Revista Elo

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Revista Elo
www.revistaelo.com.br
elo
CONCO
A 5 MIN
R RA
IATU R AS
As grandes
obras que
a Sotreq
ajudou a
construir nos
últimos anos
■A
forte presença da Aripuanã
nas obras de Rondônia
■ Buffon’s
se prepara para aumentar
a sua produção em 200%
Impressão
Distribuição
PreMedia & PrePress
Serviços Editoriais
R. Dr Rubens Meirelles, 71 - Barra Funda - S o Paulo - SP - Fone: 3871 7300 - www.voxeditora.com.br
Nº 50 | ANO 10 | ABRIL/MAIO/JUNHO 2009 | UMA REVISTA DO GRUPO SOTREQ
■ Equipamentos
TRECHO SUL DO RODOANEL
97998-Capa_V1_Rod.indd 1
Caterpillar ganham
produtividade com novas tecnologias
29.05.09 20:53:08
THE cat rental store.
para cada necessidade,
sempre uma grande
escolha.
A Sotreq possui um grande estoque de máquinas
para locação, com modelos atuais de diversos
tamanhos e utilidades. E tudo com a maior
simplicidade e facilidade de alugar. Entrega
rápida, manutenção preventiva e completa
orientação técnica.
Sumaré: (19) 3864-6438 • Rio de Janeiro: (21) 3865-7798/7799 • São Paulo: (11) 3718-5005 • Contagem: (31) 3359-6144
Goiânia (62) 3265-6003 • Belém: (91) 3211-9500 • Serra: (27) 3398-1100 • Manaus: (92) 3183-7600 • Ribeirão Preto: (16) 3627-2525/2809
Uberlândia: (34) 3236-6300 • São José do Rio Preto: (17) 2138-8500 • Araçatuba: (18) 2102-7900 • Cuiabá: (65) 2121-1400
www.gruposotreq.com.br
2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa
e de produto usadas aqui são marcas registradas Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
AdSotrec -escolha.indd 1
3/13/09 3:07:25 PM
SUMÁRIO
elo
ANO 10 - Nº 50 - ABRIL/MAIO/JUNHO 2009
www.revistaelo.com.br
Revista de circulação trimestral editada pela Sotreq
S.A. (organização Caterpillar), dirigida aos usuários
de equipamentos e de veículos de carga dos segmentos de construção pesada e civil, mineração, industrial, florestal, petrolífero, agropecuário, energia,
movimentação de materiais, locação, navegação,
manutenção e serviços públicos.
6
Gerência Geral
Paulo César Furtado Moura
Gerente Corporativo de Inteligência de Mercado
REPORTAGEM ESPECIAL
A participação da Sotreq nas grandes obras, como a do
Rodoanel, que contribuíram para o desenvolvimento do Brasil
EDITORIAL
28
CONCURSO CULTURAL
12
TECNOLOGIA
30
MINERAÇÃO
14
PEÇAS
32
MARÍTIMO
34
ENERGIA
36
ASSOCIAÇÃO
38
CONSTRUÇÃO
39
SERVIÇOS
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16
18
20
O presidente da Sotreq celebra
a 50ª edição da Revista ELO
Sistemas favorecem a produção e
preservam o meio ambiente
Peças de reposição proporcionam
maior desempenho e seguem a
evolução dos equipamentos
SERVIÇOS
Treinamentos aumentam
a vida útil dos equipamentos
CONSTRUÇÃO
A importante atuação da
Construmil em várias obras pelo país
CONSTRUÇÃO
Traterra comemora 20 anos
querendo expandir suas atividades
em vários estados
CONSTRUÇÃO
As obras da Aripuanã que levam o
progresso à região amazônica
Concorra ao sorteio de cinco
miniaturas Caterpillar
Sistemas eletrônicos baixam
custos e maximizam
produtividade de equipamentos
de mineração
Embarcações de alumínio da ETP
usam motor Caterpillar
Potiguar e Potiguar III podem
produzir 120 megawatts/hora
Apelmat estimula o crescimento de
seus 200 associados
Há 47 anos, a tecnologia Caterpillar
é a principal opção da Euplan
Múltipla presta serviços de obras
públicas e particulares
Coordenação Geral
Claudia Silveira Vale
Coordenadora de Inteligência de Mercado
[email protected]
Jornalista Responsável
Roberto Muylaert (MTb 2.967)
Diretor Roberto Muylaert
Diretora Marília Muylaert
Publisher e Editor Roberto Muylaert
Diretor de Redação Mário Sérgio Venditti
Redação André Cid, João Guimarães,
Maria da Penha D. B. de Moraes
Revisão João Hélio de Moraes
Colaboradores Anderson Costa, Décio Costa,
Diego Ortiz, Geiza Martins, Larissa Rodrigues,
Sergio Caldeira, Renata Vieira (Know How Comunicação), Rodrigo Cabral, Taís Fiorese (textos);
Humberto Silva, Pedro Paulo Figueiredo, Pedro
Scliar, Renato Reis, Renato Stockler/Na Lata,
Roberto Bellonia, Sergio Caldeira (fotos)
Arte, Design e Publicidade
Maria Giani Pinho de Souza, Paula da Silva
Sperandio, Rodney Monti
Departamento Comercial
Marília Muylaert (Diretora Executiva)
Coordenadora
Maria Natália Dias
Administração
César Luiz Pereira (Diretor Administrativo)
Daniela Cristina Sierra de Paula
RMC EDITORA LTDA
Rua Deputado Lacerda Franco, 300
19º andar – 05418-000 – São Paulo/SP
Tel.: (11) 3030-9360 – Fax: (11) 3030-9370
[email protected]
22
CONSTRUÇÃO
40
INSTITUCIONAL
Pré-impressão e Impressão Vox Editora
Tiragem 31.000 exemplares
24
FLORESTAL
42
TREINAMENTO
26
FLORESTAL
A Sotreq S.A. é revendedora exclusiva dos produtos, serviços e sistemas Caterpillar em Minas
Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pará,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Espírito Santo, Distrito Federal, Tocantins,
Rondônia, Amapá, Roraima e Acre.
Subsidiárias: Somov, MDPower e Soimpex.
Vale do Rio Novo se concentra na
recuperação de estradas
Planos da Buffon’s para aumentar
a produção em 200%
Carregadeira Florestal Caterpillar
eleva a produtividade da
empresa mineira Morais
Sotreq completa 30 anos de
atuação no Pará
Perkins UK faz conferência sobre
vendas com a MDPower
FOTO DE CAPA: Renato Stockler/Na Lata
2009 abril/maio/junho
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■
3
29.05.09 16:35:20
EDITORIAL
Carl Alfred Orberg
ELO celebra sua
50ª edição
A
Revista ELO está em festa! Este número
representa um momento de celebração para
todo o Grupo Sotreq. Ela está entrando em
seu décimo ano de publicação, um tempo marcado
pela permanente motivação em promover nossos
clientes e parceiros, bem como nossos produtos e
serviços. Portanto, este é um momento para refletirmos sobre o alcance da revista e o papel representado por ela nos mercados de construção, mineração,
energia e movimentação de materiais.
A Revista ELO teve seu primeiro exemplar distribuído em abril de 2000, quando destacou a maior
mina de ouro do Brasil, localizada no estado do Pará,
e seu processo de exploração e importância para o
país. A partir daquele momento, várias obras de infraestrutura enriqueceram cada edição, mostrando
que o Grupo Sotreq sempre está presente quando o
assunto é o progresso do Brasil. Obras como a Hidrelétrica Cana Brava (TO), Usina Hidrelétrica de Funil (MG), asfaltamento da Transamazônica (PA), Alça
Rodoviária (PA), construção da UHE Campos Novos
(SC), despoluição do Rio Tietê (SP), Rodoanel (SP),
duplicação da UHE Tucuruí (PA), expansão sucroal-
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Presidente do Grupo Sotreq
4
n
cooleira (SP), UHE Estreito (MA/TO), a maior fábrica
de celulose do mundo (MS), geração de energia por
meio do lixo (SP), Gasoduto Campinas-Rio (SP/RJ) e
duplicação da Rodovia Fernão Dias (SP) foram algumas das quais participamos com nossos produtos e
serviços e que foram retratadas nas 50 edições da
ELO veiculadas até hoje.
Por isso, nossa dedicação na entrada de seu
décimo ano extrapola a preocupação em “fazer uma
boa revista”. Nossa motivação e orgulho se refletem
em fazer parte da história dos desafios e conquistas
alcançados por nossos clientes e pelo próprio país.
Atualmente, a ELO é a revista sobre equipamentos
de maior circulação do Brasil. São 25 mil exemplares
distribuídos a cada trimestre para nossos clientes,
parceiros, órgãos públicos e entidades de reconhecido destaque nos segmentos onde atuamos.
A ELO também é responsável por promover o
Grupo Sotreq, constituído pela Sotreq – que deu
ori­gem ao nome do grupo –, Somov, MDPower e
Soimpex. Possui mais de 30 estabelecimentos comer­
ciais e operacionais, localizados próximos aos mercados de maior consumo e em todas as capitais do
seu território de representação exclusiva Caterpillar,
que abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro,
Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Amazonas,
Rondônia, Roraima, Amapá, Tocantins e Acre.
Esta edição comemorativa marca a elaboração de
um novo projeto gráfico e novo logotipo, sem dei­xar
de lado a qualidade e a credibilidade das reportagens.
Além dessas mudanças, estamos pu­blicando nesta
edição uma reportagem contando a história das principais obras de infraestrutura veiculadas nos últimos
anos e que tiveram importância para o cenário nacional. Esse período também foi marcado pelos avanços
tecnológicos desenvolvidos pelo Grupo Sotreq e Ca­
terpillar e que merecem destaque pelas contribuições
dadas à operação e manutenção de equipamentos,
facilitando e garantindo ganhos de produtividade aos
nossos clientes. E, como constante compromisso, a
edição número 50 traz reportagens sobre vários clien­
tes e suas contribuições para o país.
Somente ações e compromissos como esses garantem à ELO o título da revista sobre equipamentos
de maior circulação e reconhecimento no país.
Uma boa leitura a todos!
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C
M
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K
ESPECIAL
SOTREQ,
CONTRIBUINDO
PARA O
PROGRESSO
DO BRASIL
Empresa participa ativamente das principais construções
que ajudaram o crescimento do país nos últimos anos
6
■
C
rescimento e desenvolvimento. Essas palavras
estão na ordem do dia de qualquer administrador do mundo. Seja ele de um pequeno comércio, de uma empresa ou até mesmo de um país. E
as marcas Sotreq e Caterpillar se orgulham em firmar
acordos com empresas públicas e privadas para garantir o crescimento no Brasil. As duas sempre estiveram presentes na construção de fábricas, abertura
de minas, estradas, ferrovias e hidrelétricas no Brasil,
por meio do fornecimento de equipamentos e suporte
ao produto para seus clientes e parceiros que são os
responsáveis pela execução das obras. Tudo devidamente documentado pela Revista ELO, que está
entrando em seu décimo ano de circulação.
Um bom exemplo da contribuição da Sotreq
para o progresso do país é a sua forte presença na
mineração, um dos mercados com maior volume de
movimentação financeira atualmente. Na opinião
do presidente do Instituto Brasileiro de Mineração
(Ibram), Paulo Camillo Vargas Penna, o setor é o mais
importante do Brasil. Segundo ele, basta pensar que,
para qualquer grande obra de infraestrutura, a mineração garante os insumos básicos. “Veja o caso da
duplicação de uma rodovia: a base da estrada é feita
de brita e areia”, diz. “Quanto mais obras civis, mais
mineração. Ou seja, quanto mais construções, mais o
setor se desenvolve.”
Para se ter ideia, o setor praticamente quadruplicou
nos últimos anos. “Em 2001, a mineração movimentou
mais de 13 bilhões de reais, enquanto em 2008 o montante chegou a 51 bilhões de reais”, afirma Penna. “E
a Sotreq contribui de maneira significativa para a
infraestrutura do setor, fornecendo máquinas e equi-
pamentos.” Nos próximos cinco anos, a expectativa é
que haja um investimento de cerca de 47 bilhões de
dólares. “Esse valor é voltado para a abertura de novas
minas e para a logística da mineração”, afirma Penna.
Vale ressaltar que a importância de uma construção
não se resume ao seu resultado final. No caso de uma
nova fábrica, por exemplo, há mais fatores envolvidos
do que o canteiro de obras em si, como a geração de
empregos e renda para a comunidade local.
O desenvolvimento também favoreceu o setor de
construção civil. Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e
Manutenção (Sobratema), Paulo Oscar Auler Neto, o
nível de exigência dos clientes aumentou muito nos
últimos dez anos, exigindo maior profissionalização do
setor. “Antes, demorava-se entre oito e dez anos para
se construir uma grande usina hidrelétrica. Hoje, uma
do mesmo porte é feita em três anos e meio”, revela.
Assim como os prazos, os orçamentos também
diminuíram. O que fez com que os responsáveis pelas
obras ficassem bem mais criteriosos. “Ninguém mais
compra uma máquina sem analisar a sua produtividade. Agora, os clientes tomam diversos cuidados,
como o de calcular o gasto de combustível de cada
equipamento”, diz Auler. A mão de obra não ficou de
fora. “Ela ficou mais especializada. Aquela figura do
mecânico que cuida de tudo não existe mais”, diz o
vice-presidente da Sobratema. Sobre manutenção,
aliás, Auler afirma que o mercado ficou muito exigente com a rede do distribuidor. “Atualmente, os
clientes contam com mecânicos generalistas em seus
canteiros e esperam que seu dealer esteja plenamente preparado para atendê-los quanto antes”, afirma.
