TerraPHP: Extensão PHP da Biblioteca TerraLib 1. Introdução A

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TerraPHP: Extensão PHP da Biblioteca TerraLib 1. Introdução A
TerraPHP: Extensão PHP da Biblioteca TerraLib
TERRALIB DEVELOPMENT TEAM
Image Processing Division, National Institute for Space Research (INPE), São José dos Campos, Brazil
gribeiro(at)dpi.inpe.br
Resumo. O TerraPHP é uma extensão da linguagem PHP, construída no topo da biblioteca
TerraLib, para facilitar o desenvolvimento de aplicativos Web de visualização e consulta a
bancos de dados geográficos. Este relatório apresenta as funcionalidades disponíveis nesta
extensão e exemplos de como construir tais aplicações em PHP. Também é mostrado como
instalar e configurar o ambiente do TerraPHP nos sistemas operacionais Linux e Windows.
1. Introdução
A World Wide Web [01], abreviadamente Web, se tornou uma das mídias mais
importantes e preferidas para disseminação de informações. Ela evoluiu de simples páginas com
conteúdo estático para páginas com conteúdos dinâmicos, extraídos, principalmente, de Sistemas
Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBDs) [02]. Para atender à necessidade de construção
destas páginas (com conteúdo dinâmico), diversas tecnologias emergiram no final da década
passada e, entre elas, pode-se citar: Common Gateway Interface (CGI) [03], Active Server Pages
(ASP) [04], Java Server Pages (JSP) [05] e Hypertext Preprocessor (PHP) [06].
Nesta década, a demanda pela disseminação de dados geográficos, tem motivado os
principais fornecedores de Sistemas de Informação Geográficas (SIG) [07] a investirem em
ferramentas para construção de aplicações que forneçam acesso a esses tipos de dados via Web.
A forma mais comum de publicação de dados geográficos neste tipo de mídia é através de mapas
em formato de imagem PNG [08] ou JPEG [09]. Existem dois tipos principais de aplicações que
utilizam esta forma de disseminação:
•
Aplicações dedicadas: onde uma aplicação específica é desenvolvida com alguma
tecnologia que permita a construção de mapas sob demanda. Neste tipo de aplicação
os usuários podem interagir realizando operações de zoom e apontamento sobre a
imagem dos mapas embutidos nas páginas exibidas pelos navegadores Web.
•
Servidores de mapas: são aplicações servidoras de informações geográficas que
possuem uma interface bem definida para que aplicações clientes possam solicitar
recursos (dados geográficos). O Open GIS fornece especificações para essa classe de
aplicação, entre elas, as especificações WMS [10] e WFS [11].
Entre as tecnologias de software livre para desenvolvimento de aplicações Web
tradicionais, o PHP ocupa uma posição de destaque. Por se tratar de uma linguagem simples e
extensível, o número de desenvolvedores adeptos tem se tornado cada vez maior. Com o objetivo
de difundir o uso de geotecnologias, nós desenvolvemos uma extensão para o PHP, chamada
TerraPHP. Esta extensão é baseada na biblioteca TerraLib [12] e acrescenta funcionalidades
básicas de construção de aplicativos geográficos ao PHP.
O presente relatório está organizado da seguinte forma: a Seção 2 apresenta a
configuração e instalação da extensão em ambiente Linux; a Seção 3 apresenta as funcionalidades
disponíveis do TerraPHP; e a Seção 4 mostra como construir aplicações utilizando a extensão.
2. Instalação e Configuração do TerraPHP no Linux
Nesta seção é apresentado como instalar e configurar o ambiente de desenvolvimento no
sistema Linux (Sistemas RedHat, Mandrake e Conectiva).
2.1 Bibliotecas Auxiliares
Para compilar a extensão TerraPHP serão necessárias as seguintes bibliotecas:
•
zlib versão 1.2.2, disponível em: http://www.gzip.org/zlib.
•
libpng versão 1.2.8 disponível em: http://www.libpng.org/pub/png.
•
IJG JPEG library versão 6 disponível em: http://www.ijg.org.
•
libgd versão 2.0.33 disponível em: http://www.boutell.com/gd.
•
lib FreeType versão 2.1.9 disponível em: http://sourceforge.net/projects/freetype.
As distribuições Linux já acompanham estas bibliotecas e as versões citadas, não são
obrigatórias, porém, correspondem às utilizadas em nossos experimentos.
2.2 Servidor de Banco de Dados MySQL
Instalar a versão 4.1.12 disponível em http://www.mysql.com:
•
Criação do usuário e grupo mysql (caso não existam no sistema):
groupadd mysql
useradd -g
-c
-d
-s
•
mysql
"MySQL Server"
/usr/local/mysql
/bin/bash mysql
Instalação e setup inicial do mysql:
cd /usr/local
tar xzf /tmp/soft/mysql-standard-4.1.12-pc-linux-i686.tar.gz
ln -s mysql-standard-4.1.12-pc-linux-i686 mysql
cd mysql
scripts/mysql_install_db
chown -R root .
chown -R mysql data
chgrp -R mysql .
