Jornal CASSI

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Jornal CASSI
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Editorial
Uma comunicação
mais próxima de você
Índice
A CASSI inicia 2008 com um novo estatuto, que a prepa-
ra para continuar prestando assistência em saúde com qualidade, sem deixar de considerar as mudanças que influenciam
o setor de saúde suplementar.
Mas para que possamos continuar a oferecer ampla cobertura
médica e hospitalar, a conscientização de todos torna-se
imprescindível. Você necessita de informações adequadas para
obter as melhores opções em assistência à saúde, preservando,
ao mesmo tempo, a sustentabilidade da CASSI.
Com o intuito de auxiliá-lo nesse compromisso, a nossa
comunicação precisa oferecer informações sobre a melhor
utilização dos serviços de saúde, as características dos planos e a situação financeira da Entidade. Publicaremos matérias que possam ajudá-lo a conhecer seus direitos e responsabilidades.
Para que a comunicação com você seja mais direta, passarei a assinar os editoriais deste jornal. Esse objetivo pressupõe também conhecer sua opinião, por isso abriremos
uma seção nesta publicação para o recebimento de críticas e
sugestões sobre o nosso site, jornal e demais publicações.
Temos um objetivo comum: fazer com que a CASSI permaneça como referência na busca por qualidade de vida e
assistência à saúde.
3
Corpo Social elege
representantes em abril de 2008
4
Brasil é o primeiro em
número de partos por cesárea
7
Inaugurados módulos no
Rio de Janeiro e em Brasília
8
Participantes devem buscar
orientação em Unidades CASSI
10
CASSI busca controlar
despesas básicas
12
Programa Bem Viver
atende mais de 1,8 mil pessoas
14
Informações aos participantes
15
Previna-se contra Febre Amarela
e Dengue
16
Jornal CASSI
terá nova seção
Carlos Neri
Presidente
ANS - nº 34665-9
Expediente
Conselho Deliberativo
Maria das Graças Conceição Machado
Costa (Presidente)
Denise Lopes Vianna (Vice-presidente)
Roosevelt Rui dos Santos (Titular)
Solon Coutinho de Lucena Filho (Titular)
Antonio Sérgio Riede (Titular)
Carlos Frederico Tadeu Gomes (Titular)
Maria do Carmo Trivizan (Suplente)
Geraldo Pedroso Magnanelli (Suplente)
Claúdio Alberto Barbirato Tavares (Suplente)
Marcelo Gonçalves Farinha (Suplente)
Jandyra Pacheco Barbosa (Suplente)
Geraldo Brandi Regato Filho (Suplente)
Conselho Fiscal
Ana Lúcia Landin (Presidente)
Íris Carvalho Silva (Titular)
Urbano de Moraes Brunoro (Titular)
Fernando Sabbi Melgarejo (Titular)
João Ângelo Loures (Titular)
Carlos Célio de Andrade Santos (Titular)
Décio Bottechia Júnior (Suplente)
Francisco Alves e Silva (Suplente)
Maria do Céu Brito de Medeiros (Suplente)
João Vagnes de Moura Silva (Suplente)
Agostinho de Oliveira Mello (Suplente)
Daniela Góes Valadão (Suplente)
Diretoria Executiva
Carlos Eduardo Leal Neri
(Presidente)
Roberto Francisco Casagrande Herdeiro
(Diretor de Administração e Finanças)
Douglas José Scortegagna
(Diretor de Saúde e Rede de Atendimento)
José Antonio Diniz de Oliveira
(Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes)
Redação, edição, revisão
Editor: Sergio Freire (MTb-DF 7.530)
Jornalistas: Taise Vieira (MTb-DF 3.284) e Marina
Fernandes (MTb-DF 7.164)
Edição de arte
Projeto gráfico e diagramação: Lígia Uchôa
Assistente de arte: Junior Leão
Produção
Impressão: Fórmula Gráfica e Editora
Tiragem: 331 mil exemplares
Edição: janeiro/fevereiro 2008
Banco de imagens: stockxchng
Valor unitário impresso: R$ 0,18
Publicação da CASSI (Caixa de Assistência dos
Funcionários do Banco do Brasil) “É permitida a
reprodução dos textos, desde que citada a fonte”.
Jornal CASSI
Eleições CASSI
Corpo Social elege
representantes em abril de 2008
A votação definirá membros para os Conselhos
Fiscal e Deliberativo e para o cargo de Diretor de
Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes.
Os titulares do Plano de Associados, da ativa e
aposentados, terão novo compromisso com os rumos
da CASSI. Entre os dias 2 e 11 de abril de 2008, elegerão três representantes, e respectivos suplentes, para
o Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e o Diretor
de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes.
Dois dos novos membros e suplentes dos conselhos, assim como o Diretor a ser eleito, terão mandatos até 31 de maio de 2012. O outro membro e seu suplente nos conselhos ficarão até 31 de maio de 2010.
