Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da

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Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
IDENTIFICAÇÃO DOS
GARGALOS TECNOLÓGICOS
DETERMINANTES DA
IMPORTAÇÃO DE
PRODUTOS QUÍMICOS
Dezembro, 2000
Apoio: MCT – PADCT - CDT
PADCT – Plataforma Tecnológica
ABIQUIM
UFRJ - EQ - SIQUIM
PADCT – Plataforma Tecnológica
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Reprodução autorizada desde que citada a fonte.
ISBN 85-85493-20-8
A132i
ABIQUIM. Associação Brasileira da Indústria Química.
Identificação dos gargalos tecnológicos determinantes da importação de
produtos químicos; projeto conjunto da ABIQUIM – Associação Brasileira
da Indústria Química e da Escola de Química - UFRJ - Sistema de
Informações sobre a Indústria Química; apoio PADCT - Plataforma
Tecnológica. São Paulo: ABIQUIM, Outubro 2000.
1. Oportunidades de investimento – indústria química – Brasil. 2.
Importação indústria química – Brasil. 3. Estudo de mercado – produtos
químicos industriais – Brasil. I. Associação Brasileira da Indústria Química
– ABIQUIM. II. Escola de Química - UFRJ III. PADCT - Programa Nacional
de Desenvolvimento Tecnológico e Científico.
CDU 338.33:661(81)
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
APRESENTAÇÃO
O Brasil importou em 1999 produtos químicos no valor de US$ 9,8 bilhões, total 3 vezes
superior ao importado em 1990.
Esse volume expressivo de importações representa, em certa medida, oportunidade de
investimento para a indústria química brasileira.
Este relatório apresenta os resultados de um projeto conjunto ABIQUIM / EQ – UFRJ,
para identificar os gargalos tecnológicos industriais e econômicos determinantes da
importação de produtos químicos pelo país.
O detalhamento do estudo proposto mostrou a amplitude do número de produtos de alto
valor de importação, a concentração de grandes importações em um número reduzido de
produtos e a complexidade para identificação das importações incluídas nos itens
tarifários não específicos.
A definição do universo a ser trabalhado tornou possível um detalhado levantamento,
produto a produto, dos principais indicadores tecnológicos, produtivos e comerciais.
A participação dos mais destacados especialistas da comunidade científica, tecnológica e
industrial do setor químico, em Workshop realizado em 06 de julho de 2000, contribuiu
especialmente para os resultados alcançados.
A identificação dos gargalos tecnológicos existentes e a confirmação das dificuldades
não tecnológicas para a realização de investimentos no setor delineiam um quadro
preocupante para a superação do déficit comercial químico brasileiro. Fica clara, mais
uma vez, a necessidade de reformas no sistema tributário nacional e a cooperação e
entendimento entre empresários, governo e comunidade científico-tecnológica na busca
de soluções para os problemas levantados.
Este estudo deve ainda se constituir em um marco inicial de trabalho, para a geração de
projetos cooperativos voltados à superação dos gargalos tecnológicos que impedem um
maior desenvolvimento da indústria química no país. Serve, também, como alerta de que
problemas estruturais brasileiros necessitam ser resolvidos para viabilizar o investimento
competitivo e a superação do crescente déficit químico no país.
Pedro Wongtschowski
Coordenador do Projeto
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ÍNDICE
1. ESTRUTURA........................................................................................................................... 4
2. EQUIPE.................................................................................................................................... 5
3. METODOLOGIA.................................................................................................................... 7
3.1 Sistemática do Trabalho .................................................................................. 7
3.2 Análise dos Dados Obtidos ............................................................................. 8
4. ANÁLISE DOS GRUPOS DE PRODUTOS....................................................................... 32
5. CARACTERIZAÇÃO DOS DADOS MERCADOLÓGICOS E TECNOLÓGICOS. 34
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
5.7
Fertilizantes ................................................................................................... 34
Polímeros e Intermediários............................................................................ 43
Defensivos Agrícolas e Intermediários ......................................................... 69
Fármacos Humanos e Veterinários ............................................................... 93
Intermediários Inorgânicos.......................................................................... 111
Intermediários Orgânicos ............................................................................ 119
Borrachas..................................................................................................... 129
6. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DO WORKSHOP ............................................... 135
7. RELATÓRIO DOS GRUPOS DO WORKSHOP ............................................................. 139
7.1
7.2
7.3
7.4
7.5
Grupo de Fertilizantes e Intermediários Inorgânicos .................................. 139
Grupo de Polímeros e Intermediários.......................................................... 142
Grupo de Fármacos Humanos e Veterinários e Defensivos Agrícolas ....... 145
Grupo de Intermediários Orgânicos ............................................................ 147
Grupo de Borrachas..................................................................................... 149
8. CONCLUSÕES....................................................................................................................152
9. CONSIDERAÇÕES FINAIS E RECOMENDAÇÕES....................................................154
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1. ESTRUTURA
Proponente, Convenente e Unidade Executora:
Associação Brasileira da Indústria Química - ABIQUIM
Unidade Co-executora:
Escola de Química - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Sistema de Informações
Sobre a Indústria Química - (EQ - UFRJ – SIQUIM)
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2. EQUIPE
Coordenação:
Pedro Wongtschowski
(ABIQUIM)
Vice-coordenação:
Adelaide Antunes
(EQ / UFRJ)
Colaboradores Co-responsáveis
Renato Endres
(ABIQUIM)
Nícia Maria Mourão Henrique (OXITENO)
Equipe de Desenvolvimento:
Suzana Borschiver
(EQ / UFRJ)
Gabriela Padilha
(PADCT)
Paulo Galdino
(PADCT)
Consultores:
Ricardo Isidoro da Silva
(PADCT)
Jorge Madeira Nogueira
(PADCT)
Vera Lúcia de Sá B. Pereira
(PADCT)
Alexandre Marko
(PADCT)
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Assessoria:
Clarice Gandelman
(EQ / UFRJ)
Roberto Giannini
(EQ / UFRJ)
Ana Carolina S. Mangueira
(PADCT)
Cláudia D. C. de Azevedo
(PADCT)
Cristina D’Urso
(PADCT)
Fátima Giovanna Ferreira
(ABIQUIM)
Denise Mazzaro Naranjo
(ABIQUIM)
Clara Taeko Suyama
(ABIQUIM)
Ana Lúcia Bachelli
(ABIQUIM)
Contribuições especiais:
Zich Moysés Júnior
Milton Pinna Júnior
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3. METODOLOGIA
O objetivo central do estudo é analisar, do ponto de vista tecnológico e industrial, os itens
de maior relevância na pauta de importações de produtos químicos do país, que
apresentem valor de importação superior a US$ 5 milhões / ano.
O faturamento global da indústria química brasileira, nos últimos anos, esteve em torno
de US$ 40 bilhões, configurando-se no segundo maior faturamento industrial no país. Os
produtos dessa indústria correspondem a 17 capítulos na classificação da Nomenclatura
Comum do Mercosul (NCM), conforme pode ser visto na Tabela 1 (págs. 11 e 12)
O valor total das importações brasileiras destes produtos sofreu, ao longo da década de
90, uma grande aceleração, alcançando aproximadamente US$ 10 bilhões em 1999.
Paralelamente, as exportações, embora tenham apresentado crescimento, não evoluíram
às mesmas taxas que as importações, gerando um crescente déficit na balança comercial
desse setor industrial.
Para a realização deste estudo, foram utilizados os “Relatórios de Estatísticas de
Comércio Exterior”, publicados pela ABIQUIM e o levantamento das importações dos
itens tarifários, cujo valor FOB foi superior a US$ 5 milhões no ano de 1999.
3.1 SISTEMÁTICA DE TRABALHO
Tendo em vista o número expressivo de itens, tornou-se necessário analisar o conteúdo
de cada capítulo, desconsiderando-se, para efeito deste estudo, os capítulos relativos
predominantemente a produtos acabados e que têm como insumo os produtos da
indústria química. Desta forma, os itens tarifários relativos aos seguintes capítulos foram
excluídos deste estudo:
-
Capítulo 15
Capítulo 27
-
Capítulo 30
Capítulo 37
Capítulo 54
Capítulo 55
Gorduras e óleos animais e vegetais
Combustíveis minerais, óleos minerais e produtos de sua
destilação
Produtos Farmacêuticos
Produtos para Fotografia e Cinematografia
Fios Sintéticos e Artificiais
Fibras Sintéticas e Artificiais
A amostra resultante do novo universo considerado atingiu um total de US$ 7,990
bilhões em importações no ano de 1999, correspondendo a 2.699 diferentes itens
tarifários.
Neste novo universo identificou-se que 345 itens tarifários apresentaram importações
superiores a US$ 5 milhões, perfazendo um total de US$ 5,882 bilhões. Estes dados
mostram que 12,8% do total de itens considerados representam cerca de 73% do valor
total das importações da amostra (Tabela 2, págs. 13 a 24).
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3.2 ANÁLISE DOS DADOS OBTIDOS
A partir dos dados obtidos analisou-se o perfil das importações de produtos químicos, de
acordo com a seguinte seqüência:
1. Aprofundamento do estudo da concentração do valor FOB importado por número de
itens. Para esta análise utilizou-se o conceito da Função ABC, conforme Gráfico 1
(pág. 31);
2. A Função ABC mostrou a forte concentração das importações do universo
considerado em um número reduzido de itens tarifários;
3. Baseado neste resultado, decidiu-se por concentrar a amostra então considerada,
aprofundando a análise aos itens tarifários com valor de importação superior a 10
milhões de dólares FOB.
Com o objetivo de melhor explicitar a amostra a ser estudada, foram separados os itens
tarifários em específicos (aqueles que correspondem a apenas um produto) e não
específicos (aqueles que compreendem famílias de produtos não identificados nem
compreendidos em outras posições).
Nesta etapa procedeu-se à uma avaliação qualitativa da amostra, retirando-se os itens
não específicos compostos por um elevado número de produtos que, individualmente,
seriam pouco relevantes ao estudo pretendido. Foram retirados também os itens de venda
direta ao consumidor final não significativos ao objetivo do trabalho e os produtos que,
embora tenham sido importados em grande quantidade, no ano de 1999, tiveram sua
produção iniciada recentemente.
Através da abertura dos itens não específicos mantidos, foram identificados os produtos
individuais com importação acima de 10 milhões de dólares, com os seguintes critérios
adicionais:
1. Foram retirados os itens que não apresentaram produtos individuais com valor de
importação superior a 10 milhões de dólares;
2. Foram substituídos os itens não específicos pelos produtos individuais neles contidos
com valor de importação superior a 10 milhões, mantendo-se para cada caso a
classificação do item não específico.
Como resultado obteve-se a Tabela 3 (págs. 25 a 27), totalizando 93 produtos importados
com valor acima de US$ 10 milhões.
O Quadro 1 a seguir apresenta as estatísticas de importação de produtos químicos por
capítulos, contendo os itens tarifários com importação total acima de US$ 10 milhões
(excluídos os capítulos já citados).
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QUADRO 1
ITENS COM IMPORTAÇÃO ACIMA DE U$10 MILHÕES
Capítulos
Itens
Itens Não
da NCM Específicos Específicos
28
7
1
29
41
20
31
6
0
32
2
2
34
0
3
38
2
7
39
18
9
40
2
3
Total
78
45
Total de
Itens
8
61
6
4
3
9
27
5
123
% da
Amostra
2,0
4,0
14,6
4,0
6,4
4,4
15,8
18,5
5,0
Total de Itens
do Capítulo
401
1.536
41
101
47
203
171
27
2.527
2.699 (*)
Total
(*)
– Total dos capítulos que possuem itens com importação superior a US$ 10 milhões
– Total de itens dos capítulos considerados
O Quadro 2 a seguir relaciona o valor das importações dos itens específicos e genéricos
considerados e compara com o total importado por capítulo.
QUADRO 2
VALOR DA IMPORTAÇÃO POR ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO
ACIMA DE US$ 10 MILHÕES
Capítulos
da NCM
28
29
31
32
34
38
39
40
Total
Total
(*)
Valor FOB
dos Itens
Específicos
202,7
862,6
779,6
127,9
0
64,0
498,4
30,8
2.566,0
Valor FOB
dos Itens Não
Específicos
17,1
397,1
0,0
67,7
69,5
186,0
235,0
78,4
1.050,8
Total do
Valor FOB
dos itens
considerados
219,8
1.259,7
779,6
195,6
69,5
250,0
733,4
109,2
3.616,8
% da
Amostra
43,6
38,5
90,3
39,5
42,8
30,9
72,7
66,0
49,7
Total do Valor
FOB dos Itens do
Capítulo
504,4
3.267,0
863,8
494,5
162,5
808,2
1.008,1
165,4
7.273,9
7.990,6 (*)
– Total dos capítulos que possuem itens com importação superior a US$ 10 milhões
– Total dos capítulos considerados
Considerando-se a lista dos 93 produtos com importação superior a 10 milhões de dólares
como a base de trabalho, procedeu-se à subdivisão desses produtos por áreas de atuação,
resultando em oito grupos (Tabela 4, págs. 28 a 30):
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•
•
•
•
•
•
•
•
Borrachas
Defensivos Agrícolas e Intermediários
Fármacos Humanos
Fármacos Veterinários
Fertilizantes
Intermediários Inorgânicos
Intermediários Orgânicos
Polímeros e Intermediários
Para cada um desses 93 produtos desenvolveu-se, então, uma análise de suas
características produtivas e de atendimento ao mercado consumidor brasileiro de acordo
com as seguintes etapas:
1. Estabelecimento da rota química;
2. Identificação dos produtores nacionais, responsáveis pela oferta dos bens finais assim
como das matérias-primas do próprio setor;
3. Tabulação das informações estatísticas sobre produção, importação, exportação,
consumo aparente e investimentos previstos;
4. Análise das Tabelas, com auxílio de gráficos, enfatizando-se o comportamento
recente da produção interna, a interrupção da produção nacional e o crescimento
recente das importações;
5. Levantamento dos produtores internacionais, com destaque para a estrutura do
mercado mundial de todos esses produtos;
6. Identificação dos fatores tecnológicos e dos fatores não tecnológicos explicativos do
comportamento recente observado no setor, por meio de entrevistas com associações
representativas dos produtores, líderes empresariais e órgãos governamentais.
Essas informações foram complementadas com as discussões em workshop.
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TABELA 1
CAPÍTULOS DA NCM QUE COMPÕEM A INDÚSTRIA QUÍMICA
CAPÍTULO
PRODUTOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS
PRODUTOS QUÍMICOS
15
(PARCIAL)
LANOLINA; OUTRAS GORDURAS E ÓLEOS DE ANIMAIS E DE VEGETAIS
E RESPECTIVAS FRAÇÕES MODIFICADOS QUIMICAMENTE; MISTURAS
OU PREPARAÇÕES NÃO ALIMENTÍCIAS, DE GORDURAS OU DE ÓLEOS
ANIMAIS OU VEGETAIS NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS
EM OUTRAS POSIÇÕES; GLICEROL EM BRUTO; ÁGUAS E LIXÍVIAS
LANOLINA; OUTRAS GORDURAS E ÓLEOS DE ANIMAIS E DE
VEGETAIS
E
RESPECTIVAS
FRAÇÕES
MODIFICADOS
QUIMICAMENTE; MISTURAS OU PREPARAÇÕES NÃO ALIMENTÍCIAS,
DE GORDURAS OU DE ÓLEOS ANIMAIS OU VEGETAIS NÃO
ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES;
GLICEROL EM BRUTO; ÁGUAS E LIXÍVIAS
27
(PARCIAL)
ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO DOS
ALCATRÕES DE HULHA; PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS
CONSTITUINTES
AROMÁTICOS
PREDOMINEM,
EM
PESO,
RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS; MISTURAS
DE ALQUILIDENOS; ÓLEOS MINERAIS BRANCOS; VASELINA; PARAFINA,
CERAS DE PETRÓLEO E PRODUTOS SEMELHANTES
ÓLEOS E OUTROS PRODUTOS PROVENIENTES DA DESTILAÇÃO
DOS ALCATRÕES DE HULHA; PRODUTOS ANÁLOGOS EM QUE OS
CONSTITUINTES
AROMÁTICOS
PREDOMINEM,
EM
PESO,
RELATIVAMENTE AOS CONSTITUINTES NÃO AROMÁTICOS; BREU;
COQUE DE BREU; MISTURAS DE ALQUILIDENOS; ÓLEOS
MINERAIS BRANCOS; VASELINA; PARAFINA, CERAS DE PETRÓLEO
E PRODUTOS SEMELHANTES
28
PRODUTOS QUÍMICOS INORGÂNICOS
PRODUTOS QUÍMICOS INORGÂNICOS
29
PRODUTOS QUÍMICOS ORGÂNICOS
PRODUTOS QUÍMICOS ORGÂNICOS
30
PRODUTOS FARMACÊUTICOS
31
ADUBOS OU FERTILIZANTES MINERAIS OU QUÍMICOS (EXCETO
NITRATO DE SÓDIO NATURAL; CARNALITA, SILVINITA E OUTROS SAIS
DE POTÁSSIO NATURAIS, EM BRUTO)
ADUBOS OU FERTILIZANTES
32
EXTRATOS TANANTES E TINTORIAIS; TANINOS E SEUS DERIVADOS;
PIGMENTOS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES; E, MÁSTIQUES
EXTRATOS TANANTES E TINTORIAIS; TANINOS E SEUS
DERIVADOS; PIGMENTOS E OUTRAS MATÉRIAS CORANTES;
TINTAS E VERNIZES; MÁSTIQUES; TINTAS DE ESCREVER
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CAPÍTULOS DA NCM QUE COMPÕEM A INDÚSTRIA QUÍMICA
CAPÍTULO
PRODUTOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS
PRODUTOS QUÍMICOS
33
ÓLEOS ESSENCIAIS E RESINÓIDES; MISTURAS E PREPARAÇÕES À
BASE DE SUBSTÂNCIAS ODORÍFERAS
34
(PARCIAL)
SABÕES (EXCETO DE TOUCADOR); AGENTES ORGÂNICOS DE
SUPERFÍCIE, PREPARAÇÕES PARA LAVAGEM, PREPARAÇÕES
LUBRIFICANTES,
CERAS
ARTIFICIAIS,
CERAS
PREPARADAS,
PRODUTOS DE CONSERVAÇÃO E LIMPEZA
35
PRODUTOS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS MODIFICADOS;
COLAS; ENZIMAS (EXCETO AS CASEÍNAS)
36
(PARCIAL)
37
(PARCIAL)
ÓLEOS ESSENCIAIS E RESINÓIDES; MISTURAS E PREPARAÇÕES
À BASE DE SUBSTÂNCIAS ODORÍFERAS; PRODUTOS DE
PERFUMARIA
OU
DE
TOUCADOR
PREPARADOS
E
PREPARAÇÕES COSMÉTICAS
SABÕES; AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE, PREPARAÇÕES
PARA LAVAGEM, PREPARAÇÕES
LUBRIFICANTES, CERAS
ARTIFICIAIS,
CERAS
PREPARADAS,
PRODUTOS
DE
CONSERVAÇÃO E LIMPEZA, MASSAS OU PASTAS PARA MODELAR,
"CERAS" E COMPOSIÇÕES PARA DENTISTAS
MATÉRIAS ALBUMINÓIDES; PRODUTOS À BASE DE AMIDOS OU DE
FÉCULAS MODIFICADOS; COLAS; ENZIMAS
PÓLVORAS E EXPLOSIVOS
PRODUTOS PARA FOTOGRAFIA E CINEMATOGRAFIA (EXCETO OS
IMPRESSIONADOS)
PRODUTOS PARA FOTOGRAFIA E CINEMATOGRAFIA (EXCETO OS
IMPRESSIONADOS)
PRODUTOS DIVERSOS DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS
PRODUTOS DIVERSOS DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS
39
(PARCIAL)
PLÁSTICOS (EM FORMAS PRIMÁRIAS)
PLÁSTICOS (EM FORMAS PRIMÁRIAS)
40
(PARCIAL)
BORRACHA SINTÉTICA E BORRACHA ARTIFICIAL, EM FORMAS
PRIMÁRIAS; BORRACHA MISTURADA, NÃO VULCANIZADA, EM FORMAS
PRIMÁRIAS
BORRACHA SINTÉTICA E BORRACHA ARTIFICIAL, EM FORMAS
PRIMÁRIAS; BORRACHA MISTURADA, NÃO VULCANIZADA, EM
FORMAS PRIMÁRIAS
38
54
(PARCIAL)
FIOS DE FILAMENTOS SINTÉTICOS E ARTIFICIAIS
55
(PARCIAL)
CABOS DE FILAMENTOS SINTÉTICOS E ARTIFICIAIS; FIBRAS
SINTÉTICAS E ARTIFICIAIS
ELABORAÇÃO: ABIQUIM - DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR.
