Projeto Pedagógico 2010 - ILC

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Projeto Pedagógico 2010 - ILC
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ÍNDICE
1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO............................................................................3
1.1 CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ...........................................................................3
1.2 PRINCÍPIOS POLÍTICO-FILOSÓFICOS .............................................................4
1.3 RAZÕES DA ORIGEM DA FALEM ....................................................................5
2 CONSIDERAÇÕES GERAIS.....................................................................................8
2.1 BREVE HISTÓRICO .............................................................................................8
2.2 O CONTEXTO ATUAL.........................................................................................9
3 O PROJETO PEDAGÓGICO REVISADO ............................................................12
3.1 FUNDAMENTOS NORTEADORES ..................................................................12
3.1.1 Princípios éticos ............................................................................................12
3.1.2 Princípios epistemológicos e didático-pedagógicos ...................................12
3.1.2.1 Língua......................................................................................................13
3.1.2.2 Saberes sobre a língua .............................................................................14
3.1.2.3 Prática profissional..................................................................................14
3.1.3 Princípios legais ............................................................................................15
3.2 OBJETIVO DO CURSO.......................................................................................16
3.3 PERFIL DO PROFISSIONAL DE LE .................................................................16
3.3.1 Perfil do aluno ingressante ..........................................................................17
3.3.2 Perfil do egresso............................................................................................23
3.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO.......................................................................................23
3.4.1 Ensino ............................................................................................................24
3.4.2 Outras............................................................................................................24
4 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO .......................25
4.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS.............................................................................25
4.2 PRINCÍPIOS CURRICULARES..........................................................................27
4.3 ESTRUTURA CURRICULAR.............................................................................28
4.3.1 Pressupostos curriculares ............................................................................28
4.3.2 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)....................................................33
4.3.3 Estágio supervisionado ................................................................................33
4.3.4 Atividades complementares.........................................................................35
4.3.5 Articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão .........................................36
4.3.5.1 Política de Ensino....................................................................................36
4.3.5.2 Política de Pesquisa.................................................................................36
4.3.5.3 Política de Extensão ................................................................................37
4.3.5.4 Laboratórios como articuladores do Ensino, da Pesquisa e da Extensão 40
4.3.5.4.1. Base de Apoio à Aprendizagem Autônoma (BA3)...........................40
4.3.5.4.2. Laboratório de Ensino e Aprendizagem de LE (LABENALE) ........41
4.4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E PLANEJAMENTO DO TRABALHO
DOCENTE ..................................................................................................................43
5 RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURA FÍSICA ..............................................45
5.1 RECURSOS HUMANOS .....................................................................................45
5.2 ESTRUTURA FÍSICA..........................................................................................46
6 POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL .....................................................................48
6.1 DIFERENTES LINGUAGENS DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
.....................................................................................................................................48
6.2 INCLUSÃO E ACESSO DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS49
6.3 LIBRAS.................................................................................................................49
7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO....................................................................................50
7.1 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO E DO CURSO...........................50
7.2 AVALIAÇÃO DO PROCESSO EDUCATIVO...................................................51
2
7.3 REFERENDOS EXTERNOS ...............................................................................51
REFERÊNCIAS ..............................................................................................................53
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1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO
Com o propósito de formar profissionais generalistas e humanistas, que tenham visão
crítico-reflexiva e respeito pelos princípios éticos e morais da coletividade, o Projeto
Pedagógico da Faculdade de Letras Estrangeiras Modernas (PP-FALEM) tem como política de
ensino a oferta de cursos pautados pela qualidade. Esses cursos, que também se voltam para
o desenvolvimento teórico-científico, devem garantir o acesso ao conhecimento e assegurar
uma educação continuada e permanente.
No contexto mais amplo das práticas sociais, o PP-FALEM defende o ensino público
gratuito e de qualidade, assim como as políticas inclusivas. Além de considerar, no conjunto de
suas ações, as inovações científicas e tecnológicas e as exigências do mundo do trabalho, o
PP-FALEM fundamenta sua política educacional em princípios político-filosóficos coerentes
com a missão da Universidade Federal do Pará (UFPA) de promover desenvolvimento e
progresso no âmbito social, cultural e científico.
Para melhor situar as orientações subjacentes ao PP-FALEM, é necessário inicialmente,
além de apresentar uma breve reflexão sobre a concepção de educação nele adotada,
enumerar os princípios que norteiam o Projeto Pedagógico e listar as razões que levaram à
criação da FALEM.
1.1 CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO
Com as novas diretrizes curriculares, torna-se mais clara a responsabilidade dos
professores e das instituições de ensino de formar o cidadão em seu próprio contexto. As
instituições de ensino não podem se limitar apenas a fornecer informação e a assumir o papel
de instruir ou de transmitir conhecimentos. Hoje devem ser um espaço formativo, em que se
concebe a educação como uma prática de formação da pessoa e o conhecimento como uma
construção compartilhada de saberes que resulta de um processo interativo no qual os sujeitos,
inseridos em seu contexto histórico, cultural, político e social, agem como cidadãos conscientes
de seu papel na sociedade.
Em educação, o fundamental não é o acúmulo de informações, mas o desenvolvimento
de competências e habilidades que nos permitam encontrá-las, saber lidar com elas, distinguir
as mais relevantes das menos importantes, analisá-las, criticá-las e, com base nelas, chegar às
próprias conclusões. Mais do que nunca, a missão da educação é contribuir para que o aluno
desenvolva habilidades e competências que lhe permitam trabalhar a informação: selecionar,
comparar, classificar, analisar, sintetizar, opinar, discutir, criticar, julgar, fazer generalizações,
analogias, diagnósticos, elaborar novos conceitos.
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1.2 PRINCÍPIOS POLÍTICO-FILOSÓFICOS
O PP-FALEM é norteado pelos seguintes princípios:
ATENÇÃO AO CONTEXTO POLÍTICO, SOCIOECONÔMICO E CULTURAL DE NOSSA
SOCIEDADE
Percebem-se as transformações proporcionadas pelas tecnologias de informação e
comunicação, também no campo da educação, como possibilidades de repensar as
práticas pedagógicas. A informação assume importância fundamental, e tanto seu
tratamento quanto sua aplicação colocam-se hoje como um dos diferenciais para as
organizações. O conhecimento, seja ele tácito ou explícito, tornou-se um valor
agregado. Sabe-se que na chamada sociedade do conhecimento, em que se instala
um modo de pensar complexo, exigem-se profissionais com criatividade,
flexibilidade, capacidade de trabalhar em equipe, visão holística, enfim, profissionais
que apresentem uma nova forma de agir e interagir no mundo.
FAZER DOCENTE BASEADO NO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS E
HABILIDADES
A Lei de Diretrizes e Bases n.°9.394, de 20 de deze mbro de 1996, estabelece que
os processos de ensino e aprendizagem devem basear-se no desenvolvimento de
competências e habilidades e não mais apenas em conteúdos. A formação de
profissionais aptos a desenvolver suas atividades, visando atender as necessidades
sociais de forma criativa, flexível e inovadora, constitui-se uma das principais metas
da educação superior.
FAZER DOCENTE COM ENVOLVIMENTO E MOTIVAÇÃO: APRENDER A APRENDER
O ato de ensinar deve ser realizado com alegria, amor e respeito pelo outro. Esses
sentimentos, aliados às atitudes, aos valores e ao conhecimento do educador, são
molas propulsoras para uma efetiva aprendizagem. O educador deve acreditar em
uma educação que possibilite o exercício da reflexão, da ação, do questionamento,
da pesquisa. Enfim, deve acreditar que é possível oferecer aos educandos
momentos de aprendizagem que os levem a desenvolver as competências e as
habilidades necessárias a uma atuação consciente e transformadora em nossa
sociedade.
INTERDISCIPLINARIDADE COMO PRINCÍPIO DIDÁTICO
As atividades curriculares previstas no PP-FALEM articulam-se, por meio do
estabelecimento de relações de convergência e complementaridade entre si, de
forma a manter uma unidade diante da interpretação da realidade. Essa
interpretação leva em conta a multiplicidade de leituras de mundo.
FLEXIBILIZAÇÃO DA ESTRUTURA CURRICULAR
O PP-FALEM oferece um percurso atualizado, flexível e dinâmico, construído com
base nos saberes e conteúdos que fazem parte da vivência e da experiência do
aluno e naqueles necessários à sua futura atuação profissional. Além de seguir os
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componentes curriculares básicos, o aluno poderá traçar parte de seu percurso
acadêmico segundo seus anseios pessoais e as demandas da sociedade. Essa
prática será alcançada por meio da realização das atividades complementares
previstas no projeto.
ÉTICA COMO TEMA TRANSVERSAL
Tomando a ética como tema preferencial, pretende-se estimular no educando um
comportamento reflexivo diante de valores éticos e, com base na problematização
desses valores no contexto institucional, pretende-se levá-lo a adotar padrões de
conduta que superem uma ética individualista e competitiva, visando a construção
de uma sociedade cada vez mais humana e solidária.
COMPREENSÃO DA DIVERSIDADE CULTURAL E DA PLURALIDADE DE INDIVÍDUOS
O PP-FALEM leva em conta a dimensão singular do homem, assim como a
pluralidade de indivíduos e a multiplicidade cultural.
SÓLIDA PREPARAÇÃO PARA O EXERCÍCIO DO TRABALHO, DA CIDADANIA E PARA
A PARTICIPAÇÃO NA VIDA CULTURAL
O PP-FALEM prevê atividades voltadas para a prática profissional capazes de
proporcionar ao futuro professor uma vivência real de diferentes situações de
trabalho. Essa faceta do projeto está expressa principalmente na variedade de
ações extensionistas e de atividades de natureza prática que poderão ser
desenvolvidas durante o curso.
FORMAÇÃO CONTINUADA
A graduação é entendida como uma etapa inicial de um processo de formação
continuada, que deve, portanto, ser consolidada por meio de outros níveis de ensino
e de atividades de pesquisa e extensão. No decorrer do seu percurso dentro da
Faculdade, o aluno será levado a descobrir, além dos muros da Universidade, as
diferentes possibilidades de dar continuidade a seu processo de aprendizagem após
a conclusão de seu curso de graduação.
AVALIAÇÃO PERMANENTE
A avaliação das práticas pedagógicas é parte integrante deste Projeto Pedagógico e
reflete-se tanto nas atividades previstas quanto no próprio processo de
reestruturação
curricular.
Essa
reestruturação,
que
deverá
resultar
das
necessidades emergentes, conduzirá à elaboração de um programa de capacitação
docente com efeito multiplicador na sociedade.
1.3 RAZÕES DA ORIGEM DA FALEM
Até o ano de 2007, os cursos de línguas estrangeiras modernas (alemão, espanhol,
francês e inglês) fizeram parte do Colegiado de Letras que abrigava também a habilitação em
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Língua Portuguesa e suas Literaturas. Com as mudanças impostas pelo novo estatuto na
Universidade Federal do Pará e pelo regimento do novo Instituto de Letras e Comunicação,
decidiu-se pela criação da Faculdade de Letras Estrangeiras Modernas (FALEM), com os
Cursos de Licenciatura em Letras – habilitações em alemão, espanhol, francês e inglês. A
nova Faculdade passou a ter existência legal depois da criação do Instituto de Letras e
Comunicação publicada no Diário Oficial da União em 14 de fevereiro de 2008.
Desde o ano de 2006, em reuniões do antigo Departamento de Línguas e Literaturas
Estrangeiras (DLLE), os professores de línguas estrangeiras têm discutido as questões que
estão na origem da criação da FALEM. A decisão sobre a criação da nova faculdade pautouse em parte pelas orientações previstas no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade
Federal do Pará e em parte pelas mudanças que têm ocorrido nos cursos de línguas
estrangeiras nos últimos anos. Após ampla discussão no âmbito departamental, a criação da
FALEM pareceu ser a melhor opção para os cursos de línguas estrangeiras e para o Instituto,
em virtude das razões abaixo enumeradas:
1. Número elevado de docentes (31) e de discentes (cerca de 600) envolvidos no ensino
de quatro línguas estrangeiras, o que demanda autonomia administrativa, para que os
trâmites administrativos e acadêmicos na realização de suas atividades rotineiras sejam
tratados com maior rapidez.
2. Garantia de um processo democrático na deliberação de questões relativas às línguas
estrangeiras: como as faculdades têm representação na Congregação do Instituto de
Letras e Comunicação (artigo 38, III, do Estatuto da UFPA), estão assegurados a voz e
votos dos representantes da FALEM.
3. Criação de turmas específicas de Línguas Estrangeiras: desde o ano de 2004, o
ingresso de alunos pelo Processo Seletivo Seriado ocorre de modo separado, por
opção de idioma; com a criação da FALEM, os alunos de línguas estrangeiras terão um
melhor acompanhamento acadêmico, visto que essa subunidade contará com um órgão
colegiado específico que se encarregará de decidir questões relativas à matrícula, à
escolha, à dispensa e à inclusão de atividades acadêmicas curriculares referentes às
suas habilitações.
4. Possibilidade de melhor atender as especificidades e as necessidades dos cursos de
línguas estrangeiras na elaboração da proposta orçamentária e do plano de aplicação
de verbas, assim como nas manifestações sobre contratos, acordos, convênios e
prestação de serviços de interesse desses cursos, visto que se trata de atribuições do
órgão colegiado das faculdades (Cf. artigo 45, Estatuto da UFPA).
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5. Possibilidade de melhor planejar, supervisionar e avaliar as ações concernentes às
atividades de ensino, pesquisa e extensão, tal como prevê o parágrafo único do artigo
69 do Regimento Geral da UFPA.
Com a criação da nova faculdade, impõe-se a reconstrução de seu Projeto Pedagógico,
agora mais adequado à formação do professor de alemão, espanhol, francês ou inglês. A
avaliação diagnóstica, realizada quando o Curso de Letras ainda comportava tanto a
habilitação em língua materna quanto as habilitações em alemão, espanhol, francês e inglês,
apontou o desejo de alunos e professores dedicarem um tempo maior de seu percurso
acadêmico a estudos em língua estrangeira.
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2 CONSIDERAÇÕES GERAIS
Nesta seção, apresenta-se um breve histórico dos Cursos de Letras no Brasil incluindo
o contexto atual.
2.1 BREVE HISTÓRICO
Antes de apresentar as modificações do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura
em Letras – habilitações em alemão, espanhol, francês e inglês –, as quais se adaptam e
atendem às exigências e às necessidades atuais da realidade em que se insere esse curso, é
fundamental traçar uma retrospectiva da história do Curso de Letras para melhor circunscrever
esta proposta.
O primeiro curso de Letras no Brasil surgiu em 1934 com a criação da Universidade de
São Paulo (USP) por meio do decreto n.º 6.283, de 25 de janeiro de 1934, vinculado à
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, e subdividia-se em “Letras Clássicas” e
“Português e Línguas Estrangeiras” (FIORIN, 2006). Em 1939, ao adaptar-se ao padrão da
Faculdade Nacional de Filosofia fundada no Rio de Janeiro, passou a constituir-se dos Cursos
de Letras Clássicas, Letras Neolatinas e Letras Anglo-Americanas. Nesses primeiros anos, os
cursos de Letras voltavam-se mais para a reflexão poética do que para a descrição linguística.
Em 1962, os Cursos de Letras foram reorganizados com base no parecer n.º 283/62, do
conselheiro Valnir Chagas, do Conselho Federal de Educação. Paiva (2005) observa que a
primeira proposta de currículo mínimo para os cursos de Letras foi aprovada com base nesse
parecer. O novo currículo previa a licenciatura dupla – Língua Portuguesa e Língua Estrangeira
– e a licenciatura única apenas em Língua Portuguesa. Ainda de acordo com Paiva, a
formação pedagógica só passou a ser contemplada em 1969, a partir da resolução n.° 9, de 10
de outubro de 1969. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases extinguiu a obrigatoriedade de
currículos mínimos, surgindo, em seu lugar, as diretrizes curriculares.
No Pará, em 6 de maio de 1954, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, mantida
pela Sociedade Civil de Agronomia e Veterinária, foi autorizada pelo Decreto nº. 35.456. A nova
faculdade paraense tinha como objetivo formar professores para atuarem no magistério,
chamado na época “Ensino Secundário e Normal no Estado do Pará”. No entanto, o primeiro
ano letivo da Faculdade só veio a ocorrer em 1955 com a oferta de quatro cursos, a saber:
Matemática, Letras Clássicas, Geografia e História (curso único) e Pedagogia. Na época, os
cursos apresentavam uma estrutura curricular que obedecia ao esquema identificado como “3
+ 1”, isto é, conferia-se o título de bacharel aos alunos que preenchessem os requisitos
curriculares ao final de três anos e o título de licenciado, com habilitação para exercer o
magistério secundário ou normal, no âmbito de cada área do conhecimento, àqueles alunos
que concluíssem o Curso de Didática no 4o ano (ARAUJO; CERQUEIRA, ...). Com a extinção
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do Curso de Didática,1 a licenciatura passou a ter um grau equivalente ao do bacharelado.
Assim, o aluno podia obter os dois títulos: o de bacharel e o de licenciado.
Em 1957, a UFPA é criada incorporando à sua estrutura a Faculdade de Filosofia, que
assim permanece até a reforma universitária nos anos 70 do século passado. Nessa ocasião,
os cursos de licenciatura foram dissociados e distribuídos entre os Centros de Estudos Básicos
(Ciências Exatas e Naturais, Ciências Biológicas, Filosofia e Ciências Humanas e Letras e
Artes) e o Centro de Educação, ao qual cabia a responsabilidade pela formação profissional.
Os dois Centros – Letras e Artes e Educação – passaram então a dividir
responsabilidades no que concerne à formação do professor, já que cabia aos Centros de
Estudos Básicos a formação específica do profissional e ao Centro de Educação, a formação
pedagógica.
Posteriormente, o Curso de Letras da UFPA passou a funcionar com quatro habilitações
– alemão, francês, inglês e português –, obedecendo a todas as determinações dos
parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC), com a possibilidade de se
cursar a dupla licenciatura – Língua Portuguesa e Língua Estrangeira.
A partir de 2004, embora agrupados em uma só Faculdade, sob a coordenação do
Colegiado do Curso de Letras, os alunos passaram a ter a possibilidade de cursar uma só
habilitação por vez: alemão, francês, inglês ou português. O Projeto Pedagógico implantado a
partir desse ano prevê um percurso acadêmico com um número de atividades comuns a todos
os cursos e outras peculiares a cada habilitação. Já nesse projeto se prenuncia um foco maior
na formação específica para cada LE. Em 2006 foi instituída a habilitação em espanhol.
2.2 O CONTEXTO ATUAL
Nos dias de hoje, impõe-se de forma ainda mais categórica a necessidade de se tratar a
formação de professores de línguas estrangeiras (LE) de forma diferenciada da formação dos
professores de língua materna (LM).
No mundo atual, as LE são ferramentas importantes para a comunicação entre os
povos, assim como para a produção de conhecimento científico e tecnológico. Somos
partícipes de um mundo que se tornou irreversivelmente pequeno em virtude dos incríveis
avanços das novas tecnologias da informação e da comunicação. O homem da atualidade não
pode permanecer confinado em seu espaço geográfico e cultural. O contato permanente com
outras realidades, outros povos, outras culturas, outras línguas exige da sociedade atual uma
educação que propicie a todos os cidadãos o acesso à aprendizagem de uma ou várias línguas
estrangeiras. A língua é, inegavelmente, a manifestação fundamental de todos os povos, já que
1
Parecer n.º 283/1962 do Conselho Federal de Educação.
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inseparável de sua sociedade e de sua cultura. É o principal veículo da ciência, da tecnologia,
do pensamento político, do pensamento filosófico e também do intercâmbio econômico e
financeiro.
Por outro lado, na academia, as línguas estrangeiras ocupam um papel muito
importante na vida de qualquer estudante: aqueles que desejam dar continuidade à sua
formação acadêmica precisam ter o domínio de uma (ou de mais de uma) LE para realizar
estudos de pós-graduação; os que se engajam em atividades de pesquisa não conseguem
avançar muito em suas investigações sem o acesso a uma bibliografia ainda sem tradução
para a língua materna. Na esfera técnico-profissional, em diferentes áreas, a presença das LE
também é cada vez mais evidente: como trilhar, por exemplo, o caminho das novas tecnologias
sem poder ter acesso a textos escritos em LE?
São os Cursos de Letras – habilitações em Alemão, Espanhol, Francês e Inglês – que
formam profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar de forma crítica com as
linguagens, especialmente com a verbal, e de desenvolver, em seus futuros alunos,
competências e habilidades em outra língua.
Independentemente da LE escolhida, o profissional de Letras deve saber usar as
diferentes variedades da língua objeto de seus estudos, nas modalidades oral e escrita, em
diferentes situações de interlocução, levando em conta as condições de produção de discurso.
Deve ainda ser capaz de descrever e compreender sua estrutura, seu funcionamento e de
refletir teoricamente sobre a linguagem e suas manifestações socioculturais. Precisa também
fazer uso dos recursos tecnológicos que podem ser colocados a serviço do ensinoaprendizagem de LE e compreender sua formação profissional como processo contínuo,
autônomo e permanente, em que se articulam ensino, pesquisa e extensão. O profissional
deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica sobre temas e questões relativas à sua área de
atuação.2
Sabendo que, por um lado, a atuação do profissional de LE depende radicalmente da
sua formação e, por outro lado, procurando estar de acordo com as novas Diretrizes
Curriculares para os Cursos de Letras, os professores da FALEM pretenderam construir, neste
projeto pedagógico, uma proposta de estrutura curricular mais flexível, adequada às
necessidades e às exigências atuais do professor de línguas, articulando as atividades de
caráter teórico às de caráter prático durante todo o curso. Com esse novo desenho curricular,
2
Almeida Filho (1993) aponta quatro competências necessárias ao ofício do professor de LE: a
competência implícita, a linguístico-comunicativa, a teórico-aplicada e a profissional. A competência
implícita é constituída de intuições, crenças e experiências vivenciadas como aluno e professor de LE ao
longo do cotidiano escolar. A competência linguístico-comunicativa diz respeito à capacidade de uso da
língua. A competência teórico-aplicada diz respeito a todo conhecimento teórico-prático necessário ao
ensino-aprendizagem de línguas. A competência profissional é a capacidade de mobilizar e avaliar
recursos e de intervir nas outras competências com base em fundamentos teóricos e em reflexões sobre
a prática que levam a ações e atitudes reflexivas.
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pretende-se dar ao futuro professor oportunidades de adquirir e desenvolver habilidades e
competências que lhe permitam atuar de maneira eficiente nos diferentes níveis da educação.
Dessa forma, será possível formar professores e pesquisadores mais capacitados e
proficientes para romper com o mito de que “não se aprende LE na escola” e de que “os
professores da região amazônica não são bem preparados ou não estão atualizados para
ensinar LE”3.
Os cursos de licenciatura em LE, que constituem as habilitações da Faculdade de
Letras Estrangeiras Modernas (FALEM), pertencente ao Instituto de Letras e Comunicação
(ILC) da Universidade Federal do Pará (UFPA), oferecem à sociedade uma proposta
educacional inovadora e criativa no que concerne à educação superior das LE, especialmente
quanto à formação de professores e pesquisadores capacitados para atuar no ensino
fundamental e médio. Tais cursos de licenciatura baseiam-se nas novas diretrizes do fazer
pedagógico e, não obstante, suas singularidades absorvem variados ensinamentos da
realidade acadêmica brasileira. Estão, portanto, aptos a desenvolver práticas educativas
adequadas para atender as necessidades atuais do ensino e aprendizagem de LE, sem perder
de vista as especificidades da região amazônica.
A fim de levar a efeito sua proposta pedagógica, os Cursos de Licenciatura em cada
uma das LE afirmam-se não só pela importância de formar novos professores de LE, mas
também por estimular, nesses profissionais, a prática de ações pedagógicas concretas, que
visem prioritariamente o envolvimento de docentes e discentes com o entorno cultural da
região em que tais cursos estão inseridos, já que alunos e professores são parceiros na
formação de uma sociedade mais justa e mais humana do ponto de vista político, econômico e
social. Dessa forma, além de formar profissionais em LE, a FALEM pretende formar cidadãos
engajados em um fazer social mais completo.
O licenciado em Letras-LE deverá ser um profissional linguageiramente competente na
língua estrangeira de sua habilitação e comprometido com os valores da sociedade
democrática.
3
A esse respeito ver Moita Lopes (1996).
12
3 O PROJETO PEDAGÓGICO REVISADO
Esta seção comporta os fundamentos norteadores do PP-FALEM, seu objetivo, o perfil
dos licenciados em cada uma das LE e as possíveis área de atuação desses profissionais.
3.1 FUNDAMENTOS NORTEADORES
Os fundamentos norteadores do PP-FALEM subdividem-se em princípios éticos,
epistemológicos, didático-pedagógicos e legais, conforme o que se expõe a seguir.
3.1.1 Princípios éticos
A dimensão ética do ensino-aprendizagem de uma língua-cultura estrangeira remete
aos costumes (em grego, ethos), aos valores e, consequentemente, à cultura. Essas questões,
indissociáveis do fazer do professor, estão cada vez mais presentes como objeto de ensinoaprendizagem nas aulas de línguas. Não se trata mais apenas de levar os aprendentes a se
apropriarem de regras gramaticais e/ou de uso da língua na(s) sociedade(s) onde ela é
empregada, mas também de ajudá-los a refletir sobre os valores arraigados nas modalidades
de organização dessa(s) sociedade(s).
Nessa perspectiva, é papel do professor de línguas-culturas vivenciar – e levar seus
alunos a vivenciarem – valores de cooperação, respeito, comprometimento que possibilitam
uma melhor compreensão do outro, através, por exemplo, da análise dos estereótipos e de
suas consequências psicológicas e éticas. Desse modo, poderá contribuir para evitar que se
cultivem atitudes egocêntricas e/ou etnocêntricas. Cabe a ele trabalhar para que as diferenças
linguísticas e socioculturais não levem ao conflito, à intolerância, ao racismo, para que a
compreensão delas enquanto riqueza favoreça a coexistência pacífica, a partilha, a defesa das
especificidades dos grupos humanos.
Enfim, no que diz respeito às práticas de sala de aula, é tarefa do professor hoje, por
um lado, levar em conta as necessidades do aprendente, suas motivações, seu estilo de
aprendizagem e, por outro lado, procurar enriquecer suas estratégias individuais para o
desenvolvimento de suas capacidades de discernimento, de crítica, de autonomização,
ampliando assim sua cultura de aprendizagem.
3.1.2 Princípios epistemológicos e didático-pedagógicos
O curso de Letras – habilitações em alemão, espanhol, francês e inglês – está
estruturado em três grandes eixos: (i) uso da língua; (ii) saberes sobre a língua, incluídos aqui
os saberes sobre a literatura e outros aspectos culturais; (iii) saberes sobre a prática
profissional. Acreditando que ensinar uma língua implica a busca de um equilíbrio entre saber
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usar a língua, refletir sobre a língua e dominar conceitos, métodos e técnicas relativos à prática
profissional, este PP defende a ideia de que um futuro professor de LE precisa ser competente
nesses três eixos para poder exercer sua profissão com eficiência e saber buscar seu
aperfeiçoamento contínuo após a obtenção do grau de licenciado. Esses três eixos não são
compartimentos estanques, mas sobrepõem-se e imbricam-se, pois dominar linguageiramente
um idioma estrangeiro, de forma a ser competente para ensiná-lo, é transitar confortavelmente
pelas três áreas.
3.1.2.1 Língua
Embora em todas as disciplinas curriculares ministradas em cada uma das LE exista a
preocupação com os objetivos que concernem ao eixo (i), as disciplinas de língua, cuja
sequência é indicada por algarismos romanos, destinam-se prioritariamente a desenvolver as
habilidades relativas ao uso da língua. No âmbito dessas disciplinas, serão realizadas –
sempre na perspectiva do uso da língua – atividades centradas em habilidades relativas à
fonética, ao léxico, à morfossintaxe, à organização textual-discursiva, enfim, a todos os
componentes da dimensão linguística, sem perder de vista, evidentemente, o valor social das
variedades de língua e as funções pragmáticas de sua realização. Essas atividades serão
concebidas com base nas concepções pragmática, acional e interacional da linguagem, em
cuja abordagem as noções de funções linguageiras, atos de fala, roteiros, trocas interacionais,
tipos e gêneros textuais, efeitos de sentido ocupam um papel central. Ressalte-se ainda que as
atividades deverão levar em conta os parâmetros socioculturais relativos às normas sociais de
uso da língua: fórmulas de polidez, trocas rituais, regulação das relações entre gerações,
classes e grupos sociais.
O objetivo das atividades previstas nesse eixo, quanto ao nível de língua, é levar todos
os alunos a atingir o nível B2 da grade de avaliação do “Passaporte Linguístico de Adultos do
Conselho da Europa”, 4 que tem sido adotado como medida internacional de aferição de
competência linguageira.
A atividade curricular “Aprender a aprender LE” traz uma inovação para o PP-FALEM.
Trata-se de uma atividade que visa levar o aluno, no início do curso, a refletir sobre as
especificidades da aprendizagem de uma LE e a aprender a lidar com elas. Espera-se que
4
As grades de inglês e de francês estão nas páginas 6 e 7 de LITTLE, D.; PERCLOVÁ, R. The European
Language Portfolio: a guide for teachers and teacher trainers. Disponível em:
<http://www.coe.int/T/DG4/Portfolio/documents/ELPguide_teacherstrainers.pdf>. Acesso em 25 abr.
2009.
A grade de espanhol está nas páginas 30 e 31 do Marco Común Europeo de Referencia para las
Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Disponível em:
<http://cvc.cervantes.es/obref/marco/cvc_mer.pdf>. Acesso em 25 abr. 2009.
A grade de alemão encontra-se em Gemeinsamer Europäischer Referenzrahmen für Sprachen: Lernen,
Lehren, Beurteilen" (kurz: GER, herausgegeben vom Europarat der Europäischen Union). Disponível em:
<http://www.goethe.de/lhr/prj/prd/upd/deindex.htm>. Acesso em 25 abr. 2009.
14
essa atividade curricular, de caráter compulsório, potencialize a aprendizagem de todas as
outras disciplinas em LE.5 Para os alunos que, ao entrarem no curso, já têm conhecimento da
LE, essa atividade poderá funcionar como uma experiência de espelhamento: tendo refletido
sobre seu processo de aprendizagem, o futuro professor de LE poderá levar seus próprios
alunos a refletir sobre suas experiências e seus estilos de aprendizagem.
A disciplina língua estrangeira instrumental contribui para o desenvolvimento de uma
habilidade central no âmbito acadêmico – a capacidade leitora –, e será cursada pelos alunos
em uma LE diferente daquela de sua habilitação. Não se pode ignorar que saber ler em mais
de uma LE é fundamental para os estudos universitários, visto que parte da bibliografia que os
estudantes deverão consultar pode ser constituída de livros que ainda não foram traduzidos
para o português (basta lembrar os exames de seleção para cursos de mestrado e doutorado).
Ademais, poder ter acesso a textos que veiculam outras visões de mundo e outras culturas
favorece a compreensão da própria realidade e, por conseguinte, concorre para a formação da
cidadania.
3.1.2.2 Saberes sobre a língua
Os saberes sobre a língua incluem os conhecimentos metalinguísticos relacionados à
fonética e à fonologia, à morfossintaxe, à semântica, à pragmática da LE estudada e às
literaturas e demais aspectos culturais expressos em cada uma das LE. Acredita-se que, ao se
refletir sobre a língua e seu funcionamento, uma certa dose de ecletismo teórico é positiva,
podendo conduzir a resultados bastante satisfatórios. Nas atividades que compõem esse eixo,
serão fornecidos ao aluno instrumentos heurísticos que lhe permitam observar, descrever,
analisar e compreender a organização e o funcionamento da língua a que é exposto. Entendese por instrumentos heurísticos noções, conceitos e princípios sobre a língua que podem
facilitar a descoberta, a compreensão e o conhecimento da organização e do funcionamento
linguístico-discursivo.
As atividades curriculares que compõem este eixo são ministradas em LE e em
português. Espera-se que o trabalho de reflexão sobre a língua possa resultar na produção de
conhecimento, por meio da participação em projetos de pesquisa e da apresentação de
resultados em eventos científicos.
3.1.2.3 Prática profissional
O eixo da prática profissional diz respeito às atividades cuja finalidade é fornecer ao
aluno as ferramentas necessárias para exercer com sucesso o magistério. Para ser professor
de LE, não basta saber usar a língua em diferentes eventos interlocutivos, tampouco basta ser
5
Uma experiência inspiradora a respeito da importância da reflexão sobre a aprendizagem de línguas
estrangeiras é descrita por Esch (1997).
15
capaz de descrever e explicar o funcionamento da língua em suas diferentes dimensões
(fonético-fonológica, morfossintática, semântico-pragmática, textual-discursiva) à luz de teorias
linguísticas. É necessário também saber favorecer a aprendizagem, estimular/motivar o aluno a
aprender, a querer aprender, a aprender a aprender, enfim, é fundamental adequar o diálogo
pedagógico às necessidades e às peculiaridades dos alunos.
Incluem-se nesse eixo três tipos de atividades: (i) atividades relacionadas ao “aprender
a ensinar a LE”, por meio das quais os alunos são levados a refletir sobre diversas questões
relativas ao processo de ensino-aprendizagem; (ii) atividades relacionadas ao sistema
educacional brasileiro e aos estágios supervisionados, que serão realizados em instituições
parceiras da UFPA; (iii) atividades relacionadas ao aprender a pesquisar e a aplicar métodos e
técnicas adequados à atuação profissional. Ressalte-se que disciplinas fundamentais ao
ensino-aprendizagem oferecidas por outros institutos da UFPA também compõem a grade
curricular, de modo a garantir ao licenciando um solo firme onde ele possa construir a sua
prática profissional.
Enfim, com as atividades propostas neste eixo, pretende-se que os futuros professores
desenvolvam competências e habilidades que lhes permitam construir, nas interações em sala
de aula, uma prática reflexiva de ensino-aprendizagem, com ênfase nos procedimentos de
observação e reflexão, e atuar com eficácia em diferentes situações de seu cotidiano
profissional.
Ressalte-se ainda, que a participação em projetos de pesquisa no domínio do ensinoaprendizagem de LE, a frequência a minicursos, a participação em eventos acadêmicocientíficos na área (seminários, encontros, congressos) serão considerados atividades
complementares.
3.1.3 Princípios legais
O PP-FALEM segue o que dispõem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB), as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Projeto Político Pedagógico e o Plano
Nacional de Educação (PNE). No âmbito da Instituição, está de acordo com o Estatuto da
UFPA, com seu Regimento Geral e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Segue
também as Diretrizes Curriculares para Graduação, instituídas pela Resolução n.º
3.186/CONSEPE, de 28 de junho de 2004, e o Regulamento do Ensino de Graduação,
aprovado pela Resolução n.º 3.633/CONSEPE, de 18 de fevereiro de 2008, atendendo,
portanto, à necessidade de adequar a graduação às disposições da legislação vigente.
O Curso de Letras da UFPA, reconhecido pelo Decreto 35456/54, confere aos
estudantes o título de Licenciado em Letras nas habilitações em alemão, francês, inglês e/ou
português. A habilitação em espanhol foi aprovada na UFPA por meio da Resolução no. 2.777
de 9/2/2001 e foi autorizada na UFPA por meio da Resolução 3.541/2007.
16
A seguir, são apresentados os objetivos do curso, o perfil dos licenciados em cada uma
das LE e as possíveis áreas de atuação desses profissionais os objetivos do curso. Também é
apresentado o currículo pleno do curso e são sistematizados os procedimentos de avaliação do
Projeto.
3.2 OBJETIVO DO CURSO
O objetivo do Curso de Letras é formar educadores competentes em cada uma das
línguas e culturas estrangeiras das habilitações oferecidas, capazes de assumir um
posicionamento crítico e reflexivo que os leve a estabelecer relações dialógicas no âmbito de
sua comunidade e além dela.
3.3 PERFIL DO PROFISSIONAL DE LE
O aluno que ingressa nos cursos de Letras Licenciatura em Línguas Estrangeiras
apresenta um perfil extremamente diversificado: há alunos já proficientes na língua estrangeira
na qual pretendem se licenciar; há aqueles que têm um nível de língua que lhes permite saltar
os níveis iniciais; há ainda alunos que tiveram pouco ou nenhum contato com a língua, tendo
apenas o conhecimento necessário para serem aprovados no exame de ingresso à
universidade. Não é raro o caso do aluno que faz opção por uma LE no curso de licenciatura
tendo optado por outra língua nesse exame.
É necessário, portanto, oferecer condições para que os alunos que pouco conhecem a
LE alcancem rapidamente o nível linguístico desejado para que possam ter um melhor
aproveitamento na habilitação escolhida. Para alcançar esse objetivo, foi criada uma base de
aceleração da aprendizagem, a Base de Apoio à Aprendizagem Autônoma (BA3),6 na qual cada
aluno pode, de acordo com seu ritmo pessoal, desenvolver as competências e as habilidades
necessárias para obter um bom desempenho em sala de aula. Há ainda a possibilidade de o
aluno frequentar, sem ônus, os níveis que necessitar dos Cursos Livres de Línguas
Estrangeiras (CLLE) da UFPA, mediante solicitação à Coordenação dos CLLE.
A FALEM possui atualmente cerca de 600 alunos cursando os quatro anos (turno
matutino) ou cinco anos (turno da noite) da licenciatura. Esse número é composto pelos alunos
que entram regularmente, via Processo Seletivo Seriado (PSS), 131 por ano, e por aqueles
que, por diversas razões, demoram mais do que o tempo regular para completar o curso.
Para melhor conhecer o perfil dos alunos da FALEM, passou-se a aplicar, a partir de
2008, a todos os calouros um questionário, cujos resultados são tabulados pelas chefias de
6
3
A Base de Apoio à Aprendizagem Autônoma (BA ), que funcionou, de 2004 a 2008, no âmbito do
projeto de pesquisa e ensino “Caminhos da Autonomia na Aprendizagem de Línguas Estrangeiras”, criou
alternativas para levar o aluno a desenvolver competência nas LE. Maiores detalhes estão disponíveis
3
em <http://ufpa/cla/caale>. A partir de maio de 2008, a BA passou a ser uma das ações apoiadas pelo
PROINT 2008-2009.
17
Câmaras de cada língua. Os primeiros resultados mostram que algumas das crenças
existentes a respeito das razões da escolha dos alunos pelo Curso de Letras (fácil entrada ou
forma de poder ter acesso à mobilidade acadêmica interna) não correspondem totalmente à
realidade.