Para que a votação tenha ampla representatividade, torna-se fundamental a participação do maior
número possível de associados. A gestão compartilhada da Caixa de Assistência depende do interesse
mútuo, entre representantes do Banco do Brasil e asJornal CASSI
sociados, em relação às decisões e diretrizes para o
futuro da Entidade.
A Comissão responsável pela condução do processo eleitoral se encontra instalada e o Edital de
Convocação das Eleições CASSI/2008 e o Regulamento Eleitoral estão disponíveis no site www.cassi.
com.br, onde o associado encontrará mais detalhes
sobre o pleito.
O registro de chapas para concorrer ao Conselho
Deliberativo, ao Conselho Fiscal e para o cargo de
Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com
Clientes foi feito na Sede da CASSI, em Brasília, no
período de 7 a 31 de janeiro.
Informações sobre as chapas concorrentes também serão divulgadas no site da Entidade durante o
processo eleitoral.
.
Qualidade de vida
Brasil é o primeiro em
número de partos por cesárea
Planos de saúde brasileiros
realizam maior quantidade
dessas operações no mundo
O setor de planos de saúde do
Brasil é o campeão mundial de cesarianas. Aproximadamente 80%
dos partos feitos pelo setor de
saúde suplementar são cesáreas,
percentual muito acima dos 15%
recomendados pela Organização
Mundial de Saúde (OMS) e dos
resultados encontrados em outros
países, como Holanda (14%), Estados Unidos (26%), México (34%) e
Chile (40%).
A saúde suplementar conta hoje
com cerca de 40 milhões de vidas,
das quais aproximadamente 14 milhões são mulheres em idade fértil.
Na Caixa de Assistência, em
2006, dos 6.536 partos registrados
no Plano de Associados e CASSI
Família, 5.709 (87,35%) foram
cesáreas e apenas 827 (12,65%),
normais. Com o objetivo de diminuir
o número de partos cesarianos, a
remuneração oferecida pela CASSI
aos médicos é maior para o parto
normal quando comparada à
cesariana.
O Governo Federal deseja reduzir a taxa de cesariana de 30% para
25% no SUS e de 80% para 60%
Jornal CASSI
A Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) tem implementado ações que contribuem para a
reversão dessa realidade. A Autarquia lançou uma campanha com o
objetivo de informar os benefícios
do parto normal e os riscos do elevado número de cesáreas no setor
suplementar. As mulheres de 15 a
49 anos participantes de planos
com cobertura obstétrica são o público-alvo dessa campanha.
Benefícios do parto normal
O tipo de parto – vaginal (normal) ou cirúrgico (cesáreo) – é,
sem dúvida, a decisão mais importante a ser tomada pela mulher no
momento da concepção. Segundo
o ginecologista da CASSI-PE, Erick Moreno, o melhor é optar pelo
parto normal, mais seguro para a
mulher e para a criança.
cações absolutas para a realização
da cesárea. Trata-se de um procedimento importante para salvar
a vida da mãe e do bebê quando
uma delas – ou as duas – estiver
em risco. “As indicações absolutas mais tradicionais são desproporção céfalo-pélvica (quando a
cabeça do bebê é maior do que a
passagem da mãe); hemorragias
no final da gestação; ocorrência de
doenças hipertensivas na mãe específicas da gravidez; bebê transverso (atravessado) e sofrimento e
malformação fetal, como hidrocefalia e hérnias diafragmáticas fetais”, explicou o ginecologista Erick
Moreno, da CASSI-PE.
Qualidade de vida
no setor suplementar, priorizando
o parto normal. Para estimular o
médico a optar por esse procedimento, o Governo já equiparou o
valor do parto normal ao cesariano,
quando feito pelo SUS.
Vantagens do parto normal segundo Erick Moreno:
• menor índice de sangramento no ato do parto e diminuição da possibilidade de infecções;
• menores complicações no período operatório e puerperal;
• baixa incidência de complicações neonatais, como síndrome de angústia respiratória do recém-nascido e broncoaspiração;
• rápida recuperação da mãe. Em pouco menos de duas horas após o
parto, a mãe já pode amamentar sem ajuda, pode se alimentar, caminhar, tomar banho, e cuidar do seu filho, o que estreita os laços com o
recém-nascido;
• menor índice de permanência hospitalar, sendo em média 24 horas;
• menor índice de infecções hospitalares.
Já a cesariana deve ter indicação reservada apenas para os casos que apresentam complicações.
Em geral, o parto natural traz menos riscos, tem custo menor, sua
recuperação é mais rápida e, raramente, gera infecção. Além disso,
favorece a respiração do bebê e o
próprio aleitamento materno.
Indicações para cesarianas
A cesariana é um procedimento
médico que precisa ser indicado
com bases técnicas. Existem indiJornal CASSI
CASSI em foco
Saiba o porquê do alto
número de cesáreas
Segundo o ginecologista Erick Moreno, no Brasil existe uma
alta incidência de operações cesarianas por vários motivos, entre
outros, pela praticidade em se
marcar cirurgia eletivamente, com
equipe previamente avisada; por
questões estéticas; por razões ligadas à sexualidade, como medo
de disfunções sexuais por flacidez da musculatura perineal; e
pelo medo da dor.
