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42
15
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Sexta-feira
21.00h
Convento do Carmo
Lisboa
Banda de Música da Força Aérea
TCor Élio Murcho, maestro
JOLY BRAGA SANTOS
JAMES BARNES
ARTUR MARQUEZ
JOHN WILLIAMS
D. SHOSTAKOVICH
Concerto em parceria com
Estrutura financiada por
A Banda de Música da Força Aérea foi criada em 31 de
Dezembro de 1957 na dependência da então Secretaria de
Estado da Aeronáutica. Atualmente depende directamente
do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea e toda a sua atividade é coordenada pelo seu Gabinete.Considerada como
um órgão titular de Coronel Aeronáutico, distintivo privativo da Força Aérea que, com ele caracteriza todas as suas
Unidades, o seu Brasão de Armas ostenta como divisa:
“SERVINDO COM ENGENHO E ARTE“ Ao longo da sua
existência, vários concertos comprovam o nível eminentemente solístico, artístico e técnico dos instrumentistas e a
dignidade da direção dos seus maestros.Foi seu primeiro
chefe o Capitão Joaquim Cordeiro, sucedendo-lhe no cargo
o Major Silvério de Campos, o Major Aurélio Pinho, o Major
Mário Marques, o Capitão Agostinho Caineta e o TenenteCoronel João Silva. Foi ainda, Chefe da Banda, até abril de
2012, o Capitão José Serra. Atualmente o maestro principal
e também responsável pelas Fanfarras da Força Aérea é
o Tenente-Coronel Élio Murcho, tendo como assistentes o
Capitão António Rosado e o Tenente Rui Silva. Constituída na sua maioria por executantes de primeiro plano, a
Banda, para além de participar nas cerimónias militares
oficiais quer no âmbito da Força Aérea, quer no âmbito do
protocolo de Estado, tem contribuído, como elemento de
divulgação cultural, para o enriquecimento do meio musical
português, realizando concertos do mais alto nível por todo
o País e ainda representando internacionalmente Portugal
nos seguintes países: - Alemanha em 1969, 1972, 1973 e
2006, em representação das Forças Armadas, onde atuou
com assinalável êxito no Festival de Música da NATO em
Monchengladbach e Kaiserslautern; - Bélgica em 1977 e
2010, em representação nacional participou, respetivamente no 17º e 50º Festivais Internacionais de Bandas Militares
na Cidade de Mons, Luxemburgo em 1977, realizou um
concerto integrado no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, na cidade do Luxemburgo; - Holanda em
1983, representou Portugal no Nacional Taptoe de Breda;
- Inglaterra em 1989, participou nas comemorações do 40º
Aniversário da NATO, enviando a Londres uma representação da Banda da Força Aérea para, em conjunto com membros de todos os países aliados, celebrarem os 40 anos da
Paz na Europa; - Espanha em 2004, como convidada de
honra, participou no XI Certame de Bandas de Música de
Boqueixón (Santiago de Compustela); - França, em 2005
e 2007, em representação nacional participou nos Tattoos
Militares Internacionais de Nice e Albertville respetivamente
e, em 2005 e 2008, nas Peregrinações Militares a Lourdes.
Pela forma exemplar como tem cumprido a missão que lhe
está atribuída e, pelo contributo para elevar o prestígio da
Força Aérea, das Forças Armadas e de Portugal, foi a Banda condecorada em 1997, pelas mãos de Sua Excelência o
Presidente da República, com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos.
Apoio
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Sexta-feira
21.30h
Largo de São Carlos
Lisboa
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Joana Carneiro, maestro
Sara Braga Simões, soprano
André Baleiro, baritono
Portugal na Primeira Grande Guerra
VAUGHAN WILLIAMS
Dona Nobis Pacem
Agnus Dei (Lento)
Beat! beat! drums! (Allegro moderato)
Reconciliation (Andantino)
Dirge for Two Veterans (Moderato alla marcia)
The Angel of Death has been abroad (L’istesso tempo)
O man greatly beloved
Ludwig van BEETHOVEN
7.ª Sinfonia em Lá maior, op. 92
Poco sostenuto. Vivace
Allegretto
Scherzo: Presto
Finale: Allegro con brio
Concerto em parceria com
Joana Carneiro é Maestrina Principal da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Diretora Musical da Orquestra Sinfónica de
Berkeley, Maestrina Convidada da Orquestra Gulbenkian e
Diretora Artística do Estágio Gulbenkian para Orquestra. Na
presente temporada, tem concertos com as Orquestras da
Rádio Sueca, Gotemburgo, London Sinfonietta, Castilla y
León Symphony, Royal Stockholm, Hong Kong, entre outras. Projetos futuros incluem concertos com a Orquestra
Filarmónica de Los Angeles, Orquestra Sinfónica de São
Francisco, Oslo, Rádio Sueca, Gotemburgo, Estocolmo,
Helsínquia e Britten Sinfonia. Joana Carneiro colaborará com Peter Sellars, dirigindo a produção de La Passion
de Simone, de Kaija Saariaho, em junho de 2016 e The
Gospel according to the Other Mary, de John Adams, em
março de 2017. Foi Maestrina Assistente da Filarmónica de
Los Angeles, onde trabalhou com o seu mentor Esa-Pekka
Salonen. Foi Maestrina Assistente da Los Angeles Chamber Orchestra e Diretora Musical da Campus Philharmonia
Orchestra (Michigan). Licenciou-se em Direção de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra. Estudou
com Kenneth Kiesler (Michigan), Kurt Masur (Londres), Michael Tilson Thomas (Miami), Victor Yampolsky (Chicago),
Mallory Thompson (Chicago) e Jean Marc Burfin (Lisboa).
