curso superior de tecnologia em fabricação mecânica

Сomentários

Transcrição

curso superior de tecnologia em fabricação mecânica
0
SENAI - JUIZ DE FORA: FACULDADE DE TECNOLOGIA (FATEC)
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM
FABRICAÇÃO MECÂNICA
PARTE II
APÊNDICES AO PPC
OUTUBRO
2013
1
FICHA TÉCNICA
Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG
Olavo Machado Júnior
Presidente do Sistema FIEMG
Petrônio Machado Zica
Gestor do Senai DR/MG
Lúcio José de Figueiredo Sampaio
Diretor Regional
Edmar Fernando de Alcântara
Gerente de Educação Profissional
Vander José Montesse do Amaral
Diretor da Faculdade de Tecnologia SENAI de Juiz de Fora
Gerson Antonio Romanel
Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica
2
APÊNDICES
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
Este documento deve ser atualizado periodicamente, conforme solicitações
ou necessidades ocorridas geradas por alterações no PPC ou no
Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do MEC.
Última atualização em 18 de outubro de 2013.
3
SUMÁRIO
ASSUNTO
p.
PARTE I
MENSAGEM AOS EDUCADORES
PROLEGÔMENO
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONTEXTUALIZAÇÃO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE JUIZ DE FORA
13
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MANUTENÇÃO
INDUSTRIAL
19
1
DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
23
1.1
CONTEXTO EDUCACIONAL
23
1.1.1
Metas do PNE
23
1.1.2
Atendimento do SENAI na educação
23
1.1.3
Histórico da mantenedora
24
1.1.4
Histórico da Faculdade de Tecnologia Luiz Adelar Scheuer
27
1.1.5
Caracterização da área de abrangência da Faculdade
28
1.1.6
História da cidade
29
1.1.7
Atualidades
29
1.1.8
Característica geográficas
29
1.1.9
Educação Superior regional
31
1.1.10
1.1.10 População no ensino médio e técnico na região
32
1.2
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
33
1.2.1
Políticas de Ensino
33
1.2.2
Políticas de Extensão
33
1.2.3
Políticas de Gestão
33
1.3
OBJETIVOS DO CURSO
35
4
1.3.1
Objetivos da Faculdade
35
1.3.2
Objetivo do eixo tecnológico
36
1.3.3
Missão do curso
36
1.3.4
Objetivo do curso
36
1.4
PERFIL DO EGRESSO
38
1.4.1
Egresso da faculdade
38
1.4.2
Perfil do egresso do curso de manutenção industrial
38
1.5
ESTRUTURA CURRICULAR
41
1.5.1
Estrutura curricular
41
1.5.2
Projetos interdisciplinares
45
1.5.3
Projetos Integradores
46
1.6
CONTEÚDOS CURRICULARES
47
1.6.1
Plano de disciplina (PLADIS)
47
1.7
METODOLOGIA
48
1.7.1
Princípios filosóficos e técnico-metodológicos
48
1.7.1.1
Aspectos filosóficos
48
1.7.1.2
Aspectos psicopedagógicos
48
1.7.1.3
Princípios Didáticos Metodológicos
50
1.7.2
Organização didático-pedagógica da instituição
53
1.7.3
Plano para atendimento às diretrizes pedagógicas
53
1.7.4
Inovações consideradas significativas
54
1.8
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
59
1.8.1
Estágio supervisionado não obrigatório
59
1.8.2
Estágio em organizações
59
1.9
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
60
1.10
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
61
1.11
APOIO AO DISCENTE
62
5
1.11.1
Políticas de atendimento aos discentes
62
1.11.2
Promoção de eventos internos
68
1.11.3
Participação em eventos
68
1.11.4
Visita em organizações
68
1.12
AÇÕES DECORRRENTES DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO CURSO
70
1.12.1
Auto-avaliação do curso
70
1.12.2
Avaliação de curso de graduação
70
1.12.3
Avaliação pelo colegiado de curso
70
1.12.4
Avaliação pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE)
71
1.12.5
Avaliação da Coordenadoria do Curso
71
1.12.6
Avaliação pelo colegiado de discentes
71
1.12.7
Avaliação em tempo real – OUVIDORIA
71
1.12.8
Autoavaliação institucional
71
1.13
ATIVIDADES DE TUTORIA
74
1.14
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
75
1.14.1
Tecnologias da informação disponíveis na FATEC - JF
75
1.15
MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL
76
1.16
MECANISMOS DE INTERAÇÃO
77
1.17
PROCESSOS DE AVALIAÇÃO ENSINO-APRENDIZAGEM
78
1.17.1
Prescrições regulamentares
78
1.17.1.1 Nota de aprovação
79
1.17.2
Premissas da avaliação ensino-aprendizagem
79
1.18
NÚMERO DE VAGAS
81
1.18.1
Número de vagas autorizadas
81
2
DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE
82
2.1
ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
82
2.1.1
Designação do NDE
82
6
2.1.2
Reuniões do NDE
82
2.1.3
Avaliação do curso
82
2.1.4
Composição do NDE
82
2.2
ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO
83
2.2.1
Designação do coordenador do curso
83
2.2.2
Formação do coordenador
83
2.2.3
Atribuições regimentais
83
2.3
EXPERIÊNCIA DO (A) COORDENADOR (A) DO CURSO EM CURSOS A DISTÂNCIA
84
2.4
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA
DO COORDENADOR
85
2.4.1
Experiência do coordenador (acadêmica e profissional)
85
2.4.1.1
Principais atividades acadêmicas
85
2.4.1.2
Principais atividades não acadêmicas
86
2.4.1.3
Principais publicações
90
2.5
REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR
90
2.5.1
Regime de trabalho do coordenador
90
2.5.2
Relação vagas anuais e horas dedicadas à coordenação
90
2.6
CARGA HORÁRIA COORDENADOR CURSOS À DISTÂNCIA
91
2.7
TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE
92
2.8
TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO – PERCENTUAL DE DOUTORES
93
2.8.1
Docentes doutores
93
2.9
REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE
94
2.9.1
Regime de trabalho do corpo docente
94
2.10
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE
95
2.10.1
Experiência profissional do corpo docente
95
2.11
EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
96
2.12
EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE
97
2.12.1
Experiência de magistério superior
97
7
2.13
RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE DOCENTES E O NÚMERO DE ESTUDANTES
98
2.14
FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO
99
2.14.1
Regulamentação do colegiado de curso
99
2.14.2
Atas
100
2.15
PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA
101
2.15.1
Produção científica e outras
101
3
INFRAESTRUTURA
102
3.1
GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES TEMPO INTEGRAL – TI
102
3.1.1
Gabinete de trabalho para docentes TI
102
3.2
ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E SERVIÇOS
ACADÊMICOS
103
3.2.1
Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
103
3.3
SALA DE PROFESSORES
104
3.3.1
Sala de professores
104
3.4
SALAS DE AULA
105
3.4.1
Salas de aula
105
3.5
ACESSO DOS ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
106
3.5.1
Acesso aos equipamentos de informática
106
3.6
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
107
3.6.1
Considerações sobre a bibliografia básica
107
3.6.2
Relação de livros da bibliografia básica
107
3.7
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
108
3.7.1
Considerações sobre a bibliografia complementar
108
3.7.2
Relação de livros da bibliografia complementar
108
3.8
PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
109
3.8.1
Considerações sobre periódicos especializados
109
3.9
LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
111
8
3.9.1
Quantidade de laboratórios implantados
111
3.9.2
Normas de funcionamento, utilização e segurança de laboratórios
112
3.9.2.1
Horário
112
3.9.2.2
Normas e procedimentos de segurança
112
3.9.2.3
Procedimentos para realização de práticas de laboratório
113
3.9.3
Manutenção dos laboratórios
113
3.9.4
Descritivo de cada laboratório
113
3.10
ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO DIFERENCIADO A PESSOA COM DEFICIÊNCIA
(PCD)
114
3.10.1
Plano de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado a pessoa
com deficiência (PCD)
114
4
REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS
115
4.1
REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS
115
REFERÊNCIAS
117
9
PARTE II
APÊNDICES
10
APÊNDICE A: NORMAS DE TCC
11
APÊNDICE B: COMPOSIÇÃO DO NDE
29
APÊNDICE C: TITULAÇÃO
31
APÊNDICE D: REGIME DE TRABALHO
33
APÊNDICE E: EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
35
APÊNDICE F: EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR
37
APÊNDICE G: PRODUÇÃO CIENTÍFICA
39
APÊNDICE H: DESCRITIVO DOS LABORATÓRIOS
41
APÊNDICE I: RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
80
APÊNDICE J: INFRAESTRUTURA FÍSICA
86
APÊNDICE K: BIBLIOTECA
94
APÊNDICE L: DOCENTES x DISCIPLINAS
99
APÊNDICE M: ALTERAÇÃO MATRIZES CURRICULARES CURSO FABRICAÇÃO
100
APÊNDICE N: PESQUISA DE AVALIAÇÃO
106
APÊNDICE O: MODELO DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA
109
APÊNDICE P: PLANOS DE DISCIPLINAS (PLADIS)
112
APÊNDICE Q: EQUIVALÊNCIA DE DISCIPLINAS NOS CURSOS
195
APÊNDICE R: ATIVIDADES COMPLEMENTARES
198
APÊNDICE S: ORGANOGRAMAS INSTITUCIONAL E ACADÊMICO
205
APÊNDICE T: MATRIZ CURRICULAR FABRICAÇÃO MECÂNICA
207
APÊNDICE U: COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL MÓDULOS I E II
212
APÊNDICE V: COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL MÓDULOS I AO IV
214
APÊNDICE X: COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL MÓDULOS I AO VI
216
10
APÊNDICES
11
APÊNDICE A
NORMAS DE TCC
12
NORMAS REGULADORAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
1 NORMAS GERAIS RELATIVAS AOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
(após 2012-2)
2 NORMAS PARA DEFINIÇÃO DE TEMAS E APROVAÇÃO DE PROJETO
DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
3 NORMAS PARA DESENVOLVIMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
13
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE JUIZ DE FORA
NORMAS GERAIS RELATIVAS AOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
(após 2012-2)
1 FINALIDADE
Estabelecer procedimentos e orientar as atividades das etapas básicas dos TCC no âmbito da
Faculdade de Tecnologia SENAI de Juiz de Fora.
2 OBJETIVO
Permitir o exercício das atribuições e responsabilidades do orientando (discente) e do
orientador (docente), relativas às atividades de todas as etapas básicas dos TCC.
3 REFERÊNCIAS

Lei Nº 9.394, de 23 de dezembro de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Fabricação Mecânica.

Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial.

Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Automação Industrial.
4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O TCC é uma atividade de caráter individual (monografia) ou coletivo, participação máxima de
2 (dois) discentes, para desenvolvimento de experimento, projeto técnico ou projeto de
pesquisa. O número de discentes pode ser maior que 2 (dois) quando houver necessidade para
o projeto, para tanto deverá haver provação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do
respectivo curso).

O TCC pressupõe a elaboração de um documento de uma das modalidades abaixo, de acordo
com formato estabelecido pela Faculdade:
o
monografia;
o
desenvolvimento de experimento;
o
projeto técnico;
o
projeto de pesquisa.
14

O trabalho deverá se constituir em aprofundamento dos estudos realizados durante curso de
tecnologia na Faculdade.

O TCC poderá ser concluído sem necessariamente apresentar algo novo sobre o tema.

O tema do TCC será proposto pelo orientando ou pela Faculdade, dentro das linhas de
pesquisa que englobam a área industrial.
5 AGENTES DO PROGRAMA DE TCC
5.1 Supervisor do Programa de TCC
A função de Supervisor do Programa de TCC (STCC) de cada curso será desempenhada por
docente pertencente ao curso, designado pela Direção da Faculdade, podendo esta ser acumulativa
com outras funções.
5.2 Grupos de Pesquisa
Os grupos de pesquisa são organizados por linhas de pesquisa que
abrangem a área industrial.
Os orientadores (docentes) e orientandos (discentes) que estão realizando TCC deverão estar
vinculados a grupo de pesquisa que abrange o seu tema ou sua área de estudo, e estarão constando
em documentação própria do Núcleo de Pesquisa da Faculdade como pesquisadores de grupo.
5.3 Líderes dos Grupos de Pesquisa
As funções de líderes de Grupos de Pesquisa serão desempenhadas por docentes que
possuam conhecimentos adequados aos objetivos propostos de cada grupo, e que estejam
desenvolvendo atividades na área de estudo do referido grupo.
5.4 Orientador de TCC
O orientador concorre direta e preponderantemente para a formação do graduando, pela
transmissão de conhecimento e de experiências necessárias ao desenvolvimento e à conclusão do
trabalho, sendo considerado co-autor do trabalho.
5.5 Banca Examinadora
15
Para cada TCC será constituída uma Banca Examinadora, presidida pelo orientador e
composta por mais dois outros membros, sendo um necessariamente docente da Faculdade e o
outro pode ser docente de Instituição de Ensino Superior (IES) ou convidado externo possuidor de
curso de graduação, preferencialmente na área do curso.
5.6 Coordenador de Curso
O Coordenador de Curso em estreita ligação com o Supervisor de TCC definirá o número de
temas a ser orientado por professor orientador nas disciplinas definidas para essa finalidade nos
módulos V e VI de cada curso.
6 INGRESSO NO PROGRAMA DE TCC
O discente regular de curso superior da Faculdade poderá ingressar no Programa de TCC
quando se matricular em disciplina definida para esse fim no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) a
que pertence, a partir do penúltimo módulo do curso.
A condição exigida para matrícula na disciplina do penúltimo módulo é que o discente tenha
tido o seu tema proposto aprovado pelo NDE e homologado pelo STCC de seu curso em semestre
anterior a sua matrícula na disciplina especificada em PPC.
O discente somente poderá se matricular na última disciplina do Módulo VI que trata do TCC
se for aprovado na disciplina correspondente do Módulo V.
O ingresso no Programa de TCC somente será efetivado nos prazos estabelecidos em
Cronograma próprio.
7 CRONOGRAMA DO PROGRAMA DE TCC
Apresenta-se a seguir calendário anual com as atividades necessárias ao ingresso no
Programa de TCC e os decorrentes para a sua conclusão.
16
MÓDULOS
MÓDULO IV
MÓDULO V
MÓDULO VI
MÊSES
1
2
3
4
5
6
1
2
3
4
5
6
1
2
3
4
5
6
JAN a DEZ
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
J
F
M
A
M
J
JUL a JUN
J
A
S
O
N
D
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Proposta de temas
Aprovação do tema
e ingresso no
PROGRAMA DE TCC
Elaboração do Préprojeto de TCC
Desenvolvimento
do marco teórico e
da parte
experimental, se
houver, etapas que
antecedem à
conclusão do TCC
AVALIAÇÃO
PARCIAL DO TCC
(aprovação ou não
na disciplina)
Matrícula no
Módulo VI (TCC)
Elaboração da
conclusão do TCC
Elaboração do
Relatório conforme
Normas ABNT
Entrega do Relatório
ao orientador
AVALIAÇÃO POR
BANCA
EXAMINADORA
17
Entrega do Relatório
corrigido do TCC
Informação do
resultado para a
Secretaria pela STCC
8 ETAPAS BÁSICAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
As seguintes etapas são consideradas básicas na evolução do trabalho de conclusão de curso:
a. proposta de tipo de trabalho e tema de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) pelo(s) discente(s);
b. aprovação do tipo de trabalho e tema do projeto pela Faculdade (NDE e STCC);
c. elaboração de Pré-projeto de TCC pelo(s) discente(s);
d. avaliação e aprovação do Pré-projeto de TCC pelo orientador;
f. elaboração do relatório parcial de TCC pelo(s) discente(s);
g. avaliação do relatório parcial pelo orientador para prosseguimento do projeto de TCC em próximo
módulo do curso;
h. avaliação do relatório final de TCC pelo orientador;
i. solicitação, pelo orientador, de banca examinadora para a avaliação do relatório final de TCC;
j. avaliação do relatório final de TCC por banca examinadora;
k. entrega do relatório final de TCC, com os devidos ajustes, em papel e meio eletrônico pelo
discente para o orientador;
l. entrega do relatório final de TCC em papel e meio eletrônico pelo orientador à STCC;
m. arquivo do relatório final de TCC à Biblioteca Acadêmica pela STCC.
9 ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROGRAMA DE TCC
9.1 Supervisor de TCC
9.1.1 Acompanhar o andamento dos trabalhos sob sua responsabilidade.
9.1.2 Acompanhar o relacionamento orientador-orientando e a propriedade da orientação.
9.1.3 Acompanhar o confronto entre a proposição e os meios disponíveis e, ao inferir ameaças à
viabilidade dos resultados esperados, informar ao Coordenador de Curso sobre as dificuldades
encontradas.
18
9.1.4 Assegurar, numa esfera mais ampla, recursos, meios e facilidades para o desenvolvimento do
trabalho.
9.1.5 Assegurar ao orientando local apropriado de trabalho, apoiá-lo com os meios logísticos
disponíveis, dando-lhe acesso às facilidades existentes na Faculdade e em órgãos externos de
relacionamento da IES.
9.1.6 Manter estreito contato com os orientadores e co-orientadores dos Trabalhos de Conclusão de
Curso.
9.1.7 Sugerir local, data e hora da apresentação do trabalho.
9.2 Orientador de TCC
9.2.1 Sugerir ao(s) orientando(s) a elaboração de um calendário detalhado que sirva de cronograma
para desenvolvimento do trabalho e permita ao orientador participação oportuna em seu
andamento.
9.2.2 Solicitar ao(s) orientando(s) a elaboração de um Pré-projeto para o desenvolvimento do tema.
9.2.3 Discutir com o(s) orientando(s), sempre que possível, os aspectos duvidosos relacionados com a
esquematização.
9.2.4 Manter-se atento ao desenvolvimento do trabalho para evitar desvios da essência do tema.
9.2.5 Alertar quanto à proteção dada por lei aos direitos autorais.
9.2.6 Estimular e respeitar a criatividade do(s) orientando(s).
9.2.7 Orientar a reunião de subsídios, indicar fontes de consulta ou de pesquisa de campo ou
bibliográfica.
9.2.8 Emitir avaliação do relatório parcial do TCC visando a continuidade ou não do orientando no
trabalho do projeto no último módulo do curso.
9.2.9 Opinar sobre o conteúdo e a forma do texto, de parte ou de todo trabalho.
9.2.10 Presidir a Banca Examinadora do Programa de TCC sempre que possível.
9.3 Banca Examinadora
9.3.1 Participar da qualificação dos trabalhos de conclusão de curso dos discentes inscritos no
programa de TCC, sugerindo, se for o caso, modificações nos trabalhos.
9.3.2 Examinar e expressar seu parecer (avaliação) sobre o trabalho ao final da apresentação.
9.3.3 Preencher os dados necessários na ata do exame, ao aprovar ou reprovar o trabalho.
9.3.4 Apresentar sugestões por escrito com o fim exclusivo de rever algum aspecto que, se
esclarecido, melhore a qualidade do trabalho.
19
9.4 Discente(s)
9.4.1 Cumprir o programa de TCC conforme a legislação em vigor e as particularidades contidas
nestas normas.
9.4.2 Indicar o coorientador de TCC para seu trabalho, entre os docentes disponibilizados pela
Faculdade.
10 RESPONSABILIDADES
Estão envolvidos no Programa de TCC, como principais geradores de providências, os
seguintes interessados:

na proposta do tipo de trabalho e tema do TCC: o(s) discente(s);

na aprovação do tipo de trabalho e tema de TCC: o NDE e a STCC

na avaliação do Pré-projeto de TCC: o(s) discente(s) e o orientador;

acompanhamento do desenvolvimento do TCC: o(s) orientando(s) e o orientador.

na composição gráfica do TCC: o(s) orientando(s);

na formação da banca de TCC: a STCC, o coordenador e os orientadores;

na avaliação prévia do TCC: o orientador;

na avaliação final do TCC: a banca examinadora.
11 CONDIÇÕES DE MATRÍCULA E DE CONCLUSÃO EM PROGRAMA DE TCC
11.1 Matrícula

Ter sido aprovado e homologado seu tipo de trabalho e tema de Pré-projeto de Trabalho de
Conclusão de Curso em semestre anterior ao de matrícula no penúltimo módulo de seu curso. A
disciplina será definida em PPC.

Ter sido aprovado na disciplina da proposição anterior e matricular-se em disciplina definida no PPC
do último módulo do curso.
20
11.2 Conclusão

Ter cumprido todas as etapas básicas preconizadas nestas normas.

Ter obtido no TCC, no mínimo, a nota 60 (sessenta) - menção Regular (“R”).

A nota obtida em banca examinadora será atribuída como média final na disciplina do último
módulo do curso, especificada no PPC.

Caso o(s) discente(s) não seja(m) aprovado(s) na disciplina por nota, terá de fazer novo
relatório de TCC e submetê-lo à banca examinadora em próximo semestre.

Caso o discente não seja aprovado na disciplina por frequência terá de refazê-la em próximo
semestre, sendo a nota atribuída a do relatório aprovado por banca em semestre anterior.
12 REVISTA TÉCNICA
A Faculdade envidará esforços para divulgar ou publicar semestralmente uma revista técnica
com base nos melhores trabalhos de conclusão de curso apresentados pelos discentes.
Juiz de Fora, MG, 30 de junho de 2012.
APROVADA EM - Conselho Superior.
21
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE JUIZ DE FORA
NORMAS PARA DEFINIÇÃO DE TEMAS E APROVAÇÃO DE PROJETO
DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
1 FINALIDADE
Orientar e estabelecer procedimentos relativos à definição de temas a serem desenvolvidos
pelos discentes como Trabalho de Conclusão de Curso.
2 OBJETIVOS
–
Tornar a definição dos temas dos trabalhos coerente com as necessidades da indústria e da
Faculdade, alinhados com os interesses pessoais dos discentes.
–
Estabelecer procedimentos para a estruturação e a aprovação de projetos de TCC.
3 REFERÊNCIAS
-
Lei Nº 9.394, de 23 de dezembro de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
-
Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Fabricação Mecânica.
-
Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial.
-
Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Automação Industrial.
4 ÁREAS DE ESTUDO
Em tecnologia aplicada à área industrial.
5 PROPOSTA DE TEMAS PARA OS TRABALHOS
5.1 Características dos temas
A proposta de tipo de trabalho deve ater-se às seguintes modalidades:

monografia;
22

desenvolvimento de experimento;

projeto técnico;

