2ª Avaliação - Colégio Oficina

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2ª Avaliação - Colégio Oficina
COLÉGIO OFICINA
1
ALUNO(A): __________________________________________________________________________ N°.: ______
3ª SÉRIE-E.M.
TURMA: ____
DATA: ___/___/2014
PROFESSORES: TACYANA, ZÉ BASTOS, ZÉ CARLOS, MÁRCIA KALID, JOÃO LUÍS, NOLINHA, THOMAZ,
LUÍS FREITAS, FÁBIO MOTTA, ROBERTO BAHIENSE, EDSON TRANZILLO, CARIBÉ,
SÍLVIO, DUDU E DANILO
UNIDADE III
GABARITO DA SEGUNDA AVALIAÇÃO DA UNIDADE
INSTRUÇÕES: –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
· Verifique se este caderno de prova contém um total de 60 (sessenta) questões tipo Múltipla Escolha,
assim distribuídas:
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•
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•
•
•
•
Português – 01 a 12
História – 13 a 19
Geografia – 20 a 26
Biologia – 27 a 33
Física – 34 a 40
Química – 41 a 47
Matemática – 48 a 55
Inglês / Espanhol – 56 a 60.
Caso contrário, reclame ao fiscal da sala um outro caderno completo. Não serão aceitas reclamações
posteriores.
· Para cada questão existe apenas UMA resposta certa. Mais de uma letra assinalada implicará anulação da
questão.
· Marque as respostas primeiro a lápis e depois cubra com caneta esferográfica de tinta azul ou preta. Não
rasure a Folha de Respostas.
· Devolva este caderno de prova ao fiscal da sala.
· Você tem 4h 30min para fazer a avaliação, incluindo a marcação de sua folha de respostas.
––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
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PORTUGUÊS – 01 a 12
(Ufal) Leia o texto para responder às questões de 01 e 02
A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA... PARA A ENGENHARIA
05
10
15
20
25
A motivação deste texto adveio da frequência com a qual tenho me deparado, ao longo dos quase dez anos
como docente da Escola de Engenharia da UFMG, com a velha frase: “O último livro que li foi para o vestibular”.
O desalento da frase é agravado (salvo exceções) nos trabalhos, pelos textos incompreensíveis, nos quais sujeitos,
predicados, objetos diretos e vírgulas digladiam-se em batalhas cruentas, que nem os corretores ortográficos
conseguem minimizar.
O contato com a literatura não é apenas benfazejo como forma de aprimoramento da expressão oral e escrita.
Também fomenta o desenvolvimento do raciocínio abstrato, imprescindível para os estudos de matemática e física,
dois pilares das ciências exatas e das engenharias. Todavia, o usufruir da literatura requer inevitavelmente uma dose
de solidão que, parece, os nossos alunos não conseguem se dar. Diferentemente da minha geração, há hoje
permanente possibilidade e perspectiva de contato a qualquer tempo (celular), em qualquer lugar (internet).
Desfrutar do prazer da literatura é essencialmente um momento do exercício da individualidade. Da escolha do livro
ao tempo gasto para a leitura.
Em outro contexto, talvez o mais importante, a literatura influencia a forma de ver o mundo, suscita
reflexões, sedimenta valores. Pelo muito que desvela e pelo muito que vela. Lembro-me do impacto de uma
obra-prima da escritora belgo-francesa Marguerite Yourcenar, Alexis – o tratado do vão combate, que li na
juventude e venho relendo pela vida afora, sempre com renovado prazer. Na literatura nacional, não se passa
incólume pelas páginas de Vidas secas, O tempo e o vento, Tereza Batista cansada de guerra ou Capitães de areia,
sem refletir sobre a nossa realidade, apresentada a cada dia com disfarces imperfeitos. (...)
Recentemente, reli um daqueles exemplares – Werther –, cujas folhas já traziam as manchas indeléveis do
tempo. O romance marcante da minha adolescência (a) pareceu-me pueril na idade madura. Com a decepção desta
releitura, pude redescobrir (em verdade confirmar) velha assertiva. Há livros adequados para cada fase da nossa
existência.
Por fim, muito do meu apreço pela literatura advém do saber o quão árdua é a produção de um texto. Mesmo
científico. Levamos, por vezes, dias para finalizar um parágrafo, na renovada frustração da busca da palavra mais
adequada, da frase mais elegante, enfim, na construção do texto mais envolvente. Como na elaboração deste artigo.
Situação paradoxal em relação ao tempo despendido por você, leitor, se porventura conseguiu chegar até aqui.
LIBÂNIO, Marcelo. Boletim Informativo da UFMG, ano 29, n. 1.398, 29 maio 2003. (Adaptado.)
01. O autor do texto faz referência a várias funções da literatura, exceto ao fato de a literatura:
a)
b)
c)
d)
e)
ajudar as pessoas a falarem e escreverem com mais habilidade.
contribuir para aumentar a capacidade de raciocínio.
auxiliar os leitores a refletirem sobre a realidade que os cerca.
fazer recrudescer os sentimentos de egoísmo e de autossuficiência humanos.
instigar o escritor a explorar os recursos da linguagem.
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02. No que se refere às características tipológicas do texto, é correto afirmar que ele:
a) é um texto prioritariamente descritivo, o que se revela principalmente pela forte adjetivação, a qual lhe dá um
“colorido” especial.
b) apresenta de maneira bastante explícita as características de uma narração, com personagens, tempo e cenário
bem marcados.
c) apesar de ser escrito na primeira pessoa do singular, configura-se como uma dissertação, na qual se defende um
ponto de vista.
d) embora seja narrativo, apresenta diversos trechos descritivos, que contribuem para alcançar os sentidos
pretendidos pelo autor.
e) é um texto impossível de ser classificado, porque as características da descrição, da narração e da dissertação
estão presentes na mesma proporção.
03. A metalinguagem está presente nestes versos de A educação pela pedra, de João Cabral de Melo Neto, exceto em:
a) Certo poema imaginou que a daria a ver
(sua pessoa, fora da dança) com o fogo.
Porém o fogo, prisioneiro da fogueira,
tem de esgotar o incêndio, o fogo todo;
e o dela, ela o apaga (se e quando quer)
ou o mete vivo no corpo: então, ao dobro.
MELO NETO, J. C. Dois P. S. a um poema. Em: A educação pela
pedra.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008. p. 218.
b) Catar feijão se limita com escrever:
jogam-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois, para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
MELO NETO, J. C. Catar feijão. Em: A educação pela pedra.
Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008. p. 222.Durante as secas do Sertão, o
urubu.
c) Durante as secas do Sertão, o urubu,
de urubu livre, passa a funcionário.
O urubu não retira, pois prevendo cedo
que lhe mobilizarão a técnica e o tacto,
cala os serviços prestados e diplomas,
que o enquadrariam num melhor salário,
e vai acolitar os empreiteiros da seca,
veterano, mas ainda com zelos de novato:
aviando com eutanásia o morto incerto,
ele, que no civil quer o morto claro.
MELO NETO, J. C. O urubu mobilizado. Em: A educação pela
pedra. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008. p. 209.
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d) Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
isolada, estanque no poço dela mesma;
e porque assim estanque, estancada, muda,
e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
MELO NETO, J. C. Rios sem discurso. Em: A educação pela pedra.Rio de
Janeiro: Alfaguara, 2008. p. 229-230.
e) O poema
A tinta e a lápis
escrevem-se todos
os versos do mundo.
(...)
O papel nem sempre
é branco como
a primeira manhã.
É muitas vezes
o pardo e pobre
papel de embrulho;
é de outras vezes
de carta aérea,
leve de nuvem.
Mas é no papel,
no branco asséptico,
que o verso rebenta.
MELO NETO, J. C. O poema. Em: Obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003. p. 76-77. (Fragmento.)
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04.
UMA EVOCAÇÃO DO RECIFE
O Recife até os anos quarenta
era como os dedos da aranha
mas um pouco antes de Apipucos,
do açude que dá nome ao cujo.
que iam cada dia mais longe;
os dedos: as linhas de bonde.