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TABELA 2
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
1
3104.20.90 OUTROS CLORETOS DE POTASSIO
414.760
2
3105.40.00 DIIDROGENO-ORTOFOSFATO DE AMONIO,INCL.MIST.H
171.421
3
3907.60.00 TEREFTALATO DE POLIETILENO EM FORMA PRIMARIA
146.489
4
3822.00.00 REAGENTES DE DIAGNOSTICO/LABORATORIO,EM SUPO
125.072
5
3808.30.29 OUTROS HERBICIDAS APRESENTADOS DE OUT.MODO
104.434
6
2931.00.37 ACIDO FOSFONOMETILIMINODIACETICO E AC.TRIMET
95.773
7
2934.90.99 OUTROS COMPOSTOS HETEROCICLICOS
87.191
8
3102.10.10 UREIA COM TEOR DE NITROGENIO>45% EM PESO
76.516
9
3206.11.19 OUTS.PIGMENTOS TIPO RUTILO,C/DIOXIDO TITANIO
76.028
10
3102.21.00 SULFATO DE AMONIO
67.610
11
2933.90.69 OUTS.COMPOST.HETEROCICL.C/1 CICLO TRIAZOL N/
60.597
12
2809.20.11 ACIDO FOSFORICO COM TEOR DE ARSENIO>=8PPM
56.373
13
3808.10.29 OUTROS INSETICIDAS APRESENTADOS DE OUT.MODO
53.916
14
2902.50.00 ESTIRENO
52.929
15
3206.11.11 PIGMENTO RUTILO,PARTICULA>=0.6 MICRONS,C/MOD
51.872
16
3824.90.90 OUTS.PRODS.E PREPARS.DAS INDS.QUIMS/INDS.CON
51.760
17
3907.20.39 OUTROS POLIETERPOLIOIS,EM FORMAS PRIMARIAS
49.904
18
3903.19.00 OUTROS POLIESTIRENOS EM FORMAS PRIMARIAS
49.796
19
2935.00.99 OUTROS SULFONAMIDAS
47.872
20
3906.90.44 POLIACRILATO DE SODIO,EM BLOCOS IRREGULARES,
47.170
21
2932.99.99 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.DE HETEROATOMOS DE
46.557
22
2836.20.10 CARBONATO DISSODICO ANIDRO
43.246
23
2930.40.90 OUTROS METIONINAS
42.975
24
2924.29.99 OUTROS AMIDAS CICLICAS,SEUS DERIVADOS E SAIS
42.965
25
3204.17.00 PIGMENTOS E SUAS PREPARACOES
42.423
26
3808.20.29 OUTROS FUNGICIDAS APRESENTADOS DE OUT.MODO
41.489
27
3901.10.10 POLIETILENO LINEAR,DENSIDADE<0.94,EM FORMA P
41.210
28
3215.19.00 OUTROS TINTAS DE IMPRESSAO
39.810
29
3103.10.30 SUPERFOSFATO,TEOR DE PENTOXIDO DE FOSFORO (P
39.243
PADCT – Plataforma Tecnológica
13
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ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
30
3808.30.23 HERBICIDA A BASE GLIFOSATO/SAL MONOISOPROPIL
37.552
31
2931.00.32 GLIFOSATO E SEU SAL DE MONOISOPROPILAMINA
35.599
32
2933.90.99 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.DE HETEROATOMOS DE
34.139
33
3402.13.00 AGENTES ORGANICOS DE SUPERFICIE,NAO IONICOS
33.560
34
2930.90.39 OUTROS TIOETERES,TIOESTERES,SEUS DERIVADOS E
33.506
35
3303.00.20 AGUA-DE-COLONIA
33.471
36
2937.92.99 OUTROS ESTROGENIOS E PROGESTOGENIOS
32.756
37
4005.99.90 OUTS.BORRACHAS MISTURADAS,N/VULCAN.EM FORMAS
31.855
38
2930.90.99 OUTROS TIOCOMPOSTOS ORGANICOS
31.022
39
2916.12.30 ESTERES DE BUTILA DO ACIDO ACRILICO
30.501
40
2933.39.99 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.1 CICLO PIRIDINA N
29.690
41
4002.39.00 BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO HALOGENADA,EM
29.587
42
2937.99.11 ACETATO DE CIPROTERONA
28.849
43
2926.90.91 ADIPONITRILA (1,4-DICIANOBUTANO)
28.435
44
2815.12.00 HIDROXIDO DE SODIO EM SOL.AQUOSA (LIXIVIA SO
28.037
45
2915.21.00 ACIDO ACETICO
27.473
46
2903.21.00 CLORETO DE VINILA (CLOROETILENO)
27.426
47
2930.90.34 ACIDO 2-HIDROXI-4-(METILTIO)BUTANOICO E SEU
27.343
48
2933.39.34 5-ETIL-2,3-DICARBOXIPIRIDINA (5-EPDC)
26.719
49
3823.70.20 ALCOOL LAURICO (ALCOOL GRAXO INDUSTRIAL)
26.491
50
2939.90.90 OUTS.ALCALOIDES VEGETS.SEUS SAIS,ETERES,ESTE
25.659
51
2929.10.21 MISTURA DE ISOMEROS DE DIISOCIANATOS DE TOLU
24.763
52
3815.12.00 CATALISADOR EM SUPORTE,SUBST.ATIVA=METAL PRE
24.733
53
4002.49.00 BORRACHA DE CLOROPRENO (CLOROBUTADIENO),EM C
24.634
54
2833.11.10 SULFATO DISSODICO ANIDRO
24.570
55
2933.90.19 OUTS.COMPOST.HETEROC.1 CICLO PIRAZINA N/COND
24.186
56
2932.99.21 IVERMECTIN
23.825
57
2905.11.00 METANOL (ALCOOL METILICO)
23.813
58
3808.10.10 INSETICIDAS PARA USO DOMISSANITARIO DIRETO
23.598
59
3904.10.10 POLICLORETO DE VINILA,OBT.PROC.SUSPENSAO,FOR
23.403
60
3301.29.90 OUTROS OLEOS ESSENCIAIS
23.126
PADCT – Plataforma Tecnológica
14
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
61
2933.39.29 OUTROS COMPOSTOS HETEROCICLS.C/CLORO,SEM FLU
22.406
62
3903.90.90 OUTROS POLIMEROS DE ESTIRENO,EM FORMAS PRIMA
21.401
63
2934.10.90 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.C/1 CICLO TIAZOL N
21.321
64
2833.23.00 SULFATO DE CROMO
21.115
65
3901.10.92 POLIETILENO SEM CARGA,DENSIDADE<0.94,EM FORM
20.394
66
3506.91.90 OUTROS ADESIVOS A BASE DE PLASTICOS
20.294
67
3204.16.00 CORANTES REAGENTES E SUAS PREPARACOES
20.244
68
3403.99.00 OUTS.PREPARS.LUBRIFICANTES/ANTIADERENTES/ANT
20.179
69
3901.20.29 OUTS.POLIETILENOS S/CARGA,D>=0.94,EM FORMAS
19.783
70
2932.99.22 ABAMECTINA
19.591
71
3903.30.20 COPOLIMEROS DE ACRILONITRILA-BUTADIENO-ESTIR
19.391
72
2933.11.11 DIPIRONA
18.297
73
3907.40.00 POLICARBONATOS EM FORMAS PRIMARIAS
18.074
74
3104.20.10 CLORETO DE POTASSIO,TEOR DE OXIDO DE POTASSI
17.946
75
3815.19.90 OUTROS CATALISADORES EM SUPORTE
17.743
76
2936.28.12 ACETATO DE D- OU DL-ALFA-TOCOFEROL,NAO MISTU
17.521
77
2929.10.90 OUTROS ISOCIANATOS
17.350
78
3908.10.24 POLIAMIDA-6 OU POLIAMIDA-6,6,SEM CARGA,EM PE
17.343
79
3302.90.19 OUTS.MISTURAS UTILIZS.COMO MATERIA BASICA P/
17.264
80
2933.90.46 MALEATO DE ENALAPRIL
17.005
81
2814.10.00 AMONIACO ANIDRO
16.855
82
2926.90.24 DELTAMETRINA
16.806
83
2918.90.99 OUTS.ACIDOS CARBOXILICOS CONT.FUNCOES OXIGEN
16.794
84
3302.10.00 MISTURAS UTIL.MATERIA BASICA P/INDS.ALIMENTA
16.664
85
3902.10.20 POLIPROPILENO SEM CARGA,EM FORMA PRIMARIA
16.558
86
3401.11.90 OUTS.PRODS/PREPARS.DE TOUCADOR,EM BARRAS,PED
16.497
87
3811.21.50 OUTS.PREPARS.CONT.1 OU MAIS ADITIVO C/OLEO P
16.182
88
4002.31.00 BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO (BUTILA),EM C
15.870
89
2924.29.91 ASPARTAME
15.851
90
2941.50.90 OUTROS DERIVADOS DA ERITROMICINA E SEUS SAIS
15.668
91
3910.00.90 SILICONES EM OUTS.FORMAS PRIMARIAS
15.475
PADCT – Plataforma Tecnológica
15
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
92
3912.39.10 METIL-,ETIL- E PROPILCELULOSE,HIDROXILADAS,F
15.466
93
2941.90.99 OUTROS ANTIBIOTICOS
15.176
94
3906.90.19 OUTS.POLIMEROS ACRILICOS,EM LIQ.E PASTAS,SOL
15.157
95
3906.90.49 OUTS.POLIMEROS ACRILICOS,EM BLOCOS IRREGUL.P
15.067
96
3815.90.99 OUTROS PREPARS.CATALITICAS
15.057
97
3105.90.19 OUTROS NITRATOS DE SODIO POTASSICO
15.018
98
4002.20.90 BORRACHA DE BUTADIENO (BR),EM CHAPAS,FOLHAS,
14.984
99
3215.11.00 TINTAS PRETAS,DE IMPRESSAO
14.816
100 3307.20.10 DESODORANTES CORPORAIS E ANTIPERSPIRANTES,LI
14.789
101 2915.60.29 SAIS E ESTERES DO ACIDO PIVALICO
14.747
102 3204.12.10 CORANTES ACIDOS,MESMO METALIZADOS E SUAS PRE
14.663
103 2924.21.90 OUTROS UREINAS,SEUS DERIVADOS E SAIS
14.633
104 2921.19.99 OUTS.MONOAMINAS ACICLICAS E SEUS DERIVS.E SE
14.583
105 2926.90.99 OUTROS COMPOSTOS DE FUNCAO NITRILA
14.502
106 2933.90.49 OUTROS COMPOSTOS HETEROCICLICOS,COM 1 CICLO
14.370
107 2932.29.90 OUTROS LACTONAS
14.370
108 3905.91.20 COPOLIMERO POLIVINILBUTIRAL,EM FORMA PRIMARI
14.349
109 3907.99.99 OUTROS POLIESTERES EM FORMAS PRIMARIAS
14.080
110 2936.27.10 VITAMINA C (ACIDO L- OU DL-ASCORBICO),NAO MI
14.037
111 2933.69.13 ATRAZINA
13.994
112 2933.69.22 HEXAZINONA
13.818
113 3402.20.00 PREPARACOES TENSOATIVAS,PARA LAVAGEM E LIMPE
13.793
114 2933.39.21 PICLORAM
13.743
115 2906.19.90 OUTS.ALCOOIS CICLANICOS,CICLENICOS E CICLOTE
13.741
116 3207.40.10 FRITAS DE VIDRO,EM PO,EM GRANULOS,EM LAMELAS
13.488
117 3902.30.00 COPOLIMEROS DE PROPILENO,EM FORMAS PRIMARIAS
13.316
118 4002.19.19 BORRACHA DE ESTIRENO-BUTADIENO,EM OUTS.FORMA
13.108
119 3910.00.11 OLEOS HIDROLISADOS DE DIMETILDICLOROROSILANO
12.924
120 2934.90.29 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.C/3 HETEROATOM.DE
12.717
121 2933.90.51 BENOMIL
12.697
122 2922.50.32 METILDOPA
12.598
PADCT – Plataforma Tecnológica
16
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
123 2922.50.99 OUTS.AMINOALCOOISFENOIS,AMINOACIDOSFENOIS,ET
12.553
124 2803.00.19 OUTROS NEGROS DE CARBONO
12.539
125 2835.31.00 TRIFOSFATO DE SODIO (TRIPOLIFOSFATO DE SODIO
12.529
126 2920.90.21 ENDOSSULFAN
12.475
127 2933.90.59 OUTROS COMPOSTOS HETEROCICLICOS,COM CICLO IM
12.473
128 3905.30.00 ALCOOL POLIVINILICO,EM FORMA PRIMARIA
12.227
129 2916.11.10 ACIDO ACRILICO
12.200
130 3811.21.90 OUTS.ADITIVOS C/OLEOS DE PETROLEO,ETC.P/OLEO
11.957
131 3204.11.00 CORANTES DISPERSOS E SUAS PREPARACOES
11.946
132 2905.12.20 ALCOOL ISOPROPILICO (PROPAN-2-OL)
11.905
133 2922.49.90 OUTROS AMINOACIDOS,SEUS ESTERES E SAIS
11.835
134 2928.00.90 OUTS.DERIVADOS ORGANICOS DA HIDRAZINA E HIDR
11.752
135 2933.69.99 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.1 CICLO TRIAZINA N
11.737
136 2933.40.11 ACIDO 2,3-QUINOLINODICARBOXILICO
11.709
137 2924.29.42 ATENOLOL E ALACLOR
11.628
138 3903.11.20 POLIESTIRENO EXPANSIVEL,SEM CARGA,EM FORMA P
11.600
139 2932.99.94 CARBOSULFAN ((DIBUTILAMINOTIO) METILCARBAMAT
11.562
140 2941.90.31 CEFTRIAXONA E SEUS SAIS
11.443
141 2932.99.14 CARBOFURANO
11.435
142 2926.90.95 CLOROTALONIL
11.416
143 2933.90.61 TRIADIMENOL
11.374
144 2903.49.11 CLORODIFLUORMETANO
11.362
145 2924.10.99 OUTROS AMIDAS ACICLICAS,SEUS DERIVADOS E SAI
11.189
146 2910.30.00 1-CLORO-2,3-EPOXIPROPANO (EPICLORIDRINA)
11.118
147 2924.29.43 METOLACLOR
11.052
148 3912.31.11 CARBOXIMETILCELULOSE COM TEOR>=75%,EM FORMAS
11.040
149 3910.00.20 ELASTOMEROS (SILICONE)
10.944
150 3901.90.90 OUTROS POLIMEROS DE ETILENO,EM FORMAS PRIMAR
10.912
151 3504.00.20 PROTEINAS DE SOJA EM PO,TEOR PROTEINA EM BAS
10.773
152 2933.39.14 HALOXIFOP (ACIDO (RS)-2- 4-(3-CLORO-5-TRIFLU
10.660
153 3402.90.90 OUTS.PREPARACOES TENSOATIVAS E PREPARACOES P
10.617
PADCT – Plataforma Tecnológica
17
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
154 3206.49.00 OUTROS MATERIAS CORANTES E PREPARACOES
10.509
155 3304.99.10 CREMES DE BELEZA,CREMES NUTRITIVOS E LOCOES
10.453
156 3907.20.20 POLITETRAMETILENOETERGLICOL EM FORMA PRIMARI
10.353
157 3503.00.11 GELATINAS DE OSSEINA,SEUS DERIVS.C/GRAU PURE
10.321
158 3811.21.40 ADITIVO DETERGENTE METALICO,CONT.OLEO DE PET
10.279
159 2933.61.00 MELAMINA
10.273
160 3305.90.00 OUTROS PREPARACOES CAPILARES
10.069
161 3104.30.10 SULFATO DE POTASSIO,TEOR DE OXIDO DE POTASSI
10.068
162 2933.29.99 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.1 CICLO IMIDAZOL N
9.992
163 3909.50.21 POLIURETANO HIDROXIL.C/PROPRIED.ADESIVA,EM P
9.982
164 3823.19.00 OUTS.AC.GRAXOS MONOCARBOXIL.INDAIS.E OLEOS A
9.930
165 2939.30.10 CAFEINA
9.929
166 3809.91.90 OUTS.AGENTES DE APRESTO OU ACABAMENTO,ETC.P/
9.916
167 2933.90.39 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICLICOS,COM 1 CICLO AZ
9.900
168 3904.61.90 OUTROS POLITETRAFLUORETILENOS EM FORMAS PRIM
9.670
169 3904.69.10 COPOLIMERO DE FLUORETO DE VINILIDENO,HEXAFLU
9.606
170 3103.10.10 SUPERFOSFATO,TEOR DE PENTOXIDO DE FOSFORO (P
9.568
171 2933.59.99 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICL.C/CICLO PIRIMIDINA
9.381
172 2907.11.00 FENOL (HIDROXIBENZENO) E SEUS SAIS
9.307
173 3819.00.00 LIQUIDOS P/FREIOS HIDRAULICOS,ETC.C/OLEOS PE
9.305
174 3908.10.23 POLIAMIDA-6 OU POLIAMIDA-6,6,COM CARGA,EM PE
9.300
175 2933.39.22 CLORPIRIFOS
9.294
176 2933.19.90 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICLS.C/1 CICLO PIRAZOL
9.230
177 3304.99.90 OUTS.PRODUTOS DE BELEZA OU DE MAQUILAGEM PRE
9.205
178 2931.00.90 OUTROS COMPOSTOS ORGANO-INORGANICOS
9.190
179 2934.90.19 OUTROS COMPOSTOS HETEROCICLICOS,COM CICLOS O
9.097
180 3506.10.90 OUTS.PRODS.UTILIZADOS COMO COLAS OU ADESIVOS
9.072
181 2840.30.00 PEROXOBORATOS (PERBORATOS)
9.064
182 2934.90.59 OUTROS COMPOST.HETEROCICL.C/3 HETEROATOM.ENX
9.052
183 2909.19.90 OUTS.ETERES ACICLICOS E SEUS DERIVADOS HALOG
9.043
184 2931.00.39 OUTROS COMPOSTOS ORGANO-FOSFOROSOS
8.976
PADCT – Plataforma Tecnológica
18
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
185 2915.32.00 ACETATO DE VINILA
8.944
186 2931.00.29 OUTROS COMPOSTOS ORGANO-SILICICOS
8.925
187 2921.51.35 N-FENIL-P-FENILENODIAMINA (4-AMINODIFENILAMI
8.918
188 2921.59.90 OUTROS POLIAMINAS AROMATICAS,SEUS DERIVADOS
8.916
189 3212.90.90 OUTS.PIGMENTOS DISPERS.MEIOS N/AQUOSOS,EST.L
8.886
190 2914.50.90 OUTS.CETONAS-FENOIS E CETONAS CONT.OUTS.FUNC
8.881
191 3105.20.00 ADUBOS OU FERTILIZANTES C/NITROGENIO,FOSFORO
8.838
192 2921.49.22 PENDIMETALINA
8.829
193 3208.10.10 TINTAS DE POLIESTERES,DISPERSOS/DISSOLV.MEIO
8.732
194 2937.99.90 OUTS.HORMONIOS,DERIVS.E ESTEROIDES UTIL.COMO
8.719
195 2933.39.39 OUTS.COMPOST.HETEROCICL.C/FUNCOES ALCOOL E/O
8.642
196 3911.10.20 RESINA DE PETROLEO,DE CUMARONA,ETC.S/CARGA,F
8.625
197 2933.90.31 DIBENZOAZEPINA (IMINOESTILBENO)
8.565
198 2905.19.12 ISODECANOL
8.481
199 2937.22.90 OUTS.DERIVS.HALOGEN.DOS HORMONIOS CORTICOSSU
8.480
200 3910.00.19 OUTROS OLEOS SILICONES EM FORMAS PRIMARIAS
8.469
201 2826.12.00 FLUORETOS DE ALUMINIO
8.436
202 2933.59.13 NORFLOXACINA E SEU NICOTINATO
8.402
203 3506.99.00 OUTROS COLAS E ADESIVOS PREPARADOS
8.386
204 3402.11.90 OUTROS AGENTES ORGANICOS DE SUPERFICIE,ANION
8.374
205 3908.10.22 POLIAMIDA-12 EM BLOCOS IRREGULARES,PEDACOS,G
8.319
206 2934.90.69 OUTS.COMPOSTOS HETEROC.C/HETEROATOM.ENXOFRE
8.254
207 2926.90.26 CIALOTRIN ("CYHALOTHRIN")
8.232
208 2941.90.39 OUTS.CEFALOSPORINAS E CEFAMICINAS,DERIVADOS
8.196
209 2931.00.49 OUTROS COMPOSTOS ORGANO-METALICOS DO ESTANHO
8.161
210 3809.93.90 OUTS.AGENTES DE APRESTO OU ACABAMENTO,ETC.P/
8.155
211 2811.22.90 OUTROS DIOXIDOS DE SILICIO
8.083
212 2835.26.00 OUTROS FOSFATOS DE CALCIO
7.992
213 2924.10.19 ACETOACETAMIDAS E OUTS.DERIVADOS E SAIS
7.966
214 3904.22.00 POLICLORETO DE VINILA,PLASTIFICADO,EM FORMA
7.937
215 2933.39.94 4,4'-BIPIRIDINA
7.913
PADCT – Plataforma Tecnológica
19
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
216 2934.90.31 CETOCONAZOL
7.910
217 2924.29.49 OUTROS ACETAMIDAS E SEUS DERIVADOS
7.891
218 2903.61.20 O-DICLOROBENZENO
7.873
219 2933.39.11 BROMAZEPAM
7.852
220 2915.90.90 OUTS.ACIDOS MONOCARBOXIL.ACICL.SATUR.SEUS AN
7.822
221 3901.30.90 COPOLIMERO ETILENO/ACETATO VINILA,EM OUTS.FO
7.754
222 3812.30.29 OUTS.PREPARS.ANTIOXID/OUTS.ESTABIL.COMPOSTOS
7.711
223 2902.43.00 P-XILENO
7.664
224 2934.90.44 ACIDO 7-AMINODESACETOXIFALOSPORANICO
7.612
225 2916.20.12 CLORETO DO AC.3(2,2DICLOROVINIL)2,2DIMETILCI
7.492
226 2909.30.19 OUTROS ETERES AROMATICOS
7.448
227 2935.00.19 OUTROS SULFONAMIDAS C/HETEROCICLO(S) C/HETER
7.434
228 2941.90.71 MONENSINA SODICA
7.426
229 3907.10.29 POLIACETAIS SEM CARGA,EM OUTS.FORMAS PRIMARI
7.403
230 3902.10.10 POLIPROPILENO COM CARGA,EM FORMA PRIMARIA
7.378
231 3905.91.39 OUTS.COPOLIMEROS POLIVINILPIRROLIDONAS,FORMA
7.373
232 2939.90.11 BROMETO DE N-BUTILESCOPOLAMINA
7.367
233 2916.20.90 OUTS.ACIDOS MONOCARBOXILICOS CICLANICOS,CICL
7.288
234 2941.10.20 AMOXICILINA E SEUS SAIS
7.273
235 2922.30.90 OUTS.AMINOALDEIDOS,AMINOCETONAS,AMINOQUINONA
7.237
236 3907.99.19 TEREFTALATO DE POLIBUTILENO EM OUTS.FORMAS P
7.213
237 2844.20.00 URANIO ENRIQUECIDO EM U235,PLUTONIO,SEUS COM
7.204
238 2916.39.90 OUTS.ACIDOS MONOCARBOXILICOS AROMATS.SEUS AN
7.203
239 2941.50.10 CLARITROMICINA
7.173
240 3208.90.39 OUTS.SOLUCOES POLIM.SINT.ETC.DISPERS/DISSOLV
7.172
241 2917.14.00 ANIDRIDO MALEICO
7.152
242 2918.90.12 ACIDO 2,4-DICLOROFENOXIACETICO,SEUS SAIS E E
7.152
243 3801.10.00 GRAFITA ARTIFICIAL
7.129
244 3204.19.20 CORANTES SOLUVEIS EM SOLVENTES (CORANTES SOL
7.113
245 2844.40.90 OUTS.ELEMENTOS,ISOTOPOS E COMPOSTOS,RADIOATI
7.110
246 3808.30.22 HERBICIDA A BASE DE ATRAZINA/ALACLOR/DIURON
7.101
PADCT – Plataforma Tecnológica
20
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
247 2921.11.22 2,4-DICLOROFENOXIACETATO DE DIMETILAMINA
7.034
248 2818.20.90 OUTROS OXIDOS DE ALUMINIO
7.020
249 3507.90.39 OUTROS ENZIMAS E SEUS CONCENTRADOS
6.993
250 2916.12.90 OUTROS ESTERES DO ACIDO ACRILICO
6.993
251 2930.90.94 DIMETILTIOFOSFORAMIDA
6.982
252 3105.30.10 HIDROGENO-ORTOFOSFATO DE DIAMONIO,TEOR ARSEN
6.943
253 2840.19.00 OUTROS TETRABORATOS DISSODICOS (BORAX REFINA
6.920
254 2836.20.90 OUTROS CARBONATOS DISSODICOS
6.889
255 3204.19.90 OUTS.MATERIAS CORANTES ORGANICAS SINTET.E SU
6.852
256 3902.90.00 OUTS.POLIMEROS DE PROPILENO/OLEFINAS,EM FORM
6.788
257 2941.90.89 OUTROS POLIPEPTIDIOS E SEUS SAIS
6.764
258 2917.39.19 ACIDO M-FTALICO E SEUS SAIS
6.720
259 2934.90.22 ZIDOVUDINA (AZT)
6.700
260 2936.90.00 PROVITAMINAS E VITAMINAS,MISTURADAS
6.699
261 3913.90.20 GOMA XANTANA,EM FORMAS PRIMARIAS
6.696
262 2903.30.11 1,1,1,2-TETRAFLUORETANO
6.673
263 3811.90.90 OUTS.ADITIVOS PREPARADOS,P/OLEOS MINERAIS/OU
6.654
264 3507.90.49 OUTROS ENZIMAS PREPARADAS
6.580
265 3907.30.28 RESINAS EPOXIDAS SEM CARGA,EM LIQUIDOS E PAS
6.546
266 3204.13.00 CORANTES BASICOS E SUAS PREPARACOES
6.523
267 3821.00.00 MEIOS DE CULTURA PREPARS.P/DESENVOLV.DE MICR
6.467
268 2931.00.31 ETEFON,DIFENIL,FOSFONATO (4,4'-BIS((DIMETOXI
6.448
269 2941.10.10 AMPICILINA E SEUS SAIS
6.431
270 2920.90.90 OUTS.ESTERES DOS ACIDOS INORGAN.SAIS,DERIVS.
6.429
271 2906.11.00 MENTOL
6.427
272 2903.69.12 P-CLOROTOLUENO
6.390
273 3214.10.10 MASTIQUE DE VIDRACEIRO,CIMENTOS DE RESINAS,O
6.389
274 3208.90.10 TINTAS DE OUTS.POLIM.SINT.ETC.DISPERS/DISSOL
6.373
275 3816.00.19 OUTROS CIMENTOS E ARGAMASSAS,REFRATARIOS
6.355
276 2932.19.10 RANITIDINA E SEUS SAIS
6.339
277 2933.59.15 ENROFLOXACINA,SAIS DE PIPERAZINA
6.259
PADCT – Plataforma Tecnológica
21
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
278 3207.10.90 OUTS.PIGMENTOS,OPACIFICANTES/CORES,PREPARADO
6.225
279 2930.90.22 TIOFANATO-METILA
6.185
280 2810.00.10 ACIDO ORTOBORICO
6.176
281 2917.37.00 TEREFTALATO DE DIMETILA
6.111
282 2922.41.10 LISINA
6.085
283 2917.19.90 OUTS.ACIDOS POLICARBOXILICOS ACICLS.SEUS ANI
6.058
284 3913.10.00 ACIDO ALGINICO,SEUS SAIS E ESTERES,EM FORMA
6.037
285 3808.90.29 OUTS.RODENTICIDAS/PRODS.SEMELHS.APRESENTADOS
6.011
286 2922.49.31 ACIDO IMINODIACETICO
5.986
287 3403.19.00 OUTS.PREPARS.CONT.OLEOS DE PETROLEO/MINERS.B
5.986
288 3206.19.10 PIGMENTO CONST.POR MICA REVEST.PELICULA DIOX
5.944
289 3823.70.90 OUTROS ALCOOIS GRAXOS INDUSTRIAIS
5.865
290 3305.10.00 XAMPUS PARA OS CABELOS
5.856
291 2936.21.12 ACETATO DE VITAMINA A1 ALCOOL
5.823
292 2901.10.00 HIDROCARBONETOS ACICLICOS SATURADOS
5.818
293 3304.10.00 PRODUTOS DE MAQUILAGEM PARA OS LABIOS
5.809
294 2917.36.00 ACIDO TEREFTALICO E SEUS SAIS
5.789
295 2933.40.90 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICLICOS C/1 CICLO QUIN
5.741
296 2918.29.90 OUTS.ACIDOS CARBOXILICOS DE FUNCAO FENOL,ANI
5.733
297 3202.10.00 PRODUTOS TANANTES ORGANICOS SINTETICOS
5.677
298 3209.10.10 TINTAS DE POLIM.ACRIL/VINIL.DISPERS/DISSOLV.
