fenômenos geológicos globais

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fenômenos geológicos globais
XV Seminário F ilosofia das Origens SCB
A GEOLOGIA H ISTÓRICA
EM U M A PERSPECTIVA
CATASTROF ISTA
Prof. Dr. Nahor Neves de Souza Jr.
TÓPICOS
• Introdução
• Erupções Vulcânicas Recentes
• Erupções Vulcânicas Antigas
• Modelo de Shoemaker
• Modelo de Price
• Fenômenos Geológicos Globais
• Problemas com a Geocronologia Padrão
• A Grande Catástrofe
• Uma Breve História da Terra
• Considerações Finais
INTRODUÇÃO
James Hutton
(1726 – 1797) é
“O Presente
UNIFORMITARISMO
a Chave do
Passado”
Charles
Lyell (1797 – 1875)
OU
CATASTROFISMO ?
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 1)
1. O evento vulcânico (20/03/2010) se
iniciou-se
quando
Fimmvorduhals
o
entrou
Vulcão
em
erupção, ao longo de uma fissura
de 500 metros (0.020 km3 de lava,
se estendendo por 1.3 km2).
2. Na ocasião exigiu-se uma rápida
evacuação de mais de 600 pessoas.
Islândia – Vulcão Eyjafjallajökull (2010)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 1)
3. Pouco tempo depois (14/04/2010),
ocorreu uma forte erupção do
Vulcão (Geleira) Eyjafjallajökull,
liberando 0,27 km3 de material
vulcânico.
4. Esta erupção explosiva provocou
intenso degelo e conseqüente
inundação de rios próximos.
OROIAN, I. - Eyjafjallajökull Volcano Eruption – A Brief Approach.
ProEnvironment 3 (2010) 5 – 8. 2010.
Islândia – Vulcão Eyjafjallajökull (2010)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 1)
5. Neste segundo momento, procedeu-se à
rápida remoção de mais de 800 pessoas
de locais sob riscos.
6. A imensa quantidade de cinzas, lançadas
a 9.000 metros de altura, atingiram o
espaço aéreo da Europa, provocando o
cancelamento de 17.000 voos.
7. Os
prejuízos and
decorrentes
destefrom
evento
GUDMUNDSSON, M. et.al. – Ash
generation
distribution
the
vulcânico se
aproximam
de dois Reports
bilhões
April-May 2010 eruption of Eyjafjallajökull
Iceland.
Scientific
de dólares.
2, Article number: 572 doi: 10.1038/srep00572.
2012.
Islândia – Vulcão Eyjafjallajökull (2010)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 2)
A ERUPÇÃO VULCÂNICA FISSURAL “LAKI” (1783/84)
“The eruption that changed Iceland forever”
1. A erupção expeliu 122.000.000 toneladas de SO2, dentre
outros
gases,
na
atmosfera,
provocando
efeitos
meteorológicos extremos.
2. Seguiu-se, logo após as explosões piroclásticas, o
extravasamento de lavas por
uma área de 600 km2 .
Produziu-se 15 km3 (0,27 km3 em 2010) de lava basáltica,
ao longo da “fissura Laki” – 27 km de extensão/130
vulcões alinhados (fissura de 0,5 km em 2010).
Islândia – Erupção Laki (1783/1784)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 2)
A ERUPÇÃO VULCÂNICA FISSURAL “LAKI” (1783/84)
“The eruption that changed Iceland forever”
3. A maioria das bétulas, arbustos e musgos foram mortos,
mais de 75% do gado de pastoreio morreu e 25% da
população perdeu a vida, como conseqüência da erupção.
4. Mudanças climáticas na Europa, América do Norte,...
(Hemisfério Norte): chuvas ácidas; calor excessivo no
verão (mais de 20.000 mortes somente na Grã-Bretanha);
os invernos (3 anos) mais rigorosos já registrados.
Islândia – Erupção Laki (1783/1784)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 2)
A ERUPÇÃO VULCÂNICA FISSURAL “LAKI” (1783/84)
“The eruption that changed Iceland forever”
5. Em termos globais mais de 6 milhões de pessoas foram
vitimadas (quebras generalizadas de safras, etc.).
6. Essa erupção catastrófica, provavelmente, desencadeou a
mais violenta seqüência de
terremotos históricos da
Islândia.