projeto de pesquisa.
A monografia tem caráter individual, somente um autor.
Os demais tipos permitem a participação de 2 (dois) discentes, podendo ser maior o número quando
houver necessidade e ter a aprovação do NDE do curso.
5.2 Características dos temas
O tema para Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve possuir as seguintes características:
–
ser indicado pelo discente ou sugerido pela Faculdade;
–
ser de interesse da Faculdade ou da indústria;
–
estimular a pesquisa e o desenvolvimento;
–
resultar na coleta de subsídios sobre assuntos técnico-profissionais e de cultura geral;
–
explorar a experiência profissional e a bagagem intelectual do discente;
–
explorar o desenvolvimento do sentido crítico, do espírito de análise, do poder de síntese e a
criatividade do discente;
–
ensejar a abordagem sob diferentes enfoques.
5.3 Definição do tema
–
De posse das "Áreas de Estudo”, caberá ao discente indicar os temas que pretende abordar.
–
A seleção do tema deve ser precedida de atento exame dos seguintes aspectos: fontes de
consulta e possibilidades de pesquisa; enfoques possíveis para cada tema; bagagem cultural e
experiência pessoal do discente.
5.4 Delimitação do Tema
Após as sugestões de temas, o discente delimitará o domínio (aspecto particular) sobre o
qual vai trabalhar.
23
5.5 Exemplos de Temas
–
Área de Estudo: Tecnologia Aplicada.
Tema: Soldagem - estudo comparativo de modificação cristalina ocorrida em aço carbono e aço liga.
Tema: Aço Inoxidável: resistência à corrosão de ácido sulfúrico com diferentes concentrações.
Tema: Manutenção Preditiva em motores do Ciclo Otto.
Tema: Automação de linha de produção industrial.
6 APRESENTAÇÃO E DEFINIÇÃO DOS TEMAS DOS TRABALHOS
a)
O discente ou dupla deverá definir o tipo de trabalho e temas e enviá-los por correio
eletrônico à Supervisão de TCC até 30 (trinta) dias antes de concluir o antepenúltimo módulo
de seu curso, indicando pelo menos 2 (dois) temas para desenvolver o seu trabalho.
b)
Essa indicação deverá ser feita em ordem decrescente de prioridade.
c)
Caberá à STCC, ouvindo o NDE de cada curso, consolidar as indicações dos discentes e
apresentar à Coordenação de Curso uma proposta, observados os critérios a seguir:
–
a indicação final é da competência da Coordenadoria de Curso, que deve, sempre que possível,
aceitar os temas dentro das prioridades sugeridas pelos discentes. Em casos especiais, o
discente poderá ser consultado a respeito de modificar seu tema ou mesmo receber outro;
–
o tema poderá sofrer pequenos reajustes até o momento da apresentação do projeto do
trabalho, quando confirmará o título do trabalho;
–
a alteração do título será considerada situação excepcional e, como tal, deverá ser solicitada e
devidamente justificada pelo discente até 10 (dez) dias antes da apresentação do respectivo
projeto de TCC.
7 ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO DO PROJETO DE TCC
a)
Aprovado pela Faculdade o tema do trabalho a ser desenvolvido, o discente poderá se
matricular na disciplina do módulo V que versa sobre o TCC, sendo o professor da disciplina o
seu orientador. Caso seja necessário ao desenvolvimento do projeto um coorientador poderá
ser atrelado ao projeto de TCC.
b)
O projeto é um compromisso que deve envolver o discente e a Faculdade, devendo ser viável e
objetivo.
24
c)
Caso o tema do projeto não seja aprovado pelo NDE e homologado pela STCC, é apurada a
responsabilidade do discente, podendo ser concedido um prazo suplementar de 10 (dez) dias
para a apresentação de nova proposta.
8 MUDANÇA DE TEMA DE PROJETO APROVADO
A mudança de tema de projeto aprovado implica realização de novo projeto, sendo que este
deverá seguir os trâmites como se fosse projeto novo.
Juiz de Fora – MG, 30 de junho de 2012.
APROVADA EM
- Conselho Superior.
25
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE JUIZ DE FORA
NORMAS PARA DESENVOLVIMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
1 FINALIDADE
Orientar e estabelecer recomendações e procedimentos para o desenvolvimento de Trabalho
de Conclusão de Curso no âmbito da Faculdade.
2 OBJETIVO
Sistematizar o desenvolvimento dos trabalhos do orientando no tocante à confecção do
Trabalho de Conclusão de Curso no âmbito da Faculdade.
3 REFERÊNCIAS
–
Lei Nº 9.394, de 23 de dezembro de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
–
Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Fabricação Mecânica.
–
Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial.
–
Projeto Pedagógico de Curso de Tecnologia em Automação Industrial.
4 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
a. Funções
O trabalho de conclusão de curso, para alcançar seus objetivos num prazo determinado, pressupõe
condições de evolução asseguradas pelas contribuições de docentes e de administradores no
exercício de suas funções. As funções que mais diretamente contribuem para a efetiva
conclusão de trabalho são:
–
a orientação;
–
o acompanhamento;
–
a avaliação.
b. Orientação
–
É o discente o interessado, executor e responsável pelo desenvolvimento do trabalho.
26
–
O orientador concorre direta e preponderantemente para a formação do graduado, seja pela
transmissão de conhecimento, seja pela transmissão de experiências necessárias ao
desenvolvimento e conclusão do trabalho.
–
Os orientadores poderão ser escolhidos entre os docentes designados pela coordenadoria de
Curso, em estreita ligação com a STCC.
–
Para o cumprimento de sua atividade o orientador deverá:
a)
sugerir ao orientando a elaboração de um calendário detalhado, respeitando o
cronograma do projeto de TCC, que sirva para acompanhar o desenvolvimento do
trabalho, permitindo ao orientador participação oportuna no andamento do mesmo;
b)
solicitar ao(s) orientando(s) a que observe(m) o pré-projeto para o desenvolvimento do
tema;
c)
discutir com o(s) orientando(s), sempre que possível, os aspectos duvidosos relacionados
com a esquematização;
d)
manter-se atento ao desenvolvimento do trabalho para evitar desvios da essência do
tema;
e)
alertar quanto à proteção dada por lei aos direitos autorais;
f)
incentivar e respeitar a criatividade do orientando;
g)
orientar a reunião de subsídios, indicar fontes de consulta ou de pesquisa, seja ela de
campo, documental ou bibliográfica;
–
h)
emitir conceito ou avaliação preliminar de parte ou de todo o trabalho;
i)
opinar sobre o conteúdo e a forma do texto ou rascunho, de parte ou de todo o trabalho.
Caso, por algum motivo, o orientador não puder continuar orientando o(s) trabalho(s), o(s)
discente(s) deverá(ão), oportunamente, comunicar o fato à coordenação do curso que indicará
outro orientador para assumir as atribuições de orientação.
–
O TCC poderá contar com co-orientador, desde que aprovado pelo orientador e pela STCC.
c. Acompanhamento
O acompanhamento do desenvolvimento do trabalho será uma atribuição do orientador, e
compreende:
–
o desempenho do orientando;
–
a propriedade da orientação;
–
a existência de condições e meios disponíveis.
27
O acompanhamento do trabalho deverá ser feito por meio de entrevistas pessoais e
periódicas entre o orientador e o orientando(s).
O acompanhamento não será atribuição exclusiva do orientador vinculado ao orientando(s),
mas, também, de um modo geral, de todos os docentes da Faculdade.
À STCC caberá acompanhar o relacionamento orientador-orientando(s), bem como a
propriedade da orientação.
A STCC, no acompanhamento do confronto entre a proposição e os meios disponíveis, ao
inferir ameaças à viabilidade dos resultados esperados, deverá informar à Coordenadoria de Curso
sobre as dificuldades encontradas.
Caberá à Coordenadoria de Curso assegurar, numa esfera mais ampla, os recursos, os meios
e as facilidades para o desenvolvimento do trabalho.
A STCC deverá assegurar ao orientando o local apropriado para o trabalho de campo, apoiálo com os meios administrativos e burocráticos disponíveis, dando-lhe acesso às facilidades
existentes na Faculdade e em órgãos externos à mesma.
5 CONDIÇÕES DE APROVAÇÃO
a. Por ocasião da avaliação por banca examinadora, o trabalho de conclusão de curso receberá a
avaliação final expressa por meio de nota e menção.
b. Menção é o conceito atribuído ao desempenho do orientando em conseqüência da nota por ele
obtida. As notas serão transformadas em menções de acordo com as faixas abaixo:
 de 0 até 59 - Insuficiente (I);
 de 60 até 69 - Regular (R);
 de 70 até 79 - Bom (B);
 de 80 até 89 – Muito Bom (MB);
 de 90 até 100 - Excelente (E).
c. O(s) orientando(s) fará(ao) jus a aprovação no Programa de TCC se obtiver menção final igual ou
superior a “Regular“.
d. Não será aceito o trabalho que obtiver menção “Insuficiente”. Esses trabalhos deverão ser revistos
e reavaliados, dentro de prazo compatível com o processo de avaliação, a apuração do resultado
final e a data de conclusão de curso. Será concedida somente uma oportunidade para revisão do
trabalho e, neste caso, o resultado final será a média aritmética entre o resultado da primeira e o da
28
segunda avaliação. Persistindo menção inferior a “R”, o discente será considerado inabilitado no
programa de TCC.
e. Se o discente for inabilitado em seu trabalho, poderá ingressar novamente em programa de TCC,
observado o cronograma para a realização do TCC.
g. A nota do TCC será atribuída à disciplina definida em Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
6 PRODUÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA
Incentivo, apoio e facilidades deverão ser dados a orientadores e orientandos para que os
resultados parciais do trabalho redundem em artigos e publicações, que constituem a produção
técnica e científica do curso. Permitem, ainda, a divulgação dos conhecimentos produzidos e
promovem o curso na comunidade.
Ao final do trabalho o orientando deverá estar em condições de produzir um artigo para publicação
em periódico especializado, sendo-lhe assegurados pela Faculdade os meios necessários.
7 ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO
Ao ser aprovado o TCC e realizados os ajustes definidos pela banca examinadora, o discente
deverá apresentar o relatório para conferência do orientador e disponibilizar, após conferência, para
a STCC, 1 (uma) via do relatório impressa em papel e uma via em meio eletrônico, as quais serão
encaminhadas à Biblioteca Acadêmica.
Juiz de Fora – MG, 30 de junho de 2012.
APROVADA EM - CONSELHO SUPERIOR
29
APÊNDICE B
COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
30
1) COMPOSIÇÃO E TITULAÇÃO
O primeiro NDE do curso foi nomeado pela Portaria nº 07, de 10 de junho de 2009 da
Direção da Faculdade.
O NDE era composto pelos professores abaixo citados:
1.
Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel (coordenador do curso)
2.
Prof.ª Dr.ª Terezinha Cristina Campos de Resende
3.
Prof. Me Áureo Dias Júnior
4.
Prof. Me Flávio Bilha dos Santos
5.
Profª Ma Micheli Soares Alves
6.
Prof. Esp. Glauco Gruppi
O NDE atual foi nomeado pela Portaria nº 07, de 27 de março de 2012 da Direção da
Faculdade, nos seguintes termos:
“Nomear os docentes infracitados para comporem o Núcleo Docente Estruturante
(NDE) do Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial (TMI) por prazo
indeterminado:
1.
Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel (coordenador do curso)
2.
Prof. Me Flávio Bilha dos Santos
3.
Prof.ª Dr.ª Terezinha Cristina Campos de Resende
4.
Profª Ma Micheli Soares Alves
5.
Prof. Esp. Marcus Vinicius Oliveira de Paula”
2) REGIME DE TRABALHO
Tempo integral: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
Demais em tempo parcial.
3) PERMANÊNCIA SEM INTERRUPÇÃO NO CURSO
Pode ser verificado pelas portarias de designação supracitadas.
31
APÊNDICE C
TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE
32
TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE
Atualizado em 17 out 2013
Nº
NOME
TITULAÇÃO
REG. TRAB.
LEGISL.
1
Alexandre Luiz Moraes Lovisi
Mestre
Horista
CLT
2
Annelise Gamonal Nogueira Gruppi
Mestre
Horista
CLT
3
Áureo Dias Junior
Mestre
Horista
CLT
4
Carlos Henrique Passos de Souza
Especialista
Horista
CLT
5
Emerson de Sales da Cruz
Especialista
Horista
CLT
6
Ferdinando Trivelato
Especialista
Horista
CLT
7
Fernando Cesar Soares Antunes
Especialista
Horista
CLT
8
Flavio Bilha dos Santos
Mestre
Parcial
CLT
9
Gerson Antonio Romanel
Doutor
Integral
CLT
10
Glauco Fernandes Gruppi
Especialista
Horista
CLT
11
Helber de Assis Chaves
Especialista
Horista
CLT
12
Jorge Antonio Barros de Macedo
Doutor
Horista
CLT
13
Juliana Maioli Laval Bernardo
Especialista
Horista
CLT
14
Luciano de Paiva Albuquerque
Especialista
Horista
CLT
15
Luiz Morisson
Mestre
Horista
CLT
16
Marcus Vinicius Oliveira Paula
Especialista
Parcial
CLT
17
Micheli Soares Alves
Mestre
Parcial
CLT
18
Newton Neiva Campos
Especialista
Horista
CLT
19
Raquel Ferreira de Sousa
Mestre
Horista
CLT
20
Terezinha Cristina Campos de Resende
Doutora
Parcial
CLT
21
Wladimir Poletti Jorge
Especialista
Horista
CLT
33
APÊNDICE D
REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE
34
REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE
Atualizado em 17 out 2013
Nº
NOME
TITULAÇÃO
REG. TRAB.
LEGISL.
1
Alexandre Luiz Moraes Lovisi
Mestre
Horista
CLT
2
Annelise Gamonal Nogueira Gruppi
Mestre
Horista
CLT
3
Áureo Dias Junior
Mestre
Horista
CLT
4
Carlos Henrique Passos de Souza
Especialista
Horista
CLT
5
Emerson de Sales da Cruz
Especialista
Horista
CLT
6
Ferdinando Trivelato
Especialista
Horista
CLT
7
Fernando Cesar Soares Antunes
Especialista
Horista
CLT
8
Flavio Bilha dos Santos
Mestre
Parcial
CLT
9
Gerson Antonio Romanel
Doutor
Integral
CLT
10
Glauco Fernandes Gruppi
Especialista
Horista
CLT
11
Helber de Assis Chaves
Especialista
Horista
CLT
12
Jorge Antonio Barros de Macedo
Doutor
Horista
CLT
13
Juliana Maioli Laval Bernardo
Especialista
Horista
CLT
14
Luciano de Paiva Albuquerque
Especialista
Horista
CLT
15
Luiz Morisson
Mestre
Horista
CLT
16
Marcus Vinicius Oliveira Paula
Especialista
Parcial
CLT
17
Micheli Soares Alves
Mestre
Parcial
CLT
18
Newton Neiva Campos
Especialista
Horista
CLT
19
Raquel Ferreira de Sousa
Mestre
Horista
CLT
20
Terezinha Cristina Campos de Resende
Doutora
Parcial
CLT
21
Wladimir Poletti Jorge
Especialista
Horista
CLT
35
APÊNDICE E
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE
(FORA DO MAGISTÉRIO)
36
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE
(FORA DO MAGISTÉRIO)
Comprovação: exigência
Atualizado em 17 out 2013
Nº
NOME
ANOS
1
Alexandre Luiz Moraes Lovisi
11
2
Annelise Gamonal Nogueira Gruppi
09
3
Aureo Dias Junior
18
4
Carlos Henrique Passos de Souza
34
5
Emerson de Sales da Cruz
16
6
Ferdinando Trivelato
33
7
Fernando Cesar Soares Antunes
30
8
Flavio Bilha dos Santos
25
9
Gerson Antonio Romanel
29
10
Glauco Fernandes Gruppi
24
11
Helber de Assis Chaves
03
12
Jorge Antonio Barros de Macedo
0
13
Juliana Maioli Laval Bernardo
09
14
Luciano de Paiva Albuquerque
22
15
Luiz Uilson de Morisson de Faria
10
16
Marcus Vinicius Oliveira Paula
05
17
Micheli Soares Alves
0
18
Newton Neiva Campos
23
19
Raquel Ferreira de Sousa
15
20
Terezinha Cristina Campos de Resende
0
21
Wladimir Poletti Jorge
07
37
APÊNDICE F
EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE
38
EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE
Comprovação: exigência
Atualizado em 17 out 2013
Nº
NOME
DATA ADMISSÃO
FATEC
EXP. MAG. SUP.
(ANOS)*
1
Alexandre Luiz Moraes Lovisi
03/04/2006
12
2
Annelise Gamonal Nogueira Gruppi
03/04/2006
12
3
Áureo Dias Junior
03/04/2006
07
4
Carlos Henrique Passos de Souza
02/03/2009
09
5
Emerson de Sales da Cruz
01/03/2012
01
6
Ferdinando Trivelato
01/02/2012
01
7
Fernando Cesar Soares Antunes
01/08/2011
02
8
Flavio Bilha dos Santos
01/03/2005
08
9
Gerson Antonio Romanel
01/08/2005
28
10
Glauco Fernandes Gruppi
01/03/2005
08
11
Helber de Assis Chaves
01/08/2010
07
12
Jorge Antonio Barros de Macedo
01/08/2011
15
13
Juliana Maioli Laval Bernardo
01/08/2006
16
14
Luciano de Paiva Albuquerque
08/02/2010
03
15
Luiz Uilson de Morisson de Faria
10/05/2010
40
16
Marcus Vinicius Oliveira Paula
01/08/2011
01
17
Micheli Soares Alves
01/09/2006
12
18
Newton Neiva Campos
09/08/2010
33
19
Raquel Ferreira de Sousa
01/04/2010
03
20
Terezinha Cristina Campos de Resende
01/02/2005
14
21
Wladimir Poletti Jorge
09/08/2010
02
*Computado também o tempo em outras IES.
39
APÊNDICE G
PRODUÇÃO CIENTÍFICA, ARTÍSTICA, CULTURAL
40
PRODUÇÃO CIENTÍFICA, ARTÍSTICA, CULTURAL E TECNOLÓGICA DO CORPO DOCENTE
Comprovação: exigência
Atualizado em 17 out 2013
Nº
NOME DO DOCENTE
NOME OU INDICATIVO DA PRODUÇÃO
1
Alexandre Luiz Moraes Lovisi
http://lattes.cnpq.br/6937431680070859
2
Annelise Gamonal Nogueira Gruppi
http://lattes.cnpq.br/3517825312202029
3
Aureo Dias Junior
http://lattes.cnpq.br/1063784535030843
4
Carlos Henrique Passos de Souza
http://lattes.cnpq.br/0320578873714986
5
Emerson de Sales da Cruz
http://lattes.cnpq.br/9538618496266346
6
Ferdinando Trivelato
http://lattes.cnpq.br/1369555167140023
7
Fernando Cesar Soares Antunes
http://lattes.cnpq.br/9651042191869319
8
Flavio Bilha dos Santos
http://lattes.cnpq.br/2822070355107509
9
Gerson Antonio Romanel
http://lattes.cnpq.br/7232032855340488
10
Glauco Fernandes Gruppi
http://lattes.cnpq.br/9217618633036672
11
Helber de Assis Chaves
http://lattes.cnpq.br/2602981026645078
12
Jorge Antonio Barros de Macedo
http://lattes.cnpq.br/7968453137099173
13
Juliana Maioli Laval Bernardo
http://lattes.cnpq.br/0286208289832130
14
Luciano de Paiva Albuquerque
http://lattes.cnpq.br/9683593494410221
15
Luiz Morisson
16
Marco Polo Garcia de Queiroz
http://lattes.cnpq.br/9800706287437816
17
Marcus Vinicius Oliveira Paula
http://lattes.cnpq.br/9578003790125785
18
Micheli Soares Alves
http://lattes.cnpq.br/9190946061926161
19
Newton Neiva Campos
http://lattes.cnpq.br/7484898693398019
20
Raquel Ferreira de Sousa
21
Terezinha Cristina Campos de Resende
http://lattes.cnpq.br/4463262183060100
22
Wladimir Poletti Jorge
http://lattes.cnpq.br/4529275238854789
*
*
41
APÊNDICE H
Atualizado em 17 out 2013.
DESCRITIVO DOS LABORATÓRIOS
42
Unidade centro - Fatec JF
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA 01
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas às
 SENAI /
disciplinas do curso.
FACULDADE
ÁREA = 51,49 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
MICROCOMPUTADOR PENTIUM INTEL, WINDOWS XP PROFESSIONAL, 19GB DE
20
DISCO RÍGIDO, 512 MB DE MEMÓRIA RAM, CD-ROM 56 X, ACESSO A INTERNET
VIA LAN, ACESSO A REDE WINNT.
OBS. 1 COMPUTADOR COM GRAVADOR DE CD E COM DVD .
. MICROSOFT WINDOWS XP PROFESSIONAL EDITION
. INTERNET EXPLORER 6
. OUTLOOK EXPRESS 6
. MEDIA PLAYER 9 SERIES
. MICROSOFT OFFICE XP PROFESSIONAL EDITION COM FRONTPAGE
. WORD; EXCEL; POWERPOINT; ACCESS; OUTLOOK
. FRONTPAGE
. PHOTO EDITOR
. ACCESS SNAPSHOT VIEWER
. CLIP ORGANIZER
43
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA 02
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas às
 SENAI /
disciplinas do curso.
FACULDADE
ÁREA = 68 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
MICROCOMPUTADORES INTEL CLEREON C/ MOMITOPR DE 17 POLEGADAS
22
EQUIPAMENTOS EMPRESTADOS PELA EMPRESA BRASIL CENTER
44
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA 03
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas às
 SENAI /
disciplinas do curso.
FACULDADE
ÁREA = 68 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
COMPUTADOR POSITIVO POS-AT CONFIGURAÇÃO PADRÃO PROCESSADOR
INTEL CORE 13-550
21
3,2GHZ MEMO. 4 GB HD 320 GB SATA II MONITOR EM LCD 17 POL. E CAIXA
DE SOM
45
LABORATÓRIO
PORTÁTIL DE
METROLOGIA
1
(PORTÁTIL)
Estudar, conhecer e utilizar instrumentos de medida relativos à sua área de
atuação (eletromecânica).
 SENAI /
FACULDADE
ÁREA = -- m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
20
PAQUÍMETROS
20
MICRÔMETROS
08
MULTÍMETROS
03
1
RELÓGIO COMPARADOR 0-10 MM GRAD. DE 03 A 0,001MM C/ SUPORTE
MAGNÉTICO DIGIMES
02
ALICATE AMPERÍMETRO DE CORRENTE 600 AC/DC
02
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL C/ IHM MARCA ALTUS
02
FONTE DE ALIMENTAÇÃO MARCA NINIPA MPL-1303
PORTÁTIL: os instrumentos são armazenados em armários próprios e disponibilizados em sala de aula quando
solicitados pelo docente. A prática de medidas é realizada em sala de aula (normalmente as aulas são feitas na
sala de desenho devido à infraestrutura existente - tamanho das mesas).
46
Unidade CIDT
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas
às unidades de estudo do curso.
 SENAI / CIDT
ÁREA = 68 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
21,00
1,00
MICROCOMPUTADOR INTEL COREi3 3,2 GHz, 4,00 GB, 500 GB HD
PLOTTER IMPRESSÃO PRETO E BRANCO A 600 DPI E VIBRANTE IMPRESSÃO
COLORIDA DE 300 DPI MARCA HP DEDIGNERJET 450C
1,00
TELA INTERATIVA
1,00
APARELHO DE DATASHOW MARCA EPSON
1,00
11,00
ROTEADOR PARA REDE WIRELLES (SEM FIO) MODELO AirPlus Xtreme G HighSpeed 2.4GHz (802.11g) Wireless 108Mbps1 - DI-624
PLACA PCI PARA REDE WIRELLES (SEM FIO) AirPlus Xtreme G High Speed
2.4GHz (802.11g) Wireless 108Mbps1
47
LABORATÓRIO DE
Desenvolver, através da integração de recursos e técnicas de automação de
AUTOMAÇÃO
processos produtivos, a capacidade de simular ensaios, experiências e testes
 SENAI / CIDT
de sistemas robóticos.
ÁREA = 54 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
1,00
MICROCOMPUTADOR INTEL COREi3 3,2 GHz, 4,00 GB, 500 GB HD
CONJUNTO DIDATICO DE ROBOTICA COM ACESSORIOS QUE PERMITEM A
1,00
CRIAÇÃO E SIMULAÇÃO DE UM AMBIENTE INDUSTRIAL MODELO ESCORBOT