5.656
299 2909.49.32 ETERES DO MONO-,DI- E TRIPROPILENOGLICOL
5.623
300 3912.31.19 OUTROS CARBOXIMETILCELULOSES EM FORMAS PRIMA
5.612
301 3811.21.20 ADITIVOS ANTIDESGASTES,ANTICORROSIV.ETC.P/OL
5.591
302 2937.29.90 OUTS.HORMONIOS CORTICOSSUPRA-RENAIS E SEUS D
5.540
303 2905.39.90 OUTROS ALCOOIS DIOIS,NAO SATURADOS
5.540
304 2819.10.00 TRIOXIDO DE CROMO
5.481
305 2905.32.00 PROPILENOGLICOL (PROPANO-1,2-DIOL)
5.480
306 2818.20.10 ALUMINA CALCINADA
5.444
307 2914.29.90 OUTS.CETONAS CICLANICAS,ETC.N/CONT.OUTS.FUNC
5.436
308 3209.10.20 VERNIZES DE POLIM.ACRIL/VINIL.DISPERSOS/DISS
5.429
PADCT – Plataforma Tecnológica
22
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
309 2930.90.56 PROFENOFOS
5.408
310 2933.69.91 AMETRINA
5.403
311 3824.90.89 OUTS.PRODS.E PREPARS.A BASE DE COMPOSTOS ORG
5.402
312 3212.10.00 FOLHAS PARA MARCAR A FERRO
5.400
313 2941.90.34 CEFADROXIL E SEUS SAIS
5.373
314 2933.79.90 OUTROS LACTAMAS
5.370
315 3206.19.90 OUTS.PIGMENTOS E PREPARS.A BASE DE DIOXIDO D
5.365
316 2933.59.19 OUTS.COMPOSTOS HETEROCICLICOS,COM CICLO PIPE
5.365
317 3307.20.90 OUTROS DESODORANTES CORPORAIS E ANTIPERSPIRA
5.360
318 3814.00.00 OUTS.SOLVENTES E DILUENTES ORGANICOS COMPOST
5.332
319 2916.19.11 SORBATO DE POTASSIO
5.298
320 2921.21.00 ETILENODIAMINA E SEUS SAIS
5.291
321 3808.90.23 OUTROS ACARICIDAS APRESENTADOS DE OUT.MODO
5.270
322 2931.00.51 ACIDO METILARSINICO E SEUS SAIS
5.269
323 3403.91.20 OUTS.PREPARACOES PARA TRATAMENTO DE COUROS E
5.248
324 2934.90.43 ACIDO 7-AMINOCEFALOSPORANICO
5.243
325 3301.25.10 OLEO ESSENCIAL,DE MENTA JAPONESA (MENTHA ARV
5.225
326 2903.12.00 DICLOROMETANO (CLORETO DE METILENO)
5.185
327 2922.29.90 OUTS.AMINONAFTOIS,AMINOFENOIS,SEUS ETERES,ES
5.181
328 2933.40.19 OUTROS DERIVADOS DO ACIDO QUINOLINOCARBOXILI
5.179
329 2941.90.33 CEFACLOR E CEFALEXINA MONOIDRATADOS,E CEFALO
5.174
330 3802.90.40 OUTROS ARGILAS E TERRAS ATIVADAS
5.169
331 2926.90.23 CIPERMETRINA
5.147
332 3906.90.39 OUTS.POLIMEROS ACRILICOS,EM LIQ.PASTA,EM OUT
5.120
333 2929.10.10 DIISOCIANATO DE DIFENILMETANO
5.113
334 3906.90.43 CARBOXIPOLIMETILENO,EM PO
5.111
335 2933.71.00 6-HEXANOLACTAMA (EPSILON-CAPROLACTAMA)
5.111
336 2907.23.00 4-4'-ISOPROPILIDENODIFENOL E SEUS SAIS
5.111
337 2920.90.62 FOSFITOS DE TRIMETILA
5.102
338 3823.70.30 OUTROS MISTURAS DE ALCOOIS PRIMARIOS ALIFATI
5.085
339 2941.30.20 OXITETRACICLINA
5.079
PADCT – Plataforma Tecnológica
23
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
ITENS TARIFÁRIOS COM IMPORTAÇÃO SUPERIOR A US$ 5 MILHÕES - 1999
INDÚSTRIA QUÍMICA (excluídos os capítulos 15, 27, 30, 37, 54 e 55)
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
340 3402.90.19 OUTROS MISTURAS DE AGENTES ORGANICOS DE SUPE
5.060
341 3909.50.19 OUTROS POLIURETANOS EM LIQUIDOS E PASTAS
5.058
342 2930.90.62 METAMIDOFOS
5.027
343 3910.00.12 OLEOS POLIDIMETILSILOXANO,ETC.EM DISPERSAO (
5.024
344 3909.50.29 OUTS.POLIURETANOS EM BLOCOS IRREGULARES,PEDA
5.016
345 3102.10.90 OUTROS UREIAS,MESMO EM SOLUCAO AQUOSA
5.010
TOTAL
PADCT – Plataforma Tecnológica
5.882.000
24
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
TABELA 3
PRODUTOS QUIMICOS IMPORTADOS ACIMA DE US$ 10 MILHÕES FOB - 1999
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
Volume (t)
1
3104.20.90
CLORETO DE POTASSIO
414.759
3.055.992
2
3105.40.00
DIIDROGENO-ORTOFOSFATO DE AMONIO (MAP)
171.420
867.755
3
3907.60.00
POLI(TEREFTALATO DE ETILENO)
146.488
146.303
4
2931.00.37
ACIDO FOSFONOMETILIMINODIACETICO
95.772
31.030
5
3102.10.10
76.515
946.870
6
3206.11.19
76.028
38.972
7
3102.21.00
UREIA
PIGMENTO DE DIÓXIDO DE TITÂNIO, TIPO
RUTILO
SULFATO DE AMONIO
67.609
1.142.931
8
2809.20.11
ACIDO FOSFORICO GRAU FERTLIZANTE
56.372
247.122
9
2902.50.00
52.929
116.229
10
3206.11.11
51.872
29.196
11
3907.20.39
ESTIRENO
CLÍNQUER DE DIÓXIDO DE TITÂNIO, TIPO
RUTILO
POLIETERPOLIOIS
49.904
42.449
12
3903.19.00
POLIESTIRENO
49.796
79.149
13
3906.90.44
POLIACRILATO DE SODIO
47.170
29.790
14
2836.20.10
CARBONATO DISSODICO (BARRILHA)
43.246
327.608
15
2930.40.90
METIONINA GRAU ALIMENTAÇÃO ANIMAL
42.975
18.467
16
3901.10.10
POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE LINEAR
41.209
60.909
17
3103.10.30
SUPERFOSFATO TRIPLO
39.242
250.961
18
3808.30.23
37.551
8.861
19
2931.00.32
35.599
6.891
20
2916.12.30
HERBICIDA A BASE DE GLIFOSATO
GLIFOSATO E SEU SAL DE
MONOISOPROPILAMINA
ACRILATO DE BUTILA
30.501
40.733
21
3808.30.29
30.491
192
22
4002.39.00
29.586
11.929
23
2937.99.11
HERBICIDA A BASE CLORIMURON ETÍLICO
BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO
HALOGENADA
ACETATO DE CIPROTERONA
28.849
1
24
2926.90.91
ADIPONITRILA
28.435
25.651
25
2815.12.00
HIDROXIDO DE SODIO EM SOLUÇÃO AQUOSA
28.036
423.277,212
26
2929.10.21
DIISOCIANATO DE TOLUENO (TDI)
27.517
13.971
27
2915.21.00
ACIDO ACETICO
27.473
112.390
28
2903.21.00
27.426
62.303
29
2930.90.34
27.343
14.701
30
2933.39.34
CLORETO DE VINILA
ACIDO 2-HIDROXI-4-(METILTIO)BUTANOICO E
SEU SAL CÁLCICO
5-ETIL-2,3-DICARBOXIPIRIDINA (5-EPDC)
26.718
298
31
3823.70.20
ALCOOL LAURICO
26.490
20.682
32
4002.49.00
BORRACHA DE CLOROPRENO
24.634
9.023
33
2833.11.10
SULFATO DISSODICO ANIDRO
24.569
291.000
34
2932.99.99
DORAMECTINA
24.077
2
PADCT – Plataforma Tecnológica
25
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
PRODUTOS QUIMICOS IMPORTADOS ACIMA DE US$ 10 MILHÕES FOB - 1999
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
Volume (t)
35
2932.99.21
IVERMECTIN
23.825
10
36
2905.11.00
METANOL (ALCOOL METILICO)
23.813
266.708
37
3904.10.10
POLICLORETO DE VINILA, SUSPENSAO
23.403
44.701
38
2833.23.00
SULFATO DE CROMO
21.114
31.706
39
2924.29.99
20.744
50
40
3901.10.92
20.393
25.777
41
3901.20.29
19.782
28.726
42
2932.99.22
VOLTACLORETO
POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE, SEM
CARGA
POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE, SEM
CARGA
ABAMECTINA
19.591
12
43
3903.30.20
ACRILONITRILA-BUTADIENO-ESTIRENO (ABS)
19.391
16.020
44
2933.11.11
DIPIRONA
18.296
1.930
45
3907.40.00
POLICARBONATOS
18.074
9.025
46
2936.28.12
ACETATO DE D- OU DL-ALFA-TOCOFEROL
17.520
1.308
47
3908.10.24
POLIAMIDA-6 OU POLIAMIDA-6,6, SEM CARGA
17.342
8.698
48
2933.90.46
MALEATO DE ENALAPRIL
17.004
8
49
2814.10.00
AMONIACO ANIDRO
16.854
138.671
50
2926.90.24
DELTAMETRINA
16.805
44
51
3902.10.20
POLIPROPILENO, SEM CARGA
16.558
28.228
52
4002.31.00
BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO
15.870
7.983
53
2924.29.91
ASPARTAME
15.850
384
54
2920.90.21
ENDOSSULFAN
15.168
15.168
55
4002.20.90
BORRACHA DE BUTADIENO (BR)
14.984
19.267
56
2915.60.29
SAIS E ESTERES DO ACIDO PIVALICO
14.747
30
57
2932.99.99
BROMOKETAL
14.371
328
58
3905.91.20
COPOLIMERO POLIVINILBUTIRAL
14.348
3.087
59
2936.27.10
VITAMINA C (ACIDO L- OU DL-ASCORBICO)
14.036
2.484
60
2933.69.13
ATRAZINA
13.993
4.759
61
2933.69.22
HEXAZINONA
13.817
359
62
2933.39.21
PICLORAM
13.743
252
63
3902.30.00
COPOLIMEROS DE PROPILENO
13.316
12.237
64
4002.19.19
13.107
18.304
65
3910.00.11
12.923
5.823
66
3808.30.29
BORRACHA DE ESTIRENO-BUTADIENO (SBR)
OLEOS HIDROLISADOS DE
DIMETILDICLOROROSILANO
HERBICIDA A BASE DE NICOSULFURON
12.828
728
67
2937.92.99
GESTODENE
12.799
0.016
68
2933.90.51
BENOMIL
12.696
499
69
2922.50.32
METILDOPA
12.598
206
70
2835.31.00
TRIPOLIFOSFATO DE SODIO
12.529
21.866
PADCT – Plataforma Tecnológica
26
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
PRODUTOS QUIMICOS IMPORTADOS ACIMA DE US$ 10 MILHÕES FOB - 1999
NCM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
US$ FOB mil
Volume (t)
71
3808.10.29
INSETICIDA A BASE DE IMIDACLOPRIDA
12.467
89
72
3905.30.00
ALCOOL POLIVINILICO
12.226
6.201
73
2916.11.10
ACIDO ACRILICO
12.200
12.094
74
2905.12.20
ALCOOL ISOPROPILICO (PROPAN-2-OL)
11.905
28.796
75
2933.40.11
ACIDO 2,3-QUINOLINODICARBOXILICO
11.708
292
76
3903.11.20
POLIESTIRENO EXPANSIVEL,SEM CARGA
11.599
14.524
77
2932.99.94
CARBOSULFAN
11.562
627
78
2941.90.31
CEFTRIAXONA E SEUS SAIS
11.443
8.4
79
2932.99.14
CARBOFURANO
11.435
829
80
2926.90.95
CLOROTALONIL
11.416
1.073
81
2933.90.61
TRIADIMENOL
11.373
188
82
2903.49.11
CLORODIFLUORMETANO
11.361
5.899
83
2910.30.00
EPICLORIDRINA
11.118
9.415
84
3808.10.29
INSETICIDA A BASE DE FIPRONIL
11.082
178
85
2924.29.43
METOLACLOR
11.052
2.094
86
3912.31.11
CARBOXIMETILCELULOSE
11.039
3.068
87
3910.00.20
ELASTOMEROS DE SILICONE
10.944
2.080
88
2918.90.99
PRAVASTATINA SÓDICA
10.732
0.3
89
2933.39.14
HALOXIFOP
10.659
85
90
3907.20.20
POLITETRAMETILENOETERGLICOL
10.353
2.837
91
2933.61.00
MELAMINA
10.272
9.045
92
2930.90.99
TIOCARB
10.265
395
93
3104.30.10
SULFATO DE POTASSIO
10.068
42.594
2.861.159
9.331.440
TOTAL
PADCT – Plataforma Tecnológica
27
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
TABELA 4
PRODUTOS QUÍMICOS IMPORTADOS ACIMA DE US$ 10 MILHÕES
POR SEGMENTO - 1999
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
1 BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO HALOGENADA
2 BORRACHA DE CLOROPRENO
3 BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO
4 BORRACHA DE BUTADIENO (BR)
5 BORRACHA DE ESTIRENO-BUTADIENO (SBR)
TOTAL BORRACHAS
1 ACIDO FOSFONOMETILIMINODIACETICO
2 HERBICIDA A BASE DE GLIFOSATO
3 GLIFOSATO E SEU SAL DE MONOISOPROPILAMINA
4 HERBICIDA A BASE CLORIMURON ETÍLICO
5 5-ETIL-2,3-DICARBOXIPIRIDINA (5-EPDC)
6 DELTAMETRINA
7 ENDOSSULFAN
8 ATRAZINA
9 HEXAZINONA
10 PICLORAM
11 HERBICIDA A BASE DE NICOSULFURON
12 BENOMIL
13 INSETICIDA A BASE DE IMIDACLOPRIDA
14 ACIDO 2,3-QUINOLINODICARBOXILICO
15 CARBOSULFAN
16 CARBOFURANO
17 CLOROTALONIL
18 TRIADIMENOL
19 INSETICIDA A BASE DE FIPRONIL
20 METOLACLOR
21 HALOXIFOP
22 TIOCARB
TOTAL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E INTERMEDIÁRIOS
1 CLORETO DE POTASSIO
2 DIIDROGENO-ORTOFOSFATO DE AMONIO
3 UREIA
4 SULFATO DE AMONIO
5 ACIDO FOSFORICO GRAU FERTILIZANTE
6 SUPERFOSFATO TRIPLO
7 AMONIACO ANIDRO
8 SULFATO DE POTASSIO
TOTAL FERTILIZANTES
1 METIONINA GRAU ALIMENTAÇÃO ANIMAL
2 ACIDO 2-HIDROXI-4-(METILTIO)BUTANOICO E SEU SAL
CÁLCICO
3 DORAMECTINA
4 IVERMECTIN
5 ABAMECTINA
TOTAL FÁRMACOS VETERINÁRIOS
1 ACETATO DE CIPROTERONA
PADCT – Plataforma Tecnológica
28
US$ FOB mil
29.587
24.634
15.870
14.984
13.108
98.184
95.773
37.552
35.599
30.491
26.719
16.806
15.169
13.994
13.818
13.743
12.828
12.697
12.468
11.709
11.562
11.435
11.416
11.374
11.083
11.052
10.660
10.266
438.214
414.760
171.421
76.516
67.610
56.373
39.243
16.855
10.068
852.845
42.975
27.343
Volume (t)
11.929
9.023
7.983
19.267
18.304
66.506
31.030
8.861
6.891
192
298
44
1.495
4.759
359
252
728
499
89
292
627
829
1.073
188
178
2.094
85
395
61.258
3.055.992
867.755
946.870
1.142.931
247.122
250.961
138.671
42.594
6.692.896
18.467
14.701
24.077
23.825
19.591
137.813
28.849
2
10
12
33.192
1
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
PRODUTOS QUÍMICOS IMPORTADOS ACIMA DE US$ 10 MILHÕES
POR SEGMENTO - 1999
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
6
7
8
9
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
VOLTACLORETO
DIPIRONA
ACETATO DE D- OU DL-ALFA-TOCOFEROL
MALEATO DE ENALAPRIL
ASPARTAME
BROMOKETAL
VITAMINA C (ACIDO L- OU DL-ASCORBICO)
GESTODENE
METILDOPA
CEFTRIAXONA E SEUS SAIS
PRAVASTATINA SODICA
TOTAL FÁRMACOS HUMANOS
PIGMENTO DE DIÓXIDO DE TITÂNIO, TIPO RUTILO
CLÍNQUER DE DIÓXIDO DE TITÂNIO, TIPO RUTILO
CARBONATO DISSODICO (BARRILHA)
HIDROXIDO DE SODIO EM SOLUÇÃO AQUOSA
SULFATO DISSODICO ANIDRO
SULFATO DE CROMO
TRIPOLIFOSFATO DE SODIO
TOTAL INTERMEDIÁRIOS INORGÂNICOS
ACRILATO DE BUTILA
ACIDO ACETICO
ALCOOL LAURICO
METANOL (ALCOOL METILICO)
SAIS E ESTERES DO ACIDO PIVALICO
ACIDO ACRILICO
ALCOOL ISOPROPILICO (PROPAN-2-OL)
CLORODIFLUORMETANO
CARBOXIMETILCELULOSE
TOTAL INTERMEDIÁRIOS ORGÂNICOS
POLI(TEREFTALATO DE ETILENO)
ESTIRENO
POLIETERPOLIOIS
POLIESTIRENO
POLIACRILATO DE SODIO
POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE LINEAR
ADIPONITRILA
DIISOCIANATO DE TOLUENO (TDI)
CLORETO DE VINILA
POLICLORETO DE VINILA, SUSPENSAO
POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE, SEM CARGA
POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE, SEM CARGA
ACRILONITRILA-BUTADIENO-ESTIRENO (ABS)
POLICARBONATOS
POLIAMIDA-6 OU POLIAMIDA-6,6, SEM CARGA
POLIPROPILENO, SEM CARGA
COPOLIMERO POLIVINILBUTIRAL
PADCT – Plataforma Tecnológica
29
US$ FOB mil
20.745
18.297
17.521
17.005
15.851
14.371
14.037
12.799
12.598
11.443
10.733
194.249
76.028
51.872
43.246
28.037
24.570
21.115
12.529
257.397
30.501
27.473
26.491
23.813
14.747
12.200
11.905
11.362
11.040
169.532
146.489
52.929
49.904
49.796
47.170
41.210
28.435
27.517
27.426
23.403
20.394
19.783
19.391
18.074
17.343
16.558
14.349
Volume (t)
50
1.930
1.308
8
384
328
2.484
0,016
206
8,5
0,3
6.708
38.972
29.196
327.608
423.277
291.000
31.706
21.866
1.163.625
40.733
112.390
20.682
266.708
30
12.094
28.796
5.899
3.068
490.400
146.303
116.229
42.449
79.148
29.790
60.909
25.651
13.971
62.303
44.701
25.777
28.726
16.020
9.025
8.698
28.228
3.087
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
PRODUTOS QUÍMICOS IMPORTADOS ACIMA DE US$ 10 MILHÕES
POR SEGMENTO - 1999
18
19
20
21
22
23
24
25
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
COPOLIMEROS DE PROPILENO
OLEOS HIDROLISADOS DE DIMETILDICLOROROSILANO
ALCOOL POLIVINILICO
POLIESTIRENO EXPANSIVEL,SEM CARGA
EPICLORIDRINA
ELASTOMEROS DE SILICONE
POLITETRAMETILENOETERGLICOL
MELAMINA
TOTAL POLÍMEROS E INTERMEDIÁRIOS
TOTAL GERAL
PADCT – Plataforma Tecnológica
30
US$ FOB mil
13.316
12.924
12.227
11.600
11.118
10.944
10.353
10.273
712.927
2.861.160
Volume (t)
12.237
5.823
6.201
14.524
9.415
2.080
2.837
9.045
803.179
9.317.764
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
GRÁFICO 1
CONCENTRAÇÃO DAS IMPORTAÇÕES DE PRODUTOS QUÍM ICOS - FUNÇÃO ABC
1999
1.610
1.410
VALOR DAS IMPORTAÇÕES
1.210
POR FAIXAS DE 15 ITENS
1.010
US$ FOB MILHÕES
810
610
410
210
10
15
30
45
60
75
90
105
120
135
150
165
180
195
210
225
240
255
270
285
300
315
330
345
Nº DE ITENS TARIFÁRIOS
PADCT – Plataforma Tecnológica
31
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
4. ANÁLISE DOS GRUPOS DE PRODUTOS
A Tabela 5, classificada por ordem de valor importado, apresenta o número de produtos
estudados em cada grupo, valor e quantidade de importação, percentual do grupo em
relação ao total importado e preço unitário médio de importação do grupo:
Tabela 5
GRUPO DE
PRODUTOS
NÚMERO DE
PRODUTOS
US$ FOB
(1000) DO
GRUPO
QUANTIDADE
(t)
% DO
GRUPO EM
RELAÇÃO
AO TOTAL
DA
AMOSTRA
PREÇO
UNITÁRIO
MÉDIO DE
IMPORTAÇÃO DO
GRUPO (US$/t)
8
25
852.844
712.927
6.692.896
803.179
29,8
24,9
127
884
22
438.214
61.258
15,3
7.153
FÁRMACOS
HUMANOS E
VETERINÁRIOS
17
332.062
39.900
11,6
8.322
INTERMEDIÁRIOS
INORGÂNICOS
INTERMEDIÁRIOS
ORGÂNICOS
BORRACHAS
TOTAL
7
257.397
1.163.625
9,0
221
9
169.532
490.400
5,9
346
5
93
98.184
2.861.160
66.506
9.317.764
3,4
100
1.476
-
FERTILIZANTES
POLÍMEROS E
INTERMEDIÁRIOS
DEFENSIVOS
AGRÍCOLA E
INTERMEDIÁRIOS
Verifica-se que o grupo de Fertilizantes foi o de maior valor de importação, tendo
participação de aproximadamente 30% do total importado da amostra estudada.
Nota-se que o grupo de Fertilizantes é o que apresenta menor preço unitário médio de
importação. Isto se deve ao baixo valor agregado em relação à grande quantidade
importada. Verifica-se que este grupo é o que apresenta maior concentração de
importação por produto, alcançando 90% do total importado no capítulo 31 da NCM. Isto
demonstra a importância desse grupo no déficit da balança comercial de produtos
químicos.
O grupo de Polímeros e Intermediários representa 73% do total importado no capítulo 39
da NCM. Este grupo é também importante pois representa quase 25% do total da amostra
estudada.
Os grupos que apresentam maiores preços unitários médios de importação são os de
Fármacos Humanos e Veterinários e Defensivos Agrícolas, produtos de maior valor
agregado. Juntos, eles participam em aproximadamente 30% do total de importação do
universo considerado, representando 42% do total de produtos importados acima de US$
10 milhões.
PADCT – Plataforma Tecnológica
32
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
Os grupos de Intermediários Inorgânicos e Intermediários Orgânicos apresentam também
baixo preço unitário médio de importação. No entanto, diferentemente do grupo de
Fertilizantes, possuem baixa participação no total importado da amostra.
O grupo de Borrachas é aquele que apresenta menor participação no total importado da
amostra considerada.
Na análise dos processos produtivos identificou-se que para um número considerável de
produtos existem diversas rotas tecnológicas dentro de um mesmo grupo, conforme a
Tabela 6 abaixo:
Tabela 6
FERTILIZANTES
Nº DE
PRODUTOS
8
POLÍMEROS E INTERMEDIÁRIOS
25
24
GRUPOS
PROCESSOS
PRINCIPAIS PROCESSOS
9
DIGESTÃO E NEUTRALIZAÇÃO
POLIMERIZAÇÃO E
HALOGENAÇÃO
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E
INTERMEDIÁRIOS
FÁRMACOS HUMANOS E
VETERINÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS INORGÂNICOS
INTERMEDIÁRIOS ORGÂNICOS
22
40
CLORAÇÃO E CONDENSAÇÃO
17
31
CONDENSAÇÃO E HALOGENAÇÃO
7
9
6
10
BORRACHAS
5
7
DUPLA TROCA E NEUTRALIZAÇÃO
OXIDAÇÃO E HALOGENAÇÃO
HALOGENAÇÃO E
POLIMERIZAÇÃO
Os grupos que apresentam um número considerável de processos são aqueles
tecnologicamente mais sofisticados, como os de Fármacos Humanos e Veterinários e
Defensivos Agrícolas. O processo de fabricação destes produtos demanda um grande
número de operações e processos unitários.
Em relação à freqüência dos processos necessários para a fabricação dos 93 produtos
estudados, destacam-se os de Halogenação (32), Condensação (27), Oxidação (19) e
Polimerização (17).
Essas tendências sugerem que a capacitação tecnológica pode estar apoiada em não
somente fazer um produto e vendê-lo, mas também em saber fazer e vender um processo.
A análise das operações e processos utilizados em um número expressivo de produtos
sugere que algumas empresas poderiam se especializar em prestação de serviços em
determinados processos e técnicas específicas.
PADCT – Plataforma Tecnológica
33
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.
CARACTERIZAÇÃO DOS DADOS MERCADOLÓGICOS E
TECNOLÓGICOS
5.1 FERTILIZANTES
Neste grupo foram estudados 8 produtos, que em 1999 totalizaram importações de US$
852.845 mil FOB. Este valor representa aproximadamente 29,7 % do total de 93 produtos
estudados.
Entre os oito produtos de maior importação da indústria química, cinco pertencem ao
grupo de fertilizantes. Neste segmento a probabilidade de redução da dependência
externa é pouco provável, principalmente para o cloreto de potássio.
PRODUTOS
US$ FOB MIL
VOLUME (t)
CLORETO DE POTÁSSIO
414.760
3.055.992
DIIDROGENO-ORTOFOSFATO DE AMÔNIO
171.421
867.755
URÉIA
76.516
946.870
SULFATO DE AMÔNIO
67.610
1.142.931
ACIDO FOSFÓRICO GRAU FERTILIZANTE
56.373
247.122
SUPERFOSFATO TRIPLO
39.243
250.961
AMONÍACO ANIDRO
16.855
138.671
SULFATO DE POTÁSSIO
10.068
42.594
852.845
6.692.896
TOTAL FERTILIZANTES
PADCT – Plataforma Tecnológica
34
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Cloreto de Potássio
NCM 3104.20.90
Importação (1999): US$ 414.760 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 135,72 / t
O cloreto de potássio é a principal fonte de potássio para o setor de fertilizantes. O Brasil
possui três reservas de potássio de interesse comercial: duas em Sergipe (Taquari –
Vassouras e Santa Rosa de Lima), e uma no Amazonas, a Arari - Manaus.
Devido à pequena produção, comparada à grande demanda pelo produto, o Brasil é
considerado um grande importador de potássio.
!"Rota:
Extração a partir da silvinita (KCl + NaCl) por flotação ou lixiviação.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Cloreto de Potássio
toneladas
5.000.000
4.000.000
Importação
3.000.000
Produção
2.000.000
Consumo
Aparente
1.000.000
0
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção,
importação e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Cia. Vale do Rio Doce
Capacidade Instalada (t/a) –1999
569.400
!"Produtores Mundiais:
País
Índia
Estados Unidos
China
Outros
Total
Número de Unidades
20
11
9
52
92
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
35
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Diidrogeno-ortofosfato de Amônio
NCM 3105.40.00
Importação (1999): US$ 171.421 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 197,55 / t
O diidrogeno-ortofosfato de amônio (MAP) é um intermediário para fertilizante, sendo
relevante fonte de nitrogênio e fósforo. A capacidade instalada de 1999 (vide gráfico) foi
insuficiente para consumo interno.
!"Rota:
ácido fosfórico + amônia → diidrogeno-fosfato de amônio
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Diidrogeno-ortofosfato de amônio
toneladas
2.000.000
Importação
1.500.000
Produção
1.000.000
500.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção,
importação e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Copebrás
Fertilizantes Serrana
Fosfértil
Profértil
Ultrafértil
Capacidade Instalada (t/a) -1999
150.150
190.000
620.000 (m)
30.000 (m)
145.200 (m)
(m) – multipropósito.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Índia
China
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
22
19
18
15
55
129
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
36
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Uréia
NCM 3102.10.10
Importação (1999): US$ 76.516 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 80.81 / t
O mercado de fertilizantes é o maior consumidor de uréia no país. Trata-se de um insumo
usado principalmente na produção de fertilizantes nitrogenados. É também aplicada, em
menores quantidades, no segmento de alimentação animal e resinas termofixas.
Em relação ao Mercosul, na Argentina a Profértil está dando partida a uma unidade de
1,1 milhão de toneladas anuais de uréia.
!"Rota:
dióxido de carbono + amônia → carbamato de amônio
carbamato de amônio → uréia + H2O
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Uréia
3.000.000
2.500.000
2.000.000
1.500.000
1.000.000
500.000
0
Importação
Produção
Consumo
Aparente
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção, importação
e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Petrobrás-Fafen
Ultrafértil
Capacidade Instalada (t/a) -1999
1.040.250
610.500
Ampliação (t/a)
148.500
-
!"Produtores Mundiais:
País
China
Índia
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
43
22
18
104
187
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
37
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Sulfato de Amônio
NCM 3102.21.00
Importação (1999): US$ 67.610 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 59,15 / t
As principais aplicações do sulfato de amônio são na indústria de fertilizantes e uma
pequena percentagem na de couro.
!"Rota 1 – Reação de neutralização:
amônia + ácido sulfúrico → sulfato de amônio
!"Rota 2 – Reação de dupla-troca:
sulfato de cálcio + carbonato de amônio → sulfato de amônio + carbonato de cálcio
!"Rota 3 – Subproduto na fabricação de metacrilato de metila e de caprolactama.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Sulfato de Amônio
toneladas
1.600.000
Importação
1.200.000
Produção
800.000
Consumo
Aparente
400.000
0
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção,
importação, e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Fertilizantes Serrana
Metacril
Nitrocarbono
Capacidade Instalada(t/a)-1999
145.000 (m)
50.000
104.500
Capacidade Futura (t/a)
100.000
-
Produtores em pequena escala: Diadema Agroindustrial, Quimibrás, Vetec e Farmos. (m) – multipropósito.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Japão
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
31
19
18
118
186
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
38
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ácido Fosfórico Grau Fertilizante
NCM 2809.20.11
Importação (1999): US$ 56.373 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 228,12 / t
O ácido fosfórico é derivado da rocha fosfática.
!"Rota 1 - A partir da rocha fosfática por fornalha elétrica e não-elétrica:
fosfato tricálcico + sílica + carvão → fósforo + CO + silicato de cálcio
fósforo + CO + O2 → pentóxido de fósforo + dióxido de carbono
pentóxido de fósforo + H2O → ácido fosfórico
!"Rota 2 - A partir da rocha fosfática por processo úmido:
rocha fosfática + ácido sulfúrico + H2O → ácido fosfórico + sulfato de cálcio + HF
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ácido Fosfórico Grau Fertilizante
toneladas
1.200.000
Importação
900.000
Produção
600.000
300.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção,
importação e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Copebrás
Fosfértil
Fertilizantes Serrana
Ultrafértil
Capacidade Instalada (t/a) –1999
145.000
500.000 (m)
150.000
107.250
(m) – multipropósito.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Estados Unidos
Japão
Rússia
Outros
Total
Número de Unidades:
62
21
15
14
96
208
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
39
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Superfosfato Triplo (TSP)
NCM 3103.10.30
Importação (1999): US$ 39.243 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 156.37 / t
O superfosfato triplo representa, em função de sua maior concentração de nutriente
(P2O5=46%), uma grande economia de transporte do fertilizante final.
!"Rota: Digestão da rocha fosfática com ácido fosfórico:
rocha fosfática + ácido fosfórico + H2O → superfosfato triplo
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Superfosfato Triplo
Importação
toneladas
1.000.000
800.000
Produção
600.000
400.000
Consumo
Aparente
200.000
0
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção,
importação e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Copebrás
Defer
Fertilizantes Serrana
Fosfértil
Manah
Solorrico
Trevo
Capacidade Instalada (t/a) -1999
297.000
330.000
580.000
434.940
210.000
280.500
480.000
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
China
Outros
Total
Número de Unidades
8
5
32
45
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
40
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Amoníaco Anidro
NCM 2814.10.00
Importação (1999): US$ 16.855 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 121,54 / t
A amônia é matéria prima básica para fabricação de fertilizantes nitrogenados, tais como
fosfatos de amônio (MAP e DAP), nitrato e sulfato de amônio, sendo o maior consumo
para a uréia. É ainda intensamente utilizada no setor químico.
!"Rota 1:
A amônia é obtida na carbonização do coque, e extraída do gás de coqueria.
!"Rota 2 - Processo Haber-Bosch (a partir do gás de síntese):
nitrogênio + hidrogênio → amônia
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Amoníaco Anidro
Importação
1.600.000
Exportação
toneladas
1.200.000
800.000
Produção
400.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Petrobrás-Fafen
Ultrafértil
Capacidade Instalada(t/a)–1999
775.500
600.600
Ampliação (t/a)
132.000
-
Açominas, CSN e Usiminas produzem pequenos valores de amônia.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Estados Unidos
Japão
Índia
Outros
Total
Número de Unidades
63
19
12
10
118
222
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
41
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Sulfato de Potássio
NCM 3104.30.10
Importação (1999): US$ 10.068 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 236,38 / t
O sulfato de potássio é usado essencialmente como fertilizante para a cultura do fumo.
