Fazer o do arquivo

Сomentários

Transcrição

Fazer o do arquivo
16 J •
iã •-• .!S , r e g i s t r a n d o , de roeisõri a , os c- n s i .entos de s e u M e s t r e , c. 11 a • o o s a P a r á b o l a do J o i o e do T r i g o . S e
eundo essa parabo
um hom
-1•'e o u b o a s e m e n t e , o t r i g o , no
seu
Na c a l a d a da n o i t e , veio um i n i m i g o e, no m e s m o l o c a l , s e campo.
iseou o j o i o .
Crebcida a e r v a e p r o d u z i d o s os f
os, os servos daque
le h o m e m p e r c e b e r a m a p r e s e n ç
do j o i o e f i e .
m desagredavelmente
surpreendidos .
F o r a m , e n t ã o , ao s e u S e n h o r , h a v e n d o e n t r e e l e s
o
seguinte dialogo:
onde
- " S e n h o r , n a o s eroeas t e
pois, o joio?
vem,
-
Um
inimigo
~
Queres
que
fez
isso,
a
boa
semente
respondeu
arranquemos
o
joio?
no
teu
campo?
De
S e nh or .
r e p,1
li
- Na o, d i s s e o S e n h o r , p a r a q u e , ao s e p a r a r o j o i o . n a o
a r r a n q u e i s também com ele o t r i g o .
D e i x a i - o s crescer juntos até a
c o l h e i t a e, no tempo da c o l h e i t a , d i r e i aos c e i f e i r o s : - A j u n t a i
p r i m e i r o o j o i o , a t a i - o em f e i x e s , para ser q u e i m a d o , mas o t r i g o ,
recolhei-o no meu ceie r o " .
(Mateus 1 3 : 2 4 - 3 0 )
A p a r á b o l a e por demais p o p u l a r entre os o u e
E v a n g e l h o e h a , p a r a e l a , u m a i n t e r p> r e t a ç a o suficie-xr
ci da de todos n o s .
V e - l a - e m o s , p o r t a n t o , s o b o u t r o a seu io
ainda n a o bastante explorado.
quem
o
joio
Aten1
sabe, "dentro
da:
ts
s u t i l e z a s que estão nas
linhas" deste ensinamento.
19.: 0 d o n o d a c a s a p l a n t o u a b o a s e m e n t e
por tanto, de r e s p o n s a b i l i d a d e d e l e ;
nao
?9
entr e 1 i nh
no
seus s e r v o s so p e r c e b e r a m a p r e s e n ç a do
'•- "- • •. j- o , ci e s c e r ara e p u u u i i K c u
LOS
:
' .3 9 : ao s e r i n
de o n d e v i n h a o j o i o .
::va d a n i n h a :
o
:
;
Scn.nor
o v a n aso
r
4 9:' qi:": òc
xn! o r n o u
desconhecer
vOS
~-o.o
a
seu
campo;
joio
q ua
u n-
seus
Ele
a
' o i c , O íi .
9O
ai
tudamo
cenhetalvez
d e i x a -1
-o
; ii c : s r o q ue r. a o i g n : :íos a 'just -i. s da
q u e n o s r e f e r i i; o s a c i m a
0 P l a n e t a cfceea a
d e :atu r a ç ã o e v o 1 u t i v a , em q u e se ffa a
z xsece s s a r i a
o e ' O ri r c ;do
r u z 7 i n. a r a
ID
MU
• CÍ X S
pOC
; o i i . a q u e l e s q u e h e r d a r ã o os br
•o q u e o t r i g o
r t eir o m i l ê n i o .
Todavia, c
n o v a c i v i l i z a ç a o , :i o
os dessa sele c a o ?
Cl .L
r a m a
s.
Ci h hh 1 T A .
' •;; e t a ç a o
\
•
C P Ç
CS'
O S
CL
e os
a O
ao
a s r e u r :.
0 cue
.s
que " C í i r p ? r
> seletivo.
tadasporym;
; a d e t a o . s ao
iex
c o s e
Ei
C ê
ata a '
ri p e r i o r
a~ore s <
De todos esses m e c a n i s m o s , que nao sao i n d e p e n d e n t e s ,
mas i n t e r a g e n t e s , queremos deter-nos de modo especial nos fatores
psicológicos e socio-cu1turais.
As tres u l t i m a s d é c a d a s tem sido m a r c a d a s p o r d e t e r m i
nada.s c a r a c t e r í s t i c a s q u e n a o n o s d e v e m p a s s a r d e s p e r c e b i d a s :
a)
n i n g u é m mais consegue esconder por muito tempo o que r e a l m e n t e e.
A t e n t e - s e p a r a os' e s c â n d a l o s q u e , d e q u a n d o e m v e z , e s t o u r a m
envolvendo personalidades de reputação internacional; b) hã um int£
resse c r e s c e n t e por todos os m o v i m e n t o s que v i s e m a levar o h o m e m
ao encontro de si m e s m o .
Esse interesse esta voltado para as escolas de m e d i t a ç ã o , p r o v i n d a s do O r i e n t e , e para a P s i c o l o g i a
em
todas as suas d i v e r s a s á r e a s ; c) o p r o b l e m a da i n j u s t i ç a s o c i a l ,
d e l i b e r a d a ou i n c o n s c i e n t e m e n t e r e l e g a d o a segundo p l a n o , a
partir da d é c a d a dos 6 0 , p a s s o u a ser e n f r e n t a d o com i n q u i e t a ç ã o c a da vez maior, mesmo nos países oprimidos pelos regimes mais autoritários .
gado
a
Que s i g n i f i c a tudo isso?
voltar-se, cada vez m a i s , para
Que o homem
si m e s m o .
esta
sendo
obri
H o j e ele e c o m p e l i d o a tomar c o n h e c i m e n t o ate do t e c a
nismo mais sutil que esconde suas v e r d a d e i r a s i n t e n ç õ e s .