Para a ginecologista Carmen
T.S. Karam Muller, da CASSI-SC,
certos
procedimentos
inibem
a possibilidade de flacidez da
musculatura perineal. “Hoje há um
bom trabalho de fisioterapia que já
se inicia no pré-natal, intra e pósparto e pode repor o perínio nas
condições fisiológicas como antes
do parto”. E concluiu: “O ideal é
que as mulheres participem de
curso para gestantes e tirem todas
as dúvidas”.
“A recuperação no parto normal é rápida
e nas primeiras 24 horas a mãe começa
a amamentar, enquanto na cesariana a
recuperação pode demorar uma semana
e até 48 horas para iniciar o aleitamento”
Não raro, as cesarianas são
agendadas antes da mulher entrar
em trabalho de parto. A retirada
cirúrgica de bebês do útero antes
que tenham atingindo a completa
maturidade fetal é grave. Segundo
a ANS, existem estudos demonstrativos de que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas têm 120 vezes
mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em
conseqüência, necessitar de internação em UTI neonatal, em comparação com aqueles nascidos
com 39 semanas ou mais. Essa situação, além de aumentar os custos hospitalares e o risco de desen-
volvimento de outros problemas de
saúde no bebê, ocasionados pela
internação, gera uma separação
abrupta e precoce entre mãe e filho,
em um momento primordial para o
estabelecimento de vínculo, para
uma melhor adaptação do recémnascido à vida extra-uterina e para
o início do aleitamento materno.
“A recuperação no parto normal
é rápida e nas primeiras 24 horas
a mãe começa a amamentar, enquanto na cesariana a recuperação
pode demorar uma semana e até
48 horas para iniciar o aleitamento”, explicou a ginecologista.
.
Jornal CASSI
CASSI em foco
Inaugurados módulos
no Rio de Janeiro
e em Brasília
Abertura demonstra compromisso de
fortalecer estratégia de Serviços Próprios
lia
orte - Brasí
Incentivar a utilização de seus
Serviços Próprios tornou-se prioridade para a CASSI. Essa estratégia considera a necessidade de
oferecer uma adequada assistência à saúde, a partir da avaliação
de estudos técnicos sobre a abertura ou manutenção de unidades
nas diversas regiões do País.
Esse posicionamento garante
que a Entidade busque atender
aos anseios dos participantes,
mas tendo como parâmetro para
a instalação de Serviços Próprios
a viabilidade do empreendimento. Ao decidir pelo surgimento de
uma nova dependência, analisase a abrangência da população
a ser atendida e o nível de utilização da rede credenciada, entre
outros fatores.
A partir desses critérios, a
CASSI promoveu duas inaugurações no último mês de janeiro.
O Módulo Tijuca - Rio de Janeiro
prestará assistência mais qualificada aos participantes que moram
nas proximidades daquela região
da Cidade, antes atendidos nas
instalações do Andaraí. Já o Módulo Norte - Brasília foi concebido
para oferecer amplo apoio em saúJornal CASSI
Módulo N
de para aqueles que
residem em Brasília,
que recebiam assistência apenas
nas dependências
da Asa Sul.
As duas inaugurações fortalecem a estratégia
de Serviços Próprios e demonstram que é possível conciliar investimento em saúde e equilíbrio
financeiro. Mas o empenho da
Entidade em aperfeiçoar os serviços que presta depende também
do comprometimento do participante. “Sempre que possível, as
pessoas devem procurar, primeiramente, uma unidade da CASSI
quando necessitarem de algum
atendimento, para que tenham
uma orientação mais adequada”,
afirmou o presidente da Entidade, Carlos Eduardo Leal Neri.
As inaugurações do Módulo Tijuca e do Módulo Norte - Brasília
evidenciam o esforço da Caixa de
Assistência para continuar a oferecer ampla cobertura médica e
hospitalar. “A abertura dos novos
Serviços Próprios demonstra que
a CASSI permanecerá como referência na área de saúde suplementar”, finalizou Carlos Neri.
Módulo
Tijuca
-
Rio de
Janeiro
Carlos Eduardo Leal Neri, na
inauguração do Módulo Tijuca
“A abertura dos novos
Serviços Próprios
demonstra que a
Caixa de Assistência
permanecerá como
referência na área de
saúde suplementar”
.
Entrevista
Participantes devem buscar
orientação em Unidades CASSI
O
participante terá uma orientação mais adequada para suas
necessidades em saúde se procurar como primeiro atendimento uma
Unidade CASSI. Essa é a opinião
da gerente de saúde da Entidade,
Maria Helena Abonizio Guerreiro. A
gestora avalia que a CASSI aperfeiçoou seu atendimento e que a utilização da rede credenciada deve
ser feita de forma criteriosa.
Leia abaixo a entrevista com
Maria Helena, que fala inclusive sobre a opção pela Livre Escolha (utilização de serviços médicos fora
da rede credenciada da CASSI).
