Nome da Instituição - etec joão jorge geraissate

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Nome da Instituição - etec joão jorge geraissate
Nome da Instituição
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula
Souza
CNPJ
62823257/0001-09
Data
04-09-2012
Número do Plano
207
Eixo Tecnológico
Recursos Naturais
Plano de Curso para
01. Habilitação
MÓDULO III
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM FLORESTAS
Carga Horária
1200 horas
Estágio
0000 horas
TCC
0120 horas
02. Qualificação
SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
MÓDULO I
Carga Horária
400 horas
Estágio
000 horas
03. Qualificação
MÓDULO II
Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR
TÉCNICO EM FLORESTAS
Carga Horária
800 horas
Estágio
000 horas
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
 Presidente do Conselho Deliberativo
Yolanda Silvestre
 Diretor Superintendente
Laura M. J. Laganá
 Vice-diretor Superintendente
César Silva
 Chefe de Gabinete
Elenice Belmonte R. de Castro
 Coordenador de Ensino Médio e Técnico
Almério Melquíades de Araújo
Equipe Técnica
Coordenação:
Almério Melquíades de Araújo
Mestre em Educação
Organização:
Fernanda Mello Demai
Diretor de Departamento
Grupo de Formulação e Análises Curriculares
Antonio Francisco Martim Rolim
Coordenador do Eixo Tecnológico de Recursos Naturais
Colaboração
Caroline Cardoso de Oliveira
Graduação em Zootecnia
048 – Etec Cônego José Bento (Jacareí)
Claudiana dos Santos Barbosa
Graduação em Engenharia Florestal
048 – Etec Cônego José Bento (Jacareí)
Plínio Carielo
Graduação em Engenharia Florestal
032 – Etec Professor Doutor Antônio Eufrásio
de Toledo (Presidente Prudente)
Rodrigo Magno Aquino Moyses
Graduação em Engenharia Agronômica
048 – Etec Cônego José Bento (Jacareí)
Marcio Prata
Assistente Técnico
Ceeteps
Levy Motoomi Takano
Assistente Administrativo
Ceeteps
Adriano Paulo Sasaki
Auxiliar Administrativo
Ceeteps
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SUMÁRIO
CAPÍTULO 1
Justificativas e Objetivos
04
CAPÍTULO 2
Requisitos de Acesso
06
CAPÍTULO 3
Perfil Profissional de Conclusão
07
CAPÍTULO 4
Organização Curricular
13
CAPÍTULO 5
Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências
Anteriores
54
CAPÍTULO 6
Critérios de Avaliação da Aprendizagem
55
CAPÍTULO 7
Instalações e Equipamentos
57
CAPÍTULO 8
Pessoal Docente e Técnico
65
CAPÍTULO 9
Certificados e Diplomas
73
PARECER TÉCNICO DO ESPECIALISTA
74
PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSÃO
DE SUPERVISORES
80
APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO
81
PORTARIA CETEC, APROVANDO O PLANO DE CURSO
82
ANEXO
Matrizes Curriculares
83 - 84
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CAPÍTULO 1
JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS
1.1. Justificativa
Desde o início da colonização do Brasil, as florestas da região costeira vêm sendo
derrubadas. Naquela época, destacavam-se as matas de jacarandá e de outras madeiras
nobres da região do Sul da Bahia, do Norte do Espírito Santo e da denominada Zona da
Mata de Minas Gerais. A intensificação do desmatamento se acentuou a partir de 1920,
após o término da I Grande Guerra, com a vinda de imigrantes, especialmente da Europa.
Além do prosseguimento da derrubada das árvores da Mata Atlântica, ocorreu a
destruição avassaladora dos pinheirais da Região Sul do país. Os carvoeiros e
lenhadores avançavam com a derrubada de árvores para suprir as demandas dos
usuários, destacadamente nas regiões dos Cerrados e do Meio-Norte, não respeitando as
restrições legais de matas nativas, de proteção das nascentes, limites das margens dos
cursos d’água, encostas com declives acentuados e topos de morros. Na região norte do
Estado do Paraná as matas de peroba e outras espécies de madeiras de lei foram
extintas sem o devido aproveitamento nas serrarias, porque o objetivo era a ocupação da
área para plantios de cafezais. As áreas desmatadas da Floresta Amazônica, da Mata
Atlântica e do Cerrado somam aproximadamente 30% do território brasileiro, ou a soma
das superfícies formadas pelos Estados das Regiões Nordeste e Sudeste.
A comprovação que os desflorestamentos e as queimadas não só aceleram o efeito
estufa, como estão diretamente relacionados às mudanças drásticas na formação de
nuvens, o que pode diminuir os índices de queda de chuvas não apenas em vastas áreas
da Amazônia como em outras partes do país (Centro-Oeste, Sul e Sudeste),
especialmente durante o final da estação seca. (época das queimadas: agosto/ outubro)
O Brasil possui um dos maiores remanescentes de florestas nativas no mundo (cerca de
5,1 milhões de quilômetros quadrados), várias representações de zonas climáticas e
inúmeros biomas, dentre eles a Amazônia brasileira. Em função disso detém 20% das
espécies do mundo. Além disso, nossas áreas exploradas com atividades agropecuárias
e florestais ainda estão longe de atingirem seu potencial máximo produtivo.
Mesmo assim, as estatísticas econômicas mostram que o agronegócio florestal brasileiro
está em crescente expansão. Isto diz respeito à borracha natural, madeira, celulose, papel
e móveis e seria muito mais impactante se fossem incluídas as atividades ligadas aos
demais produtos não madeireiros, erva-mate, cogumelo, plantas medicinais, entre outros,
e os serviços ambientais. Apesar de sua contribuição socioeconômica, tem-se atribuído
ao agronegócio florestal brasileiro grande parte da responsabilidade sobre os danos
ambientais decorrentes do mau uso agropecuário e florestal nos diferentes biomas
brasileiros, em especial no Cerrado, na Mata Atlântica e na Amazônia. Atender à
demanda futura sem degradar as florestas naturais somente poderá ser conseguido se
aumentarmos a eficiência e eficácia da produção, da exploração e da conversão da
matéria-prima. (Clayton Campanhola)
Os aspectos ambientais, sociais e econômicos do setor florestal brasileiro, o uso
sustentável de florestas nativas e plantadas, atividades de reflorestamento, notadamente
em pequenas propriedades rurais, a recuperação das florestas de preservação
permanente, o desenvolvimento das indústrias de base florestal, a ampliação dos
mercados interno e externo de produtos e subprodutos florestais, o estímulo à proteção
da biodiversidade e dos ecossistemas florestais são algumas das preocupações que,
mais afligem este setor da vida brasileira.
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Os mais diversos mecanismos legais ou gerenciais estão revolucionando nossas vidas na
tentativa de gerir os recursos naturais visando garantir nossa qualidade de vida e das
gerações futuras. No setor florestal, o conflito entre a correta decisão de corte ou
intocabilidade de uma árvore ou seu conjunto que formam as matas ou florestas, tem
obrigado cada vez mais as empresas e a sociedade em geral, através do consumidor, a
procurar uma forma confiável de conhecer a origem e o correto controle ambiental e
socioeconômico dos produtos a base de madeira.
1.2. Objetivos
O Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS tem como objetivo capacitar o aluno para:

planejar, monitorar e supervisionar a execução de atividades florestais;

coordenar e gerenciar empresas de exploração florestal;

atuar na conservação e preservação ambiental, considerando e respeitando os
tratados regionais e mundiais referentes ao meio ambiente;

promover desenvolvimento sustentável, conciliando a exploração florestal com a
proteção dos ecossistemas;

valorizar os aspectos ambientais, sociais e econômicos dos serviços e dos benefícios
proporcionados pelas florestas públicas ou privadas.
1.3. Organização do Curso
A necessidade e pertinência da elaboração de currículo adequado às demandas do
mercado de trabalho, à formação profissional do aluno e aos princípios contidos na LDB e
demais legislações pertinentes, levou o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula
Souza, sob a coordenação do Prof. Almério Melquíades de Araújo, Coordenador de
Ensino Médio e Técnico, a instituir o “Laboratório de Currículo” com a finalidade de
atualizar os Planos de Curso das Habilitações Profissionais oferecidas por esta instituição.
No Laboratório de Currículo foram reunidos profissionais da área, docentes, especialistas,
supervisão educacional para estudo do material produzido pela CBO – Classificação
Brasileira de Ocupações – e para análise das necessidades do próprio mercado de
trabalho, assim como o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Uma sequência de
encontros de trabalho previamente planejados possibilitou uma reflexão maior e produziu
a construção de um currículo mais afinado com esse mercado.
O Laboratório de Currículo possibilitou, também, a construção de uma metodologia
adequada para o desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem e sistema de
avaliação que pretendem garantir a construção das competências propostas nos Planos
de Curso.
Fontes de Consulta
1. BRASIL
Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos.
Brasília: MEC: 2008. Eixo Tecnológico: “Recursos Naturais” (site:
http://www.mec.gov.br/)
2. BRASIL
Ministério do Trabalho e do Emprego – Classificação Brasileira de
Ocupações – CBO 2002 – Síntese das ocupações profissionais (site:
http://www.mtecbo.gov.br/)
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CAPÍTULO 2
REQUISITOS DE ACESSO
O ingresso ao Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS dar-se-á por meio de processo
seletivo para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série e estejam
matriculados na segunda série do Ensino Médio ou equivalente.
O processo seletivo será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com
indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas
oferecidas.
As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do
Ensino Médio, nas quatro áreas do conhecimento:

Linguagem;

Ciências da Natureza;

Ciências Humanas;

Matemática.
Por razões de ordem didática e/ ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados
procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por
ocasião de suas inscrições.
O acesso aos demais módulos ocorrerá por avaliação de competências adquiridas no
trabalho, por aproveitamento de estudos realizados ou por reclassificação.
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CAPÍTULO 3
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
MÓDULO III – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM
FLORESTAS
O TÉCNICO EM FLORESTAS é o profissional que atua na produção de mudas florestais,
na elaboração de projetos de formação de florestas comerciais e de preservação, na
supervisão da extração e no beneficiamento da madeira e dos produtos florestais não
madeireiros, os subprodutos. Executa os processos de produção, de manejo sustentável
e de industrialização dos recursos de origem florestal. Orienta a prática florestal de menor
impacto ambiental, inventaria florestas e administra unidades de conservação florestal.
Atua na preservação e conservação ambiental de projetos florestais. Elabora e fiscaliza a
execução de projetos de recuperação de áreas degradadas e de arborização urbana.
Avalia fauna e flora silvestres e elabora atividades de educação ambiental.
MERCADO DE TRABALHO
 Instituições públicas, privadas e do terceiro setor; indústrias de papel e celulose;
instituições de pesquisa, assistência técnica e extensão agroflorestal; parques e
reservas naturais e empresas de silvicultura e exploração florestal; atuação em
viveiros de produção de mudas nativas e exóticas; profissional autônomo atuando na
área de Consultorias Técnicas.
Ao concluir os MÓDULOS I, II e III, o TÉCNICO EM FLORESTAS deverá ter construído as
seguintes competências gerais:

analisar a situação técnica, econômica, social e ambiental da região de atuação,
identificando as atividades peculiares das áreas a serem implementadas;

planejar, organizar e monitorar: a exploração e manejo do solo de acordo com as suas
características; as alternativas de otimização dos fatores climáticos e seus efeitos no
crescimento e desenvolvimento das plantas; a propagação em cultivos abertos ou
protegidos (viveiros e casas de vegetação);

selecionar e aplicar métodos de erradicação e controle de pragas e doenças na
exploração florestal, tanto químicos quanto orgânicos (biológicos);

implantar e gerenciar técnicas de controle de qualidade na produção florestal;

elaborar projetos florestais com incorporação de novas tecnologias;

orientar e executar atividades ligadas à exploração, no que se refere à formação do
meio ambiente na exploração florestal;

comunicar-se, demonstrando competências pessoais requeridas para o
desenvolvimento de sua função relativo ao cumprimento das obrigações, respeitando
normas e legislação ambiental;

atuar na formação de projetos rurais para a melhoria da qualidade da produção
pecuária atuando diretamente na bioclimatologia dos animais;

elaborar projetos de recuperação de áreas degradadas;