7. Os efeitos catastróficos, danosos e fatais da Erupção Laki
são muitíssimo superiores a Erupção de 2010.
Islândia – Erupção Laki (1783/1784)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS RECENTES (Ex. 2)
A ERUPÇÃO VULCÂNICA FISSURAL “LAKI” (1783/84)
“The eruption that changed Iceland forever”
8. A compreensão da dinâmica de erupção, e
dos efeitos atmosféricos do fenômeno
vulcânico Laki, pode fornecer um modelo
útil para avaliar os impactos climáticos das
GrandesG. Províncias
(LIPs),
no
THORDARSON, T.; LARSEN
– Volcanism Ígneas
in Iceland
in historical
time: Volcano types, eruption
and eruptive history. Journal of
passadostyles
geológico.
Geodynamics 43 (118–152). 2007.
Islândia – Erupção Laki (1783/1784)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 1)
1. Grupo de rochas vulcânicas conhecidas
como Série ou Sequência Terciária,
ocupa mais de 50% da superfície da
Islândia – 50.000 km2 (600 km2
na
“Erupção Laki”, em 1783).
Dique (e > 13 m)
400 m
2. Derrames superpostos, com espessuras de
até 60 m, formam uma pilha com
aproximadamente 9.000 m de espessura.
Islândia – Sequência Terciária (“N eógeno”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 1)
3.
Identificou-se cerca de 700 derrames
sucessivos, com extensão individual de
até 60 km
4.
O volume total de material vulcânico
extravasado ultrapassa os 50.000 km3 (15
km3 na Erupção Laki)
Dique (e > 13 m)
400 m
5.
As antigas fendas (diques), ou fissuras
condutoras do magma, se estendem por
mais de 70 km – extraordinários vulcões
lineares.
Islândia – Sequência Terciária (“N eógeno”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 1)
6.
Os efeitos catastróficos, danosos e fatais
durante o desenvolvimento da Sequência
Terciária são muitíssimo superiores a
Erupção Laki (1783).
7.
Problemas com a geocronologia padrão:
Como o extravasamento contínuo de
Dique (e > 13 m)
400 m
colossais volumes de lava pode ser
conciliado com um período de 1.000.000
SIGMUNDSSON, F.; SÆMUNDSSON, K. - Iceland: a window on
anos (intervalo médio de 10.000 anos
North-Atlantic divergent plate tectonics and geologic processes.
entre cada fluxo de lava)???
Episodes, Vol. 31, No. 1. 2008
Islândia – Sequência Terciária (“N eógeno”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 2)
A Maior manifestação vulcânica, de natureza continental, da história
geológica fanerozóica (Pangea), abrangendo uma área de 1.000.000 km2
(50.000 km2 na Sequência Terciária), com o extravasamento equivalente a
um volume de 1.700.000 km3 (50.000 km3 na Sequência Terciária) de lava
basáltica, conduzidas por fissuras (diques) com até 600 m de largura e 50
km de extensão. As erupções vulcânicas “Serra Geral”, provavelmente,
Cânion F ortaleza
– 6 km de
extensão
desencadearam processos de destruição ambiental,
muitíssimo
superiores
Desníveis de até 700m / derrames
superpostos
aqueles vinculadas a Sequência Terciária da(Dezenas
Islândia.
de majestosos cânions,
no Sul
do Brasil, que se estendem por
250 km)
América do Sul – F ormação Serra Geral (“Cretáceo”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 2)
Derrame 2
Arenito Inter-Derrame
Derrame 1
Experiência Pessoal: Não existem evidências de lacunas (paleossolos)
nos contatos dos derrames (rápida superposição ).
Arenito Botucatu
Rodovia Jaú-Brotas – SP
América do Sul – F ormação Serra Geral (“Cretáceo”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 2)
------
Arenito Bauru
CONTATO
------
CONTATO
------
CONTATO
JUNTA - FALHA
Derrame
Experiência Pessoal: Junta-falha – evidência de rápida superposição
dos derrames de lava (aparência de corpos intrusivos).
UHE Porto Primavera – SP / MS
América do Sul – F ormação Serra Geral (“Cretáceo”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Ex. 2)
Uma N otável Contradição:
Dados de Campo e Laboratório
(Formação Serra Geral – semanas)
x
? ?
Geocronologia Padrão
(Formação Serra Geral – 5 a 10 m.a.)
