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hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Saudações, povo lusitano... e outros povos nos
quais se manifesta a curiosidade sobre este nosso
glorioso povo... Comecemos com uma introdução típica
de fanzine: Finalmente é palpável um novo número da
Lusitânia ‘zine, agora Lusitânia Metal Horde (ou LMH
‘zine). Três anos volvidos da impressão do primeiro
número, apresentamos agora um número novo. Como
sabem, manter a regularidade de uma publicação desta
natureza é um processo muito complicado, mas, daqui
para a frente, iremos fazer todos os possíveis para tentar
manter a regularidade. Tal não será possível sem o apoio
das bandas, que deverão contribuir com entrevistas
respondidas atempadamente. Retomaremos este tópico
no final do presente editorial. Em
relação
ao
conteúdo, enquanto que o primeiro número consistia
apenas em pequenas biografias e alguns comentários
a material que algumas bandas mandaram, o presente
número já inclui entrevistas e uma pequena fotoreportagem. E por quê uma foto-reportagem? É um
pouco vago descrever um concerto por palavras, quando
neste se sentem muitas e variadas emoções, e, como
se sabe, isso apenas se sente, estando lá. Assim, através
das fotos, talvez seja possível evidenciar parte do
ambiente, dando também mais realce ao concerto em
si, ao invés de muitas publicações, que raramente focam
a banda como um todo – já para não falar do público. A
prática corrente consiste em tirar uma foto da cara do(s)
músico(s) durante a actuação – e, para eles, chega.
Outro senão relaciona-se com a desactualização das
entrevistas. Torna-se um pouco aborrecido, mas, como
neste movimento o passado nunca é esquecido, eis uma
boa maneira de nos aventurarmos nele – para
posteriormente compararmos com a actualidade e
vermos o que mudou. Até porque muito do espírito
underground parte da curiosidade de algo que nos tocou,
e a partir dai é partir à descoberta de tudo sobre o que
mais nos interessa, e nesse caminho encontrar-se-ão
sempre novas bandas ou mesmo editoras, distribuidoras,
‘zines, criando assim uma raiz sem fim, tendo tudo
começado num pequeno ramo. São estes esforços que
fazem com que o verdadeiro espírito mantenha a chama
acesa. Devido à sempre difícil regularidade, penso que
seja desnecessário criar uma secção de notícias, até
porque, actualmente, virtualmente toda a gente tem
acesso a Internet. E na página da Lusitânia Metal Horde,
aí sim, já esta criada uma secção de notícias a ser
actualizada sempre que possível, com artigos nacionais.
Para que esta secção tenha uma regularidade na sua
actualização, deixo aqui o convite às bandas, editoras,
distribuidoras e todo o tipo de entidades relacionadas
com o meio, para que enviem as novidades para o nosso
endereço de correio electrónico.
Sempre que a
LMH ‘zine comece a tomar corpo, mesmo que
incompleta, começará a estar disponível para
download, à semelhança deste número. Isto devese, em parte, à desactualização dos conteúdos,
assim como a certos erros que se cometem sem
nos darmos conta, dos quais frequentemente apenas
nos apercebemos através de terceiros. Torna-se,
então, possível, aprender a corrigir erros, a melhorar
a estrutura dos conteúdos e a melhorar
significativamente o produto final.
P a r a
terminar....
As bandas que estejam interessadas em participar
na LMH ‘zine com uma entrevista ou comentário ao
seu material (este pode ser enviado para a ‘zine, em
qualquer formato, mas este e outros itens são
previamente acordados) deverão contactar-nos via
correio electrónico ou msn.
Deste modo, pedese às bandas algum bom senso e sinceridade, ao
aceitarem responder a uma entrevista. Mais vale
dizer à partida que não estão interessadas do que
fazer-nos esperar semanas, meses e até anos sem
efectivamente responderem à dita. Daqui resulta o
desperdício de tempo na pesquisa e elaboração da
entrevista… para nada, quando este tempo poderia
ter sido ocupado com uma outra banda mais
merecedora e cumpridora. Este é um dos factores
que mais contribuem para o atraso da LMH ‘zine,
levando à já referida irregularidade da publicação.
Isto daria muito que falar, mas penso que não vale a
pena, porque digamos o que dissermos, haverá
sempre bandas com atitudes menos louváveis.
Prefiro tomar medidas mais drásticas, inserindo as
mesmas na secção de rip-offs (que será introduzida
brevemente) na página oficial da LMH ‘zine.
Espero que gostem e engrandeçam a vossa
cultura underground com este número.
.: Vida além Povo Lusitano :.
-------------|------------.: SaudaçõeS :.
.....Mzkg ; Morgana (Back to the Grave e-Magazine)
; Lino (Arauto-Metálico | HellUnleashedRecordS) ;
[Necrosa] ; TrymBeast ; Mother_North ; Deusa Da
Negra Escuridão ; Zombie_ ; Angel Of Dispair ; R.R.
– Hiberica ; Santagueda Backstage (Bar-Shop da
Póvoa de Santa Iria) ; Luís Monteiro (por todas as
fotos do Muderfest, excepto as com o sinal “+”
www.deadmeat.info) ; Todo o pessoal amigo de
Castelo Branco e a deadMeat, Asbath Oculta,
Forgotten Winter e Defunct ; E a todos os que
ajudaram numa parte deste projecto e que aqui não
são mencionados.....
:: Ficha Técnica :: edição/design/paginação :: Lgordino :: http://lusitaniametal.no.sapo.pt ::
Como começaram os NEOPLASMAH. estar cá fora. Quando o álbum tiver em
Fala-nos um pouco da sua Historia/ circulação, faremos uma ou mais tours
Biografia. Neoplasmah começou em 1997 nacionais e/ou internacionais. Algum projecto,
sob o nome de Systematic Collision. Após a realizar/desenvolver. Projectos a curto
varias mudanças de line-up e um numero prazo, a segui ao lançamento deste trabalho,
infindável de concertos, a banda estabiliza será a entrada em estúdio para a gravação do
com o actual nome. Uma das segundo álbum, cujos temas já estão feitos à
particularidades dessa mudança de line-up cerca de um ano. O resto logo se verá,
foi a entrada de Sofia Silva para a voz, não conforme o andamento das coisas. O que
sendo muito usual numa banda de Death pensas do panorama metálico em Portugal
Metal ter uma vocalista, pelo menos em e, como seria se muitas portas se abrissem
Portugal. O line-up actual consiste em Vitor internacionalmente? Infelizmente, e
Mendes na guitarra solo, José Marreiros na generalizando um bocado, o panorama metálico
guitarra ritmo/2ª voz, Alexandre Ribeiro no Português é bastante amador, verificando-se à
baixo e Sofia Silva na voz. Comenta-nos a uns tempos para cá, um crescimento e um
vossa discografia. Editaram-se algumas amadurecimento de alguns projectos nacionais.
