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Jornal
Julho/2012
ArtMed
Alimentos antioxidantes:
o que são e para que servem
“Os antioxidantes exógenos são aqueles que precisam ser
consumidos através da alimentação e que são responsáveis
por minimizar e até bloquear os danos causados pelos
radicais livres. Levando-se em conta que estamos expostos
constantemente ao ataque de radicais livres, torna-se
extremamente necessária a ingestão adequada de tais
alimentos”, ressalta ela.
Principais antioxidantes exógenos e algumas fontes:
Você já deve ter ouvido falar sobre os alimentos antioxidantes
e deve saber que eles fazem bem à saúde, mesmo sem
conseguir explicar direito a razão, não é verdade? Além
disso, você deve saber que estes alimentos contribuem para o
retardo do envelhecimento precoce e já deve ter lido sobre
sua atuação na prevenção de doenças como parkinson,
aterosclerose, alzheimer, diabetes, autismo entre outras.
Mas, afinal, o que são alimentos antioxidantes?
A principal função dos alimentos antioxidantes é bloquear o
aumento dos radicais livres, aquelas moléculas que causam
diversas doenças e, de quebra, são responsáveis pelo
envelhecimento precoce. Por outro lado, precisamos respirar
para viver, o que faz com que produzamos radicais livres o
tempo todo. Sendo assim, o nosso organismo, para não ficar
em risco, precisa estar repleto de antioxidantes!
De acordo com a nutricionista Natália Colombo, Pósgraduada em Nutrição Clínica Funcional, para combater os
danos dos radicais livres no organismo, o nosso corpo tem
dois sistemas antioxidantes:
1 - Sistema antioxidante endógeno (produzido pelo
organismo).
Que são enzimas que produzimos no nosso corpo.
2 - Sistema antioxidante exógeno (adquirido pela ingestão de
alimentos e nutrientes antioxidantes).
Esses antioxidantes podem agir:
-reparando os danos causados pelos radicais livres
-estabilizando esses radicais
-eliminando-os do organismo
• Vitamina C - laranja, kiwi, morango
• Vitamina E - oleaginosas, azeite de oliva extravirgem
• Betacaroteno - cenoura, pequi, couve, espinafre, mamão
• Flavonóides - frutas vermelhas (ameixa, mirtilo), brócolis,
salsa
• Catequinas – chá verde
• Quercetinas – vinho tinto
• Licopeno – tomate
• Ácido elágico – romã
• Curcumina – curry
• Polifenóis – noz
• Clorofilina – espinafre
• Taninos - repolho
Alimentação equilibrada: como começar?
Mais do que emagrecer, a
escolha certa dos
alimentos faz com que
alcancemos algo mais
importante: qualidade de
vida. Manter um cardápio
balanceado é o primeiro
passo para viver bem,
longe de doenças e com
disposição para superar qualquer dificuldade! Mas,
afinal, em que consiste uma alimentação equilibrada?
Para a Dra. Lorença Dalcanale, nutricionista do “Centro
de Cirurgia Obesidade e Metabólica” e Mestre em
Ciências da Saúde em Gastroenterologia Clínica: “Uma
boa alimentação é importante para todas as pessoas,
pois é a partir dos alimentos que o organismo retira os
nutrientes indispensáveis para seu crescimento e
desenvolvimento, manutenção de tecidos, resistência às
doenças, entre outros aspectos”.
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R. Senador Fonseca, 850 | Centro | Av. Jundiaí, 210 | Anhangabaú
Jundiaí/SP | Fone: (11) 4583.1438 | www.farmaciaartmed.com.br
Jornal
Julho/2012
ArtMed
7 dicas para ter qualidade de vida
Na correria do dia a dia, pouco tempo sobra para cuidarmos de nós mesmos. Trabalho,
casa, família, como se não bastasse tudo isso, precisamos encontrar um horário para
cuidar do corpo, da alimentação e do bem-estar. Mas, esta não é a prioridade de muitos,
o que faz com que a tão sonhada qualidade de vida se transforme em um objetivo
inatingível.