América do Sul – F ormação Serra Geral (“Cretáceo”)
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
Islândia
Experiência Pessoal: Basaltos apresentando semelhanças estruturais,
texturais, mineralógicas, químicas, etc.: eventos catastróficos em várias
partes da superfície terrestre?
FSG - São Carlos (SP)
FSG – Rib. Preto (SP)
F ormação Serra Geral (Brasil) X Sequência Terciária
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
Experiência Pessoal: Basaltos apresentando semelhanças estruturais,
texturais, mineralógicas, químicas, etc. – eventos catastróficos em várias
partes da superfície terrestre?
GRC – Washington (EUA)
FSG – Jaú (SP)
F ormação Serra Geral (Brasil) X Grupo Rio Columbia (EUA)
Is
.
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
GRC
FSG
F . Serra Geral / G. Rio Colúmbia / Islândia
113 Grandes Províncias
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
Large Igneous Provinces: Como comparar essas dantescas manifestações vulcânicas
antigas com os exemplos (1 e 2) – ocorridos recentemente na Islândias! Seria possível
identificar as catastróficas alterações ambientais decorrentes dessas violentas, amplas e
sucessivas erupções vulcânicas (dezenas de milhões de km2)?
F . Serra Geral / G. Rio Colúmbia / Islândia
113 Grandes Províncias
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
A Província Paraná/Etendeka constitui o evento precursor de uma província ainda
maior (Província Atlântica?): O desenvolvimento do assoalho do próprio Oceano
Atlântico – um hiper-vulcão linear (Cordilheira Meso Atlântica) com 15.000 km de
extensão, fornecendo gigantescas quantidades de material vulcânico, totalizando
um volume de aproximadamente 1.000.000.000 km3 de lava basáltica, em uma área
de 106.400.000 km2 (comparar com a Formação Serra Geral – os efeitos
cataclísmicos provocados pela “Província Atlântica” são inimagináveis)
Grandes Províncias ígneas x Tectônica de Placas
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
A abrangência deste vulcanismo extraordinário (“Província Atlântica”) deve
ainda ser estendida, pois a Cordilheira Meso-Atlântica é apenas parte do total
de das cordilheiras meso-oceânicas (com 3.000 metros de altura, em média),
que se estendem de maneira contínua por 80.000 km. Podemos então imaginar
o impressionante volume de material vulcânico extravasado por estas
vastíssimas crateras lineares, que por sua vez compreende um exemplo de
fenômeno vulcânico ainda mais abrangente ou global (Província Global?). As
perguntas inevitáveis – Qual seria a duração do processo responsável pelos
maiores extravasamentos de lava basáltica na superfície da Terra? Quais foram
os efeitos dessas extraordinárias erupções vulcânicas?
Grandes Províncias ígneas x Tectônica de Placas
ERUPÇÕES VULCÂNICAS ANTIGAS (Análise Comparativa)
O que teria provocado dezenas de violentas e gigantescas erupções
vulcânicas no Planeta Terra?
“Quando o meteorito penetra no manto superior (200 km de
profundidade), a produção de calor causará a fusão dessa porção do
manto... As grandes províncias ígneas (LIPs) continentais e oceânicas
são o resultado de impactos meteoríticos.” (Price, 2005)
Grandes Províncias Ígneas X Tectônica de Placas X Impactos
MODELO DE SHOEMAKER
Shoemaker, E.M. (1983) ‘Asteroid and comet bombardment of the
Earth’. Ann. Rev. Earth Planet. Sci., 11, 461–494.
Sistema Solar – O Grande Bombardeamento
MODELO DE PRICE
“A partir da 2ª Grande Guerra Mundial, cientistas (EUA, Canadá,
Austrália, URSS, etc.) conduziram uma série de experimentos com
potentes explosivos,
que possibilitaram a caracterização (modelos
físicos e teóricos) de crateras provocadas por impactos meteoríticos
identificadas na Lua, em Marte, Venus, Mercúrio e na própria superfície
da Terra. Assim, as crateras naturais (astroblemas) podem ser
identificadas, mesmo que tenha sido modificadas por profundos
processos erosivos, ou ainda estejam soterradas.” (Price, 2005)
PRICE, N.J. – Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic evolution of
the Earth’s lithosphere. Ed. Routledge (London/New York), 346p. 2005.
