que entre as suas finalidades específicas incluem-se "a
preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando" a ser desenvolvida por um currículo que destacará a educação tecnológica
básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura;
a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania(RAMOS 2003).
Dentro do Cenário Nacional o MEC está em processo de implementação do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE) que é
definido como uma ferramenta gerencial que auxilia a escola a realizar melhor o seu trabalho: focalizar sua energia, assegurar que sua
equipe trabalhe para atingir os mesmos objetivos e avaliar e adequar sua direção em resposta a um ambiente em constante mudança.
Todas as ações realizadas com os Estados e Municípios necessitam de articulações através da construção e apresentação de Plano de
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Ações Articuladas, momento eu que após a assinatura de um Termo de Cooperação Técnica o Ministério da Educação repassa recursos e
assistência técnica. O foco desse PDE são as escolas municipais e estaduais da Federação.
1.2.2.
PANORAMA DO ENSINO DE GRADUAÇÃO NO BRASIL E NO RN
A dinamicidade das mudanças de natureza social, política, econômica, cultural e tecnológica, oriundas do reflexo da globalização,
repercute na necessidade das pessoas apropriarem-se do conhecimento sistematizado para fazer frente às novas exigências do mundo do
trabalho e da própria sociedade.
A expansão do ensino superior tem sido uma realidade educacional em todo o Brasil, pois as Instituições de Ensino Superior (IES)
representam cada vez mais um segmento importante para a sociedade brasileira. Os dados do INEP sinalizam para esse crescimento,
como mostra o quadro a seguir.
Região
Número de Cursos de Graduação presenciais
2005
2006
2007
2008
2009
Norte
1.482
1.649
1.792
1.802
2.004
Nordeste
3.560
3.944
3.963
4.215
4.655
Sudeste
9.549
10.341
11.090
11.709
13.278
Sul
3.893
4.141
4.472
4.658
5.386
Centro-Oeste*
1.923
2.026
2.171
2.335
3.152
20.407
22.101
23.488
24.719
27.827
Total – Brasil
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Tabela 3: Número de cursos superiores por região
Fonte:INEP/MEC Censo do Ensino Superior 2005 a 2009
* Incluindo o Distrito Federal
Segundo o Censo do Ensino Superior (2009) os cursos estão distribuídos em 2.314 IES, sendo a região Nordeste responsável por
quatrocentos e quarenta e oito instituições, correspondente a 19,36%.
As 24 (vinte e quatro) IES do estado do Rio Grande do Norte equivalem apenas a 1% do total do País e 5,35% da Região
Nordeste. Destas, 19 são instituições privadas que respondem por 43.125 matrículas que correspondem a 52% das efetivadas no ensino
superiordoEstado.
Apesar dos avanços obtidos nos últimos anos com o programa de reestruturação e expansão das universidades federais (REUNI),
ainda é evidente a participação e a importância das instituições privadas para a inclusão e melhoria do ensino superior no Brasil, dada,
principalmente pela limitação que os meios públicos demonstram em atender a demanda existente.
De forma qualitativa, o quadro educacional da sociedade brasileira, e também norte-rio-grandense, tem mostrado avanços
significativos. As instituições privadas participam ativamente do processo de inclusão dos brasileiros que até então estavam
marginalizados e excluídos da educação superior.
Para atender a demanda por ensino superior no Rio Grande do Norte, a capital Natal, segundo o Censo 2009 possui o total de 14
IES aptas a receber alunos oriundos das instituições de Ensino Médio. Ressalta-se que nenhuma delas configura-se com organização e
respectiva prerrogativa acadêmica como centro universitário.
Diante dessa realidade, o UNIFACEX, respaldado em 39 anos de serviços prestados a educação regional, apresenta-se à sociedade
norte-rio-grandense como uma opção de ensino superior que contribui para melhorar a oferta de conhecimentos técnicos e científicos
para os alunos oriundos do ensino médio através de cursos reconhecidos pelo MEC distribuídos nas diversas áreas do conhecimento.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
A proposta de desenvolvimento do Centro Universitário Facex, vem ao encontro do compromisso de manter o progressivo
crescimento para atender às necessidades locais e regionais de forma que faça desta Instituição uma das principais referências em
ensino, pesquisa/iniciação científica e extensão do Estado do Rio Grande Norte.
1.3. Características da Instituição
1.3.1.
1.3.1.1.
PERFILINSTITUCIONAL
Missão
A missão do Centro Universitário FACEX, é “disseminar os saberes, entendendo o contexto e atendendo a sociedade por meio do
ensino, da pesquisa e da extensão, comprometido com o desenvolvimento político, ético, cultural e socioambiental.
1.3.1.2.
Visão de Futuro
Em sua visão de futuro, o Centro Universitário UNIFACEX pretende consolidar-se como uma das mais importantes instituições de
ensino superior do estado e da região, contribuindo com o ensino, a pesquisa e a extensão, sempre sintonizado com as tendências e
vocações do mundo do trabalho e com o desenvolvimento sustentável da região onde está inserido.
1.3.1.3.
Princípios
A missão institucional demonstra que o Centro Universitário UNIFACEXestar comprometido com a qualidade intelectual da
formação de seus alunos, com a qualidade do atendimento às necessidades, aos anseios e às expectativas da sociedade, formando
profissionais competentes e capazes de encontrar soluções criativas para os problemas locais, regionais e nacionais.
Este compromisso institucional está fortemente ancorado em princípios filosóficos e crenças ético-educacionais que norteiam as
suas ações, entre os quais cabe destacar:
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
 consciência de sua responsabilidade social, compromissado com os valores de justiça, igualdade e fraternidade;
 atuação permanente no resgate da cidadania – na formação do cidadão, ser ético e político, consciente de seus direitos e deveres, apto a intervir
no processo de desenvolvimento sócio-econômico da comunidade em que atua, com uma visão integradora de sociedade e do mundo;
 ação aglutinadora, aberta a todo saber, crítica, criativa e competente, capaz de contribuir com o desenvolvimento do Estado e da região em que
está inserido.
 compromisso com resultados na busca contínua do elevado desempenho acadêmico-científico de sua comunidade;
 disponibilidade para fazer parcerias e alianças com outras instituições, objetivando desenvolver programas de integração com vistas à formação
e ao aperfeiçoamento dos valores humanos;
 igualdade de condições para o acesso e a permanência na Instituição;
 liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
 pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;
 respeito à liberdade e apreço à tolerância;
 garantia de padrão de qualidade e vinculação entre a formação acadêmica, o trabalho e as práticas sociais;
1.3.1.4.
ObjetivoGeral
Formar profissionais e desenvolver atividades acadêmicas nas diversas áreas do conhecimento, estimulando a criação cultural, o
espírito científico e o pensamento reflexivo, bem como a construção dos valores humanos, tendo em vista os problemas do mundo
presente, visando contribuir para o desenvolvimento local, regional e nacional.
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Destaca-se que o objetivo geral será traduzido da seguinte forma:
 Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo, propiciando condições de educação ao
homem, como sujeito e agente de seu processo educativo e de sua história, pelo cultivo do saber, em suas diferentes vertentes, formas e
modalidades.
 Formar valores humanos nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no
desenvolvimento da sociedade brasileira.
 Incentivar e apoiar a iniciação e a investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e a criação e difusão da cultura.
 Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber
através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação.
 Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os
conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração.
 Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à
comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade.
 Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e da pesquisa
científica e tecnológica geradas no Centro Universitário.
 Preservar os valores éticos, morais, cívicos e cristãos, contribuindo para aperfeiçoar a sociedade, na busca do equilíbrio e bem estar do homem.
 Ser uma instituição aberta à sociedade, contribuindo para o desenvolvimento de todas as faculdades intelectuais, físicas e espirituais do
homem.e
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
 Ser uma instituição compromissada com o desenvolvimento da cidade de Natal e, em especial, do Estado do Rio Grande do Norte e com a
preservação da memória das manifestações culturais e folclóricas de seu povo.
1.3.1.5.
ObjetivosEspecíficos
Para atender ao objetivo geral, foram delineados os seguintes objetivos específicos:
 Aperfeiçoar, permanentemente, a organização administrativa com vistas à eliminação de disfunções burocráticas e à promoção
da gestão proativa de médio e longo prazo;
 Desenvolver o corpo docente e técnico-administrativo, viabilizando a associação entre o máximo de qualificação acadêmica com
o máximo de compromisso social da Instituição;
 Sistematizar projetos e programas para garantir o acesso, a permanência e o desenvolvimento do corpo discente;
 Aperfeiçoar a organização didático-pedagógica de forma a garantir atividades e serviços acadêmicos de excelência;
 Ofertarcursos de graduação e de pós-graduação nas diferentes áreas de conhecimento e em consonância com os anseios da
sociedade e, consequentemente, com o mercado de trabalho.
 Fomentar a investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, a difusão da cultura e o entendimento
do homem e do meio em que vive;
 Promover a extensão e a cultura extensionista, aberta à participação da comunidade, visando à difusão dos resultados e
benefícios da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica;
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
 Propiciar condições e infra-estrutura compatível com a comunidade acadêmica e com o desenvolvimento das atividades de
ensino, pesquisa e extensão realizadas pelo Centro;
 Consolidar mecanismos de gestão financeira e orçamentária que permitam o desenvolvimento institucional sustentável;
 Aprimorar o processo de acompanhamento e avaliação das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão,
doplanejamento e da gestão universitária.
Ressalta-se que esses objetivos específicos representam o fundamento para a construção das metas e do plano de ação
institucional.
1.4. Organização Administrativa
A estrutura acadêmico-administrativa do Centro Universitário é composta por órgãos colegiados, executivos e de representação,
em três níveis hierárquicos, são eles:
I – Órgãos da Administração Superior.
 Conselho Universitário (CONSUNI).
 Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX).
 Reitoria.
 Pró-reitoria Acadêmica.
 Pró-reitoria Administrativa.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
II – Órgão da administração básica.
 Coordenadoria de Pós-Graduação.
 Coordenadoria de Graduação.
 Coordenadoria de Pesquisa e Extensão.
 Colegiados de Cursos.
 Coordenadorias de Cursos.
 Secretaria Geral.
 Biblioteca Geral.
III – Órgãos suplementares e de apoio.
O Centro Universitário dispõe de unidades suplementares destinadas a apoiarem as atividades de ensino, pesquisa e extensão,
cabendo ao Conselho Universitário – CONSUNI, disciplinar a sua criação e funcionamento.
1.4.1.
ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DO CENTRO UNIVERSITÁRIO
A estrutura acadêmico-administrativa do Centro Universitário é composta por órgãos colegiados, executivos e de representação,
conforme está disposto em seu Estatuto.
I - Conselho Universitário – CONSUNI, que é o órgão superior de natureza deliberativa e normativa e de instância final para todos
os assuntos acadêmico-administrativos, é integrado:
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
 pelo Reitor, seu Presidente;
 pelos Pró-Reitores;
 por um representante do corpo docente, escolhido por seus pares, em lista tríplice;
 por um representante do corpo discente, indicado na forma da lei;
 por um representante do corpo técnico-administrativo, escolhido pelo Reitor, em lista tríplice;
 por um representante da Mantenedora, indicado por esta;
 por dois representantes da comunidade, indicado pela Mantenedora dentre as entidades por ela credenciada.
II - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPEX, órgão central de supervisão das atividades de ensino, pesquisa e extensão,
possui atribuições deliberativas, normativas e consultivas e é composto:
 pelo Reitor, seu Presidente;
 pelos Pró-Reitores;
 por quatro representantes dos coordenadores de curso, escolhidos por seus pares;
 por quatro representantes do corpo docente, escolhidos por seus pares;
 por um representante do corpo discente, indicado na forma da lei.
III - Reitoria é órgão executivo da administração superior do Centro Universitário e é integrado pela Pró-Reitoria de Administração
epela Pró-Reitoria Acadêmica.
 Pró-Reitoria Administrativa é o órgão auxiliar destinado a supervisionar as atividades de apoio administrativo e tecnológico para o
desenvolvimento das funções de ensino, pesquisa e extensão.
 Pró-Reitoria Acadêmica é o órgão auxiliar e assessor da Reitoria responsável pela supervisão do ensino, da pesquisa e da extensão.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
 Integram, ainda, a Reitoria, o Gabinete do Reitor, que deve acompanhar e auxiliar o Reitor em suas atividades e deliberações, a Comissão Própria
de Avaliação – CPA e a Ouvidoria.
A CPA cuja missão é desenvolver o processo de avaliação institucional e a Ouvidoria cuja finalidade é ouvir, encaminhar e
acompanhar críticas e sugestões, são importantes elos de comunicação entre o Centro Universitário e a comunidade externa e interna.
1.4.2.
ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃOBÁSICA
A administração básica contempla os seguintes órgãos:
 Diretoria de graduação- é o órgão responsável pela organização, supervisão e execução das ações relacionadas aos cursos de graduação
ofertados pela Instituição.
 Diretoria de pós-graduação- é o órgão responsável pela organização, supervisão e execução das ações relacionadas aos programas de Pósgraduação lato e stricto sensu ofertados pela Instituição.
 Diretoria de pesquisa e extensão - é o órgão responsável pela organização, supervisão e execução de todos os programas de pesquisa e extensão
desenvolvidos pela Instituição.
 Conselho de Curso - é o órgão deliberativo e normativo, responsável por dirimir sobre questões administrativas do curso.
 Coordenadoria de Curso –é a entidade executiva responsável pela operacionalização do projeto pedagógico do curso e de outras deliberações de
seus conselhos.
 Secretaria Geral – é o órgão responsável por organizar e gerir o sistema de registro e controle acadêmico da Instituição, centralizando todas as
ações de controle do desempenho e frequência de alunos da graduação e dos cursos e programas de pós-graduação, em todos os níveis.
 Biblioteca Geral - é o órgão encarregadopelas atividades da Ciência da Informação, organizadas para estudo, leitura e consulta de livros,
documentos, periódicos e outros acervos, em apoio às funções de ensino, pesquisa e extensão.
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1.4.3.
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
ÓRGÃOSESPECIAIS E SUPLEMENTARES
Os órgãos suplementares serão criados pelo Conselho Universitário – CONSUNI, mediante proposta de qualquer unidade
acadêmico-administrativa, por intermédio da Reitoria.
Cabe ao Reitor encaminhar ao Conselho Universitário – CONSUNI, para parecer conclusivo, as propostas sobre a criação de órgãos
suplementares que lhe forem submetidas.
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1.4.4.
PROJETO
PEDAGÓGICO
ORGANOGRAMA
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DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
-
1.4.5.
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
DOCUMENTOSINSTITUCIONAIS
Os documentos institucionais orientam, por meio de normas e regulamentos, o funcionamento e as relações da instituição. Dentre
estes, podem ser citados:
 Estatuto da Entidade Mantenedora.
 Estatuto do Centro Universitário.
 Regimento Geral do Centro Universitário.
 Regulamentos internos.
A Instituição manterá todos os documentos disponíveis para verificação in loco
1.4.6.
RELAÇÕES ENTRE A MANTENEDORA E A MANTIDA
O UNIFACEXentende que é salutar que Mantenedora e Mantida estabeleçam entre si laços interinstitucionais vigorosos, cada uma
delas comportando-se de acordo com o papel que lhes é pertinente com ênfase no profissionalismo de gestão e da integração entre
ambas.
Desta forma, a harmonia entre o trabalho da Entidade Mantenedora e o trabalho desenvolvido pela Instituição Mantida resultará no
sucesso educacional pretendido.Quando não fica tão claro e bem explicitado, o relacionamento entre a Mantenedora e a Mantida, pode
ocorrer ingerência de funções com sobrecarga de trabalho nas mantenedoras e, outras vezes, até tumultuar o labor das instituições
mantidas.
A desejável autonomia, nas suas mais variadas dimensões, resultará de normas, diretrizes e estratégias fixadas pelas instâncias
competentes.É fundamental no trabalho de gestão de mantenedora e mantida criar marcas reconhecidas na comunidade e desenvolver o
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
carisma dos educadores que as integram.Estas atuarão da melhor forma para atender ao seu público, tendo como base um adequado
sistema de planejamento constituído dos seguintes instrumentos:
 Projeto Político-pedagógico Institucional, no qual está clara a missão, a vocação, os objetivos, os princípios e as diretrizes da Instituição
Educacional.
 Plano de Desenvolvimento Institucional, de duração plurianual.
 Planejamento Estratégico, do qual decorrerá o sistema de acompanhamento acadêmico, administrativo e financeiro.
O Centro Integrado para Formação para Executivos (CIFE) que é a entidade Mantenedora do Centro Universitário FACEX, possui
uma sólida filosofia educacional estabelecida, traduzida no seu Projeto Político-pedagógico Institucional, sendo responsável por:
 Aprovar o orçamento anual.
 Aprovar as alterações do seu Estatuto.
 Gerir os recursos humanos.
 Apreciar e aprovar como instância final todas as matérias que impliquem em aumento de despesas.
 Aprovar contratos, convênios e acordos.
 Designar os seus dirigentes.
 Realizar investimentos institucionais.
 Definir pleitos a serem apresentados perante as instituições governamentais que são detentoras do patrimônio institucional.
Além disso, a Entidade Mantenedora é detentora das anuidades/semestralidades escolares e, em consequência, responsável pelo
financiamento orçamentário da Instituição Mantida.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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A Entidade Mantenedora é ainda responsável juridicamente pela existência e funcionamento do Centro Universitário FACEX,
cabendo-lhe respeitar e assegurar a autonomia deste, na forma da lei e do Estatuto, por meio da liberdade acadêmica dos corpos docente
e discente, da autoridade própria de seus órgãos deliberativos e executivos e da sua autonomia didático-científica.
Em outras palavras, o Centro Universitário FACEX goza de autonomia didático-científica, administrativa, da execução orçamentária
e disciplinar, a ser exercida na forma da Lei e do seu Estatuto.
1.4.7.
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL (PDI)
O Plano de Desenvolvimento Institucional é fruto de um trabalho coletivo que conta com a participação de representantes de todos
os setores da estrutura organizacional do Centro Universitário FACEX.
O Plano de Desenvolvimento Institucional reflete o esforço para conceber ao UNIFACEX, numa nova modalidade institucional
(Centro Universitário) em sua totalidade, a partir da visão que insere no plano regional e nacional. A primeira etapa deste trabalho
permite diagnosticar os elementos obstacularizadores e facilitadores das ações institucionais, bem como a definição de princípios e
diretrizes que fundamentam a concepção da Instituição contextualizada em seu espaço-tempo e que participa da transformação social.
Com base nessas premissas, são elaborados planos de ação coerentes com às diretrizes gerais expressas no documento. Esta
atividade visa à racionalização no uso dos recursos, o incremento das atividades, o desenvolvimento dos projetos e a formação de novos
perfis acadêmicos em consonância com as demandas sociais existentes.
Destaca-se que o Plano de Desenvolvimento Institucional do Centro Universitário UNIFACEXfoi pensado para vigorar no período de
2011 a2015. Com este documento a Instituição se alinha à nova era baseada num ambiente que busca autonomia para torná-la
inovadora, com expressão regional, dimensão compatível com seu atual estágio de desenvolvimento, tendo em vista as necessidades
futuras que a realidade impõe.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Desta forma, buscou-se construir um PDI coerente com a missão institucional, sendo aprofundadas e efetivadas as seguintes ações
estratégicas gerais:
1.
Crescimento para mudar e consolidar o papel doUNIFACEXno ensino superior local e regional.
2.
Inovação para ‘incubar’ e disponibilizar soluções inovadoraspor meio do ensino, da pesquisa/iniciação científica e da
extensão, no sentido de colaborar na resolução de problemas estruturais do Estado do Rio Grande do Norte e do Brasil.
3.
Consolidação Institucional para tornar o conjunto de ações do UNIFACEXnum sistema altamente integrado, com presença
efetiva e visível em todos os campos de conhecimento que pretende atuar, nos próximos cinco anos.
4.
Autossustentação das atividades acadêmicas e administrativas e das ações estratégicas em médio e em longo prazo.
Um novo desafio agora se impõe: fazer acontecer o plano para que até o ano de 2015, o Centro Universitário FACEX seja
reconhecido tanto pela integração, crescimento e consolidação institucional, como também pela relevância de sua contribuição na solução
dos problemas locais e globais que se apresentam.
É importante frisar que o processo de planejamento apresentado está caracterizado por ser participativo, contínuo, gradativo e
flexível, existindo, ao longo do tempo, correlação entre a profundidade e amplitude das ações planejadas e o grau de intervenção no
Centro. Dentro desta ótica, os acontecimentos evoluirão de forma gradativa e integrada, possibilitando procedimentos de maior eficácia.
Nesse processo, faz-se necessário programar ações que venham a possibilitar a formação de conceitos, o delineamento de
propostas, a retroalimentação do processo, a mudança ou reafirmação de paradigmas, como condições de construção da situação
pretendida e de superação da situação atual.
A passagem de uma fase para outra ocorrerá quando houver um bom grau de implementação das ações previstas, especialmente
aquelas que são pré-requisitos para a fase seguinte. A disponibilidade de recursos necessários para proceder-se a mudança de fase
também é fator condicionante neste processo.
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1.4.8.
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
REPRESENTAÇÃODOCENTE E DISCENTE
As formas de participação do corpo docente, nas atividades de direção do UNIFACEX, estão disciplinadas no Regimento da seguinte
maneira:
a) no Conselho Superior, órgão máximo de deliberação em matéria administrativa didático-científica e disciplinar, composto por
um coordenador de curso do UNIFACEX, por dois representantes do corpo docente, por um representante do corpo discente.
b) no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, órgão técnico de coordenação e assessoramento, em matéria de ensino, pesquisa
e extensão, constituído por dois coordenadores de curso do UNIFACEX, por dois professores e por um representante do corpo discente.
c) no Conselho do Curso, órgão que delibera sobre o PPC do curso e ainda sobre atividades operacionais discente e docente,
constitui-se pelo coordenador do Curso, por professores do curso (em número máximo de cinco e mínimo de três) e por um representante
discente.
d) os professores exercem, ainda, como membros do corpo docente, suas atribuições, relacionadas no art. 80 do Regimento do
centro de Ciências, Cultura e Extensão do RN – FACEX.
1.5.
Administração da IES
1.5.1.
COERÊNCIA ENTRE A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E A PRÁTICA ADMINISTRATIVA
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Nos processos decisórios do Centro Universitário UNIFACEXestão presentes a integração entre os diversos segmentos
institucionais, demonstrada por meio de sua estrutura organizacional, de acordo com o disposto no Regimento.
O UNIFACEX assegura como forma de aplicação do princípio de gestão democrática, a integração entre a gestão administrativa, os
seus órgãos colegiados e os cursos em suas diversas modalidades. Para tanto, implantou o Conselho Superior – CONSUP, órgão máximo
de deliberação da Instituição que exerce a função de planejamento, implantação, acompanhamento e melhoria contínua dos cursos do
UNIFACEX. Evidencia-se a existência do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPEX, órgão deliberativo e de supervisão das
funções de ensino, pesquisa e extensão e do Conselho de Curso.
Neste sentido estabelece, ainda, as responsabilidades e áreas de competência da mantenedora e da mantida, o que permite e
promove, consequentemente, a democratização do conhecimento, mediante a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a
cultura, o pensamento, a arte e o saber.
Ressalta-se ainda que entre os principais objetivos da Instituição estão: definir diretrizes que levem à reestruturação acadêmica e
à modernização da gestão administrativa em suas várias instâncias; dimensionar, formalizar e implantar um conjunto de normas de
trabalho capazes de promover a melhoria do processo integrado e sistêmico ensino-pesquisa-extensão.
1.5.2.
AUTOAVALIAÇÃOINSTITUCIONAL
A política adotada pela Instituição para a avaliação institucionalvisa assegurar uma sistemática de avaliação interna e externa, que
contemple as dimensões qualitativa e quantitativa, vitais para o acompanhamento e o aperfeiçoamento do modelo de gestão atual.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Para o sucesso do planejamento e da gestão organizacional, e para que os objetivos e metas aqui definidos sejam efetivamente
atingidos, é fundamental que haja um acompanhamento efetivo de todo o processo de elaboração e implantação do PDI, bem como,
verificar se os resultados obtidos estão em consonância com os planejados. O acompanhamento dos objetivos e das ações realizadas
permite que os mesmos possam ser revistos e alterados, ante o dinamismo do processo educacional.
Em sendo assim, seja para cuidar que as ações estejam sendo cumpridas, seja para rever as metas inicialmente estabelecidas, o
UNIFACEX faz o constante acompanhamento do Plano de Desenvolvimento Institucional, dos objetivos traçados e das metas estabelecidas
por meio de um processo bem definido de avaliação.
Neste sentido, os objetivos e metas que foram frutos de ampla discussão devem ser acompanhadas por toda a comunidade
acadêmica. Nesta perspectiva, a avaliação do desenvolvimento institucional é um processo de criação de cultura, de busca contínua de
atualização e de autossuperação pelos atores-sujeitos e de autorregulação institucional, ao nível das estruturas de poder e do sistema,
assegurando, assim, sintonia com as mudanças operadas no entorno, na economia, na ciência e tecnologia.
Pressupõe o envolvimento e a disposição de cada ator-sujeito do processo universitário na busca de patamares superiores de
qualidade e de relevância de seu fazer acadêmico. Trata-se de um processo de mudança e de melhoria lento, gradual, com avanços e
retrocessos, de não acomodação, de compromisso com o futuro.
A avaliação do desenvolvimento institucional é um processo, sem fim, de busca da qualidade do fazer universitário e pressupõe e
exige predisposição à mudança. Desta forma, a política para a avaliação institucional no UNIFACEX esta assentada nos seguintes
objetivos:

orientar a gestão institucional, em suas dimensões política, acadêmica e administrativa, para promover os ajustes
necessários à elevação do seu padrão de desempenho, em consonância com a Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004.
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
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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reformular as políticas gerais da Instituição e implementar as medidas apontadas pelo processo avaliativo mediante o
compromisso da administração com o Programa;

aprimorar o sistema de geração, captação e sistematização dos dados acadêmicos e administrativos, permitindo assim o
melhor planejamento organizacional, bem como a avaliação continuada dos produtos e processos;

incrementar o Processo de Avaliação Institucional, interna e externa, realizando estudos e diagnósticos das atividades-fim e
das atividades-meio, identificando em que medidas elas se articulam e correspondem à missão da Instituição na formação do profissional,
na produção, divulgação e aplicação do conhecimento;

tornar permanente a avaliação institucional das atividades acadêmicas e administrativas como um dos pilares da melhoria
da qualidade.
Assim, a Avaliação do Desenvolvimento Institucional implica a criação de uma metodologia de acompanhamento ordenado das
ações e prioridades, analisando a distância entre o pretendido e o realizado com a finalidade de contribuir para o aprimoramento dos
processos acadêmicos e administrativos do UNIFACEX e de sua imagem junto à sociedade, tendo como parâmetro de eficácia o alcance
social das atividades, a eficiência do funcionamento e o crescimento destas atividades.
Desde a criação da Comissão Própria de Avaliação – CPA em 2004, o processo de Autoavaliação passou a ser uma das atribuições
da CPA. Para tanto se utiliza de uma gama de instrumentos de acompanhamento e avaliação institucional que se encontra descrita no
documento intitulado de “Plano de Avaliação Institucional”. Nelesão detalhadas todas as fase do processo de avaliação interna, bem como
aspectos metodológicos e epistemológicos relevantes. É importante ressaltar que, de forma geral e independente do instrumento
utilizado, a CPA entende que as orientações doConselho Nacional de Ensino Superior - CONAES, através das 10 dimensões, norteiam as
políticas institucionais de planejamento e de avaliação.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
Atualmente a autoavaliação da Instituição segue a sistemática da figura 3.
Figura 3: Sistemática de Avaliação da CPA.
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DE
PSICOLOGIA
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1.5.3.
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO
O registro e controle acadêmico, envolvendo todas as atividades discentes, são feitos pela Secretaria da Instituição por meio de
programas informatizados apropriados para este fim.
O suporte acadêmico é feito por um sistema que atende aos requisitos de segurança, confiabilidade, transparência e agilidade das
informações. O sistema de informação Universus registra os dados desde o processo seletivo até a graduação dos alunos. O sistema
permite: a matrícula dos alunos; a geração das turmas; acompanhamento das notas; a emissão do histórico escolar; emissão do diário de
classe; acompanhamento financeiro; protocolo; espelho da folha de pagamento dos professores; gráficos de avaliação individual, em
grupo, por disciplina, por curso, ingresso, evasão, transferências e outros.
Para garantir o bom funcionamento da organização é preciso trabalhar e aprimorar os meios de comunicação internos e externos
da organização. A comunicação interna é um dos responsáveis pela eficiência operacional das atividades institucionais. Permite o
adequado fluxo da informação e a correta execução das tarefas em todos os níveis organizacionais. Já a comunicação externa garante a
interação com a sociedade, promovendo um canal bilateral de comunicação.
Para garantir a boa comunicação interna, o UNIFACEX, utiliza, dentre outras ferramentas, o e-mail. O UNIFACEX possui domínio
próprio e todos os setores e funcionários têm e-mails corporativos, facilitando assim a comunicação rápida, segura e eficiente.
Para a comunicação com os alunos, a instituição edita anualmente o Manual do Aluno no qual são colocadas todas as informações
necessárias para o direcionamento acadêmico e administrativo. Nesse manual estão expostos os principais pontos dos regulamentos
institucionais, bem como os direitos e deveres de todos que fazem parte da comunidade acadêmica.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Sempre que necessário à Direção Geral edita ofício circular comunicando as informações importantes para o bom andamento das
atividades previstas no calendário acadêmico. As diversas unidades de ensino dispõem, ainda, de murais nos quais são fixadas
informações pertinentes aos cursos e a suas respectivas coordenações.
O UNIFACEX, também, mantém em sua página na internet, no endereço www.unifacex.com.br, as informações atualizadas do
calendário acadêmico, bem como as últimas informações institucionais. Atualmente, a internet tem se mostrado um canal bastante
eficiente para garantir um fluxo contínuo de informação entre a instituição e o meio externo. Nesse caso, devem-se manter as
informações sempre atualizadas para que a página seja frequentemente visitada.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
III ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
III - 1. FUNDAMENTOS GERAIS DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DO CURSO
A Psicologia como um campo autônomo de saber tem ainda uma curta história e, apesar disso, tem se consolidado como um
campo de conhecimento científico, inserido definitivamente no mercado enquanto uma profissão que presta um serviço pertinente e
importante para a sociedade nos mais variados campos de atuação do homem moderno (organizações, escolas, hospitais, empresas,
sindicatos, organizações comunitárias). Contudo, o impacto gerado pela Psicologia na geração de benefícios à sociedade brasileira ainda
pode ser considerado restrito. Isso se deve, em parte, ao modelo clínico adotado que, em muitos casos, restringe a amplitude da atuação.
Outro fato importante são os desníveis socioeconômicos que determinam desigualdades no acesso aos próprios avanços da ciência.
Esse cenário, contudo, começa a transformar-se em decorrência dos diversos movimentos no sentido de difundir a Psicologia e
suas contribuições enquanto ciência e profissão sejam na forma de congressos, seminários, publicações, debates e mesmo intervenções
que visam a estender a prática psicológica a todas as camadas sociais. Esse movimento poderá conferir à Psicologia, dentre as profissões
do futuro, um papel em destaque como uma das mais promissoras, pelo avanço científico alcançado e pela aplicação dos seus
conhecimentos às mais variadas áreas de conhecimento, contribuindo para o entendimento do Homem, seja enquanto indivíduo seja
como membro de grupos e das sociedades humanas.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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O presente projeto foi elaborado de acordo com os padrões de qualidade elaborados pela Comissão de Especialistas de Ensino de
Psicologia, disponibilizados na Internet pelo site http://www.mec.gov.br/sesu e em conformidade com os requisitos legais (LDB 9394/96,
art. 9º, inciso IX; Art. 88 e Art. 90, para a criação e funcionamento dos cursos de graduação. A profissão de Psicólogo foi regulamentada
pela Lei nº 4.119, de 1962, e pelo Decreto 53.464, de 1964, publicado no DOU, nº 122.
O projeto de curso agora apresentado, foi estruturado observando-se as novas diretrizes para os cursos de psicologia no Brasil,
apoiando-se na versão aprovada pelo Parecer nº: CNE/CES 0062/2004 de19/02/2004,
homologado pelo Ministério da Educação em
o
12/04/2004 base para a Resolução CFE n . 8 de 7/05/2004, publicada no DOU de 18/05/2004. A versão das diretrizes curriculares, na
qual se fundamenta o Curso de Psicologia do UNIFACEX, foi mais recentemente publicada pela Resolução nº 5, de 15 de março de 2011.
Esta se distingue da anterior apenas pela proposição das normas para o projeto pedagógico complementar para a Formação de
Professores de Psicologia. Esse projeto ainda não foi implantado pelo UNIFACEX.
Com base nessas perspectivas legais o núcleo comum dos Cursos de Psicologia no Brasil deve ser constituído por um conjunto de
conteúdos e atividades que possibilitem o desenvolvimento de competências e habilidades que devem estar organizados em torno de
eixos estruturantes. Dessa forma, o núcleo comum da formação em Psicologia pode estabelecer uma base homogênea de formação, no
País, e uma capacitação básica para tratar os conteúdos de Psicologia, tanto como campo de conhecimento, quanto campo de atuação. A
formação do Psicólogo deve incluir “ênfases curriculares” de aprofundamento, devido à diversidade de orientações teórico-metodológicas,
práticas e contextos de inserção profissional. A “ênfase curricular” possibilita a concentração e o aperfeiçoamento de estudos em
determinado domínio de atuação profissional, envolvendo um conjunto de competências, habilidades e conhecimentos, diferenciando a
formação do psicólogo. Assim, foram concebidas ênfases curriculares congruentes com a vocação da instituição e com as demandas
sociais da região. Todo esse trabalho foi estruturado a partir de um modelo geral de competências do psicólogo que se pretende formar
na instituição.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Considerando estes aspectos, o UNIFACEX definiu como ênfases curriculares para a Formação do Psicólogo as seguintes: Ênfase
I - “Psicologia e processos de atenção à saúde” e Ênfase II - “Psicologia e processos educativos”. Tais ênfases serão descritas e
justificadas em segmento específico deste projeto.
A presente proposta está ainda embasada de acordo com o seguinte regime curricular:
Vagas

Anuais: 100 vagas – Períodos matutino e noturno (a partir de 2010.1)



Número de alunos por turma em aulas teóricas: 50.
Número de alunos por turma em aulas práticas, de campo e de laboratório: 25.
Número de alunos por turma de estágio da ênfase: 10
Regime de Matrícula e do Curso

Regime: Semestral

Matrícula: Seriada
Integralização do Currículo


Mínimo: 10 Semestres
Máximo: 18 Semestres
O presente projeto foi organizado em dois grandes conjuntos de argumentações. Em um primeiro momento, justifica-se a criação
do curso, destacando-se as características contextuais que o tornam uma demanda social importante de ser atendida. No segundo,
apresenta-se a estrutura geral do curso, de modo a revelar como as características do contexto específico se articulam com a necessidade
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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de se formar um psicólogo, sempre tendo como balizadoras as recomendações emanadas das novas diretrizes curriculares para os cursos
de psicologia no Brasil.
III - 2. JUSTIFICATIVA – O CONTEXTO REGIONAL EM QUE SE INSERE O CURSO
Embora alguns dados do contexto regional já tenham sido explicitados na parte inicial deste Projeto, vamos retomá-los com o
intuito de justificar a existência do curso de Psicologia do UNIFACEX.
O município de Natal reúne a tranquilidade das pequenas localidades e as opções e variedades dos grandes centros, possibilitando
a convivência entre a vida moderna e as formas mais tradicionais. A cidade de Natal foi fundada em 25 de dezembro de 1599, (daí esse
nome tão sugestivo) sendo a quarta cidade mais antiga do país.
O estado do Rio Grande do Norte, segundo dados do IBGE, tem uma área de 52.796,791 e a capital, Natal, possui uma população
estimada em 774.230 habitantes, além de mais de 40m² de área verde por pessoa. A expansão urbana vem ocorrendo em direção aos
municípios de Parnamirim e São Gonçalo do Amarante, formando a Grande Natal.
Dada a proximidade com a Linha do Equador e a sua configuração geográfica, Natal tem temperatura média de 28°C,
apresentando dias com até 15 horas de sol. Sua precipitação pluviométrica é regular e o seu clima, tropical úmido. A altitude média é de
31 metros. Está no Fuso Oficial de Brasília e 3h a menos que o horário de Greenwich. A cidade dista de Brasília um total de 2.383 km.
Com relação à estrutura, a cidade de Natal conta com uma qualidade de vida invejável em termos de Brasil. A cidade possui mais
de 40m² de área verde por pessoa, com 300 dias de sol por ano e 20Km de praias urbanas. A cidade situa-se num triângulo natural com
um vértice para o Norte, banhada pelo rio Potengi de um lado e pelo oceano Atlântico do outro. Na região em que está localizada sopram
ventos constantes (alísios), o que contribui para a excelente renovação do ar.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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A cidade ainda não é uma metrópole, embora venha crescendo a uma taxa de 1,6% ao ano e tem uma razoável infraestrutura
básica. Hoje quase 100% de seus domicílios são atendidos pela rede elétrica e mais de 93% são ligados ao abastecimento de água. Por
outro lado, menos de 30% têm saneamento básico.
Outro fator que caracteriza os aspectos regionais pode ser observado pelo seguinte indicador: A Organização das Nações Unidas ONU calcula o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para países/cidades desde 1990. Esse índice (IDH) combina expectativa de vida
ao nascer, instrução e nível de renda, resultando em um indicador-síntese. Quanto mais próximo de 1 for o índice, maior é considerado o
nível de desenvolvimento. Quanto mais próximo de zero for o índice, maior é considerado o atraso no desenvolvimento. Para estabelecer
esse indicador, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) estabelece três principais categorias do IDH: Entre 0 e
0,5, ficam os países/cidades de baixo desenvolvimento humano; de 0,51 a 0,8, os de médio desenvolvimento; e de 0,81 a 1, os de alto
desenvolvimento. Em 2000, o Brasil ficou em 74º lugar, com 0,747. Entre as capitais do Nordeste, Natal ficou em 4º lugar, com 0,787,
acima, portanto, da média brasileira.
III - 2.1. INFRA-ESTRUTURA ECONÔMICA
Segundo a metodologia da SUDENE, o PIB per capita do RN corresponde a 66% da média nacional e foi o segundo mais alto do
Nordeste em 1999. O Produto Interno Bruto soma US$ 6,3 bilhões, registrando um crescimento de 2,2%, o dobro da marca brasileira de
1,01%. O Estado conseguiu média anual crescimento de 4,2% nos últimos 10 anos, um ritmo superior à média do Nordeste, que foi de
3% no mesmo período.
Isso é o resultado do grande dinamismo de sua economia, calcada em atividades como a extração do petróleo e gás natural,
indústria têxtil e de confecção, agricultura irrigada e turismo. O Estado registra também forte crescimento em seu setor de serviços e
comércio que, impulsionado pelas atividades turísticas, já representa 51% do seu PIB. Já o setor secundário, abrangendo segmentos
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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como indústria, construção civil e extração mineral, participa do total com 46,8 %. A agricultura, juntamente com a pecuária, o
extrativismo vegetal, a caça e a pesca participam com 2,2%.
III - 2.2. DISTRITOS INDUSTRIAIS
O Distrito Industrial de Natal está situado numa área que abrange os municípios de Extremoz, Natal e São Gonçalo do Amarante,
próximo da capital e a menos de 30 km do porto e do aeroporto. É o mais antigo do Rio Grande do Norte. Conta com toda infraestrutura
disponível para indústrias como água, energia, rede de telefonia e gás canalizado. Empresas como a Antarctica, a Guararapes, a Vicunha
estão instaladas neste distrito.
O Centro Industrial Avançado (CIA), conta com a mesma infraestrutura do DI de Natal, incluindo a rede de fibra ótica que passa
em frente ao Centro e a exclusiva estação de tratamento para efluentes industriais. Localizado no município de Macaíba, à margem da
BR-304, está a aproximadamente 10 km do aeroporto e a menos de 30 km do porto de Natal.
III - 2.3. EDUCAÇÃO
Com relação à alfabetização, os dados do IBGE/2000 apontam que 88,7% das pessoas residentes no município de Natal são
alfabetizadas. Com relação ao ensino fundamental, funcionam 324 unidades no município, com 148.126 estudantes matriculados. No que
se refere ao ensino médio, há 91 estabelecimentos de ensino, com aproximadamente 50.885 estudantes matriculados.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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O ensino superior conta com 17 instituições. Essas IES oferecem formação a universitários egressos de todo o Estado e também de
outros Estados da região Nordeste como Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e outros.
Analisando esses fatores e em consonância com o propósito do município em investir nas áreas de saúde e educação, a Faculdade
de Ciências Cultura e Extensão do Rio Grande do Norte, comprometida com a produção do conhecimento e com a transformação social,
propôs a criação do curso de graduação em Psicologia.
III - 3. PRINCÍPIOS QUE ORIENTAM A PROPOSTA DE CURSO
O presente projeto de curso assume como pressuposto alguns valores gerais que devem fundamentar e guiar todo o processo de
formação em Psicologia. Tais valores estão na base do modelo de atuação profissional, no recorte de disciplinas e seus objetivos, como
também, nas práticas pedagógicas que as implementam. Tais valores, de forma congruente com aqueles enunciados nas novas diretrizes
curriculares, fixam como indispensável que o curso se organize e seja implementado de forma a:

Afirmar a importância da ciência como base para a prática profissional em psicologia. Em decorrência, destaca-se o imperativo de
uma sólida formação científica que coloque o aluno em contato com o processo de produção da ciência e com os seus
desenvolvimentos mais recentes, garantindo ao aluno espírito crítico e reflexivo sobre teorias e modelos explicativos consolidados
ao longo da história da Psicologia;

Garantir o acesso à multiplicidade de concepções teóricas que oferecem quadros conceituais e metodológicos distintos para a
investigação e intervenção frente aos fenômenos psicológicos. Por conseguinte, o curso deve garantir uma perspectiva pluralista e
suficientemente abrangente para que o formando possa estabelecer critérios que embase suas escolhas. Essa perspectiva
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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pluralista deve articular-se com a possibilidade de desenvolver um pensamento crítico, capaz de analisar e avaliar as contribuições
e limites das abordagens mais relevantes que marcam a história da psicologia;

Permitir que a formação em psicologia ou a aquisição das habilidades e competências fundamentais se dê apoiada em um exercício
permanente de crítica e reflexão sobre a realidade social, econômica, política que caracteriza o contexto em que atuará
profissionalmente. Assim, a formação em psicologia não poderá reduzir-se à sua dimensão técnica, por mais importante que ela
seja. É preciso que ela prepare o aluno para atuar, a partir da sua profissão, como um cidadão comprometido com o destino da
sua comunidade e do seu país;

Construir o compromisso com uma atuação que respeite os princípios éticos que asseguram relações saudáveis no interior da
comunidade profissional e científica, assim como os direitos dos cidadãos usuários dos seus serviços. Esses princípios devem
incluir, de forma congruente, a defesa dos direitos humanos, a luta contra quaisquer tipos de discriminação, o respeito à
diversidade que marca os indivíduos, grupos organizações, comunidades e sociedades, condições básicas para a promoção da
qualidade de vida das pessoas e das relações que configuram o tecido social em que elas se movimentam;

Desenvolver uma identidade profissional para a qual a noção de aprimoramento contínuo seja um princípio basilar. Assim, esperase que o formando possa perceber a formação de nível superior como uma etapa apenas inicial do seu processo de formação.
Portanto, ações permanentes de atualização, aprofundamento e especialização são indispensáveis para garantir uma prática
profissional cada vez mais rica, fundamentada, tecnicamente competente e socialmente responsável.
Esse conjunto de valores encontra-se integrado ao modelo de competências profissionais a ser desenvolvido durante o curso assim
como tem guiado as demais decisões quanto a atividades acadêmicas e estratégias de ensino que estão sendo implementadas no curso.
III
- 3.1. MISSÃO DO CURSO
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Promover a Psicologia enquanto ciência e profissão, através da formação de um profissional versátil, conhecedor das diversas
áreas de atuação profissional da Psicologia e dos diferentes referenciais teórico-metodológicos, com a possibilidade de aprofundamento de
sua formação em uma das ênfases oferecidas.
III - 3.2. OBJETIVOS E FINALIDADES DO CURSO
Considerando-se os valores que orientam a formação do psicólogo no Brasil assim como as características regionais onde se
insere, o UNIFACEX oferece à comunidade de Natal e região um curso que:

propicia a formação de psicólogos capazes de diagnosticar e atuar frente aos múltiplos problemas de ordem psicológica e
psicossocial existentes nesta realidade, orientando-se sempre por princípios ético-profissionais;

permite uma atuação profissional flexível, possibilitando adequação às constantes transformações psicossociais e econômicas,
decorrentes da necessidade dos indivíduos quanto à adaptação às novas situações e das organizações que cada vez mais se
preocupam com a qualidade de vida de seus colaboradores;

fomenta por meio de conteúdos, atividades teóricas e práticas, o desenvolvimento do raciocínio lógico que possibilite uma visão
focalizada e ao mesmo tempo integrada à visão global do contexto do objeto de investigação e intervenção;

se mantenha sempre atualizado, incentivando e criando condições para o desenvolvimento profissional docente (conforme previsto
na política de capacitação docente) e discente (conforme descrito no item Mecanismos de Gestão), bem como desenvolver
procedimentos que facilitem a captação de mudanças na realidade externa quanto à atuação profissional, novas demandas
referentes ao ensino, pesquisa e extensão, de forma a garantir um permanente desenvolvimento e atualização deste profissional.
Em termos mais específicos, o Centro Universitário FACEX tem como objetivos gerais para este Curso de Psicologia fornecer:
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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
uma formação básica sólida;

uma formação ampla e interdisciplinar, que prepare o psicólogo para atuar em equipe multiprofissional;

uma formação científica, crítica e reflexiva e que permita uma integração efetiva entre teoria e prática;

uma formação comprometida com o atendimento das demandas sociais;

uma formação comprometida com a ética;

uma formação que rompa com o modelo tecnicista de atuação e que possibilite a construção de uma identidade profissional.
Ao se estabelecer esses objetivos, a proposta se correlaciona com o Projeto Político da Instituição, que vislumbra a formação de
profissionais cidadãos, sujeitos ativos nos processos de mudanças exigidas pela sociedade contemporânea.
III - 3.3. ARTICULAÇÃO DO PPC COM O PPI E O PDI
No ato da formulação do Projeto Político-Pedagógico do curso de Psicologia (PPC), o Projeto Político Pedagógico Institucional (PPI)
e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) foram os norteadores em relação aos aspectos teórico-metodológico, princípios,
diretrizes, abordagens, estratégias e ações filosóficas. O curso é concebido como sendo uma unidade acadêmica dotada de autonomia
acadêmico-pedagógica para formar profissionais para atuarem em determinada área do conhecimento e mercado. Para que sua
concepção seja levada efetivamente até as atividades acadêmicas, sua missão e seus objetivos, e para que o perfil desejado do egresso
seja atingido, é fundamental a articulação deste PPC ao PDI e o PPI.
De forma mais geral, o PPC do curso de Psicologia está relacionado com as políticas apresentadas no PPI e no PDI em relação a:
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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 Flexibilização do currículo a fim de proporcionar ao aluno maior autonomia na sua formação acadêmica;
 Reuniões com o corpo docente para atualização permanente do Projeto Político-Pedagógico levando-se em consideração as
Diretrizes Curriculares e as demandas consolidadas e emergentes postas à profissão;
 Incentivo à produção técnico-científica e didática do corpo docente;
 Qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação acadêmica e de competências didático-pedagógicas;
 Discussão sobre a qualidade do curso de graduação, nos diferentes fóruns, envolvendo diretores, coordenadores, conselhos e
colegiados;
 Implementação e avaliação interna e externa;

Implantação de Programas de Pós-graduação (Lato Sensu) nas áreas de Psicopedagogia, Gestão Estratégica de Pessoas, Formação
Docente para o Ensino Superior e outros;

Criação de Projetos de Extensão e de pesquisa como forma de articulação entre o tripé: ensino, pesquisa e extensão.
No entanto, cabe destacar no PDI, o tópico 5, especialmente os itens que apresentam as políticas para o ensino e para as
atividades articuladas ao ensino, em consonância com as diretrizes presentes no Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei 10.172,
de 9 de janeiro de 2001.
O UNIFACEX entende ser fundamental o desenvolvimento de programas de pós-graduação. Isto porque neste nível de formação
aprimoram-se e ampliam-se os conhecimentos construídos na graduação, permitindo desta forma a capacitação dos profissionais e a
elevação da qualidade da pesquisa. Ressalta-se que a pós-graduação do UNIFACEX oferece formação continuada aos alunos egressos do
curso de Psicologia através da especialização em Psicopedagogia, Gestão Estratégica de Pessoas, Formação Docente para o Ensino
Superior e outros. Desse modo, o curso de psicologia incentiva a continuidade da sua formação acadêmica e profissional, a fim de que
possam adquirir novas competências e/ou aprimoramento daquelas adquiridas na graduação.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Em relação às atividades articuladas ao ensino e á prática profissional, o PDI (itens 5.2 e 5.2.2.1.) e o PPI, nos itens 6.1.3.1 e
6.1.3.2., mencionam o Estágio Supervisionado como um componente curricular obrigatório que integra um conjunto de atividades que o
aluno desenvolve em situações reais de vida e de trabalho, sob a supervisão de um docente. Os alunos do curso de Psicologia, em
consonância com essas políticas institucionais, bem como conforme previsto nas Novas Diretrizes para os Cursos de Psicologia realizam o
Estágio Supervisionado obrigatório do 6º ao 10º período do curso, havendo dois tipos de atividades de estágio, quais sejam: o estágio
básico (realizado no 6º e 7º períodos) e o estágio profissional (realizado no 8º, 9º e 10º períodos), específico da ênfase escolhida pelo
aluno. Em todas as disciplinas de estágio, o aluno é acompanhado por um supervisor de campo e por um docente do curso. O estágio
enquanto atividade articulada fundamenta-se com o primeiro artigo da Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB), que afirma que a educação escolar deverá estar vinculada ao trabalho e à prática social. Segundo consta no PDI, “observa-se que a
hipótese central do trabalho considera a prática do aluno na intervenção em sala de aula e na área profissional em geral, como o
elemento central para inovações curriculares, o que leva ao estabelecimento da relação entre a teoria e a prática em cada disciplina do
currículo, não só nas disciplinas tradicionalmente compreendidas como ‘práticas’, mas em todas elas” (p.52). Um exemplo importante de
como o curso de Psicologia possibilita a inter-relação teoria e prática, se dá nas disciplinas denominadas Práticas Integrativas em
Psicologia (PIPsi), que se distribuem do primeiro ao quinto semestre, preparando o aluno para o segmento profissionalizante do curso,
através do desenvolvimento de atividades de campo com caráter interdisciplinar, orientadas pelo professor.
III - 3.4. Formas de acesso ao curso
O ingresso nos cursos de graduação em Administração do UNIFACEX, sob qualquer forma, é feito mediante processo
seletivo, aprovado pelo CEPEX. As inscrições para o processo seletivo são abertas em edital, do qual devem constar os cursos oferecidos,
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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com as respectivas vagas, por turno, os prazos de inscrição, a relação e o período das provas, testes, entrevistas ou análise de currículo
escolar, os critérios de classificação e desempate e demais informações úteis.
A divulgação do edital é promovida de acordo com a legislação e normas vigentes. O UNIFACEX, ao deliberar sobre os critérios e
normas de seleção e admissão de estudantes, leva em conta os efeitos desses critérios sobre a orientação do ensino médio, articulandose com os órgãos normativos dos diversos sistemas de ensino.
Em cumprimento à Portaria Normativa 40/2007, a Instituição mantém atualizadas em sua página na internet as condições de
ofertas dos cursos oferecidos. Neste catálogo o aluno tem:

Edital de convocação do vestibular, com relação dos dirigentes da Instituição, inclusive coordenadores de cursos efetivamente em
exercício e demais informações;

Programa de cada curso oferecido e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos e critérios de avaliação;

Relação nominal do corpo docente de cada curso, indicando a área de conhecimento, titulação, qualificação profissional e regime
de trabalho;

Descrição da biblioteca quanto ao seu acervo de livros e periódicos, por área de conhecimento, política de atualização e
informatização, área física disponível e formas de acesso e utilização;

Descrição dos laboratórios instalados, por área de conhecimento a que se destinam, área física disponível e equipamentos
instalados e da infraestrutura de informática à disposição dos cursos e das formas de acesso às redes de informação;

Relação de cursos reconhecidos, citando o ato legal de reconhecimento, e dos cursos em processo de reconhecimento, citando o
ato legal de autorização e resultados obtidos nas últimas avaliações realizadas pelo Ministério da Educação.
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
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Valor corrente das mensalidades por curso e valor corrente das taxas de matrícula e outros encargos financeiros a serem
assumidos pelos alunos e formas de reajuste vigente dos encargos financeiros.
III - 4. ESTRUTURA GERAL DA PROPOSTA DE CURSO
Apoiando-se nas Novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Psicologia, o presente projeto utilizou as prerrogativas de
flexibilidade de forma a estruturar o curso de Psicologia considerando a necessidade de preservar a formação básica e comum a todo o
curso e, ao mesmo tempo, assegurar sua congruência com o projeto institucional e a realidade local.
A formação do psicólogo, como definida no mais recente texto legal, estrutura-se em dois segmentos gerais que serão
apresentados em detalhes ao se descrever o perfil profissional e a estrutura curricular proposta para desenvolvê-lo (ver figura 3).
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NÚCLEO COMUM DA FORMACÃO DO
PSICÓLOGO
Conjunto de atividades e disciplinas
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
formação do psicólogo e que
desenvolvimento da identidade
-
que configuram as prioridades
competências e habilidades que
país e, portanto, fundamental para o
PSICOLOGIA
Conjunto de atividades e disciplinas
assumidas pela FACEX para a
formação em Psicologia em todo o
DE
ÊNFASES CURRICULARES
voltadas para desenvolver
configuram a base comum da
CURSO
implicam na oferta de oportunidades
de aprofundamento de algumas
competências básicas da formação do
psicólogo.
profissional.
Figura 3: Momentos da formação do psicólogo na estrutura geral do curso proposto. No primeiro quadro a descrição do núcleo comum e no segundo as ênfases
curriculares.
Esses dois momentos da formação não podem ser vistos, como pode parecer à primeira vista, como etapas estanques do
processo. Pelo contrário, eles se articulam estreitamente, como ficará demonstrado na apresentação da organização curricular. Nestes
dois momentos, buscou-se atender às recomendações das diretrizes curriculares no tocante aos eixos estruturantes de conteúdos.
Cabe neste momento de apresentação da estrutura geral do curso, descrever e justificar aquela decisão que configura a
especificidade ou singularidade da presente proposta — as ênfases curriculares concebidas para fechar a formação do psicólogo egresso
do UNIFACEX.
As ênfases constituem recortes de competências que exigem um corpo mais específico de conhecimentos e, em decorrência, se
associam a instrumentos e procedimentos adequados para lidar com certos conjuntos de problemas dentro do vasto campo profissional
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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da psicologia. Circunscrever a parte final da formação do psicólogo busca, entre outros objetivos, dotá-lo de maior capacidade para lidar
com tais problemas. Além disso, as ênfases não são tomadas como sinônimo de áreas de atuação já que não se apoiam em contextos
específicos e sim em processos ou fenômenos que podem ocorrer e ser alvo de intervenção em vários contextos.
Finalmente vale destacar que as ênfases escolhidas pelo UNIFACEX procuram levar em consideração as especificidades regionais e
locais, desde que a formação que assegura a base uniforme da atuação do psicólogo em todo o país encontra-se garantida na proposta
curricular no segmento que articula o núcleo comum da formação do psicólogo.
A presente proposta apoia-se, também, nas sugestões de ênfases oferecidas pela nova versão das Diretrizes Curriculares. Assim,
foram escolhidas como ênfases no presente projeto: Psicologia e processos de atenção à saúde e Psicologia e processos educativos.
III - 4.1. ÊNFASE CURRICULAR 1: PSICOLOGIA E PROCESSOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
A Psicologia, nas últimas décadas, tem se inserido de forma crescente no campo da saúde. Para tanto, verifica-se um crescimento
significativo do corpo de conhecimento e, como não poderia deixar de acontecer, uma ampliação das suas ferramentas conceituais e
técnicas para lidar com questões fora do setting clínico tradicional.
Esse movimento inovador no campo do exercício profissional
caracteriza-se, sobretudo, pela ampliação das práticas voltadas para os níveis de atenção e prevenção, rompendo a hegemonia do modelo
clínico essencialmente remediativo.
Por outro lado, os indicadores de saúde da população brasileira são reveladores de um profundo problema social cujo
enfrentamento é também tarefa da psicologia. Tal quadro não se modifica mesmo quando consideramos a cidade de Natal e região, cujo
expressivo crescimento econômico também se associa a níveis de desigualdade social expressivos. Esse desafio se torna maior face à
constatação de que as políticas públicas não asseguram a universalidade do acesso a serviços de saúde mental. No entanto, novos
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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programas e modelos de atenção à saúde (por exemplo o Programa de Saúde da Família) abrem espaços potenciais para uma renovada
inserção do psicólogo.
Nessa ênfase busca-se preparar mais intensivamente o psicólogo para atuar em diferentes instituições que prestam serviços de
saúde, em diferentes níveis, ampliando o conceito de atuação clínica tradicional.
A ampliação do conceito de saúde, nele incluída a
dimensão psicossocial, abre grandes perspectivas de inserção do psicólogo em instituições atuando em equipes multiprofissionais.
Em síntese, o aprofundamento permitido por essa ênfase curricular volta-se para capacitar melhor o psicólogo a:
a) Diagnosticar necessidades de intervenção psicossocial em diferentes contextos onde ocorrem ações de saúde;
b) Planejar, executar e avaliar intervenções nos níveis primário, secundário e terciário, com base em teorias e técnicas
psicológicas adequadas;
c) Atuar no sentido de promover a saúde e qualidade de vida em diferentes contextos buscando benefícios para indivíduos,
grupos, organizações e comunidades.
Estas características gerais da ênfase proposta mostram que ela não se restringe à tradicional área clínica que caracteriza os
cursos de psicologia, indo além das intervenções de caráter remediativo, embora tais intervenções se façam necessárias no conjunto das
ações de saúde possíveis. Embora as instituições de saúde (hospitais, postos, ambulatórios, clínicas) sejam o lócus privilegiado onde
ocorrem práticas de saúde, tais práticas, especialmente quando se alinham com a perspectiva da promoção da saúde e qualidade de vida,
podem ocorrer em contextos organizacionais, do trabalho e educacionais, assim como em contextos sociais não institucionalizados.
III - 4.2. ÊNFASE CURRICULAR 2: PSICOLOGIA E PROCESSOS EDUCATIVOS
Esta ênfase faz, ao contrário da anterior, um recorte que privilegia processos educativos. Mais precisamente, focaliza o
planejamento, a execução e a avaliação de programas de educação regular, continuada, formal e informal, em diversos ambientes. O
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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egresso poderá atuar em instituições escolares em todos os níveis, em organizações de trabalho, como empresas e cooperativas, nos
campos de capacitação e treinamento; em organizações sociais governamentais e não governamentais que atuam em programas de
educação informal, como atendimento a crianças e adolescentes em risco psicossocial; populações institucionalizadas, como asilos,
prisões e albergues. Da mesma forma como na primeira ênfase, cabe, neste momento, assinalar alguns aspectos que permitam avaliar a
ênfase proposta nas seguintes dimensões:
a) relevância social dos problemas sobre os quais o psicólogo atuará;
b) existência de um campo de trabalho ou mercado potencial que possa vir a absorver o profissional recém egresso;
c) contribuição da ênfase no desenvolvimento da ciência e prática psicológicas;
d) vocação da instituição para a ênfase. Alguns argumentos são importantes;
O UNIFACEX atua como um empreendimento educacional em todos os níveis. Apesar de a filosofia da instituição ser a mesma em
todos os segmentos, ocorre ainda frequentemente na IES a redundância de esforços e a insuficiente articulação dos vários setores em
busca de um melhor desempenho, através do uso otimizado dos recursos técnicos disponíveis. Sendo assim, no Projeto Pedagógico de
Psicologia, busca-se promover uma articulação entre o curso e os demais oferecidos e com o ensino nos níveis fundamental e secundário.
Espera-se que os estudantes de Psicologia tenham um contato constante com a escola da mesma mantenedora, diagnosticando suas
demandas e problemas, propondo e testando ações de formação e desenvolvimento de pessoas.
A definição da Psicologia como profissão tem se alargado enormemente nas últimas décadas no Brasil e isso coincide com uma
elevação notável das demandas em melhorias na educação e no desenvolvimento da qualificação das pessoas em todos os níveis. O
UNIFACEX pretende atuar na direção dessa tendência, nacional e global, desenvolvendo estudos e gerando tecnologias para a melhoria
dos processos educacionais. Considerando as restrições de formação do psicólogo no Brasil, circunscrita a modelos mais tradicionais de
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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atuação, acredita-se que existe um grande potencial de inserção deste profissional num mercado de trabalho em expansão, na medida
em que sua formação seja incrementada por novas competências, que os qualifiquem para uma atuação mais ampla.
Finalmente, e seguindo a tendência nacional, consagrada nas Diretrizes Curriculares para o ensino da psicologia, acredita-se que a
presente ênfase ajusta-se às condições existentes na IES para o desenvolvimento da pesquisa, dado o porte da Instituição, com os
diversos cursos oferecidos e a existência da Escola fundamental e média.
Ao priorizar ações nas duas ênfases apresentadas busca-se, claramente, trabalhar a questão da qualidade de vida de modo
abrangente. As duas ênfases, portanto, concretizam um valor central do curso enunciado previamente: o compromisso em fortalecer uma
prática profissional socialmente responsável, voltada ao atendimento de demandas importantes para a população que vive de forma mais
aguda as contradições do modelo socioeconômico nacional assim como para o segmento produtivo responsável pela geração de empregos
indispensáveis para o país e para a região, em particular. Em síntese, a Ênfase Psicologia e Processos Educativos tem como objetivos
centrais:
a) Analisar e diagnosticar em diferentes contextos educacionais formais e não formais, problemas que exijam ações voltadas para
melhoria dos processos educacionais;
b) Planejar, executar e avaliar intervenções capazes de superar problemas e dificuldades de aprendizagem individual, grupal e
organizacional;
c) Atuar no sentido de promover o desenvolvimento das pessoas, grupos e organizações ampliando as oportunidades de
aprendizagem.
Ao conceber essas ênfases, o UNIFACEX assume o compromisso de fundamentar a formação do psicólogo no tripé ensinopesquisa-extensão, estruturando as ações pedagógicas na dinâmica entre conhecimento produzido, sua aplicação em contextos realistas e
sua reconstrução a partir da reflexão sobre essas experiências e da investigação científica. Assim, o UNIFACEX reconhece, em
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino da Psicologia, a importância de, na formação do psicólogo, prover ao
estudante um contexto básico de pesquisa e extensão, articulado ao ensino.
III - 4.3. PERFIL PROFISSIONAL: MODELO DE COMPETÊNCIAS QUE EMBASA A PROPOSTA CURRICULAR
Considerando que o contexto em que este Curso de Psicologia se insere está em pleno desenvolvimento e num processo de
industrialização e que isto pressupõe uma série de mudanças em nível tecnológico, de valores, de modos de vida, nos processos
intrapessoais e nas relações interpessoais, o UNIFACEX pretende que o psicólogo formado nesta Instituição seja um profissional que:

detenha o conhecimento conceitual, metodológico e técnico da Psicologia enquanto área do conhecimento;

acolha ou identifique demandas de serviço a partir da análise da realidade empreendida com base no conhecimento da área, de
modo a identificar e caracterizar o(s) fenômeno(s) psicológicos (s) envolvidos nesta demanda;

planeje a intervenção ou a prestação de serviço considerando, ao mesmo tempo, o conhecimento da área e da realidade e os
resultados pretendidos;

implemente o plano elaborado empregando as técnicas, procedimentos e métodos de intervenção adequados ao contexto
considerado;

