plano de atividades - Cáritas Portuguesa

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plano de atividades - Cáritas Portuguesa
PLANO DE
ATIVIDADES
2015
ÍNDICE
01
02
03
Enquadramento
Identidade
Quem somos
Missão
Visão
Estratégia
Eixos de atuação
Estratégias e objetivos
estratégicos
P. 05
P. 07
P. 03
04
05
06
07
Plano
de atividades
das unidades
Cronograma
Recursos
Conclusão
P. 57
P. 61
P. 63
P. 21
01
Enquadramento
ENQUADRAMENTO
Temos a consciência de que a evangelização é, em si mesma, obra da caridade e de igual
modo reconhecemos que a caridade não se reduz à ação caritativa e social da Igreja, mas
entendemos que este serviço da caridade merece ser considerado como elemento constitutivo da missão evangelizadora da Igreja.
Se o serviço da caridade não for considerado evangelizador e se não fizer parte da reflexão da Igreja como um elemento constitutivo de evangelização, a evangelização se
empobrece, o serviço caritativo se desvirtua e se reduz a uma tarefa meramente assistencial.
A diaconia da caridade deve ser o motor da missão e o seu sinal de credibilidade, conforme o Papa Emérito Bento XVI dizia no Proémio do Motu Proprio Intima Ecclesiae Natura “o serviço da caridade é uma dimensão constitutiva da missão da Igreja e expressão
irrenunciável da sua própria essência”.
O Plano de Atividades da Cáritas Portuguesa para 2015 procura não só ter presente o
amor fraterno, a entrega cuidadosa ao serviço dos pobres, a importância do testemunho,
a necessidade de que a Igreja anuncie o que é e vive, mas também ser referência do exercício organizado da caridade porque a caridade não é uma questão individual, mas sim,
tarefa de toda a comunidade porque é toda a comunidade que deve anunciar o evangelho
desde a experiência da caridade.
Em consequência, podemos afirmar que “a Igreja nunca poderá ser dispensada da prática
da caridade enquanto atividade organizada dos crentes” (Deus Caritas Est, 29) e que não
há uma verdadeira comunidade cristã onde não haja e não se veja o exercício organizado
da caridade.
Na Cáritas Portuguesa estamos cientes, por um lado, que a realidade social e as causas
de pobreza e exclusão, em Portugal, se agravaram nos últimos anos e que, por via disso, é
06
Enquadramento
fundamental dar resposta às novas situações (Relatório: A Crise Europeia e o seu custo
humano); por outro lado, sentiu-se a necessidade de a própria organização se reestruturar de forma a facilitar o seu trabalho e o trabalho em comum com as Cáritas Diocesanas.
O resultado é esta proposta de ação que contém as referências institucionais que devem
nortear o trabalho da Cáritas Portuguesa para o próximo ano: prioridades estratégicas;
indicativos de objetivos específicos e diretriz geral das atividades e ações.
É de referir, igualmente, que se mantém ao mesmo tempo a tarefa de prosseguir com o
Plano Estratégico da Cáritas em Portugal para o triénio 2014-2016, nomeadamente no
que respeita à monitorização e avaliação do Plano de Ações desenvolvido ao nível das
Cáritas Diocesanas.
Procuramos, assim, que o Plano de Atividades da Cáritas Portuguesa para o próximo ano
de 2015, seja uma ferramenta que permita orientar o nosso trabalho, reconhecendo-lhe a
importância de que só dessa forma é possível poder realizar essa tarefa comum com os
contributos, competências e capacidades de todos os que trabalham na e para a Cáritas
Portuguesa. /
02
Indentidade
QUEM SOMOS
A Cáritas é um serviço oficial da Igreja
Católica em Portugal e é constituída
pela Cáritas Portuguesa, pelas vinte
Cáritas Diocesanas e grupos locais que atuam em proximidade nas
paróquias e comunidades.
É membro da Caritas Internationalis,
da Cáritas Europa, e a nível nacional
faz parte da Confederação Nacional
das Instituições de Solidariedade, da
Confederação Portuguesa do Voluntariado e da Plataforma Portuguesa
das ONGD.
POR ISSO DIZEMOS QUE...
SOMOS UMA INSTITUIÇÃO DIGNA DE
CONFIANÇA PORQUE CONHECEMOS
A REALIDADE SOCIAL E AS NECESSIDADES DOS QUE MAIS PRECISAM;
GARANTIMOS UMA UTILIZAÇÃO EFICAZ DOS FUNDOS QUE NOS SÃO CONFIADOS; AS NOSSAS COLABORADORAS E COLABORADORES (TÉCNICOS
PROFISSIONAIS OU VOLUNTÁRIOS)
SÃO PESSOAS QUALIFICADAS, MOTIVADAS E IDENTIFICAM-SE COM A
IDENTIDADE E CARÁTER DA INSTITUIÇÃO.
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Identidade
A NOSSA VISÃO
Estamos comprometidos com um
mundo:
__ Guiado pela solidariedade, justiça e
paz;
__ Que respeita os direitos e a dignidade de cada ser humano cuja força
se mede pelo bem-estar dos mais
pobres, mais fracos e desprotegidos;
__ Que reconhece que a riqueza e a
plenitude da criação representam
o bem comum de todos os seres humanos;
__Que aceita que todos devem ter
acesso à alimentação, à água, à
saúde, à educação e formação e ao
trabalho.
POR ISSO DIZEMOS QUE…
A CÁRITAS DEVE SER UMA REFERÊNCIA DA PRÁTICA DA ATIVIDADE
PASTORAL DA IGREJA, ILUMINADA
PELA FÉ, À LUZ DA SUA DOUTRINA
SOCIAL.
A NOSSA MISSÃO
A ação social da Cáritas reparte-se
por cinco conjuntos de atividades que
visam a solução dos problemas sociais no quadro do desenvolvimento
integral:
__Assistência/emergência
__ Promoção humana
__ Desenvolvimento sócio local
__ Intervenção social
__ Animação sócio pastoral
POR ISSO DIZEMOS QUE…
A CÁRITAS TEM COMO MISSÃO O DESENVOLVIMENTO HUMANO E A DEFESA DO BEM COMUM, ATRAVÉS DA
ANIMAÇÃO DA PASTORAL SOCIAL,
INTERVINDO EM ORDEM À TRANSFORMAÇÃO SOCIAL, FOMENTANDO
A PARTILHA DE BENS E A ASSISTÊNCIA EM SITUAÇÕES DE CALAMIDADE
E EMERGÊNCIA.
03
Estratégia
10
Estratégia
EIXOS DE ATUAÇÃO
Tendo em consideração o Plano Estratégico da Cáritas em Portugal para o triénio 2014-2016, procurámos enquadrar o Plano de Atividades da Cáritas Portuguesa para o ano de 2015 nas orientações fundamentais nele inscritas e que, de forma objetiva, articulamos em cinco eixos, sendo que, três deles, correspondem ao que consideramos como missão da ação da Cáritas:
__ DAR VOZ AOS POBRES
__ A COMUNIDADE CRISTÃ
__ A RESPOSTA À SOCIEDADE
Um outro diz respeito aos meios necessários para desenvolver a ação estratégica:
__ Organização e Rede Cáritas
E um último, orientado para os profissionais e voluntários que concretizam no terreno as atividades e ações da Cáritas:
__ Agentes Cáritas /
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DAR VOZ AOS POBRES
Dar voz aos pobres é reconhecer o direito que lhes assiste de fazerem ouvir a sua voz e, desse modo, adquirirem poder para intervir na sociedade e assumindo o seu papel de ator social.
Dar voz aos pobres é saber...
“…se consigo ajudar uma só pessoa a viver melhor, isso já justifica o dom da minha vida. É maravilhoso ser povo fiel de Deus. E ganhamos
plenitude, quando derrubamos os muros e o coração se enche de rostos e de nomes!”
Evangelii Gaudium, 274
EIXO 1
Este eixo tem o seu ponto de partida nos objetivos permanentes da Cáritas:
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EEstratégia
__ Exercer uma missão profética na ação prática, no anúncio e na denúncia - opção pelos pobres como caminho a ser vivido por cada cristão e por toda a
sociedade;
__ Desenvolver uma “função evangelizadora-catequética” pela sensibilização da consciência cristã para a vivência da caridade;
__ Assumir o papel fulcral na animação comunitária promovendo e apoiando ações significativas em resposta às reais necessidades humanas, em particular a favor dos mais pobres;
__ Intervir de modo visível, concreto e rápido em momentos particularmente difíceis e de emergência para a vida das pessoas e das comunidades;
__ Ajudar a refletir sobre a realidade social e promover caminhos de desenvolvimento das pessoas e das comunidades.
Nesse sentido, definem-se e desenvolvem-se as seguintes estratégias e os respetivos objetivos estratégicos... /
Estratégia
Objetivos estratégicos
Gerar informação sobre a realidade social nacional;
Promover a análise da realidade social nacional, difundindo-a publicamente e aplicando-a à realidade da
Cáritas.
Gerar propostas adequadas e eficazes com incidência
política, económica e social de forma a contribuir para
a transformação social.
Gerar análises e informações a partir do Núcleo de Observação Social que permitam a adequação da capacidade de planificação e intervenção da Cáritas às necessidades sociais;
Estabelecer e potenciar a análise da realidade social no âmbito nacional, centrada nas temáticas do desenvolvimento e das causas da
pobreza.
Gerar propostas adequadas que incidam sobre grupos políticos, comissões parlamentares a todos os níveis, com conteúdos e temas
sociais relevantes;
Formalizar canais de comunicação estáveis e sistemáticos, coordenando e participando em fóruns e redes, assim como interagindo com
agentes políticos, sociais e organizações do Terceiro Sector.
Promover os processos que garantam o acesso aos direitos sociais (educação, saúde, emprego, habitação, proteção social...) das pessoas
em situação de risco de exclusão;
Permitir que a Cáritas desenvolva ações significativas junto dos que mais precisam e orientadas para a
inclusão social das pessoas em situação de vulnerabilidade ou exclusão.
Potenciar os processos disponíveis na oferta do Estado (Segurança Social);
Fortalecer o programa de emprego como uma via importante para a integração sócio laboral;
Priorizar a presença significativa da Cáritas junto das pessoas em grave situação de exclusão social.
Potenciar a participação das pessoas destinatárias
da nossa ação como sujeitos ativos da sociedade e
protagonistas dos seus próprios processos de desenvolvimento.
Potenciar uma metodologia de trabalho que promova a participação das pessoas nos seus próprios processos de trabalho;
Reforçar a nossa intervenção como rede de ajuda às
pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão,
potenciando programas de promoção e dando respostas às necessidades básicas como parte de um plano
integrado de ação.
Reforçar os programas de promoção da Cáritas, como núcleo estável da sua atividade e como resposta às necessidades conjunturais;
Promover a participação social das pessoas em situação de vulnerabilidade ou exclusão do tecido social e na defesa dos seus direitos.
Dar resposta às situações de crise, apoiando-se nos dados proporcionados pelo Núcleo de Observação Social e como referência o Plano
Estratégico da Cáritas em Portugal para o triénio 2014-2016.
A COMUNIDADE CRISTÃ
É missão essencial da Cáritas acolher e trabalhar com as pessoas em situação de pobreza e exclusão, tornando-as protagonistas da sua própria libertação.
A Cáritas, enquanto expressão organizada da missão da Igreja, deve envolver toda a comunidade cristã, denunciando as injustiças e contribuindo para a
construção da nova relação de justiça, solidariedade e paz.
“Cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres para que se
possam integrar plenamente na sociedade.” Evangelii Gaudium, 187
EIXO 2
Este Eixo desenvolve-se a partir dos objetivos permanentes da Cáritas, como são:
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Estratégia
__ Estimular a animação da comunidade cristã para que participe na ação sócio-caritativa da Igreja;
__ Promover a colaboração dos diferentes grupos da Igreja comprometidos com a Cáritas no exercício do ministério da caridade, em coerência com a
opção preferencial pelos pobres;
__ Apoiar a integração da ação sócio-caritativa da Igreja na pastoral de conjunto.
O Plano de Atividades propõe desenvolver como aspeto essencial e relevante:
__ Fomentar a criação de grupos de ação social nas paróquias;
__ Promover o debate e articulação entre as estruturas sócio eclesiais;
__ Reforçar a presença da Cáritas nas comunidades cristãs.
Para isso definem-se e desenvolvem-se as seguintes estratégias com a sequente concretização nos objetivos estratégicos correspondentes... /
“A diaconia não é apenas uma questão de cristãos individuais, mas constitui um elemento estruturante da vida eclesial, no
ponto de se poder - e até dever - falar de uma “estrutura diacónica” da Igreja, no sentido de que o serviço aos homens constitui
uma dimensão estrutural da vida da Igreja em todos os seus níveis de realização e em todas as suas configurações. Esta dimensão de diaconia não pode, pois faltar, na vida concreta de uma comunidade cristã.” José Borges de Pinho, Diaconia e Identidade
Eclesial, 23 e 24
Estratégia
Reforçar a presença da Cáritas no tecido eclesial,
especialmente, na animação das comunidades paroquiais.
Aumentar o compromisso com as Cáritas Diocesanas
no sentido de promover dinamismos sistematizados
de animação/ formação local com grupos e agentes
de ação social.
Dispor no terreno de uma adequada rede de intervenção, com equipas capacitadas para desenvolver uma
ação sócio-caritativa junto das pessoas em situação
de vulnerabilidade e exclusão
Objetivos estratégicos
Reforçar o conhecimento que a comunidade cristã tem da Cáritas e difundir os seus princípios e valores no trabalho pastoral das comunidades pastorais;
Aumentar a presença da Cáritas Portuguesa junto das Cáritas Diocesanas, coordenando e cooperando com elas na ação da pastoral
social.