•
Inicialização no boot (arquivo mysql disponível em http://www.terralib.org/terraphp):
cp mysql /etc/init.d
chown root /etc/init.d/mysql
chmod 744 /etc/init.d/mysql
chkconfig --level 2345 mysql on
service mysql start
•
Senha de root do MySQL:
/usr/local/mysql/bin/mysqladmin -u root password new-password
2.3 Biblioteca TerraLib e TerraView
Os códigos fonte da biblioteca TerraLib e do aplicativo TerraView encontram-se
disponíveis para download em http://www.terralib.org ou por meio do servidor CVS.
1. Criar um diretório chamado terralib_cvs dentro do diretório “/root” e alterar o
diretório corrente:
cd /root
mkdir terralib_cvs
cd terralib_cvs
2. Obter os arquivos fontes do TerraView e TerraLib a partir do CVS:
•
Logar no servidor CVS:
cvs –d :pserver:[email protected]:/home/terralib login
•
Baixar o diretório src:
cvs
•
-d :pserver:[email protected]:/home/terralib co src
Baixar o diretório terralibx:
cvs -d :pserver:[email protected]:/home/terralib co terralibx
•
Baixar o diretório aplicativos:
cvs -d :pserver:[email protected]:/home/terralib
co aplicativos
•
Baixar o diretório extensions:
cvs -d :pserver:[email protected]:/home/terralib
co extensions
3. Compilar a biblioteca TerraLib:
•
Entrar no diretório terralibx/shapelib e executar make;
•
Entrar no diretório terralibx/tiff e executar make;
•
Entrar no diretório terralibx/terralib e executar make;
•
Entrar no diretório terralibx/stat e executar make;
•
Entrar no diretório terralibx/image_processing e executar make;
4. Compilar o aplicativo TerraView:
•
Entrar no diretório aplicativos/terraView/linux e executar make.
5. Ir para o diretório /usr/local/lib e criar links simbólicos para as bibliotecas geradas na
etapa anterior:
cd /usr/local/lib
ln –s /root/terralib_cvs/terralibx/terralib/*so* .
ln –s /root/terralib_cvs/terralibx/tiff/*so* .
ln –s /root/terralib_cvs/terralibx/shapelib/*so* .
ln –s /root/terralib_cvs/terralibx/stat/*so* .
ln –s /root/terralib_cvs/terralibx/image_processing/*so* .
6. Criar o diretório "/usr/local/include/terralib", alterar o diretório atual para ele e então
criar links simbólicos para os arquivos de cabeçalho da TerraLib:
ln –s /root/terralib_cvs/src/terralib/kernel/*.h .
ln -s /root/terralib_cvs/src/terralib/functions/*.h .
ln -s /root/terralib_cvs/src/terralib/functions/stat/*.h .
ln -s /root/terralib_cvs/src/terralib/application/*.h .
ln -s /root/terralib_cvs/src/terralib/application/qt/*.h .
ln -s /root/terralib_cvs/src/terralib/drivers/MySQL/*.h .
ln -s /root/terralib_cvs/extensions/terramanager/src/*.h .
2.4 Servidor HTTP Apache
Instalar a versão 1.3.33 disponível em http://www.apache.org/:
1. Criação do usuário e grupo apache (caso não existam no sistema):
groupadd apache
useradd -g apache
-c "Apache Server"
-d /usr/local/apache
-s /bin/false apache
2. Compilação e instalação:
cd /tmp/soft
tar xzf apache_1.3.31.tar.gz
cd apache_1.3.31
./configure --enable-module=so
make
make install
3. Inicialização no boot (arquivo httpd em anexo):
cp httpd /etc/init.d
chown root /etc/init.d/httpd
chmod 744 /etc/init.d/httpd
chkconfig --level 2345 httpd on
4. Configuração do apache – editar o arquivo /usr/local/apache/conf/httpd.conf:
•
Para o apache interpretar a extensão php, coloque em httpd.conf, logo após a linha
AddType application/x-tar .tgz:
AddType application/x-httpd-php
•
.php
Para o apache interpretar index.php, coloque em httpd.conf na linha DirectoryIndex
index.html:
DirectoryIndex index.html index.php
5. NÃO inicializar o serviço httpd por enquanto.
2.5 PHP
Descompactar a versão 4.3.11 disponível em http://www.php.net:
cd /tmp/soft
tar xzf php-4.3.11.tar.gz
cd php-4.3.11
2.6 Extensão TerraPHP
1. Entrar no diretório “ext” dentro da raiz de diretórios do PHP e criar o diretório
terraweb:
cd ext
mkdir terraweb
cd terraweb
2. Criar links para arquivos da extensão TerraPHP e do TerraManager:
ln –s
/root/terralib_cvs/extensions/terraphp/src/config.m4 .
