PREM1UM - Melhores Vinhos

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PREM1UM - Melhores Vinhos
Rua Prof. Estevão Pinto, 351 – Serra
30220-060 – Belo Horizonte – MG
(31) 3282-1588
Filial SP: Rua Apinajés, 1718 – Sumaré
01258-000 – São Paulo – SP
(11) 2574-8303
www.premiumwines.com.br
[email protected]
prem1um
2014/2015
prem1um
Prezados amigos,
É uma satisfação muito grande oferecer aos consumidores brasileiros
uma gama tão variada de vinhos muito bons, de tantas origens e estilos
diferentes. Continuamos a inovar, buscando opções instigantes e
meticulosamente selecionadas, capazes de alargar os horizontes dos
enófilos exigentes.
A principal novidade é o acréscimo de mais um país – Espanha – ao
nosso portfólio. No final de 2013 trouxemos uma pequena partida de
vinhos produzidos na Rioja (Contador) e na Catalunha (Vins del Massis)
por Benjamín Romeo, e agora incorporamos opções variadas da Rioja
(Valenciso, Aldonia e Valdeguinea), Ribera del Duero (Tomás Postigo) e
Rueda (Sanz), escolhidas com os mesmos cuidados de expressividade
das origens e preços competitivos. Ainda no Velho Mundo, apresentamos
novidades da França: de Chablis (Domaine Collet), do Roussillon (Domaine
Ferrer-Ribière), região pouco conhecida e que reserva grandes surpresas,
e do sul do Rhône (Château Terre Forte); da Itália, estamos trazendo
Donnachiara com vinhos impecáveis da Campânia.
Fizemos uma importante reformulação no nosso portfólio da Argentina,
passando a trazer os vinhos Fabre Montmayou, já conhecidos dos
brasileiros e apreciados pela elegância, Ricardo Santos/Tercos, um
renomado produtor de grandes Malbecs, e Revancha, projeto que tem a
mão de Roberto de la Mota, um dos mais renomados enólogos argentinos.
Este ano é especialmente importante. Completamos 15 anos, com uma
trajetória de sucesso, tanto em termos comerciais como em conceito
junto ao mercado. Inauguramos nossa nova sede, em uma casa tombada
pelo Patrimônio Histórico, que reflete bem a nossa história de busca
pelas tradições e elegância, e onde podemos receber nossos clientes com
bastante conforto. E reformulamos o estilo do catálogo, buscando uma
abordagem mais pessoal de cada vinícola, mostrando também quem está
por trás desses vinhos que trazemos com muito orgulho e prazer.
Rodrigo Fonseca e Orlando Rodrigues
sumário
Espanha
Catalunha
Vins del Massis 6
Ribera del Duero
Tomás Postigo 7
Rioja
Benjamín Romeo/Bodega Contador 8
Bodegas Aldonia 9
Compañía Bodeguera de Valenciso 10
Finca Valdeguinea 10
Rueda
Vinos Sanz 11
Portugal
Alentejo
João Barbosa – Valle de Junco 12
Bairrada
Quinta das Bágeiras 13
Dão
Casa da Passarella 14
Douro – Vinhos de Mesa
Quinta das Apegadas 15
Vinhas da Ciderma 16
Douro Porto
Porto Quevedo 17
Quinta do Infantado 17
Lisboa
Quinta da Sapeira 18
Minho – Vinhos Verdes
Dona Paterna 19
Quinta de Linhares 19
Península de Setúbal
João Barbosa 20
Tejo
João Barbosa – Porta de Teira 21
Vale d’Algares 21
Itália
Campânia
Donnachiara 22
Piemonte
Brovia 23
Domenico Clerico 24-25
Socré 25
Puglia
Paololeo 26
Sicília
Musìta 27
Toscana
Castello di Volpaia 28-29
Fontemorsi 30
Monte Bernardi 31
Podere la Vigna 31
Tiberini 32
Vêneto
Azienda Agricola Villa Erbice 33
2
sumário
Sudoeste
Château Lamartine 64
Clos Lapeyre 65
Domaine Berthoumieu 65
França
Alsácia
Domaine Valentin Zusslin et Fils 34-35
Bordeaux
Château Clos Bel Air 40
Château de Camarsac 36
Château de Viaud-Lalande 39
Château de Villegeorge 38
Château Desmirail 39
Château Domeyne 43
Château Doyac 38
Château Lamartine 37
Château Les Tuileries 37
Château Liot 43
Château Melin 40
Château Pavie 42
Château Teynac 43
Château Tour Bicheau 38
Château Valoux 39
Jonathan Maltus 40/41
Borgonha
Domaine de Bellene 44
Hubert Lamy 46
Maison Roche de Bellene 45
Marquis d’Angerville 46
Nicolas Potel 47
Patrick Javillier 47
Borgonha (Chablis)
Domaine Christian Moreau Père et Fils 48
Domaine Jean Collet et Fils 49
Nova Zelândia
Canterbury (Ilha Sul)
Pegasus Bay 66
Central Otago (Ilha Sul)
Rippon Vineyard and Winery 67
Champagne
Paul Bara 50
Pierre Gimonnet & Fils 51
Languedoc e Roussillon
Domaine Collin 52
Domaine Ferrer-Ribière 53
Loire
Chéreau Carré 54
Domaine Huet 55
Domaine Vigneau-Chevreau 56
Fournier Père & Fils 55
Frédéric Mabileau 54
Provence
Château Saint-Hilaire 57
Norte do Rhône
André Perret 58
Marc Sorrel 59
Patrick Jasmin 60
Sul do Rhône
Château d’Or et de Gueules 61
Château Terre Forte 61
Clos Bellane 62
Clos des Papes 62
Domaine Font de Michelle 63
Domaine La Monardière 63
Domaine Raspail-Ay 63
Marlborough (Ilha Sul)
Allan Scott 68
Foley Family Wines 70
Hunter’s Wines 69
Jackson Estate 70
Waiheke Island (Ilha Norte)
Fallen Angel Wines by Stonyridge 77
Stonyridge Vineyard 77
Chile
Vale de Colchagua (Marchigüe)
Agrícola La Viña (Polkura) 78
Nelson (Ilha Sul)
Neudorf Vineyards 71
Vale de San Antonio (Leyda)
Agrícola La Viña (Polkura) 79
Gisborne (Ilha Norte)
Vinoptima 72
Vale do Elqui
Viña Falernia 80-81
Hawke’s Bay (Ilha Norte)
Brookfields Vineyards 73
Clearview Estate 74
Trinity Hill 74
Vale do Maipo
Garage Wine Co. 83
Viña Casa Rivas 82
Viña La Montaña 83
Martinborough (Ilha Norte)
Ata Rangi Vineyard 75
Palliser Estate Wines of Martinborough 76
Argentina
Mendoza
Benvenuto de La Serna 84
Fabre Montmayou 85
Revancha 86
Ricardo Santos/Tercos 86
Patagônia
Fabre Montmayou 87
Uruguai
Canelones
Bodega De Lucca 88
espanha
catalunha
Vins del Massis
décadas do século XX, quando também foram
Além de vinhedos na Rioja, a Bodega Contador está
associada ao projeto “Vins del Massis”, em Olesa de
Bonesvalls, na Catalunha, onde produz os brancos
Massis e Macizo. O embrião do projeto surgiu em 2006,
durante uma visita ao Massis del Garraf, com o objetivo
de produzir vinhos brancos de qualidade. Conduzido
por Benjamín Romeo, Patxi Fernández Bengoa e Belén
Sánchez, foi colocado em marcha em 2008, quando foi
estabelecida também a vinícola, em uma antiga fábrica
de 1936. As uvas usadas são as variedades locais
Garnacha Blanca e Xarel.lo.
introduzidas variedades internacionais. A
Brancos
Região autônoma e vasta, mais conhecida
pela quase totalidade da produção de
cava no país, colocou-se na vanguarda da
modernização vinícola ocorrida nas últimas
gama de vinhos que produz em suas nove
Vins del Massis Massis
Vins del Massis Macizo
Ribera del Duero
Estende-se pelo vale do rio Duero, do leste
de Valladolid a Aranda de Duero, e é
a mais importante DO (reconhecida em 1982)
de Castilla y León. Tem clima continental,
com verão quente e curto, e grandes
variações de temperatura entre o dia e a
noite, proporcionando acidez marcante
denominações de origem é bem diversificada,
nos vinhos. A variedade dominante é a
de brancos mais leves a tintos encorpados.
Tempranillo, aí chamada de Tinto Fino
Recentemente foi criada a DO Catalunya,
ou Tinta del País. São cultivadas ainda
englobando vinhos produzidos com uvas
Garnacha, Cabernet Sauvignon, Merlot e
das diversas DOs. Vinhedos antigos de
Malbec. Os vinhos são concentrados, muitas
Garnacha Blanca e Xarel-lo têm sido usados
vezes potentes, em estilo que em geral
para a elaboração de vinhos tranquilos, com
contrasta com os da Rioja. A qualidade varia
excelentes resultados.
bastante, tornando a seleção de produtores
Tomás Postigo
tomaspostigo.es
Químico e enólogo, Tomás Postigo passou a se dedicar
a vinhedos e vinhos após curta carreira como pesquisador.
Tendo chegado à região em 1984, acumulou grande
experiência trabalhando para a cooperativa local.
Posteriormente, como enólogo, ajudou a transformar
uma das vinícolas regionais em um dos expoentes da
denominação. Hoje, produz seus próprios vinhos: um
branco bastante longevo 100% Verdejo, produzido em
Rueda, cuja primeira safra foi a de 2008; e um tinto,
produzido desde 2009, que demonstra que vale a pena
ser obstinado na busca pela perfeição. O corte final
tem predominantemente Tempranillo, com Cabernet
Sauvignon, Merlot e Malbec. O resultado é um vinho
elegante, sutil, suculento e realmente excepcional.
Branco
Tomás Postigo Verdejo – Rueda
Tinto
Tomás Postigo Crianza
extremamente importante.
6
7
espanha
Mario e Iván Santos
Bodega Contador
rioja
É a mais tradicional e conceituada região
vinícola espanhola, com predominância de
vinhos tintos, mas produzindo ainda brancos
estilosos, além de rosados. As altitudes,
climas e solos bastante variados, as diversas
variedades de uvas e os estilos tradicional
e moderno contribuem para tornar essa
região uma clássica produtora de vinhos finos
reconhecida mundialmente. Hoje a Rioja
conta com vinícolas modernas, produtores
Benjamín Romeo/Bodega Contador
Bodegas Aldonia
A Bodega Contador foi fundada em 1995, na Rioja,
pelo enólogo Benjamín Romeo. Perfeccionista, ele foi
adquirindo propriedades com vinhas antigas, em locais
que considerava extremamente privilegiados. O ícone da
vinícola é o Contador, um tinto estruturado e potente, que
recebeu a pontuação máxima de 100 pontos do crítico
Robert Parker nas safras 2004 e 2005, ganhando fama
mundial. Além dos tintos, produz brancos surpreendentes
como o Qué Bonito Cacareaba. Inicialmente, esse vinho
se chamava El Contador de Gallocanta, mas por pressão
da vinícola americana Gallo teve seu nome mudado. A
história e a qualidade esplendorosa criaram uma aura
em torno desse vinho. A Bodega Contador também está
associada a um projeto na Catalunha.
Vinícola jovem, que lançou seus primeiros vinhos da safra
2004, é dirigida pelos irmãos Iván e Mario Santos, que
iniciaram o projeto nos vinhedos de família, dos quais já
cuidavam desde 1994. Seus 19 ha de vinhedos espalhamse por 12 diferentes locais, principalmente na Rioja Baja.
As instalações de vinificação são novas e processam cerca
de 120 toneladas de uvas a cada colheita, sendo 40% de
Garnacha. O Aldonia 100 é elaborado com 100% Garnacha
de vinhedos de mais de 100 anos. Em todos os vinhos
destacam-se o equilíbrio, com o uso sensato da madeira,
ótimo frescor, pureza de fruta e extração elegante. Não por
outros motivos, Aldonia entrou logo no radar das melhores
publicações especializadas.
www.bodegacontador.com
Brancos
Tintos
Aldonia
Benjamín Romeo Predicador Blanco
Aldonia Vendimia
Benjamín Romeo Qué Bonito Cacareaba
Aldonia 100
Tintos
Benjamín Romeo Predicador Tinto
com os pés no vinhedo e mente aberta,
Benjamín Romeo La Cueva Del Contador
experimentos ousados e equipamentos de
Benjamín Romeo Carmen
Hilera Grande Reserva
última geração. Em seus quase 100 km de
Benjamín Romeo La Viña
De Andrés Romeo
extensão noroeste-sudeste, a Rioja divide-se
www.aldoniawinery.com
Benjamín Romeo Contador
em Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Baja.
8
9
espanha
rueda
Compañía Bodeguera de Valenciso
Finca Valdeguinea
Os proprietários, Luis Valentín e Carmen Enciso, cujos
sobrenomes combinados batizaram o empreendimento, já
tinham 25 anos de experiência no ramo quando produziram
sua primeira safra em 1998. Com uma nova e bem equipada
vinícola (de 2008) em Ollauri, na Rioja Alta, região da qual
provém a totalidade das uvas que utilizam, produzem um
tinto Reserva, de excepcional dimensão aromática e finesse,
com grande predominância de Tempranillo, que em breve
terá a companhia de um Joven. O branco, excepcionalmente
elegante, é um corte de Viura e Garnacha Blanca, fermentado
em carvalho russo, de poros muito finos. Para o Reserva
utilizam 100% de barricas francesas, sendo um terço novas,
onde os vinhos permanecem por no máximo 16 meses.
Essa empresa da família Sáenz-Comunión, com tradição
no cultivo e elaboração de vinhos desde o século XIX, tem
hoje no comando Luis Juan Sáenz Comunión, que se dedica
sobretudo aos 25 ha de vinhedos, na Rioja Alta, a cerca de
600 metros de altitude, mas acompanha passo a passo a
produção das quantidades limitadas de cada vinho. Todos
os vinhedos são em vaso (gobelet) e a colheita é manual.
A idade mínima das vinhas é de 30 anos, tendo alguns
vinhedos mais de 100 anos, que fornecem as mudas para
replantio/reposição. O 6 FV, um semicrianza que passa
seis meses em carvalho francês e americano, provém de
vinhedos de 80 anos, e o Edición Limitada é elaborado com
uvas exclusivamente de vinhedos centenários.
Rueda ocupa um vasto planalto a cerca de
Tinto
Branco
frescos, minerais, com boa fruta,
Valenciso Reserva
Valdeguinea Blanco Joven
geralmente sem uso de carvalho. Isso
www.valenciso.com
www.fincavaldeguinea.net
Tintos
Valdeguinea Joven
Valdeguinea Edición Limitada 6 FV
Finca Valdeguinea Crianza
Finca Valdeguinea Edición Limitada
750 metros de altitude às margens do Duero,
principalmente a esquerda. A partir da
década de 1970, alguns produtores passaram
a acreditar na variedade Verdejo e iniciaram
uma trajetória de sucesso, com vinhos
levou a região a receber o status de DO em
Vinos Sanz
www.vinossanz.com
Empresa tradicional de 1870, a Vinos Sanz é a mais antiga
da denominação Rueda e está há seis gerações na família.
Adaptou-se com brilhantismo aos novos tempos, cuidando
especificamente dos vinhedos, mas sem descuidar da
vinificação. Os vinhos têm extrema pureza e vivacidade.
São cerca de 100 ha de vinhedos próximos ao Duero,
principalmente na Finca La Colina, que são os mais antigos
dessa DO, com vinhas de mais de 60 anos. O Clásico mescla
Verdejo e 30% de Viura, enquanto os outros dois vinhos são
100% Verdejo. A edição de abril de 2014 da revista Decanter
concedeu 18 pontos (máximo 20) para o Finca La Colina
Verdejo Cien x Cien 2012, proveniente de um vinhedo único de
vinhas muito antigas.
Sanz Clásico
Sanz Clásico 375 ml
Sanz Verdejo
Finca La Colina Verdejo Cien x Cien
1980. Além da Verdejo, são cultivadas Viura
e Sauvignon Blanc. A produção de tintos
é bem pequena, e ainda há produção de
vinhos fortificados no estilo de Jerez, com
Palomino, mas declinante.
10
11
portugal
alentejo
Trata-se da maior província de Portugal,
cobrindo quase um terço do país e
estendendo-se do Tejo, ao norte, ao Algarve,
ao sul, com oito sub-regiões. A agricultura
é vasta e realizada em latifúndios, ao
contrário de nas demais regiões. A produção
de vinhos finos desabrochou na década
de 1980 e cresceu muito mais na década
João Barbosa vem de família ligada há várias gerações
aos vinhos portugueses. Com boa experiência no setor,
ele adquiriu terras no Alentejo em 1997, estabelecendo-se
no Valle de Junco, distrito de Portalegre, onde produz a
linha Lapa dos Gaivões. É uma região junto à serra de São
Mamede, que tem clima bem temperado, dando elegância
aos vinhos. Além de trabalhar com uvas portuguesas, ele
inclui variedades francesas na elaboração de seus vinhos.
Produz vinhos também no Tejo e na península de Setúbal. O
enólogo consultor é Pedro Pereira Gonçalves.
Tintos
Lapa dos Gaivões
Lapa dos Gaivões Escolha
Lapa dos Gaivões Reserva
Lapa dos Gaivões Grande Reserva
Bairrada
Região que encanta um público mais
exigente, a Bairrada atrai turistas tanto por
sua cozinha, com pratos famosos como o
leitão da Bairrada, quanto por seus vinhos.
A caprichosa Baga, principal uva tinta da
região, se traduz em vinhos expressivos,
gastronômicos e longevos, quando bem
Quinta das Bágeiras
Essa vinícola tradicional fica no pequeno lugarejo de Fogueira,
em Sangalhos. Seu proprietário, Mário Sérgio Alves Nuno, é
um perfeccionista, que usa as mais modernas técnicas para
fazer vinhos clássicos, trabalhando com uvas autóctones que
expressam com brilhantismo o melhor da Bairrada. O Garrafeira
Tinto 2005 foi incluído por João Paulo Martins na lista dos dez
melhores vinhos portugueses da década 2000-2009, o único da
Bairrada. O Garrafeira Branco 2009 foi eleito “O Melhor Vinho do
Ano” entre todos os portugueses pelo renomado crítico/jornalista
Rui Falcão em seu guia de vinhos de 2012. Segundo Rui Falcão,
os vinhos da Quinta das Bágeiras são reconhecidos por estarem
entre os melhores da Bairrada e de Portugal.