Daí
se
p o d e c o n c l u i r que o j o i o e o t r i g o c r e s c e m , a n t e s de m a i s nada,den
tro de c a d a um.
E f e t i v a m e n t e , em outros t e m p o s , quando a vida er a m a i s c a l m a , t o r n a v a - s e p o s s í v e l d i s s i m u l a r ; e s c o n d e r problemas ,
n e u r o s e s , d e f e i t o ? , o c u l t á r i o s d o s o u t r o s e a t é : d e .si p r ó p r i o .
Hoje, porem, a situação e diferente!
0 avanço tecnol ó g i c o , e e s p e c i a l m e n t e e l e t r ô n i c o , faz com que sejamos c o n s c i e n te e i n c o n s c i e n t e m e n t e b o m b a r d e a d o s p o r i n f o r m a ç õ e s e solicitações de todas as p r o c e d ê n c i a s .
Por outro lado, um mundo cada vez mais
a g r e s s i v o e v i o l e n t o o b r i g a - n o s a entrar em p e r m a n e n t e e s t a d o
de
alerta.
i
Ora, todas essas " a n o m a l i a s " produzem uma e s p é c i e
efervecencia ,psíquica a que ninguém pode f u r t a r - s e , ainda que
cure a l i e n a r - s e por c o m p l e t o .
de
pro
C a b e a q u i u m a p e r g u n t a : P o r q u e d e v i a m o j o i o e o trjL
go "crescer juntos até o tempo da c o l h e i t a ? " .
E x a t a m e n t e para que
cada u m , d e v e n d o d e f i n i r - s e como uma o u o u t r a das duas s e m e n t e s , v e
j a , com toda a c l a r e z a , tudo o que se p a s s a d e n t r o e f o r a de s i .
E i s a í " o g r a n d e t ftnpo p a r a s e e s t a r v i v o " , c o m o
diria d e t e r m i n a d o p a s t o r p r o t e s t a n t e n o r t e - a m e r i c a n o .
Se e n e c e s s á rio que nos d e f i n a m o s , f a ç a m o - l o em r e l a ç ã o ao m e l h o r .
Sejamos
o:
trigo " q u e i m a n d o " ou " t r a n s m u t a n d o " o joio que pudermos
localizar
d e n t r o de nos..
É p r e c i s o , s o b r e t u d o , r e c o r d a r que o a d v e n t o da n o va era nao se dará s i m p l e s m e n t e pela p r e c e s s a o dos e q u i n o c i o s . C a be-nos a n ó s , seres h u m a n o s , construir os novos tempos.
1
A s s i m , a l i c e r ç a d o s no C r i s t o e na d o u t r i n a que. n o s i r_...
m a n a , edifiquemos, desde já, o mundo feliz com que s o n h a m o s .
Um
mundo onde nao se m o r r a de f o m e , onde cada um c o n t r i b u a p a r a o b e m
de todos com os t a l e n t o s que p o s s u i r , onde as e t n i a s e c u l t u r a s se
enriqueçam m u t u a m e n t e , trocando experiências, onde o negro
para
ser a c e i t o , nao p r e c i s e e s t i c a r o c a b e l o ou " p o s s u i r a a l m a branca",
o n d e , e n f i m , o s c e g o s e d e m a i s " d e f i c i e n t e s " , s e a i n d a os- h o u v e r ,
não mais sejam oprimidos pela absurda necessidade de lutar por
um
d i r e i t o s a g r a d o e i n a l i e n á v e l : o do t r a b a l h o .
p.A VOZ DA SOCIEDADE ."
PEÕ-LIVRO-ESPIRITA EM B E A Í f X E »
Você, leitor que é Splebjsf.no cu Amigo da SPLE8, não'
deixe «ia ouvir e prestigiar o nosso programa radiofônico,
irue, sob a direção e apresentação <1e Luiz Antônio• Millecco,
á transmitido Iodos os domingos entre as 7,30 e 7,45 òa manhã, através da onda da Sadio Rio de Janeiro, a "Emissora
r h Frfoi-rni -òe", de próprio* "t-.-te •.*?. f u n d ã o Cristã Espírita
-
3
-
COLABORAÇÃO
Luiz
0
-
"Seja
Aborto,
a
tua
a
Grande
palavra:
Antônio
Millecco
Ameaça
sim,
sim;' n ã o ,
não."(Mateus
5:5-3)
Sao m u i t o b e l o s e p r o f u n d a m e n t e v e r d a d e i r o s os c o n c e i tos de f r a t e r n i d a d e e r e s p e i t o ao p r ó x i m o que a p r e n d e m o s da D o u t r i na.
N o e n t a n t o , v a l e c o n f e s s a - l o ; por v e z e s , somos d e tal m o d o trai
dos por n o s s o c o m o d i s m o , que e s s e s c o n c e i t o s nos s e r v e m como a n e s t e
sia.
A s s i m , a p r e t e x t o de m a n t e r m o s a p a z , calamo-nos quando
nos
c o r r e o dever i n a d i á v e l de f a l a r .
Vivemos,
atualmente,
uma
destas
situações.
Na imprensa e s c r i t a , falada e televisada
d e r n o s p a l a d i n o s do i n f a n t i c i d i o em d e f e s a do a b o r t o .
cinante, por vários m o t i v o s :
-
ganha
foros
de
tudo
que
e
proibido
se
torna
gritam os
A tese e
mofas
desejado;
ha, efetivamente, circunstancias
medida de salvação.
em
que
esse
crime
Citemos como exemplos o e s t u p r o , a extrema m i s é r i a
e
outros casos em que ha serias i m p l i c a ç õ e s p s i c o l ó g i c a s e s o c i a i s . U m
c r i m e , t o d a v i a , nao d e i x a d e ser c r i m e , n e m d e v e ser l e g a l i z a d o , s ó
porque tem algumas a t e n u a n t e s .
Tranqíli 1 i zerno-nos ,
portanto , quanto
a n e c e s s i d a d e de f a l a r , e bem a l t o , e b e m e x p l i c a d o , contra essa en o r m i d a d e a que se p r e t e n d e dar o a v a l da l e i .