minimizar os impactos e riscos ambientais ligados à exploração florestal.
ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES
 Prestar assistência técnica a empresas de florestamento e reflorestamento.
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 Executar serviços de manejo e exploração florestal a produtores florestais e a
empresas extrativistas e florestais, de forma cooperada.
 Exercer a função de supervisor florestal.
 Conduzir viveiros florestais para produção de mudas de espécies florestais, sementes,
essências e resinas.
 Caracterizar áreas degradadas e seus graus de degradação.
 Aplicar a legislação pertinente em níveis: federal, estadual e municipal em projetos de
exploração florestal.
 Responsabilizar-se pela identificação das principais espécies florestais nos diferentes
tipos de exploração florestal.
 Produzir e comercializar mudas florestais.
 Orientar e conduzir atividades de reposição florestal para o manejo de recursos
edafoclimáticos.
 Gerenciar empresas de florestamento e reflorestamento.
 Avaliar e monitorar a produção florestal.
 Avaliar e monitorar rendimento de máquinas e equipamentos florestais.
 Conhecer e aplicar tecnologias conservacionistas e preservacionistas ao meio
ambiente.
 Fiscalizar e monitorar flora e fauna.
 Elaborar laudos técnicos.
 Elaborar e desenvolver atividades de educação ambiental.
 Atuar como líder de cooperativas e associações do ramo florestal.
 Atuar na área de Produção de Produtos Florestais.
 Atuar na área de Compensação Florestal, atendendo às exigências da legislação.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – SUPERVISIONAR A EXECUÇÃO DE ATIVIDADES FLORESTAIS
 Gerenciar o beneficiamento de produtos florestais.
 Comercializar subprodutos.
 Gerenciar a industrialização dos produtos florestais.
B – INVENTARIAR FLORESTAS
 Auxiliar em levantamentos fitossociológicos.
 Realizar inventários convencionais e contínuos.
 Processar dados coletados.
 Conferir dados coletados.
C – ELABORAR PROJETOS TÉCNICOS
 Executar atividades relativas a relatórios técnicos.
 Atualizar cadastros.
 Executar procedimentos relativos ao preparo de documentos fiscais.
 Fornecer dados técnicos para a elaboração de contratos.
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D – MONITORAR FAUNA E FLORA
 Visitar áreas de intervenção no meio ambiente.
 Classificar biomas.
 Monitorar a produção e a comercialização de produtos florestais.
 Fiscalizar o controle fitossanitário de essências.
 Fiscalizar caça e pesca predatória.
 Avaliar a utilização de máquinas e equipamentos florestais.
E – PARTICIPAR DE PESQUISAS FLORESTAIS
 Instalar experimentos em geral.
 Acompanhar experimentos em geral.
 Coletar dados, materiais e subprodutos para subsidiar pesquisas.
F – PRATICAR EXTENSÃO FLORESTAL
 Sistematizar informações socioeconômicas da comunidade.
 Mobilizar comunidades.
 Orientar sobre o uso de tecnologias.
 Montar unidades demonstrativas.
 Assessorar a criação de cooperativas.
G – PLANEJAR ATIVIDADES FLORESTAIS
 Propor prática de uso alternativo de florestas.
 Identificar potenciais alternativos em florestas.
 Elaborar plano de manejo agroflorestal.
 Executar e monitorar plano de manejo em florestas.
 Planejar volume de colheita de madeira.
 Definir logística de carregamento e transporte da produção agroflorestal.
H – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
 Liderar equipes.
 Demonstrar consciência ecológica.
 Demonstrar sensibilidade ao meio ambiente.
 Demonstrar capacidade de negociação.
 Demonstrar visão empreendedora.
 Demonstrar capacidade de organização.
 Evidenciar ética profissional.
 Evidenciar comprometimento profissional.
 Desenvolver capacidade de delegar.
 Trabalhar em equipe.
 Atualizar-se.
 Atuar na comunidade.
 Prestar assistência técnica.
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PERFIS PROFISSIONAIS DAS QUALIFICAÇÕES
MÓDULO I – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
ÁREA DE ATIVIDADES
A – PREPARAR MUDAS E INSUMOS
 Preparar substrato.
 Preparar sementes.
 Distribuir sementes em tubetes, sacos plásticos, bandejas e canteiros.
 Semear sementes.
 Produzir mudas.
 Irrigar mudas.
B – EMPREGAR MEDIDAS DE SEGURANÇA
 Vestir uniforme de proteção individual.
 Sinalizar áreas de riscos.
 Trabalhar com atenção seletiva.
C – RECOMENDAR PROCEDIMENTOS DE BIOSSEGURIDADE
 Recomendar quanto ao uso racional de agrotóxico.
 Recomendar sobre destino de embalagens de agrotóxicos.
 Recomendar sobre limpeza e desinfecção de ferramentas, máquinas e equipamentos.
D – PRESTAR ASSISTÊNCIA E CONSULTORIA TÉCNICA
 Orientar sobre a coleta e amostra de solo.
 Orientar sobre poda, repicagem e desbrota em plantas de viveiro.
 Orientar sobre preparo de substrato.
E – ADMINISTRAR UNIDADE DE PRODUÇÃO
 Selecionar ferramentas florestais.
 Coletar sementes.
 Verificar uso de equipamentos de proteção individual.
 Registrar a produção.
 Reconhecer área de preservação ambiental.
F – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
 Operar computadores.
 Interagir com a comunidade.
 Operar equipamentos e ferramentas.
 Respeitar as normas de segurança do trabalho no campo.
 Demonstrar percepção.
 Adotar medidas de segurança e biossegurança.
 Demonstrar espírito cooperativo.
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MÓDULO II – Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM
FLORESTAS
O AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS é o profissional que orienta, executa o manejo
sustentável dos recursos florestais, aplicando técnicas que preservam o meio ambiente e
a segurança do trabalhador.
ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES
 Organizar e monitorar o manejo do solo de acordo com suas características,
alternativas de otimização dos fatores climáticos e efeitos no crescimento e
desenvolvimento de florestas.
 Planejar e monitorar ações referentes aos tratos culturais em viveiros e florestas.
 Auxiliar na elaboração e execução de projetos topográficos.
 Conduzir viveiros de espécies florestais e essenciais.
 Prestar serviço de manejo e exploração florestal e empresas extrativistas e florestais e
produtores rurais.
 Orientar e conduzir atividades de reposição florestal para o manejo de recursos
edafoclimáticos.
 Executar a manutenção de máquinas e equipamentos florestais.
 Demarcar áreas de reflorestamento.
 Orientar e executar práticas de conservação e preservação do meio ambiente.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – SUPERVISIONAR A EXECUÇÃO DE ATIVIDADES FLORESTAIS
 Supervisionar a aplicação de produtos químicos e orgânicos.
 Supervisionar construção e conservação de viveiros.
 Supervisionar produção de mudas.
 Supervisionar manejo de florestas nativas e comerciais.
B – PLANEJAR ATIVIDADES FLORESTAIS
 Definir objetivos do reflorestamento.
 Determinar área para implantação, condução e reforma de florestas.
 Definir técnicas de preparo e conservação de solos.
 Projetar viveiros.
 Elaborar planilha de custos para execução de projetos.
 Elaborar plano de custo para execução de projetos.
C – ADMINISTRAR UNIDADES DE PRODUÇÃO
 Identificar zonas de amortização em unidades de conservação.
 Estabelecer diretrizes de conservação.
D – MONITORAR FAUNA E FLORA
 Visitar áreas de intervenção no meio ambiente.
 Classificar biomas.
 Monitorar a produção e comercialização de produtos florestais.
E – PARTICIPAR DE PESQUISAS FLORESTAIS
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 Selecionar matrizes de espécies florestais.
 Supervisionar banco de dados.
F – ATUAR NA PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
 Orientar-se sobre a legislação ambiental.
 Executar procedimentos de recuperação de áreas degradadas.
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CAPÍTULO 4
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1.
Estrutura Modular
O currículo foi organizado de acordo com a Lei Federal 9394/96, alterada pela Lei Federal
11741/2008, Indicação CEE 08/2000, Indicação CEE 108/2011, Deliberação CEE
105/2011, Resolução CNE/CEB 06/2012 e Parecer CNE/CEB 11/2012 e Resolução
CNE/CEB 04/2012, assim como as competências profissionais que foram identificadas
pelo Ceeteps, com a participação da comunidade escolar.
A organização curricular da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO
EM FLORESTAS está organizada de acordo com o Eixo Tecnológico de “Recursos
Naturais” e estruturada em módulos articulados, com terminalidade correspondente à
qualificação profissional de nível técnico identificada no mercado de trabalho.
Os módulos são organizações de conhecimentos e saberes provenientes de distintos
campos disciplinares e, por meio de atividades formativas, integram a formação teórica à
formação prática, em função das capacidades profissionais que se propõem desenvolver.
Os módulos, assim constituídos, representam importante instrumento de flexibilização e
abertura do currículo para o itinerário profissional, pois que, adaptando-se às distintas
realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a unidade e a
equivalência dos processos formativos.
A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos estabelece as condições básicas
para a organização dos tipos de itinerários formativos que, articulados, conduzem à
obtenção de certificações profissionais.
4.2.
Itinerário Formativo
O curso de TÉCNICO EM FLORESTAS é composto por três módulos.
O MÓDULO I não oferece terminalidade e será destinado à construção de um conjunto de
competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais complexas,
previstas para os módulos subsequentes.
O aluno que cursar os MÓDULOS I e II concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio
de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS.
Ao completar os MÓDULOS I, II e III, o aluno receberá o Diploma de TÉCNICO EM
FLORESTAS, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio.
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MÓDULO I
MÓDULO II
MÓDULO III
SEM CERTIFICAÇÃO
TÉCNICA
Qualificação Técnica
de Nível Médio de
AUXILIAR TÉCNICO
EM FLORESTAS
Habilitação
Profissional Técnica
de Nível Médio de
TÉCNICO EM
FLORESTAS
4.3.
Proposta de Carga Horária por Componente Curricular
MÓDULO I – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
Carga Horária
Teórica
Teórica – 2,5
Prática Profissional
Prática Profissional – 2,5
Total
Total – 2,5
Total em Horas
Total em Horas – 2,5
Horas-aula
I.1 – Ética e Cidadania Organizacional
40
50
00
00
40
50
32
40
I.2 – Planejamento e Uso do Solo I
40
50
60
50
100
100
80
80
I.3 – Morfologia e Taxonomia Vegetal
60
50
00
00
60
50
48
40
I.4 – Viveiro Florestal
40
50
60
50
100
100
80
80
I.5 – Saúde e Segurança no Trabalho
Florestal
60
50
00
00
60
50
48
40
I.6 – Linguagem, Trabalho e
Tecnologia
40
50
00
00
40
50
32
40
I.7 – Estudos e Pesquisas na Área
Florestal
40
50
00
00
40
50
32
40
I.8 – Representação Gráfica na Área
Florestal
00
00
60
50
60
50
48
40
Total
320
350
180
150
500
500
400
400
Componentes
Curriculares
CNPJ: 62823257/0001-09 207
Página nº 14
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
MÓDULO II – Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM
FLORESTAS
Carga Horária
Teórica
Teórica – 2,5
Prática Profissional
Prática Profissional – 2,5
Total
Total – 2,5
Total em Horas
Total em Horas – 2,5
Horas-aula
II.1 – Aplicativos Informatizados em
Florestas
00
00
40
50
40
50
32
40
II.2 – Recuperação de Áreas
Degradadas
60
50
00
00
60
50
48
40
II.3 – Planejamento e Uso do Solo II
00
00
60
50
60
50
48
40
II.4 – Silvicultura Básica
40
50
40
50
80
100
64
80
II.5 – Planejamento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em
Florestas
40
50
00
00
40
50
32
40
II.6 – Mecanização Florestal
00
00
80
50
80
50
64
40
II.7 – Mensuração Florestal
40
50
60
50
100
100
80
80
II.8 – Entomologia Florestal
40
50
00
00
40
50
32
40
Total
220
250
280
250
500
500
400
400
Componentes
Curriculares
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MÓDULO III – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM
FLORESTAS
Carga Horária
Teórica
Teórica – 2,5
Prática Profissional
Prática Profissional – 2,5
Total
Total – 2,5
Total em Horas
Total em Horas – 2,5
Horas-aula
III.1 – Análise Social e Econômica de
Projetos Florestais
40
50
00
00
40
50
32
40
III.2 – Manejo de Flora e Fauna
00
00
40
50
40
50
32
40
III.3 – Tecnologia de Produtos
Florestais
40
50
80
50
120
100
96
80
III.4 – Ações Cooperativistas,
Assistência Técnica e Extensão
Agroflorestal
40
50
00
00
40
50
32
40
III.5 – Arborização Urbana
40
50
00
00
40
50
32
40
III.6 – Manejo e Inventário Florestal
40
50
80
50
120
100
96
80
III.7 – Inglês Instrumental
40
50
00
00
40
50
32
40
III.8 – Desenvolvimento do Trabalho
de Conclusão de Curso (TCC) em
Florestas
00
00
60
50
60
50
48
40
Total
240
300
260
200
500
500
400
400
Componentes
Curriculares
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4.4.
Competências, Habilidades e Bases
Curricular
MÓDULO I – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
Tecnológicas
por
Componente
I.1 – ÉTICA E CIDADANIA ORGANIZACIONAL
Função: Planejamento Ético e Organizacional
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar o Código de Defesa
do Consumidor, a legislação
trabalhista,
do
trabalho
voluntário,
regras
e
regulamentos organizacionais.
(ética na utilização dos códigos
de defesa, direitos, legislação e
voluntariado).
1.1.
Aplicar
a
legislação
trabalhista e o Código de Defesa
do Consumidor nas relações
empregador/
empregado
e
consumidor/ fornecedor.
1.2. Atuar respeitando os limites
estabelecidos pelas leis e
códigos de ética profissional.
1.3. Aplicar legislação, incentivar
e participar de programas de
trabalho voluntário.
1. Conceito do código de Defesa
do Consumidor
2.
Avaliar
procedimentos
adequados a fim de promover a
imagem organizacional.
(ética das relações institucionais,
compreender a instituição, estar
de acordo com a imagem
institucional, “vestir a camisa”).
2.1. Promover a imagem da
organização.
2.2. Executar criticamente os
procedimentos organizacionais.
2.3. Propagar a imagem da
instituição, percebendo ameaças
e oportunidades que possam
afetá-la e os procedimentos de
controle adequados a cada
situação.
3. Pesquisar as técnicas e
métodos de trabalho em equipe,
valorizando a cooperação, a
iniciativa, ética e autonomia no
desempenho
pessoal
e
organizacional.
(ética das relações do trabalho
em equipe, relacionamento e
comunicação).
3.1. Utilizar técnicas de relações
profissionais no atendimento ao
cliente, fornecedor, parceiro,
empregador e concorrente.
3.2. Conduzir e/ ou coordenar
equipes de trabalho.
3.3. Valorizar e encorajar as
manifestações de diversidades
cultural e social.
3.4. Respeitar as diferenças
locais, culturais e sociais.
4. Analisar a importância da
responsabilidade
social
e
sustentabilidade na formação
profissional e ética do cidadão.
(ética no desenvolvimento da
responsabilidade
social,
sustentabilidade e cidadania na
área de atuação).
4.1. Identificar e respeitar os
direitos humanos.
4.2. Desenvolver projetos (de
responsabilidade social e/ ou
sustentabilidade na área).
4.3. Aplicar procedimentos (de
responsabilidade social e/ ou
sustentabilidade
na
área)
corretos para descartes de
resíduos.
4.4. Utilizar metodologia (de
responsabilidade social e/ ou
sustentabilidade na área).
2. Fundamentos de legislação
trabalhista e Legislação para o
Autônomo
3. Normas e comportamentos
referentes aos regulamentos
organizacionais
4.
Imagem
institucional
pessoal
e
5. Definições de trabalhos
voluntários:
 Lei Federal 9.608/98 e
10.748/10;
 Lei Estadual nº 10.335/99;
 Deliberação Ceeteps nº
01/2004
6. Definições e técnicas de
trabalho em equipe, chefia e
autonomia;
atribuições
e
responsabilidades
7. Código de ética nas empresas
da área de Florestas
8. Cidadania na área
Florestas:
 relações pessoais e
trabalho
de
do
9.
Fundamentos
da
ética
profissional aplicados ao curso
de Técnico em Florestas:
 princípio na construção de
organizações sociais na
área de Florestas
10. Declaração Universal dos
Direitos Humanos, Convenções
e Direitos Humanos no Brasil
11. Diversidade cultural:
 cultura;
 grupo étnico;
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


