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Valecard é pioneira ao adquirir o primeiro PureSystems no Brasil
channel
REVISTA INFORMATIVA DAS SOLUÇÕES POWER SYSTEMS | ANO 5 | EDIÇÃO 17 | JULHO AGOSTO SETEMBRO 2012 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Sistemas
com
inteligência
integrada
PureFlex System combina a flexibilidade dos sistemas tradicionais, a elasticidade
de cloud e a simplicidade de um dispositivo otimizado para aplicações
DMA confia sua operação à infraestrutura Power
Benchmark real comprova a melhor performance de Power
EDITORIAL
cuário, imobiliário, rastreamento, saúde, entre outros, foi
pioneira no Brasil ao adquirir essa tecnologia inovadora,
buscando diferenciar-se em seu ramo de atividade.
Entre as expectativas da companhia com o uso do
PureSystem estão o ganho de performance, maior proteção dos dados, completa integração com o legado e um
expressivo aumento da escalabilidade do sistema para
atender o crescimento da ValeCard, que nos últimos dois
anos foi acima de 40%.
Outro destaque desta edição é o uso da plataforma
Power na exploração de Marte. Em agosto, a NASA
enviou ao planeta vermelho a sonda robô Curiosity, que
utiliza os processadores PowerPC. Uma plataforma tão
poderosa que permite até o update da BIOS em pleno vôo
interplanetário.
INTELIGÊNCIA INTEGRADA
Caro leitor,
O sonho de consumo dos gestores de TI já é uma realidade com o IBM PureSystems, primeira geração de
sistemas com inteligência integrada.
Capaz de reduzir o tempo e o custo da administração
e implantação dos aplicativos de negócios, fundamentais para a inovação e crescimento das empresas,
a IBM traz para o mercado o novo servidor
PureSystems, em dois modelos.
O primeiro é o PureFlex System, um sistema de infraestrutura que combina servidores, armazenamento,
redes, virtualização e gerenciamento em uma única
estrutura.
A grande confiabilidade de um Power também pode ser
conferida na seção Produtos, onde Alexandre Bicas
mostra que os benefícios de RAS da arquitetura, sigla do
inglês Reliability, Availability & Serviceability, consistem em um grande diferencial para as operações críticas
de negócios. Leitura mandatória para os Gestores de TI
que prezam por um ambiente mais disponível e confiável,
para reduzir o custo de gerenciamento e os prejuízos
causados pelo excesso de paradas, programadas ou não.
O outro é o PureApplication System, um sistema
pré-configurado e pré-integrado com o hardware e
middleware desenhado para aplicações web hospedadas na nuvem.
Quem testou e comprovou o alto grau de performance
oferecido por Power, quando comparado a um x86
sob carga real, foi Daniel Gomes. Com 13 anos de
experiência em banco de dados Oracle, ele relata, como
por meio de um benckmark, que constatou que Power é
a melhor solução para quem precisa de uma infraestrutura de Banco de Dados robusta, confiável e altamente escalável.
A ValeCard, uma gigante pertencente ao Grupo
CEPHAS que atua em meios de pagamento, agrope-
Tudo isto e muito mais é o que trazemos nesta edição.
Desejamos a todos uma excelente leitura!
Redação Power Channel
EXPEDIENTE
REDAÇÃO: Rua Azevedo Macedo, 20 - 7° Andar - Vila Mariana - 04013-060 - São Paulo SP
Tel. (11) 5083.8422 - [email protected] - www.rscorp.com.br
COORDENAÇÃO GERAL: Power Channel ([email protected]) | JORNALISTA RESPONSÁVEL: Cristiane Bottini - MTB Nº 25.178 ([email protected])
DIRETOR DE ARTE: João Marcos Batista ([email protected]) | COLABORADORES DESTA EDIÇÃO: Alexandre Bicas, Daniel Gomes, Jerônimo Mendes, Otávio
Henrique Caldas Nunes e Rudnei Resende de Oliveira | COMERCIAL: Orlando Fogaça ([email protected]) e Valdeci Junior ([email protected]).
A REVISTA POWER CHANNEL é uma publicação trimestral destinada aos CIOs ligados aos produtos de hardware e software. Esta revista é distribuída gratuitamente a todos os
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necessariamente, à opinião desta revista e nem de seus editores. PARA CONTATOS, por favor acesse os meios apresentados acima.
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ÍNDICE
CAPA
SISTEMAS COM
INTELIGÊNCIA INTEGRADA
ENTREVISTA
DE VOLTA
ÀS ORIGENS
IBM PureFlex combina
computação, armazenamento,
arquitetura de rede, software
operacional, gestão e segurança
totalmente integrados
em um único sistema
16
TECNOLOGIAS
E TENDÊNCIAS
Power está presente
na exploração do
Planeta Vermelho
PARCEIROS
AÇÃO INFORMÁTICA
Ferbasa elege Power
para seu ERP
DMA exige a
confiabilidade e
performance de Power
para rodar o SAP
Nesta edição, coluna
especial do Nerdvana
12
Power Systems RAS,
in Power we trust
Confira a programação
do IBM Systems
Technical Conference
Pesa troca
plataforma x86 por
arquitetura Power
27
28
POWER7 é a
infraestrutura
da Drogasil
8
PRODUTOS
10
SOLUÇÕES
DE NEGÓCIOS
4 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
7
Alta disponibilidade e
recuperação de desastres
em ambientes DB2 LUW
INGRAM MICRO
Martin-Brower escolhe
Power para suportar
seu crescimento
5
CURTAS
PARCEIROS
SOLUÇÕES
DE NEGÓCIOS
Unicamp
de Limeira adota
supercomputador Power
Henrique von
Atzingen do Amaral
é o novo executivo
da linha de servidores
Power Systems
14
Benchmark é a
melhor ferramenta
para comprovar o
poder de POWER7
20
22
26
OPINIÃO
30
32
Você se
considera íntegro?
34
DIVULGAÇÃO
ENTREVISTA
HENRIQUE VON ATZINGEN DO AMARAL
amplo de busca de uma infraestrutura que permita reduzir custos,
ajuste dinâmico para crescimento/retração, alta eficiência operacional e, acima de tudo, que permita
a continuidade dos negócios sem
interrupções. Este novo conceito
de entendimento da TI vem totalmente de encontro aos pilares da
tecnologia POWER. Desta forma,
vejo um grande momento para
acelerarmos o crescimento da
plataforma.
DE VOLTA
ÀS ORIGENS
Desde 15 de agosto a IBM Brasil está com um novo executivo para a linha de
servidores Power Systems, Henrique von Atzingen do Amaral. Novo na função,
mas não em Power, teve boa parte de sua carreira construída na plataforma.
Após passar pela região Sul e por Brasília, como executivo de vendas, volta a
São Paulo e à Power Systems em um momento em que a plataforma mira novos
mercados e clientes de todos os portes e segmentos.
Confira, a seguir, o que o executivo nos revelou.
Power Channel: Como vê sua
volta à Power Systems e o
momento da plataforma no
Brasil?
Hvon: Estou muito feliz e motivado porque retorno para Power
em um momento onde a plataforma
é lider em market share em Risc no
Brasil e com muitas novidades,
como a PowerLinux, Pure Systems
e grande escalabilidade das High
ends, que seguramente nos trarão
novas possibilidades em clientes. O
mercado de TI vive um momento
de transição, saindo do conceito
tradicional de aquisição de servidores com análise simples de custo
de aquisição, para um conceito mais
PC: Por falar em PowerLinux,
como a IBM posiciona este
servidor frente aos demais
modelos da linha?
Hvon: Toda nossa linha de servidores roda o sistema operacional
Linux, além de AIX e IBM i. Mas
existe um mercado em expansão
para este SO que demanda soluções
otimizadas e eficientes. E foi isto
que a IBM fez com estes modelos
PowerLinux. São máquinas de oito
e 16-cores, altamente otimizadas
para algumas aplicações, como
consolidação de infraestrutura,
servidor de aplicações e LAMP,
aplicações comerciais como DB2,
WAS (WebSphere Application
Server) e SAP. E também aplicações emergentes como Big Data
(grandes volumes de dados),
Hadoop e Cloud. A infraestrutura
PowerLinux para Big Data e
Hadoop, por exemplo, pode ser
entendida como um mini-Watson,
o supercomputador apresentado no
show Jeopardy!. É a extensão do
DNA tecnológico que aprendemos
com este supercomputador. A
PowerLinux é ideal para os clientes
que buscam uma alternativa mais
segura e confiável do que o ambi-
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
5
ente MS, uma solução de virtualização mais escalável, segura e
flexível do que o VMware a preços
similares a uma arquitetura x86
MS Windows e VMware.
PC: PureSystems também emerge
como uma grande aposta da IBM.
Como isso deve ser entendido
pelos clientes?
Hvon: PureSystems está totalmente
de acordo com a necessidade do
mercado por soluções completas,
que permitam aumentar a eficiência
operacional e a reduzir custos. Sem
dúvida é um dos destaques da IBM
em infraestrutura de hardware e
possui módulos baseados em processadores Power com suporte aos
Sistemas Operacionais AIX, IBM i
e Linux. É ideal para pequenos e
médios ambientes.
Power Channel: E a linha tradicional de servidores Power,
como se posiciona com essas
novidades?
Hvon: Toda a linha Power continua
tendo um apelo muito forte no
mercado. Os servidores Blade
oferecem um alto grau de compactação, muitas vezes fundamental em
datacenters pequenos. As máquinas
de entrada oferecem uma excelente
relação custo/benefício e tem sido
nossas campeãs de vendas. E as
máquinas da linha High End, totalmente confiáveis e seguras com
recursos de RAS Premium e sem
igual na indústria de TI, têm altíssima escalabilidade, capacidade de
virtualização de larga escala e recursos de crescimento On Demand,
oferecem aos clientes o que existe
de melhor em tecnologia, eficiência
e confiabilidade.
6 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
O mercado de TI
vive um momento de
transição, saindo do
conceito tradicional
de aquisição de
servidores para
um conceito de
entendimento da TI,
totalmente de
encontro aos pilares
da tecnologia
POWER
PC: É possível manter o expressivo crescimento em clientes
migrando de outras plataformas
para Power?
Hvon: A confiabilidade IBM, uma
tecnologia diferenciada, parceiros
altamente preparados e iniciativas
como a Fábrica de Migração são
fatores fundamentais para o sucesso que temos obtido em migrar
clientes de outras plataformas para
Power. Temos vários casos de
pleno sucesso e com alto índice de
satisfação dos clientes. E cada vez
mais, estamos criando ofertas e
iniciativas que visam tornar este
caminho de migração o mais
seguro e confiável possível.
PC: Por que escolher servidores
baseados em processadores
Power e não servidores com
processadores x86 de última
geração?
Hvon: Segurança, confiabilidade e
tecnologia de ponta são os pontos
principais apontados pelos clientes
que migram de x86 para Power.
Um custo de aquisição muito
próximo e um TCO francamente
favorável também têm facilitado
este movimento migratório.
PC: Queremos lhe desejar muita
sorte nesta nova empreitada.
Qual sua mensagem final para
os clientes IBM?
Hvon: Estamos expandindo nosso
ecossistema de soluções, oferecendo arquitetura otimizada para
aplicações e soluções emergentes.
Isto aliado à segurança, disponibilidade e escalabilidade ímpares no
mercado, tornam a plataforma
Power um diferencial para a continuidade de negócios que o momento atual exige de TI. Agradeço a todos os clientes Power pela
escolha e pelos inúmeros casos de
sucesso que temos acompanhado
via Power Channel. Peço a todos
que nos dêem a chance de mostrarmos os diferenciais da plataforma para continuidade de negócios, o aumento de eficiência e a
redução de custos em seus ambientes. Nosso time e parceiros de negócios são capazes e estão prontos
para lhes oferecer soluções que
trarão um alto valor para seus
negócios.
SIMOTRON.WORDPRESS.COM
TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS
Processadores
Power estão
presentes
na exploração do
Planeta Vermelho
POR ANTONIO CARLOS NAVARRO
Ainda não é uma missão tripulada, mas desde 6 de agosto a NASA
iniciou a exploração do planeta
Marte através da sonda robô
Curiosity, que, nos próximos anos,
deverá nos enviar fotos, análises de
amostras de rochas e outros materiais que ajudarão a compreender
melhor o planeta vermelho.