ln –s
/root/terralib_cvs/extensions/terraphp/src/php_terraweb.h .
ln -s
/root/terralib_cvs/extensions/terramanager/src/terraweb.cpp .
ln -s
/root/terralib_cvs/extensions/terramanager/src/TeDecoderGDImage
.cpp .
ln -s
/root/terralib_cvs/extensions/terramanager/src/TeGDCanvas.cpp .
ln -s
/root/terralib_cvs/extensions/terramanager/src/TerraManager.cpp
.
3. Criar links para arquivos auxiliares da TerraLib necessários ao TerraPHP:
ln –s
/root/terralib_cvs/src/terralib/application/TeApplicationUtils.
cpp .
ln –s
/root/terralib_cvs/src/terralib/application/TeDatabaseUtils.cpp
.
ln –s
/root/terralib_cvs/src/terralib/application/TeColorUtils.cpp .
ln –s
/root/terralib_cvs/src/terralib/application/TeThemeApplication.
cpp .
ln –s
/root/terralib_cvs/src/terralib/functions/TeLayerFunctions.cpp
.
ln –s
/root/terralib_cvs/src/terralib/drivers/MySQL/TeMySQL.cpp .
A última linha acima, inclui o driver a ser utilizado na extensão TerraPHP: no caso
MySQL. Caso deseje-se utilizar um outro, como o driver PostgreSQL, será necessário
alterar o arquivo config.m4. Para isso, acrescente os nomes dos arquivos fontes do driver
PostgreSQL (TePostgreSQL.cpp, TePGInterface.cpp, TePGUtils.cpp, TePostGIS.cpp)
neste arquivo, logo após o arquivo TeMySQL.cpp. Além disso, no arquivo
TerraManager.cpp, será preciso habilitar o flag do driver PostgreSQL (#define
HAS_POSTGRESQL 0 para #define HAS_POSTGRESQL 1).
4. Compilação e instalação do PHP:
cd ../..
./buildconf --force
./configure --with-apxs=/usr/local/apache/bin/apxs --enablemagic-quotes --enable-track-vars --enable-calendar --withgettext --with-mysql=/usr/local/mysql --with-xml --with-gd -with-freetype-dir=/usr --enable-gd-native-ttf --enable-gdimgstrttf --with-zlib --enable-ftp --enable-debugger --enableinline-optimization --enable-memory-limit --enable-posix -enable-session --without-kerberos --enable-trans-sid --enablesafe-mode --with-exec-dir=/usr/bin --with-terraweb
make
make install
cp php.ini-dist /usr/local/lib/php.ini
service httpd start
Para habilitar o driver PostgreSQL, será necessário acrescentar o flag --withpgsql=local_das_bibliotecas_postgresql
3. TerraPHP
O PHP (Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de script bastante utilizada no
desenvolvimento de páginas Web dinâmicas. Geralmente, os códigos PHP (chamados de scripts)
são delimitados pelas tags <?php e ?>, sendo embutidos nas páginas HTML. O código entre
estas tags é processado no servidor (como por exemplo, Apache) antes da página ser enviada ao
cliente (navegador ou webbrowser).
O código fonte de PHP é portável, aberto e escrito em linguagem C. No seu núcleo, são
encontradas as funcionalidades básicas de toda linguagem de programação: estruturas de
controle, laços, classes, operações aritméticas, operações relacionais e operações lógicas entre
outras. As funcionalidades específicas, como manipulação de documentos (XML, PDF e etc) e
comunicação com bancos de dados (PostgreSQL, Oracle e etc), são fornecidas através de
extensões. A arquitetura de PHP possibilita a criação de extensões que podem ser utilizadas
dentro da linguagem.
O TerraPHP é uma extensão que adiciona facilidades para consulta e visualização de
dados geográficos. Estas facilidades estão disponíveis na forma de uma classe interna chamada
TerraWeb. A forma de implementação (classe interna) utilizada permite o uso de um estilo de
programação orientado a objeto, como o mostrado no fragmento de código abaixo:
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
<?
$t = TerraWeb();
if(!$t->connect("localhost",
"nome_usuario",
"senha",
"nome_banco",
3306, 1))
{
echo("ERRO!!!");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
else
{
echo("A conexao foi um sucesso!");
}
?>
A classe TerraWeb fornece métodos para estabelecimento de uma conexão a um servidor
de bancos de dados, exploração do conteúdo do banco e fornece um canvas (abstração de uma
área para desenho) que pode ser utilizado para visualizar a componente espacial dos objetos
geográficos do banco de dados (Figura 1). O desenho sobre o canvas pode ser materializado
através de imagens no formato PNG ou JPEG.