Espumantes/ Espumante Rosé
Quinta das Bágeiras Bruto Natural Reserva
Quinta das Bágeiras Bruto Natural Super Reserva
trabalhada. Os brancos, que recebem
Quinta das Bágeiras Bruto Natural Grande Reserva
Quinta das Bágeiras Bruto Natural Rosé Colheita
seguinte, dando fama internacional à região.
a influência do Atlântico, apresentam
As variedades tintas que se destacam são
mineralidade e frescor, e os espumantes são
Trincadeira, Aragonez, Alfrocheiro e Alicante
produzidos pelo método tradicional. Com
Bouschet, que atinge no Alentejo uma
a chegada das variedades internacionais,
Tintos
expressão surpreendente. Dentre as brancas,
alguns puristas formaram o grupo “Baga
Quinta das Bágeiras Colheita
destacam-se Roupeiro, Antão Vaz, Arinto e
Friends”, do qual faz parte Mário Sérgio Alves
Quinta das Bágeiras Garrafeira
Chardonnay. Essa região é famosa também
Nuno, da Quinta das Bágeiras.
pela grande produção de cortiça e azeite.
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João Barbosa – Valle de Junco
Brancos
Quinta das Bágeiras Colheita
Quinta das Bágeiras Garrafeira
Quinta das Bágeiras Garrafeira Pai Abel
Quinta das Bágeiras Reserva
Aguardentes
Quinta das Bágeiras Bagaceira 500 ml
Quinta das Bágeiras Aguardente Vínica Velha 500 ml
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portugal
Dão
Com o renascimento do Dão, principalmente
após a entrada de Portugal para a União
Europeia em 1986 e o fim dos monopólios das
grandes cooperativas, produtores com foco
em qualidade e terroir passaram finalmente
a expressar-se por meio de vinhos muito
finos, que se encontram entre os melhores de
Portugal. A Touriga Nacional é a principal uva
tinta, mas a Jaen (Mencía na Galícia), a Tinto
Casa da Passarella
www.casadapassarella.pt
A Casa da Passarella foi fundada em 1892, antes portanto
da demarcação da região do Dão, em 1908. Desde sua
fundação, tornou-se uma das mais emblemáticas
vinícolas de Portugal. O primeiro registro de
engarrafamento é de um vinho da marca Villa Oliveira,
com data de 1893. Essa marca esteve durante
algumas décadas fora do circuito comercial, sendo
resgatada em 2009 como forma de homenagear a história
e o patrimônio da vinícola. Os vinhos com esse rótulo são
produzidos apenas em anos de qualidade excepcional
e em quantidades muito reduzidas, com garrafas
numeradas. A marca Somontes presta homenagem a uma
senhora aristocrata de origem espanhola que comandou
durante algumas décadas a Casa da Passarella.
Brancos
Somontes Colheita
Somontes Encruzado
Douro – Vinhos
de Mesa
Mundialmente famoso pelo Porto – vinho
fortificado de caráter único e de diferentes
estilos –, o Douro tem apresentado, nos
últimos anos, uma crescente produção de
brancos e, principalmente, de tintos de mesa
de alta qualidade (denominação Douro, cerca
de 50% da produção total), mostrando que a
Quinta das Apegadas
www.apegadas.co.pt
Em 2003, Cândida e António Amorim decidiram investir
no Douro, em dois locais: a Quinta das Apegadas, em
Cidadelhe, Mesão Frio, que tem 2 ha de vinhedos, e a
Quinta Velha, propriedade centenária situada na margem
direita do Douro, na freguesia de Canelas, Concelho da
Régua, que tem uma frente de 300 metros voltada para
o rio, com 10 ha de vinhedos classificados como letra A,
sendo 6 ha com vinhas de mais de 30 anos. Os primeiros
vinhos foram elaborados em 2004 e comercializados em
2006, sendo logo reconhecidos por sua qualidade. Robert
Parker chamou a atenção para a “harmonia e capacidade
de desenvolvimento na adega”, referindo-se ao Tinto e
ao Tinto Reserva. Apesar de predominarem os tintos, o
Apegadas Branco Premium é um vinho que encanta pela
complexidade, equilíbrio e frescor.
Brancos
Apegadas
região tem vocação para ir muito além de seu
Apegadas Premium
Rosé
ícone. Os brancos vão de frescos e frutados
Tintos
cortes. Entre as brancas, a Encruzado, típica
Somontes Rosé
a bastante complexos, enquanto muitos dos
da região, está se revelando fina, elegante
Tintos
Cão e a Alfrocheiro também são usadas em
e complexa, quando trabalhada pelos bons
produtores. Assim como a Bairrada, o Dão
oferece vinhos para os que querem sair do
Villa Oliveira Encruzado
Somontes Colheita
Somontes Reserva
tintos estão entre os mais impressionantes do
Apegadas Quinta Velha
Apegadas Quinta Velha Reserva
Apegadas Quinta Velha Grande Reserva
país, possuindo pureza, riqueza e intensidade
Villa Oliveira Touriga Nacional
que somente castas nobres oriundas de um
terroir privilegiado podem oferecer.
lugar-comum.
14
15
portugal
Vinhas da Ciderma
www.vinhasdaciderma.com
Em 2002, a engenheira Mónica Figueiredo adquiriu essa
propriedade após longa procura de vinhedos com
mais de 20 anos e exposição sul junto ao rio. Uma cantina
com 160 anos também foi adquirida e remodelada,
preservando-se os lagares de granito para pisa a pé
e incorporando-se as tecnologias indispensáveis. Os
primeiros vinhos, da safra 2004, foram comercializados
em 2006. Os prêmios não tardaram e, além das ótimas
avaliações de João Paulo Martins, o Vinhas da Ciderma
Reserva Tinto e o Donzel Colheita Tinto foram bem
pontuados pela Wine Spectator. Os vinhedos são
cultivados em sistema de produção integrada e estão
licenciados para produzir Vinho do Porto Letra A.
Branco
Vinhas da Ciderma Fura
Tintos
Douro – Porto
Patrimônio da humanidade, o Douro
produz vinhos desde tempos imemoriais,
tendo sido demarcado em 1756 (é a mais
antiga região demarcada do mundo)
por decreto do Marquês de Pombal.
Somente a partir de meados do século XVIII,
o vinho fortificado e doce Porto, originário
Vinhas da Ciderma Donzel Reserva
Vinhas da Ciderma Grande Reserva
Vindos de uma família de mais de cem anos de tradição
na viticultura, Oscar Quevedo e sua esposa, Beatriz,
radicaram-se na região do Douro no fim dos anos 1970 e
começaram a produção de uvas. Em 1990, deram início à
construção da vinícola, que hoje abriga a sede da Quevedo.
São 100 ha cultivados no Cima-Corgo e Douro Superior,
onde predominam as castas tradicionais do Douro (Touriga
Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão e Tinta
Barroca). Desde 1999, Cláudia, a filha do casal, é a enóloga
da empresa. Oscar, seu irmão, cuida do marketing e das
exportações. A Quevedo produz Portos safrados e não
safrados, além de um rosé pouco comum. Seus vinhos são
intensos, com doçura bastante equilibrada.
Localizada na margem direita do Douro, essa propriedade
foi adquirida há mais de um século pelos avós dos atuais
proprietários, a família Roseira. A Quinta do Infantado foi
pioneira na venda de Portos engarrafados na propriedade –
vinhos do Porto de Quinta –, deixando de vender a empresas
de Vila Nova de Gaia. Esse importante passo conduziu ao fim
do monopólio das empresas de Gaia no engarrafamento
e comercialização do vinho do Porto, em 1986. A vinícola,
que pratica a agricultura orgânica e sustentável, se destaca
tanto no mercado português como na Europa e em outros
países, com seus vários estilos de Porto, marcados pela
elegância, equilíbrio e menor teor de açúcar, mesmo nos
vinhos mais básicos. A área de vinhedos soma 46 ha, todos
classe A, com vinhas de 5 a 80 anos de idade.
Porto Rosé
Porto Quevedo
o rio Douro, consolidou seu prestígio e se
Portos Tintos
converteu em um dos clássicos mundiais.
Várias transformações ocorreram nos
últimos 30 anos, sendo a principal delas
a que permitiu aos produtores
16
Quinta do Infantado
www.quevedoportwine.com
das encostas quase verticais que margeiam
Vinhas da Ciderma Fura
Vinhas da Ciderma Donzel Colheita
Porto Quevedo
www.quintadoinfantado.pai.pt
Porto Branco
Quinta do Infantado Porto White
Porto Quevedo Tawny
Portos Tintos
Porto Quevedo Ruby
Quinta do Infantado Porto Tawny
Porto Quevedo LBV
Quinta do Infantado Porto Ruby
Porto Quevedo Colheita
Quinta do Infantado
Porto Reserva Especial Ruby
Porto Quevedo Vintage
Quinta do Infantado Porto
Reserva Tawny Dona Margarida
Quinta do Infantado Porto LBV
comercializar seus vinhos diretamente
Quinta do Infantado Porto Tawny 10 anos
e exportá-los sem intermediários.
Quinta do Infantado Porto Vintage 375 ml
Quinta do Infantado Porto Vintage
17
portugal
Dona Paterna
A família Codesso produz e vende uvas em Paderne,
região de Melgaço, desde 1974. Em 1990, Carlos Alberto
Codesso resolveu produzir seus próprios vinhos com
as excepcionais uvas Alvarinho de seu vinhedo, com a
marca Dona Paterna. São 17,5 ha de vinhedos em terrenos
graníticos, voltados para o sul, sendo 4,5 ha deles com
cultivo orgânico. A produção gira em torno de apenas
120 mil garrafas por ano. Seus vinhos têm uma ótima
estrutura, toques salinos e minerais e uma grande
capacidade de envelhecimento. O enólogo consultor é
Fernando Moura, experiente e muito respeitado na região.
Brancos
Dona Paterna Alvarinho-Trajadura
Dona Paterna Alvarinho
Dona Paterna Alvarinho Colheita Selecionada
Dona Paterna Alvarinho Reserva
Lisboa
Os vinhos de Indicação Geográfica Lisboa
provêm de uma região com forte tradição
vinícola, que abrange todos os concelhos da
faixa atlântica ao norte do estuário do Tejo,
confinando a norte com a região de Beiras e
a leste com a de Tejo. É uma das maiores do
Quinta da Sapeira
www.quintadasapeira.pt
Empreendimento familiar situado próximo a Leiria, na
região demarcada de Encostas d’Aire. A produção de uvas
é antiga e foi iniciada por Henrique Bernardino, ocupando
hoje 9 ha de vinhedos reconhecidos como os mais bem
cuidados da região, onde são cultivadas algumas das
mais notáveis castas tradicionais portuguesas: Touriga
Nacional, Castelão, Aragonês, Alfrocheiro, Baga, Fernão
Pires e Arinto. Os primeiros vinhos foram engarrafados
em 1995, e atualmente, a filha de Henrique Bernardino,
Inês, é a responsável pela produção.
Brancos
Quinta da Sapeira Alta Estremadura Branco
Minho – Vinhos
Verdes
A Região Demarcada dos Vinhos Verdes
situa-se no entorno e principalmente ao
norte da cidade do Porto, indo até a divisa
com a Espanha, e se estende do Atlântico
às serras interiores, em elevações suaves.
país em área cultivada e produção de vinho,
Quinta da Sapeira Branco
DOC Encostas d’Aire
Produz vinhos brancos, rosados, tintos e
dando origem a tintos, brancos, rosados,
Quinta da Sapeira Alta
Estremadura Alvarinho
espumantes, com acentuada acidez e frescor
vinhos leves e espumantes. Engloba diversas
denominações de origem conhecidas pela
sua tradição e prestígio: Bucelas, Carcavelos,
Colares, Alenquer, Arruda, Torres Vedras,
Lourinhã, Óbidos, além de Encostas d’Aire e
suas duas sub-regiões, Alcobaça e Ourém.
Tintos
Quinta da Sapeira Alta
Estremadura Alfrocheiro
Quinta da Sapeira Alta
Estremadura Castelão
Quinta da Sapeira Tinto
DOC Encostas d’Aire
Quinta da Sapeira Touriga Nacional
HB Reserva DOC Encostas d’Aire
Quinta de Linhares
www.agri-roncao.pt
Localizada na sub-região do Sousa, a Quinta de Linhares,
cujas primeiras vinhas foram plantadas em 2001, tornou-se
uma das vinícolas mais premiadas de Portugal nos últimos
anos. O Quinta de Linhares Avesso 2008 foi escolhido como
“Best of Vinhos Verdes” pela Comissão de Viticultura da
Região dos Vinhos Verdes. O Azal é um sucesso, tendo
sido mencionado na Revista de Vinhos de Portugal como
“Expressivo e intenso... Um Azal de referência”. O Colheita
Selecionada mescla Loureiro, Trajadura e Avesso, um corte
que resulta em um vinho expressivo e delicioso. O enólogoconsultor, contratado em meados de 2011, é Anselmo
Mendes, uma referência na região.
Brancos
e graduação alcoólica a partir de 8,5%.
Quinta de Linhares Vinho Verde Arinto
Os mais populares no Brasil são os brancos,
Quinta de Linhares Vinho Verde Avesso
que, por serem leves e frescos, são ideais
Quinta de Linhares Vinho Verde
Colheita Seleccionada
para nosso clima. O Vinho Verde é o vinho
Rosé
português não licoroso mais vendido no
mundo, resultado de sua crescente qualidade
Quinta de Linhares Vinho Verde Azal
Quinta de Linhares Vinho Verde Rosé
Tinto
Quinta de Linhares Vinho Verde Tinto
e características únicas.
18
19
portugal
João Barbosa - Porta de Teira
Essa vinícola de apenas 3,5 ha, com produção cuidadosa e
objetivo de máxima qualidade, está situada nas encostas
da serra d’Aire, em Rio Maior. João Barbosa, que tem
vinhedos no Alentejo, produz na Porta de Teira a linha
Ninfa, sendo a primeira safra a de 2007. Além das uvas
nativas, os vinhos incluem variedades francesas como
a Syrah. Seus tintos são expressivos, o espumante feito
com Pinot Noir pelo método tradicional esbanja elegância,
e o branco, que combina Sauvignon Blanc (predominante)
e Fernão Pires, encanta por seu equilíbrio e frescor.
Espumante
Ninfa Blanc de Noirs
Branco
Ninfa
Tintos
Península de
Setúbal
Localizada entre os rios Tejo e Sado, a DOC
Península de Setúbal é conhecida por seu
vinho doce generoso e longevo, o Moscatel
Além de produzir excelentes brancos e tintos no Alentejo
(Lapa dos Gaivões) e no Tejo (Ninfa), João Barbosa elabora
esse intenso Moscatel de Setúbal. As uvas, Moscatel de
Alexandria (mínimo de 85%) e Arinto, são adquiridas sempre
dos mesmos agricultores, escolhidas, processadas e
vinificadas. O envelhecimento ocorre em pipas de carvalho
nacional de 500 litros, na região de Setúbal. A primeira safra,
de 1999, foi comercializada em 2004.
Doce
Tejo
Ninfa
A partir de 2009, a região de Ribatejo foi
Ninfa Touriga Nacional-Syrah
Ninfa Escolha
Ninfa Escolha Pinot Noir
rebatizada como Tejo para facilitar sua
identificação por consumidores de todo o
mundo. A região é cortada ao meio pelo rio
Vale d’Algares
Tejo, apresenta grandes variações de solos e
que faz ótima parceria com panetone e bolo
geografia e baixa precipitação pluviométrica,
inglês, além dos flãs portugueses. Trata-se
favorecendo a produção de uvas viníferas.
de um vinho fortificado muito doce,
O caráter macio da maioria dos vinhos faz
Os vinhos produzidos pelo enólogo Pedro Pereira Gonçalves,
que fez treinamentos em vários países, incluindo Nova
Zelândia, refletem sua criatividade. Elaborados com castas
cuidadosamente selecionadas, podem incluir variedades locais
e algumas ousadias, como a combinação de Alvarinho e
Viognier. O resultado se traduz em rótulos cuja qualidade é
inquestionável, como no caso da linha “D” (devaneio). O enólogo
também é consultor dos vinhos de João Barbosa.
produzido com a uva Moscatel de Alexandria,
com que sejam bons parceiros da mesa.
Brancos
que macera com as cascas longamente
A produção predominante é de brancos,
após a interrupção da fermentação e
principalmente da aromática Fernão Pires,
envelhece em cascos por muitos anos antes
mas outras castas como Viognier e Alvarinho
Tintos
de ser engarrafado. O resultado é um vinho
têm surpreendido pela alta qualidade.
Vale d’Algares Guarda Rios
muito aromático, saboroso e com uma
A Castelão (Periquita) é a uva tinta mais
Vale d’Algares D Syrah+Viognier
gama de cores que varia de acordo com
importante, usada com Baga, Camarate,
Doce
de Setúbal (e o Moscatel Roxo, mais raro),
o tempo de envelhecimento.
20
João Barbosa
João Barbosa Moscatel de Setúbal 500 ml
Trincadeira, Castelão Francês e outras.
Vale d’Algares Guarda Rios
Vale d’Algares Selection
Vale d’Algares D Alvarinho
Vale d’Algares Viognier
Vale d’Algares Selection
Vale d’Algares Late Harvest
21
itália
Cristina Brovia, Elena
Brovia e Alex Sanches
Campânia
Apesar de ser conhecida pela costa
deslumbrante, é na região interior
montanhosa da Irpinia que se encontram
as condições ideais para a produção de
brancos e tintos de alta qualidade. Em
torno da comuna de Avellino, os verões
longos e frescos, a boa insolação e os solos
pobres de origem vulcânica favorecem o
amadurecimento perfeito das uvas brancas
Fiano e Greco, e da tinta Aglianico. As
brancas dão origem a vinhos de incrível
elegância e frescor, e Jancis Robinson MW
22
Donnachiara
www.donnachiara.it
Situada nas colinas próximas a Avellino, Donnachiara foi
estabelecida em 2005 pelo casal Chiara e Umberto Petitto.
Ligados à produção de uvas e vinhos por cinco gerações
na Irpinia, cultivam somente as castas locais e usam
tecnologias modernas para preservar a delicadeza dos
brancos e obter o máximo de expressão da tinta Aglianico.
Revitalizaram antigos vinhedos familiares que se localizam
em Torre le Nocelle e Montefalcione, junto aos quais
implantaram uma moderna vinícola. A Wine Spectator
afirma que “Donnachiara produz finos exemplares de
Fiano di Avellino e Greco di Tufo” e deu nota 94 ao Fiano
Campania Esoterico 2011. A revista diz também que “Taurasi
é uma das melhores fontes de vinhos italianos de guarda”,
sendo os Donnachiara outstanding.
