Suicídio: Reflexões sobre prevenção, posvenção e manejo

Сomentários

Transcrição

Suicídio: Reflexões sobre prevenção, posvenção e manejo
Suicídio:
Reflexões
sobre
psicoterapêutico
Karina Okajima Fukumitsu
prevenção,
posvenção
e
manejo
[email protected]
Meus mestres me dão a melhor definição do que significa o amor: o amor real é
aquele que permite que o outro aprenda suas próprias lições sem tentar salválo. Amar é saber quando colocar rodinhas auxiliares na bicicleta da criança e
também saber quando retirá-las. Isso é amor. Retirar as rodinhas auxiliares é
muito mais difícil do que colocá-las, mas, apesar disso, no devido momento,
será necessário retirá-las.
(KÜBLER-ROSS, 2003, p.191).
Bibliografia recomendada Sobre o suicídio, morte e luto
(Ainda precisarei completar as informações)
ALVAREZ, A. O Deus selvagem: um estudo do suicídio. São Paulo: Companhia
das Letras, 1999.
ARIÈS, P. O homem diante da morte. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.
BANDO, D. H.; BARROZO, L. V. O suicídio na cidade de São Paulo: uma
análise sob a perspectiva da Geografia da Saúde. São Paulo: HumanitasFapesp, 2010.
BARRERO, S. P. Os sobreviventes e seu manejo. In: CORRÊA, H.; BARRETO,
S. P. Suicídio: uma morte evitável. São Paulo: Atheneu, 2006.
BARTHES, R. Diário de luto: 26 de outubro 1977-15 de setembro de 1979.
São Paulo: Martins Fontes, 2011.
BARTOCCI, B. Nobody’s child anymore: grieving, caring and conforting when
parents die. Note Dame: Sorin Books, 2000.
BERTOLOTE, J.M. Suicídio e sua prevenção. São Paulo: Editora Unesp,
2012.
BOTEGA et al. Prevenção do comportamento suicida. Revista Psicologia,
UNICAMP – Campinas. v. 37, n.3, p. 213-220, set/dez. 2006.
CAMON-ANGERAMI, V.
ic dio: Fragmentos de psicoterapia existencial
CÂNDIDO, A. M. O enlutamento por suicídio elementos de compreensão
na clínica da perda. 2011. 228 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica)
- Universidade de Brasília, Brasília, DF, 2011.
CARDOSO, O.B. Psicologia do suicida.
CASELLATO, G. Luto pela perda de um filho: a recuperação possível diante do
pior tipo de perda. In: FRANCO, M. H. P. (Org.). Uma jornada sobre o luto: a
morte e o luto sob diferentes olhares. Campinas: Livro Pleno, 2002.
CASSORLA, R. M. S. Do suicídio: estudos brasileiros. Campinas: Papirus,
1991.
CLARK, S. Bereavement after suicide - how far have we come and where do
we go from here? Hogrefe & Huber Publisher - crises, Austrália, v. 22, n.3, p.
102–108, 2001.
______. Depois do suicídio: apoio às pessoas em luto. Tradução Marcello
Borges. São Paulo: Gaia, 2007.
CORREA, H; BARRERO, P.B.
ic dio ma mor e e i el.
DANIELSKI, V.
e ress o e
ic dio na dolesc ncia.
DAPIEVE, A. Morte na Contramão: O Suicídio como notÍcia.
DIAS, M.L. Suicídio: testemunhos do adeus.
DURKHEIM, E. O suicídio: estudo de sociologia. São Paulo: Editora Martins
Fontes, (1897) 1999.
FEIJÓ, M.
ic dio:
.
FERREIRA, E. A. Minha mãe se matou sem dizer adeus. Rio de Janeiro:
Record, 2010.
FLEWELLING, R. A different senescence: the experience of transcending
the expectation of aging by individuals 80 years of age and older: a
phenomenological investigation. 2008. 265 f. Degree (Doctor of Psychology)
- Michigan School of Professional Psychology – Michigan, 2008.
FLEXHAUG, M.; YAZGANOGLU, E. Alberta Takes Action on Suicide: Best and
Promising Practices in Suicide Bereavement Support Services: A Review of the
Literature. In: PREVENTION, Alberta Health Services-Alberta Mental Health
Board Suicide. Canadá: Alberta Health Services, 2008.
FONTENELLE, P. Suicídio: O futuro interrompido - Guia para sobreviventes.
São Paulo: Geração Editorial, 2008.
FOX, J. Z.; ROLDAN, M. Voices of strength: sons and daughters of suicide
speak out. Far Hills, NJ: New Horizon Press, 2009.
FUKUMITSU, K. O. Suicídio e Gestalt-terapia. São Paulo: Digital Publish & Press
Editora, 2011.
______. Perdas no desenvolvimento humano: um estudo fenomenológico. São
Paulo: Digital Publish & Press Editora, 2011.
______; ODDONE, H. R. B. Morte, suicídio e luto: estudos gestálticos. São
Paulo: Livro Pleno, 2008.
FRANCO, M. H. P. Apresentação. In: ______.
(Org.) Formação e
rompimento de vínculos: O dilema das perdas na atualidade. São Paulo:
Summus Editorial, 2010.
______. Por que estudar o luto na atualidade? In: FRANCO, M. H. P. (Org.)
Formação e rompimento de vínculos: O dilema das perdas na atualidade.
São Paulo: Summus Editorial, 2010.
______. Uma mudança no paradigma sobre o enfoque da morte e do luto na
contemporaneidade. In: FRANCO, M. H. P. (org.). Estudos avançados sobre