Como a CASSI tem se preparado para aperfeiçoar o atendimento em suas Unidades?
A CASSI aprimorou, ao longo
de seus 64 anos, o atendimento
aos participantes, investindo na capacitação de seus colaboradores
para que prestem um atendimento humanizado. Esse processo foi
potencializado desde que a CASSI
implantou a Estratégia Saúde da
Família – ESF (ver todos os detalhes sobre o tema no site www.
cassi.com.br). Os profissionais que
trabalham com essa estratégia assistencial têm como foco a atenção
à saúde, de forma coordenada e
considerando todo o histórico de
vida da pessoa.
Com a ESF, o participante e sua
família obtiveram um atendimento
personalizado. Eles ganharam uma
referência em relação à sua saúde, criando vínculo com a equipe
de profissionais, que incentivam a
promoção da saúde e a prevenção
de doenças.
É importante lembrar que, mesmo nos locais onde não há Serviços Próprios, as pessoas contam
com um atendimento diferenciado
nos Núcleos ou ainda pela Central
CASSI 0800 729 0080.
Qual a vantagem de se procurar,
primeiramente, uma Unidade
CASSI?
Os profissionais da CASSI buscam ter uma visão ampla e aprofundada da saúde do participante. Sem
essa orientação preliminar, pode-se
não obter o melhor atendimento.
Aqueles que usam o recurso da
Livre Escolha sem a orientação da
CASSI podem terminar, literalmente, pagando muito caro por isso,
como temos verificado em diversos
casos relatados pelas Unidades.
Como o ressarcimento é limitado à
tabela de valores da CASSI, pagos
à rede credenciada, e os honorários
particulares são muito superiores,
a participação financeira da pessoa torna-se significativa, já que a
Entidade reembolsará apenas parte dos custos do participante.
Qual a relação que se deve
fazer entre o atendimento pela
Maria Helena Abonizio Guerreiro
A Entidade está preparada para oferecer
a devida assistência à saúde das pessoas
Unidade CASSI e a utilização da
rede de credenciados?
É compreensível que a pessoa,
quando identifica uma enfermidade,
procure o que considera ser o melhor
recurso para solucionar o problema.
A CASSI dispõe de uma ampla rede
de prestadores de serviços com
excelentes instituições e profissionais de saúde em todo o País, que
somente são credenciados após a
análise de pré-requisitos que garantam qualidade ao atendimento.
A Unidade CASSI está preparada para orientar e indicar, se necessário, o prestador de serviços que
seja mais apropriado ao problema
apresentado pelo participante. Sugerimos que nossos profissionais
sejam consultados quando a pessoa precisar tomar decisões como
essa ou que se estabeleça contato
com a Central CASSI.
A CASSI cria alguma dificuldade para a utilização da rede de
credenciados?
Jornal CASSI
Entrevista
A CASSI não restringe, de forma alguma, o acesso à rede de
credenciados ou aos procedimentos especializados. Pelo contrário, a rede tem se tornado um
grande pilar na coordenação dos
cuidados em saúde.
Nas localidades que atuam
com base na ESF, foi implantada
a Política de Referenciamento.
Com essa ferramenta, os prestadores de serviços que são referenciados tornam-se parceiros
estratégicos da CASSI, ao se disporem a trocar informações sobre os participantes atendidos e
sobre a condução da assistência
prestada. Com esses dados, a
CASSI pode oferecer uma melhor
coordenação dos cuidados com
a saúde da população assistida.
Em relação ao processo de Livre Escolha, qual o posicionamento da Entidade sobre esse
assunto?
Plano de Associados e
CASSI Família têm direito à Livre Escolha
No caso do Plano de Associados, o ressarcimento da Livre Escolha está limitado à Tabela Geral de Auxílios (TGA) da Caixa de
Assistência, disponível para consulta nas Unidades CASSI.
Já os integrantes do CASSI Família terão direito ao reembolso na
Livre Escolha apenas quando os serviços utilizados forem realizados
em localidades onde não haja rede credenciada da CASSI. Também
terão direito nos casos de urgência ou emergência devidamente
comprovados.
O participante precisa conhecer suas opções para obter o melhor atendimento. Ele encontra as
informações com aqueles que foram capacitados para tanto, que
são os profissionais da CASSI.
Para preencher e imprimir o formulário para solicitação de ressarcimento, basta o interessado clicar no link “Serviços”, opção “Exclusivo Participante”, localizado na página eletrônica da Entidade
(www.cassi.com.br). O formulário, juntamente com a documentação
necessária, deve ser entregue à Unidade CASSI.
A Livre Escolha é o último recurso a ser usado. Recomendo
que seja utilizada somente quando não houver a especialidade
médica solicitada na rede credenciada. É importante lembrar
que os hospitais não credenciados cobram diretamente dos
pacientes taxas diferenciadas
em relação às negociadas pela
CASSI, no caso de opção por
médico particular. Nesse sentido,
a Unidade ou a Central CASSI devem ser a primeira fonte de orientação para aqueles que necessitam de intervenções em saúde,
sejam clínicas ou cirúrgicas.