Consolidar equipas de animação diocesanas e paroquiais;
Criar e distribuir conteúdos formativos e informativos relativos à ação social paroquial;
Criar Planos diocesanos de animação/formação.
Aumentar a rede da Cáritas promovendo a sua criação onde se justificar e/ou melhorar a resposta da ação social da paróquia, proporcionando uma melhor organização e articulação dos grupos paroquiais já instituídos;
Incrementar ações e respostas coordenadas da animação comunitária junto dos núcleos territoriais mais desfavorecidos.
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RESPOSTA À SOCIEDADE
A sociedade, cada uma das pessoas que a integram e os agentes sociais são destinatários da Cáritas, na medida em que desejamos aprofundar, cada
vez mais, a dimensão transformadora da nossa ação, promovendo a mudança tanto no comportamento e nas atitudes das pessoas como nas estruturas
sociais.
“Deriva da nossa fé em Cristo que Se fez pobre e sempre Se aproximou dos pobres e marginalizados, a preocupação pelo desenvolvimento integral dos mais abandonados da sociedade”. Evangelii Gaudium, 186
Também este eixo parte dos objetivos que são a orientação da Cáritas:
EIXO 3
__
__
__
__
16
Estratégia
Contribuir para uma maior consciencialização sobre a realidade da pobreza e da exclusão na nossa sociedade;
Promover uma consciência crítica e de denúncia perante as situações de injustiça;
Influenciar os meios de comunicação social, as empresas, os governos para que deem prioridade aos critérios éticos e sociais na sua atividade;
Contribuir para o desenvolvimento de uma rede de organizações sociais que trabalhe na luta contra a pobreza e exclusão, promovendo, em conjunto,
ações transformadoras que favoreçam uma mudança de atitude de cidadania.
O Plano de Atividades propõe desenvolver como aspetos relevantes:
__ Fomentar a sensibilização da sociedade sobre os programas, projetos e ações da Cáritas e aumentar a sua imagem com estratégias de comunicação
adequadas;
__ Intensificar a presença de propostas de transformação social na sociedade e nas administrações públicas.
Para isso se definem e desenvolvem as seguintes estratégias que se concretizam nos correspondentes objetivos estratégicos... /
“No diálogo com o Estado e com a sociedade, a Igreja não tem soluções para todas as questões específicas. Mas juntamente com
as várias forças sociais, acompanha as propostas que melhor correspondam à dignidade da pessoa humana e ao bem comum. Ao
fazê-lo, propõe sempre com clareza os valores fundamentais da existência humana, para transmitir convicções que se possam
depois traduzir em ações políticas.” Evangelii Gaudium,241
Estratégia
Fomentar a sensibilização da sociedade sobre as circunstâncias das pessoas em situação de exclusão e
das suas causas, em Portugal e no mundo, tendo em
conta a Dimensão Universal da Caridade.
Aumentar a visibilidade junto da sociedade das ações
significativas da Cáritas em todos os seus âmbitos e
níveis.
Aumentar a presença responsável da Cáritas em redes, fóruns e plataformas de âmbito nacional e internacional.
Promover junto da sociedade propostas de transformação social, fundamentadas na análise da realidade,
na ação social e na denúncia profética dos nossos valores.
Objetivos estratégicos
Sensibilizar a sociedade sobre a ação desenvolvida pela Cáritas e fundamentalmente na sua dimensão da promoção da pessoa humana;
Aumentar a sensibilização da sociedade através de ações e campanhas que ponham em relevo a realidade das pessoas em situação de
vulnerabilidade e de exclusão.
Dar a conhecer à sociedade, de forma visível e eficaz, os resultados e o alcance das atividades da Cáritas em todos os seus âmbitos e
níveis;
Estabelecer estratégias e canais de comunicação capazes de aumentar a imagem Cáritas na sociedade.
Assegurar uma presença ativa, participação qualificada e incidência significativa nas redes, fóruns e plataformas mais adequadas.
Apresentar propostas junto das administrações públicas, agentes políticos, agentes sociais e cidadãos em geral sobre políticas sociais
para pessoas em risco de exclusão;
Promover ações que difundam e impliquem a sociedade na luta contra a pobreza.
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ORGANIZAÇÃO E REDE CÁRITAS
O ano de 2015 é fundamental para a implementação não só da nova organização estrutural interna da Cáritas Portuguesa, como também da adaptação e
adequação dos Standards Mínimos, requeridas pela Caritas Internationalis, à realidade da instituição.
Esta nova realidade deverá ser a base sobre a qual se estruturará a cultura de participação e colaboração entre a Cáritas Portuguesa e as Cáritas Diocesanas.
O seu funcionamento articula-se através da planificação das diferentes atividades e ações, da gestão das pessoas (profissionais ou voluntários), dos
recursos materiais, dos sistemas de informação e de comunicação da Cáritas Portuguesa com as Cáritas Diocesanas e com a sociedade de modo geral.
EIXO 4
Este eixo também ele se declina diretamente dos objetivos gerais da Cáritas:
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Estratégia
__ Melhorar os procedimentos e aumentar a eficiência da organização interna;
__ Orientar o trabalho da Cáritas Portuguesa no sentido de aumentar a proximidade às Cáritas Diocesanas, adaptando, para isso, a estrutura e competência das equipas envolvidas em projetos;
__ Partilhar os recursos humanos e materiais. Partilhar os conhecimentos em função das necessidades da Cáritas Portuguesa, reforçando a corresponsabilidade e a subsidiariedade por parte das Cáritas Diocesanas, proporcionando o equilíbrio necessário e de entreajuda entre pessoas e instituições;
__ Criar e partilhar boas práticas no sentido de fortalecer capacidades e optimizar recursos para a intervenção social;
__ Promover e melhorar o modelo colaborativo entre os membros Cáritas.
O Plano Estratégico propõe desenvolver como aspetos relevantes:
__
__
__
__
Incrementar a capacidade de organização e de gestão, utilizando sistemas e ferramentas comuns (Standards Mínimos);
Dispor de uma estrutura eficiente e participativa a nível da Cáritas em Portugal;
Proporcionar a implementação do caminho para qualidade, garantindo a transparência, a boa governação e a qualidade de gestão;
Viver a Rede Cáritas no sentido de fortalecer a sua cultura de comunhão e colaboração.
Para isso, se define e desenvolve as estratégias seguintes, bem como os seus correspondentes objetivos estratégicos... /
“O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja
universal na sua globalidade. A Igreja também enquanto comunidade deve praticar o amor. Consequência disto é que o amor
tem necessidade também de organização enquanto pressuposto para um serviço comunitário ordenado.” Deus Caritas Est, 20
Estratégia
Garantir a transparência, o bom governo e o “Caminho
para a Qualidade”.
Objetivos estratégicos
Implementar os Standards Mínimos de forma a permitir não só o caminho para a qualidade em fase de implementação, como também assegurar a qualidade no desenvolvimento das principais atividades das diferentes unidades da Cáritas Portuguesa;
Assegurar o cumprimento dos procedimentos definidos e implementados na organização.
Rever e atualizar a melhor maneira de funcionamento na relação entre a Cáritas Portuguesa e as Cáritas Diocesanas;
Reforçar a todos os níveis a coordenação e a participação entre a Cáritas Portuguesa e as Cáritas Diocesanas.
Melhorar a comunicação interna de forma a reforçar a coordenação e participação, especialmente através da intranet;
Aprofundar na cultura da Cáritas Portuguesa a autonomia e comunhão que hão de ser necessariamente compatíveis;
Cuidar da fluidez da informação entre os distintos planos e desenvolver ferramentas que facilitem o intercâmbio de conhecimentos e boas
práticas presentes na rede Cárita.
Focalizar a ação da Cáritas Portuguesa na resposta ágil
e eficiente às propostas quer de âmbito governamental,
quer de instituições públicas ou privadas, procurando
envolver a participação das Cáritas Diocesanas indo
ao encontro das suas necessidades e capacidades de
resposta.
Incrementar a capacidade de gestão da Cáritas Portuguesa mediante o desenvolvimento de sistemas informáticos e ferramentas de gestão específicas.
Identificar prioridades da Cáritas Portuguesa e das Cáritas Diocesanas de forma conjunta, tendo em especial atenção as necessidades, a
capacidade de resposta dos serviços implementados e os apoios que se podem requerer;
Envolver, coordenar e promover a participação interessada das Cáritas Diocesanas nos projetos, campanhas e eventos de âmbito nacional;
Estabelecer e avaliar os planos de atuação acordados no âmbito do Plano Estratégico para o triénio 2014-2016.
Incrementar a capacidade de gestão da Cáritas Portuguesa mediante o desenvolvimento de sistemas informáticos e ferramentas de
gestão específicas;
Potenciar a utilização de sistemas informáticos de gestão a nível da Cáritas em Portugal, mantendo e desenvolvendo aplicações e redes
adotadas às necessidades, bem como assegurando o seu eficiente funcionamento e evolução futura.
Definir princípios de atuação e criar metodologias de trabalho conjunto;
Criar e partilhar boas práticas, fortalecendo capacidades e otimizar recursos para a intervenção social
quer no âmbito da Cáritas Portuguesa, quer ao nível das
Cáritas Diocesanas.
Estabelecer um perfil comum e promover a qualificação, criando um programa nacional de integração e formação de dirigentes e colaboradores profissionais;
Qualificar o trabalho voluntário;
Consolidar as ferramentas digitais de comunicação da Cáritas Portuguesa.
Criar e disseminar instrumentos de apoio à capacitação da Rede Cáritas nomeadamente modelos de gestão e metodologias de trabalho
partilhado;
Rever o sistema de informação nacional para recolha e tratamento de dados da rede, com padrões de avaliação e monitorização comuns;
Refletir o modelo colaborativo.
Disseminar boas práticas junto das Cáritas Diocesanas, partilhando recursos aos níveis local, nacional e internacional;
Convocar pessoas e organizações da sociedade civil na reflexão e na implementação do modelo colaborativo;
Consolidar o modelo colaborativo tendo como objetivo melhorar qualidade da participação da Cáritas Portuguesa nas estruturas em que
está filiada, nomeadamente Caritas Europa e Cáritas Internationalis.
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AGENTES CÁRITAS
Este Eixo nasce dos objetivos permanentes da Cáritas como:
__ Potenciar e valorizar o voluntariado;
__ Favorecer o crescimento pessoal dos agentes Cáritas em todas as suas dimensões.
O Plano de Atividades propõe os seguintes aspetos:
__ Aumentar o desenvolvimento dos agentes reforçando a sua capacidade técnica e humana;
__ Fortalecer o voluntariado.
EIXO 5
Nesse sentido, definem-se e desenvolvem-se as seguintes estratégias e os respetivos objetivos estratégicos... /
“Todos os que trabalham nas instituições caritativas da Igreja devem distinguir-se por isto: não se limitam a executar habilidosamente a ação conveniente naquele momento, mas dedicam-se ao outro com as atenções sugeridas pelo coração, de modo
que ele sinta a sua riqueza de humanidade” Deus Caritas Est, 31
“O amor de Cristo nos impele” 2 Cor 5,14 2 Cor 5,14
20
Estratégia
Estratégia
Reforçar a dimensão de testemunho dos agentes
Cáritas, potenciando a sua formação nos aspetos de
identidade Cáritas e técnicos, desde a Doutrina Social
da Igreja à ação social.
Objetivos estratégicos
Melhorar a formação dos agentes da Cáritas mediante o desenvolvimento de planos de formação que abarquem tanto os aspetos gerais
como os específicos, incluindo módulos de identidade Cáritas e técnicos dentro das mais variadas especialidades;
Aumentar a formação da realidade social e a forma de atuar sobre ela e fomentar o estudo e o conhecimento da Doutrina Social da Igreja.
Promover a incorporação plena do voluntariado nas equipas de trabalho com o acompanhamento adequado;
Fortalecer o voluntariado como elemento fundamental da Cáritas.
Incrementar o voluntariado da Cáritas, com especial atenção à presença inter-geracional e intercultural, facilitando a proximidade das
pessoas jovens à ação da Cáritas.
21
04
Plano de atividades
das unidades
PLANO DE ATIVIDADES DAS UNIDADES
O Plano de Atividades nasce da necessidade da Cáritas Portuguesa desenhar as suas
ações enquadradas no que definimos como as grandes orientações do Plano Estratégico
da Cáritas em Portugal para o triénio 2014-2016 e, desse modo, ganhar coerência estratégica.
Do mesmo modo, também será possível sustentar, de forma coerente, todo o conjunto
de atividades e respetivas ações de cada uma das unidades da Estrutura Cáritas Portuguesa.
Pretendemos que este documento se converta num instrumento de todos os que trabalham na Cáritas Portuguesa, porque todos o devem considerar como referência viva, real
e objetiva do trabalho a realizar pela instituição no ano de 2015.
24
Plano de atividades das unidades
O Plano de Atividades define a estratégia e os objetivos estratégicos e, em conformidade, cada uma das unidades definiu as respetivas Ações e o consequente Orçamento.
O mais importante de todo o Plano de Atividades é que ele seja um documento adequado
e que possa contribuir, como resposta, para a solução dos problemas. Seria, igualmente,
importante que as linhas de atuação das diferentes unidades permitissem explorar novas oportunidades para lutar, com eficácia e eficácia, pela justiça, contra a pobreza e a
exclusão social.