religião;
vestimenta;
alimentação
12. Diversidade social:
 homofobia;
 bullying;
 drogas licitas;
 drogas ilícitas;
 inclusão social
13.
Procedimentos
ecologicamente corretos para a
área de Florestas
Carga Horária (horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.2 – PLANEJAMENTO E USO DO SOLO I
Função: Capacidade de Uso e Manejo do Solo
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Correlacionar
as
características do solo com os
diversos fatores de formação.
1.1. Enumerar os diferentes
tipos de solo.
1.2. Identificar as classes de uso
do solo.
2. Planejar adequadamente a
utilização florestal das glebas,
avaliando as características
químicas, físicas e morfológicas
dos solos.
2.1. Identificar os horizontes que
compõe o perfil do solo.
2.2. Delimitar o perfil cultural e
as propriedades físicas e
químicas do solo.
2.3. Coletar amostras de solo.
2.4. Fazer cálculos de calagem e
adubação.
3. Avaliar as consequências
econômicas,
sociais
e
ecológicas da erosão.
3. Classificar os tipos de erosão
e seus efeitos.
4. Analisar e selecionar métodos
de conservação do solo e da
água.
4.1. Selecionar métodos de
conservação do solo e da água.
4.2.
Executar práticas
de
conservação do solo e da água.
1. Origem do solo:
 formação e classificação
2. Características dos horizontes
superficiais e subsuperficiais
3.
Aspectos
morfológicos,
propriedades físicas e químicas
dos solos:
 nutrientes:
o macronutrientes
e
micronutrientes
4. Análise do solo:
 amostragem do solo;
 interpretação
dos
resultados;
 diferentes tipos de cálculos
de calagem e adubação;
 correção e corretivos;
 adubos:
o químico, orgânico, verde
e foliar;
o simples e compostos
 mistura de fertilizantes
5. Erosão:
 tipos:
o superficial,
sulcos,
ravinas e voçoroca
 impactos
técnicos,
ambientais e econômicos
6. Conservação do solo:
 métodos
e
técnicas
conservacionistas:
o vegetativas, edáficas e
mecânicas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
60
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
100 Horas-aula
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I.3 – MORFOLOGIA E TAXONOMIA VEGETAL
Função: Identificação de Espécies Florestais
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Identificar os principais
aspectos do Reino Vegetal.
1. Caracterizar a evolução das
espécies vegetais.
2. Analisar as estruturas externa
e interna da planta e caracterizar
morfologicamente
suas
estruturas reprodutivas.
2.1. Identificar e nomear as
estruturas externa e interna.
2.2. Citar as funções das
estruturas para a planta.
2.3. Nomear as estruturas
reprodutivas e citar os processos
de formação da semente.
3. Analisar o processo de
absorção e translocação de
nutrientes, correlacionando com
o processo de fotossíntese e
desenvolvimento das plantas.
3.1. Fazer o reconhecimento dos
vasos condutores.
3.2. Relacionar as etapas do
processo
de
absorção
e
translocação
de
água
e
nutrientes.
3.3. Identificar as principais
etapas
do
processo
de
fotossíntese.
3.4. Correlacionar o processo de
fotossíntese
com
o
desenvolvimento vegetal da
planta.
4. Identificar famílias botânicas e
espécies florestais.
5. Correlacionar as estruturas da
planta com
suas
funções
econômicas.
4.1. Utilizar chaves taxonômicas,
4.2. Identificar espécime a nível
de família, gênero e espécie.
4.3. Classificar e organizar uma
coleção de plantas.
5.
Identificar
cada
parte
constituinte da planta e seus
usos.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Origem e evolução
espécies vegetais
das
2. Órgãos das plantas:
 raízes;
 caule;
 folha;
 estruturas florais:
o flor e inflorescências
 fruto e semente
3. Reprodução:
 polinização e fertilização
4. Absorção e translocação de
solutos na planta:
 vasos condutores:
o xilema e floema
5. Fotossíntese
6. Anatomia da madeira:
 medula;
 cerne;
 alburno;
 câmbio;
 casca;
 composição da madeira
7. Características das famílias
botânicas e reconhecer espécies
importantes
de
diferentes
famílias
8. Confecção de exsicatas:
 coleta de amostras vegetais;
 técnica de herborização
(prensa);
 ficha de identificação da
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
exsicata;
nomenclatura botânica
9. Técnicas de preservação de
frutos secos e carnosos
10. Chaves taxonômicas:
 família, gênero e espécie
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.4 – VIVEIRO FLORESTAL
Função: Produção Vegetal
COMPETÊNCIAS
1. Planejar
construção
florestal com
(estruturas,
ferramentas
necessários).
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
e implantar a
de um viveiro
todos os setores
insumos,
e equipamentos
1. Identificar as estruturas de um
viveiro
florestal
e
sua
importância.
2. Planejar e executar todas as
práticas culturais necessárias
para produção de mudas
florestais
via
propagação
sexuada e assexuada.
2.1. Identificar uma planta
matriz, determinando o ponto de
colheita de sementes.
2.2. Utilizar técnicas de quebra
de dormência de sementes e
realizar propagação vegetativa
de espécies florestais.
3. Avaliar o funcionamento dos
sistemas de irrigação utilizados
em viveiros florestais.
3. Dimensionar sistemas de
irrigação e selecionar materiais
necessários
para
sua
construção.
4. Discernir os métodos de
prevenção,
erradicação
e
controle de pragas e doenças
em viveiros florestais.
4. Realizar o controle de pragas
e doenças.
5. Detectar o padrão de
qualidade das mudas para
plantio
e
controlar
sua
expedição,
bem
como
o
transporte para o campo.
5. Conferir o controle
qualidade das mudas através
seleção,
classificação
padronização
antes
expedição.
de
de
e
da
6. Avaliar o custo de produção
das mudas.
6. Determinar o custo
produção de uma muda.
de
7. Interpretar a legislação para a
produção de mudas florestais.
7. Aplicar a legislação específica
para a produção de mudas.
1. Viveiro florestal:
 importância;
 função;
 classificação:
o permanente
temporário
 escolha do local
e
2. Dimensionamento de viveiros
florestais
3. Sistema de produção por
propagação sexuada:
 seleção de árvores matrizes,
coleta, beneficiamento e
armazenamento
de
sementes
de
espécies
florestais;
 técnicas para quebra de
dormência em espécies
florestais;
 semeadura:
o direta
e
indireta
(sementeiras)
 teste de germinação de
sementes;
 tipos
de
recipiente
e
substratos;
 tratos culturais
4. Sistema de produção por
propagação assexuada:
 seleção de árvores matrizes
para coleta de material
vegetativo;
 técnicas de propagação
vegetativa:
o alporquia,
mergulhia,
enxertia, borbulhia e
estaquia
 tipos de recipientes e
substratos;
 tratos culturais
5. Sistema de irrigação para
viveiros florestais:
 planejamento, instalação e
manutenção
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6. Manejo de pragas e doenças
em viveiros:
 controle de plantas daninhas
e invasoras
7. Controle de qualidade
expedição de mudas
e
8. Custo de produção de mudas
florestais
9. Legislação pertinente a viveiro
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
60
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
100 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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I.5 – SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO FLORESTAL
Função: Estudos e Pesquisas
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Avaliar a importância das
normas de segurança e saúde
no trabalho.
1. Aplicar conceitos de saúde e
segurança no trabalho florestal.
1. Conceitos de saúde
segurança no trabalho
2. Identificar e avaliar as
principais causas dos acidentes
de trabalho na área Florestal.
2.1. Identificar as causas de
acidentes no trabalho e os
agentes de riscos para definir
medidas
preventivas
e
corretivas.
2.2. Recomendar o uso de
equipamento
de
proteção
individual
(EPI)
adequado
conforme o agente de risco
identificado.
2. Acidentes no trabalho rural:
 fator pessoal de insegurança
e deficiências técnicas;
 riscos
e
danos
em
potenciais;
 acidentes
na
atividade
florestal;
 organização do trabalho
3. Elaborar mapas de riscos
relacionados ao setor florestal.
3. Utilizar mapa de risco no setor
florestal.
4.
Interpretar
as
Normas
Regulamentadoras
(NRs)
voltadas à área Florestal.
4.1. Cumprir as NRs rurais.
4.2. Identificar a importância das
CIPATR, SESTR e PPAT na
empresa rural/ florestal.
5. Desenvolver medidas
primeiros socorros.
5. Executar atendimento de
primeiros socorros em caso de
acidentes no trabalho.
de
BASES TECNOLÓGICAS
e
3. Agentes físicos:
 raios, temperatura, chuvas,
ventos,
radiação
solar,
vibração e ruídos;
 equipamentos de proteção
individual (EPI) e coletivo
(EPC):
o tipos e funções
4. Agentes químicos – produtos
fitossanitários:
 aquisição,
transporte,
manipulação,
armazenamento, aplicação e
descarte;
 EPI e EPC:
o tipos e funções
5. Agentes biológicos:
 animais
venenosos
e
peçonhentos,
vírus,
bactérias, ácaros e plantas
tóxicas;
 EPI e EPC:
o tipos e funções
6. Agentes ergonômicos:
 postura
de
trabalho,
movimentos
repetitivos,
excesso de esforço, etc;
 EPI e EPC:
o tipos e funções
7. Agentes mecânicos:
 ferramentas, máquinas
e
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
implementos agrícolas
florestais;
EPI e EPC:
o tipos e funções
e
8. Risco de combate a incêndios
florestais:
 prevenção,
controle
e
segurança do combatente;
 EPI e EPC:
o tipos e funções
9. Mapas de riscos
10. Normas Regulamentadoras
(NR Rurais), CIPA, SESTR e
Programas de PPAT (atribuições
e objetivos)
11. Medidas
socorros
de
primeiros
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.6 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA
Função: Montagem e Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar textos técnicos/
comerciais da área de Florestas,
por
meio
de
indicadores
linguísticos e de indicadores
extralinguísticos.
1.1. Utilizar recursos linguísticos
de coerência e de coesão,
visando atingir objetivos da
comunicação comercial relativos
à área de Florestas.
1.2.
Comunicar-se
com
diferentes públicos.
1. Estudos de textos técnicos/
comerciais aplicados à área de
Florestas
2. Desenvolver textos técnicos
aplicados à área de Florestas de
acordo
com
normas
e
convenções específicas.
2.1. Utilizar instrumentos da
leitura e da redação técnica,
direcionadas
à
área
de
Florestas.
2.2.
Identificar
e
aplicar
elementos de coerência e de
coesão em artigos e em
documentação
técnico
administrativa relacionados à
área de Florestas.
3.
Pesquisar
e
analisar
informações
da
área
de
Florestas em diversas fontes
convencionais e eletrônicas.
3. Selecionar e utilizar fontes de
pesquisa
convencionais
e
eletrônicas.
4.
Definir
procedimentos
linguísticos
que
levem
à
qualidade
nas
atividades
relacionadas com o público
consumidor.
4.1. Aplicar conhecimentos e
regras linguísticas na execução
de pesquisas específicas da
área de Florestas.
4.2.
Utilizar
critérios
que
possibilitem o exercício da
criatividade
e
constante
atualização da área.
4.3. Utilizar a língua portuguesa
como linguagem geradora de
significações,
que
permita
produzir textos a partir de
diferentes ideias, relações e
necessidades profissionais.
2. Parâmetros de níveis de
formalidade e de adequação de
textos a diversas circunstâncias
de comunicação
3. Modelos preestabelecidos de
produção de texto:
 resumos, artigos e relatórios
técnicos
4. Conceitos de coerência e de
coesão aplicadas à análise e à
produção de textos técnicos
específicos
da
área
de
Florestas:
 carta-currículo;
 curriculum vitae;
 relatório técnico;
 contrato;
 memorial descritivo;
 técnicas de redação
5.
Normas
de
Acadêmico:
 Normas ABNT
Trabalho
6. Princípios de terminologia
aplicados à área de Florestas:
 glossário com nomes e
origens
dos
termos
utilizados no setor florestal;
 apresentação de trabalhos
de pesquisas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.7 – ESTUDOS E PESQUISAS NA ÁREA FLORESTAL
Função: Planejamento e Projeto na Área Florestal
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Identificar as características
do setor florestal.
1. Identificar a organização do
setor florestal.
1. O Técnico em Florestas como
profissão e o setor florestal
brasileiro
2. Relacionar e integrar as
diferentes áreas de atuação do
Técnico em Florestas com o
plano de curso.
2. Identificar a grade curricular
do curso.
3.
Pesquisar
informações
técnicas em diferentes fontes.
3. Identificar a importância de se
realizar pesquisas bibliográficas
em
livros
e
publicações
científicas.
4. Identificar oportunidades de
colocação no mercado de
trabalho.
4.1. Identificar a importância do
Técnico em Florestas para a
sociedade.
4.2. Identificar oportunidades de
atuação
profissional
(empreendedorismo).
5. Analisar normas do órgão
regulamentador e fiscalizador do
Técnico em Florestas.
5. Analisar o órgão que
credencia o profissional a
exercer suas atribuições e
responsabilidades.
6. Analisar as grandes áreas do
conhecimento que norteiam a
formação profissional do Técnico
em Florestas.
6. Avaliar conceitos básicos das
principais áreas da Ciência
Florestal.
2.
Interdisciplinaridade
atuação
do
Técnico
Florestas
na
em
3. Os campos profissionais do
Técnico
em
Florestas
e
empreendedorismo
4.
Conselho
Regional
de
Engenharia e Arquitetura/ CREA
5.
Iniciação
às
Ciências
Florestais, introdução à:
 silvicultura;
 legislação florestal;
 formações florestais;
 sementes
e
viveiros
florestais;
 reflorestamento;
 mensuração florestal;
 uso e manejo das florestas;
 produtos da madeira e seus
subprodutos;
 empresas florestais;
 proteção florestal;
 gestão ambiental
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.8 – REPRESENTAÇÃO GRÁFICA NA ÁREA FLORESTAL
Função: Planejamento e Projetos na Área Florestal
COMPETÊNCIAS
1.
Selecionar
materiais
equipamentos para desenho.
HABILIDADES
e
BASES TECNOLÓGICAS
1. Utilizar unidades de medida.
1. Materiais e instrumentos de
desenho
2. Desenhar peças e plantas
topográficas.
2. Utilizar escalas cartográficas.
2. Utilização dos instrumentos
de desenho
3. Utilizar elementos gráficos na
interpretação e solução de
problemas.
3. Elaborar desenhos técnicos
de áreas e instalações.
3. Normas de desenhos técnicos
4. Tipos de desenho e de papéis
5. Unidades de medida:
 linear, área e volume
6. Escalas numéricas e gráficas
7. Caligrafia técnica
8. Colocação
desenho
de
cotas
no
9. Sistemas de representação de
um projeto
10. Símbolos gráficos
11.
Noções
topográfico
de
desenho
12. Noções de
descritiva e aplicada
geometria
13. Utilização do software para
desenho:
 desenho;
 formatação;
 impressão
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
60
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Prática em
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MÓDULO II – Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM
FLORESTAS
II.1 – APLICATIVOS INFORMATIZADOS EM FLORESTAS
Função: Operação de Computadores e Sistemas Operacionais
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Identificar
sistemas
operacionais e aplicativos úteis
para a atividade florestal.
1.
Utilizar
aplicativos
de
informática gerais e específicos
para
gerenciamento
de
atividades florestais.
1.
Fundamentos
de
equipamentos
de
processamento de informações
2. Identificar equipamentos e
acessórios utilizáveis na área
Florestal.
2. Utilizar equipamentos e
acessórios específicos para a
área.
3.
Operar
gerenciadores de
dados.
3. Organizar banco de dados de
fornecedores e produtos e
elaborar relatório.
sistemas
banco de
4. Selecionar e classificar
informações da área por meio
eletrônico.
4. Utilizar a Internet como fonte
de pesquisa.
2. Fundamentos do Sistema
Operacional Windows e dos
aplicativos do Pacote Office:
 sistemas informatizados de
textos, planilhas eletrônicas
e banco de dados
3. Noções de alimentação de
informações de sistemas para o
gerenciamento de atividades de
produção
4. Organização, seleção e
análise dos dados na elaboração
de relatório das atividades
previstas no curso
5. Gerenciamento eletrônico de
informações
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
40
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Prática em
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II.2 – RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Função: Planejamento e Projeto
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar os diferentes tipos de
processos erosivos e seus
agentes causadores.
1.1. Coletar dados de campo.
1.2. Utilizar os termos técnicos
na elaboração de projetos que
envolvam áreas degradadas.
2. Avaliar a importância das
áreas
de
preservação
permanente e reserva legal para
o meio ambiente.
2. Orientar e esclarecer a
necessidade da definição das
áreas
de
preservação
permanente e reserva legal
dentro da propriedade rural.
3.
Implementar
diferentes
metodologias para a elaboração
de projetos que promovam a
resiliência ambiental em áreas
degradadas.
3. Aplicar a legislação, normas e
regulamentos relativos ao PRAD
para cumprir e aplicar as
mesmas na elaboração destes
projetos.
4. Elaborar planilhas de custos e
Projetos de Recuperação de
Áreas Degradadas (PRAD).
4. Determinar o custo
implantação de um PRAD.
1. Áreas degradadas:
 formas e exemplos
degradação;
 diagnóstico ambiental
propriedade rural
de
da
2.
Conceitos
básicos
de
recuperação,
restauração,
reabilitação
e
resiliência
ambiental
3. A importância das áreas de
preservação
permanente
e
reserva legal
de
4. Formas de recuperação de
áreas degradadas:
 sucessão ecológica – a
recuperação natural;
 modelos para recuperação
de áreas degradadas;
 técnicas de recuperação;
 chave para tomada de
decisão em projetos de
recuperação
de
áreas
degradadas
5. Procedimentos básicos para o
sucesso do reflorestamento:
 escolhendo as espécies
certas para o plantio;
 preparo de solo;
 plantio;
 tratos culturais
6. Estrutura de projetos de
recuperação
de
áreas
degradadas:
 aspectos
gerais
para
estruturação básica de um
projeto:
o título, objetivos, metas,
metodologia/ descrição
das atividades, recursos
materiais, financeiros e
humanos, cronograma
de execução
 laudo de acompanhamento
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de PRAD
7. Legislação pertinente:
 código florestal, resoluções
da secretaria estadual do
meio ambiente/ SMA
8. Órgãos Ambientais:
 CETESB e CBRN
9. Planilha
recuperação
degradadas
de custo de
de
áreas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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II.3 – PLANEJAMENTO E USO DO SOLO II
Função: Coleta de Dados Espaciais e Capacidade de Uso e Manejo do Solo
COMPETÊNCIAS
1.
Identificar
acompanhar
topográficos.
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
técnicas
e
levantamentos
1. Fazer a leitura de dados
topográficos.
1. Topografia:
 noções de
Altimetria
2. Analisar dados topográficos
em planilhas de cálculos.
2.1. Demarcar curvas em nível e
em desnível e fazer cálculos de
áreas e distâncias.
2.2. Selecionar equipamentos
topográficos.
2.3.
Aplicar
técnicas
de
levantamentos topográficos.
2. Equipamentos topográficos e
operações de campo:
 estacionamento,
nivelamento, zeragem do
limbo e leituras
3. Planejar e orientar a
demarcação e construção de
estradas internas, florestais,
aceiros e locais de plantio.
3. Determinar e demarcar
estradas e talhões de plantio.
4. Interpretar mapas temáticos,
fotos aéreas e imagens de
satélites.
4. Utilizar produtos de mapas
temáticos, fotografias aéreas,
imagens de satélite, GPS,
softwares
de
geoprocessamento.
Planimetria
e
3. Medições de distâncias e
ângulos
4. Demarcação de curvas/
terraços em nível e desnível
5. Métodos de levantamentos
topográficos e elaboração de
planilhas topográficas:
 cálculos de áreas e divisão
de áreas
6. Elaboração/ desenho de
levantamentos
e
mapas
topográficos utilizando-se de
diferentes
equipamentos
topográficos
7. Interpretação de plantas
topográficas e de mapas de uso
do solo
8.
Noções
de
georreferenciamento:
 equipamentos
de
geoprocessamento (GPS);
 noções de espacialização;
 uso de mapas de satélites
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
60
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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II.4 – SILVICULTURA BÁSICA
Função: Produção Vegetal
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Correlacionar a arquitetura da
planta com suas utilidades e
fatores climáticos.
1. Identificar espécies com
potencial
de
exploração
conforme destino da madeira e
região de implantação do
florestamento
ou
reflorestamento.
2. Planejar ações de plantio e
tratos culturais.
2. Executar o preparo do solo,
plantio,
definição
de
espaçamento e tratos culturais.
3. Elaborar planilha de custo de
implantação
e
viabilidade
econômica de reflorestamentos
comerciais.
3. Realizar levantamento de
custo de implantação e análise
econômica de reflorestamentos
comerciais.
4. Analisar o impacto de pragas,
doenças e plantas invasoras nos
plantios.
4.1. Detectar pragas, doenças e
plantas invasoras em áreas de
florestamento e reflorestamento.
4.2. Avaliar os níveis de danos
econômicos na floresta.
1. Características e exigências
das
principais
espécies
plantadas comercialmente no
Brasil:
 Eucalyptus spp;
 Pinus spp;
 Acaciamearnsii;
 Tectonagrandis;
 Populus spp;
 Araucaria angustifólia;
 Palmáceas – Euterpeedulis,
Bactrisgasipaes,
Euterpe
oleracea;
 Schizolobiumparahyba;
 Calophyllum brasiliense;
 Khayaivorensis;
 Ilexparaguariensis;
 Hevea brasiliensis;
 outras
2. Tratos culturais de plantações
florestais:
 preparo de solo;
 definição do espaçamento;
 recomendação
de
adubação;
 plantio e tratos culturais:
o roçadas, combate à
formiga,
podas
e
desbaste
3. Uso múltiplo de florestas:
 sistema agrosilvipastoril;
 sistema agroflorestal;
 sistema silvipastoril
4. Planilha de custo de
implantação
e
análise
econômica de reflorestamentos
comerciais
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5. Conceitos de pragas, doenças
e plantas invasoras, danos
econômicos e seu controle em
áreas de florestamento e
reflorestamento
conforme
espécie
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
40
Total
80 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
100 Horas-aula
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II.5 – PLANEJAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EM
FLORESTAS
Função: Estudo e Planejamento
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar dados e informações
obtidas de pesquisas empíricas
e bibliográficas.
1.1. Identificar demandas e
situações-problema no âmbito
da área profissional.
1.2. Identificar fontes de
pesquisa sobre o objeto em
estudo.
1.3. Elaborar instrumentos de
pesquisa para desenvolvimento
de projetos.
1.4. Constituir amostras para
pesquisas técnicas e científicas,
de
forma
criteriosa
e
explicitada.
1.5. Aplicar instrumentos de
pesquisa de campo.
1. Estudo do cenário da área
profissional:
 características do setor:
o macro e microrregiões
 avanços tecnológicos;
 ciclo de vida do setor;
 demandas e tendências futuras
da área profissional;
 identificação
de
lacunas
(demandas
não
atendidas
plenamente) e de situaçõesproblema do setor
2.
Propor
soluções
parametrizadas por viabilidade
técnica
e
econômica
aos
problemas
identificados
no
âmbito da área profissional.
2.1.
Consultar
Legislação,
Normas
e
Regulamentos
relativos ao projeto.
2.2. Registrar as etapas do
trabalho.
2.3. Organizar os dados obtidos
na forma de textos, planilhas,
gráficos e esquemas.
2. Identificação e definição de
temas para o TCC:
 análise das propostas de temas
segundo os critérios:
o pertinência;
o relevância;
o viabilidade
3. Definição do cronograma de
trabalho
4. Técnicas de pesquisa:
 documentação indireta:
o pesquisa documental;
o pesquisa bibliográfica
 técnicas de fichamento de
obras técnicas e científicas;
 documentação direta:
o pesquisa de campo;
o pesquisa de laboratório;
o observação;
o entrevista;
o questionário
 técnicas de estruturação de
instrumentos de pesquisa de
campo:
o questionários;
o entrevistas;
o formulários etc
5. Problematização
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6. Construção de hipóteses
7. Objetivos:
 geral e específicos (Para quê?
e Para quem?)
8. Justificativa (Por quê?)
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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II.6 – MECANIZAÇÃO FLORESTAL
Função: Produção Vegetal
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Avaliar o funcionamento e
aplicações
de
máquinas,
implementos
e
ferramentas
agrícolas e florestais.
1.1. Selecionar os tipos de
combustíveis e lubrificantes
adequados para máquinas e
implementos florestais.
1.2. Identificar as funções das
máquinas
e
equipamentos
florestais.
2. Analisar a necessidade de
uso e planejar a manutenção
das máquinas e equipamentos
florestais.
2.1. Realizar a manutenção
preventiva
de
máquinas,
implementos
e
ferramentas
florestais.
2.2. Preparar máquinas e
implementos para uso em
diferentes atividades.
2.3.
Operar
tratores
e
motosserras.
2.4. Manusear implementos e
equipamentos de forma segura.
1. Mecanização florestal:
 motor/ potência/ finalidades;
 sistemas de arrefecimento;
 sistemas hidráulicos;
 sistemas elétricos;
 sistemas de lubrificação;
 tipos
e
funções
de
máquinas, equipamentos e
implementos florestais
3. Definir custo de hora
trabalhada
de
tratores
convencionais, florestais e de
implementos.
3. Calcular o custo operacional,
a relação custo benefício e
depreciação de máquinas e
implementos.
2. Equipamentos, máquinas e
implementos florestais para:
 implantação de floresta:
o máquinas (tratores);
o implementos – tipos e
funções (grades, arados,
subsoladores,
sulcadores,
distribuidores de calcário
e distribuidor de adubo)
 manutenção de florestas –
implementos
e
equipamentos:
o roçadeiras;
o pulverizadores;
o máquinas
e
equipamentos
para
podas e atomizadores
 colheita, carregamento e
transporte florestal:
o equipamentos
e
ferramentas manuais;
o sistema
semimecanizado
e
mecanizado
3. Manutenção preventiva e
corretiva
das
máquinas,
implementos e equipamentos
florestais
4. Regulagem de máquinas e
implementos florestais
5. Quesitos de segurança e EPI
para operação de tratores,
implementos e equipamentos
florestais:
 técnica de corte para
sistema semimecanizado
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6. Custo horário de máquinas e
implementos:
 fixo (depreciação, juros,
seguro e alojamento) e
variável
(reparo
e
manutenção,
combustível,
lubrificante e operador) e
capacidade operacional
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
80
Total
80 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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II.7 – MENSURAÇÃO FLORESTAL
Função: Produção Vegetal
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Correlacionar a importância
da estrutura da planta com sua
função econômica.
1.
Construir
aparelhos
alternativos de medição das
variáveis de interesse florestal
(diâmetro, altura e volume de
casca).
2. Analisar os métodos de
medição de diâmetro, altura e
volume das espécies florestais.
2. Manusear instrumentos para
medição das variáveis de
interesse florestal e efetuar
cálculos de área seccional e
basal
de
árvores
e
povoamentos.
1. Diâmetro/ circunferência:
 definição;
 objetivos e aplicação;
 métodos e instrumentos de
medição;
 distribuição
de
classe
diamétrica
3. Avaliar e monitorar os
processos de determinação
volumétrica da madeira.
3. Executar procedimentos de
cubagem
rigorosa
e
determinação do volume de
madeira.
2. Altura:
 definição;
 objetivos e aplicação;
 métodos e instrumentos de
medição (hipsômetros);
 ajuste
de
equações
hipsométricas
3. Área seccional e área basal:
 definição;
 determinação
4. Volume:
 definição;
 objetivos e aplicação;
 volume sólido:
o métodos de cubagem
rigorosa e fator de forma
 volume empilhado (estéreo):
o medição e fatores de
cubicação
e
de
empilhamento
 volumes comerciais:
o esquadrejado
e
laminado
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
60
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
100 Horas-aula
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II.8 – ENTOMOLOGIA FLORESTAL
Função: Estudo e Controle
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Distinguir as características
morfológicas e reprodutivas de
um inseto.
1. Identificar os insetos de
importância florestal bem como
sua fase reprodutiva.
1. Introdução à entomologia
2. Avaliar os níveis de danos
econômicos
causados
às
florestas e definir métodos de
prevenção,
erradicação
e
controle de pragas e doenças.
2.1. Conferir os níveis de danos
causados por doenças aos
florestamentos
e
reflorestamentos.
2.2. Recomendar os métodos
corretos de prevenção, controle
e de erradicação de pragas,
doenças e plantas daninhas,
indicados para cada plantio
florestal.
3.
Reprodução
desenvolvimento:
 fase embrionária;
 metamorfose;
 crescimento
3. Analisar técnicas de controle
alternativo de pragas e doenças.
3. Buscar formas alternativas de
controle de pragas e doenças.
4.
Diagnosticar
pragas
e
doenças em plantios e madeiras
cortadas e industrializadas.
4. Identificar doenças causadas
por pragas em plantios e em
madeiras
cortadas
e
industrializadas.
5. Identificação:
 noções de sistemática;
 principais ordens de insetos
de importância florestal;
 chaves de identificação
2. Morfologia externa do inseto
e
4. Caixa entomológica:
 coleta/ armadilhas;
 preparo;
 montagem
6. Métodos de controle de
doenças, pragas e plantas
invasoras:
 químico;
 legislativo;
 mecânico;
 físico;
 comportamental;
 resistência de plantas;
 cultural;
 biológico
7. Manejo integrado de pragas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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MÓDULO III – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM
FLORESTAS
III.1 – ANÁLISE SOCIAL E ECONÔMICA DE PROJETOS FLORESTAIS
Função: Planejamento e Projetos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Correlacionar e aplicar os
conceitos de economia para
identificar oportunidades de
negócio.
1.1. Selecionar e utilizar técnicas
para realizar pesquisa de
mercado.
1.2. Aplicar conhecimentos para
determinar a demanda e oferta
de produtos e serviços florestais.
1.3.
Coletar
dados
para
determinação do custo de
produção de produtos e serviços
florestais.
2. Analisar os indicadores
econômicos e sociais para
implantação
e
gestão
de
empreendimentos florestais.
3. Interpretar a legislação
florestal e ambiental vigente
para
empreendimentos
florestais.
2.
Identificar,
coletar
e
quantificar
os
recursos
existentes na propriedade rural
para realizar o planejamento e
implantação do empreendimento
florestal.
3.1. Conhecer técnicas para
realizar avaliação de projetos
florestais.
3.2. Consultar a legislação
vigente para cumprir e aplicar as
mesmas na elaboração de
projetos florestais.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Introdução à economia:
 demanda;
 oferta;
 preço de equilíbrio
mercado;
 custo de produção;
 pesquisa de mercado
de
2. Economia florestal:
 o setor florestal;
 matemática
financeira
aplicada ao setor florestal
3. Custos:
 custos na empresa florestal;
 custos
envolvidos
nas
atividades florestais;
 outros custos importantes na
atividade florestal
4. Diagnóstico da propriedade
rural:
 caracterização dos recursos
naturais;
 caracterização dos recursos
humanos
5.
Avaliação
florestais
de
projetos
6. Testes de viabilidade de
projetos de investimento:
 viabilidade técnica;
 viabilidade econômica;
 viabilidade financeira;
 viabilidade social;
 viabilidade política
7.
Métodos
de
avaliação
econômica de projetos
8. Aplicações práticas:
 determinação
do
preço
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