A CASSI reembolsará o participante no prazo máximo de 30
dias corridos, contados da data de recebimento da documentação pela Entidade. Esse período é válido para os processos cuja
documentação esteja completa e correta (veja o site www.cassi.
com.br) e ainda com existência de prévia autorização para o procedimento, quando necessário.
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Prazo para reembolso
A CASSI ressarce apenas medicamentos de uso contínuo,
previamente autorizados pela Unidade. Nesses casos, não serão
reembolsados os participantes que fizerem aquisição de medicamentos depois de transcorridos 30 dias da data do receituário,
exceto nos casos em que haja indicação de uso prolongado (utilização por mais de 180 dias) ou permanente.
Também perdem o prazo para ressarcimento os exames realizados
após 30 dias da data do pedido médico; internações ocorridas após
15 dias da solicitação médica; e as despesas que ultrapassarem 90
dias da data de sua realização.
.
CASSI em foco
CASSI busca controlar
despesas básicas
Indicador é fundamental para avaliar a sustentabilidade da Entidade
A
pesar de ser uma Entidade
sem fins lucrativos, a CASSI não
pode abrir mão do seu equilíbrio
econômico-financeiro, condição essencial para continuar prestando serviços assistenciais de qualidade.
As despesas básicas são um dos
principais indicadores financeiros da
CASSI, pois incluem todos os gastos
referentes ao atendimento em saúde.
Essas despesas apresentaram aumento nos últimos três anos, mas a
intensidade do crescimento diminuiu.
de despesas de janeiro a agosto de
2007 chegou a R$ 857 milhões, valor
5,91% maior que o verificado a igual
período de 2006. Apesar do valor das
despesas básicas terem apresentado
crescimento, deve-se considerar que
no levantamento de 2007 o ritmo de
crescimento ficou bastante inferior ao
apurado em 2006.
Desempenho das
despesas básicas
Considerando a utilização da
Rede Credenciada e da Livre Escolha, as despesas básicas subiram
10,92%, quando comparado o valor
acumulado entre janeiro e agosto de
2005 com o apurado entre janeiro e
agosto de 2006. Nesse período as
despesas saltaram de R$ 730 milhões para R$ 810 milhões. O total
O Gráfico 1 mostra a evolução
consolidada das despesas básicas
e o crescimento por grupo de beneficiados da CASSI.
Gráfico 1 (Despesas Básicas – Rede Credenciada e Livre Escolha) - R$ milhões
1.000.000.000
10,92%
900.000.000
5,91%
800.000.000
700.000.000
600.000.000
10,01%
4,14%
500.000.000
400.000.000
17,02%
300.000.000
4,64%
200.000.000
10,01%
5,78%
19,32% 3,58%
100.000.000
0
Associados
Dep. Indiretos
CASSI Família I
CASSI Família II
Consolidado
2005
398.335.357
18.533.060
137.747.357
175.677.085
730.292.859
2006
438.201.953
22.113.060
144.133.335
205.578.014
810.026.362
2007
456.356.497
22.904.893
152.460.862
226.154.555
857.876.807
Fonte: 2005: Tabela SIGPopulação / 2006: GTI - Divisão de Sistemas; Gerência Financeira - Div. Contadoria / 2007: SOCQRY acesso em 01/12/2007
Para reduzir esses gastos (expostos no gráfico acima), a CASSI
procura sensibilizar os participantes
sobre a importância da prevenção
de doenças e da racionalização no
uso de novas tecnologias. O combate a fraudes e irregularidades
também faz parte dessas ações.
Com relação ao item “Consultas
Ambulatoriais”, houve um declínio
10
no número de consultas por participante no consolidado de todos os
planos. No período de setembro de
2005 a agosto de 2006, a média era
de 5,12 consultas. Esse número caiu
para 4,92 entre setembro de 2006 a
agosto de 2007. Esse desempenho
significa decréscimo de 3,80%. O
Gráfico 2 da página ao lado mostra
o decréscimo por plano.
O índice de “Internações Hospitalares” no consolidado dos planos
também apresentou declínio no período de setembro de 2006 a agosto de
2007, quando comparado a setembro
de 2005 a agosto de 2006, representando uma queda de 16,99%. Ou seja,
de 0,117 internação por participante
passou-se para 0,097, conforme o
Gráfico 3 da página seguinte.
Jornal CASSI
CASSI em foco
Gráfico 2 (Despesas Básicas - Rede Credenciada – Consultas Ambulatoriais por participante) - Quantidade
- 1,34%
7,00
6,55
6,46
- 3,58%
- 3,17%
6,00
5,42
4,78
5,00
- 5,40%
- 3,80%
5,66
5,22
5,35
Cassi Família I
Cassi Família II
5,12
4,92
4,63
4,00
3,00
2,00
1,00
0,00
Associados
Dependentes Indiretos
Set/2005 à Ago/2006
Total
Set/2006 à Ago/2007
Nota: Dados gerados a partir da base SOCQRY atualizada em 01/12/2007 (Dados por data de atendimento).
