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N
a contemporaneidade, em que os meios de comunicação se diversificam e se ampliam a tal ponto que
logram alcançar contingentes cada vez maiores de pessoas e
países, o acesso à informação e o intercâmbio de experiências, de ideias e de bens culturais são enormemente facilitados.
Assim, para muitos jovens, a sala de aula não é mais a única
fonte de informação e conhecimento.
Sabe-se que o mundo moderno muda a cada hora, a cada
instante e para entendê-lo melhor, é importante estar bem informado. Pode-se conseguir isso, acompanhando as notícias
pela TV, ouvindo-as pelo rádio, lendo-as na internet ou jornais.
A vantagem destes últimos sobre os demais é que além de dar
a notícia, traz também uma série de comentários e análises
sobre o conhecimento do dia-a-dia. Sem contar com os serviços que presta através de cadernos de seções especiais, como
anúncios de empregos, imóveis para alugar, vender, diversões, esportes...
Ora levar jornais, pesquisar na internet é trazer o mundo
para dentro da escola. A jornalista argentina Roxana
Murdochowicz chama o jornal de “janelas de papel”. Através
dessas janelas o educando pode atravessar as paredes do colégio e entrar em contato com o mundo e com a atualidade.
Jornais, revistas, internet, são, portanto, mediadores entre a
escola e o mundo.
Foi por esta razão que se elaborou, na 1ª etapa do Programa Viva a Escola: “Aprendendo a Arte da Comunicação Impressa: Conhecendo e Produzindo um Jornal Comunitário e
Estudantil”, a Coletânea de Pesquisa sobre o Jornalismo para
interagir com o mundo da informação, pois o ensino requer
hoje mais dinamismo e maior variedade na utilização de instrumentos de aprendizagem, garantindo assim uma interação
mais eficiente e mais enriquecedora.
Professora Valmi Márcia Prediger Bender
Frases sobre Jornalismo............................................................................................................05
Jornalistas em Destaque Nacional
Ana Paula Padrão, Armando Nogueira...............................................................................06
Boris Casoy, Carlos Heitor Cony..........................................................................................07
Caco Barcelos, Carlos Nascimento, Fátima Bernardes...................................................08
César Tralli, Gil Gomes ........................................................................................................09
Fernando Sabino...................................................................................................................10
Sandra Annemberg, Pedro Bial............................................................................................11
Tadeu Schmidt, William Bonner, Renata Fan......................................................................12
William Wack, Zeca Camargo, Nilton Neves......................................................................13
Imprensa Escrita, Imprensa Nacional e Regional.................................................................14
O Tratamento da Notícia Meios impressos ...........................................................................15
Jornais mais conceituados do Brasil
Correi Braziliense, Gazeta do Povo ...................................................................................16
Correio do Povo ....................................................................................................................17
Folha de São Paulo ..............................................................................................................18
Jornal do Brasil, O Globo .....................................................................................................19
O Estado de São Paulo, Jornal Zero Hora .........................................................................20
Jornais Online
Folha de Londrina, Jornal do Oeste, Gazeta do Povo ......................................................21
Jornal do Estado.....................................................................................................................22
Jornal Hoje, Jornal O Presente .............................................................................................23
Linha do Tempo ............................................................................................................................24
Profissão Jornalista .....................................................................................................................26
Curiosidades e Pérolas do Jornalismo ..................................................................................27
Jargões Jornalísticos ..................................................................................................................28
Glossário de Jornalismo.............................................................................................................31
Resenha Critica – Filme – Mera Coincidência ......................................................................34
Conclusão e Referências ..........................................................................................................36
Anexos
Fotografias do Programa .....................................................................................................37
Fotografias da Plenária ........................................................................................................38
Fotografias da Impressão da Coletânea ............................................................................39
Agradecimentos especiais....................................................................................................40
"Os jornalistas são os trabalhadores manuais, os operários da palavra. O Jornalismo só
pode ser literatura quando é apaixonado."
(Marguerite Duras)
Aluna: Andressa Kracke
"O Jornalismo é a arte da comunicação."
(Autor desconhecido)
Aluna: Bianca Rossato
"Assim como a literatura é um tipo especial de arte, o jornalismo é um tipo especial de
literatura."
(Tristão de Ataíde)
Aluna: Luana Letícia Tenroller
"O Jornalismo é, antes de tudo
e sobretudo, a prática diária da inteligência, e o exercício cotidiano
do caráter."
(Claudio Abramo)
Aluna: Alana Rutzen
"Jornalismo: a capacidade de vencer o desafio de encher o espaço."
(Rebecca West)
Alunos: Luana Lang, Maiara Laufer e
Alessandro da Rosa
"A sociedade é maior do que o mercado. O
leitor não é consumidor, mas cidadão. Jornalismo é serviço público, não espetáculo."
(Alberto Dines)
Aluna: Bianca Guterres
"Não foi o mundo que piorou, as coberturas jornalísticas é que melhoraram
muito."
(Gilberto Keith Chesterton)
Aluna: Lucimery Gibbert
"Chamo Jornalismo a tudo
o que será menos interessante
amanhã do que hoje."
(André Gide)
Alunos: Daniel Steffler
Jayne Borelli
"Ser e saber, essência da modernidade
deixando assim sua opinião pelo sim, pelo não
Jornalismo.”
(Autor desconhecido)
Aluna: Carline Vogt
"O Jornalismo brutaliza as pessoas,
mas ao mesmo tempo as torna mais ligadas à realidade"
(Alber Dines)
Aluna: Luana L. Tenroller
"Ser jornalista é mais do que a fala, mais do que a visão, são sentimentos
que saem de dentro do coração enfim, ser jornalista além de profissão é uma
diversão, quando bem feito como toda profissão: é uma arte!"
Aluna: Émili Cristine Bremm
"Certamente a glória do Jornalismo é a sua transitoriedade."
(Autor desconhecido)
Aluno: Emerson Ripper
“Só existem duas maneiras
de fazer carreira em Jornalismo.
Construindo uma boa reputação
ou destruindo uma.”
(Tom Wolfe)
Aluno: Adriano D. Buss
"Jornalismo é literatura
com pressa."
(Matthew Arnold)
Aluna: Patrícia Kuhn
"A primeira essência do Jornalismo é saber o que se quer
saber, a segunda é descobrir o
que vai dizer."
(John Gunther)
Aluna: Milene Bremm
ANA PAULA PADRÃO
Ana Paula De Vasconcelos Padrão Mundell mais conhecida como Ana Paula Padrão,
nasceu em Brasília, vinte cinco de novembro de mil novecentos e sessenta e cinco.
Ela era pequena e acanhada só se soltava no ballet que dançou dos 6 anos aos 19, chegou
até a dar aulas, mas não seguiu carreira(isso lhe proporcionou personalidade).Na hora do
vestibular escolheu o jornalismo, pois lhe proporcionava ciências humanas,idiomas e história, embora só soubesse que queria respostas e independências.
Trabalhou em uma rádio, mas ela queria mesmo era escrever. Mais tarde ela começou a
escrever para a revista Senhor, IstoÉ Senhor e IstoÉ. Em 1987, foi chamada para trabalhar na
Tv Globo. Lá ela se destacou como comentarista e apresentadora, mas resolveu aceitar um
pedido para ser correspondente internacional e assim realizar seu sonho de criança que era
ver o mundo.
Voltou para o Brasil para ser âncora de um Jornal da Globo, no qual ficou de 2000 a 2005.
Cansada de tanto trabalho e pela segunda vez casada, aceitou o convite da SBT e foi pra
lá, resgatando para ela o que é a coisa mais nobre do jornalismo, a reportagem. Em 2009 foi
para a emissora Record.
Atualmente, casada com Walter Brasil Mundell, se sente bem em fazer o que gosta: levar
da melhor maneira possível a informação a sociedade.
Formou-se em jornalismo na Universidade de Brasília, trabalhou em uma rádio local antes
de trabalhar na rede globo como correspondente internacional, nesse período cobriu acontecimentos de grande repercussão internacional. Em dois mil e cinco assinou contrato com a
SBT para assumir o comando do tele jornal principal.
Ana Paula Padrão diz que a sua maior satisfação é ouvir alguém que escolheu o jornalismo como profissão inspirado em seu trabalho ou decidiu conhecer um pais novo por reportagens que ela fez.
ALANA RUTZEN
ARMANDO NOGUEIRA
Armando Nogueira nasceu no Acre, na cidade de Xapuri em 14 de janeiro de 1929.
Tangidos pela seca, Rodovaldo e Maria Soares, ambos cearenses, foram para o norte, casados, sendo uma bela união que resultou dois filhos. Armando filho mais novo e portador de uma
grande inteligência -”Camisa, peito aberto, nadando no rio,... ai que saudade que eu tenho da
aurora da minha vida” - diz Armando.
Seu primeiro trabalho quando jovem, foi ser ensacador de pacotes, já que seu pai não
tinha condições de lhe dar uma mesada sustentadora, quando o mesmo ganhava, não dava
para o seu sustento.
Um fato curioso de sua vida, é que para conseguir emprego, depois de adulto, em um jornal, cursando faculdade de Direito que pouco depois tornou-se bacharel- na sessão de esportes, área que
ele mais se identifica, namorou uma moça “um tanto que infiel” pois ela já possuía um namorado, no
caso, o secretário do jornal, por fim, acabou conseguindo o emprego desejado, exerceu sua profissão
por lá durante 13 anos.
Sua primeira história jornalística, escrita e publicada, foi uma narração, donde narrou o episódio
conhecido como: “Caso da Rua Toncleiros”, sendo esse um fato muito conhecido naquela época,
onde pode testemunhar o atentado ao jornalista Carlos Lacerda. Marcando assim, a história do
jornalismo brasileiro.
Hoje é um grande escritor – escreveu 10 livros sobre esportes - tendo uma coluna cuja saída é em
sessenta e dois jornais, é portador de um programa de televisão conhecido como “Esporte TV”,
possui também um programa de rádio e uma home page na Internet.
Armando Nogueira – uma das cabeças mais privilegiadas, um ser ímpar- “O poeta do esporte”,
que para chegar aonde chegou simplesmente lutou, usou e abusou de sua inteligência.
ÉMILI CRISTINE BREMM
BORIS CASOY
É um jornalista brasileiro, filho de judeus russos. E que atualmente apresenta o Jornal da Noite na
Band, além de ser um dos âncoras da Rádio BandNews FM.
Nascido em 13 de fevereiro de 1941, é o ultimo dos cinco filhos de imigrantes judeus russos que
chegaram ao Brasil em 1928. Aos 9 anos foi para os Estados Unidos, para ser operado das sequelas
deixadas pela poliomielite.
Estudou nos colégios de Stanfford e Mackenzie e frequentou o curso de direito na Universidade
Mackenzie, mas não o concluiu. A sua vida profissional começou aos 15 anos, em 1956, como
narrador esportivo em uma emissora de rádio e como locutor na Rádio Eldorado.
Em 1968, foi Secretário de Imprensa de Herbert Levy. Em 1970, foi assessor de imprensa de Luís
Fernando Cirne Lime. E em 1971 e 1972, foi secretário de imprensa do prefeito de São Paulo. Em
1974 começou a trabalhar na Folha de São Paulo, seu primeiro trabalho em jornal. Permaneceu lá até
junho de 1976, quando saiu para dirigir a Escola de Comunicação e o setor cultural da FAAP.
Retornou a Folha em 1977, onde escrevia uma coluna sobre os bastidores políticos, e também se
tornou o editor responsável pelo jornal. Ficou no cargo até 1984.