O Recife de então se espalha,
aonde o levavam suas garras,
Ninguém falava do seu bairro
mas desses dedos espalmados
se esgueirando entre as línguas secas
que a maré entre os dedos deixa:
que as linhas de bonde varavam
e a seu lado cristalizavam.
mas que deixa até onde deixa:
ao onde que, ausente das letras,
está presente como mangues
de olhos de água cega, estanques,
Mora-se na linha do Monteiro,
passado já o Caldeireiro,
que em pesadelo estão presentes
no sono de todo recifense.
depois porém da própria praça
do Monteiro, na Porta d’Água,
MELO NETO, J. C. Uma evocação do Recife. Em: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003. p. 524-525.
No texto, João Cabral recorre a lembranças da infância, compondo um retrato poético de antigas paisagens. Para
manifestar sua relação com a paisagem natal, no entanto, o poeta não se limita às lembranças individuais, pois alude
a elementos “(...) presentes / no sono de todo recifense”. Pode-se afirmar que a permanente atualidade e a
vinculação do poema ao patrimônio literário-cultural brasileiro se deve:
a) às reminiscências pitorescas e saudosistas do Recife de antigamente, que contrasta com a paisagem moderna da cidade.
b) à crítica do eu lírico aos arcaicos meios de transporte, motivo de pesadelo, até hoje, para os cidadãos recifenses.
c) ao saudosismo com que o eu lírico evoca “Recife até os anos quarenta”, um espaço geográfico que o poema
retoma de maneira idealizada.
d) à abordagem histórica do meio urbano de Recife e às implicações desse espaço geográfico no imaginário e na
vida popular em geral.
e) à duradoura homenagem prestada pelo poeta aos locais mais caros à memória natal, como a praça do Monteiro e
o açude Apipucos, citados no texto.
05.
O poema
A tinta e a lápis
escrevem-se todos
os versos do mundo.
é de outras vezes
de carta aérea,
leve de nuvem.
(...)
Mas é no papel,
no branco asséptico,
que o verso rebenta.
O papel nem sempre
é branco como
a primeira manhã.
É muitas vezes
o pardo e pobre
papel de embrulho;
MELO NETO, J. C. O poema. Em: Obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003. p. 76-77. (Fragmento.)
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Sobre o poema, pode-se afirmar que:
a) se apoia em uma concepção subjetiva da realidade, compreendida a partir das emoções do eu lírico e das
características que ele atribui aos seres do mundo.
b) o eu lírico adota um lirismo de raiz subjetiva, recusando um sentido de racionalidade e a busca de perfeição
formal à criação poética.
c) o eu lírico admite que o poema se origina, principalmente, da observação da beleza natural.
d) o texto apresenta um forte sentido de materialidade ligado à criação poética. Isso se verifica pelas afirmações de
que todo verso é escrito “a tinta e a lápis” e de que ele “rebenta” (ou seja, nasce) “no papel”.
e) o eu lírico apresenta uma concepção de poesia que se dissocia completamente da realidade, limitando-se a uma
criação verbal materializada “no branco asséptico”do papel.
06. (Enem)
Texto 1
Texto 2
– O meu nome é Severino,
não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio,
transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como o
Capibaribe, também segue no caminho do Recife. A
auto apresentação do personagem, na fala inicial do
texto, nos mostra um Severino que, quanto mais se
define, menos se individualiza, pois seus traços
biográficos são sempre partilhados por outros homens.
SECCHIN, A. C. João Cabral: a poesia do menos. Rio de
Janeiro: Topbooks, 1999. (Fragmento.)
MELO NETO, J. C. Morte e vida severina. Em: Obra
completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. (Fragmento.)
Com base no trecho de Morte e vida Severina (texto 1) e na análise crítica (texto 2), observa-se que a relação entre
o texto poético e o contexto social a que ele faz referência aponta para um problema social expresso literariamente
pela pergunta “Como então dizer quem fala / ora a Vossas Senhorias?”. A resposta à pergunta expressa no poema é
dada por meio da:
a)
b)
c)
d)
e)
descrição minuciosa dos traços biográficos do personagem-narrador.
construção da figura do retirante nordestino como um homem resignado com a sua situação.
representação, na figura do personagem-narrador, de outros Severinos que compartilham sua condição.
apresentação do personagem-narrador como uma projeção do próprio poeta, em sua crise existencial.
descrição de Severino, que, apesar de humilde, orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias.
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Questões de 07 a 10
TEXTO:
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10
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Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário
nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco, a madame que parece uma “lady” solta palavrões e berros que lembram as antigas
“trabalhadoras do cais”... E o bem comportado executivo? O “cavalheiro” se transforma numa “besta selvagem” no
trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para
sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido, uma “mala sem alça”. Aquela velha amiga, uma “alça sem mala”, o
emprego, uma tortura, a escola, uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele, pela internet, estava demorando a dar o saldo, eu me
lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto
maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus. A paciência
está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é “ansioso demais”, aonde ele quer chegar? Qual é a finalidade de
sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Aonde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai aguentar? Se
você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As
pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia, vai
completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...
JABOR, Arnaldo. A falta de paciência. Disponível em:< http://
pensador.uol.com.br/autor/arnaldo_jabor/5/>. Acesso em: 31 out. 2012.
Com ajustes.
07. O enunciador do discurso
a)
b)
c)
d)
e)
defende a pressa como uma característica da modernidade.
revela-se inconformado diante da falta de sensatez do ser humano.
considera a ansiedade compreensível apenas em algumas circunstâncias.
mostra-se iludido em face da ansiedade que move o mundo contemporâneo.
vê a impaciência como uma doença que necessita de medicação para controle.
08. A análise do fragmento transcrito, tendo-se em vista seus efeitos de sentido no contexto, está correta na alternativa
a) A frase “Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.” (. 1-2), através de
uma linguagem conotativa, retoma o que foi dito antes para criticar a falta de rigor na venda de certos produtos
por farmácias e supermercados.
b) O período “O ‘cavalheiro’ se transforma numa ‘besta selvagem’ no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...” (. 4-5),
por meio de um linguajar hiperbólico, desconstrói a ideia de cavalheirismo e de gentileza possíveis no trânsito.
c) Os termos “ ‘mala sem alça’ ” (. 7) e uma “ ‘alça sem mala’ ” (. 7), nas frases em que se inserem, são
metáforas usadas para simbolizar a dificuldade de o apressado lidar com aqueles que, para ele, constituem
obstáculos em seu caminho.
d) A oração “e balancei a cabeça” (. 10) revela um gesto de descaso do cronista em face da preocupação do seu semelhante.
e) O trecho “A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais
em alta.” (. 12-13) mostra o qualificador “sintética” explicitando a principal divergência entre doença e cura.
09. Identifique com V ou com F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre os elementos linguísticos
que compõem o texto.
(
(
(
(
(
) “Se” (. 1) introduz, no contexto, uma hipótese.
) “mesmo” (. 5) indica reforço.
) “até” (. 8) tem valor inclusivo.
) “com certeza” (. 19) expressa afirmação.
) “com” (. 20) e “sem” (. 20) se contrapõem.
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A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
a)
b)
c)
d)
e)
FVVVF
FFVVV
VFFFV
VVVFF
VVVVV
10. Sobre as formas verbais usadas no texto, é correto afirmar:
a)
b)
c)
d)
e)
“iria” (. 1) indica um fato certo, mas ainda dependente de uma condição.
“lembram” (. 3) apresenta-se com o sujeito implícito.
“lembrei” (. 10) e “Vi” (. 10) recebem, quanto à predicação, a mesma classificação.
“Pergunte” (. 14) e “saiba” (. 14) fazem referência a diferentes pessoas do discurso.
“Respire” (. 19) e “Acalme-se” (. 19) expressam ordem.
Questões 11 e 12
TEXTO:
Todos têm pressa
Fique rico ou morra tentando,
Foi assim que eu perdi vários dos meus manos.
Foram jovens, morreram antes dos 20 anos,
Não ficaram ricos, mas morreram tentando.
05 Tudo rápido, tudo a milhão,
Todo mundo quer à vista o que só pode à prestação.
Eita mundão que roda sem parar...
Faz a cabeça do meu povo girar,
Enlouquecer, se perder pra nunca mais voltar!...
10 Corre rápido, senão vão te atropelar.
Chega em primeiro lugar, senão vão te humilhar,
Não vale nada quem chega em segundo lugar.