A sonda robô possui vários objetivos a serem cumpridos nesta
missão, como avaliar solo e condições climáticas, enviando informações para avaliação da existência de
alguma forma de vida no planeta.
Isso incluirá dados completos e detalhados sobre a geologia marciana.
Explorar um planeta inóspito e
sob condições imprevisíveis é uma
missão de alta criticidade, que
requer alta confiabilidade nos equipamentos e componentes utilizados.
Por isto, o computador da
sonda robô se baseia em processadores PowerPC, o RAD 750 da
BAE Systems Electronic Solutions.
Ele consome 10W de potência,
funciona entre –55 °C e 70 °C e
suporta radiações de até 100 mil
rads, enquanto que a dose letal de
radiação para um ser humano é de
1000 rads.
Apesar de não se tratar da
última geração da arquitetura
Power, atende perfeitamente às
necessidades de um projeto em
testes durante anos, antes de finalmente a missão ser realizada sob
condições altamente imprevisíveis.
Enquanto muitos se arrepiam
em pensar em atualizar a BIOS de
celulares e computadores pessoais,
as últimas notícias da Nasa informaram que foi realizado um update
de BIOS desta arquitetura entre os
dias 10 e 13 de agosto, com o
upgrade de firmware em uma sonda
interplanetária em vôo.
Operar um computador sob a
radiação em marte, grosso modo,
pode ser comparado a utilizar seu
laptop dentro de um forno de
microondas.
Para uma missão tão crítica,
somente a arquitetura POWER
poderia ser a base desses computadores. Afinal, quem iria executar o
CTRL+ALT+DEL por lá?
PARA ENTENDER MELHOR
► PROCESSADOR:
PowerPC 750 à prova de radiação.
► ARQUITETURA:
BAE RAD 750 – uma motherboard da BAE
Systems Electronic Solutions, utilizando a
arquitetura de processadores IBM PowerPC
(http://en.wikipedia.org/wiki/RAD750).
Opera à velocidade de 200 megahertz, o que é
dez vezes superior ao dos computadores das
sondas Spirit e Opportunity, que realizaram
as explorações anteriores.
► MEMÓRIA:
2 gigabytes de memória flash, aproximadamente 8 vezes a utilizada na Spirit e
Opportunity, com 256 megabytes de
memória DRAM e 256 kilobytes em EPROM.
FONTE: NASA
http://mars.jpl.nasa.gov/msl/multimedia/interactives/learncuriosity/
LEIA MAIS SOBRE O CURIOSITY E A MISSÃO DE EXPLORAÇÃO A MARTE EM:
www.tecmundo.com.br/ciencia/27875-sonda-curiosity-chega-a-marte-e-da-inicio-as-missoes-da-nasa-no-planeta-vermelho.htm#ixzz23NRPSfkO
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
7
CURTAS
POWER E A NUVEM: O TEMPO ESTÁ A FAVOR
Preparando um ambiente baseado em servidores Power Systems
para trabalhar em modelo de Computação em Nuvem
NERDVANA - O cantinho do técnico
A computação em nuvem, ou cloud computing, termo usado em inglês, deixou de ser
algo novo e apenas especulações mencionadas nas reuniões dos departamentos de
tecnologia das empresas para se tornar um
modelo factível de negócio, com benefícios
claros e tangíveis sobre retorno financeiro
(ROI) e ótimo custo total de propriedade.
As empresas que há alguns anos não
queriam nem ouvir falar em Cloud, agora
estão falando, as companhias que cogitavam soluções em Cloud, agora estão iniciando projetos baseados nesse modelo.
E as mais inovadoras, empresas que
costumam estar na vanguarda ao utilizar primeiro as novidades em TI,, já se beneficiam
dessa tecnologia com a implementação de
aplicações nesse novo modelo de entrega ao
usuário final.
Tudo isso com ótimos níveis de gerenciamento, vantagem adquirida, devido à virtualização, padronização e automatização
presentes na computação em nuvem.
Esse modelo é composto basicamente
por hardware, software e serviços. Sua principal característica, olhando sob o aspecto
da camada de hardware é a virtualização,
padronização e automatização de seus componentes, como o sistema operacional e a
utilização de recursos computacionais,
como processador, memória e I/O.
Na camada de software o que caracteriza um ambiente de Cloud são os componentes capazes de orquestrar o provisionamento, a contabilidade do uso dos recursos
de acordo com o consumo pelos usuários
(ou departamentos dentro da empresa) e a
forma de entrega dos recursos disponíveis
na nuvem.
Como, por exemplo, um catálogo de
8 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
Por RUDNEI RESENDE DE OLIVEIRA
imagens de sistemas operacionais configurados de diferentes maneiras, com diferentes aplicações, dispostas em um portal de
acesso, com fácil acesso e navegação para
o usuário final.
Com relação aos serviços, estão todas
as atividades referentes à implementação e
integração entre hardware e software, permitindo que o ambiente de computação em
nuvem ofereça todos os benefícios pertinentes à solução para o usuário final e para
aqueles que irão administrá-lo.
Em uma solução de computação em
nuvem, na camada de hardware, poderemos utilizar uma variedade de modelos e tecnologias de hardware e sistemas operacionais disponíveis no mercado.
O hypervisor, camada de software
usada entre os componentes físicos e o sistema operacional, também é um componente importante na definição da solução.
Parte das soluções de computação em
nuvem são baseadas em servidores padrão
x86, utilizando processadores da família
intel ou AMD, usando sistemas operacionais
Windows Server e/ou Linux Server.
Para o hypervisor também temos algumas alternativas, como a utilização do
VMWare, o XEN (da Citryx), o KVM (da
RedHat) e o HyperV, da Microsoft, entre os
mais utilizados em x86.
Além desses, temos também a possibilidade de ambientes utilizando servidores
na categoria mainframe, como, por exemplo, os atuais modelos da família System Z
(da IBM) e os servidores da família Power
Systems, que utiliza como sistema operacional, o Unix IBM AIX.
Para esse último, o hypervisor usa o
PowerVM – criado, desenvolvido e mantido
pela IBM, que traz como principal vantagem
o custo atrelado ao servidor, possibilitando
ao cliente final um ótimo ROI quando comparado à outras soluções.
Grande parte dos servidores IBM Power
Systems vendidos acompanham o software
IBM System Director, uma poderosa ferramenta para gerenciamento de hardware,
controle de energia, gerenciamento da rede
LAN e também para o gerenciamento de
ambientes virtualizados, premissa básica
de um ambiente em computação em nuvem.
E aqui está a chave para a implementação
de Computação em Nuvem utilizando servidores Unix Power Systems.
O responsável pelo gerenciamento da
virtualização e suas máquinas virtuais é o
Vmcontrol, um plugin do IBM System
Director capaz de prover ferramentas para
gerenciar os servidores virtuais, workloads,
virtual appliances e system pools para múltiplos hardwares, incluindo a combinação
das plataformas x86 e Unix Power Systems,
sob um gerenciamento centralizado.
O VMControl está disponível em três
edições:
• VMControl Express Edition;
• VMControl Standard Edition;
• VMControl Enterprise Edition;
Cada uma das edições acima atende
um escopo de serviço diferente, para cada
tipo de ambiente e propósito. A sua implementação inicia o processo de gerenciamento centralizado para um ambiente virtualizado e ajuda na padronização do ambiente, umas das premissas básicas para computação em nuvem.
A seguir, um resumo da capacidade de
cada edição:
EXPRESS EDITION
STANDARD EDITION
ENTERPRISE EDITION
* cria servidores virtuais;
* encontra imagens de repositórios;
* cria pools de sistemas;
* edita servidores virtuais;
* importa imagens standard;
* implementa dispositivos virtuais em pools de sistemas;
* gerencia servidores virtuais;
* captura e roda servidores virtuais;
* gerencia pools de sistemas.
* realoca servidores virtuais.
* importa pacotes de dispositivos virtuais;
* implementa dispositivos virtuais;
* edita cargas de trabalho;
* remove cargas de trabalho;
* monitora cargas de trabalho.
De acordo com o livro “IBM Systems Director VMControl
Implementation Guide on IBM Power Systems”, os requerimentos
mínimos para rodar o VMControl são:
• Mínimo de tecnologia POWER5;
• IBM Systems Director Server versão 6.1.2.1 ou maior;
• Bibliotecas X11 (ambiente gráfico no AIX) instaladas;
• IBM Unix AIX versão 5.3 TL8 ou maior – para o servidor no qual
será instalado o Vmcontrol;
• HMC versão 7.3.5 ou maior;
• Ou IVM 2.1.2 ou maior.
É ideal que exista um servidor NIM instalado no ambiente
para que seja possível a manipulação das imagens dos sistemas
operacionais Unix e/ou Linux.
Todos os detalhes para a implementação do IBM System
Director, do VMControl e do servidor NIM, podem ser encontrados
no capítulo 3 desse livro.
As licenças para uso do IBM System Director são parte
integrante dos servidores Power Systems, vendidos com o
sistema operacional AIX na versão Enterprise Edition.
Caso a sua seja a versão Standard ou Express, verifique se
foram adquiridas também as licenças do IBM System Director
junto com o VMControl.
Este livro pode ser baixado gratuitamente em
www.redbooks.ibm.com/abstracts/sg247829.html?Open
SAIBA MAIS SOBRE CLOUD, POWER SYSTEM, SYSTEM DIRECTOR E VMCONTROL EM:
www.ibm.com/cloud-computing/us/en/;
www-03.ibm.com/systems/power/index.html;
www-03.ibm.com/systems/software/director/;
www-03.ibm.com/systems/software/director/vmcontrol/ .
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
9
PARCEIROS
DIVULGAÇÃO
Ação Informática
Ferbasa troca de plataforma
e elege Power para rodar seu ERP
A nova arquitetura também tinha como desafios suportar o crescimento do negócio,
melhorar a eficiência dos processos do ERP, reduzir a janela de backup e garantir a
confiabilidade de todo o ambiente da indústria de transformação DA REDAÇÃO
10 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
resposta e um ambiente mais estável,
escalável e disponível”, Cláudio Ferraz,
gerente de TI da Ferbasa.
Segundo o executivo, as operações
de backup e recovery também precisavam ter melhor performance para não
impactar nas atividades de outras áreas
de negócio da companhia.
Além disso, havia a necessidade
de uma plataforma que suportasse o
crescimento do negócio com a implantação de novos módulos e atualização
de versões do ERP, novas operações nas
bases de dados e implantação de sistemas específicos.
”Quando realizamos o benchmark,
percebemos a excelência e confiabilidade da arquitetura Power, além da
ótima relação custo/benefício”, declara
Ferraz.
A implantação no datacenter da
Ferbasa (em Pojuca-BA) foi rápida, consumindo apenas dois meses. Como estratégia, antes dessa etapa foi feito um
planejamento minucioso em conjunto
com o Business Partner IBM 3Consult,
também localizado em Salvador, e os
demais envolvidos da área de TI.
“Na primeira fase realizamos a
instalação dos servidores Power, depois o sistema AIX e a montagem do
cluster com o auxílio da 3Consult, na
fase seguinte montamos o ambiente
de testes e o homologamos. Por fim,
realizamos os testes de failover e migramos a base de dados da tecnologia
antiga para a nova arquitetura Power
AIX”, explica o gerente.
CLÁUDIO FERRAZ,
Gerente de TI
da Ferbasa.
DIVULGAÇÃO
Adequação da infraestrutura do
datacenter para suportar o crescimento do negócio, além da performance insatisfatória e a baixa confiabilidade da
infraestrutura em uso, que resultava
em desperdício de tempo no processo
de backup e nas consultas às bases de
dados, levaram a Ferbasa (Companhia
de Ferro Ligas da Bahia) a buscar uma
nova plataforma e modernizar seu
datacenter, principalmente para as
aplicações críticas como o ERP Totvs.
Depois de avaliar o HP UX, a
área de TI optou pela aquisição de duas IBM Power 720, baseada em
Processadores IBM POWER7, com
HA rodando AIX6, implementadas no
datacenter da companhia. Os objetivos
foram melhorar a performance na utilização do Totvs, obter uma performance que suportasse os próximos
três anos de operações da companhia,
maior confiabilidade de todo o ambiente que hospeda o ERP e com um
TCO favorável.
“Com uma tecnologia mais moderna como a Power, agora podemos
proporcionar um melhor tempo de
Concluída a migração foram realizados outros testes, envolvendo o
Totvs ERP e novos testes de failover
envolvendo o novo ambiente com o
cluster de Power, antes de entrar
em produção.