Joana Carneiro é Comendadora da Ordem do Infante D.
Henrique.
Dona Nobis Pacem de Ralph Vaughan Williams é,
segundo palavras do compositor, “uma prece pela
paz e um aviso para as guerras que decerto virão”.
Cantata para coro e orquestra escrita e estreada em
1936, utiliza textos de várias fontes como os da missa latina, um discurso político proferido em 1855 por
John Bright, poemas de Walt Whitman e passagens
do Velho Testamento. A 7.ª Sinfonia em Lá maior,
op.92 em quatro andamentos de Beethoven, foi ouvida pela primeira vez em Viena em 1813, dirigida pelo
próprio compositor e acolhida com grande aplauso
do público. De espantosa unidade e vibrante progressão rítmica, Beethoven considerava ser esta sinfonia uma das suas melhores obras e Wagner descreveu-a como “apoteose da Dança”. Talvez por essa
razão – e bem ao seu estilo revolucionário – Isadora
Duncan não hesitou dançar o Allegretto do segundo
andamento.
Estrutura financiada por
Apoio
Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um
dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem
vindo a desenvolver uma atividade sinfónica própria, incluindo
uma programação regular de concertos, participações em festivais de música nacionais e internacionais. No âmbito de outras
colaborações, destaque-se também a sua presença nos seguintes acontecimentos: 8.º Torneio Eurovisão de Jovens Músicos
transmitido pela Eurovisão para cerca de quinze países (1996);
concerto de encerramento do 47.º Festival Internacional de Música e Dança de Granada (1997); concerto de gala da Abertura
da Feira do Livro de Frankfurt; concerto de encerramento da
Expo’98; Festival de Música Contemporânea de Alicante (2000)
e Festival de Teatro Clássico de Mérida (2003). Colabora regularmente com a Rádio e Televisão de Portugal através da transmissão dos seus concertos e óperas pela Antena 2, designadamente a realização da tetralogia O anel do Nibelungo, transmitida na
RTP2, e da participação em iniciativas da própria RTP, como o
Prémio Pedro de Freitas Branco para Jovens Chefes de Orquestra, o Prémio Jovens Músicos-RDP e a Tribuna Internacional de
Jovens Intérpretes. No âmbito das temporadas líricas e sinfónicas, a OSP tem-se apresentado sob a direção de notáveis maestros, como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello
Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian,
Michel Plasson, Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Milán
Horvat, Jeffrey Tate e Iuri Ahronovitch, entre outros. A discografia
da OSP conta com dois CD para a etiqueta Marco Polo, com as
sinfonias n.os 1, 3, 5 e 6 de Joly Braga Santos, que gravou sob a
direção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto, e Crossing borders (obras de Wagner, Gershwin e Mendelssohn), sob
a direção de Julia Jones, numa gravação ao vivo pela Antena 2.
No cargo de maestro titular, seguiram-se José Ramón Encinar
(1999-2001), Zoltán Peskó (2001-2004) e Julia Jones (20082011); Donato Renzetti desempenhou funções de primeiro maestro convidado entre 2005 e 2007. Atualmente, a direção musical está a cargo de Joana Carneiro.