Brancos
Donnachiara Fiano di Avellino DOCG
Donnachiara Greco di Tufo DOCG
Donnachiara Esoterico Campania Fiano IGT
Tintos
Donnachiara Campania Aglianico IGT
Donnachiara Irpinia Aglianico DOC
Donnachiara Taurasi DOCG
Piemonte
É a região de origem dos clássicos Barolo
e Barbaresco, elaborados com a Nebbiolo,
uva que dá origem a vinhos tânicos e
perfumados, concentrados, elegantes e de
longa guarda, quando proveniente das regiões
mais nobres. Entre as outras variedades
cultivadas na região, o Dolcetto é frutado,
Brovia
Fundada por Giacinto Brovia em 1863, essa vinícola se
encontra no coração da área produtora de Barolo, com
sede em Castiglione Falletto, sendo conduzida hoje por
Elena e Cristina Brovia, quarta geração da família, e por
Alex Sanches, marido de Elena. Seus vinhedos ocupam
uma área de 19,2 ha, sendo os quatro mais importantes
Rocche, Villero e Garblèt Sué, em Castiglione Falletto,
e Ca’Mia (ou Brea, como também é chamado), em
Serralunga d’Alba. A vinificação segue a linha tradicional,
e a filosofia de produzir vinhos de grande personalidade se
mantém geração após geração. Seus tintos são clássicos
e elegantes, enquanto o branco, produzido com a uva
Roero Arneis, típica do Piemonte, é um vinho para os que
procuram algo diferenciado.
Branco
jovem, fresco e tânico, enquanto o Barbera
Brovia Roero Arneis DOC
tem caráter frutado puro e poucos taninos,
Tintos
Brovia Sorì del Drago Barbera d’Alba
podendo ou não passar por barricas, ambos
bem gastronômicos. Entre os brancos, o
Roero Arneis e o Moscato d’Asti são os mais
observa que “...os melhores vinhos têm uma
importantes. A região tem diversos vinhedos
dimensão aromática que poucas outras
de grande distinção (crus) e espaço para os
variedades italianas podem igualar”. A
tradicionalistas e modernistas, apesar da linha
Aglianico atinge seu apogeu na DOC Taurasi.
pouco nítida que os separa.
Brovia Brea Barbera d’Alba DOC
Brovia Valmaggione Nebbiolo d’Alba DOC
Brovia Barolo DOCG
Brovia Rocche dei Brovia Barolo
Brovia Ca’Mia Barolo DOCG
Brovia Garblèt Sué Barolo DOCG
Brovia Villero Barolo DOCG
23
itália
A moderna vinícola de
Domenico Clerico
Domenico Clerico
Socré
Domenico Clerico é uma lenda viva. Em 1976, assumiu os
5 ha que seu pai cultivava e se propôs a fazer vinhos
de vinhedos específicos. Experimentou diferentes estilos
e seus vinhos logo tiveram impacto na mídia especializada.
Autodidata e mundialmente reconhecido, Domenico
Clerico tem hoje 21 ha de vinhedos em Monforte
d’Alba, pequena parcela em Serralunga, além de uma
moderníssima e cinematográfica vinícola com áreas
envidraçadas com vistas para as colinas cobertas de
vinhedos. Seus vinhos têm notável concentração de cor,
o buquê é intenso, com toques de especiarias, a fruta
tem excelente maturidade; na boca mostram-se sempre
carnudos e ricos em sabores, fazendo com que seus
taninos sejam sempre palatáveis desde jovens. Envelhecem
muito bem, ganhando elegância e complexidade.
Marco Piacentino, pequeno proprietário, arquiteto e
enólogo, cuida de 8 ha de vinhedos que pertencem à sua
família desde 1871. Parte de sua produção vem do excelente
vinhedo Roncaglie, um dos grandes crus de Barbaresco,
famoso desde o século XIX pela delicadeza, elegância e
profundidade que aporta à Nebbiolo. Defensor do uso de
barricas, irrita-se com a comparação de estilos tradicional
e moderno: “Faço apenas vinhos bons. Usar barricas ou
não é de menor importância”, comenta ele, que faz uso
da madeira com maestria – seus vinhos jamais mostram
predominância de carvalho sobre fruta e sempre exibem
suculência, taninos muito finos e equilíbrio perfeito.
Tintos
Socré Barbera d’Alba DOC
www.domenicoclerico.it
Domenico Clerico Visadì Langhe DOC Dolcetto
Domenico Clerico Trevigne
Barbera d’Alba DOC
www.socre.it
Tintos
Socré Dolcetto d’Alba DOC
Socré Langhe Nebbiolo DOC
Socré Barbaresco DOCG
Socré Barbaresco Roncaglie DOCG
Domenico Clerico Capisme-e
Langhe DOC Nebbiolo
Domenico Clerico Arte Langhe DOC
Domenico Clerico Aeroplanservaj
Barolo DOCG
Domenico Clerico Ciabot
Mentin Barolo DOCG
Domenico Clerico Pajana Barolo DOCG
Domenico Clerico Percristina
Barolo DOCG
24
25
itália
puglia
Paololeo
www.paololeo.it
SicÍlia
A história dessa vinícola, estabelecida no coração de
Salento, na Puglia, tem início com Antonio Leo, na virada
do século XIX, quando possuía 20 ha de vinhedos. No início
dos anos 1950, a quarta geração da família replantou esses
vinhedos exclusivamente com Negroamaro, Primitivo e
Malvasia Nera. Hoje, é conduzida por Paolo Leo, da quinta
geração, que adquiriu mais 6 ha de vinhedos e modernizou
a vinícola, considerada uma das mais avançadas da região.
Seus vinhos são estilosos e ricos em fruta e nem de longe
lembram os antigos, alcoólicos e oxidados vinhos que tanto
marcaram o sul da Itália.
Essa belíssima ilha do Mediterrâneo tem
de vinho. Entretanto, nos últimos 20 anos,
Brancos
cultivadas variedades autóctones, como
o volume produzido caiu para perto da
Paololeo Malvasia Bianca Salento IGT
as brancas Catarratto, Grillo e Inzolia, e as
Essa é uma vasta região onde o clima
mediterrâneo ameno, as baixas precipitações,
os solos pobres e o relevo pouco ondulado
contribuíram decisivamente para que se
tornasse produtora de grandes volumes
metade, enquanto a qualidade cresceu
exponencialmente. Os melhores vinhos são
produzidos na península de Salento, onde
a influência dos mares Adriático e Jônico
Paololeo Pinot Grigio Tarantino IGT
Tintos
Paololeo Primitivo Salento IGT
Paololeo Negroamaro Salento IGT
Paololeo Passo del Cardinale
Primitivo di Manduria DOP
produzido vinhos de excelente qualidade,
mostrando o expressivo desenvolvimento
pelo qual passou a região nos últimos
tempos. Nos mais variados terroirs são
tintas Nero d’Avola e Nerello Mascalese
(Etna), além das internacionais Chardonnay,
Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah.
Paololeo Aglianico Puglia IGT
Embora estas últimas tenham feito a fama
ameniza o calor. Nessa região, onde as
Paololeo Salice Salentino
Riserva DOC
da Sicília, com a produção de vinhos de
variedades predominantes são Negroamaro
Paololeo Orfeo Negroamaro
Puglia IGT
classe internacional, existe hoje uma maior
e Primitivo, os rendimentos são menores.
Paololeo Fiore di Vigna
Primitivo Salento IGT
valorização das uvas locais.
Musìta
www.musita.it
No fim do século XIX, Ignazio Ardagna plantou as primeiras
vinhas de Catarratto, variedade típica da região. Hoje, a
família Ardagna conta com uma adega nova e equipada
para produzir seus vinhos expressivos e equilibrados, que
bem refletem o terroir. Nos 50 ha de vinhedos, localizados
a uma altitude de até 500 metros, são cultivadas as
variedades brancas Catarratto, Grillo e Chardonnay, e
as tintas Cabernet Sauvignon, Syrah e Nero d’Avola, em
quatro parcelas diferentes (Baronia, Fontana Bianca, Baglio
Guarani e Mokarta). O italiano Giorgio Flessati, sócio e
enólogo da chilena Viña Falernia, é enólogo-consultor e
sócio da Musìta.
Brancos
Musìta Catarratto Sicilia DOC
Musìta Grillo Sicilia DOC
Tintos
Musìta Syrah Sicilia IGP
Musìta Nero D’Avola Sicilia IGP
Outras variedades cultivadas são Aglianico,
Malvasia Nera, Malvasia e Pinot Grigio.
26
27
itália
Família Stianti
Mascheroni
toscana
Com 7.000 ha demarcados, diversos
bosques preservados, vilarejos e castelos
históricos, e um relevo bastante difícil, a
Toscana produz alguns clássicos italianos
com a Sangiovese, que estão entre os
melhores vinhos do mundo: Brunello,
Chianti e Vino Nobile. É também um local
de experimentações de sucesso, como
Castello di Volpaia
www.volpaia.com
Construído no século XI como um vilarejo fortificado, o
Castello di Volpaia fica entre Florença e Siena, na região
do Chianti Classico, e ainda mantém o estilo medieval,
sendo um dos mais preservados desse período. A adega se
espalha por diversas casas antigas e igrejas, convertidas
em instalações modernas de vinificação. O terroir e os
cuidados nos vinhedos, de cultivo orgânico, resultam em
vinhos elegantes e suculentos, que se destacam por seu
estilo. Os guardiões desse tesouro são Carlo e Giovannella
Stianti Mascheroni, cuja família adquiriu a propriedade no
início dos anos 1960. Desde 2007, os filhos do casal, Nicolò
e Federica, trabalham na empresa. O enólogo consultor é
Riccardo Cotarella, e o Castello di Volpaia está entre os
top ten Chianti Classico no guia de Hugh Johnson.
Tintos
Volpaia Citto IGT Toscana
os supertoscanos, vinhos renomados que
Volpaia Chianti Classico DOCG
incluem variedades internacionais. As sub-
Volpaia Chianti Classico Riserva DOCG
regiões de Chianti Classico, Brunello di
Volpaia Coltassala Chianti
Classico Riserva DOCG
Montalcino, Vino Nobile di Montepulciano e
Bolgheri têm reconhecimento internacional
Volpaia Chianti Classico DOCG 375 ml
Volpaia Balifico IGT Toscana
Volpaia Il Puro Casanova
Chianti Classico DOCG
dos consumidores exigentes, enquanto
Montescudaio é outra joia à espera
de ser descoberta.
28
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itália
Vinhedos da
Fontemorsi
Fontemorsi
Monte Bernardi
Podere la Vigna
A Fontemorsi possui 22 ha na denominação Montescudaio,
20 km ao norte de Bolgheri, sendo a maior parte plantada
com vinhedos, além de oliveiras. Em 2002, foi adquirida por
Laura Berlucchi, que vislumbrou nessa pequena propriedade
o potencial de produzir vinhos de alta qualidade. Os quatro
fundadores da Fontemorsi, Francesco Benasaglio, Alberto
Cavaliere, Roberto Ligasacchi e Carlo Sanvitale, permanecem
na empresa. Nos vinhedos, de cultivo orgânico, encontramse variedades tradicionais da Toscana, como Sangiovese,
Canaiolo e Malvasia Rossa, além das internacionais Merlot e
Cabernet Sauvignon. Para a produção do branco, são cultivadas
a Chardonnay e a Viognier. Os solos estão cobertos por conchas
fossilizadas, que inspiraram o logotipo da vinícola.
Localizada em Panzano in Chianti, um pequeno vilarejo no
coração do Chianti Classico, a Monte Bernardi possui 53 ha
de vinhedos de cultivo biodinâmico, sendo 9,5 ha com vinhas
de mais de 40 anos. Em 2003, foi adquirida pela família
Schmelzer, que desde então tem investido fortemente
nos vinhedos e na adega. Michael Schmelzer é agrônomo
e enólogo e exprime com intensidade sua paixão pela
Sangiovese. Um dos seus rótulos, Retromarcia (marcha à
ré), representa um retorno à natural elegância e ao charme
da Sangiovese. Além dessa variedade, que responde por 80%
da produção, são cultivadas Merlot (5%), Cabernet Sauvignon
(5%), Cabernet Franc (5%) e Petit Verdot (5%).
Localizada 7 km a nordeste de Montalcino, a Podere la
Vigna pertence à família Rubegni desde 1958. Os 4 ha de
vinhedos, plantados com diferentes clones de Sangiovese
em solos que combinam argila e turfa, têm excelente
exposição solar e se encontram a uma altitude entre
320 e 340 metros. Atualmente, a vinícola é dirigida por
Adriano Rubegni e sua esposa, Sonia, que cuidam do
vinhedo como de um jardim e acabam de construir uma
nova vinícola. Safras recentes comprovam o trabalho
meticuloso no cultivo e na vinificação.
Tintos
Podere la Vigna Brunello di Montalcino DOCG
www.fontemorsi.it
Branco
Fontemorsi Tresassi Toscana IGT
Rosé
Monte Bernardi Fuoristrada Toscana IGT
Monte Bernardi ‘Monte Bernardi’
Chianti Classico Riserva DOCG
Tintos
Monte Bernardi Sa’etta
Chianti Classico Riserva DOCG
Fontemorsi Guadipiani Toscana IGT
www.poderelavigna.it
Podere la Vigna Rosso di Montalcino DOC
Podere la Vigna Brunello di Montalcino Riserva DOCG
Monte Bernardi Retromarcia
Chianti Classico DOCG
Fontemorsi Rosato di Fontemorsi Toscana IGT
Fontemorsi Spazzavento Montescudaio DOC
30
www.montebernardi.com
Monte Bernardi
Tzingana Toscana IGT
31
itália
Luca Tiberini
Tiberini
www.tiberiniwine.com
Vêneto
Azienda Agricola Villa Erbice
www.villaerbice.it
A história da Villa Erbice teve início em 1870 e seu nome
sempre esteve associado a vinhos de ótima qualidade,
provenientes de vinhedos próprios. São cerca de 13 ha
plantados, dos quais 1,4 ha de Soave Superiore DOCG
e o restante de Valpolicella DOC, situados a altitudes
entre 250 a 450 metros. Seus vinhos são expressivos e
têm ótima estrutura e capacidade de envelhecimento.
Localizada em Mezzane di Sotto, próximo a Verona, essa
imponente vila-vinícola é dirigida hoje pelos irmãos Silvio
e Alberto Erbice, da terceira geração da família. Buscando
qualidade em primeiro lugar, produzem vinhos destacados
das denominações Soave, Recioto di Soave, Valpolicella,
Amarone e Recioto della Valpolicella.
Há seis gerações a família Tiberini produz vinhos em
Podere Le Caggiole, propriedade de 16,5 ha de vinhedos.
Le Caggiole já era considerado pelos etruscos e romanos
como uma das áreas mais nobres para a produção do Vino
Nobile di Montepulciano. Hoje, estão à frente da vinícola
os irmãos Luca e Fabio, que seguem a filosofia da família
na produção de vinhos tradicionais, que confirmam o
prestígio crescente que essa região passou a ter nos
últimos tempos. O Maturato é produzido somente em anos
excelentes com a uva Pulcinculo, que é colhida após longa
maturação, resultando em um vinho rico e fascinante.
Os tintos são equilibrados, agradáveis no paladar,
concentrados e bastante gastronômicos.
Essa região, que se estende de Veneza ao
Branco
de maior prestígio. Alguns desses vinhos
Brancos
Tiberini Maturato Bianco IGT
se tornaram nomes de sucesso mundial e
Villa Erbice Soave Superiore DOCG
Tintos
Tiberini Podere Le Caggiole Chianti Colli Senesi DOCG
Tiberini Podere Le Caggiole Rosso di Montepulciano DOC
Tiberini Podere Le Caggiole Vino
Nobile di Montepulciano DOCG
Tiberini Vigneto Campaccio Vino
Nobile di Montepulciano Riserva DOCG
lago de Garda e, ao norte, até a fronteira
com a Áustria, é uma das maiores da Itália
e tem diversas sub-regiões. Entre seus
vinhos mais conhecidos estão Valpolicella,
Soave, Bardolino, Prosecco e Amarone, o
sua produção em larga escala, muitas vezes
com uvas provenientes de vinhedos de pouco
prestígio e de grandes rendimentos, denegriu
seu conceito, que está sendo lentamente
Villa Erbice Soave Superiore
‘Vigneto Panvinio’ DOCG
Tintos
Villa Erbice Valpolicella Superiore
‘Vigneto Monte Tombole’ DOC
Villa Erbice Valpolicella
Superiore Ripasso DOC
recuperado por produtores cuidadosos e
Villa Erbice Amarone della Valpolicella
‘Vigneto Tremenel’ DOC
vinhedos nas melhores encostas da região.
Doce
Villa Erbice Recioto della Valpolicella
‘Vigneto Torazzine’ DOC 500 ml
32
33
frança
alsácia
Essa região de história turbulenta mescla
influências das culturas francesa e alemã nos
vinhos, na gastronomia e na arquitetura. Seus
vinhos varietais, em sua maioria brancos
(secos, semissecos, doces e espumantes),
são bastante expressivos e versáteis. As
regulamentações da denominação incluem
classificação de vinhedos (os melhores são
Grands Crus), do método de elaboração do
crémant d’Alsace (espumante) e dos vinhos
doces (vendange tardive – colheita tardia – e
sélection de grains nobles SGN – mais doce
que o anterior, feito com cachos afetados
pela podridão nobre).
Domaine Valentin Zusslin et Fils
www.zusslin.com
Fundado em 1691 por Jodocus Cisle (antigo nome da
vinícola), o Domaine Valentin Zusslin está hoje na 13ª
geração da família de viticultores e reúne duas gerações da
família Zusslin. Os irmãos Marie e Jean-Paul Zusslin estão
no comando da empresa desde o ano 2000. Os vinhedos
estão localizados ao redor de Orschwihr, ao sul de Colmar,
em três locais excepcionais: Bollenberg, Clos Liebenberg
e o Grand Cru Pfingstberg. Em 1997, os vinhedos foram
convertidos para o cultivo biodinâmico, e em 2000 seus
vinhos receberam o certificado biodinâmico oficial. Tradição,
ótimos vinhedos, respeito à natureza e incorporação
de novas técnicas têm proporcionado uma qualidade
consistentemente crescente nos últimos anos. São vinhos
expressivos e com ótimo potencial de guarda.