mínimo
de
venda
da
madeira;
aplicação dos critérios de
avaliação econômica;
determinação
do
preço
máximo de arrendamento da
terra;
rotação técnica e rotação
econômica
9. Análise Social de Projetos
10. Análise de Custo – Benefício
11. Legislação Florestal e
Ambiental:
 CREA/
Anotação
de
Responsabilidade Técnica
(ART)
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.2 – MANEJO DE FLORA E FAUNA
Função: Reconhecimento e Avaliação dos Processos nos Recursos Naturais
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar os impactos globais
resultantes da exploração do
meio
ambiente
sobre
a
sustentabilidade
do
ecossistema.
1. Conhecer práticas de campo,
os fatores críticos (físico,
químico e biológico) envolvidos
nos sistemas de produção em
ecossistemas.
2. Analisar os sistemas e
ecossistemas, os elementos que
o compõe e suas respectivas
funções.
2. Relacionar entre si
elementos que compõe
sistemas
de
produção
ecossistemas.
1. Ecologia – conceito:
 ecossistema – conceito;
 descrição,
espécies
e
população;
 estrutura e funcionamento;
 tipos de ecossistemas
3. Avaliar as atividades básicas
de exploração de recursos
naturais
renováveis
que
intervêm no meio ambiente.
3.1. Identificar as características
das atividades produtivas que
impactam o meio ambiente.
3.2. Utilizar procedimentos para
exploração racional dos recursos
naturais (água, ar, solo, fauna,
flora, nos meios antrópicos).
3.3. Elaborar e desenvolver
atividades
de
educação
ambiental.
os
os
e
2. Meio ambiente:
 fatores
que
afetam
o
crescimento das plantas;
 integração vegetal;
 consumidores
e
decompositores;
 equilíbrio florestal;
 principais componentes da
fauna de floresta
3. Características ambientais:
 conservação e preservação
das espécies vegetais e
animais
4. Conceitos
ambiental
de
educação
5.
Parques
ecológicas
e
reservas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
40
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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III.3 – TECNOLOGIA DE PRODUTOS FLORESTAIS
Função: Produção Vegetal
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Planejar, avaliar e monitorar o
preparo de matéria-prima para a
produção de produtos florestais.
1.1. Determinar o ponto de
colheita da madeira e produtos
florestais não madeireiras.
1.2.
Identificar
e
aplicar
adequadamente os métodos e
técnicas de colheita.
1.3. Fazer a seleção e
classificação
das
matériasprimas florestais.
1.4. Aplicar tecnologias de
produção
e
utilizar
os
subprodutos florestais.
1. Determinação do ponto de
colheita:
 da madeira e produtos
florestais não madeireiros
2.
Interpretar
legislação
pertinente e específica ao
processamento de produtos
florestais.
2.
Cumprir
a
legislação
pertinente e específica.
3. Selecionar procedimentos de
controle
de
qualidade
na
produção de produtos florestais.
3.
Aplicar
procedimentos
técnicos
de
controle
de
qualidade quanto ao preparo
econômico
dos
produtos
florestais.
4. Planejar e avaliar o controle
de pragas e doenças em
madeiras
cortadas
e
industrializadas.
4. Reconhecer as pragas e
doenças de madeiras cortadas e
industrializadas.
2. Fatores físicos que afetam a
colheita e pós-colheita
3. Métodos
colheita
e
técnicas
de
4. Seleção e classificação de
matérias-primas florestais
5. Tecnologias
florestal
de
produção
6. Equipamentos utilizados no
processamento de madeiras
7. Métodos e técnicas de
beneficiamento, processamento
e
armazenamento
e
conservação
de
madeiras
processadas
8. Características e controle de
pragas e doenças em madeiras
cortadas e industrializadas
9.
Produtos
florestais
processados:
 tratamento de madeiras;
 chapas de madeiras – MDF,
OSB,
aglomeradas,
compensadas;
 briquetes;
 madeiras;
 papel e celulose;
 essências florestais;
 carvão vegetal
10. Legislação pertinente
exploração vegetal
à
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
80
Total
120 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
100 Horas-aula
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III.4 – AÇÕES COOPERATIVISTAS, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO
AGROFLORESTAL
Função: Estudo e Pesquisa
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Planejar com produtores
rurais e empresas encontros,
palestras e reuniões para
organização e implantação de
projetos agroflorestais.
1.1. Organizar encontros, dias
de campo, palestras e reuniões.
1.2.
Aplicar
técnicas
de
metodologia participativas.
1.3. Aplicar técnicas e dinâmica
de grupo.
1.4. Utilizar técnicas de difusão
do conhecimento.
1. Extensão rural:
 concepções de Assistência
Técnica e de Extensão Rural
para Florestas
2. Técnicas de
individuais e grupais
dinâmicas
2. Analisar e avaliar métodos e
técnicas adotadas em projetos
produtivos.
2. Monitorar projetos produtivos
registrando
resultados
das
técnicas utilizadas.
3. Metodologias participativas
3. Identificar as organizações
cooperativistas e associativas.
3. Caracterizar as organizações
cooperativistas e associativistas.
4. Técnicas para difusão do
conhecimento
4.
Avaliar
as
opções
associativas como forma de
organização social e otimização
do agronegócio.
4.1. Aplicar as concepções
associativas como forma de
organização
social
e
a
otimização do agronegócio.
4.2. Aplicar o cooperativismo
como forma de organização
social e econômica.
5. Desenvolver
empreendedor
cooperativismo.
o
espírito
no
5.
Fortalecer
o
espírito
empreendedor relacionando o
cooperativismo.
5. Setor público, privado
terceiro setor (ONGs)
e
6. Formas de organização
social:
 cooperativas, associações,
sindicatos, partidos políticos,
sociedades
anônimas,
ONGs e condomínios;
 cooperativismo:
o introdução,
princípios
cooperativistas, origens,
inserção
mundial,
nacional e regional;
 empresa:
o cooperativa:
 caracterização,
estrutura,
organograma,
funções dos órgãos
sociais, organização
do quadro social,
legislação e estatuto
cooperativista
7. Empresa cooperativa-escola:
 objetivo,
estrutura
e
funcionamento
8. Conceitos de trabalho em
equipe e em cooperação:
 formação
de
líderes
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






