PDF - 1,85MB - Pedra Agroindustrial

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PDF - 1,85MB - Pedra Agroindustrial
OBSERVADOR
ano 43 • n° 503 • agosto de 2014
Agrícola
Operadores de máquinas agrícolas
visitam indústria
p.06
Empresa
Qualidade
Social
Leilão de Ativos
p.02
Prêmio Excelência Fermentec
p.04
Selo Abrinq renovado
p.07
formação
Qualificação Profissional
Escola forma auxiliares de manutenção mecânica agrícola
empresa
Promotores
visitam a Ipê
N
M
ais uma turma do programa de qualificação profissional da Pedra
Agroindustrial concluirá o curso. Iniciado em 16 de junho de 2014, o
curso para formação de auxiliares de mecânico de manutenção agrícola está
sendo realizado com onze alunos, sendo que quatro deles são funcionários
da empresa buscando se desenvolver e os demais foram contratados para
o programa. O curso tem duração de dois meses e foi viabilizado pelo
PRONATEC - Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego e
realizado pelo SENAI nas dependências da empresa.
“Este é um programa que oferece oportunidade de desenvolvimento para os
profissionais da empresa. Com dedicação há a possibilidade real de crescer
profissionalmente”, disse Ulisses Ferreira, analista de RH da empresa.
empresa
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o dia 18 de julho, a
Usina Ipê recebeu um
grupo de 2 promotores e um
desembargador da região
onde está instalada para
conhecer o trabalho realizado
pela empresa. A visita começou
com um café da manhã
seguido do vídeo e de uma
apresentação institucional
realizada pelo diretor Agrícola
Sérgio L. Selegato. A visita teve
o objetivo de reforçar o perfil
da empresa na região. “Foi uma
oportunidade importante para
que mostrássemos a nossa
maneira de administrar e quais
os nossos princípios e ações
mais importantes na região”,
avaliou Selegato.
capa
Palha de cana
Soluções para o recolhimento e transporte para a indústria
Nova enfardadora (à esquerda): maior eficiência e produtividade
O
uso de palha da cana para
produção de energia elétrica
fez, nos últimos anos, avanços
significativos para alcançar uma
condição importante dentro do
processo de cogeração. Não são
poucos os equipamentos e os
procedimentos que precisam
ser aprimorados para garantir a
produtividade desejada, afinal de
contas, o uso de palha para cogerar
energia é mais uma inovação na
história do setor e da empresa.
Nessa safra, duas mudanças foram
implantadas e estão trazendo
resultados melhores do que se
estabeleceu a princípio.
A primeira delas é a utilização de
uma nova enfardadora, que está
apresentando uma produtividade
muito melhor do que o
equipamento usado anteriormente.
“Essa enfardadora é mais robusta,
apresenta maior disponibilidade
mecânica, com isso temos menos
horas de manutenção, mais horas
efetivamente trabalhadas e mais
fardos para levar para a indústria.
Além disso, tem condições de
operar com uma velocidade maior
que o modelo da safra passada”,
disse Marcus Ramos, gerente
responsável pelo projeto.
Outro grande desafio que está
sendo enfrentado é o transporte
dos fardos para a indústria. A partir
de uma parceria com a Rodorib,
foi desenvolvido um projeto que
promoveu a adaptação em veículos
canavieiros para o transporte dos
fardos de palha.
“A empresa está desativando
seus equipamentos de transporte
de cana inteira, vislumbramos a
possibilidade de reutilizá-los para
outro fim, daí surgiu a proposta de
adaptá-los para o transporte de
fardos de palha para a indústria”,
contou ao Observador José
Paulo Vói, gerente responsável
pelo acompanhamento do
desenvolvimento do projeto.
Com o veículo adaptado, foram
reduzidas as quantidades de eixos
e pneus e aumentada a capacidade
da carroceria de sessenta para
setenta fardos. Segundo José
Paulo Vói, o projeto trouxe redução
de custo de cerca de 17% para a
operação de transporte.