maquetes não oficiais, um tema para uma Em primeiro lugar seria bom que tivéssemos
compilação e uma maquete promocional um “som nacional”, passo a explicar: Não é
com cinco temas. Após isso, gravou-se um necessário ser-se um “expert” em musica
split cd com Holocausto canibal, Goldenpyre (metal) para se identificar, por exemplo, uma
e Necrose. Para finalizar, gravamos o nosso banda sueca. Em segundo lugar seria
album de estreia, intitulado “The Sidereal necessário elevar o nível musical geral das
Passage” que está para sair a qualquer bandas nacionais. Satisfazendo estes dois
momento. Comentámos/fala-nos do novo factores, haveria um maior reconhecimento do
álbum (estúdio, produção, editora, metal Português, abrindo-se assim todas as
promoção, etc.). O álbum foi gravado à portas a nivel internacional. Obras primas, que
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
cerca
de dois anos no Undergrind Studio. O marcaram o metal nacional - na tua opinião.
processo foi algo demorado derivado à saída Uma das grandes obras do Death metal
e entrada de elementos, e claro, fizemos Português foi o trabalho deixado pelos
tudo na maior das calmas para o produto Thormenthor. A nivel do Heavy metal, temos
final sair mais do que o razoável. A produção os Tarantula no album “Kingdom of Lusitânea”.
esteve a cargo de Rolando Barros (o Fora isso não há grande coisa a salientar em
baterista da banda) e a masterização foi feita termos de “obras primas” do metal nacional. Um
por Ivo Conceição. Fomos contratados pela grande obrigado Neoplasmah pela
editora Dark Music Productions entrevista e muita força. Ultimas palavras a
(www.darkmusic-productions.com) e Lusitânia ‘zine e aos seus leitores ou ate mesmo
assinamos em julho de 2003. O álbum sairá a Nação - Underground - Portuguesa. Muito
brevemente ficando a promoção a cargo da obrigado pela oportunidade e pela ajuda na
editora. Como estão de concertos, alguns divulgação de NEOPLASMAH. Quanto ao
internacionais. Até ao lançamento do álbum publico em geral, apareçam mais nos concertos
serão dados poucos concertos, não fazendo e venham ter connosco nem que seja apenas
bebermos
um
copo.
qualquer sentido tocar ao vivo sem o mesmo para
Como começaram os Necrocannibal. Fala- concertos sozinho. Algum projecto, a
nos um pouco da sua Historia/Biografia. realizar/desenvolver. Tenho alguns
Bem, Necrocannibal começou em 2001, um projectos ainda em desenvolvimento, tenho
projecto dedicado a tocar grindcore, na altura umas musicas feitas num outro projecto solo,
era eu e o Nuno, guitarrista de Dead Meat. mas uma onda mais black metal, também
Tivemos alguns ensaios, algumas musicas fiz umas musicas com o baixista de Mushin
foram feitas, mas como o Nuno já estava em que é uma banda de hardcore, o projecto
Dead Meat, não havia assim tanto tempo, visto tem o nome de Nothing Personal e parece
que Dead Meat é de Castelo Branco e na altura que as duas musicas que foram feitas
morávamos os dois no Cacém. Entretanto o tiveram bons resultados, talvez esse projecto
Nuno teve que se mudar para Castelo Branco venha a ser banda mesmo a serio. O mais
para estudar e dedicar-se mais a serio a Dead recente e mais serio alem de Necrocannibal,
Meat e então Necrocannibal ficou parado por é Dead Meat, que me contactaram para ser
algum tempo. Em 2003 pensei em continuar o o novo vocalista e aceitei, é uma banda que
trabalho de Necrocannibal, mas desta vez a gosto bastante e acho que tem um bom
solo, todas as musicas que tinham sido feitas futuro pela frente. O que pensas do
já tinham sido esquecidas e começou aí a nova panorama metálico em Portugal e, como
era de Necrocannibal. Comenta-nos a vossa seria se muitas portas se abrissem
discografia. Saiu agora o primeiro trabalho de internacionalmente? As coisas em Portugal
Necrocannibal, um cd-r com o nome de Splatter já foram muito piores do que estão agora,
Gore, foram gravados 8 temas originais e duas tenho visto bastantes concertos, ha cada vez
covers. Foi a primeira vez que gravei alguma mais boas bandas nacionais, só não ha
coisa, a meu ver ficou aceitável. Comentámos/ quem aposte nelas, mas quem sabe, isso
fala-nos do novo álbum (estúdio, produção, ainda poderá melhorar. Obras primas, que
editora, promoção, etc.). O cd-r Splatter Gore marcaram o metal nacional - na tua
foi todo gravado por mim em casa, Liguei os opinião. Pra mim a obra prima do metal em
instrumentos directamente ao computador e Portugal é o Macabre Requiems de Grog, é
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
gravei assim mesmo. A produção podia ter sido mesmo dos meus alguns preferidos, por
melhor, mas na altura foi o melhor que consegui alguma coisa fiz uma cover deles no cd. Acho
fazer. Depois de ter gravado, andei á procura que é mesmo uma grande banda, esse
de uma editora pra fazer o lançamento, depois álbum é uma das minhas maiores fontes de
de ver algumas editoras nacionais, soube da inspiração. Um grande obrigado
Dungeons Records por um amigo meu que Necrocannibal pela entrevista e muitas
também conhecia o pessoal da dungeons. Falei força. Ultimas palavras a Lusitânia ‘zine e
com eles, eles aceitaram fazer o lançamento, e aos seus leitores ou ate mesmo a Nação a partir daí foi mesmo só fazer as copias porque Underground - Portuguesa. Continuem a
até as capas do cd já estavam feitas. Estou apoiar o metal nacional, ha por aí muito boas
bastante satisfeito com a Dungeons, estão a bandas que merecem o nosso apoio. Se não
promover bem o cd, dentro do possível deles formos nós a faze-lo também pouca gente o
que também é uma editora pequena, mas fazem ha de fazer.
GORE ON!!!
um bom trabalho. Como estão de concertos,
// [email protected] //
alguns internacionais. Concertos não ha nem
// www.necrocannibal.cjb.net //
nunca vai haver. Necrocannibal é mesmo um
projecto a solo e é claro que não vou dar
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Falas-nos um pouco dos In Tha Umbra e fizemos para nós mesmos, e que
da sua historia. Já têm substituto para o decidimos disponibilizar ao público de uma
Scott (baixista, inglês). O Ricardo forma especial. Daí o número de cópias
(Teasanna Satanna), ira ser só musico ao ser limitado a 199 cópias, pois assim só
vivo. Os In Tha Umbra nasceram em 1996, as pessoas mais próximas à banda, e com
das cinzas de uma banda de Death/Grind de interesse pela mesma viriam a obter este
nome Bowelrot, e nesse mesmo ano lançamento. De referir que apenas existem
lançamos a demo “Of The Singing Dusk...” 3 cópias disponíveis, e que tal como
que esgotou duas edições. A banda assinou aconteceu com a demo, não vais irá estar
então com a Art Music (Inhuman, Sculpture) disponível. Algo curioso (por fugir um
um contrato, editando em 1998 o álbum pouco a habitual rota Lisboa/Porto), foi
“Descend Supreme Sunset”. Pouco antes das a gravação das musicas ao vivo do EP,
previstas gravações do segundo álbum, a em Abrantes, porquê a escolha por este
banda gravou dois temas que serviram para local. Como esta apor lá o movimento
a Hibernia lançar o vinil 7" “The Göatblöd 666”. metaleiro. A gravação desses temas
Com alguns percalços, entre eles a saída do aconteceu por acaso, não foi nada
guitarrista Bob, e somente após a morte da planeado. Fomos tocar a Abrantes, com
Art Music, a banda gravou o seu segundo Neoplasmah, Goldenpyre e mais umas
álbum, “Midnight In The Garden Of Hell”, que bandas, e o baterista de Goldenpyre levou
viria a ser editado em 2000 pela Hibernia. Em um minidisc com o qual gravou o concerto.