Na televisão a sua carreira iniciou em 1961, atuando como repórter do programa Mosaico na TV,
na TV Tupi. Em 1988 voltou à TV pela SBT, permanecendo na emissora até 1997. Depois passou a
apresentar o Jornal da Record, na Rede Record, onde trabalhou durante oito anos. Boris chegou a
trabalhar na TV JB, apresentando o Telejornal do Brasil. E em 2008 foi para a Rede Bandeirantes e
hoje é o âncora do Jornal da Noite.
Seu estilo é muito particular, gosta de utilizar bordões, tais como “ Isso é uma vergonha” e “Tá
tudo dominado!”. Casoy foi o primeiro âncora da televisão brasileira, que se baseou nas experiências
dos âncoras norte-americanos. E ele se “amarra” nas dicas de dieta da revista Capricho, que é muito
popular entre as adolescentes.
BIANCA ROSSATO
CARLOS HEITOR CONY
Filho de Ernesto Cony Filho, jornalista, e de Julieta de Moraes, Carlos Heitor Cony nasceu no dia
14 de março de 1926 na cidade do Rio de Janeiro, no bairro de Lins de Vasconcelos, zona norte da
cidade. Quatro anos depois muda-se para a cidade vizinha de Niterói - RJ, onde residiria por dois
anos. Tido como mudo pela família, somente aos cinco anos pronuncia suas primeiras palavras. Sua
dificuldade com a dicção das palavras - principalmente trocando o "g" pelo "d" - fazia com que fosse
alvo das brincadeiras de seus amigos. Resolve, então, escrever inúmeras vezes a palavra fogão em
seu caderno. Mostra aos amigos e, como eles não riram, entendeu que para não se tornar motivo de
chacota deveria dedicar-se à palavra escrita.
Deixa o seminário em outubro de 1945 e ingressa, no ano seguinte, na Faculdade Nacional de
Filosofia da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que abandona pouco depois. Em 1947 surge a oportunidade de cobrir as férias de seu pai no Jornal do Brasil,
então um grande diário da cidade. Para garantir seu ganha-pão, consegue nomeação e torna-se
funcionário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em 1949 casa-se com Maria Zélia Machado
Velho, mãe de suas duas filhas.
É um escritor e jornalista, e também um membro da academia de letras. Jornalista, foi um dos que
se opuseram abertamente ao golpe militar em 1964. Como editorialista do Correio da Manhã escreveu textos de crítica aos atos da ditadura militar. Foi incitado a se demitir do matutino (1965).
Já publicou contos, crônicas e romances. Seu romance mais famoso é de 1995, Quase Memória,
que vendeu mais de 400 mil exemplares. Esse livro marca seu retorno à atividade de escritor/
romancista. Seu romance, A Casa do Poeta Trágico, foi escolhido o Livro do Ano, obtendo o Prêmio
Jabuti, na categoria ficção. Hoje é editorialista de Folha de São Paulo.
Foi eleito para a Cadeira 3, cujo Patrono é Artur Oliveira, em 23 de março de 2000, sendo o seu
quinto ocupante. Foi recebido em 31 de maio do mesmo ano, por Arnaldo Niskier. Recebeu o Prêmio
Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra, em 1996. O livro
"Quase memória" ganha dois prêmios Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro ("Melhor Romance" e
"Livro do Ano - Ficção"). Publica seu décimo primeiro romance, "O piano e a orquestra", vencedor
do Prêmio Nacional Nestlé de Literatura.
MARIAH MAJOLO
CACO BARCELLOS
Cláudio Barcelos BARCELOS de, mais conhecido como Caco Barcellos, (Porto Alegre, 5 de
março de 1950) é um jornalista brasileiro e repórter de televisão, que se especializou em jornalismo investigativo. Nasceu na periferia de Porto Alegre, na Vila São José do Murialdo. Foi
taxista e mais uma porção de coisas antes de se tornar repórter. Começou no jornalismo como
repórter do jornal Folha da Manhã. Antes de trabalhar para a Rede Globo, foi repórter dos
maiores jornais do Brasil e das revistas de informação semanal IstoÉ e Veja. Durante seis anos
apresentou um programa semanal na Globo News. Caco foi vencedor de mais de vinte prêmios
por reportagens especiais e documentários produzidos para televisão. Ainda em 2008, recebeu
o Prêmio Especial das Nações Unidas, como um dos cinco jornalistas que mais se destacaram,
nos últimos 30 anos, na defesa dos direitos humanos no Brasil.
PATRÍCIA KUHN
CARLOS NASCIMENTO
Nasceu em Dois Córregos, São Paulo, onde começou sua carreira na Rádio Cultura e no
jornal O Democrático. Em São Paulo, trabalhou nas rádios: Nacional, Excelsior e América e no
jornal Super News. Foi colunista dos jornais Diário Popular e Diário de São Paulo.
Iniciou suas atividades na Rede Globo, em São Paulo, onde trabalhou onze anos. Começou a ter popularidade junto ao grande público durante a cobertura da morte de Tancredo
Neves, em 1985.
Em 1988 de repórter passa a ser âncora de telejornais. Sua estreia foi na TV Cultura. Um ano
depois, Nascimento foi contratado pela Rede Record e, em 1990, volta para a Rede Globo, onde
permanece até 2004. Em 2004, foi para a rede Band News FM, na Band News TV e na Rádio
Bandeirantes AM.
Em 2005, no Jornal da Band, ganhou o prêmio Comunique-se, ao ser escolhido por 80 mil
jornalistas como o melhor apresentador da TV brasileira. Em fevereiro de 2006, Carlos Nascimento deixou a TV Bandeirantes e assinou contrato com o SBT por quatro anos. Atualmente
apresenta o telejornal e o Jornal do SBT.
Durante sua carreira de sucesso, Nascimento recebeu diversos prêmios, entre eles o prêmio
Wladimir Herzog, como repórter, em 1980 e 1981, o prêmio APCA, em 1988, pelo melhor
telejornal (Jornal da Cultura) e em 1989, também pelo melhor telejornal.
COBERTURAS MARCANTES
O jornalista trabalhou em coberturas jornalísticas marcantes, na década de 2000, quando comandou ao vivo e para todo país, a transmissão na TV Globo dos ataques terroristas do 11 de setembro e
da captura de Saddam Hussein, sagrando-se como um dos melhores âncoras da TV brasileira.
ANDRESSA KRACKE
FÁTIMA BERNARDES
Fátima Gomes Bernardes Bonner é uma jornalista brasileira. Nascida no dia 17 de
setembro de 1962,em um bairro carioca chamado Vaz Lobo.
É casada com o jornalista William Bonner. Deu à luz aos trigêmeos Vinícius, Laura
e Beatriz.
Primeiro com sete anos começou a fazer balé, mas optou por fazer jornalismo. Em
1983 começou a trabalhar no jornal o Globo como repórter. Mas nunca havia pensado em
trabalhar na televisão. E desde o dia 30 de março de 1996, até hoje, ela e o marido são
âncoras do Jornal Nacional.
NATIELI BEATRIZ SCHIEVELBEIN
CÉSAR TRALLI
Foi o correspondente mais jovem da Rede Globo. Aos 24 anos, assumiu o posto em Londres, onde
passou cinco anos, de 1995 a 2000. Neste período, fez reportagens em mais de trinta países. Cobriu
conflitos no Oriente Médio, o assassinato do primeiro-ministro de Israel Yitzhak Rabin, os dez anos do
acidente nuclear de Chernovita, o terremoto que destruiu a Turquia e a morte da princesa Diana.
Como repórter especial e apresentador do SPTV, Tralli cobriu os atentados de 11 de Setembro de
2001, em Nova Iorque; as Copas do Mundo da França em 1998, Coreia-Japão em 2002 e Alemanha
em 2006, bem como as Olimpíadas de Atenas em 2004 e Olimpíadas de Pequim em 2008.
Como repórter investigativo, Tralli ajudou a desvendar escândalos nacionais de corrupção como
os do Juiz Nicolau dos Santos Neto; a prisão de Paulo Maluf e seu filho Flávio Maluf; a prisão de
Armando Melão Neto; a prisão do banqueiro Edemar Cid Ferreira; casos de corrupção na Justiça
como a operação Anaconda;
No mesmo ano, também cobriu a prisão do mega traficante Jaun Carlos Ramírez Abadia e foi à
Colômbia mostrar o poder de fogo dos cartéis de cocaína. Nessa mesma época, viajou para Miami
onde entrevistou a viúva do mais temido barão das drogas colombiano, Pablo Escobar.
O jornalista cobriu um dos maiores escândalos financeiro-político do País, o caso Satiagraha, em
2008, que resultou nas prisões do banqueiro Daniel Dantas, do ex-prefeito de São Paulo Celso Pita e
do empresário Naji Najas. No mesmo ano, Tralli ajudou a desvendar a máfia do gás veicular. Um
esquema de furto e desvio de gás em grandes postos da capital paulista. Polêmico e de atitudes
questionáveis, alguns de seus colegas de profissão tem ele como oportunista e sensacionalista.
EMERSON SCH. RIPPEL
GIL GOMES
Nasceu em São Paulo no bairro do Jabaquara, no dia 13 de junho de 1940. Nasceu numa família
pobre e na infância vendia balas e santinhos na porta de igrejas.
Gil Gomes é um jornalista, repórter policial do rádio e televisão brasileiros, que se tornou popular
por seu estilo personalíssimo na voz, nos gestos e na maneira de se vestir. Sofria de gagueira e para
superá-la tentava imitar os locutores esportivos que ouvia pelo rádio. Numa dessas quermesses
recebeu aos 18 anos o convite para seu primeiro emprego na Rádio Progresso, como locutor esportivo. Na mesma função, passou por vários rádios da Capital e do interior paulista até chegar à Rádio
Marconi. Quando a Rádio Marconi parou de fazer coberturas esportivas, Gomes passou a trabalhar
como jornalista na rádio, no final do década de 60.
Na mesma rádio trabalhava Ana Vitória Vieira Monteiro (Dramaturga, Poetisa e Escritora), com
quem Gomes casou e teve três filhos, de um casamento que durou 14 anos.
Em 1968 ocorreu um incidente abaixo da rádio que ele trabalhava, num impulso, resolveu fazer a
cobertura do caso ao vivo. Desceu as escadas do prédio com o microfone na mão, fazendo locução
e entrevistando os envolvidos e as testemunhas. A Rádio Marconi obteve uma audiência recorde com
essa cobertura e Gil Gomes concluiu que um programa policial ao vivo era o caminho a seguir.
Em 1991 o SBT, lançou o telejornal diário Aqui Agora, que era popular no formato e na
linguagem. Como o programa jornalístico dava ênfase a reportagens sobre acidentes graves e
crimes de toda sorte, Gil Gomes teve um papel destacado. Foi no Aqui Agora que ele aprimorou
o visual, a voz e o gestual que caíram no gosto do grande público e serviram de inspiração para
os imitadores dos programas de humor.
Gil Gomes usava camisas de cores berrantes, na mão direita o microfone e a esquerda gesticulando como se alisasse o pelo de um cão. Gil Gomes narra os fatos diretamente da cena do crime com
sua voz arrastada e grave, que cresce em volume nos momentos mais dramáticos. Usa frases curtas,
que às vezes nem chega a completar. Nas entrevistas, não adota uma posição neutra: se emociona
diante das vítimas e explode de indignação diante dos criminosos.
Em 1997 o programa Aqui Agora foi perdendo audiência e saiu do ar. Então 1999 Gil Gomes
começou a participar da Escolinha do Barulho na TV Record. Gil Gomes saiu da TV em 2000 e nunca
mais trabalhou nesse veículo de comunicação. Desde então, apresentou um programa na Rádio Tupi
e agora integra o casting da Rádio Record de São Paulo.