No cenário atual, a eficiência e
a produtividade das áreas de negócios
melhoraram significativamente com
a utilização da plataforma Power rodando o Totvs ERP, além do suporte
adequado ao crescimento do sistema e
outros que se integram à sua base de
dados.
São cerca de 500 estações de
trabalho com mais de 650 usuários,
distribuídos em cinco sites, que utilizam as operações de armazenamento
e tráfego de dados de forma satisfatória e escalabilidade para os próximos
três anos.
De acordo com Ferraz, a 3Consult realizou um excelente trabalho
ao conseguir homologar e operacionalizar todo o ambiente de forma transparente com o mínimo de impacto nas
áreas de negócios, além do processo
de implantação do cluster em conformidade com o nível de serviço exigido
pelos usuários da Ferbasa.
O principal benefício foi a diminuição no tempo de resposta das operações do sistema em atividades cotidianas como: consulta a relatórios,
fechamentos contábeis e fiscais, geração da folha de pagamento, dentre
outras.
Com o uso da plataforma Power,
o executivo contabiliza um ganho de
performance cerca de três vezes maior
em relação ao ERP e cinco vezes superior em relação ao backup. “Além disso, vamos deixar de ter o custo de manutenção da plataforma anterior, em
torno de R$ 60 mil por ano”, conclui.
“O apoio da Ação Informática e
IBM foram imprescindíveis por se
tratar do primeiro projeto na Bahia
envolvendo ambiente de grande porte
e de alta criticidade”, explica Luiz
Gomes, Coordenador de Serviços
da 3Consult Soluções de TI.
Devido à rápida, e descomplicada,
escalabilidade da arquitetura Power,
a plataforma também garantirá o acesso dos usuários ao Totvs a partir do
novo escritório da companhia que
está sendo montado em Salvador, BA.
3CONSULT
Empresa de consultoria e projetos, com
soluções e serviços para a infraestrutura de TI.
Com 11 anos de experiência, busca sempre
prover o melhor das tecnologias existentes para
atender as demandas de ambientes de alta
criticidade com soluções robustas e seguras.
Está sempre pesquisando e inserindo em
suas atividades e projetos as melhores práticas
e tecnologias, acompanhando os lançamentos
dos parceiros e fabricantes, mantendo-se
atualizada em suas certificações e sendo
apoiada pelos mesmos em todos os seus
projetos e soluções.
DIVULGAÇÃO
FERBASA
AÇÃO INFORMÁTICA
Fundada em 1961 pelo engenheiro José Corgosinho de Carvalho Filho, a Ferbasa iniciou suas
atividades na Bahia no ramo de mineração, com o objetivo de produzir ferro cromo. Líder em seu
segmento, está entre as 500 maiores empresas do país e as 20 maiores da Bahia, com faturamento
anual superior a U$ 500 milhões.
Conhecida pelo desenvolvimento de produtos de alta qualidade e forte atuação no trabalho
social, a empresa – produtora de ferro cromo alto carbono (FeCrAC), ferro cromo baixo carbono
(FeCrBC), ferro silício cromo (FeSiCr) e ferro silício 75% –, comemorou no ano passado seu
cinquentenário. É uma das maiores fabricantes de ferro ligas do Brasil e única produtora integrada
de ferro cromo das Américas, exercendo as atividades de mineração, reflorestamento e metalurgia.
Um dos principais distribuidores de valor
agregado da América Latina, foi premiada pela
IBM Brasil como "Melhor Distribuidor IBM 2010
no Brasil" e "Melhor Distribuidor de Power
Systems em 2010 no Brasil".
A premiação aconteceu durante o evento
anual da IBM, All Hands Meeting 2011.
CONHEÇA MAIS: www.acao.com.br
Tel. (11) 3508-2222
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
11
PARCEIROS
DIVULGAÇÃO
Ação Informática
Com um fluxo mensal superior
a 5 milhões de consumidores,
a DMA Distribuidora está entre
as dez maiores redes de varejo
do país (segundo o ranking da
ABRAS/2007) e entre as cinco
maiores com capital 100%
nacional. Figurando como uma
das maiores empresas de varejo
alimentício nos Estados de Minas
Gerais e Espírito Santo em número
de lojas e faturamento
da Power para
rodar o SAP
12 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
GOOGLE IMAGENS
DMA exige a
confiabilidade
e performance
DA REDAÇÃO
Com esse enorme fluxo de atendimentos, a rede precisava de uma plataforma
robusta e com alta disponibilidade porque
parar significa prejuízo e insatisfação dos
clientes das bandeiras Epa Supermercados,
Martplus e Viabrasil.
A estratégia da DMA Distribuidora
foi implementar os servidores IBM Power
(duas P7 750) para todo ambiente SAP, dois
servidores P6 570 com virtualização para
outras aplicações, os sistemas de armazenamento em disco e tape IBM (composto pelo
storage V7000, DS5300 e robô TS3500).
Na parte de software, foi adotado o
programa de gestão TSM e o Banco de
Dados DB2, que oferece maior integração
ao SAP, possibilitando uma substancial
redução de despesas. Também foram usadas
as soluções Tivoli para Backup/Restore de
todo ambiente.
“Além de trazer inteligência e eficiência para o fluxo de informações e integrar
a comunicação das lojas, o projeto melhorou
e agilizou o atendimento aos clientes, evitando a redundância de ações”, explica Ezequiel Ribeiro, CIO da DMA Distribuidora.
O projeto, conduzido pelo parceiro de
negócios PC Place, também teve como meta
otimizar o fluxo e a qualidade das informações das filiais do supermercado, além de
melhorar a agilidade nas tomadas de decisões e suportar um crescimento futuro.
EZEQUIEL
RIBEIRO,
CIO da DMA
Distribuidora
PC PLACE
A PC Place é Integrador de Soluções de TI
que atua no mercado desde 1993 oferecendo
hardware e software dos melhores fabricantes e
serviços profissionais por meio de uma equipe
técnica própria, altamente capacitada, utilizando metodologias e melhores práticas para
assegurar os resultados, com um amplo
portfólio de serviços.
DIVULGAÇÃO
“Ao adotarmos o banco de dados
IBM DB2, tivemos uma diminuição de
custos com licenciamento de software
e redução na ocupação do storage de,
aproximadamente, 40% se comparado
ao banco de dados concorrente”, explica Marcos Souza, da PC Place.
O CIO da DMA explica que a alta
confiabilidade da plataforma Power,
aliada à performance líder de mercado
dos servidores, também foram fundamentais na decisão de adquirir a infraestrutura da IBM.
Por meio desse projeto, a empresa
passou a diagnosticar as necessidades
e as falhas das diversas áreas corporativas, bem como melhorar o desempenho dos colaboradores.
O objetivo é a continuidade dos serviços,
otimização dos recursos, flexibilidade do ambiente, proteção dos dados, redução de custos,
retorno sobre o investimento (ROI), redução de
riscos e conformidade.
As soluções da PC Place envolvem todo o
ciclo do levantamento do ambiente, passando
pelo desenho da solução, implementação,
migração, treinamento, documentação,
operação assistida até o suporte.
GOOGLE IMAGENS
DMA DISTRIBUIDORA
Em 1950 a família Nogueira inaugurou a
primeira loja da DMA Distribuidora. A família
Nogueira, vinda do interior, montou uma
pequena mercearia na zona oeste da capital
mineira. Nove anos depois já era uma rede de
dez mercearias e 30 funcionários.
O primeiro supermercado surgiu em 1972,
no coração de Belo Horizonte. O empreendimento, então, passou a ser uma sociedade por
ações e se transformou em Epa Supermercados
S.A., dando início a um período de grande
expansão.
A empresa, desde sua fundação, esteve
focada nos clientes das classes C, D e E.
Em 1996, decidiu atuar em outro nicho de
mercado, que é a clientela das classes A e B.
Assim surgiu o Mart Plus, um novo conceito de
supermercado.
No início de 2000, um novo grupo de acionistas, a WRV Empreendimentos, se une à
família Nogueira e a DMA Distribuidora S.A.
passa a ser uma sociedade anônima.
Com esses novos empreendedores, a
empresa encontrou uma nova dinâmica,
saindo do 21º lugar para o 6º lugar em 2006,
segundo a ABRAS - Associação Brasileira de
Supermercados.
A rede, até então com atuação apenas no
mercado de Minas, inaugurou sua participação
no mercado do Espírito Santo em 2003. No ano
seguinte, o Viabrasil, rede de hipermercado
compacto, é reincorporado ao Grupo.
Atualmente, a DMA Distribuidora S.A.
é uma das maiores empresas de varejo
alimentício de Minas Gerais e do Espírito Santo
em número de lojas e faturamento. Nesse
segmento, está entre as dez maiores do país
(segundo o ranking da ABRAS/2007) e
entre as cinco maiores com capital 100%
nacional.
AÇÃO INFORMÁTICA
Um dos principais distribuidores de valor
agregado da América Latina, foi premiada pela
IBM Brasil como "Melhor Distribuidor IBM 2010
no Brasil" e "Melhor Distribuidor de Power
Systems em 2010 no Brasil".
A premiação aconteceu durante o evento
anual da IBM, All Hands Meeting 2011.
CONHEÇA MAIS: www.acao.com.br
Tel. (11) 3508-2222
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
13
Ingram Micro
IBM.COM - IMAGE GALLERY
PARCEIROS
Martin-Brower escolhe Power
para suportar seu crescimento
Responsável pela compra, armazenagem, venda e distribuição de produtos secos, resfriados
e congelados para clientes como, por exemplo, a rede McDonald´s com 6 mil restaurantes, a
Martin-Brower utiliza a arquitetura Power como sua infraestrutura de TI DA REDAÇÃO
confiabilidade e disponibilidade
24x7. Por isso, renovou seu voto
nos diferenciais de RAS da plataforma, adquirindo uma nova
POWER7.
“O crescimento foi muito rápido. Passamos de 500 para 1 mil
VALDECI JR.
O rápido crescimento da companhia no último ano requeria maior poder de processamento. Cliente
dos processadores Power Systems
desde 1997, a Martin-Brower sabe
que não basta ter performance para
manter seu ambiente com qualidade,
Equipe de executivos da Martin-Brower (a partir da esquerda):
WILLIAM SILVA, Analista de TI, ANDRÉ IWASE, Supervisor de TI,
MARCOS HAMSI, Diretor de TI e ANDERSON LUIZ SERAFIM,
Executivo da AS Tecnologia
14 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
funcionários e de 1.200 restaurantes
atendidos para 2.700. Diante dessa
demanda não tivemos dúvidas em
continuar investindo em Power, que,
desde a primeira máquina adquirida
há 15 anos, sempre nos atendeu perfeitamente”, explica Marcos Hamsi,
Diretor de TI da Martin-Brower.
A nova plataforma é composta
por uma POWER7 modelo 720,
com processador de 6-cores (sendo
dois ativos e quatro reservados para
futuras demandas), 64GB de memória e 13TB de disco, rodando o IBM
i V7R1, o JD Edwards 9.0 e o banco
de dados para os sistemas satélite e
o e-commerce.
“Alguns processos que demoravam 40 minutos passaram a rodar
em apenas 15 minutos. O sistema como um todo apresentou melhora significativa em 35% na performance, o
que nos deu maior segurança para
continuar garantindo a pontualidade nas entregas em cada restaurante”, ressalta André Iwase, Supervisor de TI da companhia.
DIVULGAÇÃO - GOOGLE IMAGENS
Em apenas 40 dias toda a infraestrutura estava implementada,
sendo que a maior parte desse tempo foi utilizado para testes de homologação de todo o ERP Oracle
JDEdwads 9.0, testes de performance e replicação para o datacenter de contingência.
Foi instalado o sistema operacional IBM i V7R1, depois o
JDEdwards, adicionando os componentes necessários para aproveitar todo o processamento que
a nova POWER7 trouxe.
“Efetuamos toda a validação
técnica e funcional do ambiente.
Depois, disponibilizamos o novo
ambiente para os usuários, onde
não tivemos problema algum”,
afirma William Silva, Analista
de Tecnologia da Martin-Brower.