ERV PLUS
48
LABORATÓRIO DE
ELETROHIDROPNEUMÁTICA
Desenvolver controle e simulação de processos automatizados, montagem e
instalação de chaves magnéticas de acionamento de dispositivos
pneumáticos e hidráulicos.
 SENAI / CIDT
ÁREA = 54 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
CONJUNTO DE TREINAMENTO EM PNEUMATICA E ELETROPNEUMATICA
1,00
COSTITUIDO EM PERFIL DE ALUMINIO COM TAMPO CO RODIZIOS
GIRATORIOS E TRAVA PARA FIXAÇÃO.
CONJUNTO DE TREINAMENTO EM HIDRAULICA E ELETROHIDRAULICA
1,00
CONSTITUIDO EM ESTRUT. ALUMINIO COM RODIZIOS E TRAVA BANDEJA
COLET. E GAVET. 3GAVETAS GAFESTO.
49
LABORATÓRIO DE
Realizar ensaios, experiências e testes relacionados com a preparação de
PINTURA
superfície de pintura, preparação e aplicação em peças plásticas e polímeros
 SENAI / CIDT
e prática das técnicas de preparação e aplicação de tintas.
ÁREA = 168 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
2,00
2,00
1,00
2,00
2,00
3,00
POLITRIZ PNEUMATICA 7 POLEGADA DIAMETRO DISCO VELOCIDADE
2500RPM PESO 2KG MOD.AT-7074 PUMA
POLITRIZ ANGULAR 7 POLEGADAS VELOCIDADE 2000RPM 90SPI MOD.
AT7070 MARCA PUMA
LIXADEIRA ORBITAL COM EXAUSTÃO MOD. AT 7004 MARCA PUMA
SECADOR MANUAL DE SOPRO 1400W 220 REG. 300-350 C MOD. H.1600
MARCA METABO
LIXADEIRA RETA ORBITAL 6 POLEGADAS PARA LIXAMENTO A SECO MODELO
P-7028C
TANQUE PRESSÃO DE INOX VOLUME 02 GALOES MARCA ARPREX
PLANO ASPIRANTE HORIZONTAL A SECO FABRICADO EM CHAPA DE AÇO
1,00
GALVANIZADO COM BASE DE SUSTENTAÇÃO EM CANTONEIRA COM MOTOR
MOD. KFS7E MARCA TECNOAVANCE
1,00
CABINE COMPLETA DE TINTURA E ESTUFA MODELO SAIMA A7140 5M X 9M 7,5KW
3,00
PISTOLAS DE PINTURA DE ALTA PRESSÃO
4,00
PISTOLAS DE PINTURA DE BAIXA PRESSÃO TIPO GRAVIDADE
50
LABORATÓRIO DE
Desenvolver atividades relativas à injeção eletrônica, direção, suspensão,
MONTAGEM FINAL
sistema de freios, motores, montagem e desmontagem das partes que
 SENAI / CIDT
compõem um veículo.
ÁREA = 220 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
1,00
DISPOSITIVO DE MONTAGEM E DESMONTAGEM DE PORTAS DO CAMINHÃO
ACTROS
2,00
ELEVADOR ELÉTRICO PARA VEÍCULOS
1,00
VEÍCULO CLASSE A MERCEDES BENZ - A160 CLASSIC
1,00
CAMINHÃO MERCEDES-BENZ MODELO ACTROS
1,00
PONTE ROLANTE COM CAPACIDADE DE CARGA DE 2500 kg
1,00
CONJUNTO MOTO - PROPULSOR DO VEÍCULO CLASSE A MERCEDES BENZ A160
1,00
CONJUNTO MOTO - PROPULSOR DO VEÍCULO CLASSE A MERCEDES BENZ A190
1,00
MACACO TELESCOPICO COM BANDEJA
1,00
CARRINHO ESTANTE DUPLO PARA FERRAMENTAS (TIPO QUADRO DE
FERRAMENTAS)
MESA PARA DISPOSITIVO SUPORTE INTEGRAL COM DISPOSITIVO PARA
1,00
DESMONTAR EIXO TRASEIRO E DISPOSITIVO PARA ABAIXAR E LEVANTAR
MOTOR
4,00
TORQUIMETRO DE RELOGIO MODELO TRN200 HOMIS
1,00
GUINCHO HIDRAULICO COM BRAÇO ALONGAVEL CAPACIDADE DE 1000KG
51
LABORATORIO DE
SOLDAGEM
Desenvolver técnicas, testes e experiências nos processos de soldagem,
eletrodo revestido, TIG, MIG/MAG e cortes nos processos oxigás e a plasma.
 SENAI / CIDT
ÁREA = 140 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
13,00
MÁQUINAS DE SOLDA MIG/MAG - 400A PULSADA INVERSORA EUTETIC
10,00
MÁQUINAS DE SOLDA MIG/MAG - MILLERMATIC 350P MILLER
2,00
MÁQUINA DE CORTE PORTÁTIL PARA OXIGÁS
2,00
MÁQUINAS DE CORTE A PLÁSMA HYPERTHERM POWERMAX 65
1,00
MÁQUINA DE SOLDA TIG AC-DC COM BALANCEAMENTO DE ARCOM 200 A
PULSADA MOD. HELIARC - 255 MARCA ESAB
RETIFICADORA PARA SOLDAGEM FAIXA DE CORRENTE AC 60-400 A TENSÃO
4,00
DE ALIMENTAÇÃO 220V 60HZ EQUIPADA COM VENTILADOR PORTA
ELETRODO MARCA BALMER
2,00
FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO LAVOUSIER MOD. 402D 4000W
1,00
ESTUFA PARA CONSUMÍVEIS DE SOLDAGEM MARCA INFINIT 1000W
2,00
SERRA POLICORTE FERRARI, MOTOR 110/220 2CV
6,00
ESMERILHADEIRA ANGULAR MAKITA 7 POLEGADAS 220 V
2,00
FURADEIRA ELETRICA PORTÁTIL IMPACTO DEWALT 1/2DW508K 110V
2,00
1,00
LIXADEIRA POLITRIZ 2 VELOCIDADE ANGULAR MANUAL 127V DISCO 7 MARCA
MAKITA
MOTO ESMERIL DE COLUNA CONSTRUÇÃO BLINDADA ROTAÇÃO 1700RPM
COM 1,5CV 220V MOTOR TRIFASICO MARCA JOWA
52
Executar procedimentos de amostragem, manusear produtos e reagentes químicos,
LABORATÓRIO
executar tarefas de controle de qualidade de produtos e processos através de
DE QUÍMICA
procedimentos
 SENAI / CIDT
procedimentos laboratoriais e executar procedimentos de segurança e higiene
analíticos,
avaliar
impactos
ambientais
decorrentes
dos
laboratorial.
ÁREA = 30 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
ESTUFA DE SECAGEM E ESTERILIZAÇÃO MOD. NT513 MED, 0,45X0,40X45CM
1,00
TEMPERATURA DE AMBIENTE ATÉ 250C CONTROLADO POR TERMOSTATO MARCA
NT
1,00
1,00
4,00
1,00
CONDUTIVIMETRO DIGITAL POCKET 20.000 MILI SIEMENS EM 02 ESCALAS MODELO
186 MARCA HOMIS
PH METRO DE BANCADA MICROPROCESSADA FAIXA DE MEDIÇÃO DE 0,00 A 14,00
PH MODELO Q-400M MARCA QUIMIS
APARELHO DE INFRAVERMELHO MANUAL MOD. TSI MONO 1KW
BALANÇA ELETRONICA DE PRECISAO PARA MISTURA DE TINTA, DIGIMED MOD.
KN500 - CAP. 500G
1,00
PLACA AQUECEDORA QUADRADA - 18X18 CM HOT LAB I - NALGON
1,00
PLACA AQUECEDORA REDONDA - 14 CM 660 W - FISATON
1,00
AGITADOR MAGNÉTICO - 06 LTS S/ AQUECIM. (MOD.752 -FISATON
1,00
AGITADOR MAGNÉTICO - 04 LTS C/ AQUECIM. MOD.752A - FISATON
1,00
ESPECTOFOTÔMETRO DIGITAL 325 A 1000NM MONOFEIXE BIOSPECTRO
1,00
BOMBA DE VÁCUO ASPIRADORA - 01 LITRO STANDARD - NEVONI
1,00
FORNO MULFA - 11X20X11CM ATÉ 1.200°C - DIGITAL - LAVOIZIER
53
LABORATÓRIO DE
ELETROELETRÔNICA
Desenvolver programação de PLC´s, controle e simulação de processos
automatizados, montagem e instalação de chaves magnéticas para partida de
motores trifásicos de indução, montagem de circuitos e dispositivos de
 SENAI / CIDT
eletroeletrônica.
ÁREA = 54 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
7,00
4,00
3,00
1,00
1,00
CONTROLADOR LOGICO PROGRAMAVEL MOD. ELC-94500 – DATAPOOL.
LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA BANCO DE ENSAIO MULTIDISCIPLINAR DS - BE PH CHAVE LIGA DESLIGA E FONTE ALIMENTAÇÃO MARCA FESTO.
KIT DIDATICO PARA ESTUDO DE SISTEMA COM CPS COM 16 ENTRADAS DIGITAIS
06 CHAVES ON-OFF E 16 SAIDAS DIGITAIS MODELO DIDACLP MARCA DIDATECH.
TRANSMISSOR CONTROLADOR DE TEMPERATURA MICROPROCESSADO
PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO HART MODELO TT301 MARCA SMAR.
TRANSMISSOR CONTROLADOR DE PRESSÃO MICROPROCESSADO 1.25 A 50
MBAR COM PROTOCOLO HART MODELO LD301 MARCA SMAR.
TRANSMISSOR CONTROLADOR DE PRESSÃO MICROPROCESSADO 12.5 A 500
1,00
MBAR COM PROTOCOLO FIELDBUS FOUNDATION MODELO LD302 MARCA
SMAR.
1,00
1,00
1,00
1,00
TRANSMISSOR CONTROLADOR DE TEMPERATURA MICROPROCESSADO
PROTOCOLO HART E FIELDBUS MODELO TT302 MARCA SMAR.
CONVERSOR FIELDNUS CORRENTE COM 03 CANAIS MODELO FI302 MARCA
SMAR.
FILTRO DE LINHA PARA REDE FIELDBUS MODELO DF49 MARCA SMAR.
FONTE ALIMENTAÇÃO PARA REDE FIELDBUS ENTRADA 90 A 260V PARA
FREQUENCIA DE 50 A 400HZ MODELO DF52 MARCA SMAR.
54
KIT DIDATICO PARA ESTUDO DE INVERSOR DE FREQUENCIA COM 01 INVERSOR
2,00
WEG 01 MOTOR TRIFASICO DE INDUÇÃO TACOGERADOR POTENCIOMETRO
MOD. BD-IFW MARCA WEG.
4,00
MODULO DE ELETRONICA DE POTENCIA TRANSFORMADOR MP01
RETIFICADORES DE POTENCIA MP02 MARCA PROBIT TEC EDUC.
BANCADA ESPECIAL PARA LABORATORIO ELETROELETRONICA COM 03 GAVETAS
9,00
COM FECHADURA 04 TOMADAS MONOFASICO DISJUNTOR TRIPOLAR 10A E
LAMPADA DE INDICAÇÃO.
1,00
1,00
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL COM INTERFACE FIELDBUS
COMPOSSTODE 01 PS AC R 01 PC CPU-700-C3 MODELO SYSCON MARCA SMAR.
CONTROLADOR LOGICO PROGRAMAVEL COM INTERFACE FIELDBUS
COMPOSSTODE 01 PS AC R 01 PC CPU-700-C3 MODELO CONF-700 MARCA SMAR.
6,00
OSCILOSCÓPIO DIGITAL MOD. TDS-1002 - MARCA TEKTRONIX.
10,00
MULTÍMETRO DIGITAL MINIPA
1,00
PLC STEP5 MARCA SIEMENS
10,00
PLC STEP7-1200 MARCA SIEMENS
10,00
PLC LOGO-230RC MARCA SIEMENS
4,00
AMPERÍMETRO TIPO ALICATE MARCA MINIPA
10,00
ESTAÇÃO DE SOLDA
2,00
CAPACIMETRO
2,00
INDUTIMETRO
2,00
GERADOR DE FUNÇÃO DIGITAL
1,00
MEGÔMETRO MARCA MINIPA
2,00
TACÔMETRO MARCA MINIPA
55
2,00
FASIMETRO MARCA MINIPA
1,00
LUXIMETRO MARCA MINIPA
2,00
PIRÔMETRO MARCA MINIPA
10,00
FONTE DE TENSÃO E CORRENTE VARIÁVEIS MARCA MINIPA
10,00
MICROCOMPUTADOR INTEL COREi3 3,2 GHz, 4,00 GB, 500 GB HD
56
LABORATÓRIO DE
Realizar operações na área de metal mecânica, técnicas de usinagem de estampos
USINAGEM
em corte e repuxo, tratamento térmico dos aços, projetos de moldes de injeção
 SENAI / CIDT
plásticos, sistemas de manutenção, construção de dispositivos.
ÁREA = 200 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
1,00
1,00
1,00
MICROCOMPUTADOR POSITIVO INTEL CORE i3
SERRA FITA VERTICAL PARA METAIS LUMINARIA EMBUTIDA VOLANTE 430mm
MESA INCLINAVEL MOTOR TRIFASICO 220V MOD. RMF 400 MARCA ROMARFA
MAQUINA DE USINAGEM POR ELETROEROSÃO A PENTRAÇÃO DE 40 AMPERES COM
EQUIPAMENTO ELETRICO EM 380V 60HZ MARCA EMGEMAQ
MAQUINA DE USINAGEM VERTICAL CNC CONE DE ARVORE ISO 40 VELOCIDADE DE
1,00
7 A 7500RPM DO CABEÇOTE VER. AVANÇO RAPIDO EM X Y DE 25000MM
MIN.MOD.DICOVERY 560
TORNO HORIZONTAL PROGRAMAVEL CNC ALTURA DE PONTAS 215MM DISTANCIA
ENTRE PONTAS 1000MM VARIAÇÃO VEL 4 A 4000RPM MOD.MULTIPLIC 30D
1,00
1,00
2,00
X1000MM MARCA ROMI
TORNO PARALELO UNIVERSAL COMPRIMENTO ENTRE PONTAS 1500MM ALTURA
DE PONTAS 250MM MOD. ND 250 X 1500MM DIPLOMAT
TORNO PARALELO UNIVERSAL COMPRIMENTO ENTRE PONTAS DE 1000MM
ALTURA DE PONTAS 205MM MOD. MS 205 X 1000MM MARCA DIPLOMAT
FRESADORA UNIVERSAL DIMENSÕES DA MESA 300X1350MM CURSO
2,00
LONGITUDINAL MANUAL AUTOMATICO 900MM CURSO TRANSVERSAL MANUAL
AUTOMATICO 300MM MOD.KFU3 KONE
2,00
MOTO ESMERIL DE COLUNA CONSTRUÇÃO BLINDADA ROTAÇÃO 1700RPM COM
1,5CV 220V MOTOR TRIFASICO MARCA JOWA
57
1,00
1,00
2,00
RETIFICADORA PLANA TANGENCIAL COM MESA SISTEMA ILUMINAÇÃO COM
ACESSORIOS MODELO P36 NS 740 MARCA MELLO
RETIFICADORA CILINDRICA UNIVERSAL MODELO UNS2/1000 NS 693 COM
ACESSÓRIOS MARCA MELLO
FURADEIRA DE COLUNA CAPACIDADE DE FURAÇÃO EM AÇO ATE 40MM COM
MANUAL DE MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO MARCA YADOYA
BANCADA SEXTAVADA COM TAMPO MADEIRA COM 06 GAVETAS DE AÇO 06
3,00
DIVISÕES INTERNA COM 02 PORTAS DE AÇO EM CADA LADO COM CHAVE MED.
2,45X2,73X3,02
1,00
KIT PARA MEC ROMICROM SVUBB2 MAIS BT40 MAIS PIN SIST MANDRILAMENTO
MARCA ROMI
MORSA HIDRAULICA COM ABERTURA DE 300 mm FECHAMENTOS 4500KGF HV6
3,00
PAQUIMETRO UNIVERSAL 150MM 6 POLEGADAS YK
16,00
PAQUÍMETRO UNIVERSAL 150 mm/6 POL – MARCA MITUTOYO
20,00
DESEMPENO EM FE FO MED. 800X800X100MM USINADO COM RANHURAS
1,00
CRUZADAS EM ESPAÇAMENTO DE 50MM APOIADO EM SUPORTE METALICO
MARCA AROMED
1,00
PAQUÍMETRO PARA SERVIÇOS PESADOS COM CAPACIDADE DE 1000 mm – MARCA
STARRETT
DESEMPENO EM FE FO MED. 1000X2000X300MM USINADO COM RANHURAS
1,00
CRUZADAS EM ESPAÇAMENTO DE 100MM APOIADO EM SUPORTE METALICO
MARCA MITUTOYO
1,00
MICROMETRO EXTERNO COM CAPACIDADE DE 0 A1 POLEGADA CAP. LEITURA DE
58
0,001 POLEGADA ISOLAÇÃO TERMICA PONTAS DE CONTATO METAL DURO
MITUTOYO
1,00
1,00
MICROMETRO INTERNO DE 10 A 16 MM LEITURA DE 0,005MM 3 PONTAS COM
ESTOJO DIGIMESS
CALIBRADOR TRAÇADOR DE ALTURA 300MM 12 POLEGADAS COMPONTA DO
RISCADOR DE METAL DURO DIGIMESS
1,00
COMPARADOR DIAMETRO INTERNO DE 35 A 50MM LEITURA DE 0,01 DIGIMESS
1,00
NIVEL DE PRECISÃO 200 MM LEIT. 0,02 MM DIGIMESS
2,00
RELOGIO APALPADOR CURSO 0,8 MM LEIT. 0,01 MM 30 MM DIAMETRO DIGIMESS
2,00
MICROMETRO EXTERNO DE 0 A 25 MM DIGIMESS LEITURA 0,01 MM
2,00
MICROMETRO EXTERNO DE 25 A 50 MM DIGIMESS LEITURA 0,01 MM
2,00
MICROMETRO EXTERNO DE 50 A 75 MM DIGIMESS LEITURA 0,01 MM
1,00
MICROMETRO INTERNO 12 A 20 MM LEITURA DE 0,005 MM DIGIMESS
1,00
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE 16 A 20 MM DIGIMESS
1,00
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE 20 A 25 MM DIGIMESS
1,00
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE 25 A 30 MM DIGIMESS
1,00
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE30 A 35 MM DIGIMESS
1,00
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE 35 A 40 MM DIGIMESS
2,00
1,00
1,00
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE 40 A 50 LEIT. 0,005
MM DIGIMESS
MICROMETRO INTERNO 03 PONTAS MEDIÇÃO CAPACIDADE 40 A 50 MM 0,005 MM
DIGIMESS
DUROMETRO DE BANCADA DIGITAL COM ESTATISTICA E IMPRESSORA
59
INCORPORADA MODELO DHT - 02
RUGOSIMETRO PORTATIL LEITURA DIGITAL ELETRONICA DOS PARAMENTROS RA
1,00
RQ RT RZDIN RY SM NO SISTEMA METRICO E INGLES MOD. SURTRONIC 3 MARCA
TAYLOR HOBSON
3,00
2,00
RELOGIO COMPARADOR CAPACIDADE DE 0 A 10MM APROXIMAÇÃO DE 0,01
DIAMETRO DO MOSTRADOR 57 A 58 MMMODELO 121 - 304 MARCA DIGIMESS
CALIBRADOR ÂNGULO DE BROCAS STARRET CC22 MC CAPACIDADE PARA BROCAS
DE DIAMETRO DE 1 A 40MM
2,00
GONIOMETRO 360 GRAUS LEITURA 5MIN REGUA 300MM DIGIMESS
2,00
PAQUIMETRO UNIVERSAL CAPAC 200MMX8 LEITURA 0,02MM REF 100004
PAQUIMETRO DIGITAL 150MMCOM CABO 1M 500-151/152 MITUTOYO
1,00
1,00
1,00
2,00
RELOGIO COMPARADOR DIGITAL IDS 0,01MMCOM CABO DE 1M 500-32X570-2XX
MITUTOYO
MESA DE MEDIÇÃO EM GRANITO COM SUPERFICIE DE TRABALHO PARA
UTILIZAÇÃO DE TODOS OS RELOGIOS COMPARADORES MEDIDA 200X300X235
PAQUIMETRO DUPLO PARA MEDIÇÃO DE DENTES DE ENGRENAGENS MODULO 1-25
RESOLUÇÃO 0,02MM STARRET
1,00
MICROMETRO EXTERNO 100 A 125MM LEITURA 0,01MM DIGIMESS
2,00
MORSA PARALELA BASE GIRATORIA CAPAC 220 MM VERTEX VJ 500
1,00
MICROMETRO DIGITAL EXTERNO MOD. 110700 DIGIMESS
1,00
JOGO DE BLOCO PADRÃO CLASSE 0
60
Unidade JFN
LABORATÓRIO DE REDES São realizados treinamentos visando capacitar os alunos em
E ARQUITETURA DE
arquitetura de computadores, tecnologia da comunicação e redes de
COMPUTADORES
computadores.
 SENAI / JFN
ÁREA = 37,72 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
COMPUTADOR INTEL CORE I3 3.2 GHZ, 4GB RAM, 500GB HD,
14
MONITOR 19" LCD, COM WINDOWS 7 PROFESSIONAL E OFFICE 2010
PROFESSIONAL
1
IMPRESSORA A LASER HP LASERJET P1606DN, MONOCROMÁTICA
REDE ENTRE TODOS OS COMPUTADORES
ACESSO À INTERNET
61
LABORATÓRIO
DE INFORMÁTICA E
LINGUAGEM DE
PROGRAMAÇÃO
São realizados treinamentos visando capacitar os alunos em
informática básica e/ou, linguagem de programação.
 SENAI / JFN
ÁREA = 37,72 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
COMPUTADOR INTEL CORE I3 3.2 GHZ, 4GB RAM, 500GB HD,
17
MONITOR 19" LCD, COM WINDOWS 7 PROFESSIONAL E OFFICE 2010
PROFESSIONAL
REDE ENTRE TODOS OS COMPUTADORES
ACESSO À INTERNET
62
LABORATÓRIO DE
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais
INFORMÁTICA TECH
relativas às disciplinas do curso.
PREP
 SENAI / JFN
ÁREA = 43,86 m2
Quantidade
15
01
EQUIPAMENTOS
Descrição
MICROCOMPUTADOR INTEL CORE 2 DUO 2.6 GHZ, COM 3 GB RAM,
HD DE 160 GB
IMPRESSORA A LASER LEXMARK T630, MONOCROMÁTICA
REDE ENTRE TODOS OS COMPUTADORES
ACESSO À INTERNET
63
LABORATÓRIO DE
Capacitar os alunos na usinagem de componentes mecânicos
USINAGEM E
(desbastes, faceamento, abertura de roscas, torneamento cônicos e
AJUSTAGEM
etc.) seja para fabricação, reposição, substituição ou correção de
MECÂNICA
defeitos.
 SENAI / JFN
ÁREA = 238 m2
Quantidade
EQUIPAMENTOS
Descrição
CONJUNTO DE FERRAMENTAS ( CHAVES DE FENDA, ALICATES, ETC. )
11
BANCADAS DE TRABALHO
13
TORNO MECÂNICO CONVENCIONAL
03
FRESADORA MECÂNICA CONVENCIONAL
25
MORSA DE BANCADA PARA TRABALHOS MANUAIS
02
FURADEIRA DE COLUNA E DE BANCADA
03
ESMERIL
04
PLAINA MECÂNICA CONVENCIONAL
28
MICRÔMETRO INTERNO E EXTERNO
50
PAQUÍMETRO
01
RELÓGIO COMPARADOR COM BASE MAGNÉTICA
64
LABORATÓRIO DE
FERRAMENTARIA
INJEÇÃO DE PLÁSTICOS
Capacitar os alunos no desenvolvimento de matrizes para moldes de
estampos e injeção de plásticos.
 SENAI / JFN
ÁREA = 198,73 m2
Quantidade
EQUIPAMENTOS
Descrição
CONJUNTO DE FERRAMENTAS ( CHAVES DE FENDA, ALICATES, ETC. )
12
BANCADAS DE TRABALHO
4
TORNO MECÂNICO CONVENCIONAL
3
FRESADORA MECÂNICA CONVENCIONAL
16
MORSA DE BANCADA PARA TRABALHOS MANUAIS
02
FURADEIRA DE COLUNA E DE BANCADA
01
ESMERIL
12
MICRÔMETRO INTERNO E EXTERNO
16
PAQUÍMETRO
03
GONIÔMETRO
01
PRENSA EXCÊNTRICA
01
GUILHOTINA
01
FORNO
01
DURÔMETRO
03
RETIFICADORA
12
RÉGUA DE PRECISÃO
65
01
RELÓGIO COMPARADOR COM BASE MAGNÉTICA
01
MÁQUINA DE ELETROEROSÃO POR PENETRAÇÃO
03
RELÓGIO APALPADOR COM BASE MAGNÉTICA
01
INJETORA DE TERMOPLÁSTICOS
01
MÁQUINA DE TERMO CONFORMAÇÃO DE PLÁSTICO
66
Laboratório de CNC:
Destina-se a qualificação de operadores de máquina, programadores
de CNC e planejadores da produção. Utilizando programação manual
LABORATÓRIO DE
abrangendo os processos mais importantes de usinagem CNC.
MECÂNICA AUTOMAÇÃO
 SENAI / JFN
Laboratório de Manufatura Integrada por Computador:
Integração de processos de manufatura. Destina-se à qualificação de
programadores de célula de manufatura, programação de robôs,
programação de torno e fresadora CNC.
ÁREA = 160 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
04
TORNO CNC
04
FRESADORA CNC
01
CÉLULA DE PRODUÇÃO COM 3 ROBÔS
01
ESTEIRA ROLANTE ESHED ROBOTEC
03
BRAÇO ROBOT MODELO SCORBOT ER IX ESHED ROBOTEC
SOFTWARE SINUMERIK 820 T
SOFTWARE SINUMERIK 820 M
SOFTWARE OPENCIM
03
02
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL – CLP - SCHNEIDER MODICOM
M340
TERMINAL IHM – INTERFACE HOMEM MÁQUINA - MAGELIS
SOFTWARE UNITY – PROGRAMAÇÃO DE CLP SCHNEIDER ELECTRIC
67
SOFTWARE VIJEO – PROGRAMAÇÃO E SIMULAÇÃO DA INTERFACE
HOMEM-MÁQUINA MAGELIS XBTN/RT
SOFTWARE SUPERVISÓRIO E3 ELIPSE SCADA
05
MICROCOMPUTADOR DELL COM PROCESSSADOR INTEL CORE 2 DUO
2.20 GHZ 2MB L2 CACHE 800MHZ MOD. E4500, COM MONITOR LCD 17
POLEG.
68
LABORATÓRIO DE
Desenvolvimento de treinamentos de manutenção de equipamentos
MANUTENÇÃO
mecânicos industriais, capacitando os treinandos na desmontagem,
MECÂNICA
montagem e reparação de conjuntos mecânicos.
 SENAI / JFN
ÁREA = 119 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
CONJUNTO DE FERRAMENTAS ( CHAVES DE FENDA, ALICATES, ETC. )
05
BANCADAS DE TRABALHO
01
MONOVIA ( TALHA PARA TRANSPORTE DE CARGA )
02
CONJUNTO REDUTOR PARA ALINHAMENTO
02
CONJUNTO DE MOTORES PARA ALINHAMENTO
01
ESTEIRA PARA ALINHAMENTO
01
CONJUNTO MOTO-BOMBA
04
CONJUNTO DIDÁTICO PARA ALINHAMENTO (CORREIAS, POLIAS,
EMBREAGEM E REDUTOR )
69
Laboratório de Pneumática e Eletropneumática:
Desenvolvimento de teorias e práticas voltadas ao ensino de
pneumática e eletropneumática visando a qualificação no que tange
a automação através do ar comprimido.
LABORATÓRIO DE
PNEUMÁTICA HIDRÁULICA
Laboratório de Hidráulica e Eletrohidráulica:
 SENAI / JFN
Desenvolvimento de teorias e práticas voltadas ao ensino de
hidráulica e eletrohidráulica buscando a automação industrial sob a
ação de fluídos hidráulicos direcionados à indústria, metalmecânica e
móbil.
ÁREA = 68 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
01
PAINEL DIDÁTICO ELETROPNEUMÁTICO MARCA FESTO
01
PAINEL DIDÁTICO HIDRÁULICO MARCA FESTO
01
PAINEL DIDÁTICO SIMPLES PNEUMÁTICO MARCA FESTO
01
PAINEL DIDÁTICO ELETROHIDRÁULICO MARCA PARKER
01
COMPRESSOR DE AR 200 LITROS, 5CV, MARCA: PRESSURE
01
COMPRESSOR DE AR 400 LITROS, 15CV, MARCA: PRESSURE
70
LABORATÓRIO
DE CAD
Elaborar desenhos técnicos.
 SENAI / JFN
ÁREA = 60 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
COMPUTADOR INTEL CORE I3 3.2 GHZ, 4GB RAM, 500GB HD,
21
MONITOR 19" LCD, COM WINDOWS 7 PROFESSIONAL E OFFICE 2010
PROFESSIONAL
1
IMPRESSORA MULTIFUNCIONAL HP LASERJET M1212NF MFP,
MONOCROMÁTICA
REDE ENTRE TODOS OS COMPUTADORES
ACESSO À INTERNET
SOFTWARE SOLIDWORKS EDUCATION EDITION, 2012-2013 – 20
USUÁRIOS
71
LABORATÓRIO DE
Desenvolvimento de teorias e práticas voltadas ao ensino de
SOLDAGEM
processos de soldagem a eletrodo revestido, oxigás, tig e mig-mag.
 SENAI / JFN
ÁREA = 88,03 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
9
POSTO DE TRABALHO
06
MÁQUINA DE SOLDA COM ELETRODO REVESTIDO
02
MÁQUINA DE SOLDA MIG/MAG
03
MÁQUINA DE SOLDA TIG/ELETRODO REVESTIDO
02
POSTO DE TRABALHO PARA SOLDA OXIACETILÊNICA
01
MÁQUINA POLICORTE
72
Laboratório de Eletricidade Industrial
São realizados treinamentos visando capacitar os alunos no
desenvolvimento de projetos e montagens práticas referentes a
LABORATÓRIO DE
comando elétrico, circuitos elétricos, medição de grandezas elétricas.
ELÉTRICA
 SENAI / JFN
Laboratório de Eletricidade Predial
São realizados treinamentos visando capacitar os alunos no
desenvolvimento de projetos e montagens práticas referentes a
instalações elétricas prediais.
ÁREA = 186 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
04
BANCADAS DE TRABALHO
05
POSTO DE TRABALHO (BOX) DE ELETRICISTA PREDIAL
08
BANCADA DIDÁTICA PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS
06
PAINEL INDUSTRIAL PARA PRÁTICA DE COMANDOS ELÉTRICOS
24
MOTOR TRIFÁSICO
07
MOTOR MONOFÁSICO
03
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL - CLP
03
INVERSOR DE FREQUÊNCIA
01
SOFTSTARTER
02
ALICATE AMPERÍMETRO
01
TACÔMETRO ÓTICO
73
LABORATÓRIO DE
Desenvolvimento de treinamentos na área de manutenção eletrônica
ELETRÔNICA
industrial analógica e digital, projetos e fabricação de equipamentos
 SENAI / JFN
eletrônicos.
ÁREA = 54 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
09
BANCADA DIDÁTICA
10
OSCILOSCÓPIO ANALÓGICO
08
GERADOR DE ÁUDIO
08
FONTE DE CORRENTE CONTÍNUA
08
FONTE DE CORRENTE ALTERNADA
08
CONJUNTO DIDÁTICO PARA EXPERIÊNCIA EM ELETRÔNICA DIGITAL
29
MULTÍMETRO DIGITAL
06
FREQUENCÍMETRO DIGITAL
15
MULTÍMETRO ANALÓGICO
02
OSCILOSCÓPIO DIGITAL
09
GERADOR DE FUNÇÃO
74
LABORATÓRIO DE
AUTOMAÇÃO
ELETROELETRÔNICA
INDUSTRIAL
Desenvolvimento de treinamentos na área de automação
eletroeletrônica industrial.
 SENAI / JFN
ÁREA = 40,23 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
1
PAINEL DIDÁTICO DE TEMPERATURA - KET 1020 - TRON
1
PAINEL DIDÁTICO DE PROTEÇÃO KET 1030 - TRON
1
PAINEL DIDÁTICO DE NÍVEL KET 1040 - TRON
1
PAINEL DIDÁTICO DE CLP KET 1070 - TRON
1