interprete o resultado das suas ações, ao longo de todo o processo de intervenção ou prestação de serviço, à luz das relações
entre o conhecimento de psicologia e a realidade social na qual atua; avalie os resultados de suas ações empreendidas,
considerando a natureza e grau dos benefícios para a população envolvida.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Ao apresentar este perfil, este profissional encontra-se apto a atuar nos diversos campos da Psicologia e em condições de construir
projetos adequados às novas situações que haverá de encontrar em seu trabalho e capaz de pensar, analisar e criticar as teorias e as
situações práticas para intervir adequadamente nas demandas.
Uma visão tão geral sobre a atuação profissional, contudo, não é suficiente para embasar as decisões curriculares na nova lógica
que deve presidir o processo de construção de um currículo. De acordo com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação e em
consonância com concepções educacionais mais atuais, deve-se tomar como ponto de partida a clara definição do perfil profissional em
termos de competências centrais indispensáveis a um exercício ocupacional tecnicamente qualificado e socialmente responsável.
A formação de um psicólogo deve envolver um conjunto amplo de experiências de ensino orientadas não apenas para transmitir
conhecimentos ou informações; espera-se que tais experiências possam desenvolver no graduando atitudes, valores e capacidade de ação
frente a desafios postos pela realidade em que atuará. Assim, é necessário que se especifiquem as competências esperadas do futuro
profissional em um nível de detalhamento que permita estabelecer objetivos gerais de ensino das diferentes disciplinas que integram a
grade curricular.
Partindo-se das competências propostas pelas Diretrizes Curriculares, apresenta-se, a seguir, o conjunto de competências e
habilidades que caracterizam o perfil do psicólogo formado pelo UNIFACEX. As competências e habilidades encontram-se organizadas
pelos momentos da formação já apresentados e pelos eixos estruturantes do curso, conforme definidos nas Novas Diretrizes Curriculares.
As competências das ênfases curriculares complementam esse quadro, indicando as capacidades que se pretende aprofundar na formação
do psicólogo neste curso de graduação. Também é importante ressaltar que a atribuição de uma competência a uma atividade particular,
como uma disciplina, não esgota as possibilidades de aquisição dessa competência, que pode ocorrer mais ou menos intensamente em
diversos momentos da formação, especialmente quando se considera o caráter integrativo dos processos de aprendizagem, o que implica
em reorganização constante dos conhecimentos e habilidades adquiridos previamente. Além disso, competências que são propostas numa
disciplina só poderão ser adquiridas integralmente nas atividades de estágio, básico e profissional. Desse modo, a indicação de
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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competências a disciplinas específicas, como apresentado abaixo, tem um caráter aproximativo, visando orientar professores e estudantes
quanto ao foco principal de seus programas de ensino.
Eixo 1 - FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS E HISTÓRICOS
1. Identificar as bases epistemológicas do conhecimento científico em geral e da psicologia em particular.
2. Associar as origens do conhecimento científico em psicologia às teorias do conhecimento prevalentes nos contextos
históricos do surgimento e desenvolvimento da psicologia.
3. Derivar consequências de diferentes concepções epistemológicas para o status das teorias produzidas e para a escolha de
métodos de investigação.
4. Comparar diferentes teorias de conhecimento, nas suas aproximações e rupturas.
5. Relacionar teorias psicológicas contemporâneas às suas origens históricas.
6. Avaliar os grandes sistemas psicológicos da história da psicologia, identificando suas diferenças e semelhanças na
abordagem a dois grandes problemas da psicologia: natureza do objeto e questão mente corpo.
7. Relacionar os grandes sistemas e teorias psicológicos, na sua evolução, aos contextos histórico e filosófico em que surgiram
e se desenvolveram.
8. Caracterizar a psicologia enquanto campo de conhecimento e campo profissional, delimitando as inter-relações entre esses
dois domínios.
9. Delimitar a psicologia enquanto ciência e profissão nas suas interfaces com outros campos de conhecimento e profissões.
10. Caracterizar o surgimento da psicologia no Brasil, enquanto ciência e profissão.
11. Avaliar os grandes sistemas e teorias em psicologia, quanto a critérios de cientificidade e repercussões nas ideias e na
sociedade.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS
▪ Psicologia: Ciência e Profissão.
▪Historia da Psicologia.
▪Introdução à Filosofia.
▪Sistemas e Teorias I – Campo Comportamental.
▪Sistemas e Teorias II – Campo Psicanalítico.
▪Sistemas e Teorias III – Campo Fenomenológico-humanista.
▪Práticas Integrativas em Psicologia I (PIPsi I).
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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Eixo 2 - FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS
1. Localizar informações nas diferentes fontes: bibliotecas, bases de dados, livros, manuais, etc.
1. Sistematizar informações conforme critérios de pertinência e relevância: resumir, agrupar, inferir e derivar relações, comparar e
criticar.
2. Utilizar critérios científicos na apreciação de instrumentos, recursos e resultados potencialmente relevantes para a prática da
Psicologia.
3. Avaliar criticamente projetos de pesquisa.
4. Selecionar e aplicar instrumentos e procedimentos de coleta de dados (observação, entrevistas, inventários, questionários, testes e
escalas) em psicologia, considerando a pertinência e as limitações decorrentes dos problemas de validade, fidedignidade e precisão.
5. Elaborar projetos de pesquisa, incorporando criticamente a literatura dentro da área temática pertinente.
2. Elaborar projetos de diagnóstico e intervenção frente a problemas psicológicos e psicossociais, tendo como referência
conhecimentos e técnicas psicológicos.
6. Utilizar diferentes métodos científicos para a investigação de problemas psicológicos.
7. Relatar resultados de investigações científicas, adequando-os aos diversos formatos de divulgação científica: artigos científicos,
informação para o público geral, relatórios técnicos, etc.
8. Citar e referenciar fontes de informações, de acordo com normas vigentes nas diversas modalidades de comunicação científica.
9. Avaliar procedimentos de investigação científica à luz das considerações éticas aplicáveis à pesquisa com animais e seres
humanos, adequando-os aos padrões morais e legais vigentes.
10. Avaliar pesquisas em psicologia, caracterizando-as nos quadros de referência epistemológicos pertinentes e indicando contribuições
e limitações.
11. Identificar e formular problemas de pesquisa e, em consonância com os quadros teóricos pertinentes, propor e conduzir
procedimentos de investigação desses problemas.
12. Derivar usos práticos potenciais para resultados de pesquisa nos diversos campos de aplicação da psicologia e de profissões afins.
13. Ler e interpretar comunicações científicas e relatórios técnicos em psicologia e áreas afins.
14. Utilizar os recursos da matemática, da estatística e da informática para a análise e apresentação de informações, em ambiente
acadêmico e profissional.
15. Utilizar procedimentos quantitativos e qualitativos na análise de dados em psicologia.
16. Identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas
quanto à escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa.
17. Apresentar trabalhos e discutir ideias em público.
18. Buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional,
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.
18.Levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros, manuais técnicos e outras fontes especializadas através de
meios convencionais e eletrônicos.
19. Utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de investigação científica.
20. Ler e interpretar comunicações científicas e relatórios na área da Psicologia.
21. Escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência.
22. Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e comportamentais.
23. Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais como fontes primárias de acesso a estados subjetivos.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS
 Introdução ao Trabalho Acadêmico.
 Estatística em Psicologia.
 Métodos de Observação e Entrevista.
 Metodologia Científica em Psicologia.
 Projeto de Pesquisa em Psicologia.
 Prática de Pesquisa em Psicologia.
 Métodos de Trabalho Grupal.
 Ética e Psicologia.
 Práticas Integrativas em Psicologia I (PIPsi I).
 Práticas Integrativas em Psicologia II (PIPsi II).
 Práticas Integrativas em Psicologia III (PIPsi III).
 Práticas Integrativas em Psicologia IV (PIPsi IV).
 Práticas Integrativas em Psicologia V (PIPsi V).
EIXO 3 – INTERFACES COM ÁREAS AFINS
1.
2.
3.
4.
5.
de
6.
Caracterizar processos biológicos e sociais relevantes para compreensão dos fenômenos psicológicos.
Relacionar fenômenos e processos biológicos e sociais às suas consequências para a psicologia.
Caracterizar diferentes domínios dos fenômenos humanos, segundo o campo de conhecimento.
Distinguir, nos fenômenos humanos, os níveis pertinentes à psicologia, diferenciando-os dos relativos às várias ciências afins.
Utilizar os conceitos referentes aos fenômenos humanos de acordo com os diferentes sentidos atribuídos pelos diferentes campos
conhecimento em que são empregados.
Reconhecer métodos e procedimentos de investigação pertinentes aos campos afins de conhecimento.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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7. Avaliar criticamente as semelhanças e diferenças dos diversos campos de conhecimento no tratamento dos fenômenos humanos.
8. Analisar a realidade social e cultural brasileira identificando elementos úteis para a compreensão de fenômenos psicológicos e
psicossociais.
9. Conhecer a realidade social e cultural da Região, em seus elementos singulares relevantes para a compreensão da conduta
humana local e regional.
10. Analisar os problemas e desafios sociais, econômicos e culturais da região e como eles se traduzem em demandas para o trabalho
do psicólogo.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS
 Neuro-anatomomia.
 Indivíduo e Cultura.
 Fisiologia e Comportamento.
 Indivíduo e Sociedade.
 Genética e Comportamento.
 Introdução à Filosofia.
 Psicopatologia II.
 Práticas Integrativas em Psicologia II (PIPsi II).
EIXO 4 - PROCESSOS PSICOLÓGICOS
1. Descrever fenômenos e processos psicológicos básicos.
2. Relacionar fenômenos psicológicos às diversas teorias subjacentes.
3. Reconstruir fenômenos e processos psicológicos básicos em condições de laboratório.
4. Observar e descrever fenômenos e processos psicológicos básicos em ambiente natural.
5. Empregar as metodologias e procedimentos específicos, pertinentes a cada teoria, utilizados para demonstrar a existência dos
fenômenos e processos psicológicos.
6. Relacionar fenômenos e processos psicológicos básicos às situações complexas do mundo real.
7. Relacionar fenômenos e processos psicológicos básicos a teorias e modelos de atuação profissional.
8. Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e comportamentais.
9. Analisar, descrever e interpretar manifestações verbais e corporais como fontes primárias de acesso a estados subjetivos.
10. Descrever fenômenos e processos psicológicos complexos, na interação entre suas múltiplas dimensões.
11. Avaliar fenômenos humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
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DISCIPLINAS ASSOCIADAS
 PPB II – Processos de Aprendizagem.
 Psicologia do Desenvolvimento e da Criança.
 PPB I – Processos Cognitivos.
 Psicologia Social I.
 PPB III – Motivação e Emoção.
 Psicologia Evolucionista.
 Psicologia da Adolescência.
 Psicologia Social II.
 Psicopatologia I.
 Psicopatologia II.
 Práticas Integrativas em Psicologia II (PIPsi II).
 Práticas Integrativas em Psicologia III (PIPsi III).
 Práticas Integrativas em Psicologia IV (PIPsi IV).
 Práticas Integrativas em Psicologia V (PIPsi V).
 Psicologia da Vida Adulta e Velhice.
EIXO 5 - PROCEDIMENTOS PARA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E A PRÁTICA PROFISSIONAL
1. Selecionar instrumentos para a coleta de dados, visando a pesquisa científica e o diagnóstico de problemas psicológicos.
2. Executar procedimentos de aplicação, mensuração, interpretação e síntese de instrumentos de avaliação – escalas e testes e
demais medidas em psicologia.
3. Relacionar a evolução das medidas em psicologia aos contextos histórico-culturais correspondentes.
4. Conceituar e estabelecer diferenças e usos potenciais para os diversos tipos de medidas.
5. Avaliar medidas em psicologia segundo os parâmetros de validade, fidedignidade e precisão.
6. Elaborar e testar protótipos de algumas medidas selecionadas em psicologia.
7. Selecionar e aplicar diferentes procedimentos de coleta de dados em psicologia: observação, entrevista, questionários, grupos
focais, testes, dinâmica de grupo, etc.
8. Coordenar e manejar processos grupais, considerando as especificidades do grupo e do contexto.
9. Avaliar os resultados e impactos das intervenções psicológicas realizadas.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS
- 89 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
 Princípios de Psicometria.
 Testes Psicológicos I.
 Testes Psicológicos II.
 Métodos de Psicodiagnóstico.
EIXO 6 - PRÁTICAS PROFISSIONAIS
1. Relacionar teorias psicológicas a modelos de práticas profissionais.
2. Descrever e apreciar criticamente modelos de atuação profissional.
3. Trabalhar em equipes de trabalho em diferentes papéis e posições - competência interpessoal.
4. Elaborar planos de atuação profissional para contextos diferenciados.
5. Relacionar modelos de atuação profissional a contextos de aplicação específicos, adequando-os às populações alvo e demandas
particulares.
6. Empregar técnicas psicológicas de diagnóstico, intervenção e avaliação nas áreas de saúde, trabalho e educação.
7. Comparar práticas e modelos de atuação profissional e estimar sua pertinência a contextos específicos.
8. Reconhecer terminologias e procedimentos básicos de atuação de outros profissionais de campos afins, identificando competências
e responsabilidades.
9. Avaliar as práticas profissionais empregadas quanto aos parâmetros éticos profissionais em contextos de aplicação específicos.
10. Avaliar criticamente modelos vigentes de atuação profissional em suas possibilidades e propor mudanças para superar suas
limitações.
11. Conhecer o campo de atuação profissional, nas suas principais áreas, identificando seus desafios contemporâneos e tendências
futuras.
12. Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e intervir de forma coerente
com referenciais teóricos e características da população-alvo.
13. Buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática
profissional.
14. Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar.
15. Elaborar laudos, pareceres técnicos e outras comunicações profissionais.
16. Atuar profissionalmente em diferentes níveis de intervenção de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características
das situações e dos problemas específicos com os quais se depara.
17. Realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, grupos e organizações.
18. Realizar orientação e aconselhamento psicológico.
- 90 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
19. Apresentar trabalhos e discutir ideias em público.
20. Atuar dentro das normas éticas que pautam o exercício profissional da psicologia.
21. Analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos.
22. Analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das
interações entre os seus agentes sociais.
23. Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com
referenciais teóricos e características da população-alvo.
24. Realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, de indivíduos, grupos e organizações.
25. Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar.
26. Relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos na sua atuação
profissional.
27. Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das
situações e dos problemas específicos com os quais se depara.
28. Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e socioculturais dos seus membros.
29. Realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia.
30. Elaborar projetos de atuação, considerando as especificidades do contexto e as demandas particulares, manejando parâmetros
técnicos, profissionais e legais, e levando em consideração custos, eficácia e eficiência, remuneração justa, impacto econômico e
político.
31. Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS










Psicologia e Educação I.
Psicologia Organizacional e do Trabalho.
Psicologia Comunitária.
Psicologia e Saúde I.
Educação e Saúde.
Orientação e Aconselhamento Psicológico.
Teorias e Técnicas Psicoterápicas I.
Ética e Psicologia.
Teorias e Técnicas Psicoterápicas II.
Teorias e Técnicas Psicoterápicas III.
- 91 -
-











Seminários Integrativos.
Estágio Básico I.
Estágio Básico II.
Estágio Profissional I.
Estágio Profissional II.
Estágio Profissional III.
Práticas Integrativas em Psicologia
Práticas Integrativas em Psicologia
Práticas Integrativas em Psicologia
Práticas Integrativas em Psicologia
Práticas Integrativas em Psicologia
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
I (PIPsi I).
II (PIPsi II).
III (PIPsi III).
IV (PIPsi IV).
V (PIPsi V).
ÊNFASES CURRICULARES
Ênfase 1 – Psicologia e processos de atenção à saúde
1. Compreender as políticas públicas, conhecendo os fundamentos, a estrutura e o funcionamento do S.U.S. e de seus programas de
saúde, suas condições e especificidades na região, identificando potencialidades de inserção do psicólogo.
2. Acompanhar e avaliar as políticas nacionais e locais de atenção à saúde, propondo alterações pertinentes, considerando as
múltiplas dimensões envolvidas, em termos de perspectivas e interesses envolvidos.
3. Desenvolver procedimentos necessários à identificação de padrões de distribuição de indicadores de saúde-morbidade na
população, na área da saúde mental.
4. Analisar diferentes contextos institucionais voltados para a prestação de serviços em saúde (hospitais, postos, centros de saúde
etc.) como requisito para planejar intervenções que equacionem os problemas detectados.
5. Implementar programas de saúde psicológica junto a diferentes especialidades médicas (cardiologia, pediatria, oncologia etc.).
6. Identificar necessidades e desenvolver práticas educativas em diferentes contextos de prestação de serviços de saúde.
7. Aplicar técnicas grupais voltadas para desenvolver e/ou aprimorar habilidades efetivas de enfrentamento dos problemas de saúde
entre pacientes e equipes técnicas de instituições de saúde.
8. Realizar atendimento psicoterápico breve.
9. Dominar os procedimentos e bases teóricas para intervenções junto a portadores de necessidades especiais.
10. Aplicar procedimentos que permitam a redução de estresse e tensão oriundos das pressões de trabalho.
- 92 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
11. Diagnosticar necessidades, propor, coordenar e avaliar ações de educação para a saúde relacionadas com a sexualidade.
12. Diagnosticar, propor, coordenar e avaliação programas de qualificação de multiplicadores (professores, agentes de saúde) na área
de educação para a saúde relacionada à sexualidade.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS
 Psicologia e Saúde II.
 Princípios de Epidemiologia.
 Saúde Mental e Trabalho.
 Elementos de Psicossomática.
 Psicoterapia Breve.
 Psicologia Hospitalar.
 Psicoterapia Familiar.
 Estágio Profissional I.
 Estágio Profissional II.
 Estágio Profissional III.
Ênfase 2 – Psicologia e processos educativos
1. Construir e divulgar práticas educativas visando à formação integral da pessoa e sua preparação para o exercício da cidadania.
2. Analisar as instituições escolares, visando diagnosticar fatores estruturais, culturais e contextuais responsáveis por dificuldades no
desempenho dos sujeitos envolvidos – professores, alunos, funcionários e familiares.
3. Formular propostas de ações educacionais em contextos escolares, tendo como base a compreensão da realidade educacional
brasileira e dos contextos locais.
4. Realizar orientação e aconselhamento voltados para decisões vocacionais e demais escolhas envolvendo a profissão e a carreira
dos indivíduos.
5. Diagnosticar necessidades de treinamento, propor plano para o desenvolvimento de competências e habilidades em contexto
específico de trabalho e avaliar os seus resultados e impactos.
6. Dominar o uso de novas tecnologias educacionais, utilizando-as, sempre que pertinente, para potencializar aprendizagens
significativas entre trabalhadores e gestores.
7. Coordenar e manejar processos grupais em contextos de aprendizagem com objetivo de potencializar as relações interpessoais e
intergrupais.
8. Analisar criticamente e propor materiais instrucionais (textos, jogos, brincadeiras, etc.) adequados para situações de aprendizagem
em contextos de trabalho.
- 93 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
9. Diagnosticar necessidades de requalificação do trabalhador, orientando-o na construção e desenvolvimento de suas carreiras.
10. Caracterizar as práticas associadas à gestão do conhecimento em contextos organizacionais voltadas para ampliar o potencial de
aprendizagem e disseminação do conhecimento entre trabalhadores e gestores.
11. Diagnosticar necessidades educativas em populações e grupos em situação de risco psicossocial, levando em conta suas
características especiais.
12. Planejar, executar e avaliar, em conjunto com outros profissionais de áreas afins, Programas de desenvolvimento em contextos
educacionais informais, apropriados às condições da população alvo e do contexto.
13. Diagnosticar necessidades, propor, coordenar e avaliar ações de educação para a saúde, relacionadas com a sexualidade.
14. Diagnosticar, propor, coordenar e avaliar programas de qualificação de multiplicadores (professores, agentes de saúde) na área de
educação para a saúde, relacionados à sexualidade.
DISCIPLINAS ASSOCIADAS










Teorias da Aprendizagem e Educação.
Psicopedagogia.
Educação em Contextos de Trabalho.
Psicomotricidade.
Orientação e Aconselhamento Profissional.
Programação e Avaliação Educacional.
Psicologia e Necessidades Especiais.
Estágio Profissional I.
Estágio Profissional II.
Estágio Profissional III.
III - 4. 4. ESTRUTURAÇÃO CURRICULAR
- 94 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
O Centro Universitário FACEX (UNIFACEX), conforme determina a Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, em seu
Art. 56 § 3º tem autonomia para adaptar, aprimorar ou modificar qualquer Projeto Pedagógico de Curso, respeitando sempre as Diretrizes
Curriculares Nacionais de Cada Curso e as necessidades institucionais.
O CNE – Conselho Nacional de Educação, em 05 de março de 2011 homologou as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação em Psicologia. A Resolução nº 5/2011, foi publicada no Diário Oficial da União nº 51, em 16 de março de 2011,
revogando a resolução CNE/CES nº 8/2004 (antiga diretriz curricular).
Considerando estes pressupostos legais, quanto ao curso de Psicologia do UNIFACEX, Reconhecido pela Portaria nº 272, de 19 de
Julho de 2011, diante das novas Diretrizes Curriculares, deliberou a Instituição, junto com a Coordenação de Curso e respectivos
Conselhos homologou uma nova matriz curricular, atendendo às novas Diretrizes e às Resoluções pertinentes.
Essa nova proposta curricular continua organizada em sistema semestral, distribuído em 5 anos consecutivos de 10 semestres,
totalizando 4120 horas.
O núcleo básico ou comum é composto por um conjunto de disciplinas que totalizam 3000 horas, e que se distribui ao longo de
todos os semestres, sendo que sua participação é bastante reduzida nos três últimos semestres. Assim, mostra-se que as ênfases
curriculares não constituem um momento estanque do processo de formação do aluno, articulando-se progressivamente com a própria
formação básica.
O estágio básico que envolve práticas integrativas relacionadas ao núcleo comum totaliza 240 horas, distribuídas em dois
semestres - sexto e sétimo. No sétimo semestre começa a oferta das disciplinas que definem as ênfases oferecidas como alternativas ao
aluno. Cada graduando deverá fazer a sua opção por uma das ênfases, cursando as disciplinas específicas previstas para cada semestre.
- 95 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Para cada ênfase, as disciplinas obrigatórias, em número de sete, compõem um total de 420 horas. A formação na ênfase
escolhida é completada com o estágio específico que se inicia a partir do 8º Semestre e se estende até o 10º Semestre, com um total de
510 horas para cada ênfase. Assim, a carga horária total prevista para o curso atende ao requisito mínimo de 15% da carga horária total,
como definido pelas Diretrizes Curriculares.
Ao longo do curso, os alunos cumprem um mínimo de 130 horas engajados em atividades acadêmicas complementares.
Os programas das disciplinas são definidos buscando deixar claro o vínculo entre os objetivos e conteúdos e as competências
definidas no modelo apresentado. Assim, no programa de cada disciplina encontram-se especificadas as competências de cada eixo
estruturante do curso para as quais a disciplina contribui. Assim, um mesmo espaço disciplinar pode estar sendo relevante para o
desenvolvimento de competências de distintos eixos estruturantes do curso, não havendo, necessariamente uma relação única entre
disciplina e eixo.
Os procedimentos metodológicos do Curso de Psicologia do UNIFACEX estão fundamentados no princípio de que o conhecimento é
construído em interação com o outro e com a realidade, pois o ser humano coloca em uso suas capacidades pessoais para, em interação
com outras pessoas, com a realidade onde está inserido, construir seus conhecimentos. Nesse sentido, o Curso de Psicologia propicia
situações de aprendizagem, centradas na ação-reflexão-ação, na resolução de situação-problema, no estudo de caso, no desenvolvimento
de projetos de pesquisa, de intervenção psicológica, de prevenção.
Ainda é importante destacarmos que o Curso de Psicologia assume o desafio de construir sua formação a partir da perspectiva da
interdisciplinaridade, reconhecendo que ao conseguir articular os conhecimentos, os futuros psicólogos poderão atuar mais integralmente
frente aos problemas encontrados nos espaços nos quais os mesmos estejam inseridos.
Sendo assim, cabe destacar que, ancorando-se nas orientações do Projeto Político Pedagógico, que aponta para a importância da
realização de atividades de caráter interdisciplinar e integrativo, bem como se apoiando nas práticas dos trabalhos interdisciplinares
realizadas durante os três primeiros semestres de existência do curso, criaram-se as Práticas Integrativas em Psicologia (PIPsi),
- 96 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
disciplinas distribuídas do primeiro ao quinto período, aos quais associa-se a sua numeração. Estas precedem os estágios básicos, e são
compreendidas como uma cadeia de componentes curriculares que tem como objetivo central desenvolver competências transversais
articuladas ao conjunto de disciplinas de cada semestre. Tais componentes constituem espaços de aprendizagem de um conjunto de
competências fundamentais previstas no modelo de competências e que devem preparar o aluno para o segmento profissionalizante do
curso. Estes espaços devem ser pensados como oportunidades para o desenvolvimento de atividades de campo, orientadas pelo
professor, rompendo o modelo de sala de aula tradicional. Cada PIPsi tem um projeto articulador a ser desenvolvido pelos alunos,
permitindo a reflexão sobre o conjunto de conhecimentos que estão sendo ministrados em cada semestre. Como já foi sinalizado, essas
novas disciplinas foram construídas a partir de atividades realizadas anteriormente pelo curso, cujos resultados eram apresentados nos
denominados Seminários Interdisciplinares. O objetivo dessas práticas era entender determinados fenômenos e problemas psicológicos de
maneira integrada, a partir dos conhecimentos das disciplinas envolvidas no semestre letivo.
A formação considera ainda as características individuais do graduando, suas experiências, para promover o compromisso do
Psicólogo com o bem-estar de indivíduos, grupos e organizações da sociedade onde atua. Abaixo apresentamos a estrutura curricular do
curso de forma esquematizada com as respectivas cargas horárias e pré-requisitos.
Disciplina
Horas
Total
Pré-requisito
Teor.
Prat.
Primeiro semestre
Psicologia, Ciência e Profissão
60
60
-
-
Neuro-anatomomia
60
40
20
-
Historia da Psicologia
60
60
-
-
- 97 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Introdução ao Trabalho Acadêmico
30
15
15
-
Introdução à Filosofia
60
60
-
-
Indivíduo e Cultura
30
30
-
-
Práticas Integrativas em Psicologia I
30
-
30
-
330
265
65
Total
Segundo semestre
Sist. e Teor. I – Campo Comportamental
60
60
-
-
Fisiologia e Comportamento
30
22
08
-
PPB I – Processos Cognitivos
60
40
20
-
Métodos de Observação e Entrevista
60
30
30
-
Estatística em Psicologia
30
20
10
-
Indivíduo e Sociedade
30
30
-
-
Práticas Integrativas em Psicologia II
30
-
30
-
Total
300
Terceiro semestre
- 98 -
202
98
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Sist. e Teorias II – Campo Psicanalítico
60
60
-
-
Genética e Comportamento
30
20
05
-
Psicologia do Desenvolvimento e da Criança
60
45
05
-
PPB II – Processos de Aprendizagem
60
45
10
-
Psicologia Social I
60
60
-
-
PPB III – Motivação e Emoção
60
45
05
-
Práticas Integrativas em Psicologia III
30
-
30
-
Total
330
275
55
Quarto semestre
Sistemas e Teorias III – Campo Fenomenológico-humanista
60
60
0
-
Psicologia Evolucionista
30
30
0
-
Psicologia da Adolescência
30
20
10
Psicologia do Desenvolvimento e
da Criança
Princípios de Psicometria
30
20
10
Psicologia Social II
60
45
15
Psicologia Social I
Psicopatologia I
60
45
15
-
Práticas Integrativas em Psicologia IV
30
-
30
-
- 99 -
-
Total
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
300
CURSO
220
DE
PSICOLOGIA
-
80
Quinto semestre
Psicologia e Educação I
60
45
15
-
Psicologia Organizacional e do Trabalho I
60
45
15
-
Psicologia da Vida Adulta e da Velhice
60
45
15
Psic. Desenv. Criança
Testes Psicológicos I
60
40
20
Princípios de Psicometria
Psicopatologia II
60
45
15
Psicopatologia I
Práticas Integrativas em Psicologia V
30
-
30
-
330
220
110
Total
Sexto semestre
Psicologia Comunitária
60
45
15
Psicologia e Saúde I
60
45
15
-
Testes Psicológicos II
60
45
15
Testes Psicológicos I
Metodologia Científica em Psicologia
60
45
15
Psicologia Organizacional e do Trabalho II
60
60
120
-
Estágio Básico I
- 100 -
120
-
-
-
Optativa I
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
60
60
-
480
300
180
60
60
-
60
60
-
Educação para a Saúde
60
60
-
-
Métodos de Trabalho Grupal
60
45
15
-
Métodos de Psicodiagnóstico
60
45
15
Testes Psicológicos II
Projeto de Pesquisa em Psicologia
60
-
60
Metodologia Científica em
Total
-
Sétimo semestre
ÊNFASE 1
Psicologia e Saúde II
Psicologia e Saúde I
OU
ÊNFASE 2
Teorias da Aprendizagem e Educação
E
Psicologia
Estágio Básico II
Optativa II
Total
120
-
120
60
60
-
480
270
210
- 101 -
-
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Oitavo semestre
ÊNFASE 1
Psicologia Hospitalar
60
60
-
-
Psicoterapia Familiar
60
60
-
-
Psicopedagogia
60
60
-
Orientação e Aconselhamento Profissional
60
60
-
Orientação e Aconselhamento Psicológico
90
60
30
-
Teorias e Técnicas Psicoterápicas I
60
60
-
-
120
-
120
Estágio Básico I e Est. B. II
Prática de Pesquisa em Psicologia Psicologia
60
15
45
-
Optativa III
60
60
-
315
195
OU
ÊNFASE 2
E
Estágio Profissional I
Total
510
Nono semestre
ÊNFASE 1
- 102 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Elementos de Psicossomática
60
60
-
-
Psicoterapia Breve
60
60
-
-
Psicomotricidade
60
60
-
-
Educação em Contextos de Trabalho
60
60
-
-
Teorias e Técnicas Psicoterápicas II
60
60
-
Teor. Tec. Psicoter. I
Teorias e Técnicas Psicoterápicas III
60
60
-
Teor. Tec. Psicoter. I
Ética em Psicologia
30
30
Estágio Profissional II
150
-
150
Total
420
270
150
OU
ÊNFASE 2
E
Décimo semestre
ÊNFASE 1
Princípios de Epidemiologia
60
60
-
-
Saúde Mental e Trabalho
60
60
-
-
- 103 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
OU
ÊNFASE 2
Programação e Avaliação Educacional
60
60
-
-
Psicologia e Necessidades Especiais
60
60
-
-
Optativa IV
60
60
Seminários Integrativos
30
30
-
-
Dinâmica de Grupo
60
E
60
Estágio Profissional III
240
-
240
Total
510
210
300
Estágio Prof. I e II
RESUMO – DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Carga horária total
4120
Carga horária em disciplinas do Núcleo Comum – obrigatórias
3000
Carga horária em disciplinas do Núcleo Comum – optativas
240
Carga horária em disciplinas de ênfase
420
Carga horária em estágios básicos
240
Carga horária em estágios profissionais da ênfase
510
- 104 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
Carga horária em atividades complementares
-
130
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Apresentamos a seguir algumas nomenclaturas de disciplinas optativas, entendendo que outros títulos podem ser propostos, de acordo
com as inovações que forem ocorrendo no campo da psicologia e as mudanças no curso e Psicologia do UNIFACEX.
Semestre
6º
Disciplina
Psicologia e Sexualidade
Total
Teor.
Prat.
Pré-requisito
60
60
-
-
6º
Neuropsicologia
60
60
6º
Habilidades Interpessoais do Psicólogo
60
60
7º
Psicologia e Políticas Públicas
60
60
-
Psicofarmacologia
60
60
-
7º
Psicologia do Esporte
60
60
-
-
8º
Psicologia Jurídica
60
60
-
-
Elaboração de Documentos Psicológicos
60
60
-
-
Psicologia e Abuso de Drogas
60
60
-
-
Libras
30
30
-
-
7
8
º
º
8º
- 105 -
-
-
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
Estratégias de Atendimento Infantil
60
60
-
-
10º
Saber ouvir o outro: uma competência básica do psicólogo
60
60
-
-
10º
Psicologia do Trânsito
60
60
-
-
10º
Nos quadros 8 e 9 podemos observar o fluxograma curricular dos alunos que farão a opção pela ênfase I - Psicologia e processos
de atenção à saúde - e ênfase 2 - psicologia e processos educativos. Os quadros apontam a sequência em que as atividades serão
inseridas, bem como as respectivas cargas horárias em cada etapa.
Quadro 8 – Fluxograma Curricular da Ênfase Processos de Atenção à Saúde
1.1.1 FLUXOGRAMA CURRICULAR – ÊNFASE 1 – PSICOLOGIA E PROCESSOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
NÚCLEO
INTEGRALIZAÇÃO
Carga horária
Semestr
ÊNFASE PROF. (EP)
COMUM (NC)
CURRICULAR
1o semestre
ATIVIDADES
DISCIPLINAS
ESTÁGIO BÁSICO
DISCIPLINAS
ESTÁGIO PROFISSIONAL
3.000
240
378
510
2o semestre
3o semestre
4o semestre
5o semestre
Sist. e Teor. I:
Sist.
campo
campo
Sist.
III:
Psicologia
profissão
comportamental
psicanalítico
fenomen.-
60 h
60 h
60 h
humanista
COMPLEMENTARES
130
6o semestre
7O semestre
TOTAL
DURAÇÃO
Mínima: 5 anos
4.120
8o semestre
9o semestre
10o semestre
e
Psicologia:
ciência
e
Teor.
II:
e
Teor.
campo
Psicologia
Psicologia
Psicologia
Elementos de
Princípios
Educação I
e
Comunitária
Saúde II
Hospitalar
Psicossomátic
Epidemiologia
60 h
60 h
60 h
60 h
a60 h
60 h
- 106 -
e
de
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
CURSO
DE
PSICOLOGIA
-
60 H
Neuro-
Fisiologia
Psicologia
Psicologia
Psicologia
Educação para a
Psicoterapia
Psicoterapia
Saúde Mental e
anatomomia
comportamento
e
Genética
comportamento
e
evolucionista
Organizacional
Saúde I
e
Saúde
Familiar
Breve
Trabalho
60 h
30 h
30 h
30 h
e do Trabalho I
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
História
PPB I: Processos
Psicologia
Testes
Métodos
psicologia
da
Cognitivos
Desenvolviment
do
Psicologia
Adolescência
da
vida adulta e da
Psicológicos II
Trabalho Grupal
Aconselhamento
Psicoterápicas
Integrativos
60 h
60 h
o e da criança
30 h
velhice
60 h
60 h
Psicológico
II
30 h
90 h
60 h
60 h
Introdução
da
Métodos
de
PPB
II:
Princípios
Testes
Metodologia
Observação
de
Processos
de
Psicometria
Psicológicos I
Científica
acadêmico
Entrevista
30 h
60 h
Psicologia
30 h
60 h
à
Estatística
Aprendizagem
de
60 h
em
de
60 h
trabalho
Introdução
ao
Psicologia
Métodos
em
de
Psicologia Social
Psicologia Social
Psicopatologia II
Psicologia
psicologia
I
II
60 h
Organizacional e
60 h
30 h
60 h
60 h
do Trabalho II
Prática
e
de
Teor.
e
e
Téc.
Téc.
Dinâmica
grupo 60 h
Psicologia
III
60 h
60 h
Estágio
Estágio
Estágio
Profissional I
Profissional II
Profissional III
120 h
150h
240 h
60 h
Indivíduo
Horas/
e
Indivíduo
e
PPB
Psicopatologia I
PIPsi V
Estágio Básico I
Estágio Básico II
Teorias
60 h
30 h
120 h
120 h
Técnicas
Psicologia
Emoção
Psicoterápicas I
30 h
30 h
60 h
Cultura
Sociedade
Motivação
30 h
30 h
III:
e
PIPsi I
PIPsi II
PIPsi III
PIPsi IV
Optativa I
Optativa II
Optativa III
30 h
30 h
30 h
30 h
60 h
60 h
60 h
22
24
24
24
24
24
24
24
semana
- 107 -
em
60 h
de
em
Psicoterápicas
Seminários
Pesquisa
Projeto
Pesquisa
Psicologia
60 h
em
Teor.
Psicodiagnóstico
60 h
Filosofia
Orientação
e
Ética
22
em
Optativa IV
60 h
22
-
Horas/
330
300
PROJETO
330
PEDAGÓGICO
300
330
DO
CURSO
480
DE
PSICOLOGIA
480
510
-
420
510
Semestre
Quadro 9 – Fluxograma Curricular da Ênfase Processos de Atenção à Saúde
FLUXOGRAMA CURRICULAR – ÊNFASE 2 – PSICOLOGIA E PROCESSOS EDUCATIVOS
INTEGRALIZAÇÃO
CURRICULAR
Carga horária
Semestre
NÚCLEO
ÊNFASE PROF. (EP)
COMUM (NC)
ATIVIDADES
DISCIPLINAS
ESTÁGIO BÁSICO
DISCIPLINAS
ESTÁGIO PROFISSIONAL
3.000
240
378
510
1o semestre
2o semestre
Psicologia:
Teor.
I:
Teor.
II:
7o semestre
8o semestre
9o semestre
10o semestre
Psicologia
Psicologia
Teorias
campo fenomen.-
Educação I
Comunitária
Aprendizagem e
Psicopedagogia
Psicomotricida
Avaliação
profissão
comportamental.
psicanalítico
Humanista
60 h
60 h
Educação
60 h
de
Educacional
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
Neuro-
Fisiologia
Psicologia
Psicologia
Psicologia
Educação para a
Orientação
Educação
em
anatomomia
comportamento
comportamento
evolucionista
Organizacional
Saúde I
Saúde
Aconselhament
Contextos
de
60 h
30 h
30 h
30 h
e do Trabalho
60 h
60 h
o Profissional
Trabalho
Especiais
60 h
60 h
60 h
Genética
e
e
6o semestre
Sist. e Teor. III:
e
Sist.
5o semestre
4.120
campo
e
e
Mínima: 5 anos
130
4o semestre
DURAÇÃO
campo
ciência
Sist.
3o semestre
TOTAL
COMPLEMENTARES
da
Programação
60 h
e
I
e
Psicologia
e
e
Necessidades
60 h
História
da
PPB
I:
Processos
Psicologia
do
Psicologia
da
Testes
Métodos
psicologia
Cognitivos
Desenvolvimento
Adolescência
vida adulta e
Psicológicos II
Trabalho Grupal
Aconselhamento
Psicoterápicas II
Integrativos
60 h
60 h
e da criança
30 h
da velhice
60 h
60 h
Psicológico
60 h
30 h
60 h
Introdução
ao
Métodos
de
PPB II: Processos
Psicologia
da
de
60 h
Princípios
de
Testes
Orientação
e
Teor.
e
Téc.
Seminários
90 h
Metodologia
- 108 -
Métodos
de
Prática
de
Teor.
e
Téc.
Dinâmica em grupo
-
trabalho
Observação
acadêmico
Entrevista
30 h
60 h
Introdução
à
Estatística
Filosofia
psicologia
60 h
30 h
Indivíduo
e
Indivíduo
de
PROJETO
de aprendizagem
60 h
PEDAGÓGICO
DO
Psicometria
Psicológicos I
Científica
30 h
60 h
Psicologia
CURSO
em
DE
PSICOLOGIA
Psicodiagnóstico
pesquisa
60 h
Psicologia
III
60 h
60 h
Estágio
Profissional I
120 h
Estágio
Estágio
Profissional II
Profissional III
150 h
240 h
60 h
em
e
Psicologia Social I
Psicologia
Psicopatologia
Psicologia
60 h
II
II
Organizacional
60 h
60 h
do Trabalho II
Psicologia
60 h
60 h
Psicopatologia I
Estágio Básico I
Estágio Básico II
Teorias
60 h
120 h
120 h
Técnicas
PPB
III:
e
Social
Projeto
e
Pesquisa
de
em
Cultura
Sociedade
Motivação
30 h
30 h
Emoção
Psicoterápicas
30 h
60 h
em
-
e
Psicoterápicas
Ética
Psicologia
I
60 h
em
Optativa IV
60 h
30 h
PIP
PIPsi II
PIPsi III
PIPsi IV
PIPsi V
Optativa I
Optativa II
Optativa III
si I
30 h
30 h
30 h
30 h
60 h
60h
60 h
22
22
24
24
24
24
24
24
22
22
330
300
330
300
330
480
480
510
420
510
30 h
Horas/
semana
Horas/
Semestre
- 109 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
III
- 4.5
DO
CURSO
DE
-
ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
As atividades complementares (ATC´s) estão na organização curricular do
curso de Psicologia do UNIFACEX com o objetivo de fomentar a atualização
permanente do corpo discente no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão em
conformidade com as Diretrizes Curriculares para o curso de Psicologia.
Na perspectiva do ensino, estas têm a finalidade de complementar as
competências desenvolvidas a partir dos ementários das disciplinas previstos na
matriz curricular. No âmbito da pesquisa, as ATC´s servem de base para estimular
a iniciação científica. Quanto à extensão, subsidia o desenvolvimento de habilidades
técnicas, culturais, sociais e políticas a fim de consolidar o perfil desejado para o
curso.
O aluno do Curso de Psicologia do UNIFACEX deverá cumprir pelo menos
130 horas em Atividades Acadêmicas Complementares (ATC´s), além das horas
previstas para cumprimento das disciplinas do Núcleo Comum, Estágios Básicos,
Disciplinas das Ênfases e Estágios Profissionais. O cumprimento mínimo das 130
horas é obrigatório para conclusão do curso. Essas atividades complementares são
registradas de acordo com as normas estabelecidas e os alunos são sempre
estimulados a participar de atividades que possam ampliar a sua compreensão em
relação á Psicologia, como campo científico e prática profissional. As atividades
complementares são institucionalizadas pelo UNIFACEX através do Manual do
Aluno, disponibilizado no site da IES, no qual constam as orientações para o
desenvolvimento das ATC´s. A partir das diretrizes expressas nesse manual, o
curso de Psicologia, com o auxílio de um sistema de informação acompanha o
processo de ATC´s.
As atividades complementares, para serem validadas, devem estar em
consonância com a formação pretendida e alinhada com as atividades e categorias
previstas no Manual de Atividades Complementares do UNIFACEX.
Entretanto, não constitui uma obrigação do curso de Psicologia do UNIFACEX
oferecê-las por meio da Coordenação de Pesquisa e Extensão. Outrossim, diversas
atividades são promovidas como estímulo ao cumprimento das ATC´s, a saber:
seminários, mini-cursos, simpósios, palestras, monitoria de ensino e extensão,
publicação de trabalhos, iniciação científica, participação em apresentações de
trabalho final de curso, defesas de teses, dissertações e monografia da área,
organização de eventos, estágio supervisionado não obrigatório, dentre outros.
- 110 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Além das atividades realizadas internamente, o curso estimula a participação dos
alunos em congressos locais, regionais, nacionais e internacionais, encontros,
atividades em geral da área, oferecidas por outras instituições.
O acompanhamento é realizado da seguinte maneira: o aluno preenche o
relatório de atividade complementar e anexa o documento comprobatório da
atividade desenvolvida. Estes relatórios e a comprovação da atividade são
analisados quanto aos seguintes aspectos: veracidade, coerência técnica e
alinhamento de categoria, considerando as determinações expressas no manual de
ATC. A análise é realizada por uma equipe de professores com carga horária
específica para esta tarefa que, ao validar o relatório apresentado, lança a carga
horária compatível no sistema. O sistema foi desenvolvido por equipe própria de
informática do UNIFACEX e serve a todos os cursos da instituição.
A carga horária vai sendo creditada ao débito total de 130 horas que cada
aluno apresenta ao ingressar noUNIFACEX. Para registrar esse trâmite, existe um
arquivo físico, composto de pastas individuais que são abertas quando o aluno
apresenta a primeira atividade complementar. Ao concluir o curso, as pastas desses
alunos são encaminhadas para arquivo morto.
Neste
sentido,
a
coordenação
do
curso
de
Psicologia
planeja,
semestralmente, um calendário de atividades, que é inserido no calendário de
extensão da instituição e publicado para a comunidade acadêmica. Este calendário
é divulgado no início de cada semestre por meio físico (folder), eletrônico (site),
presencialmente em cada turma pela coordenação do curso e encaminhado aos
alunos e líderes de turma pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem.
III. 4.6 ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Tem-se hoje, como princípio, que para a formação do profissional cidadão é
imprescindível sua efetiva interação com a sociedade, seja para se situar
historicamente, para se identificar culturalmente ou para referenciar sua formação
com os problemas que profissionalmente terá de enfrentar.Neste sentido, o Curso
de Psicologia do UNIFACEX procura consolidar a prática da extensão, possibilitando
aos profissionais uma oportunidade de traduzir para o campo operativo os
conhecimentos que a Instituição vem produzindo e disseminando.
- 111 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Alinhada àpolítica de extensão do UNIFACEX, o Curso de Psicologia se pauta
pelas seguintes diretrizes:

Desenvolver habilidades e competências do alunado, possibilitando condições
para que os alunos aprendam na prática os aspectos teóricos refletidos em
sala de aula;

Ofertar atividades de extensão de diferentes modalidades balizadas nos eixos
temáticos do Fórum Nacional de Extensão, bem como nas demandas da
comunidade;

Estabelecer diretrizes de valorização da participação discente em atividades
extensionistas, promovendo sua inserção nos programas e projetos
idealizados;

Definir e utilizar indicadores próprios de avaliação e de gestão das atividades
de extensão;

Concretizar ações extensionistas relacionadas à responsabilidade social.
Com a extensão,o UNIFACEX, além de proporcionar melhorias à comunidade
na qual está inserido, busca também a melhoria da qualidade do ensino e da
pesquisa,
as
atividades
extensionistas
podem
servir
como
um
canal
de
comunicação direto de retroalimentação para essas atividades. No Curso de
Psicologia, as atividades de extensão são realizadas de acordo com documento
próprio da instituição, concebido em concordância com as normas e legislação
vigentes e que regulamenta esse tipo de atividade.
O curso de Psicologia do UNIFACEX oferece diversas modalidades de
atividades extensionistas, dentre: palestras, encontros científicos e culturais,
minicursos, mesas redondas, entre outras. Além desses, faz parte do calendário
de eventos do Curso de Psicologia do UNIFACEX, os eventos preparatórios do CRP
– 17/RN, o Dia do Psicólogo (em agosto), Dia da BVS-Psi (em agosto), a Semana
Norte-Riograndense de Psicologia (em agosto), as Conferências Municipais e
Estaduais em Saúde e Educação, ações de extensão promovidas pelo UNIFACEX
Social em municípios do RN, dentre outros.
Inclui-se, ainda, no calendário acadêmico, os principais eventos da área de
Psicologia, tais como o Congresso Norte Nordeste de Psicologia (CONPSI), o
Congresso Nacional da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO), o
Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência & Profissão, o Congresso Nacional de
- 112 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Psicologia, dentre outros. Desse modo, há constante estímulo à apresentação de
trabalhos e participação em eventos promovidos por outras unidades de ensino,
dentro e fora do estado do Rio Grande do Norte, órgãos públicos e entidades
privadas que debatam temas relevantes para a formação do psicólogo.
III. 4.7 Pesquisa e iniciação científica
Ocurso de Psicologia do UNIFACEX reconhece no desenvolvimento da
investigação
científicaum
valioso
instrumento
pedagógico
e
social
para
a
consecução de seus objetivos educacionais. O fazer ciência, participando de
atividades de pesquisa aplicada, tem um importante papel não só para a formação
do estudante universitário, mas também na transformação da sociedade como um
todo.
Na primeira situação, no Curso de Psicologia, a pesquisa é oferecida na
forma de iniciação científica que tem por objetivo incentivar a pesquisa entre os
alunos da instituição. Como benefício direto, tem-se um aluno em contato com as
novas tecnologias e que aprende a buscar conhecimento por conta própria. O aluno
também aprende a lidar com cronogramas, trabalhar em equipe, melhorar seu
raciocínio lógico, buscar resultados, além de desenvolver textos técnico-científicos e
apresentar trabalhos em eventos.
Na segunda perspectiva, as pesquisas desenvolvidas são capazes de dar
respostas concretas e imediatas aos problemas que surgem no cotidiano da
comunidade. A investigação do desconhecido ajuda a formar mentes organizadas
no método científico, na análise crítica frente a novos desafios e na proposição e
verificação experimental de hipóteses de trabalho a serem testadas de forma
sistemática.
Para desenvolver as atividades de pesquisa, anualmente são propostos
projetos por diferentes professores, através do edital de seleção divulgado pela
Coordenação de Pesquisa e Extensão. Nesse sentido, são abertas vagas para
discentes bolsistas e voluntários. Cabe ressaltar que os professores pesquisadores
também são contemplados com uma bolsa ao longo da execução do projeto de
pesquisa.
- 113 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O curso de Psicologia entende a pesquisa como um caminho de emancipação
do aluno. Assim, o curso em tela alia-se ao papel do UNIFACEX, que através do
PPI- Projeto Político Pedagógico Institucional prevê o ensino, pesquisa e extensão
de qualidade, e para isso, sendo necessária a criação de mecanismos e estruturas
capazes da construção da ciência, com assevera Frota Jr (2004):
Uma universidade é olocus privilegiado onde os participantes do processo
educacional interagem, desenvolvendo e adquirindo conhecimentos e habilidades,
com o objetivo de entender e agir sobre a realidade que os cerca. O papel da
universidade, nesse contexto, deve traduzir-se em seu efetivo compromisso com a
solução dos problemas e desafios de seu contexto econômico-social, implicando
maior responsabilização quanto aos interesses e necessidades sociais. Cabe à
universidade, portanto, esse importante papel impulsionador do desenvolvimento,
do qual nenhum país pode prescindir, que nega à sociedade, através do saber e da
reflexão, o conhecimento para a busca da melhoria das condições econômicas e
sociais.
III. 4.8 Monitoria de Ensino
O
curso
de
Psicologia
do
UNIFACEX
também
estimula
a
formação
complementar dos educandos através de incentivo à participação no programa de
monitoria. A atividade de monitoria relaciona-se às atividades didáticas de uma
determinada disciplina ou conjunto de disciplinas afins, sempre sob orientação de
um docente, e é exercida por estudantes devidamente matriculados nos cursos de
graduação e pós-graduação do UNIFACEX, e que tenham cursado a disciplina objeto
da monitoria sem reprovação. A inserção dos alunos em atividades como monitores
respeita o regulamento elaborado pelo UNIFACEX, descrito a seguir:
Art. 1º - Entende-se por monitoria a atividade de caráter didáticopedagógico desenvolvida pelo aluno e, orientada pelo professor, que contribui para
a formação acadêmica do estudante do Centro Universitário FACEX (UNIFACEX).
Art. 2º - A função de monitor é voluntária e não constitui cargo ou
emprego e nem gera vínculo empregatício de qualquer natureza com o UNIFACEX.
Art. 3º - O Monitor poderá receber, por seu desempenho, uma bolsaestudo, a critério e estabelecido pela Mantenedora, com percentual sobre a
mensalidade praticada em seu curso, como estímulo de sua produção intelectual.
- 114 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Art. 4º - Durante o período de vigência da Monitoria, o aluno terá como
incentivo da instituição, direito a:
a) isenção de taxa para obtenção de declaração;
b) isenção de taxa para requerer segunda chamada de avaliação;
c) isenção de taxa de inscrição em eventos culturais e científicos
realizados pela instituição;
d) isenção de taxa para requerer Histórico Escolar junto a Secretaria.
Art. 5º - Semestralmente será definido o número de vagas disponíveis
para Monitoria, de acordo com as necessidades de cada curso.
Art. 6º - A Coordenação do Curso apresentará a Direção da Faculdade o
plano de Monitoria, que deverá conter:
1. definição de sua política para o trabalho de Monitoria;
2. carga horária das disciplinas ofertadas pelos professores;
3. número de professores e regime de trabalhos; e
4. atividades que serão desenvolvidas pelos monitores.
Art. 7º - A seleção de Monitores deverá atender aos seguintes critérios:
a) ter cursado a disciplina a qual se candidata a monitorar;
b) ter obtido na disciplina, média final igual ou superior a 7;
c) outros critérios estabelecidos pela Direção.
Art. 8º - O aluno deverá ter disponibilidade de, no mínimo, 6 (seis) horas
semanais, distribuídas entre o acompanhamento do professor regente da disciplina
em sala de aula e atividades técnico-didáticas, ligadas ao ensino da disciplina,
conforme plano de trabalho a ser apresentado à Coordenação do Curso.
Art. 9º São atribuições do Monitor, dentre outras:
a) discutir com o professor o Plano de Trabalho da Monitoria;
b) comparecer com o professor orientador a sala de aula para
acompanhar o desenvolvimento, do plano de trabalho;
c) orientar os colegas na resolução de problemas ou dificuldades da
disciplina;
d) coordenar grupos de trabalho ou estudo, tendo em vista a
orientação da aprendizagem dos colegas;
e) desenvolver outras atividades estabelecidas no Plano de Trabalho.
Parágrafo Único. Dentre as competências do Monitor, não inclui a
responsabilidade de ministrar aulas em substituição ao Professor.
- 115 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Art. 10 - A admissão de Monitores far-se-á sempre mediante teste de
seleção, com avaliação através de provas e de outros critérios a serem fixados pela
Coordenação de Curso, podendo concorrer os alunos que preencham os requisitos
estabelecidos nos artigos anteriores.
Art. 11 - É de responsabilidade do professor orientador a orientação
contínua do Monitor, bem como a remessa, à Coordenação do Curso de relatório
semestral circunstanciado das atividades desenvolvidas, que depois de analisado
será
encaminhado
à
Direção
da
Faculdade,
para
expedição
de
atestados
comprobatórios dos exercícios desta atividade.
Art. 12 - Compete à Coordenação do Curso acompanhar as atividades
previstas no Plano de Trabalho de Monitoria.
Art. 13 - Em caso de desistência do programa, o Monitor deverá
apresentar seu pedido de afastamento ao professor orientador que o encaminhará
à Coordenação do Curso, para as providências cabíveis.
§1º - Quando do afastamento do Monitor, caso seja conveniente ao
professor, poderá este, propor a admissão de um novo Monitor até completar o
tempo de duração do programa.
§2º - Para efeito de substituição, deverá ser convocado o segundo
colocado no teste de seleção e, na falta de disponibilidade deste e dos demais
classificados, a Direção poderá efetuar novo teste seletivo.
§3º - O Coordenador do Curso deverá encaminhar o novo nome do Monitor
à Direção, para normatização administrativa.
Art. 14 - O programa será operacionalizado pela Direção no que se refere
aos prêmios, atestados e demais atividades administrativas.
Parágrafo Único. O resultado do processo seletivo deve ser encaminhado à
Secretaria Geral para que o mesmo seja arquivado na pasta do aluno.
Art. 15 - Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso,
em articulação com a Direção.
Art. 16 - Este Regulamento de monitoria entra em vigor na data de sua
aprovação pelo CONSUP, revogadas as disposições em contrário, mas com efeito
retroativo sobre as seleções já praticadas pelos diversos cursos da IES, para efeito
de seleção de monitores que tenham exercido a referida função, seguindo os
parâmetros deste Regulamento.
- 116 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
III
-
4.9 Adequação dos
Requisitos Legais
DO
CURSO
DE
-
Conteúdos
Curriculares
aos
4.9.1 Exigências do Decreto 5.626/2005 - Libras, quando
obrigatório
O aluno poderá optar pela disciplina Libras, oferecida pela Instituição nos
cursos de licenciatura, de acordo com a legislação vigente, com o aproveitamento
da respectiva carga horária para compor o total das horas das Atividades
Complementares??? De igual forma, poderá cursar disciplinas ofertadas em outros
cursos do UNIFACEX e que não estejam presentes na matriz curricular do curso de
Psicologia.
4.9.2 Políticas de educação ambiental, conforme o disposto na
Lei nº 7.795, de 27 de abril de 1999 e no Decreto nº 4.281, de junho
de 2002.
A Instituição está cumprindo às exigências das legislações através das
disciplinas: Psicologia Organizacional e do Trabalho, Psicologia Comunitária,
Princípios de Epidemiologia, na estrutura curricular do curso de Psicologia, de forma
transversal.
4.9.3 Diretrizes Nacionais
para a Educação em Direitos
Humanos, conforme o disposto no Parecer CNE/CP nº 8/2012
A Instituição está cumprindo às exigências das legislações através da
disciplina Optativa (Psicologia, Políticas Públicas e Assistência Social) na estrutura
curricular do curso de Psicologia, bem como de forma transversal, por meio das
disciplinas Psicologia comunitária, Educação para a saúde, Psicologia Social II,
Psicologia e Saúde I.
A Instituição está cumprindo às exigências das legislações através da
disciplina Indivíduo e Cultura na estrutura curricular do curso de Psicologia, bem
como de forma transversal, por meio das disciplinas Indivíduo e Sociedade,
Psicologia: ciência e profissão, História da Psicologia.
- 117 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
III - 5 Os estágios no curso de psicologia
5.1 Sobre o estágio obrigatório
O estágio obrigatório desempenha papel central na formação do aluno do
UNIFACEX, especialmente pela preocupação expressa do projeto em articular
competências e meios com o perfil desejado do psicólogo. De uma forma geral,
pode-se afirmar que a natureza da atividade de estágio se encontra ligada tanto ao
conteúdo das disciplinas como à extensão de serviços à comunidade. As ações
práticas dos alunos em seus estágios profissionalizantes visam, além da aquisição
de uma postura profissional, uma aproximação com a comunidade e principalmente
a aplicação prática do conhecimento apreendido durante o curso. Assim, para
atender à comunidade, eles devem estar preparados tanto em termos éticos, como
técnicos e científicos. O estágio é uma ocasião em que o aluno compartilha da
experiência prática do supervisor, considerando que a supervisão acadêmica deve
promover e garantir as condições de um trabalho de qualidade no atendimento que
oferece.
O estágio se insere na proposta curricular, guiado pelos seguintes objetivos
gerais:







identificar fenômenos psicológicos;
caracterizar o fenômeno psicológico em diferentes contextos sociais e
institucionais de acordo com a demanda apresentada;
planejar operações profissionais de intervenção para atender a demanda;
implementar ações profissionais, empregando o instrumental da psicologia
para atender a demanda;
possibilitar a integração da teoria com a prática;
possibilitar a integração do ensino, pesquisa e extensão;
avaliar os resultados da ação profissional empreendida
Conforme previsto nas Novas Diretrizes para os cursos de Psicologia, o
presente projeto incorpora dois tipos de atividades de estágio – o estágio básico e o
estágio profissional, específico da ênfase escolhida pelo aluno. Há, entre os dois,
uma estreita relação de sequência, como se depreende da análise da grade
curricular.
As atividades de estágio também são caracterizadas em termos do contexto
em que o aluno será inserido. Temos, portanto, os estágios internos, aqueles
realizados no UNIFACEX no âmbito do Serviço-Escola de Psicologia (SEP), bem
- 118 -
)
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
como nos seguintes espaços institucionais: Faculdade da Terceira Idade, Escola
FACEX (Educação Infantil, Ensinos Fundamental e Médio) e Departamento de
Esportes; e os estágios externos, quando a atividade a ser desenvolvida pelo aluno
ocorre no âmbito de outro contexto institucional. Vale assinalar, de início, que todas
as atividades de estágio são supervisionadas, independente do local em que
ocorram, por professores supervisores do quadro do UNIFACEX.
a) Estágio Básico
Inserindo-se no sexto e sétimo semestres, o estágio básico foi estruturado
com a duração de um ano, dividindo-se em duas disciplinas - Estágio Básico I e
Estágio Básico II, em semestres subsequentes, cada uma com carga horária
semestral de 108 (cento e oito) horas, com o objetivo de integrar o conjunto de
habilidades e competências trabalhadas no núcleo comum da formação.
Situado nesse momento da formação, quando o aluno já se prepara e
começa a realizar disciplinas da ênfase escolhida, o estágio básico procura cumprir
a função de fechar a sequência de disciplinas que garantiram as bases conceituais
da psicologia e das áreas afins, os fundamentos metodológicos e técnicos.
Ao mesmo tempo, ele se insere em um momento do curso em que os
domínios clássicos de atuação do psicólogo já estão sendo apresentados aos
alunos. Assim, busca-se uma integração entre a formação científica básica e a
atuação profissional.
Embora ao longo da maioria das disciplinas o aluno tenha contato com
atividades práticas - em contextos naturais e em laboratórios - o estágio básico
constitui o momento de integração de um conjunto complexo de habilidades e de
competências. Em relação às práticas existentes desde o início do curso, o estágio
básico se diferencia em duas dimensões importantes:

deve envolver situações mais complexas;

deve assegurar maior autonomia ao aluno para enfrentar os
problemas postos pela realidade.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em
Psicologia asseguram liberdade à instituição para conceber, de forma mais
específica os seus estágios, oferecendo apenas uma diretriz geral da sua função no
processo de formação do psicólogo. Seguindo essa diretriz, este projeto reflete o
que nos parece uma das possibilidades de conceber práticas integrativas ligadas ao
núcleo comum.
- 119 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
No presente projeto, o estágio básico deve se estruturar em torno das macro
competências
de
diagnóstico
e
planejamento
de
intervenções.
Estas
duas
competências, de alguma forma, articulam a vertente da pesquisa/conhecimento
(pela ação de diagnosticar) com a vertente profissional (pelo planejamento das
intervenções). O conjunto de disciplinas cursadas até o momento de início do
estágio assegura a existência de pré-requisitos que são relevantes tanto para
diagnosticar a realidade (como por exemplo, uma cadeia de pesquisa e de medidas)
quanto para planejar intervenções (as disciplinas que remetem a áreas específicas
de atuação que fornecem modelos de práticas profissionais relevantes para os
diferentes domínios).
Assim, o estágio básico encontra-se definido em termos de habilidades e
competências que detalham as duas macro competências acima assinaladas.
Adicionalmente, prevê-se um conjunto de atividades acadêmicas possíveis de
serem desenvolvidas, aqui consideradas relevantes para o desenvolvimento das
competências definidas. Esse exercício inicial de planejamento do estágio básico
pode ser visto no Quadro a seguir.
b) Definição do Estágio Básico (I e II)
Habilidades/Competências
Atividades acadêmicas possíveis





Escolher e utilizar instrumentos e
procedimentos de coleta de dados
(observação, entrevistas, inventários,
questionários, testes e escalas) em
Psicologia,
tendo
em
vista
a
pertinência e os problemas quanto ao
uso, construção e validação.
Selecionar
instrumentos
e
procedimentos de análise e avaliação
que permitam a caracterização de
problemas
psicológicos
e
psicossociais concretos, tendo em
vista a sua complexidade e múltipla
determinação.
Diagnosticar problemas humanos de
ordem cognitiva, comportamental e
afetiva, em diferentes contextos, em
nível
de
indivíduos,
grupos
e
organizações.
Definir
o
tipo
de
intervenção
pertinente ao papel do psicólogo
frente a problemas psicológicos e




- 120 -
Visitar
diferentes
contextos
–
organizações, comunidades – para
contato, observação e descrição de
fenômenos psicológicos nas diversas
dimensões possíveis.
Discutir as diferenças observadas
entre fenômenos psicológicos entre
os contextos observados.
Utilizar ferramentas estruturadas,
geradas pela Psicologia, para análise
de indivíduos, grupos e contextos em
que estes se movimentam, para
identificar
problemas
e
potencialidades de melhoria.
Realizar pequenos levantamento de
necessidades e explorar caminhos
alternativos para atendê-las.
Analisar dados de diferentes fontes
que contribuam para a compreensão
de problemas psicológicos de forma
articulada entre os diferentes níveis
em
que
eles
se
expressam
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA



psicossociais específicos,
Elaborar projetos de intervenção 
congruentes com as informações
coletadas nas diferentes etapas
diagnósticas.
Elaborar relatórios da experiência
prática.