LUANA LANG
FERNANDO SABINO
Fernando Tavares Sabino filho de Domingos Sabino e de D. Odete Tavares Sabino, nasceu a 12
de outubro de 1923, Dia da Criança, em Belo Horizonte. Em 1930, após aprender a ler com a mãe,
ingressa no curso primário do Grupo Escolar Afonso Pena. Torna-se leitor compulsivo, de tal forma
que mais de uma vez chega em casa com um galo na testa, por haver dado com a cabeça num
poste ao caminhar de livro aberto diante dos olhos. Desde cedo revela sua inclinação para a
música, ouvindo atentamente sua irmã e o pai ao piano.
Em 1934, entra para o escotismo, onde permanece até os 14 anos. Com 12 anos, em 1935,
torna-se locutor do programa infantil "Gurilândia" da Rádio Guarani de Belo Horizonte. Frequenta
o Curso de Admissão de D. Benvinda de Carvalho Azevedo, no qual adquire conhecimentos de
gramática. Em 1938, ajuda a fundar um jornalzinho chamado "A Inúbia" no Ginásio Mineiro.
Começa a colaborar regularmente com artigos, crônicas e contos em revistas. Participa de concursos de crônicas sobre rádio e de contos, obtendo prêmios. Nadador, em 1939, bate vários recordes
em sua especialidade: o nado de costas.
Aprende taquigrafia, em 1940, para escrever mais depressa, aos 17 anos, está decidido a ser
gramático. No período de 1941 a 1944 presta serviço militar na Arma de Cavalaria do CPOR. Inicia
o curso superior na Faculdade de Direito. Em 1942, é admitido como funcionário da Secretaria de
Finanças de Minas Gerais e dá aulas, nas horas vagas, de Português no Instituto Padre Machado.
No ano seguinte é nomeado oficial de gabinete do secretário de Agricultura. Prepara sua mudança
para o Rio de Janeiro assumindo o cargo de Oficial do Registro de Interdições e tutelas da Justiça
do Distrito Federal.
Em 1946 forma-se em Direito e licencia-se do cargo que exerce na Justiça, embarcando para
os Estados Unidos. Passa a residir em Nova York, trabalhando no Escritório Comercial do Brasil e,
posteriormente, no Consulado Brasileiro. Volta ao Brasil em 1948, no Rio, é transferido para o
cargo de escrivão da Vara de Órfãos e Sucessões. Escreve crônicas e artigos para diversos jornais
brasileiros. Viaja por todo o país mais de 150 cidades. É exonerado, a pedido, em 1957, do cargo de
escrivão, passando a viver exclusivamente de sua produção intelectual como escritor e jornalista.
Visita vários países, remetendo crônicas diárias para o "Jornal do Brasil", semanais para "Manchete" e mensais para a revista "Senhor", até o ano de 1964, depois de sua volta ao Rio, dedica-se à
produção de dezenas de roteiros e textos de filmes documentários para diversas empresas.
É contratado, em 1964, durante o governo João Goulart, para exercer as funções de Adido
Cultural junto à Embaixada do Brasil em Londres. Em 1965 fica a seu encargo de compor a
delegação britânica que participará no Festival Internacional de Cinema no Rio de Janeiro. Faz a
cobertura, em 1966, da Copa do Mundo de Futebol para o "Jornal do Brasil". Desfaz a sociedade
na Editora do Autor e, com Rubem Braga, funda a Editora Sabiá. A Sabiá inicia sua carreira de
grande sucesso, em 1967 e em 1972, vende a Sabiá para José Olympio. No ano seguinte, funda a
Bem-Te-Vi Filmes Ltda.
Em 1976 após 16 anos de colaboração, deixa o "Jornal do Brasil" e passa em 1977 a trabalhar
no jornal "O Globo", sua colaboração se prolongará por 12 anos sem qualquer interrupção. Em
1980 recebe o Prêmio Golfinho de Ouro na categoria de Literatura. Em 1991 os escândalos em sua
vida privada e sua saída do governo foram motivo de grande repercussão entre os brasileiros,
criando clima hostil ao escritor. Em julho de 1999 recebeu da Academia Brasileira de Letras o
maior prêmio literário do Brasil, "Machado de Assis", pelo conjunto de sua obra. O valor do prêmio,
R$40.000,00, foi doado pelo autor a instituições destinadas a crianças carentes.
O autor faleceu dia 11 de outubro de 2004 na cidade do Rio de Janeiro. A seu pedido, seu
epitáfio é o seguinte: "Aqui jaz Fernando Sabino, que nasceu homem e morreu menino".
LUCIMERY TEREZINHA GIBBERT
SANDRA ANNENBERG
PEDRO BIAL
Sandra Annenberg (São Paulo, 5 de junho de 1968) é uma jornalista e ex-atriz brasileira.
É a atual âncora do Jornal Hoje, exibido de segunda a sábado pela Rede Globo. A apresentadora e editora-executiva do telejornal, divide a bancada com Evaristo Costa. Começou sua
carreira na TV em 1974, participando de um teleteatro na TV Cultura. Em 1982 foi repórter do
programa "Crig-Rá", dirigido pelo hoje cineasta Fernando Meirelles. Na Rede Bandeirantes,
apresentou o "Show do Esporte" ao lado de Luciano do Valle, Jô Soares e, em 1984, comandou
o "TV Criança". Na Cultura, ainda, foi apresentadora dos programas "Grandes Concertos",
"Festivais da MPB" e "Vitória".
Cursou a Escola de Arte Dramática da USP, mas abandonou-a antes de concluir o curso,
devido ao ritmo de trabalho. Posteriormente cursou jornalismo na FIAM (Faculdades Integradas
Alcântara Machado), também em São Paulo. Seus trabalhos como atriz foram em "Bronco", nas
minisséries "A,E,I,O...Urca", "Chapadão do Bugre" e "A República", e nas novelas "Cortina de
Vidro”, além do seriado "Tarcísio e Glória".
Algum tempo depois, trocou a ficção pela realidade. Na Rede Record foi apresentadora do
"Sport Shopping Show", ao lado de Osmar Santos, além do "Super Esporte" e do "TV Franchising".
Entrou na Central Globo de Jornalismo em 1991. Começou como apresentadora da previsão
do tempo e de edições regulares no telejornal local São Paulo Já. De 1993 a 1996 apresentou o
Fantástico. Em 1997 e 1998 acumulou as funções de apresentadora e editora-executiva do
Jornal da Globo. Os anos de 1998 e 1999 foram dedicados ao Jornal Hoje; também como
apresentadora e editora-executiva. Em 2000 se mudou para Londres, para ser correspondente e
coordenadora do escritório europeu da emissora. Em 2003 voltou ao Brasil, e consagrou-se, ao
lado de Evaristo Costa, apresentando o Jornal Hoje. Em 2008, recebeu o prêmio Mulher Imprensa com melhor "âncora" (jornalista que apresenta e edita o telejornal) do país.
É casada com o também jornalista, Ernesto Paglia, com quem tem uma filha que se chama
Elisa.
BIANCA GUTERRES
É formado em jornalismo pela PUC-RJ. Entrou na Rede Globo em 1981, através de um curso de
formação em telejornalismo. Começou no Jornal Hoje, seguindo depois para o Globo Repórter, até
1988. Apresentou o Rock in Rio II nos shows exibidos na TV.
Antes de começar sua carreira no Fantástico, Bial foi correspondente internacional da Rede
Globo, no início da década de 1990, em Londres. Cobriu eventos importantes como a Guerra do Golfo,
o Colapso da União Soviética e a queda do Muro de Berlim. Um fato curioso é que, quando Bial foi
entrevistar um grupo de beduínos no deserto da Jordânia, foi convidado para jantar, e teve de comer
um olho de carneiro, seguindo as tradições daquele povo.
Desde 1996, Bial está no comando do programa Fantástico, em que se lançou na carreira de
apresentador. Mais recentemente, desde 2001, Pedro Bial também está no comando do reality show
Big Brother Brasil. Apresentou o programa Espaço Aberto, no canal pago Globo News, até 2003.
Foi casado por dois anos com a atriz Giulia Gam, de quem se separou, disputando na justiça a
guarda do filho. Também foi casado com a atriz Fernanda Torres, a jornalista Renée Castelo Branco.
Atualmente, está casado com a produtora Isabel Diegues.
Bial jogou basquete pela seleção brasileira juvenil (até 18 anos) e foi colega de escola de Cazuza.
Pedro Bial é irmão de Alberto Bial e Irene Bial, ele é torcedor do Fluminense.
Atualmente Pedro Bial é apresentador do Big Brother Brasil, a casa mais vigiada do Brasil.
Pedro Bial e Sônia Abrão formam o casal de jornalistas mais famoso e popular do Brasil.
Pedro Bial passa todos os sábados com sua família no Rio.
DANIEL STEFFLER
TADEU SCHMIDT
Emanuel Tadeu Bezerra Schmidt, nascido em Natal, dia 18 de julho de 1974, é
jornalista e apresentador de televisão brasileira. Atualmente trabalha na Rede Globo,
como apresentador do Fantástico.
Começou a carreira em 2000 fazendo coberturas esportivas. No inicio de 2007, foi
convidado a integrar a equipe do Fantástico. Já substituiu o apresentador Zeca Camargo,
durante uma de suas viagens. Foi um dos âncoras da cobertura da emissora nos Jogos
Olímpicos de Pequim.
É irmão do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. Ele também já foi jogador de vôlei da
seleção juvenil brasileira. Casado há quase dez anos com Ana Cristina, e com duas filhas
pequenas, Valentina, de 6 anos, e Laura, de 4 anos.
MAIARA CAROLINE LAUFER
WILLIAM BONNER
William Bonner Júnior, conhecido como William Bonner, nasceu em Ribeirão Preto, dia
16 de novembro de 1963.
Formou-se em Comunicação Social pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). Iniciou a carreira profissional em 1983, como redator publicitário. No
ano seguinte, na Rádio USP FM, tornou-se locutor.
Em 1985 começou a trabalhar em TV, na Bandeirantes de São Paulo. Em junho de 1986,
convidado pela TV Globo de São Paulo, passou a acumular a função de apresentador com a de
editor de uma edição do telejornal local, SPTV.
Em 1988, tornou-se também apresentador do Fantástico. No ano seguinte, transferiu-se
para o Rio de Janeiro. Apresentou o Jornal da Globo entre 1989 e 1992, ao lado de Fátima
Bernardes, o Jornal Hoje e, desde abril de 1996, o Jornal Nacional, jornal que apresenta na
TV Globo com sua esposa, a jornalista Fátima Bernardes.
William Bonner é pai dos trigêmeos Beatriz, Laura e Vinícius e mora no Rio de Janeiro.
EDUARD F. LAMB
RENATA FAN
Renata Bonfiglio Fan é uma modelo, ex-Mis Brasil 1999 e apresentadora de um programa
esportivo. Ex-assistente de palco de programas da Rede Record trabalhando ao lado de Milton
Neves, atualmente está atuando como apresentadora de esportes da Band, apresentando diariamente o programa Jogo Aberto.
Trabalhou como locutora, durante três anos, na afiliada da Rádio Transamérica FM de Santo
Ângelo. Já na RBS TV, foi responsável pela agenda cultural do programa Tele Domingo.
Estreou na Rede Record, em 13 de junho de 2003, assistente de Milton Neves, no Terceiro
Tempo, exibido aos domingos, esse posto, também, no Debate Bola. Em janeiro de 2007, gravou
piloto na Band. É conhecida por "O furacão colorado", apelido dado pelo apresentador por ser
torcedora do Inter de Porto Alegre.