Espumante
Domaine Zusslin Crémant d’Alsace Prestige
Brancos
Domaine Zusslin Riesling Bollenberg
Domaine Zusslin Gewurztraminer Bollenberg
Domaine Zusslin Pinot Gris Orschwihr
Domaine Zusslin Riesling Clos Liebenberg
Domaine Zusslin Riesling Grand Cru Pfingstberg
Doces
Domaine Zusslin Gewurztraminer
Bollenberg Vendange Tardive
Domaine Zusslin Riesling Grande
Réserve Clos Liebenberg 500 ml
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35
frança
Vinhedos do Château
de Camarsac
Château Les Tuileries
O Château Les Tuileries está localizado na região de
Entre-Deux-Mers, entre os rios Dordogne e Garonne, a leste
da cidade de Bordeaux, cujo terroir é famoso pelos
deliciosos vinhos brancos secos, mas onde são produzidos
também ótimos tintos. Os brancos têm 80% de Sauvignon
Blanc e 20% de Sémillon e são elaborados a partir de vinhas
com mais de 40 anos de idade. Os tintos têm Merlot (70%) e
Cabernet Sauvignon (30%) e não passam por madeira. Essa
propriedade foi selecionada pela qualidade de seus vinhos,
que são simples, mas típicos, elaborados com o cuidado de
valorizar o caráter frutado e o equilíbrio.
Branco
Château les Tuileries Entre-Deux-Mers
Tinto
Château les Tuileries Bordeaux
Bordeaux
Os vinhos de Bordeaux são reconhecidos pela
elegância e complexidade, além de terem
a capacidade de evoluir muito bem com o
passar dos anos. Trata-se da mais nobre
região vinícola do mundo, com mais de 50
sub-regiões, onde são produzidos desde
rótulos da mais alta expressão àqueles do
Entre-Deux-Mers
Château de Camarsac
www.camarsac.com
Localizado no coração de Entre-Deux-Mers, o Château
de Camarsac está sediado em uma fortaleza imponente,
datada do século XII. Adquirido por Lucien Lurton em
1973, é administrado por seu filho Thierry Lurton desde
2007. Em 2012, foram concluídas as novas instalações de
produção, moderníssimas e “verdes”, gerando grande
parte da energia consumida por meio de painéis solares.
Os 67 ha de vinhedos estão plantados com 64% de Merlot,
27% de Cabernet Sauvignon e 9% de Cabernet Franc.
Hoje, o Château de Camarsac representa o arquétipo do
petit château da região e reflete em suas cuvées o caráter
essencial e tradicional de Bordeaux.
Tintos
dia a dia. Os tintos, elaborados com Cabernet
Château de Camarsac Bordeaux Supérieur
Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc,
Château de Camarsac
Bordeaux Supérieur 375 ml
representam as grandes glórias de Bordeaux,
Château de Camarsac
Bordeaux Supérieur Fût de Chêne
mas os brancos secos de Graves, feitos
Château de Camarsac Bordeaux
Supérieur Fût de Chêne 375 ml
principalmente com Sémillon e Sauvignon
Château de Camarsac
Bordeaux Supérieur Prestige
Côtes de Castillon
Château Lamartine
www.chateaulamartine.sitew.com
Essa pequena propriedade de 18 ha pertence à família
Gourraud, que está na terceira geração de viticultores.
Localizada na denominação Côtes de Castillon, bem próxima
de Saint-Émilion, apresenta um terroir ideal para a Merlot,
que gera vinhos intensos, com aromas potentes. Os vinhedos
são plantados com Merlot (85%), Cabernet Sauvignon (10%)
e Cabernet Franc (5%). Os vinhos são elaborados de maneira
bem tradicional, com cerca de 20 dias de maceração total
e 18 meses em tanques. O objetivo é preservar a pureza e
a intensidade da fruta, e o resultado é um delicioso “miniSaint-Émilion”, cuja qualidade cresce a cada ano.
Tinto
Château Lamartine Côtes de Castillon
Blanc, são encantadores, enquanto os
Sauternes, com grande capacidade de
envelhecimento, são considerados entre os
melhores vinhos doces do mundo.
36
37
frança
Graves
Château Tour Bicheau
Lalande-de-Pomerol
Château de Viaud-Lalande
www.chateau-tour-bicheau.fr
Essa micropropriedade de 1,8 ha pertence a Philippe
Durand-Teyssier e a seu filho Thomas. Os vinhedos de Merlot
(70%) e Cabernet Franc (30%), com idade média
de 20 anos, estão localizados na denominação
Lalande-de-Pomerol, reconhecida pelo terroir de ótima
qualidade. A produção é de apenas 10 mil garrafas e reflete
a delicadeza e a complexidade dos vinhos dessa região.
Essa pequena propriedade de 25 ha é comandada pela
quinta geração de viticultores da família Daubas.
Localizada no plateau Haut Portets, em Graves, tem
vinhedos com idade superior a 50 anos, com produção
pequena e uvas com ótima concentração. O enólogo Patrick
Daubas combina com sabedoria a tradição transmitida
por sua família com técnicas modernas, produzindo vinhos
fiéis à região. As uvas cultivadas são Merlot (70%) e Cabernet
Sauvignon (30%) para os tintos e Sémillon (70%) e Sauvignon
Blanc (30%) para os brancos. A manutenção e o manejo
do vinhedo são feitos manualmente.
Tinto
Château de Viaud-Lalande Lalande-de-Pomerol
Branco
Château Tour Bicheau Graves Blanc
Tinto
Château Tour Bicheau Graves Rouge
Pessac-Léognan
Château Valoux
Château de Villegeorge
www.marielaurelurton.com
Haut-Médoc
Château Doyac
www.chateaudoyac.fr
Adquirida em 1998 por Max e Astrid de Pourtalès, essa
magnífica propriedade de 30 ha, já mencionada na edição
de 1850 do Bordeaux et ses vins – Ed. Féret, passou por
importantes reformulações nos vinhedos e na adega.
Situados em Saint-Seurin-de-Cadourne, no Haut-Médoc,
os vinhedos têm solos argilo-calcários, sendo a idade média
das vinhas de 20 anos. São cultivadas as uvas Merlot (80%)
e Cabernet Sauvignon (20%), com uso de compostos
orgânicos para manter o equilíbrio do solo. O Château Doyac
adota o estilo tradicional de vinificação e conta com
a consultoria do enólogo Eric Boissenot.
Conduzido desde 1992 pela enóloga Marie-Laure Lurton,
que herdou a propriedade do pai, Lucien Lurton,
o Château de Villegeorge atingiu um invejável patamar
de excelência. Localizado na denominação Haut-Médoc,
possui 20 ha plantados com Cabernet Sauvignon e Merlot,
com idade média de 29 anos. Em 2003, o château obteve o
certificado de qualificação Terra Vitis pela forma de produção
agrícola sustentável. O Château Peyremorin é o ótimo
segundo vinho da casa.
Tintos
Château de Villegeorge Cru Bourgeois Supérieur Haut-Médoc
Château de Villegeorge Cru
Bourgeois Supérieur Haut-Médoc 375 ml
Peyremorin de Villegeorge Haut-Médoc
Margaux
Château Desmirail
www.desmirail.com
Localizado na denominação Margaux, é comandado por
Denis Lurton, filho de Lucien Lurton. Classificado como
Grand Cru Classé, produz vinhos de qualidade excepcional,
com aromas intensos e taninos elegantes, resultantes do
terroir e da tradição dessa família de viticultores. O segundo
vinho do château é o Fontarney.
Tinto
Château Fontarney Margaux
O Châteaux Valoux é uma antiga propriedade de Graves,
situada na denominação Pessac-Léognan, que foi anexada
em 1929 ao Château Bouscaut, Cru Classé de Graves para
brancos e tintos. Sua produção expressa com elegância
essa sub-região, famosa pela qualidade dos seus vinhos.
O branco é fermentado em barrica e tem Sémillon e
Sauvignon Blanc. No tinto, predomina a Merlot (50%),
com Cabernet Sauvignon (35%), Cabernet Franc e Malbec.
São vinhos típicos, elaborados com o cuidado de valorizar
o caráter frutado e o equilíbrio.
Branco
Château Valoux Pessac-Léognan Blanc
Tinto
Château Valoux Pessac-Léognan Rouge
Tinto
Château Doyac Haut-Médoc
38
39
frança
Pomerol
Château Clos Bel Air
www.chateauclosbelair.com
O Château Clos Bel Air é comandado pela quarta geração
da família Lespine. Situado na comuna de Libourne, na
denominação Pomerol, possui 2,35 ha de vinhedos em
solos de cascalhos e areia, que permitem a ótima expressão
da uva Merlot. A vinificação é tradicional, com controle de
temperatura, e os vinhos permanecem de 12 a 18 meses
em barricas novas de carvalho francês.
Tinto
Château Clos Bel Air Pomerol
Jonathan Maltus
www.maltus.com
Saint-Émilion
Château Melin
www.chateaumelin.fr
Localizada na cidade de Libourne, 7 km a leste de SaintÉmilion, essa pequena propriedade produz vinhos muito
finos e longevos sob o comando do enólogo Vincent
Debacque e seu filho Thomas. Os vinhedos se estendem
por 10,5 ha, com vinhas de mais de 40 anos, em média,
distribuídas entre Merlot (75%) e Cabernet Franc (25%). A
vinícola tem como base a agricultura sustentável, limitando
o uso de fertilizantes e defensivos químicos e buscando o
equilíbrio ambiental.
Jonathan Maltus é considerado um “estrangeiro” em Bordeaux,
onde é chamado de “Englishman”. Em 1994, adquiriu o Château
Teyssier, um Grand Cru de Saint-Émilion que remonta aos
anos 1700. Agregou diversos pequenos vinhedos em locais
privilegiados da denominação e construiu uma vinícola de
última geração, onde produz uma gama invejável de vinhos, que
chega ao mais alto nível da região com o fantástico Le Dôme.
A safra de 2010 desse Grand Cru recebeu 100 pontos do crítico
Robert Parker, enquanto vários outros vinhos ficaram acima
dos 90 pontos: Les Astéries (96), Vieux Château Mazerat (95+),
Château Laforge (94) e Château Teyssier (92).
Branco
Château Pezat Bordeaux Blanc Sec
Tintos
Château Pezat Bordeaux Supérieur
Château Teyssier Saint-Émilion Grand Cru
Château Teyssier Saint-Émilion Grand Cru 375 ml
Château Teyssier Saint-Émilion Grand Cru Magnum
Château Grand Destieu
Château Laforge Saint-Émilion Grand Cru
Château Laforge Saint-Émilion Grand Cru 375 ml
Château Laforge Saint-Émilion Grand Cru Magnum
Vieux Château Mazerat Saint-Émilion Grand Cru
Vieux Château Mazerat Saint-Émilion Grand Cru Magnum
Les Astéries Saint-Émilion Grand Cru
Les Astéries Saint-Émilion Grand Cru Magnum
Le Dome Saint-Émilion Grand Cru
Tinto
Le Dome Saint-Émilion Grand Cru Magnum
Château Melin Saint-Émilion
40
41
frança
Saint-Estèphe
Château Domeyne
www.domeyne.fr
Essa propriedade foi adquirida em 2006 por Gonzague e sua
esposa, Claire Villars-Lurton, proprietários dos Crus Classés
Durfort-Vivens, Ferrière e Haut-Bages-Libéral. Desde então,
eles vêm utilizando toda a sua expertise para tornar
o Château Domeyne um dos expoentes da denominação.
Os 8,3 ha de vinhedos são plantados com 40% de
Cabernet Sauvignon e 60% de Merlot, e as vinhas têm,
em média, 40 anos de idade. Os vinhos apresentam
grande riqueza aromática e são bastante expressivos
no paladar, com a tanicidade elegante típica dos
bons vinhos dessa denominação.
Tinto
Château Domeyne Saint-Estèphe
Sauternes
Château Liot
Château Pavie/Gérard Perse
www.vignoblesperse.com
Um dos grandes nomes de Bordeaux, o Château Pavie tem
uma tradição vinícola que remonta ao século IV. Em 1998,
foi adquirido pelo parisiense Gérard Perse, que fez grandes
mudanças nos vinhedos e na adega, investindo em tecnologia
de ponta, contratando os serviços do enólogo Michel Rolland e
do arquiteto Alberto Pinto e transformando a vinícola em uma
das belas e eficientes da região. Os cerca de 40 ha de vinhedos
estão distribuídos em 60% Merlot, 30% Cabernet Franc e 10%
Cabernet Sauvignon, em um terroir extraordinário. Em 2012, o
Château Pavie recebeu a classificação Saint-Émilion Premier
Cru Classé A. Seus vinhos são intensos e elegantes e estão
entre os favoritos de Robert Parker.
Tintos
Gérard Perse Esprit de Pavie Bordeaux AOC
Château Pavie Arômes de Pavie Saint-Émilion Grand Cru
www.chateauliot.com
Saint-Julien
Château Teynac
Uma estrela ascendente em Saint-Julien, essa pequena
propriedade pertence à família Pairault e se encontra
na comuna de Beychevelle. Com 11 ha em produção
(70% Cabernet Sauvignon, 28% Merlot e 2% Petit Verdot),
os vinhedos têm idade média de quase 40 anos. Os Pairault
são adeptos da vinificação tradicional, usam moderadamente
barricas novas (30% do total) e fazem questão de
rendimentos bastante baixos (média de apenas 43 hl/ha).
Os vinhos refletem bem a denominação, com
um frutado intenso e sofisticado, taninos muito
sedosos e potencial de guarda de 5 a 15 anos.
Este château pertence à família David há várias
gerações e hoje está sob o comando de Jerry David.
Situado em Barsac, região de Sauternes, produz vinhos
excelentes a preços competitivos, segundo a crítica
internacional. O Château du Levant é o segundo
vinho desse renomado château.
Doce
Château du Levant Sauternes 375 ml
Tinto
Château Teynac Saint-Julien
42
43
frança
Borgonha
Trata-se da mais prestigiosa região do
mundo para vinhos elaborados com Pinot
Noir e Chardonnay, ótimos parceiros da boa
mesa que acompanham com elegância a rica
gastronomia local. Suas sub-regiões formam
um mosaico fascinante de terroirs variados,
Domaine de Bellene
Maison Roche de Bellene
www.domainedebellene.com
Esse pequeno domaine foi criado em 2005 pelo enfant
terrible Nicolas Potel, a partir de parcelas de vinhas velhas
(de 50 a 110 anos) adquiridas em Savigny-lès-Beaune, e logo
se estendeu a Santenay, Saint-Romain, Volnay, Beaune,
Nuits-Saint-Georges e Vosne-Romanée. A moderna adega
foi estabelecida em uma casa do século XVI restaurada,
em Beaune (Bellene é o nome romano da cidade), e tem
elevado grau de sustentabilidade, com uso de energia
solar, aquecimento por material de podas e tratamento de
efluentes. Tanto as vinhas quanto os vinhos são trabalhados
de acordo com os métodos biodinâmicos e a vinificação é
feita sem chaptalização ou acidificação.
Nicolas Potel e os
vinhedos 1er Cru de
Beaune (acima) e
Gevrey-Chambertin
Tintos
Maison Roche de Bellene Bourgogne Pinot Noir Vieilles Vignes
Maison Roche de Bellene Savigny-lès-Beaune Vieilles Vignes
Tintos
Maison Roche de Bellene Volnay Vieilles Vignes
Maison Roche de Bellene Gevrey-Chambertin Vieilles Vignes
e sutilezas características, seduzindo os
Domaine de Bellene Bourgogne
Maison Dieu Pinot Noir Vieilles Vignes
apaixonados pelos grandes vinhos. Existe um
Domaine de Bellene Savigny-lèsBeaune 1er Cru Les Hauts Jarrons
Maison Roche de Bellene Chambolle-Musigny Vieilles Vignes
que imprimem aos brancos e tintos nuances
Maison Roche de Bellene Nuits-Saint-Georges Vieilles Vignes
Maison Roche de Bellene Chambolle-Musigny
1er Cru Les Noirots
Domaine de Bellene Beaune 1er Cru Les Teurons
grande número de pequenos proprietários
Maison Roche de Bellene Nuits-Saint-Georges
1er Cru Les Damodes
na Borgonha, e mais que em qualquer outra
Maison Roche de Bellene Chambolle-Musigny
1er Cru Aux Echanges
região da França o conhecimento das sub-
Maison Roche de Bellene Gevrey-Chambertin
1er Cru Champeaux
identificação das melhores opções.
fotos Michel Baudoin
regiões e dos produtores é essencial para a
44
Criado em 2008, este é o négoce de Nicolas Potel, que
ao longo dos anos estabeleceu uma ampla rede de
relacionamento nas mais diversas sub-regiões da Borgonha.
Potel adquire uvas de ótimos vinhedos, fazendo todo o
processo de vinificação, e também tem acesso a vinhos
recentes e a tesouros longamente guardados que lhe
são confiados por produtores criteriosos e guardiães das
melhores tradições locais. Sua filosofia é sempre a mesma:
oferecer os melhores vinhos, em cuvées limitadas.
Maison Roche de Bellene
Clos de Vougeot Grand Cru
Maison Roche de Bellene
Bonnes-Mares Grand Cru
45
frança
Guillaume d’Angerville
Nicolas Potel
www.nicolas-potel.fr
A Maison Nicolas Potel, fundada em 1995, produz um
conjunto de excelentes tintos e brancos que englobam
dezenas de denominações e, embora mantenha o nome
do seu fundador, hoje pertence ao grupo Labouré-Roi,
sendo sua marca de prestígio. O enólogo responsável pela
variada produção dessa vinícola é Jean-Christophe
Pascaud, que adota métodos tradicionais e busca refletir
em cada vinho a tipicidade do terroir da região.
Brancos
Nicolas Potel Bourgogne Blanc Cuvée Vieilles Vignes
Nicolas Potel Bourgogne Chardonnay Vieilli en Fût de Chêne
Nicolas Potel Pernand-Vergelesses Vieilles Vignes
Nicolas Potel Puligny-Montrachet Vieilles Vignes
Nicolas Potel Chassagne-Montrachet Premier Cru Morgeot
Nicolas Potel Bâtard-Montrachet Grand Cru
Hubert Lamy
www.domainehubertlamy.com
A família Lamy cultiva vinhedos na Borgonha desde
1640. O domaine foi criado em 1973, em Saint-Aubin,
por Hubert Lamy. Em 1995, seu filho Olivier juntou-se à
vinícola, trazendo novas ideias que elevaram os vinhos da
denominação Saint-Aubin a patamares jamais alcançados.