MODELO DE PRICE
“Estima-se que, no fanerozóico, o número de impactos de
meteoritos e cometas na superfície da Terra, com diâmetro
superior a 10 km, teria sido aproximadamente 1.500.” (Price, 2005).
Os primeiros trabalhos (evidências científicas de impactos de
meteoritos) foram publicados há mais de 70 anos:
Boon J. D. and Albritton C. C. 1937. Meteorite scars in ancient rocks. Field and Laboratory 5:53-64.
Comparar com outros modelos: “O Grande bombardeamento
Fanerozóico” ≠ “Planetary Accretion Process”(?), “Lunar
Cataclysm” (4 Ga?), “Late Heavy Bombardment”(?)
Gomes, R., Levison, H. F., Tsiganis, K., Morbidelli, A. (2005). Origin of the cataclysmic Late
Heavy Bombardment period of the terrestrial planets. Nature 435 / 7041: 466–9.
Impactos de M eteoritos x Tectônica de Placas
MODELO DE PRICE
?
“...É difícil admitir que um grande número de pequenas células de convecção
poderão estar combinadas (alinhadas) para prover uma força resultante capaz
de conduzir (transportar) uma colossal placa tectônica... este mecanismo
parece ser extremamente improvável (Price, 2005)”
Tectônica de
O mecanismo motor não deverá ser encontrado no
interior da Terra (correntes convectivas)
MODELO DE PRICE
“O mecanismo capaz de gerar movimentação das placas litosféricas, a
partir
dos
‘spreading-ridges’,
chama-se
‘gravity-glide’
(deslizamento
gravitacional), que ocorre na superfície inclinada e lubrificada entre a
litosfera e a astenosfera.” (Price, 2005)
Tectônica de
O mecanismo motor não deverá ser encontrado no
interior da Terra (correntes convectivas)
MODELO DE PRICE
“O mesmo evento impactante (o mais enérgico de todo o fanerozóico)
que provocou os extensivos e espessos derrames basálticos da Província
Paraná-Etendeka (possível cratera com diâmetro superior a 500 km),
indiscutivelmente, também originou a abertura das placas Sul
Americana / Africana” (Price, 2005)
Impactos de M eteoritos x F ormação Serra Geral x
MODELO DE PRICE
“Muitos geólogos parecem mostrar uma natural antipatia para a idéia
(apesar das evidências) de que formas de vida, especialmente no
fanerozóico, foram subitamente extinguidas” (Price, 2005)
F ÓSSEIS: Extinção em M assa
MODELO DE PRICE
Fragmentação da
Grandes Províncias
Crosta e Tectônica
Ígneas
de Placas
(Supervulcões)
Impactos de
Gigantescos
Meteoritos e Cometas
Extinção em Massa
F enômenos Geológicos Globais Interligados
MODELO DE PRICE
“Só podemos concluir que os principais eventos impactantes
(cometas e meteoritos) controlaram, conduziram ou determinaram
a história geológica da Terra em todo o fanerozóico” (Price, 2005)
Impactos M eteoríticos x H istória Geológica F anerozóica
MODELO DE PRICE
“O registro estratigráfico do fanerozóico foi controlado, ou mesmo
determinado, pela incidência de eventos impactantes catastróficos.
Ou seja, dezenas destes eventos, em áreas oceânicas e continentais,
coincidem com limites estratigráficos” (Price, 2005)
Bacias Sedimentares
Impactos M eteoríticos x Registro Estratigráfico (camadas
MODELO DE PRICE
Fragmentação da
Grandes Províncias
Crosta e Tectônica
Ígneas
de Placas
(Supervulcões)
Impactos de
Gigantescos
Meteoritos e Cometas
Extinção em Massa
Extensas e Espessas Deposições Sedimentares
F enômenos Geológicos Globais Interligados
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Grand Canyon: 446 km x 29 km x 1,6 km (um monumento à
catástrofe) . . .
Extensas e espessas deposições sedimentares
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Grand Canyon: Espessas camadas se estendendo por centenas de
milhares de km2
Extensas e espessas deposições sedimentares
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Grand Canyon: O atual rio colorado teria esculpido este gigantesco
vale erosivo?