Em janeiro de 2007, Renata Fan, assina contrato com a Rede Bandeirantes para apresentar um
programa, também direcionado ao futebol, o já conhecido, Jogo Aberto. O programa foi ao ar a
partir do dia 5 de fevereiro de 2007, às 11:30 (horário de Brasilia). Renata Fan, com seu novo
programa, disputou audiência com o programa de Milton Neves, (Debate Bola). Também é radialista, fazendo uma pequena apresentação, chamada de A bela e a bola, no programa Globo Esportivo, da Rádio Globo.
JAYNE BORELLI
WILLIAM WAACK
Willian Waack nasceu em São Paulo, no dia 30 de agosto de 1952. É um jornalista brasileiro,
formado pela USP. É formado também em Ciências Políticas, Sociologia, Comunicação e fez
mestrado em Relações Internacionais.
Tem quatro livros publicados e venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Trabalhou
em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo
e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Atuou como secretário de
redação, editor-chefe e repórter.
Durante 20 anos, Willian Waack foi correspondente internacional e desde 1996 está trabalhando para a TV Globo, e voltou para o Brasil em 2000. Apresenta desde 2005, o Jornal da
Globo, substituindo Ana Paula Padrão. Em 2006 passou a assinar uma coluna na editoria Mundo
do portal de notícias G1.
LUANA LETÍCIA TENROLLER
José Carlos Brito de Ávila Camargo, iniciou sua carreira como repórter no mundo
da música em 1987 quando trabalhava na Folha de S. Paulo e foi enviado para Nova
York. Quando retornou ao Brasil, foi chamado para trabalhar na MTV Brasil.
Na MTV Brasil, virou diretor de jornalismo e apresentou o programa MTV no Ar.
Em 1994, foi apresentar o programa Fanzine na TV Cultura e mais tarde virou editor
da revista Capricho. Depois disso, em 1996, foi chamado pela Rede Globo para apresentar o quadro: "Altos Papos" no Fantástico. Fez a série de reportagens "Aqui se
Fala Português", e A Fantástica Volta ao Mundo, primeira série de reportagens inteiramente gerada pela internet e não por satélite.
ZECA CAMARGO
Também na Globo é um dos criadores e apresentador do reality show No Limite.
ADRIANO D. BUSS
MILTON NEVES
Nascido em 06 de agosto de 1951, é um radialista e jornalista brasileiro, especializado em
esportes. Iniciou a carreira em 1968, aos dezessete anos, como locutor na Rádio Continental
em sua cidade natal.
Dedica-se também a debates na televisão sobre futebol, onde tem muita audiência. Acumula
também um coluna na revista Placar, da Editora Abril. Além de comunicador é também um empresário de muito sucesso, onde faz um trabalho que é catalogar jogadores e pessoas mais velhas ou já
falecidas ligadas ao esporte, dando assim informações para sua página na Internet.
Milton Neves usa muito os comentários e tem um humor excelente mostrando seus conhecimentos sobre a história do futebol.
CARLINE VOGT
A imprensa escrita brasileira nasceu com a Independência do País, no século XIX, no ano de 1808, é a mais
antiga forma de informação.
Os primeiros jornalistas da época, não buscavam
a verdade dos fatos. Escreviam o que o povo falava,
revestido em ironia. Era um jornal dedicado aos comunicados de governo, e aos louvores da família real.
Acrescentava preconceitos e as imitações das mentes da época, capazes de contaminar mesmo as melhores cabeças.
Na época colonial, de acordo com a dura regra dos
colonizadores portugueses, o Brasil não teve direito a
imprensa nem à universidade, muito menos a livros.
Os dois primeiros jornais brasileiros foram o Correio
Braziliense e a Gazeta do Rio de Janeiro.
ALUNAS: ANDRESSA KRACKE, CARLINE VOGT,
LUANA LANG E LUCIMERY GIBBERT
A imprensa teve um papel de grande importância na política brasileira, talvez maior do que o país
esperava. Seu papel foi de fiscalização política,
controlando assim o bom funcionamento dos poderes públicos e da vida democrática, sendo através
dele feito as denúncias de fraudes e corrupção
exercida pelos políticos.
Foi uma pregadora da justiça e fiscal de moralidade
pelo motivo de organismos do Estado terem faltado
nesse mesmo papel.
IMPRENSA NACIONAL
É aquela que é lida de Norte ao Sul do País com
atenção igual. Normalmente os jornais guardam forte
vínculo com o Estado e principalmente a cidade onde
são editados.
São chamados de “nacionais” os quatro maiores
jornais matutinos das cidades de São Paulo e Rio de
Janeiro: Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e
O Globo e Jornal do Brasil. O Jornal do Brasil já perdeu muitos leitores, e com isso o jornal O Dia do Rio,
já ultrapassou O Jornal do Brasil em circulação.
Levam o título de nacionais, pois tem o poder de
denunciar as negociatas, lançar a moda e abraçar grandes causas. São bem equipados, possuem os maiores
parques gráficos, são dotados das maiores redações,
com os melhores jornalistas. E pertencem a famílias
tradicionais. O Estado de São Paulo registra a existência da metade dos jornais brasileiros.
IMPRENSA REGIONAL
Jornais regionais são pequenos e não ambiciosos, são lidos por comunidades restritas e feitos
por esquemas artesanais. Seus títulos mais fortes
estão nas capitais dos Estados onde exercem considerável influência.
ALUNAS: ÉMILI CRISTINE,
MILENE LARIESSA, LUANA E MAIARA
O Jornal fundado com a chegada da família real ao
Brasil, falava que aqui era um paraíso terrestre, onde
não se ouvia queixas. E depois de um pouco mais de
dez anos já era totalmente diferente. Os jornais ficavam a serviço das tendências e defendiam seus
idealizadores.
Os jornais durante a história são caracterizados por
liberdade de expressão na qual quem descobrisse o pior
erro do governo levava a melhor; ou também períodos
em que a imprensa se calava.
A imprensa atual tem seu lado bom e o seu lado
ruim, por exemplo: hoje em dia a imprensa tem liberdade e pode publicar o que quiser sem censura. Mas
o lado ruim é a certa arrogância de alguns jornalistas
e jornais. A imprensa tem um importante papel para
informar os cidadãos brasileiros, o que ocorre nos
poderes públicos e privados. A dificuldade da imprensa brasileira em aprofundar e perseguir um assunto
começa no método de abordagem, mais predileto da
imprensa brasileira dando maior importância para as
pessoas do que para os fatos, mais para as formas do
que para os conteúdos.
Devido ao formato dos textos publicados, a grande
dificuldade é abordar assuntos sérios. Onde a maior parte
do espaço é deixada para imagens e os textos são curtos. Caso se torne padrão à imprensa anglo-saxônica, a
imprensa brasileira optará por um equilíbrio entre os
tablóides e matutinos “sérios”. Mas as manchetes têm
um lugar especial geralmente com conteúdo emocional.
No dia 10 de setembro de 1808, foi criada a “gazeta do
Rio de Janeiro”. Que mais tarde seria transformado no
Diário Oficial da União. Com a chegada da família real
em 1808 foi criada a primeira impressa regida durante o
século XIX, o único jornal que sobreviveu desse período
da América Latina foi o Diário de Pernambuco.
JORNAIS
O jornalismo só se tornou uma dimensão profissional depois no século XX, nesse período não havia jor-
ALUNAS: ALANA RUTZEN, BIANCA
ROSSATO E MARIÁH MAJOLO
nalistas. Criação de novos meios como o telégrafo contribuíram para transformar o jornalismo como o instrumento informativo.
PRINCIPAIS JORNAIS, EMPRESAS E
POSICIONAMENTO
Os principais jornais brasileiros são “A Folha de São
Paulo”, ”Estado de São Paulo”, ”O Globo” e o “Jornal
do Brasil”.Nenhum desses quatro jornais se põe contra
o governo, mas não quer dizer que concordem com todas as decisões tomadas. Uma das principais contradições do jornalismo brasileiro, que é a conduta enquanto
a indústria produtora de bens e instrumento difusor e
defensor de determinada ideologia.
Outra característica dos quatro é a permanência de
família no comando.
A postura ideológica dos quatro jornais, dizem-se
defensores da democracia sendo o Estado de São Paulo
e o Jornal do Brasil “conservadores” e a Folha de São
Paulo e o Globo, liberais.
ALUNAS: BIANCA, PATRICIA E NATIELI
CORREIO BRAZILIENSE
O Correio Braziliense é um jornal de Brasília, fundado no dia
21 de abril de 1960 por Assis Chateaubriand, juntamente com a
inauguração da cidade e a da TV Brasília. O nome veio do histórico Correio Braziliense ou Armazém Literário, editado em Londres a partir de 1808 por Hipólito José da Costa.
O Correio de 1960
Em 1960, aceitando um desafio do presidente Juscelino
Kubitschek, os Diários Associados, se propuseram a lançar um
jornal na nova capital federal, Brasília. Descobrindo nos escritos
de Hipólito José da Costa ideias favoráveis à transferência da
capital do Rio de Janeiro para o interior, o então diretor dos Diários Associados, Assis Chateubriand decidiu retomar o título, aproveitando o termo brasiliense que começava a ser empregado como
adjetivo pátrio de Brasília.
Mesmo após a morte de Chateubriand, o Correio continuou a
pertencer aos Associados, e representa na atualidade, o principal
jornal da Capital Federal.
ALUNAS: ANDRESSA KRACKE E MAIARA LAUFER
INFORMAÇÕES GERAIS
• Média do número de páginas por edição: 70 a 140
• Maior número de páginas: 236 (Nº 51, agosto/1812)
• Menor número de páginas: 48 (Nº 175, dezembro/1822)
• Total de páginas do “Correio”: 21.525
• Subtítulo do jornal: “Armazém Literário”
• Não tinha colunas nas páginas. Os anúncios não existiam. Para
manutenção do jornal, de periodicidade mensal, eram necessárias
300 assinaturas pontuais.
• Possuía o formato de um livro.
GAZETA DO POVO
A Gazeta do Povo foi fundada na Cidade de Curitiba, no dia 3
de fevereiro de 1919, por Benjamin Lins e Oscar Joseph Plácido
e Silva
No ano de 1923, o jornal se instala na Rua XV de Novembro,
ali havia uma pedra de mármore na parede ao lado de fora da
nova sede, onde eram fixadas notícias recentes.
Em 1962 a Gazeta passa a ter novos donos, Francisco Cunha
Pereira Filho e Edmundo Lemanski, seus atuais proprietários.
Anos de trabalho foram necessários para a construção do novo
parque gráfico, redação e outros setores.
Os primeiros computadores para fotocomposição são instaladas em 1973, e no mesmo ano é comprada a TV Paranaense.
Em 2000 é criada a Rede Paranaense de Comunicação, a
RPC. Hoje a empresa conta com mais de 1,8 mil colaboradores,
sendo eles dois jornais, oito emissoras de televisão, duas rádios,
um portal de internet e o Instituto RPC.