comunitários;
diagnóstico da empresa
cooperativa-escola;
levantamento dos recursos;
elaboração de projetos;
elaboração do custo de
produção dos projetos;
acompanhamento
dos
projetos
produtivos
da
cooperativa-escola;
levantamento do índice de
produtividade
de
cada
projeto produtivo;
elaboração
de
balanço
contábil
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.5 – ARBORIZAÇÃO URBANA
Função: Produção Vegetal
COMPETÊNCIAS
1.
Elaborar
projetos
arborização urbana.
de
2.
Reconhecer
problemas
relacionados
à
falta
de
planejamento da arborização
urbana para promover a sua
revitalização.
3.
Propor
atividades
de
educação
ambiental
para
conscientização da necessidade
de preservação da arborização
urbana.
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.1. Aplicar os princípios básicos
para elaboração de projetos de
arborização urbana.
1.2. Selecionar as espécies
adequadas conforme o local de
implantação.
1.3.
Utilizar
as
técnicas
adequadas para implantação e
manutenção
das
árvores
existentes no município.
1. Princípios básicos para
projetos de arborização urbana
2. Selecionar e utilizar diferentes
práticas de educação ambiental
para
promover
a
conscientização e implantação
de projetos de arborização
urbana.
3. Consultar a legislação vigente
para cumprir e aplicar as
mesmas na elaboração e
manutenção de projetos de
arborização urbana.
2. Implantação da arborização
em vias públicas
3.
Parâmetros
para
a
arborização de passeios em vias
públicas
4.
Parâmetros
para
a
arborização de áreas livres
públicas
5. Plantio de árvores
6. Legislação para arborização
urbana:
 estadual e municipal;
 Projetos
Municipais
e
Estaduais relacionados à
arborização urbana
7. Relatório Técnico para
supressão/
substituição
de
espécime da arborização urbana
8. Técnicas
ambiental
de
educação
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.6 – MANEJO E INVENTÁRIO FLORESTAL
Função: Estudo e Pesquisa
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Planejar
e
elaborar
instrumentos para inventário
florestal (patrimônio da floresta).
1. Aplicar instrumentos para
coleta de dados a serem
inventariados.
2. Sistematizar e avaliar dados
estatísticos
do
inventário
florestal.
2. Compilar dados estatísticos
para
procedimentos
de
inventário florestal.
3. Interpretar
florestal.
3.1. Identificar as espécies com
potencial de exploração ou
ameaçadas
dentro
da
comunidade florestal nativa.
3.2. Mapear árvores para corte,
coleta de sementes e essências
e produtos em florestas.
1. Inventário Florestal:
 planejamento e execução;
 confecção de mapas para
levantamentos florestais;
 checklist para realização de
levantamentos florestais;
 locação de parcelas;
 coleta de dados;
 proposta comercial:
o custo e contrato
o
patrimônio
4. Contribuir para elaboração de
Planos de Manejo de Florestas.
4. Executar o Plano de Manejo
de áreas florestais.
2. Procedimentos de Inventário:
 censo florestal;
 amostragem casual simples;
 amostragem estratificada;
 amostragem sistemática;
 árvore média
3.
Levantamento
fitossociológico:
 parâmetros fitossociológicos
vertical e horizontal;
 índices de diversidade e
equabilidade
4. Técnicas de Manejo Florestal:
 exploração;
 preservação
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
80
Total
120 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
100 Horas-aula
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III.7 – INGLÊS INSTRUMENTAL
Função: Estudos e Pesquisas
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Identificar a aplicação da
língua inglesa em processos de
comunicação administrativa e
empresarial.
1. Utilizar a língua inglesa nas
atividades
administrativas e
empresariais.
2. Compreender o conteúdo de
documentos escritos em língua
inglesa.
2. Comunicar-se
inglesa.
3. Identificar a utilização da
língua inglesa na aplicação de
negociação
comercial
com
países estrangeiros.
3. Aplicar a língua inglesa em
processos de elaboração e
interpretação de documentos.
1. Conscientização sobre leitura
e
compreensão
(skimming,
scanning e seletividade):
 facilitadores de leitura:
o prediction,
cognates,
repeated
words,
typographical evidences
and use of dictionary –
texts for comprehension
 fundamentos da tradução
técnica;
 terminologia básica da área
técnica
4. Reconhecer a língua inglesa
com diferencial em negociação
com empresas estrangeiras e
nos processos administrativos
de exportação e importação.
4.1. Traduzir oralmente ou por
escrito documentos em língua
inglesa.
4.2. Realizar negociações em
língua inglesa por meio de
documentos
escritos
ou
comunicação oral.
4.3. Aplicar língua inglesa nos
processos administrativos.
em
língua
2. Simple Present Tense (active
and passive)
3. Simple Past Tense (active and
passive)
4. Contextual Reference – texts
for comprehension
5. Word Formation:
 suffixes
–
texts
comprehension
for
6. Word Formation:
 prefixes
–
texts
comprehension
for
7. Simple Future Tense
8. Plural of nouns – texts for
comprehension
9. Comparison (adjectives) –
comparison of quantities (of the
same type) using the conditional
operators (as for example: <=
smaller than or equal to) – texts
for comprehension
10. Comparison (adverbs)
texts for comprehension
–
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
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III.8 – DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EM
FLORESTAS
Função: Desenvolvimento e Gerenciamento de Projetos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Planejar as fases de
execução de projetos com base
na natureza e na complexidade
das atividades.
1.1. Consultar catálogos e
manuais de fabricantes e de
fornecedores
de
serviços
técnicos.
1.2. Comunicar ideias de forma
clara e objetiva por meio de
textos e explanações orais.
2. Avaliar as fontes de recursos
necessários
para
o
desenvolvimento de projetos.
3. Avaliar a execução e os
resultados obtidos de forma
quantitativa e qualitativa.
BASES TECNOLÓGICAS
2.1.
Correlacionar
recursos
necessários
e
plano
de
produção.
2.2. Classificar os recursos
necessários
para
o
desenvolvimento do projeto.
2.3. Utilizar de modo racional os
recursos destinados ao projeto.
3.1. Verificar e acompanhar o
desenvolvimento do cronograma
físico-financeiro.
3.2. Redigir relatórios sobre o
desenvolvimento do projeto.
3.3. Construir gráficos, planilhas,
cronogramas e fluxogramas.
3.4. Organizar as informações,
os textos e os dados, conforme
formatação definida.
1. Referencial teórico:
 pesquisa e compilação
dados;
 produções científicas etc
de
2. Construção de conceitos
relativos ao tema do trabalho:
 definições;
 terminologia;
 simbologia etc
3. Definição dos procedimentos
metodológicos:
 cronograma de atividades;
 fluxograma do processo
4. Dimensionamento dos recursos
necessários
5. Identificação das fontes de
recursos
6. Elaboração dos
pesquisa:
 seleção;
 codificação;
 tabulação
dados
de
7. Análise dos dados:
 interpretação;
 explicação;
 especificação
8. Técnicas para elaboração de
relatórios, gráficos, histogramas
9. Sistemas de gerenciamento de
projeto
10. Formatação
acadêmicos
de
trabalhos
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
60
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Divisão de
Turmas
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4.5.
Enfoque Pedagógico
Constituindo-se em meio para guiar a prática pedagógica, o currículo organizado por meio
de competências será direcionado para a construção da aprendizagem do aluno,
enquanto sujeito do seu próprio desenvolvimento. Para tanto, a organização do processo
de aprendizagem privilegiará a definição de projetos, problemas e/ ou questões geradoras
que orientam e estimulam a investigação, o pensamento e as ações, assim como a
solução de problemas.
Dessa forma, a problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes
de formação se constituem em ferramentas básicas para a construção das habilidades,
atitudes e informações relacionadas que estruturam as competências requeridas.
4.6.
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
A sistematização do conhecimento sobre um objeto pertinente à profissão, desenvolvido
mediante controle, orientação e avaliação docente, permitirá aos alunos o conhecimento
do campo de atuação profissional, com suas peculiaridades, demandas e desafios.
Ao considerar que o efetivo desenvolvimento de competências implica na adoção de
sistemas de ensino que permitam a verificação da aplicabilidade dos conceitos tratados
em sala de aula, torna-se necessário que cada escola, atendendo às especificidades dos
cursos que oferece, crie oportunidades para que os alunos construam e apresentem um
produto final – Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Caberá a cada escola definir, por meio de regulamento específico, as normas e as
orientações que nortearão a realização do Trabalho de Conclusão de Curso, conforme a
natureza e o perfil de conclusão da Habilitação Profissional.
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá envolver necessariamente uma pesquisa
empírica, que somada à pesquisa bibliográfica dará o embasamento prático e teórico
necessário para o desenvolvimento do trabalho. A pesquisa empírica deverá contemplar
uma coleta de dados, que poderá ser realizada no local de estágio supervisionado,
quando for o caso, ou por meio de visitas técnicas e entrevistas com profissionais da área.
As atividades, em número de 120 (cento e vinte) horas, destinadas ao desenvolvimento
do Trabalho de Conclusão de Curso, serão acrescentadas às aulas previstas para o curso
e constarão do histórico escolar do aluno.
O desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso pautar-se-á em pressupostos
interdisciplinares, podendo exprimir-se por meio de um trabalho escrito ou de uma
proposta de projeto. Caso seja adotada a forma de proposta de projeto, os produtos
poderão ser compostos por elementos gráficos e/ ou volumétricos (maquetes ou
protótipos) necessários à apresentação do trabalho, devidamente acompanhados pelas
respectivas especificações técnicas; memorial descritivo, memórias de cálculos e demais
reflexões de caráter teórico e metodológico pertinentes ao tema.
A temática a ser abordada deve estar contida no âmbito das atribuições profissionais da
categoria, sendo de livre escolha do aluno.
4.6.1. Orientação
Ficará a orientação do desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso por conta do
professor responsável pelos temas do Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) em FLORESTAS, no 2º MÓDULO e Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) em FLORESTAS, no 3º MÓDULO.
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4.7.
Prática Profissional
A Prática Profissional será desenvolvida em empresas e nos laboratórios e oficinas da
Unidade Escolar.
A prática será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e não está
desvinculada da teoria; constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao longo do
curso por meio de atividades como estudos de caso, visitas técnicas, conhecimento de
mercado e das empresas, pesquisas, trabalhos em grupo, individual e relatórios.
O tempo necessário e a forma para o desenvolvimento da Prática Profissional realizada
na escola e nas empresas serão explicitados na proposta pedagógica da Unidade Escolar
e no plano de trabalho dos docentes.
4.8.
Estágio Supervisionado
A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM FLORESTAS não
exige o cumprimento de estágio supervisionado em sua organização curricular, contando
com aproximadamente 700 horas-aula de práticas profissionais, que poderão ser
desenvolvidas integralmente na escola ou em empresas da região, por meio de
simulações, experiências, ensaios e demais técnicas de ensino que permitam a vivência
dos alunos em situações próximas da realidade do setor produtivo. O desenvolvimento de
projetos, estudos de casos, realização de visitas técnicas monitoradas, pesquisas de
campo e aulas práticas desenvolvidas em laboratórios, oficinas e salas-ambiente
garantirão o desenvolvimento de competências específicas da área de formação.
O aluno, a seu critério, poderá realizar estágio supervisionado, não sendo, no entanto,
condição para a conclusão do curso. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas
deverão constar do Histórico Escolar do aluno. A escola acompanhará as atividades de
estágio, cuja sistemática será definida através de um Plano de Estágio Supervisionado
devidamente incorporado ao Projeto Pedagógico da Unidade Escolar. O Plano de Estágio
Supervisionado deverá prever os seguintes registros:

sistemática de acompanhamento, controle e avaliação;

justificativa;

metodologias;

objetivos;

identificação do responsável pela Orientação de Estágio;

definição de possíveis campos/ áreas para realização de estágios.
O estágio somente poderá ser realizado de maneira concomitante com o curso, ou seja,
ao aluno será permitido realizar estágio apenas enquanto estiver regularmente
matriculado. Após a conclusão de todos os componentes curriculares será vedada a
realização de estágio supervisionado.
4.9.
Novas Organizações Curriculares
O Plano de Curso propõe a organização curricular estruturada em três módulos, com um
total de 1200 horas ou 1500 horas-aula.
A Unidade Escolar, para dar atendimento às demandas individuais, sociais e do setor
produtivo, poderá propor nova organização curricular, alterando o número de módulos,
distribuição das aulas e dos componentes curriculares. A organização curricular proposta
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levará em conta, contudo, o perfil de conclusão da habilitação, da qualificação e a carga
horária prevista para a habilitação.
A nova organização curricular proposta entrará em vigor após a homologação pelo Órgão
de Supervisão Educacional do Ceeteps.
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CAPÍTULO 5
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
O aproveitamento de conhecimentos e experiências adquiridas anteriormente pelos
alunos, diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva
habilitação profissional, poderá ocorrer por meio de:
 qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros
cursos;
 cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, mediante
avaliação do aluno;
 experiências adquiridas no trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação
do aluno;
 avaliação de competências reconhecidas em processos formais de certificação
profissional.
O aproveitamento de competências, anteriormente adquiridas pelo aluno, por meio da
educação formal/ informal ou do trabalho, para fins de prosseguimento de estudos, será
feito mediante avaliação a ser realizada por comissão de professores, designada pela
Direção da Escola, atendendo os referenciais constantes de sua proposta pedagógica.
Quando a avaliação de competências tiver como objetivo a expedição de diploma, para
conclusão de estudos, seguir-se-ão as diretrizes definidas e indicadas pelo Ministério da
Educação e assim como o contido na deliberação CEE 107/2011.
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CAPÍTULO 6
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
A avaliação, elemento fundamental para acompanhamento e redirecionamento do
processo de desenvolvimento de competências estará voltado para a construção dos
perfis de conclusão estabelecidos para as diferentes habilitações profissionais e as
respectivas qualificações previstas.
Constitui-se num processo contínuo e permanente com a utilização de instrumentos
diversificados – textos, provas, relatórios, autoavaliação, roteiros, pesquisas, portfólio,
projetos etc. – que permitam analisar de forma ampla o desenvolvimento de competências
em diferentes indivíduos e em diferentes situações de aprendizagem.
O caráter diagnóstico dessa avaliação permite subsidiar as decisões dos Conselhos de
Classe e das Comissões de Professores acerca dos processos regimentalmente previstos
de:

classificação;

reclassificação;

aproveitamento de estudos.
E permite orientar/ reorientar os processos de:

recuperação contínua;

progressão parcial.
Estes três últimos, destinados a alunos com aproveitamento insatisfatório, constituir-se-ão
de atividades, recursos e metodologias diferenciadas e individualizadas com a finalidade
de eliminar/ reduzir dificuldades que inviabilizam o desenvolvimento das competências
visadas.
Acresce-se ainda que, o instituto da Progressão Parcial cria condições para que os alunos
com menção insatisfatória em até três componentes curriculares possam,
concomitantemente, cursar o módulo seguinte, ouvido o Conselho de Classe.
Por outro lado, o instituto da Reclassificação permite ao aluno a matrícula em módulo
diverso daquele que está classificado, expressa em parecer elaborado por Comissão de
Professores, fundamentada nos resultados de diferentes avaliações realizadas.
Também através de avaliação do instituto de Aproveitamento de Estudos permite
reconhecer como válidas as competências desenvolvidas em outros cursos – dentro do
sistema formal ou informal de ensino, dentro da formação inicial e continuada de
trabalhadores, etapas ou módulos das habilitações profissionais de nível técnico ou as
adquiridas no trabalho.
Ao final de cada módulo, após análise com o aluno, os resultados serão expressos por
uma das menções abaixo conforme estão conceituadas e operacionalmente definidas:
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MENÇÃO
CONCEITO
DEFINIÇÃO OPERACIONAL
MB
Muito Bom
O aluno obteve excelente desempenho no desenvolvimento das
competências do componente curricular no período.
B
Bom
O aluno obteve bom desempenho no desenvolvimento das
competências do componente curricular no período.
R
Regular
O aluno obteve desempenho regular no desenvolvimento das
competências do componente curricular no período.
I
Insatisfatório
O aluno obteve desempenho insatisfatório no desenvolvimento
das competências do componente curricular no período.
Será considerado concluinte do curso ou classificado para o módulo seguinte o aluno que
tenha obtido aproveitamento suficiente para promoção – MB, B ou R – e a frequência
mínima estabelecida.
A frequência mínima exigida será de 75% (setenta e cinco) do total das horas
efetivamente trabalhadas pela escola, calculada sobre a totalidade dos componentes
curriculares de cada módulo e terá apuração independente do aproveitamento.
A emissão de Menção Final e demais decisões, acerca da promoção ou retenção do
aluno, refletirão a análise do seu desempenho feita pelos docentes nos Conselhos de
Classe e/ ou nas Comissões Especiais, avaliando a aquisição de competências previstas
para os módulos correspondentes.
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CAPÍTULO 7
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
1. LABORATÓRIO DE FLORESTAS

A área para este laboratório será de aproximadamente 80m².
Sala de Apoio Climatizada para Sementes

Sala com uma área útil aproximada de 6m² de câmara fria para armazenar sementes.
1.1. Equipamentos
Quantidade
Identificação
05
Motosserra para corte de árvore.
05
Podão.
10
Enxada.
10
Rastelo.
05
Machado.
10
Cavadeira.
05
Microscópio.
20
Placa de petri.
05
Lupa eletrônica.
10
Lupa manual.
05
Clinômetro.
05
GPS.
05
Bússola.
05
Epsômetro.
15
Fita dendrométrica.
05
Balança de precisão.
01
Estufa para sementes.
01
Estufa de secagem.
01
Mufla.
05
Dessecador.
1.2. Mobiliário
Quantidade
Identificação
05
Bancadas móveis.
20
Bancos de madeira.
05
Armários.
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BIBLIOGRAFIA
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SANQUETTA, Carlos Roberto; WATZLAWICK, Luciano Farinha; CÔRTE, Ana Paula
Dalla e FERNANDES, Lucila de Almeida V. Inventários Florestais: Planejamento e
Execução. Curitiba: Multi-Graphic Gráfica e Editora, 2006. 271p.
SCOLFORO, J. R. S. e FIGUEIREDO FILHO, A. Biometria Florestal: Medição e
Volumetria de Árvores. Lavras: UFLA/ Faepe, 1998. 310p.
SCOLFORO, J. R. S.; MELLO, J. M. Inventário Florestal. Lavras, Ufla/ Faepe, 1997.
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Segurança e Saúde no Trabalho. (Coordenação do Projeto: Francisco José Carvalho
Mazzeu, Diego Joel Demarco e Luna Kalil). São Paulo: Unitrabalho – Fundação
Interuniversitária de Estudos e Pesquisas Sobre o Trabalho. Brasília, DF: Ministério da
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2007. (Coleção Cadernos de EJA)
SEIXAS, F. Mecanização na Exploração Florestal. Esalq, USP, 1995.
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SILVEIRA, G. M. Máquinas Para Colheita e Transporte. Volume IV. Viçosa: Aprenda
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SILVEIRA, G. M. Os Cuidados Com o Trator. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 312p.
SILVEIRA, G. M. Preparo do solo: Técnicas e Implementos. Volume II. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2001. 292p.
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
















SOARES, C. P. B.; NETO, FRANCISCO de P. e SOUZA, A. L. de. Dendrometria e
Inventário Florestal. Viçosa: Editora UFV, 2006. 276p.
SOARES, Ronaldo Viana e BATISTA, Antonio Carlos. Incêndios Florestais: Controle,
Efeitos e Uso do Fogo. 2007. 250p.
SOUZA, M. H. de. Madeiras Tropicais Brasileiras. 2ª Edição. Revisada. Brasília:
Edições Ibama, 2002. 152p.
SOUZA, Vinícius C. e LORENZI, Harri. Chave de Identificação – Para as Principais
Famílias de Angiospermas Nativas e Cultivadas do Brasil. Editora Instituto Plantarum,
2007. 31p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal, 2004.
TESCH, Walter. Dicionário Básico do Cooperativismo. Brasília: Sescoop, 2000.
VALERI, Sérgio Valiengo, et al. Manejo e Recuperação Florestal. 2003. Editora Funep.
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VEIGA, L. A. K. et al. Fundamentos de Topografia. 2007. 205p.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica – Organografia. 4ª Edição. Viçosa, Minas
Gerais. Editora UFV, 2000. 124p.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica – Organografia: Quadros Sinóticos Ilustrados
de Fanerógamos. 4ª Edição. Viçosa: UFV, 2003. 124p.
VILELA, Evaldo; LUCIA, Terezinha M. C. Della. Feromônios de Insetos: Biologia,
Química e Emprego no Manejo de Pragas. 2ª Edição. Ribeirão Preto: Holos, 2001.
206p.
VITAL, Antonio Rocha. Industrialização do Látex: Folha Clara Brasileira. Cuiabá:
Emater-MT, 1990. 51p.
VITAL, Benedito Rocha. Planejamento e Operação de Serrarias. Viçosa, Minas
Gerais: Editora UFV, 2008. 211p.
WENDLIG, Ivar. Planejamento e Instalação de Viveiros. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001.
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WENDLING, Ivar; GATTO, Alcides. Substratos, Adubação e Irrigação na Produção de
Mudas. Editora Aprenda Fácil, 2002. 165p.
YAMAZOE, G. Manual de Pequenos Viveiros Florestais. São Paulo: Páginas & Letras
Editora e Gráfica, 2003. 120p.
ZANUNCIO, J. C. Manual de Pragas em Florestas. Volume I, II, III e IV. IPEF/ SIF,
1993.
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CAPÍTULO 8
PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
A contratação dos docentes, que irão atuar no Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS, será
feita por meio de Concurso Público e/ ou processo seletivo como determinam as normas
próprias do Ceeteps, obedecendo à ordem abaixo discriminada:
 Licenciados na Área Profissional relativa à disciplina;
 Graduados na Área da disciplina.
O Ceeteps proporcionará cursos de capacitação para docentes voltados para o
desenvolvimento de competências diretamente ligadas ao exercício do magistério, além
do conhecimento da filosofia e das políticas da educação profissional.
TITULAÇÕES DOCENTES POR COMPONENTE CURRICULAR*
COMPONENTE CURRICULAR
Ética e Cidadania Organizacional
TITULAÇÃO

Administração/
modalidade)

Ciências Administrativas

Ciências Contábeis

Ciências Econômicas/ Economia

Ciências Gerenciais e Orçamentos Contábeis

Ciências Jurídicas

Ciências Jurídicas e Sociais

Ciências Sociais (LP)/ Sociologia e Política (LP)/ Sociologia
(LP)

Ciências Sociais/ Sociologia e Política/ Sociologia

Direito

Estudos Sociais com Habilitação em História (LP)

Filosofia

Filosofia (LP)

História

História (LP)

Pedagogia (G ou LP)

Psicologia

Psicologia (LP)

Relações Internacionais

Sociologia/ Ciências Sociais/ Sociologia e Política

Tecnologia em Planejamento Administrativo

Tecnologia em Planejamento Administrativo e Programação
Econômica

Tecnologia em Processos Gerenciais
Ciências
Administrativas
(qualquer
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Planejamento e Uso do Solo I e II
Morfologia e Taxonomia Vegetal
Viveiro Florestal
Saúde e Segurança no Trabalho
Florestal

Agrimensura (EII)