Droga de filosofia patética!
Pra se dar bem se esquecem da ética!
(Refrão)
O tempo passa e não vai parar,
Todos têm pressa, todos querem logo é chegar.
Todo mundo está indo pra algum lugar,
Só que muitos não sabem ao certo onde seu
[caminho vai dar.
Eu ’tou indo, eu vou também,
20 ’Tou no caminho para a nova Jerusalém
Sem pressa nos pés, sem dúvida, sem estresse
O que eu quero mesmo é ficar relax.
15
LUO, Pregador; SERRALHEIRO, Roberto. Apocalipse 16. Todos têm pressa.
Disponível em:< http://letras.mus.br/apocalipse-16/711120/ >.
Acesso em: 3 nov. 2012.
11. O termo coesivo em destaque no período “Não ficaram ricos, mas morreram tentando.” (v. 4)
a)
b)
c)
d)
e)
restringe o sentido do que foi antes anunciado.
faz uma ressalva ao que foi dito anteriormente.
indica contraste em relação à negativa anterior.
estabelece uma oposição com a oração a que se liga.
soma outra informação à anterior, complementando-a.
12. A única análise incorreta sobre os fragmentos oracionais que compõem alguns períodos do texto é a que afirma
que a oração
a)
b)
c)
d)
e)
“ou morra tentando” (v. 1) recebe a mesma classificação que “senão vão te atropelar.” (v. 10).
“que só pode à prestação” (v. 6) restringe o sentido de “o” (v. 6), que, por sua vez, pode ser substituído por aquilo.
“senão vão te humilhar” (v.11) possui sujeito indeterminado.
“quem chega em segundo lugar” (v. 12) completa o sentido de “vale” (v. 12).
“que eu quero mesmo” (v. 22) apresenta o termo “mesmo” com valor adverbial.
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HISTÓRIA – 13 a 19
13. (Uff 2007) Um dos efeitos mais importantes da fotografia, na passagem do século XIX para o século XX, foi a sua
condição de ser um efeito de demonstração de progresso.
Uma das opções a seguir caracteriza corretamente o período mencionado. Assinale-a.
a) As renovações técnicas no final do século XIX ocorreram em função da curiosidade do homem pós-iluminista e
das necessidades de se resolverem as questões sociais decorrentes da superprodução.
b) As descobertas científicas do século XIX tiveram como base a ciência do século XVII e atendiam aos requisitos
do capitalismo liberal de livre-concorrência.
c) As inovações tecnológicas do final do século XIX resultaram do enorme investimento de capital que os
proprietários rurais europeus fizeram na agricultura como base da expansão do ludismo.
d) As novidades científicas do século XIX decorreram da busca por novas áreas de mercado, seguindo a orientação
do mercantilismo estatal, baseado no evolucionismo.
e) As invenções do final do século XIX foram fruto do desenvolvimento do capitalismo, da expansão da ciência
após o iluminismo e da necessidade de dar utilidade aos seus resultados.
14. (Uff 2012) No século XIX, um dos eventos mais importantes foi a unificação alemã. A partir dela o mundo europeu
e colonial caminhou na direção da hegemonia da Alemanha.
Assinale a alternativa que melhor identifica o período.
a) A Conferência Colonial de Berlim, em 1884/1885, simboliza a força do Império alemão nas conquistas das
regiões africanas, como o Egito.
b) A política alemã no processo de expansão colonial do século XIX reacendeu as rivalidades entre as potências,
como a crise franco-britânica ocasionada pelo incidente de Fachoda no Egito.
c) O prussiano Bismark foi o responsável único pela unificação alemã e pela vitoriosa expansão colonial na região
da Ásia Menor.
d) A política socialista de Bismark permitiu o fortalecimento econômico da Alemanha, pautado no apoio às
pequenas empresas de origem familiar.
e) O período é marcado, não somente pelo isolamento da França, mas também pelo enfraquecimento das relações
internacionais entre a Alemanha e a Itália.
15. (G1 – ifsp 2014) A maior mobilização operária foi a greve geral de julho de 1917, iniciada na cidade de São Paulo e
com repercussões no restante do país. O movimento começou com a paralisação em uma fábrica de tecidos de
algodão, se estendeu para outras empresas têxteis, atingiu o ramo das bebidas e se expandiu pelo interior paulista e
outros estados. Os grevistas entraram em choque com as forças policiais, o que resultou na morte do operário
Antônio Martinez. Seu enterro paralisou a cidade de São Paulo, transformada em campo de batalha.
(MOTA, B. Myriam e BRAICL, Patrícia. História das cavernas ao Terceiro Milênio -1ªed. São Paulo: Moderna, 1997, p.444. Adaptado)
As ruidosas e violentas manifestações operárias no Brasil, em 1917, ocorreram devido
a) ao comando operário centrado no PCB (Partido Comunista do Brasil), pois os trabalhadores pretendiam
implantar uma revolução comunista a partir de São Paulo.
b) à inexperiência das lideranças anarquistas operárias, que não souberam conduzir os protestos e as paralisações, o
que resultou em morte.
c) à inexistência de uma legislação trabalhista à época e ao desinteresse dos governos oligárquicos com a questão
social, pois a reivindicação operária era vista como “um caso de polícia”.
d) à entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial (1914-18) e ao recrutamento obrigatório dos operários que
seriam enviados aos campos de batalhas na Europa.
e) ao aumento do preço das passagens dos bondes elétricos, transporte urbano popular em São Paulo, o que
provocou protestos e greves dos operários.
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16. (Mackenzie 2014) Os reflexos da Primeira Guerra Mundial para economia brasileira, durante o governo de
Wenceslau Brás (1914-1918), ocasionaram
a) o aumento do déficit orçamentário, pois para corrigir os problemas financeiros do governo anterior, Wenceslau
Brás teve de recorrer a um novo Funding Loan.
b) a ampliação da produção industrial brasileira e a criação de novas fábricas para suprir o mercado nacional,
devido à queda das importações de produtos industrializados estrangeiros.
c) a sensível diminuição na produção industrial brasileira, devido à enorme evasão de mão de obra das indústrias,
pois grande contingente de operários foi enviado, como soldados, para lutar no conflito.
d) o aumento de empréstimos e investimentos em diversos setores da nossa economia, por parte de banqueiros e
industriais estrangeiros que, temerosos dos rumos do conflito mundial, passaram a investir no país.
e) a drástica redução dos investimentos no setor industrial e a queda de sua produção, uma vez que o governo
brasileiro incentivou os produtores agrícolas a aumentarem suas safras a fim de abastecer o mercado externo.
17. (Puccamp 2001) Observe a gravura.
A imagem simboliza o fim da Primeira Guerra Mundial.
Ao associar a imagem aos acontecimentos daquele momento histórico, pode-se afirmar que:
a) os conflitos prosseguiram depois da assinatura dos Tratados de Versalhes, já que a França não concordou em
ceder à Alemanha as regiões da Alsácia e Lorena.
b) não foram resolvidos os problemas que deram origem à Primeira Guerra, já que os tratados de paz previam
apenas uma trégua, com a suspensão dos conflitos bélicos.
c) na verdade não houve paz, uma vez que a Alemanha recusou-se a assinar o Tratado de Versalhes, elaborado pela
França e Inglaterra, que estabelecia o término dos conflitos.
d) os países europeus não tinham condições bélicas de prosseguir os conflitos, motivo pelo qual se pode explicar a
rendição de todos os países envolvidos na guerra.
e) apesar da paz estabelecida, a guerra afetou profundamente a economia dos países europeus, que tiveram que
arcar com prejuízos imensos, mesmo os países vitoriosos.