CANTEIRO DE
OBRAS do trecho
Sul do Rodoanel:
máquinas da
Caterpillar presentes
na principal obra
dos últimos anos
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especial
“Para isso, é essencial um revendedor com sucursais
em diversas regiões.”
Obras realizadas em menos tempo geram maior demanda por equipamentos. De acordo com o presidente
da Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de
Máquinas de Terraplanagem, Ar Comprimido, Hidráulicos, Equipamentos de Construção Civil (Apelmat), Maurício Briard, esse crescimento é nítido. “Há três anos,
tínhamos 90 empresas locadoras de equipamentos
associadas à Apelmat, hoje são cerca de 200”, diz. “E
esse tipo de serviço nem sequer existia há dez anos.”
O interessante é que essa utilização em massa também auxilia no desenvolvimento das máquinas Caterpillar. Para Briard, essa foi a grande mudança no setor
de construção civil nos últimos anos.“A partir de 2000,
o país recebeu uma diversidade de equipamentos mais
modernos e atualizados”, afirma. “Veja o exemplo da
escavadeira: anos atrás era praticamente outro equipamento. Hoje ela tem comandos mais modernos e atualizados, ficando mais fácil de trabalhar.”
Nesta reportagem, você vai conferir algumas das
principais obras em que a Sotreq esteve presente e com
cobertura da Revista ELO. Tratores de esteiras D8T,
D10T, D11R, motoescrêiperes 621G, motoniveladoras
120M, 140M e 160M, compactadores CB-224E, escavadeiras 365L, 365C L e 385C L, carregadeiras 277CI...
Todo o universo de equipamentos Caterpillar distribuídos pela Sotreq marcou presença nas obras, ajudando
a construir um pouco mais do Brasil.
DIVULGAÇÃO
principais obras
No centro, área
petrolífera de Urucu,
onde é explorado
o gás natural
transportado pelo
gasoduto da Petrobras.
Na outra página,
trecho da Ferrovia
Norte-Sul já finalizado
quilômetros da capital. A via interligará todas as dez
rodovias que chegam a São Paulo – Régis Bittencourt,
Raposo Tavares, Castelo Branco, Bandeirantes, Anhanguera, Fernão Dias, Dutra, Ayrton Senna, Imigrantes e
Anchieta. Seu objetivo é reduzir a passagem de veículos pesados pela capital para chegar ao seu destino.
O projeto de execução foi dividido em quatro trechos:
Norte, Sul, Leste e Oeste – este, em operação desde
2002. Hoje, está em execução o lado Sul da rodovia,
que terá 61,4 quilômetros de extensão. O investimento
é de 4,18 bilhões de reais. Estima-se que o trecho reduzirá em 43% o movimento de caminhões na Marginal
do Pinheiros e em 37% na Avenida dos Bandeirantes.
A Sotreq está com forte atuação nas obras. Os
clientes contam com uma equipe de campo da empresa disponível para eventuais manutenções e consulto-
RODOANEL
Quando concluído, o Rodoanel contornará a região
metropolitana de São Paulo numa distância de 20 a 40
Por meio da Sotreq, os equipamentos Caterpillar estão nas principais obras de infraestrutura e exploração
dos últimos anos, que contribuíram para o desenvolvimento do país e tiveram cobertura da Revista ELO
Despoluição do Tietê
em São Paulo
Previsão de término em 2015
Uma manifestação popular fez
um abaixo-assinado com mais
de 1,2 milhão de adesões e o
governo do estado de São Paulo
implantou o programa, que é
dividido em três fases. Entre
as ações para a limpeza do rio
está a construção de milhares
de quilômetros de coletores de
esgoto e estações para o tratamento da água poluída antes de
ser despejada no Tietê.
1992
8
n
elo
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Duplicação da Rodovia
Fernão Dias
Término em 2005
A BR-381 (Rodovia Fernão Dias)
foi duplicada no trecho entre Be­lo
Horizonte e a divisa do estado de
São Paulo. A obra foi financiada
pelo governo federal e executada
pelo estado de Minas Gerais.
O investimento foi de
1,023 bilhão de reais. De­pende
da estrada 20% de toda a pro­
dução dos parques industriais
de Minas e São Paulo. A rodovia
possui 1.181 quilômetros.
1994
Rodoanel de São Paulo
Oeste
Término em 2002
Sul
Início em 2006
Previsão de término em 2010
A construção do Rodoanel está
dividida em quatro trechos:
Oeste, Sul, Leste e Norte. Seu
traçado circunda a região
metropolitana de São Paulo,
cruzando setores urbanos e
áreas rurais. O objetivo é desafogar o trânsito na região,
retirando o fluxo de passagem.
1998 (Oeste)
Usina Termoelétrica Bandeirantes
Término em 2004
Construída no bairro de Perus,
em São Paulo/SP, a Termoelétrica
Bandeirantes contou com um
investimento de 17 milhões de
dólares e foi finalizada em tempo
recorde: apenas nove
meses. Além das máquinas para
o canteiro de obras, a Sotreq
também está presente dentro da
usina, onde 24 grupos geradores
Caterpillar produzem energia
a partir do gás metano.
Sua capacidade é
de 170 MW/hora.
2003
Ferrovia Norte-Sul
Previsão de término em 2009
Quando concluída, a Ferrovia
Norte-Sul possuirá uma extensão
de 1,98 mil quilômetros entre os
estados de Goiás, Maranhão e
Tocantins. A FNS está sendo implantada pela Valec - Engenha­
ria, Construções e Ferrovias S.A.,
empresa pública do Ministério
dos Transportes que detém a
concessão para sua construção
e operação. A obra remonta até
o período de 1980, mas boa
parte de sua construção está
sendo feita desde 2005 –
atualmente por meio do
Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC).
2005
Gasoduto da Petrobras
Término em 2009
Construído entre a área
petrolífera de Urucu e Manaus, o
duto tem vazão para transportar
até 4,7 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.
Quando pronta, a estrutura
abastecerá as termoelétricas
de Manaus para produção de
energia para mais de 1,5 milhão
de pessoas.
2007
Eclusas de Tucuruí
Previsão de término em 2010
Projetada em 1981, só saiu
realmente do papel em 2007,
após a incorporação do projeto
no Programa de Aceleração do
Crescimento. Seu principal objetivo é incentivar a navegacão
do Rio Tocantins, no Pará. Serão
duas eclusas que permitirão a
passagem de barcos com até
33 metros de largura e 210 de
comprimento.
2007
A maior fábrica de celulose
do mundo
Término em 2009
Localizada em Três Lagoas/MS,
a fábrica tem capacidade para
produzir 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano.
O parque fabril possui 2,1
milhões de metros quadrados.
A área de plantio de eucaliptos
que vai abastecer a fábrica
tem 140 mil hectares,
e a área de
preservação
de matas
nativas é de
60 mil hectares.
2007
2009 abril/maio/junho n
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especial
celulose
A fábrica da
Votorantim Celulose
e Papel: capacidade
para produzir 1,3
milhão de toneladas
de celulose por ano.
Na outra página,
trecho já duplicado da
Rodovia Fernão Dias
ria, além de manutenção preventiva, gestão de fluido
e gerenciamento do material rodante. Por se tratar de
uma obra em que as máquinas ficam em operação quase 100% do tempo, alguns clientes optaram também
por alugar equipamentos do Rental Store da Sotreq São
Paulo.
ECLUSAS DE TUCURUÍ
A Hidrelétrica de Tucuruí foi construída no Rio Tocantins, no estado do Pará. Para vencer o desnível do
rio de cerca de 75 metros criado pela usina, foi necessária a construção de duas eclusas, uma em cada lado
da barragem. Seu projeto é contemporâneo ao da hidrelétrica, mas as obras só ganharam fôlego extra em
2007, com sua incorporação no PAC. Sob responsabilidade da Construtora Camargo Corrêa, tem previsão de
inauguração para o próximo ano. A expectativa é que
seja criado um novo modal de transporte para aquela
região, incentivando a navegação local. A Sotreq Pará
e Amapá está presente no canteiro de obras com 20
equipamentos entre escavadeiras, motoniveladoras e
carregadeiras, além de suporte técnico e de manutenção para os equipamentos.
PROJETO TIETÊ
O projeto de despoluição foi implantado pelo governo do estado de São Paulo entre 1995 e 1998. Nessa
época, os paulistanos acostumaram-se a ver as escavadeiras hidráulicas 330C e 330B embarcadas retirando
material do fundo do rio, sendo todos os equipamentos
fornecidos pela Sotreq.
Com investimento de 1,1 bilhão de dólares, foram
construídas três estações de tratamento de esgotos:
São Miguel, ABC e Parque Novo Mundo – com vazões
para tratar 1,5 mil, 3 mil e 2,5 mil litros de esgoto por
segundo, respectivamente. Dessa forma, a água poluída coletada nas empresas e residências deixou de ser
lançada in natura no rio, passando antes por um tratamento que diminui o nível de sua carga poluidora.
A segunda etapa do projeto foi iniciada em 2002
e concluída no final de 2008. O trabalho consistiu na
ampliação dos índices de coleta de esgotos da região
metropolitana de 80% para 84% e do tratamento de
62% para 70%. Dessa vez, o investimento foi de 400
milhões de dólares. A terceira etapa do Projeto Tietê já
está em negociação e terá vigência até 2015, com um
investimento de cerca de 800 milhões de dólares.
DUPLICAÇÃO DA FERNÃO DIAS
A obra começou em 1994 e foi realizada em duas
etapas. O trecho duplicado vai de Belo Horizonte/MG
até o estado de São Paulo. No total, foi investido 1,023
bilhão de reais. A duplicação do trecho Minas-São Paulo favorece polos industriais situados em cidades do sul
de Minas. No local, há um fluxo que varia de 13 mil a 16
10
n
elo
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mil veículos/dia, sendo 60% pesados e 40% leves.
Dependem dessa estrada 20% de toda a produção
dos parques industriais de Minas e São Paulo. Cerca de
43% da economia mineira passa pela via: só de produtos agrícolas são 3 milhões de toneladas por ano.
Entre as máquinas Caterpillar utilizadas na obra estavam os compactadores CB-434B/C, pavimentadoras
AP-1050A/B, carregadeiras 950F-II e motoniveladoras
140H e 120B/G, com um regime de operação de cerca
de 200 horas por mês.
FÁBRICA DE CELULOSE
Em março passado, a Votorantim Celulose e Papel
(VCP) iniciou a operação da maior fábrica de celulose
com uma única linha de produção do mundo. Localizada em Três Lagoas/MS, a planta tem capacidade para
produzir 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano. A
área de plantio de eucaliptos que abastecerá a fábrica
possui 140 mil hectares, e a área de preservação de
matas nativas é de 60 mil hectares. A atuação da VCP/
MS na região gerou cerca de 30 mil novos postos de
trabalho em diversos setores.
A grandiosidade dessa obra exigiu também um trabalho diferenciado por parte da Sotreq. Cerca de 70%
dos equipamentos utilizados na obra eram Caterpillar.
Devido a esse número, a Sotreq Campo Grande/MS
optou por catalogar todas as máquinas utilizadas por
número de série e ano de fabricação e, em cima desses
dados, traçou um perfil dos mecânicos mais indicados
para atender aos chamados de manutenção. Dessa
forma, foi possível obter tempos menores de máquinas
paradas e a obra pôde ser executada num período recorde de dois anos.
FERROVIA NORTE-SUL
O traçado da Ferrovia Norte-Sul (FNS) prevê a construção de 3,1 mil quilômetros de trilhos até meados de
2010. Foi projetada para promover a integração nacional, minimizando custos de transporte de longa distância e interligando as regiões Norte e Nordeste ao Sul e
Sudeste, por meio de conexões com 5 mil quilômetros
de ferrovias privadas existentes. A grande expectativa
com a FNS é que ela incentive a ocupação econômica e
social do cerrado brasileiro, oferecendo a infraestrutura
de transporte necessária para o escoamento da produção agropecuária e agroindustrial. Diversas construtoras como Andrade Gutierrez e Norberto Odebrecht participaram da obra em diferentes lotes. Equipamentos
Caterpillar como os tratores D6T, as motoniveladoras
140H e os compactadores CP-533E marcam presença
na obra.
GASODUTO DA PETROBRAS
Em processo de finalização, o gasoduto da Petrobras
A duplicação da Rodovia Fernão
Dias demorou dez anos e favorece
cerca de 16 mil veículos
diariamente, sendo 60% pesados
também está entre os maiores desafios da Sotreq no
Amazonas. Com 670 quilômetros de extensão, o duto
liga a área petrolífera de Urucu, no município de Coari,
até a capital, Manaus. Sua capacidade é de 4,7 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. O investimento foi de cerca de 550 milhões de dólares, e
os responsáveis pela construção foram os consórcios
Camargo Corrêa/Skanska, Andrade Gutierrez/Carioca
e OAS/Etesco. Grande parte da obra foi feita em meio
à mata virgem, o que dificultou muito a operação. No
caso de manutenção, era impossível retirar as máquinas do meio da floresta. Por isso, a Sotreq Manaus deu
assistência técnica no canteiro de obras, mantendo
um estoque de peças dentro da mata. Participaram da
construção mais de 300 máquinas Caterpillar.
