EXTRUSAL, SA Uma empresa de excelência

Сomentários

Transcrição

EXTRUSAL, SA Uma empresa de excelência
Boletim Informativo da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica
Nº 10 / Outubro 2011 / Suplemento do Jornal Vida Económica
Este suplemento não segue, ainda, o novo acordo ortográfico
Destaque
pág. II
Extrusal, S.A.
Uma empresa de excelência
aimmap
pág. III
43 empresas
já beneficiaram
do Programa
de Formação
para empresários
CIP
pág. IV
CIP apresenta
proposta que reduzem
o investimento
em 100 milhões
e dispensam a Terceira
Travessia do Tejo
Energia
pág. VI
Compra de energia
em grupo será
repetida em 2012
Internacionalizaçãopág. VIII
Exportações
do sector metalúrgico
e metalomecânico
continuam a crescer
acima da média
nacional
Editorial
Aníbal Campos
Presidente da Direcção da AIMMAP
Legislação laboral aos soluços
Desde que o actual Governo foi
empossado, temos sido regularmente
confrontados com inúmeros anúncios de
alterações à legislação laboral.
Ora são as indemnizações que tenderão
a baixar, ora são os contratos a termo
que podem ser prorrogados, ora é a
organização do tempo de trabalho
que vai ser modificada. Para não falar,
entre outras coisas, na criação de novos
incentivos à contratação, na alteração ao
regime de formação e na modificação do
lay-off.
Não obstante, até ao momento
quase nada passou do mero
anúncio. E praticamente nada foi
concretizado.
Não temos quaisquer dúvidas de que a
maior parte das alterações anunciadas
são indispensáveis para o reforço da
competitividade das nossas empresas.
Não ignoramos por outro lado que tais
alterações constavam do memorando
de entendimento subscrito pelo anterior
governo com a troika.
E sabemos também que, para além
disso, tais alterações estavam previstas
no programa eleitoral do PSD que
foi sufragado nas recentes eleições
legislativas.
Parece pois evidente que as alterações em
causa não só se justificam do ponto de
vista substantivo como estão legitimadas
do ponto de vista formal.
Ora, sendo assim, suscita ainda maior
perplexidade a forma verdadeiramente
catastrófica com que o governo está a
gerir todo este processo.
Como é sabido, sempre que em Portugal
se tenta mexer na legislação em benefício
da competitividade, os sindicatos
tratam imediatamente de insuflar a
conflitualidade social.
E acresce que, para tal efeito, é irrelevante
que as eventuais alterações sejam
profundas ou de mera cosmética.
Ora, ao enveredar por este caminho
de anunciar sucessivas e sistemáticas
modificações na lei laboral – ainda por
cima tardando em concretizá-las -, o
nosso governo está a submeter-se a um
enorme e absurdo desgaste.
Politicamente, esta postura do governo é
de uma inabilidade gritante. E que pode
comprometer seriamente os resultados
que o próprio pretende obter.
É caso para dizer que as aparentes boas
intenções do governo podem resultar
numa mão cheia de coisa nenhuma,
essencialmente por causa desta sucessão
de tiros nos próprios pés.
Esperamos sinceramente que o governo
tenha a lucidez de reflectir na dimensão
correcta do problema e consiga ainda
arrepiar caminho. E temos a esperança de
que pare para reflectir, faça devidamente
o trabalho de casa e implemente de uma
vez por todas a reforma profunda de que
a nossa lei laboral carece.
Menos palavras e mais actos. Menos
sofreguidão e mais profundidade. A
economia agradecerá.
II
Sexta-feira, 28 outubro 2011
Associados
Uma empresa de excelência
AIMMAP visitou a EXTRUSAL
O Vice-Presidente Executivo e a Directora-Geral da AIMMAP, Rafael Campos
Pereira e Mafalda Gramaxo, visitaram no
passado dia 1 de Setembro a empresa EXTRUSAL- Companhia Portuguesa de Extrusão, S.A., associada da AIMMAP desde
1976, tendo sido magnífica e cordialmente
recebidos pela Presidente do Conselho de
Administração, Cristina Bóia, e por Helena
Morgado, membro da Comissão Executiva
da empresa.
A delegação da AIMMAP foi ainda integrada por José Carlos Caldeira, Administrador Delegado da PRODUTECH, da qual
esta associação é um activo membro.
Durante a deslocação à EXTRUSAL, para
além de uma visita às suas magníficas instalações, a delegação da AIMMAP e da PRODUTECH teve igualmente oportunidade
de participar em várias reuniões de trabalho
com um importante grupo de quadros superiores da empresa, designadamente nos
domínios da gestão dos recursos humanos e
da inovação.
A EXTRUSAL - Companhia Portuguesa de Extrusão S.A. foi fundada no ano de
1972 especializando-se na extrusão de perfis
de alumínio para aplicação na construção
arquitectónica e na indústria em geral.
Está implantada em Aradas, Aveiro, num
parque industrial com 73713 m2 e uma área
coberta de 16165 m2, sendo autónoma no
processo de transformação da matéria-prima
em produto com ou sem tratamento de superfície.
Logo desde o início da sua laboração a
EXTRUSAL apostou no desenvolvimento
de novos produtos, com a criação de um excelente Departamento Técnico, responsável
pela concepção, desenvolvimento e ensaio
de todas as matrizes.
A aposta na Qualidade esteve também
sempre presente em toda a actividade da
EXTRUSAL, tendo implementado o Sistema da Qualidade baseado na norma NP EN
ISO 9002.
Nesse importante domínio da certificação,
em 1997 a EXTRUSAL passou a ser a primeira empresa portuguesa e uma das poucas
empresas a nível europeu a ser certificada
nas áreas de fabricação de matrizes, extrusão, anodização e temolacagem de perfis de
alumínio.
Em 2002 a empresa obteve a
certificação ambiental de acordo com a
norma NP ISO 14001, com o número
9321/17/59002/70202, também e simultaneamente nas áreas de fabricação de matrizes, extrusão, anodização e termolacagem de
perfis de alumínio.
Chegado o ano de 2003, reformulado o
Sistema da Qualidade, a EXTRUSAL obteve a certificação NP EN ISO 9001:2000.
Esta aposta consistente na certificação é
paradigmática do investimento permanente
que a empresa efectua nos chamados factores de diferenciação.
Com efeito, para além dessa vertente, a
EXTRUSAL tem investido fortemente em
domínios como a investigação, desenvolvimento e inovação, a propriedade industrial
e a qualidade.
A formação profissional e a responsabilidade social são também áreas às quais a
empresa não descura a sua atenção. Seguramente por isso, é patente para quem visita a ExtruSal o excelente ambiente de
consenso social aí existente, alicerçado num
diálogo consequente entre a administração e
os trabalhadores.
Todo este trabalho tem permitido à empresa crescer significativamente aos mais diversos níveis.
Desde logo há que evidenciar a diversificação das actividades desenvolvidas pela EXTRUSAL. Nomeadamente, realça-se o facto
de ter passado a produzir igualmente com
grande significado para a exigente indústria
automóvel, a qual representa actualmente
cerca de 32% do seu volume de negócios.
Por outro lado, há que enfatizar o triunfo da empresa nos mercados de exportação.