Segundo Hamsi, a AS Tecnologia é parceira da companhia de
longa data e seu trabalho nesse
projeto foi fundamental, com total
apoio na análise de performance
do ambiente anterior, elaboração
do design do novo ambiente (com
foco no rápido crescimento projetado da Martin-Brower) e implantação da nova P7 junto com a replicação para o datacenter de contingência. “Sempre nos atendendo
com agilidade, qualidade e oferecendo soluções que trazem valor
para o nosso negócio”, ressalta o
diretor.
A Martin-Brower transporta
cerca de 30 milhões de caixas por
ano e sua rede atende 2.500 usuários localizados nas unidades de
Curitiba (PR), Osasco (SP), São
Bernardo (SP), Mogi-Guaçu (SP),
Duque de Caixas (RJ), Juiz de Fora
(MG), Recife (PE), Costa Rica,
Panamá e Porto Rico.
“Neste momento estamos na
fase de planejamento para a implantação do PowerVM para a
virtualização dos ambientes de
desenvolvimento, homologação e
replicação no mesmo hardware”,
comenta Iwase.
MARTIN-BROWER
Desde 1998 a Martin-Brower Comércio,Transportes e Serviços, multinacional americana, faz parte do grupo Reyes
Holdings – um conglomerado de sete empresas independentemente gerenciadas, que hoje é uma das maiores distribuidoras de cerveja e uma das maiores empresas privadas nos Estados Unidos.
A Martin-Brower é especializada em food service e é uma das maiores distribuidoras logísticas de produtos para o sistema McDonald´s, atendendo a rede de restaurantes desde 1956, atualmente operando para mais de 6 mil restaurantes, representando 44% desse mercado.
INGRAM MICRO
4
Maior distribuidor mundial de tecnologia e único com ampla presença global,
a Ingram Micro atua em mais de 150 países, em seis continentes com o mais
abrangente portfólio de produtos e serviços de TI.
4
Elemento vital na cadeia de valor de tecnologia, cria oportunidades de vendas e
lucratividade para fabricantes e revendedores por meio de programas de
marketing exclusivos, soluções de logística terceirizada, suporte técnico e
financeiro e processos de agregação e distribuição de produtos.
4
No Brasil desde 1997, a Ingram Micro tem sede em São Paulo e conta com mais
de 200 associados, atendendo a uma rede composta por 10 mil revendas
e distribuindo mais de 15 mil itens de cerca de 50 fabricantes.
Mais informações: www.ingrammicro.com.br ou ligue (11) 2078-4200
AS TECNOLOGIA
A AS Tecnologia é parceira de negócios da IBM Brasil desde 2000, focada no mercado corporativo e especializada em prover soluções de TI, integrando soluções de
hardware e software, agregando valor por meio da prestação de consultoria especializada com grande foco nos produtos da IBM.
Formada por uma equipe altamente qualificada e certificada nas plataformas IBM
System X, System Power e Storage, com capacidade técnica para desenvolver e
implementar projetos para as mais variadas necessidades de seus clientes.
A AS Tecnologia conta com o apoio da distribuidora Ingram Micro na elaboração de
projetos e nas melhores condições comerciais e técnicas, com o objetivo de prover
aos clientes um alto grau de satisfação.
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
15
CAPA
Sistemas com
inteligência
integrada
PureFlex System combina a flexibilidade dos sistemas
tradicionais, a elasticidade de cloud e a simplicidade
de um dispositivo otimizado para aplicações DA REDAÇÃO
C
om o passar dos anos, a infra
estrutura de TI tornou-se
complexa e de difícil administração.
As implantações de soluções
e gerenciamento de TI estão se tornando cada vez mais difíceis, com a
complexidade de TI dobrando a cada
dois anos.
Para piorar, o cenário turbulento
da economia global tem gerado fusões, inúmeras novas necessidades de
compliance e auditoria, demandando,
cada vez mais, recursos tecnológicos
que apóiem as empresas em tomada
de decisões assertivas e em tempo
real às mudanças de cenário.
De acordo com os analistas de
mercado, estima-se que 70% dos orçamentos de TI são gastos em despesas
relacionadas à operação e manutenção da infraestrutura atual. Isto faz
com que a área de TI, que deveria ser
16 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
o verdadeiro impulsionador do crescimento e inovação nas empresas,
acabe se tornando uma verdadeira
barreira para isto.
Neste cenário, muitos gestores
de tecnologia naufragam em operações insanas de administração de
múltiplos servidores, complexas
operações tuning e otimização, implantações prolongadas de novos
aplicativos e soluções em contramão à agilidade que os negócios
requerem.
Outros optam por soluções
prontas, os chamados appliances,
que acabam minando toda a flexibilidade em se adaptar às mudanças
de cenários e são de baixa integração com outros sistemas existentes
ou a serem implantados.
Outros, ainda, acabam buscando
uma solução de Outsourcing algumas vezes vantajosa de início, mas
que acaba, com o tempo, crescendo
assustadoramente em custo para
manutenção e limitando bastante
a inovação através de testes e novas
implantações de sistemas.
Isto gerou a demanda para uma
nova categoria de sistemas, que combina a flexibilidade do sistema de
propósito geral, com a elasticidade
da computação em nuvem e com a
simplicidade de uma solução otimizada para aplicações.
A carência é por uma nova geração de sistemas, capazes de reduzir
tempo e o custo da administração
dos aplicativos atuais e das novas
implantações que a inovação e crescimento requerem.
Por isso, é chegado o momento
de uma tecnologia como os IBM
PureSystems, primeira geração de
sistemas com inteligência integrada,
que oferecem:
• EXPERTISE INTEGRADA: capturando e
automatizando o que especialistas fazem - da infraestrutura ao
aplicativo;
• INTEGRAÇÃO POR PROJETO: hardware e software profundamente
integrados e em sintonia são entregues
em um sistema otimizado para carga
pronto para uso;
• EXPERIÊNCIA SIMPLIFICADA: tornando todas as partes do ciclo de vida
de TI mais fáceis, com integração de
gerenciamento ao longo de todo o
sistema e um amplo ecossistema de
soluções otimizadas, todas proje-tadas
para funcionar com os seus investimentos existentes em TI.
A IBM disponibilizou para
o mercado duas linhas principais
dentro do conceito de Sistemas com
inteligência integrada:
• PureFlex System: uma infraestrutura que fornece um sistema
integrado de computação - combinando servidores, armazenamento,
redes, virtualização e gerenciamento
em uma única estrutura;
• PureApplication System:
sistemas pré-configurados e préintegrados com o hardware e middleware desenhados para aplicações
web, habilitado com a inteligência
integrada para um ambiente de
computação em nuvem.
Neste artigo, exploraremos com
mais detalhes o PureFlex System,
sistema que inclui padrões integrados de conhecimento destinados a
automatizar e otimizar a implementação e manutenção das aplicações.
Com conhecimento integrado, o
PureFlex System provê redução de
até 66% no tempo de instalação do
gerenciamento. O conhecimento de
consolidação e gerenciamento gerado em milhares de otimizações de
datacenter bem-sucedidas leva à automação, que reduz significativamente
os processos manuais que consomem
muitas horas da equipe.
O conhecimento em otimização
também permite que a sua infraestrutura seja flexível para atender
às demandas inesperadas, sem a
necessidade da onerosa capacidade
excedente.
ARQUITETURA DA SOLUÇÃO IBM
PUREFLEX SYSTEM
Um sistema IBM PureFlex
combina computação, armazenamento, arquitetura de rede, software operacional, gestão e segurança
totalmente integrados em um único
sistema de infraestrutura, desenhado
para detectar e antecipar as necessidades de recursos para otimizar uma
infraestrutura.
A simplicidade do PureFlex
System começa desde o momento
da sua aquisição. Pode-se partir de
três opções de configurações, préintegradas e otimizadas:
• Pacote Express: Desenvolvido para pequenas e médias empresas, é o ponto de entrada mais acessível;
• Pacote Standard: Otimizado
para servidores de aplicações com
suporte à rede e armazenamento,
sendo desenvolvido para dar suporte às soluções com as principais soluções de ISVs (fornecedores independentes de software) disponíveis no
mercado;
• Pacote Enterprise: Otimizado para implementações escaláveis de Cloud, possuindo redundância
integrada para uma operação com
alta disponibilidade e confiabilidade,
de forma a suportar suas aplicações
críticas e serviços de Cloud.
O QUE SISTEMAS INTEGRADOS SIGNIFICAM PARA O SEU NEGÓCIO?
SIMPLICIDADE
CONTROLE
Você precisa de um ambiente menos
complexo. Os padrões de conhecimento ajudam você a consolidadar facilmente vários servidores, armazenamentos
e aplicações em um sistema integrado e fácil de gerenciar.
Os padrões de conhecimento otimizados aceleram as implementações em Cloud com um
menor risco ao melhorar a segurança
e reduzir o erro humano.
AGILIDADE
À medida que as empresas
buscam inovar e levar produtos
e serviços aos mercados com maior
rapidez, elas precisam de um
melhor time-to-value. A inteligência
embutida em uma solução elimina etapas
manuais, automatiza o fornecimento e
dá suporte à inovação.
Em termos de servidores,
é possível optar no momento da
aquisição por nós computacionais
baseados em processadores IBM
POWER7 ou com processadores
Intel x86, integrados em um
chassi, uma oferta que lembra
EFICÊNCIA
Para reduzir custos e conservar recursos valiosos, você precisa
obter o máximo dos seus sistemas com
eficiência de energia, gerenciamento simples e
resposta rápida e automatizada aos problemas.
A inteligência embutida otimiza suas aplicações
essenciais aos negócios para ajudá-lo a aproveitar
ao máximo seus investimentos.
um ambiente BladeCenter.
Clientes que normalmente
comprariam um ambiente BladeCenter com servidores Blade Power
e/ou x86, encontram no PureFlex
uma solução bem mais completa
e com inteligência integrada.
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
17
CAPA
As opções de nodes são:
• IBM Flex System p260:
1 ou 2 soquetes POWER7, 8 ou
16-cores;
• IBM Flex System p460:
4 soquetes POWER7, 32-cores;
IBM Flex System p24L: PowerLinux
2-soquetes POWER7 12-cores, até
256GB de memória;
• IBM Flex System x220:
1 ou 2 soquetes Intel E5-2400, até
384GB memória;
• IBM Flex System x240:
2 soquetes Sandy Bridge-EP, 16cores, até 768GB de memória;
• IBM Flex System x440:
4 soquetes Sandy Bridge-EP, 32cores, até 1,5TB de memória.
BENEFÍCIOS DA SOLUÇÃO
O IBM PureFlex System foi desenhado para permitir que as empresas implantem e gerenciem seu ambiente de TI, alcançando os melhores
benefícios como:
• Infraestrutura integrada, suportando computação, rede e armazenamento para reduzir espaço físico,
custos de HW/SW, manutenção e
energia;
• Escolha de alta flexibilidade para
computação, OS, lucro com tecnologias de baixo custo e implantação de
novos aplicativos;
• Gerenciamento de uma única
placa com todos os recursos, com
processos automatizados, redução no
tempo de gerenciamento e na implantação do sistema;
• Segurança centralizada e integrada em todos os componentes com
configurações pré-definidas, reduzindo o risco de brechas na segurança
e melhorando a velocidade de implantação;
• Realocação de computação, armazenamento e recursos de rede “on
demand”, melhorando a performance,
o rendimento e a resiliência;
• Atualização automatizada de
“firmware” e a atualização de outros
softwares, reduzindo o tempo gasto
pelos administradores de TI para
18 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
OS COMPONENTES PRINCIPAIS DE UM PUREFLEX SYSTEM SÃO:
• Chassi IBM Flex System Enterprise;
• Nós Computacionais com Processadores
• Rack Dinâmico IBM Flex System 42U 1100 mm;
IBM POWER ou Intel Xeon;
• Software de Gerenciamento IBM Flex
• Opções de Sistema Operacional: AIX,
System Manager, pré-instalado com o software
IBM i, Microsoft Windows, Red Hat
de gerenciamento e licenças para ativação de
Enterprise Linux ou SUSE Linux
software;
Enterprise Server;
• Rede e Comutadores de E/S, incluindo
• Opções de SW de virtualização:
opção infiniband;
PowerVM, kernel virtual machine (KVM),
• IBM Storwize V7000 com discos SSD ou SAS;
VMware ESX ou Microsoft Hyper-V.
elaborarem tarefas de menor importância;
• Melhora no controle através da
simplicidade, automação e segurança;
• Eficiência e utilização da integração;
• Redução de operações caras na área de
TI com um sistema integrado, fácil de
gerenciar e implantar;
• Aumento na velocidade e agilidade na capacidade de resposta;
• Habilidade para oferecer infraestrutura como um serviço;
• Atualizações integradas.
COMPUTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, REDES, SOFTWARE, GESTÃO, SEGURANÇA TOTALMENTE INTEGRADOS
CONCLUSÃO
A IBM há décadas desenvolve servidores, aplicativos para provisionamento de sistemas, middleware
e aplicativos de negócios, tendo adquirido grande experiência no gerenciamento e manutenção de
sistemas, propiciando alta performance, flexibilidade e a credibilidade necessária para a implantação de
infraestrutura de TI sem complexidade.
Se você, gestor de TI, vivencia dificuldades com a complexidade crescente de sua infraestrutura, staff
e verbas direcionados em grande parte à manutenção e operação da infraestrutura, elevado tempo para
implementação de novas soluções e tomada de decisões, a tecnologia de Sistemas com inteligência
integrada, IBM PureFlex System, pode ser a solução que estava esperando, evitando que TI se torne uma
verdadeira barreira ao crescimento e à inovação da empresa.
MAIS DETALHES:
http://www.ibm.com/ibm/puresystems/br/pt/index.html#tab:puresystems-centre/subtab:default
ValeCard
é pioneira
no país
ao adquirir
IBM PureSystems
A ValeCard, do Grupo CEPHAS que atua no segmento de meios de pagamento,
agropecuário, imobiliário, rastreamento e saúde, entre outros, é a primeira empresa
a implementar um projeto de PureSystems no Brasil DA REDAÇÃO
Em franca expansão dos negócios – com crescimento acima
de 40% nos últimos dois anos –, a
Valecard precisava de uma infraestrutura robusta para gerenciar
milhares de informações de contratos com grandes companhias e
governo.
Além disso, precisava ter
disponibilidade em seu datacenter
para atender a regulamentações de
negócio de seu segmento.
A expectativa é que o projeto
gere ganhos de performance, maior
proteção dos dados, uma completa
integração do novo ambiente com
os dados legados e um expressivo
aumento da escalabilidade do sistema, simplificando a administração e
o gerenciamento que suportará,
além do crescimento orgânico da
empresa, as aquisições frequentes
que a organização vem realizando.
Outro fator importante é
que a ValeCard será beneficiada
com as funcionalidades da tecnologia Cloud Computing do IBM
PureSystems, que busca reduzir
os custos operacionais e agiliza
o tempo de criação e entrega de
novos ambientes para o usuário.
“Além disso, essa funcionalidade elimina os defeitos provenientes
de erros de configuração usando
os padrões de conhecimento embutidos na tecnologia”, ressalta José
Geraldo Ortigosa, responsável
pela TI da ValeCard.
Desenvolvida para suprir toda
a demanda do ambiente virtualiza-
VALECARD
Pertencente ao Grupo CEPHAS, a Valecard
tem base em Uberlândia (MG) e completa 17 anos
em 2012. Com atuação nacional, 10 mil clientes,
3 milhões de cartões emitidos, sendo 1 milhão
ativo e 60 mil estabelecimentos credenciados.
O Grupo CEPHAS registrou nos últimos três
anos crescimento anual superior a 40% por meio
das marcas ValeCard (gestão de benefícios),
BlockAuto (rastreamento e telemetria) e DentalShow (plano odontológico).
do de produção, a solução envolveu a aquisição de um IBM Flex
System Enterprise (com um módulo de gerenciamento IBM Flex
System Manager), quatro compute
nodes x240, uma Power p260, dois
IBM Storwize V7000 – sendo um
destinado a, juntamente com o
legado, ser usado para criar um
site de contingência.
Também foram adquiridos
quatro switches IBM B24, um rack
PureFlex System 42U utilizando
softwares SmartCloud para criação de sua Cloud privada, iTSM
para backup e uma tape TS3200.
A solução hospedará todo o
ambiente virtualizado da empresa
e suas respectivas áreas de armazenamento e produção.
CORE TECHNOLOGIES
Oferece serviços, soluções e produtos
que abrangem uma ampla lista de necessidades do mercado, garantindo sempre alto
valor agregado aos seus clientes.
A Core possui vasta expertise em
implementação de Infraestrutura de Data
Center e Soluções de ambiente SAP,
Consolidação, Virtualização, Armazenamento, entre outros.
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
19
FLICKR.COM/PHOTS/IBMPOWERSYSTEMS
PRODUTOS
Alta disponibilidade
e recuperação
de desastres
em ambientes
DB2 LUW
(HADR)
Atualmente as empresas
vivem um período de necessidade
de disponibilidade constante dos dados.
Possuir o dado e consumi-lo prontamente é
algo primordial e vital para todo e qualquer negócio
POR OTÁVIO HENRIQUE CALDAS NUNES
20 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
Com o intuito de prover uma solução confiável, de baixo custo e implementada rapidamente, a IBM disponibiliza o HADR (High Availability Disaster Recovery) para o
DB2 em Linux, Unix e Windows.
O HADR fornece uma solução de alta disponibilidade
e recuperação de desastres para falhas completas ou parciais no ambiente corporativo.
Um ambiente HADR consiste inicialmente em dois
servidores de banco de dados, sendo um primário e outro
secundário, sendo que esses servidores podem estar em localizações geográficas diferentes.
No servidor primário encontramos o banco de dados
fonte que é acessado pelas aplicações. À medida que transações são processadas no banco de dados fonte, essas geram o que chamamos de logs transacionais.
Esses logs transacionais, por sua vez, são enviados automaticamente através de uma rede TCP que conecta o servidor primário ao secundário - composto pela mesma estrutura física existente na máquina primária.
O banco de dados existente no servidor secundário pode ser inicialmente criado através de um backup do BD primário e restaurado no servidor secundário.
Quando os logs transacionais são recebidos pelo ambiente secundário, são aplicados mantendo os bancos de dados sincronizados, sendo que essa réplica pode assumir caso haja falha do banco de dados primário.
A primeira versão foi o 10.1 do DB2 LUW, posteriormente a IBM disponibilizou a criação de múltiplos servidores secundários, o que aumenta os pontos de redundância e aproveita, de forma melhorada e performática, a execução de consultas e relatórios no ambiente DB2.
Uma solução HADR oferece os seguinte benefícios:
• Rápida capacidade de fail over*, com transparência completa para clientes e aplicações;
• Garantia constante da disponibilidade dos dados, mesmo durante manutenções programadas e correções;
• Gerenciamento simples através de ferramentas gráficas
do DB2 LUW;
• Impacto mínimo sobre o desempenho geral do sistema;
• Servidor(es) secundário(s) pode ser utilizado para consultas e relatórios;
• Múltiplos servidores secundários, aumentando a redundância no ambiente;
• Nenhuma necessidade de reescrita da aplicação para
adaptação como HADR;
• Adaptável a qualquer tipo de hardware já existente no
ambiente;
• Integração com ferramentas de clusterização, tais como
HACMP e outras.
(*) Processo onde o servidor secundário assume as atividades do
servidor primário. Esse processo pode ser configurado para ocorrer
automaticamente ou manualmente, em caso de falhas. Não é
necessário adquirir ferramenta a parte, pois o DB2 já disponibiliza
o TSA (Tivoli System Automation) devidamente licenciado.
OTÁVIO HENRIQUE CALDAS NUNES
Profissional com oito anos de experiência. Graduado em Ciências da Computação,
Pós-Graduação em Administração de Empresas e Certificado nos Bancos
de Dados DB2 LUW, Informix e Oracle. Atualmente ocupa a posição de Consultor
de Migração de Banco de Dados DB2.
CONCLUSÃO
Podemos dizer que o HADR pode - de forma poderosa, rápida e fácil,
criar uma alta disponibilidade e ajudar na prevenção de desastres.
Um ponto importante da implementação do HADR seria o baixo custo
e rapidez na implementação, pois não exige a utilização de
hardware especifico e/ou reescrita da aplicação, o que acelera o processo
de implementação.
PARA
SABER MAIS,
ACESSE:
Outro ponto importante nos dias atuais é o direcionamento das
execuções de leitura e relatórios para os servidores secundários, reduzindo
assim a carga de trabalho do servidor primário e aumentando a velocidade
das consultas.
Por fim, toda e qualquer manutenção ou correção existente ou futura
poderá ser facilmente executada sem interrupções no ambiente corporativo.
HADR - MELHORES PRÁTICAS NA IMPLEMENTAÇÃO:
www.ibm.com/developerworks/data/bestpractices/hadr/
IBM DB2 CLINIC WORKSHOP:
www.ibm.com/developerworks/wikis/display/im/DB2+10+
for+Linux%2C+UNIX+and+Windows+Bootcamp
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
21
FLICKR.COM/PHOTS/IBMPOWERSYSTEMS
PRODUTOS
Power
Systems RAS,
in Power we trust
A plataforma Power é desenvolvida
tendo por base uma série de técnicas
que visam aumentar a disponibilidade
dos ambientes.
Como exemplo, ressaltamos a criteriosa seleção de componentes, chips adicionais em standby para repor eventuais falhas, análise proativa de performance para detectar componentes degradados e recursos como o LightPath, para
agilizar a reposição de peças.
Muitas dessas funções são usadas
diariamente e nem nos damos conta de
quão importante é o papel que elas desempenham.
A proposta deste artigo é ir um
pouco mais fundo neste assunto e detalhar recursos que fazem da plataforma
Power, uma referência no mercado.
Desde os anos 90, a IBM tem trabalhado para integrar tecnologias na
plataforma Power. Uma das primeiras
tecnologias integradas foi chamada
FFDC First Failure Data Capture
(Captura de Dados Durante Falha).
Essa tecnologia, que hoje permeia
todos os servidores Power, consiste em
uma série de sondas que monitoram os
componentes da máquina e a comunicação entre eles. Quando uma anomalia
ocorre, por exemplo, um atraso no
22 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
De todos os benefícios da plataforma Power,
Confiabilidade, Disponibilidade e Facilidade
de Manutenção (RAS – Reliability, Availability
& Serviceability) são, de longe, os que
provêem maior valor aos clientes que
utilizam a tecnologia no dia-a-dia para
suportar operações críticas de negócios
POR ALEXANDRE BICAS
tempo de resposta de um componente,
essas sondas coletam o dado, identificam o componente e notificam o processador de serviço que toma as medidas necessárias para isolar os componentes, que têm as funções de proteger
o sistema e prevenir uma recorrência
do erro (veja figura 1).
IMPACTO DA ARQUITETURA
Devido à pressão por redução de
custos, a indústria tem usado a escalabilidade horizontal para fornecer crescimento com custos mais baixos, criando clusters de pequenos servidores atuando em paralelo.
Para entendermos o impacto da escalabilidade horizontal e dos riscos que
ela apresenta para o negócio, é importante entender o conceito de MTBF.
Uma das métricas de RAS é o MTBF
(Mean Time Between Failures), Tempo
Médio entre Falhas. Um equipamento
com MTBF de seis anos terá, em média, uma falha a cada seis anos.
Isso não significa que uma falha
não poderá ocorrer antes disso, apenas
que a combinação dos componentes
apresenta uma chance muito baixa de
falhar antes desse período. Para efeito
I/O
Core
Service
Processor
CacheL1
CacheL2
CacheL3
Memória
FIGURA 1
comparativo, vamos estimar que um servidor High End de 64 cores tem o mesmo MTBF de um servidor Entry Level
de 8 cores. Na prática, servidores Entry
Level possuem números mais baixos e
High Ends mais altos, mas para o exemplo um valor idêntico já é suficiente.
Supondo que eu precise de oito
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
equipamentos Entry de 8 cores para
equiparar a performance de uma máquina High End de 64 cores, na prática, eu estaria aumentando o risco do
meu ambiente em 8x ao adotar a arquitetura distribuída.
Isso porque agora, em vez de uma
falha a cada seis anos, em média, eu teria oito equipamentos que poderiam
apresentar uma falha a cada seis anos
ou, traduzindo em meses, uma chance
a cada nove meses (72 meses/oito
equipamentos - figura 2).
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
1 chance de
falhar durante
um período
de 6 anos
High-End
64 cores
8 chances de
falhar durante
um período
de 6 anos
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
ou
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
MTFB 6 anos
Uma chance de
falha a cada
9 meses
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
Entry Level - 8 cores
MTFB 6 anos
FIGURA 2
Qual o custo de um ambiente parado? Qual o impacto para o negócio da empresa?