Ainda existem desafios pela
frente para se chegar ao nível
ideal de utilização da palha de
cana na cogeração de energia,
ressalta Ramos, mas os ganhos
são evidentes, por exemplo, nessa
safra o volume recolhido de palha
até o mês de julho, é maior que
o recolhido durante toda a safra
passada. “Se tudo continuar
como vem acontecendo teremos
a possibilidade de ultrapassar a
meta planejada”, avaliou.
O comprometimento da equipe é
outro fator de excelência que tem
colaborado para os resultados
positivos do projeto. Marcus
Ramos frisou a qualidade do
trabalho que é desenvolvido pela
equipe, segundo ele “temos uma
equipe perene, há três anos são os
mesmos funcionários que atuam
na atividade. O desenvolvimento
de cada um está ocorrendo da
maneira adequada e contínua e
o conhecimento adquirido está
sendo consolidado e refletido
num trabalho comprometido e
dedicado da equipe”, concluiu o
gerente.
Empilhadeira de palha
OBSERVADOR agosto de 2014 3
qualidade
Prêmio Excelência
Pedra e Ipê são premiadas pela Fermentec
Vera A. Fidélis e Ângela Graner, da Biosev, recebendo o prêmio de Henrique Amorim
A
s unidades Pedra e Ipê receberam
no dia 16 de julho o prêmio
Excelência Fermentec nas categorias
Pioneirismos e Amostragem,
respectivamente.
O Pioneirismo ficou por conta da
Usina da Pedra ter participado, junto
com as Usinas Santa Elisa e Vale do
Rosário, do grupo de empresas que
iniciou a utilização de uma tecnologia
eletrônica digital para medição da
densidade (grau alcoólico) do etanol
e outros líquidos. "Na ocasião havia
surgido no mercado o “Densímetro
Eletrônico Anton Paar DMA 45”, o que
permitiu a iniciativa e foi trabalhando
o equipamento com a Fermentec
que conseguimos substituir,
nos laboratórios destas usinas,
os medidores simples existentes,
como ebuliômetros, alcoômetros
de vidro nas realizações de análises,
contou Vera Fidélis, gestora da
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Qualidade. “O uso deste equipamento
trouxe aumento na precisão e na
confiabilidade dos resultados das
análises realizadas através dele,
incluindo a identificação de
perdas de álcool nos processos
das destilarias com maior
facilidade. Foi um grande
avanço para os laboratórios
do setor sucroalcooleiro”,
concluiu Vera.
Na Ipê, o prêmio foi conquistado
pelo rigor do trabalho de
controle analítico do processo
produzido e pelo sistema de
amostragem que a unidade
realiza. “É fruto do trabalho em
comum realizado pelos setores
do processo, laboratório e
manutenção da empresa.
Há amostradores contínuos
em todo o processo industrial
para garantir a confiabilidade das
análises, ou seja, amostras são
colhidas continuamente de modo
a garantir que essa parte analisada
nos dê um perfil do todo, da maneira
mais confiável possível. Em 2013,
instalamos mais dois amostradores
contínuos, para amostragem do
caldo pré-evaporado e para o
caldo decantado. Assim atendemos
100% dos requisitos sugeridos
pela Fermentec”, relatou Roberta
Ventura, gestora do laboratório da
Ipê durante o ano passado, ao jornal
Observador.
O Prêmio Excelência foi entregue
durante a reunião anual da Fermentec
que aconteceu em Ribeirão Preto e
homenageia usinas e profissionais
que se destacaram nas categorias
amostragem, desempenho analítico
químico, desempenho analítico
microbiológico, estrutura laboratorial
e pioneirismo.
Roberta A. Ventura recebendo o prêmio
de Claudemir Domingos Bernardino
empresa
agrícola
Reunião de metas
Resultados são acompanhados na agrícola e indústria
Palestra na
UDOP
Evento reuniu cerca
de 120 pessoas
Diogo D. Valdevite apresenta indicadores durante a reunião
O
principal objetivo das reuniões de metas é fazer com que todos os
funcionários envolvidos na operação agrícola e industrial, acompanhem
os resultados que estão alcançando com o trabalho realizado e como estes
resultados estão em relação às metas estabelecidas para a safra.