Ainda que a produção no país seja pequena, foram identificados pequenos valores de
exportação.
!"Rota:
ácido sulfúrico + hidróxido de potássio → sulfato de potássio + H2O
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Sulfato de Potássio
toneladas
60.000
45.000
30.000
Importação
15.000
0
1996
1997
1998
1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de importação,
de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
F. Maia, Quimibrás e Quimios produzem sulfato de potássio em pequena escala, para uso
farmacêutico.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Índia
Estados Unidos
Total
Número de Unidades
14
9
7
País
Japão
México
Outros
Número de Unidades
6
4
36
76
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
42
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.2 POLÍMEROS E INTERMEDIÁRIOS
Este grupo é composto por 25 produtos com importação superior a US$ 10 milhões em
1999. O valor total de importação dos produtos que compõem o grupo foi de US$
712.927 mil FOB, representando cerca de 24.7 % do total de produtos estudados.
O número elevado de produtos deste grupo deve-se à inclusão, por sinergia, dos
intermediários petroquímicos que tiveram importação superior a US$ 10 milhões, e que
são as matérias primas para resinas termoplásticas.
PRODUTOS
US$ FOB MIL
VOLUME (t)
52.929
28.435
27.517
27.426
11.118
147.425
116.229
25.651
13.971
62.303
9.415
227.569
POLI(TEREFTALATO DE ETILENO)
POLIETERPOLIOIS
POLIESTIRENO
POLIACRILATO DE SODIO
POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE LINEAR
POLICLORETO DE VINILA, SUSPENSAO
POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE, SEM CARGA
POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE, SEM CARGA
ACRILONITRILA-BUTADIENO-ESTIRENO (ABS)
POLICARBONATOS
POLIAMIDA-6 OU POLIAMIDA-6,6, SEM CARGA
POLIPROPILENO, SEM CARGA
COPOLIMERO POLIVINILBUTIRAL
COPOLIMEROS DE PROPILENO
OLEOS HIDROLISADOS DE DIMETILDICLOROROSILANO
ALCOOL POLIVINILICO
POLIESTIRENO EXPANSIVEL,SEM CARGA
ELASTOMEROS DE SILICONE
POLITETRAMETILENOETERGLICOL
MELAMINA
TOTAL POLÍMEROS
146.489
49.904
49.796
47.170
41.210
23.403
20.394
19.783
19.391
18.074
17.343
16.558
14.349
13.316
12.924
12.227
11.600
10.944
10.353
10.273
565.502
146.303
42.449
79.148
29.790
60.909
44.701
25.777
28.726
16.020
9.025
8.698
28.228
3.087
12.237
5.823
6.201
14.524
2.080
2.837
9.045
575.610
TOTAL POLÍMEROS E INTERMEDIÁRIOS
712.927
803.179
INTERMEDIÁRIOS PARA POLÍMEROS
ESTIRENO
ADIPONITRILA
DIISOCIANATO DE TOLUENO (TDI)
CLORETO DE VINILA
EPICLORIDRINA
TOTAL INTERMEDIÁRIOS
POLÍMEROS
PADCT – Plataforma Tecnológica
43
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Estireno
NCM 2902.50.00
Importação (1999): US$ 2.929 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 455,39 / t
Esse intermediário é utilizado na produção de poliestireno, poliestireno expansível,
borracha de estireno-butadieno, acrilonitrila-butadieno-estireno (ABS).
!"Rota 1 - Alquilação do benzeno:
benzeno + eteno → etilbenzeno → estireno + hidrogênio
!"Rota 2 - Processo hidroperóxido:
etilbenzeno + oxigênio → hidroperóxido de etilbenzeno
hidroperóxido de etilbenzeno + propeno → metilfenilcarbinol + óxido de propeno
metilfenilcarbinol → estireno + água
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Estireno
Importação
toneladas
360.000
300.000
240.000
Exportação
180.000
120.000
60.000
0
Produção
Consumo
Aparente
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
CBE
EDN
Innova
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
120.000
150.000
180.000
Capacidade Futura (t/a)
350.000
250.000
!"Produtores mundiais:
País
China
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
12
8
62
82
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
44
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Adiponitrila
NCM 2926.90.91
Importação (1999): US$ 28.435 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.108,52 /t
Este intermediário é utilizado na produção da poliamida 6,6 (ou nylon 6,6). A
adiponitrila não é mais produzida no país.
!"Rota 1 - Oxidação do cicloexanol (originalmente utilizada no Brasil):
benzeno + H2 → cicloexano → cicloexanol
cicloexanol + [O] → ácido adípico
ácido adípico + amônia → adipamida + H2O
adipamida + pentóxido de fósforo → adiponitrila + H2O
!"Rota 2 - Carbonilação do butadieno:
1,3-butadieno + CO + metanol → adipato de dimetila → ácido adípico + metanol
ácido adípico + amônia → adipamida + H2O
adipamida + pentóxido de fósforo → adiponitrila + H2O
!"Rota 3 - Descarbonilação do furfural:
furfural → furano + CO
furano + hidrogênio → tetraidrofurano (THF)
tetraidrofurano + ác. clorídrico → 1,4-diclorobutano + H2O
1,4-diclorobutano + cianeto de sódio → adiponitrila + cloreto de sódio
!"Rota 4 – Dimerização / Redução da acrilonitrila:
acrilonitrila + hidrogênio → adiponitrila
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Adiponitrila
toneladas
32.000
24.000
16.000
Importação
8.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
Produção descontinuada pela Rhodia.
!"Produtores Mundiais:
País
Número de Unidades
Estados Unidos
3
Grã-Bretanha
2
Total
País
França
Número de Unidades
1
6
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
45
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Diisocianato de Tolueno - TDI
NCM 2929.10.21
Importação (1999): US$ 27.517 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.772,42 / t
Esse intermediário é utilizado na produção de poliuretano.
!"Rota:
tolueno + ác.nítrico + H2SO4 → (2,4 e 2,6)-dinitro-tolueno
(2,4 e 2,6)-dinitro-tolueno + (redução) → (2,4 e 2,6)-diamino-tolueno
(2,4 e 2,6)-diamino-tolueno + fosgênio → (2,4 e 2,6)-toluenodiisocianato + ác. clorídrico
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
TDI
toneladas
Importação
75.000
60.000
45.000
30.000
15.000
0
Exportação
Produção
Consumo
Aparente
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresa Produtora
Isopol
Capacidade Instalada (t/a) – 1999
55.000
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
5
5
14
24
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
46
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Cloreto de Vinila - MVC
NCM 2903.10.21
Importação (1999): US$ 27.426 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 440,21 / t
O cloreto de vinila monômero é utilizado na produção de policloreto de vinila.
!"Rota 1 - Cloração balanceada do eteno / acetileno:
eteno + cloro → dicloroetano → cloreto de vinila + ác. clorídrico
acetileno + ác. clorídrico → cloreto de vinila
!"Rota 2 - Cloração / Oxicloração do eteno:
eteno + cloro → dicloroetano → cloreto de vinila + ác. clorídrico
eteno + ác. clorídrico + oxigênio → dicloroetano + H2O
dicloroetano → cloreto de vinila + ác. clorídrico
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Cloreto de Vinila
Importação
toneladas
600.000
450.000
Produção
300.000
Consumo
Aparente
150.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil :
Empresas Produtoras
Trikem
Solvay Indupa
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
438.000
41.000
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
China
Total
Número de Unidades
11
9
7
País
Alemanha
Bélgica
Outros
Número de Unidades
5
4
44
80
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
47
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Epicloridrina
NCM 2910.30.00
Importação (1999): US$ 11.118 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.180,90 / t
A epicloridrina, matéria-prima para a produção de resinas epóxi, é usada sobretudo nos
segmentos de tintas e vernizes para uso automotivo, industrial e em laminados elétricos.
Este produto não é mais produzido no país.
!"Rota:
propeno + cloro → cloreto de alila + ácido clorídrico
cloreto de alila + ác. hipocloroso → 1,3-dicloro-isopropanol + 2,3-dicloro-propanol
1,3-dicloro-isopropanol + 2,3-dicloro-propanol + Ca(OH)2 → epicloridrina + CaCl2
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Epicloridrina
toneladas
12.000
9.000
Importação
6.000
3.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
A empresa Alclor, em Alagoas, produziu a epicloridrina; atualmente não é fabricado no
país.
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
China
Alemanha
Outros
Total
Número de Unidades
5
4
4
18
31
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
48
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Poli (tereftalato de etileno) - PET
NCM 3907.60.00
Importação (1999): US$ 146.489 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.001,27 / t
O PET é utilizado na produção de embalagens sopradas para bebidas carbonatadas, óleos
comestíveis, água mineral, sucos, cosméticos, como fibra na indústria têxtil, como filmes,
entre outras aplicações.
!"Rota:
para-xileno + oxigênio → ácido tereftálico + H2O
ácido tereftálico + etilenoglicol → tereftalato de etileno + H2O
tereftalato de etileno → poli (tereftalato de etileno) + H2O
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
PET
Importação
350.000
300.000
250.000
200.000
150.000
100.000
50.000
0
Exportação
Produção
Consumo
Aparente
1996 1997 1998 1999
!"Produtores no Brasil :
Empresas Produtoras Capacidade Instalada (t/a) - 1999
Fibra Nordeste
12.840
Rhodia-Ster
180.000
Ledervin
9.000
Polyenka
20.350
Proppet
60.000
Capacidade Futura (t/a)
280.000
70.000
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
9
9
81
99
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
49
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Polieterpolióis
NCM 3907.20.39
Importação (1999): US$ 49.904 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.175,62 / t
A grande maioria dos polieterpolióis é derivado do propilenoglicol e copolímeros de
propileno/etilenoglicóis. Os produtos destinam-se principalmente à indústria de
poliuretano.
!"Rota:
óxido de propeno + glicerina → polieterpoliol
Outros iniciadores (além da glicerina) podem ser usados, incluindo pentaeritritol,
trimetilolpropano, sacarose e sorbitol.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Polieterpolióis
toneladas
60.000
Importação
45.000
30.000
Exportação
15.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Dow Química
Bayer
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
105.000
8.000
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Estados Unidos
China
Espanha
Outros
Total
Número de Unidades
15
10
9
6
47
87
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
50
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Poliestireno
NCM 3903.19.00
Importação (1999): US$ 49.796 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 629,15/ t
O poliestireno é um produto utilizado na produção de descartáveis, brinquedos e
embalagens para cosméticos e alimentos.
!"Rota - Polimerização do estireno:
estireno → poliestireno
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Poliestireno
Importação
300.000
250.000
200.000
150.000
100.000
50.000
0
Exportação
Produção
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
EDN
Basf
Capacidade Instalada (t/a) - 1999 Capacidade Futura (t/a)
102.000
63.000
173.000
!"Projeto:
A unidade de poliestireno da empresa Innova está prevista para entrar em operação em
setembro de 2000, com capacidade instalada de 120.000 t/a.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Taiwan
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
16
16
13
125
170
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
51
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Poliestireno Expansível- EPS
NCM 3903.11.20
Importação (1999): US$11.600 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 798,65/ t
O poliestireno expansível (EPS) é um tipo de poliestireno usado em isolamentos de
embalagens industriais e em aplicações que requerem resistência à compressão.
!"Rota - Polimerização do estireno:
estireno → poliestireno
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
EPS
Importação
40.000
32.000
24.000
16.000
8.000
0
Exportação
Produção
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras Capacidade Instalada (t/a) - 1999 Capacidade Futura (t/a)
Basf
11.000
40.000
Resinor
5.400 (m)
6.000
Termotécnica
7.200
(m) – multipropósito
PADCT – Plataforma Tecnológica
52
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Poliacrilato de sódio
NCM 3906.90.44
Importação (1999): US$ 47.170 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.583,40 / t
O poliacrilato de sódio é aplicado em espessante de tintas, látex, fluidos de perfuração, e
em fibras têxteis.
Não há produção no país.
!"Rota 1 - Saponificação do poliacrilato de metila:
poliacrilato de metila + hidróxido de sódio → poliacrilato de sódio + metanol
!"Rota 2 - Hidrólise alcalina da poliacrilonitrila:
poliacrilonitrila + hidróxido de sódio → poliacrilato de sódio + hidróxido de amônio
!"Rota 3 - Hidrólise alcalina da poliacrilamida:
poliacrilamida + hidróxido de sódio → poliacrilato de sódio + hidróxido de amônio
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Poliacrilato de Sódio
toneladas
60.000
45.000
Importação
30.000
15.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
10
5
19
34
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
53
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Polietilenos (PEAD; PEBD; PELBD)
Os polietilenos são classificados em 3 tipos: segundo a densidade e estrutura molecular
do polímero formado: polietileno de alta densidade (PEAD), polietileno de baixa
densidade (PEBD) e polietileno linear de baixa densidade (PELBD).
A fronteira das tecnologias de processos para a produção dos polietilenos é difícil em
função do desenvolvimento das plantas swing, que produzem tanto PEAD quanto
PELBD.
A principal utilização dos polietilenos é a produção de embalagens.
!"Rota - Polimerização do eteno:
eteno → polietileno
!"Polietileno de alta densidade (PEAD)
NCM 3901.20.29
Importação (1999): US$ 19.783 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 688,65 / t
A principal aplicação do polietileno de alta densidade é em embalagens para higiene e
limpeza, alimentos e produtos industriais
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
PEAD
toneladas
1.000.000
Importação
750.000
Exportação
500.000
Produção
250.000
Consumo
Aparente
0
1996 1997
1998 1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
OPP
Ipiranga
Polialden
Politeno
Solvay Polietileno
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
430.000
485.000 (m)
150.000 (m)
180.000 (m)
82.000
(m) – multipropósito.
PADCT – Plataforma Tecnológica
54
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Polietileno linear de baixa densidade (PELBD)
NCM 3901.10.10
Importação (1999): US$ 41.210 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 676,57 / t
A maior demanda de polietileno linear de baixa densidade é do setor de embalagens
flexíveis.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Polietileno linear de baixa densidade
300.000
240.000
180.000
Importação
Exportação
120.000
60.000
0
Produção
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
OPP
Ipiranga
Politeno
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
430.000 (m)
150.000 (m)
180.000 (m)
(m) - multipropósito.
!"Projetos:
Foram identificados projetos das empresas Triunfo e Rio Polímeros. A unidade da
Triunfo está prevista para entrar em operação em 2004, com capacidade instalada de
120.000 t/a. Já a da Rio Polímeros, prevista para 2003, terá capacidade instalada de
540.000 t/ a.
PADCT – Plataforma Tecnológica
55
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Polietileno de baixa densidade (PEBD)
NCM 3901.10.92
Importação (1999): US$ 20.394 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 791,16 / t
Este produto, assim como o polietileno linear de baixa densidade, é utilizado amplamente
no setor de embalagens flexíveis e em frascos para produtos alimentícios, farmacêuticos
e químicos.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
PEBD
toneladas
Importação
300.000
240.000
180.000
120.000
60.000
0
Exportação
Produção
Consumo
Aparente
1996
1997
1998
1999
Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
OPP
Politeno
Triunfo
Union Carbide
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
340.000 (m)
145.000 (m)
150.000 (m)
144.000
(m) – multipropósito.
Os dados a seguir se referem aos polietilenos PEAD; PELBD; PEBD.
!"Projeto:
A nova unidade swing para a produção de PEAD e PELBD da empresa Rio Polímeros
está prevista para entrar em operação em 2004.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
22
19
138
179
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
56
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Poli (cloreto de vinila) - PVC
NCM 3904.10.10
Importação (1999): US$ 23.403 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 523,55/ t
O setor de construção civil representa a maior demanda para o policloreto de vinila,
sendo utilizado em tubos, conexões, perfis, chapas e janelas. O PVC também é
amplamente utilizado em artigos médico-hospitalares e no isolamento de fios e cabos.
!"Rota - Polimerização do cloreto de vinila:
cloreto de vinila → policloreto de vinila
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Policloreto de Vinila
800.000
Importação
600.000
Exportação
400.000
Produção
200.000
0
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Solvay Indupa
Trikem
Capacidade Instalada (t/a) – 1999
210.000
470.000
!"Produtores Mundiais:
País
China
Japão
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
45
13
11
113
182
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
57
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Acrilonitrila-Estireno-Butadieno (ABS)
NCM 3904.10.10
Importação (1999): US$ 19.391 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.210,44 / t
A acrilonitrila-estireno-butadieno é um plástico de engenharia, utilizada largamente nos
setores automobilístico (dutos de aeração, grades frontais, espelhos retrovisores),
eletroeletrônico (carcaças e teclados de computadores, aparelhos de telecomunicações), e
eletrodoméstico (geladeiras e freezers).
!"Rota:
acrilonitrila + estireno + polibutadieno → ABS
PREPARAÇÃO DA ACRILONITRILA:
!"Rota – Amoxidação do propeno:
propeno + amônia + oxigênio → acrilonitrila + H2O
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
ABS
Importação
toneladas
20.000
15.000
Exportação
10.000
Consumo
Aparente
5.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Bayer Polímeros
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
44.000 (m)
(m) – multipropósito.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
7
6
46
59
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
58
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Policarbonato (PC)
NCM 3907.40.00
Importação (1999): US$ 18.074 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 2.002,72 / t
O policarbonato é um plástico de engenharia aplicado em CD’s, na indústria ótica em
lentes, óculos e binóculos, na indústria de equipamentos de segurança em capacetes e
escudos e na indústria automobilística, entre outros.
!"Rota A (utilizada pela Policarbonatos):
fenol + acetona → bisfenol A + H2O
bisfenol A + fosgênio → policarbonato
!"Rota B - Rota sem fosgênio:
!"
metanol + CO + oxigênio → carbonato de dimetila
carbonato de dimetila + fenol → carbonato de difenila
acetato de bisfenol A + carbonato de difenila → oligômero do policarbonato →
policarbonato
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Policarbonato
Importação
toneladas
16.000
Exportação
12.000
Produção
8.000
4.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Policarbonatos do Brasil
Capacidade Instalada (t/a) - 1999 Capacidade Futura (t/a)
11.000
15.000
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
4
3
9
16
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
59
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Poliamida 6 ou Poliamida 6,6, sem carga
NCM 3908.10.24
Importação (1999): US$ 17.343 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.993,97 / t
As diferenças nas características desses dois plásticos de engenharia são pequenas.
Embora diferentes, possuem a mesma NCM. As aplicações da poliamida 6,6 (ou nylon
6,6) incluem fibras para tapetes, roupas, componentes eletrodomésticos e peças para a
indústria automobilística (calotas, filtros de combustíveis).
A poliamida 6 (ou nylon 6) é utilizada como compostos reforçados na indústria
automobilística.
POLIAMIDA 6
!"Rota – Polimerização da caprolactama:
benzeno + hidrogênio → ciclohexano → ciclohexanona → ciclohexanona oxima
ciclohexanona oxima + ácido sulfúrico → caprolactama + sulfato de amônio
caprolactama → nylon 6
POLIAMIDA 6,6
!"Rota – Copolimerização:
ácido adípico + hexametilenodiamina → poli(hexametileno adipamida) (nylon 6,6)
PREPARAÇÃO DA HEXAMETILENODIAMINA:
!"Rota A - Redução da adiponitrila:
adiponitrila + hidrogênio → hexametilenodiamina
!"Rota B - Cloração do butadieno:
1,3-butadieno + cloro → 1,4-dicloro-2-buteno
1,4-dicloro-2-buteno + cianeto de sódio → 1,4-diciano-2-buteno + NaCl
1,4-diciano-2-buteno + hidrogênio → hexametilenodiamina
!"Rota C – A partir do ácido adípico:
ácido adípico + amônia → hexametilenodiamina
PADCT – Plataforma Tecnológica
60
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Poliamida 6 e Poliamida 6,6
toneladas
10.000
7.500
Importação
5.000
Exportação
2.500
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
NYLON 6,6
Empresas Produtoras
Rhodia Poliamida
Radici
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
n.d
6.000
(n.d.) – não disponível.
NYLON 6
Empresas Produtoras
DeMillus
Dusa Brasil
Mazzaferro
Novelspuma
Radici
Rhodia Poliamida
(c.p.) - consumo próprio
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
7.800 (c.p.)
7.800
5.000
1.920 (c.p.) (m)
6000
n.d.
(n.d.) – não disponível
(m) - unidade multipropósito
!"Produtores Mundiais:
Poliamida 6
País
Rússia
Taiwan
Alemanha
Outros
Total
Número de Unidades
7
5
4
36
52
Poliamida 6,6
País
Alemanha
Estados Unidos
Itália
Total
Número de Unidades
3
2
2
País
Taiwan
Outros
Número de Unidades
2
12
21
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
61
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Polipropileno, sem carga
NCM 3902.10.20
Importação (1999): US$ 16.558 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 586,58 / t
!"Copolímero de propileno
NCM 3902.30.00
Importação (1999): US$13.316 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.088,23/ t
Neste item serão considerados o polipropileno e o copolímero de propileno. O
polipropileno é um polímero versátil com um leque de aplicações amplo, que vem
gradualmente penetrando em novos mercados. Esse produto é utilizado em embalagens,
ráfia, componentes técnicos, e utilidades domésticas.
!"Rota – Polimerização do propeno:
propeno → polipropileno
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Polipropileno
Importação
1.000.000
800.000
600.000
400.000
200.000
0
toneladas
Exportação
Produção
Consumo
Aparente
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Capacidade Instalada (t/a) – 1999
Capacidade Futura (t/a)
OPP
550.000
Polibrasil
430.000
Ipiranga
150.000
250.000 (*)
300.000 (SP)
240.000 (RJ)
-
!" (*) – projeto em Paulínia (SP)
!"Produtores Mundiais:
País
Número de Unidades
China
Estados Unidos
Japão
Outros
23
15
14
98
Total
150
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
62
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Copolímero de Poli(vinil-butiral)
NCM 3905.91.20
Importação (1999): US$ 14.349 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 4.647,64 / t
O poli(vinil-butiral) é utilizado em composições adesivas e em revestimentos, como
camada intermediária em vidros de segurança.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota - Acetalização do álcool polivinílico altamente hidrolisado:
álcool polivinílico + butiraldeído → polivinilbutiral
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Copolímero de Polivinilbutiral
toneladas
4.000
3.000
Importação
2.000
Consumo
Aparente
1.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
3
2
5
10
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
63
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Óleos Hidrolisados de Dimetilclorosilano
NCM 3910.00.11
Importação (1999): US$ 12.924 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 2.219,36 / t
O dimetilclorosilano é matéria-prima para a produção dos silicones e não há produção no
Brasil.
!"Rota:
metanol + ácido clorídrico → clorometano + H2O
clorometano + silício → dimetildiclorosilano
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Dimetilclorosilano
toneladas
8.000
6.000
Importação
4.000
2.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Rússia
França
Total
Número de Unidades
3
2
1
6
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
64
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Elastômeros de Silicone
NCM 3910.00.20
Importação (1999): US$ 10.944 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 5.262,70 / t
Os silicones possuem um vasto leque de aplicações, entre elas estão: fluidos de silicone
na indústria automobilística, cápsulas para geradores e condutores elétricos, isolante
elétrico, e antiespumante.
!"Rota:
dimetildiclorosilano + H2O → dimetilsilanodiol + ác. clorídrico → poli(dimetilsiloxana)
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Elastômeros de Silicone
2.400
Importação
1.800
Exportação
1.200
Consumo
Aparente
600
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Dow Corning
Rhodia
Wacker
Witco
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
(n.d.) – não disponível.
!"Produtores Mundiais :
País
Japão
China
Alemanha
Outros
Total
Número de Unidades
8
6
6
15
35
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
65
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Álcool Polivinílico
NCM 3905.30.00
Importação (1999): US$ 12.227 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.971,88 / t
O álcool polivinílico é utilizado como aditivo e matéria-prima na produção do poli(vinilbutiral).
Não foi constatada produção no país.
!"Rota - Hidrólise do poli(acetato de vinila):
acetileno + ácido acético → acetato de vinila (MVA) → poli(acetato de vinila)
eteno + ácido acético + oxigênio → acetato de vinila → poli(acetato de vinila)
poli(acetato de vinila) → álcool polivinílico + ácido acético
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Álcool Polivinílico
toneladas
8.000
Importação
6.000
4.000
2.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
10
6
24
40
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
66
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Politetrametilenoeterglicol
NCM 3907.20.20
Importação (1999): US$ 10.353 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 3.649,24 / t
O politetrametilenoeterglicol é usado na produção de poliuretanos, elastômeros e fibras.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota - Polimerização do tetraidrofurano (THF):
tetraidrofurano (THF) → politetrametilenoéterglicol
PREPARAÇÃO DO THF:
!"Rota A:
acetileno + formaldeído → 1,4-butinodiol
1,4-butinodiol + hidrogênio → 1,4-butanodiol → tetraidrofurano
!"Rota B:
furfural → furano + CO
furano + hidrogênio → tetraidrofurano
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Politetrametilenoeterglicol
toneladas
4.000
3.000
2.000
Importação
1.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
3
2
5
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
67
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Melamina
NCM 2933.61.00
Importação (1999): US$ 10.273 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.135,71 / t
A melamina é usada como matéria-prima na produção de resinas melamínicas utilizadas
em laminados de madeira, tintas e vernizes.
Não foi constatada produção atual no país, a empresa Melamina Ultra chegou a fabricar,
mas teve sua produção descontinuada.
!"Rota 1 - Condensação da uréia:
uréia → melamina + amônia + dióxido de carbono
!"Rota 2 - Condensação da dicianamida (processo obsoleto):
carbida de cálcio + nitrogênio → cianamida de cálcio + coque
cianamida de cálcio + H2O → cianamida + hidróxido de cálcio
cianamida → dicianamida → melamina
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Melamina
toneladas
12.000
9.000
Importação
6.000
3.000
0
1996
1997
1998
1999
Produtores Mundiais:
País
Japão
Estados Unidos
Taiwan
Itália
Alemanha
Outros
Total
Número de Unidades
6
5
5
5
4
18
43
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
68
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.3 DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
O Brasil é o quinto maior mercado consumidor de defensivos agrícolas do mundo.
Neste grupo foi estudado um total de 22 defensivos, subdivididos em Intermediários para
Defensivos Agrícolas (3), Defensivos Agrícolas (14) e Defensivos Formulados (5).
O valor total de importação para este grupo, em 1999, foi de US$ 438.214 mil FOB, que
representa cerca de 15,3 % do total dos 93 produtos estudados.
INTERMEDIÁRIOS PARA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS:
Este subgrupo compreende 3 produtos que correspondem a um total de importação, em
1999, de US$ 134.201 mil FOB, representando 30,6% do total do grupo de Defensivos
Agrícolas.
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS:
O subgrupo compreende 14 produtos que correspondem a um total de importação, em
1999, de US$ 199.591 mil FOB, representando 45,6 % do total do grupo de Defensivos
Agrícolas.
DEFENSIVOS FORMULADOS:
Neste grupo, foram estudados 5 produtos, que apresentaram juntos uma importação de
US$ 104.422 mil FOB em 1999, valor este que corresponde a 23,8 % do total de
importação dos Defensivos Agrícolas.