Do Plano de Atividades da Cáritas Portuguesa para 2015 ressaltam cinco prioridades de
ação. As prioridades identificadas respondem aos eixos:
DAR VOZ AOS POBRES
Recolha de Informação. Análise e tratamento da informação. Fonte de informação.
PRIORIDADE > Influência pública *
EIXO 1
UNIDADE ESTUDOS E INSTRUMENTOS SOCIAIS
__ Núcleo de Observação Social - NOS
__ Programa CARES e Relatório da Crise
__ Fórum Não-Governamental para a Inclusão Social (FNGIS) e Grupo de Trabalho da Estratégia Nacional
de Luta Contra a Pobreza e Exclusão Social (ENLCPES)
__ Centro de Recursos
* …é o conjunto de ações de incidência política, tais como estudo e análise, informação pública, consulta, diálogo, pressão ou denúncia,
e propostas alternativas de ação, tendentes a fazer ouvir aqueles que não tem voz (pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade e
pobreza), junto dos decisores políticos.
O objectivo é monitorizar, e sempre que necessário alterar, as políticas públicas, por forma a criar condições para a concretização da
nossa visão: um mundo sem pobreza e injustiça onde o desenvolvimento humano seja equitativo e sustentável a escala local e global.
Retirado de http://www.oikos.pt/pt/component/k2/item/662
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Eixo
1 _ Dar Voz aos Pobres
Atividade
NÚCLEO DE OBSERVAÇÃO SOCIAL - NOS
Objetivos
Conhecer os casos e problemas sociais registados nos serviços de atendimento social,
paroquiais e diocesanos
Contribuir com propostas de solução dos problemas identificados
Entender a realidade socioecónomica nacional através da análise do atendimento social
de proximidade
Intervir junto dos centros de decisão política, ou outros para a adoção de medidas
consideradas necessárias
Participar no projeto-piloto de Observatório Social da CEP
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
- Empresa produtora/gestora do SGASP
- Sociedade de S. Vicente de Paulo
- Projeto-piloto de Observatório Social da CEP (Universidade Católica, e Misericórdias)
Fatores de risco/
condicionantes
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Recolha de dados estatísticos e produção de
relatórios
Apresentação de propostas
Reuniões de equipa
Reuniões regionais com as equipas diocesanas
Dar conhecimento periódico aos Bispos Diocesanos e
às Cáritas das ações no âmbito do NOS
Participar nas reuniões do projeto-piloto do Observatório Social
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Rui Pereira
Assistente operacional _ a designar
Outros voluntários _ Acácio Catarino
Outros voluntários _ Alda Couceiro
Outros voluntários _ Correia Saraiva
Outros voluntários _ Emílio Rosa
Outros voluntários _ Maria dos Anjos
Outros voluntários _ Mário Caldeira Dias
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Plano de atividades das unidades
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Descrição e quantificação das ações
Recolha mensal de dados estatísticos; amostra
estável e coerente dos serviços de atendimento;
produção de relatórios
Apresentação de propostas, fazendo as insistências
necessárias para que sejam adotadas as medidas
políticas necessárias à resolução dos problemas
Realizar 10 reuniões
Estudos e Instrumentos
Âmbito territorial
Nacional
Sociais
Para recolha de dados: Cáritas Diocesanas e outros agentes de atendimento
Propostas: Decisores
4 relatórios anuais estatísticos com os dados do atendimento social
Indicadores/
evidências
Registo mensal
Relatório trimestral
NOS enviado às CD
Divulgação do programa SGASP em quatro reuniões interdiocesanas
Apresentação de, pelo menos, quatro propostas junto dos centros de decisão política e
outras entidades
Aumento da notoriedade do NOS junto da rede Cáritas e outras partes interessadas
(stakeholders)
- Não ter um número de locais de recolha estável
- Pouco envolvimento das Cáritas Diocesanas
- Inviabilidade da produção de dados credíveis
- Falta de resposta positiva às propostas por parte dos centros de decisão
Cronograma (data ou de x a y)
Observações
janeiro a dezembro
mar, jun, set(p/ CG) e dez
mar, jun, set(p/ CG) e dez
4 propostas
Todo o ano
Agendas e atas
Mensal
Realizar 4 reuniões por zona, em ordem a implementar a aplicação do SGASP em todas as Dioceses
Memorandos
Uma p/ trimestre
Envio de dados, relatórios, análises
2 Comunicações
Semestral
A definir pela equipa do projeto-piloto
Memorandos
A definir pela equipa do
projeto-piloto
Concentrar técnicos das Cáritas Diocesanas de cada
região, nestas reuniões. Dinamizadas por um elemento da equipa do NOS com o apoio do assistente
operacional
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 20
Nº de horas mensais _ 7
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Despesas
Assistente (5%)
1.000,00 €
Encontros / despesas
2.000,00 €
TOTAL
Receitas
TOTAL
Potenciais financiadores
Fundação Francisco Manuel dos Santos
3.000,00 €
0,00 €
Eixo
1 _ Dar Voz aos Pobres
Atividade
PROGRAMA CARES E RELATÓRIO DA CRISE
Público-alvo /
destinatários
Objetivos
Acompanhar a Estratégia 2020, principalmente na sua dimensão da coesão social, tendo
em vista a experiência das pessoas em situação de pobreza e exclusão social
Potenciar o impacto dos instrumentos produzidos através de melhor coordenação de
outras iniciativas junto dos destinatários
Contribuir para a capacitação da rede Cáritas em Portugal na dimensão das políticas
públicas europeias
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Caritas Europa, FNGIS, Representação Portuguesa da Comissão Europeia; Grupo de
trabalho da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social (ENCPES)
Fatores de risco/
condicionantes
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Unidade
Estudos e Instrumentos
Âmbito territorial
Internacional
Sociais
Comissão Europeia, entidades governamentais responsáveis pela estratégia 2020,
organizações parceiras e sociedade em geral
Um shadow report (SR) e um relatório da crise elaborado com dados e testemunhos da
rede Cáritas
Participação mais coordenada com as outras ações da Cáritas Portuguesa
Rede Cáritas com melhor informação e maior compreensão sobre a estratégia 2020 e
políticas públicas europeias
- Retirar prioridade à dimensão das políticas públicas europeias
- Não ter um assistente operacional formado, como recurso fundamental para
a elaboração dos contributos necessários a estes projetos
- Perda de financiamento previsto (cofinanciamento das deslocações, traduções
e trabalho de campo)
Ações
Descrição e quantificação das ações
Indicadores/
evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Avaliar destinatários, fases de intervenção e identificar outras partes interessadas (stakeholders)
Avaliar os destinatários e fases de intervenção; elaborar proposta de melhoria de eficácia
Proposta
Até ao final fevereiro
Participar nas reuniões de coordenação/formação do
projeto e eventos relevantes
Participação nos 4 eventos previstos (2 reuniões
de coordenação, Dia da Europa Social e lançamento
europeu do relatório da crise)
Memorandos
e planos de comunicação
fevereiro - 1ª reunião de coordenação
março - lançamento do relatório da crise;
setembro - 2ª reunião de coordenação
novembro - Dia da Justiça Social
Elaboração do contributo para o SR da Estratégia
2020 e para o relatório da crise
Preenchimento dos dois questionários
Questionários
Traduções
Até junho
Dossier de imprensa, publicação
Publicação - fevereiro
Lançamento - março
Envio dos documentos, produzidos; 4 informações
à Direção, uma
proposta conjunta
Um por trimestre
Lançamento nacional do Relatório da Crise
Potenciar estes projetos junto de entidades e grupos
de trabalho nacionais dos quais a Cáritas Portuguesa
faz parte e contribuir para a capacitação
Capacitar a rede Cáritas e acolher outras iniciativas
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável da unidade
Assistente operacional_
Potenciais financiadores:
Cáritas Europa
Organização de um evento com a presença dos
destinatários do projeto, comunicação social e outras
partes interessadas (stakeholders), publicação
relatório
Disponibilizar a documentação e informação destes
projetos junto do FNGIS e do Grupo de Trabalho
ENCPES; recolher, analisar estudos (ex. estatísticas
INE, documentos OCDE, Instituições europeias…) e
elaborar propostas conjuntas ou informações, tendo
em conta as recomendações do SR e Relatório da
Crise
Contribuir para que a temática emprego e pobreza
infantil esteja presente em dois encontros interdiocesanos
Cronograma (data ou de x a y)
Incluir histórias de vida da
rede Cáritas
março e junho
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 7
Nº de horas mensais _ 56
Despesas
Receitas
Assistente Operacional (40%)
9 eventos /publicações despesas
TOTAL
Reembolsos
TOTAL
8.000,00 €
8.000,00 €
16.000,00 €
10.000,00 €
10.000,00 €
27
Eixo
1 _ Dar Voz aos Pobres
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Unidade
Atividade
FNGIS E GRUPO DE TRABALHO ENLCPES EM PORTUGAL
Público-alvo /
destinatários
Objetivos
Participar nas atividades previstas no plano de ação do FNGIS p/ 2015
Elaborar e divulgar contributos com base nas posições da Cáritas Portuguesa, em particular NOS, Projeto CARES, Relatório da Crise
Participar nas reuniões de coordenação e nas ações de divulgação da ENLCPES
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Parcerias
(concretizadas
Fatores de risco/
FNGIS, Instituições e entidades do Grupo de Trabalho da ENLCPES
ou potenciais) e
condicionantes
responsabilidades
Ações
Descrição e quantificação das ações
Participar nos eventos do FNGIS e elaborar e divulgar
envio de 4 documentos relevantes da CP (Relatório Sombra, Relatório da
contributos no âmbito do FNGIS
Crise, tomadas de posição do NOS) e contribuição em 2
Participar nas reuniões do Grupo de Trabalho da
4 reuniões de coordenação
ENLCPES e na divulgação da ENLCPES
2 eventos de divulgação
Recursos Humanos
Recursos materiais
28
Responsável operacional _ Responsável de unidade
Nº de horas mensais _ 7
Assistente operacional _ Assistente de Direção
Nº de horas mensais _ 7
Plano de atividades das unidades
Despesas
Receitas
Estudos e Instrumentos
Âmbito territorial
Nacional
Sociais
Decisores, entidades governamentais responsáveis pela estratégia 2020, organizações
parceiras e sociedade em geral
2 eventos anuais
4 documentos
4 reuniões anuais e 2 ações de divulgação da ENLCPES
- Retirar prioridade à dimensão das políticas públicas;
- Não ter um assistente operacional formado, como recurso fundamental para
a elaboração dos contributos necessários a estes projetos
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Documentos
Todo o ano
Memorandos
Conteúdos site
1 p/ trimestre
Assistente (10%)
Despesas
TOTAL
TOTAL
1.000,00 €
500,00 €
1.500,00 €
0,00 €
Eixo
1 _ Dar Voz aos Pobres
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Atividade
CENTRO DE RECURSOS
Objetivos
Responder a necessidades de conhecimento, informação, divulgação e inovação na
Igreja, dando a conhecer práticas bem-sucedidas, soluções inovadoras e suportes para
estudo, análise e ação
Colaborar no portal da Economia Social ZOOM
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Disponibilização de materiais informativos/formativos de suporte ao processo de animação/formação.
Participar em seminários/encontros sobre as temáticas definidas que resultem em conteúdos online
Portal ZOOM
Estudos e Instrumentos
Sociais
Público-alvo /
destinatários
Agentes Cáritas, agentes do 3º sector, Sociedade em geral
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Fatores de risco/
condicionantes
CASES
Reflexão sobre a dinamização deste instrumento
Unidade
Âmbito territorial
Nacional
Uma proposta sobre o Centro de Recursos aprovada em Direção
60 conteúdos anuais
Participação em 6 Conferências
- Ser um instrumento desinteressante;
- Trabalho exaustivo de seleção e preparação de conteúdos
- Complexidade tecnológica
Descrição e quantificação das ações
2 reuniões e elaboração de uma proposta sobre a sua dinamização e definição
das temáticas
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Memorando e proposta
Até março
5 p/ mês (60 conteúdos anuais)
Conteúdos
Todo o ano
6 p/ ano
Relatórios
Todo o ano
Conteúdos
Todo o ano
Disponibilizar os conteúdos mensais que se adeqúem no Portal zoom
Recursos Humanos
Recursos materiais
Responsável operacional _ Responsável de unidade
Nº de horas mensais _ 4
Assistente operacional _
Nº de horas mensais _ 7
Despesas
Receitas
Assistente (5%)
Despesas
TOTAL
TOTAL
1.000,00 €
1.000,00 €
2.000,00 €
0,00 €
29
NOTAS
30
Plano de atividades das unidades
A COMUNIDADE CRISTÃ
Criar, envolver e animar os grupos paroquiais de ação social.