Figura 1 - TerraPHP
Antes de detalhar os métodos disponíveis na classe TerraWeb é preciso falar de três
conceitos empregados no projeto da extensão: vista corrente, temas ativos e representação
corrente. A vista corrente define a projeção em que todos os temas e objetos do banco de dados
serão visualizados. Ela define também os temas que estarão disponíveis para visualização e
consulta. Qualquer método que receba valores de coordenadas como parâmetro (plotPoint,
plotText, plotBox entre outros) assumirá que as coordenadas encontram-se na mesma projeção da
vista corrente. Para começar a desenhar um tema ou objeto de um tema, é necessário ter uma
vista corrente ativada (setCurrentView).
Os temas ativos são utilizados nas operações de localização de objetos e desenho no
canvas. Pode-se ter no máximo dois temas ativos por vez:
•
tema corrente: define o tema no qual certas operações deverão ser realizadas.
Somente os temas correntes podem ser desenhados sobre o canvas.
•
tema de referência: geralmente utilizado como referência para localização de objetos
relacionados com o tema corrente. Por exemplo, se no tema corrente temos objetos
que representam queimadas (pontos) e no tema de referência temos objetos que
representam municípios (polígonos), poderíamos realizar a seguinte consulta espacial:
“localizar o município que contém um determinado ponto de queimada”.
Exemplos práticos de uso desses dois tipos de temas serão mostrados na próxima seção. O
último conceito importante é o de representação corrente. Para cada um dos tipos de tema
(corrente e referência) é possível indicar quais as respectivas representações geométricas ativas.
Estas representações afetam as operações espaciais e o desenho de objetos selecionados.
Figura 2 – Métodos da classe TerraWeb
A Figura 2 mostra todos os métodos da classe TerraWeb. Estes métodos podem ser
agrupados, segundo suas funcionalidades, em:
1. Método de checagem de erro:
a. errorMessage: retorna uma mensagem com o último erro ocorrido;
Sintaxe: errorMessage() : string
2. Método de estabelecimento de conexão ao servidor de bancos de dados:
a. connect: recebe as informações necessárias para abertura de uma conexão a
um servidor de bancos de dados.
Sintaxe1: connect(host : string, user : string, password : string, database :
string[, port : int[, dbType : int]]) : bool
onde o valor do parâmetro dbType pode ser: 1 para MySQL, 2 para
PostgreSQL, 3 para PostGIS, 4 para Access, 5 para Oracle, 6 para SqlServer,
7 para Oracle Spatial.
3. Métodos para exploração do conteúdo bancos de dados geográficos:
a. getViews: retorna a lista de vistas armazenadas em um banco de dados.
Sintaxe: getviews(user : string) : array
1
Os parâmetros entre colchetes são opcionais.
b. setCurrentView: coloca uma determinada vista como a vista corrente.
Sintaxe: setCurrentView(view : string) : bool
c. getCurrentView: retorna o nome da vista colocada com corrente.
Sintaxe: getcurrentview() : string
d. getCurrentViewBox: retorna um vetor de quatro elementos float contendo as
coordenadas do retângulo envolvente dos objetos da vista corrente (x1, y1, x2 e
y2 respectivamente). Os valores das coordenadas encontram-se no sistema de
projeção indicado pela vista corrente.
Sintaxe: getCurrentViewBox() : array
e. setTheme: coloca um tema como tema corrente ou tema de referência.
Sintaxe: setTheme(theme : string[, themeType : int]) : bool
O parâmetro themeType2 pode ser usado para especificar o tipo do tema: “0”
indica que o tema é corrente e “1” que o tema é de referência.
f. getTheme: retorna o nome do tema corrente ou de referência.
Sintaxe: getTheme([themeType : int]) : string
O parâmetro themeType pode ser usado para especificar o tipo do tema: “0”
indica que é para retornar o nome do tema corrente e “1” que o do tema de
referência.
g. getThemeRepresentation: retorna as representações ativas do tema corrente ou
do tema de referência.
Sintaxe: getThemeRepresentation([themeType : int]) : int
h. getThemes: retorna um vetor com o nome dos temas da vista corrente.
Sintaxe: getThemes() : array
i.
setActiveThemeRepresentation: indica qual será a representação geométrica
ativa do tema corrente ou do tema de referência.
Sintaxe: setActiveThemeRepresentation(repres : int[, themeType : int]) : bool
Os valores e significados do parâmetro “repres” são:
1
Polígonos
2
Linhas
4
Pontos
128 Texto
256 Células
512 Raster
2
Em todos os métodos onde themeType é opcional o valor padrão é 0, ou seja, o método se refere ao tema corrente.
j.
getActiveThemeRepresentation: retorna qual é a representação geométrica
ativa do tema corrente ou do tema de referência.