Em 2011, prevê-se que exporte 15,5 milhões de euros do seu volume de negócios,
o que corresponderá a uma percentagem de
41% daquele volume.
A empresa emprega cerca de 280 trabalhadores, tendo registado em 2010 um volume
de negócios de 37,3 milhões de euros. Todo
o grupo EXTRUSAL emprega 440 trabalhadores e registou no ano anterior uma facturação total de 59 milhões de euros.
Para além de tudo o que atrás se evidencia não pode deixar de sublinhar-se a forte
participação associativa da EXTRUSAL no
âmbito das actividades desenvolvidas pela
AIMMAP. Essa intervenção foi aliás recentemente ampliada com a integração de Cristina Bóia, máxima responsável da empresa,
nos órgãos sociais da AIMMAP, nos quais
pontifica como Vice-Presidente da Direcção.
A AIMMAP congratula-se efusivamente com os níveis de qualidade e excelência revelados por esta sua associada.
São empresas como a EXTRUSAL que
verdadeiramente catapultam o sector
metalúrgico e metalomecânico português para o lugar cimeiro que o mesmo
ocupa actualmente no contexto da economia nacional.
©HETO participou na EMO HANNOVER 2011
A ©HETO Corporation, empresa do
Grupo Cillo, participou na EMO Hannover 2011, na Alemanha, de 19 a 24 de
Setembro. O evento, considerado a maior
feira internacional dedicada à metalurgia
e às máquinas-ferramentas, contou com
a participação de apenas cinco empresas
portuguesas, num total de cerca de dois
mil expositores vindos de 41 países.
O stand da ©HETO, localizado no
pavilhão principal, junto das mais reconhecidas empresas internacionais do
sector, registou uma destacada adesão
de visitantes. No encerramento do certame, Carlos Teixeira, administrador
da ©HETO, considerou a participação na feira fundamental para reforçar
a presença da empresa no mercado: “A
EMO 2011 foi a melhor feira em termos de reconhecimento e adesão, pelo
que ampliamos ainda mais a nossa reputação.”
Com equipamento em montagem para
a China, Canadá e Índia, a empresa do
Grupo Cillo assume, assim, como indispensável a sua presença no maior e mais
globalizado ponto de encontro da inova-
ção metalúrgica.
Entretanto, a ©HETO prepara já a sua
próxima presença em feiras internacionais. Será na 18ª edição da EuroMold,
Feira Mundial de Fabricação de Moldes
de Ferramentas, Design e Desenvolvimento de Aplicações, em Frankfurt, de
29 de Novembro a 3 de Dezembro de
2011.
Sexta-feira, 28 outubro 2011
III
aimmap
Conferência “A Importância dos Sistemas
de Informação na Tomada de Decisão do Empresário”
Dando sequência ao Primeiro Ciclo
de Conferências denominado “Melhores
Práticas de Gestão – Os novos Desafios
Para o Século XXI”, destinado exclusivamente aos empresários do Sector, a
AIMMAP levou a efeito no passado dia
14 de Outubro, no Edifício AIMMAP,
mais uma conferência, desta vez dedicada ao tema “A Importância dos Sistemas
de Informação na Tomada de Decisão do
Empresário”
Como foi amplamente anunciado, estas
conferências, que irão decorrer até ao final
do ano de 2012, têm em vista informar
os empresários do sector sobre as últimas
e mais importantes medidas de gestão nos
mais variados domínios.
O tema referenciado serviu de base a
uma muita animada sessão, com uma
enorme participação por parte de todos os
presentes.
Revelou-se de uma enorme pertinência
e foi considerado por todos como essencial para a tomada das melhores decisões,
atempadas e a um menor custo.
Sobretudo numa fase da vida das empresas em que a tomada de pequenas mas
sábias decisões podem produzir enormes
mais-valias, o tempo que se ganha, o au-
mento de produtividade e as poupanças
que se realizam com a optimização dos sistemas informáticos, merecem uma reflexão
aprofundada mas também muito orientada ao terreno por parte de todos os agentes
empresariais.
É por isso alvo de uma especial atenção
por parte da AIMMAP no âmbito da organização dos seus eventos orientados a
empresários. É que para medir, controlar
e melhorar a gestão de uma empresa, é essencial ter um bom sistema de informação,
preferencialmente comum a todas as áreas
e serviços. Produção, Controlo de Gestão,
Logística, Gestão de Stocks, Comercial e
Recursos Humanos, só se podem realizar
plenamente com recurso a sistemas de informação integrados.
A animação da conferência esteve a cargo de António Jorge Soares Pinto, reputado Consultor e Professor Universitário,
com vasta experiência na área de Gestão
e Administração de Empresas e que já foi
responsável pela primeira conferência deste ciclo denominada “Gestão financeira
para não financeiros”.
Este ciclo de conferências está integrado
na candidatura para 2011 e 2012 efectuada pela AIMMAP ao programa SIAC –
Aimmap organizou seminário sobre
a norma harmonizada da directiva
produtos a construção
No passado dia 11 de Outubro,
à tarde, a AIMMAP realizou um
seminário subordinado ao tema
“EN 1090-1 – Execução de estruturas metálicas – Consequências da
sua aplicação e perspectivas para o
futuro” .
Com a realização da sessão em
causa a AIMMAP pretendeu sensibilizar as empresas associadas para a
entrada em vigor, em 1 de Julho de
2012, da Norma Harmonizada ao
abrigo da Directiva dos Produtos
da Construção, EN 1090-1:2009/
AC:2010.
A entrada em vigor da referida
norma determinará uma série de
novas obrigações para as empresas,
a partir da supra referida data.
A sessão contou com a colaboração da CERTIF - Associação para
a Certificação, Organismo Notificado para a Norma em causa, e do
CATIM - Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica,
o qual poderá apoiar as empresas
em todo o processo de ajustamento
à entrada em vigor da norma EN
1090-1.
O Director Geral da CERTIF,
Francisco Barroca, fez uma intervenção inicial explicativa de toda a
temática das normas harmonizadas e
normas nacionais, períodos de coexistência, bem como de quais os organismos notificados na área em causa.
Seguidamente, Miguel Luz, Técnico e Auditor da CERTIF, abordou a Norma EN 1090-1, referindo concretamente qual o âmbito de
aplicação da norma, a necessidade
ou não de ensaios para cumprimento da mesma, quais os procedimentos a adoptar pelas empresas e
qual o esquema a utilizar quanto à
marcação CE.
Finalmente, Alexandra Peixoto,
Técnica do CATIM, prestou todos
os esclarecimentos relativos ao apoio
tecnológico que o CATIM poderá
prestar na implementação de controlo de produção de componentes.
A importância do tema para as
empresas e a excelência dos intervenientes deu origem à presença de
cerca de 80 participantes na acção.
Sistemas de Incentivo a Acções Colectivas,
iniciativa integrada no QREN, e que é
igualmente co-financiada pelo Fundo Eu-
ropeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa Operacional Factores de
Competitividade.
FORMAÇÃO-ACÇÃO – ACADEMIA PME
43 Empresas já beneficiaram
do Programa Organizado pela AIMMAP
Como já tem vindo a ser amplamente anunciado, a AIMMAP
como entidade organizadora e o
CENFIM como entidade formadora, têm vindo a desenvolver em
estreita parceria desde 2009 um
conjunto de Programas de Formação – Acção com vista ao incremento da competitividade das empresas, à sua capacidade de gestão e
organização, bem como ao reforço
das competências dos seus empresários e gestores de topo.
