Especial Fabricantes de cilindros

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Especial Fabricantes de cilindros
Publicação mensal do gás natural veicular do Brasil
Fevereiro 2006
Nº 59
Especial Fabricantes de cilindros
A visão de duas grandes empresas sobre o mercado
Inaugurado o posto
número 400 no RJ
Primeiro ônibus
bi-combustível em teste
Zona Sul carioca registra um marco
importante para o Estado
Carro zero entregue ao
ganhador do sorteio
Campanha de incentivo ao uso do gás
natural para automóveis
Empresa lança tecnologia
para veículos pesados
Motor Diesel-Gás se apresenta como
solução para ônibus e caminhões
Dual fuel sendo testado em coletivo no estado do Rio de Janeiro
Economia de
R$ 890,00 /mês
Popular
Kombi
F000/ C20
S-10/Ranger V6
Astra/Santana
Auto 6 cil
KM
R$
KM
R$
KM
R$
10
7.5
5.5
6
8
5
26.00
34.70
47.30
43.40
32.50
52.00
8.5
6.5
4.5
5
7
4
21.00
27.70
40.00
36.00
25.70
45.00
12
9
7
8
10
6
9.75
13.00
17.00
15.00
12.00
19.00
Gasolina 1 litro / R$ 2,60
Álcool 1 litro / R$ 1,80
R$
R$
488.00
651.00
909.00
852.00
615.00
990.00
338.00
441.00
690.00
630.00
411.00
780.00
GNV 1 m3 / R$ 1,17
GNV
Álcool
Gasolina
Custo por m3 (ou litro)
R$
1.17
1.80
Gasto por dia (170km)
R$
20.40
44.00
Custo por km
R$
0.12
0.26
0.33
Gasto em 25 dias
R$
510.00
1100.00
1400.00
Média de consumo
R$
10 km/m3
7 km/l
8 km/l
Gasto a mais em 25 dias
R$
590.00
890.00
...
2.60
56.00
2 • Fevereiro 2006
ESPEC
IAL
O mercado sob o ponto de vista
do fabricante de cilindros
O
diretor da White Martins, Marcelo
Rodrigues, disse que a empresa
começa o ano com otimismo no
mercado de gás natural veicular. Acabam
de lançar uma nova linha de cilindros e afirmou que o GNV é uma tendência mundial,
no qual acredita que os governos devem
apoiar. Leia em seguida a entrevista especial com o executivo.
1- COMO FOI O ANO DE 2005 PARA A
EMPRESA?
O ano de 2005 foi um ano bastante turbulento, principalmente após as divulgações na mídia da possibilidade de desabastecimento de Gás Natural oriundo do
gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). Mesmo
assim, após o 2º semestre o mercado reagiu um pouco demonstrando credibilidade
no produto o que ocasionou um crescimento de 25% no número de conversões do
país em relação ao ano de 2004. Outro fator que ajudou neste crescimento de mercado foi a Campanha de Marketing que fizemos (White Martins) no último trimestre
do ano sorteando vários prêmios entre eles
um veículo Gol convertido com garantia de
fábrica, além é claro dos aumentos gradativos dos combustíveis líquidos, principalmente do álcool. Apesar da recuperação de
mercado acreditamos em um novo patamar
de conversões mensais em torno de 17 mil
unidades durante 2006.
2- QUAIS SÃO AS EXPECTATIVAS DE
UMA EMPRESA FABRICANTE DE CILINDROS DE GNV PARA 2006?
As expectativas são boas, levando em
consideração também o mercado externo.
O início deste ano (2006) já está demonstrando isso, onde percebemos uma demanda maior em busca do GNV no mundo. Es-
tamos trabalhando fortemente as modalidade de produção e ganhos de produtividade utilizando as ferramentas do 6 Sigma de
forma a consolidar a nossa competitividade
e níveis de produção.
3- NA SUA OPINIÃO, O QUE MERCADO DE GNV PODE ESPERAR DO GOVERNO FEDERAL SOBRE A POLÍTICA
DOS COMBUSTÍVEIS?
Essa é uma questão bastante complexa de responder, pois existem trabalhos em
andamento no governo para o aumento da
oferta do GN em função das necessidades
para geração elétrica. Por outro lado, o
GNV tem se demonstrado uma alternativa
bastante competitiva para os usuários com
impacto social significativo e suas vantagens ambientais. Acredito que o governo
continuará incentivando o uso do GNV, essa é uma tendência mundial.
4- O QUE TEM DE NOVIDADE NO MERCADO ATÉ 2010. SEJA EM ANATOMIA
OU EM AJUSTE DOS
CILINDROS NO VEÍCULO ? OU ALGUM
TIPO DE TECNOLOGIA
DE
RESERVATÓRIOS
PARA GNV?