Esses e tantos outros empreendimentos foram mostrados nas páginas da Revista ELO, que entra em seu
décimo ano de circulação. E a revista continuará mantendo seu firme propósito de divulgar a contribuição da
Sotreq/Caterpillar, por meio das fortes parcerias estabelecidas com seus clientes, para o desenvolvimento,
geração de emprego e evolução tecnológica do país. n
2009 abril/maio/junho n
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TECNOLOGIA
terraplenagem. Também disponível no país, utiliza
tecnologia já bastante difundida: o GPS. O Accugrade
dispensa o uso da topografia para o nivelamento do
solo. Segundo Antonio Francisco, o funcionamento é
básico. “O usuário faz um levantamento do que pretende cortar ou depositar, e o sistema controla a ferramenta em função do que deseja tocar”, explica.
Em detalhes, o sistema coleta as informações da
área a ser trabalhada por meio de leitura por laser ou
GPS. Esses dados são captados por receptores instalados no trator e enviados para um computador de
bordo na cabine. O próprio programa calcula quanto
deve ser recortado conforme as especificações do
projeto, previamente inseridas no terminal. O operador pode optar por manusear a lâmina de acordo com
as instruções do computador ou pelo serviço automatizado. “Ele só terá o trabalho de manobrar o trator”,
afirma Antonio Francisco. “Isso gera economia de
tempo e dinheiro com topografia.”
O Accugrade pode ser instalado em tratores de
esteiras, motoniveladoras, escavadeiras e compactadores para aterros sanitários. Apesar de disponível, o
Accugrade ainda não está difundido no Brasil. ■
Sistemas que
garantem
performance
Tecnologias embarcadas em equipamentos
Caterpillar garantem maior produtividade e
ajudam na qualidade do meio ambiente
ESTACA ZERO
Acima, escavadeira
equipada com
Accugrade retira
material do solo.
Serviço pode
ser realizado
automaticamente
e dispensa o
uso de estacas
12
■
elo
P
erformance. Em se tratando de uma máquina
da Caterpillar, a palavra soa com perfeição
para quem está no comando. Afinal, qualquer
que seja a obra, os melhores resultados no menor tempo possível são sempre os objetivos principais. Para
cumprir essas metas, os equipamentos revendidos
pela Sotreq contam com a mais avançada tecnologia
embarcada. Dois exemplos de avanço tecnológico nos
últimos anos são os sistemas Acert e Accugrade.
O primeiro é talvez o mais importante desenvolvido
pela Caterpillar. Inicialmente, Acert era uma sigla de
Advanced Combustion Emissions Reduction Techno-
logy, ou tecnologia avançada de redução das emissões da combustão. Segundo o consultor corporativo
de desenvolvimento de produtos da Sotreq, Antonio
Francisco de Carvalho, o Acert veio para cumprir uma
exigência mundial de controle e diminuição dos níveis
de emissão de gases da Europa, Estados Unidos e
Canadá. Implantada em 2002, a tecnologia consumiu
um investimento de mais de 500 milhões de dólares
e resultou em mais de 250 novas patentes para a
Caterpillar. “Basicamente, o Acert reduz a emissão
dos materiais particulados e do óxido de nitrogênio,
altamente tóxicos”, diz Antonio Francisco.
Na teoria, o funcionamento do Acert é simples.
Ele conta com um gerenciamento de alta precisão
do processo de combustão do motor. Traduzindo, um
microprocessador ADEM A4 tem um controle preciso
sobre a mistura ar-combustível e fornece a quantidade exata de cada substância, evitando perdas que
seriam lançadas na atmosfera. Além de menor prejuízo ao meio ambiente, espera-se que a vida útil do
motor seja maior porque ocorre um desgaste menor
dos componentes. Tudo isso com um consumo igual
ou menor do que em motores normais. No Brasil, o
primeiro equipamento com essa tecnologia foi o trator de esteiras D8T CAT, apresentado com o motor
C15 de 347 HP, em fevereiro de 2005.
ACCUGRADE
Outro grande avanço tecnológico é o Accugrade.
O sistema promete ser a solução para os serviços de
Características do Acert
O combustível é introduzido na câmara de
combustão por microexplosões controladas para
ajustar com precisão o processo de combustão.
O resultado é uma queima mais completa com
temperaturas mais baixas. Obtêm-se um melhor
desempenho e uma longa vida útil do motor.
■ O comando eletrônico ADEM A4TM atua como
o cérebro do motor, ajustando com precisão o
fornecimento de combustível, o fluxo de ar e outras funções do propulsor.
■ Os intervalos de manutenção não mudam,
as especificações do óleo não foram alteradas e
qualquer combustível disponível comercialmente
pode ser utilizado, independentemente do seu
conteúdo de enxofre.
■
EMISSÃO ZERO TIER IV
Tecnologia Acert
garante redução
na emissão de
poluentes. Ao
lado, motor C13
com a tecnologia,
destinado
a veículos
rodoviários
Carregadeira de rOdas
928Hz Caterpillar.
O máximo de força
e tecnologia para maior
produtividade.
A Carregadeira de Rodas 928Hz chega ao mercado oferecendo
trem de força de alto desempenho, sistema hidráulico mais potente,
cabine espaçosa e confortável, e articulação frontal de levantamento
no formato Z-bar, que proporciona carregamento fácil e rápido da
caçamba. Ideal para uma grande variedade de trabalhos.
www.gruposotreq.com.br
SAC: 0800-0220080
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CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa e de produto usadas aqui são marcas registradas Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
98026_Maquinas.indd 2-3
17/06/09 18:04
peças
Mercado em desenvolvimento
Peças de reposição Caterpillar garantem o melhor
desempenho e acompanham a evolução dos equipamentos
tornaram mais eletrônicas e sensíveis, são necessários
fluidos de melhor qualidade e que durem mais tempo,
garantindo maior desempenho, vida útil dos componentes e redução do impacto ambiental. Um bom e­xemplo
dessa evolução é o líquido de arrefecimento do motor,
que antigamente durava um ano e agora dura seis se
for acompa­nhado corretamente.
maior variedade
Peças de reposição
ganharam novas
especificações e
aplicações nos últimos
anos. Acima, baterias
livres de manutenção
e ferramentas de
penetração no solo
M
aterial rodante, ferramentas de penetração
no solo, filtros. Conhecidas dos res­ponsáveis
pela manutenção das máquinas Caterpillar,
essas peças acompanharam o desenvolvimento e exigência dos novos equipamentos e aplicações. A Cater­
pillar investe continuamente em novos projetos e na
evolução das peças de reposição para manter os seus
equipamentos operando com o máximo desempenho.
No Brasil, a Sotreq disponibiliza os principais lançamentos das peças CAT em sua loja virtual, PartStore.
Criado em 2002, o endereço eletrônico (www.sotreq.
com.br) possibilita que os clientes Sotreq consultem o
catálogo dos equipamentos e façam suas compras sem
precisar se deslocar até uma das filiais da Sotreq. Confira a evolução de alguns itens de manutenção CAT.
Fluidos
Óleo para motores diesel, transmissões, sistemas
hidráulicos, eixos e comandos finais. A principal novidade dos últimos anos foi o aprimoramento das especificações nesses fluidos para estender o seu período
de troca quando acompanhados. Como as máquinas se
Impressão
Distribuição
PreMedia & PrePress
Serviços Editoriais
R. Dr Rubens Meirelles, 71 - Barra Funda - S o Paulo - SP - Fone: 3871 7300 - www.voxeditora.com.br
Baterias livre de manutenção
A inovação nas baterias foi poder inspecioná-las
no equipamento sem precisar de verificação do nível
do eletrólito (água de bateria) e preenchimento dos reservatórios quando necessário. Isso reduziu o risco de
perda das baterias antes do fim de sua vida útil e o
tempo de manutenção, gerando melhor custo/hora.
14
n
98062_Peças_Rod.indd 2
Filtros
Fundamentais para garantir maior produtividade
e vida útil dos equipamentos, os filtros Caterpillar
acompanharam a evolução das máquinas predominantemente mecânicas para equipamentos cada vez mais
hidráulicos e eletrônicos com sistemas que exigem
pressões de operação mais elevadas e folgas com
maior precisão. O filtro de combustível de alta eficiência suporta as pressões de injetores cada vez maiores.
Utilizando uma película ultrafina, os filtros são capazes
de remover 98% das partículas de dimensões iguais ou
superiores a 2 mícrons (2 milésimos de milímetro).
FPS
A ferramenta de penetração no solo (FPS) é uma
peça de desgaste de substituição constante. Suas
evoluções foram os novos materiais e aplicações que
prolongam a vida útil. A CAT desenvolveu ligas de aço
com tratamentos térmicos que dão maior resistência a
altas temperaturas e quebras, além da Série K. Esse é
um novo sistema de travamento das peças que, em vez
do pino central, usa presilhas laterais, gerando maior
praticidade na manutenção. Agora, a troca pode ser
feita pelo operador em 15 minutos, enquanto o sistema
tradicional demandava um mecânico especializado e a
parada do equipamento por quase uma hora. n
elo
28.05.09 17:03:36
Serviços
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Sotreq mantém serviços de relacionamento com o cliente, e os cursos
de treinamento ajudam a aumentar a vida útil das máquinas vendidas
E
m tempos tão competitivos, ter o equipamento
ideal e as melhores condições de preço não são
necessariamente as premissas essenciais para
se conquistar um cliente. A preocupação com a correta aplicação e o funcionamento da máquina está na
cabeça de qualquer profissional da área. Isso tem um
nome: estratégia de pós-venda. Entre os serviços de
relacionamento com o cliente que a Sotreq possui, dois
se destacam devido à constante evolução na última década: treinamentos técnicos e o Laboratório SOS.
O primeiro serviço chama atenção pelo alto nível de
profissionalismo. Quando adquire um equipamento Caterpillar através da Sotreq, o cliente tem à disposição
cursos técnicos de manutenção e operação e pode solicitar que eles sejam realizados em suas instalações.
De acordo com o consultor de treinamentos técnicos da
Sotreq, Claudiney Melo, os consultores são atualizados
em um treinamento Caterpillar feito em Miami (EUA).
“Os con­sultores fazem o curso e se tornam agentes
multiplicadores para os nossos instrutores”, afirma.
As aulas podem ser feitas em duas etapas: a operacional, em que os operadores do cliente aprendem a
comandar a máquina dentro das técnicas de operação
e obtêm os conhecimentos de aplicação e produção;
e a de manutenção, na qual aprendem a realizar a
manutenção periódica do motor, transmissão e parte
hidráulica, trocar filtros, fazer a inspeção visual e
eventuais re­paros. Destaque para os simuladores, que
têm interface idêntica à do equipamento. Com eles, o
usuário aprende todos os comandos disponíveis. “No
treinamento, simulamos falhas para eles diagnosticarem.” Quem não tiver espaço físico para receber a
equipe de treinamento pode ir até um dos seminários
organizados pela Sotreq. Cada seminário abrange um
tipo de máquina. Assim, é possível reunir os clientes
em um só lugar, gerando troca de informações. A agenda 2009 está no site www.sotreq.com.br.
cuidados extras
Treinamentos
de operação/
manutenção e o
Laboratório S.O.SSM
garantem melhor
preparação dos
clientes e prolongam
a vida útil dos
equipamentos
Programa S.O.SSM
Outra solução de suporte ao produto é o Serviço de
Análises de Fluidos – S.O.SSM. Segundo o consultor
de suporte de produtos da Sotreq, Marx Gutierrez, por
meio das análises do óleo dos componentes é possível
monitorar as condições do equi­pamento. “Funciona
como um exame de sangue, que detecta doenças”, diz.
“Conseguimos detectar e prevenir problemas no equi­
pamento antes que eles se tornem críticos.”
A análise deve ser feita a cada 250 ou 500 horas de
uso, de acordo com as especificações do equipamento e
do regime de operação. O Laboratório S.O.SSM da Sotreq
tem capacidade para analisar 350 mil amostras por ano.
Em 2008, foram mais de 300 mil análises. “Esse número
nos situa como o maior laboratório da América Latina”,
orgulha-se Gutierrez. “Cerca de 90% das empresas do
setor são clientes do programa, desde proprietários de
um único equipamento até grandes frotistas.” n
2009 abril/maio/junho n
98047_Serviços_Rod.indd 1
15
27.05.09 19:31:24
CONSTRUÇÃO
Sotreq
presente nos
37 anos da
Construmil
A Construmil iniciou suas atividades em
Brasília e se transferiu para Goiânia
em 1988. Mas hoje ela é responsável
por obras espalhadas no Brasil inteiro
E
m 68 anos de existência, a Sotreq se orgulha de
fazer parte de várias histórias de sucesso, como
a da Construmil Construtora e Terraplenagem
Ltda. Atendida pela filial de Goiânia, a empresa nasceu do sonho dos irmãos José Maria (já falecido),
Mauro José e Francisco José de Oliveira.
Para falar sobre a história da companhia, marcada
pela incessante busca pela qualidade (com certificação ISO 9001:200), total austeridade com as obras
realizadas e respeito por seus colaboradores, nada
melhor do que seus sócios-proprietários, Francisco
José e Mauro José de Oliveira.
“O início foi na direção de um caminhão, fazendo
trabalho de caçambeiro, transportando areia, cascalho e brita”, relembra Francisco, o mais novo dos três
irmãos e que cuida da gerência técnica da empresa.