Janeiro de 2003 a banda resolveu lançar Como
depois
pelos seus próprios meios e em forma de achamos que o
edição limitada o EP “Pentagramma”, com 45 som
estava
minutos de musica, 3 temas novos, 2 a c e i t á v e l ,
regravações de temas antigos, 2 covers (de decidimos usar
Celtic Frost e Motörhead) e 2 temas ao vivo. aqueles
dois
Por esta altura a banda depreendeu-se com temas
no
a saída do baixsta Scott, que foi viver para a “Pentagramma”.
Holanda, e conta agora com a ajuda do Quanto
ao
Calhau Jr., baixista de Teasanna Satanna movimento em
para os concertos ao vivo. Apesar de não ser Abrantes, achei
membro efectivo da banda, o Calhau tem que esteve pouca
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
ensaiado connosco, e irá gravar as linhas de gente no concerto,
baixo no “Nigrium Nigrius Nigro”. Fala-nos um e o sítio era
pouco do EP «Pentagramma». No pequeno enorme também,
flyer de promoção, esta escrito que são 99 mas não faço ideia
copias numeradas do «Pentagramma», e se ficou muita
li algures - e na copia que tenho, estão 3 gente em casa ou não...ao que parece
caracteres (mas só 2 utilizados) - que eram também havia outro concerto nas
500 copias, e na vossa pagina proximidades. Como foi feita, a
(www.pentagramma.net), são 199, afinal divulgação deste EP, também foi feita
quantas são. Bem, a única confusão lá fora. A divulgação do EP, resumiu-se a
existente com o número de cópias do EP flyers e à nossa página de Internet [ http:/
“Pentagramma”, é apenas com um erro no /www.pentagramma.net ]. Não fizemos
flyer, pois onde deviam aparecer 199 cópias, muito mais promoção, nem muita força,
aparecem 99. Não por capricho, mas nos pois como já referi, este foi um lançamento
vimos o “Pentagramma”, como um especial. Como estamos de concertos
lançamento especial, mais uma gravação que em território nacional e internacional.
Os In Tha Umbra, são mais ou menos
conhecidos
no
underground
internacional? Só tocamos em território
nacional, embora no passado já tenham
existido contactos para outras coisas. Por
um ou outro motivo, tal nunca aconteceu.
Mas por cá até temos tido uma boa
actividade a nível de concertos, já
ultrapassamos os 50 concertos dados. Há
quem conheça In Tha Umbra lá fora, mas
a divulgação nunca foi exaustiva, e por
exemplo a nossa 1ª editora (Art Music)
nem um flyer de promoção fez ao nosso
1º álbum. Já há planos para um novo
álbum de originais. No vosso site, é
referido que já tem nome «Nigrium
Nigrius Nigro» e, que vai ser conceptual,
como esta a situação. Achei curioso,
saber que vão fazer uma versão de uma
musica de Fausto (Bordalo Dias, Prog/
Folk Português),
com os Éolo ÁmonRá. Como surgiu
essa a ideia - e qual
é a musica - , partiu
dos Éolo Ámon-Rá.
Ou andamos numa
de versões, eheh .
Na
altura
do
Midnight In The
Garden of Hell, li que
o vosso novo álbum,
teria influencia lírica
de John Milton
(autor do Paraíso
Perdido/Paradise
Lost), mas de uma
forma mais obscura/satânica. Mas neste
EP, já existe um letra baseada nesse
autor, vais continuar a desenvolver, ou
já existe outra influencia lírica. Algumas
musicas do EP, vão ser regravadas para
o novo álbum. Suponho que as partes
de baixo serão executadas por ti (Bruno
C.) ou pelo Bruno M Bernardo. O Éolo
Ámon-Rá. Ele é apenas um. É um
compositor, teclista, que tem colaborado
connosco desde a demo, e que já há uns
anos tinha feito parte de outras bandas
comigo, tal como Bowelrot ou Sepulchral. Ele
vai colaborar neste novo álbum de uma forma
mais activa, mas não se poderá dizer que os
In Tha Umbra passarão a ser uma banda com
teclados, ou teclista. Já fizemos a préprodução do NNN, e acredita que o tema de
Fausto se integra muito bem com os restantes
temas que estarão no mesmo. Quanto às
líricas, são minhas e a linha do “Midnight In
The Garden Of Hell” está a ter uma
continuidade natural. In Tha Umbra é um
conceito e é uma atmosfera por si só, e este
conceito lírico faz parte desse conceito. As
linhas de baixo serão executadas pelo Calhau
Jr. Como seria natural, pois ele está a
trabalhar connosco e tem seguido até uma
grande parte da composição do álbum. Sei
também, que além de musico, também
fazes vários trabalhos gráficos (com o
pseudónimo diaboliih), para bandas (como
Goldenpyre, Fungus, entre muitos outros
grupos nacionais, e claro os próprios In
Tha Umbra). Como começou esta
actividade. Em 2003, que trabalhos
desenvolveste. Já desenvolveste alguns
internacionalmente. E já, que estamos a
falar de multimedia, quantas paginas têm
os In Tha Umbra, umas 3 contando com
esta ultima, tens criado uma nova, a cada
edição? Eu estou a acabar o curso de Design
de Comunicação, e como tal é natural que
desenvolva trabalho nesta área. Já fiz layouts
para Goldenpyre, Holocausto Canibal, Why
Angels Fall, etc. Quanto à página de In Tha
Umbra, é natural que de tempos a tempos
esta tenha uma actualização gráfica, e a
página oficial de In Tha Umbra, é http://
www.pentagramma.net . Existe na net mais
uma página, muito antiga e há anos não
actualizada, que nos tinha sido feita por um
amigo sueco, por altura da gravação do
“Descend Supreme Sunset”. Algo bastante
interessante, mas mesmo muito
interessante, e que não é normal as
bandas divulgarem, é a lista de concertos
que já deram, desde o primeiro concerto
(ver secção Past Live Venom). Só vão em
50 concertos, pensava que já tivessem
dado mais. Qual é a media por ano.
Estranho, é nunca terem actuado no
estrangeiro, falta de convites – o que
duvido – ou?! Às vezes não é uma questão
de convites. Eles já existiram, mas as
condições nunca foram as mínimas. Se tens
um concerto no norte com condições
razoáveis, podes arriscar, pois apesar de sem
muitos kilómetros, estás em Portugal e
qualquer problema que aconteça, será
resolvido naturalmente. Quanto a metermonos na estrada a caminho da Alemanha, sem
certezas de nada, sem saber que condições
há, é mais complicado, e pensamos duas
vezes. Acho que devemos dar uns 9 ou 10
concertos por ano. Há uns anos mais
movimentados que outros, mas cá em
Portugal, nunca houve muitos sítios regulares
para concertos, e o pessoal das bandas é que
vai organizando uns festivais aqui e alí. Como
esta ai no Algarve o panorama metalico.