Acabamos de lançar a
nova linha de cilindros - Linha
Light - o que proporciona
uma redução de até 25% no
peso em relação aos modelos
convencionais.
Com relação aos equipamentos de conversão lançamos o kit de
5ª Geração o que proporciona uma melhor
performance no veículo
e menor grau de emissão de poluentes. Outro
ponto que marcará o mercado neste período será a forte entrada
Marcelo Rodrigues, diretor da White Martins
das montadoras no segmento de GNV ampliando o número de modelos de veículos a
GNV / Tri-Fuel com garantia de fábrica.
5- COMO ESTÁ O ATUAL MOMENTO
DO GNV NO PAÍS ?
Estamos iniciando 2006 de forma semelhante ao final do ano 2005, as expectativas são boas, mas acreditamos
que temos um novo patamar de
conversões em torno de 17 mil
unidades mês.
Fevereiro 2006 • 3
O futuro do gnv
está amplamente
assegurado e garantido
Primeiro ônibus Flex
Diesel - GNV, é mais
econômico e menos poluente
onfira abaixo a entrevista especial
com o engenheiro
Eduardo Pleticos, da fabricante argentina de cilindros, Inflex, que tem filial
da empresa no Brasil.
primeiro ônibus do Brasil a utilizar
a tecnologia Diesel Flex começa a
rodar nas ruas do Rio de Janeiro.
O veículo, lançado hoje em Duque de Caxias, é fruto da parceria da Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro (CEG)
com o Consórcio Civic/Diesel Gás e a Viação Trel. Na ocasião ainda foram apresentados um caminhão e um microônibus, também equipados com a tecnologia Flex-Diesel.
ESPEC
IAL
C
1- COMO FOI O ANO DE
2005 PARA A EMPRESA?
O ano de 2005 se apresentou numa forma atípica, no primeiro semestre
devido a má propaganda
efetuada pelo governo brasileiro, teve uma sensível
diminuição nas conversões, porém apesar disso,
finalizamos o segundo semestre com boa demanda
sustentada e muito interessante no princípio de 2006.
2- QUAIS SÃO AS EXPECTATIVAS DE UMA
EMPRESA FABRICANTE
DE CILINDROS DE GNV
PARA 2006?
As expectativas são boas,
já que apesar do intento do
governo de retardar o desenvolvimento do GNV, o
próprio mercado, o está impulsionando pelos aumentos aos outros combustíveis.
3- NA SUA OPINIÃO, O
QUE MERCADO DE GNV
PODE ESPERAR DO GOVERNO FEDERAL SOBRE A POLÍTICA DOS
O
O presidente da CEG, Daniel Jordá,
acredita que, além de ser mais econômica,
umas das maiores vantagens dessa tecnologia é a preservação ambiental.
COMBUSTÍVEIS?
O mercado neste momento não deve esperar nenhum
apoio por parte do governo,
porém apesar disso em médio prazo vai ter que voltar a
apoiar o projeto GNV.
Tipo II e III de alumínio,
com um excelente peso.
- Antes do ano 2010,
Brasil terá a maior frota de
autos movidos
a GNV com auto-suficiência na produção.
"É um projeto alinhado com o Protocolo
de Kyoto por que reduz significativamente
as emissões de gases que contribuem para o aquecimento global. Além disso, traz
economia para o empresário. Ao meu ver,
tem tudo para dar certo e se consolidar no
país", avalia Jordá.
4- O QUE TEM DE NOVIDADE NO MERCADO ATÉ
2010. SEJA EM ANATOMIA OU EM AJUSTE DOS
CILINDROS NO VEÍCULO
? OU ALGUM TIPO DE
TECNOLOGIA DE RESERVATÓRIOS PARA GNV?
Até o ano 2010 haverá
muitas novidades:
- Um importante aumento
da demanda, a nível nacional e internacional.
- Inflex está a ponto de
lançar os novos e revolucionários cilindros
5- COMO ESTÁ O
ATUAL MOMENTO DO
GNV NO PAÍS ?
O estado de GNV no
país é saudável, poderia
ser muito melhor contar
com as reservas próprias
de gás disponíveis para
consumo, porém, de toda
forma, Brasil é o segundo
país depois da Argentina a
contar com uma frota convertida que supera um milhão de autos.O futuro do
GNV está amplamente asseguradoe garantido.
Trata-se de uma tecnologia eletrônica de
última geração, menos poluente e mais
econômica, já que permite uma redução de
30% ou mais em gastos com combustível.