.Temos s é r i o s m o t i v o s p a r a l e v a n t a r a v o z c o n t r a o a b o r
to.
Nao q u e r e m o s , d e i m e d i a t o , r e c o r r e r aos p o s t u l a d o s d o u t r i n á r i os.
Queremos d e i x a - l o s p a r a o fim, como c o r o l á r i o s de uma a r g u m e n t a ç ã o q u e , ipelo m e n o s d e i n i c i o , d e v e s e r t a o n e u t r a e c i e n t i f i c a
quanto possível.
Respeito
grupos
Pode-se dizer que
p r i n c i p a i s : os pró-vida
a
vida,,
o
e
embora
latente
mundo atual esta
os a n t i - v i d a .
dividido
Os a n t i - v i d a nao e x i t a m em defender ou,
tificar a violência.
N a o t i t u b e i a m em p r o s t r a r - s e d i
l u c r o " , ainda que essa a d o r a ç ã o t r a g a , como resultadc
próprio planeta.
Os a n t i - v i d a , a p r e t e x t o de combati
T e r r a , 'sentem-se. p e r f e i t a m e n t e a v o n t a d e , p a r a d i t a r
do a i n t e r f e r i r nos d i r e i t o s de c o n c e b e r e de v i r ao
em
dois
pelo m e n o s y j us
ante do
d eus
, a m o r te
do
r a f orne
na
n o r m a s , vi s a n mu n d o.
Os p r o - v i d a c o m p r e e n d e m a g r a v i d a d e da hora que passa
e l a n ç a m - s e , d es a s s o m b r a d o s , c o n v i c t o s , em d e f e s a de tudo o q u e v i ve.
Os pro-vida percebem que todos fomos criados efetivamente para
viver e nao para cruzar-os braços e e n t r e g a r - n o s inermes a t r i t u r a çao de quaisquer, e n g r e n a g e n s .
todos
os
i f íc i l d
Nao nos sera
m o t i v o s , s o m o s i m p l ií c i ta
ta e
u e p a r t i do t o m ar .
ausente p r o-v id a .
Por
r e s p e i t a m oo s a Vv i d a q u e d o r m e n o sei o d a t e r r a ,
b e r an t e ,
a n d o - n o s o u e n f ei t a n d o
o , ma s r enn o s s o s j a r a m s , c o m m u i t o m a iiss r a zzãa oo n a o s o r e s p e i t a r e : n s
ida que p a 1 pi ta no s e i o
d e r e m o s m e s m o o c u l t o d e n o s s a vv ee nn e r a ç ã o a
com
materno.
Q u a n d o o e s p e r t a t o z o i d e ff e c u n d a o ó v u l o e c on s t i t XI i ,
t á o s er
ida d e p o e s t e , o o v o , n e s s e ovo ja
em sua inte
°i
tencial.
J a a p a r t i r d a i , o ab
a b or
ort o e
n t o , um h o m i c 1 d i o
c om
todas as suas c o n s e q ü ê n c i a s .
Ora,
se
-
3
COLABORAÇÃO
Luiz
0
" ~
Aborto,
"Seja a
tua
a
Grande
Antônio
Millecco
Ameaça
p a l a v r a :.. s i m ,
sim;' n a o ,
não. "(Mateus
5:5-3)
Sao m u i t o b e l o s e p r o f u n d a m e n t e v e r d a d e i r o s os c o n c e i tos de f r a t e r n i d a d e e r e s p e i t o ao p r ó x i m o que a p r e n d e m o s da D o u t r i na.
N o e n t a n t o , v a l e c o n f e s s a - l o ; por v e z e s , s o m o s d e tal m o d o trai
dos por n o s s o c o m o d i s m o , que e s s e s c o n c e i t o s nos s e r v e m como a n e s t e
sia.
A s s i m , a pretexto de m a n t e r m o s a p a z , calamo-nos quando
nos
c o r r e o dever i n a d i á v e l de f a l a r .
Vivemos,
atualmente,
uma
destas
situações.
Na imprensa e s c r i t a , falada e televisada
d e r n o s p a l a d i n o s do i n f a n t i c i d i o em d e f e s a do a b o r t o .
cinante, por vários m o t i v o s :
-
ganha
foros
de
tudo
que
e
proibido
se
torna
gritam os
A tese é
mofas
desejado;
ha, efetivamente, circunstancias
medida de salvação.
em
que
esse
crime
Citemos como exemplos o e s t u p r o , a extrema m i s é r i a
e
outros casos em que ha serias i m p l i c a ç õ e s p s i c o l ó g i c a s e s o c i a i s . U m
c r i m e , t o d a v i a , nao d e i x a d e ser c r i m e , n e m d e v e ser l e g a l i z a d o , s õ
porque tem algumas a t e n u a n t e s .
T r a n q íli 1 i z e m o - n o s ,
p o r t an to , q u a n t o
a n e c e s s i d a d e de f a l a r , e b e m a l t o , e b e m e x p l i c a d o , contra essa en o r m i d a d e a que se p r e t e n d e dar o a v a l da l e i .
Temos sérios motivos para levantar a voz contra o abor
to.
Nao q u e r e m o s , d e i m e d i a t o , r e c o r r e r aos p o s t u l a d o s d o u t r i n á r i os.
Queremos d e i x a - l o s para o fim, como c o r o l á r i o s de uma a r g u m e n t a ç ã o q u e , ipelo m e n o s d e i n i c i o , d e v e s e r t a o n e u t r a e c i e n t i f i c a
quanto possível.
Respeito
grupos
Pode-se dizer que
p r i n c i p a i s : os p r õ - v i d a
a
vida
o
e
embora
lstente
m u n d o atual esta
os a n t i - v i d a .
dividido
em
dois
Os a n t i - v i d a nao e x i t a m em d e f e n d e r ou, pelo m e n o s , j u s
tificar a violência.