É considerado o maior jornal do Paraná. É publicado pela
editora Gazeta do Povo S.A., do grupo RPC. Circula diariamente
em Curitiba e região, seu formato é em standard. Também pode
ser encontrado no website http://www.gazetadopovo.com.br
ALUNAS: LUANA LETÍCIA TENROLLER E CARLINE FRAI VOGT
CORREIO DO POVO
O Correio do Povo é um jornal impresso brasileiro em formato tablóide com circulação no estado do Rio Grande do Sul
fundado a 1º de outubro de 1895, por Caldas Júnior. Foi o jornal
de mais longa publicação em Porto Alegre, circulando por 89
anos ininterruptamente, até 1984, reiniciando sua sub-periodicidade Diária Formato Tablóide Sede Porto Alegre Circulação
Estadual Preço R$ 1,25 Assinatura R$ 19,00 (Porto Alegre) R$
21,00 (Demais Cidades) Slogan O jornal que vai direto ao ponto, ligação em 1986.
Com apenas 26 anos de idade, Caldas Júnior revolucionou a
imprensa riograndense, ao fundar um jornal que, segundo declarou no editorial de seu primeiro número: Este jornal vai ser feito
para toda a massa, não para determinados indivíduos de uma
facção.
A primeira edição do Correio do Povo saiu com quatro páginas e 2 mil exemplares. Pouco mais de três anos depois, já eram
4,5 mil exemplares. Desde então, o Correio passou a ostentar no
cabeçalho os seguintes dizeres: O jornal de maior circulação e
tiragem do Rio Grande do Sul.
O Correio foi inovador na profissionalização dos jornalistas, passando a contar com quadro próprio e não, como ocorria em outros jornais da época, com colaboradores que tinham
outra fonte de renda. Também deu ênfase aos aspectos
tecnológicos: por exemplo, teve quatro impressoras num período de quinze anos.
Com a morte prematura do fundador, em 1913, o jornal passou por dificuldades econômicas, que só cessaram em 1935,
quando a direção da Companhia Jornalística, Caldas Júnior foi
assumida por seu filho, Breno Alcaraz Caldas, nela permanecendo por mais de cinquenta anos.
Em 1946, o jornal deixou as instalações alugadas que ocupava na Rua dos Andradas, instalando-se no então edifício
Hudson, na atual rua Caldas Júnior. A via, que se chamava
Paissandu, ganhara o nome do fundador do Correio, que ostenta
até hoje, dois anos antes, por decreto do prefeito Antônio Brochado da Rocha. O antigo Hudson é o mesmo prédio que ainda
hoje abriga as redações do Correio do Povo e da Rádio Guaíba.
Nas décadas de 50 e 60 a liderança do Correio se consolidou. Breno Caldas fundou, ainda, outros jornais, Folha da
Tarde (1936), Folha de Manhã (1969), além da Rádio Guaíba e
da TV Guaíba.
Em 20 de setembro de 1972, o Correio sentiu a repressão da
censura imposta à imprensa pelo regime militar. Ao publicar uma
reportagem sobre pronunciamentos de parlamentares contra a
censura, apesar de advertido a não fazê-lo, Breno Caldas viu
toda a edição daquele dia ser apreendida.
Quando o comandante da operação determinou que a edição apreendida fosse transportada nos caminhões do próprio
jornal para a sede da Polícia Federal, Breno Caldas interveio
pessoalmente proibindo que os caminhões fossem usados para
essa finalidade, o que obrigou os policiais a requisitarem caçambas que trabalhavam no cais do porto, ali perto.
A editarinda na década de 1980, a proclamada imparcialidade foi posta à prova, quando o jornalista Flávio Alcaraz Gomes,
sobrinho de Breno Caldas e diretor da Rádio Guaíba cometeu um
homicídio, fato que teve repercussão nacional. Por ordens expressas de Breno Caldas, a cobertura do crime pelo Correio foi
a mais ampla possível, nada ficando a dever a realizada por
outros órgãos de imprensa.
Em 16 de junho de 1984, o Correio deixou de circular, somente retornando em 31 de agosto de 1986, já sob o controle do
empresário Renato Bastos Ribeiro.
Em 26 de maio de 1987, passou a ser um tablóide e experimentou novas inovações tecnológicas.
Em março de 2007, o Correio do Povo passou a fazer parte
do conglomerado de mídia controlado pelo empresário Edir
Macedo, juntamente com outras empresas do grupo, a extinta
TV Guaíba e as rádios Guaíba AM e FM, bem como o Edifício
Hudson, no centro de Porto Alegre, onde funciona a redação do
jornal. Com esta aquisição, a Universal, que controla a Rede
Record de Televisão, se fortalece no Rio Grande do Sul para
concorrer diretamente com a RBS, proprietária do jornal Zero
Hora e da rede de emissoras de televisão afiliadas à Rede Globo
nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Segundo pesquisa do IVC de novembro de 2006, o Correio
do Povo é o segundo jornal gaúcho em tiragem e o 8º brasileiro,
com 154 mil exemplares aos domingos.
Desde seu primeiro número, o Correio se apresenta não só
como um órgão comercial, mas também literário. Na última página, um folhetim ao gosto da época, de autoria de Oliveira Bello. E
em sua primeira página, os Rabiscos de Tenório, pseudônimo
que ocultava o fundador, Caldas Júnior. Nos números seguintes,
Emile Zola e Machado de Assis se faziam tão presentes como os
literatos do estado.
A partir de 1899, o jornal institui uma seção chamada Poetas
do Sul, na qual colaboram os nomes mais importantes da literatura gaúcha do final do século XIX: Apolinário Porto Alegre,
Damasceno Vieira, Mário Totta, Múcio Teixeira e Zeferino Brasil,
entre outros.
À seção "Poetas do Sul", seguiu-se Literatura e Páginas
Literárias, desembocando no suplemento Caderno de Sábado,
que começou a circular no dia 30 de setembro de 1967 e transformou-se em "Letras & Livros" em 8 de agosto de 1981.
Zeferino Brasil, Sérgio de Gouvea, Paulo de Gouvea, Carlos
Reverbel, Oswaldo Goidanich (Goida), P.F.Gastal e Sérgio Faraco
se sucederam na direção das seções e suplementos literários
do Correio.
Em 04 de fevereiro de 1934, Mário Quintana estreia no
Correio, com o poema Madrugada. Mas Quintana somente passou a ser colaborador constante do jornal ao lançar seu Caderno H na edição de 18 de junho de 1953. Com algumas
interrupções, esteve presente em suas páginas até à sua
morte, em 5 de maio de 1994.
Periodicidade: Diária
Formato: Tablóide
Sede: Porto Alegre
Circulação: Estadual
Preço: R$ 1,25
Assinatura:R$19,00(PortoAlegre)
R$ 21,00 (Demais Cidades)
Slogan: O jornal que vai direto ao ponto
ALUNAS: LUANA LANG E LUCIMERY GIBBERT
FOLHA DE S. PAULO
A Folha de S. Paulo, ou simplesmente Folha é um jornal
brasileiro, sediado e editado na cidade de São Paulo, é o jornal
de maior circulação do nosso país, segundo dados do Instituto
Verificador de Circulação (IVC). Ao lado de O Estado de S.
Paulo, O Globo, O jornal do Brasil, a Folha é um dos jornais
mais influentes do Brasil.
HISTÓRIA
Sua fundação foi em 19 de fevereiro de
1921 com o nome de Folha da Noite por Olival Costa e Pedro Cunha, o jornal foi comprado na década de 1960 pelos empresários
Octavio Frias de Oliveira e Carlos Caldeira
Filho, quando o mesmo foi rebatizado.
Em 1930 apoiou a eleição de Júlio Prestes à presidência da República, sendo por isto
depredrada e fechada (na época se dizia
empastelada) em 24 de outubro de 1930,
quando a Revolução de 1930 saiu vitoriosa.
Nesta época, a Folha contava com o consagrado caricaturista Lelis Viana, o Juca Pato,
personagem que sempre criticava a Aliança
Liberal de Getúlio Vargas.
A Folha voltou a funcionar em 1931 com
novos donos e nova linha editorial voltada
para o apoio da agricultura.
Inicialmente, a Folha apoiou o golpe de
1964 e a ditadura militar implantada, praticamente até o governo do presidente general
Ernesto Geisel, ao contrário de seu concorrente O Estado de S. Paulo, que chegou a sofrer
intervenções e censura no período.
No início da década de 1970, essa postura provocou uma série de atentados contra veículos de entrega de jornais da Folha
de S. Paulo, que eram incendiados por grupos de esquerda que faziam resistência à
ditadura militar.
A ascensão de uma redação renovada e
engajada, com a presença de nomes consagrados como os de Cláudio Abramo, Bóris
Casoy, Clóvis Rossi e Jânio de Freitas acabou
mudando a linha editorial do jornal, que na
década de 1980, ficou marcado pelo apoio
imediato, constantes matérias cobrindo o movimento das Diretas Já.
Na década de 1980, o jornal foi pioneiro no
Brasil na instalação de computadores e
informatização da redação. Também no final
da década de 1990, o jornal ousou ao contratar um ombudsman,
uma espécie de ouvidor que anotava as críticas e opiniões dos
leitores e tinha e ainda tem a independência de criticar matérias e reportagens do jornal com imparcialidade, sem represálias. O formato era tão pioneiro e revolucionário para a época
que provocou muitos conflitos. Desde a década de 1980, a Folha também foi pioneira na adoção de infográficos e quadros
que explicam, de maneira didática, os detalhes das principais
notícias e o contexto das mesmas.
No início da década de 1990, a Folha começou a investir na
criação de novos produtos e suplementos dentro do jornal, como
a Revista da Folha, o caderno Folhateen e a
TV Folha. Tendo como aliada uma grande
campanha publicitária, em que o próprio diretor de redação Matinas Suzuki Jr aparecia
na TV anunciando as novidades do jornal, a
Folha passou a liderar as vendas em São Paulo, superando O Estado de S. Paulo. A reforma gráfica em meados da década de 1990 e
o lançamento de brindes como o Atlas da
Folha e dicionários, reforçaram a liderança.
Seções: Brasil, Mundo, Dinheiro, Cotidiano,
Esporte, Ilustrada, Acontece, Ciência, Guia,
Informática, Mais, Revista da Folha.
Website: http://www.folha.uol.com.br
Cadernos
Cadernos diários
A: Capa, Opinião, Brasil, Mundo, Ciência
B: Dinheiro
C: Cotidiano
D: Esporte
E: Ilustrada, Acontece
Classificados
Suplementos semanais
Segunda-feira: Folhateen
Terça-feira: Fovest
Quarta-feira: Informática
Quinta-feira: Equilíbrio, Turismo
Sexta-feira: Guia da Folha
Sábado: Folhinha, Vitrine
Domingo: Mais!, Revista da Folha, Revista
Serafina, Classificados: Veículos, Construção,
Empregos, Negócios, Imóveis
Opinião – com layout fixo, ocupa as primeiras
páginas do jornal A2 e A3. A primeira página é
ocupada por dois editoriais, três artigos de
colunistas ( São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro);
a coluna vertical e a seção de frases. A segunda
página é ocupada pelo Painel do Leitor, pela seção Erramos e também pela seção Tendências/
Debates, que aos domingos e dias de semana
publica artigos assinados por personalidades.
Periodicidade: Diário
Formato: Standard
Sede: São Paulo
Circulação: Brasil
Fundação: 19/02/1921 (88 anos)
Fundadores: Olival Costa e Pedro Cunha
Proprietário: Empresa Folha da Manhã S/A
Presidente: Luís Frias
Diretor: Octávio Frias Filho
Editor: Eleonnora de Lucena
ALUNAS: BIANCA GUTERRES,
NATIELISCHIEVELBEIN PATRICIA KUHN
JORNAL DO BRASIL
O jornal do Brasil é um jornal publicado diariamente no Rio de
Janeiro. Foi fundado em 1891 por Rodolfo Epifânio de Souza
Dantas. O jornal era de um nível muito elevado ele contou com
ajuda de pessoas como José Veríssimo, Joaquim Nabuco dentre
outros como Oliveira de Lima. Rui Barbosa assumiu o cargo de
redator-chefe. O barão do Rio Branco ajudou também no jornal
fazendo as páginas célebres Efemérides e Cartas de França.