Fonte: Gerência de Planos de Saúde / Divisão de Avaliação e Acompanhamento de Produtos.
Gráfico 3 (Despesas Básicas – Internações Hospitalares) - Quantidade
1,95 %
0,350
0,298
0,300
0,304
0,250
0,200
0,150
0,123
0,107
0,100
- 5,25 %
- 0,95 %
- 29,12%
0,122
0,129
0,122
- 16,99 %
0,117
0,097
0,076
0,050
0,000
Associados
Dependentes Indiretos
Cassi Família I
Cassi Família II
Set/2005 à Ago/2006
Total
Set/2006 à Ago/2007
Nota: Dados gerados a partir da base SOCQRY atualizada em 01/12/2007 (Dados por data de atendimento).
Fonte: Gerência de Planos de Saúde / Divisão de Avaliação e Acompanhamento de Produtos.
Exames em pauta
Os procedimentos de diagnose merecem reflexão específica. As
despesas com a realização de exames complementares têm subido
constantemente. No período de setembro de 2006 a agosto de 2007,
no consolidado dos planos, quando
comparado a setembro de 2005 a
agosto de 2006, houve um aumento
Jornal CASSI
de 3,57%. Passou-se de 15,84 exames por pessoa para 16,40.
Fatores como a introdução de
novas tecnologias, novos medicamentos e novas terapias, aliados
ao envelhecimento da população
assistida, são determinantes para o
aumento dos gastos assistenciais,
especialmente no que diz respeito
aos serviços médico-hospitalares.
O avanço da tecnologia por vezes é
decisivo no tratamento e cura, mas,
por outro lado, em alguns casos não
apresenta benefícios comprovados
cientificamente.
Você pode colaborar para a melhor utilização dos serviços, de modo
a preservar sua saúde e a da CASSI,
tendo seu plano assistencial como
parceiro em todos os momentos.
.
11
Saúde
Programa Bem Viver
atende mais de 1,8 mil pessoas
A prevenção, detecção precoce, diagnóstico, tratamento e reabilitação são os principais
focos do programa, que proporciona atenção específica aos portadores de deficiência
Janaína Takahashi dos Santos,
23 anos, é autista e participa das
atividades do Bem Viver na CASSI
Maranhão desde que o programa
foi inaugurado, em 2005. Passeios
ao shopping, caminhadas e equoterapia (método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo para
o desenvolvimento biopsicosso12
cial) são algumas das atividades
que a ajudam a buscar um melhor convívio social. “São esses
momentos que permitem que ela
interaja com outras pessoas. O
grupo tem ajudado muito a tornar
Janaína uma pessoa mais sociável”, contou a mãe da participante,
Eliza Takahashi dos Santos.
A CASSI conta hoje com 1.816
participantes cadastrados que sofrem com algum tipo de limitação
física ou mental. Com o objetivo de
prestar uma assistência qualificada às pessoas com deficiência e a
suas famílias, é que foi implantado
o Programa Bem Viver. A prevenção, detecção precoce, diagnósJornal CASSI
O Bem Viver oferece aos participantes acompanhamento por
intermédio de uma equipe multidisciplinar composta por médico,
enfermeiro, psicólogo, auxiliar de
enfermagem, nutricionista e assistente social. Existe um padrão
mínimo de atendimento, que inclui
consultas, participação em atividades coletivas e acompanhamento
familiar. A inclusão social também
é um dos objetivos do programa.
Em 2007, foi realizado, entre
outras iniciativas, um mapeamento das pessoas com deficiência e
suas famílias, feito pelas equipes
da Estratégia Saúde da Família
(ESF). Para aquelas pessoas com
dificuldade de locomoção, a equipe fez inclusive visitas domiciliares. E também realizou atividades
coletivas em várias Unidades do
País com os inscritos no programa
e seus familiares, por meio do Grupo de Vida Saudável (GVS), Dia da
Saúde, Campanhas de Vacinação,
entre outros.
Para participar do programa,
a pessoa deve ser cadastrada na
ESF. A partir do cadastro, é realizada uma avaliação do portador
de deficiência para analisar aspectos da fala, audição, visão, estado mental e físico e o grau de independência para realização das
atividades.
de abrangência dos Serviços Próprios da CASSI. Os participantes
têm, de forma planejada, o agendamento de consulta médica e de
enfermagem, além de poder con-
tar com toda a equipe multidisciplinar da CASSI (médico, enfermeira,
auxiliar de enfermagem, assistente
social, psicólogo e nutricionista),
sempre que necessário.
Saúde
tico, tratamento e reabilitação são
os principais focos do programa,
que busca proporcionar atenção
específica para esse público.