Agrícola
A reunião de metas agrícola acontece a cada dois meses e reúne todos os
funcionários das frentes de colheita para a apresentação do desempenho
operacional dos equipamentos, indicadores da presença de terra na cana,
de arranque de soqueira, de qualidade e de segurança.
Este ano, a primeira reunião aconteceu em junho e, segundo o gestor Vanier,
“foi um momento importante, pois foram apresentados aos funcionários
seus indicadores, assim como aproveitamos para reforçar questões que
podem melhorar o desempenho de cada um, lembrando que o nosso
objetivo é melhorar o comprometimento da equipe para alcançar as metas
estabelecidas”.
Indústria
Na indústria, a reunião para acompanhamento das metas é realizada
mensalmente. Desde junho os funcionários envolvidos com a operação
industrial têm acompanhado os resultados que estão alcançando e como
estão em relação às metas estabelecidas para a safra.
“A reunião é valiosa, pois os funcionários perguntam e esclarecem questões
fundamentais para que eles continuem comprometidos com o trabalho, como
por exemplo, dúvidas relativas à velocidade da moenda, quantidade de água
adicionada ao processo e as perdas industriais. Além de apresentarmos todos
os indicadores que são avaliados durante a safra, como os percentuais de
ATR, aproveitamento industrial, extração, fibra, e os volumes de produção de
etanol, açúcar e energia elétrica”, comentou Marcelo Vicentin, coordenador
da Usina da Pedra.
Sérgio L. Santos, gerente Agrícola
da Usina Ipê e o consultor
Antonio Luiz Gazon
No dia 17 de julho, a convite
da União dos Produtores de
Bioenergia - UDOP, durante
o curso Agrícola da UniUdop,
no auditório da churrascaria
Terra do Boi, em Araçatuba,
o gerente Agrícola da Ipê
Sérgio L. Santos realizou, em
conjunto com o consultor
Antonio Luiz Gazon, a palestra
“Sistematização e preparo do
solo em busca dos melhores
resultados para a mecanização
agrícola na cana-de-açúcar”. O
evento contou com a presença
de cerca de 120 pessoas, entre
gerentes e coordenadores
das unidades associadas e
fornecedores de cana da
região. Estiveram presentes
além dos coordenadores da
Ipê, representantes da Usina da
Pedra e Buriti.
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agrícola
Operadores de máquinas agrícolas na indústria
Visita ajuda funcionários a compreender o processo de produção
D
urante os meses de julho e
agosto, foram realizadas visitas
dos operadores de máquinas das
frentes de colheita da Usina da Pedra
ao parque industrial. Com o objetivo
de ampliar a compreensão sobre
todo o processo de produção de
açúcar, etanol e energia elétrica, cerca
de 200 funcionários agrícolas das
frentes de colheita assistiram ao vídeo
institucional e o processo industrial
através de uma apresentação em sala.
Em seguida, conheceram a balança
de cana, o laboratório de pagamento
de cana o PCTS, o descarregamento,
moagem e fábrica de açúcar.
“Os grupos conheceram o que
acontece com a cana depois que
chega na usina. Foi importante
Funcionários tiveram a oportunidade de conhecer o Laboratório de PCTS
também para saber como é feita a
análise da quantidade de terra na
cana, item que tem um peso grande
na remuneração destes funcionários”,
afirmou Walter Eichel, coordenador
de colheita e transporte de cana.