Relacionar-se, dentro dos padrões
éticos desejáveis para a profissão,
com instituições e seus usuários.
DO
CURSO
DE
-
(individual, grupal, institucional).
Discussões
coletivas
sobre
os
trabalhos desenvolvidos pelos alunos,
de forma a socializar experiências
diferenciadas quanto aos contextos e
aos problemas identificados.
Seminário final com a apresentação
dos
diagnósticos
e
planos
de
intervenção.
Assim definido, o estágio básico ocorre em sistema de rodízio, com grupos
de estagiários circulando em diversos contextos (varia de 06 a 08), oportunizando
ao aluno um amplo conhecimento de possíveis atuações do psicólogo, visando
subsidiar uma escolha com mais autonomia no estágio profissional. A figura 1
ilustra um exemplo de rodízio. Em cada um dos locais o aluno passa cerca de 20
horas distribuídas em quatro ou cinco semanas.
Os alunos realizam como atividades práticas a observação, descrição e
avaliação de fenômenos psicológicos, entrevistas, tendo a oportunidade adicional
de familiarizar-se com a atuação dos profissionais e com o funcionamento
institucional. Nesta oportunidade, eles também adquirem habilidades básicas de
relacionamento
profissional
com
os
usuários
dos
serviços
psicológicos.
Os
professores supervisores responsáveis pelas disciplinas fazem o preparo para
inserção dos alunos nestes contextos e acompanham o desenvolvimento dos
mesmos.
- 121 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Serviço
substitut
ivo
HOSPITAI
Canto
jovem
geral
Empresa
CRAS
GAAC
ESCOLA
Casa de
passagem
Casa
Durval
Paiva
Figura 4: Representação gráfica do rodízio dos Estágios Básico I e II do curso de Psicologia da
FACEX. Os alunos participam de atividades nestes locais durante dois semestres, em cada
local o aluno passa cerca de 20 h distribuídas em quatro semanas.
No entanto, para garantir a operacionalização da presente proposta, são
necessários alguns procedimentos, tais como: 1) a manutenção de diversas
parcerias com profissionais de psicologia, denominados de Supervisores de Campo,
em instituições conveniadas para este fim; 2) a garantia de um número equivalente
de professores orientadores, denominados nas Normas Internas do Estágio
Obrigatório do Curso, de Supervisores Acadêmicos, em igual número aos grupos de
estagiários compostos em cada turma; 3) manter o número de 03 a 04 grupos de
alunos por supervisor no decorrer de cada semestre letivo, totalizando 06 ou 08
vivências em distintos contextos institucionais ou comunitários, ao término das
disciplinas de estágio básico. Dessa forma, a referida proposta possibilitará ao
aluno o conhecimento de diferentes realidades e acesso a diversificadas formas de
expressão de fenômenos e problemas psicológicos e psicossociais.
Quanto às supervisões, estas são realizadas semanalmente, em grupos com
no máximo 10 estagiários. Elas constituem um espaço de significativa relevância
para a aprendizagem, cujo objetivo é favorecer a troca de informações e
- 122 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
experiências advindas das atividades realizadas pelos grupos de alunos. Para tornar
esses momentos mais produtivos, o curso de Psicologia do UNIFACEX adotou o
Diário Vivencial de Psicologia, um instrumento que auxilia os supervisores no
acompanhamento
dos
seus
estagiários,
facilitando
o
processo
ensino-
aprendizagem. No Diário, o aluno registra sentimentos, percepções, dúvidas,
reflexões sobre as competências e habilidades que desenvolveu ou que precisam
ser adquiridas etc.
Assim, ao longo das disciplinas Estágio Básico I e Estágio Básico II, os
grupos transitam, com orientações específicas sobre o que deles se espera. Na
primeira disciplina do estágio básico, prevê-se que cada grupo, ao passar pelos
diferentes contextos, elabore um ensaio de proposta de intervenção em um dos
contextos escolhido pelo próprio grupo. Já na segunda disciplina do estágio básico,
prevê-se que cada grupo conheça outros diferentes contextos e concentre-se, de
forma mais profunda, nas atividades primordiais do estágio básico, quais sejam, o
diagnóstico e o planejamento de intervenções. Isso irá possibilitar a elaboração,
pelos alunos, de uma proposta de intervenção em um dos contextos, sendo a
referida atividade parte integrante do Relatório Descritivo, compreendido como
produto final de cada disciplina do estágio básico. Esse relatório é apresentado
oralmente na última semana de aulas de cada semestre letivo, compondo a
programação do Seminário de Apresentação dos Trabalhos Interdisciplinares do
curso, evento que possibilita a participação de todos os alunos do curso para
conhecer os resultados das práticas integrativas desenvolvidas pelos alunos do
primeiro ao quinto período.
c) Estágio Profissional
De acordo com as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de Psicologia e em sintonia com o presente projeto de formação, o estágio
profissional
representa
uma
etapa
conclusiva
na
formação
do
psicólogo.
Caracteriza-se por expor o aluno (estagiário) a contextos que demandem práticas
mais complexas, nas quais poderá exercer o papel ocupacional previsto para o
psicólogo naquelas competências que estão sendo aprofundadas na ênfase
escolhida pelo aluno, a partir do 7º (sétimo) período do curso. Desde a construção
do seu projeto específico, o aluno contará tanto com a supervisão no campo como
- 123 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
com a orientação de um professor supervisor. Essa orientação deverá ser
congruente com a escolha teórica e metodológica do aluno.
O estágio no final do curso – específico da ênfase – por ser a atividade
integradora por excelência se diferencia pela exigência de maior autonomia e
capacidade de diagnosticar e planejar a intervenção pertinente. Diferentemente do
estágio básico, o aluno tem a oportunidade de desenvolver atividades de
intervenção, individualmente, respondendo com a autonomia necessária para
viabilizá-las.
Feitas tais considerações gerais, o estágio na ênfase curricular estrutura-se
de acordo com as seguintes características:
a) Tem duração de um ano e meio, de forma a garantir tempo suficiente
para o desenvolvimento de atividades significativas para o seu objetivo na
formação global do aluno;
b) Divide-se em três momentos correspondentes aos três semestres finais
do curso, totalizando 504 horas de trabalho1.
O primeiro, denominado de Estágio Profissional I, com a duração de 108
(cento e oito) horas, ocorre ainda concomitante a algumas disciplinas da formação
básica e da ênfase escolhida. Está voltado para familiarização, análise e diagnóstico
das necessidades e práticas interventivas norteada pelo Plano de Ensino, referente
ao contexto escolhido pelo aluno na disciplina.
O segundo, Estágio Profissional II, um pouco mais longo com a carga horária
de 150 (cento e cinquenta) horas, tem a mesma dinâmica do primeiro só que
ocorrendo em um contexto diferente com o propósito de oportunizar uma nova
experiência, que poderá ou não ser estendida para o Estágio Profissional III. Devese, no entanto, observar, na ocasião dessa escolha, a adoção de critérios por parte
de alguns contextos que apontam para a necessidade da continuidade da
experiência do estágio durante o período de um ano, compreendendo os dois
momentos finais do curso.
O trabalho final das duas disciplinas de Estágio Profissional I e II constitui
um Relatório Descritivo das etapas do trabalho realizado, o qual envolve
diagnóstico, planejamento e ações interventivas. Nesse momento do curso, esperase que o aluno tenha a capacidade, já adquirida no estágio básico, de vincular um
1
A carga horária do estágio profissional, quando somada ao do estágio básico, atende ao requisito das
Novas Diretrizes Curriculares para os cursos de Psicologia, que indica a necessidade de 15% da carga
horária total do curso em atividades de estágio.
- 124 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
diagnóstico dos desafios e problemas que o contexto específico coloca ao psicólogo,
e as prioridades de intervenção, os recursos e ferramentas utilizados, bem como
uma análise crítica da própria intervenção.
Finalmente, o Estágio Profissional III, mais longo, com a carga horária de
240 (duzentos e quarenta) horas deverá ser desenvolvido em um dos contextos
nos quais o aluno inseriu-se em uma das disciplinas anteriores do Estágio
Profissional ou em um terceiro e novo contexto. Com esta possibilidade de escolha,
busca-se permitir que o aluno avalie, dentro do seu projeto de formação, a
pertinência de uma atuação mais ampla e profunda em um contexto ou mais
diversificada. Este terceiro estágio deverá contemplar uma intervenção mais
significativa, respeitando-se a capacidade já desenvolvida pelo aluno para lidar com
a complexidade dos determinantes da situação problema. Como trabalho final
dessa disciplina, o aluno produz um Relatório Técnico-Científico.
Como afirmado anteriormente e expresso a seguir no quadro demonstrativo,
os estágios utilizam contextos internos voltados para a prestação de serviços
psicológicos. Também são utilizados espaços externos, objeto de construção de
parcerias entre o UNIFACEX e diversas outras entidades ou instituições do
município de Natal.
Ou seja, os estágios ocorrem nas instituições parceiras do curso e/ou nos
espaços de atendimento do Serviço-Escola de Psicologia (SEP) e outras instalações
do UNIFACEX. Quando ocorrem no SEP, a prática de estágio é norteada pelas
normas internas que regulamentam o trabalho nessa unidade do curso. Quando
ocorrem fora da instituição, outro conjunto de regras e procedimentos pauta a
escolha, inserção e acompanhamento das atividades do aluno. Para a realização
desses estágios, o UNIFACEX possui convênio com as Secretarias Municipais de
Natal e Parnamirim, Secretaria Estadual de Saúde do RN, ONG`s, escolas privadas,
empresas de transportes, SENAC, Consultorias de RH. Os estágios são realizados
na Liga Norte-Riograndense contra o Câncer, Centro de Referência Especializada
em Assistência Social, Centros de Atenção Psicossocial, Ambulatório de Saúde
Mental, Policlínica de Neópolis, Maternidade do Divino Amor, Casas de Passagem,
Empresas diversas, Centro Reprodutivo Leide Morais, Casa Escola, Centro de
Educação Infantil, Colégio Nossa Senhora das Neves, Grupo de Apoio á Criança com
Câncer, Casa de Apoio á Criança com Câncer Durval Paiva.
O Estágio Profissional considera as duas ênfases oferecidas pelo Curso
(Psicologia e Processos de Atenção à Saúde / Psicologia e Processos Educativos)
- 125 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
que se refletem num conjunto de práticas necessárias ao desenvolvimento das
competências profissionais esperadas. O quadro 12 exemplifica alguns contextos
específicos onde essas práticas podem ser desenvolvidas em consonância com cada
ênfase curricular.
Quadro 10: Contextos específicos e desenvolvimento das práticas desenvolvidas em cada
ênfase curricular.
CONTEXTOS
ATIVIDADES POR ÊNFASES
Atenção à saúde
INTERNOS:
















SEP – Serviço-Escola
de
Psicologia
do
UNIFACEX
Núcleo
de
Ensino
Infantil, Fundamental e
Médio FACEX
Núcleo
de
Práticas
Esportivas da FACEX
EXTERNOS:
Creches
Escolas
Entidades
de
assistência – do menor
ao adulto e idoso –
Unidades do Sistema
de saúde: postos de
saúde,
ambulatórios,
hospitais
gerais
e
psiquiátricos,
consultórios.
Orfanatos,
asilos,
casas de acolhimento.
Instituições
que
atendem a portadores
de
necessidades
especiais.
Empresas de diferentes
segmentos produtivos.
Órgãos
da
administração pública
ONGs.
Sindicatos
Comunidades







Práticas de diagnóstico
e orientação
Práticas
de
cunho
educativo
para
promoção da saúde
Intervenções
psicopedagógicas
Atendimentos clínicos
individualizados
Atendimentos
a
sujeitos em instituições
de saúde
Atendimentos
a
sujeitos
institucionalizados
Engajamento
em
projetos e programas
de atenção à saúde, de
caráter preventivo e
remediativo.
Estudos,
levantamentos
e
pesquisas
Processos Educativos








Práticas de diagnóstico
e orientação.
Intervenções
psicopedagógicas
Levantamento
de
necessidades,
planejamento,
execução e avaliação
de programas de T&D.
Elaboração de planos
de carreira.
Desenvolvimento
de
grupos e equipes em
contextos de trabalho
Orientação profissional
e vocacional.
Engajamento
em
projetos e programas
de
qualificação
e
desenvolvimento
de
pessoas.
Estudos,
levantamentos
e
pesquisas
Em todas as modalidades de estágio anteriormente apresentadas a
supervisão
acadêmica
tem
um
caráter
- 126 -
de
obrigatoriedade,
seguindo
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
primordialmente uma sistemática semanal, cumprindo uma carga horária de 02
(duas) horas, devendo ser oferecida em grupo e/ou individualmente, de acordo
com a modalidade de estágio em curso.
Como já foi explicitado, o produto final de cada etapa dos estágios
apresentados segue formatos de acordo com cada disciplina. Sendo assim, nas
disciplinas Estágio Básico (I e II) e Estágio Profissional (I e II), é exigido um
Relatório Descritivo das experiências vivenciadas no estágio, incluindo a proposta
de intervenção, a qual deverá adquirir um grau crescente de complexidade. No
estágio profissional III é exigido um Relatório Técnico-Científico. Portanto, o
Relatório Descritivo aqui compreendido como produto final das disciplinas Estágio
Básico (I e II) e Estágio Profissional (I e II) e o Relatório Técnico-Científico na
disciplina Estágio Profissional III são requisitos obrigatórios para a conclusão das
disciplinas de estágio, devendo fazer parte dos itens de avaliação dos respectivos
estágios, estando assim a atribuição do conceito final da disciplina condicionada à
sua apresentação escrita e oral, no caso específico do Estágio Básico e do Estágio
Profissional III.
d) Os estágios externos
Os estágios desenvolvidos em contextos externos envolvem, principalmente,
atividades como visitas e observações programadas em instituições e organizações;
observação, análise e diagnóstico de indivíduos, situações, grupos ou organizações;
planejamento, intervenção e acompanhamento periódico de atividades.
Considerando o impacto e o desdobramento que as atividades externas
representam para a instituição de ensino e para a comunidade, relações de
constância e proximidade são necessárias para garantir uma boa condução das
atividades, havendo troca de informações e minimização dos conflitos eventuais.
Assim, compete aos professores supervisores das disciplinas de estágio e
aos supervisores de campo zelar pelos critérios de elegibilidade das instituições
onde se desenvolvem os estágios, cumprirem os trâmites necessários para o
UNIFACEX e para a instituição externa, bem como definirem a forma mais
adequada de acompanhamento do processo, de acordo com os objetivos e projetos
de cada disciplina.
São documentos necessários e obrigatórios para a realização dos estágios
externos no que concerne ao Curso de Psicologia: Solicitação de Estágio, Termo de
- 127 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Compromisso, Ofício de Encaminhamento do Estagiário, Diário vivencial das
atividades desenvolvidas e Relatório no término de cada disciplina de estágio.
A partir de indicações dos docentes que ministram as disciplinas de estágios,
a Coordenação de Estágio Obrigatório do Curso envia as Solicitações de Estágios às
instituições externas, indicando as atividades a serem desenvolvidas, períodos
necessários, quantidade e relação nominal dos alunos.
A contrapartida do curso, além de traduzir-se na troca entre o conhecimento
acadêmico e a realidade profissional de cada contexto, pode ocorrer na forma de
equipamentos e/ou materiais de consumo usados pelo aluno. Pode também constar
de livros, periódicos, material de escritório, bolsa de estudo ou outras formas, a
serem negociadas entre as partes.
Durante o processo de estágio deve ser construído o Dossiê do aluno com a
participação deste, como responsável pela elaboração do Relatório que deverá ser
entregue ao docente da disciplina e ao responsável pelo estágio na instituição
cedente, no final do processo. Ainda devem conter os seguintes documentos e
registros no Dossiê: ofício de encaminhamento, termo de compromisso, plano de
estágio, ficha de acompanhamento e avaliação do aluno.
Ao ser estabelecida a situação de estágio, o aluno deverá preencher
cuidadosamente a Ficha de Registro de Frequência e das Atividades Desenvolvidas
no contexto de estágio e a Ficha de Avaliação de Desempenho, a ser rubricado pelo
responsável na instituição cedente e pelo docente do curso de Psicologia.
Também
conforme diretrizes da
proposta
original, para
organizar o
desenvolvimento dessas atividades e buscar a implementação dos projetos, o
UNIFACEX conta com a Coordenação do Estágio Obrigatório do Curso de Psicologia.
Assim sendo, essa Coordenação busca viabilizar a ampliação das propostas de
Convênios com diversas Instituições da Cidade de Natal e região, bem como
acompanhar as atividades de estágio em consonância com a Coordenação de
Estágio Geral do UNIFACEX, que conta com convênios firmados para possibilitar a
inserção dos alunos do Curso de Psicologia em contextos diversificados.
Nesse sentido, o Serviço-Escola de Psicologia integra-se ao Projeto PolíticoPedagógico do Curso de Graduação em Psicologia, organizando e gerenciando as
situações de estágio nos diferentes contextos e disponibilizando recursos físicos e
materiais para o pleno desenvolvimento das atividades propostas nos diferentes
Projetos
do
UNIFACEX,
inserindo
os
alunos
multiprofissional.
- 128 -
numa
ação
interdisciplinar
e
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O estágio poderá estar incluído também no desenvolvimento de projetos de
pesquisas.
Assim,
ao
atender
uma
escola,
organizações,
instituições
e
a
comunidade, por exemplo, o aluno tomará este ato não somente como assistência,
mas também como reflexão, visando à produção de conhecimento.
- 129 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
e) Sobre estágio não obrigatório
A presente proposta aponta para a necessidade de uma maior aproximação
do aluno dos diversos campos do fazer profissional antes mesmo de sua inserção
no estágio curricular obrigatório.
Dentre as atividades acadêmicas vinculadas à formação do aluno, o curso
incentiva a participação do aluno em estágios não obrigatórios como forma de
buscar desenvolver competências tácitas necessárias à atuação do psicólogo.
Nos termos da nova legislação nacional em vigor, especificamente a Lei nº.
11.788/2008, que regula o estágio não-obrigatório de estudantes de cursos
superiores, o “estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no
ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de
educandos que estejam frequentando o ensino regular, em instituições de educação
superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos
anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de
jovens e adultos”.
Portanto, ratifica-se que o estágio não obrigatório faz parte do Projeto
Político Pedagógico do Curso de Psicologia por integrar o roteiro formativo do
educando e visar o aprendizado de competências próprias da atividade profissional
e à contextualização curricular, objetivando seu desenvolvimento para a vida
cidadã e para o trabalho.
O estágio não obrigatório é considerado ainda aquele desenvolvido como atividade
opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória.
Como
mencionado
anteriormente,
o
estágio
não
obrigatório
é
supervisionado, e os alunos acompanhados. Para isso, no UNIFACEX, foi instituída
uma coordenação geral de estágios responsável pelo acompanhamento dos alunos.
À coordenação do curso, cabe emitir parecer técnico que ateste a compatibilidade
das atividades descritas num plano de trabalho com as competências e habilidades
já adquiridas pelo aluno. De maneira mais específica, a realização, pelo aluno de
Psicologia do UNIFACEX, do estágio não obrigatório, deve atender aos seguintes
requisitos:

o aluno deverá estar pelo menos matriculado 5º período do curso, de forma
regular;

as atividades de estágio deverão ser consonantes com os conjuntos de
conhecimento,
habilidades
e
competências
- 130 -
que
o
aluno
já
adquiriu
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
curricularmente, de modo que tais elementos o permitam efetivamente
desempenhar as atividades de estágios previstas;

o estágio deverá ser supervisionado por um profissional graduado em
Psicologia.
A Instituição mantém convênios com agentes de integração como Instituto
Euvaldo Lodi (IEL), o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), entre outras. O
IEL promove a interação entre empresas e instituições geradoras de conhecimento
e de novas tecnologias. Trabalhando em estreita sintonia com as necessidades
regionais, a instituição oferece capacitação, consultoria e informação estratégica
adequadas para empresas de todos os portes. O Centro de Integração EmpresaEscola (CIEE) é uma associação filantrópica de direito privado, sem fins lucrativos,
beneficente de assistência social e reconhecida de utilidade pública que, dentre
vários programas, possibilita aos jovens estudantes brasileiros, uma formação
integral, ingressando-os ao mercado de trabalho, através de treinamentos e
programas de estágio.
O UNIFACEX, os agentes de integração acima citados, as empresas interessadas
e os alunos regularmente matriculados fazem estágios não obrigatórios, onde o
aluno é conduzido a relacionar a teoria com a prática vivenciando situações reais
que abrangem em muito o seu conhecimento. Como já foi mencionado, nesse tipo
de estágio se busca ampliar o espaço de reflexão dos futuros psicólogos, que
muitas vezes acabam por atuar em parceria com outros profissionais nesses
campos de estágios
III - 4.8.Programa de acompanhamento do ex-aluno PAEX
O Programa de Acompanhamento do Ex-aluno, tal como consta no PDI do UNIFACEX,
é um serviço oferecido por esta Instituição, tendo sido implantado no segundo semestre de
2015 e tem por objetivo geral “Realizar análise socioeconômica dos egressos e o
acompanhamento do desenvolvimento e da inserção profissional do egresso”. Após o término
da graduação, o egresso será beneficiado através de um atendimento contínuo, que possibilite
uma orientação profissional, tanto em termos de estimular a educação continuada, como
possibilitar a inserção profissional, nos casos necessários.
- 131 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
Em função da dinâmica do mercado de trabalho, suas exigências e constantes
mudanças, a necessidade de bons profissionais aumenta cada vez mais. Atualmente as
organizações não se tornam diferenciais competitivos através de tecnologia e/ou recursos
materiais, mas através de suas pessoas. Por essa razão, as organizações estão cada vez mais
preocupadas em atrair e reter bons talentos.
O Programa de Acompanhamento do Egresso UNIFACEX, deverá contribuir para a
formação continuada do egresso para a inserção no mercado de trabalho, ou seja, além da
capacitação técnica, o egresso deverá desenvolver suas habilidades e atitudes necessárias ao
seu exercício profissional. O Programa deverá apoiar e orientar o egresso no desenvolvimento
da sua carreira, a fim de que ele seja um diferencial no mercado de trabalho.
O acompanhamento dos egressos tem como foco avaliar as condições de trabalho e de
renda dos profissionais, seu campo de atuação profissional no mercado de trabalho e as suas
expectativas quanto à formação continuada.
Neste cenário, o PAEX visa se consolidar em uma ferramenta de monitoramento, fonte
de dados e informações sobre os egressos do UNIFACEX, possibilitando reflexões sobre os
projetos pedagógicos dos cursos de graduação.
Seus objetivos específicos são:
Manter registros atualizados dos egressos;
Promover o intercâmbio entre ex-alunos de forma presencial e/ou utilizando ferramentas e
plataformas virtuais;
Promover encontros, e atividades de extensão direcionadas a profissionais formados pelo
UNIFACEX;
Propor a condecoração de egresso que tenha se destacado nas atividades profissionais;
Realizar análise socioeconômica dos egressos do UNIFACEX;
Conhecer a relação do egresso em sua atuação profissional, nos aspectos da responsabilidade
social e cidadania, empregabilidade, e sua proximidade com entidades de classe ou
instituições afins;
Orientar o Egresso para melhor inserção no mercado de trabalho;
Identificar os elementos limitadores do acesso dos egressos ao mercado de trabalho;
Detectar as áreas de atuação, o nível de coerência com a sua área de formação e os níveis de
remuneração dos egressos contratados;
Identificar o índice de satisfação dos profissionais formados pela Instituição, o grau de
compatibilidade entre a sua formação e as demandas da sociedade e do mundo do trabalho e
as suas expectativas quanto à formação profissional e tecnológica Continuada;
Identificar os setores de atividade econômica que mais absorvem os profissionais formados
pelo UNIFACEX;
- 132 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Incentivar o egresso para a Educação continuada ofertando cursos de pós-graduação e
participação em outras atividades;
Estimular o egresso em relação ao desenvolvimento de sua carreira profissional;
Propiciar feed back à instituição sobre as novas demandas do mercado de trabalho, podendo
servir para reestruturação curricular e/ou diagnóstico de demandas para novos cursos.
III - 4.9.PROGRAMAS E EMENTAS DAS DISCIPLINAS
Segue abaixo a lista das disciplinas, por semestre,
com suas respectivas
ementas e bibliografia básica e complementar.
a) Disciplinas obrigatórias:
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA: CIÊNCIA E PROFISSÃO
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
As características da Psicologia contemporânea como ciência e profissão. Sua
relação com outras áreas de conhecimento, seu limite e extensão. A diversidade e
a fragmentação do conhecimento psicológico em função das múltiplas perspectivas
teóricas e metodológicas. A atuação do psicólogo nos domínios clássicos e
emergentes. Racismo e Psicologia. A imagem da profissão no Brasil. Legislação
básica e atualidades sobre as decisões do Conselho Federal de Psicologia.
- 133 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, A. M. B et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia.
São Paulo: Saraiva. 2008.
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. 3ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil Editora, 2001.
FIGUEIREDO, Luís Claudio M.; SANTI, Pedro Luiz Ribeiro de. Psicologia: uma
nova introdução. São Paulo: EDUC, 2003. 98 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINSON, R. L. et al. Introdução à psicologia de Hilgard. 13ed. Porto Alegre: Artmed.
2002.
BASTOS, A. V. B. e ROCHA, N. M. D. Psicologia: novas direções no diálogo com outros
campos do saber. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2007.
MYERS, David G. Introdução à psicologia geral. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SPERLING, Abraham P. Introdução à psicologia. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003.
WEITEN, Wayne. Introdução à psicologia: temas e variações. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2002.
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA: NEUROANATOMIA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Elementos de neuroanatomia funcional. O sistema nervoso central: encéfalo e
medula espinhal. Sistema nervoso periférico. O cérebro: evolução, estruturas e
neurodinâmica. O córtex cerebral. Os hemisférios cerebrais. O sistema límbico.
- 134 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACHADO, Ângelo B. M. Neuroanatomia funcional. 2 ed. São Paulo: Atheneu,
2004. 363.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica.
São Paulo: Atheneu 184 p.
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana: volume 2 : tronco, vísceras e
extremidade inferior. 21. ed. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
405 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUYTON, Arthur C. Neurociência básica: anatomia e fisiologia. 2 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. 345 p.
COSENZA, Ramon M. Fundamentos de neuroanatomia. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998. 143 p.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 973 p
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
HISTÓRIA DA PSICOLOGIA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
A história das ideias psicológicas. A constituição da Psicologia como ciência:
características do contexto social, filosófico, político e científico e seus impactos
nesse processo. Fechner e Wundt: a fundação da Psicologia científica. Os sistemas
teóricos que marcam os primórdios da Psicologia científica: Estruturalismo,
Funcionalismo, Behaviorismo, Humanismo, Gestalt e Psicanálise. A Psicologia no
Brasil: processo histórico de constituição como campo científico e profissional. As
relações Étnico-Raciais no Brasil e a emergência da Psicologia.
- 135 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Mitsuko Aparecida Makino. A psicologia no Brasil: leitura histórica
sobre sua constituição. 5. ed.. São Paulo: UNIMARCO, EDUC, 2007. 134p
BOCK, A. M. B et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São
Paulo: Saraiva. 2008.
FREIRE, Izabel Ribeiro. . Raízes da psicologia. 10. ed Petrópolis: Vozes, 2007. 140 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, M. A. M. Psicologia e história: uma relação possível? Ou psicologia
e história: uma relação necessária! In: Psicologia e Sociedade.4(7), 30-36.
1989.
BASTOS, A. V. B. (ORG). Psicologia: novas direções no diálogo com outros
campos do saber. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.
CARVALHO, D. B.; SEIXAS, P. S.; YAMAMOTTO, O. H. Modernização urbana e a
consolidação da Psicologia em Natal – Rio Grande do Norte. In: Psicologia
em Estudo, Maringá, 7 (1) 131-141, jan./jun. 2002.
FIGUEIREDO, L.C. Psicologia: uma introdução. Uma visão histórica da
Psicologia como ciência. São Paulo: Educ, 2004.
FIGUEIREDO, L. C. Matrizes do Pensamento Psicológico. 5 ed. Petrópolis:
Vozes, 1991.
MASSIMI, Marina (ORG). História da Psicologia no Brasil do século XX. São
Paulo: EPU, 2004.
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
INTRODUÇÃO AO TRABALHO ACADÊMICO
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Fontes de informação qualificada para o psicólogo. Utilização de bases de dados de
psicologia. Leitura. Técnicas de estudo individual e em grupo. Fichamento de
leituras. Elaboração de resumos. Apresentações em público. Uso do tempo. O
trabalho acadêmico em equipe. Apresentação de trabalhos escolares e acadêmicos.
Os relatórios técnicos e científicos. A linguagem científica. Normas técnicas para
citação. Relatórios profissionais.
- 136 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção cientifica: descubra como é
fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 10 ed. São Paulo: Hagnos,
2001.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 1991. 249 p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
6 ed. São Paulo: Atlas, 2004. 323 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. Metodologia cientifica em Ciências Sociais. 2 ed. São Paulo:
Altas, 1992.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 17.ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.
MORIN, Edgar. Os setes saberes necessários à educação do futuro. 5 ed. São
Paulo; Brasília: Cortez, Unesco, 2002.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação.
13 ed. São Paulo: Ática, 1997. 431 p
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e
escrita. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 327p.
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Filosofia como campo do conhecimento. Os pressupostos sobre a natureza do
homem e o conceito de mente ao longo da história da Filosofia. História e
fundamentos da reflexão filosófica. O processo de construção do conhecimento.
Filosofia, Ciência, Senso Comum, Ideologia, Arte e Religião. Principais tendências
filosóficas
frente
ao
problema
do
conhecimento:
Racionalismo,
Empirismo,
Idealismo, Materialismo. Pesquisa e epistemologia. O problema mente-corpo: as
soluções da filosofia. Principais abordagens epistemológicas para a análise do
- 137 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
conhecimento
científico.
As
contribuições
das
DO
CURSO
DE
-
tendências
filosóficas
contemporâneas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda e MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia. 3. ed. Revista. São Paulo: Moderna, 2003. 395 p.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003. 440 p.
PRADO JÚNIOR, Caio. O que é filosofia. São Paulo: Brasiliense, 1981. 104. p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARONE, Iray. A psicologia tem paradigmas. São Paulo: Casa do Psicólogo
Livraria, 2003. 117 P.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 15 ed.
São Paulo: Saraiva, 2000. 336 p
FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da Psicologia. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
GAARDER, Jostien. O mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São
Paulo: Companhia das Letras, 1995. 555 p.
NUNES, César Aparecido. Aprendendo filosofia. 14 ed. Campinas: Papirus,
2003. 112 p.
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
INIDIVÍDUO E CULTURA
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Histórico e definição da Antropologia. Relação entre Antropologia e Psicologia.
Conceito de cultura principais abordagens teóricas da Antropologia contemporânea
no
estudo
dos
processos
socioculturais.
Etnocentrismo
e
suas
implicações
individuais. A prática etnográfica como exercício de compreensão e relativização
cultural. Relações Étnico-Raciais, História e Cultura Afro-brasileira, africana e
indígena.
- 138 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAMATTA, Roberto. O que faz brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. 126 p.
LAPLANTINE, Francois. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1988.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. São
Paulo: Companhia das Letras, 1996. 470 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala. Rio de Janeiro: Record, 2002. 776.p
FAORO, Raymundo. Os donos do poder. São Paulo: Globo, 1999. 397. p
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC 323 p
VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 1987. 149.p
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro,
2000. 116. p
HALL, Stuart; WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: a perspectiva dos
estudos culturais. 3. ed. São Paulo: Vozes, 2004. 133 p.
WOODWARD, Kathryn; HALL, Stuart. Identidade e diferença: a perspectiva dos
estudos culturais. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2006. 133 p.
1º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRÁTICAS INTEGRATIVAS EM PSICOLOGIA I
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Articulação e integração entre as disciplinas do semestre destacando os pontos
de aproximação e diferenças entre elas. A identidade da psicologia e o papel do
psicólogo frente às questões relativas ao indivíduo e organizações no qual o
profissional está inserido. A importância da interdisciplinaridade para atuação do
profissional de psicologia.
- 139 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACHCAR, Rosemary. Psicólogo brasileiro: práticas emergentes e desafios
para a formação. 3ª ed. São Paulo: casa do psicólogo livraria, 2001. 255
p.
PIRES, Marília Freitas de Campos. Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade e
transdisciplinaridade
no
ensino.
Interface.
Comunicação,
saúde
e
educação. 173 – 182. 1998.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, Psicólogo Brasileiro: construção de
novos espaços. Campinas: Átomo, p. 55-1432, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JAPIASSU, Hilton. O sonho transdisciplinar: e as razões da filosofia. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 237 p.
Revistas eletrônicas disponíveis no Scielo: http://www.scielo.org/php/index.php
Bibliografia das disciplinas do semestre.
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
SISTEMAS E TEORIAS I - CAMPO COMPORTAMENTAL
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Contexto histórico e
bases
epistemológicas do
Behaviorismo.
Watson
e
o
nascimento do behaviorismo. O Behaviorismo radical de Skinner. As contribuições
de
Hull
e
Tolman.
O
behaviorismo
cognitivista
(Bandura):
proposta
determinismo recíproco. Tendências atuais: a teoria cognitivo-comportamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- 140 -
do
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BAUM, William M. Compreender o behaviorismo: ciência, comportamento e cultura. 2.
ed. rev. e ampl. Porto Alegre: Artmed, 2006. 311p.
KAHHALE,
Edna
M.
Petters
(org).
A
diversidade
da
psicologia:
Uma
construção teórica. São Paulo: Cortez, 2002. 304p.
SCHULTZ, Duane, P.; SCHULTZ, Sidney Ellen. História da psicologia moderna.
(16ª ed). São Paulo: Cultrix, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. (3ª ed). São Paulo: Makron Bocks,
2001. 798p.
MARX, Melvin H.; HILLIX, William A. Sistemas e teorias em psicologia. (14ª
ed). São Paulo: Cultrix, 2003. 155 p.
SKINNER Burrhus Frederic. Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix, 1995
(pub 1974). 141.p
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
FISIOLOGIA E COMPORTAMENTO
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Correlatos biológicos do comportamento. Filogenia e a ontogenia do sistema
nervoso. Organização estrutural e funcional do sistema nervoso e endócrino.
Fisiologia das sensações. Processamento de informação nos sistemas sensoriais.
Planejamento, execução e verificação nos sistemas motores. Sistema límbicohipotalâmico e relação com as emoções, com ritmos circadianos e com a
motivação. O funcionamento cerebral e os processos cognitivos, emocionais e
comportamentais. Plasticidades e determinismo do sistema nervoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- 141 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
GUYTON, Arthur C. Neurociência básica: anatomia e fisiologia. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1993. 345 p.
KANDEL, Eric R.; SCHWARTZ, James H.; JESSELL, Thomas M. Fundamentos da
neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. 591
p.
TORTORA, Gerard J.; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Corpo humano: fundamentos de
anatomia e fisiologia. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 619 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AIRES, Margarida de Mello (org). Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999. 934 p
BERN DAMÁSIO, A. O erro de Descartes: emoção, razão e cérebro humano.
São Paulo: Cia das Letras, 1996. 330 p.
KELEMAN, Stanley. Anatomia emocional.3 ed. São Paulo: Summus,1992. 174 p.
WOLPERT, Lewis; JESSELL, Thomas; LAWRENCE, Peter; MEYEROWITZ, Elliot.
Princípios de biologia do desenvolvimento. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2008. 576p
BERNE, Robert M., Levy, Matthew N., Koeppen, Bruce M., Stanton, Bruce A.
FISIOLOGIA. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 1082 p.
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS I: PROCESSOS
60 horas
COGNITIVOS
Natureza: Obrigatória
Ementário
O campo de estudo dos processos cognitivos: evolução histórica. Sensação e
percepção. Os estudos clássicos da Gestalt. Construção da imagem visual.
Percepção da forma e do movimento. Percepção da cor. Atenção: funções e teorias.
Consciência:
teorias
psicológicas.
Memória:
teorias
tradicionais
e
novas
perspectivas. Os processos de memória. Formação de conceitos e a organização do
conhecimento. Linguagem, pensamento e solução de problemas.
- 142 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINSON, Rita L.; ATKINSON, Richard C.; SMITH, Edward E.; BEM, Daryl J.;
NOLEN - HOEKSEMA, Susan. Introdução à psicologia de Hilgard. 13 ed.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 790 p.
MYERS, David G. Introdução à psicologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999. 533p.
WEITEN, Wayne. Introdução à psicologia: temas e variações. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2002. 584p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAMÁSIO, António R. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao
conhecimento de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. 474 p.
DAMÁSIO, António R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro
humano. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. 330 p.
GARDNER, Howard; KORNHABER, Mindy L; WAKE, Warren K. Inteligência:
múltiplas perspectivas. Porto Alegre: Artmed, 1998. 356 p.
______________. A nova ciência da mente: uma história da revolução
cognitiva. 3. ed São Paulo: Edusp, 2003. 454 p.
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO E ENTREVISTA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
O lugar da observação na pesquisa em psicologia. Questões de validade,
fidegnidade e precisão. Métodos e técnicas de observação, tipos de registro,
instrumentos e equipamentos utilizados. Técnicas de registro das observações e
entrevista. Problemas da classificação de comportamentos. Entrevista Psicológica
como instrumento de investigação. Entrevista em diferentes contextos: clinico,
trabalho, saúde. Dimensões psicossociais da entrevista. Aspectos éticos na
- 143 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
observação
e
na
entrevista
psicológica.
Atividades
DO
CURSO
DE
-
práticas
de
observação
entrevista.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos. 3. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2007. 137p.
DANNA, Marilda Fernandes; MATOS, Maria Amélia. Ensinando observação: uma
introdução. 4 ed. São Paulo: EDICON, 1999. 143 p
LODI, João Bosco. . A entrevista: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Livraria
Pioneira Editora, 1977. 176 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAGUNDES, Antônio Jayro da Fonseca Motta. Descrição, definição e registro
de comportamento. 12 ed. São Paulo: EDICON, 1999. 126 p
VAYER, Pierre; COELHO, Maria Helena; PINHEIRO, Augusto. A observação da
criança. São Paulo: Manole, 1990. 171p.
DI DOMENCIO, Viviane Galhanome Cunha; CASSETARI, Leila. Métodos e
técnicas de pesquisa em psicologia: uma introdução. 3 ed. São Paulo:
EDICON, 2002. 137p.
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ESTATÍSTICA EM PSICOLOGIA
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Introdução à quantificação em Psicologia; Medidas de posição; Medida de
dispersão; Introdução à utilização do Excel para cálculos da estatística descritiva;
Objetivos da inferência estatística; Noções básicas de amostragens probabilísticas;
Noções básicas de amostras não probabilísticas; Teste de hipóteses. Medidas de
correlação e regressão linear; O uso do Excel para cálculo de correlação e regressão
linear.
- 144 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais. 3 ed. Florianópolis:
Universidade Federal de Santa Catarina, 1999. 283 p
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18 ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 224 p
FEIJOO, Ana Maria Lopez Calvo de. . A pesquisa e a estatística na psicologia e na
educação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. 172 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO, Amilcar Gomes de. Estatística básica: cursos de ciências humanas e de
educação. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1977. 250 p.
TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2 ed. São Paulo: Atlas,
1985. 459 p
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
INDIVÍDUO E SOCIEDADE
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Origem e desenvolvimento da sociologia. Sociologia e psicologia. Abordagens
sociológicas da relação entre indivíduo e sociedade. A sociedade como realidade
subjetiva. O indivíduo na sociedade. Questões da sociologia contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Nacional, 1974.
165 p.
MARX, Karl. Manifesto do partido comunista. Petrópolis: Vozes, 1996. 58 p.
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.
Pioneira, 1997.
- 145 -
São Paulo:
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho. São Paulo: Cortez, 1995. 200 p.
ARON, Raymond. As Etapas do Pensamento Sociológico. São Paulo: Martins
Fontes, 2000. 359 p.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar: A aventura da
modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. 434 p.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2000. 434 p.
FOUCAUL, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 2004. 262 p.
2º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRÁTICAS INTEGRATIVAS EM PSICOLOGIA II
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Articulação e integração entre as disciplinas do semestre destacando os pontos de
aproximação e diferenças entre elas. Análise de questões que envolvam o inato e o
aprendido
na
compreensão
do
fenômeno
psicológico.
A
importância
da
interdisciplinaridade para atuação do profissional de Psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JAPIASSU, Hilton. O sonho transdisciplinar: e as razões da filosofia. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 237 p.
PIRES, Marília Freitas de Campos. Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade
e transdisciplinaridade no ensino. Interface. Comunicação, saúde e
educação. 173 – 182. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, Antônio Virgilio Bittencourt; ROCHA, Nádia Maria Dourado. Psicologia:
Novas direções no diálogo com outros campos do saber. São Paulo:
casa do Psicólogo Livraria, 2007. 464 p.
- 146 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Bock, A. M., Furtado, O., Teixeira, M. L. T. (1999). A Multideterminação do
humano. Em: Bock, A. M., Furtado, O., Teixeira, M. L. T. Psicologias: uma
introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo: Saraiva. 319 p.
Revistas eletrônicas disponíveis no Scielo: http://www.scielo.org/php/index.php
Bibliografia das disciplinas do semestre.
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
SISTEMAS E TEORIAS II: CAMPO PSICANALÍTICO
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Contexto histórico do surgimento da Psicanálise. O sujeito freudiano. Aparelho
psíquico: primeira e segunda tópicas. Conceito de Inconsciente. Conceitos
fundamentais:
desejo,
pulsão,
recalque,
angústia, narcisismo
e
repetição.
Formações do inconsciente. Os sonhos. Complexo de Édipo. Os pós-freudianos:
Escola Americana, Escola inglesa e Escola francesa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BETTELHEIM, Bruno. Freud e a alma humana. São Paulo: Cultrix, 1982. 130 p.
QUINODOZ, Jean Michel. Ler Freud: guia de leitura da obra de S. Freud.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 362 p.
BLEICHMAR, Norberto M; BLEICHMAR, Celia Leiberman de; WILKINSKI, Silvia. A
psicanálise depois de Freud: teoria e clínica. Porto Alegre: ARTMED, 1992. 453
- 147 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREUD, Sigmond. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Edição
brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
GARCIA-ROSA, Luiz Alfredo. Freud e o Inconsciente. Rio de Janeiro: Zahar,
2008. 236 p.
LAPLANCHE, Jean; PONTALIS, J. B. Vocabulário da psicanálise. 4. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
BRENNER, Charles. Noções básicas de psicanálise: introdução à psicologia
psicanalítica. 5. ed. rev. e aum. São Paulo: Imago, 1987. 260p 552 p..
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
GENÉTICA E COMPORTAMENTO
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
A base celular da hereditariedade. Conceitos básicos: gene, genótipo, fenótipo,
cromossomo, cromátide, síndrome, gene recessivo e dominante, cariótipo. Mutação
e diversidade genética. Seleção natural e comportamento: a diversidade humana.
As leis de Mendel. Herança poligênica do comportamento. Os métodos de estudo
genéticos. Questões atuais no campo da genética humana e a discussão dos seus
aspectos éticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES-OSÓRIO, Maria Regina; ROBINSON, Wanyce Miriam. Genética humana.
2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 459 p
MOTTA, Paulo Armando. Genética humana: aplicada a psicologia e toda a área
biomédica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 157p
SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J. Fundamentos de genética. 2. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 756 p
- 148 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GRIFFITHS, Anthony J. F; MILLER, Jeffrey H; SUZUKI, David T; LEWONTIN, Richard
C; GELBART, William M. Introdução à genética. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 856 LEWIS, Ricki. Genética humana: conceitos e
aplicações. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 453 p
THOMPSON, James S.; THOMPSON, Margaret W. Genética médica. 3. ed. Rio de
Janeiro: Interamericana, 1981. 365 p.
OTTO, Priscila Guimarães; OTTO, Paulo Alberto; FROTA-PESSOA, Oswaldo.
Genética humana e clínica. 2 ed. São Paulo: Roca, 2004. 360 p.
NUSSBAUM, Robert L.; MCINNES, Roderick R.; WILLARD, Huntington F. Thompson
e Thompson: genética médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002. 387 p
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA CRIANÇA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Caracterização da Psicologia do Desenvolvimento como campo de estudo dos
processos psicológicos. Estudo de seus conceitos básicos, assim como das
estratégias de investigação de estudos da área. Discussão das características
desenvolvimentais da concepção até a infância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEE, Helen L. A criança em desenvolvimento. 9. ed Porto Alegre: Artmed, 2003. 612 p.
RAPPAPORT, Clara Regina; FIORI, Wagner da Rocha; DAVIS, Cláudia. Psicologia do
desenvolvimento: volume 2 : a infância inicial: o bebê e sua mãe. São Paulo:
E.P.U., 1981. 90 p
____________. Psicologia do desenvolvimento: volume 3 : a idade pré-escolar. São
Paulo: E.P.U., 1981. 78 p.
- 149 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Berger, K. S. O. Desenvolvimento da Pessoa: da infância à terceira idade. Rio
de Janeiro: LTC, 2003.
OLSON, David R.; TORRANCE, Nancy. Educação e desenvolvimento humano:
novos modelos de aprendizagem, ensino e escolarização. Porto Alegre:
Artmed, 2000. 667p
RAPPAPORT, Clara Regina; FIORI, Wagner da Rocha; DAVIS, Cláudia. Psicologia do
desenvolvimento: volume 4 : a idade escolar e a adolescência. São Paulo: E.P.U.,
1981. 107 p.
SHAFFER, David R. . Psicologia do desenvolvimento: infância e adolescência. São Paulo:
Pioneira, 2005. 627 p.
Artigos do www.scielo.br diversos.
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS II: PROCESSOS
60 horas
DE APRENDIZAGEM
Natureza: Obrigatória
Ementário
A perspectiva comportamental de análise e investigação dos processos de
aprendizagem.
Comportamento, antecedentes e consequentes. Comportamento
eliciado e emitido.
Comportamento respondente e condicionamento clássico.
Comportamento operante: reforço e extinção. O controle aversivo: reforçamento
negativo, fuga, esquiva e punição. Modelagem. O controle pelo estímulo:
discriminação. A teoria da aprendizagem social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINSON, Rita L.; ATKINSON, Richard C.; SMITH, Edward E.; BEM, Daryl J.;
NOLEN - HOEKSEMA, Susan. Introdução à psicologia de Hilgard. 13 ed.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 790 p.
- 150 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
MYERS, David G. Introdução à psicologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999. 533 p.
WEITEN, Wayne. Introdução à psicologia: temas e variações. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2002. 584 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUM, William M. Compreender o behaviorismo: ciência, comportamento e
cultura. 2. ed. rev. e ampl. Porto Alegre: Artmed, 2006. 311 p.
WITTER, Geraldina Porto; LOMÔNACO, José Fernando Bittencourt. Psicologia da
aprendizagem: áreas de aplicação. São Paulo: E.P.U., 1987. 124 p
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA SOCIAL I
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Evolução histórica, problemas e métodos em psicologia social e, suas principais
vertentes: a matriz anglo-americana e franco-germânica. Temas básicos de
investigação: socialização, percepção social, atribuições sociais, atitudes: formação
e mudança. A questão da coerência: teoria da dissonância e do equilíbrio. Cognição
social. Preconceito, Estereótipos Discriminação. Aplicações da Psicologia Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARR, Robert. As raízes da Psicologia Social Moderna. Petrópolis: Vozes,
1998. 246 p.
MYERS, David G. Introdução à psicologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999. 533p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social. 2 ed. Rio de Janeiro: Vozes 573 p.
- 151 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A. Paradigmas em
psicologia social: a perspectiva latino-americana. 3. ed Petrópolis: Vozes,
2007. 222p.
CARPIGIANI, Berenice. . Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos.
2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 116 p.
FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna: 1872-1954. 6 ed. Rio
de Janeiro: Vozes, 2004. 246 p.
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS III: MOTIVAÇÃO
30 horas
E EMOÇÃO
Natureza: Obrigatória
Ementário
Conceitos: instinto, incentivo e necessidade. Abordagens teóricas da motivação.
Teorias cognitivas. Teorias do instinto. Teorias do impulso. Abordagem ecológica.
Relações entre motivação e comportamento. Classificação dos motivos. Hierarquia
de motivos. Conceitos de emoção. Componentes da emoção: fisiológica, psíquica,
comportamental. Emoções e expressões faciais. Indicadores de emoção. Estruturas
e funções cerebrais envolvidas no processo emocional. Diferenças Sexuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HUFFMAN, Karen; VERNOY, Mark; VERNOY, Judith. Psicologia. São Paulo: Atlas,
2003. 814 p.
PENNA, Antônio Gomes. Introdução à motivação e emoção. Rio de Janeiro:
Imago, 2001. 122p
REEVE, Johnmarshall. Motivação e emoção. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 356 p.
- 152 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAMÁSIO, António R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano.
2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. 330 p
LEDOUX, Joseph. O cérebro emocional: os misteriosos alicerces da vida
emocional. 8. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. 332 p.
MYERS, David G. Introdução à psicologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999. 533p.
WEITEN, Wayne. Introdução à psicologia: temas e variações. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2002. 584p.
3º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRÁTICAS INTEGRATIVAS EM PSICOLOGIA III
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Articulação entre as disciplinas do semestre destacando os pontos de aproximação
e diferenças entre elas. Desenvolvimento de atividades de campo. Múltiplas
dimensões
psicológicas,
sociais
e
culturais
na
infância.
A
importância
da
interdisciplinaridade para atuação do profissional de psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JAPIASSU, Hilton. O sonho transdisciplinar: e as razões da filosofia. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 237 p.
PIRES, Marília Freitas de Campos. Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade e
transdisciplinaridade
no
ensino.
Interface.
educação. 173 – 182. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 153 -
Comunicação,
saúde
e
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BASTOS, Antônio Virgilio Bittencourt; ROCHA, Nádia Maria Dourado. Psicologia:
Novas direções no diálogo com outros campos do saber. São Paulo: casa
do Psicólogo Livraria, 2007.
Revistas eletrônicas disponíveis no Scielo: http://www.scielo.org/php/index.php
Bibliografia das disciplinas do semestre.
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
SISTEMAS E TEORIAS III: CAMPO FENOMENOLÓGICO
60 horas
EXISTENCIAL
Natureza: Obrigatória
Ementário
Movimento Humanista em Psicologia: histórico, principais influências e interfaces
filosóficas (fenomenologia e existencialismo). Temáticas privilegiadas. O método
fenomenológico.
Principais
abordagens
psicoterápicas
da
psicologia
fenomenológico-existencial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIGUEIREDO, Luís Claudio M. Matrizes do pensamento psicológico. 10 ed. Rio
de Janeiro: Vozes, 2003. 208 p.
FORGHIERI, Yolanda
Cintrão.
Psicologia fenomenológica:
fundamentos,
método e pesquisas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1993. 81 p
PENHA, João da. O que é existencialismo. São Paulo: Brasiliense, 1982. 87 p.
- 154 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMATUZZI, Mauro Martins. Por uma psicologia humana. 2. ed. Campinas:
Alínea, 2008. 143 p
BOANAIN JR. O estudo do potencial humano na Psicologia contemporânea:
a corrente Humanista e a corrente Transpessoal. Trabalho apresentado no
VII Encontro Latino-Americano da ACP. Maragogi, Al., 1994 (Disponível em
http://www. encontroacp.psc.br/índex.htm).
DARTIGUES, André. O que é a fenomenologia?. São Paulo: Centauro, 2008.
152 p.
ROGERS, Carl R. Tornar-se pessoa. 6. ed. São Paulo: Editora Martins Fontes,
1982. 360 p.
PERLS, F. Gestalt-Terapia explicada. SP: Summus, 1977.
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
A teoria da evolução: origem e síntese neo-darwinista. Princípios de evolução e
comportamento: seleção natural e adaptação. A linhagem primata e a evolução
humana: bipedismo, neotenia e cultura. Instinto: questão nature-nurture na
ontogenia. Comunicação animal. As contribuições da psicobiologia, da etologia e da
sociobiologia. A síntese da psicologia evolucionária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KREBS, J.R; DAVIES, N. B. Introdução à ecologia comportamental. São
Paulo: Atheneu Editora, 1996. 420p
PINKER, Steven. Como a mente funciona. 2. ed São Paulo: Companhia das
Letras, 1998. 666 p.
- 155 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
LORENZ, Konrad. Os fundamentos da etologia. São Paulo: Ed. da UNESP,
c1993. 466p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OTTA,
Emma.,
YAMAMOTO,
Maria
Emília.
Fundamentos
de
Psicologia
Evolucionista. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 219 p.
WRIGHT, Robert. O Animal Moral. Rio de Janeiro: Campus, 1996.
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA DA ADOLESCÊNCIA
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Estudo
do
processo
da
adolescência
numa
perspectiva
desenvolvimentista.
Identificação dos comportamentos característicos do adolescente e suas relações
com fatores biológicos e culturais: desenvolvimento intelectual e social; construção
da identidade; relação com os grupos – família, amigos, escola; desenvolvimento
moral – delinquência e contextos socioculturais; sexualidade. Caracterização das
dificuldades típicas do adolescente: físicas, intelectuais, emocionais, morais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABERASTURY DE PICHÓN RIVIÈRE. ; KNOBEL, Maurício. Adolescência normal:
um enfoque psicanalítico. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 1991. 92p
CALLIGARIS, Contardo. A adolescência. São Paulo: Publifolha, 2000. 81 p
ADOLESCÊNCIAS construídas: a visão da psicologia sócio-histórica. São
Paulo: Cortez, 2003. 349 p.
- 156 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, Daniel. O que é adolescência. 10. ed. 1993. 98p
PALADINO, Erane. . O adolescente e o conflito de gerações na sociedade
contemporânea. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. 156 p.
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRINCÍPIOS DE PSICOMETRIA
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Histórico
da
Psicometria.
Avaliação
e
mensuração
psicológica.
Conceito
e
classificação dos testes psicológicos. Procedimentos metodológicos na elaboração e
análise dos testes psicológicos: validade, fidedignidade, análise de itens e
padronização. Implicações sociais e éticas da testagem psicológica. Apresentação
de testes psicológicos. Estudo de Testes de Aptidão Geral e Específica e Inventários
de Interesse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico - V. 5. ed. rev. e ampl Porto Alegre:
Artmed, 2000. 677p.
PASQUALI, Luiz. Psicometria: teoria dos testes na psicologia e na educação.
2. ed Petrópolis: Vozes, 2004. 397p.
ERTHAL, Tereza Cristina. . Manual de psicometria. 7. ed. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2003. 144 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PATTO, Maria Helena Souza. Para uma Crítica da Razão Psicométrica. Psicol.
USP, 1997, vol.8, no.1, p.47-62.
MEDEIROS, Ethel Bauzer. MEDIDAS psico e lógicas: introdução à psicometria. Rio de
Janeiro: Ediouro, 1999. 287 p
- 157 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Manuais Técnicos dos testes psicológicos utilizados na disciplina.
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA SOCIAL II
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
A abordagem sócio-histórica em psicologia social. Representação social. Psicologia
social
no Brasil. Implicações para
atuação
junto a
grupos, instituições e
comunidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, Ana Mercês Bahia; GONÇALVES, Maria da Graça Marchina; FURTADO, Odair (Org).
Psicologia sócio-histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. 3. ed São Paulo:
Cortez, 2007. 224 p.
BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de
sociologia do conhecimento. 18 ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 247 p.
LANE, Silvia T.Maurer.; SAWAIA, Bader Burihan. (Orgs.). Novas Veredas da Psicologia
Social. São Paulo: Brasiliense: EDUC, 1995. 168 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A. Paradigmas em
psicologia social: a perspectiva latino-americana. 3. ed Petrópolis: Vozes,
2007. 222p
JACQUES, Maria da Graça Corrêa et al. . Psicologia social contemporânea:
livro-texto. 11. ed Petrópolis: Vozes, 2008. 262p
MOREIRA, Antônia Silva Paredes; OLIVEIRA, Denize Cristina de (Org). Estudos
interdisciplinares de representação social. 2. ed. rev Goiânia: AB
Editora, 2000. 307p.
SAWAIA, Bader Burihan (org.) As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e
ética da desigualdade social. 6. ed Petrópolis: Vozes, 2006. 156p
- 158 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOPATOLOGIA I
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Psicopatologia, Psiquiatria e Psicologia: histórico, conceitos, princípios, diferentes
abordagens teórica-prática. Significado e evolução dos conceitos de normalidade e
patologia (saúde/doença). Semiologia e anamnese psicopatológica - exame mental;
Classificação dos fenômenos psicopatológicos. Distúrbios da atenção, concentração,
consciência,
percepção,
memória,
afetividade,
psicomotricidade,
inteligência,
linguagem, pensamento, impulsos e vontade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos
Mentais. Artmed. Porto Alegre. 2000. p438 p.
BASTOS, Claudio
Lyra.
Manual do exame psíquico: uma introdução
prática à
psicopatologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. 252 p.
PAIM, Isaías. Curso de psicopatologia. 11. ed. rev. e ampl São Paulo: E.P.U.,
1993. 285p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCELLI, Daniel; BRACONNIER, Alain. Adolescência e psicopatologia. 6. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 439 p.
ABREU, Cristiano Nabuco de. . Síndromes psiquiátricas: diagnóstico e entrevista
para profissionais de saúde mental. Porto Alegre: Artmed, 2006. 222 p
- 159 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
4º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRÁTICAS INTEGRATIVAS EM PSICOLOGIA IV
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Articulação e integração das disciplinas do semestre, destacando os pontos de
aproximação
e
diferenças
entre
elas.
Dimensões
biológica,
psicológica
e
socioculturais da adolescência. A importância da interdisciplinaridade para a
atuação do profissional de Psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JAPIASSU, Hilton. O sonho transdisciplinar: e as razões da filosofia. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 237 p.
PIRES, Marília Freitas de Campos. Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade e
transdisciplinaridade
no
ensino.
Interface.
Comunicação,
saúde
e
educação. 173 – 182. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, Antônio Virgilio Bittencourt; ROCHA, Nádia Maria Dourado. Psicologia:
Novas direções no diálogo com outros campos do saber. São Paulo:
casa do Psicólogo Livraria, 2007. 464 p.
Revistas eletrônicas disponíveis no Scielo: http://www.scielo.org/php/index.php
Bibliografia das disciplinas do semestre
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO I
60 horas S
Natureza: Obrigatória
Ementário
- 160 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Análise da evolução da Psicologia Educacional enquanto corpo de conhecimento
científico, buscando compreender a função do psicólogo educacional, quais os
campos de atuação e como se dá a sua atuação em diferentes contextos sociais:
hospitais, escolas, creches, ambulatórios e comunidades, levando em consideração
a atual conjuntura, a LDB e as novas tecnologias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PATTO, Maria Helena Souza. Introdução à psicologia escolar. 3. ed. rev. e atual
São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. 468 p.
GUZZO, Raquel Souza Lobo. Psicologia escolar: LDB e educação hoje. 2. ed
Campinas (SP): Alínea, 2007. 191 p.
WITTER, Geraldina Porto; LOMÔNACO, José Fernando Bittencourt. Psicologia da
aprendizagem: áreas de aplicação. São Paulo: E.P.U., 1987. 124 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, S. F. C. (Org.). Psicologia escolar: ética e competências na formação e
atuação profissional. Campinas: Alínea, 2003.
ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da educação no Brasil: 1930/1973. 25
ed. Petrópolis: Vozes 267 p.
YAMAMOTO, Oswaldo. Hajime.; CABRAL NETO, Antônio. O psicólogo e a escola.
uma introdução ao estudo da psicologia escolar (Org.). Natal: EDUFRN, 2000.
207 p.
COLL,
César;
PALACIOS,
Jesús;
MARCHESI,
Alvaro.
Desenvolvimento
psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem
escolar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1995. 381 p.
MACHADO, Adriana Marcondes; SOUZA, Marilene Proença Rebello de. Psicologia
escolar: em busca de novos rumos. 4. ed São Paulo: Casa do Psicólogo,
2004. 193p.
- 161 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO I
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Organização:
conceitos
e
evolução
das
teorias
organizacionais.
Diferentes
perspectivas para compreensão do fenômeno organizacional. Organização e
Instituição.
Organizações:
estrutura
e
ambiente.
A
dinâmica
interna
das
organizações: cultura, poder, política e conflito. O indivíduo e a organização. As
diferenças individuais e diversidade: percepção social, valores e significado do
trabalho, motivação e comprometimento. Campos de atuação: recrutamento e
seleção de pessoal, job design, avaliação de desempenho, treinamento. Diagnóstico
e intervenções na vida da organização – a mudança organizacional. Programas
globais de intervenção: Qualidade de vida no Trabalho, Qualidade Total. Elaboração
de projetos de intervenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MILKOVICH, George T; BOUDREAU, John W. Administração de recursos
humanos. São Paulo: Atlas, 1998. 534p
SCHERMERHORN JUNIOR, John
R;
HUNT,
James
G;
OSBORN,
Richard
N.
Fundamentos de comportamento organizacional. 2 ed. Porto Alegre:
Bookman, 1999. 328 p.
BASTOS,
Antônio
Virgílio
Bittencourt
(Org).
Psicologia,
organizações
e
trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004. 520 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, Antônio Virgílio. A psicologia no contexto das organizações: tendências
inovadoras no espaço de atuação do psicólogo. In: C.F.P., Psicólogo
Brasileiro: construção de novos espaços. Campinas: Átomo, p. 55-1432,
1992. Cap. 3.
- 162 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BASTOS, Antônio Virgílio Bastos B.; GALVÃO-MARTINS, A. H. O que pode fazer o
psicólogo organizacional. Psicologia: Ciência e Profissão, n. 1, p. 10-18,
1990.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo:
Prentice Hall,
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000. 171
p.
ZANELLI, José Carlos. O psicólogo nas organizações de trabalho. Porto Alegre:
Artmed, 2002. 191p.
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA E DA VELHICE
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
A perspectiva do ciclo vital sobre envelhecimento. Os estágios da vida adulta:
caracterização física, sexual, intelectual e psicossocial. O adulto e seus diversos
papéis sociais – família e trabalho. Crises previsíveis da idade adulta e transições. O
processo de envelhecimento. Aspectos biológicos, psicológicos e sociais ligados ao
idoso. O envelhecimento, a família, o trabalho, a aposentadoria, o lazer. A
Institucionalização do idoso. Questões específicas de sexualidade, saúde e doença.
Modelos de intervenção em contextos institucionais e comunitários, de trabalho e
saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEE, Helen. O ciclo vital. Porto Alegre: Artmed, 1997. 656 p.
HAMILTON, Ian Stuart. A Psicologia do Envelhecimento: uma introdução –
3.ed. Porto Alegre: Artmed. 2002. 280 p.
KARSCH, Ursula Margarida S. Envelhecimento com dependência: revelando
cuidadores. São Paulo: EDUC, 1998. 246 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 163 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
CIÊNCIA HOJE. Revista de Divulgação Científica da Sociedade Brasileira para o
Progresso da Ciência. Número Especial sobre Envelhecimento. 23 (137),
1998.
CORRÊA, Antônio Carlos de Oliveira. . Envelhecimento, depressão e doença de
Alzheimer. Belo Horizonte: Health, 1996. 227p.
PINTO, C. C. G. Família e terceira idade. São Paulo: Edições Paulinas, 1998.
SALEM, T. O velho e o novo: um estudo de papéis e conflitos familiares.
Petrópolis: Vozes, 1980.
SKINNER, B. F; VAUGHAN, M. E. Viva bem a velhice: aprendendo a programar a
sua vida. 5. ed São Paulo: Summus, 1985. 141p
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
TESTES PSICOLÓGICOS I
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Os testes objetivos. Os testes de inteligência: testes que avaliam a inteligência
infantil:
histórico,
bases
teóricas,
características,
técnicas
de
aplicação,
interpretação dos dados. Testes que avaliam a inteligência adulta: histórico, bases
teóricas, características, técnicas de aplicação e interpretação de dados. Testes de
interesse e valores. Testes objetivos de personalidade. Planejamento e execução
de informes e pareceres psicológicos. O examinador e sua relação com o paciente e
a família. Questões éticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCCALANDRO, Efraim Rojas. G-36: teste não verbal de inteligência : manual.
5. ed. rev. E amp. São Paulo: Vetor, 2003. 56 p.
CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico - V. 5. ed. rev. e ampl Porto Alegre:
Artmed, 2000. 677p.
COSTA, Flavio Rodrigues. CPS: escalas de personalidade de Comrey : manual.
2. ed. rev. E amp. São Paulo: Vetor, 2003. 107 p.
- 164 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARDNER, Howard; KORNHABER, Mindy L; WAKE, Warren K. Inteligência:
múltiplas perspectivas. Porto Alegre: Artmed, 1998. 356 p.
NORONHA, A.; VENDRAMINI, C.; CANGUÇU, C.; DE SOUZA, C.; COBÊRO, C.; DE
PAULA, L.; FRANCO, M.; DE LIMA, O.; GUERRA, P. & FILIZATTI, R. (2003).
Propriedades psicométricas apresentadas em manuais de testes de
inteligência. Psicologia em Estudo, 8 (1), 93-99.
OLIVEIRA, Rynaldo de; ROSA, Helena Rinaldi; ALVES, Irai Cristina Boccato. R-2: teste não
verbal de inteligência para crianças : manual. São Paulo: Vetor, 2000. 88 p.
URBINA, Susana. Fundamentos da testagem psicológica. Porto Alegre:
Artmed, 2007. 320 p.
WEITEN, Wayne. Introdução à psicologia: temas e variações. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2002. 584p.
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
METODOLOGIA CIENTÍFICA EM PSICOLOGIA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Ciência: conceituação e relações com outras formas de produzir conhecimento.
Pesquisa e epistemologia. O desenvolvimento dos métodos de conhecimento na
história. Origens das teorias científicas. Conceitos básicos: método científico, teoria,
lei, verdade, evidência, certeza. As relações ciência e sociedade em uma
perspectiva histórica. Características dos principais quadros de referência vigentes
na investigação em psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Luiz Fernando de Lara. Métodos e técnicas de pesquisa em
psicologia. 3. ed Campinas (SP): Alínea, 2004. 154 p
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo:
- 165 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Atlas, 1999. 206 p.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.
340p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Pesquisa
social: teoria, método e criatividade. 19 ed. Petrópolis: Vozes 80 p.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3 ed. São Paulo: Atlas,
1995. 293 p
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 16 ed. São Paulo: Perspectiva, 2001. 170
p.
PHILLIPS, Bernard S. Pesquisa social: estratégias e táticas. Rio de Janeiro:
Livraria Agir Editora, 1974. 460 p.
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOPATOLOGIA II
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Psicopatologia Clínica. Conduta terapêutica e critérios de cura de fenômenos
particulares da psicopatologia. Principais quadros nosológicos. Manuais de
classificação
(CID-10
e
DSM
IV)
Apectos
éticos
e
trabalho
em
equipe
multiprofissional. Sinais e Sintomas das Síndromes culturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de
transtornos de transtornos mentais – DSM IV – TR. Porto Alegre.
Artes médicas. 4 edição.. 2000.
HOLMES, David. S. Psicologia dos transtornos mentais. 2. ed. Porto Alegre:
Artes Médicas,1997.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. CID-10: volume 3. 10. ed São Paulo: Edusp,
2008. 1046 p
- 166 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 2.
ed Porto Alegre: Artmed, 2008. 438p.
KAPCZINSKI, Flávio; QUEVEDO, João; IZQUIERDO, Iván Antonio. . Bases biológicas dos
transtornos psiquiátricos. 2. ed Porto Alegre: Artmed, 2004. 503 p.
TRAVERSO-YÉPEZ Martha & MEDEIROS, Luciana Fernandes, Tremendo diante da
vida: um estudo de caso sobre a doença dos nervos. Interações. 18: 87108.2004.
BARLOW, David, H. Manual clínico dos transtornos psicológicos. Porto
Alegre. Artemed. 1999.
CORDAS, Táki Athanássios & CLAUDINO, e Angélica de Medeiros. Transtornos
alimentares: fundamentos históricos. Rev Bras Psiquiatr 2002;24 (Supl
III):3-6
5º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRÁTICAS INTEGRATIVAS EM PSICOLOGIA V
30 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Articulação e integração das disciplinas do semestre, destacando os pontos de
aproximação
e
diferenças
entre
elas.
Dimensões
biológica,
psicológica
e
socioculturais da vida adulta e da velhice. A importância da interdisciplinaridade
para a atuação do profissional de Psicologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JAPIASSU, Hilton. O sonho transdisciplinar: e as razões da filosofia. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 237 p.
- 167 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
PIRES, Marília Freitas de Campos. Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade e
transdisciplinaridade
no
ensino.
Interface.
Comunicação,
saúde
e
educação. 173 – 182. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, Antônio Virgilio Bittencourt; ROCHA, Nádia Maria Dourado. Psicologia:
Novas direções no diálogo com outros campos do saber. São Paulo: casa do
Psicólogo Livraia, 2007.
Revistas eletrônicas disponíveis no Scielo: http://www.scielo.org/php/index.php
Bibliografia das disciplinas do semestre
6º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA COMUNITÁRIA
60 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Diferentes abordagens da Psicologia Comunitária. Métodos de pesquisas,
intervenção e avaliação. O papel do Psicólogo Comunitário e sua relação com a
comunidade. Níveis de ação comunitária. Promoção de saúde, cidadania e
qualidade de vida. Elaboração de projetos de intervenção e trabalho comunitário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Regina Helena de Freitas (Org.). Psicologia social comunitária: da
solidariedade à autonomia. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 179 p.
CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A. Paradigmas em psicologia
social: a perspectiva latino-americana. 3. ed Petrópolis: Vozes, 2007. 222p.
SAWAIA,
Bader
Burihan LANE,
Silvia
T.
Maurer (org.)
psicologia social. São Paulo: Brasiliense, 1994. 168 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 168 -
Novas
veredas
da
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
KLINEBERG, Otto. Psicologia social. 6 ed. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura
301p.
FREITAS, Maria de Fatima Quintal. Desafios e necessidades apresentadas ao(s)
psicólogo(s) para trabalhar em comunidade, na perspectiva da comunidade.
PSYKHE, v. 8, nº 1, p. 49-56, 1999.
PAZ, Maria das Graças. T., TAMAYO, Alvaro. (Org.). ESCOLA, saúde e trabalho:
estudos psicológicos. Brasília: UNB, 1999. 294 p.
6º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA E SAÚDE I
60 horas
Ementário
Antecedentes da psicologia da saúde. Objetivos da psicologia da saúde.
Comportamentos de saúde: definições, dimensões psicossociais e cognitivas.
Modelos explicativos dos comportamentos de saúde. Modelos cognitivos. Teorias
leigas sobre saúde. O significado de ser saudável e ser doente. Tipos de
comportamentos de saúde e doença: as dependências – tabaco, álcool e outras
drogas; o estresse. Perspectivas teóricas sobre a promoção de saúde populacional
– abordagens ambientais e políticas públicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde.
Princípios e
diretrizes para a gestão do trabalho no SUS: (NOB/RH-SUS). Brasília:
Ministério da Saúde, 2005. 97 p.
STROEBE, Wolfgang; STROEBE, Margaret S. Psicologia social e saúde.
Portugal: Instituto Piaget, 1995. 362 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARTIN-BARÓ, I. O papel do psicólogo. Estudos de Psicologia, 2(1), 7-27,
1997.
TRAVERSO-YÉPEZ, Marta. A interface psicologia social e saúde: Perspectivas e
desafios. Psicologia em estudo. 6(2), 49-56, 2001.
- 169 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
6º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
60 horas
TESTES PSICOLÓGICOS II
Ementário
Histórico dos testes projetivos. Tipos de testes de personalidade, suas vantagens e
limitações. Os testes projetivos gráficos, de complementação e de apercepção
temática: histórico, bases teóricas, características, técnicas de aplicação e
interpretação dos dados. Questões éticas no uso das técnicas projetivas. O
examinador e sua relação com o paciente e a família. Planejamento e execução de
informes e pareceres psicológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, Irai Cristina Boccato; ESTEVES, Cristiano. O teste palográfico na
avaliação da personalidade. São Paulo: Vetor, 2004. 199 p.
ARZENO, María Esther García. Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições.
Porto Alegre: Artmed, 1995. 251 p.
BUCK, John N. H-T-P: casa-árvore-pessoa, técnica projetiva de desenho :
manual e guia de interpretação. São Paulo: Vetor, 2003. 194 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANASTASI, Anne. Testes psicológicos: teoria e aplicação. São Paulo: Herder,
1972. 762 p
MURRAY, H. A. T.A.T: Teste de Apercepção Temática. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2005.
CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico - V. 5. ed. rev. e ampl Porto Alegre:
Artmed, 2000. 677p.
TELLES, V. S. A desvinculação do TAT do conceito de “projeção” e a ampliação do
seu uso. Psicologia USP, 11(1), 63-83, 2000.
- 170 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
URBINA, S. Fundamentos da testagem psicológica. Porto Alegre: Artmed,
2007. 320 p.
6º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PROJETO DE PESQUISA EM PSICOLOGIA
60 horas
Ementário
A prática de construção do conhecimento científico. Delimitação de problemas.
hipóteses científicas. conceitos e construtos científicos. A questão da mensuração
em ciência e em psicologia. delineamentos de pesquisa em psicologia. A ética na
ciência e na psicologia. A pesquisa em psicologia no brasil: panorama do campo de
interesses e produção. Fases do projeto de pesquisa: introdução, método e
referências. Aplicação de conhecimentos na elaboração dos projetos de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 1999. 206 p
LAVILLE,
Christian;
DIONNE,
Jean.
A construção do saber:
manual
de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.
340p.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 12 ed. Petrópolis: Vozes. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis.
1999.
LUNA, Sergio Vasconcelos. Planejamento de pesquisa. Uma Introdução. São
Paulo. EDUC. 1996.
Textos de periódicos científicos a serem selecionados em função do tema da
pesquisa. (Psicologia: Teoria e Pesquisa, Psicologia: Reflexão e Crítica, Psicologia:
Ciência e Profissão, Temas em Psicologia e Estudos de Psicologia)
- 171 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
6º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ESTÁGIO BÁSICO I
120 horas
Ementário
Integração das Competências formadas no Núcleo Comum do curso de Psicologia,
usando os conteúdos dos eixos estruturantes (Fundamentos Epistemológicos e
Históricos. Fundamentos Metodológicos. Interfaces Com Áreas Afins. Processos
Psicológicos. Procedimentos Para A Investigação Científica e a Prática Profissional)
para análise e diagnóstico de problemas psicológicos e/ou da fundamentação das
práticas psicológicas correntes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Serão trabalhadas a partir de cada Plano de Estágio
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Serão trabalhadas a partir de cada Plano de Estágio
. 7º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
TEORIAS DA APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO -
60 horas
(Natureza: Ênfase Curricular Psicologia e Processos
Educativos)
Ementário
Descrição e articulação de teorias da aprendizagem mais utilizadas em processos
educacionais: o modelo comportamental; os modelos de processamento de
informação; construtivismo piagetiano; a teoria da aprendizagem de Vygotsky;
aprendizagem significativa de Ausubel; a teoria instrucional de Gagné. Inteligência
e múltiplas inteligências e suas relações com o ensino e a aprendizagem. As
- 172 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
relações entre processos psicológicos e aprendizagem: motivação, afeto, cognição e
suas implicações sobre o processo de ensino e aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COLL,
César;
psicológico
PALACIOS,
e
Jesús;
educação:
MARCHESI,
necessidades
Alvaro.
Desenvolvimento
educativas
especiais
e
aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1995. 381 p.
LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa de Lima. Piaget,
Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 18 ed. São
Paulo: Summus Editorial, 1992. 117 p.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um
processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1999. 111 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBUQUERQUE, Therezinha Lins de. Psicologia e educação: acompanhamento
psicológico à professora. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1986. 152 p.
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma
introdução ao estudo de psicologia. 8 ed. São Paulo: Saraiva 319 p.
DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na educação. 2 ed. São Paulo: Editora
Cortez, 1994. 125p.
MIZUKAMI, Maria das Graças Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:
E.P.U., 1986. 119 p.
Artigos
variados
em
revistas
eletrônicas
disponíveis
no
site
“Scielo”:
http://www.scielo.org/php/index.php
7º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE
60 horas
Ementário
Articulações entre saúde e educação. O papel da educação na promoção e
recuperação da saúde. Fundamentação teórica: principais teorias e conceitos que
- 173 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
embasam as ações no campo, nos níveis individual e coletivo. O processo de
planejamento, implementação e avaliação das ações educativas. Os diferentes
contextos de promoção e educação para a saúde. Métodos instrucionais utilizados
na educação e promoção para a saúde. Questões atuais e controversas na área.
Ética e educação para a saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Arinilda Silva; SANTOS, Carolina Casadei dos; BENSI, Carolina Games;
HATAKEYAMA, Tatiana Tizzo; PERESTRELO, Vanessa Bonjorno; EL AFIOUNI,
Verônica;
AKERMAN,
Marco.
Promoção
da saúde
e prevenção de
doenças. São Paulo: Mídia Alternativa Comunicação e Editora, 2005. 72 p.
COHN, Amélia; NUNES, Edison; JACOBI, Pedro R.; KARSCH, Ursula S. A saúde
como direito e como serviço. 3 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2002. 164 p.
COHN, Amélia; ELIAS, Paulo E. Saúde no Brasil: políticas e organização de
serviços. 6. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. 133p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CABRAL E; SAWAYA SM. Concepções e atuação profissional diante das queixas
escolares:os
psicólogos
nos
serviços
públicos
de
saúde.
Estudos de
Psicologia, Natal, 6 (2): 143-155, 2001.
PAZ, M.G.T.; TAMAYO, A. (Orgs.). Escola, saúde e trabalho: estudos
psicológicos. Brasilia: UnB, 1999.
MACHADO, M.F.A.S. ET AL. Integralidade, formação de saúde, educação em
saúde e as propostas do SUS - uma revisão conceitual. Ciência & Saúde
Coletiva, 12(2):335-342, 2007.
MEJIAS, N. P. O psicólogo, a saúde pública e o esforço preventivo. Revista de
Saúde Pública, 18(1): 155-161, 1984.
- 174 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
7º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
MÉTODOS DE TRABALHO GRUPAL
60 horas
Ementário
Psicologia Social e grupos; processos grupais: principais teorias e formas de
intervenção em grupos; a linguagem como categoria fundamental; tendências
epistêmicas; principais expoentes das práticas grupais; instituições sociais e
grupos; formação e coordenação em Dinâmica de grupo e em Grupos Operativos; a
ética de atuação em grupos sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos. 3. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2007. 137p.
MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 12.
ed. Rio de Janeiro: Editora. José Olympio, 2002. 276 p.
LIMA, Lauro de Olveira. Treinamento em dinâmica de grupo: no lar na empresa
na escola. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1971. 444 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBGOR;
MILITÃO, Rose.
Jogos, dinâmicas e vivências grupais:
como
desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2000. 248 p.
KLEIN, Josephine. O trabalho de grupo: psicologia social da discussão e
decisão. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores 205 p.
7º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
MÉTODOS DE PSICODIAGNÓSTICO
60 horas
Ementário
- 175 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O estudo do psicodiagnóstico como meio de caracterizar e avaliar contextos
variados em suas dimensões psicológicas e psicossociais. A interação psicólogocliente ao longo do processo diagnóstico. Fases do Processo, escolha, aplicação e
tratamento do instrumental e dos dados, síntese dos dados. A entrevista devolutiva
e encaminhamento. Campos de aplicação. Aspectos éticos do psicodiagnóstico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARZENO, M. E. G. Psicodiagnóstico Clínico: novas contribuições. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1995.
CUNHA, J & COL. Psicodiagnóstico – V. Porto Alegre: Artes Médicas, 2003.
TRINCA, Walter. Diagnóstico psicológico: a prática clínica. São Paulo: E.P.U.,
1984. 106p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SINATTOLLI, Silvana. Era uma vez...na entrevista devolutiva. São Paulo: Casa
do Psicólogo, 2008. 170 p.
BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda. 11. ed São Paulo: Martins Fontes,
2004. 207 p
AGUIRRE, A. M. B. et al. A formação da atitude clínica no estagiário de psicologia.
Psicologia USP, 11 (1) 2000, pp. 49-62 .
7º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRÁTICA DE PESQUISA EM PSICOLOGIA
60 horas
Ementário
Realização da pesquisa planejada. Análise de dados em pesquisa. Elaboração de
relatório de pesquisa. Comunicação de resultados de pesquisa.
- 176 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo:
Harbra, 1986. 200
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2
ed. São Paulo: Atlas, 1991. 249 p.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SERAFINI, Maria Teresa. Como escrever textos. 11 ed. São Paulo: Globo, 2003.
221 p
Cada grupo deverá compor uma referências com temas relevantes a partir da sua
temática de pesquisa.
Sugestão de buscador: Scielo/ BVS
7º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ESTÁGIO BÁSICO II
120 horas
Ementário
Integração das competências formadas no núcleo comum do curso de psicologia,
usando os conteúdos dos eixos estruturantes (fundamentos epistemológicos e
históricos. fundamentos metodológicos. interfaces com áreas afins; processos
psicológicos. procedimentos para a investigação científica e a prática profissional)
para análise e diagnóstico de problemas psicológicos e/ou da fundamentação das
práticas psicológicas correntes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Serão trabalhadas a partir de cada Plano de Estágio proposto
- 177 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Serão trabalhadas a partir de cada Plano de Estágio proposto
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PRINCÍPIOS DE EPIDEMIOLOGIA - (Natureza: Ênfase
60 horas
Profissional Processos de Atenção Á Saúde)
Ementário
Introdução dos conceitos básicos da epidemiologia. Epidemiologia descritiva e
analítica. Categorias de estudos epidemiológicos. O domínio das técnicas de
levantamento de dados relativos à saúde psicossocial e suas implicações para a
atuação do profissional de saúde em contextos institucionais. Panorama sanitário
brasileiro. Indicadores epidemiológicos do Rio Grande do Norte. Psicologia e
epidemiologia
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROUQUAYROL, Maria Zélia. . Epidemiologia e saúde. 4. ed. Rio de Janeiro:
MEDSI, 1994. 527 p.
MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2007. 493 p.
PHILLIPS, Bernard S. Pesquisa social: estratégias e táticas. Rio de Janeiro:
Livraria Agir Editora, 1974. 460 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Pesquisa
social: teoria, método e criatividade. 16 ed. Petrópolis: Vozes 80 p.
REY, Fernando Luis Gonzalez. Pesquisa qualitativa em psicologia: caminhos e
desafios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 188 p
- 178 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Princípios de epidemiologia para profissionais de
saúde mental. Brasília, 1989. (Disponível on line sit do Ministério da Saúde)
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
SAÚDE MENTAL E TRABALHO –
60 horas
(Natureza: Ênfase Profissional Psicologia e Processos
de Atenção à Saúde)
Ementário
O Trabalho e suas condições sociais como fatores constituintes da saúde,
identidade e consciência do sujeito. Significado subjetivo do trabalho. Campo
interdisciplinar de estudos da saúde e trabalho. O processo de trabalho e sua
análise: diferentes perspectivas. As repercussões do trabalho na saúde dos
trabalhadores e na vida extra-trabalho. Trabalho e saúde mental. Abordagens
teóricas sobre saúde e trabalho – psicopatologia do trabalho. Repercussões dos
contextos (social e
organizacional) e do
trabalho (organização, natureza e
conteúdo) na saúde psíquica. Papel das cargas de trabalho – físicas e psíquicas – no
processo saúde-doença psíquica. Acidentes de trabalho: fatores psicossociais. A
perda do trabalho e suas consequências psicológicas e psicossociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do comportamento organizacional. 7 ed.
São Paulo: Prentice Hall, 2004. 306 p.
SAMPAIO, José Jackson Coelho. Saúde mental e trabalho em petroleiros de
plataforma: penosidade, rebeldia e conformismo em petroleiros de
produção (on shore/off shore) no Ceará. Fortaleza: FLACSO, 1998. 158
p.
RODRIGUES,
Marcus
Vinícius
Carvalho.
Qualidade de vida no
trabalho:
evolução e análise no nível gerencial. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 206 p
- 179 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOPES, Osmarina Goulart; MAGAGNIN, Cirilo. Saúde mental da mulher policial.
Aletheia: Revista do Curso de Psicologia, Canoas, n.4, p. 43-49,
jul./dez. 1996.
COCCO, Giuseppe. Trabalho e cidadania: produção e direitos na era da
globalização. 2 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2000. 183 p.
WICHERT, L. F. O adoecer psíquico do desempregado. Psicologia: ciência e
profissão. v. 19 n.1. p. 66-75. 1999.
GLINA, Débora Miriam, RAAB Rocha, Lys Esthe, BATISTA, Maria Lucia; Mendonça
Maria Goretti Vieira. Saúde mental e trabalho: uma reflexão sobre o nexo com
o trabalho e o diagnóstico, com base na prática. Cad. Saúde Pública, Rio de
Janeiro, 17(3):607-616, mai-jun, 2001
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOPEDAGOGIA
60 horas
(Natureza: Ênfase Profissional Psicologia e Processos
Educativos)
Ementário
Psicopedagogia: teoria e prática. Abordagens, visões e atualidades. Avaliação
psicopedagógica: métodos e processos. Intervenções psicopedagógicas: principais
modelos, vantagens e desvantagens. Atuação em equipes multidisciplinares.
Orientação de pais e de professores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARR, Regis. O fracasso do ensino. Rio de Janeiro: Codecri, 1982. 118 p.
SALVADOR, César Coll. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. 159 p.
- 180 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
FAGALI, Eloisa Quadros; VALE, Zélia Del Rio do. Psicopedagogia institucional
aplicada: a aprendizagem escolar dinâmica e construção na sala de aula. 4
ed. Petrópolis: Vozes, 1998. 93 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WEISS, Maria Lúcia Lemme. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas
de aprendizagem escolar. 5 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 1997. 189 p
APRENDIZAGEM mediada dentro e fora da sala de aula. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2002.
202p.
SNYDERS, Georges. Alunos felizes: reflexão sobre a alegria na escola a partir de textos
literários. 2 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. 204 p.
SARGENTIM, Hermínio. Brincando de escrever: 3ª série. São Paulo: IBEP, 199? 100p
MRECH, L. M. O uso de brinquedos e jogos na intervenção psicopedagógica de
crianças com necessidades especiais. Revista Psicopedagogia, 14(33), 2029, 1995.
RUBINSTEIN, E., CASTANHO, M.I., NOFFS,N. Rumos da psicopedagogia brasileira.
Revista ABPp. São Paulo: n.66, 2004, p. 225-238.
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
EDUCAÇÃO EM CONTEXTOS DE TRABALHO
60 horas
(Natureza: Ênfase Profissional Psicologia e Processos
Educativos)
Ementário
As mudanças tecnológicas e as demandas de qualificação e requalificação no
trabalho. Novo perfil de trabalhador face aos novos arranjos organizacionais.
Análise
do
trabalho
e
descrição
de
cargos.
A
noção
de
competência.
Multiqualificação, Politecnia e Polivalência. As políticas, estratégias e práticas de
qualificação e desenvolvimento de pessoas nas organizações. Aprendizagem
Organizacional e suas diversas correntes. Treinamento no trabalho: conceito e
- 181 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
metodologias. Levantamento de necessidades de treinamento. Planejamento de
treinamento. Recursos instrucionais. Avaliação de treinamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel.
Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias evolução e tendências da
moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
1997. 256 p.
GARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000. 171 p.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3. ed. rev. e amp. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010. 579 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LIMA, Lauro de Olveira. Treinamento em dinâmica de grupo: no lar na empresa
na escola. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1971. 444 p.
SILVA, A. L.G.; MOURA, J.A.; ZANELLI, J.C. O valor estratégico do treinamento,
desenvolvimento e educação (T&D) para formação de competências.
Revista Psicologia: Organizações e Trabalho, vol. 5, nº 02, 2005.
Acesso
www.periodicos.ufsc.br/index.php/rpot/article2005.
ZANELLI,
J.C.;
BORGES-ANDRADE,
J.E.;
BASTOS,
A.V.B.
Psicologia,
organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. GESTÃO de pessoas: o novo papel dos recursos
humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 457 p.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelos, processos, tendências e
perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. 210 p.
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ORIENTAÇÃO E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO
90 horas
Natureza: obrigatória
Ementário
- 182 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
História e os desenvolvimentos atuais na teoria e prática do aconselhamento
psicológico. Diferentes perspectivas teóricas do aconselhamento. A teoria e a
prática da entrevista no processo de aconselhamento psicológico. Diversos tipos de
aconselhamento.
O
desenvolvimento
e
os
resultados
do
aconselhamento
psicológico. Questões éticas envolvidas na prática do aconselhamento psicológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, S.D. Orientação Profissional: a abordagem sócio-histórica. São
Paulo: Cortez, 2002.
NEIVA, Kathia Maria Costa. Critérios para a escolha profissional. São Paulo:
Vetor, 2003. 18 p.
NERO, Carlos Del. Áreas, profissões e objeto: 1º contato : sucessor de
vocação e seus caminhos, 8 áreas, 80 profissões. São Paulo: Vetor,
1998. 55 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PIRES, José; ARAÚJO, Geraldo Batista de. Orientação profissional. Natal:
Universitária, 1976. 219 p
BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda. 12. ed São Paulo: Martins Fontes,
2008. 207 p.
- 183 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
TEORIAS E TÉCNICAS PSICOTERÁPÍCAS I
60 horas
Ementário
Psicoterapia: conceito e objetivos. O processo terapêutico: estrutura, contrato,
relação terapêutica. As especificidades da Psicoterapia com crianças, adolescentes,
adultos e família. Diferentes enfoques em Psicoterapia Aspectos éticos envolvidos
na prática da Psicoterapia e as chamadas terapias alternativas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOX, Sally, COPLEY, Beta, MAGGNA, Janne & MOUSTAKI, Errica. PSICOTERAPIA
com famílias: uma abordagem psicanalítica. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 1994. 255 p.
BUCHER, Richard.
A
psicoterapia pela
fala:
fundamentos, princípios,
questionamentos. São Paulo: EPU,
MINUCHIN, Salvador; FISHMAN, H. Charles. Técnicas de terapia familiar. Porto
Alegre:. Artmed, 2003. 285 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Ano da Psicoterapia: Textos Geradores.
Conselho Federal de Psicoterapia. 2009 (disponível na internet)
CORDIOLI, A. V. Psicoterapias: Abordagens atuais. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas,2004.
COSTA, M. I. & DIAS, C. M. F. B. A prática da psicoterapia infantil na visão de
terapeutas
nas
seguintes
abordagens:
psicodrama,
gestalt-terapia
e
centrada na pessoa. Estudos de Psicologia. 2005, 22(1): 43-51.
ÉNEAS, M. L. E. Considerações sobre o emprego
da psicoterapia breve
psicodinâmica. In: Psicologia: Teoria e Prática. 1999, 1(1): 19-23.
- 184 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ESTÁGIO PROFISSIONAL I
120 horas
(Natureza: : ÊNFASE PROFISSIONAL)
Ementário
Os estágios profissionalizantes pretendem proporcionar ao aluno espaços para o
exercício das habilidades e competências desenvolvidas na ênfase curricular
escolhida. Implicam na inserção do formando em contextos apropriados. Nestes
contextos, deverá responsabilizar-se por atividades profissionais esperadas do
psicólogo em processo de conclusão da sua graduação e tendo em vista o
repertório desenvolvido ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Serão trabalhadas a partir de cada Plano de Estágio proposto
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Serão trabalhadas a partir de cada Plano de Estágio proposto
8º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
Ética profissional
30 horas
(Natureza:)
Ementário
Os fundamentos da Ética juntamente com a natureza e a extensão do seu estudo.
Origens históricas e Contribuições teóricas para o estudo da ética. Ética: Concepção
e elementos. Significado e sentido da ética. As questões éticas no contexto mais
amplo da problemática do homem. A questão da Justiça Social. Formação e
evolução ética. Ética profissional e desempenho.
- 185 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 15 ed.
São Paulo: Saraiva, 2000. 336 p.
CROCHÍK, J. L. Notas sobre a formação ética e política do psicólogo. Psicologia e
Sociedade, 11(1), 27-51, 1999.
CROCHÍK, J. L. Notas sobre a formação ética e política do psicólogo. Psicologia e
Sociedade, 11(1), 27-51, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Resolução 1996/66 – Sobre pesquisa envolvendo
seres humanos, 1996.
FABRIZ, Daury César. Bioética e direitos fundamentais: a bioconstrução como
paradigma do biodireito. Belo Horizonte: Mandamentos, 2003. 398 p.
BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de; PESSINI, Leocir. Bioética e saúde. São
Paulo: CEDAS, 1990. 332 p
Psicologia: Ciência e Profissão (Revista do Conselho Federal de Psicologia) Resoluções sobre temas relacionados à atuação profissional, sobre práticas
emergentes, sobre especialização profissional e sobre a pesquisa em psicologia edições diversas da revista, Código de ética do psicólogo.
9º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ELEMENTOS DE PSICOSSOMÁTICA
60 horas
(Natureza: Ênfase Profissional Psicologia e Processos
de Atenção à Saúde)
Ementário
Histórico da psicossomática. Evolução do seu conceito e suas perspectivas atuais.
Propostas teóricas, com ênfase nas contribuições psicanalíticas. O sintoma
- 186 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
psicossomático
na
estrutura
do
sujeito.
O
DO
CURSO
DE
-
tratamento
de
problemas
psicossomáticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MELLO FILHO, Julio de; BURD, Miriam. Psicossomática hoje. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. 611 p.
CASETO, S. J. Sobre a importância de adoecer: uma visão em perspectiva da
psicossomática psicanalítica no século XX. Psichê; 10;17, 121-142. 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GITTELSON, Bernard. Biorritmo: uma ciência pessoal. 2 ed. Rio de Janeiro:
Artenova, 1976. 232 p.
9º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOTERAPIA BREVE (ÊNFASE PROFISSIONAL
60 horas
Psicologia e Processos de Atenção à Saúde)
Ementário
As psicoterapias breves no contexto psicoterápico. Teorias psicoterápicas e a
fundamentação da psicoterapia breve. Foco e situação problema. Critérios de
seleção
para
psicoterapia
breve.
Entrevistas
preliminares.
Planejamento
terapêutico: fases. Recursos e problemas técnicos nas psicoterapias breves.
Principais usos e limitações. Questões éticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 187 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
MELLO,
Joaquim
Cesário
de.
Dialética
DO
CURSO
DE
-
terapêutica
e
os
caminhos
da
psicoterapia breve no século XXI. Recife: R. C. Editores, 2003. 161 p.
FERRREIRA, N. S. & YOSHIDA, E. M. P.. Produção científica sobre psicoterapias
breves no Brasil e demais países latino-americanos (1990-2000). Estudos de
Psicologia, v. 9, n. 3, p. 523-531, 2004.
MELLO, J. C. Dialética terapêutica e os caminhos da Psicoterapia Breve no
século XXI. Recife; R. C. Editores Ltda., 2003.
CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicoterapias: abordagens atuais. 3. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2008. 886 p.
9º SEMESTRE
Disciplina
PSICOMOTRICIDADE
Carga horária
(Ênfase Profissional Psicologia e
60 horas
Processos Educativos)
Ementário
A questão mente corpo na psicologia. A história da psicomotricidade. Teorias em
psicomotricidade. Desenvolvimento, educação e reeducação psicomotora. Corpo e
desenvolvimento psico-afetivo. Distúrbios psicomotores: descrição, prevenção,
tratamentos e reabilitação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LE CAMUS, J. O corpo em discussão; da reeducação psicomotora as terapias
de mediação corporal. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986
LEVIN, Esteban. A clínica psicomotora: o corpo na linguagem. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 188 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
AJURIAGUERRA, J. Manual de psiquiatria infantil. Barcelona: T.B, 1977.
MARCELLI, Daniel; AJURIAGUERRA, Julian de. Manual de psicopatologia da
infância de Ajuriaguerra. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. 410p
9º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ORIENTAÇÃO E ACONSELHAMENTO E PROFISSIONAL
60 horas
(Natureza:
ÊNFASE
PROFISSIONAL
Psicologia
e
Processos Educativos)
Ementário
Conceito de trabalho. Profissão. Carreira. Ocupação. Serviço. Informação
ocupacional e mercado de trabalho. Determinantes da escolha ocupacional e o
problema da decisão. Principais teorias Psicológicas da Escolha Vocacional.
Orientação vocacional em uma abordagem clínica. A orientação vocacional e/na
escola. Reabilitação profissional. Análise crítica da orientação profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, Silvio Duarte. Orientação profissional: a abordagem sócio-histórica. 3.
ed. São Paulo: Cortez, 2006. 188 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAGALHÃES, M. de O.; REDIVO, A. Reopção de curso e maturidade vocacional.
Revista da ABOP, v. 2. n. 2. p. 7-28. 1998.
PIMENTA, Selma Garrido. Orientação vocacional e decisão: estudo crítico da
situação no Brasil. 4. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1984. 133 p.
9º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
TEORIAS E TÉCNICAS PSICOTERÁPICAS II
60 horas
Ementário
- 189 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Noções teóricas sobre o funcionamento do atendimento psicoterápico numa
perspectiva que utiliza
a
técnica psicanalítica.
Características do método
psicanalítico de Freud. O processo psicanalítico: reconhecimento e manejo da
transferência e da contratransferência, defesas, angústia e mecanismos explícitos
numa terapia, manejo da interpretação dos sonhos, contrato de trabalho. A
psicoterapia analítica aplicada à criança, ao adolescente e ao adulto. Contextos
diversos de aplicação da psicanálise: clínica, hospital e instituições.
Funções
da
psicoterapia analítica para a atuação do psicólogo clínico em contextos individuais,
institucionais e em quadros psicóticos. Questões éticas. Análise de casos clínicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARANGER, Willy. Contribuições ao conceito de objeto em psicanálise. São
Paulo: Casa do Psicólogo: Clinica Roberto Azevedo, 1994. 290p.
BLEICHMAR, Norberto M; BLEICHMAR, Celia Leiberman de; WILKINSKI, Silvia. A
psicanálise depois de Freud: teoria e clínica. Porto Alegre: ARTMED,
1992. 453 p.
BRENNER, Charles. Noções básicas de psicanálise: introdução à psicologia
psicanalítica. 5. ed. rev. e aum. São Paulo: Imago, 1987. 260p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUCHER,
R.
A
psicoterapia
pela
fala.
Fundamentos,
princípios,
questionamentos. São Paulo: EPU, 1989.
AHUMADA,
Jorge
L.
Descobertas
e
refutações:
a
lógica
do
método
psicanalítico. Rio de Janeiro: Imago, 1999. 381p.
FREUD,
S.
Obras psicológicas completas de Sigmund Freud.
Edição
brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
9º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
TEORIAS E TÉCNICAS PSICOTERÁPICAS III
60 horas
Ementário
- 190 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Fundamentos filosóficos da psicoterapia existencial, fenomenológica e humanista.
Principais linhas de pensamento e convergências nas práticas psicoterápicas.
Modelos e técnicas empregados. Usos e limitações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FORGHIERI, Yolanda Cintrão. Psicologia fenomenológica: fundamentos, método
e pesquisas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1993. 81 p.
ROGERS, Carl R. Tornar-se pessoa. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997. 489
p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAY, Rollo. O homem à procura de si mesmo. 7. ed. Rio de Janeiro: Vozes,
1979. 230 p.
DARTIGUES, André. O que é a fenomenologia? São Paulo: Centauro, 2008. 152.
9º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ESTÁGIO PROFISSIONAL II
150 horas
Natureza: Obrigatória
Ementário
Os estágios profissionalizantes pretendem proporcionar ao aluno espaços para o
exercício das habilidades e competências desenvolvidas na ênfase curricular
escolhida. Implicam na inserção do formando em contextos apropriados. Nestes
contextos, deverá responsabilizar-se por atividades profissionais esperadas do
psicólogo em processo de conclusão da sua graduação e tendo em vista o
repertório desenvolvido ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Referencias específicas de cada contexto de estágio
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 191 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Referencias específicas de cada contexto de estágio
10º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA HOSPITALAR
60 horas
(NATUREZA: ÊNFASE CURRICULAR PSICOLOGIA E
PROCESSOS DE ATENÇÃO À SAÚDE)
Ementário
A instituição hospitalar – características, funções, e tipos. Diferentes estratégias
psicoterápicas e seus usos em contextos hospitalares. O processo de adoecer e a
morte. A atuação do psicólogo no contexto hospitalar. A atuação psicológica em
UTI, Ambulatório, Pronto-socorro e nas várias especialidades médicas. Atenção a
portadores de doenças orgânicas crônicas e agudas e com risco. Atenção aos
familiares. Questões éticas no atendimento em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Terezinha Calil Padis. Psicologia hospitalar: a atuação do psicólogo em
hospitais. São Paulo: E.P.U., 1995. 112 p.
ANGERAMI-CAMON, V. A. A psicologia no hospital. 2. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2003. 126 p.
ANGERAMI-CAMON, V. A . E a psicologia entrou no hospital. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 1996. 213 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto; TRUCHARTE, Fernanda Alves Rodrigues;
KNIJNIK, Rosa Berger; SEBASTIANI, Ricardo Werner. Psicologia hospitalar:
teoria e prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1994. 114 p.
MELLO FILHO, Julio de; BURD, Miriam. Psicossomática hoje. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. 611 p.
- 192 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
ROMANO B.W.(org). A Prática da Psicologia nos Hospitais. São Paulo:
Pioneira.2002.
Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar.
10º SEMESTRE
Disciplina
PSICOTERAPIA
Carga horária
FAMILIAR
(NATUREZA:
ÊNFASE
60h
CURRICULAR PSICOLOGIA E PROCESSOS DE ATENÇÃO
À SAÚDE)
Ementário
Família: definições e perspectivas das várias disciplinas. Estabilidade e mudança
nos modelos de família. Família e ciclo vital. Inter-relações entre crianças, adultos e
adolescentes. Funções e disfunções familiares: abordagens teóricas. Promoção da
saúde na família. Psicoterapias familiares: modelos teóricos e técnicas
psicoterápicas. Usos e limitações da psicoterapia familiar. Questões éticas na
psicoterapia familiar
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARTER, Betty; MCGOLDRICK, Monica. As mudanças no ciclo de vida familiar:
uma estrutura para a terapia familiar. Porto Alegre: Artmed, 1995. 510 p.
WINNICOTT, D. W. A família e o desenvolvimento individual. São Paulo:
Martins Fontes, 2005. 247 p.
MINUCHIN, Salvador; FISHMAN, H. Charles. Técnicas de terapia familiar. Porto
Alegre: Artmed, 2003. 285 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOX, Sally, COPLEY, Beta, MAGGNA, Janne & MOUSTAKI, Errica. Psicoterapia
com famílias: uma abordagem psicanalítica. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 1994. 255 p.
Ariés, P História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro: LTC. 1981.
- 193 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
ARANTES, A. Colcha de retalho: estudos sobre a família no Brasil. Campinas,
Unicamp. 1994.
10º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PROGRAMAÇÃO E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
60 horas
(NATUREZA: ÊNFASE CURRICULAR PSICOLOGIA E
PROCESSOS EDUCATIVOS)
Ementário
O planejamento didático: seleção, ordenação, descrição e delimitação de objetivos,
conteúdos e métodos de aprendizagem e de avaliação. Construção e análise de
currículo escolar e de recursos materiais. Aplicação e utilização das novas
tecnologias e suas linguagens no processo educativo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na educação. 2 ed. São Paulo:
Editora Cortez, 1994. 125 p.
VASCONCELLOS, Celso.
Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 11. ed. São Paulo:
Libertad, 2009. 213 p.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto político-pedagógico. 19. ed. São Paulo: Libertad, 2009. 205 p.
- 194 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DE VRIES, Rheta; ZAN, Betty. A ética na educação infantil: o ambiente sócio
moral na escola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1998. 328 p.
ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. 7. ed. São
Paulo: Cortez, 2010. 110 p.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Editora Cortez, 1990. 263 p.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 10 ed. São
Paulo: Editora Cortez 180 p.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
224 p.
10º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA E NECESSIDADES ESPECIAIS
60 horas
(NATUREZA: ÊNFASE CURRICULAR PSICOLOGIA E
PROCESSOS EDUCATIVOS)
Ementário
Exame dos conceitos relativos a necessidades especiais identificando os seus
determinantes biológicos e sociais. Diagnóstico e etiologia das deficiências visuais,
auditiva, motora, mental assim como a superdotação. Estudo das diferentes
estratégias de intervenção contextualizadas na realidade institucional e adequadas
às possibilidades funcionais dos portadores de necessidades especiais. Intervenção
voltada para o desenvolvimento de habilidades básicas, comportamento adaptativo,
independência pessoal, integração social. Ações orientadas para a profilaxia de
situações adversas e de questões sócio culturais da estigmatização. Inclusão social
dos portadores de necessidades especiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COLL,
César;
PALACIOS,
psicológico
e
Jesús;
educação:
MARCHESI,
necessidades
Alvaro.
Desenvolvimento
educativas
especiais
e
aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1995. 381 p.
MANNONI, Maud. A criança retardada e a mãe. São Paulo: Martins Fontes,
1999. 196 p.
- 195 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
PESSOTI, Isaias. Deficiência Mental: da superstição à ciência. São Paulo:
T.D. Queiroz: Ed USP. 1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCELLI, Daniel; AJURIAGUERRA, Julian de. Manual de psicopatologia da
infância de Ajuriaguerra. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. 410p
BRASIL. Ministério da Educação. Deficiência mental. Brasília: Ministério da
Educação e Cultura 150 p.
TEZZA, C.O. O filho eterno. Rio de Janeiro, Record, 2007.
10
º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
SEMINÁRIOS INTEGRATIVOS
30 horas
Ementário
O trabalho em equipe multiprofissional: discussão das interfaces entre a ação do
psicólogo e de outros profissionais tais como médicos, administradores, pedagogos,
fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, entre outros. Discussão
de problemáticas humanas – individuais, grupais, organizacionais e societais – que
requerem intervenções nas suas dimensões psicológicas e psicossociais que
estejam sendo alvo da experiência dos alunos nos estágios finais do curso. Análise
de experiências de intervenção. Estudos de casos nos domínios abarcados pelas
ênfases curriculares do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JAPIASSU, Hilton. O sonho transdisciplinar: e as razões da filosofia. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 237 p.
PAVIANI, J. Interdisciplinaridade; Conceitos e distinções. São Paulo: EDUSC.
ROCHA, J.B., Basso, N.R.S. (2009). Transdisciplinaridade: a natureza da
educação científica. 2ª edição. Porto Alegre. EDIPUCRS.
- 196 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 9 ed. São
Paulo: Cortez Editora, 2004. 118 p.
PIRES, Marília Freitas de Campos. Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade e
transdisciplinaridade no ensino. Interface. Comunicação, saúde e
educação. 173 – 182. 1998.
10º SEMESTRE
Disciplina
Carga horária
ESTÁGIO PROFISSIONAL III
240 horas
(Natureza: ÊNFASE PROFISSIONAL)
Ementário
Os estágios profissionalizantes pretendem proporcionar ao aluno espaços para o
exercício das habilidades e competências desenvolvidas na ênfase curricular
escolhida. Implicam na inserção do formando em contextos apropriados. Nestes
contextos, deverá responsabilizar-se por atividades profissionais esperadas do
psicólogo em processo de conclusão da sua graduação e tendo em vista o
repertório desenvolvido ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bibliografia específica será indicada em função dos problemas que serão discutidos
na disciplina
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Bibliografia específica será indicada em função dos problemas que serão discutidos
na disciplina
b) Disciplinas optativas
- 197 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
OPTATIVAS
Disciplina
Carga horária
PSCOLOGIA E SEXUALIDADE
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Princípios gerais da sexualidade. O processo integrado do desenvolvimento
biológico, cognitivo, emocional e social da sexualidade. A sexualidade vista pelas
diferentes disciplinas (psicologia, psicanálise, sexologia, antropologia, sociologia,
história, demografia, etc.). Os debates contemporâneos em torno da sexualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUINO, J. G. (ORG). Sexualidade na escola: alternativas teóricas e práticas. 2 ed.
São Paulo: Summus Editorial, 1997. 143 p
FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Edição standard
brasileira das obras completas de Sigmund Freud. rio de janeiro: IMAGO.1905
VITIELLO, Nelson. Sexualidade: quem educa o educador: um manual para jovens,
pais e educadores. São Paulo: Iglu 132 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMARGO,
Ana
Maria
Faccioli
de;
RIBEIRO,
Cláudia.
Sexualidade(s)
e
infância(s): a sexualidade como um tema transversal. São Paulo:
Moderna, 1999. 144 p
LAPATE, Vagner. Sexualidade e saúde. São Paulo: Sttima 161 p.
TONELI, M. J. F. Homofobia em contextos jovens urbanos: contribuições dos
estudos de gênero. Psic (on line). Dez 2006. v.7. n.2. p 31-38.
(HTTP://pepsic.bvs-sic.org.br/scielo.php?) ISSN 1676-7314.
- 198 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Análise Cargos e Planejamento de Pessoal. Análise cargos como instrumento do
recrutamento e seleção de pessoal. Planejamento de Pessoal e o levantamento de
necessidades de competências para a organização. Estratégias de recrutamento.
Diferentes modelos de estruturar o processo de seleção. Avaliação psicológica com
objetivo de seleção para o trabalho. Entrevista de Seleção. Dinâmicas de grupo no
processo de seleção de pessoal. Avaliação crítica da situação dos processos de
seleção e orientação profissional e das perspectivas futuras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos
humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000. 171
p.
GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São
Paulo: Atlas, 2001. 307 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUNNETTE, Marvin D. Seleção e colocação de pessoal. São Paulo: Atlas, 1973.
263 p.
BOWDITCH, James L.; BUONO, Anthony F; BUONO, Anthony F. Elementos de
comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira 305 p.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo:
Prentice Hall,
- 199 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA E ABUSO DE DROGAS
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Uso e abuso de drogas: conceitos, histórico e contexto contemporâneo. Modelos de
tratamento de abuso de drogas. Equipe multiprofissional. Redução de danos.
Abordagens psicoterápicas com usuários de drogas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental no SUS: acesso ao tratamento e
mudança do modelo de atenção : relatório de gestão 2003-2006.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política do ministério da saúde para atenção integral
a usuários de álcool e outras drogas. Brasília: MS, 2004. 64p.
LOUZÃ-
NETO, Mario
Rodrigues & ELKIS,
Hélio.
Psiquiatria básica. 2ª
edição.São Paulo, Artmed. 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTÓN, Diego Macià. Drogas: conhecer e educar para prevenir. São Paulo: Scipione,
2000. 151 p
OPTATIVA
DISCIPLINA
Carga horária
PSICOLOGIA JURÍDICA
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Psicologia Jurídica: conceito, histórico. Atuação do psicólogo na área cível, criminal,
Infância e Juventude e Família. Relação com outras ciências e profissões. O
psicólogo jurídico nas diversas áreas de atuação. As relações intersubjetivas entre o
- 200 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
indivíduo, a família e a lei. Análise das tentativas de tratamento e de reinserção
social do sujeito infrator. O psicólogo jurídico e o Depoimento Sem Dano. Laudos,
perícias e pareceres psicológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, A.M.B; FURTADO, O. & Teixeira, M.L.T. Psicologias: uma introdução ao
estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2002.
TRINDADE, Jorge. Manual de psicologia jurídica para operadores do direito.
4. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRITO, L.M.T. TEMAS de psicologia jurídica. 4. ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999.
212 p
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
NEUROPSICOLOGIA
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Avaliação neuropsicológica. Testagem e avaliação com métodos neuropsicológicos.
Aspectos
de
neuroimagem
e
neuroimagem
funcional
-
importância
na
neuropsicologia; tomografia computadorizada, ressonância magnética e métodos de
diagnóstico por imagem; uso de tecnologias avançadas por neuropsicólogos.
Paralisia cerebral, deficiência cerebral, epilepsia. Patologias do sono. Principais
patologias orgânicas com manifestação nas funções psíquicas. Afasias; Agnosias;
Apraxias; Síndromes Amnésticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- 201 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
DAMÁSIO A. O erro de descartes - emoção, razão e o cérebro humano. São
Paulo: Companhia das Letras, 1996.
BEAR, Mark F.; CONNORS, Barry W.; PARADISO, Michael A. Neurociências:
desvendando o sistema nervoso. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 855 p.
KANDEL, Eric R.; SCHWARTZ, James H.; JESSELL, Thomas M. Fundamentos da
neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1997. 591 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LENT, Roberto. . Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência.
São Paulo: Atheneu, 2005. 698 p
MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. São Paulo: Atheneu, 2002.
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
INFÂNCIA EM RISCO PSICOSSOCIAL
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Infância, Adolescência e Normalidade. Patologias da Infância e da adolescência. As
concepções de risco e de prevenção. Modalidades de institucionalização da criança e
do adolescente. Questões teóricas e conceituais relacionadas à institucionalização
de crianças e adolescentes. Instituição e seus diferentes modelos em uma
perspectiva histórica. Políticas públicas de institucionalização de crianças e
adolescentes. O processo de institucionalização de crianças e adolescentes. O
trabalho do psicólogo junto a instituição de crianças e adolescentes. A prática
multiprofissional em contextos institucionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOUSA, Ana Maria Costa de. Educação infantil: uma proposta de gestão
municipal. 2 ed. Campinas: Papirus, 2000. 160 p.
MARCELLI, Daniel; BRACONNIER, Alain. Adolescência e psicopatologia. 6. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 439 p.
Aguiar Netto. Infância. s.l.: Educativa 304 p.
- 202 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEVISKY, Davi, L. ADOLESCÊNCIA e violência. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
145 p
GUERRA, Viviane Amélia N. de A. Infância e violência doméstica: fronteiras do
conhecimento. 4 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. 334 p.
COSTA, Maria.,SOUZA, Ronald p., ADOLESCÊNCIA: aspectos clínicos e psicossociais.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 464 p
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
PSICOFARMACOLOGIA
60 horas
Natureza: Optativa
Ementário
Princípios farmacológicos gerais. Farmacocinética, farmacodinâmica e interações
medicamentosas
de
drogas
psicoativas.
Mecanismos
de
ação
de
drogas.
Farmacologia do sistema nervoso. Neurotransmissores centrais. Farmacologia dos:
compostos antipsicóticos, compostos antidepressivos, compostos ansiolíticos, dos
hipno-sedativos, dos compostos estimulantes e anorexígenos. Drogas Psicotrópicas.
Psicofármacos: classificação segundo sua composição e efeitos.
Psicofármacos:
interações com outros tratamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAPCZINSKI, Flávio, QUEVEDO, João, IZQUIERDO Ivan. Bases biológicas dos
transtornos psiquiátricos. Porto Alegre .Artmed, 2004.
KAPLAN, H.; SADOCK, B. & GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1997.
LOUZÃ- NETO, Mario Rodrigues & ELKIS, Hélio. Psiquiatria básica. 2ª
edição.São Paulo, Artmed. 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- 203 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
SILVA, Penildon. Farmacologia. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
1369 p
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
60h
PSICOLOGIA DO ESPORTE
Natureza: Optativa
Ementário
Psicologia do esporte: definição, objetivo e área de atuação. Processos psicológicos
básicos do comportamento do esporte. Psicologia do Esporte e relação com outras
áreas da Psicologia, com outras ciências e profissões. Motivação para o esporte.
Auto-representação e representação do outro no esporte individual. Representação
de grupos e de relações intergrupais no esporte coletivo. Relações psicológicas
entre trabalho e resultados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BECKER JÚNIOR, B. Manual de Psicologia do Exercício & Esporte. Porto Alegre:
Nova Prova, 2000.
BECKER JÚNIOR, B.; SAMULSKII, D. Manual de treinamento psicológico para o
esporte. Novo Hamburgo: Feevale. 1998.
JÚNIOR, Dante de Rose; Colaboradores. Esporte e Atividade Física na Infância
e na Adolescência: Uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre:
Artmed. 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRATTY, B. Psicologia no esporte. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1983.
SAMULSKI, D. Psicologia do Esporte. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1995.
- 204 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
OPTATIVA
Disciplina
Carga horária
PSICOLOGIA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS
60h
Ementário
Construção
multidisciplinar
do
conceito
de
direitos
humanos
e
cidadania;
Declaração Universal dos Direitos Humanos; Psicologia, Cidadania e Direitos
Humanos: Interfaces; Perspectivas do Exercício de Cidadania: estado democrático x
estado totalitário; Psicologia, direitos humanos e saúde mental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, Nilda Teves. Cidadania: uma questão para a educação. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira 264 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos humanos e cidadania. 2 ed. São Paulo:
Moderna, 2004. 112 p.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. São
Paulo: Max Limonad, 2004. 487 p.
TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. Direitos humanos e meio-ambiente:
paralelos dos sistemas de proteção internacional. Porto Alegre: Sergio
Antonio Fabris Editor, 1993. 351 p
III – 5. CONDIÇÕES DE ENSINO ESPECÍFICAS
PARA A FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA
A formação do psicólogo, pela diversidade de práticas e de domínios de
conhecimento que caracteriza a Psicologia, demanda variados contextos de ensino- 205 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
aprendizagem. O exame do conjunto de competências que orienta o presente
projeto
revela
a
necessidade
de
múltiplos
espaços
especiais
para
o
seu
desenvolvimento.
Essa decisão está de acordo com as orientações das Diretrizes Curriculares
para os cursos de Psicologia, explicitamente, a indicação de diversos contextos que
devem estar presentes na formação em Psicologia, rompendo uma formação que
ocorra apenas na tradicional sala de aula. Dois conjuntos de condições são
particularmente importantes: os laboratórios, contextos que devem assegurar parte
significativa do aprendizado das habilidades científicas; e o Serviço-Escola de
Psicologia
(SEP),
espaço
voltado
para
o
desenvolvimento
de
importantes
competências profissionais.
Além de se constituírem em ambientes indispensáveis ao ensino das
habilidades e competências esperadas do futuro psicólogo, tais contextos especiais
voltam-se para atender às funções de pesquisa e a extensão. Assim, poderão
contribuir
para
o
efetivo
cumprimento
da
missão
institucional
de
formar
profissionais sensíveis à necessidade de avanço da ciência e às demandas sociais
da comunidade a que deverão servir.
Em vista das importantes funções desses ambientes nos cursos de
Psicologia, esses espaços específicos são concebidos como ambientes acadêmicos
que têm como objetivos gerais:


Desenvolver a postura científica perante os fenômenos psicológicos
estudados e frente às práticas de prestação de serviços à comunidade;
Permitir interações entre alunos e professores que estimulem a construção
do conhecimento e o aprimoramento dos procedimentos que integram as
práticas profissionais.
Os Laboratórios, outros ambientes especiais e o Serviço-Escola de Psicologia
são os espaços especiais descritos a seguir.
III - 5.1.
LABORATÓRIOS DE ENSINO: CONCEPÇÃO
PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES
E
Para atender às disciplinas que buscam assegurar o domínio dos processos
psicológicos básicos e a sua interface com os processos biológicos, existem os
seguintes laboratórios de ensino para o curso de psicologia:
a) Laboratórios de bases biológicas da psicologia
- 206 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
b) Laboratórios de Psicologia
c) Laboratório de Informática
III - 5.2. LABORATÓRIOS DE BASES BIOLÓGICAS DA PSICOLOGIA
A utilização dos laboratórios é atividade essencial para o curso. Os alunos
utilizam os laboratórios tanto em atividades dentro da carga horária das disciplinas
como em outros horários de acordo com a organização de cada disciplina e da
administração dos laboratórios.
As atividades em laboratório podem ser em grupo ou individualizadas com
acompanhamento direto pelo professor responsável pela disciplina, auxiliado por
monitores e pessoal de apoio.
Estão
competências
previstas
e
práticas
conhecimentos
relevantes
de
vários
importantes para a formação em psicologia.
para
o
campos
domínio
das
de
ciências
habilidades,
biológicas
Esses domínios abarcados por três
disciplinas curriculares estão discriminados no quadro 13 explicita as competências
a serem adquiridas nesses Laboratórios.
Quadro 11: Habilidades a serem desenvolvidas no laboratório de bases biológicas em
psicologia.
Disciplinas

Neuro-anatomia

Genética e
Comportamento

Fisiologia e
Comportamento
Habilidades a serem desenvolvidas
 Identificar as características anatômicas do sistema nervoso central e
periférico;
 Caracterizar as estruturas anatômicas dos órgãos dos sentidos e as
bases neurofisiológicas envolvidas nos processos sensoriais;
 Caracterizar o cérebro humano em termos das suas características
estruturais e funcionais, discriminando o papel das suas principais
estruturas nos processos psicológicos;
 Descrever os processos neurais envolvidos na geração de
comportamentos reflexos e aprendidos;
 Identificar os fundamentos neurofisiológicos e neuroendócrinos dos
processos cognitivos, motivacionais e emocionais;
 Identificar as bases genéticas e neurológicas de importantes
síndromes comportamentais;
 Identificar características do processo evolutivo que configurou a
espécie humana e como esse processo levou às atuais características
anatômicas e fisiológicas.
 Identificar os efeitos de neurotransmissores e drogas sobre o
funcionamento do sistema nervoso humano
a) Ficha dos Laboratórios
FICHA DE LABORATÓRIO
- 207 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Laboratório Multidisciplinar I (Genética, Botânica, Biologia
Celular, Zoologia e Ecologia)
Capacidade:
122,83
25
LABORATÓRIO DE:
Área (m2):
EQUIPAMENTOS (essenciais para o funcionamento)
Descrição
Qtde.
Balança de precisão
Centrífuga de mesa
Estufa de secagem e esterilização
Banho-maria
Destilador
Microscópio binocular
Lupa estereoscópica
Agitador magnético
Medidor de Ph
Refrigerador
Freezer vertical
Lavador de pipetas
Forno de micro-ondas
Barrilhete para água destilada
Câmara para germinação de plantas e sementes
Placa aquecedora
01
01
01
01
01
19
18
01
01
01
01
01
01
01
01
00
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA (incluindo o mobiliário)
Descrição
Qtde.
Bancada lateral em forma de ”L” composta de: 14 armários inferiores,
tampo em granito, com tomadas elétricas duplas.
Bancadas centrais compostas de: 14 armários inferiores, com castelos
baixos, cubas em aço inox, registros para água fria e para GLP, tomadas
elétricas duplas, tampos em granito e complementos de elétrica e
hidráulica.
Banquetas com almofadas
Banquetas de madeira
Lousa branca
Mesa do professor
Suporte para papel
01
05
24
00
01
01
01
ÁREAS ACADÊMICAS ATENDIDAS
Ciências Biológicas
DESCRIÇÃO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS CONSIDERADAS SIGNIFICATIVAS
2 condicionadores de ar, 1 balança comum, 1 relógio de parede, 1 manequim esqueleto(desarticulado),
1 aquário
FORMAÇÃO
RESPONSÁVEL
CARGO/FUNÇÃO
RT
PG
G
EM
EF
Núbia Câmara
Maria do Carmo
Priscila Daniele
Wanessa Kaline
Vanessa Barboza
X
x
x
x
- 208 -
Técnico de
Laboratório
TP
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO
O laboratório está disponível para os alunos durante toda a semana, nos turnos
matutino, vespertino e noturno, exceto aos domingos.
Legenda:
 PG pós-graduação; G graduação; EM ensino médio completo; EF ensino fundamental completo.
 RT regime de trabalho
FICHA DE LABORATÓRIO
Laboratório Multidisciplinar II (Histologia e Embriologia)
Capacidade:
79,24
25
LABORATÓRIO DE:
Área (m2):
EQUIPAMENTOS (essenciais para o funcionamento)
Descrição
Qtde.
Microscópios binoculares
Lupas estereoscópicas
Sistema CCD multifuncional para projeção de lâminas
Televisor
Desumidificador de ar ambiente
41
01
01
01
01
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA (incluindo o mobiliário)
Descrição
Qtde.
Armários suspensos com portas de vidro
Bancadas centrais compostas de: tomadas elétricas e tampo em granito
Bancada lateral composta de: 5 (cinco) armários inferiores, 2 (duas) cubas
em aço inox, registros para água fria, tomadas elétricas, tampo em
granito.
Banquetas com almofadas
Lousa branca
Suporte para detergente
Suporte para papel
02
04
01
35
01
01
01
ÁREAS ACADÊMICAS ATENDIDAS
Ciências Biológicas
DESCRIÇÃO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS CONSIDERADAS SIGNIFICATIVAS
2 extintores, 3 condicionadores de ar
FORMAÇÃO
RESPONSÁVEL
PG
Núbia Câmara
Daniele Bezerra
Vanessa Barboza de Souza
x
G
EM
EF
CARGO/FUNÇÃO
RT
Técnico de
Laboratório
TP
x
x
POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO
O laboratório está disponível para os alunos durante toda a semana, nos turnos
matutino, vespertino e noturno, exceto aos domingos.
Legenda:
 PG pós-graduação; G graduação; EM ensino médio completo; EF ensino fundamental completo.
 RT regime de trabalho
FICHA DE LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE:
Área (m2):
104,55
Laboratório de Anatomia Humana
Capacidade:
- 209 -
25
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
EQUIPAMENTOS (essenciais para o funcionamento)
Descrição
Qtde.
Esqueleto desarticulado
Esqueleto com ligamentos
Coluna flexível
Torso unissex com dorso aberto
Figura muscular masculina c/37 peças
Cabeça com pescoço (5 partes)
Metade cabeça com musculatura
Cérebro com artérias (9 partes)
Olho em órbita (8 partes)
Ouvido gigante (4 partes)
Seção de pele
Laringe (7 partes)
Coração com esôfago e traqueia
Sistema digestivo (3 partes)
Seção de rim (2 partes)
Pélvis feminina (2 partes)
Pélvis masculina (2 partes)
Sistema nervoso, ½ do tamanho natural.
Cérebro neuro-anatômico (8 partes)
Ventrículo cerebral
Circulação do líquido cefaloraquidiano
Cérebro 2,5x do tamanho natural (4 partes)
Modelo das regiões cerebrais (4 partes)
Modelo de cabeça de luxo (6 partes)
04
01
02
02
01
01
04
04
01
01
02
04
04
01
02
02
02
01
04
02
01
04
02
01
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA (incluindo o mobiliário)
Descrição
Qtde.
Bancada lateral composta de: 10 (dez) armários inferiores, 4 (quatro) cubas com
tampas, alças e baldes em aço inox, 4 (quatro bojos em aço inox, 4 (quatro)
registros para água fria, tampo em granito e em aço inox.)
Mesas centrais em inox, compostas de: 1 (um) balde em aço inox para coleta de
líquidos, 1 (uma) prancheta sob o tampo, para instrumentos e com tampos em aço
inox.
Tanques para cadáveres confeccionados em inox, com dois suportes internos para
cadáveres, com içamento por sistema de roldanas e correntes, um dreno para
retirada de líquidos.
Lousa branca
Bancos de madeira
01
08
01
01
50
ÁREAS ACADÊMICAS ATENDIDAS
Ciências Biológicas
DESCRIÇÃO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS CONSIDERADAS SIGNIFICATIVAS
02 conj. do sistema embrionário(08 peças); 10 Banners; 02 sistemas esqueléticos (feto natural); 03
exaustores; 03 ventiladores; 02 lixeiras; 04 crânios c/ calotas craniana; 04 esternos c/ costelas e
cartilagem; 06 costelas; 97 vértebras; 04 iòides; 08 tíbias; 08 fíbulas; 04 sacros c/ cóccix; 08 patelas;
08 mãos; 08 pés; 08 clavículas; 08 rádios; 08 ulnas; 08 úmeros; 08 escápulas; 08 fêmurs; 04 pares de
quadril(ísquil, ílio e púbis); 01 tabuleiro do sistema nevoso e 01 de sist. digestório; 01 sist. Auditivo
pequeno; 02 cabeças c/ todos os sistemas; 01 pulmão c/ brônquios e bronquíolos; 10 vidros c/ fetos
naturais.
FORMAÇÃO
RESPONSÁVEL
CARGO/FUNÇÃO
RT
PG
G
EM
EF
- 210 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
x
Núbia Câmara
Karla Regina
x
DO
CURSO
DE
-
Técnico de Laboratório
TP
POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO
O laboratório está disponível para os alunos durante toda a semana, nos turnos
matutino, vespertino e noturno, exceto aos domingos.
Legenda:
 PG pós-graduação; G graduação; EM ensino médio completo; EF ensino fundamental completo.
 RT regime de trabalho.
 .
FICHA DE LABORATÓRIO
Anfiteatro do Laboratório de Anatomia Humana
Capacidade:
66,41 m2
44
LABORATÓRIO DE:
Área (m2):
EQUIPAMENTOS (essenciais para o funcionamento)
Descrição
Qtde.
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA (incluindo o mobiliário)
Descrição
Qtde.
Poltronas com apoio de braço
Lousa branca
32
01
ÁREAS ACADÊMICAS ATENDIDAS
Ciências Biológicas
DESCRIÇÃO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS CONSIDERADAS SIGNIFICATIVAS
FORMAÇÃO
RESPONSÁVEL
PG
G
EM
EF
CARGO/FUNÇÃO
RT
X
Núbia Câmara
Karla Regina
x
POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO
O Anfiteatro do Laboratório de Anatomia Humana é utilizado durante as aulas
demonstrativas de anatomia.
Legenda:
 PG pós-graduação; G graduação; EM ensino médio completo; EF ensino fundamental completo.
 RT regime de trabalho
III - 5.3 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS DE PSICOLOGIA
Os laboratórios específicos da psicologia constituem ambientes planejados
para que o aluno familiarize-se com uma estratégia de produção de conhecimento
que busca assegurar os controles necessários à busca de relações causais entre
variáveis
estudadas
–
o
método
experimental.
Tais
ambientes
asseguram
adicionalmente a possibilidade de treino da habilidade de observação e descrição
rigorosas desses fenômenos e processos.
Adicionalmente, como contextos estruturados de atividades, espera-se que a
passagem do graduando pelos laboratórios possa assegurar:
- 211 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA

DO
CURSO
DE
-
Domínio dos instrumentos e procedimentos classicamente utilizados para
investigar processos psicológicos básicos;

Domínio da lógica que embasa a pesquisa experimental, com destaque para
a necessidade e estratégias de controle de variáveis que permitem a
construção de explicações causais para os eventos estudados;

Capacidade de articular o conhecimento sobre processos psicológicos e
comportamentais gerados a partir de pesquisa com diferentes sujeitos
experimentais – humanos e não humanos;

Capacidade de articular o conhecimento sobre processos psicológicos e
comportamentais gerados em contextos controlados de laboratórios e sua
ocorrência em ambientes naturais;

Respeito aos padrões éticos no desenvolvimento de pesquisas experimentais
e, particularmente no planejamento e realização de experimentos que
envolvam sujeitos humanos;
 Cuidado e zelo com o ambiente, equipamentos e materiais utilizados nestes
contextos específicos.
Para dar o necessário suporte às atividades práticas relativas aos fenômenos e
processos psicológicos, foram concebidos os seguintes espaços:

Laboratório de Análise Experimental do Comportamento

Sala de Observação

Sala de Testes
III - 5.3.1 LABORATÓRIO
COMPORTAMENTO
DE
ANÁLISE EXPERIMENTAL
DO
No projeto de autorização do curso de Psicologia (PPC, 2004), está prevista
a existência de um contexto de ensino indispensável para a aprendizagem dos
princípios
e
metodologias
empregadas
pela
Análise
Experimental
do
Comportamento.
O presente laboratório consiste em um contexto de ensino indispensável
para a aprendizagem dos princípios e metodologias empregadas pela Análise
Experimental do Comportamento. As habilidades a serem desenvolvidas e as
práticas realizadas encontram-se no Quadro 14. No entanto, demos preferência por
ministrar os processos de aprendizagem através do ambiente virtual, usando como
- 212 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
referência a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada em
Assembleia da UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978. Em seu Artigo
1 esclarece que todos os animais nascem iguais diante da vida, e têm o mesmo
direito à existência. No Artigo 3 é defendido que: a) Nenhum animal será
submetido a maus tratos e a atos cruéis. b) Se a morte de um animal é necessária,
ela deve ser instantânea, sem dor ou angústia. Em seu Artigo 8 é citado que: a) A
experimentação animal, que implica em sofrimento físico, é incompatível com os
direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou
qualquer outra. b) Técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Dessa forma utilizamos como instrumento de aprendizagem o software Sniffy pro
2.0. Esse permite a aprendizagem das leis que regem o comportamento humano e
animal da mesma forma que em um ambiente experimental controlado.
O Laboratório de Análise Experimental do Comportamento, como já foi dito,
é uma ambiente virtual, portanto, o espaço e equipamentos utilizados serão
discriminados mais adiante, no item Laboratório de Informática.
- 213 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Quadro 12: práticas que podem ser realizadas e as habilidades a serem desenvolvidas no
laboratório de análise experimental do comportamento.
Práticas a realizar
Habilidades a serem desenvolvidas

Condicionamentos
clássicos – leis, princípios e aplicações.

Condicionamento
operante – nível operante, modelagem,
esquemas de reforçamento, controle pelo
estímulo (generalização, discriminação),
extinção,
recondicionamento,
comportamento
supersticioso,
encadeamento de respostas e controle
aversivo.

Privação e saciedade.