PRIORIDADE > Ação Social Paroquial
EIXO 2
UNIDADE ANIMAÇÃO DA PASTORAL SOCIAL
__
__
__
__
Semana Nacional da Cáritas
Operação “10 Milhões de Estrelas – um Gesto pela Paz”
+ Próximo / Dar e Receber
Parceiras da Pastoral Social
31
Eixo
2 _ A Comunidade Cristã
Atividade
SEMANA NACIONAL CÁRITAS (DIA CÁRITAS 8 DE MARÇO)
Objetivos
Assegurar a dimensão nacional da semana dedicada à Cáritas
Construir os materiais de suporte à temática principal da semana garantindo a unidade
gráfica
Disponibilizar o apoio que venha a ser solicitado pelas Cáritas Diocesanas
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Materiais de comunicação
Nota Pastoral
Celebração da Eucaristia e ação nacional
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Leonor Cardoso
Assistente operacional _ André Chagas
Potenciais financiadores
Millennium BCP; Jerónimo Martins
32
Plano de atividades das unidades
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Fatores de risco/
condicionantes
Descrição e quantificação das ações
Elaboração e impressão do número de cartazes, identificadores, autocolantes, spots rádio e televisão
Nota Pastoral da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade
Humana
Celebração Nacional numa Diocese
Ação nacional com a presença dos elementos da Direção nacional e colaboradores
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 16
Nº de horas mensais _ 14
Despesas
Receitas
Animação da Pastoral Social
Âmbito territorial
Nacional
Comunidades cristãs e sociedade em geral
Materiais de comunicação (Mensagem da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, Cartaz, identificadores, autocolantes e spot rádio e televisão outros
materiais de comunicação)
Celebração da Eucaristia e uma ação nacional, numa Diocese
- Época de diversas solicitações
- Indisponibilidade do Celebrante
- Prazo de execução (o dia Cáritas acontece no início de março e o concurso
das agências de comunicação é feito até ao final de janeiro
Ficam duas semanas para toda a produção)
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Requisições
Materiais enviados até 16/02
Nota
Até 2/02
Programa
8/03
Assistente (10% por 3 meses)
Materiais/ deslocações
TOTAL
Pagamento dos materiais pelas Cáritas Diocesanas
TOTAL
1.600,00 €
15.000,00 €
16.000,00 €
15.000,00 €
15.000,00 €
Duração prevista
01-01-2015 (encomenda de
velas) | 31-03-2016 (Conselho
Nacional 2016 - projeto
internacional até final de 2016)
Eixo
2 _ A Comunidade Cristã
Atividade
OPERAÇÃO “10 MILHÕES DE ESTRELAS – UM GESTO PELA PAZ”
1. Criar condições para que a Operação contribua para um maior compromisso dos Portugueses na construção da Justiça, da Solidariedade e da Paz
Objetivos
2. Promover e dinamizar as ações que visem atingir todo o território nacional
3. Fazer com que a operação atinja um maior número de Portugueses
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Corpo Nacional de Escutas, Fundação Secretariado Nacional da Educação Cristã;
Jerónimo Martins;
Materiais de comunicação
Logística velas
Celebração da Luz da Paz
Unidade
Animação da Pastoral Social
Público-alvo /
destinatários:
Comunidades cristãs e sociedade em geral
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Fatores de risco/
condicionantes
Descrição e quantificação das ações
a) Elaboração e impressão do número de cartazes, spots rádio e televisão,
site e outros
b) Distribuição dos materiais
c) Presença nos meios de comunicação social
a) Negociação, encomenda das velas com o fabricante e introdução
de melhorias
b) Distribuição
Eucaristia da entrega da Luz da Paz no Conselho Geral de Novembro, em
Fátima
Âmbito territorial
Aumentar o número de encomendas e de venda de velas face ao ano anterior (+ de
500.000)
Sistema de requisições mais ágil
Projeto internacional no âmbito da temática “Família”
- Nomeação tardia de um/a coordenador/a
- Atraso na negociação e encomenda de velas ao fabricante
- Marcações para a celebração da Luz da Paz
- Sobreposição das atividades do assistente operacional
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Até setembro
Requisições, Mapa de controlo
e plano de distribuição
Até outubro
novembro e dezembro
Até junho
Requisições, Mapa de controlo
e plano de distribuição
12/10 início da entrega
Celebração
15/11
Pontos de venda
Alargamento dos pontos de venda de velas
Mapas de controlo e informação no site
1/11 a 20/12
Projeto Internacional (executado pela equipa da
unidade internacional)
Recursos Humanos
a) Escolha de projeto internacional
b) Acompanhamento do projeto
Proposta de projeto
Até setembro
2016
Recursos materiais
Responsável operacional _ Responsável de Unidade
Nº de horas mensais _ 16
Assistente operacional _ André Chagas
Nº de horas mensais _ 14
Despesas
Potenciais financiadores
Jerónimo Martins
Nacional
Receitas
Assistente (10% 6 meses)
Materiais
Velas
TOTAL
Vendas das velas
TOTAL
1.600,00 €
20.000,00 €
200.000,00 €
241.600,00 €
210.000,00 €
210.000,00 €
33
Eixo
2 _ A Comunidade Cristã
Atividade
PROGRAMA + PRÓXIMO / PROJETO DAR E RECEBER
Objetivos
Criar equipas de animação nas dioceses onde ainda não existam e equipas de animação
inter-diocesana/regional
Criar, animar e/ou reforçar grupos paroquiais de ação social (GPAS), procurando implementar o programa em todas as dioceses aderentes
Reforçar a colaboração de proximidade entre a Cáritas Portuguesa e as Cáritas Diocesanas
Incentivar o recurso a ferramentas de comunicação, nomeadamente o moodle, para
aumentar a interação, a partilha e o apoio entre dioceses
Fortalecer a colaboração entre diferentes organismos sócio pastorais das dioceses
Completar/atualizar conjunto de conteúdos formativos
Incentivar a divulgação pública do trabalho desenvolvido, particularmente junto dos
média da Igreja
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
01-01-2015 | 31-12-2015
ENTRAJUDA (Responsável pela manutenção da plataforma online)
Protocolo no âmbito do DeR: CNIS, UMP, Conselho Nacional Conferência São Vicente
de Paulo e Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares (Trabalho em rede para
dinamizar uso da plataforma)
Ações
Reuniões plenárias com as equipas de todas as
Cáritas Diocesanas
Monitorização regular das ações de formação dos
agentes locais da pastoral social
Encontros locais regulares de acompanhamento
do trabalho entre a Cáritas Portuguesa e as Cáritas
Diocesanas, focalizando um destes encontros na
integração de colaboradores da Cáritas
Atualização do moodle enquanto instrumento de
formação/animação regular das CD
Promoção e agendamento de encontros entre os
organismos sócio pastorais
Concluir módulos formativos em falta (Voluntariado
e Emergências), realizar a respetiva apresentação e
disponibilizá-los online
Promover a elaboração de peças informativas pelas
CD
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável pela Unidade
Assistente operacional _ Coordenador Nacional
Assistente operacional _ Coordenador Nacional
Potenciais financiadores
Porticus
34
Duração prevista
Plano de atividades das unidades
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Animação da Pastoral Social
Âmbito territorial
Nacional
Pessoas, comunidades e instituições católicas locais
Criação de equipas de animação em, pelo menos, 5 dioceses onde ainda não existam,
criação de 3 equipas de animação inter-diocesana (Norte, Centro e Sul)
Criação de GPAS de acordo com a dinâmica local de cada diocese, procurando criar
GPAS em mais 10% das paróquias
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
1 a 2 visitas a dioceses por mês
1 encontro mensal entre coordenadores e animadores via fórum do moodle
Promoção de 1 a 3 encontros por ano entre os vários organismos sócio pastorais
Elaboração de 2 novos conteúdos formativos
Elaboração de 1 a 2 peças informativas trimestralmente
Fatores de risco/
condicionantes
Descrição e quantificação das ações
1 de apresentação do plano e das propostas de trabalho, delineando a respetiva estratégia e identificação das equipas de animação inter-diocesanas e
seus respetivos coordenadores e 1 de follow-up, esclarecimento de dúvidas,
intercâmbio de experiências
Resistências de ordem vária:
- CD sobrecarregadas de trabalho
- Desconhecimento/dificuldades de comunicação com alguns párocos
- Afetação exclusiva de coordenadores/técnicos de projeto a nível nacional, regional
e local
- Angariação de voluntários comprometidos
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Agendas e atas
janeiro e junho
Monitorização mensal
Documento de monitorização
Mensal
1 a 2 encontros por mês
Agendas e atas
Todo o ano
10 encontros
Agendas e atas
1 encontro por mês
3 encontros anuais
Agendas e atas
1 por quadrimestre
2 reuniões de apresentação do módulos
Conteúdo online, agenda e ata
1 no 1.º semestre e 1 no 2.º semestre
1 a 2 peças informativas por trimestre
Cópia das peças
1 por trimestre
Recursos materiais
Nº de horas mensais _
Nº de horas mensais _ 140
Nº de horas mensais _ 133
Despesas
Receitas
2 AO
2 módulos
Deslocações / eventos / despesas
TOTAL
Remanescente Dar e Receber e + Próximo
TOTAL
40.000,00 €
20.000,00 €
20.000,00 €
80.000,00 €
20.000,00 €
20.000,00 €
Eixo
2 _A Comunidade Cristã
Atividade
PARCERIAS DA ANIMAÇÃO PASTORAL
Objetivos
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Contribuir para o aprofundamento de temáticas de interesse comum a todos os organismos da pastoral social
Participar nas atividades dos organismos da pastoral social e contribuir para a sua
concretização
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Secretariado Nacional da Pastoral Social; Obra Católica Portuguesa de Migrações;
Agência Ecclesia; Coordenação Nacional da Pastoral Penitenciária; Comissão Nacional
Justiça e Paz
XXX Encontro Nacional da Pastoral Social
XV Encontro dos Animadores Socio-Pastorais das
Migrações
Coordenação Nacional da Pastoral Penitenciária
Comissão Nacional Justiça e Paz
Grupo de Trabalho LOC/MTC e ACEGE
Curso “Pensamento Social Cristão”
Divulgação (articular com o processo de comunicação
e imagem)
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável pela Unidade
Assistente operacional _ Coordenador mais próximo
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Animação da Pastoral Social
Âmbito territorial
Nacional
Agentes da Pastoral Social
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Participação em, pelo menos, 4 encontros nacionais dos organismos da pastoral social
coma presença de, pelo menos, 3 elementos – Dirigentes e colaboradores (profissionais
e voluntários)
Ações dos organismos da pastoral social nos meios de comunicação da Cáritas Portuguesa
Fatores de risco/
condicionantes
- incompatibilidade do Assistente Operacional na organização das atividades
Descrição e quantificação das ações
a) Participação nas reuniões de preparação do encontro
b) Participação no encontro com elementos da Direção e 25%
dos colaboradores (profissionais e voluntários)
a) Participação no encontro com elementos da Direção e 25%
dos colaboradores (profissionais e voluntários)
b) Participação nas reuniões de preparação do encontro
a) Participação no Encontro Nacional CNPP
b) Participação no encontro dos Assistente Religiosos (data a definir)
c) Divulgação do Contrato-Programa do programa de voluntariado em meio
prisional e desenvolvimento de projeto-piloto
d) Produção e divulgação de materiais
a) Divulgação da mensagem para a Quaresma
b) Participação na Conferência Anual da CNJP
Indicadores/evidências
Memorandos
Inscrições e conclusões
Cronograma (data ou de x a y)
maio e agosto
setembro
Inscrições e conclusões
janeiro
Memorandos
Inscrições e conclusões
outubro a dezembro
9 e 10/02
Plano de divulgação
fevereiro a dezembro
Materiais
Envio p/ Dioceses
Inscrições e conclusões
até junho
fevereiro
dezembro
Participação nos encontros do Grupo de Trabalho
Memorandos
Todo o ano
Site, redes sociais
setembro e outubro
Site, redes sociais comunicados de imprensa
Todo o ano
a) Divulgação do curso
b) Participação de 2 colaboradores
Utilizar os meios de comunicação da Cáritas Portuguesa para divulgar os
programas dos diversos encontros e as respetivas conclusões, bem como as
outras ações como cursos e formações
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 7
Nº de horas mensais _ 7
Assistente (5%)
Despesas
Receitas
Deslocações /despesas Materiais
TOTAL
TOTAL
2.000,00 €
(valor aproximado)
2.000,00 €
4.000,00 €
0,00 €
35
NOTAS
36
Plano de atividades das unidades
RESPOSTA À SOCIEDADE
Conhecer os problemas. Pensar nas soluções. Agir na transformação social.
PRIORIDADE > Emprego
EIXO 3
UNIDADE PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
__
__
__
__
__
Fundo Social Solidário
Prioridade às Crianças
Cria(c)tividade “O Franchising Social potenciado pelo Marketing Social”
Grupos de Inter-Ajuda Social – GIAS
Projeto de Envelhecimento ativo e solidariedade inter-geracional /Plataforma In Spira
UNIDADE INTERNACIONAL
__ Internacional
37
Eixo
3 _ Resposta à Sociedade
Atividade
FUNDO SOCIAL SOLIDÁRIO
Objetivos
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Contribuir para a solução dos problemas sociais do país (artº 3 Regulamento)
Cooperar no aprofundamento e atualização da ação social da Igreja
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Parcerias
(concretizadas
Sociedade de S. Vicente de Paulo (SSVP); Comissão Nacional de Justiça e Paz (CNJP);
Fatores de risco/
Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP)
condicionantes
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Descrição e quantificação das ações
Afetação de uma verba a cada equipa diocesana que
Disponibilização de verba mensal através da gestão da plataforma
assegure a gestão
Coordenação da equipa nacional com base no
regulamento bem como na recolha e tratamento da
10 Reuniões da equipa nacional (articulação com o NOS)
informação
Relatório com o tratamento estatístico dos casos apoiados, reflexão e elaboTratamento estatístico
ração de propostas relativas à atuação da Cáritas Portuguesa e da Sociedade
S. Vicente de Paulo
Assembleia do Fundo Social Solidário
38
Realização da Assembleia do Fundo Social Solidário
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável de Unidade
Assistente operacional _ André Chagas
Outros voluntários _ Acácio Catarino CNJP
Outros voluntários _ António Correia Saraiva SSVP
Outros voluntários _ Alda Couceiro SSVP
Nº de horas mensais _ 14
Nº de horas mensais _ 56
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Outros voluntários _ Irª Maria Helena Moderno CIRP
Nº de horas mensais _ 4
Plano de atividades das unidades
Promoção e Desenvolvimento
Social
Âmbito territorial
Nacional
Pessoas em situação de vulnerabilidade
Verba mensal às equipas diocesanas
10 reuniões de coordenação e 1 Assembleia Social
4 relatórios estatísticos sobre os casos apoiados
- Redução substancial dos doadores
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Plataforma
Todo o ano
Atas
Todo o ano
Relatório
1 p/ trimestre
Convocatória e ata
setembro (articular encontro Pastoral Social)
Recursos materiais
Despesas
Receitas
Assistente operacional (40%)
Verba Dioceses
Assembleia /despesas
TOTAL
Donativo Novo Banco
Outros donativos
TOTAL
6.400,00 €
300.000,00 €
1.000,00 €
307.400,00 € (Excel errado)
250.000,00 €
50.000,00 €
300.000,00 €
Eixo
3 _ Resposta à Sociedade
Atividade
PRIORIDADE ÀS CRIANÇAS
Objetivos
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Defender e proteger os direitos de cada criança
Prevenir o risco
Prestar atenção às situações de vida das crianças e respetivas famílias
Unidade
Promoção e Desenvolvimento
Social
Público-alvo /
destinatários
Crianças em risco, Cáritas Diocesanas
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Dinamizar o Programa a nível diocesano e paroquial;
Apoiar as Cáritas Diocesanas;
Identificar os casos de pobreza, negligência, abandono, maus tratos físicos e psicológicos e abusos.
