Seguindo o Mestre: O discipulado em ação

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Seguindo o Mestre: O discipulado em ação
Lição 9
23 a 30 de fevereiro
Seguindo o Mestre: O discipulado em ação
Sábado à tarde
Ano Bíblico: Nm 33, 34
VERSO PARA MEMORIZAR: "Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de
Mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um
homem em troca de sua alma?" (Mc 8:35-37).
LEITURAS DA SEMANA: Mt 8:14, 15; 10:34-37; 28:18-20; Lc 5:17-26
A lição desta semana nos convida a contemplar o que está envolvido no discipulado. Queremos ver o discipulado em
ação. Deus nos chamou, mas cada um deve discernir esse chamado e seguir Sua guia. Thomas Cameron conta que
um pastor famoso dizia que teria considerado um privilégio "ter soprado o fole para Handel, ter levantado o pincel
caído para Michelangelo, ter segurado o telescópio para Cristóvão Colombo, ou ter levado a mala de Shakespeare. Se
homens consideram uma honra prestar algum serviço humilde para os grandes heróis do mundo, que distinção nos dá
a oportunidade de servir ao Salvador dos homens?" – A. Gordon Nasby, ed., Treasury of the Christian World, p. 327.
Prévia da semana: Qual deve ser nossa motivação para o serviço como discípulos? Que tipo de oposição devemos
esperar? Que promessas temos ao executar o trabalho do discipulado?
Domingo
Ano Bíblico: Nm 35, 36
Serviço e discipulado
1. Que princípios para o discipulado encontramos nestes episódios da vida de Jesus? Mt 8:14, 15; Mc 1:2931; Lc 4:38, 39
Essas três histórias registram que a sogra de Pedro estava doente e com febre. Mas só Lucas diz que ela estava
sofrendo de uma febre muito alta. Este detalhe, alguns acreditam, é indicativo da profissão de Lucas como médico,
especialmente porque, na língua grega, essa frase se assemelha à linguagem técnica que os gregos usavam para
classificar uma febre específica.
Note, também, que em todos os relatos é enfatizado que os discípulos contaram a Jesus que ela estava doente, e que
pediram Sua ajuda. Evidentemente, devemos entender que Jesus já sabia tudo sobre o problema dela, mas Ele ainda
esperava que eles Lhe contassem, como também pedissem a cura divina.
2. Que lição podemos tirar deste episódio sobre nosso papel como discípulos? Isso é realmente
discipulado, ou apenas hospitalidade?
Depois que a sogra de Pedro foi curada, ela não fugiu do serviço. Em recuperação, ela encontrou uma casa cheia de
convidados cansados e famintos, que tinham estado preocupados por ela. Embora pudesse haver alegado
esgotamento ou fadiga da doença, ela não fez isso. Ao contrário, começou imediatamente a servi-los à mesa. A
palavra grega usada é similar à que significa "servo", "ministro" ou "diácono". Inspirada por Jesus, ela começou seu
serviço imediatamente após a recuperação.
O que Cristo fez para você? De que Ele o salvou? Qual foi sua resposta? Como toda a vida cristã deve ser uma
resposta ao que Jesus fez por nós?
Segunda
Ano Bíblico: Dt 1–3
Jesus e o paralítico
Existe uma conhecida história em Lucas 5:17-26, a cura do paralítico por Jesus. Dela podemos aprender algumas
lições importantes sobre o discipulado em ação.
3. Que dois aspectos contraditórios encontramos nesse relato? V. 17
Aqui estavam eles, líderes, mestres da lei, vindos de toda parte, aparentemente para ouvir Jesus. O texto diz que
naquele momento, "o poder do Senhor estava com Ele para curar". Em outras palavras, Jesus estava lá; o poder de
Deus estava lá; ajuda, cura e salvação estavam lá. O único problema era que no caminho havia egoísmo, pecado e
orgulho. Que advertência poderosa para nós todos.
Enquanto isso, nesta história, podemos ver o discipulado em ação. Primeiramente, havia aqueles que levaram o
paralítico a Jesus. Note quanto eles trabalharam. Impossibilitados de passar por entre a multidão, eles tiveram que
recorrer a outros meios. Pense quanto eles tiveram que se esforçar por seu amigo. Com quanta facilidade eles
poderiam ter desistido! Note, também, como Jesus reconheceu sua fé. Se eles foram pessoalmente curados por Jesus,
os textos não dizem. O que sabemos é que suas obras revelaram fé verdadeira. Eles agiram como discípulos no
sentido de levar algum necessitado a Jesus.
Depois da cura do paralítico, este partiu louvando a Deus. Sem dúvida, seu corpo e suas palavras eram uma
ferramenta poderosa para o testemunho e discipulado (veja também v. 26).
Ao mesmo tempo em que essa história se desenrolava, nos bastidores, os líderes fulminavam blasfêmias contra Jesus.
Eles deixaram que sua religião, fé e ensinos os impedissem de obter uma viva experiência com Jesus. Que lição para
nós todos!
Como podemos nós, mesmo como professos discípulos de Cristo, permitir que outras coisas impeçam o Senhor de
trabalhar em nossa vida, ou até na vida de outros? Que coisas em nosso coração podem nos cegar para o poder de
Deus? Mais importante ainda, como podemos nos livrar delas?
Terça
Ano Bíblico: Dt 4–7
"Para lançar fogo sobre a Terra" (Mt 10:34-37; Lc 12:49-53)
Na maioria das vezes, o cristianismo é considerado em termos pacíficos. No nascimento de Jesus, os anjos cantaram:
"Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na Tterra entre os homens, a quem Ele quer bem" (Lc 2:14). Ainda mais
importante, o cristianismo defende o amor, não o ódio, mesmo para com os inimigos. Jesus disse: "Bem-aventurados
os pacificadores" (Mt 5:9)., então, entender o que Jesus está dizendo nestes versos?

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