3.3.1 Perfil do aluno ingressante
O perfil do aluno ingressante na FALEM aqui expresso foi levantado por meio de
questionários preenchidos pelos calouros de alemão, francês e inglês em 2008 e 2009. Os
alunos de espanhol e de inglês matutino apenas preencheram o questionário em 2009. Esse
levantamento pode servir de base para ações a serem tomadas pela FALEM. A análise das
respostas aos questionários revelou o seguinte:
ALUNOS DE ALEMÃO
DADOS GERAIS
Sexo: há equilíbrio entre os sexos masculino e feminino.
Estado civil: a maioria é solteira (em 2009, apenas 15% dos alunos
declararam ser casados).
Faixa etária, os alunos, de modo geral, têm entre 18 e 39 anos.
Estudos em “curso pré-vestibular” para ingresso na universidade: dois terços
(66,67%) dos calouros de 2008 estudaram em “curso pré-vestibular” antes
de entrar na universidade; em 2009, apenas a metade dos alunos o fez.
Outro curso superior: mais de dois terços dos alunos de 2008 declararam ter
frequentado outro curso superior; em 2009, essa proporção caiu para a
metade, sendo que apenas 20% concluíram o outro curso.
SITUAÇÃO SOCIOECONÔMICA
Em 2008, dois terços dos alunos declararam trabalhar; em 2009, 70%
disseram não trabalhar, sendo que, dentre eles, 25% informaram dedicar
parte de sua renda para a família e apenas 5% disseram sustentar sozinhos
a família.
A renda familiar dos alunos oscila de R$1.200,00 (um terço dos calouros em
2008 e a metade em 2009) a R$3.000,00; 15% dos alunos de 2009
afirmaram possuir renda familiar acima de R$3.000,00.
Em 2008, menos de um terço dos calouros revelaram ter plano de saúde,
percentual que subiu para 40%, em 2009.
Em 2008, dois terços dos alunos ingressantes disseram ter computador em
casa, percentual que subiu para 80% em 2009 (embora em 2008 todos
tivessem acesso à Internet e, em 2009, apenas 60% dos alunos tivessem
esse acesso).
Em ambos os anos, a maioria dos alunos declarou usar o ônibus como meio
de transporte para ir à UFPA.
GOSTOS E HÁBITOS
18
A maioria dos alunos declarou não praticar esportes (em 2008, apenas um
quinto dos alunos informou praticar algum esporte, parcela que subiu para
quase a metade em 2009).
Quase a totalidade afirmou gostar de ler e ter lido “um livro nos últimos três
meses”.
Quase todos gostam de cinema (menos de 10% relatou não gostar).
Em 2008, todos relataram ter o hábito de viajar (a metade regularmente e a
outra metade de vez em quando); em 2009, apenas a metade dos alunos
disseram que viajam de vez em quando.
ESTUDOS EM LE
Em 2008, a metade dos alunos afirmou nunca ter estudado uma LE; em
2009, essa parcela subiu para dois terços dos calouros.
Em 2008, metade dos ingressantes afirmou já ter acessado a internet como
recurso de aprendizagem, parcela que subiu para dois terços em 2009.
Saber traduzir, saber vocabulário, saber gramática e saber pronunciar as
palavras, saber morfologia, sintaxe, expressões idiomáticas, conhecer a
cultura dos povos que falam essa língua foram as respostas dadas pelos
alunos à pergunta “o que aluno precisa saber para dizer que domina uma
língua estrangeira?”.
Em 2008, a maioria dos alunos disse estar consciente de que precisa dedicar
algum tempo fora da sala de aula para aprender LE e propôs-se a dedicar
pelo menos uma hora diária a essa tarefa; em 2009, 50% declararam que é
preciso de uma a três horas diárias de estudo.
Em 2008, todos os calouros disseram estar no curso porque desejam ser
bons professores de alemão e 10% disseram ter interesse em fazer
mestrado após a graduação; em 2009, 70% dos alunos declararam ter
interesse em se tornarem bons professores, o interesse pelo mestrado se
manteve (10%), e 20% dos alunos declarou ter outros interesses.
ALUNOS DE ESPANHOL
DADOS GERAIS:
Sexo: há equilíbrio entre os sexos feminino e masculino;
Estado civil: a maioria é composta por solteiros; um aluno declarou ser
divorciado;
Faixa etária: os calouros, de modo geral, têm entre 20 e 38 anos;
Estudos em “curso pré-vestibular” para ingresso na universidade: um terço
(33,33%) dos ingressantes declararam ter feito estudos em curso prévestibular.
Outro curso superior: apenas um aluno, dos que ingressaram nesses dois
anos, fez outro curso superior; dois declararam ter começado outro curso,
mas acabaram por abandoná-lo.
SITUAÇÃO SOCIOECONÔMICA
Um terço dos alunos disse trabalhar e contribuir total ou parcialmente para o
sustento da família.
A renda familiar oscila entre R$1.200,00 e R$3.000,00.
Todos disseram usar transporte coletivo para chegar à Universidade.
19
Um terço dos alunos declarou ter computador na residência, com acesso à
internet.
Apenas um aluno revelou ter plano de saúde.
GOSTOS E HÁBITOS
A metade dos alunos declarou praticar alguma atividade física.
Todos declararam gostar de ler e ter lido algum livro “nos últimos três
meses”.
Todos disseram gostar de cinema, mas raramente frequentam as salas de
exibição.
Há distribuição equitativa entre os alunos que viajam, aqueles que viajam
raramente e aqueles que nunca o fazem.
ESTUDOS EM LE
Há um equilíbrio entre os que já estudaram e os que não estudaram uma LE
antes; a experiência com a LE foi proveitosa para a maioria dos que tiveram
contato com outra língua, motivo que levou muitos deles a optarem pelo
curso de graduação.
A maioria dos alunos afirmou já ter acessado a internet como recurso de
aprendizagem.
Há um equilíbrio numérico entre os alunos que declararam ter escolhido a
habilitação em Espanhol pelo interesse em fazer da LE um meio de vida e
um meio de acesso às outras culturas; há também um equilíbrio entre os que
declararam ter escolhido a FALEM com intenção de estudar em uma
instituição pública e por terem concluído que o curso correspondia às suas
expectativas; um aluno apenas declarou não saber bem que curso escolher e
optou pelo que parecia mais fácil.
Estratégias necessárias para aprendizagem de uma LE: ler muito, conversar
com os colegas, ouvir música, assistir vídeos e filmes.
A disponibilidade de tempo de estudo fora da UFPA reside, para os alunos,
entre 2 e 5 horas e a maioria deles é consciente de que precisa estudar fora
da sala de aula para dominar uma LE.
Todos os alunos declararam sua vontade de ser professores de espanhol
dentro de 4 ou 5 anos, aproveitando nessa atividade todo o conhecimento
adquirido durante o curso de graduação.
ALUNOS DE FRANCÊS
DADOS GERAIS
Sexo: dois terços dos alunos que ingressaram em 2008 e 2009 pertencem ao
sexo feminino.
Estado civil: dos alunos de 2008, apenas 10% são casados. Esse percentual
subiu para 25%, em 2009 (cerca de 20% dos calouros de ambos os anos têm
filhos).
Faixa etária: os alunos, de modo geral, situam-se entre 19 e 39 anos (17% dos
alunos de 2008 já passavam dos trinta anos, percentual que subiu para 28%,
em 2009).
20
Estudos em “curso pré-vestibular” para ingresso na universidade: em 2008, 80%
dos ingressantes estudaram em curso pré-vestibular, percentual que subiu
para 90%, em 2009.
Outro curso superior: em 2008, 18% dos alunos que ingressaram na FALEM já
tinham outro curso superior, esse percentual manteve-se em 2009.
SITUAÇÃO SOCIOECONÔMICA
A maioria frequentou a escola pública (65% em 2009).
Em 2008, menos da metade dos calouros disse trabalhar (profissões
diversas) e apenas três declararam-se professores; em 2009, 32% disseram
que trabalhavam em profissões diversas e também três alunos são
professores.
Em 2008, os calouros declararam ter renda familiar de até R$2.000,00; em
2009, o percentual de alunos que disseram ter essa renda familiar caiu para
57%; em 2008 apenas 14% afirmou que a família dependia, em parte, de seu
salário; em 2009, esse percentual caiu para 7%.
Em 2008, todos (com exceção de um aluno) disseram usar o ônibus como
meio de transporte para ir à UFPA; em 2009, 78% também declararam usar
o ônibus e 10%, o carro.
Em 2008, dois terços declararam ter computador em casa (mas metade
destes disse não ter ainda acesso à internet em casa); em 2009, o
percentual dos que têm computador subiu para 81% (embora 14% deles não
tivessem acesso à internet em suas residências).
Cerca da metade dos alunos tem plano de saúde.
GOSTOS E HÁBITOS
Em 2008, apenas 17% declararam praticar esporte, percentual que subiu
para 32% em 2009.
O tempo livre é empregado sobretudo com a leitura: 91% dos alunos
declaram gostar de ler; entre os livros que citam constam livros de autoajuda, romances, poemas, livros religiosos; vários alunos mencionaram os
clássicos.
Todos dizem gostar de cinema, mas apenas um quarto, em 2008, e a
metade, em 2009, frequentam sempre as salas de exibição.
A metade viaja de vez em quando, principalmente para as cidades no interior
do Pará.
ESTUDOS EM LE
Em 2008, 80% dos alunos afirmam já ter estudado inglês ou espanhol,
percentual que subiu para 90%, em 2009; em 2009, 8% declararam já ter
estudado francês antes.
Em 2008, mais da metade afirmou já ter acessado a internet como recurso
de aprendizagem, percentual que subiu para mais de 80%, em 2009.
Razão da escolha do curso de Letras: quase a metade deles, nos dois anos
do levantamento, disse ter-se informado e chegado à conclusão de que o
curso correspondia as suas expectativas; também nos dois anos – 2008 e
2009 – 17% disseram sempre ter desejado fazer Letras na UFPA; em 2008,
apenas dois alunos disseram que, como não sabiam muito bem o que fazer,
optaram pelo curso que lhes parecia ser de mais fácil acesso; nos dois anos
do levantamento, dois alunos declararam ter escolhido Letras apenas para
entrar na UFPA e poder posteriormente submeter-se ao processo de
21
mobilidade acadêmica interna para ingressar em outro curso; em 2009, 14%
dos alunos relataram ter sempre querido estudar em uma instituição pública,
e 10% referiram querer cursar pós-graduação no exterior.
Um quinto dos alunos considera ter talento para aprender uma LE e cerca de
metade pretende trabalhar com a língua francesa, embora apenas um quarto
pretenda ser professor.
Estratégias necessárias para aprendizagem de uma LE: repetir os diálogos
do livro em voz alta, ouvir músicas em LE, escrever, estudar verbos e
gramática, ler, fazer listas de vocabulário, conversar com os colegas, assistir
a vídeos e filmes; a maioria mencionou também a necessidade de se ter uma
boa pronúncia para falar bem a LE.
Em 2008, apenas um aluno disse não ter tempo para dedicar-se aos estudos
fora da universidade; em 2009, 72% dos alunos afirmaram ter entre uma e
três horas para estudar, enquanto que 28% disseram ter mais de três horas
diárias para esse fim.
Em 2008, cerca de um quinto dos calouros não se veem no futuro como
professores; três alunos mostraram desejo de cursar uma pós-graduação;
em 2009, 68% dos alunos desejam trabalhar como professores, no futuro.
ALUNOS DE INGLÊS
DADOS GERAIS
Sexo: dois terços dos calouros de 2008 são do sexo feminino; 60% dos de
2009 são mulheres.
Estado civil: a maioria é solteira (em 2008, apenas um aluno disse ser
casado; em 2009, somente 10% deles são casados).
Faixa etária: as alunas de 2008 disseram ter entre 18 e 43 anos, e as de
2009, entre 18 e 31 anos; os alunos dos dois anos revelaram ter entre 18 e
31 anos.
Estudos em “curso pré-vestibular” para ingresso na universidade: em 2008,
apenas calouros três não frequentaram um curso pré-vestibular; em 2009,
83% deles disseram ter frequentado um curso.
Outro curso superior, um terço dos alunos (nos dois anos) disse ter cursado
outro curso superior, mas, dos calouros de 2008, nenhum concluiu o curso;
em 2009, apenas 5 alunos não concluíram.
SITUAÇÃO SOCIOECONÔMICA
Tanto em 2008, quanto em 2009, um terço dos alunos declarou trabalhar.
Dos alunos que ingressaram em 2008, apenas metade disse contribuir
parcialmente para as despesas da casa; dos de 2009, apenas um disse
sustentar parcialmente a família.
Em 2008, a maioria dos calouros declarou receber R$2.000,00 e, apenas
dois, ganhar R$3.000,00, e outros dois, ultrapassar esse valor; em 2009,
60% dos alunos disseram ter renda familiar de até R$1.200,00, 26% dos
alunos, de até R$2.000,00 e 13%, de até R$3.000,00.
Tanto em 2008, quanto em 2009, todos os calouros (com a exceção de
apenas um) revelaram usar o ônibus como meio de transporte para ir à
universidade.
Em 2009, 13% dos alunos declararam ter filhos.
22
Em 2008, dois terços dos alunos disseram ter computador em casa, mas
apenas dez com acesso à internet em casa; em 2009, 73% dos alunos
declararam ter computador em casa, mas apenas 60% com acesso à
internet.
Em 2008, a metade declarou ter plano de saúde, parcela que caiu para 33%,
em 2009.
GOSTOS E HÁBITOS:
Em 2008, apenas quatro alunos declararam praticar esporte; em 2009, 30%
dos alunos disseram fazê-lo.
Nos dois anos do levantamento, todos afirmaram gostar de ler; em 2008,
com exceção de dois alunos, todos leram “algum livro nos últimos três
meses”; em 2009, 70% dos alunos leram “algum livro nos últimos três
meses”.
A grande maioria (todos em 2008 e 87% em 2009) gosta de cinema, mas,
em 2008, apenas três disseram frequentar habitualmente salas de exibição;
em 2009, 54% dos alunos informaram ir ao cinema de vez em quando.
Em 2008, 60% relataram ter o hábito de viajar; em 2009, todos relataram que
viajam, sendo que a maioria (56%) o faz raramente.
ESTUDOS EM LE
Nos dois anos do levantamento, grande parte dos alunos (perto de 80%, em
2008, e 70%, em 2009) relatou já ter tido uma experiência positiva de
aprendizagem em cursos livres de inglês e já ter empregado a internet como
recurso de aprendizagem de LE.
Razão da escolha do curso de Letras: a maioria disse que, já tendo a
intenção de estudar em uma instituição pública, procurou informar-se a
respeito dos cursos oferecidos pela UFPA e chegou à conclusão de que os
cursos da FALEM corresponderiam as suas expectativas.
Em 2008, mais da metade disse querer ser professor, seis disseram do
desejo de trabalhar com inglês em outras profissões, sete, de prosseguir
seus estudos universitários em países de língua inglesa; em 2009, 40% dos
alunos mostraram a vontade de ser professores de inglês, e 26%, de
trabalhar com inglês em outras profissões.
Em 2008, as estratégias necessárias para aprendizagem de uma LE mais
mencionadas foram: ler, repetir os diálogos do livro em voz alta, usar a
internet, estudar em casa; em 2009, foram: ler em inglês, conversar com os
colegas, ouvir música, assistir a vídeos e filmes.
Em 2009, os alunos disseram estar conscientes da necessidade de dedicar
tempo fora da sala de aula para o estudo do idioma, no mínimo, duas horas
diárias.
Em 2009, os alunos responderam que anteveem um futuro trabalhando com
a língua inglesa, estando plenamente capacitados para tal, seja na profissão
de professor, seja em outras profissões que demandem o conhecimento do
idioma; alguns relataram ainda que gostariam de prosseguir seus estudos
em cursos de especialização, mestrado e doutorado.
Com base na análise desses dados, a FALEM poderá planejar ações específicas
visando alcançar o perfil ideal do aluno que conclui as habilitações em LE.
23
3.3.2 Perfil do egresso
Após ter cumprido o percurso acadêmico proposto por este PP, o licenciado em Letras
LE deverá:
comprometer-se com os valores da sociedade democrática;
desenvolver uma prática educativa que leve em conta as características dos alunos, de
seu meio social e sua relação com o mundo contemporâneo; estabelecer laços de
parceria e colaboração com seus pares de forma a envolvê-los na construção e na
valorização dos conhecimentos, demonstrando, assim, compreensão do papel social da
escola;
conhecer não apenas os conteúdos específicos de LE, relacionados às etapas da
educação básica para as quais se preparou, mas também aqueles relacionados a uma
compreensão mais ampla de questões culturais, sociais, econômicas e de questões
referentes à docência, levando em conta uma articulação interdisciplinar;
recorrer a estratégias diversificadas para formular propostas de intervenção pedagógica
ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos, aos objetivos das atividades
propostas e às características dos conteúdos próprios às etapas da educação básica
para as quais se preparou;
compreender a pesquisa como um processo que possibilita a elaboração de
conhecimento, o aperfeiçoamento da prática pedagógica e a construção de
conhecimento em conjunto com seus pares;
ser um profissional linguageiramente competente, 7 com visão crítica e conhecimento
teórico-prático aprofundado sobre a língua estrangeira de sua opção;
gerenciar o próprio desenvolvimento profissional tanto por meio de formação contínua,
quanto pela utilização de diferentes fontes e veículos de informação;
saber criar oportunidades de trabalho em sua área de atuação e condições favoráveis
para o bom desempenho de sua profissão.
3.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO
A seguir são enumeradas as atividades que podem ser desenvolvidas pelo licenciado
em Letras – alemão, espanhol, francês ou inglês.8
7
No âmbito deste projeto, ser linguageiramente competente significa: (i) ser proficiente em LE nas
modalidades oral e escrita; (ii) ter conhecimento das características mais marcantes da cultura das
comunidades que falam essa LE, incluindo as regras de utilização dessa língua em diferentes contextos
sociais.
24
3.4.1 Ensino
professor de alemão, espanhol, francês ou inglês no sistema de ensino das redes
pública e particular;
professor de alemão, espanhol, francês ou inglês em centros e institutos de idiomas;
professor de alemão, espanhol, francês ou inglês em empresas públicas ou privadas;
professor particular de alemão, espanhol, francês ou inglês.
3.4.2 Outras
assessor bilíngue (alemão, espanhol, francês ou inglês) em órgãos ou empresas
públicas ou privadas que mantenham intercâmbio (educacional, científico, comercial
e/ou cultural) com o exterior;
assessor bilíngue (alemão, espanhol, francês ou inglês) em centros de documentação,
editoras etc.;
editor e revisor de textos em alemão, espanhol, francês ou inglês.
Com base nos dados compilados sobre os alunos que ingressam nos cursos da FALEM e
tendo em vista o perfil desejado do egresso dessa faculdade, desenhou-se o percurso
acadêmico do discente no curso.
8
É preciso ressaltar que, embora o campo de trabalho seja o mesmo, as competências e habilidades
requeridas são intrinsecamente particulares a cada língua estrangeira (Cf. Artigo 62, § 2.º do
Regulamento da Graduação).
25
4 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
Nesta seção serão delineadas a estrutura e a organização de funcionamento do Curso.
4.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O Curso de Letras – alemão, espanhol, francês e inglês – está organizado em regime
seriado modular com a carga horária distribuída, de acordo com o turno, se matutino ou
noturno, nos quatro períodos previstos pelo calendário acadêmico da UFPA.
Como já mencionado anteriormente, três grandes eixos orientam a distribuição das
habilidades e competências a serem desenvolvidas por um licenciado em LE: (i) o eixo do uso
da língua, que comporta os saberes linguageiros; (ii) o eixo da reflexão sobre a língua, que
comporta os saberes metalinguageiros e culturais; (iii) o eixo da prática profissional, que
engloba os saberes necessários para ensinar LE. Esses três eixos articulam-se com equilíbrio
e harmonia nos diferentes módulos do curso.
A inter-relação com as políticas de extensão e de pesquisa depende de projetos
específicos que estão sendo desenhados de acordo com as necessidades atuais do curso. Não
se concebe, neste projeto pedagógico, o ensino, a pesquisa e a extensão como instâncias
isoladas. Durante a realização das disciplinas, o aluno poderá identificar maneiras de atuar na
sociedade à qual pertence, vislumbrar temas de pesquisa e executar partes de um projeto de
pesquisa. O imbricamento entre ensino, pesquisa e extensão é fundamental para a formação
do profissional em Letras.
O conteúdo programático, as habilidades e os saberes a serem desenvolvidos no
âmbito das diferentes disciplinas e atividades previstas no curso serão contemplados de
diferentes maneiras. O bloco inicial prevê uma série de disciplinas e atividades articuladas, sob
a responsabilidade de diferentes professores. Esse bloco tem como principal objetivo construir
a base do conhecimento linguageiro do aluno, além de levá-lo a aprender LE. Os demais
blocos abrigam disciplinas e atividades curriculares em sequência lógica, na medida do
possível articuladas entre si, nas quais o conhecimento será paulatinamente construído.
O processo seletivo de acesso aos cursos de Licenciatura em Letras – alemão,
espanhol, francês ou inglês – seguirá as normas estabelecidas por órgão competente da UFPA
publicadas anualmente em edital específico. Não é possível frequentar duas habilitações ao
mesmo tempo. Conforme o artigo 48 do Regulamento do Ensino de Graduação, a possibilidade
de cursar uma segunda e até mesmo uma terceira habilitação poderá ocorrer mediante o
26
processo de mobilidade interna vigente na UFPA.9 Caso seja aprovado, o aluno poderá creditar
as disciplinas comuns às duas habilitações.
A oferta das diferentes habilitações é planejada anualmente e informada à PROEG,
com o número de vagas distribuídas segundo a tabela abaixo.
TABELA 1
Número de vagas por habilitações e turnos
LÍNGUA
NÚMERO DE
TURNO
VAGAS
Alemão
26
matutino
Espanhol
26
noturno
Francês
26
matutino
Inglês
26
matutino
Inglês
26
noturno
Os cursos diurnos (alemão, francês e inglês) têm suas atividades previstas
preferencialmente para os períodos extensivos – 2º período, de março a junho, e 4º período, de
agosto a dezembro de cada ano. Algumas das atividades poderão ser programadas, em
caráter intensivo, nos 1º e 3º períodos. As atividades dos períodos extensivos foram
programadas para cobrir dezessete semanas.
O Curso de Letras é oferecido na modalidade presencial, no entanto, é possível ofertarse parte dos conteúdos programáticos na modalidade a distância, conforme a legislação
vigente. A carga horária mínima para o curso é de 2.800 horas e este PP prevê 3.268 horas
para a licenciatura em Alemão, 3.132 horas para a licenciatura em Espanhol, 3.302 horas para
a licenciatura em Francês e 3.234 horas para a licenciatura em Inglês.
O curso matutino tem a duração de quatro anos, e o noturno, de quatro anos e meio.
Tal diferença justifica-se pelo fato de o curso noturno ter uma carga horária de aulas inferior à
do matutino, de acordo com os horários estabelecidos pela UFPA.
Os alunos que concluírem o curso receberão o grau de licenciados na LE de sua opção,
podendo exercer o cargo de professor de alemão, espanhol, francês ou inglês em todo o
território nacional.
A vida acadêmica do aluno – inclusive no que diz respeito às disciplinas em
dependência – é regida pelo Regulamento do Ensino de Graduação, aprovado pela Resolução
n.º 3.633, de 18 de fevereiro de 2008.
9
Atualmente o aluno deve submeter-se ao processo seletivo ou ao processo de mobilidade acadêmica
para alunos já graduados.
27
4.2 PRINCÍPIOS CURRICULARES
Serão realizadas atividades que integram contribuições de diferentes áreas do
conhecimento, suscetíveis de trazer melhorias para o processo de ensino-aprendizagem, entre
elas: práticas investigativas assistidas, monitoria, estudo individual e coletivo em todos os
espaços de aprendizagem disponíveis (salas de aula, laboratórios, campos de estágio e prática
profissional), participação em eventos culturais e científicos, intercâmbio institucional, iniciação
científica, mecanismos de disseminação do conhecimento, mecanismos de nivelamento e
programa de treinamento profissional.
Serão observados os seguintes princípios curriculares:
•
flexibilidade: as Câmaras deverão prever orientação acadêmica para guiar os alunos em
suas escolhas acadêmicas, de acordo com o percurso que desejarem seguir;
•
interdisciplinaridade: as atividades articularão conceitos de diversas áreas de estudo,
buscando relacionar interesses recíprocos e mútuos dos interessados. (FAZENDA,
1993);
•
trabalho como princípio educativo: as atividades desenvolvidas deverão contribuir para
a construção conjunta de conhecimento e para a articulação entre teoria e prática;
•
pesquisa como princípio educativo: as atividades de pesquisa deverão levar ao
autoconhecimento e à construção de novos saberes que serão compartilhados com a
comunidade;
•
prática como eixo articulador do currículo: será fundamental a articulação entre teoria e
prática de maneira a oferecer ao aluno o embasamento ético, técnico e político-social
para o exercício de seu trabalho (SOUSA,2004);
•
particularidades e identidades entre disciplinas ofertadas: as atividades ofertadas
concomitantemente devem obedecer a um princípio de complementaridade entre os
diferentes saberes;
•
possibilidade de os alunos avançarem na grade curricular, conforme artigo 37, seção 1,
cap.II, do Regulamento do Ensino de Graduação da UFPA: alunos aprovados em
exames de proficiência em LE (exame aplicado pela FALEM e exames internacionais
reconhecidos) 10 e alunos que tiverem tempo disponível para frequentar um número
maior de disciplinas poderão avançar em seus estudos. Para isso, será necessário
haver disponibilidade de vaga nas disciplinas que desejarem cursar e a apresentação
de parecer favorável de um professor da FALEM. Os critérios para a emissão do
parecer serão oportunamente estabelecidos em resolução a ser criada para esse fim.
10
Aqui serão levados em consideração os exames em nível universitário explicitados em resolução
específica para esse fim emitida pelo órgão colegiado da FALEM.
28
4.3 ESTRUTURA CURRICULAR
A estrutura curricular proposta baseou-se nas leis, pareceres e demais documentos que
regem o funcionamento dos cursos de Letras. O setor de apoio à elaboração de projetos
pedagógicos da Pró-Reitoria de Graduação da UFPA assessorou a equipe elaboradora nesse
aspecto. Esses documentos legais preveem, no mínimo, 2800 horas, das quais 400 horas
devem destinar-se ao estágio supervisionado, 280 às atividades de extensão e 200 horas às
atividades complementares.
4.3.1 Pressupostos curriculares
Os pressupostos curriculares desta proposta de curso procuram atender às
determinações do conjunto de medidas do MEC e do CNE que, a partir da aprovação da Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, Lei n.º 9394 (Congresso Nacional, 1996), regulamentou as
diretrizes curriculares para a formação de professores (Parecer CNE/CP n.º 009/2000,
Resolução CNE/CP n.º 01/2002 e da Resolução CNE/CP n.º 02/2002). Vale ressaltar que
muitos aspectos do discurso oficial contido nesses documentos estiveram inicialmente em
outros espaços e foram inspirados em pesquisas que, por sua vez, foram trazidas por
movimentos sociais organizados, em especial, pela Associação Nacional pela Formação dos
Profissionais da Educação (ANFOPE) e daí migraram para os documentos oficiais.
•
Indissociabilidade entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão. Esse
pressuposto é uma síntese dos demais. Ao se pretender que as atividades de ensino na
graduação articulem-se com as atividades de pesquisa e extensão, pretende-se,
igualmente, que o processo de formação de professores vença a dissociação entre teoria e
prática e supere o distanciamento entre os cursos de formação de professores e as
instituições de ensino. No campo curricular, esse pressuposto diz respeito ao tratamento
inadequado reservado à pesquisa na formação do futuro professor. A crítica recai tanto
sobre o tratamento excessivamente acadêmico dado à pesquisa em algumas instituições,
quanto sobre a ausência da prática da pesquisa em outras. Nesta proposta de curso, a
adoção desse pressuposto curricular visa à valorização da pesquisa sistemática, bem como
a dimensão investigativa da atuação profissional (DEMO, 2005; LIBERALI, 2002; ORTENZI,
2002, entre outros).
•
Articulação entre teoria e prática. No campo curricular, esse pressuposto procura vencer
a dissociação entre teoria e prática já referida que tem marcado os cursos de formação de
professores, superando, pois, as duas visões que têm polarizado os currículos desses
cursos: a visão aplicacionista, em que há uma supervalorização dos conhecimentos
teóricos em detrimento das práticas profissionais como fontes de conteúdos da formação; a
visão ativista, em que há uma supervalorização das práticas profissionais em detrimento da
dimensão teórica dos conhecimentos como fontes de compreensão dos contextos e análise
29
dessas práticas. Esta proposta de curso propõe-se a vencer a dicotomia teoria vs prática,
por entender que não se precisa de mais teoria, nem de mais prática, mas de mais diálogo
entre teoria e prática (ABRAHÃO, 2002; SILVA, 2000, entre outros).
•
Formação reflexiva. No campo curricular, esse pressuposto é condição para a realização
dos demais, uma vez que a prática pedagógica reflexiva (e, por conseguinte, a formação
para a prática pedagógica reflexiva) caracteriza-se pelo vínculo indissolúvel entre teoria e
prática e alto grau de atividade consciente, pressupondo ação crítica individual e,
principalmente, coletiva (VÁSQUEZ, 1986). Desse modo, pretende-se formar professores
que tenham um repertório inicial de práticas que lhes possibilite atender às necessidades
imediatas de seu dia-a-dia como profissional, mas que também sejam capazes de transpor
esse padrão racionalista, de tal forma que o uso que façam dessas práticas não se resuma
à reprodução técnica, cultural e social. A prática pedagógica será, assim, reflexiva na
medida em que for emancipatória (promotora de autonomia intelectual e política) para o
professor, para seus alunos e para sua comunidade, sendo, portanto, fonte de novos
conhecimentos, novas teorias, novas relações com o mundo e com as pessoas
(CARVALHO, 2006; CRISTÓVÃO, 2002; SILVA, 2000, entre outros).
•
Educação continuada. Aprender a ensinar é um processo contínuo, que se constrói ao
longo da vida, primeiramente com base em nossas experiências como aluno em salas de
aulas e, posteriormente, como professor (FREEMAN, 1998, entre outros). Exatamente por
isso, os teóricos enfatizam que os programas de formação de professores são processos
longos, que carecem de uma continuidade de ações que tenham uma relação estreita com
a prática da sala de aula (FREEMAN; JOHNSON, 1996, entre outros). Recomendam,
ainda, que os programas priorizem a reflexão como forma de se alcançar mudança no
repertório de práticas, crenças e conhecimentos dos professores em formação continuada.
Celani (2003) propõe um trabalho multiplicador no qual cada professor que vivencie uma
experiência de educação continuada torne-se um líder de novas experiências em seus
contextos particulares. Outros estudiosos trazem a questão da formação contínua para o
campo do estágio (LIMA, 1999; LIBÂNEO; PIMENTA, 1999). Nessa perspectiva, o estágio, ao
articular formação inicial e contínua, representa a possibilidade de desenvolvimento
profissional tanto do estagiário quanto do professor. Esse pressuposto curricular, nesta
proposta de curso, pode assumir uma, outra ou as duas formas de articulação da educação
continuada.
•
Múltiplas linguagens. Essa questão diz respeito a três grandes preocupações: (i) levar em
conta o conhecimento anterior dos professores em formação; (ii) considerar as
especificidades dos níveis e ou modalidades de ensino que caracterizam o atendimento dos
alunos da educação básica; (iii) ampliar os conteúdos relativos às tecnologias da
informação e comunicação. Com relação às duas primeiras preocupações, é importante
30
que o professor em formação tenha a oportunidade de considerar outras formas de
linguagem, além da escrita, de expressar sua compreensão da e na sala de aula, podendo,
portanto, por exigência de suas limitações, ou por opção, usar gestos, sinais, símbolos e
signos outros que não a linguagem verbal – falada ou escrita. Graças a essa vivência,
compreenderá a importância de desenvolver atividades que utilizem linguagens e recursos
que considerem a bagagem e as limitações – mais ou menos temporárias – dos alunos a
quem vai ensinar, visando propiciar-lhes a oportunidade de reconhecer e valorizar sua
cultura, a cultura de seu grupo e a cultura do outro. Em termos ideais, isso permitirá ao
professor ampliar seu repertório de linguagens e sua capacidade de adequar diferentes
linguagens a diferentes contextos, para ajudar seus alunos a fazerem o mesmo
(BARRETO, 2002). No que tange à ampliação dos conhecimentos relativos às tecnologias
da informação e comunicação, Barreto lembra-nos que toda produção escolar se vale
prioritariamente do meio impresso e da comunicação interpessoal para promover a
mediação entre os sujeitos e os objetos do conhecimento. Segundo a autora, “o caminho
estabelecido na e pela escola vai do escrito para o escrito” (BARRETO, 2002), pois o
acesso à informação e ao conhecimento escolar ocorre por meio da escrita, e é por meio da
escrita também que se avalia o desempenho do aluno. Em termos técnicos, multimídia é a
tecnologia que permite a combinação de diferentes mídias – textos, imagens, sons, figuras
em movimento – em um só programa e de forma digitalizada. Em termos discursivos,
segundo a autora, “multimídia é a tecnologia que permite a coexistência de distintas ordens
de materialidade em um mesmo espaço”, o que resulta na realização de novos textos,
novas leituras desses novos textos que são, em última instância, constituídos de múltiplas
linguagens, as quais, inclusive, indicam rupturas com os critérios sintáticos, semânticos e
pragmáticos e para as quais a Linguística atribui o status de linguagens. A adoção desse
princípio pressupõe que, na formação do futuro professor, seja incluída a reflexão sobre o
modo de ler e de ensinar a ler e a produzir esses novos textos.
•
Gestão democrática. Esse pressuposto responde, de forma mais direta, à preocupação
com o distanciamento entre os cursos de formação e as escolas da educação básica, Para
aproximá-los, pode-se ampliar a noção do estágio, estendendo-o para além do microcosmo
da sala de aula. Sendo uma aproximação com o mundo do trabalho do professor, o estágio
precisa ser visto como uma oportunidade para se conhecer a realidade da instituição
escolar como um todo, incluindo a gestão escolar e a origem e gestão das verbas e
recursos. É um tipo de conhecimento profissional que precisa ser promovido. Segundo a
LDB (Artigo 14º) e o PNE (Artigo 22º), os sistemas de ensino definirão as normas de gestão
democrática do ensino público na educação básica, obedecendo aos princípios da
participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto político-pedagógico da
escola e a participação da comunidade escolar e da comunidade local em conselhos
31
escolares. A democracia na escola deve ter a função primordial de educar os cidadãos para
a democracia na sociedade. A gestão democrática é aquela que compreende a
administração escolar como atividade-meio e como reunião de esforços para que,
coletivamente, seja possível implementar as atividades-fins da educação. Assim, é
necessário compreender e aceitar o princípio básico de que a educação é um processo que
visa à emancipação do ser humano. Em termos menos filosóficos e mais práticos, o Projeto
Pedagógico da escola precisa ser construído coletivamente. É preciso também criar e nutrir
o Conselho Escolar. A gestão democrática da educação está vinculada às questões legais
e institucionais, além de implicar a coordenação de atitudes e ações que propõem e
sustentam a participação social no âmbito da escola, tem em vista os seguintes objetivos:
planejar e elaborar políticas educacionais, decidir como usar os recursos, estabelecer as
prioridades na aquisição de bens para a escola, tomar e executar resoluções colegiadas e
promover a avaliação da escola e de sua política educacional. Além disso, como nos
lembram vários estudiosos (FERREIRA, 2004; PIMENTA; LIMA, 2004),
11
com a
universalização do ensino, a gestão escolar deve democratizar o acesso do aluno à escola
e lutar para que ele lá permaneça até a conclusão de seus estudos. Para garantir a
qualidade social da educação, é preciso observar, em especial, a articulação da escola com
projetos externos nas áreas de saúde, esporte e meio ambiente. Nesta proposta de curso, a
adoção do princípio da gestão democrática pode levar os estudantes a realizar entrevistas,
memoriais, análises dos projetos pedagógicos, das atas de reuniões e de outros
documentos que constituem a história da escola onde desenvolvem o estágio de modo a
permitir-lhes uma compreensão mais ampla do conjunto de conhecimentos profissionais
necessários à sua futura atuação.
•
Liberdade acadêmica. No campo curricular, esse pressuposto responde, de forma mais
direta, à preocupação com a falta de oportunidades para o desenvolvimento cultural do
professor em formação e em serviço. Segundo Buglione (2007), a autonomia da
universidade reside na liberdade de cátedra, ou seja, na liberdade de promover a liberdade
de pesquisa e a ciência, sendo essas as questões centrais de todo debate político sobre a
universidade. Aliada à liberdade de cátedra, está a questão do acesso à educação no que
diz respeito ao ensino propriamente dito. O que subjaz à noção de liberdade de cátedra é o
reconhecimento de que uma das obrigações do fazer acadêmico é construir, preservar,
disponibilizar e promover o acesso e a reconstrução do conhecimento, sem restrição ou
constrangimento de qualquer ordem. Ensinar, aprender e pesquisar são ações que não
podem prescindir de liberdade de pensamento e expressão. A responsabilidade é uma
questão central, pois a liberdade de conhecimento exige que os alunos sejam responsáveis
11
Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_democr%C3%A1tica>. Acesso em: 2 jun.
2009.
32
por seus processos de aprendizagem e que os professores tenham compromisso com a
ciência. Seguindo o raciocínio da autora, a ciência não é neutra, mas deve assegurar a
diversidade, a liberdade, sob o risco de perder seu status de ciência. Assim, o respeito à
liberdade acadêmica nesta proposta de curso deve contribuir para a pluralidade e a livre
expressão de idéias.