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18. (Upe-2009 – adaptada) A crise do capitalismo liberal no período entreguerras, ao mesmo tempo, é a crise do Estado
liberal. Todavia, as críticas e as contestações contra o capitalismo e suas formas liberais e democráticas não
procedem apenas e exclusivamente dos socialistas e comunistas. Nesse período, apareceu também o Nazifascismo
que teve como aspecto marcante
a) entre fins de 1922 e início de 1925, Mussolini promoveu um conjunto de medidas reforçando as liberdades
constitucionais, no entanto tais medidas não foram suficientes para evitar a instalação de uma ditadura.
b) Roosevelt, reeleito em 1936 pela Suprema Corte dos EUA, reviu suas posições, sintetizadas em uma frase: é
tudo para o Estado, nada contra o Estado, ninguém fora do Estado…
c) A subserviência à grande burguesia presente na concepção do Estado fascista permitiu o desenvolvimento de
uma economia longe dos interesses do Estado mas com um forte desempenho voltado para a exportação.
d) o militarismo de Hitler serviu para controlar a oposição e no entanto atrasou a recuperação industrial.
e) com uma bem montada máquina de propaganda, os nazistas conseguiram que a grande maioria da população
alemã apoiasse o regime.
19. (Uemg 2014) O movimento Integralista no Brasil surge com ideais fascistas, alimentado de um forte sentimento
nacionalista. Em 1932, havia uma proposta integralista de defender uma sociedade organizada hierarquicamente,
com rigidez e disciplina. Tal movimento sofreu oposição radical da Aliança Nacional Libertadora (ANL), que unia
diversos militantes de esquerda, principalmente os comunistas.
Considerando o contexto político desse período, marque a opção que apresenta as propostas da ANL para a política
brasileira:
a) proximidade do Brasil com o governo nazista; endividamento do Estado para promover emprego; abertura do
comércio para produtos importados; investimento armamentista.
b) suspensão do pagamento da dívida externa; nacionalização das empresas estrangeiras; liberdade individual;
repúdio ao fascismo; criação de um governo popular; reforma agrária.
c) estabelecimento dos ideais da economia norte-americana e do estilo de vida capitalista; adoção de uma política
neoliberal; consumismo; abertura ao capital estrangeiro.
d) sucateamento da máquina do governo; revolta popular sem participação militar; não interferência do governo
brasileiro nos interesses das classes políticas estaduais.
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GEOGRAFIA – 20 a 26
Mapa para as questões 20 e 21
20. O Brasil tem relativa diversidade climática. Isso se deve à dimensão do território, à extensão de sua faixa litorânea,
à variação de altitude e, principalmente, à presença de diferentes massas de ar que modificam as condições de
temperatura e umidade das regiões em que atuam.
Considerando as diversidades climáticas do Brasil, em relação às regiões climáticas do mapa acima,
a) na região 1, a atuação anual da massa Equatorial oceânica (mEa) em toda a sua extensão, garante um ritmo de
chuvas abundantes produzindo um intemperismo físico responsável por solos eluviais, profundos, de baixa
fertilidade, impossível para a prática agrícola.
b) na região 3, conhecida como Depressão Sertaneja e San Franciscana, a posição geográfica e a dificuldade da
entrada de massas úmidas produziram um clima com as maiores temperaturas médias anuais e os mais baixos
índices pluviométricos do Brasil, vegetação de estepe semiárida e solos rasos e salinos.
c) na região 2, o clima tropical semiárido de chuvas de verão, trazidas pela expansão da massa Equatorial
continental (mEc) é responsável por uma hidrografia de rios perenes e volumosos durante todo o ano.
d) na região 4, a latitude e a proximidade do mar são responsáveis pelos maiores índices pluviométricos do Brasil,
no clima tropical úmido, pelas maiores áreas de florestas aciculifoliadas e por solos originados de derrames de
lavas vulcânicas.
e) em 5, na região sul do Brasil, a altitude foi responsável pela ocorrência do clima tropical de altitude, por solos
tipo massapé e uma vegetação de estepe semiárida de gramíneas.
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21. Sobre os diversos biomas brasileiros
a) no domínio 1, a floresta equatorial amazônica recobre solos de alta fertilidade, razão maior do grande
desmatamento da área que atualmente é a maior produtora de cereais do Brasil.
b) no domínio 4 , os cerrados arbustivos misturados com cactáceas e bromeliáceas formam a paisagem natural mais
preservada do Brasil.
c) no domínio da caatinga de pobre fauna e flora, é uma área bastante preservada já que os solos salinos e pobres
não permitem qualquer agricultura.
d) o domínio do litoral de clima úmido em função dos alísios de nordeste, é recoberto por uma vegetação
homóclita e fechada que impede o processo de erosão dos solos.
e) o domínio das araucárias típicas do clima subtropical apresenta algumas áreas de solos vulcânicos, conhecidos
como terra roxa.
22. Estrutura geológica são diferentes tipos de rocha (e de mineral) que compõem a litosfera. A respeito da estrutura
geológica do Brasil, É INCORRETO afirmar que:
a) o território brasileiro é formado fundamentalmente por duas estruturas geológicas: os maciços antigos e as
bacias sedimentares.
b) a base estrutural do nosso território é de natureza cristalina, portanto muito antiga e rígida.
c) os afloramentos superficiais do embasamento cristalino só representam cerca de 36% do total da superfície do
país, ao passo que as áreas sedimentares representam cerca de 64%.
d) os terrenos formados na Era Proterozóica são de grande importância, porque geralmente aparecem associados às
jazidas de minerais metálicos.
e) as bacias sedimentares apresentam camadas dispostas horizontalmente ou quase horizontalmente, o que
evidencia a atuação de agentes internos.
23. A figura a seguir representa processos associados à tectônica de placas
Adaptado de: CASSETI, Valter. Elementos de geomorfologia. Goiânia: UFG, 1994.
Identifique os processos destacados pelas letras A, B e C, respectivamente.
a)
b)
c)
d)
e)
orogenia – subducção – movimentos convectivos
orogenia – erosão – subducção
dobramentos modernos – orogenia – movimentos convectivos
erosão – subducção – dobramentos modernos
dobramentos modernos – erosão – subducção
24. A teoria da “tectônica de placas”, hoje mais do que comprovada empiricamente, explica fenômenos como vulcões,
terremotos e tsunamis. Segundo essa teoria, as placas tectônicas
a) atritam entre si nas extremidades da Terra, derretendo as calotas polares.
b) movem-se porque flutuam debaixo dos solos dos oceanos, causando abalos no continente.
c) deslizam sobre o magma da astenosfera terrestre e apresentam movimentos com direções e sentidos próprios em
pontos da litosfera.
d) movimentam-se em conjunto, desenvolvendo abalos sísmicos coordenados e previsíveis.
e) encostam uma na outra e bloqueiam seu movimento natural, causando abalos nos mares.
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25.
13
(I)
(III)
(II)
Solo é a camada superior da superfície terrestre, onde se fixam as plantas, que dependem de seu suporte físico, água
e nutrientes.
Com base nas figuras acima e sobre esse processo,
a) a erosão que se inicia sempre de forma quase imperceptível é a “laminar”, como na figura 1, quando as partículas
superficiais do solo, junto com os nutrientes e sais minerais, começam a ser removidos pela ação da água ou do vento
deixando-o desprotegido, improdutivo e vulnerável à ação da força da chuva, dos ventos, e da gravidade.
b) o intemperismo físico atua em áreas com grandes declividades, em climas de grande pluviosidade, produzindo
verdadeiros sulcos nos solos (figura II), conhecidos como voçorocas.
c) a figura III exemplifica um dos maiores danos do intemperismo químico aos solos; a formação de voçorocas
deixando-os ácidos e pobres necessitando correção com calcário.
d) enquanto nos climas áridos o problema é a erosão pluvial, nos climas equatoriais e tropicais é o intemperismo
eólico quem produz a perda dos solos aráveis.
e) as figuras I, II e III representam respectivamente, ravinas, voçoroca e erosão laminar.
26. Observe os mapas 1, 2 e 3 sobre o movimento de massas de ar no Brasil
Mapa 1
Mapa 2
Mapa 3
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Sobre as massas de ar que atuam no Brasil, suas características e áreas de atuação
a) no mapa 1, a massa de ar equatorial atlântica, quente e úmida, atinge todo o litoral oriental do Brasil e chega
trazendo os alísios de nordeste, responsáveis por chuvas no clima tropical semiúmido.
b) no mapa 1, a massa tropical atlântica, quente e úmida, pode ser apontada como uma das causas do elevado
índice pluviométrico do clima tropical úmido, principalmente quando no outono-inverno, ao encontrar-se com
a massa polar atlântica, provoca as chuvas frontais.
c) a massa representada no mapa 2 é a equatorial continental, quente e seca como toda massa continental, que
atua o ano todo na Amazônia, mas no verão, expande-se pelo Brasil Central, ocasionando seca nesse período.
d) a umidade elevada da massa tropical continental, representada no mapa 3, é responsável por altas temperaturas
e forte índice pluviométrico do Pantanal.
e) a massa representada em 3 é a polar atlântica responsável pelo fenômeno da friagem no clima subtropical da
região Sul.