Essencialmente familiar, a Construmil começou
suas atividades em Brasília em 1972. O principal trabalho era o transporte de carga. Mas, ao atuar como
subempreiteira de grandes empresas, como Andrade
Gutierrez, Mendes Júnior e Vale do Rio Doce, sentiu
que era preciso diversificar suas operações. “No início
dos anos 70, nosso patrimônio era só um caminhão.
Depois conseguimos comprar outro e mais outro, e
a empresa foi crescendo cada vez mais”, diz Mauro
16
■
98022_Construmil.indd 2-3
elo
José. “Então, veio o primeiro equipamento. Em 1981,
estávamos com um porte tão grande que não dava
mais para trabalhar como autônomos.”
Em 1988, a empresa transferiu-se para Goiânia,
depois que José Maria se desligou da sociedade e
fundou, em Brasília, a JM Terraplenagem. “Naquele
ano, Mauro e eu viemos para Goiânia e continuamos
com a Construmil”, diz Francisco.
Perguntados sobre os planos para o futuro da Construmil, eles dizem que a intenção é sustentar o nível
de crescimento consistente e manter o alto padrão de
qualidade que marcou a história da empresa e de toda
a família. “E, claro, contar com a Sotreq nos próximos
anos”, afirma Francisco.
OBRAS NO ACRE
Ao relembrar o começo da Construmil, Francisco
revela que a parceria entre sua empresa e a Sotreq é
antiga. “Nossa história com a Sotreq vem de quando
ainda éramos autônomos. Nos anos 70, já usávamos
alguns equipamentos Caterpillar, como uma carregadeira e uma motoniveladora. Hoje, 95% de nossa frota
de máquinas pesadas é CAT, que supre todas as nossas necessidades”, salienta.
Sobre a confiança depositada em mais de três décadas nos serviços e produtos oferecidos pela Sotreq
e Caterpillar, Francisco aponta os aspectos que fazem
a diferença. “A qualidade dos equipamentos CAT é
única. Eles têm o melhor valor de revenda do mercado.
A Sotreq tem um compromisso total com seu cliente.
Assim, quando solicitamos a reposição de uma peça e
eles estipulam a data para a entrega, você pode con-
Material
Rodante
Caterpillar.
INÍCIO DIFÍCIL
Os irmãos Francisco
José e Mauro José:
no início, o patrimônio
era um caminhão.
Hoje, 95% da frota
de máquinas pesadas
é Caterpillar
fiar. Isso é importante, pois se reflete
na qualidade de nosso trabalho.”
Com um quadro de funcionários
em crescimento e responsável por dez
grandes obras espalhadas pelo Brasil –
a maioria no Acre, como a construção
de rodovias –, a Construmil usa essencialmente máquinas pesadas destinadas a abertura de estradas, terraplenagem e pavimentação.
Com máquinas que têm a média
de 11 mil horas trabalhadas, a Construmil preocupa-se com o serviço de
reposição de peças. E conciliar as oscilações climáticas com o cumprimento
dos prazos estipulados em contratos é
o principal problema enfrentado pela
empresa em seu trabalho.
Para o consultor da Sotreq que
atende a Construmil em Goiânia, Raimundo Milhomem, esse diferencial
faz com que a Construmil adote uma
política criteriosa com a manutenção e
atualização dos operadores das máquinas. “Além do atendimento em reposição de peças, eles usam o serviço
de monitoramento de fluidos oferecido
pelo Programa S.O.S. Além do mais,
prestamos assessoria para atualização
de conhecimentos técnicos aos mecânicos e operadores da empresa”, diz.
Milhomem explica que a Construmil
atua em locais de difícil acesso, onde as
dificuldades de trabalhar com o solo exigem equipamentos fortes e sofisticados.
“Em abril, a Construmil adquiriu dez
máquinas, entre elas uma das mais modernas oferecidas pela Caterpillar, a motoniveladora da Série M, operada com
um joystick. Isso dá ao operador mais
conforto e precisão no trabalho, influenciando na produtividade”, destaca. ■
2009 abril/maio/junho ■
17
SinôniMo
de qualidade,
duRabilidade
e deSeMpenho.
Mais resistente e de qualidade muito
superior à dos concorrentes. Fabricado
para durar mais, ter menos parada do
equipamento e menor custo/hora.
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Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
18/06/09 09:28
construção
Traterra
aposta na
renovação
tecnológica
Equipamentos Caterpillar são
importantes ferramentas para o
sucesso da empresa paraense, que
comemora 20 anos de atividades
“C
rise? Aqui não. A Traterra está em processo de expansão.” A afirmação é de Nilson Gusmão, diretor-executivo da Traterra
Ter­raplenagem e Reflorestamento Ltda., localizada
em Paragominas, no nordeste do estado do Pará. O
se­­gredo do equilíbrio diante da instabilidade eco­
nômica está na qualidade do serviço prestado e no investimento em tecnologia. “Sem a con­fiabilidade das
máquinas Caterpillar, isso não seria possível”, diz.
Gusmão chegou a Paragominas aos 8 anos de ida­
de. Mineiro de Governador Valadares, desde ce­do percebeu que a região era promissora, a ponto de acompanhar o desenvolvimento das atividades eco­nômicas
do município. “Primeiro, trabalhei na pre­paração de
terreno para pastagens e extração de madeira, e era
difícil trabalhar com as máquinas que tinha”, conta.
Com financiamento feito pela Sotreq, em 1993,
conseguiu substituir os equipamentos de outra marca
por dois tratores de esteiras D5E e uma pá carregadeira de rodas 930T, da Caterpillar. Com essas três máquinas, a Traterra retirava as espécies nativas da floresta,
puxando-as com os tratores D5E e, posteriormente, as
18
n
98019_Traterra.indd 2-3
elo
manejava em caminhões com a 930T. Só depois desse
processo, eram entregues às madeireiras da região.
Devido ao uso intenso e condições operacionais seve­­ras, os equipamentos apresentaram necessidade
de alguns aperfeiçoamentos, sugeridos para a Sotreq
e Caterpillar, que promoveram as intervenções nos
equipamentos sem nenhum ônus para a Traterra.
O próprio diretor-geral da Caterpillar visitou Paragominas e facilitou a compra do quarto equipamento
da marca pela Traterra: um trator de esteiras D6F.
“Essa preocupação com a qualidade dos equipamentos e o apoio logístico ao cliente me fizeram ser fiel à
Caterpillar até hoje”, diz.
À medida que desenvolvia projetos importan­tes no
Pará, a Traterra fortalecia seu relacionamento com a
Sotreq. Para cada novo desafio, uma nova má­qui­na
CAT. Se antes Gusmão usava um simples D5E, hoje
conta com tratores como o D6, nas versões T, RIII e N,
além do D6K, importado dos Estados Unidos.
E a frota só faz aumentar. Hoje, a Traterra conta
com 68 máquinas Caterpillar em seu portfólio: 30 tra­­
tores de esteiras, 20 carregadeiras, cinco retroescavadeiras, três mo­toniveladoras, um skidder, três minicarregadeiras, cinco es­cavadeiras hidráulicas e um rolo
compactador. Em 2008, 20 novos equipamentos foram
comprados e in­corporados ao patrimônio da empresa.
“Fomos os primeiros a receber o D6K – e ad­quirimos
seis unidades de uma só vez”, revela.
Para ele, adotar uma única marca facilita o trabalho. “As peças básicas, como bateria, filtro e cor-
reia, são comuns em todos os modelos. Não preciso
comprar uma bateria para um D8R/T e outra para um
D6N/R/K, por exemplo”, afirma.
A manutenção preventiva é levada muito a sério
por Gusmão. Como Belém está a cerca de 400 quilôme­
tros do município de Paragominas, a Traterra montou
uma oficina pró­pria em sua sede, para executar os
serviços que não exijam um nível alto de especialização. Um técnico foi treinado pela Sotreq para prestar
os “primeiros socorros” às máquinas. A Traterra também firmou com a Sotreq contratos do Programa de
Manutenção Preventiva (PMP) para a maior parte da
frota CAT. O programa prevê constantes inspeções nos
equipamentos, e a revisão é feita a cada 250 horas de
trabalho.
hora de expandir
A Traterra completa 20 anos de mercado em junho
deste ano. Nesse período, ela mudou o perfil de suas
atividades. Antes, atendia apenas a fazendeiros e madeireiros da região. Agora, é prestadora de serviço da
segunda maior mineradora do mundo, a Vale. Há 13
anos, a empresa entrou no setor mineral e não pensa
em sair. Ao contrário, a ideia é expandir e atuar em estados como Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Amapá.
Em Paragominas, a Traterra participou ativamente
da implantação do projeto da mina de bauxita, tanto
na pesquisa mineral como na instalação do mineroduto que leva o minério a Barcarena, a 87 quilômetros de
Belém. Hoje, as principais atividades da Traterra são
a supressão vegetal, a remoção do solo orgânico e o
decapamento de jazidas. Sua maior participação está
em jazidas do sudoeste do Pará, onde atuam modelos
CAT como os tratores de esteiras D8R/T, D6N/R/K (estes dotados de proteção florestal) e 525C para tração
de toras; escavadeiras hidráulicas 324D e 320C; carregadeiras 938GII, 950H e 962H; motoniveladoras 12H
e 120H e retroescavadeiras 416D/E.
O processo de supressão vegetal é complexo. Antes de começar a extração do minério, a empresa colhe
as sementes das árvores nativas que serão cortadas.
Depois do corte das espécies, o solo é retirado e armazenado em um depósito. Em seguida, as trincheiras
são abertas para a exploração do minério. Quando a
jazida se esgota, o trabalho se inverte. É hora de fazer
a recomposição do solo, ou seja, trazer de volta a terra
retirada e plantar as sementes colhidas.
A Traterra atua desde a descoberta do minério,
com as pesquisas, até a extração. É um trabalho árduo
e pesado, mas de certa forma bastante facilitado pela
qualidade dos equipamentos CAT. Na instalação dos
244 quilômetros do mineroduto de Paragominas, por
exemplo, foram usados modelos como as motoniveladoras 12H e 120H e retroescavadeiras 416D/E. Hoje, a
Traterra é responsável pela manutenção do mineroduto, realizando a leitura de pontos de proteção catódica,
revestimento e soldagem quando necessário, além da
exposição para reparos corretivos e preventivos, que
algumas vezes exigem a drenagem de polpa e vegetação natural. n
marca única
O diretor-executivo
da Traterra,
Nilson Gusmão, e
parte da frota de
68 máquinas
Caterpillar da
empresa: “Adotar
uma única
marca facilita
o trabalho”
2009 abril/maio/junho n
19
18/06/09 09:30
construção
Aripuanã
constrói
obras de
Rondônia
Hospital, igreja matriz, saneamento
básico e termoelétrica são
algumas das obras da construtora
no estado e região amazônica
A
416E em ação
A retroescavadeira
da Caterpillar abre
vala nas obras de
saneamento básico
da cidade de Cacoal
20
n
elo
98044_Construção_Rod.indd 2-3
Construtora Aripuanã tem só 14 anos de vida
e, mesmo não tão conhecida no mercado
como a sua irmã Concreaço da Amazônia,
que fabrica pré-moldados em concreto, já foi bem
longe em sua trajetória na construção civil. Desde
1994, quando os sócios Odinea Magalhães Bisconsin,
Antônio Bisconsin e Paulo Roberto Rodrigues iniciaram as atividades em Pimenta Bueno/RO, a Aripuanã
não parou de crescer como construtora. Em 1998,
transferiu-se para Cacoal, onde até hoje estão as
se­des das empresas. Passou a fazer obras de drenagem, saneamento básico, iluminação pública, rede de
transmissão de energia, pré-moldados para casas,
gal­pões, edifícios e pontes de concreto armado.
Nos anos 90, Bisconsin e Rodrigues fundaram a
Concreaço da Amazônia, pois havia carência de prémoldados de concreto em Rondônia e nos estados e
regiões vizinhos. “Em 1999, iniciamos a Concreaço da
Amazônia. A Aripuanã necessitava de produtos prémoldados de concreto que não existiam na região,
inclusive com estruturas metálicas”, conta Bisconsin.
Fabricando seus próprios insumos para construções como galpões e edifícios comerciais com
três ou quatro pisos, a Aripuanã e a Concreaço da
Amazônia levaram seus serviços e produtos para
várias cidades de Rondônia, Acre, Amazonas e norte
de Mato Grosso. As atividades dessas duas empresas são realizadas em grande parte com equipamentos para construção civil. A frota total das empresas
conta com 11 unidades, incluindo carretas de transporte de equipamentos, caminhões basculantes e
guindastes, além de três veículos de apoio. As duas
empresas ocupam atualmente uma área de 23 mil
metros quadrados em Cacoal, sendo 2,55 mil metros
quadrados de área construída.
Primeiras obras
“No início tínhamos 20 funcionários, duas retroescavadeiras, um caminhão pequeno e equipamentos
leves”, diz Rodrigues. A primeira década do século impulsionou os negócios da Aripuanã e Concreaço, com
expansão de serviços, busca por novas estruturas de
concreto pré-moldado e projetos de engenharia. Entre
2000 e 2006, foram firmados contratos para construir
um hospital de 12 mil metros quadrados, especia­
lizado em oncologia, cardiologia e hemodinâmica,
um centro de diálise e o terminal de passageiros do
aeroporto de Cacoal, além de obras para estruturas
de apoio na Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, em
Porto Velho, para a Construtora Norberto Odebrecht,
galpões para a Cimentos Votorantim na implantação
da unidade industrial de Porto Velho e construção de
prédio de quatro pavimentos em concreto armado
pré-moldado na cidade de Cacoal para Hotéis Catuaí.