Com o mesmo problema do Interior, não?
Poucos Eventos. Aí há uns meses houve
uma actividade intensa em termos de
concertos aqui no Algarve, mas houve um bar
que fazia, que já fechou. Há também o Satori
666 em Querença, que tem uma actividade
semanal a nível de concertos, mas que fica
um pouco longe para muita gente. Com uma
regularidade quase anual, lá vai acontecendo
o Algarve em Chamas, festival que já tem
algum nome a nível nacional, e que apresenta
sempre bons cartazes. De resto, as poucas
bandas que há por aqui, têm um nível de
qualidade muito bom, pelo que não nos
podemos queixar muito do que sai aqui da
região. O que pensas do panorama
metálico em Portugal e como seria se
muitas
portas
se
abrissem
internacionalmente? Obras primas, que
marcaram o metal nacional - na tua
opinião. Sou muito crítico em relação à
maneira de pensar da maioria das pessoas
que fazem parte activa do nosso panorama.
É estranho, pois mistura-se a falta de ambição
com a ambição desmedida. Há bandas que
querem atingir o topo do mundo, mas depois
imitam os seus ídolos, há pessoas que se
aproveitam da ingenuidade das outras
pessoas, há uma falta de identidade, e
noutros casos em que o potencial existe,
há uma falta de acreditarem na sua própria
identidade. É claro que há muitas bandas
com um excelente nível, e que já vão
fazendo trabalhos interessantes, mas é
estranho como muitas dessas bandas, que
deviam sobressair devido a isso, não têm
o reconhecimento devido. Talvez porque
muito do público nacional ainda é
demasiado jovem, e a mim custa-me ver
bandas com identidade própria e trabalho
coeso, a serem levadas a um nível igual a
bandas que imitam de uma forma má
outras bandas internacionais. Por isso
mesmo me viro muito para mim. Procuro
fazer o meu trabalho, dar-me com as
pessoas que admiro e lutar ao lado de
quem acho que devo lutar, para que o
nosso trabalho seja minimamente
reconhecido, e para que a qualidade esteja
sempre acima do resto. E quando refiro
qualidade, não me refiro a gravar em
grandes estúdios e a ter produções
cristalinas, mas sim a qualidade artística,
que pelo menos para mim, é o que
interessa. Um grande obrigado Bruno
C./In Tha Umbra pela entrevista e muitas
força. Ultimas palavras a Lusitânia e aos
seus leitores ou ate mesmo a Nação Underground - Portuguesa. Saudações,
obrigado pela oportunidade de esclarecer
a quem interessar, sobre aquilo que somos
e como funciona a banda, e apenas espero
que as pessoas cá em Portugal comecem
a ser mais críticas e mais exigentes em
relação aquilo que ouvem. É que muitas
vezes, até custa a diferenciar o metal da
música pimba, pois começam a haver
demasiadas semelhanças a nível de
mentalidade. Hail & Kill!!!!
www.pentagramma.net
- Entrevista realizada
por volta Fevereiro de 2004 -
Saudações Bob S./FunguS. Como tem características não têm tempo. Vamos
corrido estes últimos concertos. O procurando. A tua saída de In tha Umbra, foi
público tem aderido bem. Novos fãs?! devido ao teu gosto pessoal pelo grind/
hehe. Boas! Os últimos concertos têm death/gore?! Porque quando acabaram os
corrido bem. O último concerto dado foi o Bowelrot, não continuaste com este estilo,
do Butchery, na Guarda. O BKD. dos In Tha ou mesmo continuares com Bowelrot já
Umbra foi músico convidado e tocou que eram um pouco nesta onda. Saí de In
guitarra nesse concerto. O público tem Tha Umbra por divergências musicais, sim.
reagido bem, e cada vez temos mais Bowelrot acabou em 1995 ou em 1996. Nessa
pessoal a aparecer nos nossos gigs. Acho altura formaram-se os In Tha Umbra. Somente
que é bom sinal. No Butchery não tiveram depois de alguns anos é que reparei que já
baixista a que se deveu. É extremamente não estava muito contente com o rumo que
dificil encontrar um baixista aqui na nossa as coisas estavam a tomar musicalmente. Aí
zona. Os que há não gostam da sonoridade, decidi sair e criar Fungus. Bowelrot é algo
e os que gostam do som não têm a muito mais antigo, e mesmo musicalmente
disponibilidade para tocar com a banda. diferente de Fungus. Para além disso,
Tivemos uma experiência agora com o Bowelrot é do BKD.. Se ele decidiu pôr a banda
BKD. na guitarra, e tem corrido bem. a hibernar, ele decide quando a volta a acordar,
Espero que arranjemos um baixista ou mesmo SE a volta a acordar... A que sem
depressa
para
deve estas varias
podermos mostrar
diferenças ligeiras
tudo o que esta banda
no vosso som
tem para oferecer. O
entra
cada
Bkd
(vocalista/
r e g i s t r o .
guitarrista de In Tha
Provavelmente
Umbra),
é
só
devido à entrada e
músico de sessão
saida de membros,
nos
concertos,
e
à
evolução
existe
alguma
pessoal e musical
possibilidade de ele
de cada um de nós.
vir a integrar a
De momento temos
banda, ou mesmo
consciência daquilo
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
alguma
participação no novo material. que iremos continuar a fazer a partir daqui, e
Só o Artur (bateria) e eu temos estado estou certo de que o som da banda não sofrerá
ocupados com a composição de novos mais mudanças como tem sofrido no passado.
temas. O BKD. tem estado ocupado com E agora ainda se vai dar outra mudança, o
os In Tha Umbra, que irão lançar o novo que nos podes adiantar. Quais são os
álbum em Março. Vamos ver o que o futuro membros que te vão acompanhar na
nos reserva em termos de line-up. Por composição destes novos temas. O som
enquanto não nos preocupamos muito com actual da banda inclina-se para o Brutal Death
o que poderá acontecer. Enquanto houver Metal praticado nos EUA e na Holanda, e acho
a possibilidade de trabalharmos em que é a sonoridade com que nos identificamos
conjunto, vamos aproveitando. Já tens melhor. A composição dos temas estará a
membros em vista para entregar a banda cargo dos membros actuais da banda (Artur e
como elementos fixos. Não. Por enquanto eu). Estas mudanças, tem sido só musicais
não existe ninguém com os requisitos ou também a nível lírico/temático tem
necessários para completar a banda. Por existido alguma mudança. A nível de letras
sua vez, as pessoas que possuem essas e temática tem havido uma ligeira mudança,
sim. A temática das nossas letras gira à volta Dificilmente arranjarão material de Bowelrot
do fascínio pelo canibalismo (antigo e actualmente. Acho que o BKD. tem uma das
moderno), extermínio de povos, invasão de demos de Bowelrot, a de 1992, em MP3. O
territórios,
povoações
nómadas, som era influenciado bastante por bandas
comportamentos animalescos de seres como Carcass, Possessed, Pungent Stench
humanos... Estes novos temas são para e Celtic Frost. Que edições tens
incluir em outro Mcd/Ep ou são para um previstas, para breve. Vais te limitar só
LP. É difícil de dizer ainda. Seria óptimo lançar a bandas nacionais, ou as estrangeiras
um longa-duração com estes temas novos, também são bem vindas. Lvpercalia terão
mas só o tempo o dirá. Lançaremos algo em um MCD editado muito brevemente pela
breve. Um split-CD com outra banda também Lost Sound Records. De seguida, a Lost
é uma opção bastante falada, mas nada está Sound Records começará a especializardecidido ainda. Agora mudando de tema se apenas em Brutal Death Metal,
como surgiu a Lost SoundRecords, trás Grindcore, Crustcore e algum Death Metal.