Sintaxe: getActiveThemeRepresentation(themeType : int) : int
k. getThemeBox: retorna um vetor de quatro elementos float contendo as
coordenadas do retângulo envolvente dos objetos do tema corrente ou de
referência (x1, y1, x2 e y2 respectivamente). Os valores das coordenadas
encontram-se no sistema de projeção indicado pela vista corrente.
Sintaxe: getThemeBox([themeType : int[, restriction : string]]) : array
Caso uma restrição seja aplicada ao tema, retorna o retângulo envolvente dos
objetos do tema que satisfazem a restrição.
4. Métodos para manipulação do canvas:
a. setWorld: ajusta o tamanho (largura e altura) do canvas a ser desenhado e a
área de interesse de visualização. As coordenadas desta área devem estar no
sistema de projeção da vista corrente.
Sintaxe: setWorld(x1 : float, y1 : float, x2 : float, y2 : float, width : int, height :
int) : array
b. pixelSize: retorna a espessura de um pixel na unidade de projeção da vista
corrente.
Sintaxe: pixelSize() : float
c. getPng: retorna uma imagem no formato PNG das representações vetoriais
desenhadas sobre o canvas.
Sintaxe: getPng() : string
d. getJpg: retorna uma imagem no formato JPEG das representações raster
desenhadas sobre o canvas.
Sintaxe: getJpg([quality : int]) : string
e. getLegendPng: retorna uma imagem no formato PNG da legenda desenhada
com o método plotLegend.
Sintaxe: getLegendPng() : string
f. setDefaultVisual: ajusta o visual de uma determinada representação geométrica
a ser desenhada. Os seguintes métodos utilizam este visual:
plotSelectedObject, plotPoint, plotBox, plotTex, plotBufferZone e plotLegend.
Sintaxe: setDefaultVisual(rep : int, red : int, green : int, blue : int, style : int,
width : int, fontName : string[, rcontour : int, gcontour : int, bcontour : int,
stylecontour : int, widthcontour : int]) : bool
Os parâmetros: rcontour, gcontour, bcontour, stylecontour e widthcontour
devem ser informados no caso de ajuste do visual de polígonos.
O parâmetro fontName pode ser o nome e caminho completo de uma fonte
TrueType. Neste caso o parâmetro width indica o tamanho da fonte. Caso o
nome da fonte não seja especificado (usa-se string vazia: “”) o parâmetro width
indica o estilo de fonte própria a ser utilizado e, neste caso, pode variar de 0 a
4.
g. plotPoint: desenha um ponto sobre o canvas. As coordenadas do ponto devem
estar no sistema de projeção da vista corrente.
Sintaxe: plotPoint(x : float, y : float) : bool
h. plotBox: desenha um retângulo sobre o canvas. As coordenadas do retângulo
devem estar no sistema de projeção da vista corrente.
Sintaxe: plotBox(x1 : float, y1 : float, x2 : float, y2 : float[, fill : int]) : bool
O parâmetro fill indica se o retângulo será preenchido (1) ou vazado (0). No
primeiro caso o visual de polígonos será utilizado e no segundo, o visual de
linhas.
i.
plotLine: desenha uma linha sobre o canvas, informada por uma matriz
bidimensional contendo os pares de coordenadas de cada ponto pertencente à
linha. As coordenadas devem estar no sistema de projeção da vista corrente.
Sintaxe: plotLine(linePoints : array) : bool
j.
plotPolygon: desenha um polígono sobre o canvas. O anel externo deve ser
informado por uma matriz bidimensional contendo os pares de coordenadas de
cada ponto pertencente à fronteira no sistema de projeção da vista corrente.
Sintaxe: plotPolygon(polygonPoints : array) : bool
k. plotVector: desenha o conteúdo vetorial do tema corrente no canvas. As
possiblidades de desenho são: desenhar todo o tema corrente; desenhar apenas
alguns objetos do tema corrente que satisfaçam alguma restrição; desenhar os
objetos de um tema agrupados por alguma função de agrupamento (passos
iguais, quantil, valor único e etc) com algum tom de cores.
Sintaxe: plotVector([restriction : string[, groupAttName : string,
groupAttNorm : string, numSlices : int, groupType : int, ramp : array, prec :
int][, stdDev : double]]) : array
O parâmetro restriction indica se algum filtro será aplicado nos objetos do
tema corrente. Os demais parâmetros indicam se o desenho do tema deve
satisfazer algum agrupamento. Neste caso o parâmetro groupAttName indica o
nome do atributo utilizado para agrupar os objetos em classes, o atributo
groupAttNorm se especificado indica o atributo normalizador, numSlices
define o número de classes do agrupamento, ramp é um vetor que contem uma
lista de tons de cores a serem utilizadas no desenho do agrupamento e prec
indica o número de casas decimais utilizadas no agrupamento. O parâmetro
stdDev indica o desviuo padrão utilizado no caso de agrupamentos deste tipo.