É por isso um programa claramente orientado para as necessidades das empresas e tem em vista a
Implementação de um plano estratégico de mudança e um conjunto de metodologias e processos de
modernização e inovação.
Este conjunto de acções tem sido
verdadeiramente decisivo para a
afirmação das PME’s no contexto
actual de enorme crise económica
e financeira.
Com uma equipa de consultores
de enorme craveira e competência e
que sempre têm demonstrado uma
enorme sensibilidade para com
as problemáticas e soluções mais
adequadas ao contexto de cada
empresa, o Programa de Formação
– Acção Academia PME constitui
uma verdadeira oferta de formação
e consultoria com resultados extraordinários para a generalidade das
empresas participantes.
O programa em causa decorre
da candidatura apresentada junto
do IAPMEI ao projecto financiado
pelo POPH, Eixo 3 Tipologia de
intervenção 3.1.1 – Programa de
Formação - Acção para PME’s.
Este programa dirige-se a empresas que tenham até 100 trabalhadores, e um volume de facturação
até 50 milhões de Euros e é prioritariamente destinado, a Empresários.
De seguida, expomos o conjunto de empresas que já beneficiaram
deste programa:
Empresas Acção 1 – 2011: Pacheco Filhos, Lda.; Antebólicas,
Unipessoal, Lda.; FernandiGondi,
Unipessoal Lda.; FIXUP - Engenharia Lda.; J. Domingues dos
Santos, Lda.; J. Silva & Cª., Lda.;
Metalomarão, Lda.; Ormia, Lda.;
Oxisol, Lda.; Pinho & Timóteo,
Lda.; Reinaldo Cruz, Lda.; Vale &
Quintão, Lda.; Venescape, Lda.
Empresas Acção 2 – 2009: Diviplan, Lda.; Fabriscape, Lda.;
Flexbor - Sociedade Técnica de
Equipamentos, Lda.; J. Prudêncio, Lda.; Jimo - Mobiliário do
Frio, Lda.; Joartemaq, Lda.; Luís
Domingos & Irmão, Lda.; Metalagreste, Lda.; Novazê, Lda.; Paulo
Jorge Azevedo, Unipessoal, Lda.;
Repoven, Lda.; Serralharia Fonte
da Moura, Lda.; Sociedade Metalúrgica António Fonseca & Flora,
Lda.; Vidromecânica
Empresas Acção 1- 2009:
3DTECH - Produção, Optimização e Reengenharia, Lda.; ANR
- Armindo Ruivo & Filhos, Lda.;
AVEL - Electrónica, Lda.; Diamantino Perpétua & Filhos, Lda.;
INDUZIR - Indústria e Comércio
de Equipamentos, Lda.; IPPM Indústria Portuguesa para Moldes,
Lda.; MECALTEX - Mecânica
Geral de Precisão, Lda.; METALIMUR - Metalúrgica, Lda.; METALONICHO, SA.; MOLDETIPO
II, Lda.; MOLIPOREX - Moldes
Portugueses, Importação e Exportação, SA.; PRODUTIVA - Fábrica de Redes, Lda.; USIMECA,
Lda.; VERCOR - Soluções com
Energia, Lda.
A AIMMAP comunica de novo
a abertura de um período de préinscrição para um novo Programa
de Formação-Acção com início
previsto já para o próximo mês de
Janeiro.
Tendo em conta o elevado interesse que a próxima acção que
iremos levar a efeito já tem provocado junto dos nossos associados, a
AIMMAP sugere vivamente a formalização por parte das empresas
interessadas da sua pré-candidatura
por e-mail, dirigida a João Girão
([email protected]), manifestando o interesse em participar no
projecto, sendo-lhes posteriormente enviada uma ficha de inscrição
para que possam formalizar a sua
candidatura.
IV
Sexta-feira, 28 outubro 2011
CIP
Tgv, mercadorias e competitividade
CIP apresenta propostas que reduzem o investimento
em 100 milhões e dispensam a Terceira Travessia do Tejo
Assente na decisão de construir a linha
Poceirão-Caia e nos compromissos assumidos com Espanha - e tendo em conta os
actuais e futuros constrangimentos financeiros de Portugal – a CIP defende uma
solução que, simultaneamente, permitirá:
• RENTABILIZAR A LINHA – colocando comboios de passageiros e mercadorias a circular na mesma linha (número
diminuto de comboios de passageiros por
dia, na próxima década no troço entre Bajadoz e Lisboa havendo, por isso, muito
tempo de linha livre para a circulação de
comboios de mercadorias a 120 km/h );
• RESPEITAR OS PRAZOS – há que
cumprir o compromisso de iniciar o serviço de passageiros em alta-velocidade entre
Lisboa e Madrid, de centro a centro destas
capitais;
• APROVEITAR DEVIDAMENTE
INFRA-ESTRUTURAS ESTRATÉGICAS – Assegurando a ligação directa dos
portos de Sines e Setúbal e da Auto-Europa a toda a Europa Ocidental, através
de uma ligação à rede ferroviária mista de
bitola europeia;
• REPENSAR O PROJECTO DA TERCEIRA TRAVESSIA DO TEJO – adiar a
construção de uma nova ponte em Lisboa,
dando tempo suficiente para a reavaliação
das suas funções e, consequentemente, da
sua localização e da ocasião adequada para
a sua construção;
• ARTICULAR EFICIENTEMENTE COM OS PLANOS ESPANHÓIS E
EUROPEUS DAS REDES DE BITOLA
EUROPEIA – facilitando e embaratecendo as trocas de mercadorias com toda a
Europa;
• AUMENTAR A SUPERIOR FUNCIONALIDADE E REDUZIR OS CUSTOS, face ao investimento já decidido
para o conjunto da linha Poceirão-Caia e
cessar qualquer investimento numa linha
convencional de bitola ibérica entre Sines
As propostas da CIP
permitem uma poupança
de 100M (500M em
trabalhos a menos a
400M em investimentos
adicionais face ao
projecto), além de deixar
de ser necessária a
construção da Terceira
Travessia do Tejo para
a entrada do TGV de
passageiros em Lisboa.