Nao titubeiam em p r o s t r a r - s e diante do
"deus
l u c r o " , ainda que essa a d o r a ç ã o traga, como r e s u l t a d o , a morte
do
próprio planeta.
Os a n t i - v i d a , a p r e t e x t o de c o m b a t e r a fome
na
Terra, sentèm-se. perfeitamente ã vontade, para ditar normas, visando a i n t e r f e r i r nos d i r e i t o s de c o n c e b e r e de vir ao m u n d o .
Os p r o - v i d a c o m p r e e n d e m a g r a v i d a d e da hora que passa
e l a n ç a m - s e , d e s a s s o m b r a d o s , c o n v i c t o s , em d e f e s a de tudo o que v i ve.
Os prõ-vida percebem que todos fomos criados efetivamente para
v i v e r e nao p a r a c r u z a r os b r a ç o s e e n t r e g a r - n o s i n e r m e s a t r i t u r a çao de quaisquer- e n g r e n a g e n s .
todos
os
Nao nos sera
d i f í c i l d e c i d i r que p a r t i d o tomar.
m o t i v o s , somos implicita e explicitamente pro-vida.
Por
O r a , se r e s p e i t a m o s a vida que dorme no seio da t e r r a ,
p a r a mais t a r d e e x p l o d i r , e x u b e r a n t e , a 1 i m e n t a n d o - n o s o u e n f e i t a n d o
nossos j a r d i n s , com muito mais razão nao so r e s p e i t a r e m o s , mas r e n deremos m e s m o o culto de nossa v e n e r a ç ã o a vida que palpita no seio
materno.
Quando o espertatozoide fecunda o óvulo e constitui,
com
e s t e , o o v o , n e s s e ovo ja e s t á o ser h u m a n o , em sua i n t e g r i d a d e p o tencial.
Ja a partir d a l , o aborto e, p o r t a n t o , um h o m i c í d i o ,
com
todas as suas c o n s e q ü ê n c i a s .
Direito
ao
Corpo
Dentre os argumentos em defesa do a b o r t o , pre tende-se
que a mulher tenha o d i r e i t o de dispor de seu corpo c o m o b e m e n t e n
da.
Sem e n t r a r m o s , a i n d a em uma p e r c e p ç ã o c l a r a m e n t e e s p í r i t a
do
p r o b l e m a , p>er
e r guni
guntamos:
-
Ate
que
p<
sonto
dade?
-
Nao
sera
ele,
será
terra,
a,
ou
corpo
realmente
nossa
proprie-
um
Natureza?
a
o
devolvido
- Nao seremos forçados a abdicar
ara que se submeta ao fogo?
ao
dele
laboratório
para
que
da
idube
É c l a r o q u e o s e r h u m a n o t e m o d i r e i t o i n a l i e n a v e: .
1 de
No caso da m u l h e r , p o r e m ,
u s a_r _o c o r p o s e g u n d o s e u l i v r e a r b í t r i o .
a n oo s ssoo vveerr,, e s s e d i r e i t o c e s s a a p a r t i r d o m o m e n t o e m q u e s e u c o r
po abriga uma n o v a v i d a
Estupro,
te e m v i r t u d e
isentos
Dissemos,
da f o r ç a
Miséria,
Expansão
D emografica
d e i n i c i o , ^q„u e a t e s e p r o - a b o r t o e f a s c i n a n
c o m q u e e- s u s t e n t a d a p o r d e t e r m i n a d o s a r g u -
Discutiremos,
ainda
que
ligeiramente
a 1guns
deles
Q u a n t o a mm i sséérriiaa ee ãa ee x p a n s ã o d e m o g r á f i c a , d i r i a m o s
q u e o p l a n e t a.,
, sse
e b e m e x p l o r a d o , a i n d a o f e r e c e a m p l o s r e c u r s o s para a e x p a n s ã o da v i d a
hoÓ i m p o r t an t e e q u e t e n h a m o s ço r a g
s o e colocar o
usem a c i m a d o l u c r o , q u e a p e l e m o s p a r a a n o s s a c i 3 t i V i d = d e , a o s e n
"do d e a p l i c a r t o d a s a s e n e r g i a s c o n h e c i d a s e
nv es t i g a r ; que!as
que ainda nao con
os suficientemente.
'• 00 i mm.p o r t a n t e e a i n d a q u e d e t e r m i n a d o s g r u p o s n a o c h a m e m a si u m a r e s p o n o
s a-,k
b i-;
l iid •;
a dA
e Aq„u e n a o l h e s f o i a t r i b u i da , q u a 1 s e j a a d e d e t e r m i n a r q u e m d e v e e q u e m n a o od e v e n a s c e r .
s
'
.Com
d r e l a ç ã o ao e s t u p r o , a si
i t u a ç a o e um
anto
i s o i
1ícada.
E f e t i,v a rs e n t e
nao se pode c o n d e n a r a m u l h e r qua
fi Ti o o
e i eit a o q u e lao í oi f r u t o d e s e u a m o r , m a s s i m u m a t o d e b r u t a l i d d e
e v i o l ê n c i a . A Af fi ir rmuaa-- n o s , t o d a v i a , J o a n a d e A n
l i s , por intermedi
o de D i v a 1 d o F r a n c o , q u e a m u l h e r qul e c o n s e g u e s u p e r a r e s s e
>• b i c. e
q u a ssee i n s u p e r á v e l , a c e i t a n d o o f i l h o q u e n a o . e s colheu,._.. m a s
oue
t a m b em
t e m c u l p ; <3 . ter;
™ n a o 1-=.™
ter; s;s i d o gggeerraaddoo poro o r um ato d
animalidade
essa mulher
c e l e r a sob: e m a n e i r a a s u a e '
V
o
e
De fato,
d e s d ii v i n a s , p o i s :em
tura s h u m a n a s .
quem proce
capacidade
de
ama
e xp a n
a c i ir
: suas
d o c o;
iCIS ^
: s cr
-
5
-
N a o p r e c i s a r e m o s , t o d a v i a , i r t a o l o n g e fssra a f i r m a r a
e x i s t ê n c i a d o s e r h u m a n o , p e l o m e n o s d e s d e o s p r i m õ r dies i a g e s t a ção.