Parcerias
Fundação D. Pedro V - financiador
Fatores de risco/
(concretizadas
Embaixada da Áustria - dinamizador
condicionantes
ou potenciais) e
Campanhas pontuais
responsabilidades
Ações
Descrição e quantificação das ações
Formação e Informação nas Dioceses
Realização de 4 encontro por zona
Realização de um encontro anual com os animadores diocesanos e produção
Encontro anual
de brochura
Criação de uma parceira com Universidade para
Seleção de universidade e estabelecimento de protocolo
análise dos dados recolhidos
Apoio financeiro a situações de precariedade
Recursos Humanos
Responsável operacional _
Assistente operacional _ Ana Luísa Pinto
Outros voluntários _ Alcina Ribeiro
Outros voluntários _ Maria João Ataíde
Potenciais financiadores
Cáritas Áustria / Fundação D. Pedro V /Montepio
Apoiar o mesmo número de apoios do ano de 2014 (400 casos)
Âmbito territorial
Nacional
- Falta de disponibilidade financeira dos parceiros
- Divulgação insuficiente
Indicadores/evidências
Materiais dos encontros
Cronograma (data ou de x a y)
1 por trimestre
Materiais do encontro
No último trimestre
Protocolo, plataforma e
relatório de dados
1º semestre 2015
Plataforma
Todo o ano
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 14
Nº de horas mensais _ 42
Nº de horas mensais _ 8
Nº de horas mensais _ 8
Despesas
Receitas
Assistente operacional (30%)
Verba Dioceses
Encontros /despesas
TOTAL
Donativo
TOTAL
6.000,00 €
100.000,00 €
4.000,00 €
110.000,00 €
100.000,00 €
100.000,00 €
39
Eixo
3 _ Resposta à Sociedade
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Atividade
CRIA(C)TIVIDADE “O FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO MARKETING SOCIAL”
Objetivos
Continuar a promoção do desenvolvimento local pela implementação e apoio a ações
inovadoras de promoção de atividades economicamente viáveis, que possibilitem
autonomizar financeiramente pessoas em situação de desemprego e, simultaneamente,
combater a pobreza e as desigualdades sociais.
Continuar a promoção e a comunicação da imagem e importância social das Instituições
da Economia Social (IES) potenciando a mobilização de recursos (Fundraising), visando a
sustentabilidade das Instituições.
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
- Parcerias já concretizadas: CASES, ACEGE, Asperge, BES/Novo Banco e ACP.
- Parcerias potenciais: Caixa de Crédito Agrícola e Porticus
Prosseguir a divulgação do projeto (apoio do processo
de comunicação)
Continuar o acompanhamento dos empreendedores
Reforçar a ligação aos atuais parceiros estratégicos e
procurar outros
Abrir um novo período de recepção de novas candidaturas
Acompanhar os novos empreendedores
Previsto no protocolo
Programa de formação para a Inclusão
Verificação de oportunidades de financiamento
Porticus/ CASES/ Fundos Comunitários
40
Plano de atividades das unidades
Público-alvo /
destinatários
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Promoção e Desenvolvimento
Âmbito territorial
Nacional
Social
Universo 1 - Pessoas com baixas qualificações
Universo 2 - Jovens, nomeadamente licenciados
Universo 3 - Pessoas com qualificações
Universo 4 - Microempresas em dificuldades
Universo 5 - Projetos com cariz social
Prosseguir o acompanhamento dos empreendedores com ideias de negócio já em
andamento e continuar o esforço de angariação de outros.
Fortalecimento do envolvimento dos atuais parceiros estratégicos e procura de
outros, designadamente os relacionados com a concretização das ideias de projetos
e os relacionados com a obtenção dos meios financeiros para suportar os respectivos
investimentos.
Este fundo deverá envolver um montante suficiente para viabilizar os processos de
criação de postos de trabalho.
Fatores de risco/
condicionantes
Descrição e quantificação das ações
Através dos meios próprios, designadamente site da Cáritas Portuguesa e
site do projeto (19 conteúdos no site, 5 conteúdos em jornais, 2 reportagens
televisão, organização de 12 ações de divulgação)
Através de estrutura e técnicos devidamente capacitados para o efeito (30
reuniões de acompanhamento)
Através do reforço do diálogo e da persistência para um envolvimento consequente (10 encontros com parceiros, formalização de 3 parcerias)
Através dos meios já existentes: site, telefone, e-mail, etc.
(conseguir mais 20 candidaturas)
Através de estrutura e técnicos devidamente capacitados para o efeito. Existir um envolvimento com as Cáritas Diocesanas e que exista um interlocutor
local (Cáritas Diocesana) que articule com o técnico da Cáritas Portuguesa,
de forma a criar uma maior proximidade com os empreendedores.
(30 reuniões de acompanhamento)
Implementar os protocolos de colaboração com a
CASES
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável de Unidade
Assistente operacional _
Outros voluntários _ Ana Luísa Pinto
Potenciais financiadores
Unidade
- Que as dinâmicas negativas provocadas pela crise se sobreponham à vontade
e empenho da equipa do projeto e dos empreendedores.
- Que a Cáritas Portuguesa não consiga envolver/afectar os meios humanos
necessários à dinamização das ações.
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Pelo menos uma ação de
divulgação mensal
Registo dos contactos e das
diligências efectuadas
Registo das reuniões e respectivo acompanhamento
Todo o ano
Todo o ano
Todo o ano
Número de candidatos
Todo o ano
Número de novos empreendedores acompanhados
Todo o ano
Todo o ano
Todo o ano
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 28
Nº de horas mensais _ 70
Nº de horas mensais _ 14
Despesas
Receitas
Assistente Operacional (50%)
Assistente Operacional (10%)
Promoção
Despesas / deslocações
TOTAL
TOTAL
10.000,00 €
2.000,00 €
2.000,00 €
10.000,00 €
24.000,00 €
0,00 €
Eixo
3 _ Resposta à Sociedade
Atividade
GRUPOS DE INTER-AJUDA SOCIAL - GIAS
Objetivos
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Combater a solidão associada ao desemprego
Valorização da pessoa humana e do seu tempo
Parcerias
(concretizadas
Instituto Padre António Vieira;
ou potenciais) e
(potenciais: sindicatos, associações profissionais, juntas de freguesia…)
responsabilidades
Ações
Descrição e quantificação das ações
Reforçar a Equipa Nacional
Recrutamento de dois voluntários
Unidade
Promoção e Desenvolvimento
Social
Público-alvo /
destinatários
Pessoas em situação de desemprego
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Divulgação eficaz do projeto GIAS através de 6 conteúdos e estabelecimento de 4
parcerias
1 encontro nacional de formadores e reprodução dos materiais
2 novos GIAS
Fatores de risco/
condicionantes
- Na eventualidade de desintegração, o projeto GIAS deverá ser integrado
noutro projeto da Cáritas Portuguesa
Âmbito territorial
Indicadores/evidências
Recrutamento
Cronograma (data ou de x a y)
Até fevereiro
Divulgação
Produzir 6 conteúdos para o site
Conteúdos
1 bimensal
Formação de animadores
Encontro nacional de animadores GIAS
Documentação
junho
GIAS
Criar 2 novos GIAS e apoiar os atuais
Memorandos
1 p/ semestre
Parcerias
Procurar, pelo menos, 4 novas entidades parceiras no mundo do emprego/
desemprego
4 protocolos
Todo o ano
Materiais
Reprodução de materiais
Materiais impressos
Até junho
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável de Unidade
Assistente operacional _ Ana Luísa Pinto
Outros voluntários _ Isabel Cordovil
Outros voluntários _ Felizardo Cota
Outros voluntários _ Gil Menezes
Potenciais financiadores
Montepio
Nacional
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 14
Nº de horas mensais _ 14
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Nº de horas mensais _ 4
Despesas
Receitas
Assistente operacional (10%)
2.000,00 €
Encontros /despesas
2.000,00 €
TOTAL
4.000,00 €
TOTAL
0,00 €
41
Eixo
3 _ Resposta à Sociedade
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Atividade
PROJETO DE ENVELHECIMENTO ATIVO E SOLIDARIEDADE INTER-GERACIONAL
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Promover o envelhecimento ativo
Promover projetos desencadeadores da solidariedade entre gerações
Objetivos
Consolidar e potenciar a Plataforma Inspira a nível nacional e iniciar contactos internacionais com vista à sua expansão
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Identificação de potenciais financiadores
- Universidade do Porto (manter o funcionamento da plataforma);
- Manpower (divulgar a plataforma na rede e introduzir ofertas)
Parcerias
- ACEGE (divulgar a plataforma na rede e introduzir ofertas) a concluir - GRACE
(concretizadas
Fatores de risco/
(divulgar a plataforma na rede e introduzir ofertas) a concluir
condicionantes
ou potenciais) e
- Macdonalds (divulgar a plataforma na rede e introduzir ofertas) a concluir
responsabilidades
- Câmaras Municipais (facilitadores nos contactos com as redes empresariais
locais e outros agentes potenciadores da solidariedade inter-geracional
Ações
Descrição e quantificação das ações
Reuniões da equipa
Contactos pessoais com grandes empresas de implantação nacional e celAcompanhamento da rede de competências Cáritas
ebração de eventuais protocolos
Contactos com Câmaras Municipais no Continente e Ilhas e celebração de
eventuais protocolos
Desenvolvimento de conteúdos dinâmicos a colocar
na plataforma, Controlo de eficácia do seu funcionaIntrodução de 6 conteúdos dinâmicos (1 de 2 em mês)
mento.
Definição de linhas gerais de um programa de aprendi- Definição de um programa de AALV a ser incorporado nas atividades de catezagem ao longo da vida (AALV)
quese e outras que as paróquias desenvolvam e produção de materiais online
- Pouca adesão das empresas
- Dificuldade de articulação com as Caritas Diocesanas
- Recursos humanos limitados
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Agendas e atas
Todo o ano
Conteúdos
Todo o ano
Documento do Programa;
materiais online
Folha de registo ou relatório
da visita
Todo o ano
Retoma dos contactos com as Cáritas diocesanas
Contactar com 5 Cáritas Diocesanas
Identificação de autarquias, associações, IPSSs para
estabelecimento e organização de programas concretos, com carácter experimental, de aplicação de um
programa de desenvolvimento de competências de
aprendizagem ao longo da vida e da organização de
atividades com composição intergeracional
Identificação de 10 parceiros
Folha de registo ou relatório
da visita
2º semestre
Banco de ideias
Acompanhamento do banco de ideias, apreciação de propostas e eventual
lançamento de concurso tendo em vista a concretização da ideia selecionada
Propostas
1º semestre
Avaliação do impacto do seminário sobre envelhecimento em contexto prisional.