PADCT – Plataforma Tecnológica
69
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
US$ FOB
MIL
VOLUME (t)
95.773
11.709
26.719
134.201
31.030
292
298
31.620
35.599
16.806
15.169
13.994
13.743
13.818
12.697
11.562
11.435
11.416
11.374
10.660
11.052
10.266
199.591
6.891
44
1.495
4.759
252
359
499
627
829
1.073
188
85
2.094
395
19.590
HERBICIDA A BASE DE GLIFOSATO
HERBICIDA A BASE CLORIMURON ETÍLICO
HERBICIDA A BASE DE NICOSULFURON
INSETICIDA A BASE DE IMIDACLOPRIDA
INSETICIDA A BASE DE FIPRONIL
TOTAL
37.552
30.491
12.828
12.468
11.083
104.422
8.861
192
728
89
178
10.048
TOTAL DEFENSIVOS
438.214
61.258
PRODUTOS
INTERMEDIÁRIOS PARA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
ACIDO FOSFONOMETILIMINODIACETICO
ACIDO 2,3-QUINOLINODICARBOXILICO
5-ETIL-2,3-DICARBOXIPIRIDINA (5-EPDC)
TOTAL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
GLIFOSATO E SEU SAL DE MONOISOPROPILAMINA
DELTAMETRINA
ENDOSSULFAN
ATRAZINA
PICLORAM
HEXAZINONA
BENOMIL
CARBOSULFAN
CARBOFURANO
CLOROTALONIL
TRIADIMENOL
HALOXIFOP
METOLACLOR
TIODICARB
TOTAL
DEFENSIVOS FORMULADOS
PADCT – Plataforma Tecnológica
70
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ácido Fosfonometiliminodiacético
NCM: 2931.00.37
Importação (1999): US$ 95.773 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 3,09 / kg
Este produto é utilizado como intermediário para o glifosato, que neste estudo está
inserido no subgrupo de defensivos agrícolas.
Não foi constatada produção nacional, porém foram identificados valores de exportação,
desprezíveis frente a importação.
!"Rota:
ácido acético + cloro → ácido cloroacético + ácido clorídrico
ácido cloroacético + amônia → ácido iminodiacético + ácido clorídrico
formaldeído
+
ác. iminodiacético
+
ác. ortofosforoso
→
ácido
fosfonometiliminodiacético
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ácido Fosfonometiliminodiacético
toneladas
36.000
27.000
Importação
18.000
9.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Projeto:
Foi identificado projeto de investimento de US$ 550.000.000 pela empresa Monsanto,
previsto para 2001.
!"Produtores Mundiais:
Não foi possível identificar os produtores mundiais.
PADCT – Plataforma Tecnológica
71
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ácido 2,3 Quinolinodicarboxílico
NCM: 2933.40.11
Importação (1999): US$ 11.709 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 40,04 / kg
O ácido 2,3-quinolinodicarboxílico é utilizado como intermediário avançado para o
imazaquin, um herbicida do tipo imidazolinona.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota – Oxidação da acridina:
tolueno + cloro → orto-cloro-tolueno + ácido clorídrico
orto-cloro-tolueno + [O] → ácido orto-cloro-benzóico
ácido orto-cloro-benzóico + anilina → ácido N-fenil-antranílico
ácido N-fenil-antranílico + ác. sulfúrico → acridona
acridona + zinco → 5-diidro-acridina
5-diidro-acridina + nitrito de sódio → acridina
acridina + [O] → ácido 2,3-quinolinodicarboxílico (ác. acridínico)
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ácido 2,3-quinolinodicarboxílico
toneladas
800
600
Importação
400
200
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Total
Número de Unidades
2
2
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
72
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"5-etil- 2,3- Dicarboxipiridina (5-EPDC)
NCM: 2933.39.34
Importação (1999): US$ 26.719 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 89,66 / kg
O 5-EPDC é um análogo do ácido 2,3-quinolinodicarboxílico, utilizado como
intermediário para o imazetapir, um herbicida da classe imidazolina.
Não foi constatada produção no país, mas foi identificada exportação no ano de 1996.
!"Rota:
butiraldeído + formaldeído → 2-etil-acroleína
anilina + 2-etil-acroleína → 3-etil-quinolina
3-etil-quinolina + [O] → 5-etil-2,3-dicarboxipiridina
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
5-EPDC
toneladas
800
600
400
Importação
200
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
Não foi possível identificar os produtores mundiais.
PADCT – Plataforma Tecnológica
73
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Glifosato e seu sal de Monoisopropilamina
NCM 2931.00.32
Importação (1999): US$ 35.599 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 5.166,08 / t
Esse defensivo é um herbicida organofosforado, utilizado em diversas culturas, como
milho, soja, trigo, citros, arroz e cana de açúcar. Embora haja produção nacional, seus
valores não estavam disponíveis nas fontes consultadas.
!"Rota comercial – Via ácido fosfonometiliminodiacético:
ácido acético + cloro → ácido cloroacético + ácido clorídrico
ácido cloroacético + amônia → ácido iminodiacético + ácido clorídrico
formaldeído + ác. iminodiacético + ác. ortofosforoso → ác. fosfonometiliminodiacético
ác. fosfonometiliminodiacético + peróxido de hidrogênio → glifosato
glifosato + isopropilamina → sal de isopropilamina do glifosato
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Glifosato e seu sal de Isopropilamina
toneladas
16.000
Importação
12.000
8.000
4.000
Exportação
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Milenia
Monsanto
Nortox
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
20.000
18.000
7.200
!"Projeto: A Monsanto tem um projeto de investimento previsto para 2001.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Índia
Total
Número de Unidades
21
6
País
Argentina
Outros
Número de Unidades
2
24
53
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
74
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Deltametrina
NCM: 2926.90.24
Importação (1999): US$ 16.806 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999):US$ 381.948,16 / t
Esse defensivo é um inseticida utilizado em diversas culturas como algodão, café, alho,
cebola, milho e tomate.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
tetrabrometo de carbono + trifenilfosfina → dibromo-trifenilfosfinilmetano (A)
ác. cis-crisantêmico + (ozonólise) → caronaldeído (B)
(A) + (B) → ác. cis-3-(2,2-dibromovinil)-2,2-dimetilciclopropano carboxílico (C)
tolueno + oxigênio → benzaldeído
benzaldeído + cloro → m-clorobenzaldeído + ác. clorídrico
fenóxido de sódio + m-clorobenzaldeído + KCN → álcool m-fenóxi-α-cianobenzílico (D)
(C) + (D) → deltametrina + H2O
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Deltametrina
toneladas
60
40
Importação
20
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
Foi produzido até 1995 pela Quimio.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Índia
Total
Número de Unidades
2
2
País
Argentina
Outros
Número de Unidades
1
3
8
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
75
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Endosulfan
NCM: 2920.90.21
Importação (1999): US$ 15.169 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 10.144,28/t
Esse defensivo é um inseticida organoclorado, utilizado em diversas culturas como
algodão, café, soja e cana-de-açúcar.
Embora tenham sido identificados 2 produtores no Brasil, os dados de produção não
estão disponíveis nas fontes consultadas.
!"Rota:
ciclopentadieno + cloro → hexaclorociclopentadieno (A)
acetileno + formaldeído → álcool propargílico
álcool propargílico + formaldeído → 1,4-butinodiol + H2 → cis-2-buteno-1,4-diol
(A) + cis-2-buteno-1,4-diol → 2,3-dimetilhidróxi-4,5,7,7-tetracloro-norborneno (B)
(B) + cloreto de tionila → endosulfan + ácido clorídrico
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Endosulfan
toneladas
1.600
1.200
Importação
800
400
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Milenia
Aventis
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
2.500
1.500
!"Produtores Mundiais:
País
Índia
Coréia
Total
Número de Unidades
9
3
País
EUA
Outros
Número de Unidades
2
8
22
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
76
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Atrazina
NCM: 2933.69.13
Importação (1999): US$ 13.994 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 2.940,53 / t
Esse defensivo é um herbicida utilizado em diversas culturas como milho, cana-deaçúcar, sorgo, sisal e abacaxi.
Embora tenha sido identificado 1 produtor no Brasil, os dados de produção não estão
disponíveis nas fontes consultadas.
!"Rota:
ácido cianídrico + cloro → 2,4,6-tricloro-1,3,5-triazina (A) + ácido clorídrico
(A) + etilamina → 4,6-dicloro-2-etilamina-1,3,5-triazina + ácido clorídrico
4,6-dicloro-2-etilamina-1,3,5-triazina + isopropilamina → atrazina + ácido clorídrico
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Atrazina
toneladas
6.000
4.500
Importação
3.000
1.500
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Nortox
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
1.500
!"Produção Descontinuada:
A CNDA (Rhodia) e Ciba Geigy produziram até 1994.
!"Produtores Mundiais:
País
China
EUA
Total
Número de Unidades
9
4
País
Argentina
Outros
Número de Unidades
2
11
26
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
77
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Picloram
NCM: 2933.39.21
Importação (1999): US$ 13.743 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 54.537,69 / t
Esse defensivo é um herbicida usado como desfolhante em pastagens, misturado com o
2,4D.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
acetaldeído + amônia → 2-picolina + H2O
2-picolina + cloro → heptacloro-2-picolina
heptacloro-2-picolina + amônia → 4-amino-pentacloro-2-picolina
4-amino-pentacloro-2-picolina + ácido sulfúrico → picloran
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Picloram
toneladas
400
300
Importação
200
100
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Malásia
Total
Número de Unidades
1
1
2
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
78
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Hexazinona
NCM: 2933.69.22
Importação (1999): US$ 13.818 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 38.539,94 / t
Este defensivo é um herbicida heterocíclico nitrogenado, atuando a partir da absorção
pelas folhas e raízes, inibindo a fotossíntese. Devido a sua ação não seletiva, este produto
é utilizado após o início da praga, especialmente em cultivos de alfafa, cana-de-açúcar e
abacaxi.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
carbida de cálcio + nitrogênio → cianamida de cálcio
cianamida de cálcio + H2O → cianamida
metanol + fosgênio → cloroformiato de metila + ácido clorídrico
cianamida + cloroformiato de metila → N-metóxicarbonil-cianamida
N-metóxicarbonil-cianamida + sulfato de dimetila → N-metil-N-metóxicarbonilcianamida (A)
(A) + dimetilamina → N-metoxicarbonil-N, N’, N’-trimetil-guanidina (B)
anilina + hidrogênio → cicloexilamina
cicloexilamina + fosgênio → cicloexil-isocianato (C)
(B) + (C) → N-metóxicarbonil-N, N’, N’-trimetil- N”-cicloexilcarbamoil-guanidina (D)
(D) + metóxido de sódio → hexazinona
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Hexazinona
600
400
Importação
200
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Japão
Total
Número de Unidades
3
1
4
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
79
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Benomil
NCM: 2933.90.51
Importação (1999): US$ 12.697 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 25.446,41 / t
Esse defensivo é um fungicida utilizado em diversas culturas como tomate, trigo, soja,
uva, cebola, banana, amendoim, abacaxi e algodão.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
metanol + fosgênio → cloroformiato de metila (A) + HCl
ác. cianídrico + cloro → cloreto de cianogênio
orto-nitroanilina + Zn + NaOH → orto-fenilenodiamina
orto-fenilenodiamina + cloreto de cianogênio → 2-amino-benzimidazol + HCl
2-amino-benzimidazol + (A) → N-metoxicarbonil-2-amino-benzimidazol + HCl
butilamina + fosgênio → butil-isocianato + HCl
butilamina + fosgênio → cloreto de butilcarbamoil + HCl
N-metoxicarbonil-2-amino-benzimidazol + butil-isocianato → benomil
N-metoxicarbonil-2-amino-benzimidazol + cloreto de butilcarbamoil → benomil
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Benomil
toneladas
800
600
Importação
400
200
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada: Du Pont.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Taiwan
Total
Número de Unidades
6
6
País
Coréia
Outros
Número de Unidades
3
3
18
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
80
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Carbosulfan
NCM: 2932.99.94
Importação (1999): US$ 11.562 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 18.452,62/ t
Este defensivo é um inseticida usado em várias culturas como citros, algodão, feijão,
fumo e também no tratamento de sementes de arroz, milho e algodão.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
dibutilamina + cloreto de enxofre → cloreto de dibutilamino-sulfenila
carbofurano + cloreto de dibutilamino-sulfenila → carbosulfan + HCl
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Carbosulfan
toneladas
800
600
Importação
400
200
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Taiwan
Estados Unidos
China
Total
Número de Unidades
2
1
1
4
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
81
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Carbofurano
NCM: 2932.99.14
Importação (1999): US$ 11.435 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 13.786,58/ t
Este defensivo é um inseticida, usado em diversas culturas, como café, arroz irrigado,
cana-de-açúcar, milho, batata, fumo, banana, algodão, cenoura, amendoim, trigo, feijão,
tomate envarado, tomate rasteiro, repolho. É utilizado no tratamento de sementes como
as de arroz, milho, algodão e banana.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota 1 – A partir do fenol:
fenol + ácido nítrico + ácido sulfúrico → orto-nitro-fenol
isobuteno + cloro → 3-cloro-2-metil-propeno + HCl
orto-nitro-fenol + 3-cloro-2-metil-propeno → orto-(2-metil-alilóxi)-nitrobenzeno + HCl
orto-(2-metil-alilóxi)-nitrobenzeno + ∆ → 2,3-diidro-2,2-dimetil-7-nitrobenzofurano (A)
(A) + (redução) → 2,3-diidro-2,2-dimetil-7-aminobenzofurano (B)
(B) + (diazotação) → 2,3-diidro-2,2-dimetil-7-hidróxibenzofurano
metilamina + fosgênio → metil-isocianato + HCl
2,3-diidro-2,2-dimetil-7-hidróxibenzofurano + metil-isocianato → carbofurano
!"Rota 2 – A partir do catecol:
catecol + 3-cloro-2-metil-propeno → orto-(2-metil-alilóxi)-fenol + HCl
orto-(2-metil-alilóxi)-fenol + ∆ → 2,3-diidro-2,2-dimetil-7-hidróxibenzofurano
2,3-diidro-2,2-dimetil-7-hidróxibenzofurano + metil-isocianato → carbofurano
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Carbofurano
toneladas
1.000
750
500
Importação
250
0
1996
1997
1998
!"Produtores Mundiais:
País
Número de Unidades
China
7
Taiwan
5
Total
1999
País
Índia
Outros
Número de Unidades
4
11
27
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
82
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Clorotalonil
NCM: 2926.90.95
Importação (1999): US$ 11.416 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 10.639,64/ t
Este defensivo é um fungicida, usado em culturas como batata, soja, tomate, trigo, uva,
feijão, arroz, citros, banana, amendoim, berinjela, pimentão, cenoura, melão, melancia,
pepino, gramados, plantas ornamentais, seringueira, maçã, gengibre, rosa, gladíolo e café.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota 1:
meta-xileno + amônia + oxigênio → isoftalonitrila
isoftalonitrila + cloro → clorotalonil
!"Rota 2:
meta-xileno + oxigênio → ácido isoftálico
ac. isoftálico + cloro → ac.tetracloroisoftálico + ác. clorídrico
ac.tetracloroisoftálico + amônia → tetracloroisoftalimida + H2O
tetracloroisoftalimida + oxicloreto de fósforo → clorotalonil + H2O
!"Rota 3:
ac.tetracloroisoftálico +cloreto de tionila → dicloreto tetracloroisoftaloila + ác. clorídrico
dicloreto tetracloroisoftaloila + amônia → tetracloroisoftalimida + cloreto de amônio
tetracloroisoftalimida + oxicloreto de fósforo → clorotalonil + H2O
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Clorotalonil
toneladas
2.000
1.500
1.000
Importação
500
0
1996
1997
1998
!"Produtores Mundiais:
País
Número de Unidades
China
8
Itália
3
Total
1999
País
Taiwan
Outros
Número de Unidades
2
3
16
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
83
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Triadimenol
NCM: 2933.90.61
Importação (1999): US$ 11.374 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 60.579,46/ t
Este defensivo é um inseticida usado associadamente com o disulfoton na cultura de café.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
acetona → pinacol → pinacolona
pinacolona + bromo → 1-bromo-3,3-dimetil-2-butanona
fenol + cloreto de sulfurila → 4-cloro-fenol
4-cloro-fenol +1-bromo-3,3-dimetil-2-butanona → (4-clorofenóxi)-3,3-dimetil-2-butanona
(A)
(A) + bromo → 1-bromo-1-(4-clorofenóxi)-3,3-dimetil-2-butanona
1-bromo-1-(4-clorofenóxi)-3,3-dimetil-2-butanona + 1H-1,2,4-triazol → triadimefon
triadimefon + boriidreto de sódio → triadimenol
obs:
triadimefon = 1-(p-clorofenóxi)1-(1,2,4-triazol-1-il)-3,3-dimetil-2-butanona
(defensivo)
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Triadimenol
toneladas
240
180
Importação
120
60
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Israel
Estados Unidos
Total
Número de Unidades
6
1
1
8
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
84
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Metolaclor
NCM: 2924.29.43
Importação (1999): US$ 11.052 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 5.278,21 / t
Este defensivo é um herbicida do grupo da acetanilida com aplicação em culturas de soja,
cana-de-açúcar, milho e feijão.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota 1:
tolueno + metóxiamina → orto-toluidina
orto-toluidina + eteno → 2-etil-6-metil-anilina (A)
acetona + bromo → bromoacetona + HBr
bromoacetona + metóxido de sódio → metóxiacetona + NaBr
(A) + metóxiacetona + H2 → N-(1-metóxi-prop-2-il)-2-etil-6-metil-anilina (B)
(B) + cloreto de cloroacetila → metolaclor + HCl
!"Rota 2:
(A) + cloreto de cloroacetila → N-(2-cloroacetil)-2-etil-6-metil-anilina
N-(2-cloroacetil)-2-etil-6-metil-anilina + 1-metóxi-2-cloro-propano → metolaclor
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Metolaclor
2.400
1.600
Importação
800
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Taiwan
Total
Número de Unidades
1
1
2
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
85
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Haloxifop
NCM: 2933.39.14
Importação (1999): US$ 10.660 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999):US$ 125.409,58/t
Este defensivo é um herbicida usado na cultura de soja.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
ácído propiônico + cloro → ácido 2-cloro-propiônico
ác. 2-cloro-propiônico + metanol → 2-cloro-propionato de metila
hidroquinona + 2-cloro-propionato de metila → 2-(4-hidróxi-fenóxi)-propionato de
metila (A)
(A) + 2,3-dicloro-5-trifluorometil-piridina → haloxifop metil ester
haloxifop metil ester + (hidrólise básica) → haloxifop + metanol
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Haloxifop
toneladas
160
120
Importação
80
40
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
Não foi possível identificar os produtores mundiais.
PADCT – Plataforma Tecnológica
86
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Tiodicarb
NCM:2930.90.99
Importação Específica do Produto (1999): US$ 10.266 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 25.972,45 / t
Este defensivo é um inseticida usado para o tratamento de sementes de milho, arroz e
feijão.
Por estar inserido no grupo genérico de Tiocompostos, as informações mercadológicas
não estão disponíveis para todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
acetonitrila + metanotiol → metiltioacetimida
metiltioacetimida
+
cloridrato
de
hidroxilamina
→
cloridrato
de
metiltioacetohidroxamato
cloridrato de metiltioacetohidroxamato + metilisocianato → metomil (inseticida)
metomil + cloreto de enxofre → tiodicarb
!"Produtores Mundiais:
País
Argentina
China
Estados Unidos
Total
Número de Unidades
1
1
1
3
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
87
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Herbicida à base de Glifosato:
NCM: 3808.30.23
Importação do Produto (1999): US$ 37.552 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 4.237,73 / t
Este defensivo tem como princípio ativo o glifosato, neste estudo incluído no ítem de
defensivos agrícolas.
!"Rota:
Vide item glifosato.
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Herbicida a base de Glifosato
toneladas
10.000
7.500
Importação
5.000
2.500
Exportação
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Vide item Glifosato.
!"Produtores Mundiais:
Vide item Glifosato.
PADCT – Plataforma Tecnológica
88
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Herbicida à base de Clorimuron Etílico:
NCM: 3808.30.29
Importação Específica do Produto (1999): US$ 30.491 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 158.496,03 / t
Este defensivo é utilizado principalmente em culturas de soja.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros herbicidas e inibidores de germinação”,
as informações mercadológicas não estão disponíveis para todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
tolueno + ácido sulfúrico → ácido orto-toluenossulfônico
ác. orto-toluenossulfônico + amônia → orto-toluenossulfonamida
orto-toluenossulfonamida + etanol + [O] → orto-carboetóxi-benzenossulfonamida
(A)
(A) + fosgênio → orto-carboetóxi-benzenossulfonil isocianato (B)
(B) + 2-amino-4-cloro-6-metóxi-pirimidina → clorimuron etílico
Preparação de 2-amino-4-cloro-6-metóxi-pirimidina:
!"Rota A:
cloroacetato de etila + CO + etanol → malonato de dietila
malonato de dietila + uréia → ácido barbitúrico + etanol
ácido barbitúrico + oxicloreto de fósforo → 2,4,6-tricloro-pirimidina
2,4,6-tricloro-pirimidina + metóxido de sódio → 2,4-dicloro-6-metóxi-pirimidina + NaCl
2,4-dicloro-6-metóxi-pirimidina + amônia → 2-amino-4-cloro-6-metóxi-pirimidina + HCl
!"Rota B:
uréia + amônia → guanidina + H2O
malonato de dietila + guanidina → 4,6-diidróxi-2-amino-pirimidina + etanol
4,6-diidróxi-2-amino-pirimidina + oxicloreto de fósforo → 2,4-dicloro-2-aminopirimidina
4,6-dicloro-2-amino-pirimidina + metóxido de sódio → 2-amino-4-cloro-6-metóxipirimidina
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Estados Unidos
Total
Número de Unidades
6
1
7
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
89
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Herbicida à base de Nicossulfuron
NCM: 3808.30.29
Importação Específica do Produto (1999): US$ 12.829 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 17.621,25 / t
Este defensivo é utilizado principalmente em culturas de milho.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros herbicidas e inibidores de germinação”,
as informações mercadológicas não estão disponíveis para todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota 1:
fenol + fosgênio → cloroformiato de fenila (A) + HCl
2-sulfamoil-N,N-dimetil-nicotinamida + (A) → 2-fenóxicarbonilsulfamoil-N,N-dimetilnicotinamida (B)
(B) + 4,6-dimetóxi-2-aminopirimidina (C) → nicosulfuron
!"Rota 2:
fenol + fosgênio → cloroformiato de fenila (D) + HCl
(C) + (D) → N-fenóxicarbonil-4,6-dimetóxi-2-amino-pirimidina (E) + HCl
(E) + 2-sulfamoil-N,N-dimetil-nicotinamida → nicosulfuron
Preparação de 2-sulfamoil-N,N-dimetil-nicotinamida:
!"Rota A:
acroleína + propanal + amônia → 3-picolina + [O] → ácido nicotínico
acetaldeído + amônia → 2-metil-5-etil-piridina + [O] → ácido nicotínico
ác. nicotínico + H2O2 + POCl3 + PCl5 → ác. 2-cloro-nicotínico
ác.2-cloro-nicotínico + tiobenzóxido de potássio → ác. 2-tiobenzóxi-nicotínico
ác. 2-tiobenzóxi-nicotínico + dimetilamina → 2-benziltio-N,N-dimetil-nicotinamida (F)
(F) + NaClO → 2-clorosulfonil-N,N-dimetil-nicotinamida (G)
(G) + amônia → 2-sulfamoil-N,N-dimetil-nicotinamida
!"Rota B:
sulfeto de 3-cloro-2-piridil + NaClO / amônia → 2-sulfamoil-3-cloro-piridina
2-sulfamoil-3-cloropiridina + KCN + NaOH → ác. 2-sulfamoil-nicotínico
ác. 2-sulfamoil-nicotínico + dimetilamina → 2-sulfamoil-N,N-dimetil-nicotinamida
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Grã-Bretanha
Japão
Total
Número de Unidades
1
1
1
3
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
90
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Inseticida a Base de Imidacloprida:
NCM: 3808.10.29
Importação Específica do Produto (1999): US$ 12.468 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 139.927,26 / t
Este defensivo é utilizado em culturas como tomate, pimentão, algodão, arroz e milho.
Por estar inserido no grupo genérico de Inseticidas, as informações mercadológicas não
estão disponíveis para todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
brometo de sódio + clorato de sódio + cianeto de sódio → brometo de cianogênio (A)
6-cloro-nicotinaldeído +etilenodiamina +H2 →N-(2-cloro-5-piridilmetil)-etilenodiamina (B)
(A) + (B) → bromoidrato de 1-(2-cloro-5-piridilmetil)-2-imino-imidazolidina (C)
(C) + ácido nítrico + ácido sulfúrico → imidacloprida
!"Produtores Mundiais:
País
China
Estados Unidos
Total
Número de Unidades
6
1
7
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
91
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Inseticida à base de Fipronil:
NCM: 3808.10.29
Importação Específica do Produto (1999): US$ 11.083 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 62.361,28 / t
O fipronil é um acaricida do tipo fenil pirazola, com ação no sistema nervoso. A principal
aplicação está no controle de insetos resistentes aos inseticidas piretróides, carbamatos e
organofosforados.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros Inseticidas”, as informações
mercadológicas não estão disponíveis para todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
5-metil-isoxazol + cloreto de sulfirila → α-cloro-α-cianoacetona (A)
2,6-dicloro-4-trifluorometil-anilina + nitrito de sódio → sal de diazônio (B)
(A) + (B) → cloreto de cianoacetila-N-(2,6-dicloro-4-trifluorometil-fenil)-hidrazona (C)
(C) + metiltioacetonitrila → 5-amino-3-ciano-1-(2,6-dicloro-4-difluorometilbenzil)-4metiltiopirazol (D)
(D) + [O] → fipronil
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Hungria
Total
Número de Unidades
1
1
2
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
92
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.4 FÁRMACOS HUMANOS E VETERINÁRIOS
No grupo de fármacos estão 17 produtos, divididos em dois subgrupos: Fármacos
Humanos e Fármacos Veterinários. Estes produtos apresentaram, juntos, importações de
US$ 332.062 mil FOB em 1999, valor este que corresponde a aproximadamente 12,0 %
do total de importação da amostra de 93 produtos.
FÁRMACOS HUMANOS
Nesse subgrupo foram estudados 12 produtos, que somaram no ano de 1999 uma
importação total de US$ 194.249 mil FOB. Este valor representa cerca de 58,5 % do total
de fármacos estudados. Observa-se que estes produtos são bem diversificados em termos
de aplicação e possuem elevados preços unitários de importação de produtos de alto valor
agregado, conforme já esperado para o setor.
FÁRMACOS VETERINÁRIOS
Neste subgrupo foram estudados 5 produtos, que apresentaram juntos uma importação de
US$ 137.813 mil FOB em 1999, valor este que corresponde a 41,5 % do total de
importação do grupo de fármacos.