C i e n t i s t a s d e h o j e p r o v a r a m q u e o s e r , a p a r t i r êe> s e g u n d o mes
d e p e r m a n ê n c i a n o v e n t r e m a t e r n o , o u s e j a , e m f a s e aiisfa í i b r i o n a n
a , j a c o n s e g u e r e g i s t r a r t o d o o a m b i e n t e s o n o r o q u e cerca a g e s t a n - ]
te.
L o g o , a o p r a t i c a r - s e o a b o r t o , m e s m o n e s s a f a s e , sao s e
esta»
extirpando algo, mas sim a s s a s s i n a n d o alguém,
Alguéir rae, d e f a t o ,
j á e x i s t e , a p o n t o d e c o n s e g u i r , e m b o r a d e m a n e i r a aiwís i n e x p l i c á vel pela ciência o f i c i a l , c a p t a r os sons de f o r a .
Posição
da
Doutrina
Espirita
N a o q u e r e m o s , e m a b s o l u t o , t r a n s f o r m a r o livro d o s E s píritos ec uma e s p é c i e de " B í b l i a " , em cuja i n s p i r a ç ã o se d e v e crer
"de capa a c a p a " .
A fé e s p i r i t a é u m a fé r a c i o c i n a d a s. o L i v r o d o s
E s p í r i t o s e x p õ e , m a s tiao.. i m p q e / s e u s e n s i n a m e n t o s .
No eatznto,
os
c o n c e i t o s a l i e m i t i d o s s a o d e uraa l ó g i c a t a o p u l v e r i z s t e que nao nos
cabe senão c u r v a r - n o s a e l a .
Queremos chamar a atenção
3 5 8 : "-• O a b o r t o p r o v o c a d o é u m c r i m e ,
d a c o n c e p ç ã o ?".
do l e i t o r para m pergunta n9
q u a l q u e r que
saja a é p o c a
R e s p o s t a : " - H a s e m p r e c r i m e , n o m o m e n t o e » qae s e tr-ans
g r i d e a lei- d e D e u s .
A m a e , ou q u a l q u e r o u t r o , cometera s e m p r e um
c r i m e , ao tirar a v i d a ã c r i a n ç a , antes de seu nascimento,
porque
i s s o é i m p e d i r a a l m a d e p a s s a r p e l a s p r o v a s d e q u e o cargo
devia
ser o i n s t r u m e n t o . "
"
S e r i a e x a u s t i v o e n a o c o m p o r t a r i a , n o peqvens
espaço
d e q u e d i s p o m o s , u m l o n g o e s t u d o a c e r c a d e t o d o s o s fatos e a r g u m e n
tos com q ü e a D o u t r i n a E s p i r i t a d e s a p r o v a o a b o r t o .
Atendemos, entretanto,: p a r a a s u t i l e z a da r e s p o s t a q u e os e s p í r i t o s deram a K a r d e c s o b r e ,o 'assunto.
\ '
Em g e r a l , t o d a a c a r g a de c u l p a , r e l a t i v a ao c r i m e
do
a b o r t o , i n c i d e s o b r e a m u l h e r , na n o s s a s o c i e d a d e patriarcal e
machista.
N o e n t a n t o , o s e s p í r i t o s s a o c l a r o s : " A m a e , J^_*HJL±.iiJiIlí!
o u t r o , c o m e t e r á s e m p r e u m c r i m e , a o t i r a r a v i d a ã crisnçí ,
antes
de seu nascimento
ou
omissão,
Em o u t r a s p a l a v r a s , é c r i m i n o s o o
leva a mulher a assassinar o filho
h o m e m , que p o r a ç ã o
no próprio v e n t r e .
É c r i m i n o s a a s o c i e d a d e q u e , d i r e t a ou inf *.re t a m e n t e,
p r o v o c a o a b o r t o q u a n d o , p o r exeraplo, u t i l i z a a g r a v i t e s c o m o p r e texto para impedir que a m u l h e r tenha acesso ao trabalso.
F i n a l m e n t e , a nao ser que o a b o r t o
ou a n t e s , a nao ser q u e a v i d a da mae e s t e j a em
velmente homicida todo aquele que impede a l g u é m
sua j o r n a d a e v o l u t i v a , o u s e j a , d e R E E N C A R N A R .
TÕPICOS
FRANCESA
CEGA
EM
RADIO
AMADOR
-
E
0
seja terapêutico,
perigo» e í n a p e l a de prosseguir
em
NOTÍCIAS
jornal "0 G l o b o " de 18-7-81, noticiou que Mme . L e r o u i , viuva
com
4 5 a n o s , q u e v i v e c o m d o i s f i l h o s , n a c i d a d e d e S a i n t iisiele-Surmar
e q u e p e r d e u a v i s ã o h á s e t e a n o s , t e m c o m o d i v e r s ã o ajudar a o s o u tros, usando seu Tizion Saad(faixa do c i d a ç a o ) , através do qual recebe apelos de todo o mundo pelo prefixo M A N O N 5 0 .
Seu aparelho captou m e n s a g e m de d e s e s p e r o da família de
Rodolfo M i r a n d a , de Sao P a u l o , na qual pedia um remédio do Instituto P a s t e u r , de P a r i s , para uma criança h e m o f í l i c a , que necessitava
s e r o p e r a d a . 0 n o m e do r e m é d i o é A S P E RI NE N 0G A M O GL.IL A L I N E e g r a ç a s 1
c o l a b o r a ç ã o d e u m a m e r i c a n o , o m e d i c a m e n t o c h e g o u a tempo p a r a u t i lização,
0 r á d i o da M m e . L e r o u x f u n c i o n a 2 4 h o r a s p o r dia e t e m ajudado a centenas de pessoas que precisam de s o c o r r o .