Após a conversão, o veículo passará a emitir menos 80% de particulados (fumaça) e
menos 30% de dióxido de carbono, o que
faz com que a iniciativa se alinhe integralmente com as metas de desenvolvimento
limpo propostas pelo Protocolo de Kyoto. O
veículo pode trabalhar só com diesel ou
com diesel e gás. A substituição do diesel
por gás pode chegar até 90%.
A tecnologia também apresenta outras
vantagens em relação a projetos anteriores
Autoridades no evento de lançamento do
ônibus dual fuel em Duque de Caxias
para conversão de veículos de ciclo diesel
para GNV. O novo procedimento é mais barato e rápido, e não exige nenhuma grande
modificação no motor original. A conversão
é feita com a instalação do kit eletrônico –
desenvolvido pela empresa Diesel Gás, da
Nova Zelândia. Todo processo de conversão dura menos de um dia.
O primeiro ônibus Diesel Flex a rodar no
Brasil é da empresa de transportes urbanos Trel e fará a rota Duque de Caxias (Xerém) – Central. Gradativamente a empresa
irá converter toda sua frota.
O Rio de Janeiro é líder absoluto do mercado nacional de GNV. O Estado possui a maior
frota do país com mais de 400 mil veículos
convertidos e também cresce a cada mês o
número de postos de GNV. Só em dezembro
de 2005, A CEG e a CEG RIO colocaram em
carga mais sete postos. Em fevereiro foi inaugurado o 400º posto do Estado.
4 • Fevereiro 2006
White Martins entrega carro Zero Km ao ganhador
da campanha de incentivo à conversão de veículos
White Martins entregou dia 16 de janeiro, o carro Zero Km ao grande vencedor da campanha "Compre o kit da White Martins e concorra a vários
prêmios". A promoção foi lançada no fim de agosto/2005 para incentivar
motoristas de todo o Brasil a converter seus veículos para GNV (Gás Natural Veicular). O carioca Hélcio Monteiro Coelho recebeu as chaves do seu veículo das
mãos de executivos da empresa. O evento de entrega foi na TecnoGás Ramos. Outros motoristas foram premiados com televisores 20", câmeras digitais e DVDs. As
lojas convertedoras também ganharam prêmios. A White Martins investiu R$ 3,5
milhões nesta iniciativa.
A
Para divulgar a promoção, a empresa lançou uma campanha de marketing tendo Paulo Betti como garoto-propaganda. O ator converteu seu carro e, publicamente, demonstrou satisfação com as vantagens que o combustível oferece. A White
Martins veiculou anúncios em jornal, sites, além de outdoors, banners e distribuição de folhetos em lojas convertedoras dos seguintes estados: São Paulo, Rio de
Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina,
Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Piauí, Mato Grosso do
Sul, Paraíba e Sergipe. A campanha terminou no dia 30 de novembro/05.
Ganhador da promoção, Hélcio Monteiro Coelho, com seu carro
novo.
Marcos Dornelles, no evento de entrega
do carro da campanha do GNV.
o
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xim
Pró
Os planos
das companhias de gás
tema da próxima série especial da Folha do GNV na edição de março será: Os planos das distribuidoras de gás natural para este ano de 2006.
Além de diversas matérias de cunho informativo de interesse do setor, também
contará com as sempre atualizadas estatísticas.
O
Reserve já seu espaço publicitário nesta edição que conta com um mix de
grandes empresas do segmento expondo seus produtos e serviços, com o respaldo da maior voz do gás natural veicular no Brasil.
O fechamento da edição é dia 14 de março.
Entre em contato com a Folha do GNV pelos telefones: 21-22550830/2236-4210 ou pelo e-mail: [email protected]
6 • Fevereiro 2006
Inaugurado o 400º posto de GNV
do estado do Rio de Janeiro
A
Companhia Distribuidora de Gás
do Rio de Janeiro - CEG iniciou na
quarta-feira (8/2), o fornecimento
de gás natural ao 400º posto de GNV do
Estado do Rio de Janeiro, na rua Mário Ribeiro, s/n, na estrada Lagoa-Barra (ao lado
do Jóquei). O posto Lagoa-Barra ( Bandeira: Ipiranga ) funciona 24 horas e tem capacidade para abastecer quatro veículos simultaneamente. A previsão de consumo do
posto é de cerca de 250 mil metros cúbicos
de gás natural.
O objetivo da CEG e da CEG RIO é apoiar
o desenvolvimento do programa de GNV.