•
Educação pública de qualidade. No campo curricular, esse pressuposto responde, de
forma mais direta, à busca por uma educação pública de qualidade. Moran (2004) lembranos que educação e ensino são conceitos correlatos, mas diferentes. No ensino, o foco é a
organização de atividades didáticas para ajudar os alunos a compreenderem áreas
específicas do conhecimento. A educação inclui o ensino, mas extrapola-o, pois seu foco é
a integração entre ensino e vida, no conhecimento e na ética, na reflexão e na ação, na
busca por uma visão da totalidade. O ensino de qualidade depende de uma organização
institucional inovadora, aberta, dinâmica, com um projeto pedagógico participativo, assim
como de professores bem preparados do ponto de vista intelectual, emocional,
comunicativo e ético. Também são necessárias remuneração satisfatória e motivação, boas
condições para o exercício da profissão, estabelecimento de boas relações com os alunos;
infraestrutura adequada, inclusive com acesso às tecnologias; alunos motivados para um
bom desenvolvimento intelectual e emocional. O desafio maior é procurar desenvolver uma
educação de qualidade, que integre todas as dimensões do ser humano. As diferentes
realidades econômicas, sociais e políticas geradas pelas transformações econômicas e
pela rápida evolução das comunicações impõem-nos o compromisso de formar
profissionais versáteis, com elevada capacidade de aprendizagem, hábeis nas relações
interpessoais, éticos e poliglotas (nas várias acepções do termo).
Os pressupostos curriculares em que se baseia esta proposta de curso são o fim e o
meio de se transformar em ação educativa o conjunto dos fundamentos da formação de
professores previsto nos documentos oficiais anteriormente mencionados. Esse novo professor
precisará ser o mediador entre essa transformação e a escola, com o objetivo de preparar seus
alunos para atuar no novo mercado de trabalho que já se impôs (TORQUATO, 2008). Além
disso, cabe também ao professor mediar o acesso de seus alunos ao saber acumulado pela
humanidade nos vários campos do conhecimento, já que um dos fins da educação é – e
sempre foi – preservar e transmitir o legado cultural da humanidade para as novas gerações,
até mesmo como forma de sobrevivência da espécie (DEACON, 1997). Além desses aspectos
relativos à qualidade da educação, os cursos de formação precisam proporcionar aos futuros
professores meios para que possam oferecer a seus alunos a construção de valores éticos e
morais (RYAN, 1999). É necessário, portanto, levar os futuros professores a conceber a
educação não somente como um empreendimento informativo, mas sobretudo como um
empreendimento formativo (FUJIKURA, 2006).
33
4.3.2 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso deve obedecer ao que dispõe o Regulamento do
Ensino de Graduação. Deverá ser elaborado em dois semestres. No primeiro semestre, será
desenvolvido no âmbito da disciplina “Metodologia de Pesquisa em LE”. Para obter aprovação
nessa disciplina, o aluno precisará apresentar seu anteprojeto de TCC em LE ou em língua
materna (LM). No segundo semestre, durante a atividade curricular denominada “Trabalho de
Conclusão de Curso” (TCC), o aluno elaborará o trabalho. Isso inclui a redação do trabalho na
LE de sua graduação, bem como a ação de torná-lo público.
Em seu TCC, o aluno da FALEM poderá realizar um(a):
- projeto de pesquisa,
- projeto de ensino,
- revisão bibliográfica,
- estudo de caso,
- relato de experiência,
- artigo científico.
O TCC será apresentado oralmente e poderá ser defendido na LE de sua habilitação ou
em LM 12 perante uma banca examinadora composta por docentes da FALEM e/ou por
professores convidados. A defesa será pública.
4.3.3 Estágio supervisionado
O estágio supervisionado resultará da ação conjunta do professor responsável pela
atividade curricular e seus alunos em instituições de ensino cadastradas na UFPA. Essa ação
consistirá em trocar experiências com os atores do campo de estágio. Paralelamente às
observações de aula, entendidas como recurso para aprender a ensinar, serão realizadas
intervenções no processo pedagógico dessas instituições.
O Estágio Supervisionado impõe ao professor responsável pela sua coordenação uma
carga de trabalho significativa. Além de visitas a escolas e contatos com professores da
comunidade para identificação, criação, ampliação e manutenção de campo de estágio para os
alunos, as atividades diárias de orientação envolvem:
a)
acompanhamento de leituras sobre teorias de ensino, teorias de aprendizagem, fatores
que podem influenciar a aprendizagem e o ensino (estilos pessoais, motivação,
atitudes, crenças, contextos de ensino); políticas públicas de ensino, desenvolvimento
pessoal e profissional; metodologias de ensino; estratégias e instrumentos de
12
A escolha da língua em que será feita a defesa oral do TCC ficará a critério do professor orientador e
do aluno.
34
investigação / observação de aulas / ministração dadas; avaliação (inclusive elaboração
de testes);
b) visitas a escolas da comunidade para identificação, criação, ampliação e manutenção
de campo de estágio para os alunos;
c) acompanhamento dos alunos ao campo de estágio para verificar o uso dos
instrumentos de observação, a elaboração dos relatórios de observação ou a regência e
a co-regência;
d) coordenação de encontros para discussão e reflexão sobre as experiências dos
estagiários nesse campo de estágio;
e) negociação para identificação, proposição, planejamento e implementação de ações de
intervenções didático-pedagógicas;
f)
acompanhamento dos estagiários na elaboração de ações de intervenção: identificação
e elaboração de objetivos de aprendizagem, criação e adaptação de materiais e
atividades didáticos, preparação de sequências didáticas;
g) acompanhamento dos estagiários na implementação das intervenções didáticas por
meio de observação e documentação da observação de suas ações;
h) coordenação das discussões e reflexões sobre as ações e sobre a validade e a
adequação de ações de intervenção exógenas;
i)
acompanhamento dos estagiários e professores (especialmente professores) na
validação e no processo de adoção de ações didático-pedagógicas, ou de ações
similares;
j)
acompanhamento dos estagiários e professores no processo de avaliação de
desempenho dos alunos, incluindo-se a preparação, a
aplicação e a correção de
testes;
k) acompanhamento dos estagiários (e professores, se for o caso) nas reflexões durante
os momentos de planejamento das aulas, de ensino e de discussão sobre as aulas
dadas/observadas, para orientá-los na identificação de possíveis discrepâncias entre
suas ações e suas posições teóricas; re-orientar leituras; propor ações exploratórias
para ajudá-los no exame de posições teóricas diferentes, para ampliar seu repertório e
instrumentalizá-los para uma tomada de posição teórica de forma mais consistente;
l)
acompanhamento dos estagiários em seu desenvolvimento linguístico e na aquisição do
discurso didático-científico no processo de produção escrita dos documentos inerentes
ao desempenho da função de professor e no processo de falar sobre suas experiências,
de correlacioná-las ao corpo teórico da área.
Considerando a carga de trabalho imposta pelas atividades supramencionadas, este PP
estabelece a seguinte distribuição da carga horária docente:
35
a. Para o estágio obrigatório, Estágio I e Estágio II, com 204 horas cada, fica
estabelecido o seguinte:
i. 12 horas semanais de atividades, acrescidas de 12 horas de preparação,
para turmas de até 13 estagiários.
ii. 12 horas semanais de atividades, acrescidas de 12 horas de preparação,
mais uma hora para cada dois alunos, para turmas de 14 alunos ou mais.
b. Para o estágio não obrigatório, uma das duas possibilidades abaixo será
adotada:
i. O professor engajar-se-á no Laboratório de Ensino e Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras (LABENALE), descrito mais adiante e incluirá a
supervisão dos alunos entre suas atividades.
ii. O Conselho da FALEM estabelecerá o número de horas necessárias
para que o professor supervisione esse tipo de estágio.
4.3.4 Atividades complementares
De acordo com o disposto no artigo 60 do Regulamento do Ensino de Graduação, as
atividades complementares, que podem ser de natureza diversa – programas, projetos, cursos,
eventos, prestação de serviços e produção acadêmica –, têm o objetivo de contabilizar na
formação do aluno tudo aquilo que ele pode aprender sem estar em sala de aula.
São consideradas atividades curriculares: participação em palestras, encontros,
congressos, seminários, oficinas, exposições, tradução de artigos, participação em projetos de
pesquisa e projetos de ensino, estudo dirigido, aprendizagem de novas tecnologias de
comunicação e ensino, relatórios de pesquisa, publicação de artigos, apresentação de
trabalhos em congressos, viagens de estudo, cursos pertinentes à habilitação realizados em
período de férias, monitorias, experiências de trabalho, ações de caráter científico, técnico,
cultural e comunitário etc. Disciplinas não obrigatórias no percurso acadêmico do aluno
poderão também ser contabilizadas como atividade complementar. Outras atividades poderão
ser consideradas complementares, desde que regulamentadas por resoluções elaboradas e
aprovadas pelo Conselho da FALEM. Casos omissos serão resolvidos pelo Conselho da
FALEM, ouvidas as Câmaras.
Os alunos, que serão orientados a realizar as atividades complementares desde os
primeiros semestres do curso para poderem dar conta das 200h exigidas, deverão registrar a
realização dessas atividades na Secretaria da FALEM, mediante preenchimento de documento
específico para esse fim, comprovando-as por meio de certificados, atestados, declarações etc.
36
4.3.5 Articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão
Nesta subseção, apresentaremos a articulação entre ensino, pesquisa e extensão no
âmbito do PP-FALEM.
4.3.5.1 Política de Ensino
A política de ensino deste PP obedece aos parâmetros gerais estabelecidos pela UFPA,
visando sempre atingir o mais alto nível de qualidade possível. Procedimentos metodológicos
diversificados serão empregados de acordo com o planejamento das atividades descritas nos
planos de ensino e nos programas das disciplinas. Dessa forma, professores e alunos
construirão juntos o conhecimento. Os processos avaliativos obedecem aos parâmetros
estabelecidos pelo Regulamento do Ensino de Graduação da UFPA, compreendendo os
procedimentos de avaliação realizados ao final de cada período letivo e os ajustes derivados
dessa avaliação a serem implementados no período letivo subsequente. A FALEM, de acordo
com o Regulamento do Ensino de Graduação, oferecerá cursos nos quatros períodos letivos.
4.3.5.2 Política de Pesquisa
Nos cursos de licenciatura, evidencia-se a necessidade de se articular pesquisa e
ensino. Os pressupostos do projeto pedagógico explicitados anteriormente revelam claramente
a interdependência entre os princípios teóricos e a prática pedagógica. Os professores da
FALEM têm carga horária destinada à pesquisa, o que, em princípio, lhes possibilita produzir
trabalhos científicos. Além dos grupos formalmente articulados, há aqueles que podem
desenvolver pesquisas de médio e curto prazo no âmbito das atividades curriculares. A
pesquisa-ação, caracterizada pela investigação de questões vivenciadas no dia-a-dia em busca
de soluções para problemas pontuais, revela-se extremamente útil em um curso de formação
de professores. Essa modalidade de pesquisa pode ser desenvolvida pelos professores do
Curso de Letras e constituir para os alunos, futuros professores, uma experiência que poderá
ser espelhada por eles em suas futuras salas de aula.
Atualmente são três os grupos de pesquisa ligados diretamente às línguas estrangeiras:
“Caminhos da Autonomia na Aprendizagem de Línguas Estrangeiras: o Papel da Motivação”,
coordenado pela Profa. Dra. Walkyria Magno e Silva; “A Problemática da Avaliação no
Ensino/Aprendizagem de Línguas”, coordenado pela Profa. Dra. Myriam Chaves da Cunha;
“Práticas de Ensino, Metalinguagem e Uso de Material Didático nas Aulas de LM e de LE no
Sistema Escolar: Descrição, Análise e Propostas Metodológicas”, coordenado pelo Prof. Dr.
José Carlos Chaves da Cunha. Lilia Silvestre Chaves coordena um projeto ligado à Literatura –
Francófona, em particular, mas que se estende à poesia em geral – “Ler poesia: CompreenderTraduzir-Intepretar”. Há também a pesquisa “Ler e escrever na era da internet”, no âmbito da
qual as professoras responsáveis, Lilia Silvestre Chaves (coordenadora) e Izabel Cristina
37
Rodrigues Soares (membro), refletem sobre as novas práticas e metodologias instrucionais
com o propósito de aperfeiçoar e atualizar as metodologias utilizadas no ensino/aprendizagem
da leitura e da escrita em língua materna e em línguas estrangeiras.
Além de poderem realizar atividades de pesquisa junto aos grupos formais de pesquisa
e aos docentes que abrigam bolsas PIBIC, os alunos têm ainda a possibilidade de se engajar
em grupos emergentes e temporários.13
4.3.5.3 Política de Extensão
A FALEM conta atualmente com três projetos de extensão – os Cursos Livres de
Línguas Estrangeiras (CLLE), o Programa de Proficiência em Leitura em Língua Estrangeira
(PROFILE), o projeto Língua e Cultura Alemã na Amazônia – e desenvolve, há cerca de dois
anos, as atividades extensionistas de apoio ao Rallye Transamazonne e o Seminário para
Professores de LE da Rede Pública que a cada ano têm se fortalecido.
Os CLLE, sólido projeto de extensão, têm atendido a uma parte significativa da
comunidade universitária (alunos de diferentes cursos de graduação, bolsistas de Iniciação
Científica, professores, pesquisadores e funcionários da UFPA) e do público em geral
(comunidade externa), por meio da oferta de cursos de LE que permitem o desenvolvimento
das quatro habilidades linguísticas (compreensão e produção oral e escrita). Paralelamente, o
projeto dos CLLE tem sido utilizado como laboratório de ensino para os alunos da graduação
em Letras que fazem habilitação em LE. É necessário ainda enfatizar que essa iniciativa dá
aos alunos a oportunidade de construir e aperfeiçoar sua prática pedagógica, tal como
preconizam os princípios de base dos Parâmetros Curriculares da Educação Nacional.
O PROFILE é um projeto recentemente implantado pela FALEM cujo objetivo é certificar
a proficiência de leitura em línguas estrangeiras (alemão, espanhol, francês, inglês e
português), nas diferentes áreas do conhecimento (Ciências Humanas e Ciências Sociais
Aplicadas, Linguísticas, Letras e Artes, Ciências Exatas, Engenharias e Ciências da Terra,
Medicina, Ciências da Saúde e Ciências Biológicas, Ciências Agrárias e Veterinárias). Trata-se
de um projeto que, ao permitir uma maior integração entre a FALEM e os cursos de pósgraduação stricto sensu (da UFPA e de outras instituições de ensino superior), pode garantir a
ampliação e o desenvolvimento das atividades de extensão relacionadas às línguas
estrangeiras.
O projeto Língua e Cultura Alemã na Amazônia, coordenado pela professora Rosanne
Cordeiro Castelo Branco, é um modelo que pode inspirar outros projetos. Esse projeto visa
oferecer às crianças internas da Instituição Pia Nossa Senhora das Graças uma educação
13
Como exemplo, em 2008, alguns alunos de Prática de Ensino participam como voluntários de uma
ação do Programa de Apoio a Projetos de Inovação Metodológica (PAPIM), envolvendo professores de
inglês da Escola de Aplicação da UFPA, professores do Curso de Letras – habilitação em inglês – em
um subprojeto que visa o ensino de inglês por meio do teatro.
38
integradora que abarca conhecimentos linguísticos e culturais, contribuindo para a
consolidação da auto-estima dessas crianças. Para os alunos do curso de alemão, esta é uma
oportunidade de crescimento pessoal e profissional ímpar, pois, guiados pela coordenadora do
projeto, eles se tornam capazes de escolher, adaptar e preparar materiais pedagógicos e
experimentar o fazer da sala de aula.
Outro bom exemplo de atividade extensionista é o apoio dado ao Rallye
Transamazonne, já tradicional em nossa cidade. Trata-se da escala em Belém de um grupo de
velejadores em sua maioria franceses. A partir de 2008, a Secretaria de Estado de Esporte e
Lazer (SEEL) e a FALEM celebraram convênio por meio do qual os alunos de francês da
FALEM, sob a supervisão de uma professora do curso, passaram a dar apoio linguageiro aos
participantes do Rallye, acompanhando-os nas compras, nos serviços médicos, no conserto e
aparelhamento dos barcos etc.
Há ainda, no âmbito das atividades extensionistas, o Seminário para Professores de LE
da Rede Pública, realizado pelo PROINT, que consiste na troca de experiências entre a
academia, os alunos de Letras e os professores que estão em atividade nas escolas. Nesse
seminário, são programadas palestras, oficinas e encontros nos quais alunos do curso de
Letras e profissionais têm a oportunidade de conhecer a realidade que cada grupo presencia
no seu dia-a-dia. Além disso, esses seminários pavimentam a via de mão dupla entre a
universidade e o trabalho, cumprindo sua tarefa de promover a educação continuada.
Além de pretender fortalecer os projetos e as atividades já existentes, a FALEM planeja
desenvolver estratégias para implementar novos projetos de extensão, cujas ações deverão
ser definidas e elaboradas por docentes, discentes e técnico-administrativos, visando à
integração entre as atividades universitárias e os diversos segmentos da comunidade externa,
de modo a atender às demandas sociais no que se refere ao domínio das línguas estrangeiras.
Por um lado, é possível pensar em projetos de tradução e versão de textos acadêmicocientíficos, a serem desenvolvidos juntamente com oficinas de treinamento em revisão e
tradução de textos em LE destinadas a alunos de Letras.
Tem-se observado que não são poucos os pesquisadores que necessitam recorrer a
serviços de tradução, produzindo textos em língua portuguesa que precisam ser traduzidos
para uma LE, ou mesmo textos em LE que precisam passar pela revisão de um especialista. A
título de ilustração, basta lembrar que cada dissertação, cada tese é, obrigatoriamente,
acompanhada de um resumo em uma LE.
A FALEM pode oferecer à comunidade serviços de revisão e tradução de textos da
melhor qualidade, visto que reúne profissionais capacitados para o exercício dessas tarefas.
Em princípio, não há ninguém melhor que o profissional de Letras para proceder à revisão e à
tradução de textos. É ele que tem o domínio da língua ou das línguas, objeto de seus estudos.
Ressalte-se ainda que o novo projeto pedagógico está organizado de modo a proporcionar aos
39
futuros profissionais conhecimentos que lhes permitam atuar não só como professores de LE,
mas também como pesquisadores, tradutores, intérpretes, revisores de textos.
Por outro lado, também se pode pensar em atividades de extensão voltadas para a
formação continuada. Referimo-nos a atividades de aperfeiçoamento linguístico e de
discussão/reflexão metodológica a serem desenvolvidas junto a professores de LE que atuam
no ensino. Sabe-se que o professor que está em sala de aula tem pouco tempo e poucas
oportunidades para refletir sobre as múltiplas questões relativas ao processo de
ensino/aprendizagem de LE. Sabe-se ainda que, para estar em interação com os avanços nas
áreas da Educação, da Didática das Línguas e das Novas Tecnologias de Ensino, esse
professor necessita de um aprimoramento contínuo que lhe permita dialogar com as práticas,
as reflexões, as pesquisas realizadas nesse domínio. A FALEM pode, em parceria com as
Secretarias de Educação do Estado e do Município, atender a essa necessidade, organizando
cursos de curta duração, seminários, encontros mensais de estudos para planejamento e
avaliação de atividades docentes e para a produção de material didático a ser adotado, por
exemplo, nas escolas de ensino fundamental e médio, ações que multipliquem as experiências
bem-sucedidas como as realizadas pelo “Seminário para Professores de LE da Rede Pública”.
Com base em discussões preliminares para identificar e selecionar as questões a serem
privilegiadas durante os encontros, programar-se-iam atividades nas modalidades presencial e
a distância, tendo como principais interlocutores os alunos inscritos nos estágios
supervisionados obrigatórios na educação básica, os professores de LE do ensino fundamental
e médio e os professores e pesquisadores da FALEM interessados em discutir o ensino de LE.
Essa seria uma forma eficaz de estabelecer um diálogo contínuo e produtivo entre a academia
e as escolas públicas e privadas.
Os projetos extensionistas poderão ser desenvolvidos em caráter intensivo, nos
primeiro e terceiro períodos do calendário universitário, entre o segundo e o terceiro anos ou
entre o terceiro e o quarto anos de curso, sob a forma de cursos, oficinas, eventos, projetos
realizados em comunidades de toda natureza etc.
Alguns desses programas, projetos, cursos, eventos, produção e publicação, além de
prestação de serviços com características extensionistas, serão cadastrados no Sistema de
Gerenciamento das Ações Extensionistas (SISAE). Ao formalizar as ações extensionistas, o
PP-FALEM pretende criar a possibilidade de seus alunos concorrerem às bolsas do Programa
Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX), cujo apoio pode enriquecer a experiência
acadêmica dos alunos da FALEM. A quantidade de horas aproveitadas em cada atividade será
aprovada por resolução do Conselho da FALEM.
Além de cumprirem o disposto na legislação, as atividades extensionistas contemplam a
dimensão humanística que este Projeto Pedagógico pretende imprimir à formação do
profissional em Letras.
40
Como as propostas das atividades de extensão podem originar-se na comunidade em
geral, nas instituições governamentais ou nas unidades da UFPA (Cf. Resolução n.o
3298/2005-PROEX), serão consideradas extensionistas as atividades realizadas pelos alunos
no âmbito de outros programas de extensão, oferecidos por outras unidades acadêmicas,
desde que constem nos relatórios das unidades correspondentes.
Os Conselhos das Unidades deverão avaliar e aprovar as propostas e os relatórios de
atividades de extensão e enviá-los posteriormente à PROEX, acompanhado da documentação
necessária, avaliação de mérito do projeto, atas de aprovação, para registro no cadastro de
programas e projetos de extensão da UFPA/PROEX.
Os alunos serão orientados a realizar as atividades extensionistas desde os primeiros
semestres do curso para poderem dar conta das 280h exigidas. A realização dessas atividades
deverá ser registrada na Secretaria da FALEM, mediante preenchimento de documento
específico para esse fim, comprovando-as por meio de certificados, atestados, declarações etc.
4.3.5.4 Laboratórios como articuladores do Ensino, da Pesquisa e da Extensão
Para articular o ensino, a pesquisa e a extensão, este Projeto Pedagógico prevê a
institucionalização da BA3 como um laboratório de aprendizagem de línguas estrangeiras e a
criação de um laboratório de ensino e aprendizagem de línguas.
Assim como nos laboratórios de um curso de Química os alunos experimentam com os
componentes de uma fórmula, ou nos de um curso de Física os alunos testam as propriedades
dos materiais por meio de experiências, os laboratórios do Curso de Licenciatura em Letras
experimentarão e testarão teorias e práticas de aprendizagem e de ensino de línguas
estrangeiras. Dessa forma, esses laboratórios atuarão a um só tempo como articuladores e
fomentadores de pesquisa, ensino e extensão.
Os dois laboratórios descritos abaixo serão instalados em uma grande sala na extensão
do prédio do ILC em uma representação metafórica dos processos de aprender e ensinar LE,
que são, por natureza, dois lados da mesma moeda. A interlocução resultante das ações dos
dois ambientes propiciará e alavancará o interesse pela produção intelectual no âmbito da
faculdade.
4.3.5.4.1. Base de Apoio à Aprendizagem Autônoma (BA3)
A BA3 representa um avanço em relação à sala de aula ao sugerir maneiras diferentes
de aprender línguas estrangeiras assim como ao propor espaços alternativos de aprendizagem
de competência linguageira. A BA3, entendida como um laboratório de aprendizagem, contará
com uma sala com mesas, cadeiras, computadores, assim como livros e outros materiais para
aprendizagem de LE.
Serão previstos monitores, um para cada língua, que podem ser alunos já proficientes e
que queiram se engajar, com ou sem bolsa de estudos, nas pesquisas a respeito de
41
aprendizagem de LE, estratégias e estilos de aprendizagem, sempre no espírito de aprender a
aprender essas línguas. Os professores que aceitarem orientar esses alunos terão carga
horária alocada para tal tarefa.
A BA3 funcionará sob a supervisão de um professor coordenador que dispõe de carga
horária distribuída nos três turnos para orientar os alunos frequentadores, os monitores e os
professores recém-chegados ao laboratório. Como candidatos a atuar nesse espaço estariam
sobretudo os professores envolvidos com as disciplinas de compreensão e produção oral e
escrita, em cada LE, e com as disciplinas ligadas a apropriação cultural de cada uma das LE
(cultura e literaturas). A disciplina Aprender a Aprender LE, lecionada no período de entrada do
curso, está intimamente associada a esse laboratório.
A teoria da autonomia preconiza a importância do papel de um tutor no processo de
autonomização do aluno (BENSON, 2001; DICKINSON, 1992). Essa teoria dita que nem todos
são autônomos por natureza, mas todos têm a possibilidade de ser, se forem despertados para
tal necessidade e guiados nos primeiros passos para atingir essa autonomia. Concluindo,
pode-se assegurar que todos os indivíduos que se tornaram proficientes em uma LE foram
muito além da sala de aula, assumindo tarefas e tomando decisões individuais de
aprendizagem que os levaram ao domínio do idioma. É por meio da reflexão a respeito do
papel dessas decisões que a BA3 encontra sua razão de ser dentro deste PP.
4.3.5.4.2. Laboratório de Ensino e Aprendizagem de LE (LABENALE)
Este laboratório congrega os professores envolvidos nas disciplinas de ensino e
aprendizagem das LE, sob a coordenação de um deles que dispõe de carga horária para tal. A
maneira compartimentalizada pela qual normalmente as diferentes oportunidades de ensino de
LE são oferecidas aos alunos será minimizada ao se criar uma estrutura como a desse
laboratório para articular as ações que envolvem o ensino.
Alojado em um dos lados da grande sala que servirá aos dois laboratórios, este contará
também com mesas de trabalho e computadores, livros de metodologia, e ensino e
aprendizagem nas quatro LE oferecidas pela FALEM.
Um coordenador será responsável pelo andamento das ações do laboratório. Uma
tipologia dessas ações está explicitada abaixo (Fig. 1).
Fig. 1: Estrutura do LABENALE
42
No modelo representado acima, o coordenador disporá de carga horária de até 20
horas para articular as diversas atividades.
O laboratório integrará as atividades de ensino – por meio das disciplinas direcionadas
a este objetivo –, as atividades de pesquisa – por meio das disciplinas e dos estágios
obrigatórios e não obrigatórios – e as atividades de extensão – das mais diversas naturezas.
Algumas dessas ações são: análise, adaptação e criação de material e atividades didáticos de
LE para contextos diversos; criação de um centro de materiais e atividades didáticos;
disponibilização desses materiais e atividades para professores interessados; criação e
implementação de grupos de estudo sobre assuntos de interesse os participantes de projetos
de ensino (estágio), extensão e pesquisa, incluindo-se gravações de aulas para subsidiar
discussões e reflexões; cursos de atualização (linguístico e pedagógico) oferecidos e/ou
coordenados pela UFPA.
O pressuposto que deve orientar a organização do estágio nesse laboratório é da
prática entendida e implementada como componente curricular integralizador de teoriaspráticas-teorias, de metodologias e tecnologias de ensino, de formação inicial e continuada, de
ensino reflexivo, formação reflexiva de professores. Os objetivos dessa prática, vista no âmbito
do LABENALE, são:
a) assessorar o professor de LE por meio de contato frequente com o mesmo na escola
em que ensina, com vistas a instrumentalizá-lo para a reflexão sobre sua prática e para
mudanças nessas práticas;
b) associar formação inicial e formação contínua, propiciando aos alunos de Letras
estagiários e ao professor colaborador a possibilidade de conhecer a escola como o
local de trabalho pedagógico e de reflexões sobre esse trabalho;
43
c) disponibilizar o acesso dos professores aos materiais e atividades didáticos
desenvolvidos conjuntamente;
d) disponibilizar o acesso dos professores e estagiários a materiais de referência para
subsidiar sua formação contínua;
e) colaborar para a melhoria da competência linguística e didático-pedagógica dos
professores e estagiários por meio da realização de cursos permanentes e eventos.
As ações e os objetivos poderão ser implementados por meio de parcerias entre a UFPA e
escolas da comunidade que visem conciliar a formação inicial e a continuada. Essas ações
poderão tomar a forma de:
a) cursos permanentes presenciais;
b) cursos permanentes a distância com a utilização de tecnologias de material impresso,
vídeo, áudio e as tecnologias de informação e comunicação (TICs);
c) cursos permanentes semi presenciais, com a utilização associada de tecnologias de
material impresso, vídeo, áudio e as TICs;
d) eventos acadêmicos como seminários e encontros.
Para todas essas ações serão emitidos certificados planejados e ordenados pela
coordenação do laboratório e confeccionados pela Secretaria da FALEM.
A instalação do LABENALE dependerá de recursos a serem provisionados pela PROEG
(eventualmente por meio de concorrência ao PROINT 2010) ou por outra instância da UFPA.
4.4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E PLANEJAMENTO DO TRABALHO
DOCENTE
Os procedimentos metodológicos adotados no processo educativo dos cursos da
FALEM serão explicitados no decorrer dos sucessivos períodos letivos. As estratégias de
ensino, as formas e os mecanismos de ação e de intervenção em sala de aula são
desenvolvidos de acordo com as particularidades de cada disciplina. A definição e a
organização do calendário de planejamento das atividades curriculares por período letivo será
estabelecida anualmente pela direção da FALEM, conforme atribuições que lhe são conferidas
pelo Regimento da FALEM e em consonância com o calendário acadêmico publicado
anualmente pela UFPA.
Além das atividades presenciais, o Projeto Pedagógico prevê a possibilidade de serem
ofertadas disciplinas na modalidade semipresenciais, de acordo com o disposto no
Regulamento do Ensino de Graduação. Essa possibilidade depende, no entanto, do bom
funcionamento dos laboratórios de informática do ILC e/ou da possibilidade de acesso dos
alunos à internet em suas residências ou no local de trabalho. O planejamento das atividades a
serem ofertadas na modalidade on-line será realizado, semestralmente e aprovado pelo
Conselho da FALEM.
44
O planejamento do trabalho docente será feito, como de costume, pela FALEM,
obedecendo a legislação vigente.
45
5 RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURA FÍSICA
Nesta seção, serão descritos os recursos necessários para o bom funcionamento dos
cursos oferecidos pela FALEM.
5.1 RECURSOS HUMANOS
A tabela abaixo mostra o atual quadro docente da FALEM.
TABELA 2
FALEM: Quadro Docente
Titulação
Graduados
Especialistas
Mestres
Doutores
Total
Nome do(a) professor(a)
Odinéia Bastos do Amaral
Patrícia Möller Steffen
Antonio Sérgio da Costa Pinto
Armando Barroso da Costa
Maria Clara Vianna Sá e Matos
Rosana Galvão de Moura
Antonio Messias Nogueira da Silva
Cíntia Bentes Rodrigues da Costa
Cristina Vasconcelos Porto
Johwyson da Silva Rodrigues
Nélia de Almeida Martins,
Rita de Cássia Paiva
Rosamaria Reo Pereira
Rosanne Cordeiro Castelo Branco
Sheila Maria Fecury Macambira
Sônia Lumi Niwa
Tânia Maria de Noli Vergueiro
Abdelhak Razky,
Célia Maria Macedo de Macedo
Izabel Cristina Rodrigues Soares
José Carlos Chaves da Cunha
Lilia Silvestre Chaves
Maisa de Souza Navarro
Maria Eulália Sobral Toscano
Myriam Crestian Chaves da Cunha
Tatiana do Socorro Chaves Lima de Macedo
Walkyria Alydia Grahl Passos Magno e Silva
Número de
docentes
2
4
11
10
27
Há ainda quatro professores substitutos atualmente na FALEM. Há uma imperativa
necessidade de contratação de mais professores para a FALEM, uma vez que, além das
disciplinas ministradas no Curso de Letras, seus docentes atendem também às ofertas de LE
constantes do projeto pedagógico de muitos outros cursos da UFPA, tais como
Biblioteconomia, Biomedicina, Ciência da Computação, Filosofia, Geofísica, Medicina, Turismo,
entre vários outros. Mesmo quando se considera apenas o leque de atividades do Curso de
46
Letras, observa-se a urgência de contratação de pelo menos dois novos professores efetivos
para cada uma das habilitações.
A FALEM adota uma política de incentivo à qualificação docente, apoiando a liberação
parcial ou total dos professores para a realização de cursos de pós-graduação stricto sensu.
Além disso, acredita-se que a participação em encontros, congressos, simpósios, locais e
nacionais permite aos professores aperfeiçoarem sua formação, repercutindo positivamente em
sua atuação docente.
A FALEM precisa de servidores técnico-administrativos para realizar as funções
necessárias na secretaria e nos laboratórios. Como há cursos noturnos – Espanhol e Inglês –,
é preciso assegurar o acesso de todos os alunos desse turno aos ambientes de aprendizagem,
assim como oferecer o apoio necessário para o trabalho dos docentes. Para isso, é preciso
contar com um número de funcionários suficiente para atuar no turno da noite. Atualmente a
FALEM conta com quatro funcionários na Secretaria, aberta ininterruptamente durante todo o
período de aulas, para o fornecimento de equipamentos e atendimento de professores e
alunos.
Para o funcionamento da FALEM, o projeto prevê três bolsistas para o Laboratório de
Línguas e três para o Laboratório de Informática, um para cada turno. A FALEM prevê ainda
quatro bolsistas para a Base de Apoio à Aprendizagem Autônoma (BA3) – um de cada LE.
Atualmente a BA3 funciona em uma minúscula sala no final de um corredor e conta com a
tutoria de um aluno de cada LE. Essa ação é desenvolvida graças ao apoio do PROINT 20082009. 14 A instalação do LABENALE demandará ainda mais recursos humanos a serem
previstos pelo coordenador do mesmo.
Não se pode esquecer de mencionar que o apoio dos servidores, geridos pela
administração central do Instituto, responsáveis pela limpeza e pelos serviços gerais, é
fundamental para o bom andamento das atividades nas instalações da FALEM.
5.2 ESTRUTURA FÍSICA
A FALEM conta, atualmente, com seis salas de aula, localizadas no pavilhão H, e sete
salas no prédio do Instituto de Letras e Comunicação para atender a alunos dos turnos
matutino (alemão, francês e inglês) e noturno (espanhol e inglês). Para que essas salas
apresentem as condições ideais para o ensino-aprendizagem de LE, é necessário isolamento
acústico e equipamentos básicos de ensino-aprendizagem de línguas, tais como CD-players,
caixas acústicas, televisores, aparelhos de DVD. Hoje contamos apenas com sistemas de som
portáteis, inadequados à utilização em salas, com pouca qualidade de som e apenas cinco
14
Projeto intitulado “Com a mão na massa: caminhos alternativos na aprendizagem de línguas”, código
ILC01000372C.
47
salas equipadas com TV e DVD, o que é insuficiente. A existência de um ou dois computadores
conectados à internet nas salas de aula de LE é hoje também uma necessidade real do ensinoaprendizagem de LE. As instalações atuais ainda não dispõem desse recurso.
A FALEM conta também com um laboratório de informática com 17 computadores. A
falta de assistência técnica sistemática, no entanto, impede um uso otimizado desse
laboratório. Para que funcione de maneira adequada, é preciso equipá-lo com hardwares
compatíveis com as especificidades do ensino de LE (microfones, processadores, câmeras de
vídeo). É preciso, também, capacitar os monitores responsáveis pelo laboratório para
realizarem atividades de apoio técnico (como atualização sistemática de programas, softwares,
antivírus) e alimentá-lo com programas específicos de aprendizagem de LE. No âmbito do ILC,
discute-se a possibilidade de fornecer aos alunos dois laboratórios de informática de grande
porte – um nos pavilhões e outro no prédio do ILC – e, dessa forma, liberar os computadores
atualmente instalados no laboratório da FALEM para serem usados nas salas de aula.
Há ainda um laboratório para ensino de línguas com 48 cabines, com possibilidade de
uso simultâneo para duas turmas.
Atualmente, os alunos da FALEM frequentam a Biblioteca Central que carece,
entretanto, de livros específicos em quantidade suficiente sobre o ensino-aprendizagem de LE.
A necessidade de se ofertar um número de livros em quantidade suficiente para a formação do
professor de cada uma das LE justifica-se também pelo perfil socioeconômico do nosso aluno
(cf. seção 3.3 deste PP), em sua maioria sem condições financeiras de adquirir livros. Com a
futura existência da Biblioteca do ILC o acesso a esses livros poderá ser facilitado.
A Base de Apoio à Aprendizagem Autônoma (BA3) funciona atualmente em um espaço
exíguo. Nessa sala, estão alojados alguns livros, revistas e material de apoio à aprendizagem.15
Uma assinatura de TV a cabo para esse espaço propiciaria aos alunos mais uma oportunidade
de ter contato com as LE.
O espaço da FALEM é atualmente insuficiente para abrigar todas as suas atividades.
Com a expansão ora em construção, o quadro mostra-se um pouco mais favorável; entretanto,
para que todas as necessidades sejam atendidas, seria preciso a edificação de um prédio
específico para as LE. 16 Quanto aos equipamentos, as salas apropriadas para o ensinoaprendizagem de línguas demandam um cuidado especial, tanto com relação ao tratamento
acústico, quanto com relação aos equipamentos. A manutenção periódica desses
equipamentos exige recursos e agilidade administrativa.
15
3
Parte do acervo da BA deve-se ao prêmio TOEFL Library and Resource Center Award, outorgado ao
projeto “Caminhos da Autonomia na Aprendizagem de Línguas Estrangeiras”, em 2007, que consistiu na
3
doação de cerca de U$2.000,00 em livros e material didático para a BA .
16
Um projeto nesse sentido foi enviado às instâncias superiores da UFPA por meio do Memorando
191/2008-FALEM em outubro de 2008.
48
6 POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL
Nesta seção serão especificados alguns dos planos a respeito da inclusão de
portadores de necessidades especiais.
6.1 DIFERENTES LINGUAGENS DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
Por ser um curso de licenciatura formador de professores para atuar no sistema de
ensino básico que, por força das leis de inclusão, receberão alunos com necessidades
especiais, é preciso instrumentalizar os alunos já na sua formação inicial a respeito de como
lidar com essas necessidades. Pensa-se aqui em necessidades que vão desde os diferentes
estilos de aprendizagem até alunos que não ouvem, que não enxergam, que apresentam
síndrome de Down ou déficit de atenção ou, ainda, hiperatividade. Estratégias precisam ser
previstas, tanto para receber e ensinar esses alunos na Faculdade, quanto para preparar os
futuros professores para receber esses alunos em suas futuras salas de aula.