PROFESSORA
CEGA
COLA
REUNIÃO
DO
C.O.S.
MARIA
AMÃLIA
GRAU
COMO
JORNALISTA
NA
PARAÍBA
-
A 23 de julho
p.p. formouse em jornalismo, pela U n i v e r s i d a d e da P a r a í b a , a professora
Joana
Belarmino de Souza.
T e n d o e s c r i t o v á r i o s c o n t o s , a l g u n s já" p u b l i c a dos e um livro i n f a n t i l , "0 P a t i n h o C r i a n ç a " , J o a n a B e l a r m i n o de Sou
za t r a n s m i t e , com sua v i t ó r i a , duas m e n s a g e n s s i l e n c i o s a s : a p r i m e i ra, áos demais c e g o s , i n c e n t i v a n d o - o s ã luta por sua emancipação,^social; a s e g u n d a , ã s o c i e d a d e , como um a l e r t a q u a n t o ao crime que comete contra si mesma, quando deixa de aproveitar a valiosa m ã o - d e - o bra d a q u e l e s que A P E N A S NÃO V Ê E M .
Na p r i m e i r a q u i n t a - f e i r a de junho deste ano reuniu-se, na S P L E B , o C o n s e l h o de Obras Sociais
de
Vila Isabel.
F o r a m f o c a l i z a d o s v á r i o s a s s u n t o s d e i n t e r e s s e das ins
tituições filiadas aquele órgão.
Após a r e u n i ã o , os s p l e b i a n o s e de
mais membros do C.O.S. c o n f r a t e r n i z a r a m - s e , e s t r e i t a n d o seus
laços
de amizade e fortalecendo seus p r o p ó s i t o s de c o o p e r a ç ã o m u t u a .
SALA
-
Na última s e x t a - f e i r a de m a i o , foi r e a l i z a d a uma
prece por nossa irmã M a r i a Amãlia V i v e i r o s .
Durante a r e u n i ã o , os que a ela c o m p a r e c e r a m t o m a r a m c o n h e c i m e n t o
de
inúmeros grandes e pequenos benefícios que nossa irmã espalhara
sem
alarde.
Após a p r e c e , p r o f e r i d a por Maria do Carmo I g r e j a s , o e s p o so de nossa saudosa irma, o c o n f r a d e A r t h u r V i v e i r o s , d e s c e r r o u a pia
ca que deu o n o m e de M a r i a A m l l i a ã n o v a s a l a de c o s t u r a da S P L E B . ~
MOCIDADE
-
SPLEBIANA -
A 22 de agosto p . p . , i n a u g u r o u - s e , na sede
da
Sociedade Pró-Livro Espirita em Braile, a M o c i dade Splebiana.;
0 m e n t o r ê L u i z A n t ô n i o M i l l e c c o , V i c e - P r e s i d e n t e da
Sociedade, assessorado pela confreira Ruth Coco da Motta.
A r e u n i ã o d e i n a u g u r a ç ã o c o n t o u c o m a p r e s e n ç a d e 1 4 jovens.
E s p e r e m o s que a n o v a M o c i d a d e nao e s m o r e ç a e seja mais
um
d e s s e s pugilois d e j o v e n s e m t o r n o d o s q u a i s s e r e u n i r á o m u n d o f u t u ro.
CURANDEIRA
DE
BREJNEV
-
0 j o r n a l "0 G l o b o " p u b l i c o u u m a n o t a s o b r e a
"curandeira" Yiuna D a v i t a c h v i l i , que desaparecera de Moscou por estar sendo assediada pela imprensa estrangeira,
ao e s p a l h a r - s e ã i n f o r m a ç ã o de que t e r i a sido ela a a u t o r a do " m i l a g r e " que r e s t i t u i r a a saúde ao P r e s i d e n t e L e o n i d B r e j n e v .
Para a p o p u l a ç ã o , a e x - g a r ç o n e t e de um r e s t a u r a n t e de I b i lisi, na Geórgia, ê uma "curandeira", m a s , para a m e d i c i n a
oficial,
t r a t a - s e de uma p e s s o a " e x t r a - s e n s I v e l " .
0 caso de Y i u n a é m u i t o co
mum na U R S S , onde a A c a d e m i a de Ciências criou um laboratório
especialmente para estudar o fenômeno dos "extra-senslve'is".
Dessas investigações, muito minuciosas, os cientistas
soviéticos c o n c l u í r a m que d e t e r m i n a d a s p e s s o a s p o s s u e m um campo b i o l ó gico carregado de energia, que atua tanto nas plantas como nos seres
humanos.
Os especialistas c o n s i d e r a m que tal fenômeno não a p r e s e n t a
q u a l q u e r i d e n t i d a d e com os c h a m a d o s casos de " b r u x a r i a " ou "curandei^
rismo".
Yiuna Davitachvili ê muito conhecida da União Soviética,on
de participa de congressos científicos.
Em e n t r e v i s t a ao jornal dos
s i n d i c a t o s s o v i é t i c o s - o " T r u d " - ela f a l o u l o n g a m e n t e de seus m é t o dos de c u r a .
0 p r o f e s s o r A l e x a n d e r S p i r k i n , membro da A c a d e m i a
de
C i ê n c i a s d e M o s c o u , 'por -sua v e z , c o n t o u a o " T r u d " q u e Y i u n a
curara
uma úlcera em 15 m i n u t o s , com a simples a p l i c a ç ã o de s u a s " m ã o s m á g i cas" sobre o doente.
Spirkin observou ainda que "tais t r a t a m e n t o s "
não são novos na E u r o p a e nos E s t a d o s U n i d a s o n d e , t r a b a l h a n d o
sob
supervisão m é d i c a , os e x t r a - s e n s l v e i s dão alívio a milhares de p a c i entes.
•
Nota do Kardebraile':: Esperemos que os cientistas soviéticos levem
até as últimas conseqüências as suas investigações.