Desde 1998, quando o governo liberou o
uso deste combustível, vem aumentando a
cada dia o número de veículos adaptados a
rodar com esta energia. Já são mais de 400
mil veículos convertidos para gás natural no
Rio e o número de oficinas convertedoras
também não param de crescer.
O mercado de GNV no Rio de Janeiro
vem crescendo a cada ano. Em 1997, este
segmento era responsável por vendas de
29 milhões de m3. Em 1998, foram 56 milhões de m3/ano, em 1999 passou para 89
milhões de m3/ano. Em 2000 pulou para
169 milhões de m3/ano, em 2001 subiu para 292 milhões de m3, em 2002 foram 419
milhões de m3/ano, em 2003 este mercado
consumiu 525 milhões de m3/ano, e em
2004 atingiu a marca de 620 milhões de
m_/ano. Já em 2005, atingiu a marca de
763 milhões de metros cúbicos.
A CEG é a responsável pela distribuição do
GNV na área metropolitana do Rio de Janeiro
e a CEG RIO é responsável pela distribuição
de GNV no interior do Estado. Há previsão para passar a abastecer novos postos nas seguintes localidades: Friburgo, Paulo de Frontin, Teresópolis, Paraíba do Sul e Três Rios.
ENERGIA E MEIO AMBIENTE
O gás natural é altamente valorizado em
conseqüência da progressiva conscientização mundial da relação entre energia e
meio ambiente. Ele chega ao consumidor
final praticamente no mesmo estado em
que é extraído das jazidas, sem a necessidade de passar por nenhum processo industrial. Além disso, é um produto nacional,
extraído das jazidas da Bacia de Campos,
no Rio de Janeiro.
O uso de GNV reduz a emissão de poluentes no ar, contribuindo para a melhoria
da qualidade de vida da população. É reconhecidamente mais seguro que os outros combustíveis. É mais leve que o ar e,
em caso de vazamentos, se dissipa rapidamente na atmosfera. Além disso, é um bom
aliado para o bolso do consumidor, que
economizará até 60% em gastos com o
veículo.
A meta da CEG é possibilitar a abertura
do maior número possível de novos postos
para reduzir as filas de automóveis que se
verificam pela cidade. O tempo de espera
caiu pelo aumento da oferta. Em 1999, com
29 postos, o tempo médio de espera era de
mais de uma hora.
O QUE É PRECISO PARA CONVERTER
Para que o carro originalmente projetado
a receber outros combustíveis receba o
gás natural, é necessário que seja instalado um kit especial que o transforma em bicombustível. Isto significa que os carros
podem rodar com o gás natural ou com o
combustível original. É o motorista quem
faz a escolha, acionando um simples botão instalado no painel do veículo.
Ainda em termos de segurança, os cilin-
dros e demais componentes do kit de conversão carregados nos veículos são projetados para suportar a alta pressão em que
o gás é armazenado. Estes cilindros são
capazes de resistir a choques, colisões e,
segundo alguns fabricantes, até mesmo ao
impacto de projéteis de armas de fogo.
aumento do intervalo das trocas de óleo,
uma vez que o gás natural é um combustível seco e não dilui o óleo lubrificante no
motor do veículo. Sua queima não provoca
depósitos de carbono nas partes internas
do motor por isso aumenta em um quinto a
vida útil dos motores.
Para quem roda mais de 100 quilômetros por dia, a economia em relação à gasolina chega a 65%". Um cilindro de GNV,
de 10 a 12 metros cúbicos, garante uma
autonomia de 150 quilômetros. O consumo
médio de um carro a gás é de 13 quilômetros com um metro cúbico.
Quanto à manutenção do veículo, há um
A manutenção de qualquer veículo que
utilize o gás natural é exatamente a mesma
especificada pelo fabricante do veículo. É
preciso apenas fazer a revisão anual periódica do kit de conversão, seguindo as orientações específicas do fabricante. Somente
as oficinas credenciadas pelo INMETRO
podem instalar e fazer a revisão do kit.
8 • Fevereiro 2006
Investimentos de R$ 40 milhões em GNV
A
s empresas Petróleo Ipiranga vão investir R$ 40 milhões em 2006 na abertura
de postos de combustível
com GNV. É um aumento
de 33% em relação ao ano
passado. A expectativa da
Ipiranga é encerrar 2006
com 200 postos de GNV
em operação.
O resultado da fase inicial de investimento é a
inauguração do primeiro
Posto Ipiranga do ano, na
região da Gávea, Zona Sul
do Rio de Janeiro, o 400 º
do estado e o número 51
da Ipiranga.