Os professores do Curso de Letras precisam ser preparados para reconhecer e lidar
com essas diferenças. Uma dessas ações para enfrentar esse desafio é a inclusão da atividade
curricular que cobre os conhecimentos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Além disso,
cursos de extensão universitária durante simpósios, congressos ou fóruns podem apresentar
aos alunos técnicas diversas para ensinar a deficientes visuais ou auditivos. Uma programação
de exibição de filmes, seguida de discussão, nos moldes da atualmente promovida pelo Centro
Acadêmico de Letras (CAL) pode ser incentivada pela FALEM. Essa iniciativa, além de atender
aos interesses dos alunos (vide perfil do ingressante, item 3.3.1. deste PP), promove enfoques
variados sobre o assunto na filmografia recente.17
Ainda quanto ao reconhecimento de dificuldades de aprendizagem, podem-se destacar
os novos entendimentos a respeito de temas tais como a dislexia. A dislexia é entendida
modernamente não mais como uma patologia insolúvel, que retardaria a aprendizagem escrita,
mas como um processo que segue um curso diferente, que não se encaixa mais nas
perspectivas organicistas ou cognitivas que levavam a classificá-la como uma doença. Sob o
ponto de vista sócio-histórico, e com embasamento em teorias textuais, a dislexia revela graus
de apropriação da escrita variados que podem ser trabalhados em conjunto por professor e
aluno (MASSI, 2007).
17
A respeito de estilos de aprendizagem, ver “Prova de fogo”; a respeito de necessidades especiais, ver
“O poder da esperança”.
49
6.2 INCLUSÃO E ACESSO DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
O acesso às salas de aula da FALEM será facilitado a partir da inauguração da nova ala
do ILC, uma vez que ela comporta um elevador para o segundo andar do prédio. Atualmente, o
acesso a cadeirantes fica restrito às salas do básico, pois todas as salas de aula da FALEM, no
ILC, estão localizadas no segundo andar, assim como os laboratórios, a BA3, a Secretaria e as
salas da administração.
Quanto aos alunos deficientes auditivos é importante dirigir-se a eles sempre falando
frontalmente para que eles possam ler os lábios do interlocutor. Cursos de LIBRAS para
professores e técnicos interessados em aprender essa língua poderão ser implementados
gradativamente. Quanto aos deficientes visuais, pode-se articular um apoio das entidades que
transcrevem textos em braile para suprir o que esses indivíduos precisam.18
Todas
essas
ações
podem
ser
sistematicamente
incluídas
em
cursos
de
especialização, seminários de curta duração e encontros já tradicionais da FALEM, como, por
exemplo, o Fórum de Línguas.
6.3 LIBRAS
A FALEM, seguindo o que foi determinado pelo Decreto n.o 5.626, publicado no Diário
Oficial da União, em 23 de dezembro de 2005, incluiu LIBRAS como disciplina curricular
obrigatória.
LIBRAS deverá ser ministrada por profissional com formação na área de educação
especial, conforme previsto no decreto. A referida disciplina, lecionada em língua materna para
os alunos de todas as habilitações da FALEM, abarcará aspectos descritivos, operacionais e
culturais dessa linguagem. Dessa forma, a disciplina poderá incluir tópicos como: cultura
específica que envolve LIBRAS; dificuldades em ensinar; dificuldades em aprender; políticas de
inclusão; realidade do sistema educacional municipal/estadual/federal em relação à questão;
órgãos que apóiam os professores no trabalho com alunos portadores de necessidades
especiais, no caso, a surdez ou a deficiência auditiva.
18
Laudelina Pantoja, servidora técnico-administrativa lotada na FALEM, realizou curso de especialização
em recursos de informática para deficientes visuais no Instituto Benjamim Constant, no segundo
semestre de 2008. Certamente essa formação poderá contribuir para o atendimento de deficientes
visuais na FALEM.
50
7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Nesta seção serão explicitadas as ações que envolvem a avaliação.
7.1 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO E DO CURSO
•
Componente reavaliativo
Este projeto traz em seu bojo a ideia de auto-avaliação, de acompanhamento contínuo
de resultados e possibilidade de modificação e/ou de reformulação, sempre que necessário,
desde que fundamentada em dados levantados junto ao Curso de Letras nas diferentes
habilitações (alemão, espanhol, francês e inglês). Estão previstos momentos de avaliação ao
final de cada semestre e de planejamento antes do início de cada período letivo. Os
instrumentos de avaliação podem ser questionários para todos os membros da comunidade
acadêmica da FALEM e reuniões de discussão entre os professores.
•
Avaliação do curso pelo corpo discente
O corpo discente será regularmente chamado a opinar sobre o curso e sua estrutura
curricular, sobre a atuação dos docentes, sobre a comunicação entre os alunos e a
coordenação do curso, sobre a estrutura física da faculdade e a utilização dos espaços
educativos (laboratórios, salas de aula, bibliotecas e demais ambientes) etc. Essa avaliação
deverá ser feita por meio de questionários. Outra maneira de coletar a opinião dos alunos é
disponibilizar uma caixa de sugestões para que eles possam deixar suas críticas, comentários
ou contribuições. Os problemas detectados por intermédio dessas avaliações deverão ser
sanados por meio de ações planejadas e contínuas.
•
Avaliação do curso pelo corpo docente
O corpo docente poderá opinar, baseado em seu contato cotidiano com o Curso, sobre
sua estrutura curricular, estrutura física, sobre a comunicação entre os professores e a
coordenação do curso, dentre outros aspectos.
•
Avaliação dos procedimentos administrativos do curso pelo corpo técnico-administrativo
Os servidores técnico-administrativos deverão avaliar tanto os procedimentos
administrativos, quanto os dos docentes e dos discentes. Poderão ainda opinar sobre o diálogo
entre eles e os coordenadores do curso, sobre a estrutura física e os recursos humanos
necessários para o bom funcionamento da FALEM.
•
Auto-avaliação
51
O corpo docente, o discente e o de servidores técnico-administrativos serão
periodicamente convidados a avaliar também o seu próprio desempenho e suas contribuições
para o bom andamento do curso.
•
Avaliação interna do curso
A FALEM tem formado comissões internas de avaliação desde 2º período de 2008 e
seus resultados já tem sido observados nas ações da Faculdade.
A avaliação interna do Curso visa à elaboração de um mapa de desempenho, por meio
da averiguação de diversos fatores, desde o índice de evasão dos alunos até a aceitação dos
egressos no mercado nacional e internacional, passando pela sua inclusão em programas de
pós-graduação, em projetos integrados de ensino, pesquisa e extensão, em convênios, além
de levar em conta a produção científica dos alunos, os recursos e estágios remunerados
obtidos em outras empresas, a estrutura curricular, a média das avaliações anuais por grupos
de alunos etc.
Um banco de dados com essas informações precisará ser construído para que ao longo
dos anos elas possam retroalimentar as ações desenvolvidas pela FALEM.
7.2 AVALIAÇÃO DO PROCESSO EDUCATIVO
A avaliação dos discentes obedecerá às normas estabelecidas pelo Regulamento do
Ensino de Graduação, atendendo aos princípios expostos neste Projeto Pedagógico. Ao final
do Curso, o aluno deverá ter atingido os objetivos propostos por cada atividade curricular.
A avaliação negociada entre professores e alunos no início de cada período letivo,
conforme preconizada pelo Regulamento do Ensino de Graduação, já é utilizada em muitas
atividades dos cursos da FALEM. Com a implementação deste Projeto Pedagógico pretendese que essa negociação seja estendida ao maior número de turmas.
7.3 REFERENDOS EXTERNOS
Não houve ainda a preocupação por parte dos sistemas avaliativos externos de cursos,
tais como o Exame Nacional de Cursos (ENADE), de usar suas especificidades necessárias
para julgar competências adquiridas por licenciados em LE. Observar essas especificidades
implica em levar em conta as competências em línguas estrangeiras dos graduados, além
daquelas ligadas ao ensino das mesmas. Diversos organismos que congregam professores de
LE, tais como o BrazTesol, que reúne professores brasileiros de inglês como língua
estrangeira, e a Associação Nacional de Professores de Francês, já se manifestaram
formalmente em encontros de suas áreas a respeito da necessidade de se avaliar os egressos
das faculdades de LE em suas competências específicas e não somente naquelas comuns a
todos os cursos de Letras. Da maneira como é feita hoje, essa avaliação privilegia as
52
competências necessárias ao bom desempenho do professor de língua materna, ignorando as
especificidades do professor de LE.
53
REFERÊNCIAS
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Estrangeira. In: GIMENEZ, T. (Ed.) Trajetórias na Formação de Professores de Línguas.
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VÁZQUEZ, A. S. Filosofia da Práxis. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
55
ANEXOS
Anexo I:
Ata da aprovação do PP pelo Conselho da Faculdade .....................
56
Anexo II:
Desenho curricular ..............................................................................
58
Anexo II-A:
Quadro de disciplinas por habilitação e por eixo ...............................
63
Anexo III:
Contabilidade acadêmica ....................................................................
65
Anexo IV:
Atividades curriculares por período letivo ...........................................
66
Anexo V:
Demonstrativo das atividades curriculares por habilidades e
Anexo VI:
Anexo VII:
competências ......................................................................................
76
Ementas das disciplinas com referências básicas ............................
90
Disciplinas comuns às quatro habilitações em LE ..............................
92
Disciplinas específicas para a habilitação em Alemão .......................
106
Disciplinas específicas para a habilitação em Espanhol.....................
128
Disciplinas específicas para a habilitação em Francês.......................
149
Disciplinas específicas para a habilitação em Inglês .......................
171
Documentos legais que subsidiaram a elaboração do Projeto
192
Pedagógico ........................................................................................
Anexo VIII:
Quadro de equivalência entre componentes curriculares do PP 2004
193
e deste PP
Anexo IX:
Declaração de aprovação da oferta (ou possibilidade de oferta)
197
Anexo X:
da(s) atividade(s) curricular(es) pela unidade responsável ...............
Declaração da(s) unidade(s) responsável(is) pelo atendimento das
198
necessidades do PP ...........................................................................
Anexo XI:
Minutas de Resoluções ......................................................................
199
56
Anexo I: Ata da aprovação do PP pelo Conselho da Faculdade
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE LETRAS E COMUNICAÇÃO - ILC
FACULDADE DE LETRAS ESTRANGEIRAS MODERNAS - FALEM
Fone: (091) 3201-7523
E-Mail: [email protected] / [email protected]
Aos 17 dias do mês de junho de 2009, às 10:00 horas, na sala 5 do ILC, realizou-se uma
reunião extraordinária do Conselho da Faculdade de Letras Estrangeiras Modernas, sob a
coordenação de sua Diretora, Profa. Dra. Walkyria Magno e Silva, para aprovar o Projeto
Pedagógico do Curso de Letras – habilitação em Alemão, habilitação em Espanhol, habilitação
em Francês e habilitação em Inglês para entrar em vigor a partir de 2.010. E, por nada mais
havendo a tratar, encerrou-se a reunião às 11:30 horas, sendo que eu, Carmen Raimunda
Sousa, lavrei esta ata, composta de oito linhas que vai assinada por mim e por todos os
presentes.
Carmen Raimunda Sousa Silva
Abdelhak Razky
Antônio Sérgio da Costa Pinto
Armando Barroso da Costa
Cintia Bentes Rodrigues da Costa
Cristina Vasconcelos Porto
Izabel Cristina Rodrigues Soares
Johwyson da Silva Rodrigues
José Carlos Chaves da Cunha
Lilia Silvestre Chaves
Maisa de Souza Navarro
Maria Clara Vianna Sá e Matos
Maria Eulália Sobral Toscano
Myriam Crestian Chaves da Cunha
Nélia de Almeida Martins
Odinéia Bastos Amaral
Patrícia Möller Steffen
Rita de Cássia Paiva
Rosamaria Reo Pereira
Rosana Galvão de Moura
Rosanne Cordeiro de Castelo Branco
57
Sheila Maria Silva Fecury Macambira
Sigurd Jennerjahn
Tânia Maria de Noli Vergueiro
Tatiana do Socorro Chaves Lima de Macedo
Walkyria Alydia Grahl Passos Magno e Silva
Claudia Valeria França Vidal
Deborah Batista Marques
Lorena Lopes de Freitas
Mara Inês Sampaio Chagas Coelho
Reinhard Michael E. Arnegger
Antônio Onofre Souza de Menezes
Bernadete Oliveira
Celso Henrique Pinto de Andrade
Laudelina Rodrigues Pantoja
Raimundo José Meireles
Liliana Barata Barbosa (Rep. Disc. Inglês)
Mainá Salén Correia Pereira (Rep. Disc. Francês)
Patrick Teles Pimenta (Rep. Disc.Alemão)
Rafael Hansseler Saldanha (Rep. Disc. Espanhol)
58
Anexo II: Desenho curricular
O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras – habilitações em Alemão,
Espanhol, Francês e Inglês compõe-se de disciplinas de caráter teórico-prático, de atividades
de extensão, de atividades complementares, de estágio supervisionado e da elaboração de um
Trabalho de Conclusão de Curso.
A matriz curricular explicitada neste projeto pedagógico prevê as atividades mínimas a
serem cumpridas para que o aluno receba o título de licenciado em Letras. Como aluno da
UFPA, ele poderá cursar mais disciplinas além daquelas do currículo mínimo, de acordo com
suas necessidades e interesses e disponibilidade de vagas nas atividades pleiteadas. O
percurso acadêmico do aluno será orientado pelos chefes de câmara de cada habilitação e
pelos demais professores, se necessário, antes e durante o período de matrícula.
Nas páginas seguintes está expressa a matriz curricular de cada uma das habilitações.
59
Habilitação em Alemão
EIXO
ATIVIDADES CURRICULARES
CARGA
HORÁRIA
Uso da língua
Língua Alemã I, Língua Alemã II, Língua Alemã III, Língua Alemã IV, Língua
680 horas
Alemã V, Língua Alemã VI, Aprender a Aprender Línguas Estrangeiras
Reflexão sobre a Fundamentos da Lingüística, Teorias do Uso da Língua, Teorias do Texto e
língua
952 horas
do Discurso, Fundamentos da Teoria Literária, Psicologia da Aprendizagem,
LIBRAS, Culturas Germânicas, Panorama da Literatura Germânica, Prosa
Germânica, Poesia Germânica, Teatro Germânico, Fonética e Fonologia do
Alemão, Morfossintaxe do Alemão, Lexicologia do Alemão
Prática
Metodologia do Ensino de Alemão, Ensino/ Aprendizagem de Alemão, Prática
profissional
do Ensino/ Aprendizagem de Alemão , Prática de Compreensão e Produção
1.088horas
Oral em Alemão, Prática de Compreensão e Produção Escrita em Alemão, O
Texto Literário no Ensino de Alemão, Política Educacional, Estágio
Supervisionado I, Estágio Supervisionado II, Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos, Metodologia de Pesquisa em Línguas Estrangeiras
TCC
Atividades
68 horas
280 horas
extensionistas
Atividades
200 horas
complementares
Total Geral
3.268 horas
Obs.: Algumas disciplinas estão inegavelmente situadas em mais de um eixo, tais como
Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos, que se encaixa no eixo do uso ao ler e
produzir esses textos, ao da reflexão ao ser levado a identificar as características textuais
obrigatórias e ao eixo da prática profissional quando o aluno empregar os conhecimentos
adquiridos para produzir seus próprios textos com resultados de pesquisas acadêmicas que
venha a fazer. Além disso, é fácil verificar que todas as disciplinas lecionadas em alemão
servirão para praticar e aprofundar os conhecimentos do aluno nessa língua.
60
Habilitação em Espanhol
EIXO
ATIVIDADES CURRICULARES
CARGA
HORÁRIA
Uso da língua
Língua Espanhola I, Língua Espanhola II, Língua Espanhola III, Língua
680 horas
Espanhola IV, Língua Espanhola V, Língua Estrangeira Instrumental (Alemão,
Francês ou Inglês), Aprender a Aprender Línguas Estrangeiras, Produção
Escrita em Espanhol.
Reflexão sobre a Fundamentos da Lingüística, Teorias do Uso da Língua, Teorias do Texto e do
língua
816 horas
Discurso, Fundamentos da Teoria Literária, Psicologia da Aprendizagem,
História da Formação da Língua e Culturas Hispanófonas, Culturas
Hispanófonas, Prosa Hispanófona, Poesia Hispanófona, Teatro Hispanófono,
Fonética e Fonologia do Espanhol, Morfossintaxe do Espanhol, LIBRAS.
Prática
Metodologia de Ensino e Aprendizagem do Espanhol, Lingüística Aplicada ao
profissional
Ensino de Espanhol, Prática de Compreensão e Produção Oral em Espanhol,
1.088horas
Prática de Compreensão e Produção Escrita em Espanhol, O Texto Literário no
Ensino de Espanhol, Tecnologias do Ensino de Línguas Estrangeiras, Política
Educacional, Estágio Supervisionado I, Estágio Supervisionado II, Prática de
Ensino Social, Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos, Metodologia
de Pesquisa em LE.
TCC
Atividades
68 horas
280 horas
extensionistas
Atividades
200 horas
complementares
Total Geral
3.132 horas
Obs.: Algumas disciplinas estão inegavelmente situadas em mais de um eixo, tais como
Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos, que se encaixa no eixo do uso ao ler e
produzir esses textos, ao da reflexão ao ser levado a identificar as características textuais
obrigatórias e ao eixo da prática profissional quando o aluno empregar os conhecimentos
adquiridos para produzir seus próprios textos com resultados de pesquisas acadêmicas que
venha a fazer. Além disso, é fácil verificar que todas as disciplinas lecionadas em espanhol
servirão para praticar e aprofundar os conhecimentos do aluno nessa língua.
61
Habilitação em Francês
EIXO
ATIVIDADES CURRICULARES
CARGA
HORÁRIA
Uso da língua
Língua Francesa I, Língua Francesa II, Língua Francesa III, Língua Francesa IV,
748 horas
Língua Francesa V, Língua Estrangeira Instrumental (Alemão, Espanhol ou
Inglês), Aprender a Aprender Línguas Estrangeiras
Reflexão sobre Fundamentos da Lingüística, Teorias do Uso da Língua, Teorias do Texto e do
a língua
884 horas
Discurso, Fundamentos da Teoria Literária, Psicologia da Aprendizagem,
Culturas Francófonas, Prosa Francófona, Poesia Francófona, Teatro Francófono,
Panorama das Literaturas Francófonas, Fonética e Fonologia do Francês,
Morfossintaxe do Francês, LIBRAS
Prática
Metodologia de Ensino de Francês, Ensino /Aprendizagem do Francês, Prática
profissional
de Compreensão e Produção Oral em Francês, Prática de Compreensão e
1.122 horas
Produção Escrita em Francês, Tecnologias no Ensino/Aprendizagem de Línguas
Estrangeiras, Prática de Análise de Materiais Pedagógicos em Francês, Prática
de Trabalho Fonético em Francês, O Texto Literário no Ensino de Francês,
Avaliação no Ensino/Aprendizagem de Francês, Política Educacional, Estágio
Supervisionado I, Estágio Supervisionado II, Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos, Metodologia de Pesquisa em Línguas Estrangeiras
TCC
Atividades
68 horas
280 horas
extensionistas
Atividades
200 horas
complementares
Total Geral
3.302 horas
Obs.: Algumas disciplinas estão inegavelmente situadas em mais de um eixo, tais como
Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos, que se encaixa no eixo do uso ao ler e
produzir esses textos, ao da reflexão ao ser levado a identificar as características textuais
obrigatórias e ao eixo da prática profissional quando o aluno empregar os conhecimentos
adquiridos para produzir seus próprios textos com resultados de pesquisas acadêmicas que
venha a fazer. Além disso, é fácil verificar que todas as disciplinas lecionadas em francês
servirão para praticar e aprofundar os conhecimentos do aluno nessa língua.
62
Habilitação em Inglês
EIXO
ATIVIDADES CURRICULARES
CARGA
HORÁRIA
Uso da língua
Língua Inglesa I, Língua Inglesa II, Língua Inglesa III, Língua Inglesa IV,
714 horas
Língua Inglesa V, Produção Escrita em Inglês, Língua Estrangeira
Instrumental (Alemão, Espanhol ou Francês), Aprender a Aprender Línguas
Estrangeiras
Reflexão sobre a
Fundamentos da Lingüística, Teorias do Uso da Língua, Teorias do Texto e
língua
do Discurso, Fundamentos da Teoria Literária, Psicologia da Aprendizagem,
884 horas
LIBRAS, Culturas Anglófonas, Prosa Anglófona, Poesia Anglófona, Teatro
Anglófono, Fonética e Fonologia do Inglês, Morfologia do Inglês, Sintaxe do
Inglês
Prática
Metodologia do Ensino de Inglês I, Metodologia do Ensino de Inglês II,
profissional
Lingüística Aplicada ao Ensino de Inglês, Prática de Compreensão e
1.088 horas
Produção Ora, Prática de Compreensão e Produção Escrita, O Texto
Literário no Ensino de Inglês, Tecnologias do Ensino /Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras, Política Educacional, Estágio Supervisionado I, Estágio
Supervisionado II, Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos,
Metodologia de Pesquisa em Línguas Estrangeiras
TCC
68 horas
Atividades
280 horas
extensionistas
Atividades
200 horas
complementares
Total Geral
3.234 horas
Obs.: Algumas disciplinas estão inegavelmente situadas em mais de um eixo, tais como
Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos, que se encaixa no eixo do uso ao ler e
produzir esses textos, ao da reflexão ao ser levado a identificar as características textuais
obrigatórias e ao eixo da prática profissional quando o aluno empregar os conhecimentos
adquiridos para produzir seus próprios textos com resultados de pesquisas acadêmicas que
venha a fazer. Além disso, é fácil verificar que todas as disciplinas lecionadas em inglês
servirão para praticar e aprofundar os conhecimentos do aluno nessa língua.
63
Anexo II-A: Quadro de disciplinas por habilitação e por eixo
Na próxima página está colocado o quadro de disciplinas comuns às diferentes
habilitações e de disciplinas específicas a cada LE. Ressalte-se que o agrupamento das
disciplinas nesse quadro foi feito por eixos. Ao observar o total de horas por cada grupo de
disciplinas em cada eixo, percebe-se o equilíbrio demonstrado no PP.
A codificação das cores é a seguinte:
Disciplinas lecionadas em alemão ou sob responsabilidade da Câmara de Alemão
Disciplinas lecionadas em espanhol ou sob a responsabilidade da Câmara de Espanhol
Disciplinas lecionadas em francês ou sob a responsabilidade da Câmara de Francês
Disciplinas lecionadas em inglês ou sob a responsabilidade da Câmara de Inglês
Disciplinas lecionadas em português pela FALEM
Disciplinas lecionadas pela FALE ou pela FALEM
Disciplinas lecionadas pelo Instituto de Educação
Docência Indefinida
lxiv
Uso da Língua
Reflexão sobre a Língua
Prática Profissional
CH Sist. Educ. Bras.
CH Aprender a Pesquisar
CH
Saber usar a LE
CH Cult., Lit. e Metaling. na LE
CH Ling., Lit. e Aprend. em LM CH Aprender a ensinar a LE
Alem. Língua Alemã I
102 Culturas Germânicas
68 Fundamentos da Linguística
68 Metodologia do Ens. de Alemão
68 Política Educacional
68 Comp/Prod.Textos Acad.
68
Lingua Alemã II
102 Panorama da Lit. Germânica
68 Teorias do Uso da Língua
68 Ensino/Aprend. de Alemão
68 Estágio Supervisionado I 204 Metod. de Pesquisa em LE 68
Língua Alemã III
102 Prosa Germânica
68 Teorias do Texto e do Disc.
68 Prática do Ensino/Aprend. de Alem. 68 Estágio Supervisionado II 204 TCC
68
Língua Alemã IV
102 Poesia Germânica
68 Fundamentos da Teoria Liter. 68 Prát. de Comp. e Prod. Oral em Al.
68
Língua Alemã V
102 Teatro Germânico
68 Psicologia da Aprendizagem 68 Prát. de Comp. e Prod. Esc.em Al.
68
Língua Alemã VI
102 Fonética e Fonologia do Alemão
68 LIBRAS
68 O Texto Literário no Ens. de Al.
68
Aprender a Aprender LE 68 Morfossintaxe do Alemão
68
Tecnologias no Ens/Aprend. de LE
68
Lexicologia do Alemão
68
Total
680
544
408
476
476
204
Esp.
Total
102 Culturas Hispanófonas
68 Fundamentos da Linguística
68 Metod. de Ens. de Espanhol
102 Hist. da Form. Ling. e Cult. Hisp.
68 Teorias do Uso da Língua
68 Linguíst. Aplicada ao Ens.de Esp.
102 Prosa Hispanófona
68 Teorias do Texto e do Disc.
68 Prát. Comp. e Prod. Oral em Esp.
102 Poesia Hispanófona
68 Fundamentos da Teoria Liter. 68 Prát. Comp. e Prod. Esc.em Esp.
68 Teatro Hispanófono
68 Psicologia da Aprendizagem 68 O Texto Literário no Ens. de Esp.
68 Fonética e Fonologia do Espanhol 68 LIBRAS
68 Prát. de Ensino Social
68 Morfossintaxe do Espanhol
68
Tecnologias no Ens/Aprend. de LE
68
680
476
408
Franc. Língua Francesa I
Língua Francesa II
Língua Francesa III
Língua Francesa IV
Língua Francesa V
Aprender a Aprender LE
Ling. Est. Inst. (A, E, I)
204 Culturas Francófonas
102 Panorama da Lit. Francófona
102 Prosa Francófona
102 Poesia Francófona
102 Teatro Francófono
68 Fonética e Fonologia do Franc.
68 Morfossintaxe do Francês
Total
748
Ing.
Total
Língua Espanhola I
Língua Espanhola II
Língua Espanhola III
Língua Espanhola IV
Língua Espanhola V
Prod. Escrita em Esp.
Aprender a Aprender LE
Ling. Est. Inst. (A, F, I)
Língua Inglesa I
Língua Inglesa II
Língua Inglesa III
Língua Inglesa IV
Língua Inglesa V
Prod. Escrita em Ing.
Aprender a Aprender LE
Ling. Est. Inst. (A, E, F)
102 Culturas Anglófonas
102 Prosa Anglófona
102 Poesia Anglófona
102 Teatro Anglófono
102 Fonética e Fonologia do Inglês
68 Morfologia do Inglês
68 Sintaxe do Inglês
68
714
68 Fundamentos da Linguística
68 Teorias do Uso da Língua
68 Teorias do Texto e do Disc.
68 Fundamentos da Teoria Liter.
68 Psicologia da Aprendizagem
68 LIBRAS
68
476
68 Fundamentos da Linguística
68 Teorias do Uso da Língua
68 Teorias do Texto e do Disc.
68 Fundamentos da Teoria Liter.
68 Psicologia da Aprendizagem
68 LIBRAS
68
476
68 Política Educacional
68 Comp/Prod.Textos Acad.
68 Estágio Supervisionado I 204 Metod. de Pesquisa em LE
68 Estágio Supervisionado II 204 TCC
68
68
68
68
476
476
68
68
68
204
68 Metodologia do Ens. de Francês
68 Política Educacional
68 Comp/Prod.Textos Acad.
68
68 Ensino/Aprend. do Francês
102 Estágio Supervisionado I 204 Metod. de Pesquisa em LE 68
68 Prát. Comp. e Prod. Oral em Franc. 68 Estágio Supervisionado II 204 TCC
68
68 Prát. Comp. e Prod. Esc.em Franc. 68
68 Prát. de An. Mat. Pedag. em Franc. 34
68 Prática de Trab. Fonét. em Franc.
34
O Texto Literário no Ens. de Franc. 34
Avaliação no Ens./Aprend. de Franc. 34
Tecnologias no Ens/Aprend. de LE
68
408
510
476
204
68 Metodologia do Ens. de Inglês I
68 Metodologia do Ens. de Inglês II
68 Linguíst. Aplicada ao Ens. de Ing.
68 Prát. Comp. e Prod. Oral em Inglês
68 Prát. Comp. e Prod. Esc. em Inglês
68 O Texto Literário no Ens. de Inglês
Tecnologias no Ens/Aprend. de LE
408
68 Política Educacional
68 Comp/Prod.Textos Acad.
68 Estágio Supervisionado I 204 Metod. de Pesquisa em LE
68 Estágio Supervisionado II 204 TCC
68
68
68
68
476
476
68
68
68
204
65
Anexo III: Contabilidade acadêmica
O cálculo para alocação das atividades curriculares foi feito com base nos
dispositivos legais que regem os cursos de licenciatura em Letras e as resoluções
baixadas no âmbito da Universidade Federal do Pará.
A maior parte das disciplinas dos cursos de Licenciatura da FALEM são de
natureza teórico-prática resultando em uma divisão praticamente equalitária entre
teoria e prática ao longo de todo o percurso acadêmico.
Os diferentes grupos de atividades curriculares têm as seguintes cargas
horárias:
Unidade
Tipo de atividade
Alemão
Espanhol Francês Inglês
Responsável
pela oferta
ILC, cursos e
escolas parceiras
ILC e/ou
organizações
parceiras
ILC e demais
faculdades,
cursos,
instituições etc.
ILC: FALEM e
FALE
Instituto de
Educação
Estágio supervisionado
408
Atividades
extensionistas
280
Atividades
complementares
200
Disciplinas
2.244
2.142
2.074
3.302
3.234
136
LIBRAS (?)
FALEM
1.972
TCC
Total
3.268
68
68
3.132
66
Anexo IV: Atividades curriculares por período letivo19.
Habilitação em Alemão (Curso 122)
Código
o
1 . Período
LE
LE
Língua Alemã I
Aprender a Aprender LE
LA01124
Fundamentos da Teoria Literária
Comp. e Prod. de Textos
Acadêmicos
Fundamentos da Lingüística
Total do período
Código
LE
3o. Período
LA02115
Língua Alemã III
Teorias do Texto e do Discurso
Culturas Germânicas
LE
Fonética e Fonologia do Alemão
LE
Lexicologia do Alemão
Total do período
Código
5o. Período
CH
102 LE
68
68 ED05037
68 ED01061
68
374
CH
68 LE
68
374
LE
LE
LA02147
Língua Alemã V
Ensino / Aprendizagem de Alemão
Prosa Germânica
LE
Prática de Compreensão e Produção
Escrita em Alemão
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de LE
Total do período
374
7o. Período
CH
LE
Código
102 LE
68 LA02146
68 LE
68 LE
68 LE
Estágio Supervisionado I
Teatro Germânico
204 LE
68 LA02150
LE
Metodologia de Pesquisa em LE
68
340
Atividades complementares = 200 horas
Atividades de extensão = 280 horas
Total da habilitação = 3.268 horas
19
As disciplinas codificadas já existem no sistema.
102
68
Total do período
306
4o. Período
Língua Alemã IV
Morfossintaxe do Alemão
Prática de Compreensão
e Produção Oral em
Alemão
Panorama da Literatura
Germânica
LIBRAS
Total do período
6o. Período
Língua Alemã VI
Poesia Germânica
Prática de
Ensino/Aprendizagem de
Alemão
Metodologia do Ensino
de Alemão
O Texto Literário no
Ensino do Alemão
Total do período
Código
LA02149
CH
Língua Alemã II
Teorias do Uso da
Língua
Política Educacional
Psicologia da
Aprendizagem
Código
LE
Total do período
2 . Período
Código
102 LE
68 LA02117
68 LE
CH
o
Código
8o. Período
Estágio Supervisionado II
TCC
Total do período
68
68
CH
102
68
68
68
68
374
CH
102
68
68
68
68
374
CH
204
68
272
67
Habilitação em Alemão – Curso 122
1º Módulo
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
5º Módulo
6º Módulo
7º Módulo
8º Módulo
Língua Alemã I (102)
Língua Alemã II (102)
Língua Alemã III (102)
Língua Alemã IV (102)
Língua Alemã V (102)
Língua Alemã VI (102)
Estágio Supervisionado
I (204)
Estágio Supervisionado
II (204)
Fundamentos da
Linguística (68)
Teorias do Uso da
Língua (68)
Teorias do Texto e do
Discurso (68)
Morfossintaxe do Alemão
(68)
Ensino/Aprendizagem de
Alemão (68)
Prática de
Ensino/Aprendizagem
de Alemão (68)
Metodologia de
Pesquisa em Línguas
Estrangeiras (68)
TCC (68)
Fundamentos da Teoria
Literária (68)
Política Educacional
(68)
Culturas Germânicas (68)
Prática de Compreensão
e Produção Oral em
Alemão (68)
Prosa Germânica (68)
Poesia Germânica (68)
Teatro Germânico (68)
Compreensão e
Produção de Textos
Acadêmicos (68)
Psicologia da
Aprendizagem (68)
Fonética e Fonologia do
Alemão (68)
Panorama da Literatura
Germânica (68)
Prática de Compreensão
e Produção Escrita em
Alemão (68)
Metodologia do Ensino
de Alemão (68)
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras (68)
O Texto Literário no
Ensino do Alemão (68)
\
Aprender a Aprender LE
(68)
Lexicologia do Alemão (68)
LIBRAS (68)
68
Habilitação em Espanhol – turno noturno (Curso 127)
Código
LE
LE
o
1 . Período
CH
Língua Espanhola I
Aprender a Aprender LE
Compreensão e Produção de Textos
Acadêmicos
Fundamentos da Lingüística
Total do período
Código
102 LE
68 LA02107
LA02108
LA02109
68
68 LE
306
3o. Período
CH
LE
Língua Espanhola III
Teorias do Texto e do Discurso
LA02182
Culturas Hispanófonas
LA01124
Fundamentos da Teoria Literária
Total do período
LE
LE
o
Código
2 . Período
Língua Espanhola II
Língua Estrangeira
Instrumental (Alemão,
Francês ou Inglês)
Teorias do Uso da
Língua
Fonética e Fonologia do
Espanhol
Total do período
Código
102 LE
68 ED01061
4o. Período
LE
68
306
CH
Língua Espanhola V
Lingüística Aplicada ao Ensino de
Espanhol
Poesia Hispanófona
Prática de Compreensão e Produção
Oral em Espanhol
68 LA02196
68 ED05037
Teatro Hispanófono
Política Educacional
68
68
68
68 LE
68
68
História da Formação da Língua e
Culturas Hispanófonas
68 LE
LIBRAS
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
LE
Prática de Compreensão
e Produção Escrita em
Espanhol
Total do período
6o. Período
340
7o. Período
CH
Código
LE
LE
Produção Escrita em Espanhol
Metodologia de Ensino de Espanhol
68 LE
68 LE
LE
O Texto Literário no Ensino de
Espanhol
Prática de Ensino Social
Total do período
68
LE
68
68 LA02195
306
68 LA02187
Total do período
Código
102
68
Língua Espanhola IV
Psicologia da
Aprendizagem
Morfossintaxe do
Espanhol
Prosa Hispanófona
Total do período
5o. Período
LA02194
LE
CH
Código
LE
LA02150
Atividades complementares = 200 horas
Atividades de extensão = 280 horas
Total da habilitação = 3.132 horas
68
272
8o. Período
102
68
68
68
306
CH
68
340
CH
Estágio Supervisionado I
Metodologia de Pesquisa
em LE
204
68
Total do período
272
9o. Período
CH
Estágio Supervisionado II 204
TCC
68
Total do período
272
69
Habilitação em Espanhol – Curso 127
1º Módulo
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
5º Módulo
6º Módulo
7º Módulo
8º Módulo
9º Módulo
Língua Espanhola I (102)
Língua Espanhola
II (102)
Língua Espanhola III
(102)
Língua Espanhola
IV (102)
Língua
Espanhola V (68)
Política Educacional
(68)
Metodologia de
Ensino de
Espanhol (68)
Estágio
Supervisionado I
(204)
Estágio
Supervisionado II
(204)
Compreensão e Produção
de Textos Acadêmicos (68)
Fonética e
Fonologia do
Espanhol (68)
Culturas
Hispanófonas (68)
Prosa
Hispanófona (68)
Poesia
Hispanófona (68)
Teatro Hispanófono
(68)
O Texto Literário
no Ensino do
Espanhol (68)
Metodologia de
Pesquisa em
Línguas Estrangeiras
(68)
TCC (68)
Fundamentos da
Linguística (68)
Teorias do Uso da
Língua (68)
Teorias do Texto e
do Discurso (68)
Morfossintaxe do
Espanhol (68)
Linguística
Aplicada ao
Ensino de
Espanhol (68)
LIBRAS (68)
Produção Escrita
em Espanhol (68)
Aprender a Aprender LE
(68)
Língua Estrangeira
Instrumental:
Alemão, Francês
ou Inglês (68)
Fundamentos da
Teoria Literária (68)
Psicologia da
Aprendizagem
(68)
Prática de
Compreensão e
Produção Oral
em Espanhol (68)
Prática de
Compreensão e
Produção Escrita em
Espanhol (68)
Prática de Ensino
Social (68)
História da
Formação da
Língua e Culturas
Hispanófonas
(68)
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem
de Línguas
Estrangeiras (68)
70
Habilitação em Francês (Curso 121)
Código
LE
LE
o
CH
Língua Francesa I
Aprender a Aprender LE
Fundamentos da Linguística
204
68
68
1 . Período
Código
LE
LA01124
ED01061
Total do período
Código
o
3 . Período
340
CH
Código
LE
Língua Francesa III
Teorias do Texto e do Discurso
102 LE
68 LE
LE
ED05037
LE
Panorama da Literatura Francófona
Política Educacional
Fonética e Fonologia do Francês
Total do período
68 LE
68 LA02160
68
374
Código
o
5 . Período
LE
LA02159
LE
Língua Francesa V
Poesia Francófona
Ensino/Aprendizagem do Francês
LE
Prática de Comp. e Prod. Oral em
Francês
Prática de Análise de Materiais
Pedagógicos
LE
CH
Código
102 LA02125
68 LA02161
102 LE
68 LE
34 LE
LA02107
LA02178
LA02109
Total do período
Código
o
7 . Período
374
CH
Código
LE
LE
Estágio Supervisionado I
O Texto Literário no Ensino do
Francês
204 LE
68 LE
LE
Metodologia de Pesquisa em LE
Total do período
68 LA02150
306
Atividades complementares = 200 horas
Atividades de extensão = 280 horas
Total da habilitação = 3.302 horas
o
2 . Período
Língua Francesa II
Teorias do Uso da Língua
Comp. e Prod. de Textos
Acadêmicos
Fundamentos da Teoria
Literária
Psicologia da Aprendizagem
Total do período
o
4 . Período
Língua Francesa VI
Metodologia do Ensino do
Francês
Culturas Francófonas
Prosa Francófona
LIBRAS
Total do período
o
6 . Período
Morfossintaxe do Francês
Teatro Francófono
Prática de Comp. e Prod.