Vale a pena economizar 20% a 30% nos custos e aumentar o risco do ambiente em 800%?
Além disso, outras técnicas são usadas: Componentes mecânicos são projetados para serem redundantes e suportar manutenção com o equipamento ativo, componentes lógicos que sofrem estresse por uso contínuo possuem bits
adicionais de paridade e de contingência, componentes que sofrem estresse
térmico têm sua temperatura rigidamente regulada para evitar extrapolação dos limites aceitáveis de uso.
Outro aspecto importante é que
existem falhas físicas (quando um componente queima ou deixa de operar permanentemente) e transitórias, quando o
componente volta ao seu estado normal. Em geral, falhas transitórias são
causadas por fatores externos como variações na corrente elétrica ou até mesmo radiação cósmica.
O POWER7
Os processadores POWER7 possuem uma série de funcionalidades implementadas para suportar falhas físicas e transitórias. Dentre as mais conhecidas estão o Instruction Retry e o
Alternate Processor Recovery.
O Instruction Retry é um mecanismo que constantemente valida o resultado das operações executadas.
Caso ocorra uma falha transitória, a
instrução é executada novamente diretamente pelo hardware no mesmo núcleo, de forma transparente para os sistemas operacionais das partições.
Ocorrendo o processamento normalmente este núcleo fica marcado como
“sob supervisão” e as operações voltam a ocorrer normalmente.
Caso a instrução volte a ser exe-
TIPOS DE FALHAS
cutada com erro, entra no ar o
Alternate Processor Recovery que,
de forma transparente também, transfere o processamento para outro núcleo sem perda das instruções e marca
o núcleo como defeituoso, impedindo
sua utilização.
Em servidores High End com
recursos On Demand disponíveis, o
hypervisor ativa, sem custo para o
cliente, um núcleo on demand para
substituir o defeituoso, em um processo chamado Dymamic Processor
Sparing.
Para que se tenha uma ideia dos
níveis aos quais os processadores dos
servidores Power são testados, o
POWER7 é a quarta geração a passar
por uma bateria de testes de bombardeamento de raios de prótons. A ideia
CURVA DE CONFIABILIDADE X TEMPO
Quando se projeta um equipamento olhando-o através do prisma de RAS, é
Burn-in
fabricação. Em geral, durante o ciclo de vida de um componente de mercado, os
momentos mais propensos a falhas são nas suas primeiras horas/dias de uso e
após seu end-of-life.
Técnicas conhecidas como burn-in que estressam o componente, antes de
Fabricação
Uso
Legado
End-of-life
TAXA DE FALHAS
importante ter em mente que componentes podem falhar devido a falhas de
sua instalação, garantem que aqueles que possuem maior chance de falhar nas
suas primeiras horas sejam eliminados antes mesmo de serem instalados.
TEMPO
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
23
PRODUTOS
DIVULGAÇÃO
Os mesmos testes foram realizados
com processadores de mercado para servidores de baixo custo a fim e comparar
a confiabilidade dos componentes fabri-
SENSIBILIDADE NORMALIZADA A ERROS TRANSITÓRIOS
por trás desse teste é que os raios
removam elétrons de seu caminho
natural durante o processamento e
causem falhas transitórias em grande
quantidade.
Nos testes executados nos processadores P7, mais de 26.000 falhas foram geradas e em somente três situações os erros forçaram o equipamento
a dar um reboot. Para que se tenha
uma ideia da dimensão desses números, para que um equipamento em um
datacenter apresente 26.000 falhas
transitórias devido ao choque entre
partículas nos processadores, seriam
necessários mais de 1 milhão de anos
de operação.
cados em alto volume. As taxas de erros que forçaram o reboot foram de
50x a 200x maiores que na tecnologia
POWER, conforme gráfico abaixo:
TAXA DE FALHAS COM TESTES DE PRÓTONS
1,000
1,000
0,900
0,780
0,800
0,700
0,544
0,600
POWER7
0,500
0,400
CONCORRENTE
0,300
0,200
0,007
0,008
0,005
0,100
0
Linpack
Bzip2
SpecJbb2005
BENCHMARKS
ARQUITETURA POWER NAS MISSÕES ESPACIAIS
Não é por menos que a NASA opta pela tecnologia Power quando precisa enviar equipamentos a lugares ou situações complexas, com altas
variações de temperatura, pressão, radiação e com pouco uso de energia.
A tecnologia Power, através da sua arquitetura PowerPC, esteve
presente nos ônibus espaciais, satélites, telescópios, sondas (Lunar
Reconnaissance Orbiter, Solar Dynamics Observatory e Deep Impact)
e nos robôs Spirit, Opportunity, Pathfinder e, a mais atual, Curiosity,
enviada ao planeta Marte (na foto ao lado, em fase de testes).
ECC POR TODA PARTE
Não somente detectar uma falha
é importante, mas corrigir sempre
que possível também é interessante
do ponto de vista de disponibilidade.
Com a velocidade das comunicações
internas entre componentes aumentando, maiores são as chances de erros
de transmissão.
Um dos mecanismos utilizados
em praticamente todos os barramentos, caches e memórias é o ECC (Error Correcting Code), que permite a
detecção de até dois bits com falha de
transmissão e a correção de até um bit
de cada vez.
Para que o nível de disponibilidade aumente ainda mais, a cada 64
bytes armazenados em memória, os
pentes de memória contam com mais
oito bytes de dados ECC para garantir
24 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
a validade e segurança da informação
ali armazenada. Essa capacidade adicional não é descontada do volume de
dados alocados para o sistema operacional.
Em um servidor Power, não só a
memória RAM é protegida. O Cache
L3 dentro do processador POWER
também possui proteção via ECC, assim como os barramentos GX (de I/O)
e de InterConnect – entre processadores. A ideia por trás disso é que, caso
exista uma falha de comunicação, ela
não se propague além do ponto onde
nasceu, reduzindo o impacto e facilitando a detecção.
O processo de detecção de erros
em memória é proativo, sendo executado o tempo todo pelo Service Processor. Periodicamente o equipamento visita todos os blocos de memória, validan-
do seu funcionamento, de forma que
não é necessário um acesso da partição
a um componente para que o problema
se manifeste. Este processo é conhecido como Memory Scrubbing e está
presente em toda a família Power.
Em equipamentos High End o
nível de cuidado vai além. Para os
DIMMS (pentes de memória) dos servidores Power 770, 780 e 795 temos
ainda quatro chips de memória em spare. Estes chips podem ser ativados pelo
Service Processor, caso ele determine
que algum chip possui uma chance de
falhar, movimentando os dados e desativando o componente suspeito. Em
seguida um chamado é aberto para
substituição de todo o conjunto.
Nesses modelos de equipamentos
existe outra funcionalidade que é o
Active Memory Mirroring.
Esta funcionalidade, opcional na
P770 MMC e default na P780 MHC
e P795 MHB, permite ao hypervisor
duplicar o conteúdo de sua memória
em DIMMs diferentes, de forma que
os dados da camada de virtualização
estejam duplicados, mesmo na remota
eventualidade de uma falha no acesso
à memória (veja foto ao lado).
LPAR1
LPAR2
LPAR3
O I/O TAMBÉM NÃO FICA DE FORA
Na camada de I/O, todos os barramentos são protegidos via ECC, de
forma que um erro de transmissão
não se propague além do meio onde
foi detectado.
Todos os adaptadores PCI são
configurados para terem o seu próprio
Power Domain, fornecendo assim conexão elétrica isolada dos demais. Isso
permite ao hardware isolar automaticamente um adaptador que venha a
apresentar um curto circuito, bem como reduzir a praticamente zero erros
gerados por micro-fagulhas durante
procedimentos de troca a quente de
adaptadores.
Os padrões PCI ditam que os
adaptadores precisam detectar falhas,
mas não diz nada quanto à correção.
Os servidores Power adicionam uma
camada a mais de inteligência, quando
na detecção de uma falha.
Em vez de simplesmente desligar
o dispositivo abruptamente, podendo
ocasionar em falhas em partições que
não possuem redundância de adaptadores, o barramento PCI dos servidores Power avisa às partições para que
elas suspendam o acesso ao disposi-
O QUE É RAS?
Dados
Hypervisor
Cópia A
L1
L2
L3
Dados
Hypervisor
Cópia B
Memória RAM
HYPERVISOR
tivo em questão enquanto este é
reiniciado.
Caso o adaptador volte a operar
normalmente, a partição tem seus
I/Os restaurados. Caso o dispositivo
volte a falhar, aí sim é desligado de
uma forma mais elegante para o sistema operacional, permitindo a ele
tomar as providências necessárias.
O CLIENTE EM PRIMEIRO LUGAR
Quando se desenham servidores,
nunca se sabe qual será a sua função.
Podem ser meros repositórios de
arquivos, cuja falha impacta alguns
usuários de uma pequena rede, podem ser servidores de bancos de
dados, onde a falha pode deixar um
call center sem serviço por alguns
RAS pode ser entendido como um conjunto de características que permitem a um sistema apresentar maior ou menor
nível de Confiabilidade, Disponibilidade e Facilidade de
Manutenção:
• CONFIABILIDADE: Quão frequente o equipamento apresenta defeitos ou falhas;
• DISPONIBILIDADE: Quão frequente a funcionalidade é
impactada por um defeito ou falha;
• FACILIDADE DE MANUTENÇÃO: Quão simples é a
minutos, ou podem ser servidores
Web, cuja falha derrubaria sites de
comércio eletrônico.
A maioria das empresas para
por aí. Em Power Systems, gostamos de imaginar que esses servidores podem ser aqueles que controlam
os equipamentos de suporte à vida
em hospitais, que controlam as comunicações entre continentes, que estão
por trás das linhas de produção das
maiores indústrias do planeta ou
ainda, que irão explorar mundos a
mais de 500 milhões de quilômetros
da Terra.
Nesses casos, falhar não é uma
opção. Porque nesses casos falhar
pode significar muito dinheiro, desastres ou salvar uma vida.
detecção e a correção dos defeitos ou falhas e quanto
dessa correção pode ser feita de forma não disruptiva.
Em linhas gerais RAS pode ser entendido como quantas
vezes eu preciso dar manutenção, o quanto ela impacta meu
ambiente e quanto tempo preciso para resolver o problema.
O hardware é apenas um dos componentes que afetam o
RAS. Ele é um conjunto de fatores que vão além de um único
componente, incluindo: firmware, sistema operacional, aplicação e até mesmo fatores ambientais em nível de utilização.
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
25
PRODUTOS
Benchmark sob condições reais
comprova maior performance
e grau de utilização oferecido pelo Power
Hoje em dia quando se fala na necessidade de fazer uma renovação tecnológica de um
ambiente para banco de dados a primeira pergunta é a respeito do custo total do projeto
alinhada à real necessidade POR DANIEL GOMES
26 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
as tecnologias, tomando como ponto
de partida meu próprio ambiente e sua
atual capacidade.
Pesquisei uma ferramenta para
auxiliar e padronizar os testes de forma que pudesse evidenciar os tempos
de repostas e transações por minuto.
Passei a testar o atual ambiente e,
com a ajuda da parceira da IBM –
Brastorage, realizei os mesmos testes
nos laboratórios da IBM.
Assim, foi possível fazer uma
comparação clara entre o ambiente
atual, baseado em P5, e os novos servidores baseados em P7. Um detalhe
importante nessa fase foi solicitar que
o servidor no laboratório fosse particionado e assim possibilitar o uso de
apenas dois cores. Esse cuidado deu
uma visão mais próxima da realidade
atual, ou seja, eu estava comparando
o poder de processamento por core.
P7
P7#2 cores
atual
71630
29675
7846
tps avg
898
455
124
resp time
794
495
248
resp time avg
20
258
23
Media final
tpm
de curto a longo prazo.
A possibilidade de adquirir um
ambiente de alta capacidade de processamento, com investimento conforme a demanda, consolidou a decisão
mais uma vez em direção à plataforma
POWER7. No final do projeto, a diferença entre uma configuração baseada
em x86 e o P7 foi de mais de 40% em
um período de três anos.
A decisão de fazer o benchmark
entre o ambiente atual e o POWER7,
por contra própria, se mostrou a mais
correta. Após oito meses com o novo
ambiente operando, tenho a certeza
que podemos crescer de acordo com a
demanda de novos sistemas sem novos
investimentos de hardware.