O retorno dessa função é uma matriz com as informações de legenda do tema
desenhado.
l.
plotRaster: desenha o conteúdo matricial (raster) do tema corrente.
Sintaxe: plotRaster() : bool
m. plotSelectedObjects: desenha no canvas um conjunto de objetos indicados por
uma lista de identificadores (object_id). Somente a representação ativa (do
tema corrente ou do tema de referência) serão desenhados.
Sintaxe: plotselectedobjects(objArray : array[, themeType : int]) : bool
n. plotBufferZone: desenha um mapa de distância ao redor do objeto indicado.
Sintaxe: plotbufferzone(objId : string, dist : float[, themeType : int]) : bool
o. plotText: desenha um texto sobre o canvas na posição indicada. Pode-se
utilizar uma fonte TrueType ou fontes nativas da GD. Para isto é necessário
ajustar as configurações do visual de texto através do método setDefaultVisual.
Sintaxe: plottext(x : float, y : float, text : string, angle : float, alignh : float,
alignv : float) : bool
p. plotLegend: desenha uma legenda em um canvas auxiliar. Essa área será
automaticamente apagada quando uma nova chamada a este método for
realizada.
Sintaxe: plotlegend(objArray : array, width : int) : bool
q. savePlot: salva no disco um arquivo PNG com o conteúdo vetorial do canvas.
Sintaxe: savePlot(fileName : string) : bool
r. saveImage: salva em disco um arquivo JPEG com o conteúdo matricial (raster)
do canvas.
Sintaxe: saveImage(fileName : string[, quality : int]) : bool
s. saveLegend: salva em um arquivo PNG em disco o desenho de objetos
matriciais (raster) sobre o canvas.
Sintaxe: saveLegend(fileName : string) : bool
t. cleanCanvas: limpa a área do canvas. É necessário ajustar o tamanho e a área
de visualização antes de começar a realizar novos desenhos.
Sintaxe: cleanCanvas() : bool
5. Métodos para localização de objetos:
a. locateObject: consulta por apontamento. Retorna o identificador do objeto que
contém um determinado ponto.
Sintaxe: locateObject(x : float, y : float[, tol : float[, themeType : int]]) : array
O vetor de retorno é associativo e possui duas entradas: object_id e geom_id.
b. locateObjectsInBox: localiza os objetos do tema corrente ou de referência que
interajam com um retângulo segundo um relacionamento topológico.
Sintaxe: locateObjectsInBox(x1 : float, y1 : float, x2 : float, y2 : float[,
relation : int[, themeType : int]]) : array
Esse método retorna um vetor contendo os identificadores de objetos que
satisfazem o relacionamento (relation) com o retângulo informado. As
coordenadas do retângulo devem estar no mesmo sistema de coordenadas da
vista corrente.
Os valores e significados do parâmetro “relation” são:
1
Disjunto
32
Contém
2
Toca
64
Intercepta3
4
Cruza
128
Igual
8
Dentro
256
Cobre
16
Sobrepõem
512
Coberto Por
c. locateObjects: dado o identificador de um objeto, retorna a lista de objetos
(identificadores) que satisfaçam um certo relacionamento topológico (toca,
cruza, sobrepõe, dentro, contém, disjunto) no tema corrente ou de referência.
Sintaxe: locateObjects(objid : string, relation : int, themeType : int) : array
d. locateObjectsInArray: dado um vetor de identificadores de objetos, retorna a
lista de objetos (identificadores) que satisfaçam um certo relacionamento
topológico (toca, cruza, sobrepõe, dentro, contém, disjunto) no tema corrente
ou de referência.
Sintaxe: locateObjectsInArray(objIdsIn : array, relation : int, themeType : int)
: array
e. locateObjectsUsingRefTheme: dado um identificador de um objeto do tema
corrente, retorna a lista de objetos (identificadores) do tema de referência que
satisfaçam um certo relacionamento topológico (toca, cruza, sobrepõe, dentro,
contém, disjunto) com ele.
Sintaxe: locateObjectsUsingRefTheme(objid : string, relation : int) : array
f. locateObjectsUsingRefTheme: dado um identificador de um objeto do tema
corrente, retorna a lista de objetos (identificadores) do tema de referência que
satisfaçam um certo relacionamento topológico (toca, cruza, sobrepõe, dentro,
contém, disjunto) com ele.
Sintaxe: locateObjectsUsingRefTheme(objid : string, relation : int) : array
g. locateObjectInArraysUsingRefTheme: dado uma lista de identificadores de
objetos do tema corrente, retorna a lista de objetos (identificadores) do tema de
referência que satisfaçam um certo relacionamento topológico (toca, cruza,
sobrepõe, dentro, contém, disjunto) com eles.
