Aldara Bizarro - Teatro Maria Matos

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Transcrição

Aldara Bizarro - Teatro Maria Matos
© Samuel Sequeira
dança
a partir dos 8 anos
Aldara Bizarro
Uma Nova Bailarina
Sala de Ensaios
sex 19 a dom 28 abril (exceto dias 22, 25 e 26) 2013
semana 10h00 sáb 16h30 dom 11h00
Duração 60 min
Maria Matos Teatro Municipal
Av. Frei Miguel Contreiras, n.º 52
1 700-21 3 Lisboa
tel. 21 8 438 800
www.teatromariamatos.pt
Uma Nova Bailarina
"Aldara Bizarro declarou a intenção política da sua
obra artística e discutiu a vulnerabilidade da democracia com um público infanto-juvenil. Criteriosamente
articulados, o movimento dançado, os objetos manipulados e as palavras cantadas formam um discurso
interativo com grande valor estético e crítico."
Público
Uma Nova Bailarina é um espetáculo sobre a democracia
que nos remete para o papel de cada um na sociedade e
para a consciência cívica, abordando, através da dança, de
uma forma não convencional, e com muito humor, questões éticas e de valores-base de construção pessoal e social.
O público é assim convidado a pensar, escolher e decidir,
através de questões que vão sendo colocadas pela bailarina, que age como se o público nunca tivesse ouvido falar
destas temáticas. Estes terão assim que tomar posições de
cidadania, unindo-se, chegando a ter de se opor à Bailarina, que, por vezes, não tem um comportamento nada democrático. Na sequência do trabalho que tem vindo a
ser desenvolvido pela coreógrafa Aldara Bizarro, esta é
uma peça em que a palavra está muito presente, sempre
com objetivo de reforçar a consciência da ligação entre o
corpo e a mente, ligando o pensamento à dança e potenciando uma nova forma de viver o lugar do corpo na sociedade.
Uma Nova Bailarina foi considerado pelo jornal Público um
dos melhores espetáculos de dança de 2012.
Aldara Bizarro nasceu em 1965 em Moçambique. Em
1979, iniciou os seus estudos em dança, passando por Lisboa, Nova Iorque e Berlim. Como intérprete, trabalhou com
Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho, Joana Providência, Paula Massano, Madalena Victorino e integrou o
grupo de coreógrafos portugueses presentes na Europália 91
em Klapstuck, na Bélgica. Com Me, Myself and Influências, a
sua primeira criação coreográfica, foi premiada no IV
Workshop Coreográfico de Lisboa (1990) e, desde então, tem
dirigido e interpretado inúmeros outros trabalhos. Em 2005,
colaborou com Fernanda Fragateiro no projeto Caixa para
guardar o vazio estreado em outubro, do mesmo ano, no Teatro Viriato, que viria a ser reposto em 2009 em Itália no
âmbito do festival Piccola Europa. Em 1999, em associação
com Rui Nunes, fundou a Jangada, estrutura subsidiada
pelo Ministério da Cultura. Juntos conceberam o Festival
W.A.Y., que contou com três edições bienais entre 2000 e
2006. Em 2007, iniciou o Projecto Respira, criação de um espetáculo de dança com três turmas de 6.º ano de três escolas de diversos pontos do país, num trabalho articulado
com as diversas comunidades locais. Em 2010, criou A Casa,
com base em entrevistas realizadas num conjunto de entrevistas recolhidas e filmadas em vídeo, com a população das
localidades de apresentação do espetáculo. Tem igualmente
desenvolvido uma atividade formativa intensa, colaborando regularmente com a Fundação Calouste Gulbenkian e a
Escola Superior de Dança.
Yola Pinto licenciou-se em arquitetura ao mesmo tempo
que completava o seu plano de formação em Dança Contemporânea no CEM – Centro em Movimento sob a orientação da sua Diretora, Sofia Neuparth. Em 2001, desloca-se
a Amesterdão e ingressa no curso intensivo de Exploração
de Movimento na School for New Dance Development, onde tem igualmente oportunidade de trabalhar com a Mag
Pie Company, investigadora de discursos improvisados em
várias áreas. Desde então tem trabalhado este método em
conjunto com vários músicos e nos conteúdos leccionados
como formadora em vários pontos do país. Participou como
intérprete para vários criadores em Dança, Teatro e Cinema, mas é no desenvolvimento do seu trabalho pessoal que
se reflete a profunda contaminação pela sua experiência
anterior, patente na concepção de várias instalações e cenografias associadas ao movimento. Integra desde 2003 o
corpo de professores residentes do CEM na área da dança.
Aldara Bizarro interpretação Costanza Givone (interpretação original) e Yola Pinto música Fernando Mota apoio na área da
Dina Mendonça apoio à criação e vídeo promocional Catarina Santos coprodução Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida, TEMPO, Teatro Municipal de Faro,
Cineteatro João Mota, CCB/Fábrica das Artes, CDCE, Centro Cultural do Cartaxo patrocínio Tricot’s Brancal, Pollux, Yunit apoios Câmara Municipal de Cascais,
Centro em Movimento Jangada de Pedra é uma estrutura financiada por Secretário de Estado da Cultura/DG Artes parcerias Liga dos Combatentes, REDE –
Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea (membro fundador da associação)
conceção, direção e coreografia
fil osofia
a seguir...
3 aos 5 anos | pré-escolar
Fim de semana Tricolor – Dia Mundial da Criança
Amarelo / Azul / Rubro
ter 28 maio a qua 5 junho (exceto 3 junho) 2013
Neste ano, comemoramos o Dia Mundial da Criança com a apresentação da trilogia da cor. Amarelo, Azul e Rubro regressam aos
nossos palcos em versões mais intimistas aproximando as três cores primárias quase como quem as mistura para ver o que acontece.
Enquanto nas salas decorrem os espetáculos, no foyer as cores em forma de tinta são a matéria para diferentes criações. Neste dia, o
Teatro Maria Matos vai ser das crianças.