muitas vantagens a banda? Já agora Qualquer banda é bem-vinda, desde que
haverá desvantagens?! A Lost Sound demonstre qualidade e nos desperte o
Records surgiu porque sempre quis fazer algo interesse. O facto de ser nacional ou de
do género. Há um ano e meio atrás surgiu a fora não interessa muito... Tens mais
oportunidade, e agarrei-a. Desde o momento projectos em mente, alem destes. Tenho
que criámos a loja online/editora, o projecto mais um projecto musical de Brutal Death/
tem crescido imenso! Para a banda é óptimo Goregrind que verá a luz do dia muito em
também, e não vejo como poderá trazer breve numa pequena compilação editada
desvantagens. As próximas edições de pelos rapazes de Vampyro, se tudo correr
FunguS vão ser editadas por ti. Há uma boa bem. Para terminar tens aí algumas
possibilidade de isso acontecer, pois sei que novidades quentinhas para nos dares.
farei um trabalho melhor a promover a banda A última novidade acerca da banda é que
do que muitas outras editoras... Porém, se iremos ter as novas t-shirts disponíveis em
houver alguma proposta melhor que nos breve. Estejam atentos ao nosso site: http:/
permita ir mais longe como banda, não /www.fungus.lostsoundrecords.com Obras
hesitaremos em aceitar. Já pensaste que primas, que marcaram o metal nacional
agora com Lost SoundRecords podias - na vossa opinião. Na minha opinião
reeditar o vosso primeiro trabalho em CD. pessoal: Grog – Macabre Requiems;
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Ou ate mesmo o material de Bowelrot. Acho Holocausto Canibal – Libido Dispareunia;
que o material antigo (tanto o de Fungus como Thormenthor – Abstract Divinity; algumas
o de Bowelrot) não deve ser mexido. Temos gravações dos Pussy Vibes, Namek,
novas ideias para Fungus, e a direcção Goldenpyre, Bowelrot, Downthroat, Deity Of
musical é bem diferente e agrada-nos muito Carnification... Há muito material bom por
mais. Preferia gastar tempo e dinheiro a aí. Também há muita porcaria. Estes foram
promover os novos trabalhos de Fungus do alguns dos que marcaram mais. Um
que os mais antigos. Já agora que voltamos grande obrigado Bob/FunguS pela
a tocar outra vez nesta banda seria possível entrevista e muita força. Ultimas
falares um pouco sobre ela. Só entrei na fase palavras… Obrigado eu pelo interesse na
final de Bowelrot, e não cheguei a gravar nada. banda! Espero ver-vos num dos próximos
Limitei-me a tocar em alguns concertos. Em concertos da banda. Apoiem a brutalidade,
termos de sonoridade, a banda tocava um quer seja nacional ou não. O que importa
Gore Grind Death com ocasionalmente uma mais é que tenha qualidade e que mereça
parte ou outra em teclados ou em guitarras ser apoiado. Stay Brutal, Stay Sick!!! \m/
acústicas. Era bem diferente de Fungus. Entrevista realizada a 3 de Fevereiro 2005
Passagem de FunguS pelo
Butchery At Christmas Time
Foi a primeira vez que foram
tocar ao interior, que
expectativas tinham para o
concerto que deram e para
este 5º Butchery. Foi a nossa
2ª ou 3ª vez ao interior, e
tínhamos
uma
grande
expectativa a nível de festival,
festival esse que não nos
desiludiu, se excluirmos a má
qualidade de som que se fez
ouvir nas bandas quase todas
(não foi culpa da organização).
Esse foi mesmo o lado mau a
apontar a nível do concerto da
nossa banda (Fungus) em si...
No nosso caso, tivemos um
som do qual não se distinguia
muita coisa, infelizmente. Isso
fez com que não pudéssemos
apresentar o novo material da
banda
em
condições.
Opiniões da banda, depois
do concerto e, do festival.
Bem, falando por mim, fiquei
bastante menos feliz depois da
nossa actuação na Guarda, já
que a nível de qualidade de
som esperava outra coisa
totalmente diferente... Isto não
é culpa da organização, mas
dos primatas que fizeram o
som para Fungus. Do festival
em geral, não fiquei desiludido,
mas a nível de som estava à
espera de melhor. A equipa
técnica era um aborto. O resto
da banda digeriu melhor a
nossa actuação, pois vendo
bem as coisas, a situação do
mau som não influenciou em
muito o desempenho musical
da banda em si. Do festival
posso dizer que não nos
desiludiu a nenhum dos três...
Opiniões que receberam,
depois do concerto e, do
festival. As opiniões foram boas,
mas as opiniões de amigos são
muito parciais nesse aspecto.
Claro que gostamos de elogios,
mas temos que ver a realidade
das coisas. Se formos realistas,
podemos ver se as coisas
correram bem ou não. Eu sei que
temos muito mais para mostrar.
Ainda bem que o pessoal disse
ter gostado. Quando nos virem
em melhores condições,
teremos a certeza de que irão
gostar mais. O que acharam do
ambiente do Butchery. Um
ambiente de festa, algo
revigorante para a cena Death
Metal nacional! Espectacular. O
festival decorreu sem incidentes
de qualquer género, o que é de
louvar. Já alguma vez
assistiram a alguma das
anteriores edições Butchery.
Não. O que sabem do anterior
(Butchery). Sei que decorreu
também da melhor das
maneiras. Deu que falar! O que
pensam que seja preciso fazer
para haver mais festivais/
concertos em Portugal, com
este tipo de ambiente. É
preciso que haja mais pessoas
dispostas a mexer o cú, em vez
de estarem a dormir na forma.
Pessoal como os Necrose são
de louvar por serem capazes de
organizar um festival deste
calibre!!! É pena não haver muita
gente com tomates para o
fazer... Parabéns Micael e Co.!!!
Stay Brutal, Stay Sick!!! \m/
Entrevista realizada
a 4 de Janeiro 2005
Nocturnus Horrendus, como te iniciaste
musicalmente. Noctu foi o teu primeiro grupo
ou houve outros anteriores. Fala-nos o
essencial de cada grupo. Iniciei a minha “carreira”
em finais de 94,comecei por somente ser vocalista
nuns projectos meio Black/Death Metal mas que
deixava muito a desejar. Logo de seguida tive de
me virar também para o baixo visto não ter baixista,
na altura não foi uma opção mas dou graças que
isso tenha acontecido. A entrada para Noctu foi um
passo natural visto não ter banda na altura e tinha
de me virar para algum lado, a musica não era
propriamente o que desejava fazer, mas
rapidamente habituei-me visto mais tarde até ter
participado com algumas composições. Foi em
1998 que tudo começou a sério para mim, com o
“nascimento” de Corpus Christii, primeiro ano em
que peguei numa guitarra e comecei a dedicar-me
a sério como musico. Conta-nos um pouco da
historia dos CORPUS CHRISTII. Como estão
actualmente, com 2 novos membros LSK
(Antaeus/Vorkreist/Hell Militia) no baixo e, o “tão
esperado/desejado/necessário” baterista
Necromorbus (Funeral Mist/Chaos Omen).