Extensas e espessas deposições sedimentares
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Grand Canyon: Camadas com contatos plano-paralelos (rápida e contínua
superposição)
Extensas e espessas deposições sedimentares
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Ação Devastadora de Grandes Volumes de Água
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Smit, J., Simonson, B. M., Hassler, S., and Sumner, D., (2002). Large-impact triggered
tsunami deposits in the deep sea: examples from the 65ma chicxulub crater and 2.5-2.6 ga
hamersley basin. Geol. Soc. Am. Ann. Meeting, Denver, p. 178-3.
Ação Devastadora de Grandes Volumes de Água
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Fragmentação da
Grandes Províncias
Crosta e Tectônica
Ígneas
de Placas
(Supervulcões)
Impactos de
Gigantescos
Meteoritos e Cometas
Ação Devastadora
Mortandade em
de Grandes
Massa e Rápido
Volumes de Água
Soterramento
Extensas e Espessas Deposições Sedimentares
A maior tragédia ambiental da história da Terra!
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
 SOUZA JR, N. N. – Feições Lito-Estruturais de Interesse Geológico e Geotécnico em Maciços
Basálticos. Dissertação de Mestrado. EESC-USP, 183p. 1986.
F enômenos Geológicos
Globais
? ?
 SOUZA JR., N. N. – O “Entablamento” em Derrames Basálticos da Bacia do Paraná:
Aspectos Genéticos e Caracterização Geotécnica. Tese de Doutoramento. EESC-USP, 257p.
1992.
? ?
 ALT, D.; SEARS, J. M.; HYNDMAN, D. W. – Terrestrial Maria: The Origins of Large Basalt
Plateaus, Hotspot Tracks and Spreading Ridges. Journal of Geology, vol. 96, nº 6, p. 647 – 662.
1988.
 GLIKSON, A. – Asteroid/comet impact clusters, flood basalts and mass extinctions:
Significance of isotopic age overlaps. Earth and Planetary Science Letters nº 236, pp 933– 937.
2005.
 JONES, A. P. – Meteorite Impacts as Triggers to Large Igneous Provinces. Elements, Vol. 1,
Geocronologia Padrão
pp 2 7 7 – 2 8 1. 2005.
Artigos da geologia convencional: uma notável
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
 ELKINS-TANTON, L. – Giant Meteoroid Impacts can Cause Volcanism. Earth and Planetary
Science Letters. Vol. 239, pp. 219-232. 2005.
F enômenos Geológicos
Globais
? ?
 JONES, A. P.; PRICE, G. D.; PRICE, N. J.; DeCARLI, P. S.; CLERGG, R. A. – Impact Induced
Melting and the Development of Large Igneous Provinces. Earth and Planetary Science Letters, 202:
551-561. 2002.
? ?
 WHITE, R. V. – Volcanism, Impact and Mass Extinctions. Lithos, Vol. 79, Nº 3-4. 2005.
 WIGNALL, P.B. – Large igneous provinces and mass extinctions. Earth-Science Reviews, nº 53, pp
1–33. 2001.
 PRICE, N.J. – Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic evolution of
Geocronologia Padrão
the Earth’s lithosphere. Ed. Routledge (London/New York), 346p. 2005.
Artigos da geologia convencional: uma notável
DATAÇÃO RADIOMÉTRICA (K – Ar)
 Lava proveniente da erupção do Hualalei (Hawaii) em 1910 AD (idade real)
apresenta uma idade radiométrica que atinge até 1.1 bilhões de anos (?).
 Os depósitos vulcânicos em Katmai (Alasca), oriundos da erupção de 1912 AD
(idade real), sugerem uma idade radiométrica equivalente a 4 milhões de anos (?).
 Material vulcânico (dacito) proveniente de erupções do Monte Santa Helena
(Washington), entre 1980 e 1986 AD (idade real), ao ser datado pelo método K – Ar
(rocha-total, feldspato, piroxênio, etc.), revelou idades radiométricas que variam de
340.000 a 2,8 milhões de anos (?).
 Material basáltico do Monte Etna (Sicília) expelido em 1792 AD (idade real),
apresenta idade radiométrica correspondente a 350.000 anos (?).
Snelling, A. A. 1999. "Excess Argon": The "Archilles' Heel" of Potassium-Argon
and Argon-Argon "Dating" of Volcanic Rocks. Acts & Facts. 28 (1).