A Aripuanã também ampliou o presídio de Cacoal,
construindo 21 celas, guaritas e muralhas. Outra obra
é a igreja matriz de Cacoal, que terá 1,15 mil metros
quadrados, utilizando estruturas de concreto armado
pré-moldado e metálica. A antiga igreja será derrubada apenas quando a nova estiver pronta. As obras de
infraestrutura também são realizadas com frequência
pela construtora, especialmente as de saneamento
básico. Redes de esgoto com tubulação da rede coletora e bombeamento para estação de tratamento
estão sendo implantadas pela Construtora Aripuanã
em Cacoal.
“A cidade tinha cerca de 35% do sistema de saneamento básico implantado. Estamos executamos
mais 57 quilômetros desse sistema, cerca de 35%,
elevando para 70% o total do sistema de saneamento
básico do município”, explica Bisconsin. Ele diz que
Cacoal tem atualmente 85 mil habitantes e conta com
o maior sistema de saneamento básico de todo o estado de Rondônia, superando até mesmo a capital,
Porto Velho.
Foi construído ainda um frigorífico no distrito de
Abunã, em Porto Velho, com estrutura de concreto
pré-moldado, cobertura metálica, painel lateral de
telhas metálicas e fechamento de alvenaria. São 6 mil
metros quadrados de construção em pré-moldados.
Os sócios falam com orgulho de outra obra realizada
no Acre. Lá, a empresa construiu duas usinas termodiesel nas cidades de Sena Madureira e Manoel Urbano. “A obra de Manoel Urbano foi feita com auxílio
de balsas, transportando materiais e operários pelo
Rio Purus”, conta Rodrigues.
mais equipamentos
Todas essas obras e novas oportunidades que
surgem com grande velocidade em Rondônia fizeram
com que a Aripuanã investisse nos equipamentos.
Sua frota atual é de seis máquinas para construção.
A maioria delas é de equipamentos Caterpillar, adquiridos da Sotreq Ji-Paraná. São quatro retroescavadeiras 416E com ar-condicionado e uma escavadeira
hidráulica 312D, também com ar-condicionado.
“Temos máquinas com ar-condicionado para dar
mais conforto aos operadores, uma vez que nossa
região é de muito calor, muita chuva e poeira. Em
dois anos, o equipamento sem ar-condicionado fica
velho, enquanto o com ar permanece muito mais conservado, alcançando preço de revenda cerca de 20%
superior”, justifica Bisconsin. Para ele, a escavadeira
312D “é excelente” para abertura de valas, e mesmo
um caminhão trucado pode fazer seu transporte para
as frentes de obra, por ter um peso menor em relação
à 320D. “Na obra do esgoto, trocamos a caçamba
original por uma mais estreita, para que a largura de
corte da vala seja menor, tendo um melhor aproveitamento do equipamento, uma vez que a reposição de
material compactado diminuiu bastante”, considera.
A satisfação com os equipamentos Caterpillar
também se estende às retroescavadeiras 416E, que,
na opinião de Bisconsin, consomem menos combustível do que a máquina que a empresa utilizava anteriormente. O empresário conta que a manutenção
das máquinas é periódica e realizada pelos técnicos
da Sotreq Porto Velho. As manutenções mais simples, diárias, são feitas por funcionários da própria
Aripuanã, que contam com um estoque de peças de
manutenção de maior desgaste.
“Nosso plano para este ano é investir em mais
duas escavadeiras 312D, para atender às novas obras
de infraestrutura urbana no estado de Rondônia, especialmente em Porto Velho, cujas obras de saneamento básico e drenagem estão orçadas em 700 milhões de reais”, antecipa Bisconsin. n
nova igreja
Os sócios Antônio
Bisconsin e Rodrigues
(acima) e as obras da
nova igreja matriz de
Cacoal, de 1,15 mil
metros quadrados
de área construída
2009 abril/maio/junho n
21
18/06/09 09:32
construçÃO
141, entre Bofete e Cesário Lange, estão passando por
restauração. “O mercado está aquecido, e focamos
nosso trabalho nas rodovias”, afirma Ademar. “No
momento, somos responsáveis pela recuperação de
cerca de 170 quilômetros da malha de São Paulo.”
Ele conta que a atuação da Vale é dividida em 60%
de prestação de serviços aos departamentos municipais e estaduais de rodagem, 30% de demanda das
concessionárias e 10% de serviços prestados para
terceiros. Não há um dia sequer em que as máquinas
da empresa não estejam na estrada, mesmo que seja
para uma simples operação tapa-buracos.
Segundo Ademir, os bons contratos se devem ao
ótimo momento da construção civil brasileira. “Melhorar a infraestrutura é uma prioridade do país e,
nesse contexto, as estradas facilitam o escoamento
das safras. As empresas que mostram produtividade
saem na frente”, atesta. “Não é à toa que houve um
salto nos negócios nos últimos dez anos.” Isso vem
se refletindo no desempenho da Vale. Em 2007, a empresa faturou 62 milhões de reais e, no ano passado,
foram 110 milhões. “Para 2009, a projeção é superar
os 200 milhões de reais”, diz Ademar.
A estrutura da Vale do Rio Novo é invejável. Com
As rodovias
no foco da Vale
do Rio Novo
Com 30 anos de experiência, a construtora
usa as 90 máquinas Caterpillar de sua frota
principalmente na recuperação das estradas
recuperação
A atuação da
Vale do Rio Novo
se concentra
principalmente
na restauração
e manutenção
das rodovias e
estradas vicinais
22
n
N
o escritório da Vale do Rio Novo Engenharia
e Construções Ltda., em São Paulo, os irmãos
Ademir Carlos e Ademar Guido Belinato não
param um segundo. Elétricos, atendem telefonemas,
fazem pequenas reuniões, passam orientações e
querem saber de todos os detalhes das operações da
empresa que, em 2008, completou 30 anos.
A história começou na cidade de Avaré, no interior
de São Paulo, quando o jovem engenheiro civil Ademar e o estudante de agronomia Ademir, apostando
nas estradas
A motoniveladora
120M em serviço de
pavimentação na
SP-278, na altura da
cidade de Ourinhos,
em São Paulo
525 funcionários, possui uma área de 8,5 mil metros quadrados em Avaré e cinco usinas de asfalto
– três em São Paulo, uma no Rio Grande do Sul e
uma no Paraná. Juntas, produzem de 30 mil a 40 mil
toneladas de asfalto por mês, que garantem a autossuficiência em sua atuação. n
no desenvolvimento econômico do Brasil, resolveram
trabalhar por conta própria. Fundaram então a Vale do
Rio Novo, empresa que tinha apenas três equipamentos: uma retroescavadeira, uma betoneira manual e
um caminhão. O suficiente para iniciar uma trajetória
de suor, dificuldades e sucesso. “A empresa começou
a deslanchar em 1990”, relembra Ademir.
Foi justamente nessa época que a companhia
começou a comprar equipamentos Caterpillar. “A opção foi acertada, porque a marca não dá problemas
de manutenção, oferece boa produtividade em nosso
setor e tem ótimo valor de revenda”, afirma Ademir.
A filosofia da Vale do Rio Novo é usar uma máquina por cinco anos ou 7 mil horas. A Vale possui 90
equipamentos Caterpillar, sendo muitos de última
geração, como os modelos 120M, 924H e a 938H, o
compactador CB-534 e quatro unidades do 434. Recentemente, a companhia adquiriu sete minicarregadeiras: seis modelos 226B2 e um 246C. “Compramos,
em média, 15 máquinas CAT por ano. Em 2009, já
adquirimos oito”, revela Ademir, que ressalta o ótimo
relacionamento com a Sotreq.
Atualmente, a empresa tem em vigência vários
contratos com concessionárias. As máquinas da Vale
encontram-se, por exemplo, na SP-278, na altura de
Ourinhos, fazendo terraplenagem e pavimentação.
Trechos da SP-270, entre Ourinhos e Ipaussu; da SP225, entre Santa Cruz do Rio Pardo e Ipaussu; e SP-
elo
98027_Construção_Rod.indd 2-3
18/06/09 09:33
florestal
Agilidade
na floresta
Investimento em equipamento
e pessoal prepara a Buffon’s
para incrementar sua produção
em 200% no segundo semestre
O
forte relacionamento da Buffon’s Serviços
Agroflorestais com a Caterpillar já completou
bodas de seda. Há mais de 12 anos, a empresa
vem encontrando as melhores respostas às suas ne­
cessidades com as máquinas da Caterpillar. Desde
abril de 2008, quando instalou bases em São Mateus,
no norte do Espírito Santo, a Buffon’s pretende estrei­
tar ainda mais sua convivência com o Grupo Sotreq.
Prestadora de serviços para uma empresa do ex­
tremo sul da Bahia de papel e celulose na colheita de
eucalipto, a Buffon’s tem como objetivo mais próximo
aumentar sua produção em nada menos que 200%.
Não se trata de uma simples vontade, mas do con­
trato que deve ser cumprido.
Para alcançar essa meta, a Buffon’s incorporou
mais quatro Harvester 320D FM à sua frota, que
hoje é de 12 máquinas. “O mo­delo é uma máquina
montada especificamente para as necessidades da
colheita. Seu projeto foi confeccio­nado com base
nas sugestões dos próprios clientes ao longo desses
anos”, justifica o coordenador administrativo da com­
panhia, Wagner Bravo Buffon.
A compra dos equipamentos exigiu o investimento
de cerca de 5 milhões de reais. Mas, segundo o exe­
cutivo, o financiamento oferecido pela CAT Financial
foi fundamental na negociação. A facilidade evitou os
frequentes desgastes causados pela buro­cracia dos
bancos, fato hoje acentuado pelo período turbulento
vivido pelo setor financeiro. “Para o nosso cliente,
que tem como missão ser uma empresa sólida e ter
24
n
elo
98060_Florestal_V1_Rod.indd 2-3
Prestadora de serviços de colheita
florestal, a Buffon’s quer dar
um salto na sua produção.
Para alcançar esse objetivo,
comprou mais quatro máquinas
Harvester 320D FM da Sotreq
fornecedores fortes, o investimento rea­lizado pela
Buffon’s é importante e transfere para o tomador
de serviço maior confiabilidade no atendimento do
contrato e suas metas. Além disso, os custos de ma­
nutenção corretiva são menores”, destaca Wagner
Buffon. “É um compromisso também com nossos fun­
cionários. O investimento em equipamento de ponta
facilitará a rotina no ambiente de trabalho e criará
novos postos de emprego.”
A aquisição das máquinas representa também
efi­­ciência e dis­ponibilidade para atender a novas de­­
man­das. Com a chegada das máquinas, o quadro de
funcionários da Buffon’s crescerá em 48%. Segundo
a empresa, a ampliação em recursos humanos e o in­
vestimento em tecnologia trazem para o cliente mais
qualidade e rapidez nos serviços, além de satisfação,
conforto e segurança ao colaborador. “Por conta do
au­­mento de produção, triplicaremos o número de
ope­­radores e mecânicos”, afirma o coordenador ope­
racional Gilmar Girardelli Goroni.
O aumento da produção e do quadro de pessoal
tem alvo certo nas metas da empresa, que vive um
cenário promissor, apesar da crise mundial. Em 2008,
a Buffon’s registrou faturamento de 6,5 milhões de
reais e, com o novo contrato, espera bater na marca
de 14 milhões de reais no fechamento de 2009.
As Harvester 320D FM são os primeiros mo­delos
de máquina na Buffon’s. São escavadeiras especial­
mente desenvolvidas para receber cabeçote florestal,
além de agregar cabine e bombas adicionais, que
geram pro­dutividade. “O monitoramento via satélite
– previsto no contrato Maq Link entre a Buffon’s e a
Sotreq – faz com que o equipamento tenha melhor
dis­ponibilidade mecânica e menor custo operacio­
nal”, diz Carlos Alexandre Aguiar, consultor de ven­
das de máquinas da Sotreq.
“Assim, qualquer falha eventual é verificada online e seu ajuste providenciado com mais rapidez”,
completa Vanderlei Zermiani, consultor de peças da
Sotreq. As máquinas trabalham, em média, 442 horas/mês, contribuindo para uma produção mensal de
73 mil metros cúbicos processados. “Acreditamos no
potencial das máquinas. A adaptação dos operadores
foi rápida e houve uma satisfação maior em relação ao
conforto e à produtividade”, afirma Wagner Buffon. n
cliente atendido
Harvester 320D FM
em funcionamento
na plantação de
eucaliptos e Wagner
Bravo Buffon:
máquinas montadas
para atender
às necessidades
da colheita
2009 abril/maio/junho n
25
18/06/09 09:34
florestal
O caminho da celulose
O fim do
improviso
no trabalho
da Morais
O trabalho de carregamento e empilhamento de
madeira da Morais Comércio e Serviços é parte
de um grande processo na produção de celulose.
Anos atrás, bem antes de as máquinas da empresa mineira entrarem em ação, estufas semearam
mudas que, posteriormente, resultaram em florestas de eucaliptos. No caso da Cenibra, 90% da
madeira, matéria-prima do papel, é transportada
na caçamba de caminhões, enquanto o restante
chega às fábricas por trem. Aproximadamente 2
mil quilos de eucalipto produzem mil quilos de
celulose e mais mil quilos de combustível para
alimentar as caldeiras.