Escrita em Francês
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de LE
Prática de Trabalho Fonético
em Francês
Língua Estrangeira
Instrumental (Alemão,
Espanhol ou InglêsI)
Total do período
o
8 . Período
Estágio Supervisionado II
Avaliação no
Ensino/Aprendizagem do
Francês
TCC
Total do período
CH
102
68
68
68
68
374
CH
102
68
68
68
68
374
CH
68
68
68
68
34
68
374
CH
204
68
68
306
71
Habilitação em Francês – Curso 121
1º Módulo
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
5º Módulo
6º Módulo
7º Módulo
8º Módulo
Língua Francesa I (204)
Língua Francesa II (102)
Língua Francesa III (102)
Língua Francesa IV (102)
Língua Francesa V (102)
Morfossintaxe do Francês
(68)
Estágio Supervisionado I
(204)
Estágio Supervisionado II
(204)
Fundamentos da
Linguística (68)
Teorias do Uso da Língua
(68)
Teorias do Texto e do
Discurso (68)
Metodologia do Ensino do
Francês (68)
Ensino/Aprendizagem do
Francês (102)
Prática de Trabalho
Fonético em Francês (34)
O Texto Literário no
Ensino do Francês (34)
Avaliação no
Ensino/Aprendizagem do
Francês (34)
Aprender a Aprender LE
(68)
Compreensão e Produção
de Textos Acadêmicos (68)
Fonética e Fonologia do
Francês (68)
Culturas Francófonas (68)
Prática de Compreensão e
Produção Oral em Francês
(68)
Prática de Compreensão
e Produção Escrita em
Francês (68)
Metodologia de
Pesquisa em Línguas
Estrangeiras (68)
TCC (68)
Fundamentos da Teoria
Literária (68)
Panorama da Literatura
Francófona (68)
Prosa Francófona (68)
Poesia Francófona (68)
Teatro Francófono (68)
Psicologia da
Aprendizagem (68)
Política Educacional (68)
LIBRAS (68)
Prática de Análise de
Materiais Pedagógicos (34)
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras (68)
Língua Estrangeira
Instrumental: Alemão,
Espanhol ou Inglês (68)
72
Habilitação em Inglês – turno matutino (Curso 120)
o
Código
1 . Período
CH
LE
LE
Língua Inglesa I
Aprender a Aprender LE
LA02107
LA02178
LA02108
Língua Estrangeira Instrumental
(Alemão, Espanhol ou Francês)
68 LA01124
Fundamentos da Linguística
68 LE
Comp. e Prod. de Textos
Acadêmicos
Total do período
68 ED01061
Código
LE
LE
ED05037
3o. Período
102 LE
68
374
CH
Língua Inglesa III
Teorias do Texto e do Discurso
Morfologia do Inglês
Política Educacional
102
68
68
68
Total do período
306
Código
5o. Período
LE
LE
LE
LA02172
LE
CH
LA02171
LE
Poesia Anglófona
Metodologia de Ensino de Inglês I
68 LA02173
68 LE
LE
Prática de Comp. e Prod. Oral em
Inglês
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de LE
Total do período
68 LE
LE
LE
7o. Período
Estágio Supervisionado I
102 LE
68 LE
374
CH
204 LE
68 LA02150
Metodologia de Pesquisa em LE
68
Total do período
Atividades complementares = 200 horas
Atividades de extensão = 280 horas
Total da habilitação = 3.234 horas
340
102
68
Fonética e Fonologia do
Inglês
Psicologia da
Aprendizagem
Total do período
68
4o. Período
Língua Inglesa IV
Culturas Anglófonas
Sintaxe do Inglês
Prosa Anglófona
Lingüística Aplicada ao
Ensino de Inglês
Total do período
6o. Período
Produção Escrita em
Inglês
Teatro Anglófono
Metodologia de Ensino
de Inglês II
Prática de Comp. e Prod.
Escrita em Inglês
O Texto Literário no
Ensino do Inglês
Total do período
Código
LIBRAS
CH
Língua Inglesa II
Teorias do Uso da
Língua
Fundamentos da Teoria
Literária
Código
Língua Inglesa V
Código
2 . Período
Código
LE
LE
o
Código
8o. Período
Estágio Supervisionado II
TCC
Total do período
68
68
374
CH
102
68
68
68
68
374
CH
68
68
68
68
68
340
CH
204
68
272
73
Habilitação em Inglês (matutino) – Curso 120
1º Módulo
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
5º Módulo
6º Módulo
7º Módulo
8º Módulo
Língua Inglesa I
(102)
Língua Inglesa II
(102)
Língua Inglesa
III (102)
Língua Inglesa IV
(102)
Língua Inglesa V (102)
Produção Escrita
em Inglês (68)
Estágio
Supervisionado I
(204)
Estágio
Supervisionado
II (204)
Fundamentos
da Linguística
(68)
Teorias do Uso
da Língua (68)
Teorias do
Texto e do
Discurso (68)
Linguística
Aplicada ao Ensino
de Inglês (68)
Metodologia de Ensino
de Inglês I (68)
Metodologia de
Ensino de Inglês II
(68)
LIBRAS (68)
TCC (68)
Língua
Estrangeira
Instrumental:
Alemão,
Espanhol ou
Francês (68)
Fonética e
Fonologia do
Inglês (68)
Morfologia do
Inglês (68)
Sintaxe do Inglês
(68)
Prática de
Compreensão e
Produção Oral em
Inglês (68)
Prática de
Compreensão e
Produção Escrita
em Inglês (68)
Metodologia de
Pesquisa em
Línguas
Estrangeiras (68)
Aprender a
Aprender LE
(68)
Fundamentos
da Teoria
Literária (68)
Política
Educacional
(68)
Prosa Anglófona
(68)
Poesia Anglófona (68)
Teatro Anglófono
(68)
Compreensão e
Produção de
Textos
Acadêmicos
(68)
Psicologia da
Aprendizagem
(68)
Culturas
Anglófonas (68)
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem
de Línguas
Estrangeiras (68)
O Texto Literário
no Ensino do
Inglês (68)
74
Habilitação em Inglês – turno noturno (Curso 026)
Código
o
1 . Período
CH
LE
LE
Língua Inglesa I
Aprender a Aprender LE
LA01124
Fundamentos da Teoria Literária
Língua Inglesa II
Fundamentos da
Linguística
Língua Estrangeira
Instrumental (Alemão,
Espanhol ou Francês)
Psicologia da
Aprendizagem
Total do período
68 LA02107
LA02178
LA02108
68 ED01061
306
3o. Período
CH
Código
LE
Língua Inglesa III
Teorias do Uso da Língua
102 LE
68
LE
ED05037
Fonética e Fonologia do Inglês
Política Educacional
Total do período
68 LE
68 LE
306
Código
2 . Período
102 LE
68
Comp. e Prod. de Textos
Acadêmicos
Total do período
Código
o
Código
5o. Período
CH
LE
Língua Inglesa V
LE
LA02172
LE
Sintaxe do Inglês
Prosa Anglófona
Lingüística Aplicada ao Ensino de
Inglês
4o. Período
Língua Inglesa IV
Teorias do Texto e do
Discurso
Morfologia do Inglês
Culturas Anglófonas
Total do período
Código
6o. Período
102 LE
Produção Escrita em
Inglês
LIBRAS
Poesia Anglófona
Metodologia de Ensino
de Inglês I
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
LE
Total do período
68
68 LA02171
68 LE
LE
Total do período
Código
LE
LA02173
LE
LE
306
7o. Período
CH
Código
8o. Período
CH
102
68
68
68
306
CH
102
68
68
68
306
CH
68
68
68
68
68
340
CH
Prática de Comp. e Prod. Escrita em
Inglês
Teatro Anglófono
68 LE
Prática de Comp. e Prod.
Oral em Inglês
68
68
68
Metodologia de Ensino de Inglês II
O Texto Literário no Ensino do
Inglês
Total do período
68 LE
68
Metodologia de Pesquisa
em LE
Estágio Supervisionado I
204
Total do período
340
Código
LE
272
9o. Período
LA02150 TCC
Total do período
Atividades complementares = 200 horas
Atividades de extensão = 280 horas
Total da habilitação = 3.234 horas
CH
Estágio Supervisionado II 204
68
272
75
Habilitação em Inglês (noturno) – Curso 026
1º Módulo
2º Módulo
3º Módulo
4º Módulo
5º Módulo
6º Módulo
7º Módulo
8º Módulo
9º Módulo
Língua Inglesa I (102)
Língua Inglesa II (102)
Língua Inglesa III (102)
Língua Inglesa IV
(102)
Língua Inglesa V
(102)
Produção Escrita em
Inglês (68)
O Texto Literário no
Ensino do Inglês (68)
Estágio
Supervisionado I
(204)
Estágio
Supervisionado II
(204)
Fundamentos da Teoria
Literária (68)
Fundamentos da
Linguística (68)
Teorias do Uso da
Língua (68)
Teorias do Texto e
do Discurso (68)
Linguística Aplicada
ao Ensino de Inglês
(68)
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem
de Línguas
Estrangeiras (68)
Prática de
Compreensão e
Produção Escrita em
Inglês (68)
Prática de
Compreensão e
Produção Oral em
Inglês (68)
TCC (68)
Compreensão e
Produção de Textos
Acadêmicos (68)
Língua Estrangeira
Instrumental: Alemão,
Espanhol ou Francês
(68)
Fonética e Fonologia
do Inglês (68)
Morfologia do Inglês
(68)
Sintaxe do Inglês (68)
Metodologia de Ensino
de Inglês I (68)
Metodologia de Ensino
de Inglês II (68)
Metodologia de
Pesquisa em
Línguas Estrangeiras
(68)
Aprender a Aprender LE
(68)
Psicologia da
Aprendizagem (68)
Política Educacional
(68)
Culturas Anglófonas
(68)
Prosa Anglófona (68)
Poesia Anglófona (68)
Teatro Anglófono (68)
LIBRAS (68)
76
Anexo V: Demonstrativo das atividades curriculares por habilidades e
competências
Habilitação em Alemão
Eixo do uso da língua
Neste eixo concentram-se os saberes necessários para a expressão em
alemão nas quatro habilidades.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
Utilizar conhecimentos prévios para
elaborar hipóteses sobre a estrutura do
texto.
Inferir as possíveis intenções do autor a
partir das marcas textuais.
Identificar referências intertextuais.
Compreender e produzir textos orais e
escritos em diferentes situações interativas
conforme as condições de compreensão e
produção típicas de cada modalidade.
Elaborar e apresentar textos acadêmicos,
tais como comunicações, artigos, projetos,
relatórios de pesquisa.
Identificar e resolver problemas de
textualização.
Identificar diferentes conceitos e práticas
de leitura.
ATIVIDADE CURRICULAR
Língua Alemã I
Língua Alemã II
Língua Alemã III
Língua Alemã IV
Língua Alemã V
Língua Alemã VI
Aprender a Aprender LE
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
77
Eixo da reflexão sobre a língua
Os saberes sobre a língua incluem os conhecimentos metalingüísticos
relacionados a respeito da língua alemã assim como os conhecimentos das ciências
lingüísticas em língua portuguesa que subsidiarão o acesso aos primeiros. Neste eixo
situam-se também os saberes referentes às literaturas e culturas expressas em
alemão. Finalmente, saberes a respeito dos processos cognitivos envolvidos na
aprendizagem pertencem também a este eixo.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer diversos modelos de
compreensão/produção oral e escrita.
Identificar, analisar e explicar os processos
constitutivos do texto no uso real da língua,
nos diferentes gêneros nas modalidades oral
e escrita.
Desenvolver postura investigativa sobre os
fatos lingüísticos nos diferentes níveis
(fonético, fonológico, morfológico, sintático,
semântico, pragmático e discursivo).
Comparar a aprendizagem de língua
materna com o de língua estrangeira.
Conhecer as fases do desenvolvimento
cognitivo do ser humano.
Conhecer os conceitos de motivação e suas
implicações na aprendizagem.
Distinguir estilos de aprendizagem e
inteligências múltiplas.
Conhecer os diversos fatores que
influenciam na aprendizagem de línguas.
Distinguir elementos constitutivos das
culturas as quais a língua estudada está
vinculada.
Diferençar o texto literário do não literário.
Diferençar o texto em prosa do poema.
Examinar conceitos e funções da literatura.
Identificar os elementos constitutivos dos
gêneros literários tradicionais.
Analisar e interpretar textos literários.
ATIVIDADE CURRICULAR
Fundamentos da Linguística
Teorias do Uso da Língua
Teorias do Texto e do Discurso
Fonética e Fonologia do Alemão
Morfossintaxe do Alemão
Lexicologia do Alemão
Psicologia da Aprendizagem
Fundamentos da Teoria Literária
Culturas Germânicas
Panorama das Literaturas
Germânicas
Prosa Germânica
Poesia Germânica
Teatro Germânico
LIBRAS
78
Eixo da prática profissional
Neste eixo concentram-se os saberes de aprender a ensinar alemão, os
saberes sobre o sistema educacional brasileiro, os saberes que envolvem a prática do
ensino propriamente dita e os saberes para pesquisar, visando tanto a formação para
a elaboração de um bom trabalho de conclusão de curso quanto a pesquisa
continuada em sala de aula, após a graduação.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer o sistema educacional brasileiro.
Conhecer as estratégias de aprendizagem
de línguas e seus diferentes níveis de
exigência cognitiva.
Ensinar a produzir textos em diferentes
gêneros textuais.
Elaborar plano de curso, de unidade
didática e de aula.
Selecionar, elaborar e adaptar materiais
didáticos.
Formular e executar propostas de
intervenção pedagógica ajustadas ao nível
e possibilidades dos alunos, aos objetivos
e às características dos conteúdos próprios
às etapas pertinentes.
Planejar e gerenciar situações didáticas
ajustadas ao nível e possibilidades dos
alunos que lhes permitam aprender a
língua estudada a partir da diversidade de
textos que circulam socialmente.
Gerenciar situações-problema.
Apropriar-se dos recursos tecnológicos
disponíveis para o ensino das línguas
estrangeiras.
Elaborar progressões de ensino de alemão.
Estimular o interesse do aluno pela
aprendizagem.
Elaborar sistemas de avaliação
condizentes com diferentes situações de
aprendizagem.
Formular e executar estratégias para o
ensino/aprendizagem de literatura.
Conhecer o funcionamento de biblioteca,
secretaria, reuniões de pais e mestres,
conselho de classe, Conselho Escolar etc.
das instituições de ensino.
Trabalhar em equipe.
ATIVIDADE CURRICULAR
Política Educacional
Metodologia do Ensino de Alemão
Prática de Compreensão e
Produção Oral em Alemão
Prática de Compreensão e
Produção Escrita em Alemão
Ensino/Aprendizagem de Alemão
Prática do Ensino/Aprendizagem
de Alemão
O Texto Literário no Ensino de
Alemão
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de Línguas
Estrangeiras
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Metodologia de Pesquisa em LE
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
TCC
79
Habilitação em Espanhol
Eixo do uso da língua
Neste eixo concentram-se os saberes necessários para a expressão em
espanhol nas quatro habilidades. Dadas as similaridades entre o espanhol e o
português – língua materna dos alunos do curso – será dada especial atenção às
dificuldades advindas desse fator.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Compreender textos em línguas
estrangeiras utilizando conhecimentos
prévios, elementos pré-lingüísticos e
recursos gráficos na construção do sentido.
Inferir as possíveis intenções do autor a
partir das marcas textuais.
Reconhecer os diferentes gêneros
discursivos e tipos de texto.
Compreender e produzir textos orais e
escritos em diferentes situações de
interação conforme as condições de
compreensão e produção típicas de cada
modalidade.
Analisar a aprendizagem da língua
estrangeira.
Estimular o interesse do aluno pela
aprendizagem.
Distinguir estilos e estratégias de
aprendizagem.
Conhecer os diversos fatores que
influenciam na aprendizagem de línguas.
Elaborar e apresentar textos acadêmicos,
tais como comunicações, artigos, projetos,
relatórios de pesquisa.
Identificar e resolver problemas de
textualização.
Identificar características dos diferentes
gêneros acadêmicos.
ATIVIDADE CURRICULAR
Língua Estrangeira Instrumental
(Alemão, Francês ou Inglês)
Língua Espanhola I
Língua Espanhola II
Língua Espanhola III
Língua Espanhola IV
Língua Espanhola V
Aprender a Aprender LE
Produção Escrita em Espanhol
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
80
Eixo da reflexão sobre a língua
Os saberes sobre a língua incluem os conhecimentos metalingüísticos
relacionados a respeito da língua espanhola assim como os conhecimentos das
ciências lingüísticas em língua portuguesa que subsidiarão o acesso aos primeiros.
Neste eixo situam-se também os saberes referentes às literaturas e culturas expressas
em espanhol. Finalmente, saberes a respeito dos processos cognitivos envolvidos na
aprendizagem pertencem também a este eixo.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer diversos modelos de
compreensão/produção oral e escrita.
Identificar, analisar e explicar os processos
constitutivos do texto no uso real da língua,
nos diferentes gêneros nas modalidades oral
e escrita.
Desenvolver postura investigativa sobre os
fatos lingüísticos nos diferentes níveis
(fonético, fonológico, morfológico, sintático,
semântico, pragmático e discursivo).
Comparar a aprendizagem de língua
materna com o de língua estrangeira.
Conhecer as fases do desenvolvimento
cognitivo do ser humano.
Conhecer os conceitos de motivação e suas
implicações na aprendizagem.
Distinguir estilos de aprendizagem e
inteligências múltiplas.
Conhecer os diversos fatores que
influenciam na aprendizagem de línguas.
Distinguir elementos constitutivos das
culturas as quais a língua estudada está
vinculada.
Diferençar o texto literário do não literário.
Diferençar o texto em prosa do poema.
Examinar conceitos e funções da literatura.
Identificar os elementos constitutivos dos
gêneros literários tradicionais.
Analisar e interpretar textos literários.
ATIVIDADE CURRICULAR
Fundamentos da Linguística
Teorias do Uso da Língua
Teorias do Texto e do Discurso
Fonética e Fonologia do
Espanhol
História da Formação da Língua
e Culturas Hispanófonas
Morfossintaxe do Espanhol
Lingüística Aplicada ao Ensino
do Espanhol
Psicologia da Aprendizagem
Fundamentos da Teoria Literária
Culturas Hispanófonas
Prosa Hispanófona
Poesia Hispanófona
Teatro Hispanófono
LIBRAS
81
Eixo da prática profissional
Neste eixo concentram-se os saberes de aprender a ensinar espanhol, os
saberes sobre o sistema educacional brasileiro, os saberes que envolvem a prática do
ensino propriamente dita e os saberes para pesquisar, visando tanto a formação para
a elaboração de um bom trabalho de conclusão de curso quanto a pesquisa
continuada em sala de aula, após a graduação.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
Conhecer o sistema educacional brasileiro.
Conhecer as estratégias de aprendizagem
de línguas e seus diferentes níveis de
exigência cognitiva.
Ensinar a produzir textos em diferentes
gêneros textuais.
•
Elaborar plano de curso, de unidade
didática e de aula.
•
Selecionar, elaborar e adaptar materiais
didáticos.
•
Formular e executar propostas de
intervenção pedagógica ajustadas ao nível
e possibilidades dos alunos, aos objetivos
e às características dos conteúdos próprios
às etapas pertinentes.
•
Planejar e gerenciar situações didáticas
ajustadas ao nível e possibilidades dos
alunos que lhes permitam aprender a
língua estudada a partir da diversidade de
textos que circulam socialmente.
•
•
Gerenciar situações-problema.
Apropriar-se dos recursos tecnológicos
disponíveis para o ensino das línguas
estrangeiras
•
Elaborar progressões de ensino de
espanhol.
•
Estimular o interesse do aluno pela
aprendizagem.
•
Elaborar sistemas de avaliação
condizentes com diferentes situações de
aprendizagem.
•
Formular e executar estratégias para o
ensino/aprendizagem de literatura.
•
Conhecer o funcionamento de biblioteca,
secretaria, reuniões de pais e mestres,
conselho de classe, Conselho Escolar etc.
no sistema de ensino.
•
Trabalhar em equipe.
ATIVIDADE CURRICULAR
Política Educacional
Prática de Ensino Social
Metodologia de Ensino de
Espanhol
Prática de Compreensão e
Produção Oral em Espanhol
Prática de Compreensão e
Produção Escrita em Espanhol
O Texto Literário no Ensino de
Espanhol
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Metodologia de Pesquisa em
LE
TCC
82
Habilitação em Francês
Eixo do uso da língua
O Curso de Letras – habilitação em Francês recebe uma maioria de alunos que
não possuem nenhuma ou quase nenhuma proficiência nessa língua estrangeira e
que, geralmente, não se beneficiam de uma experiência anterior de aprendizagem de
uma língua estrangeira. Sua missão primeira é, portanto, de oportunizar o
desenvolvimento das competências linguageiras desses estudantes em francês, de
modo que possam dominar cada vez melhor a língua que pretendem poder ensinar ao
cabo dos quatro anos de curso. Os alunos que, porventura, tenham adquirido um
domínio da língua antes de ingressar no Curso podem, no entanto, submeter-se a
testes de proficiência e creditar assim as disciplinas instrumentalizadoras do uso da
língua nas quais ele obtiver aproveitamento.
83
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Compreender textos em línguas
estrangeiras utilizando conhecimentos
prévios, elementos pré-lingüísticos e
recursos gráficos na construção do sentido.
Inferir as possíveis intenções do autor a
partir das marcas textuais.
Reconhecer os diferentes gêneros
discursivos e tipos de texto.
Compreender e produzir textos orais e
escritos em diferentes situações de
interação conforme as condições de
compreensão e produção típicas de cada
modalidade.
Analisar a aprendizagem da língua
estrangeira.
Estimular o interesse do aluno pela
aprendizagem.
Distinguir estilos e estratégias de
aprendizagem.
Conhecer os diversos fatores que
influenciam na aprendizagem de línguas.
Elaborar e apresentar textos acadêmicos,
tais como comunicações, artigos, projetos,
relatórios de pesquisa.
Identificar e resolver problemas de
textualização.
Identificar características dos diferentes
gêneros acadêmicos.
ATIVIDADE CURRICULAR
Língua Estrangeira Instrumental
(Alemão, Espanhol ou Francês)
Língua Francesa I
Língua Francesa II
Língua Francesa III
Língua Francesa IV
Língua Francesa V
Aprender a Aprender LE
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
84
Eixo da reflexão sobre a língua
Os saberes sobre a língua incluem os conhecimentos relativos ao
sistema da língua francesa assim como os conhecimentos das ciências da
linguagem que subsidiarão o acesso aos primeiros. Neste eixo situam-se
também os saberes referentes às literaturas e culturas expressas em francês,
com uma introdução ao estudo dos textos literários. Pertencem ainda a este
eixo saberes provenientes das principais teorias da aprendizagem e dos
processos cognitivos envolvidos na aprendizagem.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer a história dos estudos lingüísticos
e as principais teorias lingüísticas.
Identificar, analisar e explicar os processos
constitutivos do texto no uso real da língua,
nos diferentes gêneros nas modalidades oral
e escrita.
Desenvolver postura investigativa sobre os
fatos lingüísticos nos diferentes níveis de
análise da língua francesa.
Examinar conceitos e funções da literatura.
Identificar os elementos constitutivos dos
gêneros literários tradicionais.
Conhecer os principais marcos da história
da literatura francesa.
Conhecer produções literárias em língua
francesa oriundas de diversos regiões do
mundo.
Analisar e interpretar textos literários em
língua francesa.
Distinguir elementos constitutivos das
culturas às quais a língua estudada está
vinculada.
Conhecer as principais teorias do
desenvolvimento cognitivo humano.
Conhecer os conceitos de motivação e suas
implicações na aprendizagem.
ATIVIDADE CURRICULAR
Fundamentos da Lingüística
Teorias do Uso da Língua
Teorias do Texto e do Discurso
Fonética e Fonologia do Francês
Morfossintaxe do Francês
Fundamentos da Teoria Literária
Panorama da Literatura
Francófona
Prosa Francófona
Poesia Francófona
Teatro Francófono
Culturas Francófonas
Psicologia da Aprendizagem
LIBRAS
85
Eixo da prática profissional
Neste
eixo
concentram-se
disciplinas
que
propõem
a
aquisição
de
conhecimentos metadidáticos em língua estrangeira, isto é, de saberes ligados às
diversas metodologias de ensino da língua francesa e aos conceitos e teorias relativos
ao ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras. Um outro conjunto de disciplinas, de
natureza eminentemente prática, visa ao desenvolvimento das competências didáticopedagógicas envolvidas nas mais diversas práticas de ensino dessa língua. Ainda
estão presentes saberes sobre o sistema educacional brasileiro e a vivência desse
sistema educacional. Finalmente, propõem-se também a aquisição de saberes
inerentes à pesquisa científica, visando tanto à formação para a elaboração de um
bom trabalho de conclusão de curso quanto à pesquisa continuada em sala de aula,
após a graduação.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer as diferentes metodologias de
ensino do francês
Conhecer a constituição histórica do
campo do ensino/aprendizagem de línguas
Conhecer as concepções de aprendizagem
e de ensino de uma língua estrangeira.
Identificar as manifestações didáticometodológicas decorrentes dessas
concepções
Conhecer os principais modelos de
compreensão e produção oral e escrita.
Refletir sobre as habilidades e
competências de compreensão e produção
escrita no ensino do francês.
Analisar e preparar atividades visando à
compreensão e à produção de textos
pertencentes a diferentes gêneros textuais.
Análisar materiais didáticos utilizados no
ensino/aprendizagem do francês.
Selecionar, elaborar e adaptar materiais
didáticos.
Conhecer e utilizar as metodologias de
correção fonética.
Apropriar-se dos recursos tecnológicos
disponíveis para o ensino das línguas
estrangeiras
Utilizar recursos tecnológicos em
ambientes diferenciados de aprendizagem.
Conhecer o sistema educacional brasileiro.
Elaborar plano de curso, de unidade
ATIVIDADE CURRICULAR
Metodologia do Ensino de
Francês
Ensino/Aprendizagem do
Francês
Prática de Compreensão e
Produção Oral em Francês
Prática de Compreensão e
Produção Escrita em Francês
Prática de Análise de Materiais
Pedagógicos em Francês
Prática de Trabalho Fonético
em Francês
O Texto Literário no Ensino de
Francês
Avaliação no
Ensino/Aprendizagem de
Francês
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras
Política Educacional
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
Metodologias de Pesquisa em
LE
TCC
86
didática e de aula.
•
Formular e executar propostas de
intervenção pedagógica ajustadas ao nível
e possibilidades dos alunos, aos objetivos
e às características dos conteúdos próprios
às etapas pertinentes.
•
Planejar e gerenciar situações didáticas
ajustadas ao nível e possibilidades dos
alunos que lhes permitam aprender a
língua estudada a partir da diversidade de
textos que circulam socialmente.
•
•
Gerenciar situações-problema.
•
Formular e executar estratégias para o
ensino/aprendizagem de literatura.
•
Conhecer o funcionamento de biblioteca,
secretaria, reuniões de pais e mestres,
conselho de classe, Conselho Escolar etc.
no sistema de ensino.
•
Trabalhar em equipe.
Elaborar sistemas de avaliação
condizentes com diferentes situações de
aprendizagem.
87
Habilitação em Inglês
Eixo do uso da língua
O Curso de Letras – habilitação em Inglês já recebe um bom número de alunos
proficientes em nessa língua estrangeira (cf. seção 3.3), mas acredita-se que é função
da universidade pública no Brasil dar a qualquer aluno a oportunidade de formar seus
saberes linguageiros dentro da própria universidade, sem dificultar o ingresso de
alguém que deseje ser professor de inglês no futuro por ele não dominar ainda a
língua. Os alunos podem, no entanto, submeter-se a testes de proficiência e creditar
assim as disciplinas instrumentalizadoras do uso da língua nas quais ele obtiver
aproveitamento. Talvez a médio prazo, o ingresso de alunos na habilitação em Inglês
possa ser condicionada ao conhecimento linguageiro dessa língua, liberando a carga
horária hoje destinada à construção dessas competências para outras igualmente
necessárias à formação do professor de inglês.
Por outro lado, foi identificada uma grave deficiência na produção escrita dos
formandos nessa habilitação por ocasião da escrita de seu TCC. Para tentar sanar
essa dificuldade, foi elaborada uma seqüência de competências em escrita a serem
vencidas nas 410 horas das Língua Inglesa de I a V, culminando com uma disciplina
intitulada Produção Escrita em Inglês, oferecida no 6º. semestre, tanto para o turno
matutino quanto para o noturno. Com essas duas ações espera-se contribuir para a
melhoria da qualidade da escrita dos futuros professores de inglês.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
Compreender textos em línguas
estrangeiras utilizando conhecimentos
prévios, elementos pré-lingüísticos e
recursos gráficos na construção do sentido.
Inferir as possíveis intenções do autor a
partir das marcas textuais.
Reconhecer os diferentes gêneros
discursivos e tipos de texto.
Compreender e produzir textos orais e
escritos em diferentes situações de
interação conforme as condições de
ATIVIDADE CURRICULAR
Língua Estrangeira Instrumental
(Alemão, Espanhol ou Francês)
Língua Inglesa I
Língua Inglesa II
Língua Inglesa III
Língua Inglesa IV
Língua Inglesa V
Produção Escrita em Inglês
Aprender a Aprender LE
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
88
Eixo da reflexão sobre a língua
Os saberes sobre a língua incluem os conhecimentos metalingüísticos
relacionados a respeito da língua inglesa assim como os conhecimentos das ciências
lingüísticas em língua portuguesa que subsidiarão o acesso aos primeiros. Neste eixo
situam-se também os saberes referentes às literaturas e culturas expressas em inglês.
Finalmente, saberes a respeito dos processos cognitivos envolvidos na aprendizagem
pertencem também a este eixo.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer diversos modelos de
compreensão/produção oral e escrita.
Identificar, analisar e explicar os processos
constitutivos do texto no uso real da língua,
nos diferentes gêneros nas modalidades oral
e escrita.
Desenvolver postura investigativa sobre os
fatos lingüísticos nos diferentes níveis
(fonético, fonológico, morfológico, sintático,
semântico, pragmático e discursivo).
Comparar a aprendizagem de língua
materna com o de língua estrangeira.
Conhecer as fases do desenvolvimento
cognitivo do ser humano.
Conhecer os conceitos de motivação e suas
implicações na aprendizagem.
Distinguir estilos de aprendizagem e
inteligências múltiplas.
Conhecer os diversos fatores que
influenciam na aprendizagem de línguas.
Distinguir elementos constitutivos das
culturas as quais a língua estudada está
vinculada.
Diferençar o texto literário do não literário.
Diferençar o texto em prosa do poema.
Examinar conceitos e funções da literatura.
Identificar os elementos constitutivos dos
gêneros literários tradicionais.
Analisar e interpretar textos literários.
ATIVIDADE CURRICULAR
Fundamentos da Linguística
Teorias do Uso da Língua
Teorias do Texto e do Discurso
Fonética e Fonologia do Inglês
Morfologia do Inglês
Sintaxe do Inglês
LIBRAS
Psicologia da Aprendizagem
Fundamentos da Teoria Literária
Culturas Anglófonas
Prosa Anglófona
Poesia Anglófona
Teatro Anglófono
89
Eixo da prática profissional
Neste eixo concentram-se os saberes de aprender a ensinar inglês, os saberes
sobre o sistema educacional brasileiro, os saberes que envolvem a prática do ensino
propriamente dita e os saberes para pesquisar, visando tanto a formação para a
elaboração de um bom trabalho de conclusão de curso quanto a pesquisa continuada
em sala de aula, após a graduação.
SABERES, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES
•
•
•
Conhecer o sistema educacional brasileiro.
Conhecer as estratégias de aprendizagem
de línguas e seus diferentes níveis de
exigência cognitiva.
Ensinar a produzir textos em diferentes
gêneros textuais.
•
Elaborar plano de curso, de unidade
didática e de aula.
•
Selecionar, elaborar e adaptar materiais
didáticos.
•
Formular e executar propostas de
intervenção pedagógica ajustadas ao nível
e possibilidades dos alunos, aos objetivos
e às características dos conteúdos próprios
às etapas pertinentes.
•
Planejar e gerenciar situações didáticas
ajustadas ao nível e possibilidades dos
alunos que lhes permitam aprender a
língua estudada a partir da diversidade de
textos que circulam socialmente.
•
•
Gerenciar situações-problema.
Apropriar-se dos recursos tecnológicos
disponíveis para o ensino das línguas
estrangeiras
•
•
Elaborar progressões de ensino de inglês.
•
Elaborar sistemas de avaliação
condizentes com diferentes situações de
aprendizagem.
•
Formular e executar estratégias para o
ensino/aprendizagem de literatura.
•
Conhecer o funcionamento de biblioteca,
secretaria, reuniões de pais e mestres,
conselho de classe, Conselho Escolar etc.
no sistema de ensino.
•
Trabalhar em equipe.
Estimular o interesse do aluno pela
aprendizagem.
ATIVIDADE CURRICULAR
Política Educacional
Metodologia do Ensino de
Inglês I
Metodologia do Ensino de
Inglês II
Lingüística Aplicada ao Ensino
de Inglês
Prática de Compreensão e
Produção Oral em Inglês
Prática de Compreensão e
Produção Escrita em Inglês
O Texto Literário no Ensino de
Inglês
Tecnologias no
Ensino/Aprendizagem de
Línguas Estrangeiras
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Metodologias de Pesquisa em
LE
Compreensão e Produção de
Textos Acadêmicos
TCC
90
Anexo VI: Ementas das disciplinas com referências básicas
Esta seção está organizada obedecendo a seguinte seqüência: primeiramente
estão elencadas as quinze disciplinas comuns a diferentes habilitações 20 , em
seguida as vinte e duas disciplinas específicas para a Habilitação em Alemão, as
vinte e duas disciplinas para a Habilitação em Espanhol, as vinte e duas disciplinas
para a Habilitação em Francês e, finalmente, as vinte e uma disciplinas para a
Habilitação em Inglês.
No primeiro grupo, ou seja, as disciplinas comuns, algumas são compulsórias
apenas para algumas das habilitações, devido às idiossincrasias ligadas a
aprendizagem de cada LE.
Uma informação importante a respeito das ementas é a língua na qual a
disciplina é lecionada. Dada a particularidade de ser um Curso de Letras com
habilitações
em
quatro
línguas
diferentes,
esse
aspecto
o
distingue
particularmente.
Os pré-requisitos desejáveis, expressos em algumas disciplinas, não impedem
o aluno de se inscrever nessa atividade sem ter cursado o pré-requisito, mas ele
terá melhor aproveitamento se o fizer. Os pré-requisitos, muitas das vezes,
fornecem o pano de fundo para a compreensão da disciplina de forma mais
abrangente. A grade curricular de cada habilitação está estruturada de forma a
atender essa seqüenciação desejável de conhecimentos. No entanto, como a
experiência mostra uma grande taxa de retenção dos alunos no Curso de Letras –
habilitações em Alemão, Espanhol, Francês e Inglês, essa informação pode
auxiliar professores orientadores e alunos na hora do acompanhamento
acadêmico para a matrícula.
Por fim, esclarece-se que os alunos poderão cursar ainda outras disciplinas
dentro das 200 horas dedicadas às Atividades Complementares. Essas disciplinas
poderão ser escolhidas pelo aluno, mediante orientação acadêmica, de acordo
com suas necessidades e interesses. Algumas dessas disciplinas têm se mostrado
importantes para o graduando em Letras, de acordo com o rumo que ele queira
seguir em sua carreira: dirigida mais para a Literatura, mais para a Lingüística,
para um Mestrado, para a Prática Profissional propriamente dita, ou ainda, para as
20
Aprender a Aprender LE, Língua Estrangeira Instrumental (Alemão, Espanhol, Francês e
Inglês), Fundamentos da Lingüística, Teorias do Uso da Língua, Teorias do Texto e do
Discurso, Fundamentos da Teoria Literária, LIBRAS, Psicologia da Aprendizagem, Tecnologias
no Ensino/Aprendizagem de LE, Política Educacional, Compreensão e Produção de Textos
Acadêmicos e Metodologia de Pesquisa em LE.
91
inúmeras combinações possíveis entre as ciências nos dias de hoje (Lingüística
Computacional, construção de softwares para aprendizagem de línguas etc).
Algumas disciplinas constantes no Projeto Pedagógico de 2004 serão
continuadas e permanecerão com o mesmo código, a mesma ementa e o mesmo
programa. Isso se deve ao fato de que elas já atendiam as necessidades do curso.
92
Disciplinas comuns às quatro habilitações em LE
Disciplina: Fundamentos da Lingüística
Código
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: nenhum
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
Breve histórico da Lingüística como ciência. Paradigmas estruturalistas e cognitivistas até a era
chomskyana. Breve introdução à fonologia, morfologia, sintaxe e semântica.
Referências
CAGLIARI, L. C. Análise fonológica. Campinas, São Paulo: Mercado de Letras, 2002.
CARONE, F. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1986.
FIORIN, J.L. (Org.) Introdução à Lingüística. v.II. São Paulo: Contexto, 2002.
LYONS, J. Introdução a Lingüística Teórica. São Paulo: Nacional; EDUSP, 1979.
MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Org.). Introdução à Lingüística: domínios e fronteiras. v. 1. 4a
ed. São Paulo: Cortez, 2004.
SAUSSURE, F. Curso de Lingüística Geral. São Paulo: Cultrix, 1972.
93
Disciplina: Teorias do Uso da Língua
Código
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: Fundamentos da Lingüística
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
Apresentação de teorias sociolinguageiras e pragmáticas que focalizam prioritariamente os usos
concretos que os falantes fazem de sua língua-cultura.
Referências
BAGNO, M. A norma oculta: língua e poder na sociedade brasileira. São Paulo: Parábola, 2003.
CALVET, L-J. Sociolingüísitica: uma introdução crítica. São Paulo: Parábola, 2002.
FLORES, V. do N.; TEIXEIRA, M. Introdução à Lingüística da Enunciação. São Paulo: Contexto,
2005.
KOCK, I. G. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1993.
_____. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1995.
SILVEIRA, J.; FELTES, H. Pragmática e cognição: a textualidade pela relevância. 2ª ed. Porto
Alegre: EDICPUCRS, 1999.
94
Disciplina: Teorias do Texto e do Discurso
Código
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: Fundamentos da Lingüística
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
Principais teorias e bases conceituais dos estudos textuais. Análise dos fenômenos ligados à
textualidade. Apresentação das principais escolas de análise do discurso. Conceito de gêneros
discursivos.
Referências
ANTUNES, I. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
FLÔRES, O.; KARNOPP, L.; GEDRAT, D (Org.). Teorias do texto e do discurso. Canoas, RS:
Editora da ULBRA, 2006.