Idade Radiométrica x Idade Real
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Fragmentação da
Grandes Províncias
Crosta e Tectônica
Ígneas
de Placas
(Supervulcões)
Impactos de
Gigantescos
Meteoritos e Cometas
Ação Devastadora
Mortandade em
de Grandes
Massa e Rápido
Volumes de Água
Soterramento
Extensas e Espessas Deposições Sedimentares
Duração: segundos, minutos, horas, dias, semanas e meses
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Fragmentação da
Grandes Províncias
Crosta e Tectônica
Ígneas
de Placas
(Supervulcões)
Impactos de
Gigantescos
Uma Única Catástrofe Global
Meteoritos e Cometas
Ação Devastadora
Mortandade em
de Grandes
Massa e Rápido
Volumes de Água
Soterramento
Extensas e Espessas Deposições Sedimentares
Duração: segundos, minutos, horas, dias, semanas e meses
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
A Grande Catástrofe
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
Uma Notável
Concordância:
Uma Única
Catástrofe
Global
N arrativa
Bíblica
do
Dilúvio
A Grande Catástrofe:
Significado Bíblico e Científico
FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS
...as janelas do céu se abriram
(Gênesis 7: 11)
Um eficiente efeito estufa
(Gênesis 1: 6 – 8)
A Grande Catástrofe: Significado Bíblico e Científico
UMA BREVE HISTÓRIA DA TERRA
Destaque:
Destaque:
FFenômenos
enômenos
Geológicos
GeológicosGlobais
Globais
NNarrativa
arrativaBíblica
Bíblica
do
doDilúvio
Dilúvio
A Grande Catástrofe: Significado Bíblico e Científico
UMA BREVE HISTÓRIA DA TERRA
3 Modelos
A Grande Catástrofe: Significado Bíblico e Científico
UMA BREVE HISTÓRIA DA TERRA
3 Modelos:
A Grande Catástrofe: Significado Bíblico e Científico
UMA BREVE HISTÓRIA DA TERRA
A Grande Catástrofe: Significado Bíblico e Científico
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Geologia
Funcional
Hipótese ad hoc :
Atuais
Desastres Geológicos x
F enômenos Geológicos Globais
Conhecimento
Científico
Hipótese ad hoc : Zoneamento
Ciências
Naturais
Paleoecológico,
M obilidade Diferenciada, F lutuabilidade
Seletiva
Geologia
Histórica
Conheciment
o
Bíblico
Narrativa
do Dilúvio
H armonia entre o conhecimento bíblico e o conhecimento
CONSIDERAÇÕES FINAIS
CONHECIMENTO
DE DEUS
Cosmovisão em que ocorrem associações
(atuação natural e
sobrenatural →
origens, manutenção,
restauração)
intuitivas ou intencionais entre o conhecimento
bíblico (historicidade de Gênesis 1 a 11), o
conhecimento
CRIACION I
deO Deus
CO
SM(origens,
O
NT
E
IM C
E ICO O
H
N ÍBL IC
O
C
B T ÓR
S
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sustentação e
NH
(ci CIE ECI
ên NT ME
c i a ÍF
N
s n ICO TO
at
ur
ai s
)
restauração) e o conhecimento da natureza
(nos seus aspectos científicos e estéticos).
Definição ( provisória ) de Criacionismo
CONCLUSÃO
As evidências da fidedignidade da Bíblia e de seu Autor – Deus – são
tão extraordinárias e amplas, que por si só garantem a auto-subsistência
deste precioso Livro, independentemente de qualquer tipo de apoio
promovido pela ciência. No entanto, a ciência, quando corretamente
conduzida, revelará informações compatíveis com as Sagradas
Escrituras. Mais do que isso, a correta associação do conhecimento
bíblico com o conhecimento científico poderá descortinar importantes
horizontes, ainda não investigados, pertinentes ao campo de atuação da
geologia (em particular) e da própria ciência (em geral).
OBRIGADO
Maiores Informações sobre a
Sociedade Criacionista Brasileira
Sites:
SCB: http://www.scb.org.br
Revista Criacionista: http://www.revistacriacionista.com.br
Filosofia das Origens: http://www.filosofiadasorigens.org.br
De Olho nas Origens: http://www.deolhonasorigens.com.br
TV Origens: http://www.tvorigens.com.br
E-mail: [email protected]
Sociedade Criacionista Brasileira
Caixa Postal 08660
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