Pioneira no Brasil, carregadeira
florestal da Caterpillar proporciona
aumento de produtividade
para empresa de Minas Gerais
N
ão faz muito tempo, o profissional que prestava
o serviço de carregamento de madeira nos
campos de eucalipto para a produção de papel tinha de ficar resignado. Na falta de uma máquina
apropriada, o trabalho de carregar o caminhão com as
toras era feito com a ajuda da for­ça dos braços ou de
tratores agrícolas adaptados. A improvisação deixava a
desejar, principalmente quando se avaliava a distância
entre o objetivo e a produção de fato, além do desgaste
prematuro do operador ao longo do período de labuta.
Fernando Morais França, diretor da Morais Comércio e Serviços Ltda., da cidade de Antônio Dias/MG,
so­fria com opções tão escassas de produtos. Parceiro
da fabricante de papel Cenibra há oito anos e com a
ne­cessidade de aumentar a produção no horizonte, o
empresário encontrou a saída na Sotreq de Contagem.
Na verdade, trata-se de uma solução nacional, fabricada na planta industrial da Caterpillar de Piracicaba/SP e novidade para o setor florestal. A carregadeira
florestal 416E recebeu um implemento de trabalho
que a deixou na medida para o carregamento de madeira. Lançada em 2008, a máquina, única desse tipo
no Brasil, foi a primeira a ser negociada pela Sotreq
e faz valer cada centavo do investimento. “Por ser
leve e de pneus, o deslocamento pelo campo é muito
mais fácil, contribuindo para aumentar o rendimento”,
aprova Morais. “A simplicidade na operação e a cabine
com ar-condicionado, itens que têm impacto direto na
produção, também são fundamentais.”
26
n
elo
98023_Florestal_V1_Rod.indd 2-3
Aplicada nos campos designados pela Cenibra, a
retroescavadeira florestal conduziu a empresa a um aumento de produtividade. Segundo Morais, bastou uma
semana para que o operador se familiarizasse com as
capacitações oferecidas pela máquina. Em apenas alguns meses de trabalho, a 416E elevou a produção de
30% a 40%. “Antes conseguíamos dar conta de, em
média, 15 caminhões por dia. Hoje, já é possível ultrapassar 22 caminhões”, comemora Morais.
Para se tornar uma equipamento florestal eficiente,
o modelo de retroescavadeira 416E ganhou uma grua
com garras, a ferramenta ideal para agarrar as toras,
tanto para o abaste­cimento e descarregamento do
caminhão quanto para o empilhamento no campo. “A
operação da máquina é por um simples joystick, tornando o processo confortável e intuitivo”, afirma o consultor da Sotreq de Contagem, Marcos Lima.
Versátil para se locomover pelas irregularidades do
solo justamente por conta das rodas, o modelo também
assegura a saúde financeira do negócio, uma vez que
tem comprovado baixo custo operacional. “Ela ainda
é uma máquina nova, portanto, não temos custo de
manutenção. Mas já percebemos diferença razoável
no consumo de combustível, se comparado a outros
equipamentos. A Caterpillar rende muito mais ao longo
das dez horas por dia que trabalha”, revela.
A manutenção não será um incômodo no médio
prazo para a empresa mineira. Na negociação com a
filial Sotreq de Contagem foi assinado um contrato de
manutenção preventiva que prevê quatro intervenções,
além de treinamento específico para a correta operação. Trata-se de um pacote de soluções que proporciona ao empresário disponibilidade para tocar o negócio
com tranquilidade e garantias. “Não adianta a máquina
sem o suporte necessário. Eu ficaria no prejuízo com a
máquina parada ou sem conhecimento total do que ela
pode oferecer”, avalia o executivo.
Por falar em crescimento, a Morais Comércio e Ser­
viços já traçou planos para evoluir ainda mais no seu
campo de atuação. Desta vez, no lugar de improvisação
e trabalho braçal, contará com inteligência e máquinas
acertadas para o trabalho florestal. n
sem improviso
A carregadeira florestal
416E ganhou uma
grua com garras
para viabilizar
o trabalho de
apanhar as toras,
decisão comemorada
por Fernando
Morais (na foto,
o terceiro da esquerda
para a direita)
2009 abril/maio/junho n
27
18/06/09 09:36
CONCURSO CULTURAL
A Revista Elo entra em seu 10º ano
e quem ganha é você. Concorra a
uma destas miniaturas Caterpillar
1. Com que frequência você lê a Revista ELO?
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2. Acha a Revista ELO:
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R. Dr Rubens Meirelles, 71 - Barra Funda - S o Paulo - SP - Fone: 3871 7300 - www.voxeditora.com.br
3. Dos assuntos abordados na Revista ELO sobre as divisões
do Grupo Sotreq, qual você considera mais interessante?
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4. Há algum assunto que você gostaria que fosse
abordado na Revista ELO? Qual?
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a Revista ELO?
PARA MIM, A REVISTA ELO É
Nome:
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Regulamento:
■ A promoção na forma de concurso exclusivamente cultural é promovida pela
empresa Sotreq, do Grupo Sotreq, e é aberta para qualquer cliente ou parceiro
do Grupo Sotreq, dentro do seu território de atuação.
■ Para concorrer a este concurso, o participante deverá enviar uma única frase
descrevendo o que a Revista ELO representa para ele.
■ Não poderão participar deste concurso funcionários, parceiros ou fornecedores
do Grupo Sotreq e suas empresas.
■ Na hipótese de recebimento de duas ou mais mensagens idênticas ou significativamente similares, análogas ou que de qualquer forma possam ser interpretadas como cópia ou reprodução, total ou parcial, quando encaminhadas
28
■
País:
CEP:
E-mail:
por participantes distintos, nenhuma das mensagens será considerada para os
efeitos de inscrição das frases, sendo todas elas desconsideradas para efeitos de
julgamento e premiação.
■ A seleção das cinco melhores frases será feita pela equipe de redação da Revista
ELO e Coordenação da área de Inteligência de Mercado do Grupo Sotreq.
■ A seleção será realizada no dia 7 de agosto de 2009.
■ O participante deverá enviar uma cópia desta página, preenchida, para a Sotreq
S.A., a/c da Coordenação de Inteligência de Mercado: Via Gastão Camargos, 850,
Perobas, Contagem/MG, CEP: 32371-630. Serão consideradas para participar da
seleção todas as cartas recebidas até o dia 1º de agosto de 2009.
elo
98045_Concurso_V1_Rod.indd 1
29.05.09 16:39:40
mineração
tos e o acesso à informação em tempo real. O MineStar tem como grande benefício adequar e designar a
frota dinamicamente, de acordo com a estratégia ope­
racional. “Com o módulo de designação do MineStar,
é possível especificar todos os cenários e premissas
da operação e deixar que o avançado algoritmo decida
globalmente a alocação de cada equipamento monito­
rado”, completa.
Soluções
eletrônicas
geram
rentabilidade
Sistemas eletrônicos de gerenciamento
auxiliam a baixar custos e maximizar
a produtividade operacional de
equipamentos móveis de mineração
gerenciamento
O MineStar e seus
sistemas auxiliares
permitem um controle
perfeito da operação
dos equipamentos
por meio de módulos
desenvolvidos para
funções específicas
30
n
C
AES e VIMS são siglas estranhas aos leigos.
Mas são ferramentas de trabalho essenciais na
re­dução de custos e aumento da eficiência da
ope­ração de equipamentos móveis de mineração.
Integradas à plataforma MineStar, elas represen­
tam o que há de mais moderno em monitoramento,
ava­­­liação e suporte das operações e otimização da uti­
li­zação da frota, bem como no planejamento e tomadas
de decisões seguras em qualquer atividade na qual
equi­pamentos móveis de mineração possam ser empre­
gados da melhor maneira possível.
Com a evolução dos sistemas de informação e trans­
missão de dados, foi possível criar soluções de diagnós­
ticos e prognósticos das operações dos equipamentos
aplicados à mineração, integrados por sistemas de na­
ve­gação GPS e transmissão de dados sem fios.
Para isso, foram desenvolvidas e utilizadas tecnolo­
gias como a comunicação integrada aos controles das
máquinas, transferência imediata de dados entre os
equipamentos (ponto a ponto) e destes com a sala de
controle e uma interface gráfica que dá aos operadores
uma demonstração em tempo real – na tela colorida e
sensível ao toque do computador de bordo – do trabalho
em andamento.
O engenheiro mecatrônico Frederico Mendes, con­
sultor de desenvolvimento de produto da Sotreq em Con­
tagem/MG, coordena a área de produtos de tecnologia
da informação oferecidos pela Caterpillar. Segundo ele,
essa tecnologia já está em aplicação em grandes minas
no mundo todo e está disponível para implementação
em operações no Brasil.
A plataforma da tecnologia é o programa MineStar,
sistema integrado de informações dos ativos de minera­
ção. O consultor da Sotreq explica que o MineStar é um
programa de automação que gerencia as operações e
os equipamentos por módulos exclusivos desenvolvidos
para funções específicas (veja quadro).
“Ele leva em conta todo o conjunto da operação.
Alguns sistemas do MineStar são personalizados para
aplicações como obras, construções, aterros sanitários
e outras em que a produtividade é um fator preponde­
rante no cumprimento de contratos”, afirma Mendes.
Entre as vantagens enumeradas por Mendes, des­ta­
cam-se o aumento da produtividade, a redução de cus­
movimentação computadorizada
Além do MineStar, outro software importante para
o mercado de mineração e de construção é o CAES
(Sistema de Terraplenagem Assistido por Computador).
Segundo Mendes, o CAES incorpora funções de posi­
cionamento GPS de alta precisão nas quais os planos
de nivelamento e inclinação enviados pela sala de
controle são registrados e atualizados à medida que os
trabalhos são executados. Isso reduz erros do operador,
aumentando a produtividade até mesmo de um opera­
dor inexperiente.
O CAES elimina ferramentas como estacas e ban­
deirolas, usadas no processo tradicional. O projeto é
atualizado instantaneamente, sem idas excessivas da
equipe de topografia ao local da intervenção ou obra.
“O sistema diminui drasticamente o trabalho de levan­
tamento topográfico e aumenta a precisão da movi­
mentação de materiais”, complementa Mendes.
Ele relata que testes já foram feitos com um tra­
tor de esteiras D11R, da Ca­terpillar, na Mineração Rio
do Norte em Porto Trombetas/PA, onde o aumento de
produtividade foi de 19% em relação ao método sem o
auxílio do CAES.
A Caterpillar disponibiliza para o segmento de per­
furações outro sistema de gerenciamento. Trata-se do
Aquila Drill, instrumento de otimização do trabalho
de perfuração para detonação. Por meio de dados ob­
tidos automaticamente durante a perfuração, o Aquila
calcula o carregamento de explosivos necessário para
uma detonação precisa e consequente fragmentação
eficiente do material e maior uniformidade das superfí­
cies pós-detonadas. “Com o sistema Aquila, é possível
al­cançar exatamente a profundidade re­querida e analisar o desgaste de consumíveis, além de enviar e rece­
ber dados sobre a operação”, diz Mendes.
A versatilidade do MineStar
O MineStar FleetCommander é uma
ferra­menta valiosa no planejamento
das opera­ções de movimentação de
material em minerações e em outros
empreendimentos. Ajuda a controlar a
eficiência da operação por meio da leitura constante de dados como massa,
posicionamento, tempos, alarmes do
equipamento etc. Os módulos que conferem vantagem à plataforma do Mi­
neStar FleetCommander são:
n Designação MineStar – Assignment:
programa que designa as tarefas dos
equi­pamentos. Otimi­za os tempos de
ci­clo, maximizando o uso dos equipamentos de car­ga, e minimi­za a espera
dos caminhões para carga e descarga.
n Produção MineStar – Production:
quantifica e repassa ao escritório dados
sobre a operação dos equipamentos de
carga e de transporte de material, bem
como a produtividade total e individual
da frota em um dado momento.
n Rastreamento de Material MineStar – Material Tracking: permite a
de­finição de materiais e classificação
em blocos para controlar o fluxo destes
pela mina e advertir o operador/controlador caso sejam mal direcionados.
n Rastreamento de Máquinas MineStar – Machine Tracking: oferece ao
controlador a capacidade de gerenciar
e monitorar o posicionamento das má­
quinas, em tempo real. Assegura uma
alocação eficaz dos equipamentos. O
GPS determina a posição de uma ou
mais máquinas, permitindo sua loca­
lização exata no modelo da mina e
gerando a indicação de status de sub/
sobre alocação de caminhões para um
equipamento de carga.
n Gerenciamento de Operador MineStar – Operator Management:
funcionalidade para gerenciar a equipe
de operação. Gerencia os funcionários
em equipes/turnos, monitora a produtividade individual, controla licenças
de operação, mudanças de turno e
garante a execução das listas de préverificações visuais de cada máquina.
n Saúde do Equipamento MineStar
– Health: compila informações por
meio de sensores da máquina, sobre as
condições do equipamentos e de sua
operação, detectando e informando
eventuais falhas, além de servir como
entrada de dados para ferramentas de
predição de possíveis problemas. Os dados são coletados diretamente do VIMS
e transferidos para a base de dados do
MineStar, onde podem ser analisados
diretamente ou por outro sistema.