A Ipiranga foi a pioneira
em GNV no Estado: inau-
gurou o primeiro posto em
1991, na Av. Brasil. Atenta
ao crescimento desse mercado, no ano passado fez
um estudo em parceria
com o laboratório de Máquinas térmicas da universidade Federal do Rio de
Janeiro (UFRJ), sobre as
vantagens do GNV. Um Gol
Power 1.6 8V Total Flex foi
convertido para GNV e
percorreu aproximadamente 30 mil quilômetros. A experiência comprovou que é
possível converter um carro bicombustível para
GNV, com as mesmas vantagens econômicas já conhecidas da conversão de
gasolina para GNV, proporcionando uma economia
de cerca de 64%.
10 • Fevereiro 2006
Distribuição de gás natural
sobre rodas - Gasoduto Virtual
N
a Itália o transporte sobre rodas de
gás natural vem
utilizando há mais de 60
anos, com uma tecnologia
já madura e de baixo custo.
Ainda hoje, lá onde não
tem gasoduto disponível,
se pode fornecer GNV
com custo reduzido também para pequenos consumidores mediante o
transporte veicular.
COMPOSIÇÃO
DO SISTEMA:
Um posto de abastecimento mãe compressor de
gás. Sendo o sistema totalmente modular, podem estar previstos também mais
postos-mãe, preferivelmente próximos de gasodutos
de alta pressão, para garantir a máxima cobertura
do sistema de distribuição e
diminuir a distância aos
usuários.
Posto mãe com 4 plataformas de abastecimento. A
capacidade de cada transporte é de aproximadamente de 5.000 m3 a 200 bar
• Grupo redutor de gás
comprimido satelital, posicionado próximo dos consumidores, ao qual vem co-
nectado a cascata móvil. *
Sistema redutor com
pré-aquecimento elétrico
com alcance de 800
smtc/h para uso industrial
• O conceito de distribuição sobre rodas
O princípio que inspira o
sistema é de fornecer gás
comprimido aos usuários
que o solicitam, transportando-o por meio de unidade de cascatas modulares que se colocam próximo do consumidor, conectadas ao grupo redutor o
tempo necessário até esvaziar (mínimo 3-4 bar).
Sucessivamente se substituem com outras linhas
com gás natural a 200 bar.
Deste modo o usuário,
que pode ser uma indústria
ou um consumidor domiciliar pode dispor de metano
permanentemente.
A provisão de gás natural, com todas suas vantagens econômicas e ambientais - baixo custo de
aquisição e reduzidas
emissões poluentes- pode
então, alcançar localidades
isoladas ou remotas, onde
a construção de um gasoduto ou rede de distribuição seria antieconômico
ou de difícil realização.
O tipo particular de unidade modular de armazenamento estudado por SAFE CNG Technology pode
permitir seu transporte por
meio de veículos muito
simples e econômicos.
Desta maneira também o
custo do transporte do gás
resulta muito baixo, seja
como inversão em veículos
como em custo de gestão.
A combinação de unidade compressora, armazenamento modular e meios
econômicos e diversificados de transporte permitem a máxima flexibilidade
na utilização do sistema.
Também o posto de
abastecimento mãe, ou seja a estação ligada ao gasoduto onde se realiza o
armazenamento da cascata modular e veículos de cilindros, é concebida para
garantir a máxima flexibilidade operativa.
SAFE CNG technology
tem realizado postos de
abastecimentos mãe com
potências instaladas variáveis desde 44 KW até 800
KW
Posto de abastecimento
mãe com 2 compressores,
potência instalada de 400
KW cad. e capacidade horária de 6000 stmc/h cada
um, para uma entrega global de 288.000 stmc/dia
12 • Fevereiro 2006
EXPOGNV 2006 CONVOCA ORADORES PARA AS CONFERÊNCIAS
Lima se prepara para um
evento de caráter internacional
N
GV Communications Group, responsável
deste
evento que terá lugar em
um mercado emergente e
cheio de potencial, convida
especialistas sobre distintos
temas vinculados ao GNV a
dar - mediante conferências- os primeiros passos
em prol de uma "cultura peruana do gás veicular".
De 6 a 8 de julho, Lima
será testemunha da ExpoGNV 2006, uma mostra
e conferências simultâneas
de alto valor educativo, já
que se desenvolverão em
um mercado recém aberto a esta indústria e que
Plano da Expo
está ávido por crescer.
Por isso, NGV Communications Group abriu a convocação de oradores que desejem dissertar no evento.
Por um lado, se realizará o
I Seminário Breve sobre
GNV durante o qual se desenvolverão três conferências magistrais (O Que é o
GNV e seus benefícios; Como se converte um veículo a
GNV; e Como opera um posto de abastecimento) que
serão brindadas por técnicos
peruanos em um tempo estimado de quatro horas.