PRODUTOS
FÁRMACOS HUMANOS
ACETATO DE CIPROTERONA
VOLTACLORETO
DIPIRONA
ACETATO DE D- OU DL-ALFA-TOCOFEROL
MALEATO DE ENALAPRIL
ASPARTAME
BROMOKETAL
VITAMINA C (ÁCIDO L- OU DL-ASCÓRBICO)
GESTODENE
METILDOPA
CEFTRIAXONA E SEUS SAIS
PRAVASTATINA SÓDICA
TOTAL FÁRMACOS HUMANOS
FÁRMACOS VETERINÁRIOS
METIONINA GRAU ALIMENTAÇÃO ANIMAL
ÁCIDO 2-HIDROXI-4-(METILTIO)BUTANOICO E SEU SAL CÁLCICO
DORAMECTINA
IVERMECTIN
ABAMECTINA
TOTAL FÁRMACOS VETERINÁRIOS
TOTAL FÁRMACOS
PADCT – Plataforma Tecnológica
93
US$ FOB MIL
VOLUME (t)
28.849
20.745
18.297
17.521
17.005
15.851
14.371
14.037
12.799
12.598
11.443
10.733
194.249
1
50
1.930
1.308
8
384
328
2.484
0,016
206
8,5
0,3
6.708
42.975
27.343
24.077
23.825
19.591
137.813
332.062
18.467
14.701
2
10
12
33.192
39.900
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Acetato de Ciproterona
NCM 2937.99.11
Importação(1999): US$ 28.849 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 34.385 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como contraceptivo.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
17,18-deidro-pregnenolona + H2O2 → 17,18-óxido-pregnenolona
17,18-óxido-pregnenolona + ácido bromídrico → 18-bromo-17-hidróxi-pregnenolona
18-bromo-17-hidróxi-pregnenolona + (hidrogenólise) → 17α-hidróxipregnenolona
17α-hidróxipregnenolona + anidrido acético → 17-acetóxi-progesterona (A)
(A) → 17-acetóxi-1,2α-metileno-∆4,6-pregnadien-17α-ol-3,20-diona (B)
(B) + H2O2 → 17-acetóxi-1,2α-metileno-6,7-óxido-∆4-pregneno-17α-ol-3,20-diona (C)
(C) + HCl → 17-acetóxi-6-cloro-1α-clorometil-∆4,6-pregnadieno-17α-ol-3,20-diona (D)
(D) + carbonato de potássio → acetato de ciproterona
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Acetato de Ciproterona
toneladas
1,20
Importação
0,90
0,60
Exportação
0,30
0,00
1996
1997
1998
1999
!"Projeto: A empresa Labogem tem projeto de investimento de US$ 3 milhões para a
fabricação deste produto, com previsão de conclusão para 2005.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Total
Número de Unidades
3
País
Outros
Número de Unidades
4
7
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
94
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Voltacloreto
NCM: 2924.29.99
Importação específica do produto :US$ 20.745 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 413 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como antiinflamatório.
Por estar inserido no grupo genérico de ”Outras Amidas Cíclicas”, as informações
mercadológicas não estão disponíveis para todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
benzeno + ácido nítrico + H2SO4 → nitrobenzeno + (redução) → anilina
anilina + cloro → 2,6-dicloroanilina + HCl
2,6-dicloroanilina + anidrido acético → 2,6-dicloro-acetanilida
benzeno + bromo → bromobenzeno + HBr
2,6-dicloro-acetanilida + bromobenzeno → N-fenil-2,6-dicloroacetanilida + HBr
N-fenil-2,6-dicloroacetanilida +NaOH→N-fenil-2,6-dicloroanilina +acetato de sódio +H2O
N-fenil-2,6-dicloroanilina + cloreto de cloroacetila → voltacloreto + HCl
!"Produtores Mundiais:
País
Índia
China
Taiwan
Total
Número de Unidades
2
1
1
4
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
95
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Dipirona
NCM 2933.11.11
Importação (1999) :US$ 18.297 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 9,50 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como analgésico e antiinflamatório.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
acetato de etila + sódio → acetoacetato de etila + etanol
anilina + nitrito de sódio + HCl → sal de diazônio
sal de diazônio + sulfito de sódio → fenilhidrazina
acetoacetato de etila + fenildrazina → 5-metil-2-fenil-3-pirazolona + etanol
5-metil-2-fenil-3-pirazolona + iodeto de metila → antipirina
antipirina + nitrito de sódio + HCl → nitroso-antipirina + (redução) → aminopirina
aminopirina + formaldeído + bissulfito de sódio → dipirona
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Dipirona
toneladas
2.400
1.800
Importação
1.200
600
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
Este produto já foi produzido no país pela Hoechst.
!"Produtores Mundiais:
País
China
India
Outros
Total
Número de Unidades
14
10
12
36
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
96
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Alfa-Tocoferol – Vitamina E
NCM 2936.28.12
Importação (1999) :US$ 17.521 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 13,39 / kg
Esse fármaco atua principalmente como antioxidante e vitamina, podendo ser encontrado
em verduras, gérmen de trigo, óleos vegetais, nozes e comprimidos. Apresenta diferentes
funções, como vaso-dilatador, anticoagulante, retardador de envelhecimento e acelerador
de cicatrizações em queimaduras. Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
2,3,5-trimetil-hidroquinona + isofitol → α-tocoferol
α-tocoferol + anidrido acético → acetato de α-tocoferol
Preparação da 2,3,5-trimetil-hidroquinona:
Acetona → forona + base → isoforona + ∆ → 3,4-dimetil-fenol
3,4-dimetil-fenol + metóxido de alumínio → 2,3,5-trimetil-fenol
2,3,5-trimetil-fenol + [O] → trimetil-quinona + H2 → 2,3,5- trimetil-hidroquinona
Preparação do isofitol:
acetona + acetileno → 2-metil-3-butin-2-ol → 2-metil-3-buten-2-ol
2-metil-3-buten-2-ol + 2-metóxi-propeno → metil-heptenona
metil-heptenona + acetileno → deidro-linalool
deidro-linalool + 2-metóxi-propeno → pseudoionona + H2 → hexaidro-pseudoionona
hexaidro-pseudoionona + acetileno → 3,7,11-trimetil-3-dodecin-3-ol (A)
(A) + 2-metóxi-propeno → Farnesyl-acetona + H2 → hexaidro-Farnesyl-acetona (B)
+ acetileno → 3,7,11,15-tetrametil-1-hexadecin-3-ol + H2→ isofitol
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Acetato de D- ou DL-alfa-tocoferol
toneladas
1.600
Importação
1.200
800
Exportação
400
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
China
Outros
Total
Número de Unidades
4
4
13
21
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
97
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Maleato de Enalapril
NCM 2933.90.46
Importação (1999) :US$ 17.005 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 2.137 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como anti-hipertensivo e vaso-dilatador.
Ainda que tenham sido identificados dados de capacidade instalada no país, os dados
referentes à produção não estão disponíveis.
!"Rota:
N-(1-alanil)-L-prolina + 2-oxo-4-fenil-butirato de etila / H2 → enalapril + H2O
enalapril + ácido maléico → maleato de enalapril (resolução dos diastereoisômeros)
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Maleato de Enalapril
toneladas
10
8
Importação
5
3
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Nortec
Capacidade Instalada (t/a) - 1999
100
!"Projeto: Identificou-se projeto da empresa Ecadil.
!"Produtores Mundiais:
País
Índia
China
Espanha
Outros
Total
Número de Unidades
5
4
4
12
21
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
98
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Aspartame
NCM2924.29.91
Importação (1999) :US$ 15.851 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 41,27 / kg
Esse produto é um adoçante sintético, com poder edulcorante até 200 vezes maior que o
do açúcar. O aspartame é um dipeptídeo composto por fenilalanina e ácido aspártico,
sendo por isso totalmente metabolizável e sensível ao calor (ruptura da ligação
peptídica). Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
tolueno + cloro → cloreto de benzila + CO → ácido fenilpirúvico
ácido fenilpirúvico + (aminação enzimática) → L-fenilalanina → L-fenilalanina metil éster
ácido fumárico + amônia + aspartase (Escherichia c.) → ácido L-aspártico
ácido L-aspártico + cloroformato de benzila → ác. N-benzilóxicarbonil-L-aspártico (A)
(A) + L-fenilamina metil éster → N-benzolóxicarbonil-aspartame
N-benzolóxicarbonil-aspartame + hidrogênio → aspartame
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Aspartame
toneladas
600
450
Importação
300
150
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
O produto foi fabricado no país pela Monsanto.
!"Produtores Mundiais:
Número de Unidades
3
2
2
3
10
País
Estados Unidos
Japão
Holanda
Outros
Total
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
99
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Bromoketal
NCM 2932.99.99
Importação específica do produto :US$ 14.371 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$.43,79 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como intermediário para narcóticos opióides.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros Compostos Heterocíclicos de
Heteroátomos de Oxigênio”, as informações mercadológicas não estão disponíveis para
todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
isobutiraldeído + formaldeído → 2,2-dimetil-3-hidróxi-propanal
2,2-dimetil-3-hidróxi-propanal + hidrogênio → neopentilglicol (A)
2,3 diidrofurano
+
(A)
+
PBr3
→
2-(3-bromopropil)-5,5-dimetil-1,3-dioxano
(bromoketal)
2,3 diidro-2H-pirano + (A) + PBr3 → 2-(3-bromobutil)-5,5-dimetil-1,3-dioxano
(bromoketal)
Preparação do 2,3 diidropirano:
madeira → polímero de pentose → pentose → furfural
furfural + hidrogênio → tetrahidrofurfural álcool + furfural álcool → 2,3 diidropirano
!"Produtores Mundiais:
Não foi possível identificar produtores mundiais de Bromoketal.
PADCT – Plataforma Tecnológica
100
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Vitamina C
NCM 2936.27.10
Importação (1999) :US$ 14.037 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 5,65 / kg
Este fármaco atua principalmente como um antioxidante e vitamina, podendo ser
encontrado em frutas, hortaliças e comprimidos. A maioria dos animais sintetiza sua
própria vitamina C, mas os seres humanos não. Ela é essencial para o organismo e, entre
outras propriedades, tem a de exercer papel determinante na formação do colágeno,
importantíssimo para a recuperação das células dos tecidos orgânicos, gengivas, vasos
sanguíneos, ossos e dentes sendo que a sua deficiência causa uma doença denominada
escorbuto.
A vitamina C não é produzida no Brasil, entretanto foi constatada exportação do produto,
de valor significantemente baixo frente à importação.
!"Rota:
D-glicose + hidrogênio → D-sorbitol
D-sorbitol + Acetobacter xylinun → L-sorbose
L-sorbose → ácido 2-ceto-L-gulônico
ácido 2-ceto-L-gulônico + (ciclização em meio básico) → ácido ascórbico
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Vitamina C
2.800
toneladas
2.100
Importação
1.400
700
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Rússia
Outros
Total
Número de Unidades
32
6
21
59
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
101
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Gestodene
NCM 2937.92.99
Importação específica do produto :US$ 12.799 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 816,26 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como contraceptivo.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros Estrogênios e Progestogênios”, as
informações mercadológicas não estão disponíveis para todos os anos.
!"Rota:
estrona + acetileno + amônia + potássio → gestodene
Preparação da estrona:
A estrona pode ser obtida a partir de plantas (batata-doce mexicana e soja).
Rota A – síntese de Johnson Christiansen:
anisol + anidrido glutárico + metanol → 5-(4-metóxifenil)-5-oxo-pentanoato de metila (A)
(A) + succinato de dimetila → → 17-hidroxi-3-metoxiestra-1,2,5 (10)-trien-16-ona (B)
(B) + boriidreto de sódio → estrona
Rota B – a partir da deidroisoandrosterona:
deidroisoandrosterona + hidrogênio → androsterona
androsterona + CrO3 → androstan-3,17-diona
androstan-3,17-diona + bromo → 2,4-dibromo-3,17-dióxiandrostana
2,4-dibromo-3,17-dióxiandrostana +(desidrobromação)→ 3,17-dióxiandrosta-1,4-diena (C)
(C) + (pirólise) → estrona
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Libbs
Capacidade Instalada (kg/a) – 1999
50
!"Produtores Mundiais:
Não foi possível identificar outros produtores mundiais.
PADCT – Plataforma Tecnológica
102
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Metildopa
NCM2922.50.32
Importação (1999) :US$ 12.598 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 61,08 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente para hipertensão e doença de Parkinson.
Não existe produção no Brasil, entretanto, foi identificada exportação do metildopa, com
valores significativamente inferiores aos de importação.
!"Rota:
eugenol + [O] → vanilina
vanilina + sulfato de metila → veratraldeído
veratraldeído + nitroetano → 1-(3,4-dimetóxifenil)-2-nitropropeno
1-(3,4-dimetóxifenil)-2-nitropropeno + (redução) → (3-metóxi-4-hidróxi-fenil)acetona (A)
(A) + cloreto de amônio + cianeto de sódio + H2SO4 → metildopa
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Metildopa
toneladas
280
210
Importação
140
70
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
O produto já foi fabricado pela empresa IQT.
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
India
Outros
Total
Número de Unidades
3
3
6
12
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
103
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Ceftriaxona e seus Sais
NCM 2941.90.31
Importação (1999) :US$ 11.443 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US5 1.351,34 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como antibiótico.
Não foi constatada produção no país, entretanto, foi identificada pequena exportação nos
últimos anos.
!"Rota:
Cefalosporium sp. → cefalosporina C + (hidrólise) → ácido 7-aminocefalosporânico (A)
etil-2-metóxiamino-3-oxobutirato + Cl2 → 4-cloro-2-metóxiamino-3-oxobutirato de
etila (B)
(B) + tiouréia → 2-aminotiazol-metóxiiminoacetato de etila (C) + HCl
(C) + cloreto de formila → ác. formamidotiazol-metóxiiminoacético (D)
(A) + (D) → ác. 7-[2-(formamidotiazol-metóxiimino)acetamidil]-cefalosporânico (E)
(E) + sulfeto de 2-metil-5,6-dioxo-1,2,4-triazin-3-ila + NaHCO3 → ceftriaxona sódica
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ceftriaxona e seus Sais
toneladas
10
8
Importação
5
Exportação
3
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Coréia
Índia
Suiça
Total
Número de Unidades
7
3
1
1
12
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
104
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Pravastatina Sódica
NCM 2918.90.99
Importação específica do produto :US$ 10.733 mil FOB
Valor de Importação: US$ 38.332,09 / kg
Esse fármaco é utilizado principalmente como intermediário em remédios para redução
de colesterol.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros ácidos carboxílicos contendo funções
oxigenadas suplementares...”, as informações mercadológicas não estão disponíveis para
todos os anos.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
Penicillium citrinum → ML-236 B
ML-236 + Absidia c. (hidroxilação microbiológica) → pravastatina
!"Produtores Mundiais:
Não foi possível identificar produtores mundiais.
PADCT – Plataforma Tecnológica
105
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Metionina
NCM 2930.40.90
Importação (1999): US$ 42.975 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 2,33 / kg
A metionina é considerada um aminoácido essencial na nutrição animal, principalmente
na criação de frangos. Não foi constatada produção no país.
!"Rota 1:
2-hidróxi-4-metiltio-butironitrila + amônia → ác. 2-amino-4-(metiltiobutanóico) + H2O
ácido 2-amino-4-(metiltiobutanóico) + H2O + H2SO4 → metionina
!"Rota 2:
aldeído metiltiopropiônico + NaCN + 3/2 CO2 + amônia → hidantoína
hidantoína + H2SO4 → metionina
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Metionina
toneladas
20.000
Importação
15.000
10.000
5.000
Exportação
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
Já foi produzida pela UNIRHODIA.
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
França
Alemanha
Outros
Total
Número de Unidades
7
3
3
11
24
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
106
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ácido 2-hidroxi-4-(metiltio)-butanóico e seu sal
NCM 2930.90.34
Importação(1999): US$ 27.343 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 1,86 / kg
O ácido 2-hidroxi-4-(metiltio)-butanóico também é conhecido como metionina hidroxianáloga.
Não foi constatada produção no país.
!"Rota:
acroleína + metilmercaptana → aldeído metiltiopropiônico
aldeído metiltiopropiônico + ácido cianídrico → 2-hidróxi-4-metiltio-butironitrila
2-hidróxi-4-metiltio-butironitrila + H2SO4 → ácido 2-hidroxi-4-(metiltiobutanóico)
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ácido 2-H idroxi-4-(m etiltio)-butanóico e seu sal
toneladas
20.000
15.000
10.000
Importação
5.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
França
Espanha
Total
Número de Unidades
2
1
1
4
País
Estados Unidos
Alemanha
Total
Número de Unidades
1
1
2
Sal Cálcico:
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
107
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Doramectina
NCM 2932.99.99
Importação específica do produto :US$ 24.077 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 10.065,84 / kg
Esse produto, não produzido no Brasil, é utilizado principalmente como antiparasita.
Por estar inserido no grupo genérico de “Outros compostos que contém uma estrutura de
ciclos quinoleína ou isoquinoleína (hidrogenadas ou não) sem outras condensações”, as
informações mercadológicas não estão disponíveis para todos os anos.
!"Rota:
Streptomyces avermetilis + ciclcoexilcarboxilato de sódio → doramectina
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Total
Número de Unidades
1
1
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
108
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ivermectin
NCM 2932.99.21
Importação (1999) :US$ 23.825 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US5 2.473,31 / kg
Este fármaco é utilizado principalmente como antielmíntico, acaricida e inseticida.
O ivermectin não é produzido no Brasil, entretanto foi identificada exportação nos
últimos anos.
!"Rota:
Streptomyces avermetilis → abamectin
abamectin + tris(trifenilfosfina)cloro ródio I + hidrogênio → ivermectin
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ivermectin
toneladas
12
Importação
9
6
3
Exportação
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
China
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
14
2
2
18
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
109
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Abamectina
NCM 2932.99.22
Importação (1999) :US$ 19.591 mil FOB
Valor Unitário de Importação: US$ 1.607,83 / kg
Este fármaco é utilizado principalmente como acaricida, inseticida e antielmíntico.
A abamectina não é produzida no Brasil, entretanto identificou-se exportação nos últimos
anos.
!"Rota:
Streptomyces avermetilis → abamectina
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Abamectina
toneladas
36
27
Importação
18
9
Exportação
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Taiwan
Peru
China
Total
Número de Unidades
2
1
1
4
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
110
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.5 INTERMEDIÁRIOS INORGÂNICOS
No grupo de Intermediários Inorgânicos, estão 7 produtos, divididos em três subgrupos:
pigmentos e corantes, intermediários, e também intermediários para detergentes. Estes
sete produtos apresentaram juntos uma importação de US$ 257.397 mil FOB em 1999,
valor este que corresponde a aproximadamente 9.0 % do total de importação da amostra
de 93 produtos.
PIGMENTOS E CORANTES
Este subgrupo compreende 2 produtos, que correspondem a um total de importação em
1999 de US$ 127.900 mil FOB, representando 49,7 % do total do grupo de
Intermediários Inorgânicos.
INTERMEDIÁRIOS
Este subgrupo compreende 4 produtos, que correspondem a um total de importação em
1999 de US$ 116.967 mil FOB, representando 45,4 % do total do grupo de
Intermediários Inorgânicos.
INTERMEDIÁRIOS PARA DETERGENTES
Este subgrupo compreende 1 produto com importação em 1999 de US$ 12.529 mil FOB,
representando 4,9 % do total do grupo de Intermediários Inorgânicos.
PRODUTOS
PIGMENTOS E CORANTES
PIGMENTO DE DIÓXIDO DE TITÂNIO, TIPO RUTILO
CLÍNQUER DE DIÓXIDO DE TITÂNIO, TIPO RUTILO
INTERMEDIÁRIOS
CARBONATO DISSÓDICO (BARRILHA)
HIDRÓXIDO DE SÓDIO EM SOLUÇÃO AQUOSA
SULFATO DISSÓDICO ANIDRO
SULFATO DE CROMO
INTERMEDIÁRIOS PARA DETERGENTES
TRIPOLIFOSFATO DE SÓDIO
TOTAL INTERMEDIÁRIOS INORGÂNICOS
PADCT – Plataforma Tecnológica
111
US$ FOB MIL
VOLUME (t)
76.028
51.872
38.972
29.196
43.246
28.037
24.570
21.115
327.608
423.277
291.000
31.706
12.529
257.397
21.866
1.163.625
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Pigmento de Dióxido de Titânio, tipo rutilo
NCM 3206.11.19
Importação (1999): US$ 76.028 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.950,83 / t
O dióxido de titânio é considerado um pigmento de grande importância, graças ao seu
preço, inferior ao de outros pigmentos, e principalmente ao seu alto poder de cobertura. É
empregado nas indústrias de borracha, plásticos, cosméticos, papel, e sobretudo na
produção de tintas, vernizes e lacas.
!"Rota 1:
minério de titânio + ácido sulfúrico → sulfato de titanila + sulfato ferroso + H2O
sulfato de titanila + H2O → hidróxido de titanila + ác. sulfúrico
hidróxido de titanila → dióxido de titânio + H2O
!"Rota 2:
minério de titânio + coque + cloro → tetracloreto de titânio + CO2
tetracloreto de titânio + oxigênio → dióxido de titânio + cloro
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Pigmento de Dióxido de Titânio tipo Rutilo
toneladas
150.000
Importação
120.000
Exportação
90.000
60.000
Produção
30.000
0
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
!"Produtores no Brasil:
Empresas produtoras
Du Pont
Millennium
Capacidade Instalada (t/a)-1999
36.000
60.000
Capacidade Futura (t/a)
70.000 (1a fase)
80.000 (2a fase)
!"Produtores Mundiais:
País
China
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
30
11
58
99
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
112
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Clínquer de Dióxido de Titânio, tipo rutilo
NCM 3206.11.11
Importação (1999): US$ 51.872 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.776,68 / t
O clínquer é o dióxido de titânio semi-acabado, antes do processo de micronização.
Portanto, possui as mesmas aplicações do pigmento de dióxido de titânio, apresentado
anteriormente.
Não foi identificada a produção no país do clínquer de dióxido de titânio. Quanto à
quantidade exportada, esta apresentou-se significativamente inferior à importação, de
modo que não foi representada no gráfico.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Clínquer de Dióxido de Titânio
toneladas
40.000
30.000
20.000
Importação
10.000
0
1996
PADCT – Plataforma Tecnológica
1997
1998
113
1999
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Carbonato Dissódico (Barrilha)
NCM 2836.20.10
Importação (1999): US$ 43.246 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 132,01/ t
O carbonato de sódio, um dos produtos da indústria de cloro-álcalis, serve como fonte de
sódio para vários compostos, substituindo o hidróxido de sódio em vidros e adesivos
(silicatos de sódio).
!"Rota 1 - Processo Solvay:
hidróxido de amônio + dióxido de carbono → bicarbonato de amônio
bicarbonato de amônio + cloreto de sódio → bicarbonato de sódio + cloreto de amônio
bicarbonato de sódio → carbonato de sódio + dióxido de carbono + H2O
!"Rota 2 - Eletrólise do cloreto de sódio:
cloreto de sódio + H2O + corrente elétrica → hidróxido de sódio + cloro + hidrogênio
hidróxido de sódio + dióxido de carbono → carbonato de sódio
!"Rota 3 - Decomposição de salmouras naturais.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Carbonato Dissódico
600.000
500.000
400.000
300.000
200.000
100.000
0
Importação
Produção
Consumo Aparente
1996 1997 1998 1999
Obs: a exportação do produto apresenta-se desprezível frente aos dados de produção,
importação, e consumo aparente, de forma que não foi expressa no gráfico.
!"Produtor no Brasil:
Empresa produtora
Álcalis
Capacidade Instalada (t/a)-1999
240.000
!"Produtores Mundiais:
País
China
Índia
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
31
19
13
76
139
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
114
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Hidróxido de sódio em solução aquosa
NCM 2815.12.00
Importação (1999): US$ 28.037 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 66,24 / t
O hidróxido de sódio é um insumo amplamente empregado na indústria química.
!"Rota 1 - Reação de dupla-troca:
carbonato de sódio + hidróxido de cálcio → hidróxido de sódio + carbonato de cálcio
!"Rota 2 - Eletrólise do cloreto de sódio
cloreto de sódio + H2O # hidróxido de sódio + hidrogênio + cloro
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Hidróxido de Sódio (aq)
Importação
toneladas
2.000.000
Exportação
1.500.000
1.000.000
Produção
500.000
0
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
!"Produtores no Brasil:
Empresas produtoras
Capacidade Instalada (t/a)-1999
Anhembi
Aracruz
Carbocloro
Cenibra
CQR
Dow Química
Igarassu
Jari Celulose
Pan-Americana
Riocell
Solvay
Trikem
(m) – multipropósito.
3.500 (m)
37.500
284.000
18.512
73.000
415.000 (m)
26.500
11.550
27.800
20.440
99.000 (m)
460.000
!"Produtores Mundiais:
País
Número de Unidades
China
Japão
Estados Unidos
Outros
Total
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
114
42
39
222
417
115
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Sulfato Dissódico Anidro
NCM 2833.11.10
Importação (1999): US$ 24.570 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 84,43 / t
O sulfato dissódico é utilizado principalmente na indústria de sabões e detergentes.
!"Rota 1 - Subproduto do rayon:
hidróxido de sódio + ácido sulfúrico → sulfato de sódio + H2O
!"Rota 2 - Reação de dupla-troca:
cloreto de sódio + ácido sulfúrico → sulfato de sódio + ácido clorídrico
!"Rota 3 - Hidrólise do dióxido de enxofre:
cloreto de sódio + dióxido de enxofre + oxigênio + H2O → sulfato de sódio + ácido
clorídrico
!"Rota 4 - Cristalização de salmouras naturais.
!"Rota 5 - Subproduto da preparação de sulfato de cromo básico.
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Sulfato Dissódico Anidro
Importação
toneladas
400.000
300.000
Produção
200.000
100.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
Obs: os valores de exportação, por serem desprezíveis em relação aos valores de importação,
produção e consumo, não foram representados no gráfico.
!"Produtores no Brasil:
Empresas produtoras
CBL
Champion
Fibra
Capacidade Instalada (t/a)-1999
1.600 (*)
4.750 (*)
22.000 (*)
Capacidade Futura (t/a)
2.300
-
(*) – subproduto.
!"Produtores Mundiais:
País
Índia
China
Outros
Total
Número de Unidades
30
26
163
219
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
116
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Sulfato de Cromo
NCM 2833.23.00
Importação (1999): US$ 21.115 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 665,95 / t
O sulfato de cromo apresenta diversas aplicações, podendo ser utilizado tanto na
indústria de curtumes, como na preparação de ligas de cromo e catalisadores. Também
aumenta a dispersabilidade de polímeros de vinila e atua na insolubilização de gelatinas.
A quantidade de sulfato de cromo produzida no país não foi identificada.
!"Rota – Reação de Neutralização:
hidróxido de cromo + ácido sulfúrico → sulfato de cromo + 3 H2O
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Sulfato de Cromo
toneladas
40.000
30.000
Importação
20.000
Exportação
10.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa produtora
MK Química
Capacidade Instalada (t/a)-1999
14.000
Ampliação (t/a)
3.000
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
4
3
14
21
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
117
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Tripolifosfato de Sódio
NCM 2835.31.00
Importação (1999): US$ 12.529 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 573,01 / t
O tripolifosfato de sódio é aplicado principalmente na fabricação de detergentes sintéticos.
Entretanto, pode ser empregado nos setores têxtil, de papel, borracha, tintas, e também na
indústria alimentícia, em produtos à base de frutos do mar e frios em geral.
!" Rota 1 - Calcinação de uma mistura de ortofosfatos:
hidróxido de sódio + ác. fosfórico → hidrogeno-fosfato de sódio + 2 H2O
hidróxido de sódio + ác. fosfórico → diidrogeno-fosfato de sódio + H2O
hidrogeno-fosfato de sódio + diidrogeno-fosfato de sódio → tripolifosfato de sódio anidro
tripolifosfato de sódio anidro + H2O → tripolifosfato de sódio
!" Rota 2 - Hidrólise básica do trimetafosfato de sódio:
trimetafosfato de sódio + hidróxido de sódio → tripolifosfato de sódio
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Tripolifosfato de Sódio
Importação
120.000
90.000
60.000
Produção
30.000
0
1996
1997
1998
1999
Consumo
Aparente
Obs: os valores de exportação, por serem desprezíveis em relação aos valores de importação,
produção e consumo não foram representados no gráfico.
!" Produtores no Brasil:
Empresas produtoras
Copebrás
Capacidade Instalada (t/a)-1999
80.000
Solutia
14.000 (m)
Capacidade Futura (t/a)
130.000 (1a fase)
160.000 (2a fase)
-
(m) – multipropósito.
!" Produtores Mundiais:
País
China
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
23
10
59
92
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
118
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.6 INTERMEDIÁRIOS ORGÂNICOS
Os intermediários orgânicos envolvem 9 produtos, que representaram um somatório de
importação de US$ 169.532 mil FOB no ano de 1999, valor correspondente a 5.9% do
total importado da amostra de 93 produtos estudados.