Os riscos de acidentes são minimizados. O sistema
reduz a necessidade de o operador sair da perfuratriz,
já que o posicionamento da máquina é efetua­do por
GPS com preci­são centimétrica, e não mais por orien­
tação por meio de estacas. O sistema protege o equi­
pamento contra falhas na operação – alarmes e relés
impedem que a perfuratriz seja movimentada caso a
broca ainda esteja na perfuração.
Há ainda o sistema VIMS Health, que pode ser
compreendido como um sistema de gerenciamento
de informações vitais do equipamento. Uma de suas
funções é prover informações sobre a “saúde” da má­
quina e protegê-la contra a ocorrência de falhas que
possam danificá-la. n
elo
98028_Mineração_Rod.indd 2-3
18/06/09 09:38
marítimo
Tecnologia a
favor da maré
Embarcações de alumínio
fabricadas pela ETP Engenharia,
do Rio de Janeiro, usam motores
Caterpillar com tecnologia Acert
C
om os engarrafamentos cada vez mais infer­
nais, o transporte marítimo de passageiros em
cidades litorâneas, como o Rio de Janeiro, não
para de crescer. E empresas como a ETP Engenharia,
que constrói embarcações para esse tipo de aplica­
ção, andam com a agenda tomada – foi ela que fez,
por exemplo, os catamarãs da Barcas S.A., que rea­
liza o trajeto Niterói-Rio. Outra área de atuação é a de
transporte de tripulação, alvo de muitas encomendas
para a Alumina Boats, divisão da ETP responsável
pela construção de barcos de serviço de alumínio,
que só utilizam motores Caterpillar.
Atualmente, a ETP está preparando dois crewboats, ou barcos de tripulação, para a Consub, com­
panhia que presta serviço para a Petrobras. Essas
embarcações têm 36 metros, usam motor C32 Cater­
pillar e, na maioria dos casos, são usadas para levar
trabalhadores para as plataformas de petróleo espa­
lhadas pelo litoral do Nordeste brasileiro.
Além dos crewboats, a ETP está em fase de finali­
zação de um barco de praticagem de 18 metros para
a Praticagem São Luiz, que será destinado a levar
os práticos aos navios ancorados em alto-mar. E há
também a encomenda de três lanchas de 34 pés e ca­
pacidade de 14 passageiros para a Camorim Serviços
Marítimos.
O barco de praticagem recebe motor Caterpillar
C18 de seis cilindros em linha a diesel, com potência
de 715 HP. As lanchas, por sua vez, levam propulsores
32
n
elo
98021_Maritimo_Rod.indd 2-3
C7, também de seis cilindros em linha e potência de
315 HP.
O mais interessante do motor C7 é que ele pode
receber a inovadora tecnologia Acert, que funciona
com quatro sistemas básicos para gerenciamento de
ar com menos emissões, combustão precisa e sistema
eletrônico avançado de pós-tratamento. Com isso, as
emissões de óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos
são bem menores e, ao mesmo tempo, o motor se
torna mais confiável e durável, diminuindo conside­
ravelmente os custos de manutenção.
As embarcações fabricadas pela ETP Engenharia/
Alumina Boats são feitas totalmente de alumínio,
desde a estrutura até os acessórios como janelas,
escadas, portas, cadeiras e móveis. Isso, sem dúvida,
eleva um pouco o custo na hora da compra, mas o
valor é totalmente diluído com a menor manutenção
e a maior vida útil em relação ao aço, material sujeito
à corrosão.
O alumínio também apresenta a vantagem de
du­reza e resistência a choques, o que contribui para
melhor navegabilidade e segurança. Uma embarca­
ção de alumínio, em geral, deforma-se sob condições
adversas, mas não se parte ou estilhaça como uma
similar feita de aço. E não há oxidação a partir de fu­
ros ou trincas na pintura.
Além disso, o baixo peso do alumínio em relação
a outros componentes possibilita o uso de motores
Caterpillar menos potentes praticamente em todos os
casos. Isso, por si só, já representa três vantagens
diretas para o comprador: os propulsores menores
são mais baratos, consomem menos combustível e
emitem poucos poluentes na atmosfera. “O alumínio
traz vantagens na hora de montar barcos de serviço,
tanto estrutu­ralmente quanto na durabilidade. A vida
útil de uma lancha desse material em relação a uma
de aço, por exemplo, é 30% maior”, afirma Gilberto
Chaves, diretor-presidente da ETP Engenharia.
Mesmo com tantas vantagens, o processo de cons­
trução dos barcos de alumínio não é simples. Cada
cliente manda suas especificações de projeto para a
ETP, que cria as embarcações virtualmente. O desenho
aprovado segue então para o estaleiro de 3 mil metros
quadrados da empresa na cidade de Niterói.
Em seguida, as chapas de alumínio importado
seguem direto para as máquinas eletrônicas de corte
a plasma – processo desenvolvido em 1955 que
consiste num jato cortante de argônio e hidrogênio
ou ar comprimido aquecidos. Chapas preparadas, é
hora de montar as partes do quebra-cabeça náutico,
instalar os acessórios e botar para trabalhar os mo­
tores Ca­terpillar. Com tudo funcionando, resta ape­
nas co­lo­car o barco na água para testes e entregálo ao comprador, que pode usá-lo no transporte de
trabalhadores ligados diretamente à prospecção de
petróleo ou para escapar do trânsito das grandes ci­
dades pelo mar. n
virtual e real
Gilberto Chaves, da
ETP, mostra o projeto
na tela do computador.
Depois de aprovada
virtualmente, a
embarcação é feita de
alumínio e ganha o
motor Caterpillar
2009 abril/maio/junho n
33
18/06/09 09:40
energia
energia total
A Companhia
Energética Potiguar
(CEP): construção
de duas usinas que
utilizam grupos de
geradores Caterpillar
Geradores para
as usinas do Rio
Grande do Norte
Com 144 geradores Caterpillar,
Potiguar e Potiguar III são capazes
de produzir 120 megawatts/hora
A
batida do martelo no 2º Leilão de Energia Nova
do tipo A-3, que determinava o fornecimento
de energia três anos depois, ocorrido em 2006,
iniciou um bem-sucedido negócio entre a Sotreq e a
Companhia Energética Potiguar (CEP), que tem participação societária de 20% da Petrobras e 80% do
Grupo Global. Pelo contrato, a CEP se comprometeu
a construir duas usinas termoelétricas para oferecer
energia conforme as necessidades do Sistema Interligado Nacional, a complexa corrente de produção
e transmissão de energia do país coordenada pelo
Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
34
n
Na busca por confiabilidade, rendimento operacional e baixo consumo de combustível, a CEP encontrou
na Sotreq e nos motores Caterpillar um caminho pavimentado para honrar seus compromissos. O contrato
entre as empresas, assinado em maio de 2007, previa
o fornecimento de 144 grupos geradores CAT modelo
C32 AtAAC com potência de 830 quilowatts cada. “Os
equipamentos começaram a ser entregues no fim de
abril de 2008, e todos os embarques a partir do Porto
de Jacksonville, na Flórida (Estados Unidos), foram
concluídos no mês seguinte. Tudo de acordo com o
cronograma contratual”, lembra Gustavo Sepúlveda,
gerente de Mercado Sistemas de Energia da Sotreq.
Os grupos geradores compõem as termoelétricas
Potiguar e Potiguar III. A primeira, com 64 motores,
gera 53 megawatts. A segunda, com 80 motores, desenvolve 67 megawatts. Ou seja, juntas, podem fornecer 120 megawatts/hora. Segundo o diretor da CEP,
Carlos Vasconcellos, com base nos 600 megawatts/
hora que o Rio Grande do Norte demanda, a usina é
capaz de gerar 20% do que todo o estado necessita.
“O suficiente para suprir de energia uma cidade de
300 mil habitantes”, afirma Vasconcellos.
Concluída em um ano e meio, a obra ocupa área
de 60 mil metros quadrados e consumiu 126 milhões
de reais. A termoelétrica, localizada no distrito industrial de Macaíba, na Grande Natal, é uma das 58
usinas contratadas pelo governo federal para evitar o
racionamento de energia.
Sua operação comercial começou em fevereiro
passado e, de acordo com o contrato, ela fica disponível às necessidades de energia gerenciadas
pe­lo ONS. “Os despachos de energia são decididos
pelo operador nacional, conforme as estimativas de
demanda”, explica Vasconcellos. “Frequentemente,
as ordens de despacho são realizadas em função dos
custos. As usinas que geram energia mais barata são
as primeiras a ser acionadas pelo operador.”
A tecnologia aplicada nas unidades permite que
os sistemas de comando, controle e supervisão sejam
processados remotamente. Além de ficar disponívies
às decisões de despacho do ONS, os dados das termoelétricas potiguares são vistos on-line pelo operador.
Na fase pré-operacional, período anterior à certificação da Agência Nacional de Energia Elétrica, a
Sotreq tinha prazo de 75 dias para os testes de comissionamento elétrico – e os realizou em 20. “A Sotreq
conseguiu antecipar o cronograma de execução dos
testes e comissionamento das unidades geradoras”,
finaliza Arimar Correa, gerente de Instalações – Sistemas de Energia. n
A energia exigida nos leilões
Nos intrincados estudos de implantação de uma
usina termoelétrica, toma-se por base a análise de um subsistema do Sistema Interligado
Nacional. Ou seja, as carências de uma região
específica do país. Para participar de um leilão e
ganhar a licitação, a empresa concorrente deve
ter um bom plano nas mãos. Apresentar as melhores condições item por item, desde o custo do
terreno até a disponibilidade de fornecimento de
energia, que, nesse ponto, fica condicionado ao
fornecimento, custo e consumo de combustível.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)
exige capacidade de fornecimento em determinado número de dias ou horas, de acordo com o
tamanho do projeto instalado e estabelecido no
contrato. No caso das termoelétricas Potiguar e
Potiguar III, localizadas no Rio Grande do Norte,
para gerar os 120 megawatts/hora durante 24
horas, a planta consumirá aproximadamente
761 mil litros de diesel, ou 80 mil litros. Essa
grandeza indica que nas condições especificadas os motores Caterpillar foram os que apresentaram o menor consumo e a maior confia­
bilidade, elementos que provocam impacto no
custo operacional.
320d em ação
A escavadeira
hidráulica da
Caterpillar abre
vala na obras de
saneamento básico
da cidade de Cacoal
elo
98046_Energia_Rod.indd 2-3
18/06/09 09:41
Associação
crise sem reflexos
Apesar da atenção cada vez mais redobrada dos
empresários do setor, a crise econômica mundial
não teve grandes reflexos no mercado de locação de
máquinas, segundo o presidente da Apelmat. “Ainda
não sentimos essa crise. Fomos muito privilegiados
em termos de obras”, reconhece.
Para Briard, o segredo do sucesso da Apelmat
está na ativa participação de seus 200 associados e
também na frota de mais de 3,5 mil equipamentos.
“Seguimos as regras do mercado, disponibilizando o
nosso trabalho de maneira impecável. Somos locado­
res e prestadores de serviços.”
O empresário explica que, neste momento, o mer­
cado tem sofrido mais com as intempéries. “Recente­
mente, passamos por um longo período de chuvas.
Mas, agora, as obras tendem a crescer. Entre as mais
importantes nas quais os associados estão envolvi­
dos, destacam-se as dos governos federal, estadual
e municipal. Entre elas, os dutos da Petrobras, obras
do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), Metrô,
trecho Sul do Rodoanel, estradas vicinais, anéis viários
e concessionárias de rodovias. n
Apelmat investe
no profissional
Entidade aposta no potencial de seus
associados e investe em treinamentos
para se destacar no mercado de locação
de olho no rival
Os associados da
Apelmat em um dos
eventos organizados
pela entidade. A ideia
é se diferenciar dos
concorrentes do setor
36
n
D
esde o início da parceria com a Associação
Paulista dos Empreiteiros e Locadores de
Má­quinas de Terraplanagem, Ar Comprimido,
Hi­dráulicos, Equipamentos de Construção Civil (Apel­
mat), a So­treq vem priorizando o investimento no cres­
cimento profissional dos seus associados. A ligação
entre elas não se resume ao relacionamento entre for­
necedora e cliente. São parceiros sólidos de mercado.
Buscando auxiliar o crescimento e aumentando
as chances de visibilidade nos negócios, a Sotreq
disponibiliza palestras e conferências de temas varia­
dos para informar e atualizar os associados da Apel­
mat. A intenção é potencializar o trabalho dos asso­
ciados e se diferenciar dos concorrentes no setor.
O presidente da entidade, Maurício Briard, conta
O presidente mundial da Caterpillar,
Doug Oberhelman, e o presidente
da Apelmat, Maurício Briard:
preocupação em manter a associação
sempre atualizada com o mercado
que essa iniciativa é essencial como ferramenta de in­
formação e de conexão com as modernas tecnologias
da Sotreq/Caterpillar. “Elas são as nossas maiores in­
centivadoras. Sempre preocupada em atua­lizar e nos
manter integrados com o cliente e com o que há de
mais moderno no mercado”, afirma.
O presidente revelou ainda que os eventos com
mais destaque vivenciados pela associação aconte­
ceram em países como Alemanha, Estados Unidos e
Espanha. Além desses, outros também foram realiza­
dos no Brasil.