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Maria do Rosário Carneiro
Assistente operacional _
Outros voluntários _ Filomena Cassis
Outros voluntários _ Rui Estanislau Vieira
Outros voluntários _ Teresa Venda
42
Promoção e Desenvolvimento
Âmbito territorial
Nacional
Social
Pessoas em idade de reforma e pré-reforma e outros grupos etários tendo em vista a
solidariedade entre gerações
Pessoas em situação de desemprego com mais de 45 anos
Aumentar o número de ofertas de trabalho e de concretização de contratos
Concretizar protocolos com as Câmaras tendo em vista a potenciação da Rede Inspira e
de projetos de promoção de relações inter-geracionais
Efetiva articulação com as Caritas Diocesanas
Efetiva articulação com os projetos GIAS e Cria(c)tividade
Lançamento de um GIP a título experimental
Plano de atividades das unidades
Contactar a Pastoral das prisões
1º semestre
1º Semestre
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 8
Nº de horas mensais _ 7
Nº de horas mensais _ 8
Nº de horas mensais _ 8
Nº de horas mensais _ 8
Despesas
Receitas
Assistente Operacional (10%)
Manutenção plataforma / deslocações
1.000,00 €
15.000,00 €
TOTAL
16.000,00 €
TOTAL
0,00 €
Eixo
3 _ Resposta à Sociedade
Atividade
INTERNACIONAL
Objetivos
Repensar a atuação internacional da Cáritas Portuguesa
Contribuir para o estreitamento dos laços da rede Cáritas no mundo, tendo em conta as
parcerias já estabelecidas – lusófonos e Espanha, organizações parceiras
Participar em ações de influência pública
Atuar em contextos de desenvolvimento e emergência de forma coordenada e tendo em
conta a identidade Cáritas
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Cáritas Lusófonas, Cáritas Espanhola Cáritas Áustria, Cáritas Bélgica, Fundação Fé e
Cooperação, Plataforma Portuguesa das ONGD,
Potenciais: Cáritas Bélgica, CPLP
Fatores de risco/
condicionantes
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Estratégia da unidade internacional
Fórum das Cáritas Lusófonas
Emergências e projetos internacionais
Ações de influência pública
Intercâmbios e parcerias
Contrato-Programa da Cooperação Portuguesa
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Internacional
Âmbito territorial
Internacional
Pessoas em situação de vulnerabilidade, Cáritas Lusófonas, Rede Cáritas no mundo,
organizações parceiras
Documento estratégia
Participação em 4 encontros internacionais, acolhimento de 2 e 3 ações de formação
Projetos e emergências com acompanhamento de qualidade
- falta de recursos para um assistente operacional a meio tempo
- situações de emergência em número superior ao possível de apoiar
- lançamento de campanhas sem receptividade
Descrição e quantificação das ações
a) Definição de uma estratégia da unidade internacional, aproveitando o
enquadramento do novo contexto internacional, o Ano Europeu do Desenvolvimento, o Plano Estratégico da Caritas Internationalis, os standards
mínimos e as boas práticas do sector, tendo em conta a identidade Cáritas
b) Apresentação da proposta em reunião de Direção
a) Contribuir para a realização do Encontro das Cáritas Lusófonas
b) Participar no encontro
a) Acompanhar os projetos apoiados (Sri Lanka, Médio Oriente, Filipinas,
componente internacional da operação “10ME”)
b) Contribuir para o mecanismo de cooperação das emergências internacional
a) Campanha “uma só família humana, alimento para todos” – alimentação
do site, participação no evento da Expo Milão, outras ações propostas e
Relatório Final
b) Ações de parceiros no âmbito de contextos internacionais/ Educação para
o Desenvolvimento
a) Acompanhamento do projeto das Cáritas transfronteiriças e participação
nas iniciativas
b) Reunião anual de avaliação entre a Cáritas Portuguesa e a Cáritas Espanhola
c) Participação em 3 encontro com parceiros da rede Cáritas (dois em Portugal - Sri Lanka - e um internacional) e 4 encontros com parceiros no domínio
da cooperação para o desenvolvimento
Indicadores/evidências
Pelo menos, 3 ações de formação
Recursos Humanos
Cronograma (data ou de x a y)
Até Março
Documento proposta
Encontros skype
Documentação
Relatórios de progresso
Análise às situações de
emergência
Reunião de Abril
Até ao encontro
Data a confirmar
Todo o ano
Data da ocorrência
Até Junho
Conteúdos site, documentos
preparação de participação
Maio (Expo Milão)
Memorandos
Todo o ano
Memorando
Novembro
Planos de encontros
Sri Lanka (Maio)
Certificados de participação
1 por quadrimestre
Recursos materiais
Responsável operacional _ Responsável de unidade
Nº de horas mensais _ 56
Assistente operacional _
Nº de horas mensais _ 70
Despesas
Potenciais financiadores
Representação Portuguesa da Comissão Europeia; Caritas Internationalis (USFH, APT); CPLP
Receitas
Assistente operacional (50%)
Projetos /Emergências
Encontros /despesas
TOTAL
5% campanhas internacionais donativos emergências
internacionais; 35% “10ME”
TOTAL
10.000,00 €
100.000,00 €
10.000,00 €
120.000,00 €
110.000,00 €
110.000,00 €
43
NOTAS
44
Plano de atividades das unidades
ORGANIZAÇÃO E REDE CÁRITAS
Ver, Julgar e Agir.
PRIORIDADE > Organização interna e Rede Cáritas
EIXO 4
UNIDADE DE GESTÃO
__
__
__
__
__
__
Estatutário
Caminho para a Qualidade
Processo Recursos Humanos
Processo Administrativo e Financeiro
Processo Comunicação e Imagem
Melhoria Competências dos Colaboradores Rede Cáritas
UNIDADE EDITORIAL
__ Editorial Cáritas
UNIDADE CAMPANHAS
__ Permanentes / Ad Hoc / Internacionais
45
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Atividade
ESTATUTÁRIO
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Assegurar a realização de todos os encontros estatutários
Objetivos
Assegurar, com qualidade, a participação nas entidades nas quais a Cáritas Portuguesa
está filiada (Conselho Consultivo da Pastoral Social, Caritas Internationalis, Caritas
Europa, Plataforma Portuguesa das ONGD; FNGIS; CPV; Rede Europeia de Franchise
Social) e garantir o cumprimento das obrigações estatutárias
Acompanhar a implementação do Plano Estratégico da Cáritas em Portugal 2014-2016 e
promover a sua apropriação
Garantir a produção, disponibilização e arquivo de toda a documentação através de ferramentas eficazes de gestão do conhecimento e de controlo das atividades
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Realização dos encontros estatutários
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Fatores de risco/
condicionantes
Descrição e quantificação das ações
2 Conselhos Gerais
mínimo 2 reuniões da Comissão Permanente
mínimo 4 reuniões do Conselho Fiscal
22 reuniões de Direção
Gestão
Âmbito territorial
Nacional
Conferência Episcopal Portuguesa, Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, Órgãos Sociais da Cáritas Portuguesa, Entidades nas quais a Cáritas
Portuguesa está filiada.
28 encontros estatutários (ver ação 1), 2 Relatórios CEP, Relatório e contas 2014 e
Plano e Orçamento 2016 publicados e divulgados
9 Assembleias _ Gerais das entidades filiadas
2 encontros Equipa de Coordenação do Plano Estratégico da Cáritas em Portugal e de 6
ações de apropriação
1 proposta sobre uma ferramenta de gestão do conhecimento e de controlo das atividades
- Falta de meios para todas as solicitações estatutárias (reuniões e quotizações),
em termos de organização e de representação
- Não haver um coordenador nacional do Plano Estratégico da Cáritas em Portugal
- Instrumentos de gestão ineficazes e com pouca alocação de tempo
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Comissão Permanente 23/02
Conselho Fiscal 2/03 *
Convocatórias; Ordens de
Conselho Geral 20 a 22/03;
Trabalho; Atas, plano de reConselho Fiscal 8/06
uniões de Direção*; Relatório
Comissão Permanente 19/10
de Atividades e Contas 2014;
Conselho Fiscal 26/10*
Plano e Orçamento 2016.
Conselho Geral 14 e 15/11
Conselho Fiscal 16/12
* a calendarizar pela nova Direção
* data a coordenar entre a Equipa Financeira da CP, membros
do Conselho Fiscal e gabinete contabilidade
Informação à AP da CEP, participação nas Assembleias-Gerais das entidades em que a Cáritas
Portuguesa está filiada, pagamento das quotizações
e disponibilização da documentação institucional
(Relatório e Contas, Plano e Orçamento, outros)
Encontros dos coordenadores Diocesanos do Plano
Estratégico da Cáritas em Portugal 2014-2016 e
divulgação
Elaboração do relatório anual e contas 2014, respetiva
publicação e distribuição
Elaboração do programa e orçamento 2014, respetiva
publicação e distribuição
Ferramenta de gestão de informação e controlo de
atividades
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Responsável de unidade
1 Reunião do Conselho Consultivo da Pastoral Social
2 Relatórios para a AP da CEP
1 Conferência Regional da Cáritas Europa
1 Assembleia Geral da Caritas Internationalis
2 Assembleias Gerais da Plataforma Portuguesa das ONGD
2 Assembleias Gerais do FNGIS
2 Assembleias Gerais da Confederação Portuguesa do Voluntariado
2 encontros nacionais de coordenadores;
4 encontros de zona;
2 encontros hierarquia da Igreja
1 Relatório proposta
300 exemplares relatório impresso e 1 digital
1 programa proposta
300 exemplares programa impresso e 1 digital
Elaboração de uma proposta de melhoria da Intranet, rede interna, procedimento de comunicação Institucional (expediente)
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 28
Despesas
Assistente operacional _ Assistente de Direção
Nº de horas mensais _ 70
Receitas
Relatórios CEP
Documentação das AG,
memorandos.
(CCPS) julho
(AP CEP) ovembro
(CRCE) 11 maio
(AGCI) 12-17 maio
(PPONGD, FNGIS, CPV) março/abril e dezembro
Memorando;
Matriz Global do PE
16/04
15/10
1 proposta
300 exemplares e 1 digital
1 proposta
300 exemplares e 1 digital
fevereiro (três semanas proposta)
Até 22 abril produção
outubro (três semanas proposta)
Até 18 dezembro produção
Documento proposta
Até março
Assistente de Direção (50%)
Quotas
Eventos estatutários Assembleias-Gerais
Impressão documentos gestão
TOTAL
TOTAL
11.500,00 €
20.000,00 €
10.000,00 €
8.500,00 €
50.000,00 €
0,00 €
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Atividade
CAMINHO PARA A QUALIDADE
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Organizar os processos de trabalho da Cáritas Portuguesa e integrar progressivamente
com os Standards Mínimos da Caritas Internationalis e outras exigências
Objetivos
Reforçar o envolvimento da Direção e dos colaboradores (profissionais e voluntários) no
“Caminho para a Qualidade”
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Qualificar a organização na sua interação com as Cáritas Diocesanas e partes interessadas (stakeholders)
Parcerias
Cáritas Diocesana de Coimbra (ferramentas)
(concretizadas
Cáritas Espanhola (benchmarking)
Fatores de risco/
ou potenciais) e
Cáritas Internationalis (consultor)
condicionantes
responsabilidades
Consultor voluntário/instituição
Ações
Descrição e quantificação das ações
a) Constituição da equipa de acompanhamento e realização 4 reuniões
anuais.
b) 11 reuniões da equipa de projeto (mensal).
Gestão, acompanhamento e divulgação do processo
c) Participação nas primeiras 2 reuniões de monitorização de Unidade com os
responsáveis operacionais para explicitar os procedimentos da organização.
a) Levantamento e análise às ferramentas utilizadas no trabalho diário da
Cáritas Portuguesa
b) Benchmarking a 3 instituições referência para conhecer e comparar outras
práticas organizacionais
Análise às ferramentas
c) Consultadoria de Caritas Internationalis
d) Participar em, pelo menos, 2 ações do programa de desenvolvimento
Organizacional da Cáritas Europa
Avaliação do processo
a) Construir 1 questionário de aferição da interação com as partes interessadas (stakeholders)
b) Relatório interno do gestor da qualidade sobre o cumprimento dos processos e procedimentos aprovados
c) Análise da equipa às propostas de melhorias dos procedimentos e impressos definidos
d) Preenchimento anual do questionário da Cáritas Internationalis e envio
e) Elaboração do relatório final de recomendações sobre o processo da qualidade, para discussão da equipa de acompanhamento e posterior análise
em reunião da Direção
Recursos Humanos
Gestão
Âmbito territorial
Nacional
Caritas Portuguesa (direção, colaboradores, voluntários), Cáritas Internationalis, Cáritas Europa; partes interessadas (stakeholders)
Implementação dos procedimentos e impressos já aprovados em mais de 50% dos
processos
a) Criar uma equipa de acompanhamento do “Caminho para a Qualidade”;
b) Relatório analisado em reunião de Direção e elaboração de plano de trabalho para
correção dos pontos fracos evidenciados.
Construir um questionário de aferição da interação com as partes interessadas (stakeholders)
Adaptação da nova Direção ao “Caminho para a Qualidade”;
Não dar prioridade a esta atividade;
Ferramentas de controlo e procedimentos pouco eficazes.
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
a) 4 reuniões anuais
b) 11 reuniões da equipa de
projeto (plano de reuniões)
c) 14 participações em reuniões de Unidade
Todo o ano
a) 1 relatório de análise
b) 3 visitas e um relatório
síntese.
c) 1 relatório de recomendações e plano de
trabalho
d) 2 deslocações
a) Questionário
b) Relatório interno de execução de procedimentos.
c) Reunião de análise às
propostas de melhoria
d) Questionário da Cáritas
Internationalis
e)Relatório final
e) Documento de análise da
direção com propostas de
correção
maio a setembro
Até junho
setembro
setembro
outubro
outubro
Reunião de Direção de outubro
Recursos materiais
Administrador da Qualidade _ Ir. Maria Teresa Fonseca
Nº de horas mensais _ 14 h
Assistente de Direção _ João Pereira
Nº de horas mensais _ 14 h
Assistente operacional _ Assistente de Direção
Nº de horas mensais _ 70
Despesas
Receitas
Gestor da qualidade (20%)
Gestor da Qualidade: Jorge Matias
Consultor CI , 3 visitas, benchmark despesas
TOTAL
CI , 3 vi
TOTAL
4.600,00 €
Nº de horas mensais: 28 h
3.500,00 €
10.400,00 €
1.500,00 €
1.500,00 €
47
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Duração prevista
Atividade
PROCESSO RECURSOS HUMANOS RH
01-01-2015 | 31-12-2015
Gerir os RH assegurando as exigências legais e outras
Objetivos
Integrar os princípios dos Standards Mínimos da CI no processo de RH
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Plano de formação
Regulamento interno
Gestão dos RH
Recursos Humanos
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Fatores de risco/
condicionantes
Descrição e quantificação das ações
1 Plano de formação que tenha em conta a dimensão espiritual dos colaboradores, o serviço Cáritas e as competências profissionais
Elaboração de 1 regulamento interno que inclua uma política de RH, assegure
as exigências legais e que integre os princípios dos Standards Mínimos da CI
Gestão corrente dos recursos humanos e avaliação anual das afetações e
necessidades
Recursos materiais
Responsável _ a designar (elemento da Direção)
Nº de horas mensais _ 14
Gestor de RH
Nº de horas mensais _ 56
Assistente RH
Nº de horas mensais _ 14
Despesas
48
Plano de atividades das unidades
Receitas
Gestão
Âmbito territorial
Nacional
Dirigentes e Colaboradores da Cáritas Portuguesa (profissionais e voluntários)
Plano de formação
Regulamento interno
- Não haver disponibilidade financeira para garantir os RH necessários à execução
de todas as atividades previstas em plano de ações:
- RH não habilitados a desempenhar as suas funções;
- Incapacidade de retenção de RH já admitidos.