DANIEL GOMES
Com 13 anos de experiência em banco de dados
Oracle, é graduado em Administração de Empresas,
MBA em Gestão de Sistemas de Informação e pósgraduado em Psicologia. Atualmente é consultor
de banco de Oracle e Arquitetura de Soluções
Números baseados em uma simulação de 100 a 150 usuários
de banco de dados concorrentes
Com a informação exata sobre
a capacidade real de processamento
de cada configuração, montei uma
planilha de custos do projeto com
uma ampla visão de investimento
DIVULGAÇÃO
Nesse contexto, há seis anos, tive
uma demanda na instituição financeira
em que atuo, onde a principal atividade eram operações financeiras na
Bolsa de Valores de São Paulo.
O desafio era substituir o servidor
de banco de dados por uma nova infraestrutura, quando optamos por sair
de x86 em direção à Power IBM, que,
naquele momento, estava baseada em
POWER5.
No projeto final, a infraestrutura
de Bando de Dados contava com duas
Power 520 trabalhando em cluster
com suporte de um storage DS4300,
durante três anos foi possível atender
à demanda da empresa com alto desempenho e sem paradas.
No início do quarto ano nosso
ambiente se encontrava com 90% de
utilização, fato que nos forçou a colocar mais uma Power 520 ao cluster de
Banco de Dados e nos alertou para a
necessidade de um novo projeto.
A demanda de novas aplicações e
melhor desempenho dos servidores de
banco de dados deu início a um novo
projeto de renovação tecnológica, com
baixo custo e melhor desempenho que
o ambiente atual.
No primeiro projeto não havia
um histórico de sucesso, mas para o
novo existia e isso era um desafio.
Como fazer uma renovação tecnológica com premissas de baixo custo e
alto desempenho?
Decidi fazer um benchmark por
conta própria, no qual pudesse testar
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
IBM Systems
Technical Conference
Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do evento IBM Systems Technical Conference,
que acontecerá entre os dias 23 e 25 de outubro no Hotel Royal Palm Plaza, em Campinas,
Interior de São Paulo DA REDAÇÃO
Serão três dias com os principais
líderes técnicos das plataformas IBM
que estarão reunidos para trocar experiências com parceiros, consultores,
estudantes, técnicos e clientes da fornecedora.
Este ano, o evento apresentará
como a tecnologia aplicada adequadamente pode ser ainda mais eficiente
e flexível, suportando o negócio e
trazendo o melhor custo/benefício
às organizações.
Duas novidades marcam a Conferência Técnica este ano. Uma é que,
diferente do que costuma ocorrer em
eventos globais, essa segunda edição
será customizada para o público brasileiro. A outra novidade é que 80% das
palestras serão em Português, com
tradução simultânea para as sessões
restantes.
No total, o IBM Systems
Technical Conference apresentará
cerca de 300 sessões de capacitação,
trazendo as últimas novidades, lições
aprendidas e demos, além de sessões
com laboratórios hands-on, sessões
de certificação, espaço de expositores, entre outras atividades.
Será uma maneira prática e eficiente de estar em contato com as
mais atualizadas mensagens técnicas
em poucos dias de treinamento, com
a oportunidade de conhecer experts
mundiais que virão ao Brasil especialmente para o evento.
Os destaques para a plataforma
Power são:
• AIX Performance: Process and
Thread Management;
• AIX Trends and Directions;
• POWER Future;
• POWER and PureSystems
Deep Dive;
• POWER Competition Against
x86, T4, Itanium;
• What POWER Can Do That
Intel Can't;
• IBM i - What's New?;
• PowerLinux Trends, Directions
and Ecosystem;
• PowerLinux Performance And
Optimization;
• PowerHA System Mirror - Best
Practices And Experiences;
• DB/2 + POWER : What You
Need To Know?;
• Software Licensing in a
Virtualized Environment;
• PowerVM Live Partition
Mobility;
• PowerVM - Architecture,
Features And Benefits;
• Planning For Virtualization;
• Installing And Configuring
IBM Systems Director In An
AIX Environment.
PREÇOS PARA PARTICIPAR DA CONFERÊNCIA:
TIPO DE INSCRIÇÃO
VALORES
SERVIÇO
Inscrição (all days pass) + Hotel (quarto single)
Inscrição (all days pass) + Hotel (quarto double)
Inscrição (all days pass)
Inscrição (1 day pass)
R$ 4.890
R$ 3.970
R$ 2.950
R$ 1.350
• De 23 a 25 de outubro de 2012
• Hotel Royal Palm Plaza em Campinas
• Para fazer sua inscrição acesse:
www.ibm.com/training/technical_conference/brazil
FONTE: IBM
DURANTE A CONFERÊNCIA TAMBÉM SERÁ POSSÍVEL REALIZAR PROVAS DE CERTIFICAÇÃO COM PREÇOS ESPECIAIS.
Para mais detalhes sobre as Certificações Profissionais IBM, consulte: www.ibm.com/certify
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
27
IBM IMAGE GALLERY
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
Unicamp de Limeira
adota supercomputador Power
Infraestrutura
substitui
plataforma x86
instalada na
Faculdade de
Tecnologia
para a área
de pesquisas
DA REDAÇÃO
28 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
Até poucos meses atrás os pesquisadores e alunos da Faculdade de Tecnologia (FT), da Unicamp de Limeira, usavam vários computadores x86, conectados em uma rede gigabit para processar informações e complexos cálculos
de suas pesquisas.
Por meio de um edital da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e
da Fundação de Amparo à Pesquisa do
Estado de São Paulo (FAPESP), provedores dos recursos para a aquisição da
nova infraestrutura, a FT solicitou a três
fabricantes, entre eles a IBM, a configuração e as exigências da entidade para
a aquisição de novas máquinas.
De acordo com o coordenador do
projeto da FAPESP na FT, professor
Vitor Coluci – docente nas disciplinas
de Física e Computação e pesquisador
na área de nanomateriais, Power foi
escolhida pelo custo benefício e por seu
desempenho já demonstrado no Centro
Nacional de Processamento de Alto
Desempenho – CENAPAD (veja matéria
na edição 10 da Revista Power Channel
no endereço www.rscorp.com.br/revistas/
revista.asp?cd=c69c69f).
“Usamos o caso de sucesso do
CENAPAD como referência, porque,
apesar de ainda não termos um volume
tão grande quanto eles de pesquisas,
precisávamos de uma arquitetura como
Power com alto processamento para
reduzir o tempo de cálculos e aumentar
a quantidade e qualidade das pesquisas
Ambiental”, ressalta Coluci.
Neste momento, as máquinas
POWER7 atendem cerca de 30
usuários da Faculdade de Tecnologia em seus 15 projetos.
Além da demanda de outros
usuários dos institutos que colaboram com a faculdade, como, por
exemplo, o Instituto de Química e
a Faculdade de Ciências Aplicadas,
ambos da Unicamp.
Entre os projetos em andamento que utilizam o novo supercomputador estão a investigação
de problemas ambientais (poluição
e monitoramento ambiental), o
desenvolvimento de sistemas de
alerta de enchentes ou secas, investigação de nanomateriais e simulação de tráfego de informações
em redes multimídia.
Além de coordenar o projeto, o
professor Coluci é um dos usuários
do novo ambiente. “O ganho de
performance é enorme. Por exemplo, pesquiso a interação de poluentes ambientais com nanomateriais, o que envolve a investigação de
milhares de átomos. Na plataforma
PROFESSOR VITOR COLUCI
Docente nas disciplinas de Física e Computação
e pesquisador na área de nanomateriais da
Faculdade de Tecnologia na Unicamp Limeira
GALERIA DE FOTOS - FT.UNICAMP.BR
DIVULGAÇÃO
realizadas na FT”, explica Coluci.
São seis máquinas Power que
formam um cluster composto por
160 núcleos de processadores
POWER7 de 3,3 GHz, outros 24
núcleos x86 e duas placas GPU
Tesla M2070. A capacidade é de
768 GB de memória e 32 Terabytes
para armazenamento em disco.
O professor afirma que atualmente a demanda é pelos núcleos
Power porque os x86 são apenas para cálculos de GPU, que ainda têm
uma demanda baixa, porém crescente, por parte dos pesquisadores.
Essa configuração do cluster
possui um desempenho de 4,5 TeraFlops, o equivalente a 4,5 trilhões
de operações aritméticas por segundo.
“Esse novo equipamento nos
fornece uma excelente infraestrutura
computacional para os pesquisadores
e alunos de graduação e pós-graduação da FT. O que será fundamental
agora que a faculdade terá, em 2013,
três novos cursos: Bacharelado em
Sistemas da Informação, Engenharia
de Telecomunicações e Engenharia
x86 isso não era possível. Agora
consigo estudar sistemas maiores,
envolvendo moléculas tóxicas e diferentes nanomateriais como nanotubos de carbono e grafeno”, afirma
o docente.
O que o professor fazia antes,
para contornar as limitações das
máquinas x86, era estudar sistemas
menores e realizar aproximações.
Agora, com Power, consegue incluir
mais efeitos, tornar a investigação
mais precisa, eficiente e o melhor:
em um tempo menor, com alta disponibilidade e a estabilidade do
sistema operacional AIX.
A implementação foi realizada
por técnicos da IBM, que prestaram
todo o suporte necessário ao novo
ambiente. Já o gerenciamento da
infraestrutura está sendo feito por
um novo técnico da Unicamp,
contratado especificamente para
essa área da FT.
“Como tínhamos slots vazios,
prevendo um aumento de demanda,
no final de julho submetemos uma
nova solicitação para a ampliação
do cluster”.
FACULDADE DE TECNOLOGIA
É uma unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão da UNICAMP situada na cidade de Limeira,
interior de São Paulo. Na graduação, a FT oferece 340 vagas anuais divididas entre os cursos superiores em Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Construção de Edifícios, Controle
Ambiental, Bacharelado em Sistemas de Informação, Engenharia Ambiental e Engenharia de
Telecomunicações.
Na pós-graduação, a FT oferece mestrado Stricto Sensu com área de concentração em
Tecnologia e Inovação, que visa projetos interdisciplinares em linhas de pesquisa voltadas às
tecnologias aplicadas ao Ambiente e Engenharia da Informação.
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
29
GOOGLE IMAGENS
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
Pesa troca x86
por Power
devido à melhor
Além disso, a empresa buscava uma
infraestrutura com capacidade de particionamento e virtualização, com o objetivo de
ter um ambiente com alta disponibilidade
e reaproveitar outras máquinas Power que
já estavam em operação.
“A implantação foi muito rápida. Em
menos de 60 dias tínhamos todo o projeto
rodando. A POWER7 ficou no Datacenter
principal e a máquina anterior, uma
POWER6, foi para o site backup, ambos
localizados em Curitiba”, ressalta o responsável pela TI da Pesa, André Luiz Diniz.
Segundo ele, nas medições com a
POWER6 foi possível perceber que a performance era superior à oferecida no ambiente x86 e que a POWER7 tinha ainda
mais capacidade de processamento que
a máquina P6.
Em adicional, a plataforma se mostrou
extremamente flexível para rodar todos os
ambientes da companhia, com segurança,
robustez, escalabilidade e dentro das expectativas de custo.
“Avaliamos a plataforma x86, mas não
conseguimos os níveis de performance
desejados e com a simplicidade da solução
Power. Teríamos de adquirir várias máquinas x86 para alcançar o mesmo objetivo,
por exemplo. Por outro lado, Power é robusta, com grande poder de processamento
e incrivelmente estável”, afirma o executivo.
ANDRÉ LUIZ DINIZ,
responsável pela
área de TI da Pesa
Tradicional revendedora Caterpillar no sul do Brasil,
a Pesa – uma das líderes no país no segmento de
venda e locação de máquinas, peças e serviços,
decidiu substituir a plataforma x86, por Power
System IBM para ter mais performance para seu
ERP EMS, da TOTVS DA REDAÇÃO
30 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
DIVULGAÇÃO
performance e
processamento
DIVULGAÇÃO
Dessa forma houve aumento da
disponibilidade, que passou a ser
24x7, porque, além da redundância,
os backups e rotinas noturnas agora
podem ser executados na máquina
de contingência. “A equipe de TI
também se beneficiou com a solução, porque o ambiente Power exige
pouco, ou nenhum, gerenciamento”.
O resultado foi maior produtividade, com um atendimento melhor
aos clientes, com mais velocidade e
disponibilidade. Diniz cita como
exemplo o tempo para emissão de
uma nota fiscal, que caiu de três
minutos para poucos segundos.