Como surgiram. E como será disponibilidade
deles já que ainda é uma boa distancia, entre
Portugal e a Suécia. Como já referi, C.C. foi criado
em 98, uma ideia há muito desejada mas que nunca
houve a oportunidade. A partir daí as coisas
começaram a fluir muito naturalmente e com
rapidez visto Eu e o Ignis termos dado o “litro” para
que o projecto fosse algo explosivo. Estava muito
decepcionado com os meus passado musical
portanto foi com agrado e muita dedicação que
comecei com a banda que rapidamente se tornou
numa das minhas poucas razões para continuar a
querer lutar arduamente. A LSK é de França e o
Necromorbus da Suécia, no entanto penso que não
haverá grandes problemas com ensaios ou
concertos visto termos um ponto de referência
aonde nos encontrarmos e trabalharmos. Já para
o nosso ultimo álbum “Tormented Belief” não houve
qualquer problema em termos tido o Necromorbus
a gravar a bateria visto Ter sido gravado na Suécia
no seu próprio estúdio. Agora é só esperar e ver
como correrão as coisas. Em Maio temos uns
concertos agendados com Blacklodge (França) e
Aborym (Italia) em alguns países da Europa central,
estou ansioso para finalmente tocar com baterista.
Fala-nos um pouco do novo álbum «Tormented
Belief». A edição da Hiberica/Nightmare
Productions, em Vinyl, ainda é com
bateria programável, mas a edição CD
da Undercover Records e MC da Total
Holocaust Records já contam com o
Necromorbus, na bateria. Como
fizeram
quando
entrou
o
Necromorbus, gravaram tudo de novo,
ou so substituíram as pistas de bateria
programável, pela bateria orgânica.
Porque não editaram o CD também
pela Hiberica/Nightmare Productions.
Podes-nos falar - do essencial – das
editoras (Undercover Records e Total
Holocaust Records). “Tormented Belief”
é o meu trabalho mais pessoal e
melancólico, foi um processo de
composição ainda mais natural que nos
trabalhos anteriores mas muito difícil de
o ter partilhado com mais alguém. Toca
em algumas feridas muito pessoais e
revela um lado que muito dificilmente
poderei poder mostrar de outra forma. Não temos um pequeno preview mas nunca
é um álbum para se apreciar com os amigos chegamos a ter o trabalho final. Houve uma
a beber uns copos, é algo para se apreciar serie de confusões com a empresa que estava
sozinho, seguir as letras e cortar os pulsos e a produzir o video clip, acabou por dar tudo para
desejar pelo inicio do fim... A ideia era lançar o torto. Essa mesma empresa chegou a referir
o álbum somente em vinyl, não tinha ideia que tal video clip seria censurado devido ao seu
que haveria tanto interesse por parte de conteúdo extremo. Sei que tens outros
editoras para lançar este álbum noutros projectos alem dos CORPUS CHRISTII, os
formatos, foi com essas propostas que tive Storm Legion, Morte Incandescente e
a oportunidade de finalmente meter um Coldness, acho que são só estes, ou existem
baterista visto ter sido a primeira vez que outros. Falo-nos um pouco destes projectos
tivemos um orçamento minimamente (como por exemplo data de edição dos
aceitável para se poder captar uma bateria trabalhos, se têm dado concertos). De
decentemente.
Não
regrávamos, momento estou fora dos Storm Legion, o Ainvar
simplesmente remisturamos e masterizamos vai continuar como projecto a solo, chegamos
de novo, penso que há uma forte diferença a editar uma demo “Statement” pela Drakkar
entre o vinyl e o CD/tape mesmo fora a France, um EP “Rebirth of the Flame” pela
bateria, no entanto gosto de ouvir as duas Hiberica e temos um tema exclusiva na
versões visto mesmo o vinyl ter um tema compilação “Lusitânia Dark Horde” (Nightmare
extra que acho muito forte “Me the Hanged Prod). Morte Incandescente é um projecto que
One”. Como esta a ser feita promoção tenho vindo a dedicar-me a tempo inteiro,
nacionalmente e internacionalmente. A inicialmente tinha o Vulturius (Irae/ex-Flagellum
promoção em Portugal não está a ser Dei) comigo neste projecto mas ele saiu há
desenvolvida visto a Undercover não Ter pouco tempo devido a problemas pessoais. Até
distribuição oficial neste país, espero que então tenho/temos uma demo editada
seja algo a ser resolvido em breve. De “Ultimatum” (Nightmare Prod), um álbum em
momento somente pequenas distribuidoras CD/Tape “...your funeral” (Elegy Records/
tem estes trabalhos nos seus diferentes Mysantropia Prod) e dentro de muito breve split
formatos. Aconselho mandarem e-mail para CD com Krieg (USA), mais um split CD com
o [email protected] caso queiram Satanic Warmaster (FIN) e um split EP com
o álbum (CD), são 13 euros já com portes TAOS (FRA). Vamos tocar ao vivo dia 10 Abril
incluídos. Lá fora as coisas estão a correr no zum-zum no Porto e dia 17 Abril no Steel
relativamente bem, especialmente no Warriors Rebellion Fest em Barroselas.
mercado Alemão; Holandês e Belga visto a Coldness é o meu projecto a solo, só me dedico
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Undercover ter um contrato exclusivo com a ele quando gravo pois praticamente tudo é
uma boa distribuidora/promotora que tem improvisado em estúdio. Até então tenho uma
uma forte aderência nesses países. Os split Tape/CDr com Irae “Our Putrefacted
CORPUS CHRISTII, já tem algum Essence” e dentro de breve sairá o álbum
reconhecimento no underground estreia em CD. E alem dos habituas
internacionalmente, certo? Digamos que instrumentos, também tocas bateria em
quando alguém refere bandas Portuguesas, alguns projectos, e que tal te vais safando, é
dizem “Moonspell e Corpus Christii”... A com duplo bombo. Foi algo que sempre
quando da edição do The Fire God, falou- quiseste experimentar, ou foi na de não
se de um vídeo-clip em faixa multimedia, estares “atido” a ninguém ou a melhor algo
a incluir no cd. Só que por motivos de tão mecânico (caixa de ritmos). Tento o meu
censura não pude ser incluído no cd. O melhor... Também tens a Nigthmare
que se passou realmente, há Productions, como surgiu, e como esta
possibilidade de algum dia pudermos ver actualmente, muitas edições. Já editei uma
esse vídeo. Como é possível censurarem serie de demos de algumas bandas nacionais
um video-clip a nível underground. O e internacionais, o CD compilação “Lusitânia
video-clip nunca chegou a ser acabado, Dark Horde” e o LP de Corpus Christii. De
seguida será editado um split EP Satanic
Warmaster/Akitsa e de seguida o split CD
Satanic Warmaster/Morte Incandescente.