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Definição e aprovação
Até março
Plano de formação
março a dezembro
Definição e aprovação
Até junho
Regulamento interno aplicado
A partir de setembro
Registos
Todo o ano
documento anual de avaliação
setembro
GRH (40%)
ARH (5%)
Formação despesas
TOTAL
TOTAL
8.000,00 €
1.500,00 €
4.000,00 €
13.500,00 €
0,00 €
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Atividade
PROCESSO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO
Objetivos
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Gestão
Âmbito territorial
Nacional
Direção, colaboradores (profissionais e voluntários), rede Cáritas, fornecedores, e
outras partes interessadas (stakeholders)
Melhorar o processo administrativo e financeiro através de um novo sistema de gestão
financeira adaptado às exigências e do reforço da equipa
Melhorar as condições do património e procurar soluções que o potenciem
Implementar um projeto de arquivo histórico
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Novo sistema de gestão financeira e auditoria anual às contas
Gabinete de contabilidade (certificação de contas); Gabinete de advogados (apoio
jurídico e contratação pública); BDO (auditor externo)
Fatores de risco/
condicionantes
Introdução de um novo sistema de gestão financeira
Elaboração anual de auditoria externa
Gestão do património
Projeto “Arquivo Histórico”
Introdução do procedimento de contratação pública
Gestão de todo o expediente do processo administrativo e financeiro
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Tesoureiro
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Descrição e quantificação das ações
a) Sistema de gestão financeira que permita o planeamento e a monitorização financeiro através da contabilidade analítica (centros de custo),
cumpra as exigências legais, as orientações da auditoria de 2014 e que
integre os princípios dos Standards Mínimos da CI
b) Parametrização do software
c)Integração de novo colaborador/a
a) Contratação de empresa de auditoria
b) Realização da auditoria
Melhoria das condições do património e procura de soluções que o potenciem
Organização documental do arquivo histórico da Cáritas Portuguesa
Verificação dos pré-requisitos da CP para introduzir o procedimento de
contratação pública
Tesouraria, registos, arquivo, inventário, gestão doadores, emissão de documentos, compras e gestão de fornecedores, manutenção de equipamentos,
Infraestrutura informática
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 56
Gestor Administrativo e Financeiro _ Jorge Matias
Nº de horas mensais _ 112
Assistente Administrativo e Financeiro _ Anabela Cruz
Nº de horas mensais _ 126
Assistente Operacional (projeto Arquivo 7 meses) _
Nº de horas mensais _ 140
Outros voluntários (projeto Arquivo 7 meses) _ Maria Delfina Ruivo
Nº de horas mensais _ 100
Despesas
Receitas
Arquivo histórico organizado
- potenciação dos ativos físicos e financeiros insuficiente para responder
às necessidades operacionais da Cáritas Portuguesa
- processo administrativo e financeiro pouco ágil
- dimensão extensa do arquivo histórico e objetivos indefinidos
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
a) Sistema aprovado
Até janeiro
b) Software parametrizado
c) Processo de recrutamento
Concurso
Relatório de auditoria
Até março
Até março
Até abril
Até outubro
todo o ano
Registos organizados
Até julho (7 meses)
Relatório
Até março
Registos
Todo o ano
GAF (80%)
AAF (90%)
AO (100%)
Auditoria
Despesas
TOTAL
TOTAL
18.000,00 €
15.000,00 €
6.000,00 €
5.000,00 €
30.000,00 €
74.000,00 €
0,00 €
49
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Atividade
PROCESSO COMUNICAÇÃO E IMAGEM
Objetivos
Aumentar a credibilidade e notoriedade da imagem da Cáritas através da promoção da
sua identidade
Acompanhar as solicitações de comunicação de todas as unidades
Avaliar o processo de comunicação, em especial a comunicação digital, e integrar
progressivamente as exigências dos Standards Mínimos da Caritas Internationalis em
matéria de comunicação
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Lift (clipping e relação comunicação social); Agência Ecclesia (media partner e alojamento e backoffice site)
Fatores de risco/
condicionantes
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Concurso de agências de comunicação
Diagnóstico e análise às ferramentas de comunicação
digital e parcerias do processo de comunicação e
imagem
Campanha institucional
Organização do arquivo de comunicação
Gestão dos instrumentos de comunicação da Cáritas
Portuguesa
Recursos Humanos
50
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Descrição e quantificação das ações
Realização do concurso das agências de comunicação para a realização dos
materiais de comunicação da Semana Cáritas, Operação “10 Milhões de
Estrelas - um Gesto pela Paz”, Campanha Institucional e outros
Realizar um diagnóstico externo às ferramentas de comunicação digital e
parcerias e apresentar em reunião de Direção
Produção de merchandise e de outros materiais dentro da linha de comunicação da Campanha Institucional iniciada em 2014
Organização do arquivo de comunicação digital (Imagens, vídeos, peças de
comunicação, campanhas…)
Atualização de conteúdos no site e redes sociais; resposta às solicitações
das outras unidades e da rede Cáritas; integração das exigências dos Standards Mínimos
Recursos materiais
Responsável operacional _ elemento da Direção
Nº de horas mensais _ 16
Gestor Comunicação e Imagem _ Márcia Carvalho
Nº de horas mensais _ 112
Plano de atividades das unidades
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Despesas
Receitas
Gestão
Âmbito territorial
Nacional
Rede Cáritas, público em geral
Campanha institucional e elementos de comunicação associados
Diagnóstico das ferramentas de comunicação digital e parcerias
Concurso de agências de comunicação
- Gestor de comunicação e imagem envolvido noutros processos
- Não haver propostas ao concurso de agências
- Diagnostico muito difuso e sem propostas de melhoria
- Custos de produção
Indicadores/evidências
Cronograma (data ou de x a y)
Concurso
Até janeiro
Proposta de memorando
Até março
Plano
Todo o ano
Arquivo digital
Todo o ano
Briefings de comunicação
Todo o ano
GCI (80%)
Campanha Institucional Despesas
TOTAL
TOTAL
16.000,00 €
10.000,00 €
26.000,00 €
0,00 €
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Atividade
MELHORIA COMPETÊNCIAS DOS COLABORADORES REDE CÁRITAS
Objetivos
Implementar um programa formativo adequado às instituições da rede Cáritas, e outras
instituições, facilitando as exigências legislativas na área da formação em particular
para aqueles que têm capacidade reduzida
Complementar este programa formativo com outras ações, nomeadamente ações no
domínio da poupança
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
FormAjuda - Entidade Certificada/ Coordenação técnico-pedagógica e gestão financeira; Novo Banco; DECO – Associação de Defesa do Consumidor
Levantamento de necessidades
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Âmbito territorial
Nacional
Rede Cáritas, público em geral
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Programa de formação específica para os técnicos /voluntários com carga horária
mínima de 35Horas
Programa formativo que responde às exigências legais e adequado à realidade de cada
Cáritas
200 colaboradores da rede Cáritas
Construção de 10 módulos formativos nas áreas da infância e séniores
Fatores de risco/
condicionantes
- Ação apenas realizável através de candidatura a cofinanciamento bem-sucedida;
- Volume de formação/ nº participantes abaixo do previsto
Descrição e quantificação das ações
1 Questionário de necessidades para todas as CD e resposta de pelo menos 5
CD e documento de análise (inclui seleção dos destinatários)
Verificar as oportunidades de financiamento
Elaboração de candidaturas (condicional existir linha
de financiamento)
2 Análises de linhas por mês
Seleção de entidade formadora (constitucional)
1 Concurso com mínimo 3 entidades
Gestão do Programa
Plano das ações e documentação
10 reuniões presenciais com elementos da Cáritas (2 pessoas)
Avaliação
Avaliação face às necessidades
Avaliação das entidades
Avaliação da execução do projeto (fichas de avaliação)
Propostas e recomendações
5 Candidaturas (1 por região)
Recursos Humanos
Gestão
Indicadores/evidências
Questionário
5 respostas
Documento de análise
22 documentos de análise
5 Candidaturas (condicional às
aberturas de linhas)
Carta Convite
Doc.análise
Decisão e comunicação
Contrato
Plano
Atas
Documentos monitorização
Cronograma (data ou de x a y)
Relatório de avaliação
dezembro
Até fevereiro
Todo o ano
Condicional às aberturas de linha
1 mês, a partir do momento de decisão de candidatura a linha de financiamento
junho a dezembro
Recursos materiais
Responsável operacional _ Responsável de unidade
Nº de horas mensais _ 14
Assistente operacional _ Ana Luísa Pinto
Nº de horas mensais _ 14
Potenciais financiadores
Candidatura a apresentar a Programa Operacional ou outras linhas de financiamento
Despesas
Receitas
AO (10%)
Encargos com formandos
Encargos com formadores
Despesas
TOTAL
TOTAL
2.000,00 €
12.000,00 €
15.000,00 €
15.000,00 €
44.000,00 €
0,00 €
51
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Atividade
EDITORIAL CÁRITAS
Objetivos
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Edição de livros
Envolvimento
Divulgação
Duração prevista
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Tornar a Editorial Cáritas numa editora de referência do Pensamento Social Cristão e
das competências necessárias ao seu exercício colocando ao dispor dos agentes e da
comunidade obras fundamentais
Resultados
Promover a reflexão, mobilizar para a sociedade e contribuir para o desenvolvimento da
qualitativos
rede Cáritas através da Revista “Cáritas”.
e quantitativos
Fomentar o envolvimento da rede Cáritas na divulgação dos títulos e consolidar as
esperados
parcerias desenvolvidas
Melhorar os canais de distribuição da Editorial Cáritas e consolidar as ferramentas de
divulgação
Secretariado da Pastoral Social; Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP); Instituto Politécnico de Castelo Branco; Sociedade de S. Vicente de Paulo;
Fatores de risco/
Congregação Santa Catarina de Sena; Fundação Ajuda a Igreja que Sofre; Fórum Abel
condicionantes
Varzim; Paulus editores; Instituto Estudos Políticos (UCP); Centro História Religiosa
(UCP)
Descrição e quantificação das ações
a) Publicação de 10 títulos
b) 30 títulos em versão e-book
Realização de 20 sessões de apresentação em colaboração com as Cáritas
Diocesanas e entidades parceiras, uma delas, um simpósio
a) Atualização da livraria virtual e monitorização das visitas
b) 20 newsletter
Alargamento dos canais de distribuição
Coordenação do trabalho editorial
Publicação da Revista “Cáritas”
Gestão de assinaturas da Revista “Cáritas”
Contactos com empresas livreiras e estabelecimento de contratos
4 Reuniões do Conselho Editorial
Reuniões semanais
Publicação de 3 números da Revista Cáritas, na quaresma, em Setembro e no
advento
Atualização permanente dos assinantes e envio da revista
Recursos Humanos
Diretor da Revista Cáritas _ Pe. José Manuel Pereira de Almeida
Responsável operacional _ António Lage Raposo
Assistente Operacional _ Maria Luísa Correia
Assistente Operacional (newsletter e Revista) _ Márcia Carvalho
Outros voluntários (Editorial) _ Acácio Catarino
Outros voluntários (Revista) _ Miguel Marujo
Outros voluntários (Revista) _ Patrícia Reis
Outros voluntários (Revista) _ Sara Fortes da Cunha
Potenciais financiadores
Montepio Geral, Millennium BCP
52
01-01-2015 | 31-12-2015
Plano de atividades das unidades
Editorial
Âmbito territorial
Nacional
Agentes Cáritas, Agentes da Pastoral Social, públicos específicos
Publicação de 3 números da Revista “Cáritas”
Publicação de 10 títulos
20 apresentações nacionais e newsletter bimensal
Todos os títulos da editorial Cáritas em versão digital
- Divulgação e envolvimento não aumentarem a procura dos livros e da revista
Indicadores/evidências
10 títulos
30 títulos
Cronograma (data ou de x a y)
20 apresentações /20 notícias
Todo o ano
conteúdos atualizados
20 newsletters
2 por mês
contratos
Todo o ano
Documentos de monitorização
1 reunião por trimestre
3 títulos
maio / setembro / dezembro
Base de dados de assinantes
Todo o ano
Todo o ano
Recursos materiais
Nº de horas mensais _ 28
Nº de horas mensais _ 56
Nº de horas mensais _ 140
Nº de horas mensais _ 28
Nº de horas mensais _ 28
Nº de horas mensais _ 7
Nº de horas mensais _ 7
Nº de horas mensais _ 7
Despesas
Receitas
AO (100%)
AO (20%)
Envio Revista / 10 títulos
Deslocações
despesas
TOTAL
Venda livros
Assinantes revista
16.000,00 €
4.000,00 €
500,00 €
10.000,00 €
1.500,00 €
31.500,00 €
10,000,00 €
1.000,00 €
TOTAL
11.000,00 €
Eixo
4 _ Organização e Rede Cáritas
Atividade
CAMPANHAS PERMANENTES / AD HOC/ INTERNACIONAIS
Objetivos
Parcerias
(concretizadas
ou potenciais) e
responsabilidades
Ações
Unidade
Público-alvo /
destinatários
Campanhas
Responder às campanhas de angariação de bens e de fundos determinadas pela Direção
da Cáritas Portuguesa (nacionais e internacionais), permanentes (logística) ou associadas a protocolos
Realizar uma campanha de angariação de material escolar
Resultados
qualitativos
e quantitativos
esperados
Todas as campanhas da equipa cumpram os passos do processo de “Campanhas de
angariação de fundos”
Associação “Karingana Wa Karingana”
Fatores de risco/
condicionantes
- demasiadas solicitações e exigências logísticas para a equipa
- sobreposições de atividades do Assistente Operacional
Campanha de “material escolar”
Levantamento dos protocolos
Realização de campanhas
Recursos Humanos
Responsável operacional _ Leonor Cardoso
Assistente operacional _ André Chagas
Duração prevista
01-01-2015 | 31-12-2015
Descrição e quantificação das ações
a) Realizar uma campanha de recolha de material escolar através da rede
Cáritas, em todo o país, durante o mês de junho
b) Distribuição junto das Cáritas Diocesanas e entidades
Âmbito territorial
Nacional
Cáritas Diocesanas, público em geral
Campanha de material escolar
Indicadores/evidências
a) Plano da campanha e
relatório de execução
b) Plano de distribuição
Levantamento apresentado à
Análise a todos os protocolos que impliquem ações da Cáritas Portuguesa
Direção
Planos e relatórios de
Realização das campanhas determinadas pela Direção
execução
Campanhas permanente
Despesas
AO (40%)
Nº de horas mensais _ 14
Despesas comunicação
TOTAL
Nº de horas mensais _56
Receitas
TOTAL
Cronograma (data ou de x a y)
Até junho
setembro
Até março
Todo o ano
6.500,00 €
10.00,00 €
16.500,00 €
0,00 €
53
NOTAS
54
Plano de atividades das unidades
AGENTES CÁRITAS
Formar para a Missão. Construir com Valores. Assumir o compromisso com os mais pobres.