Agronomia

Ciências Agrárias (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola e Ambiental

Engenharia Agronômica

Engenharia Civil

Engenharia de Agrimensura

Engenharia de Minas

Engenharia de Produção Civil

Engenharia de Produção de Minas

Engenharia Florestal

Engenharia Hídrica

Engenharia Industrial Civil

Engenharia Industrial de Minas

Estradas (EII)

Tecnologia Agrícola

Tecnologia em Agricultura

Tecnologia em Agronomia

Tecnologia em Produção Agrícola

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Biologia (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Ciências Biológicas (LP)

Ecologia (G/ LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Agronomia

Agropecuária (EII)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Agropecuária (EII)
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Linguagem, Trabalho e
Tecnologia
Estudos e Pesquisas na Área
Florestal
Representação Gráfica na Área
Florestal

Ciências Agrárias (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Ambiental

Engenharia com Especialização em Segurança do Trabalho

Engenharia Florestal

Segurança do Trabalho (EII)

Tecnologia Agrícola

Tecnologia em Agricultura

Tecnologia em Agronomia

Tecnologia em Produção Agrícola

Tecnologia em Segurança do Trabalho

Tecnologia em Silvicultura

Letras com Habilitação em Linguística

Letras com Habilitação em Português (LP)

Letras com Habilitação em Secretário Bilíngue/ Português

Letras com Habilitação em Secretário Executivo Bilíngue/
Português

Letras com Habilitação em Tradutor e Intérprete/ Português

Linguística (G/ LP)

Secretariado/ Secretariado Executivo

Secretário/ Secretariado Executivo com Habilitação em
Português

Tecnologia em Automação de Escritório e Secretariado

Tecnologia em Formação de Secretário

Tecnologia em Secretariado Executivo Bilíngue

Tecnologia em Secretariado Executivo Trilíngue

Tradutor e Intérprete com Habilitação em Português

Agronomia

Agropecuária

Agropecuária (EII)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agrícola
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Aplicativos Informatizados em
Florestas

Engenharia Agronômica

Engenharia Civil

Engenharia de Agrimensura

Engenharia de Cartografia

Engenharia Florestal

Tecnologia em Construção Civil

Tecnologia em Silvicultura

Administração de Sistemas de Informação

Análise de Sistemas

Análise de Sistemas Administrativos em Processamento de
Dados

Análise de Sistemas de Informação

Análise de Sistemas e Tecnologia da Informação

Ciência da Computação

Ciências da Computação

Computação

Computação (LP)

Computação Científica

Engenharia da Computação

Engenharia de Computação

Física – Opção Informática

Física Computacional

Matemática Aplicada às Ciências da Computação

Matemática Aplicada e Computação Científica

Matemática Aplicada e Computacional

Matemática com Informática

Matemática Computacional

Processamento de Dados

Processamento de Dados (EII)

Programação de Sistemas (EII)

Sistemas de Informação

Sistemas e Tecnologia da Informação (LP)

Tecnologia da Informação e Comunicação

Tecnologia de Computação

Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas

Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnologia em Banco de Dados

Tecnologia em Informática
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Recuperação de Áreas
Degradadas
Silvicultura Básica
Planejamento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em
Florestas
Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em
Florestas
Mecanização Florestal

Tecnologia em Informática – Ênfase em Gestão de Negócios

Tecnologia em Informática para a Gestão de Negócios

Tecnologia em Processamento de Dados

Tecnologia em Processamentos de Dados

Tecnologia em Projetos de Sistemas de Informações

Tecnologia em Redes de Computadores

Tecnologia em Sistema para Internet

Tecnologia em Sistemas da Informação

Tecnologia em Web

Tecnologia em Web Design

Agronomia

Ciências Agrícolas (LP)

Ciências Biológicas (LP)

Ecologia (G/ LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Ciências Agrárias (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola e Ambiental

Engenharia Agroindustrial

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Engenharia Industrial Madeireira/ Industrial Madeireiro

Tecnologia Agrícola

Tecnologia em Agricultura

Tecnologia em Agronomia

Tecnologia em Produção Agrícola

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia
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Mensuração Florestal
Entomologia Florestal
Análise Social e Econômica de
Projetos Florestais
Manejo de Flora e Fauna

Agropecuária (EII)

Ciências Agrárias (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola e Ambiental

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Engenharia Industrial Madeireira/ Industrial Madeireiro

Tecnologia Agrícola

Tecnologia em Agricultura

Tecnologia em Agronomia

Tecnologia em Produção Agrícola

Tecnologia em Silvicultura

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Biologia (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Ciências Biológicas (LP)

Ecologia (G/ LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Administração

Agronomia

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Agronegócio

Zootecnia

Agronomia

Agropecuária (EII)

Biologia

Biologia (LP)

Ciências Agrárias (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Ciências Biológicas

Ciências Biológicas (LP)
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Tecnologia de Produtos Florestais
Ações Cooperativistas,
Assistência Técnica e Extensão
Agroflorestal
Arborização Urbana
Manejo e Inventário Florestal

Ecologia (G/ LP)

Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola e Ambiental

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Gestão Ambiental

Tecnologia em Gestão Ambiental

Agronomia

Ciências Agrárias (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola e Ambiental

Engenharia Agronômica

Engenharia de Produção Agroindustrial

Engenharia Florestal

Engenharia Industrial Madeireira/ Industrial Madeireiro

Tecnologia Agrícola

Tecnologia em Agricultura

Tecnologia em Agronomia

Tecnologia em Produção Agrícola

Administração

Agronomia

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Gestão de Cooperativas

Tecnologia em Gestão do Agronegócio

Zootecnia

Agronomia

Ciências Agrícolas (LP)

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Agronomia

Biologia (LP)

Ciências Agrícolas (LP)

Ciências Biológicas (LP)
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Inglês Instrumental

Engenharia Agronômica

Engenharia Florestal

Tecnologia em Silvicultura

Letras com Habilitação em Inglês (LP)

Letras com Habilitação em Secretariado Executivo Bilíngue/
Inglês

Letras com Habilitação em Secretário Bilíngue/ Inglês

Letras com Habilitação em Secretário Executivo Bilíngue

Letras com Habilitação em Secretário Executivo Bilíngue/
Inglês

Letras com Habilitação em Tradutor e Intérprete/ Inglês

Língua Inglesa – Modalidade Secretariado Bilíngue

Língua Inglesa – Modalidade Secretariado Bilíngue
Português/ Inglês

Secretário/ Secretariado Executivo com Habilitação em Inglês

Tecnologia em Automação de Escritório e Secretariado/ Inglês

Tecnologia em Automação Secretariado Executivo Bilíngue/
Inglês

Tecnologia em Formação de Secretariado/ Inglês

Tecnologia em Formação de Secretário/ Inglês

Tecnologia em Secretariado Executivo Bilíngue/ Inglês

Tradutor e Intérprete com Habilitação em Inglês
–
*O quadro acima apresenta a indicação da formação e qualificação para a função
docente. Para a organização dos concursos públicos, a unidade escolar deverá
consultar o Catálogo de Requisitos de Titulação para Docência.
Toda Unidade Escolar conta com:

Diretor de Escola Técnica;

Diretor de Serviço – Área Administrativa;

Diretor de Serviço – Área Acadêmica;

Coordenador de Projetos Responsável pela Coordenação Pedagógica;

Coordenador de Curso;

Auxiliar Docente;

Docentes.
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CAPÍTULO 9
CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Ao aluno concluinte do curso será conferido e expedido o diploma de TÉCNICO EM
FLORESTAS, satisfeitas as exigências relativas:
 ao cumprimento do currículo previsto para habilitação;
 à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
O primeiro módulo não oferece terminalidade e será destinado à construção de um
conjunto de competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais
complexas, previstas para os módulos subsequentes.
Ao término dos dois primeiros módulos, o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação
Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS.
O certificado e o diploma terão validade nacional.
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PARECER TÉCNICO
Análise dos Itens do Plano de Curso
1.1. Identificação da Instituição: Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza –
Ceeteps
1.1.1. CNPJ – 62823257/0001-09
Natureza Jurídica – Autarquia Estadual
1.1.2. Endereço – Rua dos Andradas, 140 – Santa Ifigênia – 01208-000 – São Paulo – SP – (11)
3324-3300 – http://www.centropaulasouza.sp.gov.br
1.1.3. Dependência Administrativa – Estadual
1.1.4. Supervisão de Ensino Delegada – Resolução SE 78, de 07-11-2008
1.2. Identificação do Curso

Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM FLORESTAS.

Eixo Tecnológico: Recursos Naturais.
O Eixo Tecnológico propõe uma carga horária de 1200 horas. O curso apresentado
propõe um total de 1200 horas distribuídas em três semestres, com 400 horas cada um,
ou 1500 horas-aula com 500 horas-aula por semestre.
1.3. Justificativas e Objetivos
Desde o início da colonização do Brasil, as florestas da região costeira vêm sendo
derrubadas. Naquela época, destacavam-se as matas de jacarandá e de outras madeiras
nobres da região do Sul da Bahia, do Norte do Espírito Santo e da denominada Zona da
Mata de Minas Gerais. A intensificação do desmatamento se acentuou a partir de 1920,
após o término da I Grande Guerra, com a vinda de imigrantes, especialmente da Europa.
Além do prosseguimento da derrubada das árvores da Mata Atlântica, ocorreu a
destruição avassaladora dos pinheirais da Região Sul do país. Os carvoeiros e
lenhadores avançavam com a derrubada de árvores para suprir as demandas dos
usuários, destacadamente nas regiões dos Cerrados e do Meio-Norte, não respeitando as
restrições legais de matas nativas, de proteção das nascentes, limites das margens dos
cursos d’água, encostas com declives acentuados e topos de morros. Na região norte do
Estado do Paraná as matas de peroba e outras espécies de madeiras de lei foram
extintas sem o devido aproveitamento nas serrarias, porque o objetivo era a ocupação da
área para plantios de cafezais. As áreas desmatadas da Floresta Amazônica, da Mata
Atlântica e do Cerrado somam aproximadamente 30% do território brasileiro, ou a soma
das superfícies formadas pelos Estados das Regiões Nordeste e Sudeste.
A comprovação que os desflorestamentos e as queimadas não só aceleram o efeito
estufa, como estão diretamente relacionados às mudanças drásticas na formação de
nuvens, o que pode diminuir os índices de queda de chuvas não apenas em vastas áreas
da Amazônia como em outras partes do país (Centro-Oeste, Sul e Sudeste),
especialmente durante o final da estação seca. (época das queimadas: agosto/ outubro)
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O Brasil possui um dos maiores remanescentes de florestas nativas no mundo (cerca de
5,1 milhões de quilômetros quadrados), várias representações de zonas climáticas e
inúmeros biomas, dentre eles a Amazônia brasileira. Em função disso detém 20% das
espécies do mundo. Além disso, nossas áreas exploradas com atividades agropecuárias
e florestais ainda estão longe de atingirem seu potencial máximo produtivo.
Mesmo assim, as estatísticas econômicas mostram que o agronegócio florestal brasileiro
está em crescente expansão. Isto diz respeito à borracha natural, madeira, celulose, papel
e móveis e seria muito mais impactante se fossem incluídas as atividades ligadas aos
demais produtos não madeireiros, erva-mate, cogumelo, plantas medicinais, entre outros,
e os serviços ambientais. Apesar de sua contribuição socioeconômica, tem-se atribuído
ao agronegócio florestal brasileiro grande parte da responsabilidade sobre os danos
ambientais decorrentes do mau uso agropecuário e florestal nos diferentes biomas
brasileiros, em especial no Cerrado, na Mata Atlântica e na Amazônia. Atender à
demanda futura sem degradar as florestas naturais somente poderá ser conseguido se
aumentarmos a eficiência e eficácia da produção, da exploração e da conversão da
matéria-prima. (Clayton Campanhola)
Os aspectos ambientais, sociais e econômicos do setor florestal brasileiro, o uso
sustentável de florestas nativas e plantadas, atividades de reflorestamento, notadamente
em pequenas propriedades rurais, a recuperação das florestas de preservação
permanente, o desenvolvimento das indústrias de base florestal, a ampliação dos
mercados interno e externo de produtos e subprodutos florestais, o estímulo à proteção
da biodiversidade e dos ecossistemas florestais são algumas das preocupações que,
mais afligem este setor da vida brasileira.
Os mais diversos mecanismos legais ou gerenciais estão revolucionando nossas vidas na
tentativa de gerir os recursos naturais visando garantir nossa qualidade de vida e das
gerações futuras. No setor florestal, o conflito entre a correta decisão de corte ou
intocabilidade de uma árvore ou seu conjunto que formam as matas ou florestas, tem
obrigado cada vez mais as empresas e a sociedade em geral, através do consumidor, a
procurar uma forma confiável de conhecer a origem e o correto controle ambiental e
socioeconômico dos produtos a base de madeira.
O TÉCNICO EM FLORESTAS é o profissional que atua na produção de mudas florestais,
na elaboração de projetos de formação de florestas comerciais e de preservação, na
supervisão da extração e no beneficiamento da madeira e dos produtos florestais não
madeireiros, os subprodutos. Executa os processos de produção, de manejo sustentável
e de industrialização dos recursos de origem florestal. Orienta a prática florestal de menor
impacto ambiental, inventaria florestas e administra unidades de conservação florestal.
Atua na preservação e conservação ambiental de projetos florestais. Elabora e fiscaliza a
execução de projetos de recuperação de áreas degradadas e de arborização urbana.
Avalia fauna e flora silvestres e elabora atividades de educação ambiental.
A montagem do curso foi feita com a assessoria de profissionais graduados em
Zootecnia, Engenharia Florestal e Engenharia Agronômica.
O Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS tem como objetivo capacitar o aluno para:

planejar, monitorar e supervisionar a execução de atividades florestais;

coordenar e gerenciar empresas de exploração florestal;

atuar na conservação e preservação ambiental, considerando e respeitando os
tratados regionais e mundiais referentes ao meio ambiente;
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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
a promoção do desenvolvimento sustentável, conciliando a exploração florestal
com a proteção dos ecossistemas;

valorizar os aspectos ambientais, sociais e econômicos dos serviços e dos
benefícios proporcionados pelas florestas públicas ou privadas.
1.4. Requisitos de Acesso
O ingresso ao Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS dar-se-á por meio de processo
seletivo para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série e estejam
matriculados na segunda série do Ensino Médio ou equivalente.
O processo seletivo será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com
indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas
oferecidas.
As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do
Ensino Médio, nas quatro áreas do conhecimento:

Linguagem;

Ciências da Natureza;

Ciências Humanas;