e Badajoz ;
• APROVEITAR MELHOR OS FUNDOS EUROPEUS destinados às redes
transeuropeias de transportes (RTE-T) e
os fundos negociados pelo BEI a taxas de
juro muito favoráveis ;
Estas propostas da CIP, que foram já
apresentadas ao País em Conferência de
Imprensa, defendem que o troço ferroviário Poceirão-Caia seja adaptado e completado com as seguintes obras, a executar no
mesmo período: · Aproveitamento da linha de via
dupla existente entre Pinhal Novo e Poceirão (12 Km), de bitola ibérica, adaptando
uma das vias para garantir o serviço em
bitola europeia recorrendo-se ao financiamento do PP3 (Projecto Prioritário 3 das
RTE-T);
• Utilização da linha actual Pinhal No-
vo-Lisboa com atravessamento do Tejo
pela Ponte 25 de Abril, recorrendo-se, em
Pinhal Novo, à utilização de intercambiadores, para que os comboios de passageiros de eixos telescópicos vindos de Madrid
em bitola europeia possam, sem paragem,
continuar o seu percurso até Lisboa pela
linha de bitola ibérica existente, actualmente utilizada tanto pela CP como pela
Fertagus, via Ponte 25 de Abril;
• Construção de um terminal provisório
para a Alta Velocidade, em Entrecampos,
cuja centralidade é claramente superior à
da Gare do Oriente; este terminal poderá
facilmente evoluir para definitivo, quando
a bitola europeia chegar a esta estação ;
• Construção de uma linha de bitola europeia ligando Sines ao Poceirão (70Km),
em vez de se construir uma nova linha
convencional e ainda de bitola ibérica de
Sines a Badajoz, utilizando os financiamentos do PP16 que estavam consignados
a esta ligação;
• Ligação directa, em bitola europeia, ao
Barreiro e à Auto Europa, bem como do
Porto de Setúbal à linha vinda de Sines,
ficando assim também o Porto de Setúbal
com as duas bitolas (a ibérica e a europeia),
tal como já sucede no porto de Barcelona,
que desde Dezembro de 2010 tanto movimenta cargas para a rede espanhola de
bitola ibérica como para a Europa além
Pirinéus, em bitola europeia;
• Ligação em bitola europeia da cidade
de Évora à linha Poceirão-Caia, permitindo a viagem ferroviária entre Lisboa e Évora (centro a centro), eliminando o transbordo a que o projecto da RAV obriga.
As propostas da CIP permitem uma
poupança de 100M€ (500M€ em trabalhos
a menos e 400M€ em investimentos adicionais face ao projecto), além de deixar
de ser necessária a construção da Terceira
Travessia do Tejo para a entrada do TGV
de passageiros em Lisboa.
OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS DE
CURTO E MÉDIO PRAZO
1 – O objectivo estratégico imediato
será o das plataformas logísticas de Badajoz e de Madrid e tem como meta temporal o ano de 2014, em que se concluirá o
alargamento do canal do Panamá, possibilitando que os porta-contentores da 5ª e
da 6ª geração passem por aí, em alternativa
ao canal do Suez, nas suas viagens entre a
Ásia e a Europa, sendo, por isso, essencial
que não se deixe fugir para outros portos
um mercado que o porto de Sines deveria
captar naturalmente.
2 – O segundo objectivo será a Europa
trans-pirinaica, evitando a passagem por
Madrid, o que implica vir a estender a rede
nacional de bitola europeia até à linha da
Beira Baixa, que migraria simplesmente
para a bitola europeia, levando-a até Vilar Formoso, onde teria continuidade pela
rede espanhola até Irun/Hendaye. É o caminho mais curto e menos dependente do
traçado espanhol, evitando Madrid. Na
próxima Cimeira Luso-Espanhola, deveriam ser acordadas as condições que garantam a integral continuidade desta linha,
que faz parte do PP 8.
3 – Dentro deste objectivo, há também
a considerar uma linha de bitola europeia
desde o porto de Aveiro até Mangualde,
passando por Viseu, e a introdução do
serviço em bitola europeia na linha da
Beira Alta, de Mangualde até ao ponto que o AVEP definir como local para
passagem desta linha na fronteira lusoespanhola, seguindo daí até Salamanca,
tal como acordado nas várias Cimeiras
Ibéricas em que este assunto foi discutido
e que conviria, na próxima Cimeira, ficar com um compromisso quanto a datas
e restantes condições de implementação
no terreno. Complementarmente, deverá
equacionar-se a sua extensão até ao porto
de Leixões.
no tema abordado, solicitando diversas
informações aos responsáveis da COFACE.
O evento contou ainda com a participação da Costa Duarte -Corretores e
Consultores de Seguros, S.A., parceira
da AIMMAP para a área dos seguros ge-
rais.
A parceria entre a AIMMAP e Costa
Duarte tem permitido às empresas associadas reduzir substancialmente os custos da sua carteira de seguros, para além
dos benefícios sentidos ao nível da gestão da mesma.
Seminário sobre seguros e seguros de crédito
A AIMMAP realizou, no passado dia
11 de Outubro, um seminário subordinado à temática dos seguros com incidência específica nos seguros de crédito.
A sessão contou com a presença de responsáveis da seguradora COFACE, com
a qual a AIMMAP tem um protocolo de
Ficha técnica
PROPRIEDADE AIMMAP:
Associação dos Industriais Metalúrgicos,
Metalomecânicos e Afins de Portugal
Rua dos Plátanos, 197 • 4100-414 PORTO • Tel. 351226 166 860 • Fax: 351-226 107 473
Director: Aníbal Campos
Subdirector: Rafael Campos Pereira
Coordenação Gráfica: Cristina Veiga
Paginação: Célia César; Flávia Leitão
Periodicidade: Mensal
Propriedade, Edição, Produção e Administração:
AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos,
Metalomecânicos e Afins de Portugal, em colaboração
com o Jornal Vida Económica
Distribuição gratuita aos associados da AIMMAP
- Associação dos Industriais Metalúrgicos,
Metalomecânicos e Afins de Portugal
Apoios:
colaboração.
Tal como foi referido na sessão, a parceria em causa permite às empresas associadas da AIMMAP celebrarem seguros
de crédito em condições privilegiadas.
As empresas presentes na sessão, cerca
de 20, demonstraram todo o interesse
A actualidade do sector metalúrgico e metalomecânico
www.twitter.com/aimmap
www.tecnometal-revista.blogspot.com
www.aimmap.blogspot.com
Sexta-feira, 28 outubro 2011
V
Informações Actuais
Revalidação de alvarás para 2012
A revalidação anual de um alvará resulta
da verificação de todas as condições mínimas
de permanência previstas para o exercício
da actividade da construção (idoneidade,
quadro técnico e capacidade económica e financeira), definidas no artigo 18.º do DL n.º
12/2004, de 9 de Janeiro, na sua redacção actual (com as alterações introduzidas pelo DL
n.º 18/2008, de 29 de Janeiro e pelo DL n.º
69/2011, de 15 de Junho) e do pagamento
da taxa de revalidação, bem como de outras
que se encontrem em dívida ao InCI.
Desde que estejam preenchidas as condições mínimas de permanência na actividade, não é necessária a entrega de quaisquer
documentos por parte das empresas, sendo
o alvará revalidado oficiosamente, pelo que
não é necessário formalizar por escrito o pedido de revalidação junto do InCI.
A idoneidade comercial e o quadro técnico mínimo são verificados através dos dados
mais recentes das empresas, cuja actualização lhes compete comunicar.
Na sequência do protocolo para a transmissão electrónica dos dados constantes no
balanço e demonstração de resultados, celebrado entre o InCI, a Direcção Geral dos
Impostos (DGCI) e a Direcção-Geral de
Informática Tributária e Apoio aos Serviços
Tributários e Aduaneiros (DGITA) a avaliação da capacidade económica e financeira, é
feita com base nos elementos apresentados
junto da Administração Fiscal no prazo fixado para o efeito nos termos do calendário
fiscal, desde que sejam por esta devidamente
validados.
No caso de as empresas não procederem
à entrega da documentação financeira no
prazo acima referido, poderão ainda fazê-lo,
de acordo com o previsto no n.º 4 do art.