Após a morte de Pedro II, a redação foi atacada.
O então presidente Floriano Peixoto mandou fechar o jornal e
mandou caçar Rui Barbosa, vivo ou morto. O jornal fechou e
assim ficou por um ano e quarenta e cinco dias.
Em 15 de novembro de 1894, o jornal voltou a funcionar,
sobre o comando da família Mendez de Almeida.
O jornal é tradicional para as classes média e alta da zona sul
do Rio de Janeiro.
Em 2005, o (JB) se instalou na casa do bispo, que já serviu de
sede para a Fundação Roberto Marinho.
A partir de 16 de abril de 2006, o jornal começou a circular nas
bancas no ''formato europeu'' um formato que é maior que o
tablóide e menor que o convencional.
ALUNO: ADRIANO D. BUSS
O GLOBO
Globo é um jornal diário de notícias, é brasileiro, e fundado
em 29 de julho de 1925, sua sede é no Rio de Janeiro. Orientado para o público da grande metrópole.
Seu fundador foi o jornalista Irineu Marinho que era proprietário do vespertino A Noite, tinha a intenção original de ser
um diário matutino para expandir o público leitor da empresa.
Acabou sendo o carro-chefe do grupo. Após a morte de Irineu,
semanas depois da fundação do jornal. O Globo foi herdado
por seu filho Roberto Marinho, que através do jornal conseguiu
ascensão econômica e política criando um conglomerado de
empresas de mídia, formando assim, junto com sua TV Globo,
Rádio Globo, Editora Globo e demais veículos as chamadas
Organizações Globo.
O GLOBO HISTÓRICO/CURIOSIDADE
A promoção do periódico carioca O Globo consiste na reprodução da página principal do jornal da data de escolha do
leitor, geralmente a data de nascimento, mediante o pagamento de uma taxa. Essa promoção foi criada na década de 1970 e
persiste até os dias de hoje.
ALUNOS: DANIEL STEFFLER E EDUARD LAMB
O ESTADO DE S. PAULO
Baseado em ideais republicanos o jornal Estado de São Paulo
foi fundado em 1875, primeiramente era conhecido como a província de São Paulo e foi ridicularizado por ser o primeiro jornal a
vender sem assinatura.
Quando o Jornal surgiu tinha 4 páginas e uma tiragem de 2.025
exemplares o nome província foi conservado até a queda da Monarquia e a instituição da República no Brasil nesse período o jornal
não tomou partido político, mais tarde, passou por inovações com o
novo redator incluindo notícias internacionais.
No século dezenove tornou-se o maior jornal de São Paulo.
O Estado apoiou a causa aliada a primeira guerra mundial; em
1924 o Estado foi impedido de circular após a derrota do levante
tenentista; em 1930 o Estado, ligado ao partido democrático apoiou
a candidatura de Getulino Vargas.
O chamado grupo do Estado assumiu em 1932 a liderança
constitucionalista e após sua derrota a diretoria foi enviada ao exílio. Com a eclosão do Estado Novo, o jornal manteve a oposição ao
regime consequentemente foram invadidos pelo Dops, sendo fechado novamente. Após a segunda guerra mundial, o jornal aumentou seu prestigio, foi construída uma nova sede que atualmente abriga o hotel Jaraguá.
Durante a República nova, o Estado apoiou a união democrática
nacional se opondo ao outros governos, também apoiou o golpe
militar e eleição indireta de Castello Branco. Após o ato institucional
o jornal rompeu com o regime.
Em 1968 a edição foi aprendida porque denunciava o fim de
qualquer aparência de normalidade democrática.
Após a morte de Mesquita filho, o Estado ganhou visibilidade
denunciando a censura. Mais tarde o Jornal passou por uma crise
financeira por causa da construção de sua nova sede.
Atualmente após Júlio Mesquita Neto morrer, o Jornal passou a
ser dirigido por seu irmão.
Atualmente o Jornal é o quarto em circulação no Brasil.
ALUNAS: ALANA RUTZEN E MARIÁH MAJOLO
JORNAL ZERO HORA
O Jornal Zero Hora no Rio Grande do Sul um dos maiores jornais de circulação diária do Brasil. Atualmente ocupa
a 7° posição nacional, seguido do Diário Gaúcho. Sua edição é em Porto Alegre.
Foi fundado em 4 de maio de 1964 servindo de portavoz do Regime Militar.
Sua antiga sede, localizava-se na Rua Sete de Setembro, centro de Porto Alegre.
Em 1996, a edição e produção do jornal passam a ser
totalmente digitalizados.
Possuindo também, um site de grande acesso, sendo
ele, www.zerohora.com.br.
ALUNAS: ÉMILI CRISTINE E MILENE LARIESSA
FOLHA DE LONDRINA
Site: http://www.bonde.com.br/folhadelondrina
Notícias atualizadas, de repercussão nacional e internacional para todos os gostos, focalizando fotos com manchetes e
textos objetivos caracterizam o jornal.
Destaque em primeira mão: acidentes, mortes e assaltos. A economia e a educação vêm em seguida no mesmo
plano.
Para atender aos variados gostos dos leitores, novidade sobre saúde física e mental, cultura, celebridades, turismo e jogos
são abordados. Dicas sobre decoração, gastronomia, previsão
do tempo, mundo corporativo e cinema estão incluídos.
A opinião do leitor também é aceita, no qual ele pode responder a pesquisas e deixar seus comentários.
Ao lado da primeira página se encontram as propagandas e
anúncios dos parceiros do jornal.
O jornal é completo e objetivo, com aparência, deixando
em evidência de cores as noticias mais importantes.
ALUNAS: ALANA RUTZEN, BIANCA ROSSATO E MARIÁH MAJOLO
JORNAL DO OESTE
Este jornal comenta sobre assuntos regionais (Oeste do
Paraná), e um pouco de assuntos nacionais. Abrange muitos
assuntos, porem há pouco conteúdo. O jornal é bem variado:
política, esporte, classificados, saúde, economia, entre outros.
É atualizado diariamente, e pode ser acessado no site:
www.jornaldooeste.com.br.
POSSUI OS CADERNOS:
-
Editorial;
Observatório JO;
Cidade;
Esporte;
Segurança;
Região;
-
Estado;
Últimas;
Variedades;
Social;
Classificados;
Semanais.
ALUNAS: ANDRESSA KRACKE E MAIARA LAUFER
GAZETA DO POVO
Foi fundado em 3 de fevereiro de 1919. O jornal Gazeta do
Povo é o maior jornal do Paraná e um dos mais importantes no
Brasil.
Ele é um jornal com circulação estadual diária, que é sediado
em Curitiba e de fácil compreensão.
Suas notícias são completas possuindo um ponto crítico atual
e realista.
Também tem o Jornal Gazeta do Povo digital, é uma maneira
diferente de ver o jornal online pela Internet.
Lá é possível, além de navegar pelo Jornal e ler o seu conteúdo, fazer buscas por palavra-chave, guardar noticias favoritas e
poder ler edições anteriores do jornal.
Encontramos também no site da Gazeta do Povo, diversão
como charges, horóscopo, previsão do tempo entre outros.
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/
ALUNAS: ÉMILI C. BREMM E MILINE L. BREMM
JORNAL DO ESTADO
O JORNAL DO ESTADO DO PARANÁ, ESTÁ
MOSTRANDO NO
PORTAL AS NOVIDASite: http://www.bonde.com.br/folhadelondrina
DES DO DIA-A-DIA,
COMO POR EXEMPLO:
PLANTÃO
Agropecuária, Blogs , Brasil , Carros , Ciência & Meio Ambiente ,
Colunas , Concursos , Consumidor , Cultura , Economia , Educação ,
Esportes , Galerias de imagens , GLS , Horóscopo , Informática , Justiça , Mundo , Opinião , Paraná , Política , Região Metropolitana ,
Trabalho & Negócios , Vídeos e Áudios
NOVELAS
BEM-ESTAR
Bichos, Casa & Compras , Comportamento , Esoterismo & Religião , Gastronomia , Saúde e Beleza , Sexo , Turismo
LAZER
Cinema, Espetáculos , Exposições , Música , Televisão e Gente
FILMES
FUTEBOL
SERVIÇOS
Feiras Livres, Guia Comercial , Horários de Ônibus , Mapas , Publicidade Legal , Tempo
O Jornal do Estado é um jornal muito complexo, comenta sobre o
mundo e Brasil, sobre educação, esportes, horóscopo, política, música,
e várias notícias de Hollywood. É muito bom também porque tem o
guia cultural, o guia de trabalho, onde a pessoa procura vagas para
trabalhar, entre outros. O Jornal do Estado também é um jornal onde o
leitor pode dar a sua opinião sobre o mesmo e todo o seu conteúdo.
Também dá dicas de cinema e lazer. É um jornal diário destinado a
todos os públicos.
ALUNO: ADRIANO D.
BANDAS
TEMPO
HORÓSCOPO
ALUNAS: BIANCA E PATRICIA KUHN
JORNAL HOJE
O jornal possui uma capa com imagens que chama
a atenção despertando sua curiosidade, fazem entrevistas com políticos, são bem críticos e vão direto ao
assunto, comentam sobre os fatos ocorridos na região,
explicando bem o acontecimento, mas também informam o leitor sobre os acontecimentos ocorridos no
Mundo, comenta sobre os estudantes, as faculdades,
querem também saber a opinião do leitor, dando um
espaço para que ele expresse seu ponto de vista. Também como a política da região está atuando.
Possui uma página com curiosidades “fofocas” para
que o leitor também se divirta, mostrando fotos, falando sobre os locais das próximas festas.
Informa o placar dos jogos, os filmes que irão passar no cinema, o horóscopo, eventos, saúde, novas
tecnologias, passa as programações da TV. É um jornal interativo, que agrada todo tipo de leitor.
Site: http://www.jhoje.com.br/
ALUNAS: LUANA LANG E LUCIMERY GIBBERT
JORNAL O PRESENTE
O jornal O Presente é um jornal
matutino diário, com sua sede em
Marechal Cândido Rondon, e circula
por toda a região oeste do Paraná.
É um jornal mais parcial, com textos opinativos onde todos são iguais,
não privilegiando alguém ou alguma instituição. Fatos escritos de forma verídica e com fatos recentes
ocorridos na região.
É um jornal mais dinâmico, possui várias imagens coloridas (fotografias) juntamente com a sua respectiva notícia ou reportagem.
Sua apresentação é bem distribuída, tanto no jornal impresso quanto no jornal online. No jornal online
a manchete mais importante encontra-se destacada, e as demais estão
em uma coluna. Mostra a imagem
da capa do jornal impresso e logo
abaixo, encontram-se as publicidades. A ideia ou opinião pessoal encontra-se na seção opinião, e a opinião do jornal está no editorial e
seus artigos são escritos por pro-
Site: http://www.opresente.com.br
fissionais de qualquer área.
Seus cadernos são divididos em:
agricultura, capa, editorial, esportes,
geral, município, policial, política e
social. No jornal online existe um
espaço para enquetes e também para
o navegador deixar o seu comentário. Existem classificados diversos
e podemos encontrar a ficha técnica com suas respectivas características na versão impressa.
No jornal online não é possível
ler toda a reportagem, deixando assim curiosidade aos leitores. A versão completa pode ser encontrada
somente no jornal impresso.