As pequenas parcelas nas vizinhas Chassagne e Puligny
são igualmente notáveis. Hoje, o domaine produz vinhos
puros, encantadores e cheios de energia, sendo os brancos
de uma firmeza aristocrática, minerais e elegantíssimos,
e os tintos típicos e de grande pureza. O domaine possui
18,5 ha de vinhedos, sendo 80% de Chardonnay. As vinhas
estão em diversas denominações, como Saint-Aubin,
Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet e Santenay,
sendo 20 parcelas no total. Marquis d’Angerville
www.domainedangerville.fr
Famoso por produzir os melhores vinhos de Volnay há
séculos, esse domaine está sob o comando de Guillaume
d’Angerville, que deu sequência à filosofia do pai e do
avô, a partir de 2003. Hoje, ele é auxiliado pelo cunhado,
o engenheiro agrônomo Renaud de Villette, e pela equipe,
que foi reforçada em 2005 por François Duvivier – enólogo
diplomado pela Universidade de Dijon –, que se juntou à
vinícola com o objetivo principal de torná-la biodinâmica,
o que ocorreu no ano seguinte. O domaine possui 15 ha,
sendo pouco mais de 11 ha em oito vinhedos Premier Cru
em Volnay, incluindo o Clos des Ducs, seu vinhedo mais
prestigioso – e monopole –, com 2,15 ha.
Tintos
Nicolas Potel Bourgogne Rouge Vieilles Vignes
Nicolas Potel Bourgogne Rouge Vieilles Vignes 375 ml
Nicolas Potel Savigny-lès-Beaune
Nicolas Potel Savigny-lès-Beaune 1er Cru Les Vergelesses
Nicolas Potel Volnay
Nicolas Potel Pommard Les Vignots
Nicolas Potel Nuits-Saint-Georges
Nicolas Potel Nuits-Saint-Georges 375 ml
Nicolas Potel Gevrey-Chambertin
Nicolas Potel Chambolle-Musigny Vieilles Vignes
Nicolas Potel Chambolle-Musigny 1er Cru Les Amoureuses
Tintos
Patrick Javillier
www.patrickjavillier.com
Localizado em Meursault, uma das denominações mais
importantes da Côte d’Or, esse domaine é conduzido
por Patrick Javillier, cuja família está estabelecida na
região há séculos como proprietária de vinhedos. Seus
vinhos, de acidez firme, complexidade, corpo e grande
potencial de guarda, são especialmente apreciados por
Hugh Johnson. Patrick Javillier vinifica separadamente as
uvas de cada parcela de cada vinhedo, a fim de preservar
as características do terroir. Com base nessas suas
experiências, ele selecionou duas parcelas para criar cada
uma de suas cuvées prestige: “Tête de Murger” e, mais
recentemente, “Le Clousots”.
Nicolas Potel Vosne-Romanée
Brancos
Nicolas Potel Clos de la Roche Grand Cru
Patrick Javillier Bourgogne Cuvée des Forgets
Marquis d’Angerville Volnay 1er Cru
Hubert Lamy Saint-Aubin La Princée
Nicolas Potel Clos de Vougeot Grand Cru Magnum
Patrick Javillier Meursault Les Tillets
Marquis d’Angerville Volnay 1er Cru Fremiet
Hubert Lamy Saint-Aubin 1er Cru Les Frionnes
Nicolas Potel Clos de Vougeot Grand Cru
Patrick Javillier Meursault Les Clousots
Marquis d’Angerville Volnay 1er Cru Champans
Hubert Lamy Saint-Aubin 1er Cru Clos de La Chatenière
Nicolas Potel Mazis-Chambertin Grand Cru
Patrick Javillier Meursault Cuvée Tête de Murger
Marquis d’Angerville Volnay 1er Cru Clos des Ducs
Nicolas Potel Bonnes Mares Grand Cru
Brancos
Hubert Lamy Chassagne-Montrachet Le Concis du Champs
Tinto
Nicolas Potel Chambertin-Clos
de Bèze Grand Cru
Nicolas Potel Chambertin
Hubert Lamy Chassagne-Montrachet La Goujonne Vieilles Vignes
46
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frança
Fabien e Christian Moreau
Borgonha (chablis)
Vinhedos do Domaine Christian Moreau
Domaine Christian Moreau Père et Fils
Domaine Jean Collet et Fils
Christian Moreau tem ampla experiência internacional,
sempre trabalhando em empresas de bebidas. Em 2001,
recebeu de volta os vinhedos até então alugados e constituiu
seu próprio domaine. É auxiliado por seu filho Fabien, da
sexta geração da família no ramo de vinhos. Fabien estudou
enologia em Dijon e administração de empresas em
Bordeaux e passou um ano na Nova Zelândia antes de
assumir os negócios com o pai, em 2002. Em outubro de
2007, a revista Decanter destacou o Chablis Grand Cru
Vaudésir 2005 como “o melhor Chardonnay do
mundo”. Esse domaine está listado entre os dez produtores
destacados de Chablis no guia de Hugh Johnson.
O Domaine Collet foi criado em 1952 por Jean Collet. Em
1979, Gilles juntou-se ao pai e a empresa passou a se
chamar Domaine Jean Collet et Fils. Hoje, Romain, filho de
Gilles, representa a quarta geração dos Collets em Chablis.
As parcelas de vinhedos do domaine estão localizadas
nas melhores encostas das margens esquerda e direita
do rio Serein. A filosofia do Domaine Collet é trabalhar as
vinhas com as práticas do cultivo sustentável, o que ajuda a
valorizar o terroir único de Chablis. Esse domaine também
está listado entre os dez produtores destacados de Chablis
no guia de Hugh Johnson.
Brancos
Brancos
Christian Moreau Chablis
Collet Petit Chablis
de conchas de pequenas ostras pré-
Christian Moreau Chablis 375 ml
Collet Chablis
Christian Moreau Chablis 1er Cru Vaillon
Collet Chablis Vieilles Vignes
históricas. Os vinhos de Chablis constituem
Christian Moreau Chablis 1er Cru Vaillon 375 ml
talvez a mais pura expressão da Chardonnay,
Christian Moreau Chablis
1er Cru Vaillon Cuvée Guy Moreau
A região mais setentrional da Borgonha
dá origem a vinhos de grande classe e
personalidade, elaborados com a uva
Chardonnay. Entre outros fatores que
contribuem para a mineralidade e o frescor
típicos desses vinhos estão o clima frio e os
solos muito calcários, com grande presença
pois raramente passam por carvalho,
a não ser os Premiers e Grands Crus.
A seleção cuidadosa de produtores é também
www.domainechristianmoreau.com
www.domaine-collet.fr
Christian Moreau Chablis Grand Cru Valmur
Christian Moreau Chablis Grand Cru Vaudésir
Christian Moreau Chablis Grand Cru Les Clos
Christian Moreau Chablis
Grand Cru Les Clos, Clos des Hospices
essencial para que o vinho mostre o
caráter desse terroir único.
48
49
frança
Vinhedos da Maison Pierre
Gimonnet
ChampaGne
Um dos grandes símbolos de glamour, o
champanhe tem estilo inimitável e está
presente em todo o mundo, resultado de
décadas de investimentos e promoções.
A região de Champagne é inteiramente
plantada, com qualidade média alta e regras
Olivier
e Didier
Gimonnet
Paul Bara
Pierre Gimonnet & Fils
Fundada em 1833, a Paul Bara está localizada em Bouzy,
Montagne de Reims, um renomado vilarejo classificado
em sua totalidade como Grand Cru e onde se encontram
excelentes vinhedos de Pinot Noir, variedade que predomina
nos 11 ha de vinhas. Essa maison tem sido conduzida por
gerações da mesma família há mais de 180 anos
e hoje é dirigida com maestria por Mme. Chantale Bara.
Por todas essas décadas a Paul Bara tem mantido
a tradição e a qualidade excepcional de seus vinhos,
com pequenas produções de verdadeiras joias
da enologia. Seus champanhes são sedutores e
complexos, com ótimo potencial de guarda.
Desde 1750, o nome Gimonnet está associado à região de
Champagne, quando a família vendia sua produção aos
negociantes. Fundada em 1955, a Pierre Gimonnet está
situada em Cuis, no coração da Côte des Blancs, onde se
localizam os melhores vinhedos de Chardonnay, e está
hoje sob o comando dos irmãos Didier e Olivier Gimonnet.
São cerca de 30 ha de vinhedos, que incluem vinhas de
30 e 40 anos de idade. Seus champanhes são produzidos
exclusivamente com uvas provenientes de vinhedos Premiers
e Grands Crus e o estilo da maison expressa a particularidade
do terroir. Aclamados por Hugh Johnson, os champanhes
Pierre Gimonnet frequentemente recebem altas pontuações
em revistas especializadas, como Wine Spectator.
www.champagnepaulbara.com
www.champagne-gimonnet.com
de produção bastante rígidas. A produção
Champanhes
Paul Bara Champagne Brut Réserve Grand Cru NV
Champanhes
divide-se basicamente entre três classes: as
Paul Bara Champagne Brut Réserve Grand Cru Vintage
Pierre Gimonnet Champagne Cuis 1er Cru Brut NS
Paul Bara Champagne Spécial Club Grand Cru Brut
Pierre Gimonnet Champagne Cuis 1er Cru Brut NS 375 ml
Paul Bara Champagne
Comtesse Marie de France Grand Cru Brut
Pierre Gimonnet Champagne Gastronome 1er Cru Brut
grandes maisons, os récoltants-manipulants
(RM) e as cooperativas. Entre os RM, que
elaboram seus vinhos exclusivamente a
partir de vinhedos próprios, Gimonnet e Paul
Champanhe Rosé
Paul Bara Champagne
Grand Rosé Grand Cru Brut NV
Pierre Gimonnet Champagne Fleuron 1er Cru Brut
Pierre Gimonnet Champagne Fleuron 1er Cru Brut Magnum
Pierre Gimonnet Champagne Spécial Club 1er Cru Brut
Pierre Gimonnet Champagne
Millésime de Collection Brut Magnum
Bara são considerados expoentes pelo expert
inglês Tom Stevenson.
Obs.: (NS, assim como NV, significa vinho não safrado.)
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frança
Domaine Ferrer-Ribière
www.domaine-ferrer-ribiere.delicenet.com
Bruno Ribière e Denis Ferrer elaboram vinhos instigantes
e elegantes em 44 ha cultivados biodinamicamente.
Os Grenaches Blanc e Gris são finos e sofisticados, e o final
da fermentação ocorre em barricas. Envelhecem 20 anos ou
mais e melhoram após vários dias abertos. O Sans Interdit é
um rancio seco, elaborado em soleras, e lembra um Jerez viejo.
Os tintos têm fruta vivaz, frescor e charme. O Grenache Noir
vem de vinhedos de 70 anos e tem elegância surpreendente.
O vinhedo de Carignan tem 136 anos. O Mémoire des Temps
passa por barricas de 400 litros, assim como o Cana, que tem
a suculência e a complexidade de um Grand Cru Classé.
O Muscat de Rivesaltes é estiloso, fresco e leve.
Brancos
Domaine Ferrer-Ribière Cuvée F IGP Côtes Catalanes
Domaine Ferrer-Ribière Empreinte
du Temps Grenache Gris IGP Côtes Catalanes
Languedoc e
Roussillon
O Languedoc e o Roussillon possuem
identidades bastante diferentes. O primeiro,
bem maior, engloba de planícies mais quentes
a regiões mais altas, com influência atlântica,
entre as quais se destaca a região de Limoux,
famosa pela produção de espumantes
Domaine Ferrer-Ribière Cuvée Sans Interdit Sec Maccabeu
Domaine Collin
Philippe Collin é natural da região de Champagne e levou
sua experiência para o Languedoc, onde produz espumantes
típicos da região de Limoux pelo método tradicional. Seus
crémants, que permanecem cerca de 24 meses em contato
com as borras da segunda fermentação na garrafa, são
ricos e elegantes. Excelentes como aperitivos, são bastante
gastronômicos e têm ótima relação custo-qualidade. O
Prestige combina Chardonnay (75%) e Pinot Noir (25%), o
Tradition tem Chenin Blanc (40%), Chardonnay (30%) e Pinot
Noir (30%), enquanto o Rosé é um corte de Chardonnay
(75%), Chenin Blanc (15%) e Pinot Noir (10%), com adição de
1% de Pinot Noir vinificada em tinto no corte final, criando
sua bela cor.
Espumantes
Collin Crémant de Limoux Brut Cuvée Tradition
Tintos
Domaine Ferrer-Ribière Cuvée F IGP Côtes Catalanes
Domaine Ferrer-Ribière Tradition AOP Côtes du Roussillon
loire
Essa região produz uma gama variada de
Domaine Ferrer-Ribière Empreinte du Temps G
de Pierres Grenache Noir IGP Côtes Catalanes
vinhos, de espumantes a doces. De Sancerre
Domaine Ferrer-Ribière Empreinte du
Temps Syrah IGP Côtes Catalanes
e Pouilly-Fumé provêm os refinados e
Domaine Ferrer-Ribière Empreinte
du Temps Carignan IGP Côtes Catalanes
longevos Sauvignon Blancs, minerais e
Domaine Ferrer-Ribière Mémoire des
Temps AOP Côtes du Roussillon
intensos. De Vouvray vêm os vinhos brancos
Domaine Ferrer-Ribière Cana AOP Côtes du Roussillon
e espumantes elaborados com Chenin Blanc
Doce
– variedade nobre que nessa região atinge
Domaine Ferrer-Ribière Muscat de Rivesaltes
pelo método tradicional, que antecede a de
Collin Crémant de Limoux Brut Cuvée Prestige
seu ápice –, que podem ter variados graus
Champagne. O Roussillon, nas encostas
Espumante Rosé
de doçura. Em Saint-Nicolas-de-Bourgueil
Collin Crémant de Limoux Brut Cuvée Rosé
são produzidos alguns dos melhores tintos
áridas dos Pirineus, tem profunda influência
espanhola e vinhos geralmente com maior
do Loire com a Cabernet Franc. A região do
frescor. Jancis Robinson MW aponta essa
Pays Nantais, próxima ao Atlântico, produz o
região como o berço de alguns dos mais
famoso Muscadet, um branco fresco e ótimo
interessantes tintos e brancos da França.
para acompanhar peixes e frutos do mar.
Produz também fortificados brancos e tintos, e
o Rancio, elaborado em soleras, como o Jerez.
52
53
frança
Chéreau Carré
Fournier Père & Fils
Frédéric Mabileau
Domaine Huet
A família Chéreau tem uma ligação com vinhos na região
de Muscadet que remonta a 1412. Estabelecida no Château
de Chasseloir, em Saint-Fiacre-sur-Maine, bem próximo de
sua confluência com o Sèvre, essa vinícola é administrada
por Bernard Chéreau, que comanda também os Châteaux
l’Oiselinière e de la Chesnaie, propriedades da família.
Com vinhas de mais de 100 anos, elabora essencialmente
vinhos sur lie, técnica de vinificação muito antiga que
agrega frescor, corpo e complexidade. O Muscadet Sèvre et
Maine sur Lie, pouco conhecido nas décadas de 1960 e 1970,
ganhou grande popularidade como típico vinho de bistrôs
e brasseries parisienses, conquistando consumidores em
diversas partes do mundo. Esse produtor tem vários vinhos
pontuados entre 90 e 93 pontos pela Wine Spectator e por
Robert Parker.
Com uma tradição de várias gerações, a Fournier Père & Fils
possui cerca de 60 ha de vinhedos muito bem localizados,
nas denominações Sancerre, Pouilly-Fumé e MenetouSalon. Seus vinhos são altamente expressivos, mesmo no
caso dos mais básicos, enquanto as cuvées especiais de
Poully-Fumé e Sancerre atingem o mais alto nível dessas
denominações. O Sancerre Rosé, produzido com Pinot Noir,
é um vinho sedutor e versátil.
A família Mabileau está no ramo vinícola desde 1620.
Frédéric Mabileau começou a se dedicar à produção de
vinhos em 1988 em Saint-Nicolas-de-Borgueil e, desde
então, tem se destacado pela excelência de seus rótulos.
Seus 28 ha de vinhedos, a maioria deles com vinhas entre 35
e 50 anos de idade, receberam a certificação de orgânicos
em 2010, motivando-o a produzir vinhos biodinâmicos. A
obsessão de Frédéric Mabileau pelos detalhes, como o
intenso trabalho manual nas vinhas, colheita 100% manual
e duas mesas de seleção de uvas, resulta em vinhos
equilibrados e de extrema elegância, valorizando a ainda
pouco reconhecida Cabernet Franc. O Saumur, produzido
com Chenin Blanc na parcela de Puy Notre Dame, é um
vinho que combina riqueza e mineralidade e que pode levar
simplesmente ao paraíso.
Considerado uma referência do que melhor se produz na
denominação Vouvray, o Domaine Huet foi fundado em
1928 por Gaston Huet. Seu genro, Noël Pinguet, esteve no
comando da vinícola até 2012. A partir de então, Jean-Bernard
Berthomé, que trabalhou com Noël Pinguet desde 1979,
assumiu o comando da produção, assistido por Benjamin
Joliveau, que trabalha na vinícola desde 2003. Ambos dão
continuidade ao trabalho e à filosofia do Domaine Huet, que é
reconhecido pela consistência da sua produção e pelos vinhos
de vida longa. São 35 ha divididos em três propriedades: Le
Haut-Lieu, Le Mont e Le Clos du Bourg, que geram vinhos
de características únicas, com a acidez pronunciada típica
da Chenin Blanc. Dos mais secos aos mais doces, são vinhos
encantadores e extremamente versáteis gastronomicamente.
Brancos
Fournier Sancerre La Chaudouillonne
Branco
Rosé
Frédéric Mabileau Saumur Chenin Du Puy
Fournier Sancerre Rosé
Tintos
www.chereau-carre.fr
Chéreau Carré La Griffe Bernard Chéreau
Muscadet Sèvre et Maine Sur Lie
Chéreau Carré Château de Chasseloir
Muscadet Sèvre et Maine Sur Lie
Chéreau Carré Le Clos du Château
L’Oiselinière Muscadet Sèvre et Maine
www.fournier-pere-fils.fr
Brancos
Fournier Pouilly-Fumé
Fournier Pouilly-Fumé 375 ml
Fournier Pouilly-Fumé Vieilles Vignes
Fournier Sancerre L’Ancienne Vignes
www.fredericmabileau.com
Frédéric Mabileau Saint-Nicolasde-Bourgueil Les Rouillères
Frédéric Mabileau St-Nicolas-deBourgueil Les Rouillères 375 ml
www.huet-echansonne.com
Espumante
Huet Vouvray Pétillant Brut
Brancos
Huet Vouvray Sec Le Haut-Lieu
Huet Vouvray Sec Le Mont
Huet Vouvray Sec Clos du Bourg
Huet Vouvray Demi-Sec Le Haut-Lieu
Frédéric Mabileau Bourgueil Racines
Huet Vouvray Demi-Sec Le Mont
Frédéric Mabileau Saint-Nicolasde-Bourgueil Les Coutures
Doces
Huet Vouvray Moelleux Le Haut-Lieu
Huet Vouvray Moelleux Le Clos du Bourg 1ère Trie
Huet Vouvray Moelleux Le Mont 1ère Trie
Huet Vouvray Moelleux Le Haut-Lieu 1ère Trie
54
55
frança
Domaine Vigneau-Chevreau
www.vigneau-chevreau.com
PROVENCE
Fundado em 1875, esse domaine se expandiu de 5 ha para
28 ha durante cinco gerações, sempre na denominação
Vouvray. Atualmente sob o comando dos irmãos Christophe
e Stéphane Vigneau, produz vinhos deliciosos com Chenin
Blanc. Desde 1995, o Vigneau-Chevreau é um produtor
biodinâmico certificado. Além dos vinhedos próprios,
possui a concessão de um vinhedo histórico na Abadia de
Marmoutier, berço da denominação Vouvray.