“A família é fundamental. Quando
bem informada, entende o problema,
amenizando o sofrimento”
CASSI Maranhão oferece assistência desde 2004
O Programa Bem Viver foi lançado nacionalmente em
dezembro de 2005. Um ano antes, a CASSI Maranhão já
realizava atividades voltadas para os familiares dos portadores
de deficiência. Segundo a coordenadora do programa, a
psicóloga Tânia Vernália, os encontros eram realizados em
busca de relatos e troca de experiências entre os participantes.
Os familiares assistiram a palestras com diversos temas, participaram de sessões de relaxamento, entre outros. “A família
é fundamental. Quando bem informada, entende o problema,
amenizando o sofrimento”, disse a psicóloga.
Com a inauguração do programa em todo o País, os próprios
portadores de deficiência puderam participar das atividades. Os
encontros acontecem bimestralmente e têm uma programação
variada. Atualmente com 40 cadastrados, a Unidade reúne os
participantes para ir a shoppings, praia e fazer caminhadas.
.
O Bem Viver é direcionado
para toda a população da área
Jornal CASSI
13
CASSI em foco
Comprovante de IR
do CASSI Família está
disponível no site
Os demonstrativos de Imposto de Renda
para os beneficiários do CASSI Família e dependentes indiretos utilizarem em suas declarações
de rendimentos estão disponíveis na página
eletrônica da CASSI (www.cassi.com.br). Basta
acessar os informes no menu serviços, pelo link
“Exclusivo Participante”.
O demonstrativo do IR para os titulares do Plano de Associados é enviado pelo Banco do Brasil
junto com o comprovante de rendimentos.
.
Últimos procedimentos
para implantar a co-participação
A CASSI está finalizando os ajustes operacionais para a
implementação da co-participação no Plano de Associados, como
prevê o estatuto, que passou a vigorar em setembro de 2007.
.
Participantes
podem acessar
Relatório Anual
pelo site
O Relatório Anual 2007
estará disponível, até abril,
no site da CASSI (www.cassi.
com.br), com todas as informações para os mais de 334
mil participantes conhecerem
o desempenho da Entidade no
ano passado.
Se o participante quiser
consultar o documento anual
pela web, é fundamental que
faça o cancelamento do envio
da via impressa, que será
enviada às residências dos
participantes.
A exclusão pode ser feita
pelo link “Exclusivo Participante”, localizado no site. A consulta ao relatório pela internet
contribui para diminuir as despesas da CASSI.
.
Tirando dúvidas
O que eu devo fazer quando
meu cartão estiver vencido e
não receber um novo?
Extravio e endereço inválido são
os casos mais comuns de não recebimento do cartão. É importante
que o participante entre em contato com a Unidade de seu estado
ou com a Central CASSI (0800 729
0080) quando não recebê-lo. Com
esse procedimento, a CASSI fará
uma investigação para descobrir
o problema e solucioná-lo o mais
rapidamente possível.
14
Entre os meses de outubro e dezembro, ocorreram alguns problemas técnicos na produção dos cartões. Por esse motivo, houve atraso
no envio.
Como informar minha mudança
de endereço para a CASSI?
O associado pode atualizar o endereço na sua agência de relacionamento do Banco do Brasil. Já o
participante do CASSI Família pode
informar a mudança na Unidade de
seu estado ou por meio da Central
CASSI (0800 729 0080).
Jornal CASSI
Saúde
Previna-se contra Febre Amarela e Dengue
Saiba mais sobre essas doenças que ainda representam ameaça no País
Febre de 40 graus, calafrios,
pele e olhos amarelados. São esses os sintomas da febre amarela,
que vem atormentando muitos brasileiros nos últimos meses.
Existem dois tipos da doença:
a silvestre, transmitida pela picada
do mosquito Haemagogus; e a urbana, que tem como forma de contágio a picada do Aedes aegypti, o
mesmo que transmite a dengue.
na vigência de surtos e também
pessoas que apresentem reações
alérgicas a ovo de galinha e seus
derivados.
Febre Amarela
A transmissão do vírus ocorre
quando o mosquito pica uma
pessoa ou um macaco infectado
(o que normalmente ocorre em
regiões de floresta e cerrado) e
depois pica uma pessoa saudável
que não tenha tomado a vacina.
Após a picada do mosquito infectado, a febre amarela demora
de três a seis dias para se manifestar. Quando identificados os sintomas, deve-se procurar um médico
na unidade de saúde mais próxima
e informar as viagens feitas para as
áreas de risco nos últimos 15 dias.
Apesar da forma urbana da
doença ter sido erradicada em 1942,
essa enfermidade continua endêmica
em áreas próximas a florestas.
Para evitar a multiplicação de
casos da doença, precisam tomar
a vacina as pessoas acima de seis
meses de idade não vacinadas e
as imunizadas há mais de dez anos
que vivem em áreas de risco (zona
rural da Região Norte, Centro-Oeste, estado do Maranhão, parte dos
estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
A vacina contra febre amarela é
contra-indicada para crianças com
menos de seis meses de idade e
aos portadores de imunodepressão transitória ou permanente, induzida por doenças (neoplasias,
AIDS e infecção pelo HIV com comprometimento da imunidade) ou
pelo tratamento (drogas imunodepressoras, radioterapia, entre outros). Gestação em qualquer fase
constitui contra-indicação relativa
a ser analisada para cada caso
Jornal CASSI
Dengue: principais cuidados
No Brasil, a dengue ocorre, principalmente, entre os meses de janeiro e maio, período de chuva que contribui para a proliferação do
mosquito Aedes aegypti, transmissor não apenas da dengue como da
febre amarela urbana, já erradicada no País.