Se assim o fizerem, fatal_
mente esbarrarão com a realidade da sobrevivência além túmulo, confirmando-se,
então, certas previsões mediúnicas, segundo as quais a prova definitiva da existência e imortalidade da alma virá de um país oficialmente ateu.
ADVOGADO
Soubemos pelo "Jornal do B r a s i l "
que Orivaldo Vieira, cego, advoga
do m i l i t a n t e em B r a s í l i a , foi um dos 44 c a n d i d a t o s a p r o v a d o s p a r a o
provimento de 20 vagas de Juiz F e d e r a l , segundo relação divulgada pe
lo Tribunal Federal de R e c u r s o s , ainda na dependência de publicação"
no D i á r i o da Just.iça.
VIDA NO
CEGO
FRIO
SERÃ
JUIZ
CÓSMICO
FEDERAL
-
-
0 Boletim Semanal S e i , n° 649, na seção "Notas da G r a n d e I m p r e n s a " , p u b l i c o u a s e g u i n t e
transcrição do jornal"0' Primeiro de J a n e i r o " , da imprensa de Portugal: " P e s q u i s a d o r e s s o v i é t i c o s d e t e c t a r a m a p r e s e n ç a de vida a
uma
a l t i t u d e de 85 q u i l ô m e t r o s , jã em c o n d i ç õ e s de frio c ó s m i c o . U m a son ,
da assinalou a p r e s e n ç a de m i c r o - o r g a n i s m o s .
Até agora, pensava-se
que a v i d a só e x i s t i a até a a l t i t u d e m ã x i m a dè 30 km.
Na opinião de Segnei L i s s e n k o , que dirigiu a experiência,
esta d e s c o b e r t a faz p e n s a r na p o s s i b i l i d a d e da e x i s t ê n c i a de formas
p r i m i t i v a s de v i d a no e s p a ç o e r e c o l o c a a q u e s t ã o de s a b e r se a v i da foi ou n a o i n t r o d u z i d a na T e r r a a p a r t i r do C o s m o s " .
A c r e s c e n t a m o s nós do K a r d e b r a i l e : E depois disso, pode-se,
a f i n a l , g a r a n t i r que nao existe vida em Marte?
PROMOÇâO
ESPECIAL
VOLTA
0 n9 651 do S e i , em sua seção "Movimento E s p í r i
ta" , i n f o r m a - n o s que "0 E v a n g e l h o Segundo o E s p i r i t i s m o " , de' A l l a n K a r d e c , g r a v a d o p o r 1 4 f a m o s o s a s t r o s e e s t r e las do r á d i o e tv, p o d e s e r c o m p r a d o a c r é d i t o , com f a c i l i d a d e
de
pagamento.
Sao 16 fitas c a s s e t e s de 60 m i n u t o s cada uma.
A promoção é da E D I C E L ( E d i t o r a C u l t u r a l E s p í r i t a ) , da Rua G e n e b r a 1 2 2 , Be
la V i s t a , São P a u l o , SP - CEP 0 1 3 1 6 .
HORÁRIO
Desde 1970 a SPLEB vinha
realizando as reuniões
d o u t r i n á r i a s aos s á b a d o s , das 18h e 3 0 m ã s 2 0 h , mas n o i n í c i o d o ano
em c u r s o v o l t a r a m a r e a l i z a r - s e ãs t e r ç a s - f e i r a s , no h o r á r i o das 20
ãs 21,30 h o r a s .
ESCOLA
AO
-
DO
SEI
CULTO
DA
DO
EVANGELIZAÇÃO
DA
SPLEB
REFORMADOR
IRMÃO
-
MARIUS
-
0 S e r v i ç o E s p í r i t a de I n f o r m a ç õ e s de
j a n e i r o de 1981, p u b l i c o u uma e n t r e v i s t a d o V i c e - P r e s i d e n t e d a S P L E B , L u i z A n t ô n i o M i l l e c c o , a icerca des
t a s o c i e d a d e , s e u s p r o b l e m a s , a s o b r a s d e e x p a n s ã o d e s u a s e d e e seus
planos para o futuro.
E s s a e n t r e v i s t a f o i t a m b é m p u b l i c a d a p e l o Re_
formador de fevereiro do ano em c u r s o .
C o n f o r t a - n o s s a b e r que a f a m í l i a e s p í r i t a está a t e n t a aos
p r o b l e m a s de cada um de seus membros e que sua r e s p o s t a nao se
faz
esperar quando algum deles ergue a voz num apelo.
A e t e r n a g r a t i d ã o da S P L E B a o s c o m p a n h e i r o s do S E I e ã Fe_
d e r a ç á o E s p í r i t a B r a s i l e i r a , d a q u a l o R e f o r m a d o r e o e x c e l e n t e por_
ta-voz.
Essa g r a t i d ã o e s t e n d e - s e a q u a n t o s nos vieram e estão vindo em socorro oportuno.
INAUGURAÇÃO
E
DE
0
A Escola
reiniciou
suas a t i v i d a d e s , c o mo s e m p r e , ads s á b a d o s das 15 ãs 16 h s . A r e s p o n s á v e l pelo a n d a m e n t o d e s s e t r a b a l h o , a i r m ã R u t h C o c o d a M o t t a , e s t á s e m p r e a disposi_
ção dos pais que q u e i r a m m a t r i c u l a r seus f i l h o s .
APOIO
ESPÍRITA
ANTIGO
NOVA
FASE
DE
-
ATIVIDADES
DA
SPLEB
-
V e r i f i c o u - s e a 25
de m a i o o f e l i z ja
de uma pequena sole
contecimento para a família splebiana.
Constou
nidade doutrinária, seguida de confraternização.
Ao evento, compareceram o Prof. Francisco Tiessen, Presidente da Federação Espírita Brasileira, além de representantes
da
F e d e r a ç ã o E s p í r i t a do E s t a d o do Rio de J a n e i r o , do I n s t i t u t o de Cul
tura E s p í r i t a , da U R E V I T
(União Regional E s p í r i t a de Vila Isabel e
Tijuca).