19.º do DL 12/2004, de 9 Janeiro, na sua
redacção actual, até 31 de Dezembro, ficando, nesse caso, a revalidação do alvará sujeita
ao pagamento de uma taxa agravada.
O não cumprimento dos prazos, impede
a verificação das condições de permanência
das empresas na actividade, implicando a
não revalidação do alvará, o que equivale à
caducidade de todas as habilitações no mesmo relacionadas, nos termos do disposto
nos n.ºs 8 e 10.º do mesmo artigo.
Primeira revalidação
Em relação às empresas que tenham obtido alvará pela primeira vez em 2011 e para
além da idoneidade, somente será verificada a condição de permanência “capacidade
técnica”, em termos de quadro técnico, através da análise dos dados mais recentes das
empresas, cuja actualização lhes compete
comunicar.
Neste caso, a revalidação depende do
cumprimento das condições de permanência acima referidas, bem como do pagamento da correspondente taxa de revalidação, tal
como de outras que se encontrem em dívida ao InCI (cfr. n.º 1, do art. 19.º do DL
12/2004, de 9 de Janeiro, na sua redacção
actual), remetendo-se oportunamente, para
o efeito, a correspondente guia, a qual indicará o valor a pagar e respectivo prazo.
Segunda revalidação
Em relação às empresas que tenham obtido alvará pela primeira vez em 2010, para
além da idoneidade, são verificadas as condições de permanência ao nível da capacidade
técnica, custos com pessoal e capital próprio.
Neste caso, o InCI, para além da análise
dos dados mais recentes das empresas ao nível do quadro técnico, vai verificar se estas
dispõem de um valor não nulo de custos
com pessoal e capital próprio positivo, devendo as mesmas proceder ao pagamento
da correspondente taxa de revalidação, bem
como de outras que se encontrem em dívida ao InCI (cfr. n.º 1, do art. 19.º do DL
12/2004, de 9 de Janeiro na sua redacção actual), remetendo-se oportunamente, para o
efeito, a correspondente guia, a qual indicará
o valor a pagar e respectivo prazo.
Empresas que estavam sujeitas ao
regime probatório
As empresas que, à data da entrada em vigor das alterações introduzidas pelo DL n.º
69/2011, de 15 de Junho (ocorrida em 1 de
Julho de 2011), se encontravam sujeitas à
aplicação do regime probatório previsto no
art. 13.º do DL n.º 12/2004, de 9 de Janeiro, na revalidação dos alvarás para o ano
de 2012, devem manter no seu quadro de
pessoal o número mínimo de técnicos, para
a classe detida, com nível de conhecimento, especialização, experiência profissional e
disponibilidade adequados à área de classificação detida.
Além disso devem ainda:
Deter no último exercício um valor de
custos com o pessoal não nulo;
Deter no último exercício um valor de capital próprio não negativo.
Empresas que revalidariam para
2012 a quarta vez, abrangidas pelo
final do regime probatório
Na revalidação para 2012 estas empresas,
devem verificar as condições mínimas de
permanência definidas no art. 18.º do DL
n.º 12/2004, de 9 de Janeiro, na sua redacção actual.
Empresas estrangeiras
As empresas detentoras de alvará cuja sede
se situe noutro Estado membro da U.E. devem apresentar, no prazo de 30 dias após a
solicitação do InCI, a seguinte documentação:
Fotocópia, acompanhada de tradução
legal, do balanço e demonstração de resultados referentes ao exercício de 2010, conforme entregue na administração fiscal do
Estado no qual se situe a sede da empresa.
Caso não procedam à entrega da documentação financeira no prazo acima estabelecido, podem sempre fazê-lo, mediante o
pagamento de uma taxa agravada, até 31 de
Dezembro.
Esta documentação poderá ser entregue
directamente nos Serviços de Atendimento
ao Público do InCI, em Lisboa ou nas Lojas do Cidadão de Aveiro, Braga, Coimbra,
Viseu ou Faro, ou enviada para o InCI por
correio tradicional.
A não entrega dos referidos documentos
dentro dos prazos indicados impede a verificação das condições de permanência, implicando a não revalidação do alvará, o que
equivale à caducidade de todas as habilitações no mesmo relacionadas, nos termos do
disposto nos n.º s 8 e 10.º do art.19.º do DL
n.º 12/2004, de 9 de Janeiro, na sua redacção actual.
Empresas com período de tributação
diferente do ano civil
As empresas que tenham adoptado e estejam autorizadas a praticar um período
de tributação diferente do ano civil, devem
apresentar, até 31 de Julho, junto do InCI, a
seguinte documentação:
Anexo A da IES/Declaração Anual do
IRC (6 primeiras páginas: Folha de rosto da
Declaração Anual, Demonstração de resultados e Balanço) referente ao último exercício.
No caso das empresas não procederem à
entrega da documentação financeira até 31
de Julho, podem sempre fazê-lo, mediante o pagamento de uma taxa agravada, até
31 de Dezembro (n.º 4 do art. 19.º do DL
12/2004, de 09.01).
A não entrega dos documentos necessários dentro dos prazos indicados impede a
verificação das condições de permanência,
implicando a não revalidação do alvará, o
que equivale ao cancelamento de todas as
habilitações da empresa, nos termos do disposto nos n.ºs 7 e 8 do artigo 19.º do referido Decreto-Lei.
Condições mínimas de permanência
na actividade
No procedimento da revalidação anual
dos alvarás, para além do requisito de idoneidade, as empresas, deverão verificar as seguintes condições mínimas de permanência
na actividade:
Capacidade técnica:
Manter no seu quadro de pessoal o número mínimo de técnicos, na área da produção
e da segurança e higiene do trabalho, para
a classe detida, com nível de conhecimento,
especialização, experiência profissional e disponibilidade adequados à área de classificação da empresa.
Capacidade económica-financeira:
Capital próprio
Deter no último exercício (ou pela média dos três últimos exercícios) um valor de
capital próprio igual ou superior a 10% do
valor limite da classe máxima detida. No entanto, se a classe máxima detida for a classe
9, deverão deter um valor igual ou superior
a 20% do valor limite da classe 8;
No entanto, as empresas com habilitações
exclusivamente na classe 1, apenas devem
apresentar um valor de capital próprio não
negativo;
Custos com pessoal
Deter no último exercício (ou pela média
dos três últimos exercícios) um valor de custos com o pessoal igual ou superior a 7% do
valor limite da classe anterior à classe máxima detida;
No entanto, as empresas com habilitações
exclusivamente na classe 1, apenas devem
apresentar um valor de custos com o pessoal
não nulo.
Volume de negócios em obra
Deter no último exercício (ou pela média
dos três últimos exercícios) um valor de volume de negócios em obra, igual ou superior
a 50% do valor limite da classe anterior à
classe máxima detida;
No entanto, para empresas com habilitações exclusivamente na classe 1, o valor de
volume de negócios em obra apenas deve ser
igual ou superior a 10% do valor limite da
classe 1.
Indicadores financeiros
Deter no último exercício (ou pela média dos três últimos exercícios) um valor de
100% para o indicador da liquidez geral e
de 5%, para o indicador da autonomia financeira.