KOCK, I. G. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
_____ . Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002.
_____ . Introdução à Lingüística Textual. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
95
Disciplina: Fundamentos da Teoria Literária
Código LA01124
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: nenhum
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
Elementos característicos de cada gênero literário tradicional. Bases de compreensão e análise
de textos literários.
Referências
COMPAGNON,A.
O
demônio
da
Teoria;
Literatura
e
Senso
Comum.
Belo
Horizonte.Ed:UFMG,2001.
CULLER,J. Teoria Lterária;um Introdução.São Paulo:Becca,1999.
EIKHENBAUM,B et alii.Teoria da LiteraturaFormalistas Russos.Trad.Regina Zilbermann et
alii.Org.Apresent.Dionisio de O.Toledo.Porto Alegre:Globo,1978.
ISER,W. O Ato da Leitura- Uma Teoria do Efeito.Lisboa:LivrosHorizonte,1985.
JAUSS,H.R. A História da Literatura como Provocação à Teoria Literária.SP:Ática,1994.
96
Disciplina: Psicologia da Aprendizagem
Código ED01061
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: nenhum
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
A Psicologia aplicada à educação e seu papel na formação do professor. A contribuição das
teorias do desenvolvimento e da aprendizagem ao processo de ensino/aprendizagem.
Referências
DAVIS, C. & OLIVEIRA, Z. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez, 1994.
FONTANA, D. Psicologia para professores. São Paulo: Loyola, 1998.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia – saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz
e Terra, 2002.
PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
VIGOTSKY, L.; COLE, M. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos
psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
97
Disciplina: Política Educacional
Código ED05037
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: nenhum
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
Contexto econômico, social e cultural do Brasil contemporâneo. Política educacional na
legislação para os níveis de escolaridade básica, média e superior. Relação entre o
público e o privado no contexto da educação brasileira.
Referências
BARROSO, J. O Estado, a educação e a regulação das políticas públicas. Educ. Soc. [online].
2005, vol.26, n.92, pp. 725-751.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Diretrizes e bases da educação nacional.
CABRAL NETO,A.; NAsCIMENTO,I. Política Pública de Educação no Brasil.Compartilhando
saberes e reflexões. Porto Alegre:Sulinas,2006
CASAGRANDE, I., M. K. & DEITOS, R.. A. As políticas educacionais para alunos com
necessidades educativas especiais. IN: LIMA, A. B.; VIRIATO, E. O.; SCALCON,S. (Org.).
Políticas educacionais dos anos 80 e 90: fundamentos e perspectivas. Cascavel: Edunioeste,
2004.
DOURADO,L.F.;PARO,V.H.(Orgs.) Políticas Públicas & Educação básica.São Paulo:Xamã,2001
LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola pública. A pedagogia crítico-social dos conteúdos. 9ª
edição. São Paulo: Loyola, 1990.
HADDAD,S.(Org.). Banco Mundial, OMC e FMI- Impacto nas políticas educacionais.São
Paulo:Cortez ,2007.
MOREIRA, A. F. B. (ORG.). Curriculo: políticas e práticas. 2ª ed. Campinas: Papirus, 2000.
NAGEL, L. H. O Estado brasileiro e as políticas educacionais a partir dos anos 80. IN:
NOGUEIRA, F. M. G. (org) Estado e políticas sociais no Brasil. Cascavel: EDUNIOESTE, 2001.
SAVIANI, D. Escola e Democracia. Campinas: Autores Associados, 2005.
98
Disciplina: Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos
Código
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: nenhum
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Leitura e produção de textos, visando a desenvolver habilidades de elaboração de
textos acadêmicos orais e escritos. Apresentação de trabalhos acadêmicos.
Referencias
ANDRADE, M.M.; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores.
São Paulo: Atlas, 1995.
ARAÚJO, A. D. Identidade e subjetividade no discurso acadêmico: explorando práticas
discursivas. In: LIMA, P.L.C.; ARAÚJO, A.D. (Org.). Questões de Lingüística Aplicada:
miscelânea. Fortaleza: Ed. da UECE, 2005. pp. 11-30.
BAZERMAN, C. Escrevendo bem, científica e retoricamente: conseqüências práticas para
escritores da ciência e seus professores. Tradução de Judith Chambliss Hoffnagel. In:
HOFFNAGEL, J. C.; DIONÍSIO, Â. P. Gênero, agência e escrita. São Paulo: Cortez, 2006. pp.
59-77.
BIASI-RODRIGUES, B. Aspectos cognitivos e retóricos da produção de resumos. In. CABRAL,
L. G.; MORAIS, J. (Org.). Investigando a linguagem: ensaios em homenagem a Leonor ScliarCabral. Florianópolis: Mulheres, 1999. pp. 245-258.
CARVALHO, M.C.M. de. (Org.). Construindo o saber – Metodologia científica: fundamentos e
técnicas. São Paulo: Papirus, 2003.
FRANÇA, J.L. et al. Manual para normalização de publicações técnico-cientificas. 8. ed. – rev.
Belo Horizonte : Editora da UFMG, 2007.
MACHADO, A.R.; LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L. Resenha. São Paulo: Parábola Editorial,
2004.
________. Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.
________. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias: trabalhos acadêmicos, projetos de
pesquisa, relatórios de pesquisa, dissertações, 50 resumos de dissertações. São Paulo: Atlas,
1990.
MEDEIROS, J. B. Português instrumental. São Paulo: Atlas, 2000.
ROJO, R. H. R.; CORDEIRO, G. S. (org./trad.) Gêneros Orais e Escritos na Escola. Tradução de
trabalhos de Schneuwly & Dolz, Campinas: Mercado de Letras, 2004. p. 38-71.
99
Disciplina: Aprender a Aprender Línguas Estrangeiras
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: nenhum
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Discussão
e
reflexão
sobre:
1)
objetivos,
motivações
e
crenças
relacionadas
ao
ensino/aprendizagem de língua estrangeira (LE); 2) o papel do professor e do aluno; 3)
atividades cognitivas envolvidas nas habilidades de compreensão e produção orais e escritas; 4)
o papel da afetividade e da motivação – emoções, atitudes, reações e inter-relações – em
situações de ensino/aprendizagem de LE; 5) estratégias e estilos de aprendizagem; 6)
autonomia na aprendizagem de LE.
Referências
BENSON, P. Teaching and Researching Autonomy. Harlow: Pearson, 2001.
COTTERALL, S.; REINDERS, H. Estratégias de Estudo. São Paulo: SBS, 2005.
DIAS, R.; BAMBIRRA, R.; ARRUDA, C. Aprender a Aprender. Metodologia para Estudos
Autônomos. Belo Horizonte: UFMG, 2006.
MAGNO E SILVA, W. Estratégias de aprendizagem de línguas estrangeiras – um caminho em
direção à autonomia. In: Intercâmbio. v. 24. São Paulo: PUCSP, LAEL, 2006. Disponível em
http://www.pucsp.br/pos/lael/intercambio/pdf/silva_w.pdf Acesso em 31 maio 2008.
PAIVA, V.L.M.O. (Org.) Práticas de Ensino e Aprendizagem de Inglês com Foco na Autonomia.
Campinas: Pontes, 2007.
RAYA, M.J.; LAMB, T.; VIEIRA, F. Pedagogia par a Autonomia na Educação em Línguas na
Europa. Dublin: Authentik, 2007. (edição plurilíngüe: alemão, espanhol, francês, inglês e
português).
100
Disciplina: Metodologia de Pesquisa em Línguas Estrangeiras
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: todas as disciplinas do eixo da reflexão sobre a língua.
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Exposição sobre os principais tipos de pesquisa em língua estrangeiras, tanto quantitativas
quanto qualitativas. Elaboração de um projeto de pesquisa. Orientação sobre os passos a serem
seguidos para a realização de um trabalho acadêmico envolvendo pesquisa.
Referências
BROWN, J. D.; RODGERS, T. Doing Second Language Research. Oxford: Oxford University
Press, 2002.
CONSOLO, D. A.; VIEIRA-ABRAHÃO, M. H. (Org.). Pesquisas em lingüística aplicada: ensino e
aprendizagem de língua estrangeira. São Paulo: UNESP, 2004.
ECO,U. Como se faz uma Tese. São Paulo: Perspectiva, 2007.
HADLEY, G. Pesquisa de Ação em Sala de Aula. São Paulo: SBS, 2004.
KEYS, K. Da pesquisa ao ensino: aplicações práticas e pedagógicas de pesquisa em Lingüística
Aplicada. Goiânia: UFG, 2007.
MOITA LOPES, J. P. A formação teórico-crítica do professor de línguas: o professorpesquisador. In: _____. Oficina de Lingüística Aplicada. Campinas: Mercado das Letras, 2001. p.
179-190.
Obs.: Esta disciplina será lecionada em português, ao final do curso, para todas as
habilitações. Em primeiro lugar, objetiva-se intrumentalizar o aluno para preparar o
anteprojeto de TCC. Em segundo lugar, pretende-se fornecer ao futuro professor os
instrumentos necessários para que ele continue desenvolvendo pesquisas em sua
prática pedagógica, tendo em vista tanto a melhoria de suas aulas quanto a
continuidade de seus estudos.
101
Disciplina: Tecnologias no Ensino/Aprendizagem de Línguas
Código LE
Estrangeiras
Língua na qual a disciplina é lecionada: português
Pré-requisitos desejáveis: todas as disciplinas do eixo da reflexão sobre a língua.
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Apresentação e manuseio dos recursos das tecnologias da informação e da comunicação
disponíveis para o ensino de línguas estrangeiras. Reflexão sobre seu uso em ambientes
diferenciados de aprendizagem.
Referências
LANCIEN, T. Le multimédia. Paris: Clé International, 1998.
LEVY, P. (Org.). Médias, faits et méfaits. Le Français dans le Monde. Recherches et
applications. N° spécial, juillet 1994.
RAZKY, A. Novas tecnologias, cultura e ensino de línguas. Moara, n° 10, 1999. p.163-173.
Obs.: Em princípio, essa disciplina será lecionada em português, mas havendo
professores disponíveis e número de alunos suficientes para uma turma exclusiva, ela
poderá ser lecionada em uma das línguas estrangeiras ofertadas pela FALEM.
102
Disciplina: Língua Estrangeira Instrumental (Alemão)
Código LA02107
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e alemão
Pré-requisitos desejáveis: nenhum.
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Desenvolvimento da competência autônoma de leitura em língua alemã a partir de textos
relacionados preferencialmente à área de Letras. Conscientização dos processos cognitivos
envolvidos na compreensão de textos. Construção do sentido a partir de elementos prélinguísticos co-responsáveis pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis
pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis pela unidade formal do texto
e dos elementos que remetem às condições de produção do texto.
Referências
GEORGIAKAKI, M. Lesetraining. Ismaning. Max-Hueber-Verlag, 1998.
IRMEN, F & KOLLERT, A. Dicionário de Bolso Português-Alemão-Português. Berlin und
München. Langenscheidt KG, 1982.
GÄRTNER,A. Lesekurs Deutsch im Bereich der Geisteswissenshaften für Sudierende an
brasilianischen Universitäten.Porto Alegre-Brasilien:1997.
__________ Das
Goethe,1996.
Thema
Textos autênticos em alemão.
Wortbildung
im
DaF
Unterricht.
São
Paulo:Institut
103
Disciplina: Língua Estrangeira Instrumental (Espanhol)
Código LA02178
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e espanhol
Pré-requisitos desejáveis: nenhum.
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Desenvolvimento da competência autônoma de leitura em língua espanhola a partir de textos
relacionados preferencialmente à área de Letras. Conscientização dos processos cognitivos
envolvidos na compreensão de textos. Construção do sentido a partir de elementos prélingüísticos co-responsáveis pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis
pela configuração e unidade formal do texto e dos elementos que remetem às condições de
produção do texto.
Referências
CHOZAS, D.; DORNELES, F. Dificultades del español para brasileños. Madrid: Ediciones SM,
2003.
GIOVANNINI, A. et alii. Profesor en acción. Madrid: Edelsa, 1996.
HOYOS, B. L. Diccionario de Falsos Amigos. São Paulo : Enterprise Idiomas, 1998.
MORENO, F.; GONZÁLEZ, N. M. Diccionario Bilingüe de Uso: español – portugués / portugués
– español (1) e (2). Madrid: Arco/Libros, 2003.
SIERRA, T. V. Espanhol Instrumental. IBPEX, 2005.
104
Disciplina: Língua Estrangeira Instrumental (Francês)
Código LA02108
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e francês
Pré-requisitos desejáveis: nenhum.
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Desenvolvimento da competência autônoma de leitura em língua francesa a partir de textos
relacionados preferencialmente à área de Letras. Conscientização dos processos cognitivos
envolvidos na compreensão de textos. Construção do sentido a partir de elementos prélinguísticos co-responsáveis pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis
pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis pela unidade formal do texto
e dos elementos que remetem às condições de produção do texto.
Referências
ALVES, S; CHAVES, L; CUNHA, J-C, CUNHA, M.; LEAL, M. G.; SOARES, I. Commencez une
histoire d’amour avec le français. Belém: UFPA/PROEG/DAVES, 1998.
CICUREL, F. Lectures interactives. Paris: Hachette, 1991.
CORACINI, M. J. (Org.). E por falar em leitura ... São Paulo: PUC, s.d.
CORACINI, M. J. (Org.). Ensino instrumental de línguas. São Paulo: EDUC, 1987.
Textos autênticos em francês.
105
Disciplina: Língua Estrangeira Instrumental (Inglês)
Código LA02109
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e inglês
Pré-requisitos desejáveis: Nenhum.
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Desenvolvimento da competência autônoma de leitura em língua alemã a partir de textos
relacionados preferencialmente à área de Letras. Conscientização dos processos cognitivos
envolvidos na compreensão de textos. Construção do sentido a partir de elementos prélinguísticos co-responsáveis pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis
pela configuração do texto, dos recursos lingüísticos responsáveis pela unidade formal do texto
e dos elementos que remetem às condições de produção do texto.
Referências
DIAS, R. Reading Critically in English. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
GRABE, W.; STOLLER, F. Teaching and Researching Reading. Harlow, Essex: Pearson, 2002.
HUTCHINSON, T.; WATERS, A. English for Specific Purposes. Cambridge: Cambridge
University Press, 1987.
Textos autênticos em inglês.
106
Disciplinas específicas para a Habilitação em Alemão
Disciplina: Língua Alemã I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e alemão
Pré-requisitos desejáveis: Nenhum.
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Ementa: Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional básica em Língua
Alemã tanto na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita
(compreensão e produção).
O aluno deverá entender e aplicar vocabulário e estruturas gramaticais simples.
O aluno deverá reagir a situações simples do cotidiano, formulando e
entendendo frases
simples, assim como preenchendo formulários simples com dados pessoais.
O aluno inicia a aquisição da Língua Alemã no Nível A1 do Quadro Europeu Comum de
Referência para ensino de línguas européias. (GER)
Sensibilizar os alunos para os aspectos interculturais das comunidades falantes da língua
alemã.
Referências
Referências:
MÜLLER, M; RUSCH, P; SCHERLING,T.; WERTENSCHLAG, L. Optimal A1. Berlin und
MÜnchen. Langenscheidt KG, 2004
DALLAPIAZZA, R; von JAN, E; SCHÖNHERR,T. Tangram IA, Deutsch als Fremdsprache.
Ismaning. Max-Hueber Verlag 1998.
KARS, J; HÄSERMANN, U. Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, Verlag, Sauerländer, 1988.
Sugestões para exercícios on-line:
www.langenscheidt.de/optimal
www.hueber.de/schritte-international
www.cornelsen.de/studiod
107
Disciplina: Língua Alemã II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã I
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional básica em Língua Alemã tanto
na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção).
O aluno deverá entender e aplicar vocabulário e estruturas gramaticais básicas.
O aluno deverá reagir a situações simples do cotidiano, formulando entendendo e respondendo
com frases simples.
O aluno adquire conhecimentos da Língua Alemã no Nível A1 do Quadro Europeu Comum de
Referência para ensino de línguas européias. (GER)
Sensibilizar os alunos para os aspectos interculturais das comunidades falantes da língua
alemã.
Referências
MÜLLER, M; RUSCH, P; SCHERLING,T.; WERTENSCHLAG, L. Optimal A1. Berlin und
MÜnchen. Langenscheidt KG, 2004
DALLAPIAZZA, R; von JAN, E; SCHÖNHERR,T. Tangram IA, Deutsch als Fremdsprache.
Ismaning. Max-Hueber Verlag 1998.
KARS, J; HÄSERMANN, U. Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, Verlag, Sauerländer, 1988.
Sugestões para exercícios on-line:
www.langenscheidt.de/optimal
www.hueber.de/schritte-international
www.cornelsen.de/studiod
108
Disciplina: Língua Alemã III
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã II
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional básica em Língua Alemã tanto
na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção).
O aluno deverá entender e aplicar vocabulário e estruturas gramaticais com um nível maior de
complexidade.
O aluno deverá reagir a situações do cotidiano; manter um diálogo; posicionar-se sobre o
assunto abordado, formulando, entendendo e respondendo com frases simples; escrever cartas,
cartões e recados; ler e escrever textos simples, porém mais específicos relativos aos temas
abordados.
O aluno inicia a aquisição da Língua Alemã no Nível A2 do Quadro Europeu Comum de
Referência para ensino de línguas européias. (GER)
Sensibilizar os alunos para os aspectos interculturais das comunidades falantes da língua
alemã.
Referências
MÜLLER, M; RUSCH, P; SCHERLING,T.; WERTENSCHLAG, L. Optimal A2. Berlin und
MÜnchen. Langenscheidt KG, 2004
DALLAPIAZZA, R; von JAN, E; SCHÖNHERR,T. Tangram IA, Deutsch als Fremdsprache.
Ismaning. Max-Hueber Verlag 1998.
KARS, J; HÄSERMANN, U. Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, Verlag, Sauerländer, 1988.
Sugestões para exercícios on-line:
www.langenscheidt.de/optimal
www.hueber.de/schritte-international
www.cornelsen.de/studiod
109
Disciplina: Língua Alemã IV
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã III
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional básica em Língua Alemã tanto
na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção).
O aluno deverá entender e aplicar vocabulário e estruturas gramaticais com um nível maior de
complexidade.
O aluno deverá reagir a situações do cotidiano; manter um diálogo; posicionar-se sobre o
assunto abordado, formulando, entendendo e respondendo com frases mais complexas;
escrever cartas, cartões e recados; ler e escrever textos mais complexos, relativos aos temas
abordados.
O aluno adquire conhecimentos da Língua Alemã no Nível A2 do Quadro Europeu Comum de
Referência para ensino de línguas européias. (GER)
Sensibilizar os alunos para os aspectos interculturais das comunidades falantes da língua
alemã.
Referências
MÜLLER, M; RUSCH, P; SCHERLING,T.; WERTENSCHLAG, L. Optimal A2. Berlin und
MÜnchen. Langenscheidt KG, 2004
DALLAPIAZZA, R; von JAN, E; SCHÖNHERR,T. Tangram 2A, Deutsch als Fremdsprache.
Ismaning. Max-Hueber Verlag 1998.
KARS, J; HÄSERMANN, U. Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, Verlag, Sauerländer, 1988.
Sugestões para exercícios on-line:
www.langenscheidt.de/optimal
www.hueber.de/schritte-international
www.cornelsen.de/studiod
www.heuber.de/tangram
www.dw-world.de
110
111
Disciplina: Língua Alemã V
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã IV
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em Língua Alemã tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção).
O aluno deverá entender e aplicar vocabulário e estruturas gramaticais com um nível maior de
complexidade.
O aluno deverá reagir a situações do cotidiano; manter diálogos mais complexos; posicionar-se
sobre os assuntos abordados; escrever cartas, cartões, recados e e-mails ; ler e escrever textos
mais específicos relativos aos temas abordados, comentando-os.
O aluno inicia a aquisição da Língua Alemã no Nível B1 do Quadro Europeu Comum de
Referência para ensino de línguas européias. (GER)
Os alunos deverão manifestar-se a respeito dos aspectos interculturais das comunidades
falantes da língua alemã.
Referências
MÜLLER, M; RUSCH, P; SCHERLING,T.; WERTENSCHLAG, L. Optimal B1. Berlin und
MÜnchen. Langenscheidt KG, 2004
DALLAPIAZZA, R; von JAN, E; SCHÖNHERR,T. Tangram 2B, Deutsch als Fremdsprache.
Ismaning. Max-Hueber Verlag 1998.
KARS, J; HÄSERMANN, U. Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, Verlag, Sauerländer, 1988.
Sugestões para exercícios on-line:
www.langenscheidt.de/optimal
www.hueber.de/schritte-international
www.cornelsen.de/studiod
www.heuber.de/tangram
www.dw-world.de
112
Disciplina: Língua Alemã VI
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã V
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em Língua Alemã tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção).
O aluno deverá entender e aplicar vocabulário e estruturas gramaticais com um nível maior de
complexidade.
O aluno deverá reagir a situações do cotidiano; manter diálogos mais complexos; posicionar-se
sobre os assuntos abordados; escrever cartas, cartões, recados e e-mails ; ler e escrever textos
mais específicos relativos aos temas abordados, comentando-os.
O aluno adquire conhecimentos da Língua Alemã no Nível B1 do Quadro Europeu Comum de
Referência para ensino de línguas européias. (GER)
Os alunos deverão manifestar-se a respeito dos aspectos interculturais das comunidades
falantes da língua alemã.
Referências
MÜLLER, M; RUSCH, P; SCHERLING,T.; WERTENSCHLAG, L. Optimal B2. Berlin und
MÜnchen. Langenscheidt KG, 2004
DALLAPIAZZA, R; von JAN, E; SCHÖNHERR,T. Tangram 2B, Deutsch als Fremdsprache.
Ismaning. Max-Hueber Verlag 1998.
KARS, J; HÄSERMANN, U. Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, Verlag, Sauerländer, 1988.
Sugestões para exercícios on-line:
www.langenscheidt.de/optimal
www.hueber.de/schritte-international
www.cornelsen.de/studiod
www.heuber.de/tangram
www.dw-world.de
113
Disciplina: Culturas Germânicas
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã I
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Olhar temático sobre os diversos aspectos culturais e suas diferenças nos países que falam a
língua alemã, abordando as caracterizações da cultura desde o século XVIII até às discussões
sobre a interculturalidade e multiculturalidade presentes no mundo atual, possibilitando um
quadro geral
da ciência da língua e da literatura alemãs. Interculturalidade e atualidade:
Valores, modos de vida, códigos e representações simbólicas em uso em países ou regiões
germânicas.
Referências
ETTE, O. Überlebenswissen: Die Aufgabe der Philologie. Berlin: Walter de Gruyter, 2004.
BÖHME, H.; SCHERPE, K. R. (Org.) Literatur und Lulturwissenschaften. Reinbek: Rowohlt,
1996.
GRIESBACH, H. Die Bundesrepublik Deutschland. Berlin und München. Langenscheidt KG,
1998.
NÜNNING, A. (Org.). Metzler Lexikon Literatur und Kulturtheorie, Stuttgart: J. B. Meltzer, 2007.
WICKEL, R. Kontakte Knüpfen. München. Langenscheidt Verlag – Goethe Institut, 1995.
114
Disciplina: Panorama da Literatura Germânica
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Obter uma visão panorâmica da literatura de língua alemã e sua presença em países e regiões
da Europa, atentando para os períodos literários de forma cronológica. Entender o processo
histórico e a interação entre a Cultura e a História da Literatura. Apresentação dos autores e
obras mais representativos, abordando os pressupostos estético-ideológicos inseridos no
contexto histórico-social.
Referências
KLUGE, M; RADLER, R. Hauptwerke der deutschen Literatur. München. Kindler Verlag, 1974.
BOSCH, B. (Org.) História da Literatura Alemã. S.P. Herder, 1967.
RÖTZER,H. Geschichte der Deutschen Literatur. Bamberg: Buchners Verlag, 1992.
WUCHERPFENNIG,W. Von der Anfängen bis zur Gegenwart. Stuttgart. Klett.1998.
SCHLOSSER, H.dtv-Atlas: Deutsche Literatur. München. Deutscher Taschenbuch Verlag, 2005.
115
Disciplina: Prosa Germânica
Código LA02147
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas da prosa germânica e seu significado no contexto sóciohistórico-cultural de seu tempo. Serão estudados o conto, o romance, a crônica, a novela e
outros gêneros expressivos da literatura em questão.
Referências:
ANKENBRAND, S. Meister in Poesie und Prosa. München. M.Lurz, 1948.
GRASS, G. Die Blechtrommel. Roman. Göttingen, Dtv. 1998.
GOETHE, J W. Os Sofrimentos do jovem Werther. (Tradução: Erlon José Paschoal). SP.: Clube
do Livro, 1988.
HESSE, H. Das Glasperlenspiel. Zürich. Suhrkamp, 1972.
RÖTZER, H. Geschichte der deutschen Literatur in Epochen. Bamberg. Bucchmers Verlag,
1996
LIMA,L.C.(Org., seleção e tradução).A Literatura e o Leitor-Textos de Estética da
Recepção.2ªed. R.J:Paz e Terra, 2002.
LUKÁCS,G. A Teoria do Romance.Trad.José Macedo.SP:Editora 34,2000.
ROSENFELD,A. Reflexos sobre o romance moderno. In:Texto/Contexto. SP: Perspectiva,1973.
ZILBERMANN,R. Estética da Recepção e História da Literatura.S.P.: Ática,1989.
Obs:Outras referências serão indicadas pelo professor,de acordo com a necessidade
disponibilidade.
e a
116
Disciplina: Poesia Germânica
Código LA02146
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas do gênero poético na literatura germânica e seu
significado no contexto sócio-histórico-cultural de seu tempo. Serão abordadas obras
fundamentais na literatura em questão.
Referências
BLAZER, B. Heinrich Bölls Werke. Köln. Kiepenheuer und Witsch. 1987.
BACHOFNER, E, VÖGELI, V. Gedichte. Zürich. Lehrmittelverlag Zürich, 1975.
FRIEDRICH, H. Die Struktur der modernen Lyrik. Von der Mitte des neunzehnten bis zur Mitte
des zwanzigsten Jahrhunderts. Reinbek: 2006.
HÖLLERER, W. Theorie der modernen Lyrik.München :2003.
MORGENSTERN, C. Gesammte Werke in einem Band. München. Piper Verlag GmbH, 1965 /
89 / 99.
RÖTZER, H. Geschichte der deutschen Literatur in Epochen. Bamberg. Bucchmers Verlag,
1996.
SENGLE, F. Moderne deutsche Lyrik. Von Nietzsche bis Enzensberger (1875-1975), Heidelberg
2001.
REICH-RANICKI, M. (Hg.). 1000 deutsche Gedichte und ihre Interpretationen.Frankfurt ,1994.
117
Disciplina: Teatro Germânico
Código LA02149
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas do gênero dramático na literatura germânica e seu
significado no contexto sócio-histórico-cultural de seu tempo. Serão abordados autores
fundamentais no teatro de língua alemã, procurando enfatizar sua importância na literatura em
questão.
Referências:
ANDREOTTI,Mario. Traditionelles und modernes Drama.Wien:1996.
BENJAMIN, W.A Origem do Drama Barroco Alemão.S.P:Brasiliense,1984.
_____. Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política. SP. Relógio D´Água, 1992.
BRECHT, B. Teatro de Brecht. RJ. Civilização Brasileira, Vol. 22, 1977.
CARPEAUX, O. Literatura Alemã. SP. Nova Alexandria, 1994.
LEHMANN,J. von.Kleines Deutsches Dramen Lexikon.Königstein: Athenäum,1983.
MACHADO, R.O Nascimento do Trágico.De Schiller a Nietzsche.R.J.:Zahar,2006.
RÖHL, R. O Teatro de Heiner Müller:Modernidade e Pós-Modernidade.SP:Perspectiva,1997.
ROSENFELD, A. Teatro Alemão. 1ª Parte. Esboço Histórico. SP. Brasiliense, 1968.
SZONDI,Peter. Lektüren und Lektionen.München:Suhrkamp,1973.
118
Disciplina: Fonética e Fonologia do Alemão
Código LA
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã II
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Descrição do sistema fonológico do alemão. Apresentação dos fenômenos suprasegmentais
dessa língua. Atividades de transcrição fonética. Apresentação e discussão de metodologias de
correção fonética de alemão visando a solução de problemas apresentados por falantes
brasileiros.
Referências:
HÄUSSERMANN, U;PIEPHO, H. Aufgaben-Handbuch-Deutsch als Fremdsprache. München.
Iudicium Verlag, 1996.
LEMKE, S. (Hrsg). Sprechwissenschaft/Sprecherziehung.- Ein Lehr- und Übungsbuch. Frankfurt
am Main. Peter Lang GmbH, 2006.
ENDT, E; HIRSCHFELD, U. Die Rhythmuslokomotive, Auspracheübungen für Kinder.
München. Goethe-Institut, 1995.
ALTHAUS, H u.a. (Hg.).. Lexikon der Germanistischen Linguistik. Tübingen: Niemeyer. 1980
RAUSCH, R.; RAUSCH, I.. Deutsche Phonetik für Ausländer. Leipzig u.a.: Langenscheidt. 1985
119
Disciplina: Morfossintaxe do Alemão
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis:
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Fundamentos da gramática da língua alemã (morfologia e sintaxe) levando em consideração a
língua materna dos alunos.
Referências
ADAMZIK, K.: Sprache: Wege zum Verstehen. Tuebingen, Basel 2001 und spaeter, Francke.
DUDENREDAKTION (Hrsg.): DUDEN 4, Die Grammatik. 7. voellig neu erarbeitete und erweiterte
Auflage. Mannheim, Leipzig, Wien, Zuerich 2005.
HAEUSSERMANN, U., KARS, J.: Grundgrammatik Deutsch. Frankfurt a. M. 1997, Diesterweg.
HELBIG, G., BUSCHA, J.: Deutsche Grammatik. Ein Handbuch fuer den Auslaenderunterricht.
Leipzig 2001 und spaeter, Langenscheidt. (Vgl. dazu auch die Uebungsgrammatik von Helbig
und Buscha)
HENNIG, M.: Welche Grammatik braucht der Mensch? Muenchen 2001, iudicium.
120
Disciplina: Lexicologia do Alemão
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Fundamentos da Lingüística, Língua Alemã II
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Fundamentos da lexicologia da língua alemã, incluindo características da formação de palavras
e fraseologia, levando em consideração a língua materna do aluno.
Referências:
BURGER, H. Phraseologie – Eine Einführung am Beispiel des Deutschen. Berlin. Erich Schmidt
Verlag, 2007
FLEISCHER, W. Phraseologie der deutschen Gegenwartssprache. Tübingen. Niemeyer, 1997
LINKE, A; NUSSBAUMER, M; PORTMANN, P.R. Studienbuch Linguistik. Tübingen. Niemeyer,
2005
BARZ, I.; SCHRÖDER, M.; HÄMMER, K.; POETHE, H. Wortbildung – praktisch und integrativ.
Frakfurt am Main. Peter Lang GmbH, 2007
121
Disciplina: Metodologia do Ensino de Alemão
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã V, Ensino/Aprendizagem de Alemão
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Apresentação de princípios e características dos diferentes métodos e metodologias constituídos
historicamente no ensino-aprendizagem das línguas estrangeiras. Diferença entre método,
metodologia e didática. Analisar materiais didáticos representativos de diferentes categorias
estabelecendo uma relação com a disciplina Ensino/Aprendizagem de Alemão, com a finalidade
de saber escolher a metodologia adequada para a aula de língua estrangeira.
Referências:
NEUNER, G.; HUNFELD, H. Methoden des fremdsprachlichen Deutschunterrichts: Eine
Einführung. Kassel. Langenscheidt, 2008
UNRUH, T.; PETERSEN, S. Guter Unterricht. Lichtenau. AOL Verlag, 2003
EDMONDSON, W.; HOUSE, J. Einführung in die Sprachforschung. Tübingen und Basel. A.
Franke Verlag, 2006.
122
Disciplina: Ensino/Aprendizagem de Alemão
Código LA
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã IV
Carga horária teórica: 44
Carga horária prática: 24
Ementa:
Descrição da estrutura e do funcionamento do paradigma reflexional para a formação de
professores de língua alemã. Principais teorias de aprendizagem. O papel do contexto, do
aprendente, do professor e das atividades no desenvolvimento da competência lingüística
(sistêmica e comunicativa). As diferenças individuais na aprendizagem. A noção de "interlíngua"
(de erro): aspectos sociais, lingüísticos e discursivos. Os processos de transferência da L1 para
a L2 e as estratégias de aprendizagem. A construção da identidade lingüística. O papel dos
"insumos" e da gramática na aquisição da língua estrangeira. Ética na profissão.
Referências:
EDMONDSON, W.; HOUSE, J. Einführung in die Sprachforschung. Tübingen und Basel. A.
Franke Verlag, 2006.
KLEPPIN, K. Fehler und Fehler Korrektur. München. Goethe-Institut, 1995.
BIMMEL, P.; RAMPILLON, U. Lernautonomie und Lernstrategien. München. Goethe-Institut,
1996.
MÜLLER, M; WERTENSCHLAG, L; Wolf, J. Autonomes und Partnerschaftliches Lernen.
Modelle und Beispiele aus dem Fremdsprachenunterricht. Berlin und München. Langenscheidt
KG, 1989
123
Disciplina: Prática do Ensino/Aprendizagem de Alemão
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Ensino e Aprendizagem de Alemão, Língua Alemã V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Discussão aprofundada sobre os processos de ensino e aprendizagem de Língua Estrangeira,
as estratégias de aprendizagem e as diferentes tarefas do professor. Conhecer critérios e
modelos de avaliação. Conhecer e analisar materiais pedagógicos utilizados no ensino de língua
alemã e na formação continuada do professor.
Referências:
HÄUSSERMANN, U; PIEPHO, H. Aufgaben-Handbuch-Deutsch als Fremdsprache. MünchenIudicium Verlag, 1996.
ALBERS, H; BOLTON, S. Testen und Prüfen in der Grundstufe. München. Goethe-Institut,
1995.
EDMONDSON, W.; HOUSE, J. Einführung in die Sprachforschung. Tübingen und Basel. A.
Franke Verlag, 2006.
HUNEKE, H.-W.; STEINIG, W. Deutsch als Fremdsprache – Eine Einführung. Berlin. Erich
Schmidt Verlag, 2005.
Projekt. Revista dos Professores de Alemão no Brasil. ABRAPA, Associação Brasileira de
Associações de Professores de Alemão. São Paulo. Apoio Goethe-Institut.
124
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Oral em Alemão
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã III
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Apresenta e discute o espaço das habilidades orais no ensino de línguas. Propõe uma
abordagem pragmática sugerindo pistas. Uso estratégico da língua como um instrumento na
construção de uma ligação entre o conhecimento lingüístico e pragmático, ambos necessários
para realização das intenções comunicativas dos falantes. Prática da comunicação oral
aprimorando a capacidade de ouvir, de falar e de argumentar, através da utilização de recursos
fonológicos, lexicais e gramaticais próprios do discurso oral.
Referências
HÄUSSERMANN, U, PIEPHO, H-E. ,Aufgaben-Handbuch. Iudicium, München, 1996 (Kapitel 7).
SARRIS, I; SCHORERS, H. Sehen und Sprechen. Frankfurt am Main. Verlag Moritz
Diesterweg, 1974.
MIDDELMANN, D. Sprechen Hören Sprechen; Ismaning. Verlag für Deutsch, 1996.
DAHLHAUS, B. Fertigkeit hören. München. Goethe-Institut, 1994.
LEMKE, S. (Hrsg). Sprechwissenschaft/Sprecherziehung.- Ein Lehr- und Übungsbuch. Frankfurt
am Main. Peter Lang GmbH, 2006.
125
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Escrita em Alemão
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã IV
Carga horária teórica: 24
Carga horária prática: 44
Ementa:
Apresentação e discussão do espaço das habilidades de produção e compreensão escrita no
ensino de línguas. Proposição de uma abordagem pragmática sugerindo pistas e atividades
para aperfeiçoar a interação e a produção escrita em situações reais e simuladas de
comunicação.
Referências:
FIX, U.; POETH, H.; YOS, G. Textlinguistik und Stilistik für Einsteiger – Ein Lehr- und
Arbeitsbuch. Frankfurt am Main. Peter Lang GmbH, 2003.
LEMKE, S. (Hrsg). Sprechwissenschaft/Sprecherziehung.- Ein Lehr- und Übungsbuch. Frankfurt
am Main. Peter Lang GmbH, 2006.
BARZ, I.; SCHRÖDER, M.; HÄMMER, K.; POETHE, H. Wortbildung – praktisch und integrativ.
Frakfurt am Main. Peter Lang GmbH, 2007
KAST, B. Fertigkeit Sreiben. München. Langenscheidt, 2007
126
Disciplina: Estágio Supervisionado I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão e português
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã VI; estar no penúltimo semestre antes de concluir o
curso e ter concluído com aprovação as demais disciplinas do eixo Prática Profissional.
Carga horária teórica: 101
Carga horária prática: 101
Ementa:
Acompanhamento regular de aulas de alemão, desenvolvimento de técnicas de observação,
tendo a possibilidade de elaborar instrumentos de observação. Os resultados da observação
apresentados em forma de portfólio discutidos em sala com os colegas da turma e o professor
orientador. Desenvolvimento de atividades práticas, exercidas mediante fundamentação teórica
prévia, ou simultaneamente adquirida.
Referências:
ZIEBELL, B. Unterrichtsbeobachtung und Lehrverhalten. München. Inter Nationes, 2002
NEUNER, G.; HUNFELD, H. Methoden des fremdsprachlichen Deutschunterrichts: Eine
Einführung. Kassel. Langenscheidt, 2008
UNRUH, T.; PETERSEN, S. Guter Unterricht. Lichtenau. AOL Verlag, 2003
127
Disciplina: Estágio Supervisionado II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: alemão e, eventualmente, português
Pré-requisitos desejáveis: Língua Alemã VI; estar no último semestre antes de concluir o curso e
ter concluído com aprovação as demais disciplinas do eixo Prática Profissional.
Carga horária teórica: 101
Carga horária prática: 101
Ementa:
Acompanhamento regular de aulas de alemão, desenvolvimento de técnicas de observação,
tendo a possibilidade de elaborar instrumentos de observação e pesquisa, culminando na
elaboração de intervenções, feitas com base no domínio do seu aprendizado adquirido ao longo
do curso, no processo pedagógico do ensino da língua alemã. Apresentação dos resultados, da
avaliação da observação e das intervenções não somente em um relatório, como também em
várias mostras de aulas ministradas na presença do professor orientador.