E s t i v e r a m t a m b é m p r e s e n t e s a Profi* M a r j á D e v i d e O l i v e i r a ,
r e p r e s e n t a n d o o C o n s e l h o do B e m - E s t a r do Cego e a i r m ã R o s e m a r y M a c h
tans, splebiana da cidade de Santos ( S P ) .
-
SPLEB
Durante
(Preisente,
8 -
a solenidade, fez-se ouvir a palavra
V i c e - P r e s i d e n t e e 29 S e c r e t a r i o ) .
de
membros
da
0 P r o f . F r a n c i s c o T i e s s e n , f a l a n d o e m n o m e d a F e d e r a ç ã o E^_
p i r i t a B r a s i l e i r a , r e s s a l t o u o p a p e l d e s e m p e n h a d o p e l a S P L E B n a difju
s ã o d o L i v r o E s p i r i t a . C o n f i r m a n d o p a l a v r a s d o i n e s q u e c í v e l P r o f . Is_
m a e l G o m e s B r a g a , d e c l a r o u F r a n c i s c o T i e s s e n q u e a a t i v i d a d e d a SPLEB
c o m p l e t a o t r a b a l h o da F E B .
Apôs serem entoados vários c â n t i c o s , inclusive o Hino
da
SPLEB, seguiu-se a confraternização com visita as novas i n s t a l a ç õ e s .
AGRADECIMENTOS
-
A S P L E B ê g r a t a ao L a r de J ú l i a , na p e s s o a da
irmã
Z i l d a A l v a r e n g a , b e m c o m o á s i r m ã s Naíde Valle d a Silva
S a n t o s , Izabel B i t t e n c o u r t de Souza e ao casal E r n a n i e N a d i r Santos,
p e l a c a r i n h o s a c o l a b o r a ç ã o que lhe
p r e s t a r a m em hora tao d e c i s i v a e
difícil como a da a m p l i a ç ã o de n o s s a s i n s t a l a ç õ e s .
0 Lar de J u l i a , ao levar a efeito um b a z a r , na Rua V i s c o n de de Pirajá, 23, cedeu parte da loja para que a SPLEB também r e a l i zas s e o s eu .
N a í d e Valle da Silva S a n t o s , Izabel B i t t e n c o u r t e o
casal
Ernani e Nadir Santos serviram,em suas respectivas r e s i d ê n c i a s ,
um
chá f r a t e r n o , em b e n e f í c i o da S P L E B .
A t o d o s , q u e c o o p e r a r a m n a q u e l a e e m d e m a i s o c a s i õ e s , a nos_
sa g r a t i d ã o .
Ê* nas h o r a s d i f í c e i s que se c o n h e c e m os v e r d a d e i r o s amigos.
VOCÊ
' i c i e n t e s
têm
x -
CONCORDA
?
hotéis
sem
despesa
Em p u b l i c a ç ã o com este t í t u l o , o "Jornal do B r a s i l " ,
de
19 de agosto dè 1 9 8 1 , c o m u n i c o u q u e , por i n i c i a t i v a da A s s e s s o r i a dé
T u r i s m o da P r e f e i t u r a M u n i c i p a l de R e s e n d e e dos h o t e l e i r o s da área,
qualquer deficiente físico e acompanhante poderiam hospedar-se
grat u i t a m e n t e num' h o t e l d e I t a t i a i a , E n g e n h e i r o P a s s o s , M a u ã o u P e n e d o ,
d u r a n t e um fim de s e m a n a (o u l t i m o de cada um dos m e s e s de a g o s t o , s e
t e m b r o , outtlbrò e n o v e m b r o ) , b a s t a n d o f a z e r r e s e r v a • a t r a v é s d o t e l e fone 0 2 4 3 - 5 4 - 3 2 2 2 , r a m a i s 150 e 1 5 2 , da A s s e s s o r i a de T u r i s m o da P r e
feitura Municipal de Resende, participando, dessa maneira, do Ano In
ternacional da Pessoa Deficiente.
N ã o d i s c u t i m o s a b o a i n t e n ç ã o dos que p r o m o v e r a m tal empre
endimento.
No e n t a n t o , j u l g a m o s , data v e n i a , que os deficientes seriam i n f i n i t a m e n t e mais gratos se lhes fossem c o n c e d i d a s , nao
uma
benesse p r o v i s ó r i a , mas uma oportunidade d e f i n i t i v a de trabalho
em
cada hotel da m e n c i o n a d a r e g i ã o .
Você
concorda?
A SPLEB PRECISA DE VOCÊ
Dado o freqüente aumento do preço do papel
e a -escassez cada vez maior da mão-de-obra em
nossa sede, apelamos para Você no sentido de atualizar a sua contribuição e oferecer à S P L E B um
pouco do seu tempo. Da sua doação e do seu trabalho depende a vida da S P L E B .
-
Pedido através do Banco Boavista.
.
VISITE E UTILIZE A
BIBLIOTECA DA SPLEB
Obras Espíritas e Espiritualistas em
PUBLICAÇÃO
SEMESTRAL
(Distribuição interna gratuita)
(Impresso em tinta e em braille)
Ano X X I I
SETEMBRO
19 81
N.° 70
Diretor-Responsável
Diretor-Secretário
Luiz Antônio Millecco
Marcus Vinícius Telles
Redator-Chefe
Maria Apparecida
Gusmão Baptista
M_j
;
,
—
Sociedade Pró-Livro Espírita em Braille
(Declarada de Utilidade Pública Estadual)
S P
••
L Ê B
/
Expediente
Rua Thomaz Coelho, 51
1 de 2." a 6. feira
Aldeia Campista
1
CEP
—
20.540
\
das 9,00 às 11,30
^
e
das 14,00 às 16,30
Fone: 288-9844
:
J4 família Splebiana
e
:
!
••
'Kardebraile
deéejam
'Boaé -f-eéiaé
e
ípelfe Ano Tlovo

Documentos relacionados