PAINEL DIDÁTICO COM IHM, CLP E INVERSOR - TELEMECANIQUE
12
MICROCOMPUTADORES INTEL PENTIUM III E IV
75
LABORATÓRIO DE
Aplicar os processos de análise química, análise micrográfica, análise
METALURGIA SENAI /
macrográfica em materiais metálicos.
JFN
ÁREA = 43,65 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
01
MICROSCÓPIO COM CÂMERA
01
EMBUTIDORA METALOGRÁFICA
01
POLITRIZ LIXADEIRA METALOGRÁFICA
01
CORTADORA METALOGRÁFICA
01
ÁCIDOS E SOLUÇÕES PARA ANÁLISE QUÍMICA
76
Unidade centro - Fatec JF
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA 01
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas às
 SENAI /
disciplinas do curso.
FACULDADE
ÁREA = 51,49 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
MICROCOMPUTADOR PENTIUM INTEL, WINDOWS XP PROFESSIONAL, 19GB DE
20
DISCO RÍGIDO, 512 MB DE MEMÓRIA RAM, CD-ROM 56 X, ACESSO A INTERNET
VIA LAN, ACESSO A REDE WINNT.
OBS. 1 COMPUTADOR COM GRAVADOR DE CD E COM DVD .
. MICROSOFT WINDOWS XP PROFESSIONAL EDITION
. INTERNET EXPLORER 6
. OUTLOOK EXPRESS 6
. MEDIA PLAYER 9 SERIES
. MICROSOFT OFFICE XP PROFESSIONAL EDITION COM FRONTPAGE
. WORD
. EXCEL
. POWERPOINT
. ACCESS
. OUTLOOK
. FRONTPAGE
. PHOTO EDITOR
77
. ACCESS SNAPSHOT VIEWER
. CLIP ORGANIZER
78
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA 02
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas às
 SENAI /
disciplinas do curso.
FACULDADE
ÁREA = 68 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
MICROCOMPUTADORES INTEL CLEREON C/ MOMITOPR DE 17 POLEGADAS
22
EQUIPAMENTOS EMPRESTADOS PELA EMPRESA BRASIL CENTER
79
LABORATÓRIO DE
INFORMÁTICA 03
Conhecer, utilizar e aplicar as diversas ferramentas computacionais relativas às
 SENAI /
disciplinas do curso.
FACULDADE
ÁREA = 68 m2
EQUIPAMENTOS
Quantidade
Descrição
COMPUTADOR POSITIVO POS-AT CONFIGURAÇÃO PADRÃO PROCESSADOR
INTEL CORE 13-550
21
3,2GHZ MEMO. 4 GB HD 320 GB SATA II MONITOR EM LCD 17 POL. E CAIXA
DE SOM
80
APÊNDICE I
RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
81
RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Atualizado em 17 out 2013
1 SOFTWARES DISPONÍVEIS
O quadro abaixo apresenta os softwares disponíveis para uso das diversas disciplinas,
especificando o local (Unidade), o nome do software, o número de licenças e breve sinopse de sua
aplicação.
Nº
LOCAL
SOFTWARES
Nº DE LICENÇAS
SINOPSE DO OBJETIVO DO
SOFTWARE
CIDT
1
Desenho técnico e projetos
SOLIDWORKS 2012
20
envolvendo constituintes
mecânicos e elétricos.
CIDT
2
Gerenciamento de Projetos –
MS PROJECT 2003
20
Planejamento, execução,
controle (recursos, prazo e
custos).
3
CIDT
TIA V11 (STEP 7
1200)
10
FATEC
4
Programação de CLP STEP 7
(Siemens).
Desenho técnico e projetos
SOLIDWORKS 2012
40
envolvendo constituintes
mecânicos.
FATEC
5
Software de Gerenciamento da
ENGEMAN
21
manutenção – (licença
estudante).
CFP-JFN
6
CNC BASIC 1.3
6
Programação off line máq. CNC.
82
CFP-JFN
CNC PROGRAMMER
7
6
Gerenciamento máquinas CNC.
WINCTS 3.4
6
Simulador CNC.
OPEN CIM
5
WIN NC3.3/3.4
CFP-JFN
8
CFP-JFN
9
Gerenciamento Célula
Manufatura.
CFP-JFN
SOLIDWORKS
10
EDUCATION
Modelagem de Sólidos,
20
EDITION 2012-2013
Montagem de Conjuntos,
Detalhamento, Renderização.
CFP-JFN
SOFTWARE DE
PROGRAMAÇÃO
VIJEO DESIGNER IHM MAGELIS
Atender as áreas de Eletrônica,
XBTG/GT/GK/OT) 11
EDITOR GRÁFICO DE
1
CRIAÇÃO DE
Elétrica, Automação. Vídeo
designer é dedicado à
configuração de IHMs Magelis.
APLICAÇÃO PARA
IHM E ANIMAÇÕES
DE PLANTA
INDUSTRIAL.
CFP-JFN
12
UNITY PRO -
Atender as áreas de Eletrônica,
SOFTWARE DE
Elétrica, Automação. Unity pro é
PROGRAMAÇÃO
1
um software de funcionamento,
MODICON M340,
depuração e programação
PREMIUM E
comum para PLC Modicon
QUANTUM - UNITY
Premium, Atrium e Quantum.
83
PRO - SOFTWARE
DE
FUNCIONAMENTO,
DEPURAÇÃO E
PROGRAMAÇÃO DE
PLC SCHNEIDER.
CFP-JFN
Atender a área de Automação. O
software Elipse é uma
ELIPSE E3 -
ferramenta de para o
HMI/SCADA SOFTWARE PARA
13
APLICAÇÕES
gerenciamento em tempo-real
1
de processos industriais, energia,
saneamento e infraestrutura,
DISTRIBUIDAS DE
integrando todos esses sistemas
ALTA
em uma arquitetura única que
PERFORMANCE.
transforma os dados em
informação estratégica.
CFP-JFN
14
Treinamento, Elaboração de
OFFICE 2010
103
trabalhos (relatórios, planilhas e
apresentações).
15
16
17
CFP-JFN
DEV-C++
CFP-JFN
VISUAL BASIC
EXPRESS
CFP-JFN
CFP-JFN
18
VISUALG
60
Ferramenta de Programação.
20
Ferramenta de Programação.
60
Ferramenta de Programação.
LOGO! SOFT
COMFORT VERSÃO
7.0
1
Programação de controladores
lógicos programáveis.
84
2 RECURSOS TECNOLÓGICOS E DE ÁUDIO VISUAL
Unidade centro - Fatec JF
Item
Observações
Quantidade
Televisores
03
DVD
05
Retroprojetores
14
Data Show
09
Câmera Digital
01
Quadro Branco
14
Flip-charts
15
Computador
22
Impressora
04
Notebook
01
Scanner de mesa
01
Tela de projeção
16
Lousa Eletrônica interativa
01
85
Unidade JFN
Item
Observações
Quantidade
Televisores
02
Vídeos cassete
03
Retroprojetores
03
Canhões Multimídia
01
Data Show
06
Quadro Branco
Todas as salas
Flip-chart
02
DVD
02
86
APÊNDICE J
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
87
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
Atualizado em 17 out 2013
1 Infra-estrutura física da unidade centro - FATEC JF
Local: Avenida Barão do Rio Branco, 2.572, Centro, Juiz de Fora – MG
CEP: 36.016-311.
DEPENDÊNCIAS
ANDAR
ÁREA (m2)
SECRETARIA ACADÊMICA
TÉRREO
47,88
DIREÇÃO
TÉRREO
30,52
BANHEIRO - SALA DIREÇÃO
TÉRREO
2,53
PROFESSORES
TÉRREO
14,16
CANTINA
TÉRREO
21,91
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
TÉRREO
70,74
SALA DO XEROX
TÉRREO
7,72
BANHEIRO FEMININO
TÉRREO
2,58
BANHEIRO MASCULINO
TÉRREO
2,55
BANHEIRO PNE
TÉRREO
3,77
AUDITÓRIO (140 LUGARES)
TÉRREO
221,20
BANHEIRO FEM AUDITÓRIO
TÉRREO
6,43
BANHEIRO MASC AUDITÓRIO
TÉRREO
6,33
SALA DE SOM - AUDITÓRIO
TÉRREO
6,17
JARDIM DE INVERNO DIREÇÃO/SALA
88
ARQUIVO
TÉRREO
6,71
DEPÓSITO - AUDITÓRIO
TÉRREO
13,6
SALA TÉCNICA
TÉRREO
5,99
SALA DOS PROFESSORES
TÉRREO
32,83
BANHEIRO SALA DOS PROFESSORES
TÉRREO
2,15
APOIO À SECRETARIA
TÉRREO
13,24
SALA DE REUNIÃO
TÉRREO
9,63
SUPERVISÃO TÉCNICA
TÉRREO
6,87
SUPERVISÃO PEDAGÓGICA
TÉRREO
7,50
COPA SECRETARIA
TÉRREO
5,83
BANHEIRO SECRETARIA
TÉRREO
2,38
FOYER
TÉRREO
41,30
JARDIM DE INVERNO FOYER
TÉRREO
12,95
BIBLIOTECA
1º ANDAR
146,99
SALA 01
1º ANDAR
55,19
SALA 02
1º ANDAR
55,38
COORDENADORIA DE CURSO
1º ANDAR
22,70
ÁREA DE CONVIVÊNCIA
1° ANDAR
55,02
SALA 03
1º ANDAR
57,15
BANHEIRO FEMININO
1º ANDAR
8,48
BANHEIRO MASCULINO
1º ANDAR
11,02
BANHEIRO PNE
1º ANDAR
3,9
89
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 01
1º ANDAR
61,49
LABORÁTORIO DE INFORMÁTICA 02
1° ANDAR
31,09
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 03
2º ANDAR
61,15
SALA DE DESENHO
2º ANDAR
79,40
SALA 05
2º ANDAR
55,19
SALA 06
2º ANDAR
54,58
SALA 06A
2º ANDAR
22,70
BANHEIRO FEMININO
2º ANDAR
8,48
BANHEIRO MASCULINO
2º ANDAR
11,02
BANHEIRO PNE
2º ANDAR
3,90
SALA 07
2º ANDAR
55,08
SALA 08
2º ANDAR
54,97
DEPÓSITOS (02)
2º ANDAR
23,38
SALA DE CONSULTORIA
2º ANDAR
15,51
SALA IQM
3° ANDAR
15,51
SALA 09
3º ANDAR
61,15
SALA 10
3º ANDAR
55,52
SALA 11
3º ANDAR
26,93
SALA 12
3º ANDAR
27,95
SALA 12A
3° ANDAR
23,58
SALA 13
3º ANDAR
27,91
DEPÓSITO
3º ANDAR
9,43
90
DEPÓSITO
3º ANDAR
9,19
BANHEIRO FEMININO
3º ANDAR
8,18
BANHEIRO MASCULINO
3º ANDAR
11,02
BANHEIRO PNE
3º ANDAR
3,96
SALA DE CORTE
3° ANDAR
27,16
SALA DE MODELAGEM
3º ANDAR
54,61
LABORATÓRIO DE COSTURA
3° ANDAR
79,40
91
2 Infra-estrutura física da unidade CIDT
Centro Integrado de Desenvolvimento do Trabalhador Luiz Adelar Scheuer
Local: Rodovia BR 040, km 773 – s/nº , Barreira do Triunfo, Juiz de Fora – MG
CEP:36.092-900.
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
m2
SALA DE DIREÇÃO
1
20
SECRETARIA
1
24
SALA DA ADMINISTRAÇÃO
1
40
SALA SUPERVISÃO TÉCNICA/PEDAGÓGICA/INSTRUTORES
1
48
SALAS DE AULAS PARA O CURSO
5
350
SANITÁRIOS
9
120
PÁTIO COBERTO / ÁREA DE LAZER / CONVIVÊNCIA
1
6.530
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
1
500
SALA DE MULTIMEIOS
1
147
SALA DE ÁUDIO / SALAS DE APOIO
1
17
SALA DE LEITURA OU ESTUDOS
1
21
BIBLIOTECA
1
168
LABORATÓRIO DE ELETROELETRÔNICA
1
54
LABORATÓRIO DE ELETROHIDROPNEUMÁTICA
1
54
LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO
1
54
LABORATÓRIO DE QUÍMICA
1
30
LABORATÓRIO DE PINTURA
1
168
LABORATÓRIO DE SOLDAGEM
1
140
LABORATÓRIO DE MONTAGEM AUTOMOTIVA FINAL
1
220
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
1
68
OFICINA DE METAL MECÂNICA
1
200
92
3 Infra-estrutura física da Unidade JFN
Centro de Formação Profissional José Fagundes Netto
Local: Av. Barão do Rio Branco, 1219 - Centro, Juiz de Fora – MG
CEP: 36035-000.
DEPENDÊNCIAS
QUANTIDADE
m2
SALA DE DIREÇÃO
01
18,58
SALAS DE COORDENAÇÃO
04
59,87
SALA DE PROFESSORES
01
47,135
SALAS DE AULA
17
718,244
SANITÁRIOS
10
116, 44
SETOR DE ATENDIMENTO/TESOURARIA
01
67,44
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
01
210,00
BIBLIOTECA
01
65,92
LABORATÓRIO DE CAD
01
59,25
LABORATÓRIO DE REDES E ARQUITETURA DE
01
37,72
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA – TECH PREP
01
43,86
LABORATÓRIO DE USINAGEM/AJUSTAGEM MECÂNICA
01
238,00
LABORATÓRIO DE FERRAMENTARIA INJEÇÃO PLÁSTICOS
01
198,73
LABORATÓRIO DE MECÂNICA - AUTOMAÇÃO
01
150,02
LABORATÓRIO DE MANUTENÇÃO MECÂNICA
01
119,00
LABORATÓRIO DE PNEUMÁTICA E HIDRAÚLICA
01
67,27
LABORATÓRIO DE SOLDAGEM
01
73,59
LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
01
53,90
LABORATÓRIO DE METALURGIA
01
43,65
LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO ELETROELETRÔNICA
01
40,23
COMPUTADORES
93
APÊNDICE K
BIBLIOTECA
94
BIBLIOTECA
1 Políticas para a biblioteca
As políticas da instituição para a Biblioteca são apresentadas abaixo.
 Destinar recursos para atualização e complementação das coleções de livros, periódicos
e outros materiais referentes aos Cursos Superiores de Tecnologia.
 Efetuar planejamento das ações de atualização do acervo a serem desenvolvidas,
estabelecendo os orçamentos necessários.
 Garantir a atualização integrada e articular parcerias com outras Unidades de
Informações.
 Administrar e centralizar a aquisição do acervo bibliográfico em seus diferentes suportes
(livros, periódicos, fitas de vídeo, CDs, etc).
 Garantir a eficácia na recuperação de informações.
 Divulgação do acervo à comunidade acadêmica.
2 Quantificação do acervo por área de conhecimento
O SENAI possui sistema próprio para integração das bibliotecas, através do qual pode-se
exibir relatórios como o apresentado na figura abaixo, seguinte, que apresenta os totais dos livros
constantes do acervo.
Além dos livros que constam no registro do sistema, a biblioteca possui assinaturas de
revistas e jornais.
Assinaturas de Revistas
 Controle e instrumentação
 Alumínio e Cia
 Fundição e serviços
 Hidro
 MM - Máquinas e metais
95
 Parafuso
 Corte e conformação
 Costura Perfeita
 Super Interessante
 Veja
 Língua Portuguesa
 Mundo Logistica
 Revista brasileira de estudos pedagógicos
Jornais
 Estado de Minas
 Folha de São Paulo
 Tribuna de Minas
Figura – Relatório do acervo da biblioteca
Fonte: Sistema Pergamum
96
3 Espaço físico para estudos
A Biblioteca está instalada em amplo espaço físico, com área total de aproximadamente
148,71m2, contando com escaninhos, balcão de empréstimo, sala de estudo individual e mesas para
estudo em grupo. A Biblioteca se propõe a ser um centro de estímulo à leitura e de disseminação de
informações, integrando-se à Instituição como parte dinamizadora de toda ação educacional.
O seu acervo está sempre em expansão, sendo capaz de atender às demandas dos cursos
existentes na FATEC.
4 Horário de funcionamento
A Biblioteca funciona de segunda a sexta-feira nos seguintes horários: de 8h às 12h e
13h30min às 22h30min.
5 Pessoal técnico-administrativo
Fernanda Cristina Valadão - Bibliotecária
Márcia Nunes Loures - Auxiliar administrativo
6 Serviços oferecidos
 Empréstimo domiciliar.
 Consulta à base de dados Pergamum.
 Disponibilização de jornais diários e periódicos para leitura.
 COMUT - Programa de Comutação Bibliográfica.
 Orientação na elaboração de referências bibliográficas.
 Pesquisa bibliográfica.
 Serviço de referência.
 Reservas , renovações e consulta on-line.
 Consulta a bases locais através de terminais com acesso a internet.
 Ambiente para estudo em grupo ou individual.
97
7 Formas de atualização do acervo
A ampliação do acervo deverá ocorrer dentro dos critérios fixados pelo MEC em atendimento
à expansão do número de vagas.
O acervo é atualizado constantemente a partir das modificações inseridas nas bibliografias
dos Planos de Disciplinas, sugeridos pelos professores e coordenadores, podendo haver atualizações
por outros meios, como visitas de representantes de editoras, entre outros.
98
APÊNDICE L
DOCENTES POR DISCIPLINA
99
DOCENTES POR DISCIPLINA
Atualizado em agosto 2013
Nº
NOME
TIT
D1
D2
1
Alexandre Luiz Moraes Lovisi
M
MECÂNICA DOS
MATERIAIS
2
Annelise Gamonal N. Gruppi
M
DESENHO
TÉCNICO I
DESENHO TÉCNICO
II
3
Áureo Dias Junior
M
CIÊNCIAS DOS
MATERIAIS I
CIÊNCIA DOS
MATERIAIS II
D3
FUNDIÇÃO
E
TRATAMENTOS
TÉRMICOS
4
Carlos H. P. de Souza
E
MECÂNICA
ESTATÍSTICA
APLICADA
5
Emerson de S. da Cruz
E
ELETROTÉCNICA I
ELETROTÉCNICA II
6
Ferdinando Trivelato
E
PROJETOS
MECÂNICOS II
7
Fernando Cesar S. Antunes
E
8
Flavio Bilha dos Santos
M
TECNOLOGIA DE
SOLDAGEM
9
Gerson Antonio Romanel
D
ELEMENTOS DE
MÁQUINAS
10
Glauco Fernandes Gruppi
E
SISTEMAS DE
AUTOMAÇÃO I
11
Helber de Assis Chaves
E
METROLOGIA
12
Jorge Antonio B. de Macedo
D
FUNDAMENTOS
DE MEIO
AMBIENTE
13
Juliana Maioli Laval Bernardo
E
GESTÃO DE
PESSOAS
14
Luciano de P. Albuquerque
E
ADMINISTRAÇÃO
DA MANUTENÇÃO
INDUSTRIAL
USINAGEM
GERENCIAMENTO DE
PROJETOS E
EMPREEENDEDORISMO
15
Luiz Morisson
M
MECÂNICA DOS
FLUIDOS
TERMODINÂMICA
APLICADA
MÁQUINAS TÉRMICAS
16
Marcus Vinicius O. Paula
E
SISTEMAS DE
AUTOMAÇÃO II
PROJETOS
MECÂNICOS I
TE I
17
Micheli Soares Alves
M
ADMINISTRAÇÃO
DA PRODUÇÃO
TE II
CADEIA DE
SUPRIMENTOS
18
Newton Neiva Campos
E
GEOMETRIA
ANALÍTICA
CÁLCULO I
CÁLCULO II
19
Raquel Ferreira de Sousa
M
CUSTOS
GESTÃO DA
QUALIDADE
20
Terezinha C. C. de Resende
D
21
Wladimir Poletti Jorge
E
METODOLOGIA
CIENTÍFICA
SEGURANÇA DO
TRABALHO
METROLOGIA
APLICADA
CORROSÃO E
TRATAMENTO DE
SUPERFÍCIES
100
APÊNDICE M
ALTERAÇÃO MATRIZES CURRICULARES CURSO FABRICAÇÃO MECÂNICA
101
Nº DISC.
MATRIZ CURRICULAR DE
II
FABRICAÇÃO MECÂNICA
1
GEOM ETRIA
A NA LÍTICA
80
CÁ LCULO I
80
CÁ LCULO II
80
ELEM ENTOS DE
M Á QUINA S
80
A DM INISTRA ÇÃ O
DA P RODUÇÃ O
80
SEGURA NÇA DO
TRA B A LHO
40
MECÂNICA
2
DESENHO
M ECÂ NICO
80
DESENHO
M ECÂ NICO EM
COM P UTA DOR
(CA D)
80
FUNDA M ENTOS
DO M EIO
A M B IENTE
40
FUNDIÇÃ O
40
TECNOLOGIA DE
SOLDA GEM
80
GESTÃ O DE
P ESSOA S
40
ELETROELETRÔNICA
3
M ETROLOGIA
40
M ECÂ NICA
80
ESTA TÍSTICA
40
M ECÂ NICA DOS
FLUIDOS
80
P ROJETOS
M ECÂ NICOS I
80
A DM INISTRA ÇÃ O
DA M A NUTENÇÃ O
40
ESPECÍFICAS
(2)
4
CIÊNCIA DOS
M A TERIA IS
80
USINA GEM
40
CONFORM A ÇÃ O
M ECÂ NICA
80
TRA TA M ENTOS
DE SUP ERFÍCIES
80
TERM ODINÂ M ICA
80
GESTÃ O DA
QUA LIDA DE
40
GESTÃO (20)
5
ELETROTÉCNICA
80
CIRCUITOS
LÓGICOS
40
M A NUFA TURA
A UX P OR
COM P UTA DOR
80
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O
80
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O
40
CA DEIA DE
SUP RIM ENTOS
80
BÁSICAS (33)
6
COM UNICA ÇÃ O
EM P RESA RIA L
40
ENSA IO DOS
M A TERIA IS
40
RESISTÊNCIA DOS
M A TERIA IS
80
TRA TA M ENTOS
TÉRM ICOS
40
TE I
40
P ROJETOS
M ECÂ NICOS II
80
INTERDISCIPLINAR
(2)
M Á QUINA S
TÉRM ICA S
40
TE II
40
M ETODOLOGIA
CIENTÍFICA
IV
ÁREAS
I
7
III
2007 - 2008
MÓDULOS
V
VI
40
8
0
P R O J E T O LÍ N G UA P O R T UG UE S A ( P LP )
400
Nº DISC.
400
400
MATRIZ CURRICULAR DE
II
400
400
FABRICAÇÃO MECÂNICA
III
IV
400
2009-1
V
ÁREAS
MÓDULOS
I
VI
1
GEOM ETRIA
ANALÍTICA
5
CÁLCULO I
5
CÁLCULO II
5
TRATAM ENTOS
TÉRM ICOS
3
ADM INISTRAÇÃO
DA PRODUÇÃO
5
SEGURANÇA DO
TRABALHO
3
MECÂNICA
2
DESENHO
TÉCNICO I
5
DESENHO
M ECÂNICO II
5
CONFORM AÇÃO
M ECÂNICA
5
CORROSÃO E
TRATAM ENTOS
DE SUPERFÍCIES
5
TECNOLOGIA DE
SOLDAGEM
5
GESTÃO DE
PESSOAS
2
ELETROELETRÔNICA
3
M ETROLOGIA
3
M ECÂNICA
5
RESISTÊNCIA DOS
M ATERIAIS
5
ELEM ENTOS DE
M ÁQUINAS
5
PROJETOS
M ECÂNICOS I
5
ADM INISTRAÇÃO
DE PROJETOS E
EM PR.
2
ESPECÍFICAS
4
CIÊNCIA DOS
M ATERIAIS
5
ENSAIO DOS
M ATERIAIS
2
M ECÂNICA DOS
FLUIDOS
APLICADA
5
TERM ODINÂM ICA
5
CAM
5
ADM INISTRAÇÃO
DA M ANUTENÇÃO
3
GESTÃO
5
ELETROTÉCNICA
5
CIRCUITOS
LÓGICOS
3
ESTATÍSTICA
3
SISTEM AS DE
AUTOM AÇÃO I
5
SISTEM AS DE
AUTOM AÇÃO II
3
GESTÃO DA
QUALIDADE
3
BÁSICAS
6
COM UNICAÇÃO
EM PRESARIAL
2
USINAGEM
5
FUNDAM ENTOS
DE M EIO
AM BIENTE
2
FUNDIÇÃO
2
TE I
2
CADEIA DE
SUPRIM ENTOS
2
INTERDISCIPLINAR
7
PROJETOS
M ECÂNICOS II
5
8
M ÁQUINAS
TÉRM ICAS
3
TE II
2
0
P R OJET O LÍ N GUA P OR T UGUESA (P LP )
25
25
25
25
25
25
102
Nº DISC.
MATRIZ CURRICULAR DE
II
FABRICAÇÃO MECÂNICA
III
IV
2011
V
ÁREAS
MÓDULOS
I
VI
1
GEOM ETRIA
A NA LÍTICA
5
CÁ LCULO I
5
CÁ LCULO II
5
TRA TA M ENTOS
TÉRM ICOS
3
A DM INISTRA ÇÃ O
DA P RODUÇÃ O
5
SEGURA NÇA DO
TRA B A LHO
3
MECÂNICA
2
DESENHO
TÉCNICO I
5
DESENHO
M ECÂ NICO II
5
CONFORM A ÇÃ O
M ECÂ NICA
5
CORROSÃO E
TRA TA M ENTOS
DE SUP ERFÍCIES
5
TECNOLOGIA DE
SOLDA GEM
5
GESTÃ O DE
P ESSOAS
2
ELETROELETRÔNICA
3
M ETROLOGIA
3
M ECÂ NICA
5
RESISTÊNCIA DOS
M A TERIA IS
5
ELEM ENTOS DE
M Á QUINA S
5
P ROJETOS
M ECÂ NICOS I
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DE P ROJETOS E
EM P R.
2
ESPECÍFICAS
4
CIÊNCIA DOS
M A TERIA IS I
5
ENSAIO DOS
M A TERIA IS
2
M ECÂ NICA DOS
FLUIDOS
A P LICA DA
5
TERM ODINÂ M ICA
5
CA M
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DA M A NUTENÇÃ O
3
GESTÃO
5
ELETROTÉCNICA I
5
CIRCUITOS
LÓGICOS
3
ESTA TÍSTICA
3
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O I
5
ELETROHIDROP NEUM Á TI
CA
3
GESTÃ O DA
QUA LIDA DE
3
BÁSICAS
6
COM UNICA ÇÃ O
EM P RESARIA L
2
USINA GEM
5
FUNDA M ENTOS
DE M EIO
A M B IENTE
2
FUNDIÇÃ O
2
TE I
2
CA DEIA DE
SUP RIM ENTOS
2
INTERDISCIPLINAR
7
M ETODOLOGIA
CIENTÍFICA
(Obrigatória) (20h-a)
P ROJETOS
M ECÂ NICOS II
5
M Á QUINA S
TÉRM ICA S
3
TE II
2
8
0
P R O J E T O LÍ N G UA P O R T UG UE S A ( P LP )
25
Nº DISC.
25
MATRIZ CURRICULAR DE
25
25
FABRICAÇÃO MECÂNICA
II
III
25
2012-1
(Mod FEV 12)
V
ÁREAS
MÓDULOS
I
1
GEOM ETRIA
A NA LÍTICA
5
CÁ LCULO I
5
CÁ LCULO II
5
ESTA TÍSTICA
A P LICA DA
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DA P RODUÇÃ O
5
SEGURA NÇA DO
TRA B A LHO
3
MECÂNICA (78)
2
DESENHO
TÉCNICO I
5
DESENHO
TÉCNICO II
5
USINA GEM
5
CORROSÃ O E
TRA TA M ENTOS
DE SUP ERFÍCIES
5
TECNOLOGIA DE
SOLDA GEM
5
GESTÃ O DE
P ESSOA S
2
ELETROELETRÔNICA
(16)
3
M ETROLOGIA
3
M ECÂ NICA
5
M ECÂ NICA DOS
M A TERIA IS
5
ELEM ENTOS DE
M Á QUINA S
5
P ROJETOS
M ECÂ NICOS I
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DE P ROJETOS E
EM P R.
2
ESPECÍFICAS
(2)
4
CIÊNCIA DOS
M A TERIA IS I
5
CIÊNCIA DOS
M A TERIA IS II
5
M ECÂ NICA DOS
FLUIDOS
5
TERM ODINÂ M ICA
5
CA M
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DA M A NUTENÇÃ O
3
GESTÃO (20)
5
ELETROTÉCNICA I
5
ELETROTÉCNICA II
5
TRA TA M ENTOS
TÉRM ICOS
3
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O I
3
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O II
3
GESTÃ O DA
QUA LIDA DE
3
BÁSICAS (33)
6
M ETROLOGIA
A P LICA DA
2
LIBRAS
(Optativa)
(25h-a)
2
FUNDIÇÃ O
2
TE I
2
CA DEIA DE
SUP RIM ENTOS
2
INTERDISCIPLINAR
(2)
7
M ETODOLOGIA
CIENTÍFICA
(Obrigató ria) (20h-a)
1
P ROJETOS
M ECÂ NICOS II
5
M Á QUINA S
TÉRM ICA S
3
TE II
2
M EIO A M B IENTE
IV
25
VI
8
0
P R O J E T O LÍ N G UA P O R T UG UE S A ( P LP )
26
25
25
25
25
25
103
MATRIZ FAB MEC 2012-1 Última
Nº DISC.
MATRIZ CURRICULAR DE
FABRICAÇÃO MECÂNICA
II
III
2012-1
IV
(Mod FEV 12)
V
ÁREAS
MÓDULOS
I
VI
1
GEOM ETRIA
A NA LÍTICA
5
CÁ LCULO I
5
CÁ LCULO II
5
ESTA TÍSTICA
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DA P RODUÇÃ O
5
SEGURA NÇA DO
TRA B A LHO
3
MECÂNICA (78)
2
DESENHO
M ECÂ NICO I
5
DESENHO
M ECÂ NICO II
5
USINA GEM
5
CORROSÃ O E
TRA TA M ENTOS
DE SUP ERFÍCIES
5
TECNOLOGIA DE
SOLDA GEM
5
GESTÃ O DE
P ESSOA S
2
ELETROELETRÔNICA
(16)
3
M ETROLOGIA
3
M ECÂ NICA
5
M ECÂ NICA DOS
M A TERIA IS
5
ELEM ENTOS DE
M Á QUINA S
5
P ROJETOS
M ECÂ NICOS I
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DE P ROJETOS E
EM P R.
2
ESPECÍFICAS
(2)
4
CIÊNCIA DOS
M A TERIA IS I
5
CIÊNCIA DOS
M A TERIA IS II
5
M ECÂ NICA DOS
FLUIDOS
5
TERM ODINÂ M ICA
5
CA M
5
A DM INISTRA ÇÃ O
DA M A NUTENÇÃ O
3
GESTÃO (20)
5
ELETROTÉCNICA I
5
ELETROTÉCNICA II
5
TRA TA M ENTOS
TÉRM ICOS
3
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O I
3
SISTEM A S DE
A UTOM A ÇÃ O II
3
GESTÃ O DA
QUA LIDA DE
3
BÁSICAS (33)
6
M ETROLOGIA
A P LICA DA
2
LIBRAS
(Optativa)
(25h-a)
FUNDA M ENTOS
DE M EIO
A M B IENTE
2
FUNDIÇÃ O
2
TE I
(TCC I)
2
CA DEIA DE
SUP RIM ENTOS
2
INTERDISCIPLINAR
(2)
7
M ETODOLOGIA
CIENTÍFICA
(Obrigató ria) (20h-a)
1
P ROJETOS
M ECÂ NICOS II
5
M Á QUINA S
TÉRM ICA S
3
TE II
(TCC II)
2
8
0
P R O J E T O LÍ N G UA P O R T UG UE S A ( P LP )
26
25
25
25
25
25
Matriz FAB MEC 2012-1 para a Matriz 2012-1 última: alterado o nome da disciplina Meio Ambiente
para Fundamentos de Meio Ambiente.
104
APÊNDICE N
PESQUISA DE AVALIAÇÃO
105
PESQUISA DE AVALIAÇÃO
A pesquisa de avaliação procura verificar o índice de satisfação do discente em relação à
instituição, ao curso e aos docentes que ministram aulas naquele semestre.
Os resultados da avaliação são trabalhados pela Coordenadoria do Curso, pela Comissão
Própria de Avaliação e pela Direção da Faculdade, gerando-se ações de melhoria.
Os requisitos avaliados são citados a seguir.
Estrutura