Famosa pela culinária e pelos deliciosos
Espumantes
Coteaux d’Aix-en-Provence, localizada ao
Vigneau-Chevreau Vouvray Brut
Vigneau Sélection Vouvray Brut
rosés, a região de Provence está em grande
ascensão, produzindo também tintos e
brancos de ótima qualidade. A denominação
norte de Marselha, é bem recente e data de
Branco
1985. A região é bastante seca e predominam
Vigneau-Chevreau Vouvray Sec Cuvée Silex
as castas típicas do Mediterrâneo francês,
Doce
como Grenache, Syrah, Mourvèdre e
Vigneau-Chevreau Vouvray Moelleux 375 ml
Château Saint-Hilaire
A família Lapierre está envolvida no cultivo de vinhas na
Provence desde o final do século XVIII. O Château SaintHilaire foi fundado em 1973 por Yves Lapierre, na ensolarada
e bela região de Coudoux. São 58 ha de vinhedos plantados
com as variedades Clairette, Ugni Blanc, Grenache,
Cabernet Sauvignon, Syrah, Counoise e Mourvèdre. Os
terrenos pedregosos e pouco férteis nas colinas são
beneficiados por uma excelente exposição solar sul, e o
clima recebe influências marítimas. O resultado são vinhos
deliciosos e típicos da Provence.
Château Saint-Hilaire Tradition Coteaux d’Aix-en-Provence
Château Saint-Hilaire Cuvée ONE Coteaux d’Aix-en-Provence
Carignan, mas aparece também a Cabernet
Sauvignon, ao lado das brancas Rolle
(Vermentino), Grenache Blanc, Clairette
e Ugni Blanc, que nessa região adquire
expressão aromática notável.
56
57
frança
Norte do Rhône
Nessa região são produzidos alguns dos
mais clássicos vinhos da França. Os tintos
são elaborados com Syrah e os brancos, com
Viognier, Marsanne e Roussane. O volume
de produção é pequeno, mas a região é
muito importante em termos de qualidade.
Os melhores vinhedos estão plantados em
colinas íngremes, onde a erosão é problema
constante e o cultivo de vinhas bastante difícil
e caro. O amadurecimento perfeito da uva é
trabalhoso, sendo a boa exposição solar e o
André Perret
Marc Sorrel
Os elegantes vinhos de André Perret, considerado por
alguns como o “Rei de Condrieu”, expressam as condições
excepcionais de cultivo das vinhas e a meticulosa atenção
desse produtor. Seus vinhedos, localizados à margem direita
do Rhône, ficam em terrenos inclinados, de difícil acesso,
o que faz com que todo o trabalho seja manual. Com altas
pontuações do crítico Robert Parker e em revistas como a
inglesa Decanter, o Condrieu Chéry apresenta um buquê
extraordinário e no paladar é pura elegância. Seus tintos,
como o Saint-Joseph Les Grisières, são sempre muito bem
avaliados e, segundo o Guide Bettane & Desseauve, as
últimas safras são impecáveis.
Marc Sorrel, viticultor desde 1984, cultiva com grande
sabedoria suas vinhas velhas, nos vinhedos localizados
à margem esquerda do Rhône. Segundo a Revue du Vin
de France, esse produtor elabora Hermitage e CrozesHermitage, tintos e brancos, de grande pureza e profundidade.
São vinhos de estilo clássico, com excepcional qualidade de
fruta e que refletem o máximo de cada safra. Acessíveis desde
cedo, envelhecem muito bem, como no caso do Hermitage Le
Gréal, produzido a partir de vinhas de mais de 60 anos, um
tinto expressivo e complexo, com um potencial de guarda de
15 a 20 anos. O nível de qualidade dos vinhos de Marc Sorrel
é altíssimo, o que faz com que custem mais do que alguns
ícones da denominação, até mesmo na França.
www.andreperret.com
Branco
André Perret Condrieu Chéry
Tintos
André Perret Saint-Joseph
André Perret Saint-Joseph Les Grisières
www.marcsorrel.fr
Brancos
Marc Sorrel Crozes-Hermitage Blanc
Marc Sorrel Hermitage Blanc
Tintos
Marc Sorrel Crozes-Hermitage Rouge
Marc Sorrel Hermitage Rouge
Marc Sorrel Hermitage Rouge Le Gréal
trabalho constante nos vinhedos, incluindo
controle dos rendimentos, fundamentais para
a produção dos melhores vinhos.
58
59
frança
Diane de Puymorin com o
marido Mathieu
Patrick Jasmin
Patrick Jasmin e sua esposa, Arlette, conduzem com
extremo cuidado esse pequeno domaine de 5,5 ha que ele
herdou do pai, nas desafiadoras encostas da Côte Rôtie.
Mantendo as fortes bases da tradição familiar de viticultores,
ele incorporou algumas técnicas mais precisas e refinadas
de vinificação, e o nível dos seus vinhos está entre os
melhores da denominação, mostrando suavidade e elegância
extremamente sedutoras.
Tinto
Jasmin Côte Rôtie
Sul do Rhône
Trata-se de uma das regiões francesas
mais conhecidas em todo o mundo, que nos
últimos anos passou por um renascimento,
com melhoria substancial da qualidade geral
dos vinhos. Com a paisagem típica dos climas
marítimos (mediterrâneo), apresenta verões
quentes, secos e ensolarados, que favorecem
o amadurecimento mais regular da uva. Por
outro lado, a acidez dos vinhos é menos vivaz,
devido às maiores temperaturas médias. Os
vinhedos estão plantados principalmente
em largos terraços aluviais, antigos leitos do
rio, e predominam os tintos, elaborados com
Grenache (principalmente), Syrah e outras.
60
Château d’Or et de Gueules
Château Terre Forte
Situado nas proximidades da região de Camargue, perto
de Saint-Gilles, o Château d’Or et de Gueules está sob o
comando de Diane de Puymorin desde 1998, quando adquiriu
essa propriedade que hoje tem 100 ha. Com afinco e talento,
Diane replantou vinhedos, mantendo os melhores, reequipou
a vinícola, lançou novos rótulos e alcançou uma posição
de alto prestígio na denominação Costières de Nîmes.
Suas cuvées de prestígio – La Bolida (Mourvèdre),
Castel Noù (Grenache de vinhas muito velhas) e Qu’es
aQuo (Carignan de vinhas de mais de 80 anos) têm altas
pontuações de Robert Parker.
A família Jauffret cultiva vinhas ininterruptamente desde
1856 e produz vinhos com rótulo próprio desde 2001, quando
Pierre Jauffret retornou de uma temporada de aprendizado no
Napa Valley e estabeleceu uma vinícola nas terras da família.
Possuem 25 ha de Grenache, Syrah, Mourvèdre, Carignan,
Viognier, Bourboulenc, Grenache Blanc e Picpoul, com
vinhas de até 70 anos de idade, cultivadas organicamente,
em diversas parcelas em Rochefort du Gard, entre Nîmes,
Tavel e Avignon, com solos pedregosos predominantemente
argilo-calcários. Produzem brancos e tintos deliciosos. O tinto
Rouge! é um Côtes-du-Rhône puro, com aroma intenso de
frutas, toques de especiarias, levemente tânico, fresco e com
um equilíbrio que empolga. O Villages, que não passa por
carvalho, tem mais taninos e nuances terrosas.
www.chateau-or-et-gueules.com
Tintos
Domaine de La Petite Cassagne Costières de Nîmes
Château d’Or et de Gueules Costières de Nîmes
Château d’Or et de Gueules Costières
de Nîmes Les Cimels
Château d’Or et de Gueules Costières
de Nîmes Trassegum
www.terreforte.fr
Tintos
Château Terre Forte Rouge! Côtes-du-Rhône
Château Terre Forte
Côtes-du-Rhône Villages
Château d’Or et de Gueules Costières
de Nîmes Qu’es aQuo
Château d’Or et de Gueules Costières
de Nîmes Castel Noù
Château d’Or et de Gueules Costières
de Nîmes La Bolida
Château d’Or et de Gueules Costières
de Nîmes La Bolida Magnum
61
frança
Domaine Font de Michelle
www.font-de-michelle.com
A família Gonnet está estabelecida na re gião desde 1600.
Em 1950, Etienne Gonnet fundou o Font de Michelle,
hoje conduzido pelos netos Bertrand e Guillaume.
Localizado no sudeste de Châteauneuf-du-Pape, uma
das melhores sub-regiões dessa denominação, esse
domaine tem parcelas em La Crau, o “Grand Cru” de
Châteauneuf. Seus brancos têm uma mineralidade deliciosa,
enquanto os tintos são tradicionais e estilosos, com
vinhos encorpados e elegantes, que são a pura expressão
do terroir. Sua cuvée prestige é excepcional.
Branco
Font de Michelle Châteauneuf-du-Pape
Tintos
Font de Michelle
Châteauneuf-du-Pape
Clos Bellane
Clos des Papes
Essa propriedade privilegiada de 48 ha, próxima a Valréas,
estende-se por uma elevação que proporciona uma vista
esplêndida da região, do monte Ventoux e dos Dentelles
de Montmirail. Está situada na região setentrional do sul
do Rhône, de clima mais ameno, com vinhedos bastante
altos (400 m de altitude), cultivados organicamente em
encostas de exposição sul-sudeste, boa parte com mais
de 30 anos, fatores que contribuem para proporcionar
elegância aos vinhos. No tinto, predomina a Grenache, com
uma porcentagem de Syrah, enquanto no branco as uvas
Roussanne, Marsanne e Viognier dividem seus papéis.
A família Avril produz vinhos na região desde o século XIX.
Uma referência na denominação Châteauneuf-du-Pape, Clos
des Papes está hoje sob o comando de Paul-Vincent Avril, que
mantém um estilo tradicional, mas com cuidados extremos,
como seleção rigorosa das uvas, climatização das instalações
e fermentações cuidadosas para a preservação do caráter
frutado dos vinhos. Seus Châteauneufs-du-Pape alcançaram
o nível máximo, com um histórico de ótimas avaliações nos
últimos 15 anos que não encontra rivais nessa denominação.
Os brancos envelhecem com elegância, adquirindo
complexidade e mineralidade surpreendentes. Paul-Vincent
Avril ressalta que o Petit Vin não é o segundo vinho, pois
provém de outros vinhedos.
www.clos-bellane.com
Branco
Font de Michelle Châteauneuf-du-Pape
Cuvée Etienne Gonnet
www.clos-des-papes.fr
Clos Bellane Côtes-du-Rhône Villages Valréas Blanc
Branco
Tinto
Clos des Papes Châteauneuf-du-Pape
Clos Bellane Côtes-du-Rhône
Villages Valréas Rouge
Tintos
Le Petit Vin d’Avril
Clos des Papes Châteauneuf-du-Pape
Clos des Papes Châteauneuf-du-Pape Magnum
Domaine La Monardière
www.monardiere.fr
Estabelecido por Martine e Christian Vache em 1987 na
prestigiada denominação de Vacqueyras, ao redor de uma
grande mansão rural, esse domaine é sombreado por
antigas e frondosas árvores, no melhor estilo provençal. Os
dois reformaram vinhedos e instalações, adotando como
filosofia “uma viticultura natural, uma vinificação com
mínima intervenção e vinhos autênticos”. Esse compromisso
e paixão pelos vinhos fiéis à origem têm resultado em
prestígio ascendente. São 20 ha de vinhedos, e alguns deles
têm vinhas de mais de 60 anos de idade.
Domaine Raspail-Ay
Pequeno produtor familiar há cinco gerações, esse
tradicional domaine está situado em uma das mais nobres
sub-regiões do sul do Rhône: Gigondas. Seus vinhos
concentrados são produzidos com quase totalidade de
Grenache (75%), que se manifesta nos aromas perfumados
e na presença de frutas vermelhas frescas. A Syrah e a
Mourvèdre completam o corte, adicionando taninos e acidez.
São 18 ha de vinhedos, com vinhas de 45 anos de idade, em
média, com as quais são produzidos vinhos elegantes e de
grande longevidade.
Tintos
Domaine Raspail-Ay Gigondas
Domaine Raspail-Ay Gigondas 375 ml
Tintos
Domaine La Monardière Vacqueyras
Les 2 Monardes
Domaine La Monardière Vacqueyras
Les 2 Monardes 500 ml
Domaine La Monardière
Vacqueyras Vieilles Vignes
62
63
frança
Sudoeste
Essa região engloba diversas sub-regiões
que, apesar de terem características bem
distintas, têm em comum o emprego de uvas
nativas. De Jurançon, vêm os brancos intensos
e deliciosos elaborados com Petit Manseng,
Gros Manseng e Courbu, citados pos Jancis
Robinson como um dos best-values da França.
Em Madiran, os tintos têm predominância
de Tannat, variedade tânica que, quando
bem trabalhada, produz vinhos elegantes
Château Lamartine
Clos Lapeyre
Domaine Berthoumieu
Em Cahors, Alain Gayraud produz vinhos expressivos, nos
quais predomina a Malbec, com perfumes sutis e fruta
vivaz, emoldurados por taninos elegantes. Seu avô, Edouard
Sérouge, foi um dos responsáveis pelo renascimento dos
vinhos do Cahors. Nos 35 ha de vinhedos são cultivadas
Malbec (maioria), além de Merlot e Tannat. A localização
excepcional dos vinhedos, a oeste da denominação,
favorece a boa maturação das uvas, garantindo a
regularidade das safras. As cuvées especiais têm grande
densidade e complexidade.
Jurançon, uma região produtora de vinhos brancos
localizada bem ao sul da França, aos pés dos Pirineus, é
uma das menos conhecidas dos consumidores brasileiros.
Nessa interessante denominação, Jean-Bernard Larrieu
comanda o Clos Lapeyre, adotando as práticas da
cultura orgânica e vinificando com arte suas pequenas
obras-primas. Seus vinhos brancos secos, suaves e
doces, elaborados com as variedades Gros Manseng e
Petit Manseng, se posicionam entre os grandes rótulos
franceses. Quem ousar experimentar esses vinhos será
amplamente recompensado.
No coração da pátria dos famosos mosqueteiros de Luís
XIV, Didier Barré, sexta geração da família a conduzir
esse domaine, produz vinhos brancos singulares e tintos
francos e generosos. Trabalhando predominantemente
com a variedade Tannat para a elaboração dos tintos e
Gros Manseng e Petit Manseng para a elaboração de
brancos, esse produtor demonstra que as denominações
Madiran (tintos) e Pacherenc du Vic Bilh (brancos) podem
ser fontes de vinhos clássicos e inesquecíveis. São 26 ha
com predominância de uvas tintas (85%), conduzidos pela
prática de agricultura sustentável.
Château Lamartine Cahors
Brancos
Branco
Château Lamartine Cahors Cuvée Particulière
Lapeyre Jurançon Sec
Domaine Berthoumieu Pacherenc du Vic Bilh Vieilles Vignes
Château Lamartine Cahors Expression
Lapeyre Jurançon Sec 375 ml
www.cahorslamartine.com
Tintos
www.jurancon-lapeyre.fr
Doces
www.domaine-berthoumieu.com
Tintos
Domaine Berthoumieu Rouge Pointé
Lapeyre Jurançon Moelleux 375 ml
Domaine Berthoumieu Madiran Haute Tradition
La Magendia de Lapeyre Jurançon 375 ml
Domaine Berthoumieu Madiran
Haute Tradition 375 ml
Lapeyre Le Vent Balaguèr Jurançon Moelleux 500 ml
e longevos que podem se assemelhar aos
Domaine Berthoumieu Madiran
Cuvée Charles de Batz
melhores Bordeaux. Em Cahors, reina a
Domaine Berthoumieu Madiran
Cuvée Charles de Batz 375 ml
Malbec, com as coadjuvantes Merlot e Tannat,
Doce
gerando vinhos mais tânicos e com caráter
Domaine Berthoumieu Pacherenc
du Vic Bilh Symphonie d’Automne
Vendange de Novembre 500 ml
bem diverso daqueles do Novo Mundo feitos
com essa variedade.
64
65
nova zelândia
Nick e Jo Mills Canterbury (Ilha Sul)
www.pegasusbay.com
Central Otago (Ilha Sul)
Nessa região de clima frio com características
o amadurecimento prolongado das uvas
A família Donaldson está envolvida com viticultura desde
o início dos anos 1970. Ivan Donaldson é neurologista,
escreve sobre vinhos, é jurado de wine shows e plantou
os vinhedos. Matthew, seu filho mais velho, é o enólogo,
Edward cuida da parte comercial, e sua esposa, Belinda,
responde pelo premiado restaurante da vinícola, enquanto
Paul, o mais jovem, é o gerente-geral da empresa. A
vinícola está localizada em Waipara, em um vale separado
do oceano (baía de Pegasus) por uma cadeia de montanhas
que o protege das frias brisas do Pacífico e dos ventos
mais quentes de noroeste. Essas condições são ideais para
o cultivo de variedades de clima frio, que desenvolvem
intensidade e ótima acidez. Os Rieslings da Pegasus Bay
são pequenas joias, o Pinot Noir é muito elegante, e o
Sauvignon-Sémillon, simplesmente brilhante.
nos locais mais privilegiados e preservando
Brancos
frios, e há grande variação de temperatura
Essa região nos arredores de Christchurch
é reconhecida pela produção de ótimos
Rieslings, Chardonnays e Pinots Noirs. O
clima frio recebe influência marítima, os
dias são quentes no verão curto, com noites
muito frescas e outono seco, favorecendo
sua acidez. São três sub-regiões: Bank’s
Peninsula, ao sul de Christchurch, com
maior influência marítima; Waipara,
Pegasus Bay Riesling
Pegasus Bay Sauvignon/Sémillon
Pegasus Bay Bel Canto Dry Riesling
Tintos
Pegasus Bay Pinot Noir
continentais a Pinot Noir reina, gerando
vinhos de grande elegância e fineza. O
clima frio favorece ainda a produção de uvas
brancas, como Pinot Gris, Chardonnay e
Riesling, que ali se adaptaram muito bem.