Referências :
BIMMEL, P.; KARST, B.; NEUNE, G. Deutschunterricht planen – Arbeit mit Lehrwerkslektionen.
München. Inter Nationes, 2003
NEUNER, G.; HUNFELD, H. Methoden des fremdsprachlichen Deutschunterrichts: Eine
Einführung. Kassel. Langenscheidt, 2008
UNRUH, T.; PETERSEN, S. Guter Unterricht. Lichtenau. AOL Verlag, 2003.
ZIEBELL, B. Unterrichtsbeobachtung und Lehrverhalten. München. Inter Nationes, 2002
128
Disciplinas específicas para a Habilitação em Espanhol
Disciplina: Língua Espanhola I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Nenhum.
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa: Desenvolvimento da competência comunicativo-interacional correspondente ao nível
A1 em língua espanhola tanto na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na
modalidade escrita (compreensão e produção).
Referências:
EQUIPO PRISMA. Método de español para extranjeros, Comienza: nivel A1. Prisma del alumno,
Madrid, Edinumen, 2005. (Unidades 1-12)
EXPOSITO DE LA TORRE, B.; MARTI SANCHEZ, M. Método de español para extranjeros,
Comienza: nivel A1. Prisma ejercicios: Madrid, Edinumen, 2005.
FANJUL, A. (org.). Gramática y práctica de español para brasileños. São Paulo: Moderna, 2005.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA Y ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA :
Diccionario panhispánico de dudas: Madrid, Santillana, 2005.
SECO, M. Diccionario de dudas y dificultades de la lengua española. 10ª Ed. Madrid, Espasa,
2001.
129
Disciplina: Língua Espanhola II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola I
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa: Desenvolvimento da competência comunicativo-interacional correspondente ao nível
A2 em língua espanhola tanto na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na
modalidade escrita (compreensão e produção).
Referências
EQUIPO PRISMA. Método de español para extranjeros, Continua: nivel A2. Prisma del alumno,
Madrid, Edinumen, 2005. (Unidades 1-12)
EXPOSITO DE LA TORRE, B.; MARTI SANCHEZ, M. Método de español para extranjeros,
Continua: nivel A2. Prisma ejercicios: Madrid, Edinumen, 2005.
FERNÁNDEZ CINTO, J. Actos de habla de la Lengua Española. Madrid: Edelsa, 1998.
MARSÁ, V.
2002.
Diccionario de la lengua española: para estudiantes de español. Madrid: Espasa,
SOUZA, J. M. Diccionario de usos y dudas del español actual.
Barcelona: VOX, 1998.
130
Disciplina: Língua Espanhola III
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola II
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa: Desenvolvimento da competência comunicativo-interacional correspondente ao nível
B1 em língua espanhola tanto na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na
modalidade escrita (compreensão e produção).
Referências
BUESO, Isabel; VÁZQUEZ, R. Ejercicios para Practicar la Gramática. Madrid: Edinumen, 1999.
EQUIPO PRISMA. Método de español para extranjeros, Progresa: nivel B1. Prisma del alumno,
Madrid, Edinumen, 2005. (Unidades 1-12)
EXPOSITO DE LA TORRE, B.; MARTI SANCHEZ, M. Método de español para extranjeros,
Progresa: nivel B1. Prisma ejercicios: Madrid, Edinumen, 2005.
GUILLÉN, B. A.; SÁINZ M. T. G. Taller de Escritura / Guía Didáctica: niveles intermedio y
avanzado. Madrid: Edinumen, 2001.
PALOMINO, M. Á. Dual: pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 2004.
PINILLA, R.; ACQUARONI, R. Bien Dicho: Ejercicios de expresión oral. Madrid: SGEL, 2000.
131
Disciplina: Língua Espanhola IV
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa: Desenvolvimento da competência comunicativo-interacional correspondente ao nível
B2 em língua espanhola tanto na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na
modalidade escrita (compreensão e produção).
Referências
COLL, J.; GELABERT, Mª. J.; MARTINELL, E.
Usuales. Madrid:
Edelsa, 1990.
Diccionario de Gestos con sus Giros más
EQUIPO PRISMA. Método de español para extranjeros, Avanza: nivel B2. Prisma del alumno,
Madrid, Edinumen, 2005. (Unidades 1-12)
EXPOSITO DE LA TORRE, B.; MARTI SANCHEZ, M. Método de español para extranjeros,
Avanza: nivel B2. Prisma ejercicios: Madrid, Edinumen, 2005.
EZQUERRA, M. A. La Enseñanza Del Léxico y el Uso del Diccionario. Madrid: Arco / Libros, S.
L., 2003.
VARELA, F.; KUBARTH, Hugo. Diccionario Fraseológico del Español Moderno. Madrid:
GREDOS, 1994.
132
Disciplina: Língua Espanhola V
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola IV
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: Desenvolvimento da competência comunicativo-interacional correspondente ao nível
C1 em língua espanhola tanto na modalidade oral (compreensão e produção) quanto na
modalidade escrita (compreensão e produção).
Referências
ÁLVAREZ, M. P. N.; RODRÍGUEZ J. R. F. Ejercicios de Fonética: niveles avanzado y superior.
Madrid: Alcalá, 2002.
DAVID CÓRTES, L.; HERNÁNDEZ, A. M. Bañón. Cuadernos de Lengua Española: comentario
lingüístico de textos orales “Teoría y práctica (La tertulia). Madrid: Arco Libros, 1997.
__________________. Cuadernos de Lengua Española: comentario lingüístico de textos orales
II (el debate y la entrevista). Madrid: Arco Libros, 1997.
EQUIPO PRISMA. Método de español para extranjeros, Consolida: nivel C1. Prisma del alumno,
Madrid, Edinumen, 2005. (Unidades 1-12)
EXPOSITO DE LA TORRE, B.; MARTI SANCHEZ, M. Método de español para extranjeros,
Consolida: nivel C1. Prisma ejercicios: Madrid, Edinumen, 2005.
133
Disciplina: Produção Escrita em Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Desenvolvimento da produção escrita em língua espanhola sob a perspectiva de teorias de
gênero do discurso. Aplicação de conhecimentos sobre o estilo acadêmico: uso formal da língua,
uso de citações e referências. Estudo da organização do artigo acadêmico, o qual foi escolhido
por conter seções, como a Introdução e a Revisão da Literatura, que também podem ser
encontradas em outros gêneros acadêmicos, como o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Referências
ÁLVAREZ, Miriam. Cuadernos de lengua española: Tipos de escrito I: narración y descripción.
Madrid: Arco Libros, 2000.
_________. Cuadernos de lengua española: Tipos de escrito II: exposición y argumentación.
Madrid: Arco Libros, 2000.
CASADO VELARDE, Manuel. Introducción a la gramática del texto del español. Madrid: Arco
Libros, 1993.
GUILLÉN, Belén Artuñedo; SÁINZ M. Teresa González. Taller de Escritura / Guía Didáctica:
niveles intermedio y avanzado. Madrid: Edinumen, 2001.
_________________. Taller de Escritura Cuaderno de Actividades. Madrid: Edinumen, 2000.
MONTOLÍO. Estrella. Conectores de la lengua escrita. Madrid: Ariel, 2001.
VV.AA (Coleção Carabela). La expresión escrita en el aula E /LE. Madrid: SGEL, 1999.
134
Disciplina: Culturas Hispanófonas
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola I
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: A partir de uma abordagem intercultural, reconhecimento e, eventualmente, apreensão
de valores, modos de vida, códigos e representações simbólicas em uso em países ou regiões
hispanófonas, discute a relativização das diferenças culturais do ponto de vista histórico, político
e sócio-econômico.
Referências
CARMONA. El flamenco en la cultura española. Universidad de Murcia, 1999.
QUESADA, S. Imágenes de España: material de prácticas. Madrid: Edelsa, 2001.
_______________. Imágenes de América Latina: manual de historia y culturas latinoamericanas.
Madrid: Edelsa, 2001.
_______________. Curso de civilización española. Madrid: SGEL, 2002.
_______________. Historia del arte de España e Hispanoamérica. Madrid: Edelsa, 2005.
135
Disciplina: Prosa Hispanófona
Código LA02147
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: Estudo das obras mais representativas da prosa hispanófona e seu significado no
contexto sócio-histórico-cultural de seu tempo. Serão abordados o conto, o romance, a crônica,
a novela e outros gêneros expressivos na literatura em questão.
Referências
BÉCQUER, G. Leyendas + casete. Madrid: ANAYA, 2003.
GONZALO, C. Iniciación a la literatura hispanoamericana. Akal Ediciones, 1999.
JIMENEZ, M. M. Introducción a la literatura española. UNED, 2002.
LOPEZ, J. G. Historia de la literatura española. Madrid: Vicens Vives, 1997.
RODRIGUEZ, J. O. Antología critica de la literatura hispanoamericana. Madrid: Letraviva.
136
Disciplina: Poesia Hispanófona
Código LA02146
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: Estudo das obras mais representativas do gênero poesia na literatura hispanófona e
seu significado no contexto sócio-histórico-cultural de seu tempo. Serão abordadas obras
fundamentais na literatura em questão.
Referências
BELLINI, G. Nueva historia de la literatura hispanoamericana. Editorial: Castalia España, 1997.
GARCÍA, M. I. C. Literatura española de los siglos XVIII y XIX. UNED, 2003.
LANZUELA, C.; BARANDA, L. Literatura española medieval. UNED.
RAMONEDA, A. Antología de la literatura española del siglo XX. Madrid: SGEL, 1996.
VOSSLER, K. Introducción a la literatura española del siglo de oro. Madrid: Visor, 2001.
137
Disciplina: Teatro Hispanófono
Código LA02149
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas do gênero dramático na literatura hispanófona e seu
significado no contexto sócio-histórico-cultural de seu tempo. Serão abordados autores
fundamentais no teatro de língua espanhola, procurando enfatizar sua importância na literatura
em questão.
Referências
CASALDUERO, J. Estudios sobre el teatro español. Madrid: Gredos, 1981.
LUZURIAGA, G. REEVE, Richard. Los clásicos del teatro hispanoamericano I. Fondo de Cultura,
1997.
RAMÒN, F. R. América en el teatro clásico español. Madrid: Eunsa, 1993.
________________. Paradigmas del teatro clásico español. Madrid: Cátedra, 1997.
TEMPLADO, J. G. El teatro español actual. Madrid: Anaya, 1992.
138
Disciplina: Fonética e Fonologia do Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Descrição do sistema fonológico do espanhol. Apresentação dos fenômenos suprasegmentais
da língua. Atividades de transcrição fonética. Apresenta e discute teorias de correção fonética;
aplica atividades que buscam corrigir e ensinam a corrigir desvios de pronúncia apresentados
por falantes do espanhol.
Referências
CELDRÁN, E. M. Fonología general y española. Barcelona: Editorial Teide, 1989.
FERNÁNDEZ, J. G. Panorama de la fonología española actual. Madrid: Arco Libros, 2000.
NUÑO, M. P. y F., J. R. Ejercicios de fonética. Madrid: Universidad de Alcalá, 2002.
QUILIS, A. Principios de fonología y fonética españolas. Madrid: Arco/Libros, 1997.
_____________. y FERNÁNDEZ, J. Curso de fonética y fonología españolas. Madrid: CSIC,
1972.
RAMÍREZ, M. V. El español de América I: pronunciación. Madrid: Arco Libros, 2003.
139
Disciplina: Morfossintaxe do Espanhol
Código LA02117
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo dos aspectos morfológicos e sintáticos da língua espanhola, contrastando-os com os
fenômenos morfossintáticos da língua portuguesa. Apresentação e análise das variações
morfossintácticas da lingua espanhola.
Referências
BALLESTEROS, M. P. Ser, estar y verbos de cambio. Madrid: Arco, 1988.
GILI GAYA, S. Curso Superior de Sintaxis Española. Madrid: Gredos, 1986.
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español. Tomo I. Madrid: Edelsa, 2005.
____________. Gramática comunicativa del español. Tomo II. Madrid: Edelsa, 2005.
ORDÓÑEZ, S. G. La Oración y sus Funciones. Madrid; Arco libros, 1997.
RAMÍREZ, M. V. El Español de América II: morfosintaxis y léxico. Madrid: Arco Libros, 1998.
140
Disciplina: Lingüística Aplicada ao Ensino de Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
O papel da LA no Ensino do Espanhol. Fatores que influenciam a aprendizagem de E/LE.
Estratégias de aprendizagem do E/LE. Métodos de investigação em LA para o ensino do E/LE.
Referências
BARALO, M. La Adquisición del Español como Lengua Extranjera. Madrid: Arco Libros, 2004.
DURÃO, A. B. de A. B. Análisis de errores en la interlengua de brasileños aprendices de español
y de españoles aprendices de portugués. Londrina: Eduel, 2004.
GARGALLO, I. S. Lingüística Aplicada a la Enseñanza-Aprendizaje del Español como Lengua
Extranjera. Madrid: Arco Libros, 2004.
NIETO, L. G. Teoría lingüística y enseñanza de la lengua (Lingüística para profesores). Madrid:
Cátedra, 2001.
SEDYCIAS, J. [org.]. O ensino do español no Brasil. São Paulo: Parábola, 2005.
141
Disciplina: Metodologia de Ensino de Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Apresentação de princípios e características dos diferentes métodos e metodologias constituídos
historicamente no ensino/aprendizagem do E/LE. Análise de materiais didáticos representativos
dessas diferentes categorias.
Referências
BRIZ, A. Cuadernos de Lengua Española: el español coloquial (situación y uso). Madrid
Arco/Libros,S., 1998.
ABADÍA, P. M. Métodos y enfoques en la enseñanza / aprendizaje del español como lengua
extranjera. Madrid: Edelsa, 2000.
LOBATO, J. S. Vademécum para la formación de profesores. Madrid: SGEL, 2004.
LLOBERA, L. et al. Competencia Comunicativa: documentos básicos en la enseñanza de
lenguas extranjeras. Madrid: Edelsa, 2000.
TORRES, Ramón. Didáctica de la Lengua Española. Madrid: Ediciones Alcalá, 1968.
.
142
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Oral em Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola IV
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Apresentação e discussão do espaço das habilidades orais no ensino da língua espanhola.
Proposição de uma abordagem pragmática sugerindo pistas e atividades pedagógicas para
aperfeiçoar a interação e a produção oral em situações reais e simuladas de comunicação.
Referências
ALFARO, M. S.; HERMOSO, A. G. Para Comprender Mensajes Orales de la Vida Cotidiana.
Madrid: Edelsa, 2002.
FERNÁNDEZ, F. M. Producción, Expresión e Interacción Oral. Madrid: Arco Libros, 2002.
GARCÍA, Á. L. Comprensión oral del español. Madrid: Arco Libros, 2002.
GÓMEZ, A. El español coloquial en la conversación. Esbozo de la Pragmática. Barcelona: Ariel,
1998.
MANCERA, A. M. Comunicación no verbal y enseñanza de lengua extranjera. Madrd: Arco, 1999
VÁZQUEZ, G. La destreza Oral. Madrid: Edelsa, 2000.
143
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Escrita em Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Apresentação e discussão do espaço das habilidades de produção e compreensão escrita no
ensino do espanhol. Proposição de uma abordagem pragmática, sugerindo pistas e atividades
para aperfeiçoar a interação e a produção escrita em situações reais e simuladas de
comunicação.
Referências
ÁLVAREZ, M. Cuadernos de lengua española: Tipos de escrito I: narración y descripción.
Madrid: Arco Libros, 2000.
_________. Cuadernos de lengua española: Tipos de escrito II: exposición y argumentación.
Madrid: Arco Libros, 2000.
BUSTAMANTE, G.; et alli. Entre la lectura y la escritura. Bogotá: Magisterio, 1997
MONTOLÍO. E. Conectores de la lengua escrita. Madrid: Ariel, 2001.
ZORRAQUINO, M. A. M.; DURÁN, E. M. Los Marcadores del Discurso: teoría y análisis
Madrid: Arco / Libros, S. L., 1998.
.
144
Disciplina: História da formação da Língua e Culturas Hispanófonas
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola IV
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Formação lingüístico-histórico-cultural da península ibérica, desde a pré-história da colonização
romana à Reconquista e subseqüente descoberta da América. Peculiaridades culturais da língua
que se refletem na cultura e vice-versa..
Referências
GREIMAS A. J.; J. COURTÉS: Diccionario razonado de la teoría del lenguaje. Gredos. Madrid,
1982.
LLEAL, C. La formación de las lenguas romances peninsulares. 1ª ed. Barcanova, Barcelona,
1990.
«Hola, soy Rosalía» disponível em http://galego.org/espannol/index.html
Historia del euskera disponível em http://www.euskadi.net/euskara/cas20.htm
Historia
del
País
Vasco
y
del
http://www.geocities.com/paisvascohistoria/Euskara.html
Euskara
disponível
em
Generalitat
de
Catalunya.
<http://www.gencat.es/simbols/elengua.htm
catalana
disponível
em
La
lengua
MEDINA LÓPEZ, Javier: Lenguas en contacto, 1ª ed. Arco Libros, Madrid, 1997.
GARCÍA MOUTON, Pilar: Lenguas y dialectos de España. 3ª ed. Arco Libros, Madrid, 1999.
LAPESA, Rafael: Historia de la lengua española. 7ª edición. Escelicer, Madrid, 1968.
MENÉNDEZ PIDAL, Ramón: Manual de gramática histórica española. 14ª edición. EspasaCalpe, Madrid, 1973.
_____________El idioma español en sus primeros tiempos. 8ª ed. Espasa Calpe, Madrid, 1973.
VV.AA.: Historia de la literatura española e iberoamericana. Ediciones Orgaz, Madrid, 1979..
145
Disciplina: O Texto Literário no Ensino de Espanhol
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Prosa Hispanófona, Poesia Hispanófona e Teatro Hispanófono
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Discussão da função do texto literário em aulas de línguas estrangeiras e propõe a elaboração
de atividades voltadas para a sua utilização didática em sala de aula.
Referências
CIRIA, C. B. Textos Literarios y Ejercicios: nivel medio II. Madrid: Alcalá , 2001.
3
_________. Textos Literarios e Ejercicios: nivel superior. Madrid: Alcalá, 2001.
FERNÁNDEZ, F. M. Qué Español Enseñar. Madrid: Arco / Libros, S. L, 2000.
MILLARES, S.; BINNS, H. Al son de los poetas (Libro + CD) "Lengua y literatura hispánicas a
través de la música". Madrid: Edinumen, 2002.
PINO, A. M. G. Curso de literatura - español lengua extranjera c/ CD. Madrid: Edelsa, 2006.
146
Disciplina: Prática de Ensino Social
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol
Pré-requisitos desejáveis: Língua Espanhola V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Prática de ensino direcionada aos projetos sociais. Formação docente enfocando o profissional
com atuação na práxis e peculiaridades de alunos partícipes em projetos sociais subsidiados
tanto pelo Governo quanto pela iniciativa privada.
Referências
BARBOSA, E. F. (1999) Indicadores de Desempenho em Projetos e Sistemas Educacionais.
Material didático utilizado no Curso de Especialização em Metodologias de Desenvolvimento e
Avaliação de Projetos Educacionais – SEE-MG/CEFET-MG, Belo Horizonte, 1999.
FREIRE, P. (2002) Pedagogia da Autonomia. São Paulo, Paz e Terra, 2002.
GADOTTI, M. (1994) História das idéias pedagógicas. 2a.ed. São Paulo: Ática, 1994.
NUNES, R. J. E. (2003) Gerenciamento de Projetos em Ambientes Distribuídos, Seminário
Gestão
de
Projetos
2003
–
SUCESU-SP,
São
Paulo,
2003
http://sucesusp.org.br/gestaodeprojetos/rogerio.pdf.
TANCREDI, F. B., Kisil, M. (1996) Inovando o Ensino de Gerência de Projetos Sociais. Revista
Eletrônica de Administração, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
http://read.adm.ufrgs.br/read04/artigo/tancre.htm.
147
Disciplina: Estágio Supervisionado I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol e português
Pré-requisitos desejáveis: Lingüística Aplicada ao Ensino de Espanhol, Metodologia de Ensino
de Espanhol, Prática de Compreensão e Produção Oral em Espanhol, Prática de Compreensão
e Produção Escrita em Espanhol e Tecnologias no Ensino de LE.
Carga horária teórica: 102
Carga horária prática: 102
Ementa:
Estágio de iniciação ao ensino do E/LE. Definição, elaboração de materiais, observação/direção
de aulas, avaliação.
Referências
BRIZ, A. El Español Coloquial en la Clase de E/LE. Madrid: SGEL, 2002.
COSTA, D.M. da. Por que ensinar língua estrangeira na escola de 1o. grau. São Paulo.
EPU/EDUC, 1987.
DEJUÁN ESPINET, M. La comunicación en la clase de español como lengua extranjera.
Orientaciones didácticas y actividades. Brasília/Madrid, Consejería de Educación y Ciencia/La
Factoría, 1997.
GELABERT, M. J.; BUESO, I.; BENÍTEZ, P. Producción de materiales para la enseñanza de
español. Madrid: Arco Libros, 2002.
LÓPEZ, J. S.; FRAILE, M. E. F. La didáctica de la lengua extranjera. Madrid : Comares, S.L.,
2001.
148
Disciplina: Estágio Supervisionado II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: espanhol e português
Pré-requisitos desejáveis: Lingüística Aplicada ao Ensino de Espanhol, Metodologia de Ensino
de Espanhol, Prática de Compreensão e Produção Oral em Espanhol, Prática de Compreensão
e Produção Escrita em Espanhol e Tecnologias no Ensino de LE.
Carga horária teórica: 102
Carga horária prática: 102
Ementa:
Estágio de iniciação ao ensino do E/LE. Definição, elaboração de materiais, observação/direção
de aulas, avaliação.
Referências
.ALBA, J. M., et al. La Enseñanza del Español Mediante Tareas. Madrid: Arco/Libros, S. L.,
1999.
ALONSO, E. Cómo Ser Profesor / a y Querer Seguir Siéndolo. Madrid: Edelsa, 1994.
GIOVANNINI, A.; et al.
1996.
Profesor en Acción: el proceso de aprendizaje 1.Madrid: Edelsa,
SANTA-CECILIA, Á. G. El Currículo de Español como Lengua extranjera: fundamentación
metodológica, planificación y aplicación. Madrid: edelsa, 2001.
RODRÍGUEZ, C. F. Cuadernos de Lengua Española: la sintaxis de los relacionantes
supraoracionales. Madrid: Arco/Libros,S. L, 1998.
149
Disciplinas específicas para a Habilitação em Francês
Disciplina: Língua Francesa I
Código: LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: nenhum.
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 153
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em língua francesa tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção), em nível de utilização elementar A2, segundo a classificação do Quadro Europeu
Comum de Referência.
Referências
Textos autênticos em francês. Manuais de Francês Língua Estrangeira.
150
Disciplina: Língua Francesa II
Código: LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 25
Carga horária prática: 77
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em língua francesa tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção), em nível de utilização independente B1, segundo a classificação do Quadro Europeu
Comum de Referência.
Referências
Textos autênticos em francês. Manuais de Francês Língua Estrangeira.
151
Disciplina: Língua Francesa III
Código: LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 25
Carga horária prática: 77
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em língua francesa tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção), em nível de utilização independente B2, segundo a classificação do Quadro Europeu
Comum de Referência.
Referências
Textos autênticos em francês. Manuais de Francês Língua Estrangeira.
152
Disciplina: Língua Francesa IV
Código: LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa V
Carga horária teórica: 25
Carga horária prática: 77
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em língua francesa tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção), em nível de utilização proficiente C1, segundo a classificação do Quadro Europeu
Comum de Referência.
Referências
Textos autênticos em francês. Manuais de Francês Língua Estrangeira.
153
Disciplina: Língua Francesa V
Código: LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa V
Carga horária teórica: 25
Carga horária prática: 77
Ementa:
Desenvolvimento de uma competência comunicativo-interacional em língua francesa tanto na
modalidade oral (compreensão e produção) quanto na modalidade escrita (compreensão e
produção), em nível de utilização proficiente C2, segundo a classificação do Quadro Europeu
Comum de Referência.
Referências
Textos autênticos em francês. Manuais de Francês Língua Estrangeira.
154
Disciplina: Panorama das Literaturas Francófonas
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa II
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
Visão panorâmica da literatura francófona. Apresentação dos autores e de suas obras, em
sequência cronológica, enfatizando, ao lado da arte literária da França continental, a existência e
a importância crescente de outras tradições literárias de língua francesa.
Referências:
CERF, J.; BÉGUIN, O. Fenêtre sur la Littérature Française et Francophone. Milan: Modern
Languages, 2003.
DENIAU, X. La francophonie. Paris: PUF, 2001.
JOUBERT, J.-L. (dir.). Littérature francophone; Anthologie. Nathan: Paris, 1992.
LAGARDE, A.; MICHARD, L. Textes et littérature (4 volumes). Paris: Bordas, 2008.
VIATTE, A. Histoire comparée des littératures francophones. Paris: Nathan, 1980.
155
Disciplina: Culturas Francófonas
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
A partir de uma abordagem intercultural, reconhecimento e, eventualmente, apreensão de
valores, modos de vida, códigos e representações simbólicas em uso em países ou regiões
francófonos. Relativização das diferentes culturas do ponto de vista histórico, político e sócioeconômico.
Referências
ABDALLAH-PRETCEILLE, M. Vers une pédagogie interculturelle. Paris: Anthropos, 1996.
BEACCO, J-C. Les dimensions culturelles des enseignements de langue. Paris: Hachette, 2000.
BOIVIN, A et DUFOUR, B. Les identités francophones. Québec : Les Publications, 2008.
DUMONT, P. L´interculturel dans l´espace francophone. Paris: L´Harmattan, 2001.
MONNERIE, A. La France aux cent visages. (Livret de l´étudiant). Paris: Hatier/Didier, 1996.
156
Disciplina: Prosa Francófona
Código LA02160
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 68
Ementa:
Carga horária prática: 0
Estudo das obras mais representativas da prosa francófona e de seu significado no contexto
sócio-histórico-cultural de seu tempo. Leitura, análise e interpretação de romances, novelas,
contos e outros gêneros em prosa da literatura de língua francesa.
Referências
CERF, J.; BÉGUIN, O. Fenêtre sur la Littérature française et francophone. Milan: Modern
Languages, 2003.
COMBE, D. Les genres littéraires. Paris: Hachette, 1992.
COULETI, H. Le roman jusqu’à la révolution. Paris: Armand Colin, 1967.
LAGARDE, A.; MICHARD, L. Textes et littérature (4 volumes). Paris: Bordas, 2008.
RAIMOND, M. Le Roman depuis la Révolution. Paris: Armand Colin, 1989.
157
Disciplina: Poesia Francófona
Código LA02159
Língua na qual a disciplina é lecionada: Francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
Estudo das obras mais representativas da poesia francófona e de seu significado no contexto
sócio-histórico-cultural de seu tempo. Leitura, análise e interpretação de poemas fundamentais
da literatura de língua francesa.
Referências
BIANU, Z. (Org.). Poèmes à dire: Une anthologie de poésie contemporaine francophone. Paris:
Gallimard, 2002.
CERF, J.; BÉGUIN, O. Fenêtre sur la Littérature française et francophone. Milan: Modern
Languages, 2003.
COMBE, D. Les genres littéraires. Paris: Hachette, 1992.
LAGARDE, A.; MICHARD, L. Textes et littérature (4 volumes). Paris: Bordas, 2008.
LEMAITRE, H. La poésie depuis Baudelaire. Paris: Armand Colin, 1965.
158
Disciplina: Teatro Francófono
Código LA02161
Língua na qual a disciplina é lecionada: Francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
Estudo das obras mais representativas do teatro francófono e de seu significado no
contexto sócio-histórico-cultural de seu tempo. Leitura, análise e interpretação de peças
de autores dramáticos fundamentais da literatura de língua francesa.
Referências
CERF, J.; BÉGUIN, O. Fenêtre sur la Littérature française et francophone. Milan: Modern
Languages, 2003.
COMBE, D. Les genres littéraires. Paris: Hachette, 1992.
LAGARDE, A.; MICHARD, L. Textes et littérature (4 volumes). Paris: Bordas, 2008.
CANOVA, M-C. La comédie. Paris: Hachette, 1993.
MARTIN, E. Le théâtre de l’absurde. Paris: Buchet Chastel, 1963.
159
Disciplina: O texto literário no ensino do francês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: Francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
Discussão do espaço e uso do texto literário em aulas de língua francesa e elaboração de
atividades voltadas para a sua utilização didática em sala de aula.
Referências Referências
MANGENOT, F.; LOUVEAU, E. Internet et la classe de langue. Paris: CLE International, 2006.
DOUËNEL, L.; JACKSON, G.; RAOUL, S. Si tu t’imagines... Atelier de littérature, lecture,
écriture. Paris: Hatier/Didier, 1994.
FIX-COMBE, N. (dir.). Français 3e, séquences et expression: textes, images, pratique de la
langue. Paris: Belin, 2003.
BESSE, H. Littérature et classe de langue. Paris: Hatier, 1982
160
Disciplina: Morfossintaxe do Francês
Código LA02125
Língua na qual a disciplina é lecionada: Francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
Apresentação dos conceitos de base da Morfologia e da Sintaxe. Estudo dos aspectos
morfológicos e sintáticos do francês, contrastando-os com os fenômenos morfossintáticos do
português.
Referências
BARNOUD, C.; SIREJOLS, E. Grammaire. Entrainez-Vous, niveau intermédiaire. Paris: Clé
International, 1992.
BENVENISTE, E. Problèmes de linguistique générale, I et II. Paris: Gallimard,1966.
CALLAMAND, M. Grammaire vivante du français. Paris : Larousse, 1989.
CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de l’expression. Paris: Hachette, 1992.
GREVISSE, M. Le bon usage. Duculot. Paris : Gembloux, 1986.
161
Disciplina: Fonética e Fonologia do Francês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: Francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa II
Carga horária teórica: 46
Carga horária prática: 22
Ementa:
Apresentação dos conceitos de base da disciplina. Estudo dos principais fenômenos fonéticofonológicos e suprassegmentais do francês, contrastando-os com os do português. Realização
de atividades de transcrição.
Referências
DERIVERY, Nicole. La phonétique du français. Paris : Seuil, 1997.
LÉON, Pierre. Phonétisme et prononciations du français. 4e. éd. Paris : Nathan, 2000.
NETO, Waldemar Ferreira. Introdução à fonologia da língua portuguesa. São Paulo: Hedra,
2001.
SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do português. São Paulo: Contexto, 1999.
ABRY, Dominique; VELDEMAN-ABRY, Julie. Phonétique. Paris: Clé International, 2007.
162
Disciplina: Ensino/aprendizagem do Francês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 102
Carga horária prática: 0
Ementa:
Apresentação do campo do ensino/aprendizagem em uma perspectiva histórica. Estudo de seus
conceitos de base. Reflexão de cunho metadidático sobre as diferentes problemáticas de
ensino-aprendizagem de línguas, em particular a apropriação de uma língua estrangeira, a
delimitação de programas de ensino, a elaboração de atividades de ensino/aprendizagem.
Referências
BERTOCCHINI, P.; COSTANZO, E. Manuel d´autoformation. A l´usage des professeurs de
langue. Paris: Hachette, 1989.
COURTILLON, J. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.
CUQ, J-P.; GRUCA, I. Cours de didactique du français langue étrangère et seconde. Grenoble:
Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
PENDANX, M. Les activités d´apprentissage en classe de langue. Paris: Hachette 1998 .
PUREN, C.; BERTOCCHINI, P.; COSTANZO, E. Se former en didactique des langues. Paris:
Ellipses, 1998.
163
Disciplina: Metodologia de Ensino do Francês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa III
Carga horária teórica: 68
Carga horária prática: 0
Ementa:
Apresentação da origem, dos princípios e das características dos diferentes métodos e
metodologias constituídos historicamente no ensino/aprendizagem das línguas estrangeiras.
Reflexão a respeito de problemáticas atuais. Análise de materiais didáticos representativos
dessas diferentes categorias.
Referências
BESSE, H. Méthodes et pratiques des manuels de langue. Paris: Didier/Crédif, 1985.
GERMAIN, C. L´approche communicative en didactique des langues. Anjou (Québec):
CEC, 1991.
_________________. Évolution de l'enseignement des langues. 5000 ans d'histoire.
Paris: Clé International, 1993.
PUREN, C. Histoire des méthodologies de l'enseignement des langues. Paris: Clé
International, 1988.
RIVENC, P. Pour aider à apprendre à communiquer dans une langue étrangère. Paris:
Didier Érudition, 2000.
164
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Oral
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada:francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 20
Carga horária prática: 48
Ementa:
Reflexão sobre as habilidades e competências de produção e compreensão oral no ensino de
francês. Análise e elaboração de atividades pedagógicas de compreensão e produção oral.
Referências
CORNAIRE, C. La compréhension orale. Paris: Clé International, 1998.
DOLZ, J.; SCHNEUWLY, B. Pour un enseignement de l'oral. Paris : ESF, 1998.
LÈBRE-PEYTARD, M. Situations d'oral. Paris : CLE International, 1990.
LHOTE, E. Enseigner l'oral en interaction. Paris : Hachette, 1995.
RIVENC, P; CUNHA, J. C. Para o estudo do vocabulário das interações orais (propostas
metodológicas).Belém: EDUFPA, 2003.
165
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Escrita
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: Francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 20
Carga horária prática: 48
Ementa
Reflexão sobre as habilidades e competências de produção e compreensão escrita no ensino de
francês. Análise e elaboração de atividades pedagógicas de compreensão e produção oral.
Referências
CAVALLI, M. Lire. Balyage, repérage, formulation d´hypothèses... Paris: Hachette, 2000.
CICUREL, F. Lectures interactives en langue étrangère. Paris: Hachette, 1991.
CORNAIRE, C. Le Point sur la lecture en didactique des langues. Anjou (Québec): CEC, 1991.
MOIRAND, S. Une grammaire des textes et des dialogues. Paris: Hachette, 1990.
VIGNER, G. Ecrire pour convaincre. Observer, s´entraîner, écrire... Paris: Hachette, 1996.
166
Disciplina: Prática de Análise de Materiais Pedagógicos
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 11
Carga horária prática: 23
Ementa:
Reflexão sobre critérios e modelos de avaliação dos materiais pedagógicos. Análise de materiais
didáticos utilizados no ensino/aprendizagem do francês.
Referências:
BERTOCCHINI, P.; COSTANZO, E. Manuel d´autoformation. A l´usage des professeurs de
langue. Paris: Hachette, 1989 .
BOYER, H. et al. Nouvelle introduction à la didactique du Français Langue Etrangère. Paris: Clé
International, 1990.
COURTILLON, J. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.
CUQ, J-P. & GRUCA, I. Cours de didactique du français langue étrangère et seconde. Grenoble:
Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
PENDANX, M. Les activités en classe de langue. Paris: Hachette 1998.
167
Disciplina: Prática de Trabalho Fonético em Francês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 11
Carga horária prática: 23
Ementa:
Apresentação e discussão de metodologias de trabalho fonético em francês. Realização do
trabalho fonético com aprendentes de francês.
Referências
CALLAMAND, M. Méthodologie de l´enseignement de la prononciation. Paris: CLE
International, 1983.
LAURET, Bertrand. Enseigner la prononciation du français: questions et outils. Paris: Hachette,
2007.
LEBEL, J-G. Traité de correction phonétique ponctuelle: essai systémique d´applicaiton.
Laval (Québec): Université de Laval, 1993.
LEON, P. ; LEON, M. Introduction à la phonétique corrective. Paris: Hachette, 1985.
RENARD, R. La méthode verbo-tonale de correction phonétique. Bruxelles: Didier/CIPA,
1979.
168
Disciplina: Avaliação no ensino/aprendizagem do Francês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Francesa IV
Carga horária teórica: 11
Carga horária prática: 23
Ementa:
Apresentação das modalidades de avaliação nos diferentes planos da regulação do sistema
educacional, da intervenção pedagógica e da aprendizagem. Reflexão sobre a articulação das
práticas avaliativas e das opções metodológicas no ensino de línguas. Análise e elaboração de
atividades de avaliação para as aulas de língua francesa.
BIBLIOGRAFIA
DAVIES, A. L´évaluation en cours d´apprentissage. Montréal (Québec): Chenelière Education,
2008.
LUSSIER, D.; TURNER, C. E. L'évaluation en didactique des langues. Anjou (Québec): CEC,
1995.
ROUX, P-Y. 120 Fiches d’évaluation en classe de FLE. Paris: Didier, 1998.
TARDIF, J. L´évaluation des compétences. Montréal (Québec): Chenelière Education, 2006.
VELTCHEFF, C.; HILTON, S. L’Évaluation en FLE. Paris: Hachette, 2003.
169
Disciplina: Estágio Supervisionado I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês e português
Pré-requisitos desejáveis: Ensino/aprendizagem do Francês, Metodologia de Ensino do Francês,
Prática de Compreensão e Produção Oral em Francês, Prática de Compreensão e Produção
Escrita em Francês, Práticas de análise de Materiais pedagógicos.
Carga horária teórica:
Ementa:
Carga horária prática: 204
O lugar da língua estrangeira nas instruções oficiais: a LDB e os PCN (LE). Observação de
aulas: a observação como instrumento de reflexão e de aprendizagem; elaboração de
instrumentos de observação; observação e análise de aulas de FLE em diferentes condições de
ensino, preferencialmente no ensino Fundamental. Intervenções no processo pedagógico:
planejamento, preparação/elaboração e ministração de aulas de FLE. Análise das aulas
ministradas pelos estagiários.
Referências
BERTOCCHINI, P.; COSTANZO, E. Manuel d´autoformation. A l´usage des professeurs de
langue. Paris: Hachette, 1989.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais.
Brasília, DF: MEC, 1998.
COURTILLON, J.. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.
TAGLIANTE, Christine. La classe de langue. Paris: Clé International, 1994.
170
Disciplina: Estágio Supervisionado II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: francês e português
Pré-requisitos desejáveis: Ensino/aprendizagem do Francês, Metodologia de Ensino do Francês,
Prática de Compreensão e Produção Oral em Francês, Prática de Compreensão e Produção
Escrita em Francês, Práticas de análise de Materiais pedagógicos.
Carga horária teórica:
Ementa:
Carga horária prática: 204
O lugar da língua estrangeira nas instruções oficiais: a LDB e os PCN (LE) Ensino Médio.