Revalidação para 2012
O alvará é revalidado para o ano de 2012
sempre que se verifiquem as condições mínimas de permanência (idoneidade, quadro
técnico e capacidade económica e financeira) e seja paga a respectiva taxa, bem como
outras que se encontrem em dívida ao InCI.
A avaliação das condições de
permanência é baseada em:
Idoneidade comercial
Depende da manutenção da situação face
aos elementos enviados para cumprimento
do art. 8.º do DL n.º 12/2004, de 9 de Janeiro, na sua redacção actual, uma vez que é
um dever da empresa comunicar a este Instituto, no prazo de 22 dias, após a sua ocorrência, quaisquer alterações nas condições
de ingresso e permanência na actividade.
Quadro técnico
Verificado através dos dados mais recentes
que constarem na base de dados deste Instituto, cuja actualização compete sempre à
empresa comunicar.
Capacidade económica e financeira
Verificada com base nos elementos apresentados junto da Administração Fiscal,
desde que sejam por esta devidamente validados.
De acordo com o estabelecido no n.º 6 do
art. 19.º do Decreto-Lei 12/2004, de 9 de
Janeiro, na sua redacção actual, as habilitações relativamente às quais se verifique que a
empresa não apresenta as condições exigidas
(quadro técnico, custos com o pessoal, capital
próprio, volume de negócios em obra, indicadores financeiros) para a classificação detida,
são automaticamente reclassificadas ou canceladas em conformidade com o demonstrado.
Desmaterialização do alvará
Os alvarás não são enviados às empresas
titulares em suporte de papel.
Em substituição do suporte físico, existe
um título desmaterializado e o único meio
legal para validação das habilitações das empresas de construção é a consulta dos alvarás
no portal do InCI.
Este documento é ainda disponibilizado
em formato PDF, na área reservada da empresa, no portal do InCI.
Comprovação do quadro técnico
A comprovação do quadro técnico exigido depende da manutenção da situação face
aos elementos enviados para cumprimento do n.º 3 do art. 9.º do Decreto-Lei n.º
12/2004, de 9 de Janeiro, na sua redacção
actual, uma vez que é um dever da empresa comunicar ao InCI, no prazo de 22 dias,
após a sua ocorrência, quaisquer alterações
nas condições de ingresso e permanência na
actividade.
Por outro lado, as empresas que se encontrem com quadro técnico insuficiente face
à classificação que detêm, na sequência de
situações em que ocorra cessação de funções
de técnicos ou em que os mesmos passem a
ser incompatíveis para integrar o seu quadro
técnico, devem regularizar a situação no prazo de 22 dias a contar da data da ocorrência.
Assim, caso tenha ocorrido alteração do
quadro técnico, devem as empresas apresentar junto do InCI, relativamente aos novos
técnicos, os seguintes documentos:
Modelo 5: Quadro Técnico;
Modelo 6: Ficha Curricular do(s)
Técnico;
Modelo 7: Vínculo contratual entre o
técnico e a empresa;
Fotocópia do BI, NIF e Carteira Profissional do técnico;
Fotocópia da declaração de remunerações,
conforme entregue na Segurança Social, referente ao último mês, na qual conste(m),
o(s) novo(s) técnico(s), para além do restante pessoal técnico, com valores que devem
cumprir os mínimos estabelecidos no Contrato Colectivo de Trabalho em vigor para o
sector da construção.
Quando o envio da declaração de remunerações tenha sido efectuado em suporte
informático (disquete ou Internet), a comprovação deverá ser feita através das folhas
de resumo de totais e respectivas listagens de
pessoal.
Provisoriamente, as empresas podem
apresentar junto do InCI a inscrição na segurança social dos novos técnicos, sem prejuízo de posterior envio da declaração de
remunerações conforme entregue na Segurança Social.
Fonte: www.INCI.PT
VI
Sexta-feira, 28 outubro 2011
Energia
Breves
Tarifas reguladas de eletricidade
e gás natural acabam no final
do próximo ano
O Decreto-Lei n.º 104/2010,
de 29 de Setembro, estabeleceu
a extinção das tarifas reguladas
de venda a clientes finais a partir
de 1 de Janeiro de 2011, em Portugal Continental, para fornecimentos em Muito Alta Tensão
(MAT), Alta Tensão (AT), Média
Tensão (MT) e Baixa Tensão Especial (BTE), prevendo um período transitório até 31 de Dezembro de 2011.
Através de um comunicado de
28 de Setembro a ERSE fez saber que os prazos para a completa
extinção das tarifas reguladas em
Gás e Electricidade foram agora
complementados e estão na sua
versão definitiva.
Por julgarmos muito importante que as empresas que ainda
estão no Mercado Regulado estejam atentas a esses prazos reproduzimos na íntegra a referida
comunicação, disponível no sitio
da ERSE, e que complementa o
prazo já dado de 31 de Dezembro de 2011, agora para todos os
tipos de consumidores:
“As tarifas reguladas de venda
de electricidade e de gás natural
a clientes finais acabam no final
de 2012 para todos os consumidores.
Até ao final do próximo ano,
todos os consumidores de electricidade e de gás natural, sejam
empresas ou famílias, devem procurar um novo comercializador
no mercado.
O calendário definido recentemente pelo Governo fixa duas
fases para a extinção das tarifas
reguladas que ainda subsistem:
1ª fase – a partir de 1 de Julho
Realizou-se no passado dia 7
de Outubro, em Amsterdam,
na Holanda, uma nova reunião
da Assembleia Geral da
ORGALIME, a organização
europeia de cúpula dos sectores
metalúrgico, metalomecânico e
electromecânico.
ORGALIME é a maior organização
sectorial da Europa, contando
entre os seus sócios com
associações metalúrgicas e
metalomecânicas da grande
maioria dos países europeus. A
AIMMAP é desde há muito uma
das duas associações portuguesas
filiadas na ORGALIME.
Nesta nova reunião da
Assembleia Geral da
ORGALIME estiveram presentes
representantes de inúmeras
associações europeias dos
sectores abrangidos pela
referida organização, bem como
membros de outras entidades de
referência no espaço da União
Europeia, com especial destaque
para representantes da Comissão
Europeia.
A AIMMAP, tal como
habitualmente, esteve presente no
evento, tendo sido representada
pela sua Directora-Geral Mafalda
Gramaxo.
Presidente da AIMMAP presente
em Conferência Parlamentar
do Partido Socialista
de 2012: acabam as tarifas reguladas para as pequenas empresas
e os grandes agregados familiares,
ou seja, para os consumidores de
electricidade com potência contratada igual e acima dos 10,35
kVA e para os consumidores de
gás natural com um consumo
anual superior a 500 m3.
2ª fase – a partir de 1 de Janeiro
de 2013: acabam as tarifas para
todos os consumidores de electricidade e gás natural, incluindo os
pequenos consumidores, isto é,
os consumidores de electricidade com potência contratada até
10,35 kVA e os consumidores de
gás natural com consumo anual
até 500 m3.
O fim das tarifas reguladas significa que os preços de venda de
electricidade e de gás natural aos
consumidores finais deixam de
ser fixados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos
(ERSE), passando a ser definidos
pelo mercado.