Conforto das instalações

Máquinas e equipamentos em perfeitas condições de uso

Atendimento da Recepção

Atendimento da Secretaria

Atendimento Financeiro

Atendimento da Coordenação de Curso

Atendimento da Supervisão Pedagógica

Atendimento da Biblioteca

Educação e respeito no atendimento ao discente
Disciplina- Docente

Repasse integral do conteúdo dentro do período previsto

Recursos didáticos utilizados

Organização e atuação do Docente

Clareza nas exposições

Domínio do Docente nos temas abordados

Nível de aprendizagem e aplicabilidade do conhecimento
106

Pontualidade e assiduidade

Avaliação Pedagógica (provas, trabalhos, etc.)
Os dados obtidos são transformados em informação. As informações geram ações a serem
realizadas, com responsáveis e metas a serem cumpridas.
107
APÊNDICE O
MODELO DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA
108
FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA DE JUIZ DE FORA
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM
FABRICAÇÃO MECÂNICA
AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA
DISCIPLINA
Data: 10/09/12
ELEMENTOS DE MÁQUINAS
MÓDULO:
IV
DOCENTE: Prof. GERSON ANTONIO ROMANEL
NOME DO DISCENTE:
OBSERVAÇÕES
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
A prova é individual.
A interpretação da questão faz parte da prova.
O tempo de prova faz parte da avaliação.
Solução em caneta azul ou preta ou lápis.
Somente serão aceitas “Respostas na Folha de Respostas”.
Os cálculos devem ser desenvolvidos na Memória de cálculo, visando comprovar as
respostas obtidas.
Citar na Memória de Cálculo as fórmulas utilizadas, bem como as páginas das tabelas
utilizadas.
Permitido o uso de calculadora científica ou financeira.
Se houver necessidade de rascunho, utilizar o verso das folhas de prova.
Vedado o empréstimo de qualquer material durante a prova.
Vedado o uso de telefone celular.
Precisão dos cálculos: milésimos (x,xxx).
Leia atentamente as questões antes de iniciá-las.
Dúvidas serão respondidas somente antes de iniciar a prova.
Duração: 140 minutos.
BOA SORTE! SUCESSO!
QUESTÃO
VALOR TOTAL
1
20
2
20
3
40
4
20
VALOR ATRIBUÍDO
VALOR TOTAL
109
SITUAÇÃO GERAL
Você é o responsável técnico por um escritório de projetos mecânicos especializado em
dimensionamento de elementos de máquinas.
SITUAÇÃO PARTICULAR
Estão sendo desenvolvidos diversos projetos envolvendo as características geométricas de
elementos de máquinas.
COMPETÊNCIA(S) EXIGIDA(S)
(Descrever a servidão de acordo com as competências citadas no Programa da Disciplina PRODIS)
Alocar ; Calcular; Determinar; Analisar; Citar; Estudar; Resolver; ...
QUESTÕES
QUESTÃO 1
Descrever
QUESTÃO 2
Descrever
FOLHA DE RESPOSTAS (se for o caso)
110
APÊNDICE P
PLANOS DE DISCIPLINAS
(PLADIS)
111
MÓDULO I
112
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: CIÊNCIA DOS MATERIAIS I
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS




Relacionar a Ciência dos Materiais aos processos de fabricação e manutenção.
Conhecer a estrutura interna dos materiais.
Conhecer e distinguir as características e propriedades dos materiais.
Conhecer tratamentos térmicos.
HABILIDADES




Classificar materiais identificando suas estruturas e propriedades.
Identificar os mecanismos para tratamento térmico de metais e ligas metálicas.
Avaliar a influência dos elementos de liga nos aços.
Analisar as características dos materiais cerâmicos, poliméricos e metálicos quanto a sua aplicação em
processos de fabricação e manutenção.
BASES TECNOLÓGICAS












Estrutura atômica e ligações interatômicas.
Estrutura cristalina dos sólidos.
Imperfeições em estruturas cristalinas.
Soluções sólidas.
Difusão.
Propriedades mecânicas.
Tratamentos térmicos dos metais e ligas metálicas.
Cinética das transformações de fase.
Influência dos elementos de liga nos aços.
Ligas metálicas e fabricação de metais.
Cerâmicos.
Polímeros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos

CALLISTER, William D. Jr. Ciência de Engenharia de Materiais: uma introdução. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2002.

VAN VLACK, Lawrence, H. Princípio de Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgar Blücher, 2000.

SMITH, William F. Princípios de Ciência e Engenharia dos Materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Mc Graw
Hill, 1996.
113
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos
–
CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos. 7. ed. São Paulo: ABM, 1988.
–
ASKELAND, D. R. The Science and Engineering of Materials. 3. ed. Boston: PWS Publishing Company,
1994.
–
COLPAERT, H. Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns. S.Paulo, Edgard Blucher; 1974.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
114
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: DESENHO MECÂNICO I
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Conhecer as normas gerais de desenho técnico.

Conhecer e interpretar a simbologia de componentes de desenhos mecânicos e eletroeletrônicos
utilizados em circuitos e diagramas conforme normas técnicas.

Realizar desenhos, diagramas e esquemas mecânicos e eletromecânicos, utilizando as normas
técnicas.

Dominar técnicas de desenho técnico em computador.
HABILIDADES















Utilizar padrões de folhas e margens para desenho técnico.
Executar caligrafia técnica.
Aplicar corretamente linhas em desenho técnico mecânico.
Construir legendas e definir informações necessárias a legendas para desenho técnico.
Compreender e aplicar escalas em desenhos.
Utilizar planos de rebatimento.
Compreender e utilizar 1o e 2o diedros.
Representar vistas principais de peças.
Utilizar vistas auxiliares em desenhos de peças.
Representar cortes e seções em peças mecânicas.
Realizar cotagens, incluindo cotagem em série e em paralelo de peças mecânicas.
Aplicar e representar simbologia de soldagem.
Executar croquis de peças mecânicas.
Executar desenho de peças mecânicas e eletroeletrônicas utilizando instrumentos para desenho.
Executar desenho de peças mecânicas e eletroeletrônicas utilizando programas de computador.
BASES TECNOLÓGICAS






O Desenho Técnico.
Normas.
Construções geométricas.
Aspectos gerais do Desenho Técnico.
Projeções ortogonais.
Cortes e Seções.
115






Perspectivas.
Cotagem.
Desenho Técnico Mecânico.
Desenho Técnico Elétrico.
Desenho Técnico de juntas soldadas.
Iniciação ao CAD.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos

SILVA, Arlindo, RIBEIRO, Carlos Tavares, DIAS, João et SOUSA, Luís. Desenho Técnico Moderno. 4.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.

NBR 10067/95 – Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico. São Paulo: ABNT, 1995.

FIALHO, Arivelto Bustamante. SolidWorks Office Premium 2008 - Teoria e Prática no Desenvolvimento
de Produtos. Rio de Janeiro: Érica, 2008. p.560.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos

Bachmann, Albert e Foberg, Richard. Desenho Técnico Básico. 3.ed. Porto Alegre: Globo, 1993.

SILVA, Júlio César; SPECK, Henderson José; ROHLEDER, Edison Oliveira; FONSECA, Bernardo
Casemiro. Desenho Técnico Auxiliado pelo Solid Works. Visual Books Editora. . Florianópolis, 2011

FINKELSTEIN, Ellen. AutoCAD 2000: a bíblia. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
116
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: GEOMETRIA ANALÍTICA
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS



Calcular áreas e volumes de sólidos.
Planificar superfícies sólidas.
Conhecer transformação de coordenadas.
HABILIDADES





Calcular áreas e volumes.
Operar com vetores para a determinação de áreas e volumes.
Aplicar a geometria analítica na quantificação de áreas e volumes de sólidos.
Reconhecer em sólidos diversos as figuras geométricas conhecidas.
Transformar coordenadas.
BASES TECNOLÓGICAS







Revisão de Matemática Básica.
Números complexos.
Vetores no plano e equações paramétricas.
Vetores no espaço e geometria analítica sólida.
Superfícies quádricas.
Transformação de coordenadas.
Aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos
–
ANTON, Howard. Cálculo um novo horizonte. v.2. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
–
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. V. 2. 3.ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
–
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com geometria analítica. v.2. 2. Ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
117
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos

REIS, Genésio Lima dos. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1996.

STEINBRUCH, Alfredo. Geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 1987.

WINTERLE, Paulo. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron books, 2000.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
118
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA
CARGA HORÁRIA: 24 h-a
(20h)
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Conhecer as normas para a execução de trabalho científico.
HABILIDADES

Redigir documentação técnica conforme as normas estabelecidas.
BASES TECNOLÓGICAS
 Normas e metodologias do trabalho científico segundo ABNT.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos

GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.

SEVERINO. Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.

SILVA, José Maria da,;SILVEIRA, Emerson Sena. Apresentação de trabalhos acadêmicos: normas e
técnicas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos

CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber: metodologia científica. 22. ed. São Paulo:
Papirus, 2010.

LIMA, A. Oliveira. Manual de redação oficial. Rio de Janeiro: Impetus, 2003.

MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7. Ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
119
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: METROLOGIA APLICADA
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Capacidade de compreender os diversos aspectos da utilização de tolerâncias em processos de
fabricação.

Capacidade de desenvolver dispositivo visando a facilitar a metrologia no processo de fabricação.
HABILIDADES



Interpretar medidas de tolerâncias e rugosidade apresentadas em projetos mecânicos.
Aplicar técnicas de metrologia em processo de fabricação, visando à intercambiabilidade de peças.
Escolher os ajustes adequados para determinados acoplamentos, com base em normas ISO.
BASES TECNOLÓGICAS
 Sistema de ajustes – furo-base e eixo-base.
 Tolerâncias de forma e diferença de forma (tolerância geométrica).
 Tolerâncias posição e diferenças de posição (tolerância geométrica).
 Desvios compostos forma e posição (tolerância geométrica).
 Acabamento superficial – rugosidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos

AGOSTINHO, Osvaldo Luiz; LIRANI, João. Tolerância, ajustes, desvios na metrologia. 3. ed. Rio de
Janeiro: Edgard Blücher, 1977.

INMETRO. Guia para Expressão da Incerteza de Medição. Rio de Janeiro: INMETRO, 1998.

NOVASKI, Olívio. Introdução à engenharia de fabricação mecânica. Rio de Janeiro: Edgard Blucher,
2003. p.128. (substitui o Telecurso 2000, Mecânica – Metrologia)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos

ALBERTAZZI, Armando e SOUSA, André R. de . Fundamentos de metrologia científica e
120


industrial.
São Paulo: Manole, 2008.
LINK, Walter. Tópicos avançados de metrologia mecânica: confiabilidade metrológica e suas
aplicações. São Paulo: EPSE, 2008.
LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 3. Ed. São Paulo: Érica,2008.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
121
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: METROLOGIA
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Capacidade de compreender os diversos aspectos da utilização de tolerâncias em processos de
fabricação .

Capacidade de desenvolver dispositivo visando a facilitar a metrologia no processo de fabricação.
HABILIDADES



Interpretar medidas de tolerâncias e rugosidade apresentadas em projetos mecânicos.
Aplicar técnicas de metrologia em processo de fabricação, visando à intercambiabilidade de peças.
Escolher os ajustes adequados para determinados acoplamentos, com base em normas ISO.
BASES TECNOLÓGICAS
 Sistema de ajustes – furo-base e eixo-base.
 Tolerâncias de forma e diferença de forma (tolerância geométrica).
 Tolerâncias posição e diferenças de posição (tolerância geométrica).
 Desvios compostos forma e posição (tolerância geométrica).
 Acabamento superficial – rugosidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos

AGOSTINHO, Osvaldo Luiz; LIRANI, João. Tolerância, ajustes, desvios na metrologia. 3. ed. Rio de
Janeiro: Edgard Blücher, 1977.

INMETRO. Guia para Expressão da Incerteza de Medição. Rio de Janeiro: INMETRO, 1998.

NOVASKI, Olívio. Introdução à engenharia de fabricação mecânica. Rio de Janeiro: Edgard Blucher,
2003. p.128. (substitui o Telecurso 2000, Mecânica – Metrologia)
122
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos



ALBERTAZZI, Armando e SOUSA, André R. de . Fundamentos de metrologia científica e industrial.
São Paulo: Manole, 2008.
LINK, Walter. Tópicos avançados de metrologia mecânica: confiabilidade metrológica e suas
aplicações. São Paulo: EPSE, 2008.
LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 3. Ed. São Paulo: Érica,2008.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
123
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: I
DISCIPLINA: ELETROTÉCNICA
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS





Conhecer os princípios de eletrotécnica aplicados em plantas fabris e processos de fabricação.
Especificar componentes para serem aplicados em plantas fabris e processos de fabricação.
Conhecer os fundamentos dos sistemas elétricos de potência.
Dimensionar instalações elétricas prediais.
Manutenir instalações elétricas de baixa tensão.
HABILIDADES



Aplicar os conceitos de eletrotécnica na solução de problemas associados às instalações e equipamentos
de baixa tensão.
Acompanhar o desenvolvimento de novas instalações e equipamentos industriais de baixa tensão.
Propor melhorias em instalações e equipamentos industriais de baixa tensão.
BASES TECNOLÓGICAS












Conceitos de energia elétrica.
Tensão e corrente elétrica.
Resistência elétrica.
Potência elétrica.
Circuitos elétricos.
Componentes de proteção e segurança em instalações elétricas.
Estabilidade em sistemas de potência.
Instalações elétricas prediais.
Dimensionamento de condutores em baixa tensão.
Instalação elétrica em prédio didático.
Manutenção em instalações elétricas de baixa tensão.
Segurança no trabalho voltada à eletricidade em baixa tensão.
124
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 3 títulos

MILEAF, Harry. Eletricidade. v.1 e v.2. São Paulo: Martins Fontes, 1982.

NEGRISOLI, Manuel E. M. Instalações elétricas: projetos prediais. Rio de janeiro: Edgard Blucher,
2004.

COTRIM, Ademar. Instalações elétricas. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 3 títulos

CRUZ, Eduardo C. Alves e ANICETO, Larry Aparecido. Instalações elétricas: fundamentos, prática e
projetos em instalações residenciais e comerciais. 2011.

EQUIPE SENAI. Eletricista de manutenção. São Paulo: Perfil, 1999.