ALUNAS: LUANA LETÍCIA TENROLLER E CARLINE INÊS VOGT
IMPRENSA ESCRITA NO BRASIL
1706 - Registrada a primeira tipografia do Brasil (Recife).
A carta régia determinava a proibição de impressão de livros
ou papéis avulsos.
1746 - Antonio Isidoro da Fonseca inaugurou a tipografia
do Rio de Janeiro, fechada no ano seguinte pela carta régia
de 10 de maio.
1808 - A chegada da Coroa Portuguesa ao país marca o
surgimento da imprensa brasileira com fundação da imprensa
Régia, em maio.
1808 - O correio Baziliense, fundado por Hipólito da Costa
e impresso em Londres, foi o primeiro jornal em língua portuguesa a circular no Brasil.
1808 - A Gazeta do Rio de Janeiro, primeira publicação
oficial no país, passa a ser editada a partir de 10 setembro.
1811 - A idade d’ Ouro é o primeiro jornal editado na Bahia.
Juntamente com a Gazeta do Rio de Janeiro, é o único que
obtém licença de impressão até 1821.
1812 - Surge o diário do Rio de Janeiro, primeiro jornal
diário do Brasil. Trata-se de informativo com relatos criminais, movimentação portuária, publicidade, leilão, venda e fuga
de escravos.
A IMPRENSA PANFLETÁRIA
Do seu surgimento até 1880, a imprensa brasileira é caracterizada pela panfletagem, refletindo lutas políticas e questões
sociais da época.
1822 - O português João Soares Lisboa lança o Correio do
Rio de Janeiro, pregando a “convocação de uma Assembléia
Constituinte”.
1823 - O pernambucano Frei Caneca lança o Tiphis
Pernambucano, defendendo a liberdade de imprensa e condenando a escravidão. Foi morto em 13 de janeiro de 1825.
1825 - É fundado o diário pernambucano.
1827 - Farol paulistano é o primeiro jornal impresso em
São Paulo.
1829 - Líbero Barbaró promove o lançamento do jornal O
Observatório Constitucional, que faz críticas ao autoritarismo
do imperador.
1831 - Surge no jornal de humor Carcudão, de Recife, a
primeira caricatura impressa no Brasil.
1837 - Lançamento da primeira história em quadrinhos brasileira por Manuel Araújo.
1847 - Fundação do primeiro jornal operário brasileiro.
1852 - Circula na Bahia o jornal das senhoras, o primeiro
periódico feminino do Brasil, ele foi editado até 1855.
1852 - 1853 - Aparecem as primeiras revistas culturais, e
jornais publicam obras de grandes escritores da época em folhetins.
1862 - É impresso o primeiro jornal de circulação diária no
Brasil.
1875 - No dia 4 de janeiro, um grupo de republicanos e
abolicionistas funda o jornal A Província de São Paulo, com
uma tiragem de dois mil exemplares.
1876 - Criação do primeiro jornal operário de São Paulo: O Trabalho. O ilustrador Ângelo Agostini funda a Revista Ilustrada.
1879 - Primeiro jornal em italiano de São Paulo: La Giustizia.
1884 - Surge em São Paulo o diário popular que circula até
2001 quando foi substituído pelo Diário de São Paulo do grupo
Globo.
1891 - Rodolfo Dantas funda, no Rio de Janeiro, o Jornal do
Brasil. O jornal assume condições de publicações livres e independentes.
1892 - Surgem os primeiros jornaleiros e as primeiras bancas de jornais e revistas do Brasil.
1893 - Surge em São Paulo o semanário Fanfulla, totalmente redigido em italiano.
1894 - Lançamento do jornal A Tribuna de Santos.
1897 - Euclides da Cunha é enviado como correspondente
d’O Estado S.
1904 - Primeiro jornal do atual grande ABC: O Monitor.
1905 - Primeira revista brasileira de histórias em quadrinhos: O Tico-Tico.
1906 - Em São Paulo surge o diário A Gazeta, que em 1918
seria comprado por Casper Libero.
1907 - O carioca A Gazeta de Notícias é o primeiro jornal
editado em cores.
1908 - A Voz do Trabalhador é o primeiro jornal brasileiro
de circulação nacional.
1909 - O militante anarquista Edgard Leuenroth lança o
semanário A Lanterna.
1910 - Os grandes jornais do Rio e de São Paulo instalam ou
ampliam escritórios para correspondentes em Londres, Paris,
Roma, Lisboa, Nova Iorque, Buenos Aires, Montevidéu e Santiago do Chile.
1911 - Augusto Malta registra as cenas do carnaval carioca,
tornando-se o primeiro fotojornalista brasileiro.
1920 - Em edição mimeografada, surge pela primeira vez a
Gazeta Mercantil.
1921 - Surge em São Paulo o jornal Folha da Noite, publicado por um grupo de ex-jornalistas d’O Estado de São Paulo.
1924 - É criada a cadeia jornalística, Diários Associados, com
a aquisição de O Jornal, pelo empresário Assis Chateubriand.
1925 - As organizações Globo surgem com a aquisição do jornal O Globo dos Diários Associados pelo Jornalista Irineu Marinho.
1928 - Os Diários Associados lançam O Cruzeiro, a primeira
revista semanal de circulação nacional.
1934 - Surge o primeiro sindicato dos jornalistas do Brasil, em
Juiz de Fora.
1937 - Fundação do sindicato dos jornalistas em São Paulo.
1937-1945 - Getúlio Vargas, no período do Estado Novo, institui
o departamento de imprensa e propaganda que veta o registro de
420 jornais e 346 revistas.
1938 - O decreto 910, de 30 de novembro, regulamenta a profissão de jornalista no Brasil.
1940 - O governo federal invade o jornal O Estado de São
Paulo, a diretoria é destituída e o jornal fica sob intervenção até o
final do regime do Estado Novo em 1945.
1943 - Início da reformulação e modernização dos jornais brasileiros.
1944-1945 - O jornal Tablóide O Globo Expedicionário é enviado para os pracinhas da força expedicionária brasileira, que estava preparando-se para a Segunda Guerra Mundial.
1946 - Fundação da federação nacional dos jornalistas.
1947 - É criada a escola de jornalismo da fundação Casper
Libero.
1949 - Carlos Lacerda lança o jornal Tribuna da Imprensa no
Rio de Janeiro.
1950 - Victor Civita funda a Editora Abril em São Paulo, em
uma pequena sala no centro da cidade. Sete meses depois lança a
primeira revista, O Pato Donald.
1951 - O jornalista Samuel Weiner cria o inovador diário: Última Hora.
1952 - Adolpho Bloch lança no Rio de Janeiro a revista ilustrada
manchete.
1953 - Inauguração em São Paulo da TV Record.
1954 - Primeira pesquisa IBOPE sobre a audiência da televisão
brasileira.
1956 - O Estadão inicia a publicação do Suplemento Literário
1959 - O grupo Abril lança a revista feminina: Manequim.
1960 - As diversas Folhas são unificadas no diário: Folha de
São Paulo.
1961 - Lançamento da revista feminina mensal Claudia do
grupo Abril.
1962 - Assinatura do contrato entre grupos Globo e Time-Life.
1963 - É fundado em São Paulo o jornal Notícias Populares.
1964 - Em maio é fundado o jornal Zero Hora.
1965 - Entra no ar no Rio de Janeiro a TV Globo.
1966 - A Editora Abril lança a revista mensal Realidade.
1968 - Lançamento da revista semanal Veja.
1969 - Surge o semanário O Pasquim, semanário satírico, e
que rapidamente transforma-se em grande sucesso.
1971 - A Editora Abril lança a quinzenal Exame, especializada
em temas econômicos.
1972 - Lançamento do semanário de oposição Opinião, que
contava com a colaboração de jornalistas e intelectuais de oposição.
1975 - Morre em sessão de torturas o jornalista Wladimir
Herzog, diretor de telejornalismo da TV Cultura de São Paulo.
1976 - Deixa de circular um dos mais tradicionais jornais do
Rio de Janeiro: Correio da Manhã, de oposição ao regime.
1977 - A Editora Três lança a revista semanal de informações
gerais Isto É.
1979 - A jornalista Mino Carta lança seu próprio jornal diário O
Jornal da República.
1980 - O jornalista Neiva Moreira lança a revista mensal Caderno do Terceiro Mundo.
1984 - A Folha de São Paulo apoia, a campanha Diretas Já,
pela eleição direta do presidente da república.
1987 - É lançada a revista mensal Imprensa.
1992 - Reportagens publicadas nas revistas, Veja e IstoÉ denunciam o envolvimento do presidente Fernando Collor de Mello
com o esquema PC.
1994 - Mino Carta, jornalista italiano, responsável pelos títulos
mais inovadores da história da imprensa brasileira, lança o quinzenal: Carta Capital.
1995 - No dia 12 de maio a Folha de São Paulo tem a maior
circulação da história da imprensa brasileira.
1995 - Em maio, o Jornal do Brasil inaugura o primeiro jornal
eletrônico do país.
1996 - O jornalista Alberto Dines lança na Web o site Observatório da Imprensa.
1997 - O jornal O Estado de São Paulo começa a publicar a
edição em português do The Wall Street Journal, considerado uma
referência para investidores em todo o mundo.
1998 - É lançada a revista semanal Época do grupo Globo.
2000 - A inédita parceria entre os grupos jornalísticos Folha e
Globo dá origem ao jornal diário Valor Econômico, que concorre
diretamente com a Gazeta Mercantil.
2001 - O grupo Folhas encerra a publicação de notícias populares. A Gazeta Esportiva deixa de circular após setenta e três
anos de existência. O Grupo Globo lança em São Paulo o jornal
Diário de São Paulo, que substitui o centenário Diário Popular.
2002 - Ressurge o satírico O Pasquim, agora com o título Pasquim 21. Lançamento da revista mensal Primeira Leitura.
ALUNOS: DANIEL, EDUARD E ADRIANO
O QUE É SER JORNALISTA HOJE?
Segundo Cláudia Melo - “ser jornalista hoje é ser um profissional constantemente atualizado preocupado com a questão da
formação e da qualificação. É ter consciência da questão ética”.
Jornalistas são profissionais que buscam se informar nas mais
variadas áreas e transmitem ao público notícias e informações
através de jornais, revistas, televisão, rádio e internet. Ele mantém
o público informado sobre todos os acontecimentos de interesse
coletivo. São várias as funções exercidas pelos jornalistas: pauteiro,
repórter, chefe de reportagem, editor, redator, assessor de imprensa ou de comunicação social.
As características necessárias de um jornalista é ter capacidade de transmitir os fatos com correção, sendo assim de forma
clara e concisa, gostar muito de ler, saber muito bem o português,
conhecer diversas línguas estrangeiras, e ter boa memória além
de conhecimento em informática.
As qualidades que um jornalista deve conter é a capacidade de
comunicação, de improviso, pensar e agir sob pressão de síntese,
criatividade, ser curioso, desembaraço, espírito de investigação,
facilidade de expressão, gosto pela pesquisa e pelos estudos, ter
habilidade para escrever, para trabalhar em equipe, tomando iniciativas, interesse em adquirir conhecimento em diversas áreas,
ter interesse por formar variadas formas de comunicação, ser
objetivo, ter raciocínio rápido e ser sociável.
Para se exercer a profissão de jornalista é preciso ter um diploma do curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Este curso tem a duração de quatro anos, com o estágio nem
sempre sendo obrigatório.
O domínio absoluto da língua portuguesa é imprescindível para
garantir um bom futuro na carreira. O mercado desde então, vem
exigindo cada vez mais capacitação profissional.