O problema é que tanta dispersão com este assunto pode trazer diversos prejuízos à
saúde, sendo alguns irreversíveis. Pressão alta e arritmia cardíaca são alguns exemplos de
distúrbios decorrentes do estresse. O que fazer, então? Muito simples! Mudar alguns
hábitos e seguir algumas regras. Para te ajudar, confira 7 dicas de especialistas de
diferentes áreas para que você conquiste de vez Qualidade de Vida!
1 – Alimente-se bem
5 – Busque a tranquilidade
2 – Exercite-se sempre
6 – Saiba tudo sobre a saúde da mulher
3 – Tome cuidado com a obesidade
7 – Saiba tudo sobre a saúde do homem
4 – Espante o estresse
Alzheimer: aprenda a prevenir este mal
Responsável por 50% das incidências de doenças que provocam a deterioração mental, o Mal de Alzheimer atinge, hoje, mais de 1 milhão de
brasileiros. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), com o aumento da estimativa de vida da população, a incidência da doença
cresce a cada dia e a falta de informação ainda é o principal desafio para o tratamento. Neste Dia Mundial de Combate ao Alzheimer, para ajudar
a superar este obstáculo, o Suadieta traz para você algumas dicas que prometem reduzir pela metade o risco da doença.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia já comprovaram que indivíduos que se alimentam mal e não praticam exercícios são os que mais
têm chance de desenvolver o Mal de Alzheimer. De acordo com os cientistas, as atividades físicas podem manter saudáveis pequenos vasos
sanguíneos do cérebro e reduzir a concentração da proteína amilóide, que se acumula no cérebro de pessoas com a doença, além de proteger
contra a pressão alta e a diabete. Mesmo aqueles que possuem tendência genética podem reduzir em 60% os riscos da doença.
Mas, não basta “viver” na academia e continuar fazendo uma alimentação desregrada e rica em gorduras, por exemplo. Além da atividade física,
uma alimentação saudável é fundamental para que a situação não fique ainda pior. De acordo com pesquisadores, indivíduos que ingerem doses
diárias recomendadas de minerais e vitaminas, reduzem em 55% as chances de desenvolverem o Mal de Alzheimer.
Entre os micronutrientes mais indicados para o consumo diário e a manutenção de uma alimentação saudável e equilibrada estão as vitaminas E,
encontrada em óleos vegetais, cereais integrais e nozes, C, presente em frutas como a laranja e a acerola, B6 e B12, respectivamente encontradas
em grande quantidade nas carnes, soja e amendoim, e demais produtos de origem animal, incluindo os latícinios. Verduras de folhas verdes e
verde-escuras e fígado e peixes como o salmão, rico em Omega-3 também são alguns dos alimentos que devem conter na alimentação.
Colesterol alto: como prevenir e amenizar os sintomas
A maior causa de elevação do nível de colesterol é a ingestão de alimentos ricos em gordura saturada,
principalmente de origem animal. Sem contar que a herança genética é outro fator que influencia o
desenvolvimento do distúrbio. O colesterol ruim ou LDL participa da formação de placas de gordura que
obstruem a artéria. Enquanto o colesterol bom ou HDL retira o colesterol dos tecidos e transporta para o
fígado, onde é eliminado.
Agora que você já sabe do que trata esta doença, que tal aprender a preveni-la ou, para quem já sofre
com ela, aprender a amenizar os sintomas?
- Dê preferência a alimentos ricos em fibras, como pão e arroz integrais, que reduzem o colesterol ruim.
Inclua frutas cítricas, maçã, pêra, mamão, verduras, cereais, leguminosas, sementes e grãos inteiros nas
suas refeições.
- Consuma frutos do mar e peixes como salmão e sardinha, que, cozidos, são excelentes fontes de
ômega 3 e ácidos graxos, que combatem o colesterol ruim.
- Acrescente à dieta frango grelhado sem pele e azeite de oliva no lugar de outros óleos vegetais.
- Limite o consumo de gorduras saturadas, como batata frita, margarina, biscoitos amanteigados,
carnes gordas, laticínios e coco.
- Não coma mais do que quatro gemas de ovo por semana.
fontes: suadieta.com.br
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