Também se convida oradores para a seção denominada "A experiência",
que poderão dissertar sobre o desenvolvimento do
GNV em seus respectivos
países ou regiões, seja sobre a base de aspectos
operativos, técnicos, legais,
econômicos, tecnológicos
ou outros que estejam vinculados a este combustível.
A idéia destas mesas redondas é mostrar da maneira mais didática possível a
trajetória dos distintos mercados de interesse mundial
e, sem dúvida, as iniciativas
realizadas no Peru.
os interessados terão a
obrigação de apresentar,
com 60 dias de antecipação
e com uma extensão de 40
a 60 linhas, um resumo de
seu relato, uma fotografia e
10 linhas de curriculum.
Todos os conferencistas
poderão participar de forma totalmente gratuita e
lhes será enviado por correio toda a documentação
que comprove seu caráter
de palestrante.
O CD - um verdadeiro manual inteligente- conterá todo
o material exposto nas conferências e será uma ferramenta para aceder e difundir
as idéias fundamentais e as
perspectivas do GNV.
MANUAL
INTELIGENTE
Também será editado um
CD para ser distribuido entre a concorrência a exposição desde o primeiro dia.
Para integrar o mesmo,
Os interessados em assistir as conferências magistrais deverão inscreverse previamente - sem custo - e lhes serão entregues
diplomas que comprovem
sua assistência a estas dissertações medulares.
As conferências terão
lugar em duas salas simultâneas com capacidade
para 150 a 200 assistentes, e contarão com tradução espanhol-inglês. Também cumprirão com o mecanismo tradicional dos
eventos do setor.
Desta maneira, NGV
Communications Group
da resposta as necessidades educativas e informativas de um mercado que
recém começa a experimentar as vantagens do
gás veicular. Trata-se de
um mercado iniciante,
mas que já deu sua formal
e calorosa boas vindas a
um combustível mais econômico e que promove o
ar puro.
14 • Fevereiro 2006
GARANTIA DE ECONOMIA E MELHORIA DO AR NAS GRANDES CIDADES
Tecnologia Flex Diesel Gás se mostra
como solução para veículos pesados
O
uso do GNV se
apresenta como alternativa mais viável
em curto prazo para a diminuição da poluição atmosférica. Faltava entretanto uma
tecnologia para o GNV emplacar em veículos pesados
como ônibus e caminhões.
A empresa brasileira Civic Corp, sediada no Rio
de Janeiro, apresenta uma
solução tecnológica viável
para motores diesel que
resolve não só a questão
da baixa de emissões poluentes no ar, como também oferece maior economia ao usuário.
O engenheiro Ivan Dayrell, diretor da empresa,
apresenta a tecnologia
Flex DieselGas, agora já
disponível no Brasil, que
aplicada aos motores pesados é a melhor opção
para a sociedade e para o
mercado. "Essa tecnologia
permite resolver a questão
das emissões veiculares,
pois atende os motores novos e usados e produz
uma economia de 30% de
combustível enquanto reduz as emissões. A tecnologia foi importada da Nova
Zelândia e adaptada para
a realidade brasileira".
"Iniciamos este projeto
em 2002, mas nossos parceiros já trabalham no desenvolvimento da tecnologia há mais de 20 anos. O
sistema possuiu vários
sensores que monitoram e
controlam todo o funcionamento do motor e permitem utilizar o gás da melhor
forma possível, garantindo
economia e segurança para o usuário e veículo. A
função auto-diagnóstico integrada, identifica qualquer
eventual problema, permitindo sua rápida e simples
correção. Em caso de falta
de gás ou de qualquer outro problema, o sistema
passa automaticamente
para o diesel, permitindo
ao veículo continuar rodando até ser reabastecido
com gás ou ter o problema
corrigido. Isso permite que
o veículo não pare na rua
devido a qualquer problema relacionado ao gás, reduzindo transtornos para o
frotista e para a população". Explicou Ivan.
Segundo Ivan, os frotistas podem finalmente se
beneficiar do GNV em seus
veículos sem o risco de ter
problemas com abastecimento, autonomia e revenda do veículo pois o Flex
DieselGas permite utilizar
normalmente os dois com-
Ivan Dayrell, diretor da Civic
Corp
caso a caso. O fortista recupera esse investimento em
um ano e lucra no restante
da vida útil do veículo, sem
falar na redução de IPVA e
outros benefícios".
bustíveis (gás e diesel).