Observar comportamentos e estabelecer
relações com as suas condições ambientais;

Dominar diferentes técnicas de registro de
observações de comportamentos;

Identificar
o
conjunto
de
medidas
relevantes para a análise funcional do comportamento, a
exemplo de frequência de respostas, variações na topografia
de respostas, intervalo entre respostas, quantidade de
reforços consumidos, entre outras;

Planejar
e
executar
experimentos
envolvendo a manipulação de contingências reforçadoras ou
aversivas;

Realizar análise funcional dos resultados
obtidos nos experimentos.
III - 5.3.2
SALAS DE OBSERVAÇÃO
PSICOLOGIA)
(NO
SERVIÇO-ESCOLA DE
Um terceiro ambiente específico para estudo de fenômenos e processos
psicológicos, previsto no Projeto de autorização (2004), volta-se para o campo do
desenvolvimento e interações sociais.
Trata-se de um ambiente especialmente
planejado para o desenvolvimento de atividades teórico-práticas que visem:

o estudo de situações de interação social entre crianças em situações
de brincadeira e jogos;

o estudo de estágios do desenvolvimento, considerando os processos
cognitivos envolvidos;

para os estudos de grupos e processos de manejo ou utilização de
técnicas grupais;

no domínio dos estudos clínicos e, especialmente, nas áreas de
aconselhamento e psicoterapia (orientação comportamental), nas
quais a observação do desempenho do professor e/ou colega seja
relevante para a aprendizagem significativa dos procedimentos de
intervenção utilizados.
Tendo em vista essas múltiplas possibilidades de uso, este laboratório
funciona nas instalações do Serviço-Escola de Psicologia, que iniciou o seu
funcionamento em fevereiro de 2010. No quadro 15 encontram-se especificadas as
disciplinas que podem utilizar as salas de observação e o conjunto de habilidades
que nele serão desenvolvidas.
- 214 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
A sala de observação consiste em dois espaços que devem possuir a
estrutura de espelho unidirecional. Esses espaços têm sido utilizados, basicamente,
como
salas
de
atendimento
individual,
onde
são
realizadas
psicoterapias,
orientações, entrevistas de triagem etc.
No quadro 16 são discriminados os espaços e equipamentos do Laboratório.
Salientamos que a aquisição de novos materiais (brinquedos, jogos etc.) tem
ocorrido de maneira gradual.
Quadro 13. Disciplinas que potencialmente utilizarão as salas de observação e o conjunto de
habilidades que nele serão desenvolvido.
Disciplinas
Habilidades a serem desenvolvidas
 Psicologia
do
Desenvolvimento e da
Criança, Psicologia da
Adolescência
e
Psicologia da Vida
Adulta e da Velhice
 Psicologia Social I
 Métodos
de
Trabalho Grupal
 Princípios
de
Psicometria
 Teorias e Técnicas
Psicoterápicas I
 Teorias e Técnicas
Psicoterápicas II
▪Psicodiagnóstico.
 Observar comportamentos, descrevendo-os dentro de
padrões científicos, assegurando a precisão dos conceitos
utilizados e a fidedignidade dos registros feitos;
 Observar, em contextos controlados, processos de
interação social e sua relação com o desenvolvimento de
sujeitos humanos, considerando diferentes faixas etárias,
gênero e classe social.
 Identificar variáveis que afetam o desempenho individual
em diferentes contextos grupais.
 Estabelecer relações entre comportamento e condições
contextuais a partir de registros observacionais que não
envolvem manipulação de variáveis, como na situação
experimental;
 Analisar diferenças culturais associadas a distintos
padrões do brincar entre crianças de diferentes níveis
socioeconômicos.
 Planejar
e
executar
planejamentos
experimentais
envolvendo a manipulação de variáveis relativas a
processos de interação social.
 Investigar fatores pessoais e contextuais associados à
gênese e manutenção de comportamentos pró e
antissociais.
 Analisar o processo de construção de vínculos afetivos
entre sujeitos humanos em condições de desenvolvimento
psicológico normal e patológico.
 Analisar as características e dinâmica de processos
psicossociais
tais
como:
conformidade,
obediência,
liderança, dependência, independência, influência social,
persuasão, entre outros.
 Analisar processos de expressão e comunicação e os
padrões de linguagem que os caracterizam em sujeitos
humanos de diferentes faixas etárias e classes sociais.
 Obedecer aos padrões éticos que devem nortear a
situação de observação de sujeitos humanos;
 Aprender e ou aperfeiçoar o domínio de habilidades
técnicas importantes para a atuação profissional a partir da
- 215 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
observação do desempenho de professores, psicólogos e/ou
colegas em caráter de role playing.
- 216 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Quadro 16: Espaços e descrição dos equipamentos do Laboratório.
Espaços
Descrição e Equipamentos
Contexto de observação I
▪ Brinquedos (bonecas, bolas, carros, animais,
instrumentos musicais, fantoches etc.), jogos diversos
(dominó, pega varetas, jogos temáticos etc.), massa
de modelar, tinta guache, pincéis, apagador; lápis,
papel A4, borracha, apontador.
▪ Equipamentos/materiais: organizadores, mesa
octagonal, cadeiras, colchão, armários suspensos, 01
cortina tipo black out, 01 espelho fixo na parede, 01
lixeira plástica, 01 aparelho de ar condicionado
modelo Multiar-7500 btus.
(voltado prioritariamente para
crianças)

02 salas, cada uma com 05 (cinco)
bancos altos individuais para os alunos fazerem
observações; 01 (um) aparelho de ar condicionado
modelo Multiar-7500 btus.
Sala para observadores
Contexto de Observação II
(voltado prioritariamente para
jovens e adultos)

05 (cinco) bancos altos individuais; 01
(um) colchão; 03(três) almofadas; 01 (uma) mesa de
centro;
02
(duas)
poltronas;
02 (duas) cortina tipo black out; 01 (uma) lixeira
plástica; 01 (um) aparelho de ar condicionado modelo
Multiar-7500 btus.
III - 5.3.3. SALA
APLICAÇÃO
ESCOLA DE PSICOLOGIA)
Esse
ambiente,
fazendo
DE
parte
das
DE
TESTES (NO
instalações
do
SERVIÇO-
Serviço-Escola
de
Psicologia, será utilizado também para as aulas práticas das seguintes disciplinas:
Princípios de Psicometria, Testes Psicológicos II e III e Psicodiagnóstico. A sala tem
16m2. Ela localiza-se no Serviço-Escola de Psicologia por envolver o uso de
instrumento privativo do psicólogo, o que requer cuidados especiais com a
aquisição, uso e guarda dos instrumentos psicológicos usados em situação de
ensino.
A sala de medidas psicológicas disporá do seguinte mobiliário:

15 mesas e cadeiras;

Armário;
- 217 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA

Quadro branco;

Carteira do instrutor/professor;
CURSO
DE
-
A sala é destinada à aplicação de testes diversos, com destaque para os
seguintes:

QVI (Questionário Vocacional de Intereses);

ETPC (Escala de Traços de Personalidade para Crianças);

R2 (Teste Não Verbal de Inteligência para Crianças);

Palográfico;

HTP (Casa, Árvore e Pessoa – Técnica projetiva de Desenho);

QUATI (Questionário de Avaliação Tipológica);

R1 (Teste Não Verbal de Inteligência);

BENDER (Teste Não Verbal de Inteligência);

HTM (Habilidade para o Trabalho Mental);

AC 15 (Atenção Concentrada);

LIP (Levantamento de Interesses Profissionais + Áreas
Profissões e Objetos);

CPS (Escala de PERSONALIDADE DE Comrey);

G-36 (Teste Não Verbal de Inteligência).
III - 5.4.LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
O domínio da informática constitui, hoje, habilidade básica indispensável a
qualquer formação profissional. Isso se aplica, também, à formação do psicólogo.
Além de ser uma ferramenta instrumental para levantamentos bibliográficos, busca
de informações, análise de dados, a informática tem, crescentemente, criado
interfaces com a psicologia. Essa interface inclui, por exemplo, a informatização de
vários instrumentos de medidas psicológicas além do uso da informática em vários
procedimentos de intervenção na área educativa e mesmo clínica.
Em instalações comuns para todos os cursos da instituição, o Laboratório de
Informática fornece aos alunos acesso aos recursos da informática, estimulando
uma atuação discente mais autônoma, em atendimento a situações de ensino, de
pesquisa e intervenção.
- 218 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O uso da informática, como visto ao longo do projeto, deve permear várias
disciplinas do curso, o que justifica a inclusão de um laboratório específico para
desenvolver ou consolidar habilidades neste domínio.
Assim, no curso de psicologia, os recursos da informática possuem um duplo
uso:
a) Aqueles ligados aos usos convencionais, como editores de texto, planilhas
de cálculos, programas gráficos, programas de análise de dados e busca de
informações através da Internet, aplicáveis na elaboração e execução de trabalhos
escritos requisitados pelas disciplinas ou outras atividades do curso.
b) Aqueles voltados mais diretamente para o ensino e treinamento na área
de Psicologia, a exemplo softwares de análise estatística, para o estudo da análise
experimental do comportamento, de instrução programada, de instrumentos de
medidas já informatizados, acesso a bases de dados específicas de Psicologia, de
registro de dados e de simulações, livros eletrônicos, hipertextos etc., acessados
através da Internet ou disponibilizados por instituições de ensino do país. A
utilização de CD-ROM educativos, relacionados a áreas da psicologia e de software
especializados em registros e análises de dados, nesse laboratório, permite
dinamizar os procedimentos didáticos, retirando o aluno da sala de aula
convencional e possibilitando uma dinâmica de interação professor-aluno mais
diversificada.
O laboratório de informática para atender aos dois tipos de uso previstos –
domínio de softwares gerais tais como editores de textos, planilhas, acesso a
internet etc. consiste de um espaço específico já existente na instituição e que
atende a alunos de diversos cursos.
O espaço e equipamentos disponíveis neste laboratório encontram-se
abaixo:
LABORATÓRIO DE:
Área (m2):
90,00
FICHA DE LABORATÓRIO
Laboratório de Informática (LIFE IV)
Capacidade:
64
ÁREAS ACADÊMICAS ATENDIDAS: Ciências Biológicas, Pedagogia, Serviço Social, Psicologia
EQUIPAMENTOS/MATERIAL PERMANENTE (essenciais para o funcionamento)
Descrição
Qtde.
Monitor LCMemória DDR2 de 1GB/Gravador DVD-RW/ HD320 GB Sata 2-7200/ Teclado PS2
KB 760/ Mouse PS2 Optico/ SO-WindosXPD (AOC 15”)/ Processador Celeton 450 2,20 512k/
- 219 -
30
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
FICHA DE LABORATÓRIO
Laboratório de Informática (LIFE IV)
LABORATÓRIO DE:
Impressora matricial
01
Estabilizadores
15
TV 29”
01
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA (incluindo o mobiliário)
Descrição
Qtde.
Mesas para computador
10
Cadeiras
60
RESPONSÁVEL
Paulo Alexandre Ananias da
Costa
Formação
Acadêmica/Profissional
Superior
Cargo/Função
Regime de
Trabalho
Coordenador
TI
III - 5.5. Serviço-Escola de Psicologia: concepção geral
e planejamento das atividades
O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) é uma Unidade Auxiliar do Curso de
Psicologia do UNIFACEX que tem por objetivo o desenvolvimento de serviços
concernentes ao campo da Psicologia que permitam, de forma simultânea, o
atendimento de demandas da comunidade e o desenvolvimento das habilidades e
competências finais que caracterizam o psicólogo a ser formado pelo curso.
A missão básica do SEP consiste em articular as atividades de ensino,
pesquisa e extensão desenvolvidas no curso, cumprindo, portanto, uma função
integradora dos projetos de prestação de serviço que garantem o treinamento
profissional básico ao formando. Para tanto, o SEP atua com base no pressuposto
de que serviço e formação não se dissociam da produção de conhecimento
científico.
O SEP consiste no núcleo responsável pelas atividades de estágio. Constitui
o lugar privilegiado no curso, onde se orientam e se avaliam, ética, profissional e
tecnicamente, os projetos desenvolvidos pelo curso, visando a atender demandas
sociais da comunidade, ao mesmo tempo em que desenvolvem competências
profissionais nos alunos.
Embasado em tais princípios gerais, o SEP estruturou-se buscando:

Assegurar o contato do formando com a diversidade de contextos e
demandas sociais necessária para o desenvolvimento do conjunto de
- 220 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA


DO
CURSO
DE
-
competências profissionais básicas e das ênfases curriculares,
possibilitando intervenções nos níveis de indivíduos, grupos,
organizações e comunidades;
Fortalecer o vínculo do UNIFACEX com a comunidade, atendendo
demandas sociais, pautado pela busca da promoção e prevenção da
saúde psicossocial e qualidade de vida da população que elegerá
como usuária principal; e,
Criar um contexto de aprendizagem que articula a prestação de
serviços no campo da Psicologia e o domínio de competências
profissionais com a produção de conhecimento, de modo a permitir
uma formação integral que não dissocia ciência e profissão.
O SEP atua de forma integrada buscando o atendimento das necessidades
da comunidade de Natal e região, priorizando o atendimento à população mais
carente financeiramente que, de outro modo, não tem acesso a serviços
especializados. Para tanto, foram realizadas parcerias com duas escolas da rede
pública de ensino, possibilitando o acesso da comunidade à diversidade de serviços
oferecidos pelo SEP, contemplados pelas duas ênfases curriculares do curso de
Psicologia do UNIFACEX.
III - 5.5.1 SERVIÇOS E ATIVIDADES DESENVOLVIDOS
NO SEP
O Serviço-Escola de Psicologia implementou, de forma permanente, várias
atividades fins vinculadas ao perfil do profissional e que, portanto, estão voltadas
para desenvolver as competências básicas e específicas das ênfases escolhidas para
a formação do psicólogo. Novas atividades, no entanto, poderão ser agregadas em
função de projetos específicos que atendam a interesses do corpo docente e da
instituição e que busquem atender a demandas emergentes da comunidade usuária
do serviço. Nesse sentido, existem duas instituições educacionais que abrangem do
Ensino Infantil ao Ensino Médio, com as quais o SEP mantém uma parceria,
desenvolvendo projetos, tanto nas instalações do próprio serviço como nas
referidas escolas. Esses projetos são consonantes com as necessidades e
problemas identificados através do diagnóstico institucional realizado nas escolas
parceiras, a saber: o Centro Municipal Moema Tinoco (CEMEI) e a Escola Estadual
Castro Alves.
Em relação aos serviços permanentes desenvolvidos no SEP, temos, por
exemplo, todas as atividades de atendimento psicológico, individual ou em grupo,
incluindo aqueles mais especificamente ligados a cada ênfase curricular.
- 221 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
Assim, para cada ênfase, são definidos, a seguir, alguns serviços a serem
prestados.
Ênfase 1
Psicologia e
processos de
prevenção e
promoção da
saúde:
Ênfase 2
Psicologia e
Processos

Acompanhamento de atendimentos psicológicos a pacientes internados
em instituições de saúde de diferentes portes e natureza.

Aconselhamento, Orientação e Atendimento psicoterapêutico, em nível
individual ou coletivo em relação a disfunções psicológicas.

Atendimento e orientação a famílias de crianças e adolescentes em
processo psicoterapêutico.

Atendimentos
especiais.

Desenvolvimento de grupos de promoção à saúde psicossocial de
segmentos populacionais em comunidades.

Desenvolvimento de programas e atividades no âmbito do sistema público
de saúde.

Diagnóstico e atuação frente a problemas de saúde ocupacional.

Diagnósticos de dificuldades comportamentais, cognitivas e afetivas em
crianças, adolescentes e adultos.

Pesquisa sobre problemas de saúde em diferentes contextos institucionais
e comunitários.

Planejamento ambiental para promoção do desenvolvimento e prevenção
de saúde mental em contexto institucional, marginal e comunitária.

Intervenções psicopedagógicas frente a dificuldades no processo de
ensino-aprendizagem.

Pesquisa sobre fenômenos psicossociais (clima, comprometimento,
qualidade de vida e satisfação no trabalho) como base para melhoria dos
processos de gestão de pessoas.

Projetos para disseminar novas tecnologias educacionais em diferentes
contextos de aprendizagem.

Projetos para construção, adaptação e validação de material instrucional
para uso em diferentes contextos de ensino e diferentes segmentos da
população.

Diagnóstico, planejamento e execução de planos de requalificação ao
trabalhador.

Análise e diagnóstico de instituições escolares, nas suas dimensões
institucionais e pedagógicas como base para projetos de intervenções.

Desenvolvimento de trabalhos de grupo para desenvolvimento
habilidades interpessoais em instituições educativas.

Realização de Orientação e aconselhamento profissional e vocacional.

Diagnóstico de necessidades, planejamento, execução e avaliação de
treinamentos em contextos de trabalho.

Planejamento de condições de ensino e aprendizagem em contextos de
trabalho, incluindo o uso de novas tecnologias educacionais.
Educativos
psicológicos
a
- 222 -
pessoas
portadoras
de
necessidades
de
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
III - 5.5.2. Estrutura organizacional, equipe e atribuições
De acordo com o Projeto Político Pedagógico original, “O SEP funcionará com
uma Coordenação Geral, duas coordenações relativas a cada uma das ênfases
curriculares
do
curso,
apoio
administrativo
e
apoio
técnico,
professores
supervisores e estagiários” (PPC, 2004). Atualmente, a equipe que o SEP dispõe
tem conseguido administrar as demandas e problemas inerentes ao início do seu
funcionamento. Essa equipe é composta por uma Coordenação Geral, uma
coordenaççao relativaàs ênfases curriculares do curso, duas psicólogas, professores
supervisores
e
estagiários.
O
Serviço-Escola
de
Psicologia
subordina-se
à
Coordenação do Curso, no seu planejamento e execução de atividades, devendo
funcionar em perfeita consonância com os objetivos acadêmicos. O organograma
está representado na figura 5.
Coordenador geral
SEP
Apoio Administrativo
Apoio Técnico
Coordenador ênfase 1
Coordenador ênfase 2
Supervisores
Estagiários
Figura 5. Organograma do Serviço-Escola UNIFACEX
A gestão do Serviço-Escola de Psicologia encontra-se organizada em dois níveis:
a) No primeiro, a coordenação geral do Serviço-Escola de Psicologia é
exercida por uma professora do Curso de Psicologia, indicada pelo Colegiado do
Curso, com regime de trabalho de 40 horas semanais, com a formação de
- 223 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Psicólogo, regularmente registrada no CRP, com experiência nas duas ênfases do
curso e com experiência em gerenciamento de grupo. A coordenadora é
responsável pela organização do Serviço, coordenação geral de estágios, secretaria
e supervisores.
Existem vinculadas diretamente à coordenação do SEP, como unidade de
assessoria e apoio, uma secretária que também presta apoio administrativo e um
setor de apoio técnico. O apoio técnico foi definido no projeto inicial através de um
psicólogo, com carga horária de 40 horas. Entretanto, no processo de implantação
da proposta pedagógica, optou-se pela contratação de dois psicólogos com
abordagens teóricas e experiências profissionais diferenciadas, cada um deles com
a carga horária de 20 horas semanais. Estes profissionais são responsáveis por
acompanhar o andamento dos serviços prestados.
b) Existem ainda duas coordenações que correspondem às duas ênfases do
curso. Cabe a estas coordenações a gestão das atividades de estágio, intra e extra
Serviço-Escola de Psicologia.
A equipe de professores supervisores do Serviço-Escola de Psicologia é
composta por profissionais com competências específicas para atender os estágios
básicos e específicos, norteando-se através das ênfases do curso de Psicologia.
III - 5.5.3. DEFINIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES
DOS PROFISSIONAIS
Para oferecer uma visão mais precisa das atribuições esperadas dos
diferentes atores envolvidos no funcionamento do SEP, No quadro 17 são
discriminadas as atividades e papel de cada uma das categorias apresentadas
acima. Esta definição de atribuições ou caracterização dos papéis esperados é
importante para garantir clareza às pessoas envolvidas e, ao mesmo tempo,
assegurar os mecanismos de coordenação indispensáveis à concretização da missão
institucional do Serviço.
Embora no projeto de autorização não estivessem definidas as atividades
que seriam desenvolvidas pela equipe técnica do SEP (Psicólogos), é válido
ressaltar que tais atribuições foram construídas coletivamente por toda a equipe,
na medida em que o planejamento e início do funcionamento do SEP foi
acontecendo.
- 224 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Quadro 17: Descrição das atividades desempenhadas por cada cargo que compõe a equipe do
Serviço-Escola de Psicologia
FUNÇÕES
ATRIBUIÇÕES
Coordenador
do
Serviço
Coordenador
Ênfases
das
curriculares
no Serviço
Apoio Administrativo
Recepcionista /
Secretária
Auxiliar
de
gerais
Apoio Técnico
Psicólogos
serviços

Promover a integração Instituição de Ensino – Sociedade.

Estabelecer
parcerias
com
instituições
públicas,
organizações
não
governamentais
e
organizações
privadas
para
desenvolvimento de serviços de Psicologia de interesse mútuo, viabilizando
outros espaços de estágio extra SEP.

Supervisionar e avaliar a prestação de serviços pela
unidade, visando um contínuo aprimoramento.

Coordenar o conjunto de serviços oferecidos, zelando pelo
cumprimento dos objetivos e metas propostas.

Divulgar os diversos trabalhos oferecidos e responder por
eles junto à comunidade.

Elaborar normas e rotinas para o desenvolvimento do
trabalho administrativo e dos serviços.

Colaborar e dar apoio técnico ao coordenador no
desenvolvimento das atividades do serviço;

Colaborar com os coordenadores de projetos na articulação
dos programas do serviço com as disciplinas do curso de Psicologia;

Responsabilizar-se pela guarda e zelo do arquivo central de
atendimento aos clientes do serviço;

Responsabilizar-se pelo guarda e zelo do banco de dados
gerado pelo atendimento a clientela do serviço;

Colaborar na supervisão dos estagiários vinculados a cada
projeto em execução cuja atividade seja desenvolvida nas dependências do
serviço e/ou em instituições que forem formalizadas parcerias com o SEP;

Colaborar no acompanhamento de alunos vinculados as
disciplinas com atividades práticas, cujas atividades sejam desenvolvidas nas
dependências do serviço;

Elaborar relatórios semestrais para a coordenação.

Efetuar procedimentos administrativos, dando suporte a
cada um dos elementos participantes da equipe;

Registrar comparecimento, faltas, desligamentos, marcação
e remarcação de consultas de cada paciente, arquivando as fichas em local
diverso dos prontuários dos pacientes;

Fazer a recepção administrativa com manuseio de fichas de
recepção, inscrição, triagem, espera e arquivamento dos mesmos;

Responsabilizar-se
pela
confecção
da
solicitação,
recebimento, guarda e zelo de materiais de expediente e permanente;

Responsabilizar-se pela guarda e zelo de materiais e
equipamentos de limpeza;

Efetivar a limpeza e higienização das dependências do
serviço;

Confeccionar e servir cafezinho;

Informar necessidade de material de limpeza a ser
adquirido para a unidade;

Responsabilizar-se pela abertura e fechamento das
dependências do Serviço;

Colaborar e dar apoio técnico ao coordenador no
desenvolvimento das atividades do serviço;

Executar e/ou orientar e acompanhar a execução pelos
estagiários da triagem e demais serviços psicológicos oferecidas a
comunidade;

Manter atualizada a disponibilidade de vagas por faixa
etária, tipo de atendimento e perfil socioeconômico;

Acompanhar cada estagiário em atendimento no serviço,
dando devido suporte quanto a adequação de posturas na unidade;

Acompanhar as agendas e os registros de comparecimento,
faltas, desligamentos, marcação e remarcação de consultas de cada
paciente, arquivamento das fichas em local diverso dos prontuários dos
pacientes, realizados pelo apoio administrativo/recepção, dando o devido
suporte necessário;

Acompanhar a recepção administrativa com manuseio de
- 225 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
fichas de recepção, inscrição, triagem, espera e arquivamento dos mesmos,
realizada pelo apoio administrativo/recepção, dando o devido suporte quando
necessário;

Colaborar na confecção e adequação dos formulários
necessários ao serviço;

Preencher a ficha de acompanhamento e avaliação dos
estagiários que estão realizando atendimentos no SEP, na função de
supervisor de campo;

Elaborar relatórios semestrais para a coordenação.
III - 5.5.4. DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO
O SEP está preparado para receber alunos matriculados nas disciplinas do
Estágio Obrigatório. Entende-se por Estágio a realização, pelo corpo discente, de
práticas profissionais sob a orientação de um professor supervisor, devidamente
qualificado para a função. O aluno é acompanhado no Serviço-Escola por um dos
técnicos que desempenhará a supervisão de campo. As atividades de estágio, como
apresentadas anteriormente, estão divididas em dois segmentos: Estágio Básico e
Estágio Profissional.
A inserção do aluno estagiário no SEP é precedida de orientações em relação
ao uso das instalações, sigilo e atitudes e comportamentos esperados nas
atividades desenvolvidas naquele contexto descritas nas Normas Internas do
mesmo.
O público é atendido por uma secretária que faz os encaminhamentos
necessários, disponibilizando a sala de espera para que os usuários possam
aguardar os atendimentos. Há espaços disponíveis para a realização de supervisão,
onde são analisados e/ou discutidos os casos, pelos professores supervisores, com
seus respectivos estagiários, o que aproxima as atividades de ensino e de
prestação dos serviços.
O horário de funcionamento é de 8:00 às 12:00 horas e de 14:00 às 18:00
horas. Foi elaborado de acordo com as necessidades dos alunos, da própria IES e
população. Durante todo o período de funcionamento do Serviço, existe um
psicólogo de plantão para se responsabilizar tecnicamente por orientações e
decisões relativas aos serviços em andamento.
Dois aspectos da dinâmica de funcionamento do Serviço Escola de Psicologia
são, pela sua importância, destacados a seguir:
- 226 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
III - 5.5.5. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÕES DAS ATIVIDADES
Os
alunos
são
sistematicamente
acompanhados
por
professores
(supervisores acadêmicos), psicólogo (responsável técnico) e pela coordenadora do
Serviço, com vistas à preservação da qualidade dos serviços prestados. Estes
profissionais são os responsáveis pelo encaminhamento e pela avaliação. Uma vez
que a Coordenadora tem presença intensiva e que os supervisores se organizam de
acordo com os horários de presença de seus supervisionandos, garante-se um
acompanhamento sistemático e avaliativo; são adotados procedimentos auxiliares,
tais como: diários, fichas, relatórios e registros de frequência. A avaliação é vista
como um recurso pedagógico, por meio do qual o aluno recebe novas informações e
orientações quanto ao seu desempenho e quanto aos objetivos ligados à sua
formação profissional.
O módulo das turmas de estágio profissional foi definido considerando-se a
necessidade de uma atenção individualizada ao aluno. Assim, embora possa variar
em função de orientações teóricas e metodológicas, ao longo de cada semana do
semestre letivo, o aluno tem um horário coletivo de atendimento do grupo, além de
um horário individual para discussão de pontos específicos do seu estágio com o
seu professor supervisor acadêmico. Por sua vez, no módulo das turmas do estágio
básico, que antecedo o estágio profissional, o aluno transita, em grupo, por
diferentes contextos de atuação do psicólogo, com acompanhamento permanente
dos supervisores de campo (psicólogos das instituições concedentes), além de um
acompanhamento sistemático, com periodicidade semanal, que ocorre em grupo
sob a supervisão dos professores orientadores.
Quanto à avaliação da qualidade dos estágios realizados tanto no âmbito
interno ao UNIFACEX como externamente, os professores orientadores juntamente
com os respectivos psicólogos supervisores de campo, avaliam os estágios
seguindo a periodicidade das duas unidades no semestre letivo, conforme
calendário acadêmico semestral da IES. Semestralmente, também é realizada uma
reunião da comissão de estágio, composta pela coordenação do curso, coordenação
de estágio obrigatório do curso e do SEP, dois professores orientadores, um de
cada ênfase curricular, e dois representantes discentes também representando as
ênfases curriculares, que avaliam as propostas dos planos de estágios específicos
cujos objetivos deverão ser norteados pelas ênfases curriculares do curso.
- 227 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
Quanto ao acompanhamento
e avaliação da
DO
CURSO
DE
-
qualidade dos serviços
prestados, a coordenadoria do SEP, juntamente com sua coordenação de ênfases,
psicólogos
responsáveis
técnicos,
professores
supervisores
e
representante
discente, avaliarão as necessidades apontadas pelos usuários, propondo e
executando modificações, quando necessário. Vale salientar a existência de uma
reunião de equipe permanente com periodicidade semanal
e presença da
coordenação do curso, com vistas à promoção de um fórum de discussões e
decisões em busca do aprimoramento do funcionamento e melhoria da qualidade
dos serviços prestados.
III - 5.5.6. REGISTRO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
As atividades do estágio obrigatório e os diversos serviços prestados pelo
SEP são registrados sistematicamente conforme orienta a resolução 001 de 30 de
março de 2009 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que dispõe sobre a
obrigatoriedade do registro documental decorrente da prestação de serviços
psicológicos. Inicialmente, três tipos de registro serão elaborados: a ficha de
triagem, o prontuário de atendimento e o relatório discente.
Esse
material
é
sigilosamente
arquivado
e
utilizado
para
fins
de
acompanhamento do atendimento e evolução do diagnóstico, responsabilidade das
medidas tomadas bem como arquivo para fins de pesquisas epidemiológicas e de
avaliação dos processos de formação.
III - 5.5.7. OS ESPAÇOS DO SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA
A estrutura física e de funcionamento do SEP propiciam aos acadêmicos de
Psicologia do UNIFACEX as condições necessárias para o desenvolvimento de aulas
teórico-práticas (observação de crianças, adolescentes e adultos), bem como
relativas às disciplinas vinculadas às duas Ênfases Curriculares.
O SEP funciona em um prédio onde se localizam os setores de prestação de
serviços à comunidade e espaços de treinamento profissional dos alunos do curso
de Direito e de Serviço Social (este último até 2014), o que permite a interface
entre a atuação dessas áreas, potencializando a qualidade dos serviços prestados
aos usuários.
- 228 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Toda a estrutura física do SEP atende aos requisitos básicos de isolamento
acústico externo e boa audição interna, condições adequadas de iluminação e
ventilação, segurança e higiene.
O Quadro a seguir apresenta uma breve descrição dos espaços utilizados no
SEP. É importante ressaltar que houve uma readequação da estrutura física, cuja
concepção inicial sofreu algumas mudanças.
a) Definição dos espaços do Serviço-Escola de Psicologia
MÓDULO ADMINISTRATIVO E TRABALHO TÉCNICO/MÓDULO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
PSICOLÓGICOS
Espaços
Descrição
Espaço para acomodar usuários em cadeiras confortáveis
Recepção
Atendimento
que permitem esperar o atendimento requerido.
ao
público
Espaço com uma bancada que dá acesso à Secretaria, onde
a atendente oferece informações e faz os encaminhamentos
necessários.
Secretaria
Sala onde funciona o apoio administrativo do SEP.
Coordenação
Geral, Uma sala com divisórias, equipada com computadores,
coordenação
das mesas, cadeiras e armários para acomodar a coordenação
ênfases e técnicos do geral, os coordenadores das duas ênfases e os dois técnicos
SEP.
dos SEP.
Espaço com mesa e cadeiras para reuniões gerais do SEP,
Sala de reunião
podendo
ser
utilizada,
também,
como
espaço
para
supervisionar grupos de estagiários.
Duas salas para atendimento individual de clientes nos
serviços de aconselhamento, orientação e psicoterapia, com
Salas de atendimento
individuais
móveis e recursos apropriados ao tipo de atendimento. As
duas salas de observação que foram adaptadas para
funcionar, também, como salas de atendimento individual,
já estão incluídas no quantitativo referido no início do item.
Cada sala é composta por 01 (um) colchão, 03(três)
- 229 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
almofadas, 01 (uma) mesa de centro, 02 (duas) poltronas,
01 (uma) cortina tipo black out, 01 (um) espelho fixo na
parede, 01 (uma) lixeira plástica, 01 (um) aparelho de ar
condicionado modelo Multiar-7500 btus.
Conjunto de duas salas interligadas por uma sala para os
observadores e preparadas para permitir a observação
através de espelho unidirecional, de situações planejadas
envolvendo
crianças,
jovens
e
adultos.
São
assim
denominadas:
Sala 02 - Observação dos atendimentos com crianças e
atendimento
individual:
Contém 05 (cinco) bancos altos individuais; 01 (um)
colchão; 03(três) almofadas; 01 (uma) mesa de centro; 02
(duas)
poltronas;
01 (uma) cortina tipo black out; 01 (um) espelho fixo na
parede; 01 (uma) lixeira plástica; 01 (um) aparelho de ar
Salas
de
Observação*
condicionado modelo Multiar-7500 btus.
Obs. Sala adaptada para funcionar, também, como sala de
atendimento individual.
Sala 07 - Sala de observação dos atendimentos em grupo,
e atendimento individual. Contém: 05 (cinco) bancos altos
individuais; 01 (um) colchão; 03(três) almofadas; 01 (uma)
mesa
de
02
centro;
(duas)
poltronas;
02 (duas) cortina tipo black out; 01 (uma) lixeira plástica;
01 (um) aparelho de ar condicionado modelo Multiar-7500
btus.
Obs.: Sala adaptada para funcionar, também, como sala de
atendimento individual.
Sala de Ludoterapia
Espaço
planejado
para
- 230 -
as
atividades
que
envolvem
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
atendimento a crianças. A sala é preparada para conter o
conjunto de materiais lúdicos necessários aos atendimentos,
tais como: brinquedos, jogos diversos, massa de modelar,
tinta guache, pincéis, apagador; lápis, papel A4, borracha,
apontador.
octagonal,
Equipamentos/materiais: organizadores, mesa
cadeiras,
colchão,
armários
suspensos,
01
cortina, 01 espelho fixo na parede, 01 lixeira plástica, 01
aparelho de ar condicionado.
A sala é destinada à aplicação de testes diversos (aulas
práticas das disciplinas Testes Psicológicos I, II e III e
Psicodiagnóstico). Contém:
Sala de aplicação de
▪ 15 carteiras;

Armário;
testes
 Quadro branco;
 Carteira do instrutor/professor.
Espaço
planejado
para
as
atividades
que
envolvem
atendimentos em grupo. A sala é preparada para conter o
conjunto de materiais necessários aos atendimentos. sala é
composta por 03 (três) colchões, 04 (quatro) almofadas, 01
Sala de atendimento
em grupo
(um)
tapete
redondo,
01 (uma) cortina tipo black out, 01 (um) espelho fixo na
parede, 01 (uma) lixeira plástica, 01 (um) aparelho de ar
condicionado modelo Multiar-7500 btus.
Espaço
treinamentos
capacitação.
para
e
Mini auditório com setenta lugares para atividades diversas,
incluindo
treinamentos
também
para
algumas
internos
e
atividades
externos.
do
Utilizado
Programa
de
Atendimento e Acompanhamento ao Egresso.
Conjunto de sanitários masculino e feminino, sanitário com
Sanitários (3)
instalações para portadores de necessidades especiais; para
uso dos usuários, alunos, técnicos e professores do SEP.
- 231 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
*SALAS DE OBSERVAÇÃO
Trata-se de um ambiente especialmente planejado para o desenvolvimento
de atividades teórico-práticas que visem:

o estudo de situações de interação social entre crianças em situações de
brincadeira e jogos;

o estudo de estágios do desenvolvimento, considerando os processos
cognitivos envolvidos;

para os estudos de grupos e processos de manejo ou utilização de
técnicas grupais;

no domínio dos estudos clínicos e, especialmente, nas áreas de
aconselhamento e psicoterapia, nas quais a observação do desempenho
do
professor
e/ou
colega
seja
relevante
para
a
aprendizagem
significativa dos procedimentos de intervenção utilizados.
Tendo em vista essas múltiplas possibilidades de uso, este laboratório
funciona nas instalações do SEP. No quadro a seguir encontram-se especificadas as
disciplinas que podem utilizar esse laboratório e o conjunto de habilidades que nele
serão desenvolvidas.
Disciplinas
Habilidades a serem desenvolvidas

Psicologia
do
Desenvolvimento
e
da
Criança,
Psicologia
da
Adolescência e Psicologia da
Vida Adulta e da Velhice
Psicologia Social II