BIOLOGIA – 27 a 33
27. O termo adaptação possui dois significados em biologia evolutiva. O primeiro refere-se a características que
aumentam a sobrevivência e o sucesso reprodutivo dos indivíduos que as possuem. Por exemplo, acredita-se que as
asas são adaptações que favoreceram o voo, a teia de uma aranha é uma adaptação que favorece a captura de insetos
voadores e assim por diante.
O segundo significado refere-se ao processo pelo qual essas características são adquiridas – ou seja, os mecanismos
evolutivos que as produzem.
(PURVES; ORIANS; HELLER, 2006, p. 395).
A respeito dos eventos que determinam e modelam o poder adaptativo das espécies ao longo do tempo evolutivo, é
correto afirmar:
a) As mutações são eventos geradores de características que podem favorecer a sobrevivência de determinados
organismos a partir da ação da seleção natural.
b) Quanto maior for a variabilidade genética de uma população, menor será a capacidade de ação da seleção
natural ao longo do processo evolutivo.
c) Espécies de reprodução sexuada utilizam as recombinações gênicas para gerar novas características genéticas
que impulsionam o seu potencial adaptativo.
d) A endogamia e a seleção direcional aumentam a diversidade das populações, tornando-as mais resistentes.
e) Características obtidas ao longo da vida devem ser transferidas aos descendentes a partir da herança dos
caracteres adquiridos.
28. Pela Teoria da Evolução, proposta por Charles Darwin, as populações podem, ao longo do tempo, sofrer adaptações
ao meio em que vivem. Essas adaptações podem gerar barreiras reprodutivas, favorecendo o surgimento de novas
espécies. De acordo com tal informação, imagine duas populações de insetos da mesma espécie ancestral, que se
mantiveram separadas geograficamente durante milhares de anos. Considere que, por uma alteração ambiental, as
duas populações voltem a ter contato. A ocorrência de especiação será confirmada na hipótese de que os insetos das
duas populações
a)
b)
c)
d)
e)
consigam efetivamente cruzar e gerem descendentes férteis.
se cruzarem, gerem descendentes estéreis.
acumulem diferenças genéticas e gerem descendência fértil.
manifestem diferenças comportamentais, mas gerem descendência fértil.
gerem descendentes férteis com características híbridas.
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29. As figuras abaixo mostram o isolamento, por um longo período de tempo, de duas populações de uma mesma
espécie de planta em consequência do aumento do nível do mar por derretimento de uma geleira.
A
B
C
Área de sobreposição
Considerando-se que se estabeleceu isolamento reprodutivo entre as populações, pode-se concluir:
a)
b)
c)
d)
e)
Mutações acumuladas e seleção natural ocasionaram especiação simpátrica.
Houve apenas um mecanismo de anagênese.
Houve especiação por cladogênese alopátrica.
Na área de sobreposição indicada em C, haverá continuidade reprodutiva entre as duas populações.
Alterações genômicas modificaram o cariótipo das populações, estabelecendo isolamento sexual.
30. Leia o texto abaixo:
“Amazônia pulmão do mundo”
Durante muito tempo, e até mesmo ainda hoje, essa ideia permanece. A ideia de que a floresta amazônica é a
principal produtora de O 2 . Porém sabemos hoje que a Amazônia tem sim um papel fundamental na absorção de
CO 2 e liberação de O 2 , mas que não é a principal responsável por esse processo. Atualmente utiliza-se o termo “ar
condicionado” do mundo devido ao seu papel nas trocas de temperatura e umidade atmosféricas.
Na verdade, os “pulmões do mundo” são:
a)
b)
c)
d)
e)
os mares e oceanos devido a sua grande superfície e a fotossíntese planctônica;
os desertos tendo em vista a intensa insolação para a fotossíntese vegetal;
as savanas pela enorme quantidade de árvores de grande porte, muitos galhos e folhas largas;
as Florestas de Monções que recebem a grande umidade trazida pelos ventos de mesmo nome, no sul da Ásia;
as Florestas de coníferas com suas plantas adaptadas ao frio intenso capazes de realizar o mesmo nível de
fotossíntese durante o ano.
31. Espécies de animais, plantas, fungos e bactérias, quando levadas intencional ou acidentalmente pelo ser humano
para novos ambientes, podem se tornar verdadeiras pragas.
A introdução de algumas espécies exóticas é considerada uma ameaça por promover
a) a competição das espécies introduzidas com as espécies locais e a perda da biodiversidade do ecossistema em
que foram introduzidas.
b) a fragmentação do ecossistema com a criação de corredores ecológicos e a reestruturação das relações de
predação/competição entre as espécies locais.
c) a ampliação dos nichos ecológicos das espécies locais e o desenvolvimento de resistência do ecossistema contra
novas invasões.
d) o aumento da taxa de reprodução e disseminação das espécies nativas, com consequente diminuição da
resistência do ecossistema local.
e) a conectividade de diferentes paisagens, facilitando o fluxo genético entre as populações e a disseminação das
espécies nativas.
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32. Na Mata Atlântica, um único jequitibá, árvore frondosa e de vida longa, pode hospedar uma infinidade de seres
vivos, como cobras, lagartos, formigas, pulgões e bromélias, que se relacionam entre si da seguinte forma:
• as cobras se alimentam dos lagartos;
• as formigas levam os pulgões aos seus formigueiros e os escravizam para se alimentarem de suas excreções ricas
em açúcar;
• os pulgões se alimentam da seiva elaborada do jequitibá;
• as bromélias utilizam os troncos do jequitibá como suporte.
As relações ecológicas estabelecidas entre os seres citados são, respectivamente,
a) predatismo, sinfilia, parasitismo e epifitismo.
b) predatismo, inquilinismo, parasitismo e comensalismo.
c) predatismo, inquilinismo, parasitismo e parasitismo.
d) parasitismo, sinfilia, comensalismo e epifitismo.
e) parasitismo, mutualismo, parasitismo e epifitismo.
33. A forma mais comum, e talvez a mais antiga, de poluir as águas é pelo lançamento de dejetos humanos e de
animais domésticos em rios, lagos e mares. Por serem constituídos de matéria orgânica, esses dejetos aumentam a
quantidade de nutrientes disponíveis no ambiente aquático, fenômeno denominado eutrofização.
(José Mariano Amabis e Gilberto Rodrigues Martho.
Biologia das populações, 2004. Adaptado.)
A eutrofização ocorre devido à contaminação da água por compostos nitrogenados e fosforados que
a) provocam a intoxicação e a morte dos produtores, decompositores e consumidores da teia alimentar aquática,
inclusive dos peixes.
b) aumentam a população das algas na superfície e o teor do gás oxigênio, provocando a proliferação dos peixes.
c) diminuem o número de algas e de plantas aquáticas, com redução do gás carbônico da água, causando a asfixia
dos peixes.
d) causam a morte dos seres decompositores aquáticos e provocam um acúmulo de gás carbônico e matéria
orgânica na água, ocasionando a morte dos peixes.
e) aumentam o número de algas na superfície da água e o número de micro-organismos aeróbicos, que diminuem o
teor de gás oxigênio na água, levando os peixes à morte.
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FÍSICA – 34 a 40
34. Uma pequena bola de borracha está presa por um fio leve ao fundo de um recipiente cheio com água, como mostra
a figura adiante. Se o volume da bola submersa for 5,0.10-4m³ e sua massa for 1,0.10-1kg, qual será a tensão no fio?