Os verões são quentes e curtos, os invernos,
entre o dia e a noite. O outono é muito seco,
permitindo o prolongamento do período
de amadurecimento. Suas sub-regiões
Rippon Vineyard and Winery
www.rippon.co.nz
Considerada uma das mais belas vinícolas do mundo, a
Rippon fica em Lake Wanaka, Central Otago, e foi pioneira
nessa que é hoje a mais dinâmica e efervescente região
do país. Seu Pinot Noir, em estilo clássico, ajudou a
consolidar a fama da Nova Zelândia como exponencial
produtora dessa variedade. Seus brancos, de Riesling e
Gewürztraminer, são elegantes e típicos. Desde 2002, a
Rippon é conduzida por Nick Mills, filho dos fundadores,
graduado em enologia e viticultura em Beaune, Borgonha.
Antes de assumir a empresa da família, ele trabalhou
nos Domaines Jean-Jacques Confuron, de la Vougeraie
e de la Romanée-Conti, e na Maison Nicolas Potel. A
Rippon possui 15 ha de vinhedos, cultivados pelo método
biodinâmico, sendo 8 ha de Pinot Noir.
Brancos
Rippon Riesling
Rippon Gewürztraminer
Tintos
Rippon Jeunesse Pinot Noir
Rippon Mature Vine Pinot Noir
Rippon Emma’s Block Pinot Noir
ao norte, protegida pelas cadeias de
Pegasus Bay Prima Donna
têm nuances não desprezíveis, com as
montanhas nos arredores da baía de
Doce
temperaturas máximas variando bastante.
Pegasus; e as planícies a oeste da cidade.
66
Pegasus Bay
Rippon Tinker’s Field Pinot Noir
Pegasus Bay Riesling Aria
O número de produtores em Central Otago
O risco de geadas em abril e outubro não é
aumentou consideravelmente nos últimos
desprezível nessa região.
anos, assim como a qualidade de seus vinhos.
67
nova zelândia
Marlborough (Ilha Sul)
Essa região ficou famosa por produzir um
grande clássico mundial, o intenso Sauvignon
Blanc da Nova Zelândia. O elevado número
de horas de sol, noites frias e outono seco
proporcionam o amadurecimento prolongado
das uvas, que desenvolvem uma riquíssima
gama de aromas e sabores, preservando
a acidez natural característica dos vinhos
neozelandeses. Marlborough produz também
ótimos vinhos de Riesling (incluindo
Allan Scott
Hunter’s Wines
Allan Scott e sua esposa, Catherine, estabeleceram-se
nessa região em 1975. Os primeiros vinhos produzidos
por eles foram lançados em 1990. Seus rótulos ganharam
reputação como ótimas e consistentes opções de
Marlborough, condição que tem se mantido após Josh
Scott, filho de Allan, ter assumido a posição de enólogochefe em 2006. A filha mais velha do casal, Victoria, é
responsável pelo marketing, e Sara, a mais jovem, também
enóloga, cuida dos vinhedos.
A Hunter’s foi uma das primeiras vinícolas de Marlborough a
conseguir projeção internacional, ainda na década de 1980, com
seu impecável Sauvignon Blanc e uma das responsáveis por
tornar a Nova Zelândia mundialmente famosa pela qualidade
dos vinhos produzidos com essa uva. Logo na primeira safra
(1982), o Hunter’s Sauvignon Blanc ganhou seis medalhas no
concurso nacional de vinhos e nos anos seguintes ocupou o
primeiro lugar no Sunday Times Wine Festival, de Londres. Ano
a ano, a Hunter’s consolida a sua reputação de produzir vinhos
da mais elevada qualidade e hoje acumula diversos prêmios por
sua variada gama. A Hunter’s é dirigida pela australiana Jane
Hunter, figura de destaque no cenário da viticultura da Nova
Zelândia, com grande projeção internacional.
www.allanscott.com
Brancos
Allan Scott Sauvignon Blanc
Allan Scott Gewürztraminer
www.hunters.co.nz
Espumantes
Hunter’s Miru Miru
Hunter’s Miru Miru Reserve Vintage
Brancos
Hunter’s Riesling
Hunter’s Sauvignon Blanc
Late Harvest), Chardonnay e Pinot Poir,
entre outras variedades. Estas duas
últimas são cultivadas tanto para
os vinhos tranquilos quanto para a
produção de espumantes, cuja qualidade
começa a ser descoberta.
68
Hunter’s Chardonnay
Stoneburn Sauvignon Blanc
Tintos
Hunter’s Pinot Noir
Stoneburn Pinot Noir
Doce
Hunter’s Hukapapa Late
Harvest Riesling 375 ml
69
nova zelândia
Jackson Estate
Foley Family Wines
Há mais de 160 anos, as famílias Jackson e Stichbury
cultivam terras na planície do rio Wairau, em Marlborough.
Há três décadas, começaram a cultivar uvas e em 1991
produziram seus primeiros vinhos, cujo estilo ganhou fama
rapidamente. A filosofia da vinícola é combinar tecnologia
de ponta e o respeito à natureza. O Stich Sauvignon Blanc é
considerado um dos melhores e mais consistentes do país,
enquanto o aclamado Pinot Noir Gum Emperor – nome da
mariposa Opodiphthera eucalypti, que faz sua moradia nesses
vinhedos – é o resultado da produção de vinhedos de clima
temperado, refletindo o estilo da região e da Nova Zelândia.
A Foley Family Wines é uma empresa americana produtora
e distribuidora de vinhos aclamados nos Estados Unidos
(Califórnia e Washington) e na Nova Zelândia. Entre suas
vinícolas neozelandesas está a Grove Mill, uma das que
se destacam naquele país pela qualidade de seus vinhos,
considerados clássicos pelos especialistas, e pelo fato
de produzi-los com o mínimo impacto ambiental. A Grove
Mill foi a primeira vinícola no mundo a ser certificada
como CarboNZero, o que significa que compensa todas
as emissões de gás carbônico, além de preservar o sapo
Southern Bell, símbolo da vinícola, em uma área de
conservação dentro da propriedade.
www.jacksonestate.co.nz
Branco
Jackson Estate Stich Sauvignon Blanc
Tinto
Jackson Gum Emperor Pinot Noir
www.nzwineco.co.nz
Brancos
Sanctuary Sauvignon Blanc
Grove Mill Riesling
Grove Mill Sauvignon Blanc
Tinto
Sanctuary Pinot Noir
Nelson (Ilha Sul)
Essa pequena região tem clima semelhante
ao da vizinha Marlborough, sendo
ligeiramente mais quente e com outonos
mais chuvosos. O clima é especialmente
privilegiado em algumas sub-regiões, como
Moutere Hills, onde as uvas encontram
condições ideais para amadurecer mais
lentamente, intensificando seus aromas e
sabores. As variedades produzidas são as
típicas de clima mais frio, como Pinot Noir,
Neudorf Vineyards
www.neudorf.co.nz
Com vinhedos em Moutere, Nelson e Brightwater, essa
vinícola, que adota o sistema de produção orgânica e
sustentável, é membro fundadora da associação New
Zealand Sustainable Winegrowing. Tim Finn, proprietário e
um dos mais aclamados enólogos neozelandeses, trabalha
arduamente para obter em seus vinhos concentração
com elegância, textura sedosa, equilíbrio, sutileza e
complexidade. Sua excelente linha de vinhos inclui algumas
preciosidades como o Moutere Chardonnay, produzido com
vinhas de 30 anos de idade no estilo da Borgonha.
Brancos
Neudorf Brightwater Riesling
Neudorf Sauvignon Blanc
Neudorf Chardonnay
Neudorf Moutere Chardonnay
Tintos
Neudorf Tom’s Block Pinot Noir
Neudorf Moutere Pinot Noir
Riesling, Sauvignon Blanc e Chardonnay.
70
71
nova zelândia
Gisborne (Ilha Norte)
Vinoptima
www.vinoptima.co.nz
Hawke’s Bay (Ilha Norte)
Apesar de ser uma região vinícola histórica
uvas brancas (as tintas respondem por
Com mais de 30 anos de atuação proeminente na
indústria do vinho da Nova Zelândia, o enólogo Nick
Nobilo decidiu, no ano 2000, dedicar-se a produzir o melhor
Gewürztraminer do mundo. Ele sabia exatamente onde
estava o terroir ideal e como trabalhar essa uva. Dentre as
diversas citações e premiações que conquistou destacamse a da revista Decanter, que classificou seu vinho como
o melhor branco do Novo Mundo, “tão bom quanto os
melhores Grands Crus da Alsácia”, segundo Stephen
Spurrier, referindo-se ao Vinoptima Ormond Gewürztraminer
2003, a primeira safra. O Vinoptima Ormond Gewürztraminer
Noble Late Harvest 2004 recebeu 97 pontos de Robert
Parker, a maior nota dada a um rótulo neozelandês. Seus
vinhos são longevos (10-15 anos) e ganham untuosidade e
complexidade notáveis no decorrer dos anos.
apenas 10% da produção total), sendo a
Branco
nobre é Gimblett Gravels, onde o clima
Conhecida também como baía de Poverty,
Gisborne está no extremo oriental da Ilha
Norte. Tem vastas planícies costeiras que
recebem farta insolação, favorecendo o
amadurecimento das uvas. Nessa região de
solos variados, são cultivadas basicamente
Chardonnay a uva mais plantada. Segundo
Hugh Johnson, Gisborne é aclamada
pela produção de alguns dos mais finos
Gewürztraminers do mundo.
Vinoptima Ormond Gewürztraminer
Doce
Vinoptima Ormond Gewürztraminer
Noble Late Harvest 375 ml
Brookfields Vineyards
www.brookfieldsvineyards.co.nz
para seus vinhos somente nos anos 1990.
Fundada em 1937, a Brookfields Vineyards é a mais
antiga vinícola-butique de Hawke’s Bay. Em 1977, foi
comprada por Peter Robertson – atual proprietário
e enólogo –, que a transformou numa das vinícolas líderes
na produção de vinhos premium na Nova Zelândia.
A filosofia da Brookfields é produzir vinhos acessíveis em
sua juventude, gastronômicos e que evoluam com os
anos de guarda. O Burnfoot Merlot é um vinho excelente
para acompanhar refeições, enquanto o Gold Label é um
clássico e refinado corte bordalês.
Trata-se da maior região produtora de
Branco
da Nova Zelândia, com o plantio de uvas
registrado desde meados do século XIX,
Hawke’s Bay começou a chamar a atenção
Brookfields Ohiti Estate Sauvignon Blanc
vinhos tintos do país, e sua sub-região mais
Tintos
Brookfields Burnfoot Merlot
quente, porém suavizado pela proximidade
Brookfields Ohiti Estate
Cabernet Sauvignon
do oceano, favorece o amadurecimento
Brookfields Gold Label
Cabernet Sauvignon/Merlot
perfeito das uvas, gerando vinhos tintos
clássicos com as variedades bordalesas,
Syrahs de alta classe e excelentes brancos
de Viognier, Pinot Gris, Chardonnay e
Gewürztraminer. Nas sub-regiões mais frias,
cultivam-se Sauvignon Blanc e Pinot Noir.
72
73
nova zelândia
Clearview Estate
Trinity Hill
O produtor Tim Turvey não se intimidou com o fato de o
local ser considerado frio demais para o cultivo de uvas e
comprou essa propriedade em Te Awanga, próximo a Napier,
em 1986. Com sua sócia, Helma van den Berg, plantou
as primeiras vinhas em 1988, criando assim a Clearview
Estate. Além de uvas, plantaram 2.500 árvores frutíferas,
incluindo oliveiras. O vinhedo foi sendo ampliado aos poucos,
as instalações de vinificação foram erguidas e os vinhos
tornaram-se clássicos, sendo o Chardonnnay um ícone. Em
1992, estabeleceram um restaurante no local. Junto aos
vinhedos e a poucos metros do mar, com uma paisagem
absolutamente deslumbrante, o Red Shed Restaurant está
entre os melhores do país.
A grande expertise de John Hancock, sócio-proprietário,
enólogo e gerente-geral da Trinity Hill, é reconhecida
internacionalmente. Desde a primeira safra, em 1996,
seus vinhos exibem elegância, complexidade, diversidade
e alta qualidade em toda a sua variada gama. Irrequieto
e inovador, John Hancock cultiva não apenas as variedades
tradicionais como Chardonnay, Cabernet Sauvignon,
Merlot, Syrah e Viognier, como outras variedades europeias
menos comuns na Nova Zelândia, entre as quais Arneis,
Touriga Nacional, Montepulciano e Tempranillo.
O Homage Syrah é um ícone, e seu Viognier é considerado o
melhor do país, segundo Hugh Johnson.
www.clearviewestate.co.nz
Brancos
www.trinityhill.com
Ata Rangi Vineyard
www.atarangi.co.nz
Brancos
solos pouco férteis, Martinborough reúne
Clive Paton fundou a Ata Rangi, em 1980, com apenas 5 ha
e logo chamou a atenção do mundo para o Pinot Noir da
Nova Zelândia. Hoje, com 24 ha de vinhedos próprios, além
de outros sob contrato, ostenta sólida posição no mercado
internacional, com variada gama de vinhos apreciados pela
textura, intensidade e elegância. O Pinot Noir da Ata Rangi
é a maior expressão da vinícola, e seu carro-chefe, tendo
sido reconhecido em 2010 como Tipuranga Teitei o Aotearoa,
ou “Grand Cru da Nova Zelândia”. São dois estilos de Pinot:
o Crimson, para ser bebido jovem, e o Ata Rangi, ambos
igualmente renomados. O Célèbre é um corte muito peculiar
de Cabernet Sauvignon, Syrah e Merlot – “Rhône encontra
Bordeaux”, como dizem os produtores. O Craighall é um dos
grandes Chardonnays neozelandeses.
Trinity Hill Hawkes Bay Sauvignon Blanc
as condições ideais para o cultivo da Pinot
Branco
Clearview Sauvignon Blanc Reserve
Trinity Hill Hawkes Bay Chardonnay
Clearview Chardonnay Reserve
Trinity Hill Hawkes Bay Pinot Gris
Tinto
Trinity Hill Gimblett Gravels Chardonnay
Clearview Old Olive Block
Martinborough
(Ilha Norte)
Essa região de clima temperado,
ligeiramente mais fria que Marlborough,
deu ao Pinot Noir da Nova Zelândia
relevância mundial. Com ótima insolação,
noites muito frescas, outono muito seco e
Noir, variedade mais plantada na região.
Trinity Hill Gimblett Gravels Viognier
A grande exposição das vinhas aos ventos
Tintos
reduz naturalmente os rendimentos, o
Trinity Hill Hawkes Bay Pinot Noir
Trinity Hill Hawkes Bay Syrah
Trinity Hill Hawkes Bay ‘The Trinity’
Trinity Hill Gimblett Gravels ‘The Gimblett’
Trinity Hill Gimblett Gravels Tempranillo
que gera maior concentração de sabores.
São cultivadas também Sauvignon Blanc,
Ata Rangi Craighall Chardonnay
Tintos
Crimson Pinot Noir
Ata Rangi Pinot Noir
Ata Rangi Célèbre Cabernet
Sauvignon/Syrah/Merlot
Ata Rangi Célèbre Cabernet
Sauvignon/Syrah/Merlot Magnum
Riesling, Chardonnay, Pinot Gris e outras
Trinity Hill Gimblett Gravels Syrah
Trinity Hill Homage Syrah
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variedades de grande qualidade.
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nova zelândia
Stonyridge Vineyard
www.stonyridge.com
A Stonyridge é famosa pela produção daquele que é
considerado o cult wine da Nova Zelândia – o Stonyridge
Larose –, um magnífico corte bordalês do nível dos
melhores Grands Crus Classés do Médoc, todo vendido
en primeur para uma lista de compradores previamente
selecionados. Por trás de sua criação está o irrequieto
Stephen White, que reconheceu em Waiheke as condições
ideais para produzir tintos ao estilo de Bordeaux. Buscando
sempre o melhor terroir para seus vinhos da linha Fallen
Angel em diferentes regiões, Stephen White fez parcerias
com respeitáveis produtores em seu país e na Austrália.
O nome Fallen Angel (Anjo Caído) é porque, segundo
o produtor, “Nós somos anjos com apenas uma asa...
somente abraçados conseguimos voar”.
Stonyridge Wines
Tintos
Stonyridge Faithful
Palliser Estate Wines of Martinborough
www.palliser.co.nz
A Palliser fez sua primeira colheita em 1989 e seus vinhos
passaram a ser premiados desde então. Atualmente
possui 92 ha de vinhedos próprios, principalmente com
Pinot Noir e Sauvignon Blanc, além de Chardonnay,
Riesling e Pinot Gris. Foram feitos investimentos contínuos
em instalações, aprimoramento de vinhedos e em
sustentabilidade, sendo a primeira vinícola do mundo
a receber a certificação ISO 14001. A Palliser exporta para
18 países e tem seus vinhos em restaurantes finos de todo
o mundo e nas melhores linhas aéreas.
Branco
Waiheke
Island
(Ilha Norte)
Situada no golfo de Hauraki, próxima de
Stonyridge Larose Magnum
Auckland, Waiheke Island é famosa por
produzir grandes vinhos tintos graças ao
Fallen Angel Marlborough Sauvignon Blanc
clima temperado/quente, com elevada
Tinto
insolação e baixa precipitação. Nessa
Fallen Angel Central Otago Pinot Noir
região, a Cabernet Sauvignon amadurece
Tintos
de maneira exuberante, e seus melhores
Palliser Estate Pinot Noir
Stonyridge Larose
Fallen Angel Wines by Stonyridge
Brancos
Palliser Estate Sauvignon Blanc
Pencarrow Pinot Noir
Stonyridge Luna Negra Malbec
Fallen Angel Marlborough Riesling
vinhos, em geral cortes com as variedades
bordalesas, rivalizam com os mais
conceituados do mundo em classe, fineza,
elegância e complexidade. A Stonyridge,
cujo nome é inspirado na longa cadeia de
montanhas que vai de uma costa a outra,
foi a primeira vinícola a reconhecer o clima
dessa ilha como ideal para os vinhos tintos
no estilo de Bordeaux.
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77
chile
vale de
colchagua
(Marchigüe)
Agrícola La Viña (Polkura)
www.polkura.cl
clima ameno. Nessa região são produzidos
Os enólogos e colegas Sven Bruchfeld e Gonzalo Muñoz
iniciaram em 2002 o projeto de fazer um vinho excepcional
com a uva Syrah, criando a Polkura (pedra amarela, na
língua mapuche, fazendo referência à grande quantidade
de granito amarelo presente nos solos argilosos da região).