"Veículos rodando 100% a
gás não têm essa flexibilidade, dificultando ou até
impossibilitando sua revenda. Nem sempre é possível
reconverter o veículo para
o diesel e isso significa na
melhor das hipóteses um
elevado custo adicional". O
ônibus 100% a gás tem
perda de potência e, para a
mesma autonomia, precisa
do dobro de cilindros que o
Flex DieselGas. A situação
é totalmente diferente no
Flex. Basta aplicar a tecnologia e ele substitui até
90% do diesel por GNV,
sem outras modificações
no motor e sem problema
de revenda".
O engenheiro enfatizou
que a tecnologia utilizada
embora extremamente sofisticada, foi desenvolvida
para permitir aplicação simples e prática nos veículos,
sem complicações para o
usuário. "Existe o desafio
de se converter os veículos
pesados no Brasil para gás
natural, pois o diesel é importado e pesa em nossa
balança comercial. Muitas
idéias já foram tentadas e
fracassaram por não propiciarem economia ao frotista
ou não se adequarem à
realidade brasileira. Entendemos que uma tecnologia
para ter sucesso precisa
ser simples, segura e econômica, tudo isso sem prejudicar o rendimento do
motor. O usuário não aceita
perda de potência ou desgaste prematuro dos componentes do veículo. O Flex
DieselGas é a melhor solução exatamente porque pela primeira vez oferece ao
mercado a possibilidade de
usufruir da economia que o
gás oferece sem os problemas que as outras tecnologias apresentam".
O diretor da Civic Corp
atestou que aumenta a durabilidade da bomba de diesel, do óleo lubrificante e
dos filtros de diesel, até o
dobro do tempo normal. "O
Flex DieselGas é a que oferece o menor custo de todas
as tecnologias atualmente
no mercado. É a melhor e,
ainda por cima, a mais barata. A Conversão sai na faixa
de 20 a 30 mil reais para
veículos pesados, dependendo da autonomia e de
outros fatores que variam
Ivan destacou que a Civic converteu para demonstrações três veículos:
um ônibus rodoviário, um
caminhão pesado e um micro-ônibus, este último já
rodando desde 2003 com
excelentes resultados que
comprovam que o frotista
pode converter mesmo veículos usados e se beneficiar da economia de combustível ao mesmo tempo
que contribui para a melhoria do ar nas cidades e da
imagem de sua empresa
junto a população. "Barata,
simples, econômica, limpa
e de fácil manutenção. É a
única tecnologia apta a
atender as exigências dos
mercados brasileiro e mundial, a única que resolve os
desafios e funciona na prática", finalizou.
16 • Fevereiro 2006
De Bangladesh até a Turquia, e do
Paquistão até o Egito. Potencial de
mercado e uma experiência que cresce.
O
ano passado foi um bom ano para a indústria do
GNV na Ásia desde o ponto de vista político, já
que muitos funcionários deste continente plantaram novos objetivos e dispuseram decretos para brindarlhe apoio a indústria do gás veicular.
Agora se avança a etapa de implementação, em prol de
concretizar esses objetivos. Cada vez são mais os países
e governos que consideram o uso do gás natural no setor
de transporte.
Continuando com o panorama de nossa edição anterior
sobre o potencial do mercado de alguns países asiáticos1,
descreveremos as atividades atuais em matéria de gás
natural veicular de diversos países do sul e sudoeste da
Ásia, mercado ideal para as conversões tanto de veículos
leves, utilitários em particular, como do transporte pesado,
e promissor para esta indústria, devido a que as reservas
de gás destes países são abundantes.
Bangladesh segue adiante com o Projeto de
Combustíveis Ecológicos Dhaka (segundo sua sigla em
inglês DFCP), que conta com o financiamento do Banco
Asiático de Desenvolvimento e pelo qual 10.000 veículos a
gasolina se converterão a GNV e se construirão seis
grandes postos de abastecimento para este combustível.
O projeto DFCP começou em 2002, e compreende, entre
outros aspectos, a aquisição de 300 ônibus, 2.000 rickshaws (veículo de origem chinesa), e a construção de 20
postos de abastecimento de menor envergadura.
Paquistão, um país
líder em GNV (primeiro
na Ásia e terceiro no
mundo) aumentou seu
parque de automotores
com este combustível em 47% e em
113% as bombas. O país registrava as seguintes cifras até
final de 2005: 700.000 veículos a metano e 766 postos.
Mediante um importante financiamento e favoráveis regulamentações, Paquistão somará 5.000 ônibus a GNV a sua
frota entre 2006 e 2010.