FILHO, João Mamede. Manual de equipamentos elétricos. 3. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
125
MÓDULO II
126
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: II
DISCIPLINA: CÁLCULO I
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS
–
Calcular pontos notáveis de funções.
–
Calcular velocidade e aceleração utilizando a equação do movimento de determinado corpo.
HABILIDADES
– Conhecer funções.
–
Analisar funções.
–
Identificar pontos notáveis de funções.
BASES TECNOLÓGICAS
– Números reais, funções e gráficos.
– Limites e continuidade.
– Derivada e regras de derivação.
– Valores extremos de funções.
– A diferencial.
– Aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)
–
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. V. 1. 3.ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
–
ANTON, Howard. Cálculo um novo horizonte. v.1. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
–
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com geometria analítica. v.1. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)

FLEMING, Diva Marília e GONÇALVES, Mirian Rios. Cálculo A. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
127
2006.

NETO , João Barcelos. Cálculo para Entender e Usar. São Paulo: Livraria da Física, 2009

AYRES JR, Frank, MENDELSON, Elliott. Cálculo - Coleção Schaum – 4.ed.São Paulo: Bookman, 2009.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
128
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: II OPTATIVA
(pode ser cursada ao longo do curso)
DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)
CARGA HORÁRIA: 25 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS
–
Conhecer aspectos da alfabetização de uso da palavra.
–
Diferençar a educação inclusiva da reflexiva.
–
Conhecer a Língua Brasileira de Sinais.
–
Conhecer os principais símbolos utilizados em LIBRAS.
HABILIDADES


Entender da necessidade de comunicação das pessoas surdas.
Relacionar-se de forma preliminar com pessoas surdas.
BASES TECNOLÓGICAS

Alfabetização e o uso da palavra.

Interface Pedagogia, Vida e Cultura.

Educação inclusiva.

Educação reflexiva.

Língua Brasileira de Sinais.

Aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez.

Diálogo e Opressão Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)

CAPOVILLA, Fernando César & RAPHAEL, Walquiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado da
Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Imprensa Oficial do
129
Estado, 2001.

GODFELD, Márcia. A criança Surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. 2.
ed. São Paulo: Plexus, 2002.

SKLIAR.Carlos. A surdez. Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação,1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)

QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997.

REILY, Lúcia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. Campinas: Papirus, 2004.

SACKS, Oliver. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras,
1998.
APROVAÇÃO: em 03/05/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
130
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: II
DISCIPLINA: CIÊNCIA DOS MATERIAIS II
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS



Selecionar processos de fundição.




Aplicar os conhecimentos metalúrgicos em operações de conformação mecânica dos metais.


Avaliar resultados obtidos em ensaios mecânicos destrutivos, não destrutivos.
Projetar sistemas de alimentação e canais, identificar e analisar defeitos de fundição.
Identificar os Processos de Fundição.
Identificar e calcular os principais estados de tensões de materiais em uso ou processamento.
Avaliar e determinar variáveis de processamento na conformação de metais.
Dimensionar ferramentas para processos industriais.
Executar relatório técnico.
HABILIDADES



Identificar os Processos de Fundição.





Conhecer os fundamentos de metalurgia relacionados às operações de conformação mecânica.




Elaborar rotinas de ensaios a partir de normas e códigos.
Especificar sistemas de alimentação e canais.
Analisar defeitos de fundição e correlações com variáveis de processo.
Compreender os principais estados de tensões aplicadas aos materiais de engenharia.
Entender o funcionamento e selecionar processos de conformação mecânica dos metais
Projetar Ferramentas e Matrizes de Conformação Mecânica.
Analisar os produtos da conformação mecânica.
Análise dos resultados obtidos em ensaios destrutivos e não destrutivos.
Análise qualitativa em micro e macroestruturas.
Utilização de ensaios metalográficos em controle de qualidade.
131
BASES TECNOLÓGICAS




Operações unitárias nos processos de fundição.




Processos de conformação mecânica.





Conceitos e aplicação dos Ensaios de Tração, Flexão, Dureza e Impacto.
Nomenclaturas e definições.
Conceitos gerais em projetos de fundição.
Descrição dos defeitos de fundição.
Comportamento mecânico dos materiais.
Transformação de Fases envolvidas na conformação mecânica.
Análise de falhas ocorridas por transformações mecânicas.
Conceitos e aplicação dos Ensaios de Ultra-som, Partículas Magnéticas, Raios-X, Inspeção Visual.
Conceitos e aplicação de técnicas de macrografia.
Conceitos e aplicação de técnicas de micrografia.
Conceitos e aplicação de microscopia ótica e outros métodos de análise de microestrutura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)
–
HELMAN, H. e CETLIN, P. R. Fundamentos da Conformação Mecânica dos Metais. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1983.
–
SIEGEL, Miguel. Fundição. ed. 14ª, São Paulo: ABM, 1984, 1.1 a 26.11 p.
–
SOUZA, Sérgio Augusto. Ensaios mecânicos de materiais metálicos. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1974.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)
–
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica. v.2. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986.
–
CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos. 7. ed. São Paulo: ABM, 1988.
–
DIETER. G. E. Metalurgia Mecânica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
–
GARCIA, Amauri, SPIM, Jaime Alves et SANTOS, Carlos Alexandre. Ensaios dos materiais. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
132
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: II
DISCIPLINA: DESENHO MECÂNICO II
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS
– Entender desenhos mecânicos.
– Reconhecer componentes mecânicos em desenho.
– Representar componentes mecânicos.
HABILIDADES








Dimensionar e desenhar sistemas de transmissão.
Selecionar e desenhar componentes mecânicos padronizados.
Identificar necessidade e aplicação do desenho na tecnologia mecânica.
Aplicar desenhos específicos a uma determinada situação.
Aplicar desenhos de detalhes em conjuntos.
Realizar planificação de peças para caldeiraria.
Executar parametrização de desenhos.
Conhecer programas utilizados para desenho mecânico.
BASES TECNOLÓGICAS


Desenhos em CAD.











Perspectiva.
Simbologia utilizada em soldagem, correias, correntes, porcas, arruelas, pinos, vedações, rolamentos,
chavetas, anéis e engrenagens.
Desenho para fabricação.
Desenho para inspeção.
Desenho de detalhes.
Desenho de conjunto. Vista explodida.
Planificação de superfícies de sólidos regulares e irregulares.
Planificação de elementos comuns à caldeiraria (cotovelos, chapéus, interseções e curvas).
Integração de desenhos.
Modelagem em três dimensões de peças mecânicas.
Parametrização de desenhos.
Formas de representação (detalhe, montagem, vista explodida).
133
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)

Francesco, Provenza. Desenhista de máquinas. São Paulo: F. Provenza, 2003.

FIALHO, Arivelto Bustamenate. SolidWorks Premium 2009 - Teoria e Prática no Desenvolvimento de
Produtos Industriais - Plataforma para Projetos CAD/CAE/CAM. Rio de Janeiro: Érica, 2009.

SILVA, Arlindo ...[et al.]. Desenho Técnico Moderno. Trad. Antônio Eustáquio de Melo Pertence,
Ricardo Nicolau Nassar Koury. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)

Bachmann, Albert e Foberg, Richard. Desenho Técnico Básico. 3.ed. Porto Alegre: Globo, 1993.

Francesco, Provenza. Projetista de máquinas. São Paulo: F. Provenza, 2003.

FRENCH, Thomas e VIERCK, Charles. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8 ed. São Paulo: Globo:
2005.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
134
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: II
DISCIPLINA: MECÂNICA
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS
–
Conhecer os tipos de grandezas físicas, suas unidades, suas relações e conversões.
–
Entender os fundamentos básicos de Mecânica, envolvendo os tópicos de Estática, Cinemática e
Dinâmica, relacionando-os com situações cotidianas e industriais.
HABILIDADES







Expressar, interpretar e converter corretamente as unidades de acordo com a teoria de algarismos
significativos e notação científica.
Reconhecer o Sistema Internacional de Unidades e relacionar suas bases, aplicando-o em problemas
abordados no contexto.
Aplicar os conceitos de posição, velocidade e aceleração na determinação dos movimentos dos
corpos.
Calcular as resultantes das forças em um sistema, de maneira a interpretá-lo.
Entender e aplicar os conceitos de Trabalho e energia.
Aplicar os estudos de estática na solução de problemas associados à suspensão de cargas.
Entender e aplicar os conceitos de momento de uma força em relação a um ponto.
BASES TECNOLÓGICAS







Teoria de algarismos significativos.
Grandezas físicas e suas unidades.
Operações com Vetores.
Equilíbrio e movimento de corpos rígidos.
Leis de Newton.
Trabalho e energia.
Equilíbrio dos corpos extensos.
135
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)
–
HALLIDAY, David, WALKER, Jearl, RESNICK, Robert. Fundamentos de física mecânica. v.1. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
–
RAMALHO, NICOLAU , TOLEDO. Os fundamentos da física. 8.ed. São Paulo: Moderna, 2005.
–
CALÇADA, SAMPAIO. Física clássica. V1. 2.ed. São Paulo: Atual, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)

FRANCA, Luis , MATSUMURA Amadeu. Mecânica Geral. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.

BOULOS, Paulo, ZAGOTTIS, Décio. Mecânica e Cálculo. V1, V2. 2. ed. São Paulo: 2ª Ed, Editora:
Edgard Blucher, 2000.

NUSSENZVEIG, H. Moyses. Curso de Física Básica: Mecânica. V1. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
136
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: II
DISCIPLINA: ELETROTÉCNICA II
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS





Conhecer os princípios de eletrotécnica aplicados em plantas fabris e processos de fabricação.
Especificar componentes para serem aplicados em plantas fabris e processos de fabricação.
Conhecer os fundamentos dos sistemas elétricos de potência.
Dimensionar instalações elétricas industriais.
Manutenir instalações elétricas de alta tensão.
HABILIDADES



Aplicar os conceitos de eletrotécnica na solução de problemas associados às instalações e equipamentos
de alta tensão.
Acompanhar o desenvolvimento de novas instalações e equipamentos industriais de alta tensão.
Propor melhorias em instalações e equipamentos industriais de alta tensão.
BASES TECNOLÓGICAS


Demanda.
Estudo e função de componentes eletrônicos passivos: resistor, capacitor e indutor.

Fator de carga.

Fator de potência e correção do fator de potência.

Análise da medição e do faturamento de energia.

Segurança no trabalho voltada à eletricidade em alta tensão.

Dispositivos de partida para motores: tipos, especificação, instalação e manutenção.

Quadros de comandos.

Instalação e manutenção de sistemas intertravados e em cascata para motores e geradores.

Frenagem de motores elétricos: mecânica, eletromecânica e CC.

Acionamento de motores com velocidade variável.

Controle de potência.

Manutenção de sistemas de iluminação.

Pára-raios: instalação e manutenção.

Sistemas de aterramento: manutenção.

Quadros e subestações: manutenção.
137
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)

COTRIM, Ademaro. Instalações elétricas. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 2003.

CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15. ed. São Paulo: LTC, 2007.

MAMEDE, João. Instalações elétricas Industriais. 6. Ed. São Paulo: LTC, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)

CAVALIN, Geraldo. Instalações elétricas prediais. São Paulo: Érica, 2008.

CREDER, Hélio . Manual do instalador eletricista.2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

MAMEDE, João. Instalações elétricas Industriais. 8. Ed. São Paulo: LTC, 2010.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
138
MÓDULO III
139
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: III
DISCIPLINA: CÁLCULO II
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS



Calcular áreas e volumes utilizando funções.
Verificar a localização de pontos no espaço e possíveis interferências.
Determinar o valor limite de seqüências e séries.
HABILIDADES



Operar com áreas e volumes de sólidos.
Utilizar coordenadas polares na solução de problemas de mecanismos.
Trabalhar com seqüências e séries.
BASES TECNOLÓGICAS







Integral Definida e aplicações.
Técnicas de integração.
Coordenadas polares.
Seções cônicas.
Seqüências e séries infinitas de termos constantes.
Séries de potências.
Aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)
–
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. V. 1 e V. 2. 3.ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
–
ANTON, Howard. Cálculo um novo horizonte. v.1 e v.2. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
–
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com geometria analítica. v.1 e v.2. 2. Ed. São Paulo: Makron Books,
1994.
140
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)

FLEMING, Diva Marília e GONÇALVES, Mirian Rios. Cálculo A. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2006.

NETO , João Barcelos. Cálculo para Entender e Usar. São Paulo: Livraria da Física, 2009

AYRES JR, Frank, MENDELSON, Elliott. Cálculo - Coleção Schaum – 4.ed.São Paulo: Bookman, 2009.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
141
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO:III
DISCIPLINA: MECÂNICA DOS FLUIDOS
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS






Analisar os efeitos provocados pelo escoamento de fluidos em tubulações.
Dimensionar tubulações industriais e prediais.
Especificar acessórios, tubulações e instalações de bombeamento de fluidos diversos.
Conhecer de instrumentação aplicada a sistemas hidráulicos.
Orçar instalações de bombeamento de fluidos diversos.
Conhecer manutenção de instalações hidráulicas e seus componentes.
HABILIDADES







Conhecer as características físicas de escoamento de fluídos em tubulações.
Compreender os principais fenômenos que ocorrem com fluídos em situação estática e dinâmica.
Entender o dimensionamento de tubulações industriais e prediais.
Conhecer acessórios, tubulações e instalações de bombeamento de fluídos.
Realizar orçamentos.
Instrumentar sistemas hidráulicos.
Manutenir instalações hidráulicas
BASES TECNOLÓGICAS











Definição e propriedades dos fluídos.
Estática dos fluidos.
Cinemática dos fluidos.
Equação de energia para regime permanente.
Escoamento de fluido em dutos forçados.
Instrumentação aplicadas a fluidos.
Água fria potável.
Instalações e proteção de combate a incêndios.
Materiais empregados em instalações.
Orçamento.
Manutenção de instalações hidráulicas e seus componentes.
142
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)
–
BISTAFA, Sylvio R. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
–
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
–
MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: LTC, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)
–
ASSY, Tufi Mamed. Mecânica dos fluidos: fundamentos e aplicações.2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
–
TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais: cálculo. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
–
TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tabelas e gráficos para projetos de tubulações 7. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
143
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: III
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MEIO AMBIENTE
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS




Conhecer as interações das atividades homem-indústria com o meio ambiente.
Conscientizar-se e sensibilizar-se da necessidade de preservação do meio ambiente.
Planejar e implementar processos de controle de impactos ambientais.
Planejar e implementar medidas de conservação de energia em organizações.
HABILIDADES




Analisar processos industriais identificando os aspectos e impactos ambientais de suas atividades.
Aplicar os fundamentos adquiridos para definir os meios de controle ambientais possíveis.
Reduzir ou eliminar os riscos identificados de uma interação negativa com o meio ambiente.
Economizar energia.
BASES TECNOLÓGICAS


Legislação ambiental.
Normas técnicas ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)
–
DERÍSIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 2. ed. São Paulo: Signus, 2000.
–
FELLENBERG, Günter. Introdução ao controle de Poluição ambiental. 2. ed. São Paulo: USP, 1980.
–
SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de
textos, 2006.
144
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)
–
Academia PEARSON. Gestão ambiental. São Paulo: Pearson, 2011.
–
BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. Ed. São Paulo: Pearson, 2005.
–
TRIGUEIRO, André (org). Meio ambiente no século 21. São Paulo : Autores associados, 2005.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
145
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: III
DISCIPLINA: TRATAMENTOS TÉRMICOS
CARGA HORÁRIA: 58 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS
–
Especificar os tratamentos e as transformações de fase das ligas metálicas.
–
Planejar processos para o controle das propriedades mecânicas dos materiais.
HABILIDADES




Relacionar os tipos de estrutura às características apresentadas pelos materiais.
Desenvolver rotinas para o controle microestrutural de ligas metálicas.
Planejar processos para o controle das propriedades mecânicas dos materiais.
Compreender os tratamentos e as transformações de fase das ligas metálicas.
BASES TECNOLÓGICAS



Comportamento mecânico dos materiais.
Tratamento térmico de metais e ligas metálicas.
Cinética das transformações de fase.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos. 7. ed. São Paulo: ABM, 1988.
–
ASKELAND, D. R. The Science and Engineering of Materials. 3. ed. Boston: PWS Publishing Company,
1994.
–
COLPAERT, H. Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns. S.Paulo, Edgard Blucher; 1974.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica. v.2. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986.
–
CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos. 7. ed. São Paulo: ABM, 1988.
146
–
DIETER. G. E. Metalurgia Mecânica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
147
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: III
DISCIPLINA: USINAGEM
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS



Selecionar equipamentos adequados e identificar as operações de usinagem.
Entender os processos de usinagem e sua relação com a produtividade e custo.
Conhecer e determinar os parâmetros técnicos do processo de usinagem.
HABILIDADES





Conhecer geometria de corte das ferramentas.
Determinar parâmetros de corte.
Selecionar , segundo a classificação ISO de códigos e classes, ferramentas de corte.
Especificar, com base em catálogos técnicos, ferramentas de corte.
Analisar as operações e condições de usinagem.
BASES TECNOLÓGICAS










Movimentos e relações geométricas do Processo de Usinagem.
Geometria da cunha de corte.
Mecanismo da formação do cavaco
Força e potência de usinagem.
Materiais para ferramentas.
Fluídos de corte.
Usinabilidade.
Materiais para ferramentas de corte.
Aplicação.
Conhecimento da prática em usinagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)
–
FERRARESI, Dino. Fundamentos da usinagem dos metais. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1977.
–
DINIZ, Anselmo Eduardo, MARCONDES, Francisco Carlos, COPPINI, Nivaldo Lemos. Tecnologia da
148
usinagem dos materiais. 4. ed. São Paulo: Artliber, 2008.
–
BIANCHI/AGUIAR /PIUBELI. Aplicação e utilização dos fluidos de corte. 1ª ed. São Paulo: Artliber, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)
 ALDECI ET AL. Usinagem em altíssimas velocidades. 1ª ed. São Paulo: Erica, 2003.
 RUFFINO T. R. Teoria da Usinagem dos Materiais. 1ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2009.
 SANTOS S.C. e SALES F.W. Aspectos Tribológicos da usinagem dos materiais. 1ª ed. São Paulo: Artliber,
2007.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
149
MÓDULO IV
150
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
DISCIPLINA: CORROSÃO E TRATAMENTOS DE SUPERFÍCIES
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS





Entender os mecanismos básicos dos processos corrosivos, bem como tipos e causas.
Calcular as perdas econômicas causadas pela corrosão e a importância dos tratamentos superficiais.
Aplicar conceitos eletroquímicos como: potencial de eletrodo, pilhas, eletrólise e as Leis de Faraday.
Conhecer as principais características dos tratamentos superficiais para ligas ferrosas e não-ferrosas.
Aplicar a fundamentação teórica associada ao processo de pintura.
HABILIDADES





Compreender os princípios básicos dos vários processos corrosivos que ocorrem no cotidiano e na
indústria.
Aplicar as Leis de Faraday em situações práticas de galvanostegia.
Desenvolver rotinas de pré-tratamentos para galvanostegia.
Especificar corretamente os tratamentos superficiais utilizáveis em componentes mecânicos usinados.
Desenvolver corretamente rotinas de proteção superficial por meio de pintura em componentes
mecânicos usinados.
BASES TECNOLÓGICAS












Estrutura atômica.
Eletroquímica.
Nº de oxidação.
Reações de oxirredução.
Pilhas.
Eletrólise.
Proteção catódica e anódica.
Inibidores de corrosão.
Corrosão eletroquímica.
Corrosão de materiais metálicos.
Tratamentos superficiais de ligas ferrosas e não-ferrosas.
Análise de falhas em tratamentos superficiais.
151
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
GENTIL, Vicente. Corrosão. 3.ed. Rio de Janeiro, Editora: LTC, 2007.
–
ABM. Guia técnico do alumínio: tratamento de superfície. v.3. 3. ed. São Paulo: ABAL, 2005.
–
NUNES, Laerce de Paula e Lobo, Alfredo. Pintura industrial na proteção anticorrosiva. 3. ed. Rio de
Janeiro: Interciência, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
JAMBO, Hermano Cezar Medaber e FÓFANO, Sócrates. Corrosão: fundamentos, monitoração e
controle. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008.
–
NUNES, Laerce de Paula. Fundamentos de resistência à corrosão. Rio de Janeiro: Interciência , 2007.
–
DUTRA, Aldo cordeiro e NUNES, Laerce de Paula. Proteção catódica: técnica de combate à corrosão.
5. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
152
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
UNIDADE DE ESTUDO: ELEMENTOS DE MÁQUINAS
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE: Prof. Gerson Antonio Romanel
COMPETÊNCIAS





Conhecer e caracterizar lubrificantes e técnicas de lubrificação de máquinas e equipamentos.
Dimensionar os elementos de máquinas mais utilizados.
Especificar elementos de máquinas de acordo com normas técnicas.
Conhecer princípios de funcionamento de componentes de máquinas e equipamentos.
Montar, desmontar e manutenir elementos de máquinas.
HABILIDADES





Analisar lubrificantes a serem aplicados em diversas máquinas e equipamentos.





Selecionar materiais componentes de diversos elementos de máquinas.
Propor técnicas de lubrificação de máquinas e equipamentos.
Comparar lubrificantes para substituição por similares.
Substituir elementos de máquinas por outros similares.
Verificar por intermédio de cálculo dimensional a resistência mecânica de elementos de máquinas
empregados.
Especificar, de acordo com normas técnicas, elementos de máquinas diversos.
Dimensionar elementos de máquinas para resistir à solicitação de esforços externos.
Montar e desmontar elementos de máquinas.
Realizar a manutenção de elementos de máquinas.
BASES TECNOLÓGICAS




Tribologia: conceitos e propriedades de lubrificantes – óleos e graxas.
Princípios básicos de lubrificação.
Materiais empregados em construção de elementos de máquinas.
Dimensionamento, montagem, desmontagem e manutenção de elementos constituintes de máquinas
e equipamentos: transmissões flexíveis; engrenagens.
153
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
CARRETEIRO, R e BELMIRO, P. Lubrificantes e lubrificação. Rio de Janeiro: Interciência, 1985.
–
NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Bookman ,2004.
–
SHIGLEY, Joseph E., MISCHKE, Charles R. et BUDYNAS. Richard G. Projeto de engenharia mecânica.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. 25. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
–
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
–
POPOV, Egor Paul. Introdução à mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Edgard Blucher, 2001.
–
AFFONSO, Luiz Otávio Amaral. Equipamentos mecânicos: análise de falhas e solução de problemas. Rio
de Janeiro: Qualitymark, ISBN.: 8573036346.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
154
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
DISCIPLINA: ESTATÍSTICA
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS


Capacidade de tomar decisões baseadas em amostra de dados.
Capacidade de entender a influência das questões éticas do tratamento de dados.
HABILIDADES





Elaborar projeto de pesquisa estatística aplicada à área de fabricação.
Analisar e relacionar dados obtidos.
Aplicar os conceitos básicos de Probabilidades em sua área de atuação.
Classificar e apresentar dados em forma de gráficos e tabelas.
Empregar alguns métodos e técnicas estatísticas para o tratamento de dados.
BASES TECNOLÓGICAS


Probabilidade.