Observação de aulas: a observação como instrumento de reflexão e de aprendizagem;
elaboração de instrumentos de observação; observação e análise de aulas de FLE em
diferentes condições de ensino, preferencialmente no ensino Médio. Intervenções no processo
pedagógico: planejamento, preparação/elaboração e ministração de aulas de FLE. Análise das
aulas ministradas pelos estagiários.
Referências
BERTOCCHINI, P; COSTANZO, E. Manuel d´autoformation. A l´usage des professeurs de
langue. Paris: Hachette, 1989.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais.
Brasília, DF: MEC, 1998.
COURTILLON, J. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.
CUQ, J-P; GRUCA, I. Cours de didactique du français langue étrangère et seconde. Grenoble:
Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
TAGLIANTE, C. La classe de langue. Paris: Clé International, 1994.
171
Disciplinas específicas para a Habilitação em Inglês
Disciplina: Língua Inglesa I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: português e inglês
Pré-requisitos desejáveis: Nenhum.
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Compreensão e uso de expressões familiares e cotidianas em enunciados simples. Capacidade
de perguntar e responder a respeito de aspectos pessoais. Comunicação de modo simples.
Referências
Dicionários.
Gramáticas.
Livros didáticos para o ensino de inglês como língua estrangeira.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro europeu comum de referência para as línguas:
aprendizagem, ensino, avaliação. Porto: Asa Editores, 2001.
172
Disciplina: Língua Inglesa II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa I
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Compreensão de frases isoladas e expressões relacionadas a informações pessoais e
familiares. Comunicação em tarefas simples e em rotinas que exigem apenas troca de
informação sobre assuntos habituais aos alunos: formação, meio circundante e assuntos
relacionados a necessidades imediatas.
Referências
Dicionários.
Gramáticas.
Livros didáticos para o ensino de inglês como língua estrangeira.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro europeu comum de referência para as línguas:
aprendizagem, ensino, avaliação. Porto: Asa Editores, 2001.
173
Disciplina: Língua Inglesa III
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa II
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Compreensão de questões principais quando concretizada em linguagem clara e que aborde
assuntos familiares aos alunos. Capacidade de lidar com situações encontradas em regiões
onde se fala a língua-alvo. Produção de discurso simples e coerente sobre assuntos que são
familiares aos alunos. Descrição de eventos e breve exposição de razões e justificativas para
uma opinião ou projeto.
Referências
Dicionários.
Gramáticas.
Livros didáticos para o ensino de inglês como língua estrangeira.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro europeu comum de referência para as línguas:
aprendizagem, ensino, avaliação. Porto: Asa Editores, 2001.
174
Disciplina: Língua Inglesa IV
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 51
Carga horária prática: 51
Ementa:
Compreensão de idéias principais em textos complexos sobre assuntos concretos e
abstratos. Discussões técnicas na área de estudos sobre a língua inglesa. Comunicação
com certo grau de espontaneidade. Expressão clara e detalhada sobre uma grande
variedade de temas.
Referências
Dicionários.
Gramáticas.
Livros didáticos para o ensino de inglês como língua estrangeira.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro europeu comum de referência para as línguas:
aprendizagem, ensino, avaliação. Porto: Asa Editores, 2001.
175
Disciplina: Língua Inglesa V
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa IV
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Compreensão de textos longos e exigentes, reconhecendo seus significados implícitos
Expressão fluente e espontânea, com uso da língua de maneira flexível e eficaz para fins
sociais, acadêmicos e profissionais. Expressão clara e bem estruturada sobre temas complexos
com domínio de mecanismos de organização, articulação e coesão do discurso.
Referências
Dicionários.
Gramáticas.
Livros didáticos para o ensino de inglês como língua estrangeira.
CONSELHO DA EUROPA. Quadro europeu comum de referência para as línguas:
aprendizagem, ensino, avaliação. Porto: Asa Editores, 2001.
176
Disciplina: Produção Escrita em Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa I a V, uma vez que cada uma dessas disciplinas
desenvolverá uma atividade de escrita a ser realizada segundo os princípios da escrita como
processo, de modo que o aluno esteja apto a construir textos em inglês de maneira autônoma.
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Desenvolvimento da produção escrita em língua inglesa sob a perspectiva de teorias de gênero
do discurso. Aplicação de conhecimentos sobre o estilo acadêmico: uso formal da língua, uso de
citações e referências. Estudo da organização do artigo acadêmico, o qual foi escolhido por
conter seções, como a Introdução e a Revisão da Literatura, que também podem ser
encontradas em outros gêneros acadêmicos, como o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Referências
HALLIDAY, M. A. K.; MARTIN, J. R. Writing science: literacy and discursive power. Great Britain:
University of Pittsburgh Press, 1993.
HEWINGS, A.; HEWINGS, M. Grammar and context: an advanced resource book. New York:
Routledge, 2005.
MOTTA-ROTH, D. (Org.). Redação acadêmica: princípios básicos. Santa Maria: Universidade
Federal de Santa Maria, Imprensa Universitária, 2001.
SWALES, J. M. Genre analysis: English in academic and research settings. Glasgow: Cambridge
University Press, 1990.
SWALES, J. M. Research genres: exploration and applications. Cambridge: Cambridge
University Press, 2004.
SWALES, J. M.; FEAK, C. B. Academic writing for graduate students: a course for nonnative
speakers of English. USA: University of Michigan Press, 1994.
177
Disciplina: Culturas Anglófonas
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa I
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
A partir de uma abordagem intercultural, reconhecimento e, eventualmente, apreensão de
valores, modos de vida, códigos e representações simbólicas em uso em países (ou regiões)
anglófonos; relativização das diferentes culturas do ponto de vista histórico, político e sócioeconômico.
Referências
CRYSTAL, D. The Cambridge Encyclopedia of the English Language. Cambridge: Cambridge
University Press, 1995.
HARVEY, P. & JONES, R. Britain Explored. Longman, 1992.
LAIRD, E. Faces of Britain. Longman, 1990
LAIRD, E. Faces of the USA. Longman, 1990.
McDOWAL, D. An Illustrated History of Britain. Longman, 1989.
O´CALLAGHAN, B. An Illustrated History of The USA. Longman, 1991.
178
Disciplina: Prosa Anglófona
Código LA02172
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas da prosa anglófona e seu significado no contexto sóciohistórico-cultural de seu tempo. Serão estudados o conto, o romance, a crônica, a novela e
outros gêneros expressivos na literatura em questão.
Referências
BAYM, N. ; GOTTESMAN, R. et allii. The Norton Anthology of American Literature. New York:
W.W. Norton & Co., 1986.
DI YANNI, R. Literature: Reading Fiction, Poetry, Drama, and the Essay. New York: McGrawHill,Inc, 1990.
GOWER, Roger. Past into Present. Essex: Longman, 1990.
KLAUS, C.; SCHOLES, R. et allii. Elements of Literature. New York: Oxford U. Press, 1991.
PFORDRESHER, J. VEIDEMANIS, G. & McDONNEL, H. England in Literature. Glenview, Il:
Scott, Foresman, 1991.
REES, R.J. English Literature. An Introduction for Foreign Readers. London: MacMillan
Education Ltd., 1973.
179
Disciplina: Poesia Anglófona
Código LA02171
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas da prosa anglófona e seu significado no contexto sóciohistórico-cultural de seu tempo. Serão abordadas obras fundamentais na literatura em questão.
Referências
BAYM, N. ; GOTTESMAN, R. et allii. The Norton Anthology of American Literature. New York:
W.W. Norton & Co., 1986.
DI YANNI, R. Literature: Reading Fiction, Poetry, Drama, and the Essay. New York: McGrawHill,Inc, 1990.
GOWER, Roger. Past into Present. Essex: Longman, 1990.
KLAUS, C.; SCHOLES, R. et allii. Elements of Literature. New York: Oxford U. Press, 1991.
PFORDRESHER, J. VEIDEMANIS, G. & McDONNEL, H. England in Literature. Glenview, Il:
Scott, Foresman, 1991.
REES, R.J. English Literature. An Introduction for Foreign Readers. London: MacMillan
Education Ltd., 1973.
180
Disciplina: Teatro Anglófono
Código LA02173
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Estudo das obras mais representativas da prosa anglófona e seu significado no contexto sóciohistórico-cultural de seu tempo. Serão abordados autores fundamentais no teatro de língua
inglesa, procurando enfatizar sua importância na literatura em questão.
Referências
BAYM, N. ; GOTTESMAN, R. et allii. The Norton Anthology of American Literature. New York:
W.W. Norton & Co., 1986.
DI YANNI, R. Literature: Reading Fiction, Poetry, Drama, and the Essay. New York: McGrawHill,Inc, 1990.
GOWER, Roger. Past into Present. Essex: Longman, 1990.
KLAUS, C.; SCHOLES, R. et allii. Elements of Literature. New York: Oxford U. Press, 1991.
PFORDRESHER, J. VEIDEMANIS, G. & McDONNEL, H. England in Literature. Glenview, Il:
Scott, Foresman, 1991.
REES, R.J. English Literature. An Introduction for Foreign Readers. London: MacMillan
Education Ltd., 1973.
181
Disciplina: Fonética e Fonologia do Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Descrição do sistema fonológico do inglês. Apresentação dos fenômenos suprasegmentais da
língua. Atividades de transcrição fonética.
Referências
AVERY, P.; EHRLICH, S. Teaching American English Pronunciation. Oxford: Oxford University
Press, 1992.
CELCE-MURCIA, M.; BRITON, M. D.; GOODWIN, J. M. Teaching pronunciation: a reference for
teachers of English to speakers of other languages. New York: Cambridge University Press,
1996.
DALE, P.; POMS, L. English pronunciation for international students. New Jersey: Prentice Hall
Regents, 1994.
HANCOCK, M. Pronunciation games. New York: Cambridge University Press, 1996.
LANE, L. Focus on pronunciation: principles and practice for effective communication. New York:
Addison-Wesley Publishing Company, 1993.
O´CONNOR, J. D. Better English pronunciation. Cambridge: Cambridge University Press, 1980.
SILVERSTEIN, B. NTC`s dictionary of American English pronunciation. Chicago: National
Textbook Company, 1994.
182
Disciplina: Morfologia do Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: Estudo dos aspectos morfológicos da língua inglesa, contrastando-os com os
fenômenos morfológicos da língua portuguesa.
Referências
CARSTAIRS-McCARTHY, A. An introduction to English morphology: words and their structure.
Edinburgh: Edinburgh University Press, 2002.
CELCE-MURCIA, M. & LARSEN-FREEMAN, D. The Grammar Book. Boston: Heinle & Heinle,
1999.
MORENBERG, M. Doing Grammar. Oxford: Oxford University Press, 2002.
STAGEBERG, N.C. An Introductory English Grammar. New York: Holt, Rinehart and Winston,
1981.
183
Disciplina: Sintaxe do Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa III
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: Estudo dos aspectos sintáticos da língua inglesa, contrastando-os com os fenômenos
sintáticos da língua portuguesa.
Referências
CELCE-MURCIA, M. & LARSEN-FREEMAN, D. The Grammar Book. Boston: Heinle & Heinle,
1999.
MILLER, J. An introduction to English syntax. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2004.
MORENBERG, M. Doing Grammar. Oxford: Oxford U. Press, 2002.
STAGEBERG, N.C. An Introductory English Grammar. New York: Holt, Rinehart and Winston,
1981.
184
Disciplina: Lingüística Aplicada ao Ensino de Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa: o status da LA, fatores que influenciam a aprendizagem de línguas, estratégias de
aprendizagem de línguas.
Referências
COOK, G. & SEIDLHOFER, B. Principle and Practice in Applied Linguistics. Oxford: Oxford, …
FORTKAMP, M.B. et allii. Aspectos da Linguística Aplicada. Florianópolis: Insular, 2000.
LACOSTE, Y. (Org.). A geopolítica do Inglês. Campinas: Parábola, 2005.
RAJAGOPALAN, K. Por uma linguística crítica. Campinas: Parábola, 2003.
PENNYCOOK, A. A Critical Applied Linguistics. Lawrence Erlbaum, 2001.
SEDYCIAS, J. (Org.). Tópicos em Lingüística Aplicada I. Brasília: UNB, 2000.
YOUNG, R.F. Language and Interaction. An Advanced Resource Book. … : Routledge, …
185
Disciplina: Metodologia de Ensino de Inglês I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês e português
Pré-requisitos desejáveis: Comando da língua alvo
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Discussão de aspectos práticos de aulas de LE com base nas experiências dos alunos como
aprendizes e na literatura especializada. Planejamento de aula como estratégia e instrumento de
reflexão anterior e posterior à aula; observação e auto-observação de aulas como estratégia e
instrumento de desenvolvimento profissional; gerenciamento de salas de aula. Planejamento de
aulas do nível do Curso Livre.
Referências:
RICHARDS, J. C. The teacher as self-observer: self monitoring in teacher development. In: The
teaching matrix. New York: CUP,1994.
SCRIVENER, J. Tooklit 1: Classroom options, skills and techniques; Observation tasks. In:
Learning teaching. Oxford: Heinemann, 1998.
LIGHTBOWN, P. M.; SPADA, N. Second language learning in the classroom. In: How languages
are learned. Oxford: Oxford University Press, 1997.
WOODWARD, T. Planning lessons and courses: Designing sequences of work for the language
classroom. New York: CUP, 2001.
Revistas FORUM e TESOL QUARTERLY JOURNAL para atualizações dos temas e modelos de
planejamentos e atividades de sucesso. Estas revistas são especialmente importantes por trazer
relatos de práticas de sucesso e pelo fato de as matérias serem produzidas por professores.
186
Disciplina: Metodologia de Ensino de Inglês II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês e português
Pré-requisitos desejáveis: Comando da língua alvo e a disciplina Metodologia de Ensino de
Inglês II
Carga horária teórica: 20
Carga horária prática: 48
Ementa:
Espaço para o ensino exploratório com vistas a uma prática reflexiva por parte dos alunosprofessores. Utilização dos planejamentos de aulas que elaboram na disciplina anterior, tendo
sempre em vista a noção de planejamento e replanejamento com o objetivo de adequar o ensino
oferecido ao grupo de alunos de cada situação de ensino/aprendizagem. A reflexão como
conceito chave na disciplina, exigindo reuniões de apreciação das aulas com os colegas e com o
professor da disciplina.
Referências
RICHARDS, J. C. The teacher as self-observer: self monitoring in teacher development. In: The
teaching matrix. New York: CUP,1994.
SCRIVENER, J. Tooklit 1: Classroom options, skills and techniques; Observation tasks. In:
Learning teaching. Oxford: Heinemann, 1998.
LIGHTBOWN, P. M.; SPADA, N. Second language learning in the classroom. In: How languages
are learned. Oxford: Oxford University Press, 1997.
WOODWARD, T. Planning lessons and courses: Designing sequences of work for the language
classroom. New York: CUP, 2001.
Revistas FORUM e TESOL QUARTERLY JOURNAL para atualizações dos temas e modelos de
planejamentos e atividades de sucesso. Estas revistas são especialmente importantes por trazer
relatos de práticas de sucesso e pelo fato de as matérias serem produzidas por professores.
187
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Oral
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
OBservação, crítica e aplicação de técnicas de aprendizagem da língua inglesa especificamente
no que diz respeito à abordagem do ensino das habilidades de compreensão e produção orais
(listening e speaking). Reflexões sobre questões teóricas, bem como sobre estratégias e
técnicas que fundamentam o ensino e a aprendizagem da compreensão e produção orais.
Referências
BAKHTIN, M. M. Speech genres & other late essays. Tradução de Vern W. McGee. Austin:
University of Texas Press, 1986.
BASSANO, S. K.; CHRISTISON, M. A. Developing successful conversation groups. In: LONG,
M. H.; RICHARDS, J. C. (Ed.). Methodology in TESOL: a book of readings. Massachusetts, USA:
Heinle & Heinle Publishers, 1987. cap. 15, p. 201-207.
BROWN, H. D. Teaching by principles: an interactive approach to language pedagogy. New
York: Longman, 2007.
CELCE-MURCIA, M.; OLSHTAIN, E. Discourse and context in language teaching: a guide for
language teachers. USA: Cambridge University Press, 2000.
HEDGE, T. Teaching and learning in the language classroom. Oxford: Oxford University Press,
2000.
McCARTHY, M. Spoken language and applied linguistics. Cambridge: Cambridge University
Press, 1998.
PORTER, D.; ROBERTS, J. Authentic listening activities. In: LONG, M. H.; RICHARDS, J. C.
(Ed.). Methodology in TESOL: a book of readings. Massachusetts, USA: Heinle & Heinle
Publishers, 1987. cap. 13, p. 177-187.
SCARCELLA, R.; OXFORD, R. L. The tapestry of language learning. USA: Heinle & Heinle
Publishers, 1992.
188
Disciplina: Prática de Compreensão e Produção Escrita em Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Língua Inglesa V
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Observação, relatos, critica e aplicação de técnicas de aprendizado da língua inglesa
especificamente no que diz respeito à abordagem do ensino das habilidades de compreensão e
produção escritas (reading e writing). Reflexões sobre questões teóricas, bem como sobre
estratégias e técnicas que fundamentam o ensino e a aprendizagem da compreensão e
produção escritas.
Referências
BAKHTIN, M. M. Speech genres & other late essays. Tradução de Vern W. McGee. Austin:
University of Texas Press, 1986.
BREEN, M. P. Authenticity in the language classroom. Applied Linguistics, v. 6, n. 1, p. 60-70,
1985.
BROWN, H. D. Teaching by principles: an interactive approach to language pedagogy. 3.ed., rev.
e ampl. USA: Prentice-Hall Regents, 2007.
CELCE-MURCIA, M.; OLSHTAIN, E. Discourse and context in language teaching: a guide for
language teachers. USA: Cambridge University Press, 2000.
DIAS, R. Reading critically in English. 3.ed., rev. e ampl. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.
FIGUEIREDO, F. J. Q. de. Aprendendo com os erros. Goiânia: Editora da UFG, 1997
HUTCHINSON, T.; WATERS, A. English for specific purposes: a learning-centered approach.
Cambridge: Cambridge University Press, 1987.
McCARTHY, M. Spoken language and Applied Linguistics. Cambridge: Cambridge University
Press, 1998.
PALTRIDGE, B. Genre, text type, and the English for Academic Purposes (EAP) classroom. In:
JOHNS, A. M. (Ed.). Genre in the classroom: multiple perspectives.
SCARCELLA, R.; OXFORD, R. L. The tapestry of language learning. USA: Heinle & Heinle,
1992.
189
Disciplina: O Texto Literário no Ensino de Inglês
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês
Pré-requisitos desejáveis: Prosa Anglófona, Poesia Anglófona e Teatro Anglófono
Carga horária teórica: 34
Carga horária prática: 34
Ementa:
Apresentação de diversas abordagens teóricas, éticas e metodológicas do texto literário.
Ilustração das noções apresentadas com propostas práticas de leitura.
Elaboração de
atividades didáticas voltadas para a sala de aula.
Referências
AKEL, A.; YALÇYN, E. Literature in the EFL class: a study of goal-achievement incongruence.
ELT Journal. Vol. 44, No. 03, pp. 174-180, 1990.
BASTÜRKMEN, H. Literature and the intermediate language learner: a sample lesson with
Hemingways’ “Cat in the Rain”. English Teaching Forum. Vol. 28, No.3, pp. 18-21, 1990.
HANAUER, D. I. The task of poetry and second language learning. Applied Linguistics. Vol. 22,
No. 3, pp. 296-323, 2001.
LADOUSSE, G. P. Using literature in the language classroom: whys and wherefores. The
English Teacher. Vol. 5, No. 1, pp. 27-33, 2001.
LAZAR, G. Using literature at lower levels. ELT Journal. Vol. 48, No. 2, pp. 115-124, 1994.
______. Literature and language teaching. Exploring texts with the language learner Tesol
Quarterly. Vol. 30, No. 1, pp. 773-776, 1996.
VILCHES, M. L. C. Language and literature: the inseparable interface, The English Teacher, Vol.
4, n. 2, pp. 136-145, 2001.
ZYNGIER, S. Past, present and future in the teaching of language and literature.18th Annual
Conference of the Poetics and Linguistics Association. p.p. 01-14.Berna, Sweden, 1998.
190
Disciplina: Estágio Supervisionado I
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês e português
Pré-requisitos desejáveis: Lingüística Aplicada ao Ensino de Inglês, Metodologia de Ensino e
Aprendizagem de Inglês, Prática de Compreensão e Produção Oral em Inglês, Prática de
Compreensão e Produção Escrita em Inglês e Tecnologias no Ensino de LE.
Carga horária teórica: 101
Carga horária prática: 101
Ementa:
Estágio de iniciação ao ensino de língua inglesa em turmas do sistema de ensino. Definição,
elaboração de materiais, observação/direção de aulas, avaliação.
Referências
ABRAHÃO, M. H. V. (Org.). Prática de ensino de LE: Experiências e reflexões. Pontes, 2004.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais.
CARRARA, K. Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. São Paulo: Avervamp,
2004.
OLIVEIRA, Z. M. R. A criança e seu desenvolvimento. Cortez, 2000.
LANTOLF, J. P.; APPEL, G. Vygotskian approaches to SL research. Ablex: 1996.
FIGUEIREDO, F. J. Q. A aprendizagem colaborativa de línguas. Goiânia: Ed. da UFG, 2006.
PAIVA, V. L. M. O. e (Org.). Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na
autonomia. Campinas: Pontes, 2007.
PARO, V. H. Por dentro da escola pública. São Paulo: Xamã, 2000.
RICHARDS, J. The language teaching matrix. Cambridge: Cambridge, 1994.
SILVA JUNIOR, C.A.A. A escola pública como local de trabalho. São Paulo: Cortez, ... .
WAJNRYB, R. Classroom Observation Tasks. Cambridge: Cambridge, 2002.
WILLIAM, M.; BURDEN, R. Psychology for languages teachers. Cambridge: Cambridge, 1997.
191
Disciplina: Estágio Supervisionado II
Código LE
Língua na qual a disciplina é lecionada: inglês e português
Pré-requisitos desejáveis: Lingüística Aplicada ao Ensino de Inglês, Metodologia de Ensino e
Aprendizagem de Inglês, Prática de Compreensão e Produção Oral em Inglês, Prática de
Compreensão e Produção Escrita em Inglês e Tecnologias no Ensino de LE.
Carga horária teórica: 101
Carga horária prática: 101
Ementa:
Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na
elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental.
Referências
CARRARA, K. Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. São Paulo: Avervamp,
2004.
OLIVEIRA, Z. M. R. A criança e seu desenvolvimento. Cortez, 2000.
LANTOLF, J. P. e APPEL, G. Vygotskian approaches to SL research. Ablex: 1996.
FIGUEIREDO, F. J. Q. A aprendizagem colaborativa de línguas. Goiânia: Ed. da UFG, 2006.
PAIVA, V. L. M. O. e (Org.). Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na
autonomia. Campinas: Pontes, 2007.
PARO, V. H. Por dentro da escola pública. São Paulo: Xamã, 2000.
RICHARDS, J. The language teaching matrix. Cambridge: Cambridge, 1994.
SILVA JUNIOR, C.A.A. A escola pública como local de trabalho. São Paulo: Cortez, ... .
WAJNRYB, R. Classroom Observation Tasks. Cambridge: Cambridge, 2002.
WILLIAM, M. e BURDEN, R. Psychology for languages teachers. Cambridge: Cambridge, 1997.
192
Anexo VII: Documentos legais que subsidiaram a elaboração do Projeto
Pedagógico
•
Constituição da República Federativa do Brasil - 1988
•
Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB
•
Plano Nacional de Educação - PNE
•
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação para o Projeto
Político Pedagógico;
•
Diretrizes curriculares para os Cursos de Graduação da UFPA;
•
RESOLUÇÃO Nº. 3.186, DE 28 DE JUNHO DE 2004;
•
Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE)/CES 583/2001;
•
Parecer CNE/CES nº. 67, DE 11.3.2003; e
•
Parecer CNE/CES nº. 329/2004.
•
Resoluções do Conselho Nacional de Educação
•
Resolução CNE/CP nº. 1, de 18 de fevereiro de 2002: Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica,
em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena;
•
Resolução CNE/CP nº. 2, de 19 de fevereiro de 2002: Institui a duração e a
carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de
professores da Educação Básica em nível superior
•
Resolução 3.186/2004-CONSEPE
•
Regulamento do Ensino de Graduação/UFPA.
193
Anexo VIII: Quadro de equivalência entre componentes curriculares antigos e
novos
O Projeto Pedagógico de 2004 formará sua última turma dos turnos matutinos em
2012 e do turno noturno em 2013. Algumas disciplinas que já constavam do Projeto
Pedagógico de 2004 do Curso de Letras permanecerão neste Projeto Pedagógico.
Para as novas disciplinas está sendo elaborado um quadro de equivalências, para
servir de base para adequar os alunos do projeto 2004 que se atrasarem em seu
percurso acadêmico ao projeto 2010.
Quadro de equivalências para a Habilitação em Alemão elencar todas as disciplinas
que tem equivalências (com base no conteúdo e na carga horária).
Projeto Pedagógico de 2004
Código
Nome da disciplina
Projeto Pedagógico de 2009
Código
Nome da disciplina
194
Quadro de equivalências para a Habilitação em Espanhol elencar todas as disciplinas
que tem equivalências (com base no conteúdo e na carga horária).
Projeto Pedagógico de 2004
Código
Nome da disciplina
Projeto Pedagógico de 2009
Código
Nome da disciplina
195
Quadro de equivalências para a Habilitação em Francês elencar todas as disciplinas
que tem equivalências (com base no conteúdo e na carga horária).
Projeto Pedagógico de 2004
Código
Nome da disciplina
Projeto Pedagógico de 2009
Código
Nome da disciplina
196
Quadro de equivalências para a Habilitação em Inglês elencar todas as disciplinas que
tem equivalências (com base no conteúdo e na carga horária).
Projeto Pedagógico de 2004
Código
Nome da disciplina
Projeto Pedagógico de 2009
Código
Nome da disciplina
197
Anexo IX: Declaração de aprovação da oferta (ou possibilidade de oferta) da(s)
atividade(s) curricular(es) pela unidade responsável
DECLARAÇÃO I
O Instituto de Letras e Comunicação assume a responsabilidade pela oferta
das disciplinas elencadas no Projeto Pedagógico do Curso de Letras – nas
habilitações em Alemão, Espanhol, Francês e Inglês, comprometendo-se a ombrearse com a Faculdade de Letras Estrangeiras Modernas na busca de recursos materiais
e humanos para que este PP seja cumprido com sucesso.
Belém, 15 de junho de 2009.
Prof. Roberto Vieira de Jesus
Diretor do ILC
DECLARAÇÃO II
O Instituto de Ciências da Educação assume a responsabilidade pela oferta
das disciplinas Política Educacional e Psicologia da Aprendizagem elencadas no
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – nas habilitações em Alemão, Espanhol,
Francês e Inglês, comprometendo-se a ombrear-se com a Faculdade de Letras
Estrangeiras Modernas na busca de recursos materiais e humanos para que essas
duas disciplinas sejam cumpridas..
Belém, 15 de junho de 2009.
Profa. ....
Diretora do Instituto de Ciências da Educação
198
Anexo X: Declaração da(s) Unidade(s) responsável(is) pelo atendimento das
necessidades referentes a infra-estrutura física e humana, esclarecendo a forma
de viabilizá-las
DECLARAÇÃO
Declaro que envidarei esforços para capacitar os recursos humanos sob minha
coordenação para lidar com portadores de necessidades especiais assim como
planejarei ações para adequar a estrutura física da unidade que dirijo de forma que
todos os ambientes sejam acessíveis a pessoas com necessidades especiais de
locomoção.
Belém, 15 de junho de 2009.
Prof. José Roberto Vieira de Jesus
Diretor do ILC
199
Anexo XI: Minutas de Resoluções
RESOLUÇÃO Nº
DE
DE
EMENTA: Define o Currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Alemão.
O Reitor da Universidade Federal do Pará, no uso das atribuições que lhe conferem o
Estatuto e o Regimento Geral e considerando o que define o inciso II, do Art. 53 da Lei
nº9394/96, cumprindo a decisão da Colenda Câmara de Ensino de Graduação (Parecer
nº.____) em conformidade com o Projeto Pedagógico do curso de Letras – Habilitação em
Alemão aprovado em ___/___/___ pelo CONSEPE promulga a seguinte
RESOLUÇÃO
Art.
1º
O objetivo do curso de graduação em Letras – Habilitação em Alemão é o de
formar professores dessa língua estrangeira.
Art.
2º
O perfil do egresso desejado pelo curso é de um profissional linguageiramente
competente na língua na língua alem e comprometido com os valores inspiradores da
sociedade democrática.
Art.3º
O currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Alemão prevê
atividades curriculares objetivando o desenvolvimento das habilidades e competências,
conforme discriminado no Anexo V.
Art. 4º O curso de Graduação em Letras – Habilitação em Alemão constituir-se-á de três
eixos: o do uso da língua, comportando os saberes necessários para utilizar a língua alemã; o
da reflexão sobre a língua, comportando os saberes metalingüísticos e literários da língua
alemã, além das culturas de expressão em língua alemã; e o eixo da prática profissional,
comportando os saberes do ensinar alemão.
Art. 5º O estágio será realizado no sistema de ensino e será supervisionado por um
professor.
Art. 6º
O Trabalho de Conclusão de Curso, escrito em alemão, corresponde à
preparação de um dos seguintes gêneros acadêmicos: um projeto de pesquisa, um projeto de
ensino, uma revisão bibliográfica, um estudo de caso, um relato de experiência ou um artigo
científico, conforme o explicitado no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 7º
A duração do Curso será de quatro anos.
Parágrafo Único: O tempo de permanência do aluno no curso não poderá ultrapassar 50% do
tempo previsto para a duração do mesmo pela UFPA.
Art. 8º Para integralização do currículo do curso o aluno deverá ter concluído 3.268 horas,
assim distribuídas:
680 horas do eixo de uso da língua
952 horas do eixo da reflexão sobre a língua
680 horas do eixo da prática profissional
408 horas de Estágio supervisionado
68 horas para a realização do TCC
280 horas para atividades extensionistas
200 horas de atividades complementares
Art. 9º Caberá ao Conselho da Faculdade instituir uma comissão interna para avaliação e
acompanhamento do Projeto Pedagógico.
Art. 10 A presente resolução entra em vigor a partir de _____, contemplando os alunos
ingressantes a partir do ano de 2010, revogando-se todas as disposições em contrário.
200
RESOLUÇÃO Nº
DE
DE
EMENTA: Define o Currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Espanhol.
O Reitor da Universidade Federal do Pará, no uso das atribuições que lhe conferem o
Estatuto e o Regimento Geral e considerando o que define o inciso II, do Art. 53 da Lei
nº9394/96, cumprindo a decisão da Colenda Câmara de Ensino de Graduação (Parecer
nº.____) em conformidade com o Projeto Pedagógico do curso de Letras – Habilitação em
Espanhol aprovado em ___/___/___ pelo CONSEPE promulga a seguinte
RESOLUÇÃO
Art.
1º
O objetivo do curso de graduação em Letras – Habilitação em Espanhol é o de
formar professores dessa língua estrangeira.
Art.
2º
O perfil do egresso desejado pelo curso é de um profissional linguageiramente
competente na língua na língua espanhola e comprometido com os valores inspiradores da
sociedade democrática.
Art.3º
O currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Espanhol
prevê atividades curriculares objetivando o desenvolvimento das habilidades e competências,
conforme discriminado no Anexo V.
Art. 4º O curso de Graduação em Letras – Habilitação em Espanhol constituir-se-á de três
eixos: o do uso da língua, comportando os saberes necessários para utilizar a língua
espanhola; o da reflexão sobre a língua, comportando os saberes metalingüísticos e literários
da língua espanhola, além das culturas de expressão em língua espanhola; e o eixo da prática
profissional, comportando os saberes do ensinar espanhol.
Art. 5º O estágio será realizado no sistema de ensino e será supervisionado por um
professor.
Art. 6º
O Trabalho de Conclusão de Curso, escrito em espanhol, corresponde à
preparação de um dos seguintes gêneros acadêmicos: um projeto de pesquisa, um projeto de
ensino, uma revisão bibliográfica, um estudo de caso, um relato de experiência ou um artigo
científico, conforme o explicitado no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 7º
A duração do Curso será de quatro anos e meio para o turno da noite.
Parágrafo Único: O tempo de permanência do aluno no curso não poderá ultrapassar 50% do
tempo previsto para a duração do mesmo pela UFPA.
Art. 8º Para integralização do currículo do curso o aluno deverá ter concluído 3.132 horas,
assim distribuídas:
680 horas do eixo de uso da língua
816horas do eixo da reflexão sobre a língua
680horas do eixo da prática profissional
408 horas de Estágio supervisionado
68 horas para a realização do TCC
280 horas para atividades extensionistas
200 horas de atividades complementares
Art. 9º Caberá ao Conselho da Faculdade instituir uma comissão interna para avaliação e
acompanhamento do Projeto Pedagógico.
Art. 10 A presente resolução entra em vigor a partir de _____, contemplando os alunos
ingressantes a partir do ano de 2010, revogando-se todas as disposições em contrário.
201
RESOLUÇÃO Nº
DE
DE
EMENTA: Define o Currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Francês.
O Reitor da Universidade Federal do Pará, no uso das atribuições que lhe conferem o
Estatuto e o Regimento Geral e considerando o que define o inciso II, do Art. 53 da Lei
nº9394/96, cumprindo a decisão da Colenda Câmara de Ensino de Graduação (Parecer
nº.____) em conformidade com o Projeto Pedagógico do curso de Letras – Habilitação em
Francês aprovado em ___/___/___ pelo CONSEPE promulga a seguinte
RESOLUÇÃO
Art.
1º
O objetivo do curso de graduação em Letras – Habilitação em Francês é o de
formar professores dessa língua estrangeira.
Art.
2º
O perfil do egresso desejado pelo curso é de um profissional linguageiramente
competente na língua na língua francesa e comprometido com os valores inspiradores da
sociedade democrática.
Art.3º
O currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Francês prevê
atividades curriculares objetivando o desenvolvimento das habilidades e competências,
conforme discriminado no Anexo I.
Art. 4º O curso de Graduação em Letras – Habilitação em Francês constituir-se-á de três
eixos: o do uso da língua, comportando os saberes necessários para utilizar a língua francesa;
o da reflexão sobre a língua, comportando os saberes metalingüísticos e literários da língua
francesa, além das culturas de expressão em língua francesa; e o eixo da prática profissional,
comportando os saberes do ensinar francês.
Art. 5º O estágio será realizado no sistema de ensino e será supervisionado por um
professor.
Art. 6º
O Trabalho de Conclusão de Curso, escrito em francês, corresponde à
preparação de um dos seguintes gêneros acadêmicos: um projeto de pesquisa, um projeto de
ensino, uma revisão bibliográfica, um estudo de caso, um relato de experiência ou um artigo
científico conforme o explicitado no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 7º
A duração do Curso será de quatro anos.
Parágrafo Único: O tempo de permanência do aluno no curso não poderá ultrapassar 50% do
tempo previsto para a duração do mesmo pela UFPA.
Art. 8º Para integralização do currículo do curso o aluno deverá ter concluído 3.302 horas,
assim distribuídas:
748 horas do eixo de uso da língua
884 horas do eixo da reflexão sobre a língua
714 horas do eixo da prática profissional
408 horas de Estágio supervisionado
68 horas para a realização do TCC
280 horas para atividades extensionistas
200 horas de atividades complementares
Art. 9º Caberá ao Conselho da Faculdade instituir uma comissão interna para avaliação e
acompanhamento do Projeto Pedagógico.
Art. 10 A presente resolução entra em vigor a partir de _____, contemplando os alunos
ingressantes a partir do ano de 2010, revogando-se todas as disposições em contrário.
202
RESOLUÇÃO Nº
DE
DE
EMENTA: Define o Currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Inglês.
O Reitor da Universidade Federal do Pará, no uso das atribuições que lhe conferem o
Estatuto e o Regimento Geral e considerando o que define o inciso II, do Art. 53 da Lei
nº9394/96, cumprindo a decisão da Colenda Câmara de Ensino de Graduação (Parecer
nº.____) em conformidade com o Projeto Pedagógico do curso de Letras – Habilitação em
Inglês aprovado em ___/___/___ pelo CONSEPE promulga a seguinte
RESOLUÇÃO
Art. 1º O objetivo do curso de graduação em Letras – Habilitação em Inglês é o de formar
professores dessa língua estrangeira.
Art. 2º O perfil do egresso desejado pelo curso é de um profissional linguageiramente
competente na língua na língua inglesa e comprometido com os valores inspiradores da
sociedade democrática.
Art. 3º O currículo do Curso de Graduação em Letras – Habilitação em Inglês prevê atividades
curriculares objetivando o desenvolvimento das habilidades e competências, conforme
discriminado no Anexo V.
Art. 4º O curso de Graduação em Letras – Habilitação em Inglês constituir-se-á de três eixos:
o do uso da língua, comportando os saberes necessários para utilizar a língua inglesa; o da
reflexão sobre a língua, comportando os saberes metalingüísticos e literários da língua inglesa,
além das culturas de expressão em língua inglesa; e o eixo da prática profissional,
comportando os saberes do ensinar.
Art. 5º O estágio será realizado no sistema de ensino e será supervisionado por um
professor.
Art. 6º
O Trabalho de Conclusão de Curso, escrito em inglês, corresponde à
preparação de um dos seguintes gêneros acadêmicos: um projeto de pesquisa, um projeto de
ensino, uma revisão bibliográfica, um estudo de caso, um relato de experiência ou um artigo
científico conforme o explicitado no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 7º
A duração do Curso será de quatro anos para o turno matutino e quatro anos e
meio para o turno da noite.
Parágrafo Único: O tempo de permanência do aluno no curso não poderá ultrapassar 50% do
tempo previsto para a duração do mesmo pela UFPA.
Art. 8º Para integralização do currículo do curso o aluno deverá ter concluído 3.234 horas,
assim distribuídas:
714 horas do eixo de uso da língua
884 horas do eixo da reflexão sobre a língua
680 horas do eixo da prática profissional
408 horas de Estágio Supervisionado
68 horas para a realização do TCC
280 horas para atividades extensionistas
200 horas de atividades complementares
Art. 9º Caberá ao Conselho da Faculdade instituir uma comissão interna para avaliação e
acompanhamento do Projeto Pedagógico.
Art. 10 A presente resolução entra em vigor a partir de _____, contemplando os alunos
ingressantes a partir do ano de 2010, revogando-se todas as disposições em contrário.
203

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