Combater o foco do mosquito transmissor (Aedes aegypti) com borrifações de inseticida e medidas preventivas nas residências, parques
e jardins são as armas mais eficientes. As autoridades sanitárias recomendam que não se estoque recipientes (garrafas, pneus e vasos) em
locais que possam juntar água, para evitar a proliferação das larvas do
mosquito.
A doença não é transmissível de uma pessoa para outra. Uma vez
acometido, o indivíduo cria resistência contra aquele tipo de vírus.
Se ocorrer uma segunda infecção, ela costuma ser mais forte, podendo causar a dengue hemorrágica. Se tratada adequadamente e
logo no início dos sintomas, reduz-se a mortalidade provocada por
essa enfermidade.
.
15
CASSI em foco
Jornal CASSI
terá nova seção
A próxima edição do Jornal CASSI contará com a coluna “Carta
dos Participantes”. A Caixa de Assistência pede a contribuição dos
leitores no sentido de encaminhar sugestões, críticas e comentários
sobre temas publicados nos veículos de comunicação da Entidade, e
indicar pautas a serem abordadas.
As mensagens serão avaliadas pela equipe da Divisão de Marketing
e Comunicação, de acordo com a Política de Comunicação da CASSI.
Os interessados podem encaminhar as mensagens para o correio
eletrônico [email protected] ou para o endereço Setor
Bancário Sul (SBS), Quadra 02 - Bloco “N” - 3º andar - Brasília-DF, CEP:
70.073-900.
.
Localize a CASSI
CASSI Sede
SBS - Qd.2 - Bl.N - lote 23 - 3° ao 8º andar
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Silvani - Pituba - Salvador (BA) - CEP: 41.810-010
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Gerente: Daylton José Ataíde Gomes
Regional Ceará
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Curitiba (PR) - CEP: 80.530-010
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Gerente: Maria Helena Possas Feitosa
16
Regional Pernambuco
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Gerente: Hênio Braga Junior
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Rua Rui Barbosa nº 444
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Rua Pedro Celestino, nº 2670 - São Francisco
- Campo Grande (MS) - CEP: 79.002-372
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Regional Rio Grande do Sul
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2240, 5º e 6º andares
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Telefone: (51) 2139-8000
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Estadual Paraíba
Av. Júlia Freire, nº 1200 - 7º andar - Expedicionários
João Pessoa (PB) - CEP: 58041-000
Telefone: (83) 3015-2525
Gerente: Douglas de Andrade Pinto
Regional São Paulo
Rua Boa Vista, nº 99 - 6º e 10º andares - Centro
São Paulo (SP) - CEP: 01014-001
Telefone: (11) 2126-1500
Gerente: Neander Teixeira Mendonça
Estadual Piauí
Av. Miguel Rosa, nº 3260/Sul - Centro
Teresina (PI) - CEP: 64001-490
Telefone: (86) 2106-9600
Gerente: Maria Helena Andrade Boavista
Estadual Alagoas
Rua Dr. Antônio Pedro de Mendonça, nº 150
Bairro de Pajuçara - Maceió (AL) - CEP 57.030-070
Telefone: (82) 3327-5797
Gerente: Ana Márcia Agra Lemos de Carvalho (e.e)
Estadual Rio Grande do Norte
Avenida Rodrigues Alves, nº 766 - Tirol
Natal (RN) - CEP 59.022-000
Telefone: (84) 3087-2200
Gerente: Adriana Franck Sarmento
Estadual Amazonas
Av. Senador Álvaro Maia, nº 1286 - Praça 14
Manaus (AM) - CEP: 69.020-210
Telefone: (92) 3131-2350
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Estadual Santa Catarina
Rua Padre Clemente, nº 63 - Centro
Florianópolis (SC) - CEP: 88.015-350
Telefone: (48) 3224-2344
Gerente: Francisca Alzira Maia Galvão
Estadual Espírito Santo
Av. N.S. dos Navegantes, nº 325 - Enseada do Suá
Vitória (ES) - CEP: 29050.420
Telefone: (27) 3335-3777
Gerente: Maria de Fátima Tudesco
Estadual Maranhão
Av. dos Holandeses, QD-09, nº 13 - Calhau
São Luiz (MA) - CEP: 65.075-480
Telefone: (98) 2109-2100
Gerente: Maria do Socorro Rios Soares Fonseca
Estadual Sergipe
Av. Tancredo Neves, nº 242 - Grageru
Aracaju (SE) - CEP 49025-620
Telefone: (79) 3249-1530
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