Matemática.
Por razões de ordem didática e/ ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados
procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por
ocasião de suas inscrições.
O acesso aos demais módulos ocorrerá por avaliação de competências adquiridas no
trabalho, por aproveitamento de estudos realizados ou por reclassificação.
1.5. Perfil Profissional
O perfil profissional proposto define a identidade do curso e está descrito de acordo com o
proposto no Eixo Tecnológico de Recursos Naturais.
As competências gerais, atribuições e atividades estão baseadas na Classificação
Brasileira de Ocupações (CBO):
3. BRASIL
Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos.
Brasília: MEC: 2008. Eixo Tecnológico: “Recursos Naturais” (site:
http://www.mec.gov.br/)
4. BRASIL
Ministério do Trabalho e do Emprego – Classificação Brasileira de
Ocupações – CBO 2002 – Síntese das ocupações profissionais (site:
http://www.mtecbo.gov.br/)
O mercado de trabalho proposto está coerente com as áreas de atuação.
1.6. Organização Curricular
1.6.1. O currículo foi organizado de modo a garantir o que determina a Lei Federal
9394/96, alterada pela Lei Federal 11741/2008, Indicação CEE 08/2000, Indicação CEE
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108/2011, Deliberação CEE 105/2011, Resolução CNE/CEB 06/2012 e Parecer CNE/CEB
11/2012 e Resolução CNE/CEB 04/2012, assim como as competências profissionais que
foram identificadas pelo Ceeteps, com a participação da comunidade escolar.
O curso é estruturado em três módulos, articulados com 400 horas cada um.
O primeiro módulo não oferece terminalidade e será destinado à construção de um
conjunto de competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais
complexas, previstas para os módulos subsequentes.
Ao término dos dois primeiros módulos, o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação
Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS que é o profissional que
orienta, executa o manejo sustentável dos recursos florestais, aplicando técnicas que
preservam o meio ambiente e a segurança do trabalhador.
O curso é organizado por componentes curriculares que indicam as competências e
habilidades a serem construídas e bases tecnológicas, que são conhecimentos a serem
adquiridos e sua carga horária, tanto teórica com a carga horária da parte prática
desenvolvida em laboratórios.
O proposto nos componentes curriculares está coerente e suficiente para atingir o perfil
proposto para a saída intermediária e perfil profissional de conclusão.
O perfil profissional de conclusão está coerente com o perfil proposto ao CNCT, assim
como os temas propostos estão incluídos em todos os componentes curriculares do
curso.
1.6.2. A Metodologia Proposta
O currículo organizado por competências propõe aprendizagem focada no aluno,
enquanto sujeito de seu próprio desenvolvimento. O processo de aprendizagem propõe a
definição de projeto, problemas e/ ou questões geradoras que orientam e estimulam a
investigação, o pensamento e as ações e a solução de problemas.
A problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes de formação se
constituem em ferramentas básicas para a construção de competências, habilidades,
atitudes e informações.
1.6.3. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo a sistematização do conhecimento
pertinente à profissão e será desenvolvido mediante controle, orientação e avaliação
docente; permitirá aos alunos o conhecimento do campo de atuação profissional, com
suas peculiaridades, demandas e desafios.
O Trabalho de Conclusão de Curso envolverá necessariamente uma pesquisa empírica,
que será somada à pesquisa bibliográfica e dará embasamento prático e teórico ao
trabalho.
As atividades, em número de 120 (cento e vinte) horas, destinadas ao desenvolvimento
do Trabalho de Conclusão de Curso, serão acrescentadas às aulas previstas para o curso
e constarão do histórico escolar.
1.6.4. O Estágio Supervisionado
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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O curso não exige o cumprimento do estágio supervisionado e sua matriz curricular conta
com, 700 horas-aula de práticas profissionais, que serão desenvolvidas na escola ou em
empresas da região, por meio de simulações, experiências, ensaios e demais técnicas de
ensino que permitam a vivência dos alunos em situações próximas da realidade do
mercado de trabalho.
O aluno, a seu critério, poderá realizar, enquanto estiver cursando, o estágio
supervisionado. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas deverão constar do
histórico escolar. A escola acompanhará as atividades de estágio definido no “Plano de
Estágio Supervisionado”.
1.7. Os critérios de “Aproveitamento de Estudos” e os critérios de “Avaliação de
Aprendizagem” estão propostos de acordo com a legislação vigente e o contido no
Regimento Comum das Escolas Técnicas Estaduais do Centro Estadual de Educação
Tecnológica do Centro Paula Souza.
1.8. Instalações, Materiais, Equipamentos, Acervo Bibliográfico
As instalações propostas para as aulas teóricas e aulas práticas correspondem às
necessidades de cada componente curricular a ser desenvolvido, assim como atendem às
propostas estabelecidas para o desenvolvimento do curso, as referências bibliográficas e
os materiais e equipamentos.
1.9. Pessoal Docente e Técnico
Toda Unidade Escolar conta com:

Diretor de Escola Técnica;

Diretor de Serviço – Área Administrativa;

Diretor de Serviço – Área Acadêmica;

Coordenador de Projetos Responsável pela Coordenação Pedagógica;

Coordenador de Curso;

Auxiliar Docente;

Docentes.
A habilitação dos docentes está organizada de acordo com o componente curricular que o
mesmo deverá desenvolver. Esta relação regulamenta, também, os concursos públicos e
a atribuição de aulas.
1.10. Certificados e Diplomas
Ao aluno concluinte do curso será conferido e expedido o diploma de TÉCNICO EM
FLORESTAS, satisfeitas as exigências relativas:

ao cumprimento do currículo previsto para habilitação;

à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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O primeiro módulo não oferece terminalidade e será destinado à construção de um
conjunto de competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais
complexas, previstas para os módulos subsequentes.
Ao término dos dois primeiros módulos, o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação
Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS.
O certificado e o diploma terão validade nacional.
São Paulo, 20 de setembro de 2012.
ANTONIO FRANCISCO MARTIM ROLIM
RG 9.403.697-4
Coordenador do Eixo Tecnológico de Recursos Naturais
072 – Etec Prefeito José Esteves (Cerqueira Cézar)
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE 04-09-2012
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Estadual de Educação Tecnológica
Paula Souza designa Amneris Ribeiro Caciatori, R.G. 29.346.971-4, Sebastião Mário
dos Santos, R.G. 4.463.749 e Sônia Regina Corrêa Fernandes, R.G. 9.630.740-7, para
procederem à análise e emitirem aprovação do Plano de Curso da Habilitação Profissional
Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM FLORESTAS, incluindo a Qualificação Técnica
de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS, a ser implantada na rede de
escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza – Ceeteps.
São Paulo, 04 de setembro de 2012.
ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO
Coordenador de Ensino Médio e Técnico
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO
A Supervisão Educacional, supervisão delegada pela Resolução SE nº 78, de 07/11/2008,
com fundamento no item 14.5 da Indicação CEE 08/2000, aprova o Plano de Curso do
Eixo Tecnológico de “Recursos Naturais”, referente à Habilitação Profissional Técnica de
Nível Médio de TÉCNICO EM FLORESTAS, incluindo a Qualificação Técnica de Nível
Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS, a ser implantada na rede de escolas do
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a partir de 09-10-2012.
São Paulo, 09 de outubro de 2012.
Amneris Ribeiro
Caciatori
Sebastião Mário dos
Santos
Sônia Regina Corrêa
Fernandes
R.G. 29.346.971-4
R.G. 4.463.749
R.G. 9.630.740-7
Supervisora Educacional
Supervisor Educacional
Diretora de Departamento
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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PORTARIA CETEC Nº 156, DE 09-10-2012
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico, no uso de suas atribuições, com fundamento
na Resolução SE nº 78, de 07-11-2008, Lei Federal 9394/96, alterada pela Lei Federal
11741/2008, Indicação CEE 08/2000, Indicação CEE 108/2011, Deliberação CEE
105/2011, Resolução CNE/CEB 06/2012 e Parecer CNE/CEB 11/2012 e Resolução
CNE/CEB 04/2012 e, à vista do Parecer da Supervisão Educacional, expede a presente
Portaria:
Artigo 1º – Fica aprovado, nos termos da Deliberação CEE nº 105/2011 e do item 14.5 da
Indicação CEE 08/2000, o Plano de Curso do Eixo Tecnológico “Recursos Naturais”, da
seguinte Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio:
a)
TÉCNICO EM FLORESTAS, incluindo a Qualificação Técnica de Nível Médio de
AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS.
Artigo 2º – O curso referido no artigo anterior está autorizado a ser implantado na Rede
de Escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a partir de 09-102012.
Artigo 3º – Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus
efeitos a 09-10-2012.
São Paulo, 09 de outubro de 2012.
ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO
Coordenador de Ensino Médio e Técnico
Publicada no DOE de 10-10-2012, seção I, página 47.
Retificada no DOE de 12-10-2012, seção I, página 33.
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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MATRIZ CURRICULAR
RECURSOS NATURAIS
Eixo Tecnológico
Curso
TÉCNICO EM FLORESTAS
Resolução SE n.º 78, de 7-11-2008, Lei Federal n.º 9394/96, Decreto Federal n.º 5154/2004, Parecer CNE/CEB n.º 39/2004, Lei Federal n.º 11741/2008, Resolução CNE/CEB n.º 6, de 20-9-2012, Parecer CNE/CEB n.º 11, de 12-6-2008,
Resolução CNE/CEB n.º 3, de 9-7-2008, alterada pela Resolução CNE/CEB n.º 4, de 6-6-2012, Deliberação CEE n.º 105/2011, das Indicações CEE n.º 8/2000 e n.º 108/2011.
Plano de Curso aprovado pela Portaria Cetec – 156, de 9-10-2012, publicada no Diário Oficial de 10-10-2012 – Poder Executivo – Seção I – página 47, retificada no Diário Oficial de 12-10-2012 – Poder Executivo – Seção I – página 33.
MÓDULO I
MÓDULO II
Carga Horária (Horas-aula)
Componentes Curriculares
Teoria
Prática
Total
MÓDULO III
Carga Horária (Horas-aula)
Componentes Curriculares
Teoria
Prática
Total
Carga Horária (Horas-aula)
Componentes Curriculares
Teoria
Prática
Total
40
00
40
I.1 – Ética e Cidadania Organizacional
40
00
40
II.1 – Aplicativos Informatizados em Florestas
00
40
40
III.1 – Análise Social e Econômica de Projetos
Florestais
I.2 – Planejamento e Uso do Solo I
40
60
100
II.2 – Recuperação de Áreas Degradadas
60
00
60
III.2 – Manejo de Flora e Fauna
00
40
40
I.3 – Morfologia e Taxonomia Vegetal
60
00
60
II.3 – Planejamento e Uso do Solo II
00
60
60
III.3 – Tecnologia de Produtos Florestais
40
80
120
I.4 – Viveiro Florestal
40
60
100
II.4 – Silvicultura Básica
40
40
80
III.4 – Ações Cooperativistas, Assistência Técnica
e Extensão Agroflorestal
40
00
40
I.5 – Saúde e Segurança no Trabalho Florestal
60
00
60
II.5 – Planejamento do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) em Florestas
40
00
40
III.5 – Arborização Urbana
40
00
40
I.6 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia
40
00
40
II.6 – Mecanização Florestal
00
80
80
III.6 – Manejo e Inventário Florestal
40
80
120
I.7 – Estudos e Pesquisas na Área Florestal
40
00
40
II.7 –Mensuração Florestal
40
60
100
III.7 – Inglês Instrumental
40
00
40
I.8 – Representação Gráfica na Área Florestal
00
60
60
II.8 –Entomologia Florestal
40
00
40
III.8 – Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Florestas
00
60
60
TOTAL
320
180
500
TOTAL
220
280
500
TOTAL
240
260
500
MÓDULO I
SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
MÓDULOS I + II
Qualificação Técnica de Nível Médio de
AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS
MÓDULOS I + II + III
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM FLORESTAS
Total da Carga Horária Teórica
780 horas-aula
Trabalho de Conclusão de Curso
120 horas
Total da Carga Horária Prática
720 horas-aula
Estágio Supervisionado
Este curso não requer Estágio Supervisionado.
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
MATRIZ CURRICULAR
RECURSOS NATURAIS
Eixo Tecnológico
Curso
TÉCNICO EM FLORESTAS (2,5)
Resolução SE n.º 78, de 7-11-2008, Lei Federal n.º 9394/96, Decreto Federal n.º 5154/2004, Parecer CNE/CEB n.º 39/2004, Lei Federal n.º 11741/2008, Resolução CNE/CEB n.º 6, de 20-9-2012, Parecer CNE/CEB n.º 11, de 12-6-2008,
Resolução CNE/CEB n.º 3, de 9-7-2008, alterada pela Resolução CNE/CEB n.º 4, de 6-6-2012, Deliberação CEE n.º 105/2011, das Indicações CEE n.º 8/2000 e n.º 108/2011.
Plano de Curso aprovado pela Portaria Cetec – 156, de 9-10-2012, publicada no Diário Oficial de 10-10-2012 – Poder Executivo – Seção I – página 47, retificada no Diário Oficial de 12-10-2012 – Poder Executivo – Seção I – página 33.
MÓDULO I
MÓDULO II
Carga Horária (Horas-aula)
Componentes Curriculares
Teoria
Prática
Total
MÓDULO III
Carga Horária (Horas-aula)
Componentes Curriculares
Teoria
Prática
Total
Carga Horária (Horas-aula)
Componentes Curriculares
Teoria
Prática
Total
50
00
50
I.1 – Ética e Cidadania Organizacional
50
00
50
II.1 – Aplicativos Informatizados em Florestas
00
50
50
III.1 – Análise Social e Econômica de Projetos
Florestais
I.2 – Planejamento e Uso do Solo I
50
50
100
II.2 – Recuperação de Áreas Degradadas
50
00
50
III.2 – Manejo de Flora e Fauna
00
50
50
I.3 – Morfologia e Taxonomia Vegetal
50
00
50
II.3 – Planejamento e Uso do Solo II
00
50
50
III.3 – Tecnologia de Produtos Florestais
50
50
100
I.4 – Viveiro Florestal
50
50
100
II.4 – Silvicultura Básica
50
50
100
III.4 – Ações Cooperativistas, Assistência Técnica
e Extensão Agroflorestal
50
00
50
I.5 – Saúde e Segurança no Trabalho Florestal
50
00
50
II.5 – Planejamento do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) em Florestas
50
00
50
III.5 – Arborização Urbana
50
00
50
I.6 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia
50
00
50
II.6 – Mecanização Florestal
00
50
50
III.6 – Manejo e Inventário Florestal
50
50
100
I.7 – Estudos e Pesquisas na Área Florestal
50
00
50
II.7 –Mensuração Florestal
50
50
100
III.7 – Inglês Instrumental
50
00
50
I.8 – Representação Gráfica na Área Florestal
00
50
50
II.8 –Entomologia Florestal
50
00
50
III.8 – Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Florestas
00
50
50
TOTAL
350
150
500
TOTAL
250
250
500
TOTAL
300
200
500
MÓDULO I
SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
MÓDULOS I + II
Qualificação Técnica de Nível Médio de
AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS
MÓDULOS I + II + III
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM FLORESTAS
Total da Carga Horária Teórica
900 horas-aula
Trabalho de Conclusão de Curso
120 horas
Total da Carga Horária Prática
700 horas-aula
Estágio Supervisionado
Este curso não requer Estágio Supervisionado.
CNPJ: 62823257/0001-09 207
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