Métodos
de
Trabalho Grupal

Princípios
de
Psicometria

Teorias
e
Técnicas Psicoterápicas I

Teorias
e
Técnicas Psicoterápicas II

Psicodiagnóstico
 Observar
comportamentos,
descrevendo-os
dentro de padrões científicos, assegurando a
precisão dos conceitos utilizados e a fidedignidade
dos registros feitos;
 Observar, em contextos controlados, processos
de interação social e sua relação com o
desenvolvimento
de
sujeitos
humanos,
considerando diferentes faixas etárias, gênero e
classe social.
 Identificar variáveis que afetam o desempenho
individual em diferentes contextos grupais.
 Estabelecer relações entre comportamento e
condições contextuais a partir de registros
observacionais que não envolvem manipulação de
variáveis, como na situação experimental;
 Analisar diferenças
culturais associadas a
distintos padrões do brincar entre crianças de
diferentes níveis socioeconômicos.
- 232 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
 Planejar e executar planejamentos experimentais
envolvendo a manipulação de variáveis relativas a
processos de interação social.
 Investigar
fatores
pessoais
e
contextuais
associados
à
gênese
e
manutenção
de
comportamentos pró e antissociais.
 Analisar o processo de construção de vínculos
afetivos entre sujeitos humanos em condições de
desenvolvimento psicológico normal e patológico.
 Analisar as características e dinâmica de
processos psicossociais tais como: conformidade,
obediência, liderança, dependência, independência,
influência social, persuasão, entre outros.
 Analisar processos de expressão e comunicação e
os padrões de linguagem que os caracterizam em
sujeitos humanos de diferentes faixas etárias e
classes sociais.
 Obedecer aos padrões éticos que devem nortear a
situação de observação de sujeitos humanos;
 Aprender e ou aperfeiçoar o domínio de
habilidades técnicas importantes para a atuação
profissional a partir da observação do desempenho
de professores, psicólogos e/ou colegas em caráter
de role playing.
III - 5.5.8. IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO ESCOLA DE PSICOLOGIA
O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) foi inaugurado no dia 04 (quatro) de
dezembro de 2009, contando com uma infraestrutura básica, necessária ao seu
adequado funcionamento, coerente com o projeto pedagógico original. A partir do
início do semestre letivo de 2010.1, após processo seletivo, o UNIFACEX contratou,
como já foi explicitado, duas psicólogas, cada uma com regime de trabalho de 20
horas semanais, para serem as técnicas responsáveis pelos atendimentos prestados
pelo Serviço-Escola. Para completar a equipe, duas professoras do curso de
Psicologia, que já vinham se reunindo e planejando as atividades das Ênfases
Curriculares, tiveram a ampliação da carga horária para dedicar às coordenações
das Ênfases. Atualmente, contamos com apenas uma coordenação de ênfase,
abrangendo os processos educativos e os de saúde. A equipe é composta ainda por
uma secretária e pela coordenadora geral do SEP. Esta importante unidade do
curso de Psicologia vem favorecendo o desenvolvimento de atividades do estágio,
de disciplinas e de projetos de extensão.
Lembramos que no mesmo prédio,
funcionam também o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do curso de Direito e até
- 233 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
2014, a avaliação do perfil socioeconômico dos usuários, realizado pelos estagiários
de professores do curso de Serviço Social. Esta atividade era considerada como
apoio técnico para o SEP e o NPJ, possibilitando a vivência de uma prática
interdisciplinar.
III - 6. BIBLIOTECA
III - 6.1 LIVROS
No curso de Psicologia para os títulos constantes na bibliografia básica, de
cada disciplina do primeiro ano do curso, foram adquiridos 10 exemplares, tendo
em vista o cálculo recomendado de um exemplar para cada 10 alunos,
considerando 100 alunos por ano.
Além do acervo específico que é priorizado, a Biblioteca tem à disposição
livros de referência, acervo abrangente das outras áreas de conhecimento e
biblioteca eletrônica, que serão utilizados nos computadores à disposição dos
alunos e que possam contribuir para a formação científica, técnica, geral e
humanística da comunidade acadêmica.
O acervo bibliográfico é atualizado constantemente, por indicação de alunos
e professores, por solicitação da coordenadoria e da equipe da Biblioteca, em razão
de novas edições ou para atualização dos temas objeto de estudos, além de
publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa e extensão. O acervo,
atende apropriadamente às funções de ensino, pesquisa e extensão da instituição,
em livros e em periódicos (assinaturas correntes).
A biblioteca conta atualmente com 316 títulos de livros específicos para a
área de psicologia, estes livros somam um total de 1894 exemplares. Nas áreas
afins da psicologia, como filosofia, ética, lógica, raciocínio, ciências sociais,
estatística,
sociologia,
direito,
educação,
antropologia,
fisiologia,
patologia,
psiquiatria, neuroanatomia, e biologia somam 2.712 títulos, incluindo livros, vídeos,
CDs entre outras mídias. Nos quadros abaixo listamos o material disponível para
consulta nos diversos acervos (específicos e áreas afins). Lembrando que até a
presente data ainda estamos em processo de atualização.
- 234 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
III - 6.1.1. Acervo Específico
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
ALENCAR, Eunice M. L. Soriano de. Psicologia: introdução aos
princípios básicos do comportamento. 3 ed. Petrópolis: Vozes,
1978. 197 p.
01
ALENCAR, Eunice M. L. Soriano de. Psicologia: introdução aos
princípios básicos do comportamento. 13. Ed Petrópolis: Vozes,
2003. 197p.
02
ALLPORT, Gordon W. Desenvolvimento da personalidade:
considerações básicas para uma psicologia da personalidade. São
Paulo: E.P.U. 134 p.
01
ALVES, Irai Cristina Boccato; ESTEVES, Cristiano. . O teste
palográfico na avaliação da personalidade. São Paulo: Vetor,
2004. 199 p.
15
ANASTASI, Anne. Psicologia diferencial. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 1972. 782 p.
01
ANASTASI, Anne. Psicologia diferencial. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 1974. 782 p.
01
ANASTASI, Anne. Testes psicológicos: teoria e aplicação. São
Paulo: Herder, 1972. 762 p.
02
ANASTASI, Anne. Testes psicológicos. 2. ed São Paulo: EPU, 1977.
798 p.
05
ANASTASI, Anne. Campos da psicologia aplicada. São Paulo:
Herder 982 p.
01
ANDRADE, Victor Manoel. Um diálogo entre a psicanálise e a
neurociência: a "psicanálise maior" prevista por Freud torna-se
realidade no século XXI como metapsicologia científica. São
10
Paulo: Casa do psicólogo, 2003. 207 p.
ANGELINI, Arrigo Leonardo. Motivação humana: o motivo de
realização. Rio de Janeiro: Editora José Olympio 215 p.
- 235 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
ANGERAMI-CAMON,
Valdemar
EXEMPLARES
Augusto;
CHIATTONE,
Heloísa
Benevides Carvalho; SEBASTIANI, Ricardo Werner; FONGARO,
Maria Lúcia Hares; SANTOS, Cláudia Tavares dos. E a psicologia
03
entrou no hospital.... São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
1996. 213 p.
ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto; TRUCHARTE, Fernanda
Alves Rodrigues; KNIJNIK, Rosa Berger; SEBASTIANI, Ricardo
Werner.
Psicologia
hospitalar:
teoria
e
prática.
São
Paulo:
03
Pioneira Thomson Learning, 1994. 114 p.
ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Psicologia da saúde: um
novo significado para a prática clínica. São Paulo: Pioneira, 2000.
11
225 p.
AHUMADA, Jorge L. Descobertas e refutações: a lógica do método
psicanalítico. Rio de Janeiro: Imago, 1999. 381p.
ARZENO, María Esther García. Psicodiagnóstico clínico: novas
contribuições. Porto Alegre: Artmed, 1995. 251 p.
10
10
ATKINSON, Rita L.; ATKINSON, Richard C.; SMITH, Edward E.;
BEM,
Daryl
J.;
NOLEN
-
HOEKSEMA,
Susan.
Introdução
à
10
psicologia de Hilgard. 13 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 790 p.
A DIVERSIDADE da psicologia: uma construção teórica. São
Paulo: Cortez Editora, 2002. 304 p.
A DIVERSIDADE da psicologia: uma construção teórica. 2. ed. São
Paulo: Cortez Editora, 2006. 304 p.
A DIVERSIDADE da psicologia: uma construção teórica. 3. ed. São
Paulo: Cortez Editora, 2008. 304 p.
A INSERÇÃO da psicologia na saúde suplementar. São Paulo:
CRP/SP, 2007. 58 p.
BANKS-LEITE, Luci. Percursos piagetianos. São Paulo: Editora
Cortez 256 p.
- 236 -
03
01
01
01
02
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
BARANGER, Willy; BARANGER, William et al. Contribuições ao
conceito de objeto em psicanálise. São Paulo: Casa do Psicólogo:
10
Clinica Roberto Azevedo, 1994. 290p.
BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia. 11 ed. São
Paulo: Livraria Nobel 252 p.
BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia geral. 15 ed.
São Paulo: Ática 175 p.
BENJAMIN, Alfred. . A entrevista de ajuda. 11. ed São Paulo:
Martins Fontes, 2004. 207 p.
BENJAMIN, Alfred. . A entrevista de ajuda. 12. ed São Paulo:
Martins Fontes, 2008. 207 p.
BERNARD, William; LEOPOLD, Jules. Faça seu teste. São Paulo:
Mestre Jou 107 p.
BETTELHEIM, Bruno. . Freud e a alma humana. São Paulo: Cultrix,
1982. 130 p.
BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos. 3. ed.
São Paulo: Martins Fontes, 2007. 137 p.
BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do desenvolvimento. 17. ed
Petrópolis: Vozes, 2003. 343 p.
BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do desenvolvimento. 18. ed
Petrópolis: Vozes, 2005. 343 p.
01
12
02
10
01
10
20
01
04
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de
Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 8
01
ed. São Paulo: Saraiva 319 p.
BOCCALANDRO, Efraim Rojas. . Atenção concentrada: AC-15. 3.
ed. rev. e amp. São Paulo: Vetor, 2003. 81 p.
BOCCALANDRO, Efraim Rojas. . Caderno G-36. São Paulo: Vetor,
1976. 36 p.
- 237 -
14
14
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
BOCCALANDRO,
Efraim
Rojas.
.
G-36:
EXEMPLARES
teste
não
verbal
de
inteligência : manual. 5. ed. rev. e amp. São Paulo: Vetor, 2003.
14
56 p.
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de
Lourdes. . Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia.
45
13. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 368 p.
BOCK, Ana Mercês Bahia; GONÇALVES, Maria da Graça Marchina;
FURTADO,
Odair
(Org).
Psicologia
sócio-histórica:
uma
perspectiva crítica em psicologia. 3. ed São Paulo: Cortez, 2007.
10
224 p.
BONAVENTURE, Léon. Psicologia e vida mística: contribuição para
uma psicologia cristã. Petrópolis: Vozes 240 p.
BLEICHMAR,
Norberto
M;
BLEICHMAR,
Celia
Leiberman
1
de;
WILKINSKI, Silvia. A psicanálise depois de Freud: teoria e clínica.
10
Porto Alegre: ARTMED, 1992. 453 p.
BRAGHIROLLI, Elaine Maria; BISI, Guy Paulo; RIZZON, Luiz
Antônio; NICOLETTO, Ugo. Psicologia geral. 23 ed. Petrópolis:
04
Vozes, 2003. 219 p.
BRAGHIROLLI, Elaine Maria; BISI, Guy Paulo; RIZZON, Luiz
Antônio; NICOLETTO, Ugo. Psicologia geral. 21 ed. São Paulo:
01
Vozes, 2001. 219 p.
BRAGHIROLLI, Elaine Maria; BISI, Guy Paulo; RIZZON, Luiz
Antônio; NICOLETTO, Ugo. Psicologia geral. 17 ed. Petrópolis:
10
Vozes, 1999. 219 p.
BRAGHIROLLI, Elaine Maria et
al.
Psicologia
geral.
27.
ed
Petrópolis: Vozes, 2007. 219p.
BRASIL, Maria Auxiliadora de Souza. Curso de psicologia da
personalidade: direções de estudo prático. Belo Horizonte: Lê.
- 238 -
06
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
BRENNER, Charles. Noções básicas de psicanálise: introdução à
psicologia psicanalítica. 5. ed. rev. e aum São Paulo: Imago, 1987.
10
260 p.
BUCK, John N. . H-T-P: casa-árvore-pessoa, técnica projetiva de
desenho : manual e guia de interpretação. São Paulo: Vetor, 2003.
15
194 p.
CAMPOS, Jacyra Calazans; CARVALHO, Hilza Aparecida Gouvêa.
Psicologia do desenvolvimento: influência da família. 2. ed. São
01
Paulo: EDICON, 1983. 95 p.
CAMPOS, Luiz Fernando de Lara. Métodos e técnicas de pesquisa
em psicologia. 3. ed Campinas (SP): Alínea, 2004. 154 p.
10
CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A.
Paradigmas em psicologia social: a perspectiva latino-americana.
10
3. ed Petrópolis: Vozes, 2007. 222p.
CAMPOS, Terezinha Calil Padis. Psicologia hospitalar: a atuação
do psicólogo em hospitais. São Paulo: E.P.U., 1995. 112 p.
CARNEIRO, José Fernando. Psicologia do brasileiro e outros
estudos. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 393 p.
CARONE, Iray. A psicologia tem paradigmas. São Paulo: Casa do
Psicólogo Livraria, 2003. 117 p.
10
01
10
CERVENY, Ceneide Maria de Oliveira. A família como direito:
desconstruindo a patologia. Campinas: Editora Livro Pleno, 2000.
01
158 p.
CLAWSON, Aileen. . Bender infantil: manual de diagnóstico clínico.
7. ed. rev. e ampl Porto Alegre: Artmed, 1992. 105p.
CLIO-PSYCHÉ hoje: fazeres e dizeres psi na história do Brasil. Rio
de Janeiro: Relume Dumará, 2001. 266 p.
CLIO-PSYCHÉ
paradigmas:
historiografia,
psicologia,
subjetividades. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003. 422 p.
- 239 -
05
10
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
CLIO-PSYCHÉ ontem: fazeres e dizeres psi na história do Brasil.
Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001. 253 p.
CIDADANIA ativa na prática. São Paulo: CRP/SP, 2007. 38 p.
(Cadernos Temáticos do CRP/SP ; v. 5)
CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico - V. 5. ed. rev. e ampl
Porto Alegre: Artmed, 2000. 677 p.
CONSELHO
FEDERAL
DE
PSICOLOGIA
(BRASIL).
.
Ano
10
01
20
da
psicologia na educação: textos geradores. Brasília: Conselho
07
Federal de Psicologia, 2008. 79 p.
CORRÊA, Antônio Carlos de Oliveira. Envelhecimento, depressão e
doença de Alzheimer. Belo Horizonte: Health, 1996. 227 p.
02
COSTA, Flavio Rodrigues. . CPS: escalas de personalidade de
Comrey : manual. 2. ed. rev. e amp. São Paulo: Vetor, 2003. 107
14
p.
DAMÁSIO, António R. O erro de Descartes: emoção, razão e o
cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 330 p.
03
DAMÁSIO, António R. . O erro de Descartes: emoção, razão e o
cérebro humano. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
04
330 p.
DAMÁSIO, António R. . O mistério da consciência: do corpo e das
emoções ao conhecimento de si. São Paulo: Companhia das
04
Letras, 2000. 474 p.
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. 3 ed. São Paulo:
Makron Books do Brasil Editora, 2001. 798 p.
DICIONÁRIO de psicologia prática: volume 1 : A-G. Rio de
Janeiro: Esparsa, [19-?]. 263p.
DICIONÁRIO de psicologia prática: volume 2 : H-P. Rio de Janeiro:
Esparsa, [19-?]. 543p.
DICIONÁRIO de psicologia prática: volume 3 : Q-Z. Rio de Janeiro:
Esparsa, [19-?]. 263p.
- 240 -
11
01
01
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
DICIONÁRIO de termos de psicanálise de Freud. Porto Alegre:
Globo, 1975. 232p.
01
DI DOMENCIO, Viviane Galhanome Cunha; CASSETARI, Leila.
Métodos e técnicas de pesquisa em psicologia: uma introdução. 3
10
ed. São Paulo: EDICON, 2002. 137 p.
DIJK, Teun A. Van. Cognição, discurso e interação. São Paulo:
Contexto 207 p.
DOR,
Joel.
Introdução
a
leitura
de
Lacan:
o
inconsciente
estruturado como linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1989. 203 p.
ENCONTROS e desencontros: descobrindo a psicologia do esporte.
São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000. 132 p.
ERTHAL, Tereza Cristina. . Manual de psicometria. 7. ed. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 144 p.
ESCOLA, saúde e trabalho: estudos psicológicos. Brasília: UNB,
1999. 294 p.
FADIMAN, James; FRAGER, Robert. . Teorias da personalidade.
São Paulo: Harbra, 2002. 393 p.
FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna: 18721954. Petrópolis: Vozes, 1998. 246 p.
FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna: 18721954. 6 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2004. 246 p.
FARR, Robert M. . As raízes da psicologia social moderna: 18721954. 7. ed. Rio de Janeiro: Vozes 1996. 246 p.
01
10
01
10
05
09
01
09
02
FERREIRA, May Guimarães. . Concepções de subjetividade em
psicologia. Campinas (SP): Pontes, Maranhão: CEFET-RJ, 2000.
05
112 p.
FIGUEIREDO, Luís Claudio M. Matrizes do pensamento psicológico.
10 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. 208 p.
FIGUEIREDO, Luís Claudio M.; SANTI, Pedro Luiz Ribeiro de.
Psicologia: uma nova introdução. São Paulo: EDUC, 2003. 98 p.
- 241 -
10
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
FINK, David Harold. Domine o seu sistema nervoso. Rio de
Janeiro: Científica, s.d. 289 p.
FINK, David Harold. Valorize sua personalidade: cultivando as
relações humanas. Rio de Janeiro: Científica, s.d. 278 p.
FIORELLI,
José
Osmir.
.
Psicologia
para
administradores:
integrando teoria e prática. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 325 p.
FOX, Logan J. A psicologia como filosofia, ciência e arte. Rio de
Janeiro: Zahar Editores 337 p.
FLAVELL,
John
H.;
MILLER,
Patricia
H.;
MILLER,
Scatt
01
01
10
01
A.
Desenvolvimento cognitivo. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
11
341 p.
FRAWLEY, William. Vygotsky e a ciência cognitiva: linguagem e
integração das mentes social e computacional. Porto Alegre:
10
Artmed, 2000. 288p.
FREEDMAN, Jonathan L; CARLSMITH, J. Merrill; SEARS, David O.
Psicologia social. 2 ed. São Paulo: Cultrix 487 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
01
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 7 : um caso de
histeria: três ensaios sobre a teoria da sexualidade e outros
10
trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 2006. 329 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud : volume 23: Moisés e o
monoteísmo : esboço de psicanálise e outros trabalhos. Rio de
10
Janeiro: Imago, 2006. 362 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 11 : cinco
lições de psicanálise, Leonardo da Vinci e outros trabalhos. Rio de
Janeiro: Imago, 2006. 283 p.
- 242 -
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
EXEMPLARES
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 19 : o ego e o
05
id e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 2006. 359 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 6 : sobre a
psicopatologia da vida cotidiana. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
10
311 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 1: publicações
pré-psicanalíticas e esboços inéditos (1886-1889). Rio de Janeiro:
05
Imago, 2006. 495 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 2 : estudos
05
sobre a histeria (1893-1895). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 350 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 3 : primeiras
05
publicações psicanalíticas. Rio de Janeiro: Imago, 2006. 344 p.
FREUD,
Sigmund.
psicológicas
Edição
completas
de
Standard
Sigmund
brasileira
Freud:
das
volume
obras
4:
a
interpretação dos sonhos I (1900). Rio de Janeiro: Imago, 2006.
05
363 p.
FREUD,
Sigmund.
psicológicas
Edição
completas
de
Standard
Sigmund
brasileira
Freud:
das
volume
obras
5:
a
interpretação dos sonhos II (1900-1901). Rio de Janeiro: Imago,
05
2006. 777 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 6: sobre a
psicopatologia da vida cotidiana (1901). Rio de Janeiro: Imago,
2006. 311 p.
- 243 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
EXEMPLARES
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 7: um caso de
histeria, três ensaios sobre sexualidade e outros trabalhos (1901-
05
1905). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 329 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 8: os chistes e
a sua relação com o inconsciente (1905). Rio de Janeiro: Imago,
05
2006. 247 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 9: "Gradiva" de
Jensen e outros trabalhos (1906-1908). Rio de Janeiro: Imago,
05
2006. 259 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 10: duas
histórias clínicas (o "Pequeno Hans" e o "Homem dos Ratos"
05
(1909). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 293 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 11: cinco lições
de psicanálise, Leonardo da Vinci e outros trabalhos (1910). Rio
05
de Janeiro: Imago, 2006. 283 p.
FREUD,
Sigmund.
.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 12: o caso
Schreber, artigos sobre técnica e outros trabalhos (1991-1913).
05
Rio de Janeiro: Imago, 2006. 406 p.
FREUD,
Sigmund.
.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 13: totem e
tabu e outros trabalhos (1913-1914). Rio de Janeiro: Imago,
2006. 277 p.
- 244 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
EXEMPLARES
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 14: a história
do movimento psicanalítico, artigos sobre a metapsicologia e
05
outros trabalhos (1914-1916). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 396
p.
FREUD,
Sigmund.
psicológicas
Edição
completas
de
Standard
brasileira
das
Freud:
volume
Sigmund
obras
15:
conferências introdutórias sobre psicanálise (partes I e II)
05
(1915-1916). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 240 p.
FREUD,
Sigmund.
psicológicas
Edição
completas
de
Standard
brasileira
das
Freud:
volume
Sigmund
obras
16:
conferências introdutórias sobre psicanálise (partes III) (1915-
05
1916). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 503 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 17: uma
neurose infantil e outros trabalhos (1917-1918). Rio de Janeiro:
05
Imago, 2006. 325 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 18: além do
princípio de prazer, psicologia de grupo e outros trabalhos (1920-
05
1922). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 317 p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 19: o ego e o id
e outros trabalhos (1923-1925). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 357
05
p.
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 20: um estudo
autobiográfico, inibições, sintomas e ansiedade, análise leiga e
outros trabalhos (1925-1926). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 301
p.
- 245 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
FREUD,
Sigmund.
Edição
Standard
EXEMPLARES
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 21: o futuro de
uma ilusão, o mal-estar na civilização e outros trabalhos (1927-
05
1931). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 299 p.
FREUD,
Sigmund.
.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 22: novas
conferências introdutórias sobre psicanálise e outros trabalhos
05
(1932-1936). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 283 p.
FREUD,
Sigmund.
.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 23: Moisés e o
monoteísmo, esboço de psicanálise e outros trabalhos (1937-
05
1939). Rio de Janeiro: Imago, 2006. 351 p.
FREUD,
Sigmund.
.
Edição
Standard
brasileira
das
obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: volume 24: índices,
05
bibliografias, etc. Rio de Janeiro: Imago, 2006. 470 p.
GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. . Freud e o inconsciente. 23. ed. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. 236 p.
GARDNER, Howard. . A nova ciência da mente: uma história da
revolução cognitiva. 3. ed São Paulo: Edusp, 2003. 454 p.
05
05
GARDNER, Howard; KORNHABER, Mindy L; WAKE, Warren K.
Inteligência: múltiplas perspectivas. Porto Alegre: Artmed, 1998.
06
356 p.
GEIWITZ, P. James. Teorias não-freudianas da personalidade. São
Paulo: E.P.U. 243 p.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 12 ed.
Petrópolis: Vozes, 2004. 233 p.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 13 ed.
Petrópolis: Vozes, 2005. 233 p.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 14.
ed. Petrópolis: Vozes, 2007. 233 p.
- 246 -
01
03
01
03
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. . O social na psicologia e a
psicologia social: a emergência do sujeito. Petrópolis: Vozes,
05
2004. 182 p.
GUARESCHI, P e JOVCHELOVITCH, S. (Orgs.). Psicologia Social:
textos em representações sociais. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2007.
GUIRADO,
Marlene;
ALBUQUERQUE,
José
Augusto
02
Guilhon.
Psicologia institucional. 2.ed. rev. e amp São Paulo: EPU, c1987.
05
87 p.
HAÍRE, Mason. . Psicologia aplicada à administração. 2. ed. São
Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1974. 179 p.
HARRÉ, Rom; GILLETT, Grant. A mente discursiva: os avanços na
ciência cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 1999.
HERSEY,
Paul;
BLANCHARD,
Kenneth
H.
Psicologia
01
05
para
administradores de empresas: a utilização de recursos humanos.
04
São Paulo: E.P.U., 1976. 254 p.
HERSEY,
Paul;
BLANCHARD,
Kenneth
H.
.
Psicologia
para
administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional.
03
São Paulo: E.P.U., 1986. 428 p.
HISTORIOGRAFIA da psicologia moderna: versão brasileira. São
Paulo: Edições Loyola, 1998. 439 p.
HOLMES, David S. Psicologia dos transtornos mentais. 2. ed Porto
Alegre: Artes Médicas, 1997. 565 p.
H.T.M.: exercício. São Paulo: Vetor, 1983. 24 p.
Paulo: Atlas, 2003. 814 p.
Ray.
Natureza
da
investigação
psicológica.
10
13
HUFFMAN, Karen; VERNOY, Mark; VERNOY, Judith. Psicologia. São
HYMAN,
05
Rio
de
Janeiro: Zahar Editores 158 p.
06
01
INTRODUÇÃO às obras de Freud, Ferenczi, Groddeck, Klein,
Winnicott, Dolto e Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995. 304
p.
- 247 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
JACQUES,
Maria
da
Graça
Corrêa;
EXEMPLARES
STREY,
Marlene
Neves;
BERNARDES, Nara Maria Guazzelli; GUARESCHI, Pedrinho Arcides;
CARLOS, Sérgio Antônio; FONSECA, Tânia Mara Gali. Psicologia
01
social contemporânea: livro-texto. 8 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
262 p.
JACQUES,
Maria
da
Graça
Corrêa
et
al.
Psicologia
social
contemporânea: livro-texto. 10. ed Petrópolis: Vozes, 2007. 262
10
p.
JACQUES,
Maria
da
Graça
Corrêa
et
al.
Psicologia
social
contemporânea: livro-texto. 11. ed Petrópolis: Vozes, 2008. 262
10
p.
JOVCHELOVITCH,
Sandra.
Representações
sociais
e
esfera
pública: a construção simbólica dos espaços públicos no Brasil.
10
Petrópolis: Vozes, 2000. 232 p.
JUNG, C. G. O eu e o inconsciente. 20. ed Petrópolis: Vozes, 2007.
166 p.
JUNG,
C.
G.
Fundamentos
de
psicologia
analítica.
11
ed.
Petrópolis: Vozes, 2003. 177 p.
05
01
KAHN, Michael. . Freud básico: pensamentos psicanalíticos para o
século XXI. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. 286
10
p.
KARSCH, Ursula Margarida S. . Envelhecimento com dependência:
revelando cuidadores. São Paulo: EDUC, 1998. 246 p.
KELLER, Fred S. Aprendizagem: teoria do reforço. 2 ed. São Paulo:
E.P.U. 96 p.
KELLER, Fred S. A definição da psicologia: uma introdução aos
sistemas. São Paulo: E.P.U., 1974. 109 p.
KLEIN, Josephine. O trabalho de grupo: psicologia social da
discurssão e decisão. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores 205 p.
- 248 -
01
01
01
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
KLINEBERG, Otto. Psicologia social. 6 ed. Rio de Janeiro: Fundo de
Cultura 301 p.
KLINEBERG, Otto. Psicologia social. 4 ed. Rio de Janeiro: Fundo de
Cultura 577 p.
KRECH, David; CRUTCHFIELD, Richard S. Elementos de psicologia.
5 ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora 443 p.
KRECH, David; CRUTCHFIELD, Richard S. Elementos de psicologia.
5 ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1976. 416 p.
NÚMERO DE
EXEMPLARES
01
02
03
03
KRECH, David; BALLACHEY, Egerton L; CRUTCHFIELD, Richard S. O
indivíduo na sociedade: um manual de psicologia social. São
01
Paulo: Livraria Pioneira Editora 311 p.
KRECH, David; CRUTCHFIELD, Richard S; BALLACHEY, Egerton L. O
indivíduo na sociedade: um manual de psicologia social. 2 ed. São
01
Paulo: Pioneira 311 p.
KRÜGER, Helmuth. Introdução à psicologia social. São Paulo:
E.P.U., 1986. 103 p.
LAMBERT, William W; LAMBERT, Wallace E. Psicologia social. 4 ed.
Rio de Janeiro: Zahar Editores 223 p.
10
01
LANE, Silvia T. Maurer; CODO, Wanderley. Psicologia social: o
homem em mmovimento. 13 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 220
01
p.
LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social. 22 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 87 p.
LAPLANCHE, Jean; PONTALIS, J. B. . Vocabulário da psicanálise. 4.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 552 p.
13
10
LESHAN, Lawrence. O dilema da psicologia: o olhar de um
psicólogo sobre sua complicada profissão. São Paulo: Summus
Editorial, 1994. 171 p.
- 249 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
LEWIS, Michael; AZEVEDO, Dinah de Abreu. . Alterando o destino:
por que o passado não prediz o futuro. São Paulo: Moderna, 1999.
10
271 p.
LINDEZEY, Gardner; HALL, Calvin S; THOMPSON, Richard F.
Pisicologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 754 p.
LOBO NETO, Roberto Jorge Haddock. . Psicologia geral e aplicada
à administração. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1974. 338 p.
LODI, João Bosco. . A entrevista: teoria e prática. 3. ed. São
Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1977. 176 p.
LOPEZ, Emilio Mira Y. Os Fundamentos da psicanálise. Rio de
Janeiro: Científica, s.d. 168 p.
LOPEZ, Emilio Mira Y. Problemas atuais de psicologia. Rio de
Janeiro: Científica, s.d. 182 p.
LUNDIN,
Robert
W.
Personalidade:
uma
análise
do
comportamento. São Paulo: E.P.U., 1974. 708 p.
LURIA, A. R; BEZERRA, Paulo. Curso de psicologia geral: atenção e
memória. 2. ed Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. 100 p.
MANDINO, Og. . O maior vendedor do mundo. 16. ed. Rio de
Janeiro: Record 1968. 118 p.
MANDINO, Og. . O maior vendedor do mundo. 36. ed. São Paulo:
Record, 1994. 110 p.
MARROW, Alfred J. . Administração humanizada. 2. ed. São Paulo:
IBRASA, 1964. 285 p.
MANIS, Melvin. Processos cognitivos. São Paulo: Herder 221 p.
MARCELLI,
Daniel;
BRACONNIER,
Alain.
.
Adolescência
e
MARROW, Alfred J. . Administração humanizada. 2. ed. São Paulo:
IBRASA, 1964. 285 p.
MARX, Melvin H.; HILLIX, William A. Sistemas e teorias em
- 250 -
01
01
01
01
01
05
01
01
01
01
psicopatologia. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 439 p.
psicologia. 14 ed. São Paulo: Cultrix, 2003. 755 p.
01
10
01
20
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
MATOS, Maria Amélia Matos; TOMANARI, Gerson Yukio. A análise
do comportamento no laboratório didático. São Paulo: Manole,
10
2002. 303 p.
MAY, Rollo. . O homem à procura de si mesmo. 7. ed. Rio de
Janeiro: Vozes, 1979. 230 p.
MENNINGER, Karl A. A mente humana. São Paulo: IBRASA 652 p.
01
01
MERANI, Alberto L. A conquista da razão: mão, cérebro e
linguagem definição do homem. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972.
01
129 p.
MEZER, Robert R. Psiquiatria dinâmica. 3 ed. Porto Alegre: Globo
166 p.
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada à administração. São
Paulo: Atlas, 1976. 230 p.
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada à administração. São
Paulo: Atlas, 1978. 230 p.
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada à administração. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 1995. 361 p.
MOFFATT, Alfredo. Psicoterapia do oprimido: ideologia e técnica
da psiquiatria popular. São Paulo: Cortez Editora, 1981. 246 p.
01
01
01
16
01
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: o encontro com o "eu" interior. São Paulo:
01
Egéria, 1977. 202 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: palavras que levam ao sucesso. São Paulo:
01
Egéria, 1977. 224 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: a conquista do êxito. São Paulo: Egéria, 1977.
239 p.
- 251 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: seja seu próprio psicólogo. São Paulo: Egéria,
01
1977. 250 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: o homem em busca de si mesmo. São Paulo:
01
Egéria, 1977. 242 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: palavras que levam ao sucesso. São Paulo:
01
Novo Brasil Editora, 1978. 224 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: a conquista do êxito. São Paulo: Novo Brasil
01
Editora, 1978. 239 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: o encontro com o "eu" interior. São Paulo:
01
Novo Brasil Editora, 1978. 202 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: seja seu próprio psicólogo. São Paulo: Novo
01
Brasil Editora, 1978. 250 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: o homem em busca de si mesmo. São Paulo:
01
Novo Brasil Editora, 1978. 242 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações públicas
e humanas: volume 1. São Paulo: Livraria Jácomo, 19-?. 136 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações públicas
e humanas: volume 2. São Paulo: Livraria Jácomo, 19-?. 151 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações públicas
e humanas: volume 4. São Paulo: Livraria Jácomo, 19-?. 150 p.
01
01
01
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: volume 1 : o homem em busca de si mesmo.
São Paulo: Novo Brasil Editora, 1979. 242 p.
- 252 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: volume 2 : a conquista do êxito. São Paulo:
01
Novo Brasil Editora, 1979. 239 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: volume 3 : o encontro com o "eu" interior. São
01
Paulo: Novo Brasil Editora, 1979. 202 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: volume 5: palavras que levam ao sucesso. São
01
Paulo: Novo Brasil Editora, 1979. 224 p.
MONTALVÃO, Alberto. Moderna enciclopédia de relações humanas
e psicologia geral: volume 4: seja seu próprio psicólogo. São
01
Paulo: Novo Brasil Editora, 1979. 250 p.
MOREIRA, Antônia Silva Paredes; OLIVEIRA, Denize Cristina de
(Org). . Estudos interdisciplinares de representação social. 2. ed.
05
rev Goiânia: AB, 2000. 307 p.
MYERS, David G. Introdução à psicologia geral. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1999. 533 p.
NEIVA, Kathia Maria Costa. Critérios para a escolha profissional.
São Paulo: Vetor, 2003. 18 p.
10
15
NERO, Carlos Del. . Áreas, profissões e objeto: 1º contato:
sucessor de vocação e seus caminhos, 8 áreas, 80 profissões. São
15
Paulo: Vetor, 1998. 55 p.
NERO, Carlos Del. . LIP: levantamento de interesses profissionais.
2. ed. rev. São Paulo: Vetor, 2005. 10 p.
10
NOSSA energia mental. Rio de Janeiro: Esparsa, s.d.. 173 p.
01
NOVAS veredas da psicologia social. São Paulo: Brasiliense 1994.
168 p.
NYE, Robert D. Três psicologias: ideias de Freud, Skinner e
16
Rogers. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 195 p.
O
COMPORTAMENTO
social:
um
programa
aprendizagem. Rio de Janeiro: Renes, 1970. 489 p.
- 253 -
para
auto-
01
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
O CONHECIMENTO no cotidiano: as representações sociais na
perspectiva da picologia social. São Paulo: Brasiliense, 1993. 311
01
p.
OLIVEIRA,
Marcos
Barbosa
de.
Investigações
cognitivas:
conceitos, linguagem e cultura. Porto Alegre: Artmed, 1999. 160
01
p.
OLIVEIRA,
Rynaldo
de.
Q.V.I.:
questionário
vocacional
de
interesses: manual. São Paulo: Vetor, 2007. 15 p.
14
31
OLIVEIRA, Rynaldo de. R-1. São Paulo: Vetor, 1973. 40 p.
OLIVEIRA, Rynaldo de; ROSA, Helena Rinaldi; ALVES, Irai Cristina
Boccato. . R-2: teste não verbal de inteligência para crianças :
15
manual. São Paulo: Vetor, 2000. 88 p.
OLIVEIRA, Rynaldo de; ALVES, Irai Cristina Boccato. . R-1: teste
não verbal de inteligência : manual. 2. ed. rev. e amp. São Paulo:
14
Vetor, 2002. 66 p.
O LIVRO de ouro da psicanálise: o pensamento de Freud, Jung,
Melanie Klein, Lacan, Winnicontt e outros. 2. ed. Rio de Janeiro:
01
Ediouro, 2007. 537 p.
ORLANDO,
Ida
Jean.
O
relacionamento
dinâmico
enfermeiro/paciente: função, processo e princípios. São Paulo:
03
E.P.U., 1989. 110 p.
PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin.
Desenvolvimento humano. 8. Ed Porto Alegre: Artmed, 2006. 888
10
p.
PARADIGMAS
em
psicologia
social:
a
perspectiva
latino-
americana. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 221 p.
PARIGUIN, B. D. A psicologia social como ciência. Rio de Janeiro:
Zahar Editores 218 p.
PASQUALI, Luiz. Psicometria: teoria dos testes na psicologia e na
educação. 2. ed Petrópolis: Vozes, 2004. 397p.
- 254 -
01
01
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
PEALE, Norman Vpncent. Como confiar em si e viver melhor. 3 ed.
São Paulo: Cultrix 252 p.
PEALE, Norman Vpncent. É fácil viver bem. 2 ed. São Paulo:
Cultrix 313 p.
PEALE, Norman Vpncent. Mensagens para a vida diária. 3 ed. São
Paulo: Cultrix 210 p.
PEALE, Norman Vpncent. O valor do pensamento positivo. 3 ed.
São Paulo: Cultrix 271 p.
01
01
01
01
PELLANDA, Nize; PELLANDA, Luiz Ernesto Cabral; ETCHEGOYEN,
R. Horácio. Psicanálise hoje: uma revolução do olhar. Petrópolis:
05
Vozes, c1996. 733p.
PENNA, Antônio Gomes. . Introdução à psicologia cognitiva. 2. ed.
amp São Paulo: E.P.U., 1999. 127 p.
PENNA, Antonio Gomes. Introdução à psicologia cognitiva. 2 ed.
São Paulo: E.P.U., 1999. 185 p.
PENNA,
Anatonio
Gomes.
Repensando
a
psicologia.
Rio
de
Janeiro: Imago, 1997. 297 p.
PIAGET, Jean. Epistemologia genética. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2002. 123 p.
PIAGET, Jean. Epistemologia genética. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2007. 123 p.
PICHON-RIVIÈRE,
Enrique;
QUIROGA,
Ana
Pampliega
10
01
01
01
09
de.
Psicologia da vida cotidiana. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 176
09
p.
PIÉRON, Henri. Dicionário de psicologia: volume 2 : L-Z. 5. ed.
Porto Alegre: Globo, 1977. 533 p.
PINKER, Steven. . Como a mente funciona. 2. ed São Paulo:
Companhia das Letras, 1998. 666 p.
PRÁTICAS psicológicas e reflexões dialogadas. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2005. 173 p.
- 255 -
02
10
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
PLATONOV, C. Faça seu teste psicológico. s.l.: Edimax 267 p.
PROFISSIONAIS
frente
a
situações
de
tortura.
São
Paulo:
CRP/SP, 2007. 28 p.
01
01
PSICOLOGIA aplicada ao comportamento: psicologia do sucesso.
São Paulo: Editorial Lopes 232 p.
01
PSICOLOGIA: novas direções no diálogo com outros campos de
saber. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. 464 p.
PSICOLOGIA e informática: Interfaces e desafios. São Paulo: Casa
do Psicólogo, 178 p.
PSICOLOGIA e informática: desenvolvimento e progressos. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. 243 p.
PSICOLOGIA e preconceito racial. São Paulo: CRP/SP, 2007. 59 p.
PSICOLOGIA
e
educação:
contribuições
para
a
atuação
profissional. São Paulo: CRP/SP, 2008. 48 p.
PSICOLOGIA social comunitária: da solidariedade à autonomia. 9
ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 179 p.
QUINODOZ, Jean-Michel. . Ler Freud: guia de leitura da obra de S.
Freud. Porto Alegre: Artmed, 2007. 326 p.
01
01
01
01
01
10
10
RAPPAPORT, Clara Regina; FIORI, Wagner da Rocha; DAVIS,
Cláudia. Psicologia do desenvolvimento: volume 1 : teorias do
desenvolvimento, conceitos fundamentais. São Paulo: E.P.U.,
11
1981. 92 p.
RAPPAPORT, Clara Regina; FIORI, Wagner da Rocha; DAVIS,
Cláudia. Psicologia do desenvolvimento: volume 2 : a infância
10
inicial: o bebê e sua mãe. São Paulo: E.P.U., 1981. 90 p.
RAPPAPORT, Clara Regina; FIORI, Wagner da Rocha; DAVIS,
Cláudia. . Psicologia do desenvolvimento: volume 3 : a idade préescolar. São Paulo: E.P.U., 1981. 78 p.
- 256 -
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
RAPPAPORT, Clara Regina; FIORI, Wagner da Rocha; DAVIS,
Cláudia. . Psicologia do desenvolvimento: volume 4 : a idade
10
escolar e a adolescência. São Paulo: E.P.U., 1981. 107 p.
REESE, Ellen P. Análise do comportamento humano. 2 ed. Rio de
Janeiro: Editora José Olympio, 1975. 157 p.
REESE, Ellen P. Análise do comportamento humano. 3 ed. Rio de
Janeiro: Editora José Olympio 157 p.
RELAÇÕES humanas. São Paulo: Novo Brasil Editora, 1982. 232 p.
RELAÇÕES humanas e personalidade. Rio de Janeiro: Esparsa,
s.d.. 226 p.
REPRESENTANDO a alteridade. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.
164 p.
01
01
01
01
11
REY, Fernando Luis Gonzalez. Pesquisa qualitativa em psicologia:
caminhos e desafios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
01
2002. 188 p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social para principiantes: estudo
da interação humana. 5 ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 120 p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social. 5 ed. Rio de Janeiro: Vozes
573 p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social. 2 ed. Rio de Janeiro: Vozes
573 p.
RODRIGUES, Aroldo; ASSMAR, Eveline Maria Leal; JABLONSKI,
Bernardo. Psicologia social. 23. Ed Petrópolis: Vozes, 2005. 477p.
10
01
01
01
RODRIGUES, Aroldo; ASSMAR, Eveline Maria Leal; JABLONSKI,
Bernardo. Psicologia social. 24. ed. Petrópolis: Vozes. 2006. 477
06
p.
RODRIGUES, Aroldo; ASSMAR, Eveline Maria Leal; JABLONSKI,
Bernardo. Psicologia social. 25. Ed Petrópolis: Vozes, 2007. 477 p.
- 257 -
08
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
RODRIGUES, Aroldo; ASSMAR, Eveline Maria Leal; JABLONSKI,
Bernardo. . Psicologia social. 26. Ed Petrópolis: Vozes, 2008. 477
05
p.
ROGERS, Carl R. Torna-se pessoa. 5 ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1997. 489 p.
ROGERS, Carl R. Torna-se pessoa. 6 ed. São Paulo: Editora Martins
Fontes, 1982. 360 p.
10
01
SANTAROSA, Lucila Maria Costi; WAINSTEIN, Olga; PRADO, Zenia
Raupp do. . HTM: teste de habilidade para o trabalho mental. 2.
13
ed. rev. e amp. São Paulo: Vetor, 2005. 40 p.
SARGENT, S. Stansfeld; STAFFORD, Kenneth R. Ensinamentos
básicos dos grandes psicólogos: uma introdução completa às
descobertas e ao desenvolvimento histórico da psicologia. 4 ed.
01
Porto Alegre: Globo 318 p.
SAÚDE física e psíquica. Rio de Janeiro: Esparsa, s.d.. 234 p.
SCHINDLER, John A. Como viver 365 dias por ano. 4 ed. São
Paulo: Cultrix 260 p.
SCHLESINGER, Hugo. Dicionário de vendas: volume 1 : A-C. São
Paulo: IEPE, 1971. 313 p.
SCHLESINGER, Hugo. Dicionário de vendas: volume 2 : D-L. São
Paulo: IEPE, 1971. 258 p.
SCHLESINGER, Hugo. Dicionário de vendas: volume 3 : M-Q. São
Paulo: IEPE, 1971. 258 p.
SCHLESINGER, Hugo. Dicionário de vendas: volume 4 : R-Z. São
Paulo: IEPE, 1971. 250 p.
SCHNEIDER, Eliezer. Psicologia social: cultura, histórica e política.
Rio de Janeiro: Guanabara Dois 185 p.
01
01
01
01
01
01
01
SCIKSZENTMIHALYI, Mihaly. A descoberta do fluxo: a psicologia
do envolvimento com a vida cotidiana. Rio de Janeiro: Rocco,
1999. 166 p.
- 258 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
SELZNICK,
Philip.
interpretação
A
liderança
sociológica.
Rio
de
na
EXEMPLARES
administração:
Janeiro:
Fundação
uma
Getúlio
01
Vargas, 1972. 140 p.
SEMLER, Ricardo F. Virando a própria mesa. 45. ed. São Paulo:
Best Seller, 1988. 274 p.
SEMLER, Ricardo. Virando a própria mesa. 22. ed. São Paulo: Best
Seller, 1988. 274 p.
SEMLER, Ricardo F. Virando a própria mesa. 11. ed. São Paulo:
Best Seller, 1988. 274 p.
SEMLER, Ricardo F. Virando a própria mesa. 50. ed. São Paulo:
Best Seller, 1988. 274 p.
01
01
01
01
SARRIERA, J. C. (org.) Psicologia Comunitária: Estudos Atuais.
2ª ed. Porto Alegre: Sulina, 2004. 223p.
SHAFFER, David R. . Psicologia do desenvolvimento: infância e
adolescência. São Paulo: Pioneira, 2005. 627 p.
SIMCSIK, Zilda Catharina; SIMCSIK, Tibor. . O novo executivo em
ação. São Paulo: STS, 2000. 187 p.
SISTO, Fermino Fernandes. . Escala de traços de personalidade
para crianças: (ETPC). São Paulo: Vetor, 2004. 88 p.
01
11
01
15
SISTO, Fermino Fernandes; NORONHA, Ana Paula Porto; SANTOS,
Acácia Aparecida Angeli dos. . Teste gestáltico visomotor de
Bender: sistema de pontuação gradual (B-SPG) : manual. São
01
Paulo: Vetor, 2005. 119 p.
SISTO, Fermino Fernandes; NORONHA, Ana Paula Porto; SANTOS,
Acácia Aparecida Angeli dos. . Teste gestáltico visomotor de
Bender: sistema de pontuação gradual (B-SPG) : manual. 2. ed.
14
São Paulo: Vetor, 2006. 130 p.
SKINNER, B. F; VAUGHAN, M. E. (Margaret E.). Viva bem a velhice:
aprendendo a programar a sua vida. 5. ed São Paulo: Summus,
1985. 141 p.
- 259 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
SKURNIK, Larry S; GEROGE, Frank. Iniciação à psicologia. Rio de
Janeiro: Zahar Editores 125 p.
SMITH, Henry Clay. Psicologia do comportamento na indústria.
São Paulo: Atlas, 1972. 444 p.
SOUZA, Roberto de Mello E. Desenvolvimento de liderança na
empresa. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1973. 262 p.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva,
2002. 452 p.
SPERLING, Abraham P. Introdução à psicologia. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2003. 268 p.
STAFFORD-CLARK, David. O que Freud realmente disse. 2 ed.
Porto Alegre: Globo, 1975. 181 p.
NÚMERO DE
EXEMPLARES
01
01
01
03
10
01
STEINER, Claude. Os papéis que vivemos na vida: a análise
transacional de nossas interpretações cotidianas. São Paulo:
01
Artenova, 1976. 298 p.
STRATTON, Peter; NICKY, Hayes. Dicionário de psicologia. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1994. 243 p.
STROEBE, Wolfgang; STROEBE, Margaret S. Psicologia social e
saúde. Portugal: Instituto Piaget, 1995. 362 p.
05
10
STUART-HAMILTON , Ian; VERONESE, Maria Adriana Veríssimo. A
Psicologia do envelhecimento: uma introdução. Porto Alegre:
03
Artmed, 2002 280 p.
SUCAR, Douglas Dogol. Nas origens da psiquiatria social no Brasil:
um corte através da história da psiquiatria no Rio Grande do
01
Norte. Natal: Clima, 1993. 152 p.
TALLAFERRO, Alberto. Curso básico de psicanálise. São Paulo: M.
Fontes, 1996. 281 p.
TANNENBAUM, Arnould S. . Psicologia social da organização do
trabalho. São Paulo: Atlas, 1973. 155 p.
- 260 -
10
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
TEIXEIRA, Élcio A. . Sucesso e motivação. Rio de Janeiro: Suma
Econômica 2000. 47 p.
TELFORD,
Charles
W;
SAWREY,
James
M.
Psicologia:
01
uma
introdução aos princípios fundamentais do comportamento. São
01
Paulo: Cultrix, 1971. 530 p.
TELFORD, Charles W; SAWREY, James. Psicologia: uma introdução
aos
princípios fundamentais do
comportamento. São Paulo:
01
Cultrix, 1974. 530 p.
TRINCA, Walter. Diagnóstico psicológico: a prática clínica. São
Paulo: E.P.U., 1984. 106 p.
05
TYSON, Phyllis; TYSON, Robert L. . Teorias psicanalíticas do
desenvolvimento: uma integração. Porto Alegre: Artmed, 1993.
01
306 p.
URBINA, Susana. . Fundamentos da testagem psicológica. Porto
Alegre: Artmed, 2007. 320 p.
VELHO, Gilberto. Subjetividade e sociedade: uma experiência de
geração. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2002. 112 p.
VELHO, Gilberto. Subjetividade e sociedade: uma experiência de
geração. 4. ed Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. 112 p.
VYGOTSKY, Lev Semenovitch. Teoria e método em psicologia. 2
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 524 p.
WEITEN, Wayne. Introdução à psicologia: temas e variações. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 584 p.
WERTSCH,
James
V;
WERTSCH,
James
V;
RÍO,
Pablo
01
03
02
10
10
del;
ALVAREZ, Amelia. Estudos socioculturais da mente. Porto Alegre:
10
Artmed, 1998. 214 p.
WOLFF, Werner. Fundamentos de psicologia. São Paulo: Mestre
Jou, s.d.. 423 p.
WINNICOTT, D. W. Da pediatria à psicanálise: obras escolhidas.
Rio de Janeiro: Imago, 2000. 455 p.
- 261 -
01
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
ZACHARIAS, José Jorge de Morais.
EXEMPLARES
QUATI: questionário de
avaliação tipológica : versão II : manual. 5. ed. rev. e amp. São
14
Paulo: Vetor, 2003. 76 p.
ZANELLI, José Carlos. O psicólogo nas organizações de trabalho.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 191 p.
10
ZANELLI, José Carlos; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo; BASTOS,
Antônio Virgílio Bittencourt (Org). Psicologia, organizações e
09
trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004. 520 p.
ZIMERMAN, David E. . Psicanálise em perguntas e respostas:
09
verdades, mitos e tabus. Porto Alegre: Artmed, 2005. 320 p.
III - 6.1.2. PSICOLOGIA - Livros afins – FILOSOFIA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
NECESSÁRIO
EXISTENTE
A REPÚBLICA. São Paulo: Hemus 301 p.
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. São Paulo:
Martins Fontes, 2003. 1014 p.
AGUIAR, Emerson Barros de. Ética: instrumento de paz e
justiça. João Pessoa: Tessitura, 2002. 192 p.
ALVES, Rubem. . Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a
suas regras. São Paulo: Edições Loyola, 2000. 223 p.
- 262 -
1
10
3
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
ALVES, Rubem. . Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a
suas regras. 3. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001. 223 p.
ALVES, Rubem. . Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a
suas regras. 7. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2003. 223 p.
9
6
ALVES, Rubem. . Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a
suas regras. 12. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2007. 221
10
p.
ALVES-MAZZOTI,
Fernando.
O
Alda
Judith;
GEWANDSZNAJDER,
método nas ciências naturais e sociais:
pesquisa quantitativa e qualitativa. 2 ed. São Paulo:
10
Pioneira Thomson Learning, 1999. 203 p.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena
Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 2 ed. São Paulo:
28
Moderna, 1993. 395 p.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena
Pires. . Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. São Paulo:
15
Moderna, 2003. 439 p.
ARAÚJO, Inês Lacerda. Introdução à filosofia da ciência. 3
ed. Curitiba: UFPR, 2003. 232 p.
BOFF, Leonardo. Ethos mundial: um consenso mínimo entre
os humanos. 2 ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. 131 p.
BUNGE, Mario. Tratado de filosofia básica: semântica I:
sentido e referência. São Paulo: EDUSP 223 p.
BUNGE, Mario. Tratado de filosofia básica: semântica II:
interpretação e verdade. São Paulo: EDUSP 244 p.
CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. 25 ed. São Paulo:
Cultrix, 2005. 447 p.
CARLSON,
Richard.
Handbook
for
the
heart:
writings on love. Boston: Back Bay, s.d. 226 p.
- 263 -
original
8
10
1
2
5
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
CHALMERS, Alan F. O que é ciência afinal. São Paulo:
Brasiliense, 1993. 225 p.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 10 ed. Rio de Janeiro:
Ática, 1998. 440 p.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 11 ed. São Paulo:
Ática, 1999. 440 p.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo:
Ática, 2003. 424 p.
COLETÂNEA de textos didáticos. Natal: s.n
COMTE, Auguste. Discurso sobre o espírito positivo. São
Paulo: Martins Fontes, 1990. 132 p.
COSTA, Newton C. A. da. O conhecimento científico. São
Paulo: Discurso Editorial 278 p.
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e
grandes temas. 15 ed. São Paulo: Saraiva, 2000. 336 p.
NÚMERO DE
EXEMPLARES
10
2
2
17
1
1
1
14
CURSO de filosofia: para professores e alunos dos cursos
de segundo grau e de graduação. 12. ed. Rio de Janeiro:
3
Editora Jorge Zahar, 2004. 311 p.
CURSO de filosofia: para professores e alunos dos cursos
de segundo grau e de graduação. 13 ed. Rio de Janeiro:
4
Editora Jorge Zahar, 2005. 311 p.
DELACAMPAGNE, Christian. História da filosofia no século
XX. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 1997. 308 p.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é a filosofia. São
Paulo: Editora 34, 1992. 279 p.
DIÁLOGOS III: a república. 24 ed. Rio de Janeiro: Ediouro
236 p.
DISCURSO do método. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes,
1996. 102 p.
- 264 -
1
2
1
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
DURANT, Will. A história da filosofia. Rio de Janeiro: Nova
Cultura 480 p.
ÉTICA e cidadania: caminhos da filosofia: elementos para o
ensino de filosofia. Campinas: Papirus 111 p.
ÉTICA e cidadania: caminhos da filosofia: elementos para o
ensino de filosofia. 11 ed. São Paulo: Papirus, 2003. 112 p.
FEYERABEND, Paul. Contra o método. Rio de Janeiro:
Editora Francisco Alves, 1977. 487 p.
1
1
4
1
FOUREZ, Gérard. A construção das ciências: introdução à
filosofia e à ética das ciências. São Paulo: Ed. UNESP, 1995.
10
319 p.
FRANKENA, William. Ética. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
1969. 143 p.
FURTER,
Pierre.
A
dialética
da
esperança:
1
uma
interpretação do pensamento utópico de Ernest Bloch. Rio
1
de Janeiro: Paz e Terra, 1974. 268 p.
GHIRALDELLI
JÚNIOR,
Paulo.
Introdução
à
filosofia.
Barueri: Manole, 2003. 186 p.
GILES, Thomas Ransom. Introdução à filosofia. 3 ed. São
Paulo: E.P.U. 320 p.
GONZÁLEZ PECOTCHE, Carlos Bernardo. Bases para sua
conduta. 15 ed. São Paulo: Logosófica 55 p.
1
14
1
GONZÁLEZ PECOTCHE, Carlos Bernardo. Curso de iniciação
logosófica: estudo e prática dos conhecimentos que o
1
informam. 14 ed. São Paulo: Logosófica 92 p.
GONZÁLEZ PECOTCHE, Carlos Bernardo.
Deficiências e
propensões do ser humano. 8 ed. São Paulo: Logosófica,
1997. 190 p.
- 265 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
GONZÁLEZ PECOTCHE, Carlos Bernardo. Logosofia ciência e
método: técnica da formação individual consciente. 9 ed.
1
São Paulo: Logosófica 145 p.
GONZÁLEZ PECOTCHE, Carlos Bernardo. O espírito. 5 ed.
São Paulo: Logosófica 166 p.
GONZÁLEZ PECOTCHE, Carlos Bernardo. O mecanismo da
vida consciente. 11 ed. Brasília: Logosófica 125 p.
GRANGER, Gilles-gaston. . A ciência e as ciências. São
Paulo: UNESP, 1994. 122 p.
HABERMAS, Jürgen. Dialética e hermenêutica. Porto Alegre:
L e PM Editores 136 p.
HEGENBERG, Leônidas. . Doença: um estudo filosófico. Rio
de Janeiro: Fiocruz, 1998. 137 p.
HEGENBERG, Leônidas. Explicações científicas: introdução
à filosofia da ciência. 2 ed. São Paulo: E.P.U., 1973. 310 p.
HEMPEL, Carl G. Filosofia da ciência natural. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1970. 140 p.
HESSEN, Johannes. Teoria do conhecimento. 1 ed. São
Paulo: Editora Martins Fontes, 2000. 177 p.
INTRODUÇÃO à filosofia. 2 ed. Ijuí: UNIJUÍ, 1999. 165 p.
JAEGER, Werner. Paidéia: a formação do homem grego. 3
ed. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1995. 1413 p.
JAEGER, Werner. . Paidéia: a formação do homem grego. 4.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 1413 p.
JAPIASSU,
Hilton.
Introdução
ao
- 266 -
1
1
1
5
1
1
10
2
1
1
pensamento
epistemológico. 2 ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco
Alves Editora, 1977. 199 p.
1
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
JAPIASSU,
Hilton.
Introdução
EXEMPLARES
ao
pensamento
epistemológico. 7 ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco
3
Alves Editora 1999 p.
KOSISK, Karel. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1985. 230 p.
LEÃO, Emmanuel Carneiro. Aprendendo a pensar. Rio de
Janeiro: Vozes, 1991. 252 p.
LEFEBVRE, Henri. Lógica formal lógica dialética. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1975. 301 p.
LEFEBVRE, Henri. Lógica formal lógica dialética. 3 ed. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. 301 p.
LOPARIC, Zeljko; LOPARIC, Andréa. Metodologia da ciência.
João Pessoa: UFPB, 1971. 125 p.
MAGEE, Bryan. História da filosofia. 3. ed. São Paulo:
Edições Loyola, 2001. 240 p.
1
1
1
1
1
15
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos
pré-socráticos a Wittgenstein. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora
1
Jorge Zahar 298 p.
MARÍAS, Julián. . História da filosofia. São Paulo: Martins
Fontes, 2004. 589 p.
MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 2 ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 68 p.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 3 ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil 344 p.
MORIN,
Edgar.
O
método
3:
o
conhecimento
do
conhecimento. 2 ed. Porto Alegre: Sulina, 1999. 286 p.
NIETZSCHE, Friedrich. Assim falava Zaratustra. 6 ed. São
Paulo: Hemus 262 p.
- 267 -
3
10
10
10
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
NIETZSCHE,
Friedrich.
O
EXEMPLARES
anticristo:
maldição
do
cristianismo. Rio de Janeiro: Newton Compton Brasil, 1996.
1
94 p.
NUNES, César Aparecido. Aprendendo filosofia. 14 ed.
Campinas: Papirus, 2003. 112 p.
NUNES, César Aparecido. Aprendendo filosofia. 15 ed. São
Paulo: Papirus, 2004. 112 p.
NUNES, César Aparecido. Aprendendo filosofia. 16. ed.
Campinas: Papirus, 2005. 112 p.
NUNES, César Aparecido. . Aprendendo filosofia. 17. ed.
Campinas: Papirus, 2008. 112 p.
OLIVEIRA, Manfredo A. de. Ética e racionalidade moderna.
3 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2002. 194 p.
OS
PRÉ-SOCRÁTICOS:
vida
e
obra.
São
Paulo:
Nova
Cultural, 1996. 320 p.
PENNA, Antonio Gomes. Introdução à epistemologia. Rio de
Janeiro: Imago, 2000. 130 p.
PEREIRA, Otaviano. O que é teoria. 10 ed. São Paulo:
Brasiliense, 1995. 90 p.
PERELMAN, Chaim. Retóricas. 2 ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2004. 417 p.
Platão. A república. São Paulo: EDIPRO, 1994. 419 p.
Platão. A república. 8 ed. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian 513 p.
JÚNIOR,
Caio.
O
que
é
filosofia.
São
Paulo:
Brasiliense, 1981. 104p.
RAWET, Samuel. Alienação e realidade. Rio de Janeiro:
Olive Editor 100 p.
- 268 -
2
5
1
2
1
1
10
1
10
Platão. A república. São Paulo: Martin Claret, 2000. 320 p.
PRADO
2
1
3
25
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
REALE, Miguel. Introdução à filosofia. 4 ed. São Paulo:
Saraiva, 2002. 306 p.
ROMERO, José Carlos. Metafísica: estruturalista. Rio de
Janeiro: s.n, 2003. 131 p.
RORTY, Richard. . Objetivismo, relativismo e verdade. 2.ed
Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002. 294 p.
8
2
10
SALDANHA, Nelson Nogueira. Historicismo e culturalismo.
s.l.: Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes do governo
1
de Pernambuco, 1986. 136 p.
SALMAN, D. H. O lugar da filosofia na universidade. 2 ed.
São Paulo: Vozes 63 p.
1
SANTOS, Ernesto; SILVA NETO, Norberto Abreu e. . A ética
no uso dos testes psicológicos, na informatização e na
10
pesquisa. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000. 121 p.
SHEEN, Fulton J. Elevai os vossos corações. 2 ed. New
York: Educação Nacional 396 p.
SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes,
1993. 399 p.
SOARES, Orlando. Curso de filosofia geral e filosofia do
direito. 4 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003. 605 p.
SOUSA, Aluísio José Maria de; REGO
1
1
1
FILHO, Antonio
Serafim; LINS FILHO, João Batista Correia; LYRA, José
Hailton
Bezerra;
COUTO,
Luiz
Albuquerque;
SILVA,
1
Manuelito Gomes da. Iniciação à logica e à metodologia da
ciência. São Paulo: Cultrix, 1976. 135 p.
SOUZA, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar. São Paulo:
FTD, 1995. 248 p.
TRATADO sobre a tolerância: a propósito da morte de Jean
Calas. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 180 p.
- 269 -
9
3
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
VAZ, Henrique C. de Lima. Escritos de filosofia: volume 2 :
ética e cultura. 4. ed São Paulo: Loyola, 2004. 293 p.
VAZ, Henrique C. de Lima. Escritos de filosofia: volume 3 :
filosofia e cultura. São Paulo: Edições Loyola, 1997. 376 p.
5
5
VAZ, Henrique C. de Lima. Escritos de filosofia: volume 7 :
raízes da modernidade. São Paulo: Edições Loyola, 2002.
8
291 p.
VAZ,
Henrique
Cláudio
de
Lima.
Introdução
à
ética
filosófica. 2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2002. 483 p.
VAZ,
Henrique
Cláudio
de
Lima.
Introdução
à
ética
filosófica. 2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004. 246 p.
VAZ,
Henrique
Cláudio
de
Lima.
Introdução
à
ética
filosófica. 3 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2006. 483 p.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira 267 p.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. . Ética. 24 ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2003. 302 p.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 29 ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2007. 302 p.
1
5
4
1
2
3
WEBER, Thadeu. Ética e filosofia política: Hegel e o
formalismo Kantiano. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1999. 159
1
p.
WEIL, Simone. Aulas de filosofia. Campinas: Papirus 232 p.
III - 6.1.3. PSICOLOGIA – Livros afins – ÉTICA
BIBLIOTECA DO CURSO
- 270 -
2
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
BARROCO,
Lúcia.
Ética
e
sociedade.
Brasília:
Conselho
Federal de Serviço Social, 2000. 65 p.
1
BITTAR, Eduardo C. B. Ética, educação, cidadania e direitos
humanos:
estudos
filosóficos
entre
cosmopolitismo
e
1
responsabilidade. Barueri: Manole, 2004. 268 p.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano, compaixão
pela terra. 12. ed Rio de Janeiro: Vozes, 2004. 199p.
BRITES, Cristina Maria. Ética e práxis profissional. Brasília:
Conselho Federal de Serviço Social, 2000. 87 p.
DURKHEIM, Emile. Ética e sociologia da moral. São Paulo:
Landy, 2003. 122 p.
DURKHEIM, Emile. Ética e sociologia da moral. São Paulo:
Landy, 2006. 156 p.
DUSSEL,
Enrique.
Ética
da
libertação:
na
idade
5
1
3
2
da
globalização e da exclusão. 2 ed. São Paulo: Vozes, 2002.
10
671 p.
ÉTICA a nicômaco. São Paulo: Editora Martin Claret, 2004.
239 p.
2
ÉTICA a nicômaco. São Paulo: EDIPRO, 2002. 287 p.
1
ÉTICA e trabalho. Rio de Janeiro: SENAC 93 p.
2
FIGUEIREDO,
Vinicius.
Quatro
figuras
da
aparência.
Londrina: Lido 114 p.
HOBBES, Thomas. Do cidadão. 3 ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2002. 399 p.
NAHRA, Cinara. Malditas defesas morais. Natal: EDUFRN,
1999. 65 p.
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 4 ed. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. 380 p.
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 5 ed. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. 206 p.
- 271 -
1
3
1
1
9
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
OLIVEIRA, Manfredo A. de. Ética e sociabilidade. 3 ed. São
10
Paulo: Edições Loyola, 2003. 290 p.
RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. 14 ed. São
5
Paulo: Cortez Editora, 2004. 86 p.
SÁ, Antonio Lopes de. Ética profissional. 4 ed. São Paulo:
3
Atlas, 2001. 254 p.
SUNG, Jung Mo. Conversando sobre ética e sociedade. 12 ed.
2
Petrópolis: Vozes, 2003. 117 p.
TERRA, Sylvia. Ética e instrumentos processuais. Brasília:
1
Conselho Federal de Serviço Social, 2000. 91 p.
TRASFERETTI,
José.
Ética
e
responsabilidade
social.
2
Campinas: Alínea, 2006. 131 p.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo.
2
13 ed. São Paulo: Pioneira 233 p.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo.
10
14 ed. São Paulo: Pioneira 233 p.
III - 6.1.4. PSICOLOGIA – Livros afins - LÓGICA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
MORTARI, Cezar A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP,
2001. 393 p.
- 272 -
EXEMPLARES
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
SALMON, Wesley C. Lógica. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar
1
Editores, 1973. 142 p.
III - 6.1.5. PSICOLOGIA – Livros afins – RACIOCÍNIO
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
ADORNO,
Theodor
esclarecimento:
W;
HORKHEIMER,
fragmentos
Max.
filosóficos.
Dialética
Rio
de
do
Janeiro:
13
Editora Jorge Zahar, 1985. 254 p.
PRADO
JÚNIOR,
Caio.
Dialética
do
conhecimento:
preliminares pré-história da dialética. 3 ed. São Paulo:
1
Brasiliense, 1960. 294 p.
PRADO JÚNIOR, Caio. Dialética do conhecimento: história
dialética lógica dialética. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 1960.
1
736 p.
PRADO JÚNIOR, Caio. Notas introdutórias à lógica dialética.
1
III - 6.1.6. PSICOLOGIA – Livros afins – CIÊNCIAS SOCIAIS
BIBLIOTECA DO CURSO
- 273 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
DICIONÁRIO de sociologia. Porto Alegre: Globo, 1974. 377
1
p.
DICIONÁRIO do pensamento social do século XX. Rio de
5
Janeiro: Zahar Editores, 1996. 970 p.
GOLFIN, Jean. Vocabulário essencial da sociologia. Lisboa:
1
Moraes Editores, 1972. 213 p.
SELLTIZ, Claire; WRIGHTSMAN, Lawrence S; COOK, Stuart
Wellford; MALUFE, José Roberto; GATTI, Bernardete A.
Métodos de pesquisa nas relações sociais: volume 1:
20
delineamentos de pesquisa. 2. ed São Paulo: E.P.U., 1987.
117 p.
III - 6.1.7. PSICOLOGIA – Livros afins – ESTATISTICA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
DANCEY,
Christine
P;
REIDY,
John.
.
Estatística
sem
matemática para psicologia: usando SPSS para Windows.
5
Porto Alegre: Artmed, 2006. 608 p.
GOMES,
Frederico
Pimentel.
Curso
de
estatística
experimental. 6 ed. São Paulo: Livraria Nobel, 1976. 430 p.
- 274 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
III - 6.1.8. PSICOLOGIA – Livros afins – SOCIOLOGIA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
A AVENTURA antropológica: teoria e pesquisa. 3 ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1997. 156 p.
A AVENTURA antropológica: teoria e pesquisa. 4 ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2004. 156 p.
EXEMPLARES
01
02
ABDEL-MALEK, Anouar. A dialética social: fundamentos para
uma teoria social mundializante. Petrópolis: Paz e Terra,
01
1975. 304 p.
ADAMS, Richard N; GILLIN, John P; HOLMBERG, Allan R;
LEWIS, Oscar; PATCH, Richard W; WAGLEY, Charles. Mudança
social na América Latina. Rio de Janeiro: Zahar Editores 288
01
p.
ALVAREZ, Marcos César; REZENDE, Maria José de; FERREIRA,
Pedro Roberto; CRESPO, Regina Aída; SILVEIRA, Ricardo de
Jesus; TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à sociologia. São
01
Paulo: Atual 1994. 250 p.
ALVES, Danny J. O Teste sociométrico. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 1964. 128 p.
ALVES, Danny J. O teste sociométrico: sociogramas. 2 ed.
Porto Alegre: Globo, 1974. 129 p.
01
01
AMMANN, Safira Bezerra. Ideologia do desenvolvimento de
comunidade no Brasil. 3 ed. São Paulo: Editora Cortez, 1982.
01
176 p.
AMMANN, Safira Bezerra. Ideologia do desenvolvimento de
comunidade no Brasil. 9 ed. São Paulo: Editora Cortez, 1997.
211 p.
- 275 -
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
ANDER-EGG,
Ezequiel.
Introducción
EXEMPLARES
a
las
técnicas
de
investigación social: para trabajadores sociales. 5 ed. Buenos
01
Aires: Editorial Hvmanitas 335 p.
ANDERSON,
Walfred
A;
PARKER,
Frederick
B.
Uma
Introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
01
1971. 751 p.
ANDERSON, Walfred A; PARKER, Frederick B. Uma introdução
à sociologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1974. 750
01
p.
ANDREOTTI NETO, Nello. Biblioteca de sociologia geral. São
Paulo: RIDEEL, s.d. 208 p.
ANDREOTTI NETO, Nello. Biblioteca de sociologia geral. São
Paulo: RIDEEL, s.d. 390 p.
ANDREOTTI NETO, Nello. Biblioteca de sociologia geral. São
Paulo: RIDEEL, s.d. 627 p.
ARON, Raymond. . As etapas do pensamento sociológico. 5.
ed. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1999. 359 p.
ARON, Raymond. . As etapas do pensamento sociológico. 6.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 884 p.
ÁVILA, Fernando Bastos de. Introdução à sociologia. Rio de
Janeiro: Livraria Agir Editora, 1962. 261 p.
BALANDIER, George. As dinâmicas sociais: sentido e poder.
São Paulo: DIFEL 347 p.
BASBAUM, Leôncio. História e consciência social. 2 ed. São
Paulo: Global 235 p.
BERGER,
Peter
L.
Perspectivas
sociológicas:
humanística. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1973. 202 p.
- 276 -
uma
visão
01
01
01
47
11
01
01
01
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social
da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 18 ed.
09
Petrópolis: Vozes, 1999. 247 p.
BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social
da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 2 ed.
01
Petrópolis: Vozes, 1974. 274 p.
BIDDLE, William W. Desenvolvimento da comunidade: a
redescoberta da iniciativa local. Rio de Janeiro: Livraria Agir
01
Editora, 1967. 316 p.
BIDDLE, William W. Desenvolvimento da comunidade: a
redescoberta da iniciativa local. 2 ed. Rio de Janeiro: Livraria
01
Agir Editora, 1972. 316 p.
BIDDLE,
William
W;
BIDDLE,
Loureide
J.
Estímulo
ao
desenvolvimento da comunidade: um guia de treinamento
para os líderes locais. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora
01
300 p.
BIESANZ, John; BIESANZ, Mavis. Introdução à ciência social.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1972. 842 p.
BLALOCK JÚNIOR, H. M. Introdução à pesquisa social. 2 ed.
Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976. 133 p.
BLAY,
Eva
Alterman.
Eu
não
tenho
onde
morar:
01
01
vilas
operárias na cidade de São Paulo. São Paulo: Nobel, 1985.
01
332 p.
BOAVENTURA, Jorge. Ocidente traído: a sociedade em crise.
Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980. 220 p.
01
BOCK, Ana Mercês Bahia; GONÇALVES, Maria da Graça
Marchina; FURTADO, Odair (Org). Psicologia sócio-histórica:
uma perspectiva crítica em psicologia. 3. ed São Paulo:
Cortez, 2007. 224 p.
- 277 -
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
BORDENAVE, Juan E. Diaz. O que é comunicação. 14 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1991. 105 p.
BOTTOMORE, T. B. A sociologia como crítica social. Rio de
Janeiro: Zahar Editores 249 p.
BOTTOMORE, T. B. Introdução à sociologia. 9 ed. Rio de
Janeiro: LTC 318 p.
BOUDON, Raymond. Métodos da sociologia. 2 ed. Petrópolis:
Vozes 118 p.
BRANDÃO,
Antonio
Carlos;
DUARTE,
Milton
01
01
18
01
Fernandes.
Movimentos culturais de juventude. São Paulo: Moderna,
01
1990. 120 p.
Brasil. Congresso Nacional. Os desafios da comunicação
social no Brasil. Brasília: Congresso Nacional, 2006. 340 p.
01
Brasil. Ministério da Educação E Cultura. Projeto sub-regional
de
formatação
de
recursos
humanos
em
política
e
administração cultural na América Latina: 2º segmento.
01
Brasília: MEC, 1982. 263 p.
Brasil. Ministério da Educação E Cultura. Projeto sub-regional
de
formatação
de
recursos
humanos
em
política
e
administração cultural na América Latina: 1º segmento.
01
Brasília: MEC, 1981. 92 p.
Brasil.
Ministério
da
Fazenda.
Pesquisa
de
orçamentos
familiares: obtenção das informações em campo. Rio de
02
Janeiro: IBGE, 1990. 60 p.
Brasil.
Ministério
da
Fazenda.
Pesquisa
de
orçamentos
familiares: tratamentos das informações. Rio de Janeiro:
02
IBGE, 1991. 197 p.
BRASIL. Senado Federal. O Congresso Nacional e o Programa
de Integração Social. Brasília: Senado Federal 333 p.
- 278 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
BRASIL: tempos modernos. 3 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1979. 194 p.
BRAUDEL, Fernand. História e ciênias sociais. Paris: Editorial
Presença, 1972. 260 p.
01
01
BRAYBROOKE, David. Uma estratégia de decisão social:
escolha de políticas alternativas como processo social. Rio de
01
Janeiro: Zahar Editores, 1972. 269 p.
BRITTO, Sulamita. Sociologia da juventude, II: para uma
sociologia diferencial. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968.
01
141 p.
BUCKLEY, Walter. A sociologia e a moderna teoria dos
sistemas. 2 ed. São Paulo: Cultrix, 1976. 307 p.
01
CALVEZ, Jean - Yves. A economia, o homem, a sociedade: o
ensinamento social da igreja. São Paulo: Edições Loyola,
01
1995. 344 p.
CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A.
Paradigmas
em
psicologia
social:
a
perspectiva
latino-
10
americana. 3. ed Petrópolis: Vozes, 2007. 222p.
CARDOSO, Otomar Lopes. A pobreza no mundo rico. Rio de
Janeiro: Nossa Editora 117 p.
CARVALHO, Irene Mello. Introdução aos estudos sociais. 4
ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1966. 177 p.
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia geral. São
Paulo: Atlas, 2000. 372 p.
01
01
10
CASTRO, Maria Lília Dias; DUARTE, Elizabeth Bastos; TESCHE,
Adayr Mroginski; SILVA, Dinorá Fraga da; HENN, Ronaldo;
BENTZ,
Ione
Maria
Ghislene.
Mídias
e
processos
significação. São Leopoldo: UNISINOS, 2000. 113 p.
- 279 -
de
02
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
CERVENY, Ceneide Maria de Oliveira. A família como direito:
desconstruindo a patologia. Campinas: Editora Livro Pleno,
01
2000. 158 p.
CÉSAR, Márcio; REZENDE, Maria José de; FERREIRA, Pedro
Roberto; CRESPO, Regina Aída; SILVEIRA, Ricardo de Jesus;
TOMAZI, Nelson Dacio. . Iniciação à sociologia. 2. ed. rev. e
05
amp. São Paulo: Atual, 2000. 264 p.
CHAUI,
Marilena.
Cultura
e
democracia:
o
discurso
competente e outras falas. 8 ed. São Paulo: Editora Cortez
06
309 p.
CHAUI,
Marilena.
Cultura
e
democracia:
o
discurso
competente e outras falas. 7 ed. São Paulo: Editora Cortez
04
309 p.
CHAUI, Marilena. O que é ideologia. 21 ed. São Paulo:
Brasiliense, 1986. 125 p.
CHINOY, Ely. Sociedade: uma introdução à sociologia. 16. ed.
São Paulo: Cultrix, 2004. 734p.
CHINOY, Ely. Sociedade: uma introdução à sociologia. 3. ed.
São Paulo: Cultrix, 1973. 734p.
CHINOY, Ely. Sociedade: uma introdução à sociologia. 4 ed.
São Paulo: Cultrix, 1975. 734 p.
COHEN, Albert K. Transgressão e controle: Deviance and
control. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1968. 250 p.
COHEN, Percy S. Teoria social moderna. 2 ed. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1968. 258 p.
COHN, Gabriel. Max Weber: sociologia. 7 ed. São Paulo: Ática,
2004. 167 p.
COHN, Gabriel. Sociologia da comunicação: teoria e ideologia.
São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1973. 170 p.
- 280 -
02
01
01
01
01
01
03
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
CONFLITO e continuidade na sociedade brasileira. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1970. 351 p.
CORCUFF, Philippe. As novas sociologias: construções da
realidade social. Bauru: EDUSC, 2001. 206 p.
COSTA,
Cristina.
Sociologia:
introdução
à
ciência
da
sociedade. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1997. 307 p.
01
10
19
COUTINHO, Ronaldo do Livramento. Operário de construção
civil: urbanização, migração e classe operária no Brasil. Rio
01
de Janeiro: Edições Achiamé, 1980. 98 p.
CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. 2 ed.
Bauru: EDUSC, 2002. 255 p.
10
DAHL, Robert A.; LINDBLOM, Charles E. Política, economia e
bem
estar
social:
planejamento
e
sistemas
político
econômicos reduzidos a processos sociais básicos. Rio de
01
Janeiro: Lidador, 1963. 519 p.
DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil. Rio de Janeiro:
Rocco, 1986. 126 p.
DANTAS,
Edgard
Ramalho.
Projeto
de
recuperação
03
da
memória e produção intelectual de Manuel Dantas. Mossoró:
01
Fundação Vingt-un Rosado, 1996. 48 p.
DAVEIRA, Adriano Salmar Nogueira E. A fala do povo: a
reprodução do conhecimento no saber popular. Petrópolis:
01
Vozes 129 p.
DELLA TORRE, M. B. L. O homem e a sociedade: uma
introdução à sociologia. 11 ed. São Paulo: Companhia Editora
01
Nacional 256 p.
DEMO,
Pedro.
Introdução
à
sociologia:
complexidade,
interdisciplinaridade e desigualdade social. São Paulo: Atlas,
2002. 382 p.
- 281 -
11
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 1985. 159 p.
DIAS, Reinaldo. Fundamentos de sociologia geral. 2 ed.
Campinas: Alínea, 2000. 312 p.
DOWBOR,
Ladislau.
O
que
é
poder
local.
São
Paulo:
Brasiliense, 1994. 85 p.
DREXEL, John; IANNONE, Leila Rentroia. Criança e miséria:
vida ou morte. São Paulo: Moderna 96 p.
DREXEL, John; IANNONE, Leila Rentroia. Criança e miséria:
vida ou morte. 3 ed. São Paulo: Moderna 96 p.
DREXEL, John; IANNONE, Leila Rentroia. Criança e miséria:
vida ou morte. 6 ed. São Paulo: Moderna 96 p.
10
01
05
01
01
02
DRUCKER, Peter F. Uma era de descontinuidade: orientações
para uma sociedade em mudança. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar
01
Editores, 1976. 427 p.
DURKHEIM, Emile. As formas elementares da vida religiosa: o
sistema totêmico na Austrália. São Paulo: Martins Fontes,
03
1996. 609 p.
DURKHEIM, Emile. As regras do método sociológico. 2 ed.
São Paulo: Editora Martins Fontes, 1999. 165 p.
DURKHEIM, Emile. As regras do método sociológico. São
Paulo: Editora Martins Fontes, 1995. 165 p.
DURKHEIM, Emile. Lições de sociologia. 1 ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2002. 304 p.
ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro:
Editora Jorge Zahar 201 p.
ENCONTROS com a civilização brasileira. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1978. 286 p.
- 282 -
11
06
01
10
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
ENRÍQUEZ, Tomás. Promoção humana. 3 ed. São Paulo:
Edições Loyola 142 p.
ENSAIOS de sociologia. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC 530 p.
ENSAIOS de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1974.
530 p.
ESTEVES,
João
Pissarra;
Antônio;
FRAGOSO,
COGO,
Suely;
Denise;
GOMES,
FAUSTO
Pedro
01
13
01
NETO,
Gilberto;
MALDONADO, Alberto Efendy; BRAGA, José Luiz. Mídias e
02
processos socioculturais. São Leopoldo: UNISINOS, 2000.
184 p.
FACINA, Adriana. Literatura e sociedade. Rio de Janeiro:
Editora Jorge Zahar, 2004. 55 p.
FARR, Robert M. . As raízes da psicologia social moderna:
1872-1954. 7. ed. Rio de Janeiro: Vozes 1996. 246 p.
FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna:
1872-1954. Petrópolis: Vozes, 1998. 246 p.
FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna:
1872-1954. 6 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2004. 246 p.
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil. 2 ed.
Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976. 413 p.
06
02
01
09
01
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil:
ensaios de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar
01
Editores, 1975. 413 p.
FERNANDES, Florestan. Capitalismo dependente: e classes
sociais na América Latina. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar
01
Editores, 1975. 157 p.
FERNANDES, Florestan. Capitalismo dependente: e classes
sociais na América Latina. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar
Editores 157 p.
- 283 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
FERNANDES, Florestan. Elementos de sociologia teórica. São
Paulo: Companhia Editora Nacional 297 p.
FERNANDES,
Florestan.
Fundamentos
empíricos
01
da
explicação sociológica. 4 ed. São Paulo: T. A. Queiroz Editor,
01
1980. 345 p.
FERNANDES,
Florestan.
Sociedade
de
classes
e
subdesenvolvimento. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
01
1972. 267 p.
FERNANDES, Rubem Cesar. Público porém privado: o terceiro
setor na América Latina. 3 ed. Rio de Janeiro: Redume
03
Dumará, 2002. 156 p.
FICHTER, Joseph H. Sociologia. São Paulo: E.P.U., 1967. 517
p.
FISCHER,
Heinz-dietrich;
MERRILL,
John
01
Calhoun.
Comunicação internacional: meios, canais e funções. São
01
Paulo: Cultrix, 1975. 581 p.
FONTES abertas. São Paulo: Bristol-Myers Squibb Brasil, s.d..
223 p.
FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza.
Sociologia e sociedade. Rio de Janeiro: LTC, 1977. 365 p.
FREEDMAN, Jonathan L; CARLSMITH, J. Merrill; SEARS, David
O. Psicologia social. 2 ed. São Paulo: Cultrix 487 p.
FREIRE, Gilberto. Sociologia: introdução ao estudo dos seus
princípios. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora José Olympio 318 p.
FREIRE, Gilberto. Sociologia: introdução ao estudo dos seus
princípios. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora José Olympio 741 p.
FREUND, Julien. Sociologia de Max Weber. 4 ed. Rio de
Janeiro: Forense-Universitária, 1987. 209 p.
- 284 -
01
04
01
01
01
07
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
FREYRE, Gilberto. Realidade brasileira. Brasília: Ministério da
Educação e Cultura, 1980. 64 p.
FRIEDMANN, Georges; GEORGE, Pierre. Tratado de sociologia
do trabalho. São Paulo: Cultrix, 1973. 494 p.
FRIEDMANN,
Georges;
NAVILLE,
Pierre.
Tratado
de
sociologia do trabalho. São Paulo: Cultrix, 1973. 533 p.
Fundação Milton Campos. O homem e o campo. Brasília:
Senado Federal, 1976. 685 p.
GALLIANO, A. Guilherme. Introdução à sociologia. São Paulo:
Harbra, 1986. 337 p.
01
01
01
01
05
GASTALDI, J. Petrelli. Estudos de problemas brasileiros:
realidade econômica e social do Brasil. São Paulo: Saraiva,
01
1975. 99 p.
GEERTZ,
Clifford.
A
interpretação
das
culturas.
Rio
de
Janeiro: LTC 323 p.
10
GERTH, Hans; MILLS, C. Wright. Caráter e estrutura social: a
psicologia das instituições sociais. Rio de Janeiro: Civilização
01
Brasileira, 1973. 508 p.
GIDDENS, Anthony. A constituição da sociedade. 2 ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2003. 458 p.
GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São
Paulo: UNESP, 1991. 177 p.
GIDDENS,
encontros
Anthony.
com
o
Política,
sociologia
pensamento
e
teoria
social
03
05
social:
clássico
e
08
contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1997. 336 p.
GIDDENS, Anthony; TURNER, Jonathan. Teoria social hoje.
São Paulo: UNESP, 1999. 609 p.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana.
12 ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 233 p.
- 285 -
05
03
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana.
13 ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 233 p.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana.
14. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. 233 p.
01
03
GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. . O social na psicologia e a
psicologia social: a emergência do sujeito. Petrópolis: Vozes,
05
2004. 182 p.
GROB, Bernard. Televisão e sistemas de vídeo. 5 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. 385 p.
GUSMÃO, Paulo Dourado. Teorias sociológicas. 3 ed. Rio de
Janeiro: Forense 199 p.
01
01
HALL, Stuart; WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença:
a perspectiva dos estudos culturais. 3. ed. São Paulo: Vozes,
04
2004. 133 p.
HARNECKER, Marta. Para compreender a sociedade. São
Paulo: Brasiliense, 1990. 135 p.
HARNECKER,
Marta;
URIBE,
Gabriela.
Explorados
e
exploradores. São Paulo: Global, 1979. 58 p.
HART, Armando. Revolução e progresso cultural. Rio de
Janeiro: Philobiblion Livros de Arte 110 p.
01
01
01
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre
as origens da mudança cultural. 9 ed. São Paulo: Edições
10
Loyola 349 p.
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre
as origens da mudança cultural. 11 ed. São Paulo: Edições
03
Loyola 349 p.
HENRÍQUEZ, Tomás. Ser mais: estudos sociais I. 2 ed. São
Paulo: Edições Loyola, 1975. 121 p.
- 286 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
HESKETH, José Luiz; HESKETH, Miriam Martins Alba. Fator
humano no trabalho. Natal: EDUFRN, 1985. 410 p.
HILLMAN,
Arthur.
Organização
da
comunidade
01
e
planejamento. 3 ed. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora,
01
1974. 356 p.
HOBSBAWM,
E.
J.
Bandidos.
Rio
de
Janeiro:
Forense-
Universitária, 1975. 148 p.
HORKHEIMER, Max; ADORNO, Theodor W. Temas básicos da
sociologia. São Paulo: Cultrix, 1973. 205 p.
IANNI, Octavio. A ideia de Brasil moderno. São Paulo:
Brasiliense, 1992. 180 p.
IANNI, Octavio. A sociedade global. 11 ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2003. 191 p.
IANNI, Octavio. Teorias de estratificação social. 3 ed. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1978. 391 p.
01
01
05
10
01
IANNI, Octavio. Teorias de estratificação social: leituras de
sociologia. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1972.
01
391 p.
IDEOLOGIA da cultura brasileira. 3. ed. São Paulo: Editora
34, 2008. 422 p.
03
INKELES, Alex. O que é sociologia: uma introdução à
disciplina e à profissão. 2 ed. São Paulo: Livraria Pioneira
01
Editora 196 p.
INTRODUÇÃO às ciências sociais. 12. ed. Campinas: Papirus,
2003. 128 p.
INTRODUÇÃO às ciências sociais. 15. ed. Campinas: Papirus,
2006. 128 p.
INTRODUÇÃO às ciências sociais. São Paulo: Papirus, 1998.
130 p.
- 287 -
10
04
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
JOVCHELOVITCH, Sandra. Representações sociais e esfera
pública: a construção simbólica dos espaços públicos no
10
Brasil. Petrópolis: Vozes, 2000. 232 p.
KHAN, Herman. O ano 2000: uma estrutura para especulação
sobre os próximos trinta e três anos. 4 ed. São Paulo:
01
Melhoramentos, 1967. 508 p.
KOENIG, Samuel. Elementos de sociologia. 5 ed. Rio de
Janeiro: Zahar Editores, 1976. 387 p.
KOENIG, Samuel. Elementos de sociologia. 5 ed. Rio de
Janeiro: Zahar Editores 287 p.
KRECH,
David;
Richard
S.
O
BALLACHEY,
indivíduo
na
Egerton
L;
sociedade:
01
01
CRUTCHFIELD,
um
manual
de
01
psicologia social. São Paulo: Livraria Pioneira Editora 311 p.
KRECH,
David;
Egerton
L.
O
CRUTCHFIELD,
indivíduo
na
Richard
sociedade:
S;
BALLACHEY,
um
manual
de
01
psicologia social. 2 ed. São Paulo: Pioneira 311 p.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 6 ed. São Paulo: Atlas,
1990. 334 p.
LAKATOS,
Eva
Maria;
MARCONI,
Marina
de
Andrade.
Sociologia geral. 7 ed. São Paulo: Atlas, 1999. 373 p.
LEVINE, Donald N. Visões da tradição sociológica. Rio de
Janeiro: Editora Jorge Zahar, 1997. 325 p.
02
21
08
LIMA, Nestor dos Santos. Esqueça a primavera, irmão:
ensaios de independência cultural. Natal: Fundação José
01
Augusto, 1990. 137 p.
LOURAU, René. A análise institucional. Petrópolis: Vozes,
1975. 294 p.
- 288 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
LOWY, Michael. . Ideologias e ciência social: elementos para
uma análise marxista. 3. ed. São Paulo: Editora Cortez, 1985.
01
112 p.
LÖWY, Michael. . Ideologias e ciência social: elementos para
uma análise marxista. 17. ed São Paulo: Cortez, 2006. 127 p.
06
LUCCI, Elian Alabi. Trabalho dirigido de organização social e
política do Brasil: com estudos brasileiros para o 2º grau.
01
São Paulo: Saraiva, 1977. 284 p.
MACHADO NETO, A. L; MACHADO NETO, Zahide. Sociologia
básica. 3 ed. São Paulo: Saraiva 196 p.
MAESTRI FILHO, Mário José. O escravismo antigo. 3 ed.
Campinas: Atual, 1986. 62 p.
MAGALHÃES, Aloísio. E triunfo: a questão dos bens culturais
no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. 256 p.
MAGALHÃES-VILHENA, Vasco de. História, ciência social.
Lisboa: Livros Horizonte, 1981. 155 p.
MALINOWSKI, Bronislaw. Uma teoria científica da cultura.
Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1962. 213 p.
MANN, Peter H. Métodos de investigação sociológica. 3 ed.
Rio de Janeiro: Zahar Editores 198 p.
01
01
01
01
01
02
MARCONDES FILHO, Ciro. O capital da notícia: jornalismo
como produção social da segunda natureza. São Paulo: Ática,
01
1986. 188 p.
MARCONDES FILHO, Ciro. Quem manipula quem: poder e
massas na indústria da cultura e da comunicação no Brasil.
01
Petrópolis: Vozes, 1986. 163 p.
MARQUES,
Aguinaldo
N.
A
infância
no
transformação. Petrópolis: Vozes, 1973. 247 p.
- 289 -
Brasil
em
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 18 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1988. 98 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 29 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1991. 98 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 31 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1992. 98 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 37 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 98 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 38 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 98 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 4 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1983. 98 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 7 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1984. 98 p.
MEDEIROS, Siqueira de. Iniciação sociológica e direito. Natal:
Departamento Estadual de Imprensa, 1966. 133 p.
MEDINA,
C.
A.
de.
Autoridade
e
participação:
estudo
sociológico da igreja católica. Petrópolis: Vozes, 1973. 191 p.
MÉLO, M. Rodrigues. Cavalo de pau. Rio de Janeiro: Pongetti,
1953. 157 p.
01
01
01
01
29
01
01
02
01
01
MENEZES, Djacir. O outro nordeste: ensaio sobre a evolução
social e política do nordeste da "civilização do couro" e suas
implicações históricas nos problemas gerais. 2 ed. Rio de
01
Janeiro: Artenova, 1970. 203 p.
MIRANDA,
Pontes
de.
Introdução
à
sociologia
geral.
Campinas: Bookseller, 2003. 250 p.
MORAIS, J. F. Regis de. Construção social da enfermidade.
São Paulo: Editora Cortez & Moraes, 1978. 199 p.
- 290 -
09
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
MORAIS, Pessoa de. O desafio da era tecnológica: com uma
nova filosofia da comunicação. Rio de Janeiro: Civilização
01
Brasileira, 1971. 250 p.
MORAIS, Pessoa de. Tradição e transformação no Brasil:
análise sociológica, antropológica e psicanalítica. 2 ed. Rio de
01
Janeiro: Civilização Brasileira 350 p.
MORAIS, Reginaldo. Pacto social: da negociação ao pacote.
São Paulo: L e PM Editores, 1986. 112 p.
01
MOREIRA, Antônia Silva Paredes; OLIVEIRA, Denize Cristina
de (Org). Estudos interdisciplinares de representação social.
05
2. ed. rev Goiânia: AB, 2000. 307 p.
MOSCOVICI, Sérgio. Sociedade contra natureza. Petrópolis:
Vozes, 1975. 377 p.
01
MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia da cultura brasileira
(1933-1974): pontos de partida para uma revisão histórica. 3
01
ed. São Paulo: Ática, 1977. 303 p.
NEVES, Carlos de Sousa. Sociedade, transição e futuro: vias
intermediárias e fundamentos. s.l.: s.n 726 p.
NONATO, Nonato. Calepino potiguar: gíria rio-grandense.
Mossoró: Senado Federal, 1980. 496 p.
NOVAS veredas da psicologia social. São Paulo: Brasiliense
1994. 168 p.
O
BRASIL
econômico
e
x
o
conflito
distribuição
social
de
moderno:
renda.
01
01
16
crescimento
Brasília:
Instituto
01
Tancredo Neves, 2001. 266 p.
O
COMPORTAMENTO
social:
um
programa
para
aprendizagem. Rio de Janeiro: Renes, 1970. 489 p.
- 291 -
auto-
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
O CONHECIMENTO no cotidiano: as representações sociais na
perspectiva da psicologia social. São Paulo: Brasiliense,
01
1993. 311 p.
OLIVEIRA, Lúcia Elena Garcia de; PORCARO, Rosa Maria;
MASSENA, Rosa Maria Ramalho. Indicadores sociais para
01
áreas urbanas. Rio de Janeiro: IBGE, 1977. 162 p.
OLIVEN, Ruben George. A parte e o todo: a diversidade
cultural no Brasil-nação. Petrópolis: Vozes, 1992. 143 p.
OLIVIERA, Francisco de. O elo perdido: classe e identidade
social. São Paulo: Brasiliense, s.d. 134 p.
OSSOWSKI, Stanislaw. Estrutura de classes na consciência
social. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976. 226 p.
PADILHA, Tarcísio Meirelles. Brasil em questão. Rio de
Janeiro: Editora José Olympio, 1975. 165 p.
PARADIGMAS em psicologia social: a perspectiva latinoamericana. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 221 p.
PARIGUIN, B. D. A psicologia social como ciência. Rio de
Janeiro: Zahar Editores 218 p.
PARKER, S. R; BROWN, R. K; CHILD, J; SMITH, M. A.
Sociologia da indústria. São Paulo: Atlas 204 p.
PARSONS, Talcott. O sistema das sociedades modernas. São
Paulo: Pioneira, 1974. 189 p.
PARSONS, Talcott. Sociedades: perspectivas evolutivas e
comparativas. São Paulo: Pioneira, 1969. 191 p.
PASQUALI, Antônio. Sociologia e comunicação. Petrópolis:
Vozes, 1973. 163 p.
01
01
01
01
01
01
01
03
01
01
PASSERON, Jean-claude. O raciocínio sociológico: o espaço
não-popperiano do raciocínio natural. Petrópolis: Vozes,
1995. 485 p.
- 292 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
PAULO NETTO, José. Marxismo impenitente: contribuição à
história das ideias marxistas. São Paulo: Cortez Editora,
05
2004. 256 p.
PEREIRA, Juvenal Paiva. Um esquema de sociologia geral. 2.
ed. São Paulo: Saraiva, 1946. 261 p.
PERROW,
Charles.
Análise
organizacional:
um
enfoque
sociológico. São Paulo: Atlas 225 p.
PESQUISA participante. 8 ed. São Paulo: Brasiliense 211 p.
01
02
13
PICHON-RIVIÈRE, Enrique; QUIROGA, Ana Pampliega de.
Psicologia da vida cotidiana. São Paulo: Martins Fontes,
09
1998. 176 p.
PIERSON, Donald. Teoria e pesquisa em sociologia. 11 ed.
São Paulo: Melhoramentos 336 p.
PINTO, Agerson Tabosa. Estudos de sociologia especial.
Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 1974. 211p.
01
01
PINTO, L. A. Costa. Sociologia e desenvolvimento: temas e
problemas de nosso tempo. 5 ed. Rio de Janeiro: Civilização
01
Brasileira, 1973. 332 p.
PINTO, L. A. Costa. Sociologia e desenvolvimento: temas e
problema de nosso tempo. 4 ed. Rio de Janeiro: Civilização
01
Brasileira 332 p.
PRÊMIO de mídia estadão, 3º. São Paulo: s.n, 2000. 245 p.
02
PRÊMIO de mídia estadão, 4º. São Paulo: s.n, 2001. 176 p.
03
PROJETO sub-regional de formação de recursos humanos em
política
e
administração
cultural
na
américa
latina:
II
segmento 20/09/82 a 22/10/82 - Brasil; 23/10/82 a
25/11/82 - Equador. s.l.: Fundação Nacional de Artes, s.d..
263 p.
- 293 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
PSICOLOGIA
social
comunitária:
EXEMPLARES
da
solidariedade
à
autonomia. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 179 p.
QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. Cultura, sociedade rural,
sociedade urbana no Brasil. São Paulo: LTC, 1978. 314 p.
10
01
QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O campesinato brasileiro:
ensaios sobre civilização e grupos rústicos no Brasil. São
01
Paulo: Universidade de São Paulo, 1973. 242 p.
QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira;
OLIVEIRA, Márcia Gardênia Monteiro de. Um
toque de
clássicos: Marx, Durkheim e Weber. 2 ed. Belo Horizonte:
10
UFMG, 2002. 159 p.
RADCLIFFE-BROWN, A.r. Estrutura e função na sociedade
primitiva. Petrópolis: Vozes, 1973. 269 p.
RASCOVSKY, Arnaldo. O filicídio. Rio de Janeiro: Artenova,
1974. 180 p.
REPRESENTANDO a alteridade. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes,
2002. 164 p.
RIBAS, João Baptista Cintra. O que são pessoas deficientes.
São Paulo: Brasiliense, 1994. 103 p.
01
01
11
11
RIBAS, João Baptista Cintra. Preconceito contra as pessoas
com deficiência: as relações que travamos com o mundo. São
05
Paulo: Cortez Editora, 2007. 120 p.
RIGOL, Pedro Negre. Sociologia do terceiro mundo: crítica ao
modelo desenvolvimentista. Petrópolis: Vozes, 1977. 115 p.
01
RILEY, Matilda White; NELSON, Edward E. A observação
sociológica: uma estratégia para um novo conhecimento
01
social. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976. 328 p.
ROCHER, Guy. Sociedade geral. Lisboa: Editorial Presença,
1971. 285 p.
- 294 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
ROCHER,
Guy. Sociologia
geral. 2 ed.
EXEMPLARES
Lisboa: Editorial
Presença, 1971. 242 p.
ROCHER, Guy. Sociologia geral. Lisboa: Editorial Presença,
1971. 223 p.
ROCHER, Guy. Sociologia geral. Lisboa: Editorial Presença,
1971. 285 p.
ROCHER, Guy. Sociologia geral. Lisboa: Editorial Presença,
1971. 302 p.
01
01
01
01
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social para principiantes:
estudo da interação humana. 5 ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
10
120 p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social. 2 ed. Rio de Janeiro:
Vozes 573 p.
RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social. 5 ed. Rio de Janeiro:
Vozes 573 p.
RODRIGUES,
Aroldo;
ASSMAR,
Eveline
Maria
01
01
Leal;
JABLONSKI, Bernardo. Psicologia social. 23. ed. Petrópolis:
01
Vozes, 2005. 477 p.
RODRIGUES,
Aroldo;
ASSMAR,
Eveline
Maria
Leal;
JABLONSKI, Bernardo. Psicologia social. 24. ed. Petrópolis:
06
Vozes. 2006. 477 p.
RODRIGUES,
Aroldo;
ASSMAR,
Eveline
Maria
Leal;
JABLONSKI, Bernardo. Psicologia social. 25. ed. Petrópolis:
08
Vozes, 2007. 477 p.
RODRIGUES,
Aroldo;
ASSMAR,
Eveline
Maria
Leal;
JABLONSKI, Bernardo. . Psicologia social. 26. ed. Petrópolis:
Vozes, 2008. 477 p.
- 295 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
RODRIGUES, Leôncio Martins. Industrialização e atitudes
operárias: estudo de um grupo de trabalhadores. São Paulo:
01
Brasiliense, 1970. 217 p.
ROSZAK,
Theodore.
A
contracultura:
reflexões
sobre
a
sociedade tecnocrática e a oposição juvenil. 2 ed. Petrópolis:
01
Vozes, 1972. 301 p.
RUMNEY, Jay; MAIER, Joseph. Manual de sociologia. 7 ed. Rio
de Janeiro: Zahar Editores, 1972. 193 p.
01
SADER, Eder. Quando novos personagens entraram em cena:
experiências, falas e lutas dos trabalhadores da grande São
05
Paulo 1970-1980. 2 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1988. 329 p.
SAITO, Hiroshi; MAEYAMA, Takashi. Assimilação e integração
dos japoneses no Brasil. São Paulo: Vozes, 1973. 558 p.
01
SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice: o social e
o político na pós-modernidade. 9 ed. São Paulo: Cortez
01
Editora, 2003. 348 p.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice: o social e
o político na pós-modernidade. 10 ed. São Paulo: Cortez
10
Editora, 2005. 348 p.
SANTOS, José Luiz. O que é cultura. 16 ed. São Paulo:
Brasiliense, 1996. 89 p.
14
SANTOS, Theobaldo Miranda. Organização social e política do
Brasil: de acordo com a nova Constituição Brasileira de 1969.
01
11 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1970. 198 p.
SCHAFF, Adam. A sociedade informática: as consequências
sociais da segunda revolução industrial. 4 ed. São Paulo:
07
Brasiliense 157 p.
SCHNEIDER, Eliezer. Psicologia social: cultura, histórica e
política. Rio de Janeiro: Guanabara Dois 185 p.
- 296 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
SCHNEIDER,
Eugene
V.
Sociologia
EXEMPLARES
industrial:
relaciones
sociales entre la industria y la comunidad. Madrid: Ediciones
01
Guadarrama 763 p.
SCHNEIDER, José Odelson; LENZ, Matias Martinho; PETRY,
Almiro.
Realidade
brasileira:
estudo
de
problemas
01
brasileiros. Porto Alegre: Sulina, 1973. 410 p.
SCHNEIDER, Roque. O problema é comunicação. 3 ed. Caxias
do Sul: Edições Paulinas, 1974. 108 p.
SHAPIRO, Harry L. Homem, cultura e sociedade. Rio de
Janeiro: Fundo de Cultura 426 p.
SINGER, Paul. A formação da classe operária. 22 ed. São
Paulo: Atual, 1994. 91 p.
SIQUEIRA, Ethevaldo. . Tecnologias que mudam nossa vida.
São Paulo: Saraiva, 2007. 319 p.
SKIDMORE, William. Pensamento teórico em sociologia. Rio
de Janeiro: Zahar Editores 352 p.
SMELSER, Neil J. A sociologia da vida econômica. São Paulo:
Livraria Pioneira Editora 219 p.
SOROKIN, Pitirim A. Sociedade, cultura e personalidade: sua
estrutura e sua dinâmica. Porto Alegre: Globo, 1968. 1147 p.
SOROKIN, Pitirim A. Sociedade, cultura e personalidade: sua
estrutura e sua dinâmica. Porto Alegre: Globo, 1968. 565 p.
SOUSA, Daniel de. Sociologia contemporânea: uma análise
crítica. Lisboa: Livros Horizonte 334 p.
SOUZA, Itamar de. O compadrio: da política ao sexo.
Petrópolis: Vozes, 1981. 63 p.
SOUZA, Maria Luiza de. Desenvolvimento de comunidade e
participação. 8 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2004. 231 p.
- 297 -
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
STROEBE, Wolfgang; STROEBE, Margaret S. . Psicologia social
e saúde. Portugal: Instituto Piaget, 1995. 362 p.
SUSSEKIND,
Flora;
VENTURA,
Roberto.
História
10
e
dependência: cultura e sociedade em Manoel Bomfim. São
01
Paulo: Moderna, 1984. 248 p.
SWINGEWOOD, Alan. O mito da cultura de massa. Rio de
Janeiro: Interciência, 1978. 124 p.
01
TAKAHASHI, Tadao. Sociedade da Informação no Brasil: livro
verde. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000. 203
01
p.
TAVARES, Maria Augusta. Os fios (in)visíveis da produção
capitalista: informalidade e precarização do trabalho. São
05
Paulo: Cortez Editora, 2004. 216 p.
THIOLLENT, Michael J. M. Crítica metodológica, investigação
social e enquete operária. 3 ed. São Paulo: Livraria e Editora
01
Polis, 1982. 270 p.
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria
social da mídia. 7 ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 261 p.
TIMASHEFF, Nicholas S. Teoria sociológica. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1973. 414 p.
05
01
TORRE, Maria Benedita Lima Della. O homem e a sociedade:
uma introdução à sociologia. São Paulo: Nacional, 1977. 256
01
p.
TOURAINE, Alain. Em defesa da sociologia. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1976. 208 p.
TRATADO de sociologia. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar,
1995. 601 p.
TURNER, Jonathan H. Sociologia: conceitos e aplicações. São
Paulo: Makron Books do Brasil Editora, 2000. 253 p.
- 298 -
01
30
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
VASCONCELLOS, Perboyre. A volta ao mito: à margem da
obra de marcuse. s.l.: Biblioteca do Exército 192 p.
VELHO, Gilberto. Sociologia da arte, II. Rio de Janeiro: Zahar
Editores, 1967. 110 p.
NÚMERO DE
EXEMPLARES
01
01
VELHO, Gilberto. Subjetividade e sociedade: uma experiência
de geração. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2002.
03
112 p.
VELHO, Gilberto. Subjetividade e sociedade: uma experiência
de geração. 4. ed Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. 112p.
VIANA, Oliveira. Populações meridionais do Brasil. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1973. 298 p.
VIDA rural e mudança social: leituras básicas de sociologia
rural. São Paulo: Companhia Editora Nacional,1973. 289 p.
VILA NOVA, Sebastião. . Introdução à sociologia. 6. ed. rev. e
aum. São Paulo: Atlas, 2004. 231 p.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. 5 ed. São
Paulo: Atlas, 2000. 210 p.
VIRTON, P. Os dinamismos sociais: iniciação à sociologia.
s.l.: Moraes Editores, 1968. 412 p.
WEBER, Max. Conceitos básicos de sociologia. São Paulo:
Moraes Editores, 1987. 113 p.
WEBER, Max. Metodologia das ciências sociais. 4 ed. São
Paulo: Cortez Editora, 2001. 210 p.
WEBER, Max. Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar
Editores, 1966. 135 p.
02
01
01
10
11
01
01
01
01
WEBER, Max; MARX, Karl; PARSONS, Talcott. Introdução ao
pensamento sociológico. 15 ed. São Paulo: Centauro, 2001.
252 p.
- 299 -
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
WEBER, Max; MARX, Karl; PARSONS, Talcott. Introdução ao
pensamento sociológico. 9 ed. São Paulo: Moraes Editores,
10
1992. 252 p.
WERNECK, Claudia. Manual sobre desarrollo inclusivo: para
los medios y profesionales de la comunicación. Rio de
01
Janeiro: WVA Editora, 2005. 92 p.
WHITE, David Manning. Cultura de massa: as artes populares
01
nos Estados Unidos. São Paulo: Cultrix, 1973. 651 p.
WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: a perspectiva
10
dos estudos culturais. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. 133 p.
WOODWARD, Kathryn; HALL, Stuart. Identidade e diferença:
a perspectiva dos estudos culturais. 6. ed. Petrópolis: Vozes,
01
2006. 133p.
III - 6.1.9. PSICOLOGIA – Livros afins – DIREITO
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
BRASIL. Senado Federal. Especial cidadania: coletânea de
textos publicados no Jornal do Senado sobre direitos do
cidadão. Brasília: Senado Federal, 2004. 64 p.
- 300 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
CARVALHO, Luiz Fernando Ribeiro de. Cidadania e justiça:
discursos e palestras do juiz Luiz Fernando Ribeiro de
1
Carvalho. Rio de Janeiro: AMAERJ, 1997.
GUIA da cidadania. São Paulo: Abril, 2001. 97 p.
1
GUIA de legislação e orientação em matéria de defesa da
pessoa com deficiência. Natal: Ministério Público do Estado
1
do Rio Grande do Norte 358 p.
MIRANDA, Pontes de. À margem do direito: ensaios de
psicologia jurídica. 2 ed. Campinas: Bookseller, 2004. 150 p.
4
PENSANDO nossa cidadania: propostas para uma legislação
não discriminatória. Brasília: Centro Feminista de Estudos e
Assessoria, 1993. 273 p.
III - 6.1.10. PSICOLOGIA – Livros afins – EDUCAÇÃO
BIBLIOTECA DO CURSO
- 301 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
ALBUQUERQUE, Therezinha Lins de. Psicologia e educação:
acompanhamento psicológico à professora. Porto Alegre:
1
Artes Médicas Sul, 1986. 152 p.
ANTUNES, Celso. Alfabetização emocional: novas estratégias.
8 ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 108 p.
6
BARBOSA, Laura Monte Serrat. O projeto de trabalho: uma
forma de atuação psicopedagógica. Curitiba: s.n, 1998. 126
1
p.
BEARD, Ruth M. Como a criança pensa: a psicologia de Piaget
e suas aplicações educacionais. São Paulo: Brasiliense, 1978.
1
249 p.
BETTELHEIM,
Bruno;
ZELAN,
Karen.
Psicanálise
da
alfabetização. Porto Alegre: Artmed, 1992. 234 p.
BROOKS,
Jacqueline
Grennon;
BOOKS,
Martin
6
G.
Construtivismo em sala de aula. Porto Alegre: Artes Médicas
1
Sul, 1997. 144 p.
BRUNER, Jerome S. O processo da alfabetização. 8 ed. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1987. 87 p.
BRUNER, Jerome S. Uma nova teoria de aprendizagem. 2 ed.
Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1974. 162 p.
CATANIA,
A.
Charles.
Aprendizagem:
1
1
comportamento,
linguagem e cognição. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 1999. 467
11
p.
CHAMADOIRA, Luiz Carlos Netto. Educação integral pela
trilogia analítica. São Paulo: Proton Editora, 1984. 190 p.
COLL, César et al. Psicologia do ensino. Porto Alegre: Artes
Médicas Sul, 2000. 408 p.
- 302 -
1
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
COLL,
César;
PALACIOS,
Desenvolvimento
EXEMPLARES
Jesús;
psicológico
e
MARCHESI,
educação:
Alvaro.
necessidades
educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre:
20
Artes Médicas Sul, 1995. 381 p.
CURSOS universitários do Brasil: decisão importante qual
curso fazer. Curitiba: Bolsa Nacional do Livro 64 p.
DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na educação.
2 ed. São Paulo: Editora Cortez, 1994. 125 p.
1
14
DE VRIES, Rheta; ZAN, Betty. A ética na educação infantil: o
ambiente sócio moral na escola. Porto Alegre: Artes Médicas
5
Sul, 1998. 328 p.
DEBESSE, Maurice. As fases da educação. 2 ed. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 1974. 122 p.
DEL
PRETTE,
educacional,
Zilda
saúde
A.
e
P
et
al.
qualidade
Psicologia
de
vida:
escolar
1
e
explorando
10
fronteiras. 2. ed Campinas (SP): Alínea, 2003. 219 p.
DERVAL, Juan. Aprender a aprender. Campinas: Papirus,
1997. 168 p.
DOLLE,
Jean-marie.
Essas
crianças
que
não
4
aprendem:
diagnósticos e terapias cognitivas. 2 ed. Petrópolis: Vozes,
1
1997. 195 p.
ESCOLHA uma profissão: informações para os candidatos ao
ensino superior no Rio Grande do Sul. s.l.: Universidade
1
Federal do Rio Grande do Sul 252 p.
FAGALI,
Eloisa
Psicopedagogia
Quadros;
institucional
VALE,
Zélia
aplicada:
a
Del
Rio
do.
aprendizagem
escolar dinâmica e construção na sala de aula. 4 ed.
Petrópolis: Vozes, 1998. 93 p.
- 303 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
FONSECA, Vítor da. Aprender a aprender: a educabilidade
cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 1998. 341 p.
FURTH, Hans G. Piaget na sala de aula. Rio de Janeiro:
Companhia Editora Nacional, 1972. 231 p.
GOULART, Íris Barbosa. Fundamentos psicobiológicos da
educação. Belo Horizonte: Lê, 1982. 188 p.
GREEN, Donald Ross. Psicologia da educação. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1968. 180 p.
5
1
1
1
GROSSI, Esther Pillar; BORDIN, Jussara. Construtivismo póspiagetiano: um novo paradigma sobre aprendizagem. 5 ed.
1
Petrópolis: Vozes, 1995. 224 p.
GUZZO,
Raquel
Souza
Lobo.
Psicologia
escolar:
LDB
e
educação hoje. 2. ed Campinas (SP): Alínea, 2007. 191 p.
GUZZO,
Raquel
Souza
Lobo.
Psicologia
escolar:
LDB
e
educação hoje. 3. ed Campinas (SP): Alínea, 2007. 156 p.
1
14
KLAUSMEIER, Herbert J. Manual de psicologia educacional:
aprendizagem e capacidades humanas. São Paulo: Harbra,
1
1977. 605 p.
KUETHE, James L. O processo ensino-aprendizagem. Porto
Alegre: Globo, 1974. 191 p.
KUPFER, Maria Cristina. Freud e a educação: o mestre do
impossível. São Paulo: Scipione, 2004. 103 p.
1
10
LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS,
Heloysa
de
Lima.
Piaget,
Vygotsky,
Wallon:
teorias
psicogenéticas em discussão. 13 ed. São Paulo: Summus
Editorial, 1992. 117 p.
- 304 -
7
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS,
Heloysa
de
Lima.
Piaget,
Vygotsky,
Wallon:
teorias
psicogenéticas em discussão. 18 ed. São Paulo: Summus
1
Editorial, 1992. 117 p.
LANE, Homer. Conversas com pais e mestres. São Paulo:
Brasiliense, 1978. 187 p.
1
LAPIERRE, André; AUCOUTURIER, Bernard. As nuanças: do
vivenciado ao abstrato através da educação psicomotora.
1
São Paulo: Manole, 1985. 166 p.
LEHMAN, Yvette Piha. Não sei que profissão escolher. 1 ed.
São Paulo: Moderna, 1999. 112 p.
1
LINDGREN, Henry Clay. Psicologia na sala de aula: o aluno e
o processo de aprendizagem. Rio de Janeiro: Ao Livro
1
Técnico, 1971. 326 p.
LINDGREN,
Henry
Clay.
Psicologia
na
sala
de
aula:
o
professor e o processo ensino-aprendizagem. Rio de Janeiro:
1
Ao Livro Técnico, 1971. 674 p.
LUCINDA, Maria da Consolação; NASCIMENTO, Maria das
Graças; CANDAU, Vera Maria. Escola e violência. Rio de
1
Janeiro: DP&A, 1999. 103 p.
MACHADO, Adriana Marcondes; SOUZA, Marilene Proença
Rebello de. Psicologia escolar: em busca de novos rumos. 4.
4
ed São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. 193 p.
MEIRA, Marisa Eugênia Melillo; ANTUNES, Mitsuko Aparecida
Makino. Psicologia escolar: teorias críticas. São Paulo: Casa
10
do Psicólogo, 2003. 168 p.
MENG, Heinrich. Coacção e liberdade na educação: a sanção
na relação educativa. Lisboa: Moraes Editores 198 p.
- 305 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
MILHOLLAN, Frank; FORISHA, Bill E. Skinner x Rogers:
maneiras contrastantes de encarar a educação. São Paulo:
1
Summus Editorial, 1972. 193 p.
MISHNE, Judith Marks. . A curva da aprendizagem: elevando
a competência acadêmica e social. Porto Alegre: Artmed,
1
1999. 160 p.
MIZUKAMI,
Maria
das
Graças
Nicoletti.
Ensino:
as
abordagens do processo. São Paulo: E.P.U., 1986. 119 p.
MOREIRA, Paulo Roberto. Psicologia da educação: interação
e identidade. 2 ed. São Paulo: FTD, 1996. 103 p.
MOSQUERA, Juan José Mourino. Psicodinâmica do aprender.
Porto Alegre: Livraria Sulina Editora, 1975. 261 p.
MOSQUERA, Juan José Mourino. Psicologia social do ensino. 2
ed. Porto Alegre: Livraria Sulina Editora, 1974. 202 p.
NEILL, A. S. Liberdade, escola, amor e juventude. São Paulo:
Brasiliense, 1978. 244 p.
NEILL, A. S. Liberdade na escola. São Paulo: Brasiliense,
1978. 257 p.
NEILL, A. S. Liberdade no lar: problemas da família. São
Paulo: Brasiliense, 1978. 295 p.
NEILL, A. S. Liberdade sem excesso. São Paulo: Brasiliense,
1978. 167 p.
NEILL, A. S. Liberdade sem mêdo. São Paulo: Brasiliense,
1978. 375 p.
NÉRICI, Imídeo Giuseppe. Educação e maturidade. 1 ed. São
Paulo: Atlas 167 p.
NOVAS contribuições da psicologia aos processos de ensino e
aprendizagem. 4. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2001. 217 p.
- 306 -
1
3
1
1
1
1
1
1
1
1
5
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula; CUNHA, Ana Cristina
Barros da. Dos problemas disciplinares aos distúrbios de
conduta: prática e reflexões. Rio de Janeiro: Dunya, 1999.
10
211 p.
O PSICÓLOGO e a educação: uma introdução ao estudo da
psicologia escolar. 2. ed. rev. e amp. Natal: EDUFRN, 2004.
3
207 p.
OLIVEIRA,
Marta
Kohl
de.
Vygotsky:
aprendizado
e
desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo:
1
Scipione, 1993. 111 p.
OLIVEIRA,
Marta
Kohl
de.
Vygotsky:
aprendizado
e
desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo:
8
Scipione, 1999. 111 p.
OPÇÃO: solte sua energia: escolha sua profissão. 2 ed. Rio de
Janeiro: PETROBRÁS, 1986. 123 p.
ORIENTAÇÃO profissional. 2 ed. Natal: Universidade Federal
do Rio Grande do Norte, 1977. 253 p.
PATTO, Maria Helena Souza. Introdução à psicologia escolar.
3. ed. rev. e atual São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. 468 p.
PIAGET, Jean. O juízo moral na criança. São Paulo: Summus
Editorial, 1994. 302 p.
PIRES,
José;
ARAÚJO,
Geraldo
Batista
de.
Orientação
profissional. Natal: Universitária, 1976. 219 p.
PSICOLOGIA e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual, 1997.
232 p.
2
2
5
1
3
10
ROSSETTI-FERREIRA, M. Clotilde. . Rede de significações e o
estudo do desenvolvimento humano. Porto Alegre, Artmed:
2004. 232p.
- 307 -
7
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
SALVADOR, César Coll. Aprendizagem escolar e construção
do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. 159
11
p.
SEBER, Maria da Glória. Piaget: o diálogo com a criança e o
desenvolvimento do raciocínio. 1 ed. São Paulo: Scipione,
1
1997. 245 p.
SNYDERS, Georges. Alunos felizes: reflexão sobre a alegria
na escola a partir de textos literários. 2 ed. São Paulo: Paz e
10
Terra, 1996. 204 p.
TANAMACHI, Elenita de Rício; PROENÇA, Marilene; ROCHA,
Marisa Lopes da. Psicologia e educação: desafios teórico-
10
práticos. 2. ed São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. 207 p.
WECHSLER,
Solange
Múglia
et
al.
Psicologia
escolar:
pesquisa, formação e prática. 2. ed Campinas (SP): Alínea,
1
2001. 240 p.
WECHSLER,
Solange
Múglia
et
al.
Psicologia
escolar:
pesquisa, formação e prática. 3. ed Campinas (SP): Alínea,
6
2008. 240 p.
WEISS, Maria Lúcia Lemme. Psicopedagogia clínica: uma
visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 5
1
ed. Rio de Janeiro: DP&A, 1997. 189 p.
III - 6.1.11. PSICOLOGIA – Livros afins – ANTROPOLOGIA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
- 308 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
ALAMBERT, Zuleika. A situação e organização da mulher. São
Paulo: Global, 1980. 45 p.
ARANTES, Antônio Augusto. O que é cultura popular. 14 ed.
São Paulo: Brasiliense, 1990. 83 p.
ARIÈS, Philippe. . História social da criança e da família. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 196 p.
01
01
05
BARBOZA, Maria Candida. . Aspectos de folclore, tradição,
cultura do Rio Grande do Sul: fundamentos básicos para
quem quer conhecer e divulgar a cultura gaúcha. Passo
01
Fundo: Pe Berthier, 1996. 153 p.
BARNOW,
Victor.
Antropologia
cultural.
São
Paulo:
Brasiliense, 1972. 88 p.
01
BEATTIE, John. Introdução à antropologia social: objetivos,
métodos e realizações da antropologia social. São Paulo:
01
Companhia Editora Nacional, 1971. 334 p.
BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: a experiência vivida.
2 ed. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1967. 500 p.
BEZERRA, Felte. Antropologia sociocultural. 2 ed. Brasília:
Coordenada, 1972. 406 p.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é folclore. 13 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 110 p.
BUTCHER, Margaret Just. O negro na cultura americana. Rio
de Janeiro: Fundo de Cultura, s.d.. 343 p.
CADERNO vivo: fêmeas. 2 ed. Natal: Comunicação Global, s.d.
79 p.
01
02
11
01
02
CAMARGO, Odalgil Nogueira de. . Falando em tradição e
folclore: conhecimentos básicos da cultura e tradições do Rio
01
Grande do Sul. Passo Fundo: Pe Berthier, 2000. 258 p.
CARVALHO, Rodrigues de. Aspectos da influência africana na
formação social do Brasil. s.l.: Imprensa Universitária da
Paraíba, 1967. 95 p.
- 309 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. 3
ed. Brasília: Ministério da Educação, 1972. 445 p.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. 3
ed. Brasília: Ministério da Educação e Cultura, 1972. 464 p.
CONFERÊNCIA
MUNICIPAL
DE
CULTURA:
cultura
01
01
e
desenvolvimento sustentável, 1, 2004, Natal. Relatório Natal:
09
Prefeitura Municipal do Natal, 2004. 48 p.
DAMATTA,
Roberto.
.
Relativizando:
uma
introdução
à
antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. 146 p.
DICIONÁRIO folclórico do pequeno executivo: compilado de
Câmara Cascudo 1898-1998. Natal: [s.n.], 1998. 54 p.
DIÉGUES JÚNIOR, Manuel. Etnias e culturas no Brasil. 5 ed.
Brasília: Civilização Brasileira, 1976. 208 p.
DIVERSIDADE
cultural:
da
proteção
à
promoção.
Belo
Horizonte: Autêntica, 2008. 161 p.
DOBLINSKI, Suzana. Negócio fechado: guia empresarial de
viagens. Rio de Janeiro: Campus, 1997. 235 p.
FABRO, Nando. A redescoberta do homem: do mito à
antropologia crítica. Milão: Vozes Limitada, 1970. 272 p.
14
10
02
01
02
01
FREYRE, Gilberto. Além do apenas moderno: sugestões em
torno de possíveis futuros do homem, em geral, e do homem
brasileiro,
em
particular.
Rio
de
Janeiro:
Editora
José
01
Olympio, 1973. 265 p.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. 10 ed. Rio de
Janeiro: Editora José Olympio, 1961. 776 p.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. 17 ed. Rio de
Janeiro: Editora José Olympio, 1975. 573 p.
- 310 -
01
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
FREYRE,
Gilberto.
Casa-grande
e
EXEMPLARES
senzala:
formação
da
família brasileira sob o regime de economia patriarcal. 10 ed.
01
Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1961. 389 p.
FREYRE,
Gilberto.
Casa-grande
e
senzala:
formação
da
família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 49 ed.
07
São Paulo: Global, 2004. 719 p.
FREYRE,
Gilberto.
Casa-grande
e
senzala:
formação
da
família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 51 ed.
03
São Paulo: Global, 2006. 727 p.
GEERTZ, Clifford. Nova luz sobre a antropologia. Rio de
Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2001. 247 p.
GEERTZ,
Clifford.
O
saber
local:
novos
ensaios
01
em
antropologia interpretativa. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
03
366 p.
GEERTZ,
Clifford.
O
saber
local:
novos
ensaios
em
antropologia interpretativa. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2006.
02
366 p.
GEERTZ,
Clifford.
O
saber
local:
novos
ensaios
em
antropologia interpretativa. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2007.
02
366 p.
GOÉS, Fred. Cultura, arte e tradições fluminenses. Rio de
Janeiro: Aeroplano, 2003. 223 p.
01
HOMO brasilis: aspectos genéticos, linguísticos, históricos e
socioantropológicos da formação do povo brasileiro. 2 ed.
03
Ribeirão Preto: FUNPEC, 2002. 192 p.
KLINEBERG,
Otto.
As
diferenças
raciais.
São
Paulo:
Companhia Editora Nacional 315 p.
LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo:
Brasiliense, 1988. 205 p.
- 311 -
01
20
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
LARAIA,
Roque
de
Barros.
Cultura:
EXEMPLARES
um
conceito
antropológico. 20. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2006.
01
117 p.
LARAIA,
Roque
de
Barros.
.
Cultura:
um
conceito
antropológico. 21. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2007.
08
117 p.
LARAIA,
Roque
de
Barros.
Cultura:
um
conceito
antropológico. 11 ed. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar
02
116 p.
LARAIA,
Roque
de
Barros.
Cultura:
um
conceito
antropológico. 12 ed. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar
10
116 p.
LARAIA,
Roque
de
Barros.
Cultura:
um
conceito
antropológico. 22. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2008.
06
117 p.
LAZZAROTTO, Danilo. Antropologia: uma teoria da evolução
cultural. 2 ed. Porto Alegre: Livraria Sulina Editora, 1976.
01
131 p.
LEWIN, Roger. Evolução humana. São Paulo: Atheneu, 1999.
526 p.
LIENHARDT, Godfrey. Antropologia social. 2 ed. Rio de
Janeiro: Zahar Editores, 1973. 173 p.
MAIR, Lucy. Introdução à antropologia social. 3 ed. Rio de
Janeiro: Zahar Editores, 1976. 291 p.
15
01
01
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves.
Antropologia: uma introdução. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1992.
308 p.
- 312 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves.
Antropologia: uma introdução. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2001.
11
324 p.
MATARAZZO, Claudia. Gafe não é pecado. 5 ed. São Paulo:
Melhoramentos, 1996. 157 p.
MATTA, Roberto da. Ensaios de antropologia estrutural.
Petrópolis: Vozes, 1973. 173 p.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação,
teoria e temas. 15. ed Petrópolis: Vozes, 2008. 526 p.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação,
teoria e temas. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 526 p.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação,
teoria e temas. 11 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2004. 525 p.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação,
teoria e temas. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 526 p.
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação,
teoria e temas. 14. ed Petrópolis: Vozes, 2008. 526p.
01
01
02
01
02
02
04
MILLER, Tom O. Ensaios antropólogos: leituras didáticas.
Natal: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 1993.
04
94 p.
MULHER e mídia: uma pauta desigual. s.l.: Centro Feminista
de Estudos e Assessoria, s.d.. 59 p.
PESQUISANDO e aprendendo: folclore brasileiro e ecologia.
São Paulo: Didática Paulista 57 p.
RAÍZES e perspectivas do Brasil. Campinas: Papirus, 1985.
100 p.
01
02
01
RIBEIRO, Celia. Boas maneiras e sucesso nos negócios: um
guia prático de etiqueta para executivos. 2 ed. Porto Alegre:
L & PM, 1993. 198 p.
- 313 -
01
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
RIBEIRO, Darcy. Estudos de antropologia da civilização: os
brasileiros: teoria do Brasil. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização
01
Brasileira, 1970. 200 p.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do
05
Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 470 p.
RIBEIRO, Maria de Lourdes Borges. Folclore. Rio de Janeiro:
01
Bloch, 1980. 64 p.
TODOROV,
Tzvetan.
A
vida
em
comum:
ensaio
de
08
antropologia geral. Campinas: Papirus, 1996. 171 p.
ULLMANN, Reinholdo Aloysio. Antropologia: o homem e a
06
cultura. Petrópolis: Vozes, 1991. 328 p.
VELHO, Gilberto. . Individualismo e cultura: notas para uma
antropologia da sociedade contemporânea. 8. ed. Rio de
03
Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2008. 149 p.
VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura: notas para uma
antropologia da sociedade contemporânea. 7 ed. Rio de
03
Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2004. 149 p.
VICHNEVA-SARAFANOVA,
Natalia.
O
mundo
da
mulher
01
soviética. Natal: Revan, 1985. 94 p.
III - 6.1.12. PSICOLOGIA – Livros afins - FISIOLOGIA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
- 314 -
NÚMERO DE
EXEMPLARES
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H.; POBER, Jordan S.
Imunologia celular e molecular. 4 ed. Rio de Janeiro:
10
Revinter, 2003. 544 p.
ATLAS de conhecimentos sexuais: informações a biológicas
relativas à sexualidade humana. São Paulo: IDEEL 46 p.
BELLANTI, Joseph A. Inmunología. México: Interamericana,
1972. 548 p.
BENJAMINI,
Eli;
COICO,
Richard;
SUNSHINE,
1
1
Geofrey.
Imunologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
6
288 p.
BERNE, Robert M.; LEVY, Matthew N.; KOEPPEN, Bruce M.;
STANTON, Bruce A. Fisiologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
6
2004. 1082 p.
CALICH, Vera; VAZ, Celidéia. Imunologia. Rio de Janeiro:
Revinter, 2001. 260 p.
3
CORPO humano: o corpo humano e seus sistemas; os dentes;
os olhos; os ouvidos; proteção contra as enfermidades. São
1
Paulo: Encyclopaedia Britannica Editores, 2001. 47 p.
DAVIES,
Andrew;
BLAKELEY,
Asa
G.
H.;
KIDD,
Cecil;
MCGEOWN, J. G. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed,
10
2002. 980 p.
FISIOLOGIA. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
934 p.
GITTELSON, Bernard. Biorritmo: uma ciência pessoal. 2 ed.
Rio de Janeiro: Artenova, 1976. 232 p.
GUIA de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2 ed. Barueri:
Manole, 2005. 474 p.
- 315 -
6
2
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1988. 564 p.
GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. 4 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1973. 975 p.
NÚMERO DE
EXEMPLARES
10
1
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia
médica. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 973
10
p.
IMUNOLOGIA básica. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1992. 187
p.
10
JANEWAY, Charles A.; TRAVERS, Paul; WALPORT, Mark;
CAPRA, J. Donald. Imunobiologia: o sistema imunológico na
1
saúde e na doença. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 634 p.
JANEWAY, Charles A.; TRAVERS, Paul; WALPORT, Mark;
SHLOMCHIK, Mark. Imunobiologia: o sistema imune na saúde
2
e na doença. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 767 p.
KOWALSKI, Robert E. A cura do colesterol em oito semanas:
como se previnir do infarto sem remédio e sem sacrifícios.
1
São Paulo: Livraria Cultura Brasileira Editora, 1989. 350 p.
MARRONI, Norma Possa; CAPP, Edison. Fisiologia prática.
Canoas: ULBRA, 2001. 138 p.
RIBEIRO, Maria Auxiliadora Guerra. Imunologia: exercícios
práticos. Natal: Cooperativa Cultural UFRN, 1989. 77 p.
ROITT, Ivan. Imunologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
1976. 299 p.
ROITT, Ivan; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David. Imunologia.
6 ed. São Paulo: Manole, 2003. 481 p.
SAÚDE, direitos reprodutivos e cidadania. Juiz de Fora:
Universidade Federal de Juiz de Fora, 2000. 164 p.
- 316 -
1
3
1
3
3
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
SHARON, Jacqueline. Imunologia básica. Rio de Janeiro:
8
Guanabara Koogan, 2000. 267 p.
SILVA, Wilmar Dias da; MOTA, Ivan. Bier: imunologia básica
e aplicada. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
3
388 p.
SILVERTHORN,
Dee
Unglaub.
Fisiologia
humana:
uma
6
abordagem integrada. Barueri: Manole, 2003. 816 p.
III - 6.1.13. PSICOLOGIA – Livros afins – PATOLOGIA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
TÍTULO/AUTOR
BEAR, Mark F.; CONNORS, Barry W.; PARADISO, Michael A.
Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 2 ed. Porto
10
Alegre: Artmed, 2002. 855 p.
BEAR, Mark F.; CONNORS, Barry W.; PARADISO, Michael A. .
Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 3. ed. Porto
6
Alegre: Artmed, 2008. 857 p.
GUYTON,
Arthur
C.
Neurociência
básica:
anatomia
e
fisiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
345 p.
- 317 -
10
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
TÍTULO/AUTOR
NÚMERO DE
EXEMPLARES
KANDEL, Eric R.; SCHWARTZ, James H.; JESSELL, Thomas M.
Fundamentos da neurociência e do comportamento. Rio de
10
Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. 591 p.
LENT, Roberto. . Cem bilhões de neurônios: conceitos
fundamentais de neurociência. São Paulo: Atheneu, 2005.
10
698 p.
MINORA, Maria José Pinheiro. Do que aprendi com crianças
1
diferentes. Natal: Sergraf, 1998. 85 p.
6.1.14. PSICOLOGIA – Livros afins – PSIQUIATRIA
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
- 318 -
EXEMPLARES
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
ABREU,
Cristiano
Nabuco
de.
EXEMPLARES
síndromes
psiquiátricas:
diagnóstico e entrevista para profissionais de saúde mental.
10
Porto Alegre: Artmed, 2006. 222 p.
BASTOS, Claudio Lyra. . Manual do exame psíquico: uma
introdução prática à psicopatologia. 2. ed. Rio de Janeiro:
10
Revinter, 2000. 252 p.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos
transtornos mentais. 2. ed Porto Alegre: Artmed, 2008. 438p.
ENSAIOS: subjetividade, saúde mental, sociedade. Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2000. 314p
GABBARD, Glen O. . Psicologia psicodinâmica na prática
clínica. Porto Alegre: Artmed, 2006. 462 p.
11
10
1
GWYTHER, Lisa P. Cuidados com portadores da doença de
alzheimer:
um
manual
para
cuidadores
e
casas
3
especializadas. s.l.: s.n, 1985. 115 p.
HALES, Robert E; YUDOFSKY, Stuart C. Tratado de psiquiatria
clínica. Porto Alegre: Artmed, 2006. 1600 p.
KAPCZINSKI,
Flávio;
QUEVEDO,
João;
IZQUIERDO,
5
Iván
Antonio. . Bases biológicas dos transtornos psiquiátricos.
1
Porto Alegre: Artmed, 2000. 272 p.
KAPCZINSKI,
Flávio;
QUEVEDO,
João;
IZQUIERDO,
Iván
Antonio. . Bases biológicas dos transtornos psiquiátricos. 2.
9
ed Porto Alegre: Artmed, 2004. 503 p.
LOUZÃ NETO, Mario Rodrigues; ELKIS, Hélio. Psiquiatria
básica. 2. ed Porto Alegre: Artes Medicas, 2007. 712 p.
5
LOWEN, Alexander. Medo da vida: caminhos da realização
pessoal pela vitória sobre o medo. São Paulo: Summus
Editorial, 1986. 254 p.
- 319 -
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
BIBLIOTECA DO CURSO
INFORMAÇÕES DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO
NÚMERO DE
TÍTULO/AUTOR
EXEMPLARES
MANUAL clínico dos transtornos psicológicos. 2. ed Porto
Alegre: Artmed, 1999. 583 p.
1
MANUAL diagnóstico e estatístico de transtornos mentais:
DSM-IV-TRTM : texto revisado. 4. ed. Porto Alegre: Artmed,
20
2002. 880 p.
MARCELLI, Daniel; AJURIAGUERRA, Julian de. . Manual de
psicopatologia da infância de Ajuriaguerra. 5. ed Porto
1
Alegre: Artmed, 1998. 410 p.
PAIM, Isaías. Curso de psicopatologia. 11. ed. rev. e ampl
São Paulo: E.P.U., 1993. 285 p.
SADOCK,
Benjamim
James;
SADOCK,
Virginia
10
Alcott.
Compêndio de psiquiatria: ciência do comportamento e
5
psiquiatria clínica. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1584 p.
SOLOMON, Andrew. O demônio do meio-dia: uma anatomia
da depressão. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. 483 p.
ZIEGELMANN,
Luiz.
Psiquiatria
social
contemporânea:
narrativa de uma trajetória clínica. Petrópolis: Vozes, 2005.
102 p.
III - 6.2. PERIÓDICOS
- 320 -
1
4
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
A biblioteca assina diversos periódicos específicos de psicologia, mas com o
advento das revistas estarem publicando on line a lista de periódicos assinados
para 2010 foi aparentemente curta. Abaixo a lista de periódicos assinados.