Modelos matemáticos: Binomial, Poisson e Normal.
Análise exploratória de dados: Estatística Descritiva - população, amostra, medidas de posição e
dispersão.
Inferência e decisões estatísticas.
Regressão linear e correlação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
ANDERSON, David R. Estatística Aplicada à Administração e Economia. 2. Ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2005.
–
LEVINE, David M., BERENSON, Mark L. e STEPHAN, David. Estatística: teoria e aplicações. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1998.
–
STEVENSON, William J. Estatística: aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 2001.
155
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
CRESPO, Antonio Artnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
–
COSTA NETO, Pedro L. de Oliveira. Estatística. 2. ed. São Paulo:Edgard Blucher, 2003.
–
MONTGOMERY, Douglas C. e RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para
engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
156
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
UNIDADE DE ESTUDO: FUNDIÇÃO
CARGA HORÁRIA: 38h
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS


Selecionar processos de fundição.
Projetar sistemas de alimentação e canais, identificar e analisar defeitos de fundição.
HABILIDADES



Identificar os Processos de Fundição.
Especificar sistemas de alimentação e canais.
Analisar defeitos de fundição e correlações com variáveis de processo.
BASES TECNOLÓGICAS




Operações unitárias nos processos de fundição.
Nomenclaturas e definições.
Conceitos gerais em projetos de fundição.
Descrição dos defeitos de fundição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica. v.2. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986
–
JORGE TORRE. Manual Prático de Fundição e elementos de prevenção da corrosão. Ed. Hemus
–
CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos. 7. ed. São Paulo: ABM, 1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
SIEGEL, Miguel. Fundição. ed. 14ª, São Paulo: ABM, 1984, 1.1 a 26.11 p.
157
–
DIETER. G. E. Metalurgia Mecânica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
–
COLPAERT, H. Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns. S.Paulo, Edgard Blucher; 1974.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Gerson Antonio Romanel
158
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
UNIDADE DE ESTUDO: SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO I
CARGA HORÁRIA: 58h
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS


Planejar sistemas de controle de processos.
Interpretar projetos de sistemas de automação.
HABILIDADES



Conduzir análises críticas em processos de automação.
Identificar potenciais de melhoria em sistemas de automação.
Conduzir projetos de automação utilizando Controladores Programáveis e Sistemas de Comunicação.
BASES TECNOLÓGICAS




Técnicas de controle de processos.
Normatização de simbologia de projetos de processos automáticos.
Arquitetura de computadores de processos industriais.
Programação de computadores industriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
SIGHIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle Automático de Processos Industriais. 2. Ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 1973.
–
BOLTON, Willian. Instrumentação e Controle. Curitiba: Hemus, 2002.
–
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial – PLC: Teoria e Aplicações. Ed. LTC
159
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
 FIALHO, Arivelto Bustamenate. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de
circuitos. São Paulo: Érica, 2003.
 SILVA, Deodoro Ribeiro.Transporte Pneumático. São Paulo: Artliber, 2005.
 STUART, L. Harry. Pneumática e Hidráulica. 3.ed. São Paulo: Hemus, 2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Gerson Antonio Romanel
160
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
DISCIPLINA: TERMODINÂMICA
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Identificar processos de transferência de calor e dimensionar sistemas térmicos fundamentais
HABILIDADES




Conhecer e distinguir formas de transferência de calor.
Cálculo de perdas térmicas.
Dimensionar estruturas submetidas a fluxo térmico.
Estimar tempo de aquecimento e resfriamento.
BASES TECNOLÓGICAS









Fundamentos da transferência de calor.
Introdução à condução.
Condução unidimensional em regime permanente.
Condução bidimensional em regime permanente.
Condução transiente.
Introdução à convecção.
Escoamento externo.
Escoamento interno.
Convecção natural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
VAN WILEN, Gordon J. Fundamentos de termodinâmica. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.
–
POTTER, Merle C. e SCOTT, Elaine. Termodinâmica. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006.
–
KREITH, Frank e BOHN, Mark S. Princípios de transferência de calor. São Paulo: Thomson Learning,
2003.
161
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
LEVENSPIEL, Octave. Termodinâmica amistosa para engenheiros. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
–
BORGNAKKE, Claus e SONNTAG, Richard E. Fundamentos da termodinâmica. 7. ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2009.
–
IENO, Gilberto e NEGRO, Luiz. Termodinâmica. São Paulo: Pearson, 2004.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
162
MÓDULO V
163
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: V
UNIDADE DE ESTUDO: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
CARGA HORÁRIA: 96h
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS
–
Entender a função produção e sua administração.
–
Compreender o papel estratégico e os objetivos da produção.
–
Entender o significado de projeto em gestão da produção e os tipos de operações produtivas.
–
Compreender como se projeta arranjo físico de operações produtivas.
–
Entender o que é planejamento e controle da produção.
–
Compreender o planejamento e controle da capacidade produtiva.
HABILIDADES
–
Estabelecer as condições necessárias para a gestão da produção.
–
Implementar, apoiar e impulsionar as estratégias corporativas através dos objetivos da produção.
–
Projetar arranjos físicos de operações produtivas.
–
Planejar e controlar a capacidade produtiva de operações.
BASES TECNOLÓGICAS
–
A administração da produção.
–
Papel estratégico e objetivos da produção.
–
Projeto em gestão da produção.
–
Arranjo físico e fluxo.
–
Natureza do planejamento e controle.
–
Planejamento e controle da capacidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
SLACK, N. et al. Administração da produção. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
–
CHASE, R. B., JACOBS, F. R., AQUILANO, N. J. Administração da produção para a vantagem
competitiva. 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
164
–
CORRÊA, H. L.; CORRÊA, CARLOS A. Administração de produção e de operações: manufatura e
serviços: uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2005.

REID, R. D.; SANDERS, N. R. Gestão de Operações. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.

SHINGO, S. O Sistema Toyota de Produção do ponto de vista da Engenharia de Produção. 2a. Ed,
Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Gerson Antonio Romanel
165
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: IV
UNIDADE DE ESTUDO: MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR (CAM)
CARGA HORÁRIA: 96h
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS




Conhecer o ambiente de manufatura integrada por computador.
Executar programação de máquinas CNC.
Desenvolver projeto de manufatura auxiliado por computador (CAM).
Conhecer o conceito de sistemas flexíveis de manufatura.
HABILIDADES








Estabelecer atividades dentro de um ambiente de manufatura integrada por computador.
Realizar programação de máquinas CNC.
Coordenar atividades de fabricação de componentes.
Determinar possibilidades de automação da manufatura.
Conhecer Linguagem de Programação.
Aplicar Tecnologia CAD/CAM.
Conhecer noções básicas de polímeros e moldes.
Aplicar conhecimento CNC – CAD/CAM.
BASES TECNOLÓGICAS

Manufatura integrada por computador.

Tecnologias aplicadas na Manufatura Integrada por Computador.

Programação manual CNC.

Funções de programação.

Sistema ISO de programação.

Práticas de simulação em usinagem.

Software (CAD/CAM).
166
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
SILVA, Sidnei Domingues da. CNC programação de comandos numéricos computadorizados. São Paulo:
Érica, 2002.
–
Comando numérico computadorizado. Vol 1 e 2. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
–
SOUZA, A. F. de; ULBRICH, C. B. L. Engenharia Integrada por Computador e Sistemas CAD/CAM/CNC –
Princípios e Aplicações. São Paulo: ArtLiber, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
 -
SCHEER, August Wilhelm . CIM: evoluindo para a fábrica do futuro. Rio de Janeiro: Qualitymark,
1993.
 - COSTA, Luiz S.S.; CAULLIRAUX, Heitor. Manufatura integrada por computador. Sistemas integrados de
produção: estratégia, organização, tecnologia e recursos humanos. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
 STUART, L. Harry. Pneumática e Hidráulica. 3.ed. São Paulo: Hemus, 2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Gerson Antonio Romanel
167
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: V
UNIDADE DE ESTUDO: PROJETO MECÂNICO I
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE: Prof. Marcus Vinícius
COMPETÊNCIAS
 Compreender deformações e deslocamentos em regime elástico.
 Entender os mecanismos de falhas em corpos rígidos.
 Compreender da necessidade de fatores de segurança em projeto mecânico.
 Conhecer de falhas por fadiga.
 Analisar fixações rosqueadas.
HABILIDADES





Calcular deformações, deslocamentos e estabilidade de corpos rígidos.
Analisar falhas em corpos rígidos.
Definir coeficientes de segurança em projetos.
Prevenir falhas por fadiga.
Dimensionar parafusos de fixação e de potência.
BASES TECNOLÓGICAS




Deformações, deslocamentos e estabilidade no regime elástico. (Cap. 4 Juv)
Teoria das falhas, fatores de segurança e confiabilidade. (Cap 6 Juv)
Fadiga. (Cap. 8 Juv)
Elementos de fixação rosqueados e parafusos de potência. (Cap. 10 Juv)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
JUVINALL, Robert C. e MARSHEK, Kurt M. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. 4. ed.
Trad. e rev. SILVA, Fernando Ribeiro. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
168
–
NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Bookman ,2004.
–
SHIGLEY, Joseph E., MISCHKE, Charles R. et BUDYNAS. Richard G. Projeto de engenharia mecânica.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. 25. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
–
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
–
NIEMAN, Gustav. Elementos de máquinas. Vol. I, II e III. 8. ed. São Paulo: Érica, 2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
169
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: V
DISCIPLINA: ELETRO-HIDROPNEUMÁTICA
CARGA HORÁRIA: 58 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS


Conhecer os fundamentos dos sistemas de numeração e circuitos lógicos.

Avaliar a aplicação dos conceitos no desenvolvimento de aplicações fabris.




Entender os princípios de circuitos lógicos e sua aplicação em plantas fabris e processos de
fabricação.
Entender o funcionamento de sistemas eletro-hidropneumáticos.
Especificar componentes de sistemas hidráulicos e pneumáticos.
Projetar circuitos eletro-hidropneumáticos.
Aplicar os princípios de hidráulica e pneumática em automação industrial.
HABILIDADES





Aplicar os conceitos de circuitos lógicos no desenvolvimento de instalações e equipamentos
industriais.
Propor melhorias e otimizar instalações e equipamentos industriais.
Identificar falhas em instalações e equipamentos industriais.
Conhecer os princípios de hidráulica.
Conhecer os princípios de pneumática.
BASES TECNOLÓGICAS





Sistemas de Numeração.

Comandos elétricos.
Funções Lógicas.
Álgebra de Boole.
Mapa de Karnaugh.
Circuitos Combinacionais
170







Introdução à hidráulica.
Bombas, válvulas, atuadores e acumuladores hidráulicos.
Circuitos hidráulicos.
Ar comprimido: produção e distribuição.
Unidade de condicionamento, válvulas e atuadores pneumáticos.
Circuitos pneumáticos.
Manutenção de instalações eletro-hidropneumáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 títulos)
–
IDOETA, Ivan V. e CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. 35. ed. São Paulo:
Érica, 1998.
–
FIALHO, Arivelto Bustamenate. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de
circuitos. São Paulo: Érica, 2003.
–
SILVA, Deodoro Ribeiro.Transporte Pneumático. São Paulo: Artliber, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 títulos)
–
STUART, L. Harry. Pneumática e Hidráulica. 3.ed. São Paulo: Hemus, 2002.
–
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
–
UYEMURA, John P. Sistemas digitais: uma abordagem integrada. São Paulo: Pioneira Thomsom
Learning, 2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
171
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: V
UNIDADE DE ESTUDO: TÓPICOS ESPECIAIS I
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Introdução ao trabalho científico.
HABILIDADES

Preparar um trabalho científico.
BASES TECNOLÓGICAS

Desenvolvimento da primeira parte do Trabalho de Conclusão de Curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
JUVINALL, Robert C. e MARSHEK, Kurt M. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. 4. ed.
Trad. e rev. SILVA, Fernando Ribeiro. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
–
NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Bookman ,2004.
–
SHIGLEY, Joseph E., MISCHKE, Charles R. et BUDYNAS. Richard G. Projeto de engenharia mecânica.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. 25. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
–
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
–
NIEMAN, Gustav. Elementos de máquinas. Vol. I, II e III. 8. ed. São Paulo: Érica, 2002.
172
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
173
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: V
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE SOLDAGEM
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS





Selecionar os Processos de Soldagem.
Analisar os princípios físicos e mecânicos em soldagem.
Conhecer os fundamentos de soldagem empregados na construção de estruturas.
Dimensionar os parâmetros de solda aplicáveis em processos.
Identificar defeitos e descontinuidades referentes aos processos de soldagem.
HABILIDADES








Conhecimento do processo de soldagem.
Identificar os parâmetros envolvidos em soldagem.
Dimensionar juntas soldadas.
Associar aspectos metalúrgicos com tensões e deformações no processo de soldagem.
Conhecer simbologia de soldagem.
Conhecimento dos aspectos metalúrgicos.
Especificar os equipamentos utilizados no processo.
Identificar os defeitos referentes aos processos aplicados nas juntas soldadas.
BASES TECNOLÓGICAS







Tecnologia dos processos de soldagem.
Distorções e tensões residuais.
Metalurgia da soldagem.
Fratura.
Soldabilidade.
Inspeção e controle de qualidade.
Soldagem de manutenção.
174
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)
– AMERICAN WELDING SOCIETY. Welding Hanbook. London: Macmillan Publishers. 5v., 1984.
– MARQUES, Paulo Villani, MODENESI, Paulo J. e BRACARENSE, Alexandre Queiroz. 2. ed. Soldadem:
fundamentos e tecnologia. Belo Horizonte: FMG, 2007.
– WAINER, Emílio, BRANDI, Sérgio Duarte e MELLO, Fábio D. H. Soldagem: Processos e Metalurgia. Rio de
janeiro: Edgard Blucher, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)

CALLISTER, William D. Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 7. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2008.

SCOTTI, Vladimir Ponomarev. Soldagem MIG/MAG. São Paulo: Artliber, 2008.

SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. 6. ed. São Paulo : Pearson, 2008.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
175
MÓDULO VI
176
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
DISCIPLINA: SEGURANÇA DO TRABALHO
CARGA HORÁRIA: 58 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Conhecer os fundamentos de segurança no trabalho.

Conhecer aspectos da legislação vigente sobre segurança no trabalho.

Propor melhorias no programa de segurança no trabalho de empresas.

Atuar como participante em CIPA.
HABILIDADES

Agir de acordo com os procedimentos de segurança exigidos para cada situação.

Aplicar os fundamentos de segurança no trabalho em empresas.

Orientar colaboradores sobre a necessidade de observar as normas de segurança.

Propor o uso adequado de equipamentos de proteção individual e coletiva em ambientes de trabalho.
BASES TECNOLÓGICAS

Legislação Trabalhista

Legislação vigente sobre segurança no trabalho.

Mapa de Riscos

Ergonomia

Qualidade de Vida no Trabalho
177
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Segurança e Medicina do Trabalho – Normas regulamentadoras (NR). 68. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

IIDA, Itiro. Ergonomia - Projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, 1990.

BISTAFA, Sylvio. Acústica aplicada ao controle de ruído. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MATTOS, Ubirajara A. Oliveira et MÁSCULO, Francisco Soares (org.). Higiene e segurança do trabalho.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

Segurança e medicina do trabalho. 8. ed. Rio de Janeiro: Saraiva: 2011.

YEE, Zung Che. Perícias de engenharia de segurança do trabalho: aspectos processuais e casos
práticos. 2. Ed. Curitiba: Juruá, 2008.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
178
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
MÓDULO: VI
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DA MANUTENÇÃO
CARGA HORÁRIA: 58 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Conhecer de organização de um sistema de manutenção industrial.

Estabelecer custos de manutenção.

Conhecer análise de confiabilidade de máquinas e equipamentos.

Entender de planejamento e operação de compras e aquisição de recursos materiais.

Conhecer metodologias de previsão de demanda de materiais.

Conhecer formas de estocagem e manuseio de materiais.

Conhecer indicadores de desempenho e de gestão da manutenção.

Analisar substituição de máquinas e equipamentos.

Conhecer de planejamento e programação de manutenção industrial.

Planejar e treinar pessoal de manutenção.
HABILIDADES

Organizar um sistema de manutenção industrial.

Custear manutenção industrial.

Analisar a confiabilidade de máquinas e equipamentos.

Planejar e operar sistema de compras e aquisição de recursos materiais.

Prever demanda de itens de suprimento.

Estabelecer lotes econômicos de compra e estoques de segurança.

Definir formas de estocagem e manuseio de materiais.

Estabelecer indicadores de desempenho e de gestão da manutenção.
179

Propor substituição de máquinas e equipamentos.

Planejar e programar manutenção industrial.

Planejar e treinar pessoal de manutenção.
BASES TECNOLÓGICAS

Tipos de manutenção.

Organização da manutenção.

Ferramentas e gestão da qualidade empregadas em manutenção.

Administração da manutenção e indicadores de desempenho aplicados.

Análise de confiabilidade.

Análise do ciclo de vida de equipamentos (substituição de equipamentos).

Custos de manutenção.

Gestão de compras e aquisição de recursos materiais.

Estratégia de estoques: previsões de demanda, análise de estoque, modelos de estoque, Lote
Econômico de Compra, estoque de segurança, técnicas de estocagem e manuseio.

Planos de manutenção.

Planejamento, programação e controle da manutenção.

Educação: treinamento e certificação da manutenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KARDEC, Alan e NASCIF, Júlio Aquino. Manutenção: função estratégica. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2001 .
–
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: planejamento, organização e logística
empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

XENOS, Harilaus G d`Philippos. Gerenciando a Manutenção Produtiva. Nova Lima: INDG Tecnologia e
Serviços, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
KARDEC, Alan, ARCURI, Rogério et CABRAL, Nelson. Gestão estratégica: avaliação de desempenho.
Rio de Janeiro : Qualitymark, ISBN.: 9788573038996.
–
KARDEC, Alan et RIBEIRO, Haroldo. Getão estratégica: manutenção autônoma. Rio de Janeiro:
Qualitymark, ISBN.: 8573033851.
–
KARDEC, Alan et CARVALHO, Cláudio. Gestão estratégica e terceirização. Rio de Janeiro:
Qualitymark, ISBN.: 8573033762.
180
–
KARDEC, Alan et SEIXAS, Eduardo de Santana. Gestão estratégica: indicadores de desempenho. Rio
de Janeiro: Qualitymark, ISBN.: 8573033843.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
181
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E EMPREENDEDORISMO
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Conhecer o processo de planejamento de um projeto ou de um empreendimento.

Reconhecer os diversos cenários para a realização de projetos.

Elencar os elementos essenciais de um projeto.

Planejar as atividades de um projeto.

Programar as atividades e subatividades de um projeto.

Controlar a execução de um projeto.

Estabelecer os ajustes necessários face aos desvios encontrados.
HABILIDADES
–
Entender as fases de um empreendimento.
–
Definir os elementos essenciais de um projeto.
–
Planejar as atividades de um projeto.
–
Programar as atividades e subatividades de um projeto.
–
Controlar a execução de um projeto.
–
Estabelecer os ajustes necessários face aos desvios encontrados.
BASES TECNOLÓGICAS

Empreendedorismo

Contextualização e parametrização de projetos.

Desafios e responsabilidades.
182

Planejamento, programação e controle de projetos.

Planejamento de redes.

Estudo de casos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)
–
KEELING, Ralph. Gestão de Projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2002.
–
LEITE, Heymann A. R. Gestão de projeto do produto: a excelência na indústria automotiva. São
Paulo: Atlas, 2007.
–
VARGAS, Ricardo. Gerenciamento de projetos. 6. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)
– DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2006.
– FIGUEIREDO, Francisco Constant de et FIGUEIREDO, Hélio Carlos Maciel. Gerenciamento de
projetos com MS Project 2000. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2001.
–
MAXIMIANO, Antonio César Amarau. Administração de projetos: transformando idéias em
resultado. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
183
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
UNIDADE DE ESTUDO: CADEIA DE SUPRIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Entender por que a logística empresarial é considerada uma disciplina vital, o que é o produto logístico
e quais são os objetivos do serviço ao cliente.

Compreender as estratégias de gerenciamento de estoques.
 Compreender os sistemas de planejamento e controle da produção com MRP e JIT.
HABILIDADES

Situar a logística entre as funções básicas de uma organização e identificar o sistema logístico
adequado ao produto logístico e ao nível de serviço desejado.

Planejar e operar o sistema de gerenciamento de estoques que realize a estratégia logística.

Utilizar sistemas de planejamento e controle MRP e JIT.
BASES TECNOLÓGICAS

Introdução à Logística Empresarial.

Planejamento e controle de estoques.

MRP.

Planejamento e controle Just in Time.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial: planejamento,
organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2005.

SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da Produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.

CHASE, R. B., JACOBS, F. R., AQUILANO, N. J. Administração da Produção para a Vantagem
Competitiva. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
184
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
 BOWERSOX, D. et all. Logística empresarial. São Paulo: Atlas, 2001
 CHRISTOPHER, Martin. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pioneira, 1998

SHINGO, S. O Sistema Toyota de Produção do ponto de vista da Engenharia de Produção. 2a. Ed, Porto
Alegre: Artes Médicas, 1996.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
185
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
DISCIPLINA: GESTÃO DE PESSOAS
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Administrar os conflitos organizacionais.

Diagnosticar a cultura organizacional.

Atuar como líder no ambiente organizacional.

Desenvolver programas para a motivação dos colaboradores.

Identificar os direitos e deveres do colaborador.

Identificar os impactos da sociedade no desempenho organizacional.
HABILIDADES
 Compreender a dinâmica do ambiente Organizacional.
 Compreender a formação da Cultura Organizacional.
 Identificar as características, funções e estilos de liderança.
 Identificar os tipos de motivação humana.
 Compreender as relações trabalhistas.
 Correlacionar empresa e sociedade.
BASES TECNOLÓGICAS

Diagnóstico e mudança do ambiente organizacional.

Cultura organizacional.

Teorias de liderança, características e estilos de líder, comportamento do líder, delegação, poder,
autoridade, processo decisório.
186

Motivação e comportamento.

Relações trabalhistas.

A empresa na sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)
–
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3. ed. São Paulo: Campus, 2009.

HUNTER, James C. O Monge e o Executivo. São Paulo: Sextante, 2005.

ROBBINS, Stefhen. Comportamento Organizacional. 9ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)
–
DUTRA, Joel Sousa. Competências: conceitos e instrumentos para a gestão de pessoas na empresa
moderna. São Paulo: Atlas, 2010.
–
MARRAS, Jean Pierre. Gestão estratégica de pessoas: conceitos e tendências. Rio de Janeiro: Saraiva,
2010.
–
ZEN, Milton Augusto Galvão. Fator humano na manutenção. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Gerson Antonio Romanel
187
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
DISCIPLINA: GESTÃO DA QUALIDADE
CARGA HORÁRIA: 58 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Conhecer os sistemas e procedimentos da administração da qualidade.

Reconhecer a importância do planejamento e do controle da qualidade.

Identificar as características de qualidade de bens e serviços e os custos da qualidade.

Conhecer estratégias de melhoramento de processos produtivos.
HABILIDADES

Entender a administração da qualidade de uma organização.

Utilizar as técnicas comuns de melhoramento da produção de bens e serviços.

Propor melhorias da qualidade em processos produtivos.

Planejar e implementar programas da Qualidade em organizações.

Planejar e controlar a qualidade de processos produtivos.
BASES TECNOLÓGICAS

A administração da Qualidade Total.

Planejamento e controle da Qualidade.

Melhoramento da produção de bens e serviços.

Custos da Qualidade.

Prevenção e recuperação de falhas.

A Qualidade na Manutenção.
188
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3 Títulos)

CHASE, R. B., JACOBS, F. R., AQUILANO, N. J. Administração da Produção para a Vantagem
Competitiva. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

SLACK, N.; et al. Administração da Produção. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

VERRI, Luiz Alberto. Gerenciamento pela qualidade total na manutenção na manutenção industrial.
Rio de Janeiro: Qualitymark, ISBN.: 9788573037203.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (3 Títulos)

MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick, GEROLANO, Mateus Cecílio et CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro.
Gestão da qualidade: ISO 9001: 2008 – princípios e requisitos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

SAMOHYL, Robert Wayne. Controle estatístico da qualidade. Rio de Janeiro: Campus, 2009.

WERKEMA, Cristina. Seis sigma: introdução às ferramentas do lean manufactoring. Rio de Janeiro:
Campus, 2012.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
189
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
UNIDADE DE ESTUDO: MÁQUINAS TÉRMICAS
CARGA HORÁRIA: 58 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Especificar motores de combustão interna.

Análise de sistemas de ar condicionado.

Especificar compressores.

Especificar sistenmas de refrigeração.

Especificar trocadores de calor.
HABILIDADES

Conhecer máquinas geradoras de calor e de frio industriais.

Dimensionar máquinas para a produção de calor e de frio industriais.
BASES TECNOLÓGICAS

Motores de Ignição por Centelha e por Compressão.

Compressores a Pistão.

Turbinas Térmicas.

Conforto Térmico.

Ciclos Frigoríficos e Componentes.

Radiação Solar.

Cálculo de Carga Térmica.

Sistemas de Ar Condicionado e Distribuição de Ar.

Geradores de vapor: fornalhas, super-aquecedores, economizadores e pré-aquecedores de ar.

Trocadores de Calor.

Instalação e manutenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KREITH, Frank e BOHN, Mark S. Princípios de transferência de calor. São Paulo: Thomson Learning,
2003.
190

STOECKER, W. F. , JABARDO, J. M. S. Refrigeração industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.

DOSSAT, Roy J. Princípios de refrigeração. São Paulo: Hemus, 1980.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR



BORGNAKKE, Claus e SONNTAG, Richard E. Fundamentos da termodinâmica. 7. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2009.
LEVENSPIEL, Octave. Termodinâmica amistosa para engenheiros. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
PERLINGEIRO, Carlos A . G. Engenharia de processos. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
191
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
UNIDADE DE ESTUDO: PROJETOS MECÂNICOS II
CARGA HORÁRIA: 96 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Especificar elementos de máquinas diversos.

Dimensionar os elementos de máquinas mais utilizados.

Especificar elementos de máquinas de acordo com normas técnicas.

Conhecer princípios de funcionamento de componentes de máquinas e equipamentos.
HABILIDADES

Comparar lubrificantes para substituição por similares.

Substituir elementos de máquinas por outros similares.

Verificar por intermédio de cálculo dimensional a resistência mecânica de elementos de máquinas
empregados.

Selecionar materiais componentes de diversos elementos de máquinas.

Especificar, de acordo com normas técnicas, elementos de máquinas diversos.

Dimensionar elementos de máquinas para resistir à solicitação de esforços externos.
BASES TECNOLÓGICAS

Molas.

Mancais deslizantes.

Mancais de elementos rolantes.