(Considere a aceleração da gravidade local igual a 10m/s² e a massa específica da água 10³ kg/m³).
a) 1,0 N
b) 2,0 N
c) 3,0 N
d) 4,0 N
e) 5,0 N
35. No circuito elétrico ilustrado abaixo, o amperímetro A é considerado ideal e o gerador, de força eletromotriz ε ,
possui resistência interna r = 0,500 Ω . Sabendo-se que a intensidade de corrente elétrica medida pelo amperímetro é
3,00 A, a energia elétrica consumida pelo gerador no intervalo de 1,00 minuto é:
a) 480 J
b) 810 J
c) 1,08 kJ
d) 1,62 kJ
e) 4,80 kJ
36. As duas baterias da figura estão ligadas em oposição. Suas f.e.m e resistência são, respectivamente, 18,0V e 2,00Ω,
6,00V e 1,00Ω. Sendo i a corrente no circuito, U ab a tensão V a – V b , podemos afirmar que:
a) i = 9,00 A; U ab = –10,0V
b) i = 6,00 A; U ab = 10,0V
c) i = 4,00 A; U ab = –10,0V
d) i = 4,00 A; U ab = 10,0V
e) i = 4,00 A; U ab = 24,0V
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37. O vendedor de um motor elétrico de corrente contínua informa que a resistência interna desse motor é 1,0 Ω e que o
mesmo consome 30,0 W, quando ligado à d.d.p. de 6,0 V. A força contra-eletromotriz (f.c.e.m.) do motor que ele
está vendendo é:
a)
b)
c)
d)
e)
6,0 V
5,0 V
3,0 V
1,0 V
0,8 V
38. Um corpo de massa 5,0 kg move-se sobre uma superfície horizontal, perfeitamente lisa, com velocidade constante
de 4,0 m/s. Num dado instante, sofre a ação de uma força horizontal, perpendicular à direção do movimento, de
intensidade 150 N que atua durante 0,10 s. A nova velocidade do corpo vale, em m/s:
a)
b)
c)
d)
e)
1,5.
3,0.
5,0
7,0
15.
39. Num ringue de patinação no gelo, horizontal e sem atrito, estão dois patinares, A e B, de mesma massa, 40 kg,
imóveis. Cada um deles segura uma bola de 0,4 kg de massa. Passados alguns instantes, eles arremessam a bola
com velocidade de 10,0 m/s, sendo o arremesso de A paralelo ao ringue, e o de B, perpendicular a este.
Imediatamente após o arremesso, os módulos das velocidades do patinador A e do patinador B são,
respectivamente, iguais a (em m/s):
a)
b)
c)
d)
e)
zero e zero.
zero e 0,1.
0,1 e zero.
0,1 e 0,1.
0,4 e 0,4.
40. Um corpo A com massa M e um corpo B com massa 3M estão em repouso sobre um plano horizontal sem atrito.
Entre eles existe uma mola, de massa desprezível, que está comprimida por meio de um barbante tensionado que
mantém ligados os dois corpos. Num dado instante, o barbante é cortado e a mola distende-se, empurrando as duas
massas, que dela se separam e passam a se mover livremente.
Designando-se por T a energia cinética, pose-se afirmar que:
a)
b)
c)
d)
e)
9 TA = TB.
3 TA = TB.
TA = TB.
TA = 3 TB.
TA = 9 TB.
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QUÍMICA – 41 a 47
CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
1
1A
1
H
I
1,008
3
Li
II
III
2
2A
(Numeração lUPAC)
(Numeração antiga)
4
Elementos de Transição
Be
6,941
11
9,012
12
Na
Mg
23,00
19
24,30
20
39,10
37
85,47
55
IV
3
3B
4
4B
5
5B
6
6B
VII
(226)
SÉRIE DOS
ACTNÍDIOS
6
7
8
9
10,81
13
C
12,01
14
4,003
10
N
O
16,00
19,00
F
Ne
15
16
17
C
20,18
18
14,01
Ar
7
7B
8
9
8B
10
11
1B
12
2B
Si
P
S
30
26,98
31
28,08
32
30,97
33
32,06
34
35,45
35
39,95
36
A
28
29
47,88
40
50,94
41
52,00
42
54,94
43
55,85
44
58,93
45
58,69
46
63,55
47
65,38
48
69,72
49
72,59
50
74,92
51
78,96
52
79,90
53
83,80
54
91,22
72
92,91
73
95,94
74
(98)
75
101,1
76
102,9
77
106, 4
78
107,9
79
112,4
80
114,8
81
118,7
82
121,7
83
127,6
84
126,9
85
131,3
86
197,0
200,6
204,4
207,2
209,0
(209)
(210)
(222)
88,91
(223)
5
2
He
27
87,62
56
88
17
7A
26
44,96
39
87
16
6A
25
40,08
38
SÉRIE DOS
LANTANÍDIOS
15
5A
24
22
137,3
14
4A
23
21
132,9
13
3A
B
V
VI
18
8A
(com massas atômicas referidas ao isótopo 12 do carbono)
178,5
104
180,9
105
183,8
106
186,2
190,2
107
108
192,2
109
195,1
110
(261,1)
(262,1)
(263,1)
(262,1)
(265)
(266)
(269)
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
144,2
(145)
150,4
152,0
157,3
158,9
162,5
164,9
167,3
168,9
173,0
175,0
94
95
96
97
98
99
100
101
102
103
(244)
(243)
(247)
(247)
(251)
(252)
(257)
(258)
(259)
(260)
SÍMBOLO
ELÉTRONS NAS CAMADAS
NOME DO ELEMENTO
SÉRIE DOS LANTANÍDIOS
57
58
138,9
140,1
59
140,9
SÉRIE DOS ACTINÍDIOS
89
90
91
92
93
(227)
232,0
(231)
238,0
(237)
*As massas atômicas indicadas entre parênteses são relativas à do isótopo mais estável.
DADOS:
1. UNIDADE DE VOLUME
1cm3 = 1 mL
1 = 103cm3 = 1dm3
1m3 = 103 L
2. UNIDADE DE MASSA
Kg = 103g
T = 103Kg
3. TEMPERATURA E PRESSÃO AMBIENTAIS: 25ºC E 1 ATM
4. CONSTANTE DE AVOGADRO 6 X 1023
5. CONSTANTE UNIVERSAL DOS GASES: 0,082 ATM.L.K–1
6. VOLUME MOLAR NAS CNTP = 22,4 L
41. (PUC-RJ) A sibutramina (representada abaixo) é um fármaco controlado pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária que tem por finalidade agir como moderador de apetite.
C
Sobre a sibutramina, é INCORRETO afirmar que:
a)
b)
c)
d)
e)
trata-se de uma substância aromática
identifica-se um elemento da família dos halogênios em sua estrutura
sua fórmula molecular é C 12 H 11 NC
identifica-se uma amina terciária em sua estrutura
identifica-se a presença de ligações π em sua estrutura
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42. Na putrefação de animais a decomposição de proteínas produz dentre outras, uma substância com mau cheiro
característico, comumente chamada de putrescina, que apresenta fórmula:
O nome oficial desse composto é:
a) etilenodiamina.
b) propanodiamina.
c) 1,3 – diaminopropano.
d) 1,1 – diaminobutano.
e) 1,4 – diaminobutano.
43. Aminas de cadeias pequenas, voláteis como a metil-amina, proveniente da degradação de certas proteínas é uma das
substâncias responsáveis pelo odor “desagradável” de peixe. Uma pessoa, após “tratar” um peixe, terá o odor mais
facilmente eliminado das mãos se lavá-las com vinagre. Isso ocorre por que:
a)
b)
c)
d)
e)
o vinagre tem caráter ácido e irá reagir com as aminas formando íons não voláteis.
o vinagre tem caráter básico e irá neutralizar as aminas que são ácidas.
o vinagre tem caráter anfótero e reage com as aminas, decompondo-as.
o vinagre tem caráter apolar, dissolvendo as aminas também apolares.
o vinagre tem caráter anfifílico e por isso dissolve as aminas que são as apolares.
44. (FUVEST-SP) 160 gramas de uma solução aquosa saturada de sacarose a 30 ºC são resfriados a 0 ºC. Quanto do
açúcar cristaliza?