Psicologia clínica

Psicologia Usp

Mente e cerebro (divulgação científica)

Psicologia escolar e educacional

Psicologia em revista

Psicologia: reflexão e crítica

Psicologia em estudo

Revista interamericana de psicologia

Estudos de psicologia
III - 6.3. CD-ROM
BIBLIOTECA DO CURSO - MULTIMÍDIA – CDROM
NÚMERO DE
TÍTULO
EXEMPLARES
1. Inventário fatorial de personalidade
Luiz Pasquali, Maria Mazzarello Azevedo, Ivânia Ghesti, Instituto de Psicologia UNB.
Casa do Psicólogo pelo telefone (011) 3034-3600, fax (011) 3034-3600, e-mail:
1
[email protected]
2. Inventário da atitude de trabalho - IAT
Moracir de Souza Lopes, Ana Maria Lima de Freitas.
Casa do Psicólogo pelo telefone (011) 3034-3600, fax (011) 3034-3600,
1
e-mail: [email protected]
3. Ilusões 1.0/2.0
1
Marcos Rei - www.psicotec.hpg.ig.com.br
4. Manual de diagnósticos de transtornos mentais www.psicotec.hpg.ig.com.br
5. Teste de avaliação de depressão – versão 1.0 beta
www.psicotec.hpg.ig.com.br
6. CD-Rom – Obra de Sigmund Freud
1
1
1
Editora Imago - Tel: 21-2242-0627
- 321 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
6.4. FITAS DE VÍDEO
BIBLIOTECA DO CURSO - MULTIMÍDIA – VÍDEO
TÍTULO
NÚMERO DE
EXEMPLARES
1. Desenvolvimento moral - Atta Vídeo - www.educadores.com.br
1
10. Bioética e mercado humano - Loyola
1
11. Ética – Loyola
1
12. Síndrome do Pânico - Loyola
1
13. XXI Congresso Brasileiro de Psiquiatria 2003. Introdução a psicopatologia
com filmes – fitas 105/106 Congresso 2423
1
TV Med. - 11-5572-5794
14. Simpósio Instituto de suicídios: avanços e atualizações 2004. Congresso
1
2708. - TV Med. -11-5572-5794
15. XIX Encontro da ABPMC/2002 Congresso – 2004. VHS n.51 - TV Med - 115572-5794.
16. XIX Congresso Brasileiro de Psicanálise 2003. Psicanálise e consultoria
1
1
hospitalar. Congresso 2414 – VHS n. 54 - TV Méd - 11-5572-5794.
2. Desafios da convivência – Loyola - 11-6914-1922
1
3. Psicanálise - Loyola
1
4. Relação homem/mulher - Loyola
1
5. Relação amorosa homem/mulher - Loyola
1
6. Relações humanas - Loyola
1
7. Vida a dois - Loyola
1
8. Terapia Junguiana - Loyola
1
9. Terapia Freudiana - Loyola
1
III - 6.5. INFORMATIZAÇÃO
Todo o acervo bibliográfico encontra-se informatizado e o sistema de
consultas se faz por terminais localizados junto à entrada ou via internet. Os
sistemas de controle de empréstimos de livros e de estatísticas de frequência dos
usuários e utilização das obras também se encontram informatizados.
III - 6.6. BASE DE DADOS
Dinamizando
o
suporte
à
pesquisa
acadêmica
e,
acompanhando
as
mudanças de paradigmas para o setor de bibliotecas, a FACEX conta com o uso de
novas ferramentas desenvolvidas no campo da disseminação de informação, visto
- 322 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
que a biblioteca deixa de ser, doravante, local de conservação e preservação das
informações em suportes impressos e diversos.
Dispõe da base de dados que faz com que a Biblioteca sirva de ponto de
acesso direto à informação, onde quer que a pessoa se encontre. Esta base de
dados está disponível, não só aos usuários da rede da instituição, como também a
qualquer pessoa da comunidade universitária.
Contando com um total de 19000 exemplares, em diversas áreas do
conhecimento, esta ferramenta vem agregando valor ao conhecimento dos usuários
FACEX,
sejam
eles
discentes,
docentes
ou
funcionários,
além
de
estar
possibilitando, a Biblioteca, acesso a novas realidades tecnológicas e a informações
especializadas.
III - 6.7. JORNAIS E REVISTAS
O UNIFACEX
assina os principais jornais e
relacionamos a seguir.
Jornais e Revistas
Carnatal em Revista
Ciência e Cultura
Ciência Hoje
CLASSE: Revista de Bordo da TAM
Ensino Superior
Época
Escola em Revista
Exame
Exame Negócios
Fácil: Nordeste
Formas da Arquitetura Potiguar
Formatura
Fórum Candido Mendes
Fórum de Lideres
Galileu
Gazeta Mercantil
Gazeta Mercantil: Atlas do Mercado Brasileiro
Gestão em Ação
Gestão Plus
Globo Ciência
- 323 -
revistas de grande circulação
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
Globo Rural
Guia Anual de Estudos no Estrangeiro
Guia de Estudos Internacional: South American
Guia de Programação: Net
ÌCARO: Revista de Bordo VARIG
Ideias e Debates
Info Educação
Info Exame
Informativo FACEX
Informativo SECEX
Informativo UERN
Interação: Revista de Ensino, Pesquisa e Extensão
Isto É
Isto É Dinheiro (fora de Circulação)
Jornal Ação
Jornal ATC
Jornal da Abraçam
Jornal da Educação
Jornal da Fundação Eurípides
Jornal da UNISINOS
Jornal de Hoje
Jornal de Letras
Jornal do CFC
Jornal do CRC/MG
Jornal do MEC
Jornal do Senado
Jornal do UNIS/MG
Jornal PHD
MOVIMENTO: Revista da União Nacional dos Estudantes – UNE
MUNDO JOVEM: Um Jornal de Ideias
Natal em Cena
Natal em Dia
Natal pra Você
Nota Dez
Nova Escola
Oportunidades e Serviços – Jornal
Painel
Paparazzi News
Parnamirim Notícias
PEGN: Pequenas Empresas Grandes Negócios
Potiguar
PREÁ – Revista de Cultura
- 324 -
DO
-
CURSO
DE
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
Presença Espírita
Problemas
PUC – Minas
Revista 40 Graus Empresarial
Revista Aprender: Online
Revista da Universidade Veiga de Almeida
Revista do Jornal de Hoje
Revista do Ministério Público do Trabalho do RN
Revista do Positivo
Revista do Provão
Revista dos Eventos
Revista Econômica do Nordeste
Revista Filantropia
Revista Foco RN
Revista OI
RNT: Revista Nacional de Telecomunicação
Santa Casa: Notícias
Sem Fronteiras
Sinopse Estatística do Ensino Superior
Síntese Jornal
Super Interessante
Terra
Trânsito – Revista da Abdetran
Tv Escola
Veja
Veredas
Você S/A
Volta ao Mundo
- 325 -
DO
-
CURSO
DE
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
IV CORPO SOCIAL
IV- 1. Corpo docente e gestão acadêmica
IV - 1.1. Corpo docente: PERFIL
O quadro 16 apresenta a relação nominal dos professores com suas
respectivas titulações, regime de trabalho na instituição, disciplinas que ministram
no curso de Psicologia e tempo de experiência profissional. Podemos verificar que o
corpo docente é formado por 23 educadores, incluindo o coordenador. Observando
o quadro podemos destacar:
a) Quanto à titulação máxima sete docentes possuem doutorado (33%),
treze com mestrado (56,52%) e três especialização (9%). Desse modo, atendemos
ao que está disposto no art. 52 da Lei 9.394/96, na Resolução nº 1, de 20 de
janeiro de 2010 e na Resolução nº 3, de 14 de outubro de 2010, ou seja, contamos
com o percentual mínimo (33%) de docentes com pós-graduação stricto sensu.
b) Quanto à formação básica dos professores dezessete docentes (73,91 %)
possuem graduação em Psicologia, quatro em Biologia (17,39), um em Geografia
(4,34%) e um em Ciências Sociais (4,34%).
b) Em relação ao regime de trabalho cinco (21,73%) professores têm
contratação em regime de tempo integral, quatro (17,39%) parciais e 13 (56,52%)
horistas.
- 326 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
c) Quanto a experiência profissional 4,34% (um) tem menos de quatro anos
de experiência profissional; 26,08% (seis) têm de cinco anos a dez anos e 69,56%
(16) têm mais de dez anos
IV - 1.2. Relação de vagas e número de docentes
Como já foi mencionado anteriormente o curso de Psicologia tem 100 vagas
autorizadas, contando com cinco professores em tempo integral, nesse sentido,
possui uma relação de 20 alunos por professor integral (20/1) quando preenchido
todas as vagas no primeiro semestre de curso.
IV - 1.3. Relação número de disciplinas por professor
O curso tem 56 disciplinas teóricas obrigatórias, sendo sete delas disciplinas
de ênfase curricular. Além desse total de disciplinas teóricas, temos nove disciplinas
optativas, das quais o aluno deverá escolher três para cursar e cinco disciplinas
práticas (estágios). O quadro de professores soma 23. Com esses valores podemos
observar que:
a) o curso possui uma média de 2,4 disciplinas teóricas por professor;
b) Se incluirmos os optativos teremos 59 disciplinas teóricas e uma média
de 2,5 disciplinas por professor;
c) As disciplinas de estágio somam cinco disciplinas essencialmente práticas
e estas contam com diversos professores. A proporção de alunos por professor é
de no máximo 10 por estágio, como foi descrito no item estágio.
IV - 1.4. Produção docente
A produção científica dos professores e alunos tem sido expressiva com os
alunos. A tabela 7 resume o número de trabalhos apresentados em congressos e
publicado em revista indexada ao longo do curso.
Tabela 7. Número de apresentações em eventos, publicações em livros e revistas indexadas
de decentes e discentes do curso de psicologia da FACEX nos anos de 2006 a 2010.
Eventos
2006
2007
- 327 -
2008
2009
2010
Total
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
04
02
20
33
12
73
Nacionais
-
-
-
12
06
18
Internacionais
-
01
03
03
-
07
Capítulos de livros
-
-
-
09
-
09
Publicação em revista
-
-
03
-
03
06
04
03
26
56
21
110
Locais
Total
- 328 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
Quadro 18: Relação nominal do corpo docente do curso de Psicologia da FACEX com suas respectivas formação acadêmica, incluindo ano de recebimento
do títulos, regime de trabalho, tempo de experiência profissional e tempo de trabalho na instituição.
e a partir de 6 meses para o inteiro superior.
FORMAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTE*
CPF
GRADUADO
IES – ANO
ESPECIALISTA
IES – ANO
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EM ANOS ***
DISCIPLINA MINISTRADA NO
CURSO DE PSICOLOGIA**
MESTRE
IES – ANO
DOUTOR
IES-ANO
RT
(PERÍODO)
ÊNFASE - QUANDO HOUVER
OPÇÃO. QUANDO OBRIGATÓRIA
SEM OBSEVAÇÃO
TC
ES
EFM
FM

ANDREINA DA SILVA
MOURA
(COORDENADORA
ADJUNTO; INTEGRA O
NDE)
ANA MERCIA PEGADO E
SILVA WANDERLEY
00859105466
057.670.834-87
PSICOLOGIA
UFRN - 2004
CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS
UFRN - 1973
ANDRÉ LUIZ DE LIMA
CLARISSA NESI VENZON
PSICOLOGIA
UFRN – 2015
FISIOLOGIA E
BIOFÍSICA
UFMG - 1982
FISIOLOGIA
UFMG - 2004
-
I
 FISIOLOGIA E COMPORTAMENTO (II)
H
PSICOLOGA
UFRN- 1997
ANA REGINA DE LIMA
MOREIRA
(COORDENADORA DO
CURSO; INTEGRA O
NDE)
PSICOLOGIA
UFRN - 2007
INTRODUÇÃO AO TRABALHO
ACADÊMICO (I)
 PPB I: PROCESSOS COGNITIVOS (II)

METODOLOGIA CIENTIFICA EM
PSICOLOGIA (VI)

PROJETO DE PESQUISA EM
PSICOLOGIA (VII)

PRATICA DE PESQUISA EM
PSICOLOGIA (VIII)
751110474-68
PSICOLOGIA
UFRN - 1995
CONSCIÊNCIA CORPORAL
UFRN – 1996
PSICOLOGIA
UFRN - 2004
-
PSICOLOGIA, CIÊNCIA E
PROFISSÃO (I)
SISTEMAS E TEORIAS III:
CAMPO FENOMENOLÓGICOHUMANISTA (IV)
I
01
30
03
15
10
11