ppr
PPR ACUMULADO - Período de apuração até 31 de julho de 2014
USINA DA PEDRA
Índices
EFICIÊNCIA INDUSTRIAL
86,95%
TERRA CANA
7,7
REND.ENERG.COLHEITADEIRAS
0,9610
REND.ENERG.TRANSP.CANA
67,5
TOTAL
Distribuição
Grupo I Grupo II
71,00%
100,00%
1,10%
1,50%
4,80%
6,80%
12,00%
16,00%
88,90% 124,30%
USINA BURITI
Índices
EFICIÊNCIA INDUSTRIAL
85,91%
TERRA CANA
6,8
REND.ENERG.COLHEITADEIRAS
0,9940
REND.ENERG.TRANSP.CANA
60,1
TOTAL
Distribuição
Grupo I Grupo II
71,00% 100,00%
6,10%
8,50%
7,20%
10,20%
8,40%
11,90%
92,70%
130,60%
USINA IBIRÁ
Índices
Distribuição
Grupo I
Grupo II
EFICIÊNCIA INDUSTRIAL
86,47%
57,00%
80,00%
TERRA CANA
4,5
17,10%
24,00%
REND.ENERG.COLHEITADEIRAS
0,7990
2,40%
3,40%
REND.ENERG.TRANSP.CANA
62,9
12,00%
16,00%
TOTAL
88,50% 123,40%
USINA IPÊ
Índices
EFICIÊNCIA INDUSTRIAL
88,38%
TERRA CANA
7,8
REND.ENERG.COLHEITADEIRAS
0,9430
REND.ENERG.TRANSP.CANA
68,8
TOTAL
Distribuição
Grupo I
Grupo II
71,00%
100,00%
6,10%
8,50%
3,60%
5,10%
12,00%
16,00%
92,70% 129,60%
Lembramos a todos os funcionários que as faltas reduzem o resultado final do PPR.
As faltas podem causar a perda do PPR proporcional, todas as vezes que essas faltas excederem 14 horas e 40 minutos no mês.
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social
Selo Abrinq renovado
Pedra Agroindustrial é Empresa Amiga da Criança há 15 anos
A
Pedra Agroindustrial realizou a atualização de
suas informações para 2014 junto à Fundação
Abrinq e renovou seu reconhecimento como
Empresa Amiga da Criança por mais um ano.
Este procedimento acontece anualmente e é
necessário para garantir a credibilidade do programa,
pois avalia se os compromissos assumidos com a
infância e a adolescência estão sendo cumpridos.
“Há 15 anos somos uma Empresa Amiga da Criança,
essa condição e reconhecimento são importantes,
pois nos oferece uma referência de como estamos
trabalhando em relação às crianças e adolescentes
nas comunidades onde estamos atuando”, disse
Sueli Aguiar responsável pelo Serviço Social e
Comunicação.
Crianças realizam atividades esportivas na sede do Serviço Social, em Serrana
Compromissos de uma
empresa Amiga da Criança
1. Não explorar o trabalho infantil e não empregar adolescentes em atividades noturnas, perigosas e insalubres, respeitando a lei 8.069/90
– Estatuto da Criança e do Adolescente;
2. Alertar os fornecedores contratados que denúncia comprovada de trabalho infantil causará rompimento da relação comercial;
3. Realizar ações de conscientização dos clientes, fornecedores e comunidade sobre os prejuízos do trabalho infantil;
4. Desenvolver ações em benefício de crianças e adolescentes, filhos (as) de funcionários (as) nas áreas de educação e saúde;
5. Realizar ações sociais em benefício de crianças e adolescentes de comunidades, conforme valores estabelecidos pela Fundação Abrinq
– Save The Children.
Observador:
Expediente:
Produção:
PUBLICADA DESDE
NOVEMBRO
Usina da Pedra
Coordenadoria de
Tiragem:
5.000 exemplares.
COMUNICAÇÃO
Observador – Publicação mensal da Pedra
Agroindustrial
S/A - Usina da Pedra, Usina Buriti,Publicação
Usina Ibirámensal
e
Usina
Buriti
1970
Usina Ipê. Criada em novembro de 1970.
Produção:
de Comunicação.
Distribuição Gratuita.
(16) 3987-9000.
Usina
Ibirá Coordenadoria
Pedra Agroindustrial
S/A
Tiragem:
5.050 exemplares.
DistribuiçãoUsina
Gratuita.
Endereço:
Cx.
Postal
02.
Serrana
SP.
Cep.
14150-000.
[email protected]
Ipê
Cx.
Postal
02.
Serrana-SP.
Cep.
14150-000.
Fone: (16) 3987-9000. E-mail: [email protected]
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curiosidades
institucional
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