Sintaxe: locateObjectInArraysUsingRefTheme(objIdsIn : array, relation : int)
: array
6. Métodos para localização de atributos dos objetos:
3
É o relacionamento padrão utilizado caso nenhum outro seja especificado.
a. fetchAttributes: retorna a lista de atributos de um dado objeto.
Sintaxe: fetchAttributes(objectid : string[, themeType : int]) : array
O retorno deste método é um vetor associativo: nome_atributo/valor.
Na próxima seção iremos mostrar através de exemplos como utilizar a extensão TerraPHP
na construção de aplicações Web.
5. Programando com o TerraPHP
Como a extensão foi implementada na forma de uma classe interna, antes de começarmos
a utilizar as suas funcionalidades, é necessário instanciar um objeto da classe TerraWeb. Isto
pode ser feito da seguinte forma:
<?
$t = terraweb();
?>
A chamada aos métodos do objeto é realizada utilizando o operador “->”. Quase todos os
métodos disponíveis pressupõem que uma conexão esteja estabelecida, antes de serem invocados.
O método connect, deverá sempre ser um dos primeiros métodos presentes nas primeiras linhas
de um programa que utilize o TerraPHP:
<?
$t->connect("localhost", "nome_usuario", "senha",
"nome_banco", 3306, 1);
?>
Como será visto, quase todos os métodos retornam o valor “falso” quando ocorre um erro.
No trecho de código do Programa 1, na linha 02 um objeto TerraWeb é instanciado. A seguir, na
linha 04, é testado se a conexão com um servidor MySQL (tipo do servidor = 1) é aberta. Caso
ocorra algum erro durante a abertura da conexão, como nome de usuário ou senha inválidos, o
método connect retornará falso, e neste caso uma mensagem de erro poderá ser obtida através do
método errorMessage (linha 07). A conexão com o servidor bem como quaisquer recursos
alocados pelo TerraWeb, serão descartados automaticamente ao final do escopo dos objetos. A
saída do programa pode ser visto na Figura 3.
Programa 1
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<?
$t = terraweb();
if(!$t->connect("localhost", "nome_usuario", "senha", "nome_banco", 3306, 1))
{
echo("Nao foi possivel conectar-se ao banco de dados<BR>");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
else
{
echo("A conexao foi um sucesso!");
}
?>
Figura 3 – Saída do Programa 1
O próximo exemplo, o Programa 3, mostra como obter as vistas armazenadas em um
banco de dados. Na linha 11, o método getViews é chamado. Caso as vistas sejam localizadas, a
variável views irá conter um vetor com o nome das vistas. Na linha 20, um laço é realizado,
imprimindo o nome de cada vista. A Figura 2 mostra o resultado deste trecho de programa.
Programa 2
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<?
$t = terraweb();
if(!$t->connect("localhost", "nome_usuario", "senha", "nome_banco", 3306, 1))
{
echo("Nao foi possivel conectar-se ao banco de dados<BR>");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
$views = $t->getviews(“nome_usuario”);
if($views == false)
{
echo("Nao fo possivel recuperar as vistas para o usuário root <BR>");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
for($j = 0; $j < count($views); ++$j)
echo($views[$j] . "<BR>");
?>
Figura 4 – Saída do Programa 2
Para obtermos o retângulo envolvente dos temas contidos em uma dada vista e o nome
destes temas, é necessário colocá-la como a vista corrente. O Programa 3 mostra na linha 24, a
utilização do método setCurrentView, que coloca a vista informada como a vista corrente. Com
uma vista corrente ajustada, podemos solicitar os valores das coordenadas que definem o
retângulo envolvente dos temas nesta vista através do método getCurrentViewBox (linhas 31 e
39). Através do método getThemes podemos ter o acesso aos nomes dos temas contidos na vista
(linha 42). A Figura 5 mostra a saída deste trecho de programa.
Programa 3
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<?
$t = terraweb();
if(!$t->connect("localhost", "nome_usuario", "senha", "nome_banco", 3306, 1))
{
echo("Nao foi possivel conectar-se ao banco de dados<BR>");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
$views = $t->getviews();
if($views == false)
{
echo("Nao fo possivel recuperar as vistas para o usuário root <BR>");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
for($j = 0; $j < count($views); ++$j)
{
echo("==> VISTA: " . $views[$j] . "<BR>");
if($t->setCurrentView($views[$j]) == false)
{
echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
$box = $t->getcurrentviewbox();
if($box == false)
{
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echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
echo("BOX: X1 = " . $box[0] . " , Y1 = " . $box[1] . ", X2 = ". $box[2] .