0
Solubilidade de sacarose
(g./100 g de H 2 O)
180
30
220
Temperatura ºC
a) 20 g
b) 40 g
c) 50 g
d) 64 g
e) 90 g
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45. (PUC/Campinas-SP) Adicionam-se, separadamente, 40,0 g de cada
um dos sais indicados no gráfico ao lado em 100 g de H 2 O. À
temperatura de 40ºC, quais sais estão totalmente dissolvidos na água?
a) KNO 3 e NaNO 3
b) NaC e NaNO 3
c) KC e KNO 3
d) Ce 2 (SO 4 ) 3 e KC
e) NaC e Ce 2 (SO 4 ) 3
46. (UFMG) Uma cozinheira bem informada sabe que a água contendo sal de cozinha dissolvido ferve a uma
temperatura mais elevada do que a água pura e que isso pode ser vantajoso em certas preparações. Essa cozinheira
coloca 117 g de NaC em uma panela grande. A alternativa que indica corretamente o volume necessário de água
para a cozinheira preparar uma solução 0,25 mol/L de NaC é:
(Dado: massa atômica do Na = 23; do C = 35,5)
a) 0,125 L
b) 2,00 L
c) 8,00 L
d) 29,3 L
e) 468 L
47. (UNIFESP-SP) A contaminação de águas e solos por metais pesados tem recebido grande atenção dos
ambientalistas, devido à toxicidade desses metais ao meio aquático, às plantas, aos animais e à vida humana. Dentre
os metais pesados há o chumbo, que é um elemento relativamente abundante na crosta terrestre, tendo uma
concentração ao redor de 20 ppm (partes por milhão). Uma amostra de 100 g da crosta terrestre contém um valor
médio, em mg de chumbo, igual a:
a) 20
b) 10
c) 5
d) 2
e) 1
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MATEMÁTICA – 48 a 55
48. (PUC-SP) Na praia, mediu-se a distância de A até B(750m) e de A até P(620m), além do ângulo ABI (60º):
Qual é, aproximadamente, a distância IP, isto é, da ilha até a praia?
a) 30 m
b) 220 m
c) 680 m
d) 940 m
e) 1275 m
49. De um triângulo ABC, sabe-se que AB = 8 cm, AC = 7 cm e BÂC = 120º. A medida do lado BC, em centímetros, é:
a) 9
b) 10
c) 11
d) 13
e) 14
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50. No triângulo retângulo da figura abaixo, T é o ponto médio do lado AB. Sabendo que o triângulo PQT é equilátero
de lado x e que AB = 4, então calcule x2 – 2.
C
30o
Q
P
A
60o
T
B
4
a)
b)
c)
d)
e)
01
02
03
04
05
51. Sobre Geometria Plana considere as seguintes afirmativas:
(I) Se na figura abaixo, as retas r e s são paralelas, então a medida x do ângulo assinalado é 35°.
(II) Se na circunferência abaixo, de centro O, os ângulos BÂO e AÔC medem respectivamente 28° e 140°, então a
medida x do ângulo assinalado é 42°.
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(III) Se o triângulo ABC tem lados medindo AB = 13, AC = 13 e BC = 10 e então o raio da circunferência inscrita
no triângulo ABC é menor que 4.
Podemos afirmar que:
a)
b)
c)
d)
e)
apenas a afirmativa I é falsa.
apenas a afirmativa II é falsa.
apenas a afirmativa III é falsa.
apenas uma afirmativa é verdadeira.
todas as afirmativas são verdadeiras.
52. (Enem/2009) Dados do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) revelaram que no biênio 2004/2005,
nas rodovias federais, os atropelamentos com morte ocuparam o segundo lugar no ranking de mortalidade por
acidente. A cada 34 atropelamentos, ocorreram 10 mortes. Cerca de 4 mil atropelamentos/ano, um a cada duas
horas, aproximadamente.
Disponível em: http://www.ipea.gov.br
Acesso em: 6 jan.2009.
De acordo com os dados, se for escolhido aleatoriamente para investigação mais detalhada um dos atropelamentos
ocorridos no biênio 2004/2005, a probabilidade de ter sido um atropelamento sem morte é
2
17
5
b)
17
2
c)
5
3
d)
5
12
e)
17
a)
53. (UESB) Um estudante selecionou 4 faculdades na capital e 5, no interior, pois pretende prestar vestibular para
4 dessas faculdades, sendo, pelo menos, duas na capital.
Considerando-se que poderá escolher, de x maneiras distintas, as 4 faculdades, pode-se afirmar que o valor de x é
a) 20
b) 60
c) 80
d) 81
e) 126
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54. Se 4 operários, trabalhando 8 horas por dia, levantam um muro de 30m de comprimento em 10 dias, qual o
comprimento do muro (com a mesma largura e altura que o anterior) que 6 operários erguerão em 8 dias,
trabalhando 10 horas por dia?
a) 45m
b) 50m
c) 55m
d) 60m
e) 65m
55. (Enem) Em um determinado semáforo, as luzes completam um ciclo de verde, amarelo e vermelho em 1 minuto e
40 segundos. Desse tempo, 25 segundos são para a luz verde, 5 segundos para a amarela e 70 segundos para a
vermelha. Ao se aproximar do semáforo, um veículo tem uma determinada probabilidade de encontrá-lo na luz
verde, amarela ou vermelha. Se essa aproximação for de forma aleatória, pode-se admitir que a probabilidade de
encontrá-lo com uma dessas cores é diretamente proporcional ao tempo em que cada uma delas fica acesa.
Suponha que um motorista passa por um semáforo duas vezes ao dia, de maneira aleatória e independente uma da
outra. Qual é a probabilidade de o motorista encontrar esse semáforo com a luz verde acesa nas duas vezes em que
passar?
a)
1
25
b)
1
16
c)
1
9
d)
1
3
e)
1
2
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INGLÊS – 56 a 60
Questões de 01 a 03 (Bahiana/13 – adapted)
56. Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
The author of this article about the book Beyond
Boundaries, by Miguel Nicolelis,
TEXTO:
BEYOND BOUNDARIES
05
10
15
20
25
30
35
A pioneering neuroscientist shows how the long-tought merger of brains with machines is about to
become a paradigm-shifting reality
Imagine living in a world where people use their
computers, drive their cars, and communicate with one
another simply by thinking. In this stunning and inspiring
work, the award-winning neuroscientist Miguel
Nicolelis shares his revolutionary insights into how the
brain creates thought and the human sense of self –
and how this might be augmented by machines. It
sounds like something out of science fiction but it is
real. It is the next frontier in understanding the power
of the brain.
Beyond Boundaries is the first book to chronicle
science behind the creation of these brain machine
interfaces, a revolutionary technology that has the
capacity to transform human society and shape a new
“industry of the brain”, a potential trillion-dolar global
enterprise. This is one of the great adventures of
contemporary science, and Nicolelis offers a unique
front-row seat.
As we observe Nicolelis in his lab, he describes
with cinematic precision his experiments training rats
to sense the world magnetically, rather than with their
whiskers and sensory organs, and his work successfully
teaching monkeys to use their brains alone to control
the movements of a robotic arm thousands of miles
away.
Such brain-machine interfaces, of BMls, may one
day restore mobility to severely paralzzed patients –
through the use of membrane-like “exoskeletons” that
patients will wear like suits – and they offer a path to
a cure for neurological disorders such as Parkinson’s
disease. There are also fascinating implications for
deep-sea and deep-space exploration emergency
response, and long-distance communication.
Beyond Boundaries promises to reshape our
concept of the technological future, to a world filled
with promise and hope.
Beyond Boundaries. Disponível em:
<http://www.beyondboundariesnicolelis.net/book_preview/Release>.
Acesso em: 10 out. 2012. Adaptado.
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(
) talks about pieces of software which allow
connection between a person and a machine.
(
) emphasizes how difficult it will be to make a
brain-machine interaction.
(
) agrees that the new technology mentioned in
the book is likely to be highly profitable.
(
) is hopeful that a cure for people with
neurological disorders can be found.
According to the text, the correct sequence, from
top to bottom, is
a) T F T F
b) F T F T
c) T F T T
d) T T F F
e) F F T T
57. Considering language use in the text, it’s correct to
say:
a) The expression “is about to become”
(. 2-3) means “will take long to become”.
b) The modal “might” (. 10) expresses
improbability.
c) The word “like” (. 11) is functioning as
a verb.
d) The expression “a unique front-row seat”
(. 20-21) should be understood as “a special
privileged position”.
e) The conjunction “As” (. 22) expresses reason.
58.