Aconselho darem uma olhadela no site
www.nightmareproductions.kom.pt (server tem
estado lento mas será resolvido em breve). A
ideia por detrás deste projecto foi fazer com que
haja uma distro em Portugal que distribui
exclusivamente Black Metal a preços baixos.
Como surgiu, a Compilação Lusitânia Black
Metal Horde, da Nigthmare Prod, que
abrange maioritariamente todas as bandas
underground de Black metal português,
todas com temas inéditos realizados
especialmente para esta edição. Era um
projecto que já tinha em mente desde 2000,
altura em que vi que estava a (finalmente)
aparecer boas bandas de Black Metal em
Portugal. Foi bastante difícil realizar este
trabalho mas valeu todo o esforço empenhado
visto ser uma compilação a sério, com bandas
a sério e com somente temas inéditos.
Resumindo são 15 temas, 65minutos de musica
das seguintes bandas : Storm Legion ; Acceptus
Noctifer ; Lux Ferre ; Flagellum Dei ; Decayed ;
Raptus ; ThyBlackBlood ; InThyFlesh ; Onirik ;
Morte Incandescente ; Flamma Aeterna ;
Coldness ; Inner Helvete ; Irae e Corpus Christii.
O que achas do actual movimento Black
Metal underground em Portugal. Tem as suas
boas bandas, algum pessoal dedicado mas
muita intriga, no entanto penso que é algo
comum em cada país, nada de novo. Espero
ver as coisas a correr melhor no futuro mas não
sei se será possível, sei sim que dou todo o
meu apoio às pessoas que dão tudo por tudo
para contribuir para o Black Metal e sua
Ideologia. O que pensas do panorama
metálico em Portugal e, como seria se
muitas
portas
se
abrissem
internacionalmente? Obras primas, que
marcaram o metal nacional - na tua
opinião. Ainda há poucas editoras
estrangeiras a darem atenção ao que se faz
cá por dentro mas penso que isso será algo
que teremos de ser nós a dar a volta, as
coisas tem mudado, é só ver os casos com
Moonspell, Decayed, Heavenwood, e mesmo
as minhas bandas. Os trabalhos Lusos que
me marcaram mais até então foram “In
Lustful Mayhem” dos Decayed, “Walking as
a Shadow” dos Onirik, “Spreading the Wrath
of Satan” dos Irae e mais alguns que de
momento não me vem à mente. Um grande
obrigado Nocturnus Horrendus /CORPUS
CHRISTII pela entrevista e muita força.
Ultimas palavras a Lusitânia e aos seus
leitores ou ate mesmo a Nação Underground - Portuguesa. Avé Satanás!
// www.corpuschristii.com //
// www.morteincandescente.cjb.net //
// www.coldness.cjb.net //
www.nightmareproductions.kom.pt
Entrevista realizada por
volta Fevereiro de 2004
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Saudações Devasth/Lux Ferre. Como
correram este vosso segundo e terceiro
concertos da vossa carreira? Obtiveram
boas reacções? Salvé! Correram muito
bem. O concerto em Panóias/Braga foi
excelente. O público ficou completamente
possesso. Francamente não
estava à espera de um
concerto assim. O concerto em
Alenquer também foi bom,
muito obscuro. A sala é que não
permite uma aproximação
entre o público e a banda. No
entanto foi uma memorável
noite de Black Metal. O line-up
ao vivo, tem fluido bem?
Excelentemente bem. Os dois
guitarristas já estavam
habituados a trabalhar em conjunto em
InThyFlesh por isso o resultado só poderia
ser bom. É possível saber porque é que
o Baal Sabbath não acompanha a banda
ao vivo? Ele simplesmente não quer. Isso
é com ele. Se ele não quer, eu não vou
insistir. Porque é que só ao fim de três
anos começaram a fazer concertos ao
vivo? Foi porque só nesta altura é que
conseguiste um line-up que tivesse
dentro de si o espírito ideal para os Lux
Ferre ao vivo? Só agora é que a coisas se
proporcionaram. Eu mantive a esperança
que o Baal Sabbath mudasse de ideias,
mas não mudou. Um dia ele vira-se para
mim e disse que se eu quisesse que
arranjasse pessoal para tocar ao vivo.
Como era algo que eu queria muito, agi logo
e procurei pessoas que encaixassem
dentro do ideal da banda. Agora
funcionamos perfeitamente bem ao vivo
embora eu seja o único elemento comum
ao vivo e nas gravações. Esses membros
são conhecidos do underground
metálico nacional? Sim. Pestilens
(anteriormente conhecido por Inferi Dii) toca
guitarra ritmo e foi guitarrista de InThyFlesh
e é o mentor do projecto Nightrealm. Adon
Chrysaor também tocou guitarra em
InThyFlesh e actualmente faz parte de
Flagellum Dei e Greyscales. War Faust, o
baixista, é o dono da War Productions. Apesar
deles te acompanharem ao vivo, o núcleo
compositor serás sempre tu e Baal Sabbath
ou se eles derem boas ideias serão
aceites? O núcleo criativo é esse mesmo, mas
se eles sugerirem ideias que se adeqúem á
banda serão bem vindas.
Aliás, o Pestilens já se
encontra a compor uma
faixa para Lux Ferre. Como
está a preparação da turné
prevista entre 30 de Abril
e 10 de Maio, juntamente
com Daemonlord e Cirith
Gorgor? Achas que estão
preparados
para
“embarcar lá para fora” só
com a experiência de
cerca de 3 concertos dados por cá
(Portugal) ate agora? Não sei se estamos
preparados. Talvez mais um ou dois concertos
nos fizesse bem. Até á altura talvez
consigamos fazer esses mesmos concertos.
Os três concertos que demos correram-nos
muito bem, portanto acho que estamos no bom
caminho. As datas da tour estão quase todas
acertadas, embora ainda não é certo se vão
ser mesmo 10 dias. Como surgiram as
colaborações do “brasileiro” Lord Mantus
(Mysteriis, Darkest Hate Warfront,
AncientBlood) na bateria neste novo
registo “Antichristian War Propaganda”?
Houve um dia que ele me mostrou um ensaio
de Mysteriis em que na altura era ele o
baterista. Eu comparei a velocidade que ele
tocava com a velocidade de Lux Ferre e
cheguei á conclusão que a velocidade era a
mesma. Depois foi só convidar! Agora ao vivo
voltaram a usar a caixa de ritmos. Qual é a
tua opinião a cerca de muitas “pessoas”
gostarem um pouco mais do vosso som
com a caixa de ritmos em vez de uma
bateria orgânica? Bem, eu já ouvi de tudo!
Já me vieram dizer que ao vivo, um baterista
real funcionava melhor. Mas isso é uma coisa
que por enquanto é impossível, continuaremos
com bateria pré-programada. Também já me
vieram dizer que Lux Ferre é bom é com caixa
de ritmos, que funciona melhor e que tem mais
força. Ora bem, eu estou farto de baterias
programadas, e não há nada que substitua um
baterista verdadeiro! A partir de agora só
usaremos bateria programada em
lançamentos em que não nos paguem os
estúdios para a gravar. Suponho que a caixa
de ritmos surgiu por não conseguirem um
baterista que reunisse os vossos
requisitos, é verdade? Pois… quer em
termos de velocidade, técnica e ideais. Vamos
a ultima questão sobre a bateria programa.