Eixos e componentes associados.
192

Outros elementos de máquinas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
JUVINALL, Robert C. e MARSHEK, Kurt M. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. 4. ed.
Trad. e rev. SILVA, Fernando Ribeiro. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
–
NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Bookman ,2004.
–
SHIGLEY, Joseph E., MISCHKE, Charles R. et BUDYNAS. Richard G. Projeto de engenharia mecânica.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. 25. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005
–
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
–
NIEMAN, Gustav. Elementos de máquinas. Vol. I, II e III. 8. ed. São Paulo: Érica, 2002.
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
193
PLANO DE UNIDADE DE ESTUDO
PERÍODO: 2012-1
CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
MÓDULO: VI
UNIDADE DE ESTUDO: TÓPICOS ESPECIAIS II
CARGA HORÁRIA: 38 h-a
DOCENTE:
COMPETÊNCIAS

Introdução ao trabalho científico.
HABILIDADES

Preparar um trabalho científico.
BASES TECNOLÓGICAS

Elaboração da segunda parte do Trabalho de Conclusão de Curso e defesa pública do mesmo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
–
JUVINALL, Robert C. e MARSHEK, Kurt M. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. 4. ed.
Trad. e rev. SILVA, Fernando Ribeiro. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
–
NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Bookman ,2004.
–
SHIGLEY, Joseph E., MISCHKE, Charles R. et BUDYNAS. Richard G. Projeto de engenharia mecânica.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
–
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. 25. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005
–
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
–
NIEMAN, Gustav. Elementos de máquinas. Vol. I, II e III. 8. ed. São Paulo: Érica, 2002.
194
APROVAÇÃO: em 30/01/2012
Coordenador de Curso: Prof. Dr. Gerson Antonio Romanel
195
APÊNDICE Q
EQUIVALÊNCIA DE DISCIPLINAS NOS CURSOS
196
EQUIVALÊNCIA DE DISCIPLINAS ENTRE CURSOS
EQUIVALÊNCIA DE DISCIPLINAS ENTRE CURSOS
FABRICAÇÃO 2012-1 - última, MANUTENÇÃO E AUTOMAÇÃO
MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
H-A
GEOMETRIA ANALÍTICA
DESENHO TÉCNICO I
METROLOGIA
CIÊNCIA DOS MATERIAIS I
5
5
3
5
ELETROTÉCNICA PREDIAL
5
CÁLCULO I
DESENHO TÉCNICO II
MECÂNICA
5
5
5
CIÊNCIA DOS MATERIAIS II
5
ELETROTÉCNICA INDUSTRIAL
5
CÁLCULO II
USINAGEM
5
5
MECÂNICA DOS MATERIAIS
5
MECÂNICA DOS FLUÍDOS
MEIO AMBIENTE E
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
ESTATÍSTICA
2
5
CORROSÃO E TRATAMENTO DE
SUPERFÍCIES
5
ELEMENTOS DE MÁQUINAS
TERMODINÂMICA APLICADA
TRATAMENTOS TÉRMICOS
5
5
3
FABRICAÇÃO MECÂNICA
MATRIZ 2012-1 última
MÓDULO I
GEOMETRIA ANALÍTICA
DESENHO MECÂNICO I
METROLOGIA
CIÊNCIA DOS MATERIAIS I
METROLOGIA APLICADA
ELETROTÉCNICA
METODOLOGIA CIENTÍFICA
MÓDULO II
CÁLCULO I
DESENHO MECÂNICO II
MECÂNICA
CIÊNCIA DOS MATERIAIS II
ENSAIO DOS MATERIAIS (2)
PRINCÍPIOS DE CONFORMAÇÃO
CONFORMAÇÃO MECÂNICA
ELETROTÉCNICA II
MÓDULO III
CÁLCULO II
USINAGEM
MECÂNICA DOS MATERIAIS
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II
MECÂNICA DOS FLUIDOS
APLICADA
FUNDAMENTOS DE MEIO
AMBIENTE
ESTATÍSTICA
TRATAMENTOS TÉRMICOS
MÓDULO IV
H-A
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
H-A
5
5
3
5
2
5
20
GEOMETRIA ANALÍTICA
DESENHO TÉCNICO I
METROLOGIA
CIÊNCIA DOS MATERIAIS I
5
5
5
5
ELETROTÉCNICA I
5
5
5
5
CÁLCULO I
DESENHO TÉCNICO II
MECÂNICA
5
5
5
5
CIÊNCIA DOS MATERIAIS II
5
5
ELETROTÉCNICA INDUSTRIAL
5
5
5
CÁLCULO II
5
5
MECÂNICA DOS MATERIAIS
5
5
2
3
3
CORROSÃO E TRATAMENTO DE
SUPERFÍCIES
5
ELEMENTOS DE MÁQUINAS
TERMODINÂMICA
TRATAMENTOS TÉRMICOS
SIST. AUTOMAÇÃO I
5
5
3
5
FUNDIÇÃO
2
MEIO AMBIENTE E
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
ESTATÍSTICA
5
ELEMENTOS DE MÁQUINAS
5
2
197
EQUIVALÊNCIA DE DISCIPLINAS ENTRE CURSOS (CONT)
TECNOLOGIA DE SOLDAGEM
ELETROHIDROPNEUMÁTICA
5
5
MÓDULO V
TECNOLOGIA DE SOLDAGEM
5
ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
5
PROJETOS MECÂNICOS I
CAM
SIST. AUTOMAÇÃO II
5
5
3
TE I (Metodologia Científica)
2
SEGURANÇA DO TRABALHO
GESTÃO DE PESSOAS
GERENC. DE PROJ. E
EMPREEND.
GESTÃO DA MNT IND
GESTÃO DA QUALIDADE
3
2
MÓDULO VI
SEGURANÇA DO TRABALHO
GESTÃO DE PESSOAS
3
2
2
GERENC. DE PROJ. E EMPREEND.
2
5
3
ADM DA MANUTENÇÃO
GESTÃO DA QUALIDADE
CADEIA DE SUPRIMENTOS
PROJETOS MECÂNICOS II
MÁQUINAS TÉRMICAS
3
3
2
5
3
PROJETO DE MNT II
3
TE II (TCC)
2
ADMINISTRAÇÃO DA
PRODUÇÃO
5
EHP
5
SEGURANÇA DO TRABALHO
GESTÃO DE PESSOAS
GERENC. DE PROJ. E
EMPREEND.
ADM DA MANUTENÇÃO
GESTÃO DA QUALIDADE
CADEIA DE SUPRIMENTOS
3
3
3
3
3
2
198
APÊNDICE R
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
199
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
“FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA LUIZ ADELAR SCHEUER
CONSELHO SUPERIOR (CONSU)
RESOLUÇÃO Nº 03 /2013
Aprova alteração na Resolução Nº 06/2007 –
Regulamenta as Atividades Complementares de
Cursos Superiores de Tecnologia
O Presidente do CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA LUIZ ADELAR
SCHEUER, no uso das atribuições que lhe confere o Regimento da Faculdade, Seção II - Do Conselho
Superior, Art. 17, incisos VII, VIII, XIII e Seção I – da Direção Geral, Art. 21, inciso IV.
CONSIDERANDO:
a) Necessário ajuste na Resolução Nº 06/2007;
RESOLVE:
Aprovar “ad referendum” alterações na Resolução Nº 06/2007 referente às Atividades
Complementares passando a vigorar conforme a seguinte redação:
200
Art. 1º Regulamentar as Atividades Complementares dos Cursos Superiores de Tecnologia da
Faculdade que passam a ser consideradas atividades obrigatórias para a conclusão de Curso Superior
de Tecnologia da Faculdade e consequente obtenção de diploma de curso.
Art. 2º As Atividades Complementares podem incluir disciplina extracurricular de seu curso, pesquisa,
extensão, seminário, simpósio, congresso, conferência, monitoria, iniciação científica, grupo de
estudo, representação estudantil, curso de línguas, curso de informática, defesa de monografia,
dissertação, tese, visita-técnica, outros cursos na área de gestão ou eletromecânica e outras
atividades que venham a ser aprovadas pelo Conselho Superior.
Art. 3º Os objetivos das Atividades Complementares são:
I - enriquecer o currículo de discente de Curso Superior de Tecnologia;
II - propiciar ao discente a possibilidade de aprofundamento temático e multidisciplinar;
III – participar de outras atividades acadêmicas.
Art.4º As Atividades Complementares devem ser inseridas nos currículos dos Cursos Superiores de
Tecnologia da Faculdade a partir do 1º semestre de 2008, sendo obrigatória para os discentes que
ingressarem nos cursos a partir daquela data.
Art. 5º Compõem Atividades Complementares de Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade:
I – unidade de estudo de Curso Superior de Tecnologia da Faculdade e de outras IES credenciadas
pelo MEC podem ser consideradas atividades complementares, levando em consideração a análise
da coordenadoria de curso.
Requisito: declaração com base tecnológica e carga horária da unidade de estudo e aprovação na
mesma.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 50% da carga horária total da unidade de
estudo cursada, até o máximo de 2 (duas) unidades de estudo.
II – atividade de pesquisa orientada por docente de Curso Superior de Tecnologia ou de pósgraduação da Faculdade, aprovada pela coordenadoria de curso.
Requisito: declaração ou certificado de participação e relatório aprovado pelo docente responsável
pela pesquisa.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 30% da carga horária total da pesquisa, até
o máximo de 2 (duas) pesquisas.
201
III – atividade de extensão supervisionada por docente de Curso Superior de Tecnologia e aprovada
pelo colegiado de curso.
Requisito: declaração ou certificado de participação e relatório aprovado pelo docente responsável
pela atividade de extensão.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 30% da carga horária total da atividade de
extensão, até o máximo de 2 (duas) atividades de extensão.
IV – grupo de estudo orientado por docente de Curso Superior de Tecnologia aprovado pelo
colegiado de curso.
Requisito: declaração de participação em grupo de estudo.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 10% da carga horária total do grupo de
estudo, até o máximo de 2 (dois) grupos de estudo.
V – monitoria em disciplina pertencente ao currículo de Curso Superior de Tecnologia.
Requisito: certificado e relatório aprovado pelo docente responsável pela disciplina.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 50% da carga horária total da unidade de
estudo, até o máximo de 2 (duas) unidades de estudo.
VI – eventos diversos, tais como: seminário, congresso, palestra, conferência e simpósio.
Requisito: certificado de participação.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 10% da carga horária total do seminário,
congresso, palestra, conferência e simpósio, até o máximo de 5 (cinco) seminários, congressos,
palestras, conferências e simpósios.
VII – apresentação de trabalho em evento científico.
Requisito: certificado ou declaração e cópia do trabalho apresentado.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 10 horas por apresentação de trabalho, até
o máximo de 2 (duas) apresentações.
VIII – Participação em concurso de monografia.
Requisito: certificado ou declaração e cópia da monografia elaborada.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 10 horas por participação em concurso de
monografia, até o máximo de 2 (duas) participações.
202
IX – publicação de artigo científico em revista ou livro indexado.
Requisito: cópia da publicação.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 20 horas por publicação de artigo científico
em revista ou livro indexado, até o máximo de 2 (duas) publicações.
X - representação estudantil.
Requisito: atestado da Secretaria Acadêmica.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 2 horas por reunião participada.
XI - curso de línguas.
Requisito: certificado de período de curso (em língua portuguesa).
Carga horária computada para Atividade Complementar: 30% da carga horária total do período do
curso de línguas, até o máximo de 2 (dois) períodos.
XII - curso de Informática.
Requisito: certificado de conclusão.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 30% da carga horária total do curso de
informática, até o máximo de 2 (dois) cursos.
XIII - Assistir, comprovadamente, defesas de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) superior de
tecnologia.
Requisito: atestado de participação e relatório.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 1 hora por defesa de TCC, até o máximo de
2 (duas) defesas.
XIV - assistir, comprovadamente, defesas de dissertação de mestrado.
Requisito: atestado de participação e relatório.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 1 hora por defesa de mestrado, até o
máximo de 2 (duas) defesas.
XV - assistir, comprovadamente, defesas de teses de doutorado.
Requisito: atestado de participação e relatório.
203
Carga horária computada para Atividade Complementar: 1 hora por defesa de doutorado, até o
máximo de 2 (duas) defesas.
XVI - participar de visita-técnica em organizações industriais.
Requisito: declaração de participação e relatório.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 50% da carga horária total da visita-técnica,
até o máximo de 10 (dez) visitas-técnicas.
XVII – Cursos nas áreas de gestão e eletromecânica
Requisito: certificado ou declaração.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 50% da carga horária total de cada curso,
até o máximo de 100 horas.
XVIII – Estágio supervisionado não obrigatório.
Requisito: atestado de participação e relatório de estágio.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 30% das horas efetivas de estágio, limitada
a 100 horas.
XIX – Vínculo empregatício em empresa legalmente constituída durante a realização do curso de
tecnologia.
Requisito: declaração da empresa legalmente constituída constando o período de contratação ou
carteira de trabalho.
Carga horária computada para Atividade Complementar: 10% das horas efetivas de trabalho,
limitada a 100 horas.
Art. 6º Compete à coordenadoria de curso aprovar e encaminhar à Secretaria Acadêmica, em
formulário próprio, a atividade complementar considerada e a respectiva carga horária para constar
dos assentamentos do discente.
Art. 7º A Secretaria Acadêmica deve manter um sistema atualizado com as atividades
complementares aprovadas e respectivas cargas horárias parcial e total de cada discente de Curso
Superior de Tecnologia da Faculdade.
204
Parágrafo único. A documentação comprobatória de atividades complementares aprovadas deve ser
arquivada na pasta do discente.
Art. 8º As atividades complementares devem ser, preferencialmente, cursadas ou desenvolvidas de
forma desdobrada, em mais de um módulo letivo.
Parágrafo Único. As atividades complementares devem, preferencialmente, ser realizadas até o
penúltimo módulo de cada curso.
Art. 9º A carga-horária total mínima de Atividades Complementares em Curso Superior de Tecnologia
deve ser de 100 (cem) horas, respeitada a Legislação vigente.
Art. 10º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Juiz de Fora, 04 de Julho de 2013.
Vander José Montesse do Amaral
Presidente do CONSU”
205
APÊNDICE S
ORGANOGRAMAS INSTITUCIONAL E ACADÊMICO
206
ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL
ORGANOGRAMA ACADÊMICO
207
APÊNDICE T
MATRIZ CURRICULAR
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA
(a partir de 2012-1)
208
MATRIZ CURRICULAR FABRICAÇÃO MECÂNICA
(a partir de 2012-1)
MÓDULO I
Nº
Disciplina
h-a
FM.I.96.1
GEOMETRIA ANALÍTICA
96
FM.I.96.2
DESENHO MECÂNICO I
96
FM.I.96.3
CIÊNCIA DOS MATERIAIS I
96
FM.I.58.4
METROLOGIA
58
FM.I.38.5
METROLOGIA APLICADA
38
FM.I.96.6
ELETROTÉCNICA I
96
FM.I.20.7
METODOLOGIA CIENTÍFICA
20
TOTAL
500
MÓDULO II
Nº
Disciplina
h-a
FM.II.96.8
CÁLCULO I
96
FM.II.58.9
DESENHO MECÂNICO II
96
FM.II.96.10
CIÊNCIAS DOS MATERIAIS II
96
FM.II.96.11
MECÂNICA
96
FM.II.96.12
ELETROTÉCNICA II
96
FM.II.25.xx
LIBRAS (optativa)
25*OPT
TOTAL
480
MÓDULO III
Nº
Disciplina
h-a
FM.III.96.14
CÁLCULO II
96
FM.III.38.15
USINAGEM
96
FM.III.38.16
MECÂNICA DOS MATERIAIS
96
FM.III.96.17
MECÂNICA DOS FLUIDOS
96
FM.III.58.18
TRATAMENTOS TÉRMICOS
58
FM.III.36.18
FUNDAMENTOS DE MEIO AMBIENTE
38
TOTAL
480
209
MÓDULO IV
Nº
Disciplina
h-a
FM.IV.58.21
ESTATÍSTICA
96
FM.IV.58.22
CORROSÃO E TRATAMENTO DE SUPERFÍCIES
96
FM.IV.58.23
ELEMENTOS DE MÁQUINAS
96
FM.IV.96.24
TERMODINÂMICA
96
FMI.IV.96.25
SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO I
58
FM.IV.58.26
FUNDIÇÃO
38
TOTAL
480
MÓDULO V
Nº
Disciplina
h-a
FM.V.58.28
ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
96
FM.V.96.29
TECNOLOGIA DE SOLDAGEM
96
FM.V.38.30
PROJETOS MECÂNICOS I
96
FM.V.58.31
MANUFATURA AUX. POR COMPUTADOR (CAM)
96
FM.V.96.32
SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO II
58
FM.V.58.33
TÓPICOS ESPECIAIS I
38
TOTAL
480
MÓDULO VI
Nº
Disciplina
h-a
FM.VI.58.36
SEGURANÇA NO TRABALHO
58
FM.VI.38.37
GESTÃO DE PESSOAS
38
FM.VI.38.38
ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E
EMPREENDEDORISMO
38
FM.VI.58.39
ADMINISTRAÇÃO DA MANUTENÇÃO
58
MI.VI.58.40
GESTÃO DA QUALIDADE
58
FM.VI.38.41
CADEIA DE SUPRIMENTOS
38
FM.VI.96.42
PROJETOS MECÂNICOS II
96
FM.VI.58.43
MÁQUINAS TÉRMICAS
58
FM.VI.38.43
TÓPICOS ESPECIAIS II
38
210
TOTAL
CURSO DE FABRICAÇÃO MECÂNICA
480
RESUMO
TOTAL DE HORAS-AULA
2900
HORAS
TOTAL DE HORAS
2417
Trabalho de Conclusão de Curso (extraclasse)
80
( Complementação de TCC )
Atividades Complementares (extraclasse)
100
(Regulamentação específica)
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
2597
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
CERTIFICAÇÕES PARCIAIS E FINAL
MÓDULOS
TCC
CERTIFICAÇÕES / DIPLOMA*
(semestres)
I
II
DESENHISTA TÉCNICO DA MECÂNICA
(CBO- 3182)
I
II
III
IV
DESENHISTA DE INSTALAÇÕES MECÂNICAS
(CBO -3182-05)
I
II
III
IV
V
DESENHISTA PROJETISTA DE PRODUTOS
(MECÂNICA)
VI
(CBO -3186-10)
I
II
III
IV
V
VI
X
TECNÓLOGO EM FABRICAÇÃO MECÂNICA*
(CBO-2144-35)
211
REFERÊNCIAS DAS CERTIFICAÇÕES PARCIAIS
CBO - Classificação Brasileira de Ocupações
Aprovada pela Portaria MTB nº 397, de 09 de outubro de 2002, para uso em todo o território
nacional.
TÍTULO PROFISSIONAL
Segundo a Resolução nº 473/02 do CONFEA, cuja atualização foi executada em 12/06/08, a tabela
de títulos profissionais apresenta o seguinte título profissional para o egresso do Curso de
Tecnologia em Manutenção Industrial:
- 132-20-00
TECNÓLOGO EM FABRICAÇÃO MECÂNICA.
212
APÊNDICE U
COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL - MÓDULOS I E II
213
COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL - MÓDULOS I E II
1. Ler desenhos mecânicos e elétricos.
2. Realizar em CAD desenhos, diagramas e esquemas eletromecânicos.
3. Planificar superfícies sólidas.
4. Aplicar componentes elétricos em plantas fabris e processos de fabricação.
5. Identificar as características e propriedades de materiais empregados em processos de
fabricação.
6. Definir procedimentos para tratamentos térmicos.
7. Aplicar tolerâncias e ajustes em processos de fabricação.
8. Aplicar os conhecimentos metalúrgicos em operações de conformação mecânica dos
metais.
9. Avaliar resultados obtidos em ensaios mecânicos destrutivos, não destrutivos.
10. Utilizar as grandezas físicas, suas unidades, suas relações e conversões.
214
APÊNDICE V
COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL - MÓDULOS I AO IV
215
COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL - MÓDULOS I AO IV
1.
Ler desenhos mecânicos e elétricos.
2.
Realizar em CAD desenhos, diagramas e esquemas eletromecânicos.
3.
Planificar superfícies sólidas.
4.
Aplicar componentes elétricos em plantas fabris e processos de fabricação.
5.
Identificar as características e propriedades de materiais empregados em processos de
fabricação.
6.
Definir procedimentos para tratamentos térmicos.
7.
Aplicar tolerâncias e ajustes em processos de fabricação.
8.
Aplicar os conhecimentos metalúrgicos em operações de conformação mecânica dos metais.
9.
Avaliar resultados obtidos em ensaios mecânicos destrutivos, não destrutivos.
10.
Utilizar as grandezas físicas, suas unidades, suas relações e conversões.
11.
Especificar acessórios, tubulações e instalações de bombeamento de fluidos diversos.
12.
Orçar instalações de bombeamento de fluidos diversos.
13.
Identificar solicitações mecânicas externas que atuam em estruturas.
14.
Calcular esforços em estruturas e traçar diagramas de representação.
15.
Identificar as interações das atividades homem-indústria com o meio ambiente.
16.
Especificar os tratamentos e as transformações de fase das ligas metálicas.
17.
Planejar processos para o controle das propriedades mecânicas dos materiais.
18.
Selecionar equipamentos adequados e identificar as operações de usinagem.
19.
Determinar parâmetros técnicos de processo de usinagem.
20.
Aplicar conceitos eletroquímicos em proteção de superfícies contra a corrosão.
21.
Especificar processos de pintura como proteção de superfícies contra a corrosão.
22.
Caracterizar lubrificantes e técnicas de lubrificação de máquinas e equipamentos.
23.
Especificar elementos de máquinas de acordo com normas técnicas.
24.
Tomar decisões baseado em amostra de dados.
25.
Selecionar processos de fundição.
26.
Projetar sistemas de alimentação e canais, identificar e analisar defeitos de fundição.
27.
Planejar sistemas de controle de processos.
28.
Interpretar projetos de sistemas de automação.
29.
Identificar processos de transferência de calor.
30.
Dimensionar sistemas térmicos fundamentais.
216
APÊNDICE X
COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL - MÓDULOS I AO VI
217
COMPETÊNCIAS DE CERTIFICAÇÃO PARCIAL - MÓDULOS I AO VI
1.
Ler desenhos mecânicos e elétricos.
2.
Realizar em CAD desenhos, diagramas e esquemas eletromecânicos.
3.
Planificar superfícies sólidas.
4.
Aplicar componentes elétricos em plantas fabris e processos de fabricação.
5.
Identificar as características e propriedades de materiais empregados em processos de
fabricação.
6.
Definir procedimentos para tratamentos térmicos.
7.
Aplicar tolerâncias e ajustes em processos de fabricação.
8.
Aplicar os conhecimentos metalúrgicos em operações de conformação mecânica dos metais.
9.
Avaliar resultados obtidos em ensaios mecânicos destrutivos, não destrutivos.
10.
Utilizar as grandezas físicas, suas unidades, suas relações e conversões.
11.
Especificar acessórios, tubulações e instalações de bombeamento de fluidos diversos.
12.
Orçar instalações de bombeamento de fluidos diversos.
13.
Identificar solicitações mecânicas externas que atuam em estruturas.
14.
Calcular esforços em estruturas e traçar diagramas de representação.
15.
Identificar as interações das atividades homem-indústria com o meio ambiente.
16.
Especificar os tratamentos e as transformações de fase das ligas metálicas.
17.
Planejar processos para o controle das propriedades mecânicas dos materiais.
18.
Selecionar equipamentos adequados e identificar as operações de usinagem.
19.
Determinar parâmetros técnicos de processo de usinagem.
20.
Aplicar conceitos eletroquímicos em proteção de superfícies contra a corrosão.
21.
Especificar processos de pintura como proteção de superfícies contra a corrosão.
22.
Caracterizar lubrificantes e técnicas de lubrificação de máquinas e equipamentos.
23.
Especificar elementos de máquinas de acordo com normas técnicas.
24.
Tomar decisões baseado em amostra de dados.
25.
Selecionar processos de fundição.
26.
Projetar sistemas de alimentação e canais, identificar e analisar defeitos de fundição.
27.
Planejar sistemas de controle de processos.
28.
Interpretar projetos de sistemas de automação.
29.
Identificar processos de transferência de calor.
30.
Dimensionar sistemas térmicos fundamentais.
31.
Estabelecer o planejamento e controle da capacidade produtiva.
218
32.
Entender o ambiente de manufatura integrada por computador.
33.
Executar programação de máquinas CNC.
34.
Identificar falhas em corpos rígidos.
35.
Aplicar fatores de segurança em projeto mecânico.
36.
Especificar componentes de sistemas hidráulicos e pneumáticos.
37.
Projetar circuitos eletro-hidropneumáticos.
38.
Selecionar os Processos de Soldagem.
39.
Analisar os princípios físicos e mecânicos em soldagem.
40.
Dimensionar parâmetros de soldagem aplicáveis em processos.
41.
Identificar defeitos e descontinuidades referentes aos processos de soldagem.
42.
Aplicar a legislação vigente sobre segurança no trabalho.
43.
Propor melhorias no programa de segurança no trabalho.
44.
Estabelecer indicadores de desempenho e de gestão da manutenção industrial.
45.
Analisar substituição de máquinas e equipamentos.
46.
Planejar e programar a manutenção industrial.
47.
Planejar as atividades de um projeto.
48.
Programar as atividades e subatividades de um projeto.
49.
Estabelecer controle de execução de um projeto.
50.
Gerenciar estoques.
51.
Controlar a produção industrial.
52.
Administrar conflitos organizacionais.
53.
Diagnosticar a cultura organizacional.
54.
Atuar como líder no ambiente organizacional.
55.
Desenvolver programas para a motivação dos colaboradores.
56.
Administrar o sistema da qualidade.
57.
Identificar características da qualidade de bens e serviços.
58.
Estabelecer os custos da qualidade.
59.
Especificar equipamentos térmicos básicos.
60.
Elaborar trabalhos científicos utilizando as normas técnicas.