Para se ter uma ideia do ganho
de performance do sistema da Pesa,
quando ocorriam gargalos na
emissão de notas fiscais de transferência entre suas unidades muitas
vezes não era possível atender os
clientes no próximo dia útil.
Isso acontecia porque as peças
requisitadas não eram despachadas,
devido à impossibilidade de emitir
todas as notas de transferência
antes da saída dos caminhões.
Com o uso de Power, as rotinas
de fechamento fiscais e contábeis
também foram enormemente beneficiadas. Antes, a rotina de cálculo
do custo médio dos milhares de
itens dos estoques da Pesa levava
dias para ser executada, atrasando
todo o fechamento.
Hoje essa rotina leva em torno
de duas horas, resultando em uma
melhor governança porque os resultados do mês estão disponíveis para
as tomadas de decisões estratégicas
no menor tempo possível.
“Isso sem levar em conta outros
benefícios intangíveis como segurança e continuidade do negócio
(devido ao ambiente estar totalmente replicado), alta disponibilidade do sistema, clientes mais satisfeitos, etc. Temos certeza que essa
plataforma está contribuindo para o
sucesso do nosso negócio”, afirma
Diniz.
Na opinião do executivo, outro
fator importante foi a atuação do BP
IBM, a InterCompany, que foi fundamental na concepção, execução e
sucesso do projeto, sempre prestando todo o apoio e suporte para
que a Pesa chegasse à melhor solução. Hoje seu ambiente é composto
por três empresas com 20 sites diferentes e cerca de 1 mil usuários,
trafegando diariamente vários
gigabytes de dados, voz e vídeo.
INTERCOMPANY
PESA
Fundada em agosto de 1946, em novembro de
1952 a Pesa foi nomeada revendedora para o território
do Paraná dos produtos Caterpillar Tractor Co.
Atualmente, a Pesa trabalha com a importação e
comércio de máquinas novas, usadas Caterpillar
(mineração, construção, pavimentação, grupos geradores e equipamentos florestais, etc.) e peças novas,
peças à base de troca - SPBT, produtos remanufaturados e serviços de recuperação total e parcial de
componentes e equipamentos, entre outros.
Com o aumento da demanda por produtos e
serviços, importantes parcerias foram firmadas no
decorrer dos anos. Empresas como Mitsubishi, Genie e
Blount vieram somar ainda mais qualidade a Paraná
Equipamentos, oferecendo novos produtos a seus
clientes como empilhadeiras, plataformas aéreas,
máquinas florestais e transportadores, que completam
a linha Caterpillar.
O serviço de locação é prestado pelo Rental
Store, onde é possível alugar equipamentos para terraplenagem, pavimentação, construção civil, apoio a
operações florestais e agrícolas, remoção e transporte
de produtos soltos ou embalados, geração de energia,
manutenções industriais, entre outras aplicações de
seus produtos.
AVNET
O Grupo InterCompany, há mais de 12 anos, oferece
soluções completas em Infraestrutura de TI para empresas
de diversos portes em todo o Brasil, tornando-se um dos principais integradores do mercado de tecnologia.
Especialização técnica, excelência em serviços e
transparência são os pilares que sustentam o crescimento e
consolidação do Grupo InterCompany no mercado de TI,
reforçando o compromisso com a continuidade e desenvolvimento dos negócios de seus clientes e parceiros de negócios.
O Grupo InterCompany é IBM Premier Business Partner,
reconhecimento dado apenas a um grupo especial de
empresas que ao longo dos anos mostra continua evolução e
comprometimento com seus clientes. Este ano comemora 10
anos dessa parceria de resultados.
Para mais informações, visite:
www.grupointercompany.com.br
Como um distribuidor global de soluções de TI,
Avnet Technology Solutions colabora com seus clientes e
fornecedores para criar e entregar serviços, soluções de
software e hardware que atendam às necessidades do
negócio de seus clientes localmente e em todo o mundo.
No ano fiscal de 2011, o grupo Avnet atendeu
clientes e fornecedores em mais de 70 países e gerou
USD $ 11,5 bilhões em receita anual.
Avnet Technology Solutions é um grupo operacional
da Avnet, Inc. - www.ats.avnet.com
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
31
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
POWER7 é a
infraestrutura
da Drogasil
Melhor tempo de
resposta, redução do
número de servidores e
alta confiabilidade levam
a rede de farmácias a
mudar de fornecedor de
TI
DA REDAÇÃO
32 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
Com o desafio de atender o crescimento da rede de farmácias Drogasil,
no segundo semestre de 2011, a
equipe de TI da empresa passou a
analisar as opções do mercado para
substituir seu servidor de banco de
dados.
Por ser uma plataforma robusta,
com alta performance e muito versátil, a Drogasil optou pela arquitetura
Power para processar as informações
do seu parque tecnológico. São duas
Power750 – uma com 16 e outra com
24 processadores e, cada uma, com
128 GB RAM.
Toda a base de informações referente aos processos de negócios da
companhia representa uma área de
8 TB de banco de dados e mais 6 TB
para e-mail e arquivos.
No projeto, implementado pelo
Business Partner IBM ST3Tailor, os
servidores que estavam em operação
foram substituídos pelas duas máquinas Power750 para rodar o banco
de dados.
A meta era atender o aumento da
demanda por processamento na plataforma de servidores de banco de dados, decorrente do aumento de lojas,
serviços e aplicações da Drogasil
ao longo dos últimos três anos, bem
como a previsão de crescimento para
os próximos três anos.
“O ganho de performance agilizou
os processos de negócios, reduzindo o
tempo de processamento. Já a virtualização reduziu o número de servidores
físicos, facilitando muito o gerenciamento da infraestrutura e as ferramentas de alta disponibilidade garantiram a continuidade do nosso negócio”, ressalta Hélio Rodrigues da Silva, responsável pela área de servidores e sistemas de armazenamento
de dados da Drogasil.
Ele também aponta como benefício a redução expressiva no custo
de licenciamento com banco de dados,
já que o ganho de performance por
core da Power750 é 4,5 vezes maior
em relação ao processador antigo
usado no ambiente da rede farmacêu-
tica. Além disso, não houve necessidade de aumentar o número de cores
das máquinas, o que implicaria em
novos custos.
“Medimos o retorno, primeiramente, comparando o custo de manutenção pelos próximos três anos sem
atualizar a plataforma. Depois o
ganho de performance, sem aumentar
o número de cores, o que representou
uma economia considerável em licenciamento dos bancos de dados Oracle
e Sybase”, explica Silva.
Outra economia foi observada
devido à redução dos servidores físicos, representando custos menores
com contratos de manutenção e melhor aproveitamento no consumo de
recursos do Datacenter.
Entretanto, Silva afirma que o
principal benefício está na disponibilidade dos processos de negócio, porque
a interrupção do ambiente de TI representa prejuízos financeiros e na
imagem da empresa.
“A estratégia de investir nos
processadores Power conferiram à
Drogasil maior poder de escalabilidade e processamento, mantendo a
alta disponibilidade inerente a um
ambiente AIX, com redundância e
replicação, melhor distribuição de
recurso e consolidação de servidores
através da virtualização” destaca o
gestor.
Para o executivo, que trocou uma
plataforma que rodava em sua rede há
12 anos, o apoio recebido por parte da
ST3Tailor e da IBM foram fundamentais para a execução dos testes comparativos.
“Fomos muito bem assessorados
na configuração e implementação da
nova plataforma, tanto pela equipe da
ST3Tailor como pela IBM, e os
serviços de pós-venda e suporte
também merecem elogios”, diz Silva.
HÉLIO RODRIGUES
DA SILVA, responsável
pela área de Servidores
e Sistemas de
Armazenamento
de Dados da
Drogasil
SOBRE A DROGASIL
Criada em 1935, a partir da fusão de duas
pequenas redes de farmácias (Drogaria Bráulio e
VALDECI JR.
Drogaria Brasil), é uma das bandeiras da Raia
Drogasil S.A. Com 383 lojas, atua nos Estados de
São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito
Santo, Goiás e Mato Grosso.
ST3TAILOR
Desde 1994 provendo soluções com foco em
resultados, a ST3Tailor tem como foco a necessidade estratégica de cada cliente e a preocupação
em superar expectativas, atendendo 100% as
necessidades de cada cliente.
Tem como objetivo ser reconhecida no mercado
pelos serviços diferenciados. Empresas de todos
os portes encontram em sua consultoria uma análise
criteriosa das melhores opções para escolha, implementação e suporte da infraestrutura de seus negócios.
A ST3T desenha, implementa, treina e oferece suporte
em projetos de integração e soluções completas em
hardware, software, serviços e treinamento.
Julho Agosto Setembro 2012 Power Channel
33
OPINIÃO
Você se
considera
íntegro?
CADA VEZ QUE PERGUNTO EM SALA DE AULA OU MESMO EM TREINAMENTOS, AS PESSOAS HESITAM NA RESPOSTA. O QUE
SIGNIFICA INTEGRIDADE? VOCÊ SE CONSIDERA ÍNTEGRO ACIMA DE TUDO? SE SENTE BEM TRABALHANDO EM EMPRESAS
ONDE O LÍDER, OS AMIGOS OU O PRÓPRIO DONO ESTÃO LONGE DE ENTENDER O SIGNIFICADO? A INTEGRIDADE FAZ PARTE
DO SEU CONJUNTO DE VALORES FUNDAMENTAIS? POR JERÔNIMO MENDES
• O que você faz na prática está de acordo com o seu discurso?
• Seu comportamento em casa é muito
diferente do comportamento na empresa?
• Odeia o chefe, mas sorri e distribui
elogios quando ele aparece?
• Os filhos dos outros são sempre
melhores do que os seus?
• O cônjuge tem recebido a atenção, o
apoio e o valor que merece?
34 Power Channel Julho Agosto Setembro 2012
• Você é do tipo “faça o que eu
digo”, mas não faça o que eu “faço”?
• Consegue ouvir um pouco mais do
que fala, além de respeitar o ponto de
vista alheio?
Integridade é uma virtude desa-fiadora,
difícil de ser praticada em um mundo repleto
de valores equivocados, onde a importância
do ter alguma coisa é maior do que a importância do ser alguma coisa.
Na prática, integridade se consolida
somente quando seus valores estão em
consonância com sua conduta. O ser humano íntegro não oscila de acordo com o
momento presente ou de acordo com a sua
conveniência, desrespeitando leis, normas
e regu-lamentos que valem para toda a
sociedade.
Há muito tempo a famosa “Lei de
Gérson” deixou de ser uma vantagem.
Penso que é muito simples ser íntegro. Será
que você precisa se sujeitar a todas as
transgressões impostas pela nossa combalida sociedade de consumo somente para
ficar rico mais depressa e fazer parte da
elite em menos tempo?
É difícil praticar aquilo que os nossos
pais e avós praticavam com facilidade há
menos de 30 ou 40 anos? Você se considera
íntegro a ponto de crescer na empresa sem
puxar o tapete alheio, falar mal do chefe,
desviar recursos, fazer conchavos e
demonstrar corpo mole?
Integridade requer a prática de princípios universais como paz, amor, respeito,
liberdade, humildade, igualdade, coisas
simples que independem de credo, origem,
cor e nível de instrução. Integridade depende do óbvio. O que vale para mim vale para
você e para o mundo inteiro.
Pense nisso e seja feliz!
DIVULGAÇÃO
De acordo com meu amigo Aurélio, integridade vem do latim integritate e representa a qualidade do íntegro, fundamentada
pela retidão e imparcialidade, portanto,
uma virtude fundamental e ao mesmo
tempo ignorada nos dias de hoje. De maneira geral, o abismo entre o discurso e a prática é algo digno de estudo.
Para reforçar o conceito é necessário
entender também o significado da palavra
íntegro, a qual, obviamente, nos remete ao
conceito de integridade. Do latim integru,
significa completo, perfeito, exato, imparcial, brioso, inatacável.
As definições do Aurélio são clássicas e
inquestionáveis, entretanto, para facilitar
um pouco mais o entendimento, algumas
perguntas são essenciais para a reflexão:
JERÔNIMO MENDES
É administrador, coach, professor universitário,
palestrante e autor de livros, como: "Manual do
Empreendedor", “Benditas Muletas" e “Oh, Mundo
Cãoporativo!" - www.jeronimomendes.com.br
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