DON’T TAKE THAT TONE WITH
ME! IF YOU CAN’T AK NICE,
THEN MAYBE IT’S TIME FOR YOU
TO FIND ANOTHER COMPUTER
COLÉGIO OFICINA
About this cartoon, it’s correct to say that the
computer is
a) arguing with the man since he is speaking too
low.
b) advising the man to buy a more modern
computer.
c) threatening the man because he is speaking
rudely.
d) complimenting the man on his good manners.
e) encouraging the man to go on using the same
tone of voice.
QUESTÕES 59 e 60 (UEFS/08)
TEXTO:
Reality Check
How little exercise can you do and still be healthy?
Less than you may have thought. For the first time in
more than a decade, two major U.S. medical
associations have revised their physical-activity
05 guidelines, and the result may disappoint those with
expensive gym memberships. Turns out that all you
need is 30 minutes per day of brisk walking five days
a week and eight to ten strength-training exercises
like sit-ups or push-ups twice a week. Easy, indeed.
SPRINGEN, Karen. Newsweek, Sep. 17, 2007. p. 7.
2014Salvador/3ªs/Provas/III unid/20140827_Gabarito_2ª Aval_3ªUnid_ING_ESP.doc – prof&lau
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59. How little exercise can you do and still be healthy? (. 1)
I.
II.
Half an hour of walking 5 days a week.
No more than ten strength-training exercises 2
days a week.
III. 8 to 10 sit-ups or push-ups on weekends.
IV. 30 minutes of walking every other day.
The correct answer to the text question is what is
mentioned
a)
b)
c)
d)
e)
only in I and II.
only in I and III.
only in III and IV.
only in I, II and III.
only in II, III and IV.
60. Considering the new physical-activity guidelines,
the author thinks that
a) people won’t have trouble following them.
b) you have to join a gym if you want to succeed.
c) most people don’t have time to do what is
recommended.
d) the results may be disappointing if you don’t
like to work out.
e) the exercises suggested won’t be enough if you
want to lose weight.
COLÉGIO OFICINA
28
ESPANHOL – 56 a 60
MERCEDES SOSA NOS OFRECIÓ SU CORAZÓN
05
10
15
20
Muchas veces nos ofreció su corazón, y hubiéramos querido entregarle el
nuestro para que su voz hermosa y potente continuara rasgando el universo, y de
paso demostrar lo que podía hacer una artista comprometida en medio de un asedio
militar en su patria querida. Quizás no todo esté perdido y podamos hacer como
deber de gratitud que su corazón continúe latiendo en todos los lugares del mundo
donde Mercedes Sosa sea escuchada y querida por un público que de ella recibió
total entrega, sin importar el escenario, pues de todas formas se convertiría después de ese momento en un
lugar especial para darle gracias a la vida.
Gracias a la vida a la manera de Violeta Parra, por hacer que ambas, la chilena y la argentina
existieran para darnos aliento vital en medio de un mundo que cambia sin cambiar, y tiene una mitad
donde señorea la injusticia y otra donde los revolucionarios no han renunciado a sus ideales porque saben
justamente que “no todo está perdido”, si alguien como Mercedes Sosa llega con su corazón rebosante.
Una artista como la gran argentina puede despedirse sin irse, estar inerte sin dejar de trascender en
el tiempo, morir sin fallecer, tener las manos cruzadas en el pecho sin que su corazón deje de andar,
cerrar sus ojos sin renunciar a mirar al cielo, sellar sus labios sin que calle su voz. Ella de todas maneras
continuará llenando el universo con su optimismo, tanto en medio de las pampas, como en el llano
americano, las praderas africanas, el desierto de Asia, el Himalaya, el casco polar con su deshielo y la
cima del mundo, el hogar de los hombres que creen en el mejoramiento humano.
Su voz nunca ha envejecido ni envejecerá y eso lo aprecian varias generaciones nacidas en la
América Latina y otras regiones de la Tierra que la buscan y siempre la encontrarán a través de la música,
de las canciones que nadie interpretaba ni interpretará como Mercedes Sosa.
(www.radioangulo.cu, octubre de 2009)
56. De acuerdo con el texto:
a)
b)
c)
d)
e)
cantar en español impidió que Mercedes Sosa hubiera tenido éxito en países fuera de América Latina.
Mercedes Sosa tenía el corazón vacío y triste debido a las decepciones que tuvo a lo largo de su vida.
Mercedes Sosa seguirá viviendo en el corazón de los que creen en el mejoramiento humano.
Violeta Parra y Mercedes Sosa, compatriotas, compartían los mismos sentimientos al cantar.
Violeta Parra era archirrival de Mercedes Sosa, por imitarla constantemente.
57. Se infiere tras la lectura del texto que Mercedes Sosa:
a)
b)
c)
d)
e)
no se entregaba como debería a la música.
nació en Chile, pero se naturalizó argentina.
se eternizará sólo en los corazones de los mayores.
convertía en especial cualquier lugar donde cantara.
cantaba el amor de forma pesimista.
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58. Las metáforas utilizadas en el inicio del párrafo tres tiene la intención de afirmar que Mercedes Sosa:
a)
b)
c)
d)
e)
tuvo una vida llena de contradicciones.
fue acompañada en su carrera por miles de fanes.
quedará para siempre viva a pesar de su muerte.
dentro de pocos años será olvidada por los argentinos.
siempre luchó en contra de las desigualdades sociales.
59. Sobre el lenguaje del texto es verdad que:
a)
b)
c)
d)
e)
“han renunciado” (ℓ. 11) evidencia un pretérito relacionado al presente.
“nos” (ℓ. 1) es el sujeto de “ofreció” (ℓ. 1).
“su” (ℓ. 5) es un pronombre posesivo.
“la” de “la buscan” (ℓ. 20) y “las” (ℓ. 21) pertenecen a la misma clase gramatical.
“nadie” (ℓ. 21) se opone a “algo”.
60. De la forma verbal “esté” (ℓ. 4) se puede aseverar que:
a)
b)
c)
d)
e)
está conjugada en el mismo tiempo que “sea” (ℓ.6)
comparte la misma persona gramatical que “podamos” (ℓ. 4)
corresponde al pretérito perfecto simple de “estar”.
está en la 1ª persona del singular.
revela una relación informal entre interlocutores.
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GABARITO
• PORTUGUÊS – 01 a 12
• HISTÓRIA – 13 a 19
• GEOGRAFIA – 20 a 26
• BIOLOGIA – 27 a 33
01. Tipo 1: D
13. Tipo 1: E
20. Tipo 1: B
27. Tipo 1: A
02. Tipo 1: C
14. Tipo 1: B
21. Tipo 1: E
28. Tipo 1: B
03. Tipo 1: C
15. Tipo 1: C
22. Tipo 1: E
29. Tipo 1: C
04. Tipo 1: D
16. Tipo 1: B
23. Tipo 1: A
30. Tipo 1: A
05. Tipo 1: D
17. Tipo 1: E
24. Tipo 1: C
31. Tipo 1: A
06. Tipo 1: C
18. Tipo 1: E
25. Tipo 1: A
32. Tipo 1: A
07. Tipo 1: B
19. Tipo 1: B
26. Tipo 1: B
33. Tipo 1: E
08. Tipo 1: C
09. Tipo 1: E
10. Tipo 1: A
11. Tipo 1: B
12. Tipo 1: D
• FÍSICA – 34 a 40
• QUÍMICA – 41 a 47
• MATEMÁTICA – 48 a 55
• INGLÊS – 56 a 60
34. Tipo 1: D
41. Tipo 1: C
48. Tipo 1: C
56. Tipo 1: C
35. Tipo 1: C
42. Tipo 1: E
49. Tipo 1: D
57. Tipo 1: D
36. Tipo 1: D
43. Tipo 1: A
50. Tipo 1: E
58. Tipo 1: C
37. Tipo 1: D
44. Tipo 1: A
51. Tipo 1: E
59. Tipo 1: A
38. Tipo 1: C
45. Tipo 1: A
52. Tipo 1: E
60. Tipo 1: A
39. Tipo 1: D
46. Tipo 1: C
53. Tipo 1: D
40. Tipo 1: D
47. Tipo 1: D
54. Tipo 1: A
55. Tipo 1: B
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• ESPANHOL – 56 a 60
56. C
57. D
58. C
59. A
60. A

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