", Y2 = " . $box[3] . "<BR>");
$themes = $t->getthemes();
if($themes == false)
{
echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
for($i = 0; $i < count($themes); ++$i)
{
echo("
---Tema: " . $themes[$i] . "<BR>");
}
echo("<BR>");
}
?>
Figura 5 – Saída do Programa 3
Até aqui, vimos como consultar as informações disponíveis no banco: informações sobre
vistas e temas. O Programa 4, mostra como desenhar as informações de um tema matricial
(raster) sobre o canvas e então visualizar o resultado deste desenho. Para utilizar o canvas é
necessário realizar alguns ajustes com o método setWorld. Na linha 25, as coordenadas do
mundo, que definem a área visível, são ajustadas com os valores do retângulo envolvente da
vista. Isto significa que qualquer objeto de qualquer tema poderá ser desenhado sobre o canvas.
Caso as coordenadas tivessem sido restritas a uma determinada área, apenas os objetos contidos
nela serão desenhados. Nesta mesma linha, as dimensões do canvas são informadas: 800 x 600.
Estas dimensões informam qual será o tamanho da imagem do desenho do canvas.
Para desenharmos um tema, é necessário que este seja colocado com o tema corrente. Na
linha 37, um tema é colocado como corrente. O parâmetro “0” indica que o nome do tema
fornecido é para ajustar um tema corrente com este nome. Tendo um tema corrente, o método
plotRaster desenha o seu conteúdo sobre o canvas (linha 39). Os desenhos da representação
matricial ficam disponíveis para visualização no formato de imagem JPEG e podem ser acessados
através do método getJpg (linha 48). As linhas 49 e 50 retornam para o navegador (webbrowser)
uma página com conteúdo de imagem JPEG. A Figura 6 mostra a saída deste programa.
Programa 4
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<?
$t = terraweb();
if(!$t->connect("localhost", "nome_usuario", "senha", "nome_banco", 3306, 1))
{
echo("Nao foi possivel conectar-se ao banco de dados<BR>");
echo($t->errorMessage());
exit();
}
if($t->setCurrentView("NATIVIDADE") == false)
{
echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
$box = $t->getcurrentviewbox();
if($box == false)
{
echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
$t->setWorld($box[0], $box[1], $box[2], $box[3], 800, 600);
$themes = $t->getthemes();
if($themes == false)
{
echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
for($i = 0; $i < count($themes); ++$i)
{
$t->setTheme($themes[$i], 0);
$result = $t->plotraster();
if($result == false)
{
echo($t->errorMessage() . "<BR>");
exit();
}
}
$imagemSaida = $t->getjpg();
header ("Content-type: image/jpg");
echo($imagemSaida);
?>
Figura 6 – Saída do Programa 4
No diretório examples você poderá encontrar exemplos mais avançados de uso da
extensão TerraPHP, como a visualização de mapas vetoriais (pontos, linhas e polígonos),
construção de legendas, construção de mapas resultantes de agrupamentos e uso de fontes true
type.
Referências
[01] W3C. A little history of the World Wide Web. Disponível em: <http://www.w3.org/History.html>. Acesso
em: Julho, 2005.
[02] Date, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Rio de Janeiro: Campus, 1990.
[03] The Common Gateway Interface. Disponível em: <http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/cgi/overview.html>. Acesso
em: Julho, 2005.
[04] Homer, A.; et al.; Professional Active Server Pages 3.0. USA: Wrox, 1999.
[05] JavaServer Pages technology. Disponível em: <http://java.sun.com/products/jsp/>. Acesso em: Julho, 2005.
[06] PHP documentation. Disponível em: <http://www.php.net/docs.php>. Acesso em: Julho, 2005.
[07] Câmara, G.; Casanova, M. A.; Hemerly, A. S.; Magalhães, G. C.; Medeiros, C. M. B. Anatomia de sistemas de
informação geográfica. Campinas: Unicamp, 1996.
[08] A basic introduction to PNG features. Disponível em: <http://www.libpng.org/pub/png/pngintro.html>.
Acesso em: Julho, 2005.
[09] JPEG. Disponível em: <http://www.w3.org/Graphics/JPEG/>. Acesso em: Julho, 2005.
[10] Web Map Service. Disponível em: <http://www.opengeospatial.org/specs/?page=specs>. Acesso em: Julho,
2005.
[11] Web Feature Service Implementation Specification. Disponível em:
<http://www.opengeospatial.org/specs/?page=specs>. Acesso em: Julho, 2005.
[12] Câmara, G.; Souza, R. C. M.; Pedrosa, B. M.; Vinhas, L.; Monteiro, A. M. V.; Paiva, J. A. Paiva; Carvalho, M.
T.; Gatass, M. Terralib: technology in support of GIS innovation. In: Workshop Brasileiro de Geoinformática,
2., 2000, São Paulo. Anais... São Paulo: INPE, 2000, p. 126-133.

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