Irã escalou o posto 19 do ranking mundial para posi-
Continua na página 18
18 • Fevereiro 2006
Continuação da página 16
cionar-se dentro dos primeiros 10 países com GNV entre
2004 e 2005, o que determinou um grande crescimento no
transcurso de um ano. Com quase 80.000 veículos a GNV
em dezembro de 2005, Irã ficou em 8º lugar a nível mundial e 4º na Ásia. E seguirá sua abrupta ascensão com projeto de converter 600.000 veículos públicos, particulares e
oficiais. Hoje em dia os postos de abastecimento são 160,
mas se estima chegarão a 400 este ano. Duas montadoras nacionais produzirão 600.000 veículos a GNC em
cinco anos. Tudo isso se realizará com o sólido apoio governamental. Por outro lado, a montadora nacional,
Zamyad, projeta produzir 2.000 ônibus a GNV por ano
junto com Daewoo Bus.
A Municipalidade do estado de Sharjah nos Emirados
Árabes Unidos (EAU) aprovou uma lei para converter 200
veículos a GNV. Essa municipalidade e de forma conjunta
com outros dois estados, Abu Dhabi e Al-Ain, optaram por
operar com este tipo de rodados.
Ainda que encravado na África, Egito merece ser incluído neste panorama, por pertencer a órbita regional. O ministério de petróleo deste país está elaborando um plano
para o gás natural comprimido para os próximos 20 anos.
Espera-se que para 2007 a quantidade de veículos com
este combustível aumente para 100.000, o
que representa 40.000 unidades mais que
na atualidade. Sem dúvida, a ênfase recai
sobre os táxis, além dos ônibus, e isto se
deve ao êxito do sistema "Cartão de
abastecimento de gás"2. O governo prevê
converter as frotas oficiais nos próximos 5
anos. No período 2002-2005, sob a
denominada "Etapa expansiva e de crescimento" do programa de GNV egípcio, o
parque automotor a gás natural comprimido cresceu para 27.000 e 13 foram os pontos de abastecimento adicionais. As
40.000 unidades projetadas poderão
abastecer-se nos 17 novos estabelecimentos de abastecimento que se instalarão dentro deste ano e no próximo.
Os desafios atuais que as empresas
locais devem enfrentar são reduzir os custos de conversão
veicular, fabricar veículos duais ou dedicados e lançar o
projeto "Táxi capital" no Cairo. Egito, tal como, Coréia e
Brasil, é um país em que não se permite o uso de diesel
em automóveis ou veículos leves. Por isso, se a brecha que
existe hoje entre o preço do GNV e do diesel continuar
aumentando, maior será a possibilidade de acelerar a
implementação de um programa de financiamento de
USAID (organismo dos Estados Unidos para o desenvolvi-
mento global) a fim de adquirir 50 chassis de
ônibus importados para as empresas Cairo
Transport Authority e Greater Cairo Bus. Uma
montadora estrangeira anunciou que desenvolveu um projeto para entregar este ano 275
ônibus a metano as autoridades de transporte
público de Alexandria e as duas empresas de
transporte público mencionadas anteriormente.
Hoje em dia, Turquia possui grande potencial no que diz respeito ao mercado de veículos de carga e ônibus. Municipalidades da
cidade de Ankara somarão 400 ônibus a GNV
a suas frotas.
----------------------------------------------------------1 Consulte também a edição anterior de Asian NGV
Communications/ANGVeC. Para receber os números 1 e 2 em
formato .pdf, solicíte a [email protected] Esta 3º edição contém informação mais detalhada a respeito.
2 Sistema de pagamento de conversão mediante o qual o
empréstimo se financia com a diferença entre os preços da
gasolina e GNV cada vez que os usuários reabasteçam um táxi
convertido.
22 • Fevereiro 2006
Lei do Gás foi adiada
novamente
ela quarta semana consecutiva foi
adiada, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o projeto
do senador Rodolpho Tourinho (PFL-BA),
que cria uma legislação específica para o
setor de gás natural. Segundo o presidente
da comissão, Antonio Carlos Magalhães
(PFL-BA) a votação ficou marcada para a
próxima terça-feira, às 10 horas.
P
O projeto não foi apreciado hoje por uma
questão de tempo, uma vez que era o terceiro item da pauta da CCJ. Como a reunião da comissão começou com quase
duas horas de atraso e os dois itens anteriores tomaram quase todo o tempo, a sala
precisou ser desocupada para a reunião da
CPI dos Bingos. Apesar do atraso, o autor
do projeto afirmou que as negociações
com o governo vão bem.
As divergências entre Tourinho e o diretor de gás e energia da Petrobrás, Ildo
Sauer, em relação ao projeto, acabaram levando os dois a uma discussão em pleno
Salão Azul do Senado.
(Fonte: Estadão)

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