A conclusão do processo de
liberalização dos sectores energéticos da electricidade e do gás
natural significa que, apesar de há
muito terem essa possibilidade,
todos os consumidores deverão
escolher um novo comercializador de electricidade e gás disponíveis no mercado.
O processo de mudança de
comercializador é gratuito e é accionado assim que o consumidor
contactar e contratar um novo
fornecedor de energia.
Os consumidores devem estar atentos às ofertas comerciais
das várias empresas fornecedoras de electricidade e gás natural
que estão a operar no mercado e
poderão ainda consultar as listas
dos comercializadores a actuar no
mercado no site da ERSE e no
site da DGEG.
Compra de Energia em grupo no sector metalúrgico e metalomecânico
determina poupanças reais às empresas
A compra de energia em grupo
promovida pela AIMMAP em
2011 será repetida em 2012
Conforme é do conhecimento da generalidade dos sócios, a
AIMMAP desenvolveu, em 2011,
com as empresas associadas, uma
acção de compra de energia em
grupo por forma a permitir às
mesmas uma redução efectiva no
custo da factura eléctrica.
A pool em causa integrou um
grupo de 57 empresas associadas
da AIMMAP, tendo concorrido
ao fornecimento de energia eléctrica as cinco maiores operadoras
a actuar no mercado livre em
Portugal.
A acção desenvolveu-se no sen-
AIMMAP presente
em Assembleia Geral
da ORGALIME
tido de apurar qual o fornecedor
mais adequado a cada tipo de
consumo de energia eléctrica das
empresas aderentes - Baixa Tensão Especial e Média Tensão.
Com a análise das propostas
apresentadas foram seleccionados
dois fornecedores - GALP POWER e ENDESA -, os quais passaram a fornecer a energia eléctrica às empresas aderentes.
Esta compra de energia em
grupo originou poupanças reais
de 6% a 15% na factura eléctrica
das 57 empresas aderentes.
Trata-se de uma iniciativa alta-
mente relevante para as empresas
do sector, potenciando a cooperação inter-empresarial com benefícios evidentes para as empresas envolvidas.
Tendo em conta o exposto e
considerando igualmente o peso
crescente dos custos energéticos
nos custos gerais das empresas,
a AIMMAP pretende agora desenvolver novamente a acção de
compra de energia eléctrica em
grupo para o ano de 2012, sendo
sua expectativa a de que o número de empresas envolvidas seja
cada vez maior.
Teve lugar no passado dia 6
de Outubro, na Assembleia da
República, uma Conferência
Parlamentar organizada
pelo Grupo Parlamentar do
Partido Socialista subordinada
ao tema Financiamento e
Internacionalização da Economia
Portuguesa.
Com a referida iniciativa, o
Grupo Parlamentar do Partido
Socialista visou suscitar e
recolher contributos em torno
do crescimento da economia
portuguesa e, em particular,
sobre as orientações que
devem estruturar as políticas
públicas de financiamento e
internacionalização da economia.
No decurso do evento houve
lugar a intervenções de Carlos
Zorrinho, Presidente do Grupo
Parlamentar do PS, de Basílio
Horta, Luís Amado e Jorge Tomé
e ainda do Secretário-Geral do
Partido Socialista, António José
Seguro.
Aníbal Campos, Presidente da
Direcção da AIMMAP, tendo sido
convidado pela organização para
tal efeito, marcou presença no
evento.
Divisão de estruturas e
elementos de construção em
metal, caldeiras e depósitos
realiza assembleia eleitoral
Decorreu no passado dia 10 de
Outubro a Assembleia eleitoral
da Divisão 3 – Estruturas e
Elementos de Construção em
Metal, Caldeiras e Depósitos, para
o triénio 2010/2012, tendo sido
eleitas as seguintes empresas:
Conselho da Divisão
Presidente: Inaceinox – Indústria
de Equipamentos Inoxidáveis, S.A,
representada por Abel Oliveira.
Vice-Presidentes: J. Tex –
Indústrias Metalomecânicas, S.A.,
representada por Liliana Costa
Cardoso; e Paesma – Estruturas
e Construções Metálicas, Lda,
representada por Amadeu Pinto.
Seminário sobre seguros
e seguros de crédito
A AIMMAP realizou, no passado
dia 11 de Outubro, um seminário
subordinado à temática dos
seguros com incidência específica
nos seguros de crédito.
A sessão contou com a presença
de responsáveis da seguradora
COFACE, com a qual a AIMMAP
tem um protocolo de colaboração.
Tal como foi referido na sessão,
a parceria em causa permite às
empresas associadas da AIMMAP
celebrarem seguros de crédito em
condições privilegiadas.
As empresas presentes na sessão,
cerca de 20, demonstraram todo
o interesse no tema abordado,
solicitando diversas informações
aos responsáveis da COFACE.
O evento contou ainda com a
participação da Costa Duarte
-Corretores e Consultores de
Seguros, S.A., parceira da
AIMMAP para a área dos seguros
gerais.
A parceria entre a AIMMAP e
Costa Duarte tem permitido às
empresas associadas reduzir
substancialmente os custos da sua
carteira de seguros, para além dos
benefícios sentidos ao nível da
gestão da mesma.
VIII
Sexta-feira, 28 outubro 2011
Internacionalização
Exportações do sector metalúrgico e metalomecânico
continuam a crescer acima da média nacional
A AIMMAP tem estudado
exaustivamente a evolução das
exportações e importações portuguesas. Nesse sentido, a exemplo do efectuado relativamente
a períodos anteriores, levou agora a efeito um estudo sobre as
taxas de crescimento do comércio internacional relativamente
aos meses de Janeiro a Agosto
de 2011, em comparação com
o mesmo período de tempo no
ano anterior.
Tal como sucedeu nos estudos
anteriores, este abrangeu a evolução das exportações e das importações nacionais, tendo sido
objecto de análise os seguintes
âmbitos:
- Sector metalúrgico e metalomecânico;
- Indústria transformadora;
- Total nacional
No que concerne especificamente aos números das exportações, verifica-se que, entre Janeiro e Agosto de 2011, o sector
metalúrgico e metalomecânico
português vendeu para o exterior J 8.124.000.000,00 (mais
de 8 mil milhões de euros), o
que, comparando com os números do ano anterior, revela um
crescimento no período homó-
logo de 21,1%.
Projectando estes números
até Dezembro de 2011, começa
a ser cada vez mais consistente
a expectativa de que o presente ano será o melhor de sempre
das exportações do sector em
Portugal, estimando-se que a
cifra final ultrapassará significativamente os 12 mil milhões de
euros.
Analisando os diferentes âmbitos atrás citados verifica-se
que a evolução foi altamente positiva para o país em geral e para
o sector metalúrgico e metalomecânico muito em especial.
Os números são a esse respeito
os seguintes:
- Metalurgia e metalomecânica: crescimento de 21,1%
- Indústria transformadora:
crescimento de 19,1%
- Total nacional: crescimento
de 16,6%
Conforme se verifica, há um
aumento significativo das exportações portuguesas. Tal aumento
é ainda maior se for considerada
apenas a indústria transformadora. E caso seja tido apenas
em conta o sector metalúrgico
e metalomecânico o aumento é
ainda mais acentuado, seja com-
parativamente ao total nacional,
seja em relação à indústria transformadora em geral.