Em estúdio és tu que a programas, tens
alguma experiência musical (tocas algum
instrumento) ou apenas te dedicas a fazer
ritmos? Digo isto porque penso que para
programar uma “boa bateria” é preciso ter
os mínimos conhecimentos musicais. Mas
pelos vistos enganei-me já que estás a
fazer um bom trabalho. No split CD “Kult Of
The Black Flame” um amigo nosso
(Necrofagus Satanica) ajudou-nos na
programação, pois ele é mesmo baterista. Mas
agora sou só eu que as programo com a
“supervisão” do Baal Sabbath. Eu não toco
nenhum instrumento, mas acho que tenho
conhecimento básico de como funcionam os
ritmos de uma bateria. No caso de saberes
tocar algum instrumento porque é que não
participas na gravação/composição? Eu
participo na composição também, embora não
saiba tocar guitarra. Como surgiu o
contracto com a editora alemã Ketzer
Records? A Ketzer andava á procura de uma
banda e o dono fez essa conversa ao dono de
uma webzine que tinha feito á pouco tempo
uma review a uma das nossas demos. O dono
da Ketzer visitou o nosso site e ouviu os MP3
lá disponíveis. Depois entrou contacto
connosco. Estão a obter uma boa
divulgação lá fora? A Ketzer Records está a
fazer um excelente trabalho e mandou pacotes
promocionais para tudo que é sítio. Inclusive
meteu publicidade em algumas das principais
revistas europeias. Recentemente fomos
entrevistados para a Rock Hard alemã. Como
tem sido o feedback vindo lá de fora? E de
Portugal? Tem sido muito variado como é
hábito. Muitos gostam, outros não. Eu
realmente não me importo com isso. O que
me interessa é que faço aquilo que gosto.
Em Portugal és tu (Devasth) que és o
responsável pela divulgação da banda.
Como esta a correr? É uma chatice.
Começo a perder a paciência para certas
coisas. A banda apresenta uma filosofia
“faz tu mesmo”. Achas que é melhor
fazeres por ti do que a estares a espera
que os outros façam? Sai mais barato e
sai como tu queres. Basta ter muita
paciência para explorar o software e o
hardware ao máximo. Para mim esta é a
melhor maneira, mas isto é a minha
opinião…Porque é achas que em todas
as entrevistas te perguntam se os Lux
Ferre são NS ou qualquer coisa
relacionada? Achas que será por causa
da cruz de ferro - usada no vosso logo , apesar desta ser pré-nazismo? Deve
ser. Assim dá para avaliar a estupidez de
algumas pessoas. Eu estou desconfiado
que vou deixar de responder a entrevistas
que envolvam questões desse género…
Numa entrevista, disseste que a vossa
parte musical era anos ’90 (isto em
relação ao black metal), e as letras eram
anos ’80. Na minha opinião esta última,
acho estranha, já que na altura as
bandas com letras satânicas, ou mesmo
as outras, não apresentavam letras tão
violentas/agressivas como hoje em dia
e como as vossas. São influências, ou
apenas um update personalizado?
Depende das letras. Há algumas que são
bem directas e outras que só
mesmo nós é que as
compreendemos.
Certamente, quando me
referi a essas letras com
influencias do anos ’80,
referia-me ás mais directas.
Mas tens razão, elas são um
update. Podes-nos falar
um pouco sobre Darkest
Hate Warfront, e de
novidades para breve? O
álbum vai sair finalmente
algures durante este ano pela Ketzer não é? Essa censura alemã é uma autêntica
Records. A outra editora (quem nem contradição. Eles tanto se querem afastar do
merece ser mencionada) que era para passado que se aproximam mais dele. Por
lançar o álbum cortou contacto connosco e acaso estava á espera que acontecesse algo
demonstrou muita falta de profissionalismo com o artwork… mas acabou por suceder com
e competência. Qual é o teu as letras. Fiquei espantado e este assunto
conhecimento
do
undergound causou um atraso no lançamento do álbum.
brasileiro? Podes-nos dar alguns nomes Para o próximo álbum, vais ter mais
de bandas que estejam a fazer um bom cuidado ou vais tentar fazer um artwork
trabalho? Eu nãos estou muito a par de ainda mais agressivo? Não sei. Ainda nem
underground brasileiro. Conheço algumas sequer pensamos nisso! Talvez algo menos
bandas como Mysteriis, Grave Desecrator, directo… o tempo dirá. Além de vocalista de
Murder Rape, Ocultan e Pactum. Em Lux Ferre também fazes trabalhos gráficos
relação à parte gráfica é 100% com o pseudónimo de Eternal Evo. Como
responsabilidade tua. No vosso novo estás actualmente de trabalhos? Há
trabalho achei interessante um pequeno novidades? Eu actualmente não estou a
ou até mesmo grande pormenor, que é aceitar trabalhos para a Eternal Evo designs.
Cristo na cruz invertida estar no meio Ando sem tempo para isso pois a universidade
de um caminho pequeno como se diz requer muito do meu tempo pois estudo
nas aldeias “breda”. Queres representar Audiovisual e Multimédia e tenho constantes
ou dizer algo com este pormenor (se é trabalhos para apresentar. Somente mantenho
o que estou a pensar já aqui o os que tenho. Começaste logo a
mencionei, subliminarmente) ? E depois desenvolver páginas profissionais para as
aquela explosão no fundo do bandas como por exemplo HC. Já tinhas
horizonte…. Deixo isso ao critério de cada desenvolvido outras mais simples ou de
um. A capa é simples e provavelmente uma forma mais amadora a nível de bandas
cliché. Eu não me importo com isso pois e assim...? O primeiro site que fiz para uma
aquela é a mensagem que quero transmitir. banda foi para os ThanatoSchizO. Eu fui
Essa mensagem é bem simples, agora aprendendo sozinho com alguns projectos
subliminarmente cada um encara como pessoais relacionados com o metal. Depois
quiser. O vosso artwork esteve quase em parei com isso e resolvi dedicar o meu tempo
vias de ser censurando. Podes falar a sites de bandas. Obras primas, que
hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
sobre
isso, já que há muita gente, não marcaram o metal nacional - na vossa
está a par do que se passou? Quando opinião? A demo que tenho que mais gosto é
estavas a idealizar e realizar o artwork Flagellum Dei “Thy Plague”. É fenomenal! Mas
não te passou pela agora assim de repente não me estou a
cabeça que isso poderia lembrar de mais nada...Devasth/Lux Ferre é
acontecer, já que a tudo...por esta vez…muita força…e
Alemanha apesar de ser persistência… Últimas palavras… Obrigado
um país em certo ponto pelo apoio a Lux Ferre e ao Verdadeiro Black
evoluído, é tramada para Metal Português. Salvé Lúcifer!
censurar, e temos o bom
exemplo dos Cannibal
www.luxferre.kom.pt
Corpse. Não foi o artwork
que esteve para ser
- o caminho para a perdição censurado, foram as letras
Entrevista a 5 de Março de 2005
que foram consideradas
muito violentas. Absurdo

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