PRODUTOS
US$ FOB MIL
VOLUME (t)
ÁLCOOL LÁURICO
26.491
20.682
ÁCIDO ACÉTICO
27.473
112.390
SAIS E ÉSTERES DO ÁCIDO PIVÁLICO
14.747
30
ÁCIDO ACRÍLICO
12.200
12.094
ÁLCOOL ISOPROPÍLICO (PROPAN-2-OL)
11.905
28.796
CLORODIFLUORMETANO
11.362
5.899
CARBOXIMETILCELULOSE
11.040
3.068
METANOL (ÁLCOOL METÍLICO)
23.813
266.708
ACRILATO DE BUTILA
30.501
40.733
169.532
490.400
TOTAL INTERMEDIÁRIOS ORGÂNICOS
PADCT – Plataforma Tecnológica
119
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Álcool Láurico
NCM 3823.70.20
Importação (1999): US$ 26.491 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.280,84/ t
O álcool láurico é o mais importante álcool graxo, não sendo produzido no Brasil. Tem
um vasto campo de aplicações, podendo ser utilizado na fabricação de matérias-primas
para detergentes, cosméticos e perfumes, entre outros produtos.
!"Rota:
óleo de coco + metanol → éster metílico de ácidos graxos + glicerol
éster metílico de ácidos graxos + hidrogênio → álcool graxo
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
toneladas
Álcool Láurico
25.000
20.000
15.000
10.000
5.000
0
Importação
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
India
Alemanha
Outros
Total
Número de Unidades
6
4
3
14
27
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
120
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ácido Acético
NCM 2915.21.00
Importação (1999): US$ 27.473 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 244,45/ t
O ácido acético é um intermediário de grande importância na indústria, dada sua
diversidade de aplicações. É largamente utilizado nas indústrias têxtil, alimentícia, de
pigmentos e corantes, de cosméticos, farmacêutica e de borracha, além de servir como
matéria prima de sais orgânicos e inorgânicos, e como agente de esterificação.
!" Rota 1 - Carbonilação do metanol:
gás natural → monóxido de carbono + hidrogênio
metanol + monóxido de carbono → ácido acético
!" Rota 2 - Oxidação de hidrocarbonetos saturados:
butano + oxigênio → ácido acético + H2O
!" Rota 3 - Oxidação de n-butenos:
n-buteno + ácido acético → acetato de sec-butila
acetato de sec-butila + [O] → ácido acético
!" Rota 4 - Oxidação do eteno:
eteno + [O] → acetaldeído + [O] → ácido acético
!" Rota 5 - Oxidação do etanol (utilizada no Brasil):
etanol + [O] → acetaldeído + [O] → ácido acético
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ácido Acético
toneladas
200.000
Im portação
150.000
Produção
100.000
C on sum o
Aparen te
50.000
0
1996
1997
1998
1999
Obs: Os valores de exportação, por serem desprezíveis em relação aos valores de importação,
produção e consumo aparente, não foram representados no gráfico.
!" Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Butilamil
Cloroetil
Sanofi-Synthelabo
Capacidade Instalada (t/a)-1999
9.000 (m)
13.000 (m)
250
(m) – multipropósito.
A maior unidade brasileira, da Rhodia, foi descontinuada
!" Produtores Mundiais:
País
Número de Unidades
China
16
India
30
País
Outros
Total
Número de Unidades
97
143
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
121
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Sais e ésteres do Ácido Piválico
NCM 2915.60.29
Importação (1999): US$ 14.747 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 499.596,92/ t
Os derivados do ácido piválico estão presentes em diversas áreas. Podem ser usados na
fabricação de cosméticos, como o pivaloato de alila; no tratamento da tuberculose, como
o pivaloato de benzoila; e em muitos outros casos, como na extração de metais, no
aumento da octanagem da gasolina ou no controle de pragas.
Não há produção de ácido piválico no país, entretanto foi detectada exportação do
mesmo. Como os valores de exportação são desprezíveis frente aos de importação, não
foram expressos no gráfico a ser apresentado.
!"Rota 1 – Processo oxo:
isobuteno + CO + H2O → ácido piválico
!"Rota 2 – Via Reagente de Grignard:
isobuteno + H2SO4 + H2O → terc-butanol
terc-butanol + ácido clorídrico → cloreto de terc-butila
cloreto de terc-butila + magnésio → cloreto de terc-butil-magnésio
cloreto de terc-butil-magnésio + dióxido de carbono → ácido piválico
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Sais e Ésteres do Ácido Piválico
toneladas
40
30
Importação
20
10
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
França
Grã-Bretanha
Total
Número de Produtores
2
1
1
4
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
122
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Ácido Acrílico
NCM 2916.11.10
Importação (1999): US$ 12.200 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.008,75 / t
O ácido acrílico é empregado basicamente na produção de acrilatos (leves ou pesados).
Os acrilatos pesados são utilizados mais intensamente no setor de tintas, enquanto os
acrilatos leves são polimerizados com monômeros acrílicos ou não acrílicos.
Não há produção de ácido acrílico no país, entretanto foi detectada exportação do
mesmo. Como a exportação é desprezível frente à importação, não foi expressa no
gráfico abaixo.
!"Rota 1 - Oxidação do propeno:
propeno + [O] → ác. hidroxipropanóico → ácido acrílico + H2O
!"Rota 2 - Oxidação direta do propeno:
propeno + [O] → acroleína + [O] → ácido acrílico
!"Rota 3 - Hidrólise ácida da acrilonitrila:
acrilonitrila + ácido sulfúrico + H2O → ácido acrílico + sulfato de amônio
!"Rota 4 - Descarbonilação do ácido maléico:
ácido maléico → ácido acrílico + dióxido de carbono
!"Rota 5 - Processo β-propiolactona:
ácido acético → ceteno
ceteno + formaldeído → β-propiolactona → ácido acrílico + H2O
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Ácido Acrílico
toneladas
16.000
12.000
Im portação
8.000
4.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Projeto:
A Basf tem um projeto para produção, em associação com a Petrobrás, de 160.000 t/a de ácido acrílico,
com partida prevista para 2004.
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
Estados Unidos
Total
Número de Unidades
8
5
País
China
Outros
Número de Unidades
3
14
30
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
123
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Álcool Isopropílico (Isopropanol)
NCM 2905.12.20
Importação (1999): US$ 11.905 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 413,43 / t
O álcool isopropílico possui diversas aplicações, dentre as quais estão a preparação de
tintas, vernizes e produtos de perfumaria. Também atua como solvente, nos segmentos de
tintas de impressão e defensivos agrícolas.
!"Rota 1 - Redução da acetona:
acetona + hidrogênio → álcool isopropílico
!"Rota 2 - Hidratação do propeno:
propeno + ácido sulfúrico + H2O → álcool isopropílico
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Álcool Isopropílico
Importação
toneladas
40.000
32.000
24.000
Produção
16.000
8.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
Obs: os valores de exportação do álcool isopropílico, por serem desprezíveis em relação
aos valores de importação, produção e consumo aparente, não foram representados no
gráfico.
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Rhodia
Capacidade Instalada (t/a)-1999
9.100
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Grã-Bretanha
Outros
Total
Número de Unidades
7
4
4
35
50
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
124
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Clorodifluormetano
NCM 2903.49.11
Importação (1999): US$ 11.362 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.925,96 / t
A aplicação mais importante do clorodifluormetano é como gás de refrigeração, porém,
também é usado na indústria de aerosóis e como agente espumante.
O clorodifluormetano teve sua produção descontinuada recentemente. O Brasil como
signatário do tratado de Montreal se comprometeu a substituir este produto a partir de
2001. Um novo produto está sendo utilizado como gás de refrigeração.
!"Rota:
metano + cloro → clorofórmio + ácido clorídrico
clorofórmio + ácido fluorídrico → clorodifluormetano + ácido clorídrico
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Clorodifluormetano
toneladas
8.000
6.000
Importação
4.000
Exportação
2.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produção Descontinuada:
A Du Pont e a Hoechst ( Clariant) descontinuaram a produção, no Brasil, dos
clorofluormetanos.
!"Produtores Mundiais:
País
China
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
8
5
28
41
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
125
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Carboximetilcelulose
NCM 3912.31.11
Importação (1999): US$ 11.040 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 3.598,69 / t
A carboximetilcelulose de sódio, também conhecida como glicolato de celulose,
apresenta-se como um sólido atóxico branco, sem odor e sem gosto. É bom colóide
protetor, e estabiliza emulsões através do aumento de viscosidade. Possui várias
aplicações, seja na indústria têxtil, de papel, de produtos de higiene pessoal e alimentícia.
Entretanto, seu uso mais importante no Brasil é na formulação de fluidos usados na
perfuração de poços de petróleo.
A quantidade de carboximetilcelulose produzida no Brasil não foi identificada.
!"Rota:
celulose + hidróxido de sódio → sódio alcóxicelulose + H2O
sódio alcóxicelulose + cloroacetato de sódio → carboximetilcelulose + NaCl
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Carboximetilcelulose
toneladas
5.000
4.000
Importação
3.000
2.000
Exportação
1.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Denver-Cotia
Capacidade Instalada (t/a)-1999
180
Capacidade Futura (t/a)
480 (1a fase)
800 (2a fase)
!"Produção Descontinuada:
A produção foi descontinuada na empresa Bononia. A Indusquima (Hercules) foi
adquirida pela Denver.
!"Produtores Mundiais:
País
Índia
China
Total
Número de Unidades
16
10
País
Japão
Outros
Número de Unidades
7
34
67
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
126
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Metanol (Álcool Metílico)
NCM 2905.11.00
Importação (1999): US$ 23.813 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 89,29 / t
O uso do metanol na síntese de formaldeído, dimetiltereftalato e metil-tércio-butil-éter
(MTBE) é responsável pela maior parcela de seu consumo no Brasil. Em menor escala,
pode ser citada sua utilização na produção de solventes.
!"Rotas:
CO + hidrogênio → metanol
CO2 + hidrogênio → metanol + H2O
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Metanol
Importação
toneladas
1.200.000
Produção
600.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
Obs: os valores de exportação do metanol, por serem desprezíveis em relação aos valores
de importação, produção e consumo aparente, não foram representados.
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Fibra Nordeste
Metanor
Polyenka
Prosint
Ultrafértil
Capacidade Instalada (t/a)-1999 Capacidade Futura (t/a)
8.000
86.250
6.000
138.000
300.000
9.900
-
!"Produtores Mundiais:
País
China
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
65
20
92
177
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
127
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!" Acrilato de Butila
NCM 2916.12.30
Importação (1999): US$ 30.501 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 748,80 / t
O acrilato de butila é utilizado principalmente na fabricação de tintas e na indústria têxtil,
além de estar presente em produtos como adesivos e plásticos especiais. Sua exportação,
por ser desprezível em relação aos valores de importação, não foi representada no gráfico
apresentado abaixo.
!"Rota 1 – Esterificação do ácido acrílico:
ácido acrílico + butanol → acrilato de butila + H2O
!"Rota 2 – Processo Reppe modificado:
acetileno + butanol + CO → acrilato de butila
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Acrilato de Butila
toneladas
50.000
40.000
Importação
30.000
20.000
10.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Projeto:
A Basf, em associação com a Petrobrás, produzirá acrilato de butila (60.000 t/a) em
Guaratinguetá, São Paulo.
!"Produção Descontinuada:
O acrilato de butila foi produzido até 1995 pela empresa Ciquine.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Índia
Total
Número de Unidades
4
4
País
Japão
Outros
Número de Unidades
4
7
19
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
128
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
5.7 BORRACHAS
Este grupo está composto por 5 produtos com importação superior a US$ 10 milhões,
totalizando US$ 98.184 mil FOB em 1999. Este valor corresponde a 3,4% do total dos
produtos considerados no trabalho.
PRODUTOS
US$ FOB MIL VOLUME (t)
BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO HALOGENADA
29.587
11.929
BORRACHA DE CLOROPRENO
24.634
9.023
BORRACHA DE ISOBUTENO-ISOPRENO
15.870
7.983
BORRACHA DE BUTADIENO (BR)
14.984
19.267
BORRACHA DE ESTIRENO-BUTADIENO (SBR)
13.108
18.304
98.184
66.506
TOTAL BORRACHAS
PADCT – Plataforma Tecnológica
129
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Borracha de Isobuteno-Isopreno Halogenada
NCM 4002.39.00
Importação (1999): US$29.587 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999):US$ 2.480,22 / t
Esse produto, utilizado principalmente na produção de pneus e câmaras de ar, não é
produzido no Brasil. A borracha por ser halogenada apresenta um grau melhor de
adesividade e impermeabilidade a gases.
!"Rota:
isobuteno + isopreno → borracha de isobuteno-isopreno
borracha de isobuteno-isopreno + ácido clorídrico → borracha de isobuteno-isopreno
halogenada
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
Borracha de Isobuteno-isopreno halogenada
toneladas
16.000
12.000
8.000
Importação
4.000
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Bélgica
Alemanha
Canadá
Estados Unidos
Grã-Bretanha
Japão
Total
Número de Unidades
2
1
1
1
1
1
7
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
130
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Borracha de Cloropreno
NCM 4002.49.00
Importação (1999): US$ 24.634 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 2.730,11/ t
Esse produto é utilizado na produção de revestimentos, roupas e solados de sapato. A
maior dificuldade para a produção local é a falta de monômero (cloropreno).
!"Rota 1 - Polimerização do cloropreno em emulsão:
acetileno → vinil-acetileno
vinil-acetileno + ácido clorídrico → cloropreno
cloropreno → borracha de cloropreno
!"Rota 2 – Poliadição:
monovinil-acetileno + ácido clorídrico → borracha de cloropreno
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
Borracha de Cloropreno
toneladas
10.000
9.500
Importação
9.000
8.500
8.000
1996
1997
1998
1999
!"Produtores Mundiais:
País
Japão
China
Estados Unidos
Outros
Total
Número de Unidades
3
2
2
5
12
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
131
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Borracha de Isobuteno-Isopreno
NCM 4002.31.00
Importação (1999): US$ 15.870 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 1.988,03 / t
Este produto é utilizado principalmente na produção de pneus e câmaras de ar e não é
produzido no Brasil.
!"Rota:
isobuteno + isopreno → borracha de isobuteno-isopreno
!"Preparação do Isopreno:
!"Rota A:
acetileno + acetona → 2-metil-3-butin-2-ol
2-metil-3-butin-2-ol + H2 → 2-metil-3-buten-2-ol
2-metil-3-buten-2-ol → isopreno + H2O
!"Rota B:
isobuteno + formaldeído → 4,4-dimetil-1,3-dioxana
4,4-dimetil-1,3-dioxana → isopreno + formaldeído + H2O
!"Rota C:
O isopreno atualmente é obtido por extração de correntes C5, utilizando um solvente
seletivo como acetonitrila ou dimetilformamida.
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
!"
Borracha de Isobuteno-isopreno
toneladas
12.000
9.000
Importação
6.000
3.000
0
1996
1997
1998
1999
!"
!"Produtores Mundiais:
País
Rússia
Bélgica
Outros
Total
Número de Unidades
3
2
8
13
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
132
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Borracha de Butadieno (BR)
NCM 4002.20.90
Importação (1999): US$ 14.984 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 777,73 / t
Esse produto é utilizado principalmente na modificação de plásticos e para pneus
recauchutagem (camelbac).
!"Rota:
butadieno → borracha de butadieno
!" Evolução dos Dados Mercadológicos:
BR
80.000
toneladas
Importação
60.000
Exportação
40.000
Produção
20.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtor no Brasil:
Empresa Produtora
Petroflex
Capacidade Instalada (t/a) –1999
69.400
!"Projeto:
Há um projeto da Petroflex para a ampliação da capacidade da unidade de polibutadieno
para 92.400 t/a, incluindo o tipo alto-cis.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Alemanha
França
Outros
Total
Número de Unidades
6
4
2
2
14
28
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
133
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
!"Borracha de Estireno-Butadieno (SBR)
NCM 4002.19.19
Importação (1999): US$ 13.108 mil FOB
Valor Unitário de Importação (1999): US$ 716,12 / t
Este produto é utilizado principalmente na produção de pneus.
!"Rota:
estireno + butadieno → borracha de estireno-butadieno
!"Evolução dos Dados Mercadológicos:
SBR
Importação
toneladas
280.000
210.000
Exportação
140.000
Produção
70.000
Consumo
Aparente
0
1996
1997
1998
1999
!"Produtores no Brasil:
Empresas Produtoras
Petroflex
Capacidade Instalada (t/a)–1999
275.800
!" Projetos:
A Petroflex tem projeto de ampliação, para partida em 2002, prevendo uma capacidade
instalada futura de 305.800 t/a.
!"Produtores Mundiais:
País
Estados Unidos
Japão
Outros
Total
Número de Unidades
8
6
33
47
Fonte: “Directory of World Chemical Producers”
PADCT – Plataforma Tecnológica
134
ABIQUIM – EQ - UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
6. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DO WORKSHOP:
“A IDENTIFICAÇÃO DOS GARGALOS TECNOLÓGICOS”
Data: 06 de julho de 2000
Horário: das 10:30 às 17:00 h
Visando atingir à principal meta, estabelecida pelo Programa Plataformas Tecnológicas,
que diz respeito à articulação entre as indústrias e as Universidades/Centros de P&D com
a problemática estudada, o Projeto “Identificação dos Gargalos Tecnológicos
Determinantes da Importação de Produtos Químicos”, cujo objetivo precípuo do estudo é
minimizar o déficit da balança comercial brasileira de produtos químicos, realizou-se no
dia 06 de julho de 2000, um Workshop que reuniu representantes de vários segmentos da
indústria química, de organismos governamentais de fomento, de universidades e centros
de P&D e entidades de classe.
O Workshop contou com as seguintes participações:
PARTICIPANTES:
EMPRESA:
1. Adelaide Antunes
2. Alexandre R. Gato
3. Alexandre José Marko
4. Alexandre Oliveira
5. Amilcar Pereira Silva Filho
6. Ana Cristina T. de Castro Piovan
7. Ana Lucia Bacchelli
8. Ângela A. Ranieri Chiarello
9. Benjamin Gilbert
10. Bluma Guenther Soares
11. Carlos Augusto Perlingeiro
12. Cassiano A. Moraes Filho
13. César Barlem
14. Cheila G. Mothé
15. Clarice Dora Gandelman
16. Cláudia Canongia
17. Denise Naranjo
18. Dirk Regett
19. Eduardo Barros Corso
20. Eliane de Britto Baruth
21. Fabiana Futema
22. Fátima Giovanna C. Ferreira
23. Fausto Faria Neto
24. Fernando Altino Rodrigues
25. Fernando P. Lira Cavalcante
26. Francisco de Assis Esmeraldo
27. Francisco F. Sparemberg
28. Gabriela Padilha
EQ / UFRJ
GETIQ
Consultor Abiquim
Unipar
IBP
Du Pont
ABIQUIM
Hércules
Fiocruz
IMA / UFRJ
EQ / UFRJ
Petroflex
PQU
EQ / UFRJ
EQ / UFRJ
IBICT
Abiquim
Degussa-Hüls
Rhodia
FINEP
Gazeta Mercantil
ABIQUIM
Ricci
Bayer
Copene
Instituto do PVC
Des. Tecn. / MCT
EQ / UFRJ
PADCT – Plataforma Tecnológica
135
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
29. Gentil Ribas
30. Gilberto H. Soares
31. Guilherme Duque E. Moraes
32. Guilherme Resende Geraldes
33. Hildebrando Gonsales
34. Jarbas Almeida Falcão
35. Jaime Paulo A. Sartori
36. Jo Dweck
37. João Cataldo
38. Jorge Madeira Nogueira
39. José Ângelo R. Gregolin
40. José Eduardo Pessoa de Andrade
41. José Eduardo Modolin
42. José Francisco Silva Filho
43. José Oswaldo B. B. Fernandes
44. Leandro Fraga Guimarães
45. Luciano Gonzales Ramos
46. Lucy Helena M. Nery Santos
47. Luís Altino F. S. Corrêa
48. Luiz Antonio D’Ávila
49. Luiz Eduardo Taddei
50. Luiz Fernando Marinho Nunes
51. Luiz Fernando Q. Loureiro
52. Manoel Geraldo de Andrade
53. Manoel M. Zauberman
54. Marcelo Seckler de Lima
55. Marcos Antonio Fernandes
56. Mirna Bartilotti
57. Mirtes Suda
58. Moacir C. Almeida
59. Nelson Brasil de Oliveira
60. Nelson Pereira dos Reis
61. Nelson Sartori
62. Nícia Maria Mourão Henrique
63. Osmar Cisotto
64. Octávio Augusto C. Antunes
65. Paulo Galdino de Lima
66. Paulo Elcio Pires de Moraes
67. Pedro Wongtschowski
68. Peter Michael Wilke
69. Plínio R. Wermelinger Jr.
70. Regina Cardim Cid
71. Renato Endres
72. Ricardo Isidoro da Silva
73. Roberto Giannini
74. Silvio Manrich
75. Simon Garden
76. Suzana Borschiver
PADCT – Plataforma Tecnológica
Oxiteno
FINEP
ABIQUIM
Degussa-Hüls
Petroquisa
GETIQ
Politeno
EQ / UFRJ
Consultor
UnB
UFSCar
BNDES
Royalplas
Copebrás
Prosint
Rhodia-Ster
Abiquim
Norquisa
Novartis
EQ / UFRJ
Quadricom
Petroquisa
Serrana
Millennium
Inpal
IPT
Basf
Solvay do Brasil
ABIQUIM
Du Pont
Abifina
Copebras
Politeno
Oxiteno
Columbian Chem.
IQ / UFRJ
EQ / UFRJ
Basf
ABIQUIM
Klüber
FINEP
INT / MCT
ABIQUIM
UERJ
EQ / UFRJ
ABPol
IQ / UFRJ
EQ / UFRJ
136
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
77. Terezinha Miranda
78. Viviane Mottin
79. Werner Hoffmeinter
80. Yoshio Yamamoto
Copene
Agência Estado
PQU
Sinproquim
A mesa de Abertura do Workshop foi composta pelo Vice-Presidente Executivo da
ABIQUIM, Guilherme Duque Estrada de Moraes, e pelo Diretor da Escola de Química
da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Guimarães Perlingeiro, que
discorreram sobre a importância da articulação entre a academia e a entidade
representante das empresas que compõem um dos setores mais importantes da economia
do País.
O Coordenador do Projeto, Pedro Wongtschowski, apresentou a metodologia do trabalho
e os objetivos a serem alcançados no workshop.
A Vice-coordenadora do Projeto, Adelaide Maria de Souza Antunes, discorreu sobre a
carência e a dispersão das informações do setor, a importância da sinergia entre o setor
produtivo e a universidade, os detalhes de coleta e manuseio dos dados levantados, além
da importância da integração entre o setor produtivo e a universidade.
Em seguida, a Profª. Adelaide Antunes e a Engª Suzana Borschiver, responsáveis pelo
levantamento dos dados, apresentaram os resultados obtidos a partir do levantamento dos
94 produtos químicos com importação acima de U$10 milhões. Apresentaram, também,
vários exemplos dos dados levantados por produtos, tais como:
Dados Mercadológicos – capacidade instalada, produção, importação, exportação,
consumo aparente, produtores mundiais, produtores nacionais, projetos de investimento e
ex-produtores.
Dados Tecnológicos – rotas tecnológicas, sinergias e aplicações. Os dados utilizados
foram obtidos dos anuários das Associações do setor, do Sistema Alice (SECEX) e do
livro “Directory of World Chemical Producers”.
Posteriormente, os participantes se dividiram, segundo as áreas de interesse ou
especialização acadêmica, entre os cinco grupos de trabalho relativos aos segmentos
selecionados: Fertilizantes e Intermediários Inorgânicos; Polímeros e Intermediários,
Fármacos e Defensivos Agrícolas; Intermediários Orgânicos e Borrachas, para
participação nos debates e análise específica dos produtos de cada grupo.
Os trabalhos dos grupos foram orientados por dois roteiros, elaborados pela equipe
executora do Projeto, contendo questões relativas aos gargalos tecnológicos e não
tecnológicos.
O roteiro de gargalos tecnológicos abrangia: processo produtivo, acesso à matéria-prima,
disponibilidade de intermediários, patente, especificações diferenciadas, meio-ambiente,
disponibilidade de equipamentos estratégicos, apoio à pesquisa e desenvolvimento,
limitações burocráticas e disponibilidade de mão-de-obra qualificada.
PADCT – Plataforma Tecnológica
137
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
O de gargalos não tecnológicos envolvia: câmbio, tarifas do imposto de importação,
tamanho da planta, dimensão do mercado, logística, custo do investimento e estrutura
internacional do setor químico.
Os grupos foram compostos por representantes da indústria, da área governamental e por,
pelo menos, um representante da área acadêmica, com especialidade em cada um dos
segmentos de produtos estudados.
Os grupos, organizados por um coordenador previamente escolhido, foram incumbidos
de analisar os dados apresentados e debater as características de cada segmento, segundo
o roteiro elaborado. Os resultados dos trabalhos foram apresentados por um relator em
seção plenária.
Os relatórios elaborados pelos relatores de cada Grupo foram analisados e referendados
pelos seus membros.
Destaca-se o grande interesse manifestado pelos especialistas empresariais e das
comunidades científica, tecnológica e governamental. Isso demonstra a importância do
estudo para o setor. Este projeto, que é de extrema importância para a economia do país,
deverá prosseguir em novos desdobramentos.
PADCT – Plataforma Tecnológica
138
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
7. RELATÓRIO DOS GRUPOS DO WORKSHOP
7.1 GRUPO DE FERTILIZANTES E INTERMEDIÁRIOS INORGÂNICOS
Participantes:
Eduardo Corso
Francisco Oliveira
Jo Dweck
Jorge Madeira Nogueira
José Francisco Silva Filho
Manoel Geraldo de Andrade
Mirna Bartilotti
Moacir C. Almeida
Nelson Pereira dos Reis
Octavio Augusto C. Antunes
Osmar Cisotto
Coordenador e Relator: Jorge Madeira Nogueira
FERTILIZANTES
O principal gargalo é a estrutura tributária brasileira, pois afeta todos os produtos. As
importações só pagam II, ICMS e IPI, enquanto que sobre a produção nacional incidem,
além do ICMS e do IPI, o PIS e o COFINS. Essa distorção reduz a capacidade
competitiva nacional, fazendo com que empresas prefiram importar a produzir
internamente, explicando, em parte, o volume e o valor das importações que são
observados.
Os gargalos específicos por produto são diversos, podendo ser destacados:
Cloreto de Potássio
Brasil tem reservas limitadas, tornando a produção mineral interna insuficiente.
Uréia
Preço do gás natural elevado, dificultando o incremento da produção interna.
Sulfato de Potássio
Usado essencialmente para a cultura do fumo, esse mercado restrito não permite a
geração de “economias de escala”.
PADCT – Plataforma Tecnológica
139
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
Devem ser ainda mencionados “fatores limitadores” que, apesar de não poderem ser
considerados gargalos, contribuem para a explicação do saldo do balanço comercial
químico.
-
Há pouca utilização das vantagens da Lei 8661 – Incentivos Fiscais para Pesquisa e
Desenvolvimento – pelas empresas do setor. Elas poderiam beneficiar-se desses
recursos para reduzir possíveis obstáculos tecnológicos. Os benefícios existentes são:
redução do IR na compra de equipamentos utilizados na pesquisa, amortização de
bens intangíveis, redução de IR quando se compra tecnologia, entre outros. Esses
benefícios poderiam ser ainda maiores se reimplementados os percentuais de
incentivos anteriores à Lei 9532 (que reduzem os incentivos de um modo geral).
-
O comportamento do mercado internacional de fertilizantes também influencia
negativamente a produção nacional. Os grandes produtores estão no hemisfério norte.
Durante a entressafra agrícola daqueles países ocorre uma sobra de fertilizantes, que é
enviada para os setores agrícolas dos países do hemisfério sul. Esse “efeito
sazonalidade” afeta os preços, reduzindo-os; isso gera um desestímulo para a
produção nacional.