No que se refere às importações, a performance do sector
é muito mais positiva do que a
verificada no contexto geral da
indústria transformadora e mais
ainda do que a ocorrida no total
nacional. Vejamos os números
do estudo nesse domínio:
- Metalurgia e metalomecânica: diminuição de 4,8%
- Indústria transformadora:
aumento de 2,6%
- Total nacional: aumento de
4,9%
Conforme se verifica, a importação de produtos e equipamentos do sector metalúrgico
e metalomecânico está consistentemente a decrescer, comparando com aumentos nos dois
restantes âmbitos – ainda que
seja certo que mesmo aí o crescimento começa a ser menor.
A principal conclusão do estudo aqui em causa é a de que o
sector metalúrgico e metalomecânico continua com uma excelente performance no comércio
externo. Contribui determinantemente para o equilíbrio da
balança comercial (aumento das
exportações a ritmo superior à
indústria transformadora e ao
total das exportações portuguesas). Para além disso, ao contrário da indústria transformadora
e do país em geral está a reduzir
as compras ao exterior.
Regista-se também que o estudo aqui em causa detalhou
ainda os principais destinos das
exportações e origens das importações no que tange ao sector
metalúrgico e metalomecânico.
Assim:
Mercados de exportação:
Espanha: 25%
Alemanha: 22,5%
França: 14,2%
Angola: 5,9%
Reino Unido: 5,7%
Os países da União Europeia
são o destino de 78,5% das exportações nacionais do sector,
Mercados de importação:
Espanha: 32,1%
Alemanha: 22,9%
França: 9,1%
Itália: 8,2%
Os países da União Europeia
estão na origem de 88,1% das
importações portuguesas de
produtos e equipamentos do
sector metalúrgico e metalomecânico.
Projectando
estes números
até Dezembro
de 2011, começa
a ser cada vez
mais consistente
a expectativa de
que o presente
ano será o melhor
de sempre das
exportações do
sector em Portugal,
estimando-se
que a cifra final
ultrapassará
significativamente
os 12 mil milhões
de euros
Formação
A Estratégia da AIMMAP de apoio ao desenvolvimento
das competências dos empresários do Sector
São notórias as características
que em geral e com inteira justiça se apontam aos empresários
do Sector Metalúrgico e Metalomecânico Português: Uma
enorme coragem, uma invulgar
capacidade de empreendimento
e uma criatividade e capacidade
de inovação susceptíveis de trazerem a Portugal representantes
das grandes marcas mundiais,
para verificarem como é que o
empresário português consegue
concretizar em termos de inovação tecnológica, aquilo que
as grandes empresas consideram
impossível.
Aliado a estas características
muito próprias do empresário
do Sector, tem sido patente ao
longo dos últimos anos, a crescente aposta dos empresários no
desenvolvimento de políticas de
formação para as suas empresas
o que muito tem contribuído
para a afirmação do sector como
um sector moderno, inovador e
orientado por níveis de excelência.
A AIMMAP está consciente
de que esta área de actuação é
de vital importância e contribuí
igualmente para que o sector Metalúrgico e Metalomecânico Português seja o que mais contribui
para o incremento da nossa economia, nomeadamente no que às
exportações diz respeito.
Tem por isso a AIMMAP
como opção da sua actual Direcção, o desenvolvimento de uma
estratégia com várias vertentes
de actuação, com vista à atribuição de maiores competências aos
nossos empresários, de modo a
que se encontrem munidos de
todas as ferramentas necessárias
à manutenção do seu negócio
neste período de grave turbulência nos mercados e que, com
maior ou menor intensidade,
será uma constante daqui para o
futuro.
Deste modo, desenvolveu a
AIMMAP uma estratégia com
uma tripla vertente e que se encontra em plena execução:
Em primeiro lugar, vai a AIMMAP manter ao longo de 2012 a
sua aposta iniciada em 2009, de
promoção e realização de acções
de Formação-Acção, no âmbito
do POPH - Programa Operacional Potencial Humano, programa
em relação ao qual a AIMMAP
é Entidade Beneficiária e por
isso responsável pelo seu desenvolvimento junto de dezenas de
PME’s, ao longo do ano. Este
programa decorre em estreita co-
laboração com o CENFIM que
participa como Entidade Formadora.
Como se poderá constatar
noutro espaço deste número do
jornal Metal, encontra-se em fase
de Pré-inscrição o arranque da
próxima acção que será efectuado
em Janeiro.
Em segundo lugar e mais uma
vez na senda de maximizar as acções integradas nas candidaturas
agora no âmbito do COMPETE,
a AIMMAP encontra-se a organizar e a implementar um Ciclo
de Conferências denominado
“Melhores Práticas de Gestão: Os
Novos Desafios para o Sec XXI”.
A existência de ciclos cada vez
mais breves, seja no que respeita
a produtos, serviços, processos ou
modos de organização das empresas, conjugado com a insegurança e incertezas relativamente à
evolução da economia, exige aos
empresários uma aposta renovada
na recolha de toda a informação
possível para melhor prepararem
as suas empresas para os novos
paradigmas que se estão a criar.
Este ciclo de conferências, também já atempadamente anunciado, irá desenvolver as suas temáticas em estreita coerência com
os temas desenvolvidos no Pro-
grama de Formação-Acção acima
referido.
Responde-se, deste modo à
incontornável necessidade de fazer corresponder a actualização
dos empresários às exigências
do sector, com vista a potenciar
elevados níveis de produtividade
e competitividade, melhorando
deste modo o posicionamento
das empresas e, consequentemente, do seu potencial de empregabilidade.
Em terceiro lugar e através da
AIDUST – Consultoria e Apoio
à Indústria, SA, empresa de consultoria que trabalha no sector
Metalúrgico e Metalomecânico
em estreita parceria com a AIMMAP, visa esta associação desenvolver todo um conjunto de iniciativas no âmbito da consultoria
e formação com vista a municiar
as empresas do Sector Metalúrgico e Metalomecânico de um conjunto de ferramentas nos mais
diversos domínios da gestão.
As sessões formativas programadas serão posteriormente,
sempre que se justificar e for considerado conveniente pelo empresário, complementadas com
intervenções nas empresas.
Este tipo de intervenções são,
deste modo, um auxiliar da
maior relevância nomeadamente
para as PME´s que poderão assim
aceder de uma forma mais facilitada a uma oferta formativa no
âmbito da gestão, especificamente orientada para os empresários
deste Sector.
De realçar que a AIDUST tal
como as empresas e instituições
integradas no universo AIMMAP
obedece estritamente aos princípios do associativismo, nomeadamente no que respeita à oferta de
serviços em condições económicas muito favoráveis aos associados da AIMMAP.
Por fim, e como se pode verificar, as iniciativas concretas de
formação e informação desenvolvidas pela AIMMAP e destinadas
aos seus associados, assentam em
dois pressupostos fundamentais:
(1) Abordagem de temas de importância efectiva para as empresas; (2) Colaboração de verdadeiros especialistas em todas as
iniciativas.
Acresce a intensa colaboração
com as entidades a que está profundamente ligada e que desenvolvem uma actividade extremamente relevante no domínio da
formação profissional, como o
são, inequivocamente, o CATIM
e o CENFIM.

Documentos relacionados