Briard destaca a competência da Sotreq como fa­
tor determinante na escolha da parceira. “Ela é uma
das maiores revendedoras da Caterpillar no país, não
apenas no tamanho, mas também em qualidade e
confiabilidade”, diz. Ele fala das vantagens da fideli­
dade dos associados como clientes: “Sempre temos
preços convidativos, seja em máquinas, peças ou
serviços, e softwares diferenciados. As promoções
são outro ponto positivo que merece ser ressaltado”.
Essas ações solidificam a convivência com os as­
sociados: “A Sotreq é uma das nossas principais par­
ceiras e está sempre se diferenciando das demais”.
O presidente parabenizou a Revista ELO, que
chegou à sua 50ª edição. Segundo ele, a publicação,
que está entrando em seu ano dez de circulação, é um
veículo de comunicação fundamental para o mercado.
Entre outros valores, Briard destaca sua importância
como meio para divulgação dos serviços da Sotreq.
elo
98024_Associacao_Rod.indd 2-3
18/06/09 09:43
construção
Parceria cinquentenária
11 máquinas cat
A frota da Euplan
possui 11 máquinas
Caterpillar: opção
pela marca por conta
da tecnologia e
praticidade dos
equipamentos
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A Euplan escolheu a tecnologia Caterpillar pela primeira vez há 47 anos
e, até hoje, a marca é a principal opção da empresa em suas obras
38
n
98018_Euplan_Rod.indd 2
A
Caterpillar sempre esteve presente nas obras
da Euplan Terraplenagem Engenharia Cons­tru­
tora graças à tecnologia e praticidade de suas
máquinas. E a decisão da construtora em optar pela
marca foi tomada na época de sua fundação.
Na década de 60, Elécio Uhlmann abria sua em­
presa em São Paulo – que, na época, levava seu nome
– e logo adquiriu a primeira máquina Caterpillar. De lá
para cá, a construtora cresceu, Uhlmann ganhou muitos
clientes e rebatizou sua companhia como Euplan.
A empresa já completou 47 anos e, entre tantas
mudanças, ficou a certeza de investir em mais equipa­
mentos Caterpillar. Sua frota conta com 11 máquinas
da marca. São escavadeiras, retroescavadeiras, rolos
compactadores, tratores etc.
“Escolhemos a Caterpillar no início das operações
e funcionou. Não havia motivo para não investirmos
em mais equipamentos”, afirma Uhlmann, que está
acertando a compra de mais uma escavadeira hidráu­
lica 315 para incrementar sua frota.
O fundador da Euplan também comentou o momen­
to em que a Sotreq entrou na história de sua empresa.
Há oito anos, a Sotreq adquiriu a revenda Lion, e muitas
surpresas se sucederam. “Depois da negociação, deci­
dimos continuar comprando da Sotreq e descobrimos
vantagens, principalmente em relação à evolução tec­
nológica”, diz.
Para o presidente da construtora, os principais pon­
tos positivos da Sotreq são a assistência técnica e os
cursos. “A assistência é impecável, nunca nos deixou
na mão, e somos chamados para a maioria dos eventos
promovidos pelo grupo”, afirmou.
“As palestras nos deixam integrados com os lança­
mentos, principalmente por causa dos simuladores que
eles disponibilizam para aprendermos a operar uma
máquina nova”, salienta. Entre os assuntos, os cursos
preparam os profissionais para dominar a moderna téc­
nica do joystick.
obras com a caterpillar
Sobre as obras executadas ao longo de quase
cinco décadas, o presidente da Euplan destaca duas
de grande porte: os loteamentos na cidade paulista de
Itapevi e a implantação da Gerdau na Rodovia Castelo
Branco. Animado, comentou sobre obras em Goiânia.
“Estamos pensando em abrir uma filial por lá”, diz.
Outra novidade é o contrato com o projeto Fazenda
Santa Paula, em Campo Limpo/SP. “Estamos fazendo
o levantamento dos valores. Mas já posso adiantar que
são 600 lotes e mais de cem casas”, finaliza. n
elo
27.05.09 14:03:48
serviços
Múltipla em expansão
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R. Dr Rubens Meirelles, 71 - Barra Funda - S o Paulo - SP - Fone: 3871 7300 - www.voxeditora.com.br
Com uma frota de nove máquinas, empresa investe na área de prestação
de serviços para obras públicas e particulares no Rio de Janeiro
O
que existe em comum entre empresas do ramo
imobiliário e de vendas de pneus com outra de
terraplenagem e locação de máquinas? Aparentemente nada, a não ser que os donos sejam quatro
jovens empreendedores vindos de setores distintos. Em
2007, os irmãos Paulo Eduardo e Felipe César Souza
Barcellos, que atuavam no ramo de comercialização e
recuperação de pneus, juntaram forças com os primos
João Guilherme e Pedro Otávio Branco da Conceição,
do ramo imobiliário, para ampliar os investimentos.
Cria­ram, então, a Múltipla SG Terraplenagem e Locação de Máquinas, no Rio de Janeiro.
Com dois anos de atividades, não há motivo algum
para arrependimento. “Em 2008, nosso faturamento aumentou 15% em relação ao primeiro ano da Múlti­pla”,
afirma Paulo Eduardo. “Este ano, queremos crescer
mais 20%. Trata-se de um objetivo bem real.”
aumento da frota
Para alcançar essa meta, a empresa vai às compras.
Sua mais recente aquisição foi uma retroescavadeira
420E da Caterpillar, já em operação em uma obra da
Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro. A
420E se incorporou à frota da Múltipla, composta por
três motoniveladoras 120B e cinco retroescavadeiras
416E. Se depender de Paulo Eduardo, a frota aumentará ainda neste ano. “Estamos pensando em comprar
mais uma retroescavadeira em junho”, afirma.
Segundo ele, as máquinas CAT superaram todas
as expectativas de quando fundaram a Múltipla. “A
qualidade dos equipamentos é incontestável e o custobenefício, insuperável.” Antes de investir na compra de
equipamentos, os quatro sócios buscaram informações
com amigos que já estavam no setor sobre qual marca
adotar. Todos recomendaram a Caterpillar. A partir disso, iniciou-se uma sólida parceria com a filial da Sotreq.
“Ela está sempre pronta para nos atender e jamais
deixo de fazer a manutenção preventiva ou comprar
peças originais com a Sotreq”, atesta.
Em apenas dois anos de atividades, a empresa
construiu um bom patrimônio. São 22 funcionários que
atuam nos dois galpões da empresa, na cidade de São
Gonçalo. O maior, com 600 metros quadrados, fica no
bairro de Vista Alegre. O segundo, que ocupa uma área
de 400 metros quadrados, localiza-se em Laranjal.
Segundo Paulo Eduardo, a empresa presta serviços
para obras públicas e particulares apenas no Rio, como
pavimentação e saneamento básico no município de
São Gonçalo. “Temos os pés no chão, e aqui no Rio há
demanda suficiente”, revela. n
obra no Rio
A retroescavadeira
420E em obras de
saneamento básico.
Acima, Paulo Eduardo
(à direita), ao
lado de Ariane Tartari
e Edson Lopes,
da Sotreq do
Rio de Janeiro
2009 abril/maio/junho n
98056_Serviços_Rod.indd 1
39
28.05.09 17:22:45
institucional
Desenvolvendo valores
Presente nos principais empreendimentos da região, a Sotreq completa três
décadas de atividades com muita credibilidade nos estados do Pará e Amapá
equipe afinada
Brício José de
Miranda, Elcimar César
Almeida, Maria de
Nazaré Farias e José
de Ribamar Nóbrega,
da filial de Belém:
a Sotreq sempre
incentivou a formação
de mão de obra local
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A
Regional Norte da Sotreq, que engloba os estados do Pará e Amapá, completou 30 anos em
janeiro passado. Ao todo, são quatro filiais e
três escritórios nos dois estados, entre eles a de Belém,
onde está sediada a gerência regional. Há motivos para
comemorar. A credibilidade da empresa garantiu a presença do grupo nos maiores empreendimentos realizados na região Norte, como o Projeto Carajás, o Projeto
Jari e a construção da Usina Hidrelétrica de Tucuruí.
Segundo o gerente da regional, José de Ribamar
Nóbrega, um dos aspectos que merece ser ressaltado é
a contribuição da empresa para o desenvolvimento social da região.”Apesar de ser uma empresa com matriz
no Rio de Janeiro, ela sempre incentivou o aproveitamento da mão de obra local. A maioria dos integrantes
do nosso corpo de funcionários foi captada e formada
no próprio estado”, diz Ribamar Nóbrega.
Programas sociais mantidos pela Sotreq comprovam
isso. Um deles é a Escola de Formação de Mecânicos,
onde a principal função é capacitar jovens em mecânica
por meio dos estudos dos equipamentos Caterpillar disponibilizados pela Sotreq. Há também o Programa Trainee, que contempla a seleção de profissionais da região
para um treinamento de um ano em outros estados.
O mecânico especializado externo Brício José de
40
n
Miranda é um exemplo da profissionalização da mão
de obra local ao fazer manutenção e revisão de equipamentos. Brício conta que uma de suas missões na companhia durou cinco anos: a manutenção dos caminhões
fora de estrada da Vale em Carajás entre 1993 e 1997.
“Quando retornei para Belém, só encontrei comandos
eletrônicos. Era até complicado mexer”, afirma. “Meu
gerente me enviou para fazer um treinamento em Piracicaba/SP, a fim de conhecer as novas tecnologias.”
gosto pelo trabalho
A secretária da gerência regional, Maria de Nazaré
Farias, trabalha na Sotreq de Belém desde a inauguração. Seu gosto pelo local de trabalho é tão evidente que
ela guarda na memória o nome de todos os gerentes
com quem trabalhou. Ela conta que foi gratificante
testemunhar o crescimento da empresa, que no início
tinha 90 funcionários. Hoje, só a filial de Belém possui
190 colaboradores. “Meus superiores sempre me estenderam a mão quando precisei”, diz.
A paixão pela Sotreq também está no mecânico Brício. Aposentado desde 2007, ele continua na empresa.
“Fui solicitado para ficar mais uns anos, pois minha
experiência seria útil”, diz. “Acho que tenho o sangue
meio amarelo. Adoro essas máquinas.” n
elo
98030_Institucional_Rod.indd 2
27.05.09 16:22:48
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C 2006 Caterpillar - Todos os direitos reservados
CAT, Caterpillar, suas respectivas marcas e o padrão “Amarelo Caterpillar”, assim como sua identidade corporativa e de produto usadas aqui são marcas registradas Caterpillar e não podem ser usadas sem permissão.
treinamento
Por dentro das vendas
time motivado
Com a presença do
britânico Dean Lakey,
22 funcionários da
rede autorizada
MDPower participaram
do treinamento
oferecido pela Perkins
UK, em abril
M
esmo em um período de crise financeira
mun­dial, a Perkins UK, empresa do grupo
Ca­terpillar, tomou a iniciativa de investir em
treinamentos para os Masters Distribuidores na Améri­
ca do Sul. No caso do Brasil, nos dias 13 e 14 de abril,
a rede autorizada recebeu em sua filial, na cidade de
Sumaré, em São Paulo, um treinamento sobre peças de
reposição disponibilizado pela empresa europeia.
Com a presença do palestrante Dean Lakey, que
veio especialmente da Inglaterra para o evento, 22 fun­
cionários da rede autorizada passaram pelo treinamen­
to, cujo objetivo foi aprimorar ainda mais as vendas de
peças da rede autorizada.
Buscando complementar o quadro de aperfeiçoa­
mento no setor, Lakey discutiu temas essenciais no
quesito crescimento, entre eles, os artifícios de marketing necessários para se obter bons resultados. Ele
incentivou os participantes a desenvolver sua criati­
vi­dade e a procurar maneiras para promover campa­
nhas promocionais a seus clientes. Outra estratégia de
venda reforçada pelo palestrante é usar a garantia das
peças como argumentação favorável ao produto.
retorno dos funcionários
Alfredo Sarmento Filho, gerente comercial da MD
Power, que acompanhou a conferência, considerou a
iniciativa fundamental para a melhoria da capacidade
de argumentação para a venda de peças originais. “A
presença de um profissional da Perkins dentro da nossa
empresa foi muito enriquecedora. Com certeza, nosso
pessoal teve uma ótima oportunidade de aprimorar
conhecimentos para utilizar junto aos clientes, de for­
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MDPower e Perkins realizam conferência sobre vendas
de peças de reposição para a rede autorizada
42
n
98029_Treinamento.indd 2
ma a incentivar o uso das peças originais nos reparos e
manutenção dos motores Perkins”, ressaltou.
Alfredo Sarmento também destacou a repercussão
do trei­namento entre os participantes. “Os funcionários
da rede autorizada deram um retorno excelente. Para
eles, o evento esclareceu muitas dúvidas e os deixou
extremamente motivados”, afirmou.
Ele ressaltou o significado de um treinamento como
esse para a rede autorizada. “Em um cenário tão com­
petitivo, temos de buscar oportunidades para o desen­
volvimento. E a vinda da Perkins nos mostra o interesse
deles no crescimento da MDPower no Brasil, disse.
A conferência contou com profissionais da área das
duas empresas, como Dou­glas Felix, consultor de ven­
das da MDPower, e Antônio Costa, gerente de suporte
ao produto da Perkins Latin America. Sediada em São
Paulo, a MDPower, Master Distribuidor Perkins no Bra­
sil desde 2006, ampliou recentemente sua atuação no
mercado nacional para 68 centros autorizados. n
elo
27/5/09 16:31:28
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