-
A lentidão dos processos públicos – na questão financiamento para investimento –
tem sido também um obstáculo para as empresas. Os juros altos somam-se à
indisponibilidade de recursos de longo prazo nos bancos privados.
INTERMEDIÁRIOS INORGÂNICOS
O grupo também considerou que gargalos não tecnológicos seriam os fatores explicativos
para o saldo negativo na balança comercial brasileira. A estrutura tributária brasileira, a
política cambial praticada entre 1994 e 1999, o custo da energia e a falta de uma política
energética são os fatores mais citados para subsidiar a análise do fluxo comercial
internacional do grupo “intermediários orgânicos”.
Um detalhamento por produto revela que:
Tripolifosfato de Sódio
O principal problema está relacionado com as importações predatórias da China, que
apresentam preços extremamente baixos.
Carbonato Dissódico
Um único produtor local atende a 40% do consumo. As outras empresas que
comercializam o produto, o fazem através de importações; análises de investimento
demonstram que a instalação de unidades substitutivas ainda não se justifica
economicamente.
PADCT – Plataforma Tecnológica
140
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
Hidróxido de Sódio
Atualmente, está sendo utilizada 90% da capacidade de produção instalada no Brasil.
Para que haja investimento é necessário equacionar a demanda de cloro, produto que é
co-produzido em grande escala.
Sulfato de Cromo
Há produção na Argentina e na África do Sul. Nos últimos anos a produção tem sido
mais favorável na Argentina e parte considerável dos investimentos têm sido feito lá.
Dióxido de Titânio
Atualmente não há gargalo tecnológico. Dupont e Millenium são produtores, usando
processos Cloro e Sulfato. Nos últimos quatro anos, tem ocorrido uma redução no
número de fabricantes. Também nesse período as matérias-primas apresentaram
aumentos de preços. Entretanto, muitas outras dificuldades podem ser apontadas:
I - questão energética - os custos são crescentes e o preço atual do gás torna
inviável seu uso;
II - estrutura tributária (PIS+COFINS+CPMF);
III- confiança no Brasil – é necessária a permanência das políticas públicas,
principalmente as econômicas, pois alterações nessas políticas são grave limitação para
investimentos de 10 ou 15 anos de maturação;
IV - custos portuários;
V - dificuldades de acesso à matéria-prima, pois acredita-se que a Constituição de
88 atrasou em muito a mineração brasileira;
VI - questão ambiental – o setor precisa perder o estigma de ser “poluidor do meio
ambiente”;
VII - produções globalizadas e as oportunidades de investimentos - grupos
empresariais têm projetos prioritários em diferentes pontos do planeta devendo
considerar as limitações de cada país. Foi mencionado o investimento da Dupont de US$
25 milhões de Uberaba para os processos intermediários, com capacidade de 36.000
t/ano, produzindo o chamado “clinquer”;
VIII - tem ocorrido melhoria tecnológica entre os fabricantes de tintas, que estão
reduzindo a demanda deste insumo por unidade produzida; e
IX - preocupação com o custo e disponibilidade da água, já havendo tentativas de
reciclagem de água.
PADCT – Plataforma Tecnológica
141
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
7.2 GRUPO DE POLÍMEROS E INTERMEDIÁRIOS
Participantes:
Angela A. Ranieri Chiarello
Cheila G. Mothé
Eliane de Britto Bahruth
Fátima Giovanna Coviello Ferreira
Fernando Parente Lira Cavalcante
Jaime Paulo Antonio Sartori
José Angelo R. Gregolin
José Eduardo Pessoa de Andrade
José Simantob Netto
Leandro Fraga Guimarães
Luciano Gonzales Ramos
Lucy Helena M. Nery Santos
Marcelo Seckler
Marcos Antonio de Lima Fernandes
Plínio R. Wermelinger Jr.
Regina Cardim Cid
Terezinha Miranda
Coordenador: Eliane de Britto Bahruth
Relator: José Eduardo Pessoa de Andrade
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS PLÁSTICOS
Apesar de as tecnologias estarem disponíveis para compra, um dos principais gargalos
para a fabricação nacional reside na escala de produção destes produtos, que imprime um
volume ótimo de capacidade instalada (por vezes inferior à demanda brasileira) ao tempo
em que há excesso de produção em outros países. Assim, o acesso à tecnologia e/ou ao
seu desenvolvimento não se constitui em fator crítico para a produção interna. O
importante é que as empresas tenham as condições não tecnológicas adequadas e que
considerem o Mercosul como mercado a ser atingido.
Poliestireno e Poliestireno Expansível
Produtores: Innova, Basf, EDN.
Não há conhecimento tecnológico no país para o desenvolvimento endógeno de
tecnologia, sendo que ela está disponível para compra em empresas internacionais de
engenharia. No caso dos poliestirenos (tecnologias Dow e Basf) o acesso à tecnologia
seria mais restrito do que para estireno.
PADCT – Plataforma Tecnológica
142
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
O fornecimento de matérias-primas esbarra em problema de reestruturação da
petroquímica, que é dependente da reestruturação acionária das empresas de
petroquímicos básicos. Não há restrições (gargalos) quanto à obtenção de intermediários.
Em relação à logística não há problemas pois os projetos das empresas de segunda
geração são feitos ao redor das centrais e os produtos são distribuídos por dutos.
Há grandes oportunidades para parcerias universidade-empresa para o desenvolvimento
de “grades” (novos produtos), já que é baixo o intercâmbio entre a indústria e a
universidade, onde há várias pesquisas na área de tecnologia e de desenvolvimento de
produtos. O grupo dos produtos com carga representa um espaço para interação
universidade-empresa.
Restrições ambientais não se constituem em gargalos para a produção interna destes
produtos.
O suprimento de equipamentos está, geralmente, considerado no pacote tecnológico. Para
a produção de poliestireno em massa, há dificuldade na aquisição de
compressores/turbinas. Este gargalo decorre, principalmente, do tamanho do mercado.
Considerando que as atividades de desenvolvimento tecnológico dos produtos são
realizadas no exterior, a existência de mecanismos de apoio, no país, para atividades de
P&D não se constitui em fator crítico para sua realização. Por outro lado, para a
realização de atividades para o desenvolvimento tecnológico de misturas e composições
(grades) é importante haver tal disponibilidade, principalmente para a consecução de
parcerias universidade-empresa.
TDI
Há gargalos para a obtenção de tecnologia. A Isopol, única fabricante nacional, poderá
ampliar sua produção utilizando a tecnologia da Dow, sua controladora.
ABS
A Bayer adquiriu a unidade produtora de ABS no Brasil.
α Olefinas
Sua produção interna foi considerada inviável.
Argumentou-se que há falta no Brasil de alfa-olefinas. Só se produz no Brasil buteno-1
para a produção de PELBD. Existem poucas plantas no mundo produzindo hexeno e
octeno-1.
Estudos da Copene mostraram ser inviável a produção de α. olefina em função da escala
produtiva e da escassez de eteno para esse fim.
PADCT – Plataforma Tecnológica
143
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
Polipropileno e Polietilenos
Existe produção suficiente de polipropileno (PP), e de polietilenos (PE). Esses produtos
aparecem na lista de importações porque existem os materiais especiais, como por
exemplo, os metalocênicos e os com cargas especiais como o PP com carga para párachoques de automóveis. Será que não poderíamos desenvolver vocação para produzí-lo ?
A Dow Química está fazendo um pré-marketing das resinas de PE que produzirá em
Bahia Blanca em 2001, introduzindo no Brasil as resinas com preço competitivo.
Poliacrilato de sódio (SAP)
A Basf está iniciando projeto de construção de uma unidade de ácido acrílico e acrilatos
no Brasil, com tecnologia própria.
PET
Não há gargalo tecnológico para a produção interna. Os problemas repousam na escassez
de sua principal matéria-prima (p-xileno). A produção nacional não é suficiente para o
atendimento do mercado interno. Os investimentos para aumento de capacidade do pxileno são muito altos, e é essencial que haja integração na cadeia e contratos de longo
prazo. Existe excesso de produção de PET no mercado externo.
A tecnologia de produção é de fácil aquisição a preços competitivos. Esse cenário facilita
a existência de várias plantas no mundo e ausência de um único grande produtor com
tecnologia diferenciada. Há sobrecapacidade mundial há mais ou menos 3 anos,
principalmente na Ásia.
PADCT – Plataforma Tecnológica
144
ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
Identificação dos Gargalos Tecnológicos Determinantes da Importação de Produtos Químicos
7.3 GRUPO DE FÁRMACOS HUMANOS
AGRÍCOLAS
E
VETERINÁRIOS
E
DEFENSIVOS
Participantes:
Benjamin Gilbert
Fernando Altino Rodrigues
Gilberto H. Soares
Luiz Altino F. S. Corrêa
Luiz Antônio D’Ávila
Luiz Eduardo Taddei
Nelson Brasil de Oliveira
Ricardo Isidoro da Silva
Coordenador: Luiz Antônio D’Ávila
Relator: Nelson Brasil de Oliveira
Processo produtivo
Será necessário atualizar e ampliar o “know how” tecnológico utilizado pelas empresas
nacionais, porém se entende que gargalos não tecnológicos são também importantes para
a retomada do processo produtivo no país.
Todas as etapas podem ser, em tese, desenvolvidas internamente, mas não se podem
desconhecer as tecnologias disponíveis no exterior e que possam ser transferidas para o
país.
Financiamento em condições competitivas para investimentos em ativos fixos e
desenvolvimento de tecnologia, redução do “Custo Brasil” e mercado disponível
internamente para expressiva parcela da produção planejada são condições para criar
interesse na produção local de produtos dos segmentos farmoquímicos e agroquímicos.
Disponibilidade de Intermediários
A abertura comercial realizada ao longo dos anos 90, sem um prévio planejamento
estratégico do setor e a definição de medidas compensatórias ou salvaguardas para o
parque produtivo instalado no país, fez com que a fabricação interna de princípios ativos
para os dois segmentos fosse, na maior parte, inviabilizada. Atualmente, a maior parte da
demanda interna por princípios ativos ou seus intermediários é suprida por importações.
Patentes
Produtos químicos em geral (aí incluídos agroquímicos) somente passaram a ser
patenteados a partir de 14 de maio de 1997, o mesmo acontecendo com processos e
produtos farmacêuticos. O INPI tem um “backlog”(inventário de pedidos antigos de
PADCT – Plataforma Tecnológica
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ABIQUIM – EQ – UFRJ – SIQUIM
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patentes acumulados) que, segundo divulga, atinge 40.000 pleitos. Quanto isso vai afetar
a produção instalada ou planejada para o país é uma grande incógnita. É aconselhável
que todo o empresário que se disponha a investir em nova produção realize inicialmente
uma busca de patentes no INPI, sob pena de vir, eventualmente, a sofrer frustrações ou
pesadas perdas.
Especificações Diferenciadas
As especialidades da química fina, normalmente, são comercializadas em diversos
“grades”, associados a marcas comerciais. A nova política de genéricos poderá introduzir
alterações nesse quadro. Os catalisadores, também, são produtos do complexo industrial
da química fina e, assim, o setor em tese é produtor, e não consumidor desse produto.
Meio Ambiente
Restrições ambientais são muito expressivas nos diversos segmentos da química fina,
especialmente na área de defensivos agrícolas. A própria legislação os trata,
preconceituosamente, como “produtos agrotóxicos”. Essas restrições encarecem a
atividade embora, em tese (desprezados exageros pontuais), justifiquem-se e sejam
universais.
Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento
Em todos os países desenvolvidos, as atividades de pesquisa são financiadas pelo
governo, em universidades ou centros de P&D, privados ou não. O desenvolvimento
tecnológico normalmente é conduzido pela empresa, em parceria com universidades ou
centros de P&D, sempre contando com apoio e aportes de recursos governamentais, via
contratação de serviços ou mercado garantido para o produto final. O Brasil não definiu,
até hoje, uma política tecnológica com tais características, fato que introduz um viés de
não competitividade internacional para tal atividade no país.
Limitações Burocráticas
O registro sanitário de produtos constitui uma atividade altamente demandante de tempo
que, no caso do segmento de defensivos agrícolas, atinge limites insuportáveis. Um
produto agroquímico feito com princípio ativo conhecido, com nova formulação de
ingredientes, pode requerer registros autorizações dos Ministérios da Saúde, Agricultura
e Meio Ambiente, que demandam dois a três anos de testes e ensaios e custos superiores
a um milhão de reais.
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7.4 GRUPO DE INTERMEDIÁRIOS ORGÂNICOS
Participantes:
Alexandre José Marko
Alexandre R. Gato
Ana Cristina T. de Castro Piovan
Eduardo Barros Corso
Guilherme Geraldes
Jarbas Almeida Falcão
José Oswaldo B. B. Fernandes
Luis Fernando Marinho Nunes
Manuel M. Zauberman
Paulo Elcio Pires de Moraes
Simon Garden
Coordenador e Relator: Alexandre José Marko
Álcool Láurico
Matérias primas: Óleo de babaçu, coco ou palmiste.
Existem grandes fornecedores no sudeste asiático, com política globalizada. Não existe
matéria-prima competitiva no Brasil, no volume necessário.
Ácido Acético
A tecnologia é adequada para plantas maiores do que 500.000 t/ano com poucos
licenciadores internacionais (restrição de fornecimento de tecnologia).
Atualmente, desenvolvem-se tecnologias alternativas, visando custo competitivo para
capacidades menores.
Destaca-se a importância de a universidade contribuir com o desenvolvimento de novas
tecnologias por meio de desenvolvimento de catalisadores específicos.
Para produção de ácido acético, é preciso avaliar a questão da disponibilidade e preço do
gás natural para a indústria química.
O ácido acético é importante, visto ser matéria-prima para acetato de vinila.
Ácido acrílico e Acrilato de butila
A BASF implantará unidade industrial no estado de São Paulo em parceria com a
Petrobras.
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O complexo acrílico deverá ser construído próximo à fonte da principal matéria-prima, o
propeno, da Revap (São José dos Campos).
Álcool isopropílico
É produzido pela Rhodia, via redução da acetona. Na Argentina a rota utilizada é a partir
do propeno.
Clorodifluormetano
A fabricação desse produto estará proibida pelo protocolo de Montreal, a partir de 2001.
Carboximetilcelulose
Há dificuldade de disponibilização de ácido monocloro acético, que é importante para a
síntese de defensivos agrícolas (monocloroacetato de sódio).
O grupo Votorantim desativou planta no Nordeste, por problemas tecnológicos,
ambientais (HCl) e técnicos
A celulose escandinava é mais apropriada (fibra longa), enquanto a brasileira é de fibra
curta.
Metanol
O consumo brasileiro até 1998 era elevado, já que o produto era adicionado à gasolina.
A capacidade produtiva das duas unidades brasileiras não é suficiente para o atendimento
do mercado.
Um novo projeto a partir de gás natural necessitaria de capacidade elevada para ser
economicamente viável.
No Brasil, o gás natural está sendo priorizado na utilização como combustível. Seria
necessário que a Petrobras criasse condições para sua utilização também como matériaprima para produtos químicos.
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7.5 GRUPO DE BORRACHAS
Participantes:
Bluma Guenther Soares
Cassiano A. Moraes Filho
Hildebrando Gonsales
Roberto Giannini
Coordenador e Relator: Hildebrando Gonsales
Borrachas de Isobuteno-Isopreno e Isobuteno-Isopreno Halogenada
Devido à similaridade da sua principal aplicação (indústria de pneumáticos), essas
borrachas serão tratadas de forma única neste estudo.
Não há produção local, sendo a demanda interna integralmente atendida por importações.
As quantidades importadas têm diminuído nos últimos anos (10.213 t em 97; 9.393 t em
98 e 7.983 t em 99), provavelmente devido ao aumento da produção de pneumáticos sem
câmara.
Disponibilidade de matérias primas
As matérias primas básicas - isopreno e isobuteno - são disponíveis no Brasil. A
disponibilidade direta de isobuteno depende da redução da produção de MTBE.
Disponibilidade de tecnologia
A tecnologia é inacessível, apesar de existirem, atualmente, apenas duas empresas
produtoras em nível mundial (Bayer e Exxon). Da mesma forma, o catalisador (cloreto de
alumínio) é disponível comercialmente.
Capacidade econômica
A capacidade média mundial das plantas é superior a 80.000 toneladas/ano, dez vezes
superior ao consumo brasileiro. Dessa forma, a produção local exigiria um elevado
esforço de exportações.
Outras considerações importantes
Apesar de existirem apenas dois produtores mundiais, os grandes consumidores
(fabricantes de pneumáticos) não se envolvem no negócio da produção dessas borrachas.
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Borrachas de Cloropreno (Policloropreno)
Não há produção local, sendo a demanda interna integralmente atendida por importações,
as quais têm se situado em torno de 9.000 toneladas nos últimos três anos (1997 a 1999).
Disponibilidade de matérias-primas
As matérias-primas necessárias para a obtenção do cloropreno - butadieno e cloro, são
disponíveis no país.
Disponibilidade de tecnologia
Tendo em vista a similaridade com outros processos produtivos existentes no país,
acredita-se que a tecnologia de obtenção do cloropreno poderia, a princípio, ser
desenvolvida no país.
Da mesma forma, a tecnologia de polimerização de cloropreno seria, aparentemente,
disponível.
Capacidade econômica
O nível de consumo verificado no Brasil nos últimos três anos situa-se na faixa de 20%
da capacidade da menor planta atualmente em operação nos EUA.
No entanto, não é possível caracterizar a demanda verificada no Brasil em relação ao
conceito de capacidade econômica de planta.
Outras considerações importantes
O número de empresas produtoras é muito restrito. A Du Pont tem uma planta nos EUA e
outra no Japão. Enquanto isso, a Enichem e a Bayer possuem, cada uma, uma planta na
Europa. Além dessas, há plantas de 10.000 a 20.000 toneladas/ano no Japão (Tosoh e
Denka) e China.
Desde de 1997, três plantas (Bayer nos EUA, Du Pont na Europa e Qingdao na China), já
foram desativadas, totalizando uma redução de oferta da ordem de 65.000 toneladas/ano.
Segundo o IISRP, o consumo nos países desenvolvidos deve reduzir-se nos próximos
anos, enquanto nos países em desenvolvimento é esperado um pequeno crescimento.
Borrachas de Butadieno (BR)
O mercado de borrachas de butadieno (BR) divide-se em baixo-cis e alto-cis. A produção
da Petroflex atende integralmente o mercado brasileiro de baixo-cis nas suas principais
aplicações (pneumáticos e poliestireno de alto impacto), com pequeno saldo exportável.
O tipo alto-cis é suprido atualmente por importações da ordem de 12.000 toneladas
anuais (média dos últimos dois anos). A Petroflex está iniciando a sua produção, e, em
futuro breve, estará atendendo integralmente ao mercado brasileiro com excedentes
exportáveis.
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Borrachas de estireno-butadieno (SBR)
O mercado de borrachas de estireno-butadieno (SBR) é dividido pelos processos
produtivos: emulsão e solução.
Com relação ao SBR em emulsão (ESBR), a Petroflex atende ao mercado brasileiro com
excesso de capacidade exportável.
Com relação ao SBR em solução (SSBR), o qual tem sido importado (importações
decrescentes nos últimos três anos), a Petroflex está ampliando sua capacidade de
produção, visando atender integralmente o mercado brasileiro e gerar pequeno saldo
exportável.
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8. CONCLUSÕES DO WORKSHOP
O estudo teve como objetivo identificar oportunidades de investimento na fabricação de
produtos químicos, sejam elas decorrentes de sinergias com a produção já existente no
País ou de tecnologia obtida a partir da integração universidade-empresa.
Neste projeto houve total interação e receptividade por parte das associações, das
empresas e dos componentes dos grupos do Workshop, no sentido de acrescentar e
comentar os resultados obtidos pela Equipe Executora do estudo da Plataforma
Tecnológica. Em todos os grupos houve unanimidade em afirmar e em ratificar que a
questão tecnológica representa um papel vital. Acrescente-se, ainda, que existem diversas
outras questões e especificidades que merecem ser discutidas, tendo em vista as
diferentes áreas de atuação dos produtos.
É consenso a necessidade de o governo agir e propor ações no sentido de atrair
investimentos, de modo que as empresas brasileiras possam se liberar progressivamente
das limitações hoje existentes. Quando existir disponibilidade de compra/licenciamento
de tecnologia no exterior, pode-se criar mecanismos para atrair novos investimentos em
plantas com escala econômica e intenção de exportar os excedentes para outros
mercados, além do Mercosul.
As tecnologias para fabricação de produtos químicos, de maneira geral, foram
desenvolvidas por empresas estrangeiras, que estão constantemente aperfeiçoando seus
processos, tornando as tecnologias licenciadas no passado desatualizadas do ponto de
vista técnico e econômico.
Uma ação mais intensa do governo poderá interferir na superação dos gargalos
existentes, otimizando os processos por meio da promoção de uma efetiva parceria entre
as universidades/centros de pesquisa e as empresas no Brasil, conforme detectado no
Workshop.
Essas parcerias tecnológicas permitiriam também um estudo para reativação de unidades
paralisadas ou garantiriam a continuidade de produção local através da ampliação de
unidades já existentes no País.
Existe preocupação, em alguns casos, quanto à disponibilidade de matérias-primas e
intermediários para produção local de alguns produtos estudados, em termos de
viabilidade de escala econômica, bem como uma maior necessidade de aproximação
entre a universidade e a empresa, de modo a propiciar o desenvolvimento de novas
aplicações que venham a atender à crescente demanda por novos produtos.
O projeto permitiu estudar diversos segmentos da industria química, proporcionando uma
visão global das diferentes cadeias produtivas .
Existem diversas sinergias, a serem consideradas:
1.
Na cadeia produtiva ou na rota de produção - importações de intermediários, de
princípios ativos e de produtos formulados;
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2.
Na rota de produção dos produtos importados - matérias-primas e intermediários
em comum;
3.
Projetos de investimentos em ampliação de unidades existentes e de novas
unidades de produtos e de intermediários atualmente importados programados para os
próximos anos.
No caso dos polímeros foi discutida a preocupação com a revolução que vem ocorrendo
nos processos de produção de poliolefinas, principalmente na área de catalisadores, que
coloca as empresas nacionais numa situação de dependência de aquisição de novas
tecnologias. As atividades de P&D, nesta área, ainda são incipientes no País. Além disso,
muitos polímeros são “taylor made”, o que abre um campo vasto para pesquisas.
Percebe-se, ainda, a necessidade de integração com os transformadores para o
desenvolvimento de produtos adequados ao mercado brasileiro. Por outro lado, existe no
País, em diversas instituições, alta qualificação acadêmica em catalisadores e em síntese
e aplicações de polímeros.
As dificuldades atuais do País no tocante ao custo e à disponibilidade de energia foram
discutidas pelo grupo de trabalho.
O grupo de defensivos agrícolas e fármacos destacou a necessidade de atualizar e de
ampliar o “know how” tecnológico utilizado pelas empresas nacionais. Nos países com
maior disponibilidade tecnológica, o desenvolvimento normalmente é conduzido pela
empresa, em parceria com universidades ou centros de P&D, com apoio governamental,
como já ocorreu no Brasil nos anos 80.
Torna-se fundamental, para a viabilização de novos investimentos, a verificação da
existência de depósitos de patentes de processo, produto ou de aplicação do produto
depositados no INPI, uma vez que os fármacos e os defensivos passaram a ser
patenteados no País em 1997.
Outro gargalo apontado pelo grupo é o tempo gasto no registro sanitário de produtos. Um
produto pode requerer de dois a três anos e seu custo pode superar mais de um milhão de
reais, levando-se em conta os testes e laudos técnicos.
Em relação ao grupo de borrachas, tendo em vista os projetos apontados pelo grupo e de
acordo com as conclusões dos especialistas, poderá ocorrer, a médio prazo, a substituição
das importações para a maioria dos produtos.
O grupo de intermediários orgânicos alerta para a necessidade da criação de condições
para viabilizar a utilização do gás natural como matéria-prima, não só para ampliar a
capacidade instalada de metanol como também para produzir ácido acético e acetatos.
Em relação ao ácido acético também foi apontado que a Universidade poderia contribuir
com o desenvolvimento de novas tecnologias, por intermédio do desenvolvimento de
catalisadores específicos. Existem outros produtos deste grupo que serão produzidos no
País por meio de investimentos já anunciados.
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9. CONSIDERAÇÕES FINAIS E RECOMENDAÇÕES
Há necessidade de o País, por seus órgãos competentes, conhecer de maneira abrangente
a cadeia produtiva do setor químico, considerando o impacto causado na economia pelo
déficit da balança comercial de produtos químicos.
O peso das importações diretas de produtos químicos já representa 25% do faturamento
do setor químico no País. Há de se considerar ainda as inter-relações existentes da
Indústria Química com outros setores da economia, cujos bens importados são intensivos
em química.
A indústria química instalada no País é fortemente dependente de tecnologia exógena. No
caso das commodities e pseudo-commodities (polímeros), mesmo as tecnologias mais
avançadas estão disponíveis para compra, o que inviabiliza pelo menos a médio prazo
qualquer tentativa de desenvolvimento dessas tecnologias no Brasil. Por outro lado, esta
situação não inviabiliza o desenvolvimento de inovações no País, que podem e devem ser
implantadas nos processos e produtos, principalmente no que diz respeito a aplicações.
Isto já ocorre em alguns casos, mas este desenvolvimento pode ser incrementado através
da parceria da indústria com a universidade.
O trabalho ora apresentado serve como alerta à necessidade de desenvolvimento de
estudos e ações pragmáticas por parte dos três atores envolvidos (Governo, Indústria e
Universidade), uma vez que se pode verificar:
-
Mais da metade dos produtos químicos com importações acima de 10 milhões
de dólares tem produção no País, concluindo-se, portanto, que as importações
não decorrem da indisponibilidade de tecnologia para produzi-los e sim de
outros fatores econômicos que inviabilizam a construção de novas unidades
ou mesmo ampliações de capacidade.
-
25% dos produtos são responsáveis por quase a metade do valor importado
dos produtos com importações acima de US$10 milhões, o que deverá ser
objeto de maior reflexão.
-
Menos de 10% dos produtos tiveram suas plantas desativadas na década de
90, impactando em 7% o valor total das importações acima de US$10
milhões.
-
Existem projetos para produção no País para cerca de 11 produtos. O impacto
será de 27% dos produtos com importação acima de US$10 milhões.
-
É imprescindível levar em conta a possibilidade de sinergia entre as matériasprimas, os intermediários e os demais produtos na cadeia produtiva química,
de forma a viabilizar diferentes projetos no País, uma vez que existe uma
enorme carência na produção de intermediários químicos para suprir as
lacunas existentes.
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O Projeto Plataforma serve como catalisador para uma série de oportunidades de efetiva
parceria entre a Universidade-Empresa-Governo, objetivando incrementar ações voltadas
para a inovação, resultando no aumento da competitividade do setor químico brasileiro.
Grande parte do déficit da balança comercial do setor químico poderia ser minimizada
através das parcerias:
-
Governo com o Setor Produtivo, no que se refere ao custo de insumos e
energia, aos incentivos fiscais para P&D e à indução de verticalização da
produção, à viabilidade de acesso à matéria-prima, à menor burocratização
dos serviços de registro, entre outros.
-
Universidade com o Setor Industrial, levando em consideração a necessidade
de escala e inovação, através do monitoramento tecnológico, na realização de
testes e na formulação de novos grades, ampliando o conhecimento
tecnológico interno das empresas, inclusive na área de catalisadores, uma vez
que existem nas Universidades recursos humanos de alto nível, capacitados
para isto.
Merecem análise, também, as questões econômicas ligadas à competitividade, não
abordadas neste documento, mas examinadas no estudo “A Competitividade da Indústria
Química Brasileira”, elaborado pela ABIQUIM e já encaminhado ao governo.
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