o luto. Campinas: Editora Livro Pleno, 2002.
FRANKL, V. Psicoterapia e sentido da vida: fundamentos da Logoterapia e
análise existencial. 4ª ed. São Paulo: Quadrante, 2003.
GOETHE, O sofrimentos do jovem Werther
GRIFFITH, G. Will's Choice: A Suicidal Teen, a Desperate Mother, and a
Chronicle of Recovery. Local: Paperback, 2006.
HENNEZEL, M. D. A morte íntima: aqueles que vão morrer nos ensinam a
viver. Tradução Olga de Sá - Aparecida. São Paulo: Idéias e Letras, 2004.
HILMANN, J.
ic dio e alma
HSU, A.
erando a dor do s ic dio.
JAMISON, K. R. Quando a noite cai: entendendo a depressão e o suicídio. 2
ed. Rio de Janeiro. Gryphus, 2010.
KOVÁCS, M. J. Morte, separação, perdas e o processo de luto. In:______.
Morte e desenvolvimento humano. (org.). São Paulo: Casa do Psicólogo,
1992.
______. Educação para a morte: temas e reflexões. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2003.
.
KÜBLER-ROSS, E. Sobre a morte e o morrer. 8. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1998.
LOPES, F.H. Suicídio e o saber médico.
MARQUETTI, F. C. O suicídio como espetáculo na metrópole: Cenas,
cenários e espectadores. São Paulo: Editora Fap-Unifesp, 2011.
MARTINS, S. A. R.; LEÃO, M. F. Análise dos fatores envolvidos no processo
de luto das famílias nos casos de suicídio. Revista Mineira de Ciências da
Saúde, Patos de Minas: UNIPAM, v.2, p.123-135, 2010. ISSN 2176-2244.
MELEIRO, A. M. A.; FENSTERSEIFER, L.; WERLANG, B. S. G. Esforços para
prevenção. In: WERLANG, B. G.; BOTEGA, N. J. et.al. Comportamento
suicida. Porto Alegre: Artmed, 2004.
MOREIRA, D.L. Autonomia para morrer.
MOREIRA, N.C. Suicídio nas prisões.
NOGUEIRA, P.L. Em defesa da vida:
, violencia/linchamento.
PARKES, C. M. Luto. São Paulo: Summus,1998.
______. Amor e perda: as raízes do luto e suas complicações. São Paulo:
Summus Editorial, 2009.
PESSANHA, J. Apresentação. In: FERREIRA, E. A. Minha mãe se matou sem
dizer adeus. Rio de Janeiro: Record, 2010.
PUENTE, F. R. Os filósofos e o suicídio. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
QUEIROZ, J.F.; QUEIROZ, A.F.
ic dio o n o crime.
RESMINI, E. Tentativa de Suicídio – Um prisma para a compreensão na
Adolescência
SANTOS, J.C. Para Suicídio: o que dizem as famílias.
SCAVACINI, K. Suicide Survivors Support Services and Postvention
Activities - The availability of services and an interventions plan in Brazil.
(Master Program in Public Health), Stockholm: Karolinska Institutet, 2011
SERVAN-SCHREIBER, D. Podemos dizer adeus mais de uma vez. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2011.
SHNEIDMAN, E. Definition of suicide. New York: John Wiley & Sons, Inc.
1985.
______. Suicide as Psychache: a clinical approach to self-destructive
behavior. New Jersey: Jason Aronson Inc., 1993.
SMALL, G. Prefácio. In: BARTOCCI, B. Nobody’s child anymore. Notre
Dame: Sorin Books, 2000.
SOUZA, A. M. de; MOURA, D. do S. C.; PEDROSO, J. da S. Instrumento de
avaliação do luto e suas funções terapêuticas: a experiência em um serviço de
pronto atendimento ao enlutado. In: FRANCO, M. H. P. (org.). Formação e
rompimento de vínculos: O dilema das perdas na atualidade. São Paulo:
Summus Editorial, 2010.
STROEBE, M.; SCHUT, H. The dual process model of bereavement: rationale
and description. Death studies, Filadelfia, v. 23, p. 197-224, 1999.
STEWART, G.P. Suicídio e Eutanásia.
TAVARES, G. R. Reflexões sobre nossa finitude: agrupar pessoas pode gerar
mudanças de atitude. In: FUKUMITSU, K. O.; ODDONE, H. R. B. Morte,
suicídio e luto: estudos gestálticos. São Paulo: Livro Pleno, 2008.
THE QPR INSTITUTE. QPR Gatekeeper enhanced course review.
Washington: 2008.
YALOM, I. D. De frente para o sol: como superar o terror da morte. Tradução
de Daniel Lembo Schiller. Rio de Janeiro: Agir, 2008.
WERLANG, B. G.; BOTEGA, N. J. et.al. Comportamento suicida. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
WOLTERSTORFF, N. Lamento: a fé em meio ao sofrimento e à morte. Viçosa,
MG: Ultimato, 2007.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Preventing suicide: how to start a
survivors group. WHO, Geneva, 2008.

Documentos relacionados

tentativa de suicídio no ijf

tentativa de suicídio no ijf que a garota é “lésbica”, embora nunca tenha se relacionado com mulher antes. Pediu ao companheiro para fazer tratamento para mudar de sexo e o mesmo aceitou. Está em tratamento há 10 meses. Nesse ...

Leia mais

COMPORTAMENTO SUICIDA

COMPORTAMENTO SUICIDA 137 auxiliares de enfermagem

Leia mais