466.575.254-00
737379250-20
CIÊNCIAS SOCIAIS
UFRN - 1994
PSICOLOGIA – PUC
– RS 1999
-
PSICOTERAPIA – FUMM–
RS- 2002
CIÊNCIAS SOCIAIS
UFRN - 2000
PSICOLOGIA _UFRN
AGOSTO /2013
- 329 -
TESTES
PSICOLOGICOS I
TESTES
PSICOLOGICOS II
I
INDIVÍDUO E CULTURA (I)
INDIVÍDUO E SOCIEDADE (II)
08
H
PRINCIPIOS DE PSICOMETRIA
(IV)
TESTES PSICOLOGICOS I (V)
TESTES PSICOLOGICOS II (VI)
METODOS DE
PSICODIAGNOSTICO (VII)
1
-
-
12
1
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTE*
NIVIA LOPES DE ARAUJO
CPF
03593716470
GRADUADO
IES – ANO
ESPECIALISTA
IES – ANO
PSICOLOGIA – UFRN
- 2004
MESTRE
IES – ANO
DE
-
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EM ANOS ***
DISCIPLINA MINISTRADA NO
CURSO DE PSICOLOGIA**
DOUTOR
IES-ANO
PSICOBIOLOGIA –
UFRN - 2006
RT
H
(PERÍODO)
ÊNFASE - QUANDO HOUVER
OPÇÃO. QUANDO OBRIGATÓRIA
SEM OBSEVAÇÃO
PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA
(IV)
PRATICAS INTEGRATIVA EM
PSICOLOGIA III (III)
PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA E
VELHICE (V)
TEORIAS DA APRENDIZAGEM E
EDUCAÇÃO (VII)
TC
ES
1
EFM
2
FM
9
1
PSICOLOGIA DA
ADOLESCÊNCIA (IV)
PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO (V)
DEBORA KARLA SAMPAIO
ALVES
010.643.774-75
PSICOLOGIA
UFRN - 2004
PSICOPEDAGOGIA
UFRN – EM CURSO
PSICOLOGIA
UFRN - 2009
-
I
ORIENTAÇÃO E
ACONSELHAMENTO
PROFISSIONAL (IX) – ÊNFASE
II
03
01
06
ESTÁGIOS BÁSICOS I E II (VI E
VII)
ESTÁGIO PROFISSIONAL I, II E
III (VIII, IX E X)
DELANNE CRISTINA
SOUZA DE SENA
00905417402
CIENCIAS
BIOLOGICAS – UFRN
-2002
KARIN JULIANE DUVOISIN
BULIK MOTA
011946954-50
PSICOLOGIA – UFRN
2005
SAÚDE PUBLICA –
UNIVERSIDADE CASTELO
BRANCO - 2008
GENÉTICA E BIOLOGIA
MOLECULAR – UFRN 2003
PROGRAMA DE PÓSGRADUAÇÃO EM
BIOTECNOLOGIA –
UFRN - 2011
H
GENETICA E COMPORTAMENTO
(III)
10
2
-
9
PSICOLOGIA – UFRN 2010
-
I
PSICOPATOLOGIA I (IV)
PSICOPATOLOGIA II (V)
SAÚDE MENTAL E TRABALHO
(VIII)
2
5
8
1
- 330 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTE*
CPF
ESPECIALISTA
IES – ANO
MESTRE
IES – ANO
DOUTOR
IES-ANO
EDUCAÇÃO
UFRN
EDUCAÇÃO
2009
635179904-00
GEOGRAFIA
UFRN - 2004
EDUCAÇÃO PARA JOVENS E
ADULTOS
UNB - 2003
MAIRA BEZERRA DA
COSTA
00973133430
FILOSOFIA – UFRN 2005
METAFISICA – UFRN - 2007
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EM ANOS ***
DISCIPLINA MINISTRADA NO
CURSO DE PSICOLOGIA**
GRADUADO
IES – ANO
EDINEIDE DA
CONCEIÇÃO BEZERRA
DE
-
RT
(PERÍODO)
ÊNFASE - QUANDO HOUVER
OPÇÃO. QUANDO OBRIGATÓRIA
SEM OBSEVAÇÃO
TC
ES
EFM
FM
PROGRAMAÇÃO E AVALIAÇÃO
EDUCACIONAL (X)- ÊNFASE II
H
INTRODUÇÃO A FILOSOFIA (I)
06
MESES
2
-
8
2
01
20
3
02
12
3
17
18
20
PSICOLOGIA E SEXUALIDADE
(OPTATIVA)
FRANCISCA LENIRA
XAVIER
490640374-34
PSICOLOGIA
UFRN - 1988
PSICANÁLISE
UFPB - 1993
PSICOLOGIA
UFRN - 2008
-
H
PSICOMOTRICIDADE (IX) –
ÊNFASE II
PSICOLOGIA E NECESSIDADES
ESPECIAIS (X) ÊNFASE II
SISTEMAS E TEORIAS III:
CAMPO PSICANALÍTICO (III)
IZABEL CHRISTINA DO
NASCIMENTO FEITOSA
942078444-49
PSICOLOGIA UFRN 1988
PSICOLOGIA
UFRN - 2000
PSICOLOGIA
UFRN - 2003
TEORIAS E TÉCNICAS
PSICOTERÁPICAS II (VIII)
-
H
ESTÁGIOS BÁSICOS I E II (VI E
VII)
GERÊNCIA DA QUALIDADE
TOTAL
UFRN – 1998
JAIDE DE BARROS DIAS
(COORDENADORA DE
ESTÁGIO E DO SEP;
INTEGRA O NDE)
213.417.704-78
PSICOLOGIA
UFPE - 1991
SAÚDE MENTAL
UFRN – 1993
PSICOLOGIA SOCIAL I (III)
ENGENHARIA DA
PRODUÇÃO
UFRN - 2007
PSICOLOGIA SOCIAL
PSICOLOGIA SOCIAL II (IV)
-
I
MÉTODOS DE TRABALHO
GRUPAL (VII)
PSICOLOGIA, CIDADANIA E
- 331 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTE*
CPF
GRADUADO
IES – ANO
ESPECIALISTA
IES – ANO
DE
-
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EM ANOS ***
DISCIPLINA MINISTRADA NO
CURSO DE PSICOLOGIA**
MESTRE
IES – ANO
DOUTOR
IES-ANO
RT
(PERÍODO)
ÊNFASE - QUANDO HOUVER
OPÇÃO. QUANDO OBRIGATÓRIA
SEM OBSEVAÇÃO
DIREITOS HUMANOS
(OPTATIVA)
TC
ES
EFM
FM
EDUCAÇÃO EM CONTEXTOS DE
TRABALHO (VIII) – ÊNFASE II
MARCELLA ARAUJO DO
AMARAL C. DAVIM
01184748470
GUSTAVO HENRIQUE
BEZERRA PETROVICH
05256981404
CIENCIAS
BIOECOLOGIA
BIOLOGICAS –
AQUATICA –
BIOLOGICAS – USP -
UFRN/2005
UFRN/2007
2011
CIENCIAS SOCIAIS
– UFRN - 2007
CIENCIAS SOCIAIS –
UFRN -2010
CIENCIAS
INDIVIDUO E
CULTURA (I)
H
ESTATISTICA EM PSICOLOGIA
(II)
H
8
-
-
3
4
MESES
HISTÓRIA DA PSICOLOGIA (I)
PSICOLOGIA DO
DESENVOLVIMENTO E DA
CRIANÇA (III)
EDUCAÇÃO E SAÚDE (VII)
LUCIANA CARLA B. DE
OLIVEIRA TRINDADE
875.975.864-34
PSICOLOGIA
UFRN - 1999
PSICOLOGIA DA SAÚDE
UFRN - 2002
CIÊNCIAS DA SAÚDE
UFRN - 2008
H
05
11
6
PSICOLOGIA HOSPITALAR (X) –
ÊNFASE I
ESTÁGIOS BÁSICOS I E II (VI E
VII)
ESTÁGIO PROFISSIONAL I, II E
III (VIII, IX E X)
LUCIANA FERNANDES DE
M. AZEVEDO
916.199.394-87
PSICOLOGIA
UFRN - 1998
PSICOLOGIA
UFRN – 2207
PSICOLOGIA CLÍNICA
IGT - 2000
INTRODUÇÃO AO TRABALHO
ACADÊMICO (I)
PSICOLOGIA
UFRN - 2003
PSICOLOGIA
UFRN - 2010
H
PSICOLOGIA E SAÚDE (VII) –
ÊNFASE II
TEORIAS E TÉCNICAS
- 332 -
6
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTE*
CPF
GRADUADO
IES – ANO
ESPECIALISTA
IES – ANO
DE
-
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EM ANOS ***
DISCIPLINA MINISTRADA NO
CURSO DE PSICOLOGIA**
MESTRE
IES – ANO
DOUTOR
IES-ANO
RT
(PERÍODO)
ÊNFASE - QUANDO HOUVER
OPÇÃO. QUANDO OBRIGATÓRIA
SEM OBSEVAÇÃO
PSICOTERÁPICAS II (IX)
TC
ES
EFM
FM
ESTÁGIO PROFISSIONAL I, II E
III (VIII, IX E X)
MAIRA TRAJANO DA
COSTA XAVIER
MARIA LUIZA MARIANO
DE MEDEIROS
GUSTAVO CANDIDO
MOUSINHO
01224019482
PSICOLOGIA –
UFRN/2004
877.949.504-49
CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS
UNP - 1998
03443941400
FILOSOFIA
(LICENCIATURA E
BACHARELADO)UFR
N -2003
EDUCAÇÃO FISICA
UNP - 2012
GESTÃO DE PESSOAS –
UFRN - 2007
H
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
E TRABALHO I (V)
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
E TRABALHO I (VI)
3
11
9
3
CIÊNCIA MORFOLÓGICA
UFRN - 2009
-
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
UNP – 2000
-
ETICA – UFRN - 2004
H
NEUROANATOMIA (I)
14
12
H
INTRODUÇÃO A FILOSOFIA (I)
5
10
H
FISIOLOGIA E
COMPORTAMENTO
2
7
02
-
13
5
1) LIBRAS - FATERN 2013;
SILVIA BEATRIZ FONSECA
DE MELO
03396160401
CIENCIAS
BIOLOGICAS – UFRN
- 2005
2) DIVERSIDADE E
CONSERVAÇÃO DE FAUNA
PSICOBIOLOGIA –
UFRN - 2008
2
- UFRGS - 2010
VERÔNICA DE SOUZA
PINHEIRO
634011344-34
PSICOLOGIA
UFC - 1992
-
PSICOLOGIA
UFRN - 2002
- 333 -
PSICOLOGIA SOCIAL
UFRN - 2009
H
MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO E
ENTREVISTA (II)
PRÁTICAS INTEGRATIVAS EM
17
3
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
DOCENTE*
CPF
GRADUADO
IES – ANO
ESPECIALISTA
IES – ANO
MESTRE
IES – ANO
DE
-
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
EM ANOS ***
DISCIPLINA MINISTRADA NO
CURSO DE PSICOLOGIA**
DOUTOR
IES-ANO
RT
(PERÍODO)
ÊNFASE - QUANDO HOUVER
OPÇÃO. QUANDO OBRIGATÓRIA
SEM OBSEVAÇÃO
PSICOLOGIA II (II)
TC
ES
EFM
FM
PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA
E DA VELHICE (V)
PSICOTERAPIA BREVE (IX) –
ÊNFASE I
PSICOTERAPIA FAMILIAR (X) –
ÊNFASE I
SEMINÁRIOS INTEGRATIVOS
(X)
WERLEY MACEDO
GONÇALVES
05487428476
PSICOLOGIA – UNP
- 2009
WALESCA PATRÍCIA LIMA
DOS SANTOS
90396359434
PSICOLOGIA
UFRN - 1988
AVALIAÇÕA PSICOLOGICA
– UNIRN - 2012
PSICOLOGIA
UFRN 2002
H
PSICOLOGIA
UFRN-2002
-
H
2
PSICOPEDAGOGIA (VIII) –
ÊNFASE II
ESTÁGIO PROFISSIONAL III (X)
LEGENDA:
RT – REGIME DE TRABALHO
- 334 -
8
-
8
3,5
2
15
3
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
ES – TEMPO DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (EM ANO) NO MAGISTÉRIO SUPERIOR;
EFM – TEMPO DE EXPERIÊNCIA (EM ANO) NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
FMS - TEMPO DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (EM ANO) FORA MAGISTÉRIO SUPERIOR;
TC – TEMPO (EM ANO) DE CONTRATO NA IES;
* ESTE ÍTEM COMPREENDE NOME DO PROFESSOR E ENTRE PARENTESE SE SE É COORDENADOR OU MEMBRO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE.
** ESTE ÍTEM COMPREENDE AS DISIPLINAS MINISTRADAS NO CURSO, I PERÍDO EM QUE É MINISTRADA E SE É UMA DISICPLINA OBRIGATÓRIA, QUANDO NÃO INCLUIMOS OBSERVAÇÃO, UMA DISICIPLINA OPTATIVA, QUANDO
DESTACAMOS ENTRE PARENTESES, E UMA DISCIPLINA DE UMA DAS ÊNFASES: ENFASE I (PSIC. E PROCESSOS DE ATENÇÃO À SAÚDE E ENFASE II (PSIC. E PROCESSOS EDUCATICOS)
**O
NÚMERO
DE
ANOS
FOI
ARREDONDADO
PARA
O
INTEIRO
MAIS
PRÓXIMO,
OU
SEJA,
MENOS
DE
6
MESES
PARA
O
INTEIRO
INFERIOR
E
- 335 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
IV - 1.5. Administração Acadêmica do Curso
A gestão acadêmica do Curso é exercida pelo coordenador, que atua em
consonância com as atribuições definidas pelo Regimento da IES, em seu artigo 23,
que reza:
I. Superintender todas as atividades da Coordenadoria, representando-a
junto às autoridades e órgãos da Faculdade;
II. Convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
III. Acompanhar a execução das atividades programadas, bem como a
assiduidade dos professores e alunos;
IV. Apresentar, semestralmente, ao Conselho de Curso e à Diretoria, relatório
das atividades da Coordenadoria;
V. Sugerir
a
contratação
ou
dispensa
do
pessoal
docente,
técnico-
administrativo e monitores;
VI. Encaminhar, ao setor responsável pelo controle acadêmico, nos prazos
fixados pelo Diretor, os relatórios e informações sobre avaliações e frequência de
alunos;
VII. Promover, periodicamente, a avaliação das atividades e programas do
Curso, assim como dos alunos e do pessoal docente e não-docente nele lotado;
VIII. Propor ou encaminhar proposta, na forma deste Regimento, para a criação
de cursos sequenciais, de tecnologia, de pós-graduação e o desenvolvimento de
projetos de pesquisa e programas de extensão ou eventos extracurriculares,
culturais ou desportivos;
IX. Distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão entre seus professores,
respeitadas as especialidades;
X. Decidir, relativamente aos pronunciamentos de professores das disciplinas,
sobre aproveitamento de estudos e adaptações de alunos;
XI. Delegar competência, sem prejuízo de sua responsabilidade, e;
XII.
Exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e no
Regimento.
IV- 1.5.1. Formação das Coordenadoras (coordenadora de
curso, coordenadora adjunto e coordenadora de
estágio)
- 336 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
A Professora ANA REGINA DE LIMA MOREIRA é graduada em Psicologia pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), especialista em Consciencia
Corporal e em Psicologia, ambos pela UFRN. Mestre em Psicologia pelo Programa
de Pós-Graduação em Psicologia da UFRN, com área de concentração em Processos
Psicossociais e Qualidade de Vida.
a) Experiência (acadêmica e profissional) da Coordenadora
A Professora ANA REGINA DE LIMA MOREIRA exerceu durante quinze anos
atuação em clínica privada, realizando atendimentos psicoterápicos com crianças,
adolescentes e adultos, aconselhamento psicológico e orientação profissional. É
servidora do município de Parnamirim, RN desde o ano de 2000, lotada na
Secretaria de Saúde onde exerce a função de psicóloga. Atuou como professora
substituta no curso de Psicologia da UFRN, durante 02 anos, e como professora da
Faculdade Câmara Cascudo (vinculada à Universidade Estácio de Sá), pelo período
de 03 anos. Participa do quadro docente do UNIFACEX, desde 2001, tendo
ministrado disciplinas em vários cursos da referida IES, tais como: Campo
Fenomenológico-Existencial, Comportamento Humano nas Organizações, Ética
Profissional, Psicologia Aplicada à Administração etc. Assumiu a coordenação do
curso de Psicologia no seu segundo semestre de funcionamento.
b) Experiência (acadêmica e profissional) da Coordenadora
Adjunta
A professora Débora Karla Sampaio Alves Custódio é graduada em Psicologia
pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), especialista em Violência
Doméstica contra a criança e o adolescente (USP), está cursando a especialização
em Psicopedagogia na UFRN. Mestre em Psicologia pelo Programa de PósGraduação em Psicologia da UFRN, com área de concentração em Processos
Psicossociais e Qualidade de Vida. Atuou durante os anos de 2004 a 2007 como
psicóloga Escolar/ Educacional e atualmente presta consultoria para um cursinho
preparatório para o vestibular. Atua desde o ano de 2005 em clínica privada,
realizando atendimentos psicoterápicos com crianças e adolescentes. Atuou como
docente na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, através da docência
assistida no período do Mestrado. Participa do quadro docente da Faculdade de
- 337 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
Ciências, Cultura e Extensão do RN, desde 2007, tendo ministrado disciplinas nos
cursos de Psicologia, Administração e Enfermagem. Coordena desde 2008 o projeto
de extensão “reinserção social a usuários e ex-usuários de drogas e álcool” que tem
como objetivo promover ações que proporcionem oportunidades de apoio à
reabilitação e reinserção social de dependentes químicos e
alcoolistas em
tratamento no Instituto Potiguar de Prevenção e Combate às Drogas (IPPCD) –
Comunidade Nova Aliança/ Pium - RN. No ano de 2009 iniciou o projeto de
Extensão “Psicologia do Esporte: aspectos emocionais da prática esportiva”, que foi
desenvolvido na escola FACEX, com o objetivo de auxiliar na preparação emocional
dos atletas das equipes de Vôlei e Natação para os Jogos Escolares do Rio Grande
do Norte. No mesmo ano iniciou também o projeto de Extensão “Acolhendo o
sofrimento da família que lida com a dependência química”, desenvolvido na
comunidade Desafio Jovem, com o objetivo de auxiliar as famílias de dependentes
químicos que estão se recuperando. Assumiu a coordenação adjunta no ano de
2010, com o início do funcionamento do curso de Psicologia no turno noturno.
c) Experiência (acadêmica e profissional) da Coordenadora dos
Estágios e do Serviço-Escola de Psicologia
A Professora JAIDÊ DE BARROS DIAS é graduada em Psicologia pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), especialista em Psicologia
Social pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), em Saúde Mental pelo Ministério
da Saúde (MS) e UFRN e em Gerencia da Qualidade Total pela UFRN. Possui
Capacitação em Dinâmica de Grupo pelo Libertas-Recife/PE. Mestre em Ciências em
Engenharia de Produção pelo Programa de Engenharia da Produção da UFRN com
área de concentração em Gestão de Pessoas. É funcionária pública municipal lotada
na Secretaria Municipal de Saúde (SMS/NATAL) desde julho de 1994, aonde vem
atuando enquanto psicóloga em Unidades de Saúde e no Centro Comunitário de
Atenção Psicossocial (CAPS II OESTE) e atualmente integra a equipe técnica da
coordenação de saúde mental, atuando na organização de processos de trabalho
dos Serviços de Saúde Mental. Participa do quadro docente do UNIFACEX desde
agosto de 1993, ministrando disciplinas como: Psicologia Aplicada a Administração,
Psicologia Aplicada ao Turismo, Psicologia Organizacional, Psicologia e Sexualidade,
Psicologia, Cidadania e Direitos Humanos, Psicologia da Vida Adulta e Velhice,
Psicologia Social I e II, Psicologia Comunitária e Métodos de Trabalho Grupal.
- 338 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Assumiu a coordenação de estágio obrigatório do curso de psicologia desde
2008.2 e atualmente coordena o Serviço-Escola de Psicologia (SEP). Tem
experiência em Consultoria e Assessoria Organizacional, Implantação de Recursos
Humanos
com
habilidade
nos
subsistemas
de
RH,
como:
treinamento,
desenvolvimento de equipe, cursos de capacitação, análise e descrição de cargos e
aconselhamento profissional. Participou da diretoria da Empresa de Abastecimento
Alimentar de Natal como gerente de RH e gerente de planejamento no período de
novembro de 1994 a janeiro de 1997.
Participou como servidora estadual do
Instituto Técnico Científico de Polícia (ITEP) na implantação do Serviço de Psicologia
Aplicada e Psiquiatria Florence (SEPA) como psicóloga na equipe de perícia técnica
no período de outubro de 1990 a 1997.
V - 1.5.2. Efetiva dedicação à administração e à condução do
curso
A coordenadora titular, a coordenadora adjunta e a coordenadora do
Serviço-Escola de Psicologia atuam em regime de tempo integral, com plena
dedicação à administração e à condução do curso.
IV - 1.6. GESTÃO ACADÊMICA
1.6.1. MECANISMOS DE GESTÃO
O presente projeto foi desenvolvido com base na política de graduação do
UNIFACEX, a partir de discussões com os docentes que, após a aprovação do
projeto, foram incorporados ao quadro docente do Curso. Durante o período em
que o Projeto Pedagógico estava sendo construído, os docentes envolvidos no
Curso e responsáveis pelas disciplinas do 1 o ao 2o semestres atuaram ativamente
na elaboração dos respectivos Planos de Ensino, discutindo ementas, conteúdos
programáticos, sugerindo a bibliografia básica e definindo as competências e
habilidades previstas para a formação do Psicólogo.
Considerando que a gestão de classe deve ser fundada em contratos
didáticos, estabelecidos e regidos por normas de convivência, promotoras da
autonomia, se busca adotar uma metodologia de ensino diversificada através de
aulas práticas em laboratórios, atividades de campo, estudos de caso, discussões
em grupo, desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão, experimentações,
- 339 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
dentre outras, de forma a estabelecer a relação teoria e prática, considera-se que o
desenvolvimento dessa prática exige um trabalho conjunto, integrado entre os
docentes das disciplinas ou áreas afins, o que torna necessário o desenvolvimento
de situações de aprendizagem que permitam o desenvolvimento de práticas e/ou
projetos interdisciplinares, em conformidade com o projeto proposto.
Nesse sentido, a atuação do aluno assume papel relevante, pois é o próprio
aluno o construtor de significados sobre os conteúdos da aprendizagem, ao
modificar, enriquecer e construir instrumentos de ação e interpretação que
favoreçam sua autonomia.
Portanto, o planejamento de cada disciplina é considerado como um
processo que estimula e assegura o envolvimento do aluno em atividades,
individuais e de equipe, que incluem:
a) aulas, conferências e palestras;
b) exercícios práticos nos diferentes Laboratórios previstos para o Curso de
Psicologia;
c) observação e descrição do comportamento em diferentes contextos;
d) envolvimento dos alunos em projetos de pesquisa desenvolvidos por
docentes do curso;
e) práticas didáticas em forma de monitoria, demonstração e exercícios,
como parte de disciplinas ou integradas a outras atividades acadêmicas;
f) consultas supervisionadas em bibliotecas para identificação crítica de
fontes relevantes;
g) aplicação e avaliação de instrumentos e técnicas psicológicas;
h) visitas a instituições e locais onde estejam se desenvolvendo trabalhos
com a participação de psicólogos, documentados em relatórios;
i)
projetos
de
extensão
universitária
e
eventos
de
divulgação
do
conhecimento, avaliáveis e aprovados pela instituição;
k) seminários interdisciplinares resultados dos trabalhos desenvolvidos pelas
disciplinas em articulação com as Práticas Integrativas em Psicologia; e
j) práticas integrativas de desenvolvimento de habilidades e competências
em situações de complexidade variada, que representem o efetivo exercício
profissional, em forma de estágio supervisionado.
IV - 1.6.2. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
- 340 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O curso de Psicologia do UNIFACEX reconhece a importância de que a
avaliação do processo ensino aprendizagem contemple a integração dos conteúdos
programáticos oferecidos semestralmente. Para tanto, os professores de cada
termo se reúnem durante a semana pedagógica, realizada a cada início de
semestre, para apresentar seus planos de ensino, trocar ideias e experiências
acadêmicas que possam contribuir com a elaboração de atividades avaliativas
integradas. Nos casos específicos das Práticas Integrativas em Psicologia (PIPsi),
disciplinas oferecidas do primeiro ao quinto período, os professores se reúnem para
planejar o desenvolvimento das atividades interdisciplinares, norteados pelo projeto
de cada PIPsi. Cada disciplina é avaliada individualmente e em conjunto com a
PIPsi, estabelecendo uma avaliação integrada por semestre
Podemos perceber a avaliação como um componente do processo de ensino
que visa, por meio da verificação e da qualificação dos resultados obtidos,
determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a
tomada de decisões em relação às atividades didáticas seguintes (Libâneo, 1991) 2.
São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercícios, arguições,
trabalhos práticos, seminários, excursões, estágios, provas escritas e orais,
avaliações integradas entre outros previstos nos respectivos planos de ensino,
aprovados pela Coordenadoria de curso. O professor também tem autonomia para,
a seu critério, promover trabalhos, exercícios e outras atividades em classe e
extraclasse, que podem ser computados nas notas ou conceitos das verificações
parciais, nos limites definidos pelo Conselho de Curso.
A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a
frequência e o aproveitamento. Independentemente dos demais resultados obtidos,
é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha frequência a, no
mínimo, setenta e cinco por cento das aulas e demais atividades.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota, expressa em
grau numérico de zero a dez. Atendida em qualquer caso a frequência mínima de
setenta e cinco por cento às aulas e demais atividades escolares, é aprovado:

independentemente
de
exame
final,
o
aluno
que
obtiver
nota
de
aproveitamento igual ou superior a sete, resultado da média aritmética das
notas dos exercícios escolares realizadas no ano letivo;
- 341 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA

DO
CURSO
DE
-
mediante exame final, o aluno cuja nota obtida nesse exame, somada à
média do primeiro semestre, corresponda à média aritmética superior a nota
cinco.
É promovido à série seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas da
série cursada, admitindo-se ainda a promoção com dependência em até duas
disciplinas dessa série. Para cada aluno, a Faculdade elabora e mantém atualizado,
após cada semestre, o Histórico Escolar, no qual são registradas as disciplinas
cursadas com a respectiva carga horária e nota final obtida.
IV - 1.6.3 COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO
No UNIFACEX a avaliação se faz por práticas inovadoras, onde as habilidades
de intervenção no conhecimento serão mais valorizadas do que a capacidade de
armazená-lo. Nesse sentido resgatamos a ideia da indissociabilidade da prática, do
ensino e da pesquisa como eixo da prática pedagógica.
Este método parte da ideia de que o aluno é capaz de pensar, de transitar
nas ideias, de interpretar a informação disponível, de construir alternativas, de
dominar processos que levem a novas investigações, de desenvolver o espírito
crítico e tantas outras habilidades extremamente necessárias, na ciranda das novas
demandas do mundo atual.
Para atingir esse objetivo, o professor busca substituir a resposta pronta que
dá aos alunos pela capacidade de reconstruir com eles o conhecimento. Esses
procedimentos
avaliativos
são
desenvolvidos
com
atividades
em
que
o
conhecimento acumulado é posto à disposição dos alunos, não para que estes o
memorizem, mas para que mostrem a capacidade de interagir com ele.
Fazem parte deste conjunto, pequenas investigações, observação e análise
da realidade, interpretação de dados disponíveis, produção de textos, resolução de
problemas construídos pelos próprios alunos, entre outros.
Não se descarta, também, as tarefas avaliativas comumente chamadas de
provas. Só que elas assumem um caráter distinto da lógica, propondo, em geral,
questões dissertativas em que os dados podem ser consultados, exigindo-se do
aluno habilidades de intervenção no conhecimento. Até questões tipo testes podem
ser utilizadas, desde que envolvam a exigência de processos mentais complexos e
reconheçam o protagonismo do estudante.
- 342 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Cabe ressaltar, também, que ao adotar a avaliação na perspectiva da
produção do conhecimento, o docente a vê tendo um sentido também de
aprendizagem. É um momento privilegiado para o aluno construir possibilidades de
síntese, reconhecendo a sua própria aprendizagem, para além da preocupação
pragmática com a nota. Esta é uma consequência da perspectiva do ensino como
produção do conhecimento e deve servir como balizadora do processo vivido.
Existem vários tipos de avaliação, e dentre eles destacamos os que são utilizados
no curso de Psicologia do UNIFACEX:
a) A diagnóstica, que se caracteriza por identificar conhecimentos já
adquiridos sobre o assunto e verificar causas de repetidas dificuldades de
aprendizagem, sendo geralmente aplicada no início do processo de ensino e
aprendizagem. Esse tipo de avaliação fornece ao professor informações sobre como
ele está conduzindo o seu trabalho: andamento da matéria, adequação de métodos
e materiais, comunicação com os alunos, adequabilidade da sua linguagem etc.
b) A formativa, que tem como parâmetro identificar problemas de
aprendizagem para implementar melhorias, e geralmente é usada durante o
processo de ensino e aprendizagem.
c) A somativa, que visa tomar decisões forais sobre o aluno: classificação,
aprovação, reprovação etc. Os resultados da avaliação somativa serão utilizados
com as seguintes finalidades:
 verificar até que ponto os objetivos foram alcançados, para eventualmente
fazer um replanejamento (recuperação);
 promover os alunos à série seguinte, caso eles tenham alcançado os
objetivos propostos pelo plano de ensino;
 retomar todo o planejamento, se os objetivos não tiverem sido atingidos
satisfatoriamente (repetência). Essa avaliação acontece no final do curso ou
da disciplina. Os três os tipos são importantes para o processo; o
fundamental é utilizá-los adequadamente.
A avaliação reflete a unidade entre os objetivos e o conteúdo. Ela possibilita
a revisão do plano de ensino, ajuda a desenvolver capacidades e habilidades, é
voltada para a atividade dos alunos, deve ser objetiva, ajudar na auto percepção do
professor e refletir valores e expectativas do professor em relação aos alunos.
- 343 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Ainda é importante colocarmos que a avaliação, tanto no âmbito da
formação discente como docente é vista como uma estratégia para reorganização
do trabalho. Não percebemos a avaliação como ato punitivo, pelo contrário, a
mesma sinaliza os nossos limites e fragilidades a serem superados pelo coletivo
organizador do curso.
- 344 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
IV - 1.6.4. SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
Na perspectiva de viabilizar a implantação do curso de Psicologia do
UNIFACEX, de modo que este atenda a missão apresentada no seu Projeto
Político Pedagógico (PPC), a coordenação do curso vem realizando, junto a
discentes, docentes e consultoria de implantação do PPC reuniões avaliativas, nas
quais se busca perceber os limites e dificuldades, bem como a construção de
estratégias que visem à efetiva implementação do curso. Assim, muitas
mudanças construídas durante o curso, resultaram das discussões realizadas nas
reuniões do colegiado, do conselho de curso, nos encontros de representantes de
turmas, nas reuniões da semana pedagógica que ocorrem a cada início de
semestre, como também do Núcleo Docente Estruturante do Curso (NDE).
Nesse processo de auto avaliação, destaca-se a participação democrática e
coletiva de docentes e discentes que apresentam seus desejos, críticas e sugestões
no Colegiado do curso, que é formado pelos docentes, coordenação e um ou mais
representante discente indicado pelos líderes das turmas. As reuniões são em
número de três ou quatro ao logo de cada semestre. A coordenação define a pauta
com oportunização para a voz discente e docente. Ao final da reunião, os
representantes discentes organizam um relatório para apresentar às turmas.
Cabe ressaltar ainda a existência do Núcleo Docente Estruturante (NDE),
que tem a finalidade de elaborar e executar, um plano de trabalho que: a) viabilize
o acompanhamento, a avaliação de metodologias e técnicas pedagógicas utilizadas,
o redimensionamento dos conteúdos e a revisão de formas de avaliação do
processo de ensino-aprendizagem; b) indique ao Núcleo de Educação Permanente
(NEP) do UNIFACEX a necessidade de instrumentalização, atualização e capacitação
dos docentes, nos aspectos relativos ao PPC; c) estimule junto aos docentes a
adoção de novos cenários e metodologias, que superem a concepção tradicionalista
do
ensino
e
avance
em
processos
de
ensino-aprendizagem
mais
críticos,
problematizadores, ativos e propositivos.
Como resultados desse processo de avaliação contínua são redimensionados
conteúdos, criadas novas ferramentas pedagógicas para viabilizar a proposta
pedagógica e a revisão de formas de avaliação dos processos de ensinoaprendizagem.
- 345 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O estudo e análise do PPC possibilitam o conhecimento e apropriação dos
princípios deste projeto por todo o corpo docente e discente, assegura a (re)
afirmação do marco teórico-conceitual, favorece a identificação e correção de
possíveis desvios ou problemas que possam ocorrer por ocasião da implantação,
gerando a construção de estratégias de superação das dificuldades encontradas,
garantindo assim, a qualidade da formação do psicólogo no UNIFACEX.
Este
acompanhamento
permanente
é intercalado
com
momentos
de
avaliação parcial, que devem acontecer, pelo menos ao final de cada semestre,
para que o planejamento do semestre seguinte seja reformulado em tempo hábil,
de acordo com o plano de trabalho do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do
UNIFACEX.
Utilizamos também, como estratégia de avaliação, os dados construídos pela
Comissão Própria de Avaliação (CPA) do UNIFACEX, que orienta os professores no
processo de aperfeiçoamento ou reconstrução da sua prática docente.
Por
fim,
é
importante
destacar
o
Programa
de
Atendimento
e
Acompanhamento ao Egresso (PAE), o qual já foi mencionado anteriormente, cujo
objetivo é acompanhar o desenvolvimento dos alunos e sua inserção no mercado
de trabalho e orientar profissionalmente os ex-alunos, estimulando a educação
continuada e possibilitando a inserção profissional, nos casos necessários.
Compreendemos que o desenvolvimento desta prática permitirá uma
avaliação constante do Projeto Político Pedagógico do Curso de Psicologia do
UNIFACEX, no que diz respeito ao fluxograma curricular e programas de ensino,
bibliografia utilizada, metodologias de ensino, ênfases curriculares. Essa prática
permitirá ainda o desenvolvimento de propostas de atualização curricular, através
das disciplinas optativas do curso e atualização dos programas de ensino e
respectivas referências bibliográficas, quando necessária. A seguir, apresentaremos
a composição do Núcleo Docente Estruturante.
IV - 1.6.5. DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO
Como já foi assinalado, o processo de acompanhamento e avaliação da
implantação do Projeto Político Pedagógico do Curso de Psicologia do UNIFACEX
tem como propósito analisar os diferentes momentos que constituem a implantação
do curso, visando assegurar o pleno desenvolvimento e implementação da proposta
pedagógica prevista no documento de autorização do curso.
- 346 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
Para facilitar esse processo, foi criado o NDE, no dia 14 de março de 2009 e
em setembro do mesmo ano elaborou-se o seu Regimento, definindo-se as
atribuições e o funcionamento do referido Núcleo. As reuniões vêm acontecendo em
média 02 ou 03 vezes a cada semestre.
O curso de Psicologia constituiu o Núcleo Docente Estruturante, integrado
por cinco (05) professores, apresentados no quadro a seguir e, entre estes, o
Coordenador do Curso, a quem cabe a sua presidência, com o propósito de, como
já
foi
dito,
promover
avaliações
periódicas,
num
processo
contínuo
de
realinhamento da proposta pedagógica, com vistas a mantê-la sempre atual. O
quadro seguinte explicita a relação dos docentes que compõem o NDE.
O número de professores integrantes do Núcleo Docente Estruturante
corresponde a aproximadamente 30% dos docentes do curso, incluindo o
Coordenador de Curso. Todos os componentes têm formação na área do curso e
são mestres ou doutores. Cabe o destaque para o regime de trabalho dos docentes
do NDE: três dos componentes, incluindo o coordenador, são contratados no
regime de trabalho de tempo integral, com 40 horas de dedicação semanal. Um
deles é contratado em regime de tempo parcial.
Quadro17: relação de professores do nucleio docente estruturante do curso de psicologia do
UNIFACEX
Docente
Formação Acadêmica
Titulação** Form. Form.
D
E
X
 JAIDÊ BARROS
 ANDREÍNA MOURA
M*
X
Regime de
Carga
Trabalho**
Horária
rso
X
TI
40H
X
TI
40 H
X
TI
40H
X
TP
área r
fora

 ANA REGINA DE L.
MOREIRA
 ANDRESSA MEDEIROS
X
X
*Titulação – D: Doutor; M: Mestre; E: Especialista.
** TI – Tempo Integral e TP – Tempo Parcial.
IV - 1.6.6. Composição e funcionamento do conselho de
curso ou equivalente
- 347 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O curso de Psicologia do UNIFACEX tem seu conselho, que se reúne,
ordinariamente,
duas
vezes
por
semestre
e
extraordinariamente
quando
convocado. O conselho é um órgão consultivo, atuante, com competências e
atribuições que visam estabelecer permanentes melhorias no processo de ensinoaprendizagem. Tem papel deliberativo em relação aos assuntos discutidos pelo NDE
e Colegiado do curso.
Suas competências são:

Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso;

Deliberar sobre os programas e planos de ensino das disciplinas;

Emitir parecer sobre os projetos de pesquisa e de extensão relativos
ao curso ou dentro de sua área específica;

Pronunciar-se,
em
grau
de
recurso
sobre
aproveitamento
e
adaptação de estudos, assim como sobre aceleração e recuperação
de estudos;

Opinar sobre admissão, promoção e afastamento de seu pessoal
docente;

Aprovar o plano e o calendário anual das atividades, elaborado pelo
coordenador;

Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e no
Regimento desta IES.
Sua composição é a seguinte:
▪ Docentes:
Ana Regina de Lima Moreira (presidente)
Andressa Medeiros
Clarissa Nesi Venzon
Jaidê Barros Dias
▪ Discente: Alisson Barros (7º período)
Desse modo, o Conselho de Curso é composto por docentes e
representação discente que se articulam aos demais conselhos superiores, com o
objetivo de discutir e tomar decisões sobre questões acadêmicas e administrativas
relacionadas ao processo de formação,
destacando-se às voltadas para a
articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
- 348 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
IV - 1.6.7. Corpo discente: atenção aos discentes
O curso de Psicologia, por meio do seu corpo docente, especialmente pelos
professores com tempo parcial e integral, dedica-se de forma sistemática a atender
às necessidades extraclasse, apresentadas pelos alunos, através da oferta de
cursos, projetos e outras ações de extensão, orientações pedagógicas, projetos de
iniciação científica e monitorias de ensino. De forma complementar, existindo a
necessidade, os discentes podem contar ainda com o apoio do Setor de
Psicopedagogia.
IV - 1.6.8. Apoio à promoção e participação em
eventos
Como já foi explicitado, os discentes são incentivados a participarem de
eventos científicos, técnicos e culturais, internos e
externos, que tenham
significativa relevância para o crescimento intelectual. Essa participação oportuniza
não somente o aprofundamento científico, mas o aumento da carga horária das
atividades complementares e enriquecimento do Currículum Vitae.
Além do incentivo à participação no Encontro Científico e Cultural do
UNIFACEX (ENEX), maior evento científico multidisciplinar desta Instituição, o qual
ocorre anualmente, no segundo semestre, inclui-se, ainda, no calendário acadêmico
os principais eventos da área de Psicologia, tais como o Congresso Norte Nordeste
de Psicologia (CONPSI), o Congresso Nacional da Associação Brasileira de Psicologia
Social (ABRAPSO), o Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência & Profissão, o
Congresso Nacional de Psicologia, dentre outros.
Fazem parte ainda do calendário de eventos do Curso de Psicologia do
UNIFACEX, o Encontro de Psicologia UNIFACEX, os eventos preparatórios do CRP –
17/RN, o Dia do Psicólogo (em agosto), Dia da BVS-Psi (em agosto), a Semana
Norte-Riograndense de Psicologia (em agosto), as Conferências Municipais e
Estaduais
em
Saúde
e
Educação,
o
Seminário
Interdisciplinar
de
Psicologia/UNIFACEX (junho e dezembro), ações de extensão promovidas por
Programas de extensão em municípios do RN.
IV - 1.6.9 Mecanismos de nivelamento
- 349 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
O UNIFACEX considera o processo seletivo como o momento prévio de
análise diagnóstica do perfil do recém-ingressante. A partir do mesmo e em
conjunto com a avaliação em sala de aula, que é vista como um instrumento
diagnóstico que aponta e corrige os rumos do processo de ensino e aprendizagem,
é planejado o nivelamento dos alunos.
Neste sentido, com o auxílio dos setores competentes e colegiados dos
cursos, propicia ao corpo discente atendimento de apoio, ou suplementar, às
atividades de sala de aula, buscando identificar e vencer os obstáculos estruturais e
funcionais ao pleno desenvolvimento do processo educacional.
A política institucional para este segmento tem os seguintes objetivos:
 Acompanhamento e orientação didática, de modo prioritário, aos alunos
ingressantes com dificuldades de aprendizagem;
 Orientação aos alunos que apresentem dificuldades, detectadas por meio
do processo seletivo, em sala de aula, nas disciplinas ditas básicas;
 Organização
de
atividades
didáticas
preventivas
e/ou
terapêuticas,
presenciais ou não;
 Oferta de cursos de extensão em língua portuguesa, matemática básica,
informática e outros que visam suprir as deficiências básicas dos alunos
que não consigam acompanhar adequadamente o aprendizado.
Dessa maneira, acredita a IES estar atendendo os alunos que estavam
temporariamente afastados da vida escolar ou aqueles que necessitam de reforço
para desenvolver uma aprendizagem coerente com as habilidades e competências
previstas no projetos pedagógicos de seus cursos.
IV - 1.6.10. Atendimento Psicopedagógico
O UNIFACEX mantém um sistema de acompanhamento psicopedagógico ao
alunado, com o intuito de auxiliar o estudante nas dificuldades encontradas no
processo de aprendizagem e de sua adaptação às atividades de ensino, pesquisa e
extensão. Este setor é dirigido por um profissional qualificado com experiência
nesta área.
O Serviço de Apoio Psicopedagógico ao Estudante do UNIFACEX tem como
objetivos:
- 350 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
 Oferecer atendimento psicológico à comunidade acadêmica, orientando-a
na busca de meios para solucionar as dificuldades (internas e ou
externas) que se apresentam e interferem em seu bem-estar e no
cumprimento das atividades do dia a dia.
 Contribuir no processo ensino-aprendizagem dos estudantes, promovendo
o desenvolvimento de habilidades e competências inerentes à sua atuação
profissional.
 Formar grupos de vivência e desenvolvimento pessoal e interpessoal;
 Atender
individualmente
para
identificação
de
problemas
e
encaminhamento às instâncias competentes (Serviço Escola de Psicologia,
Instituição de prestação de serviços médicos, sociais, jurídicos etc.)
- 351 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
V- INSTALAÇÕES FÍSICAS
V - 1. Instalações gerais
O Centro Universitário FACEX está situado em Natal, no Estado do Rio
Grande do Norte numa área total de 22.000 m² em terreno próprio. Sua área
construída é de aproximadamente 19.000 m² disposta em várias edificações,
conforme descrição dos itens que seguem.
As instalações físicas foram projetadas de forma global visando aproveitar
bem o terreno, de forma a atender plenamente a todas as exigências legais e
educacionais.
A área física do UNIFACEX é formada por prédios dos dois lados da Rua
Orlando Silva, praticamente tomando todo o quarteirão. Do lado esquerdo da rua
fica, na sequência, a piscina semiolímpica, a Central de Atendimento, Prédio II e o
Ginásio de esporte. Do lado direito da rua situa-se o Prédio I e o Prédio III. Na Rua
Dr. José Xavier da Cunha, 1978, encontra-se o moderno Prédio IV, utilizado apenas
pela Educação Infantil.
V - 1. 1. SALAS E GABINETES
As salas de aula destinadas aos diversos cursos são amplas, considerandose o número de alunos matriculados nas turmas correspondentes. Todas se
encontram bem conservadas e permanentemente limpas. O mobiliário existente em
cada uma delas, é adequado e suficiente para as atividades nelas desenvolvidas,
além de não oferecerem interferências significativas resultantes de ruídos externos
ou poeira
Quanto aos recursos didáticos, as salas dispõem de quadro branco para
pincel e um pequeno mural para fixação de comunicados e de trabalhos. Os
retroprojetores, projetores multimídia, telas e outros recursos são fornecidos pela
SAD – Secretaria de Apoio Docente.
As salas possuem carteiras individuais projetadas de forma a proporcionar
conforto ao aluno. Para sua conservação, são periodicamente pintadas para manter
- 352 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
sempre uma ótima aparência. Tanto as salas como todos os mobiliários são limpos
diariamente (de forma rotineira ou tantas vezes quantas forem necessárias),
proporcionando aos alunos e professores um ambiente agradável e confortável.
ESPAÇO FÍSICO GERAL
SALAS DE AULAS
ÁREA (M2)
CAPACIDADE
TURMAS/SEMANA
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
Matutino, Vespertino e
Prédio 01 – Térreo
Sala 1001
Sala 1002
Sala 1003
Sala 1004
Sala 1005
Noturno.
63,67
63,67
63,67
63,67
50
03
50
03
50
03
50
03
63,67
50
03
63,67
50
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 01 – 1º Andar
Sala 1101
Sala 1102
63,67
50
03
Sala 1103
63,67
50
03
Sala 1104
63,67
50
03
Sala 1105
63,67
50
03
Sala 1106
64,80
50
03
Sala 1201
63,67
50
03
Sala 1202
63,67
50
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 01 – 2º Andar
Sala 1203
63,67
50
03
Sala 1204
63,67
50
03
Sala 1205
63,67
50
03
Sala 1206
63,67
50
03
Prédio 02 – Térreo
Sala 2001
03
110,00
100
- 353 -
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Noturno.
Sala 2002
Sala 2003
Sala 2004
Sala 2005
90,00
90,00
90,00
90,00
80
03
80
03
80
03
80
03
80
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 02 – 1º Andar
Sala 2101
Sala 2102
Sala 2103
Sala 2104
Sala 2105
Sala 2106
Sala 2107
Sala 2108
Sala 2109
Sala 2110
Sala 2111
Sala 2112
Sala 2113
Sala 2114
Sala 2115
90,00
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
70,00
60
70,00
60
70,00
60
70,00
60
70,00
60
90,00
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
80
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 02 – 2º Andar
Sala 2201
Sala 2202
Sala 2203
Sala 2204
90,00
90,00
80
03
80
90,00
80
90,00
80
03
03
03
- 354 -
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
Sala 2205
Sala 2206
Sala 2207
Sala 2208
Sala 2209
Sala 2210
Sala 2211
Sala 2212
Sala 2213
Sala 2214
Sala 2215
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
90,00
80
70,00
60
90,00
80
70,00
60
70,00
60
70,00
60
90,00
80
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
DO
CURSO
DE
-
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 03 – Térreo
Sala 3001
70,00
60
03
Sala 3002
70,00
60
03
Sala 3003
70,00
60
03
Sala 3004
Sala 3005
70,00
60
03
80,00
70
03
70,00
60
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 03 – 1º Andar
Sala 3101
Sala 3102
70,00
60
03
Sala 3103
70,00
60
03
Sala 3104
70,00
60
03
Sala 3105
80,00
70
03
70,00
60
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 03 – 2º Andar
Sala 3201
Sala 3202
70,00
60
03
- 355 -
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
Sala 3203
Sala 3204
Sala 3205
70,00
70,00
60
03
60
03
80,00
70
03
70,00
60
03
DO
CURSO
DE
-
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 03 – 3º Andar
Sala 3301
Sala 3302
70,00
60
03
Sala 3303
70,00
60
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Sala 3304
70,00
60
03
Sala 3305
80,00
70
03
Sala 4001
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4002
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4003
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4004
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4005
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4006
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4007
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4008
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4009
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4010
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4011
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4012
30
20
03
Matutino e Vespertino.
Sala 4101
50
40
03
Sala 4102
50
40
03
Sala 4103
50
40
03
Sala 4104
50
40
03
Sala 4105
50
40
03
Sala 4106
50
40
03
Sala 4107
50
40
03
Sala 4108
50
40
03
Sala 4109
50
40
03
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Prédio 04 – Térreo
Prédio 04 – 1º Andar
- 356 -
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Noturno.
Sala 4110
50
40
03
Sala 4111
50
40
03
Sala 4112
50
40
03
Sala 4113
50
40
03
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Matutino, Vespertino e
Noturno.
Legenda:
SALA DE AULA identificar a sala (Ex: Sala 01);
ÁREA é a área total construída em m²;
CAPACIDADE é a capacidade da área em número de usuários;
TURMAS/SEMANA é o número de turmas de alunos atendidos;
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO é o horário disponível para utilização.
V - 1.2. INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
Os prédios onde os cursos funcionam são de concepção moderna podendo
ser considerados muito bons quanto aos aspectos de dimensão, acústica,
iluminação, ventilação, mobiliário e limpeza.
Para o atendimento geral dos discentes, ainda existe, na Central de
Atendimento
da
Instituição:
setores
de
atendimento
financeiro,
setor
de
atendimento ao discente, setor de controle acadêmico, setor de admissão e
matrícula, setor de diplomas, secretaria geral etc.
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
PRÉDIO 1
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Presidência da Mantenedora
12
Matutino, vespertino e noturno
Vice Presidência
12
Matutino, vespertino e noturno
Direção Administrativa Financeira
10
Matutino, vespertino e noturno
Setor Pessoal
10
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Reuniões
15
Matutino, vespertino e noturno
Callcenter
10
Matutino, vespertino e noturno
Recepção
12
Matutino, vespertino e noturno
Reprografia
19
Matutino, vespertino e noturno
Cantina
13
Matutino, vespertino e noturno
Serviço de Apoio Psicopedagógico
20
Matutino, vespertino e noturno
500
Matutino, vespertino e noturno
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Reprografia
30
Matutino, vespertino e noturno
Cantina
30
Matutino, vespertino e noturno
Sala de TI
30
Matutino, vespertino e noturno
INSTALAÇÕES
Convivência
PRÉDIO 2
INSTALAÇÕES
- 357 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
Convivência
DO
CURSO
DE
-
700
Matutino, vespertino e noturno
40
Matutino, vespertino e noturno
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Reprografia
12
Matutino, vespertino e noturno
Cantina
12
Matutino, vespertino e noturno
Livraria
40
Matutino, vespertino e noturno
Lojinha
40
Matutino, vespertino e noturno
350
Matutino, vespertino e noturno
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
5
Matutino e vespertino.
Sala de Espera
12
Matutino e vespertino.
Psicopedagogia
10
Matutino e vespertino.
Sala dos Professores
15
Matutino e vespertino.
Secretaria
10
Matutino e vespertino.
Cozinha Experimental
10
Matutino e vespertino.
Cozinha
10
Matutino e vespertino.
Primeiros Socorros
10
Matutino e vespertino.
Almoxarifado
10
Matutino e vespertino.
Estimulação Psicomotora
20
Matutino e vespertino.
Multimeios
20
Matutino e vespertino.
Estimulação Psicomotora
20
Matutino e vespertino.
Multimeios
20
Matutino e vespertino.
Sala de coordenação do Colégio
PRÉDIO 3
INSTALAÇÕES
Convivência
PRÉDIO 4
INSTALAÇÕES
Recepção
Central de Atendimento
Tesouraria
12
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Atendimento Financeira
12
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Cobrança
09
Matutino, vespertino e noturno
Sala da Gerência do Financeiro
07
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Atendimento
30
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Apoio ao Atendimento
15
Matutino, vespertino e noturno
CPD
15
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Arquivo
30
Matutino, vespertino e noturno
Recepção da Direção
05
Matutino, vespertino e noturno
Sala da CPA
10
Matutino, vespertino e noturno
Sala da Secretária Geral
10
Matutino, vespertino e noturno
Sala da Direção Acadêmica
15
Matutino, vespertino e noturno
Sala da Coordenação de Estágio
10
Matutino, vespertino e noturno
DCE
15
Matutino, vespertino e noturno
Copa
12
Matutino, vespertino e noturno
V - 1.3. INSTALAÇÕES PARA DOCENTES
Nas instalações do UNIFACEX existem salas de professores, salas de
reuniões, gabinetes para atendimento individual e salas de informática. Os espaços
- 358 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
são adequados, iluminados, ventilados ou refrigerados, permanentemente limpos e
bem equipados, possuindo banheiros para uso exclusivo dos docentes.
INSTALAÇÕES PARA DOCENTES – GRADUAÇÃO
PRÉDIO 1
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Sala de Espera
30
Matutino, vespertino e noturno
Atendimento Individualizado
40
Matutino, vespertino e noturno
Sala de TP/TI
60
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Reunião
15
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Convivência
30
Matutino, vespertino e noturno
Banheiro Masculino
10
Matutino, vespertino e noturno
Banheiro Feminino
10
Matutino, vespertino e noturno
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Sala de Espera
09
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Convivência
20
Matutino, vespertino e noturno
Banheiro Masculino
10
Matutino, vespertino e noturno
Banheiro Feminino
10
Matutino, vespertino e noturno
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Sala de Integração Administração/Direito
9
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Integração Contábeis
9
Matutino, vespertino e noturno
INSTALAÇÕES
Sala dos Professores
PRÉDIO 2
INSTALAÇÕES
Sala dos Professores
PRÉDIO 3
INSTALAÇÕES
Sala de Integração Psicologia/Enfermagem
9
Matutino, vespertino e noturno
Banheiro Masculino
10
Matutino, vespertino e noturno
Banheiro Feminino
10
Matutino, vespertino e noturno
INSTALAÇÕES
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Sala dos Professores
15
Matutino e vespertino.
PRÉDIO 4
V - 1.4. INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO
As instalações para as coordenações dos cursos de graduação se encontram
distribuídas nos prédios I, II e III.
Todas as instalações são adequadas para atenderem as necessidades atuais,
com recepção, sala de atendimento, mobiliário adequado e computadores em todos
os ambientes, atendendo a necessidade de cada curso.
PRÉDIO 1
INSTALAÇÕES
Recepção da Coordenação de Ciências Biológicas e Serviço Social
- 359 -
ÁREA (M2)
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
09
Matutino, vespertino e noturno
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
Coordenação de Ciências Biológicas
15
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Serviço Social
12
Matutino, vespertino e noturno
Recepção da Coordenação dos Cursos Tecnológicos
10
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Atendimento de Alunos CST´s 1
09
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Atendimento de Alunos CST´s 2
09
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação dos Cursos Tecnológicos
70
Matutino, vespertino e noturno
Recepção da Coordenação de Pedagogia e o NEP
10
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Atendimento de Alunos – Pedagogia
09
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Atendimento de Alunos – Pedagogia
09
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Pedagogia e NEP
70
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Pedagogia do Colégio
20
Matutino e vespertino.
09
Matutino e vespertino.
Recepção da Coordenação de Administração e Direito
10
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Administração
40
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Direito
25
Matutino, vespertino e noturno
Recepção da Coordenação de Ciências Contábeis
10
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Contábeis
30
Matutino, vespertino e noturno
Recepção da Coordenação de Enfermagem e Psicologia
10
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação de Enfermagem
25
Matutino, vespertino e noturno
25
Matutino, vespertino e noturno
Coordenação Pedagógica
20
Matutino e vespertino.
Coordenação de Disciplina
12
Matutino e vespertino.
PRÉDIO 2
Coordenação de Disciplina do Colégio
PRÉDIO 3
Coordenação de Psicologia
PRÉDIO 4
V - 1.5. INSTALAÇÕES PARA A PÓS-GRADUAÇÃO
As instalações para a pós-graduação se encontram na Unidade II. São
adequadas para atenderem as necessidades atuais, com recepção, sala de
atendimento, salas de aulas exclusivas para as atividades de ensino e para a
coordenação. Todo o mobiliário adequado e computadores em todos os ambientes,
atendendo a necessidade de cada curso.
PRÉDIO 2
Recepção da Coordenação
12
Matutino, vespertino e noturno
Sala de atendimento
05
Matutino, vespertino e noturno
Sala da coordenação
15
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Aula 1
40
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Aula 2
40
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Aula 3
40
Matutino, vespertino e noturno
Sala de Aula 4
40
Matutino, vespertino e noturno
- 360 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
V - 1.6. AUDITÓRIO/SALA DE CONFERÊNCIA
No momento, a Instituição possui um mini auditório com capacidade para 60
pessoas e o outro, no Serviço-Escola de Psicologia com capacidade para 70
pessoas. Possui também, 02 anfiteatros com capacidade de 45 pessoas cada um.
Todos
os
espaços
são
adequados
em
dimensão,
acústica,
iluminação,
ventilação/refrigeração, limpeza e mobiliário.
V - 1.7. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (ADEQUAÇÃO E LIMPEZA)
As instalações sanitárias nos prédios onde funcionam os cursos, destinadas
aos docentes, discentes e ao público visitante em geral, são amplas, em
quantidades suficientes, limpas e com espaços destinados aos deficientes físicos.
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
ÁREA (M2)
INSTALAÇÕES
PRÉDIO 1
Térreo
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
1º Andar
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
Sanitário Masculino/Feminino – Rece
03
Sanitário Masculino/Feminino – Presidência
03
Sanitário Masculino/Feminino – Direção Administrativa
03
2º Andar
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
PRÉDIO 2
ÁREA (M2)
INSTALAÇÕES
Térreo
Sanitário Masculino
20
Sanitário Feminino
20
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
1º Andar
Sanitário Masculino
20
Sanitário Feminino
20
- 361 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
2º Andar
Sanitário Masculino
20
Sanitário Feminino
20
PRÉDIO 3
ÁREA (M2)
INSTALAÇÕES
Térreo
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
2º Andar
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
PRÉDIO 4
ÁREA (M2)
INSTALAÇÕES
Térreo
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
Sanitário Masculino
10
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
Sanitário Feminino
10
2º Andar
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
Sanitário Masculino
10
Sanitário Feminino
10
CENTRAL DE ATENDIMENTO
ÁREA (M2)
INSTALAÇÕES
Sanitário Masculino/Feminino
04
Sanitário Masculino/Feminino – Secretária Geral
04
Sanitário Masculino/Feminino – Direção Acadêmica
10
Sanitário Masculino/Feminino – CPA
04
V - 1.8. CONDIÇÕES
DE
ACESSO
PARA
PORTADORES
DE
NECESSIDADES ESPECIAIS
Todas as condições de acesso para portadores de necessidades especiais
estão observadas, visto que existem rampas, elevadores, instalações sanitárias
especiais e vagas no estacionamento da Unidade II.
O UNIFACEX cumpre o Decreto 5.269/04, que “estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida”. Oito de suas salas de aula, todos os
Laboratórios de Informática e Biblioteca situam-se no térreo dos prédios I, II e III,
- 362 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
contando com rampas de acesso, para facilitar a locomoção de portadores de
necessidades especiais. Outros espaços, como a recepção e Secretaria, a quadra
poliesportiva, o setor de pagamento de mensalidades, cantinas, espaço de
convivência, reprografia, bebedouros etc. não oferecem barreiras a acessibilidade.
Os pisos superiores dos prédios contam com corrimão nas escadas e elevadores.
Desta forma, propicia aos portadores de deficiência física e sensorial,
condições básicas de acesso ao ensino superior, de mobilidade e de utilização de
equipamentos e instalações em seu campus, tendo como referência a NBR 9050, da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata da Acessibilidade de
Pessoas
Portadoras
de
Deficiências
e
Edificações,
Espaço,
Mobiliário
e
Equipamentos Urbanos.
A Instituição assegura:
a) aos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida:

Eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação, permitindo o
acesso aos espaços de uso coletivo;

Reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de
serviços;

Construção de rampas com corrimãos ou colocação de elevadores,
facilitando a circulação de cadeira de rodas;

Adaptação de portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o
acesso de cadeira de rodas;

Colocação de barras de apoio nas paredes dos banheiros; e

Instalação de lavabos, bebedouros e telefones públicos em altura
acessível aos usuários de cadeira de rodas.
b) aos alunos com deficiência visual:
É compromisso formal da instituição proporcionar, caso seja solicitado,
desde o acesso até a conclusão do curso, sala de apoio contendo:

Máquina de datilografia Braille, impressora Braille acoplada a computador
e sistema de síntese de voz;

Gravador e fotocopiadora que amplie textos;

Plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em fitas de áudio;

Software de ampliação de tela;

Equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com
visão subnormal;
- 363 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-

Lupas e réguas de leitura;

Scanner acoplado a computador; e,

Plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico dos conteúdos básicos
em Braille.
c) aos alunos com deficiência auditiva:
É compromisso formal da instituição proporcionar, caso seja solicitada,
desde o acesso até a conclusão do curso:

Quando necessário, intérpretes de língua de SINAIS/língua portuguesa,
especialmente
quando
da
realização
de
provas
ou
sua
revisão,
complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este
não tenha expressado o real conhecimento do aluno;

Flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;

Aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita,
(para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o
estudante estiver matriculado);

Materiais de informações aos professores para que se esclareça a
especificidade linguística dos surdos.
V - 1.9. INFRAESTRUTURA DE SEGURANÇA
O UNIFACEX tem como uma das suas principais preocupações, oferecer aos
seus alunos, professores e demais funcionários, todas as condições de segurança
para o perfeito e tranquilo andamento das atividades acadêmicas.
Seus laboratórios, embora não tenham equipamentos de risco, possuem
afixados em lugar visível, os procedimentos básicos de conduta no caso de
ocorrência de algum sinistro.
Em todos os prédios do UNIFACEX são atendidas as normas de segurança
no tocante a pessoal e equipamentos. Os prédios são equipados com extintores,
escadas de incêndio, além de amplas áreas de circulação. Os laboratórios da área
de saúde têm todos os equipamentos de proteção individual e coletiva (EPI e EPC)
necessários a realização das aulas. Existe controle de acesso aos prédios no
campus, além de funcionários que exercem vigilância nas áreas de circulação
- 364 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
interna. Para as questões ligadas a acidente de trabalho, existe a Comissão Interna
de Prevenção de Acidentes (CIPA).
V- 1.10. MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS
Todas as instalações físicas são bem conservadas. Para isso o UNIFACEX
possui setores destinados à limpeza, conservação e manutenção dos espaços físicos
e das instalações diversas. Os espaços externos são limpos e ajardinados.
V- 1.11. PLANO DE EXPANSÃO FÍSICA
O UNIFACEX possui uma área total aproximada de 19000m², na qual estão
distribuídos os prédios I, II, III e IV. A Clínica e o Núcleo de Prática Jurídica
complementam os espaços de laboratórios e ambientes necessários para os cursos
existentes.
Apesar da instituição ter salas de aulas disponíveis e espaços para
laboratórios para atender os novos cursos previstos, foi adquirido recentemente um
terreno de 7000m², próximo as atuais instalações onde será erguido um novo
prédio, com salas de aulas, laboratórios, estacionamento e uma nova biblioteca, no
intuito de atender a projeção de expansão prevista no PDI.
V- 1.12. EQUIPAMENTOS
Todos os equipamentos disponibilizados nas diversas instalações da FACEX
se encontram em boas condições de uso e funcionamento, além de que os
materiais de consumo são em quantidade suficiente para atender ao número de
alunos e às disciplinas teóricas e práticas dos cursos.
V - 1.13. ACESSO
A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS
DOCENTES
Os equipamentos de informática são disponibilizados para os docentes em
diversos setores, tais como: sala de atendimento ao aluno, sala de TP/TI, Salas de
Integração, coordenadoria de cursos, além dos laboratórios de informática.
V- 1.14. ACESSO
A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS
ALUNOS
- 365 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
Os equipamentos de informática estão disponibilizados para todos os
alunos dos cursos do UNIFACEX, em laboratórios específicos, na biblioteca e no
laboratório IV que é de uso exclusivo para os alunos.
V - 1.15. RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA
O UNIFACEX tem em sua infraestrutura de apoio pedagógico para a
realização de aulas, reuniões e eventos na Instituição, recursos audiovisuais,
principalmente
os
mais
usados
como:
TV,
vídeo,
Projetor
multimídia
e
retroprojetor, que facilitam a mediação do conhecimento em sala de aula.
A unidade III tem Projetor Multimídia em todas as salas de aula, em 2011
a unidade I e II, deverão ser contempladas com Projetor de Multimídia em todas as
salas.
A manutenção preventiva, bem como os investimentos na preparação de
recursos humanos para um rápido atendimento aos professores em sala de aula, além
de propiciar o oferecimento de orientações sobre o correto uso dos aparelhos contribui
para a maximização dos recursos disponíveis.
V - 1. 16. EXISTÊNCIA DA REDE DE COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
Os equipamentos disponibilizados para os professores e alunos, nos
diversos espaços já referidos, estão conectados às redes de comunicação científica.
V - 1.17. MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
São de responsabilidade do setor de Serviços Gerais a manutenção e
conservação das instalações, bem
como coordenar, orientar, supervisionar,
executar e controlar as atividades auxiliares que dão suporte operacional ao
UNIFACEX e zelar pela conservação dos bens patrimoniais.
O Setor de Serviços Gerais conta com equipes internas específicas para
diferentes tipos de manutenção e com contratos de prestação de serviços nos casos
especializados, como por exemplo, equipamentos de laboratórios e ar condicionado.
É
de
responsabilidade
do
Setor
de
Informática
a
manutenção
e
conservação dos equipamentos de informática. Esse setor conta com uma equipe
interna responsável pelas máquinas, assim como pela instalação e controle dos
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-
PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
-
softwares, e com um suporte externo técnico de empresas especializadas em
equipamentos de informática.
Em órgãos de apoio, que necessitam de manutenção diferenciada, existe
sempre uma equipe interna para atendimento de urgência e contratos de
assistência técnica especializada externa.
Para os outros equipamentos didático-pedagógicos, o setor de Multimeios
também
conta
com
funcionários
especializados
para
sua
manutenção
e
conservação.
V - 1.18. PLANO
DE
EXPANSÃO
E
DE
ATUALIZAÇÃO
DE
EQUIPAMENTOS
O UNIFACEX possui equipe técnica especializada, em todas as suas
Unidades, preparadas para garantir a manutenção periódica dos equipamentos e
instalações. A equipe interna de manutenção é treinada para agir na manutenção
periódica dos equipamentos e preparada para agir com rapidez e regularidade nas
necessidades de reparo. Na previsão orçamentária do UNIFACEX há a destinação de
verba anual para amparar o seu plano de expansão e de atualização dos
equipamentos. As aquisições anuais, assim como a política de atualização,
renovação e manutenção dos equipamentos são perfeitamente amparadas pela
verba anual destinada à atualização e à expansão.
V - 2. Biblioteca
V - 2.1. APRESENTAÇÃO
A Biblioteca Senador Jessé Pinto Freire, criada através de Portaria como
órgão suplementar da Centro Universitário FACEX, vinculada a Direção Acadêmica
dessa IES é coordenada e supervisionada sob forma sistêmica como biblioteca
híbrida (Universitária e escolar), com atribuições diretas aos cursos de nível
superior com perfil e formação voltados para o ensino, a pesquisa e a extensão.
Sua política de funcionamento rege-se por Regimento próprio e Normas Internas, e
por Instruções normativas determinadas pelos Diretores e Coordenador da
Biblioteca universitária do UNIFACEX.
- 367 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
A Biblioteca tem como objetivo: recuperar, organizar, disseminar e
socializar a informação bibliográfica, multimeios e virtual, bem como promover a
cultura entre docentes, discentes e funcionários da IES de forma dinâmica e eficaz,
contribuindo para a qualidade do ensino, pesquisa e extensão.
É fundamental que as solicitações de livros, periódicos, DVD´s e outras
sejam atendidas de forma a permitir que o alunado possa utilizar-se do material
bibliográfico necessário tanto para o ensino, quanto para a pesquisa e a extensão.
A existência de salas de consulta, com um ambiente tranquilo e adequado ao
estudo, coloca-se também como essencial.
V - 2.2. INSTALAÇÃO FÍSICA DA BIBLIOTECA
A Biblioteca está localizada na Unidade I do UNIFACEX, sendo de fácil
acesso para os seus usuários: alunos, professores e funcionários, como também a
comunidade em geral.
O espaço físico está distribuído em sede própria com três pavimentos,
providos de acesso aos deficientes, sendo um térreo e dois mezaninos. Dispõe
também de banheiro masculino e feminino.
Sua área física é de 1.163,21m2, distribuída da seguinte forma:
Térreo = 505,13 m2; Pavimento 1 = 412,30m2; Pavimento 2 = 245,78m2 e
156,32m2 de área para serviços técnicos-administrativos. As instalações estão
disponibilizadas para acervo, leitura individual, 07 salas para estudo em grupo, 17
cabines individuais semiaberta, 16 terminais de acesso a internet, circulação e
terminais de consultas ao catálogo on line, possuindo mais de 300 assentos para
uso diário.
Todo o seu espaço é climatizado com ambientação moderna e confortável.
Dispõe
de
serviço
de
fiscalização
eletrônica
com
câmeras
e
antenas
eletromagnéticas.
V - 2.3. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
A Biblioteca funciona em horário ininterrupto de segunda a sexta-feira, das
8:00 às 22:00h e no sábado das 8:00 às 12:00h.
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PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
V - 2.4. SERVIÇOS OFERTADOS PELA BIBLIOTECA
A biblioteca disponibiliza os seguintes serviços à sua comunidade interna e
externa:
Atendimento ao público: Este serviço está ligado diretamente ao

usuário, atuando junto em tirar dúvidas e auxiliar na utilização dos
serviços e localização física dos materiais.
Empréstimos: Disponibiliza a circulação e empréstimo dos materiais

do acervo da biblioteca para seus clientes internos, bem como reserva
e renovação (in loco ou online), devolução e as modalidades de
empréstimo especial e empréstimo entre bibliotecas.
Serviços Online: Via internet, o usuário pode reservar e renovar

materiais, como também consultar sua situação na biblioteca.
Comutação Bibliográfica: Viabiliza a possibilidade de obter cópias de

artigos
publicados
em
periódicos,
teses
e
anais
de
congresso
pertencentes a outras instituições.
V - 2.4. POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO
A política de aquisição, atualização e expansão do acervo bibliográfico
adotada pelo UNIFACEX é baseada nas necessidades dos cursos de graduação, pósgraduação e extensão, mantidos pela Instituição, seguindo as indicações dos corpos
docente e discente com base nos conteúdos programáticos dos cursos oferecidos. A
aquisição do material bibliográfico se dá de forma contínua, com base nas
solicitações de aquisição dos cursos e identificação de necessidades por parte da
Biblioteca, e de acordo com o provimento de recursos financeiros da Instituição.
Faz
parte
do
planejamento
econômico-financeiro
da
Instituição
a
destinação de recursos em até 2% ao ano do resultado operacional para atender às
necessidades decorrentes da oferta de novos cursos, do crescimento do número de
usuário e da constante atualização do acervo.
Para seu desenvolvimento, a Biblioteca do UNIFACEX conta com plano de
expansão para o período de vigência do PDI, abrangendo os recursos de
informática, serviços, recursos humanos, recursos materiais e recursos físicos,
conforme detalhado no item a seguir.
- 369 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
-
V - 2.6. ACERVO DA BIBLIOTECA
A
Biblioteca
Senador
Jessé
Pinto
Freire
caracteriza-se
como
multidisciplinar, uma vez que existe a necessidade de fornecer com precisão,
relevância e atualidade, as informações bibliográficas necessárias aos alunos do
colégio, da graduação e da pós-graduação do UNIFACEX e à comunidade em geral.
Possui um acervo de qualidade, composto por edições atuais e em
excelente estado de conservação.
O crescimento da coleção é constante, sendo ampliado de acordo com o
Cronograma de Desenvolvimento Organizacional da IES e através das solicitações
emitidas pelos coordenadores de curso, que seguem as bibliografias do corpo
docente e das solicitações dos discentes. Após a seleção do material, a listagem
com as solicitações é enviada para a Biblioteca, que, por sua vez, faz o
levantamento quantitativo do material já existente e encaminha para a Direção
Financeira que executa os procedimentos de compra. A Direção Financeira faz
cotação de preço junto aos livreiros, aprova a compra e envia à Biblioteca a lista do
material a ser comprado. Para finalizar o processo de compra a Biblioteca entra em
contato com o fornecedor e fica responsável pelo recebimento do material
comprado e pela cobrança da entrega.
O acervo é uma ferramenta indispensável para subsidiar a formação do
corpo discente e docente da IES, tanto no aspecto educacional quanto no cultural. É
composto por 19.377 títulos e 56.958 volumes de todas as áreas do conhecimento
humano, distribuídos em livros, folhetos, periódicos, multimeios e produção
acadêmica, conforme especificados no quadro 18.
Quadro 18: Números do acervo da Biblioteca
TIPO DE MATERIAL
TÍTULOS
EXEMPLARES
15.678
36.864
Folhetos
742
978
Periódicos
638
16.160
Multimeios
753
1.209
1.566
1.747
19.377
56.958
Livros
Produção Acadêmica
TOTAL
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PROJETO
PEDAGÓGICO
DO
PSICOLOGIA
CURSO
DE
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O material bibliográfico pode ser consultado pela base do Sistema
Pergamum
(PUC-PR)
via
internet,
através
da
homepage
do
UNIFACEX
(www.FACEX.com.br) ou na base local da própria Biblioteca. Todo o acervo está
automatizado e o catálogo online disponibilizado para consulta é de fácil utilização,
e oferecendo diferenciadas formas de busca da informação.
No que tange à entrada e saída de materiais no âmbito da Biblioteca, todos
aqueles que são adquiridos e devolvidos circulam com bastante agilidade. Esse
fluxo ocorre de maneira satisfatória porque o acesso ao material é priorizado pela
Seção de Processamento Técnico que disponibiliza o documento ao usuário, e pela
seção de circulação, que é responsável pela reposição do documento na estante,
tanto novos como os devolvidos do empréstimo.
A Biblioteca é organizada com a Classificação Decimal Universal (CDU), o
que facilita a localização física dos materiais e a organização dos materiais por
assunto. A bibliografia específica do curso já foi explicitada na parte II deste
projeto.
V - 2.7. BASE DE DADOS
Dinamizando o suporte à pesquisa acadêmica e, acompanhando as
mudanças de paradigmas para o setor de bibliotecas, o UNFACEX conta com o uso
de novas ferramentas desenvolvidas no campo da disseminação da informação e
produção do conhecimento uma vez que a biblioteca deixa de ser local de
conservação e preservação das informações em suportes impressos. A Biblioteca do
UNIFACEX faz uso da base de dados, disponibilizando pontos de acesso direto à
informação, estando disponível não só aos usuários da rede da Instituição, como
também a qualquer pessoa da comunidade universitária.
A Instituição conta atualmente com o uso via internet das seguintes bases
de dados:
BASES DE DADOS
ANO
SCIELO
Internet
PROSSIGA
Internet
IBICT/CCN
Internet
TESES.EPS.UFSC
Internet
TESES/USP
Internet
TOTAL
- 371 -
05
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
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V - 3. Relação dos Laboratórios
Atualmente o UNIFACEX dispõe de quatro laboratórios de informática que
atendem aos cursos oferecidos pela Instituição satisfatoriamente, sendo um
exclusivo de acesso dos alunos. Além destes existem laboratórios para atendimento
aos cursos da área da Saúde e que serão utilizados pelos novos cursos, nas
disciplinas básicas e comuns entre eles. O quadro 21 demonstra os laboratórios
existentes no UNIFACEX.
Quadro 19: laboratórios da FACEX
LABORATÓRIO
CARACTERÍSTICAS
Cursos Atendidos
Área (m2) Cap.
Laboratório de Informática (LIFE I)
Todos
90,00
40
Laboratório de Informática (LIFE II)
Todos
100,00
60
Laboratório de Informática (LIFE III)
Todos
90,00
40
Livre para os alunos
90,00
30
122,83
25
79,24
25
104,55
25
66,41
25
66,41
25
66,41
25
66,41
25
11,21
03
25,00
12
Laboratório de Informática (LIFE IV)
Laboratório de Biologia Celular, Genética e
Ciências Biológicas, Psicologia,
Bioquímica
Laboratório de Microscopia
Laboratório de Anatomia
Anfiteatro Anatomia
Laboratório de Botânica, Zoologia e
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Ecologia
Laboratório de Física, Biofísica, Fisiologia e
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Microbiologia
Laboratório de Histologia e Embriologia
Sala de Dissecação e Montagem de peças
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
anatômicas
Enfermagem
Ciências Biológicas, Psicologia,
Biotério
Enfermagem
Legenda:


M2 é a área em m2construída/a ser construída no respectivo ano;
Cap. é a capacidade para alunos.
- 372 -
-
PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
DO
CURSO
DE
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V - 3.1LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
Os Laboratórios utilizados pelos cursos do UNIFACEX contam com os
seguintes equipamentos:
LABORATÓRIO de Informática I (LIFE I)
DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO
Computador SEMPRON 2.3 Ghz, com HD de 40 GB, 1GB de memória RAM, Drive de 1,44Mb,
monitor de 15”, mouse e teclado
Qtde.
31
Impressora Multifuncional – HP
01
Estabilizadores
31
Tv 29”
01
LABORATÓRIO de Informática II (LIFE II)
DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO
Computador Celeron 450 2.2 800MHZ, com HD de 320 GB, 1GB de memória RAM, Gravador
de DVD/RW, Monitor de 15” LCD, mouse e teclado
Qtde.
32
Impressora Matricial
02
Estabilizadores
24
Tv 29”
01
LABORATÓRIO de Informática III (LIFE III)
DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO
Computador Celeron 450 2.2 800MHZ, com HD de 320 GB, 1GB de memória RAM, Gravador
de DVD/RW, Monitor de 15” LCD, mouse e teclado
Qtde.
31
Impressora Matricial
00
Estabilizadores
24
Tv 29”
01
LABORATÓRIO de Informática IV (LIFE IV)
DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO
Computador SEMPRON 2.3 Ghz, com HD de 40 GB, 1GB de memória RAM, Drive de 1,44Mb,
monitor de 15”, mouse e teclado
Qtde.
30
Impressora Laser – Lexmark
01
Estabilizadores
30
- 373 -
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PROJETO
PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA
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DO
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CURSO
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