Criado em condições de efetividade em 1943, sob a direção de
Mario Pellegrini, o Coro cumpre uma fase intensiva de assimilação do grande repertório operístico e de oratória. Entre 1962
e 1975, colaborou nas temporadas da Companhia Portuguesa
de Ópera, sediada no Teatro da Trindade, deslocando-se com
a mesma à Madeira, aos Açores, a Angola e a Oviedo (1965),
a convite do Teatro Campoamor, e obtendo o Prémio de Música
Clássica conferido pela Casa da Imprensa. Participou em estreias mundiais de autores portugueses, como Fernando LopesGraça (D. DuardoseFlérida) e António Victorino d’Almeida (Canto da Ocidental Praia). A plena afirmação artística do conjunto é
creditada a Gianni Beltrami, a partir de 1985. Registe-se a participação na Grande missa dos mortos (Berlioz), em Turim. João
Paulo Santos sucedeu a Beltrami, constituindo-se como o primeiro português no cargo. Sob a sua responsabilidade, registam-se
vários êxitos: Mefistofele (Boito); Blimunda e Divara (Corghi); a
Sinfonia n.º 2 de Mahler, com a Orquestra da Juventude das
Comunidades Europeias; A criação (Haydn); a cantata Faust e
o Requiem de Schnittke; PerséphoneeLe rossignol (Stravinsky);
Evgeni Onegin (Tchaikovski); Les Troyens (Berlioz); Missa glagolítica (Janácek);Tannhäuser e Die Meistersinger von Nürnberg
(Wagner); e Le grand macabre (Ligeti). Com o Requiem de Verdi,
deslocou-se a Bruxelas (1991). O Coro tem atuado sob a direção
de algumas das mais prestigiadas batutas, como Antonino Votto,
Tullio Serafin, Vittorio Gui, Carlo Maria Giulini, Oliviero de Fabritiis, Otto Klemperer, Molinari-Pradelli, Franco Ghione, Alberto
Erede, Alberto Zedda, Georg Solti, Nello Santi, Nicola Rescigno,
Bruno Bartoletti, Heinrich Hollreiser, Richard Bonynge, García
Navarro, Wolfgang Rennert, Rafael Frühbeck de Burgos, Franco
Ferraris, James Conlon, Harry Christophers, Michel Plasson e
Marc Minkowski, entre outros. Também foi dirigido em óperas e
concertos pelos mais importantes maestros portugueses, com
relevo especial para Pedro de Freitas Branco. Atualmente, a direção musical está a cargo de Giovanni Andreoli.
Sara Braga Simões, venceu vários prémios nacionais e internacionais, sendo considerada pela crítica internacional de ópera
como uma soprano de extensão impressionante (Opera Now) e
com um desempenho excecional(Opera Magazine). É convidada
regular das temporadas do Teatro Nacional de São Carlos e nos
principais teatros, salas de concerto e festivais de música portugueses. Tem-se apresentado, também, em Espanha, França,
Inglaterra, Eslovénia, Andorra e Moçambique. Para além de ter
interpretado dezenas de papéis principais de repertório lírico, o
seu repertório concertístico abarca obras de compositores como
Händel, Pergolesi, Vivaldi, Ravel, Berio, George Crumb, George
Benjamin, Peter Maxwell Davies e, também, as obras Messiah
de Händel, Ein Deutsches Requiem de Brahms, Gloria de Poulenc e Des Knaben Wunderhorn de Mahler, entre outras. Fez a
estreia absoluta de sete óperas de século XXI, destacando-se a
estreia absoluta da ópera O Sonho de Pedro Amaral, em Londres, com a London Sinfonietta. Foi dirigida por maestros como:
Lawrence Renes, Martin André, Stefan Asbury, Peter Rundell,
Johannes Willig, Laurence Cummings, Marcos Magalhães, Ferreira Lobo, Cesário Costa, António Saiote, Marc Tardue, Osvaldo
Ferreira, Pierre-Andre Valade, entre outros. Gravou, com o pianista Luís Pipa, a integral da obra para Canto e Piano de Eurico
Thomaz de Lima. Ao longo do seu percurso académico, Sara
Braga Simões teve como mestres Manuela Bigail, Rui Taveira
e Peter Harrison. Continuou os seus estudos em Londres com
Susan McCulloch. Atualmente, recebe orientação de Elisabete
Matos.
André Baleiro, vive em Berlim onde é finalista do curso de canto na Universidade das Artes (UdK), sob a orientação do Prof.
Kammersänger Siegfried Lorenz, Markus Brück, Eric Schneider
e Axel Bauni. Recentemente colaborou com a Kammeroper de
Munique no papel principal da nova produção Kaspar Hauser
com música de F. Schubert. Da sua experiência no palco operático destacam-se os papéis de Apollon (La descente d’Orphée
aux Enfers), Caporale (Il cappello di paglia di Firenze), Pantalone (Turandot), Don Parmenione (L’occasione fa il ladro), Capitaine (Les trois Souhaits) e Conte Belfiore (Fra i due litigante il
terzo gode). Já se apresentou, em concerto, em França, Espanha, Alemanha e Suíça, bem como no Japão onde interpretou o
Requiem de G. Fauré. Destacam-se também o Requiem Alemão
de J. Brahms em Lausanne e a Paixão segundo São Mateus.
Apresenta-se regularmente em recital com o maestro João Paulo Santos e colaborou pela primeira vez com o pianista Eric Schneider em fevereiro deste ano, onde apresentou o ciclo integral
Italienisches Liederbuch de Hugo Wolf em Berlim. Em 2012, obteve o 2.º prémio no 6.º Concurso de Canto Lírico da Fundação
Rotária Portuguesa e um prémio da fundação Walter & Charlotte
Hamel Stiftung em Hannover. Em 2014, foi finalista no concurso Franz Schubert em Steyr, Áustria. Desde 2012 é bolseiro da
Fundação Calouste Gulbenkian.

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