PRIORIDADE > Formação de Agentes Cáritas
MODELO INTEGRADO DE FORMAÇÃO
EIXO 5
AGENTES CÁRITAS
DAR VOZ AOS POBRES
A COMUNIDADE CRISTÃ
__ NOS - SGASP
__ CARES
__ Centro de Recursos
__ Dar e Receber /
+ Próximo
__ Curso “Pensamento
Social Cristão”
__ Encontro da
Pastoral Social
__ Encontro Animadores
Sócio-Pastorais
das Migrações
__ Encontro da Coorde nação Nacional da
Pastoral Penitenciária
PROMOÇÃO E
DESENVOLVIMENTO SOCIAL
ORGANIZAÇÃO
E REDE CÁRITAS
__ Cria(c)tividade
__ GIAS
__ Projeto de
Envelhecimento
Ativo e solidariedade
inter-geracional
__ Campanha “uma
só família humana,
alimento para
todos”
__ Melhoria de
Competências
__ Editorial Cáritas
55
REUNIÕES INTERDIOCESANAS
Este plano de atividades propõe retomar a realização de encontros interdiocesanos. A dinamização deste encontro fica a cargo da Cáritas Portuguesa, e dentro da Cáritas Portuguesa da
Unidade abaixo designada, em articulação com o/a Delegado de Zona da Comissão Permanente, a quem competirá escolher a diocese onde se realiza esse encontro.
56
TEMA
A FAMÍLIA E A DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA
POBREZA INFANTIL
ONDE
Região de Lisboa e Vale do Tejo, Diocese a definir (escolheu-se esta
região para facilitar o lançamento do relatório da crise pois permitirá
ter a comunicação social presente)
Região Norte, Diocese a definir
QUANDO
11 de Abril
2 de Maio
POSSÍVEIS ASSUNTOS A ABORDAR
Apresentação do contributo do trabalho conjunto da Comissão
Episcopal do Laicado e Família e da Cáritas Portuguesa / Lançamento
nacional do Relatório da Crise da Cáritas Europa e ponto de situação
sobre a implementação da Estratégia Europa 2020/ proposta de
Estratégia Nacional de Luta conta a Pobreza e Exclusão Social /
divulgação dos dados do primeiro trimestre do NOS
As crianças em situação de pobreza / a recomendação da Comissão
Europeia sobre “investir nas crianças para quebrar o ciclo vicioso da
desigualdade / a retoma da dinâmica de animação e formação da
“Prioridade às Crianças”
POTENCIAIS ORADORES
Secretário-Geral da Cáritas Europa / elemento do grupo de trabalho
da Estratégia Nacional de Luta conta a Pobreza e Exclusão Social
Ana Cardoso / Isabel Baptista e/ou Pedro Perista (autores do relatório
Investir nas crianças para quebrar o ciclo vicioso da desigualdade Análise de Políticas Nacionais) / elemento do secretariado da Cáritas
Europa
CONTRIBUTOS COMPLEMENTARES
Proximidade da Semana Nacional Cáritas, Fundo Social Solidário,
Editorial Cáritas
NOS / Editorial Cáritas
UNIDADE DA CÁRITAS
PORTUGUESA
Unidade de Estudos e Instrumentos Sociais
Unidade Promoção e Desenvolvimento Social
Plano de atividades das unidades
Propõem-se a realização de uma reunião anual por zona e trabalhar uma temática específica em cada encontro. Pretende-se, também, que nestes encontros exista a possibilidade de articular
outras atividades previstas conjugadas com os interesses das Cáritas Dicoesanas.
TEMA
EMPREGO / DESEMPREGO
PARTICIPAÇÃO
ONDE
Região Sul, Diocese a definir
Região Centro, Diocese a definir
QUANDO
20 de Junho
17 de Outubro
POSSÍVEIS ASSUNTOS A ABORDAR
A evolução da situação de emprego desemprego / políticas públicas
/ iniciativas locais e do interior de combate ao desemprego / projeto
das Cáritas da Raia / ponto de situação sobre a implementação da
Estratégia Europa 2020
Ação Social Paroquial / evolução das medidas de política / o processo
de participação na Estratégia Europa 2020
POTENCIAIS ORADORES
José Manuel Cordeiro / elemento da Equipa do projeto da Raia (lado
Portugal e/ou lado Espanha) / representação Portuguesa da Comissão
Europeia / CASES
CNJP/ FNGIS/ EAPN / Confederação Portuguesa do Voluntariado
CONTRIBUTOS COMPLEMENTARES
NOS / Editorial Cáritas / GIAS / Cria(c)tividade
NOS / Editorial Cáritas / GIAS / Prioridade às Crianças
UNIDADE DA CÁRITAS
PORTUGUESA
Unidade Promoção e Desenvolvimento Social
Unidade da Animação Pastoral
57
NOTAS
58
05
Cronograma
NÚCLEO DE OBSERVAÇÃO SOCIAL
DAR VOZ
AOS POBRES
ESTUDOS E
INSTRUMENTOS
SOCIAIS
CARES E RELATÓRIO DA CRISE
FNGIS E ENLCPES
CENTRO RECURSOS
SEMANA NACIONAL CÁRITAS
10 MILHÕES DE ESTRELAS
A COMUNIDADE
CRISTÃ
ANIMAÇÃO
DA PASTORAL
SOCIAL
+ PRÓXIMO / DAR E RECEBER
PARCERIAS
FUNDO SOCIAL SOLIDÁRIO
RESPOSTA
À SOCIEDADE
PROMOÇÃO E
DESENVOLVIMENTO
SOCIAL
PRIORIDADE ÀS CRIANÇAS
CRIA(C)TIVIDADE
GIAS - GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL
PLATAFORMA IN SPIRA
INTERNACIONAL
INTERNACIONAL
ESTATUTÁRIO
CAMINHO PARA A QUALIDADE
RECURSOS HUMANOS
CAMPANHAS
ORGANIZAÇÃO
E REDE
CÁRITAS
COMUNICAÇÃO E IMAGEM
FORMAÇÃO REDE
EDITORIAL
60
Cronograma
ADMINISTRATIVO / FINANCEIRO
Reuniões p/ zona
Relatório
Coordenação
Elaboração de contributos
Coordenação
Introdução de conteúdos
Dinamização
Dinamização
Lançamento módulos
XXX Encontro da Pastoral Social
XV Encontro dos Animadores Sócio-pastorais das Migrações
Encontro da Coordenação Nacional da Pastoral Penitenciária
Conferência Anual da Comissão Nacional Justiça e Paz
Curso “Pensamento Social Cristão”
Candidaturas/ Acompanhamento
Assembleia Social
Candidaturas/ Acompanhamento
Reuniões p/ zona
Candidaturas/ Acompanhamento
Encontro nacional do animador GIAS
Candidaturas/ Acompanhamento
Projetos e emergências internacionais
Encontro das Cáritas Lusófonas
Visita da Cáritas do Sri Lanka e Encerramento USFH, APT
Avaliação Cáritas Espanhola
Reuniões estatutárias
Encontro da Equipa da Qualidade
Relatório sobre ferramentas
Plano formação
Auditoria
Arquivo histórico
Concurso agências comunicação
Ferramentas comunicação
Aferição necessidades formação
EDITORIAL
Envolvimento divulgação
Edição livros
Conselho Editorial
Revista
CAMPANHAS
Campanha recolha material escolar
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
61
06
Recursos
DESPESAS
RECEITAS
UNIDADE INTERNACIONAL
120.000,00 €
10%
UNIDADE PROMOÇÃO
E DESENVOLVIMENTO
SOCIAL
461.500,00 €
39%
RECEITAS PRÓPRIAS
368.900,00 €
31%
UNIDADE GESTÃO
217.900,00 €
18%
UNIDADE EDITORIAL
31.500,00 €
3%
UNIDADE CAMPANHAS
16.500,00 €
1%
UNIDADE ESTUDOS
E INSTRUMENTOS SOCIAIS
22.500,00 €
2%
UNIDADE ANIMAÇÃO
DA PASTORAL SOCIAL
320.500,00 €
27%
64
Recursos
RECEITAS EXTERNAS
821.500,00 €
69%
07
Conclusão
NOTAS
66
Conclusão
CONCLUSÃO
O Plano de Atividades para 2015 procura responder e dar significado ao compromisso que temos para com os mais pobres e excluídos:
__ Combatemos a pobreza e a exclusão social promovendo projetos portadores de futuro que possam ser solução e resolução dos problemas sociais;
__ Estudamos a evolução social em Portugal, procurando conhecer os seus problemas e propondo caminhos que possam conduzir a soluções;
__ Acreditamos que a ação social da paróquia é “presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade
generosa, a adoração e a celebração” Evangelii Gaudium 28
Por isso dizemos que os nossos valores são...
JUSTIÇA SOCIAL E CARIDADE
OPÇÃO PREFERENCIAL PELOS MAIS POBRES
COMPAIXÃO
PARTILHA
ESPIRITUALIDADE
SUBSIDIARIEDADE
GRATUIDADE
UNIVERSALIDADE. /
67
CA
LEN
DA
RIO
Junho
68
Calendário
16/18
XV Encontro dos Animadores
Sócio-Pastorais das Migrações
Julho
08
Conselho Fiscal
Encontro Interdiocesano da zona sul
20 Janeiro
15
Fevereiro
09/10
Encontro da Coordenação Nacional
da Pastoral Penitenciária
23 Comissão Permanente
Setembro
Eucaristia de intenção de Melita
Rebelo e Barreto
05
Dia da Caridade
08 Assembleia Social do Fundo Social
Solidário
08/10
XXX Encontro da Pastoral Social
Março
Abril
02
Conselho Fiscal
05/08 Peditório Público
08
Dia Cáritas
20/22
Conselho Geral
(Cáritas Diocesana do Porto)
11
Maio
Encontro Interdiocesano da Zona
Lisboa e Vale do Tejo
15 Reunião de Coordenadores Plano
Estratégico da Cáritas em Portugal
2014-2016
02
11 Conferência Regional da Cáritas
Europa
12/17
Assembleia-Geral Caritas
Internationalis
18/20
Outubro
08
Reunião de Coordenadores Plano
Estratégico da Cáritas em Portugal
2014-2016
Novembro
14/15
Conselho Geral
Entrega da Luz da Paz
Operação “10 Milhões de Estrelas
- um Gesto pela Paz”
Lançamento nacional
da Operação “10 Milhões de Estrelas
– um Gesto pela Paz”
16 Dia Internacional da Alimentação
15 17
Dia Internacional da Erradicação da
Pobreza /Encontro Interdiocesano
da zona centro
18
19
Comissão Permanente
26
Conselho Fiscal
Encontro Interdiocesano
da Zona Norte
Encerramento da Campanha “uma só
família humana, alimento para todos”,
Expo Milan
Dezembro
07
Eucaristia de intenção de António
Barreto Xavier Artur Barreto
12 Conselho Fiscal
13
Manifestação Pública
Operação “10 Milhões de Estrelas
– um Gesto pela Paz”
24
Acendimento das velas
Operação “10 Milhões de Estrelas
- um Gesto pela Paz”
69
NOTAS
70
Praça Pasteur, 11 - 2º Esq · 1000-238 Lisboa
Telefone 218 454 220 Fax 218 454 221
Email [email protected]
www.caritas.pt

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