Conhecendo a fundo os vinhedos chilenos, escolheram
a região de Marchigüe, no extremo ocidental do Vale de
Colchagua, como ideal, por possuir maior altitude, clima
mais fresco e solos pobres em encosta, conjunto que
oferece condições ideais de maturação das uvas. Os vinhos
têm concentração, mineralidade, elegância, estrutura e
frutuosidade. O Block g+i é uma seleção de parte destes
lotes de meia-encosta. A Polkura está produzindo também
um Sauvignon Blanc e um Pinot Noir em San Antonio. Sven
é um dos mais ativos membros do Movi – Movimento de
Viñateros Independientes.
alguns dos grandes vinhos do Chile,
Tintos
Marchigüe é uma sub-região de Colchagua,
no extremo oeste e a menos de 30 km do
oceano Pacífico. Apesar de a influência
marítima ser maior que no restante do vale,
a cordilheira da costa a modera, tornando o
Polkura Malbec
com variedades como Syrah, Cabernet
Sauvignon e Carménère, e há plantações de
Petit Verdot, Malbec e outras.
Polkura Syrah
Polkura Syrah Block g+i
Vale de
san antonio (leyda)
Região relativamente nova, San Antonio é a
denominação de origem chilena mais próxima
do Pacífico e fortemente influenciada pela
corrente de Humboldt, que traz águas frias
polares, fazendo com que os ventos que
sopram do oceano sejam igualmente frios. Os
Agrícola La Viña (Polkura)
A linha Aylin é um projeto de Sven Bruchfeld e Gonzalo
Muñoz, da Viña Polkura, que tem vinhedos em Marchigüe,
no Vale de Colchagua. Os vinhedos se encontram na região
de Leyda, no Vale de San Antonio, a poucos quilômetros do
oceano Pacífico. O clima fresco e a influência marítima são
ideais para a produção de Sauvignon Blanc e Pinot Noir. A
dupla de enólogos imprime também nessa linha sua marca
registrada: produzir vinhos em pequenas quantidades, que
sejam o reflexo do terroir.
Branco
Aylin Sauvignon Blanc
Tinto
Aylin Pinot Noir
vinhedos, que podem chegar a apenas 4 km
do mar, estão plantados em solos graníticos.
Essa região favorece o cultivo de variedades
de clima frio, como Sauvignon Blanc,
Chardonnay e Pinot Noir. Os vinhos brancos
são frescos e minerais, enquanto os tintos são
elegantes e intensos, ambos ricos em aromas
e sabores. Esse vale está dividido em quatro
zonas: Leyda, Lo Abarca, Rosario e Malvilla.
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chile
Viña Falernia
Viña Falernia
O italiano Aldo Olivier, residente no Vale do Elqui desde
1951 e produtor de frutas variadas, inclusive uvas para a
produção de pisco, fundou a Viña Falernia em 1998, com
seu primo Giorgio Flessati, enólogo italiano. Nessa região
semidesértica, implantaram vinhedos em vários locais
para aproveitar os diferentes climas, solos e altitudes.
Seus Syrahs, ao estilo do Rhône, são famosos e premiados,
enquanto o ícone – o Number One – é um corte de
Cabernet Sauvignon, Syrah e Carménère. Pioneira nessa
região, a Viña Falernia produz com exclusividade um Pedro
Ximénez branco, seco, mineral e com bastante frescor. A
investida mais recente e bem-sucedida dessa vinícola foi
o lançamento mundial, em 2013, do Pinot Noir, que teve
excelente aceitação.
Brancos
Falernia Viognier
Falernia Viognier 375 ml
Vale do Elqui
Situado a cerca de 500 km ao norte de
Santiago, na entrada do deserto de Atacama,
Falernia Pedro Ximénez
Falernia Sauvignon Blanc
Falernia Sauvignon Blanc 375 ml
Tintos
Falernia Sangiovese
Falernia Cabernet Sauvignon
o Vale do Elqui produzia apenas frutas
Falernia Carménère
e uvas para pisco até que, em 1998, as
Falernia Pinot Noir
primeiras parreiras para a produção de
vinhos foram plantadas. Os resultados foram
Falernia Carménère 375 ml
Falernia Pinot Noir 375 ml
Falernia Syrah
Falernia Syrah 375 ml
Falernia Cabernet Sauvignon Reserva
muito promissores e alguns dos vinhos
Falernia Carménère/Syrah Reserva
ganharam notoriedade por reunirem intenso
Falernia Pinot Noir Reserva
Falernia Carménère Reserva
Falernia Syrah Reserva
caráter frutado e frescor, proporcionado
pela influência do oceano. A região é árida
Falernia Number One
Alta Tierra Syrah
Falernia Dona Maria Syrah – Vale de Limarí
e com alta insolação, porém irrigada, e as
Doce
diferenças de temperatura entre o dia e a
Falernia Late Harvest
Moscatel/Sémillon 500 ml
noite são elevadas, oferecendo condições
ideais para o amadurecimento lento das uvas.
A Syrah é o maior destaque dessa região.
Aldo Olivier e
Giorgio Flessati
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chile
Viña Casa Rivas
Garage Wine Co.
Fundada em 1992 em María Pinto, prestigiosa região costeira
do Vale do Maipo, a Casa Rivas era, até recentemente a
única vinícola dessa sub-região. Desde o início, seus vinhos
encantaram todas as classes de consumidores por sua
tipicidade, sutileza e frutuosidade, destacando-se como
opções imbatíveis em suas faixas de preço. Seus vinhos de
maior sucesso são os produzidos com Cabernet Sauvignon,
Syrah e Carménère (o Carménère Gran Reserva já ganhou
diversos prêmios internacionais), mas merecem destaque os
brancos, frescos e equilibrados, que desde 2011 passaram a
ser elaborados com uvas de Casablanca.
Essa vinícola, que faz parte do Movi (Movimiento de Viñateros
Independientes), foi fundada em 2001 por Derek Mossman,
Álvaro Peña e Pilar Miranda, na garagem da casa da família
Mossman, com a filosofia de produzir vinhos de alta qualidade
em pequena escala. O nome foi inspirado nos garage wines
nascidos das pequenas produções com poucos recursos em
Saint-Émilion, na França. A vinícola produz sempre menos
de 50 barricas por safra, com as uvas Cabernet Sauvignon e
Cabernet Franc, do Vale do Maipo, e Carignan e
Grenache, do Maule. O vinho cult dessa vinícola é
o Carignan de vinhas muito velhas, não irrigadas, de
Cauquenes, no Maule, de produção limitadíssima.
O Vigno (Vignadores de Carignan), também produzido
no Maule, é outro rótulo que enaltece essa uva.
www.vspt.cl
Espumante
Casa Rivas Brut Sparkling Wine
www.garagewineco.cl
Brancos
Tintos
Casa Rivas Sauvignon Blanc
Garage Wine Cabernet Franc Lot # 28
Vale do Maipo
Casa Rivas Sauvignon Blanc 375 ml
Garage Wine Vigno Carignan Vale do Maule
Casa Rivas Sauvignon Blanc Reserva
Garage Wine Cabernet Sauvignon Lot # 37
Casa Rivas Chardonnay
Garage Wine Carignan Lot # 35 Vale do Maule
Essa é a mais tradicional região vinícola do
Casa Rivas Chardonnay Reserva
Derek Mossman e os
vinhedos da Garage Wine
Hacienda La Punta Sauvignon Blanc
Chile, famosa pelo característico Cabernet
Sauvignon de destaque mundial e outras
variedades tintas e brancas. A sub-região de
María Pinto, a noroeste, recebe a influência
Rosé
Casa Rivas Rosé
Tintos
Casa Rivas Cabernet Sauvignon
Casa Rivas Cabernet Sauvignon 375 ml
oceânica e tem temperaturas noturnas
Casa Rivas Merlot
mais amenas, que retardam a maturação
Casa Rivas Carménère
Casa Rivas Merlot 375 ml
Casa Rivas Carménère 375 ml
das uvas, ampliando sua gama de aromas
e sabores e conferindo maior elegância
aos vinhos. A Carménère se adaptou
especialmente bem a esse local. As regiões
Casa Rivas Cabernet Sauvignon Reserva
Casa Rivas Merlot Reserva
Casa Rivas Carménère Reserva
Casa Rivas Carménère Gran Reserva
Casa Rivas Syrah Gran Reserva
Hacienda La Punta Cabernet Sauvignon
Viña La Montaña
www.vinalamontana.cl
Localizada em Huelquén, no Maipo Alto – famoso pelos
excelentes Cabernets Sauvignons –, a Viña La Montaña se
encontra aos pés dos Andes, entre 600 e 800 metros de
altitude, e tem seu nome inspirado na paisagem da região.
São 2.500 ha de vegetação nativa, com infraestrutura para
turismo de aventura, e apenas 4 ha de vinhedos de Cabernet
Sauvignon, Merlot, Cot (ou Malbec) e Petit Verdot, plantados
em 1992. A proposta de Andrés Pérez Cruz, proprietário dessa
autêntica vinícola-butique, é produzir um vinho elegante
e equilibrado, que seja sutil e profundamente chileno,
evidenciando as condições ideais da região. A primeira safra
desse corte, com 54% Cabernet Sauvignon, 32% Merlot,
8% Petit Verdot, 6% Cot, que passa cerca de
24 meses em carvalho francês, foi em 2002.
Tinto
La Montaña Blend
mais altas a leste, junto à cordilheira dos
Andes, têm clima mais temperado e são
berço de alguns dos melhores Cabernets
chilenos, de classe mundial.
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argentina
Mendoza
Bastante extensa, Mendoza é a maior região
produtora de vinhos finos da Argentina, onde
duas sub-regiões se destacam: Luján de
Cuyo, ao sul da cidade, e Vale de Uco, a cerca
de 100 km, também ao sul, de exploração
mais recente e clima ligeiramente mais
frio. As duas sub-regiões estão no sopé da
Benvenuto de La Serna
Fabre Montmayou
A Benvenuto de la Serna é conduzida por Silvio Benvenuto,
Marcela de la Serna e os três filhos do casal. Após uma
carreira bem-sucedida como empresário da indústria de
alimentos, Silvio adquiriu em 1999 terras a oeste de Vista
Flores, no Valle de Uco, região promissora de Mendoza,
aos pés da cordilheira dos Andes e a 1.000 metros sobre
o nível do mar, onde implantou os vinhedos e a vinícola,
revivendo o sonho de seus avós genoveses. Além das
uvas mais tradicionais, como Malbec, Merlot e Cabernet
Sauvignon, produz Sangiovese, Viognier, Petit Verdot
e Tannat. O Trisagio é uma feliz combinação de Malbec,
Petit Verdot e Tannat, em igual proporção, e já recebeu
o Troféu (prêmio mais alto) de “Red Blend” no Argentina
Wine Awards 2011 e teve nota 90 de Robert Parker.
Reconhecida pela elegância de seus vinhos, essa vinícola
argentina pertence ao casal francês Diane e Hervé Joyaux
Fabre. Nascido em Bordeaux, Hervé foi para Mendoza
em 1992 e se encantou com o Malbec argentino. Adquiriu
vinhedos antigos (1908) dessa variedade e de outras castas
francesas e construiu uma vinícola em Vistalba, Luján de
Cuyo, a 1.150 metros de altitude, junto aos primeiros 15
ha de Malbec adquiridos. A Fabre Montmayou foi eleita a
melhor vinícola argentina do ano, em 2010, na Internacional
Wine & Spirit Competition, em Londres. Seus vinhos são
resultado dos terroirs privilegiados, da tecnologia de ponta
e do toque de elegância francês. O Grand Vin mescla
Malbec (predominante), Cabernet Sauvignon e Merlot, dos
vinhedos mais antigos. O enólogo é Matías Riccitelli. A Fabre
Montmayou produz também vinhos na Patagônia.
www.benvenutodelaserna.com
Brancos
www.bodegasfabre.com
Mil Piedras Viognier
Branco
Mil Piedras Viognier 375 ml
Fabre Montmayou Reserva Chardonnay
Rosé
Tintos
Mil Piedras Rosé
Fabre Montmayou Reserva
Cabernet Sauvignon
Tintos
Fabre Montmayou Reserva Malbec
moderada e teor alcoólico médio/elevado. A
Mil Piedras Sangiovese
Fabre Montmayou Reserva Malbec 375 ml
Mil Piedras Merlot
Fabre Montmayou Reserva Merlot
região é semidesértica, exigindo irrigação, e
Mil Piedras Malbec
Fabre Montmayou Gran Reserva
Cabernet Sauvignon
cordilheira dos Andes, com vinhedos entre
800 e 1.200 metros de altitude, ou até mais,
e têm insolação abundante, resultando
em vinhos com maturação perfeita, acidez
está sujeita a geadas e granizo.
Mil Piedras Malbec 375 ml
Mil Piedras Cabernet Sauvignon
Benvenuto de La Serna Malbec/Merlot
Fabre Montmayou Gran Reserva Malbec
Fabre Montmayou Grand Vin
Trisagio Malbec/Petit Verdot/Tannat
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argentina
Patricio e Pedro Santos
Revancha
www.revanchavinos.com
Projeto assinado por um dos ícones da vitivinicultura
argentina, o enólogo e produtor Roberto de la Mota e seu
filho Rodrigo, o Revancha foi inspirado no jogo de xadrez
e criado para celebrar a vida. Roberto sofreu um grave
acidente de carro, em 2007, e quase perdeu a vida. Os
rótulos dessa linha, cuja primeira safra foi a de 2009, trazem
peças de xadrez como o rei e a torre e expressam a filosofia
do produtor: “Quando a vida nos ganha uma partida, os
perdedores perdem, os otimistas aprendem e analisam,
decidem jogar uma ‘Revancha’... Estes grandes vinhos,
pensados com as melhores peças de Mendoza, convidam a
descobrir uma forma nova de ver a vida”.
Tintos
Revancha Malbec
La Primera Revancha Malbec
La Gran Revancha Blend
Ricardo Santos/Tercos
Ricardo Santos é uma lenda viva na história da viticultura
argentina e o primeiro a exportar Malbec para os Estados
Unidos, há mais de 30 anos. Nascido em Buenos Aires,
arquiteto de formação, trabalhou durante muito tempo nos
Estados Unidos. Foi para Mendoza em 1971, rendendo-se
à paixão pela produção de vinhos, e trabalhou na Bodega
Norton, que pertencia à sua família, durante quase 18
anos. Depois da venda da Norton, aposentou-se, mas voltou
logo ao cenário vinícola para produzir o reconhecido Malbec
de Ricardo Santos. Mais tarde estendeu a linha com um
Cabernet Sauvignon, um Sémillon e um Gran Malbec. Seus
filhos, Pedro e Patricio Santos (enólogo), seguiram seus
passos e fundaram em 2005 a Tercos (que significa “cabeça
dura”). Além da Malbec, produzem vinhos com Bonarda,
Sangiovese e com a branca Torrontés, de Salta.
Brancos
Ricardo Santos Sémillon
patagônia
Região vinícola relativamente nova e a mais
austral da Argentina, apenas começa a
ser explorada, mas já conta com algumas
vinícolas de referência, principalmente
na região do alto rio Negro. A cerca de
1.600 km ao sul de Mendoza, tem clima
mais fresco, solos pouco férteis e baixas
Fabre Montmayou
Após ter investido em Mendoza, o proprietário e diretor
da Fabre Montmayou, Hervé Joyaux Fabre (com a esposa
Diane, na foto), reconheceu as excelentes condições para
produzir vinhos de classe também na Patagônia. Decidiu
comprar vinhedos e vinícola no vale do alto rio Negro e
começou a produzir com sucesso vinhos de personalidade
própria, diferentes dos produzidos em Mendoza. Os
cuidados são os mesmos: colheita manual após rigoroso
controle do amadurecimento das uvas, seleção de fruta,
uso de tecnologia de ponta e toque de elegância francês.
Tintos
Fabre Montmayou Barrel Selection Cabernet Sauvignon
Fabre Montmayou Barrel Selection Malbec
Fabre Montmayou Gran Reserva Merlot
precipitações, com longas horas de sol e
Tercos Torrontés – Salta
noites bastante frias, favorecendo o lento
Tintos
amadurecimento das uvas e proporcionando
Ricardo Santos Cabernet Sauvignon
El Malbec de Ricardo Santos
El Gran Malbec de Ricardo Santos
Tercos Malbec
Tercos Bonarda
Tercos Sangiovese
maior concentração de aromas e sabores,
com elegância e frescor. Predominam as
variedades tintas, e a Malbec gera vinhos
mais frescos e com maior acidez dos que os
produzidos em Mendoza.
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uruguaI
Reinaldo De
Lucca com a
filha Agostina
Canelones
Os vinhos produzidos no Uruguai são os que
apresentam maior semelhança com os do
Velho Mundo, tanto na elegância quanto na
facilidade para a harmonização. Há ainda
maior variação entre as safras, o que traz
maior diversidade, mas em compensação faz
com que tenhamos de ser bastante seletivos
ao comprar um bom vinho. Canelones é a
maior, a mais tradicional e a mais prestigiosa
região produtora do país, que se tem
destacado pelos ótimos Tannats, com taninos
Reinaldo De Lucca, cujas raízes se encontram no Piemonte,
faz parte da segunda geração da família que produz vinhos.
Com graduações nas universidades de Montevidéu, no
Uruguai, Penn State, nos EUA, e Montpellier, na França,
produz vinhos elegantes, vivos e originais, que refletem sua
mentalidade inquieta e perfeccionista. O Río Colorado, um
vinho no estilo do Velho Mundo, é o ícone da vinícola, sendo
considerado um dos melhores tintos do Uruguai. Merecem
destaque ainda o Libero, um Tannat para ser consumido
mais jovem, mas não menos concentrado; e o Merlot
Reserve, que na safra 2011 foi eleito pelo guia Descorchados
o melhor do país com essa varietal. Entre os brancos, o
Marsanne é para os que querem fugir do lugar-comum.
Brancos
De Lucca Sauvignon Blanc Reserva
De Lucca Chardonnay Reserva
De Lucca Marsanne Reserva
Tintos
De Lucca Tannat/Merlot Reserva
De Lucca Merlot Reserva
De Lucca Pinot Negro
bastante presentes, combinados com o
De Lucca Syrah Reserva
caráter frutado intenso, o que os torna únicos
De Lucca Syrah Reserva Finca Antonella 500 ml
no nosso continente. Os Merlots também
tem muita classe, enquanto as variedades
brancas podem surpreender.
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Bodega De Lucca
De Lucca Syrah Reserva Finca Antonella
De Lucca Tannat Reserva
De Lucca Tannat Reserva 500 ml
De Lucca Libero Tannat Reserva
De Lucca Cabernet Sauvignon Reserva
De Lucca Río Colorado