MERCADO DE TRABALHO
O mercado de trabalho dos jornalistas é super competitivo. Há
concorrências entre jovens profissionais e o mercado, que apresenta muito mais oportunidades no setor privado do que no público, em um país onde o hábito de ler não é muito cultivado.
O jornalista exerce o papel de mediador entre cidadãos e os
acontecimentos, torna-se indispensável para que a complexidade
das relações sócio-econômicas, políticas e culturais, que possam
ser traduzida em informações, em análise e opiniões.
ESCOLAS DE JORNALISMO NO BRASIL
A primeira escola de jornalismo criada no Brasil foi a Faculdade
de Comunicação Social Cásper Líbero, que foi fundada no ano de
1947 na cidade de São Paulo. Universidade de Brasília em 1966,
Universidade Federal de Goiás no ano de 1968. Universidade
Presbiteriana Marckenzie, Universidade de Taubaté- São Paulo.
CURSOS
Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora – Juiz de Fora
Universitário Augusto Motta – Rio de Janeiro
Universitário de Augusto Motta – Unisuam – Rio de Janeiro
Universitário de Bahia – FIB – Salvador
Universitário de Araraquara- Uniara- Araraquara
Universitário de Belo Horizonte – Belo Horizonte
Universitário de Brasília – UniCEUB – Brasília
Universitário de Maringá CESUMAR – Maringá
Universitário de Volta Redonda (UniFoa)
Universitário de Sul de Minas – Varginha
Universitário Positivo – UnicenP – Curitiba
Universitário São Camilo – ES- Cachoeiro de Itapemirim
Universitário Una-Belo Horizonte
Universitário UNIVATES – Lajeado
CESMAC – CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE Maceió – Maceió
Faculdade Delta- Salvador
Faculdade 2 de Julho – Salvador
Faculdade Campo Limpo Paulista – FACCAMP – Campo Limpo Paulista
Faculdade CCAA – Rio de Janeiro
FACULDADE CENECISTA DE SINOP – Sinop
Faculdade de comunicação social de Hortolândia ( Instituto Hoyler ) - Hortolândia
Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC – Itabuna
Faculdade do Vale do Ipojuca – CARUARU
Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande – Campo Grande
Faculdade Estácio de Sá do Espírito Santo – Vitória
Faculdade Integrada da Grande Fortaleza – Fortaleza
Faculdade Pinheiro Guimarães – Rio de Janeiro
Faculdade Prudente de Moraes – Itu
Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora – Macaé
FACULDADE SUL BRASIL – FASUL – TOLEDO
Faculdade Unirg – Gurupi
Faculdades Integradas de Patos – FIP – PATOS
Faculdades Integradas São Pedro – Vitória
Faculdades Santa Amélia – Ponta Grossa
IESB – Instituto de Educação Superior de Brasília – Brasília
Imesb ( Instituto Municipal de Ensino Superior de Bebedouro) – Bebedouro
Instituto Superior de Ciências Aplicadas – Limeira – Limeira
PUC-Campinas – Campinas
União de Faculdades Dinâmica Cataratas – UDC – Foz do Iguaçu
UNICOC – União de Cursos Superiores COC – Ribeirão Preto
UniDF- Centro Universitário do Distrito Federal-Brasília
Unipli- Niterói
Universidade Católica de Goiás – Goiânia
Universidade Católica de Pelotas – Pelotas
Universidade Católica de Pernambuco – Recife
Universidade da Amazônia – Unama – Ananindeua
Universidade de Uberaba – Uberaba
Universidade do Estado de Mato Grosso – alto Araguaia
Universidade do oeste de Santa Catarina – Unoesc campus de Joaçaba
Universidade do Vale do Itajaí – Itajaí
Universidade Estadual do centro-Oeste do Paraná – UNICENTRO – Guarapuava
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Vitória da Conquista
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO – Mariana
Universidade Federal de Roraima – Boa Vista
Universidade Federal de Santa Maria – campus de Frederico Westphalen
Universidade Federal de Uberlândia – Uberlândia
Universidade Federal de Viçosa – UFV – Viçosa
Universidade Federal do Reconcavo da Bahia – Cachoeira
Universidade Federal do Rio Grande do Norte- Natal
Universidade Federal do Tocantins – Palmas
Universidade Metodista de Piracicaba- Piracicaba
Universidade Municipal de São Caetano do Sul – IMES – São Caetano do Sul
Universidade Norte do Paraná – UNOPAR – Londrina
Universidade para o desenv. do Alto Vale do Itajaí – UNIDAVI – Rio do Sul
Universidade Potiguar – Natal
Universidade Presidente Antônio Carlos- Juiz de Fora
Universidade Salgado de Oliveira – Juiz de Fora
Universidade Santa Cecília-UNISANTA – Santos – Santos
Universidade Veiga de Almeida – Rio de Janeiro
USP – Escola de comunicação e Artes – São Paulo
ALUNAS: MILENE BREMM, ÉMILI BREMM E MAIARA LAUFER
Em 1908- Além da formação humanística havia uma preocupação com a prática, demonstrada em atividades laboratoriais
onde o processo de produção de um jornal era reproduzido de
ponta a ponta.
Em 1935- A primeira formação na área começa funcionar
na Universidade do Distrito Federal. Tinha um perfil europeu,
com base em disciplinas como, Ciências Sociais e Ética.
Em maio de 1943, o Decreto Lei 5.480, finalmente criou
um ensino de comunicação social em nível superior. E foi graças a ação da ABI junto ao governo Getulista, que se iniciou na
Faculdade Nacional de Filosofia, na Universidade do Brasil,
onde os primeiros alunos ingressaram na instituição em 1948.
CURIOSIDADES
Você acredita que uma senhora pediu a Folha lhe desse um
papagaio novo, porque o entregador jogou o jornal sobre o seu
animal de estimação e matou o bichinho?
FIQUE POR DENTRO
O 1° JORNAL DAS AMÉRICAS
Publik Ocurrences Both Forreign and Domestick foi o primeiro jornal do continente Americano. Media 15x26cm, possuía 3 paginas, uma delas em branco para que os leitores pudessem anotar acontecimentos recentes e transmiti-los a amigos distantes e parentes.
JORNAL MAIS VENDIDO NO MUNDO
Foi um jornal japonês YOMIURI SHIMBUN, lançado
em 1974, o único com mais de 10 milhões exemplares vendidos por dia.
O SIGNIFICADO DE GAZETA
A palavra “Gazeta” vem do italiano Gazeta uma pequena moeda de cobre com que os venezianos pagavam,
em 1563, para ouvir ou ler uma das mais antigas publicações periódicas de noticias.
PÉROLAS DO JORNALISMO BRASILEIRO I
MANCHETE DO JORNAL TRIBUNA NA BAHIA DE 02
A 07/07/2001
“Pai morto dando comida ao filho”
“Ração para porco é remédio de maluco”
“Carro atropela carroça”
ERROS HISTÓRICOS DO JORNAL
FOLHA DE SÃO PAULO
“As dez pragas do Egito viraram sete em reportagem do
caderno Mais”
“Jesus Cristo foi enforcado em frente a praça... o resto não
da pra ler porra nenhuma”
“No setor de alimentos deverão estar incluíveis, além da
salsicha, da mortadela, do creme dental, e da maionese, a esponja de aço, entre outras”
“Seis dos quatro jovens que viajavam no Passat morreram
domingo”
PÉROLAS DO JORNALISMO BRASILEIRO II
“Empresário morreu ontem a tarde, na Casa de Saúde,
onde já chegou sem vida” (Tribuna do Norte)
“Camisinhas em poste previnem contra AIDS” (Zero
Hora)
“Há muitos relatos que para quem veio do nada, são muito
fieis as suas origens” (do pó ao pó) (O Globo)
“A terapia traz esperança a todos os que morrem de câncer a cada ano.” (na cova?) (Jornal do Brasil)
“Os sete artistas compõem um trio de talento” (hã) (Extra)
“A vitima foi estrangulada a golpes de facão” (uma nova
modalidade de estrangulamento) (O Dia)
“Os nossos leitores nos desculparão por esse erro
indesculpável” (de modo algum!) (O Globo)
“No corredor do hospital psiquiátrico os doentes correm
como loucos” (Naturalmente) (O Dia)
“Parece que ela foi morta pelo seu assassino” (não diga!)
(Extra)
“Ferido no joelho ele perdeu a cabeça” (Espera, onde foi
mesmo o machucado?) (O Dia)
“Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no
cemitério, para a satisfação dos habitantes” (Água no além
para purificar as almas...) ( Jornal do Brasil)
“Prefeito do interior vai dormir bem, e acorda morto”
(acorda??...)(O Dia)
“Quatro Hectares de trigo, foram queimados. A principio,
trata-se de um incêndio! (Ah bom, achei que fosse uma
churrascada) ( Jornal do Brasil)
ALUNAS: BIANCA GUTERRES,
CARLINE VOGT E JAYNE BORELLI
A
Agência de Noticias
Empresa que elabora e fornece matérias jornalísticas. Pode
ser de âmbito, local, nacional ou internacional.
Almanaque
Obra anual de texto, informativos e recreativos. Também
pode ser uma edição especial de uma revista, com matérias especiais.
Articulista
Profissional que escreve artigos assinados, onde opina pessoalmente sobre fatos relevantes.
Artigo
Texto interpretativo e opinativo que desenvolve uma idéia.
Assinatura
Nome do autor da matéria.
B
Barriga
Notícia inverídica, normalmente com grande alarde e sem
má fé. Na tentativa de furar os concorrentes.
Boletim
Publicação periódica que se destina a divulgação de atos
oficiais. É diferente do jornal e da revista.
Boneco
Esquema de paginação e diagramação. Projetos gráficos e
funciona como um leiaute.
Briefing
Instruções e diretrizes transmitidas de uma forma resumida.
C
Capitular
Letra em destaque no inicio do texto.
Calhau
Notícia, artigo, matéria de menor importância. Que serve
para preencher espaços vazios.
Carta
Texto recebido pela imprensa e publicado em seção destinada para isso.
Cartola
Palavra ou expressão que define o tema da matéria.
Cascata
Redação inconsistente, longa e pobre de conteúdo.
Chamada
Pequeno resumo de uma matéria na primeira página que
tem objetivo de atrair o leitor.
Charge
É uma ilustração com finalidade de satirizar algum acontecimento atual.
Cartoon
Difere da charge, pois retrata situações do dia-a-dia da sociedade.
Chamada
Texto na primeira página dos jornais destacando as principais matérias.
Checar
Confirmar uma noticia ou informação antes de publicá-la.
Cobertura
Trabalho de apuração de um fato para transformá-lo em
noticia.
Colunista
Jornalista ou escritor que redige em jornal ou revista. Pode
ser cronista, comentarista, um critico, etc.
Conselho Editorial
Grupo de profissionais que se reúnem com objetivo de definir uma linha editorial.
Copidesque
Do original copy desk, é o trabalho de revisão do texto, da
redação final para a publicação de um texto escrito.
Correspondente
Repórter encarregado de enviar regularmente as noticias e
artigos para empresa jornalística.
Cozinha
Trabalho de reescrever matéria do próprio veiculo ou de
outra publicação.
Crônica
Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal.
D
Deadline
Prazo final para baixar página ou fechar a edição do jornal.
E
Editar
Manter e produzir determinada produção jornalística.
Editor
Pessoa que dirige e coordena uma publicação periódica,
responsável pela edição de conteúdo ou produto de um determinado
setor.
Editoria
Cada uma das seções de um órgão de imprensa.
Editorial
Texto opinativo, impessoal, sem assinatura, referente a assuntos relevantes. Que define ponto de vista da empresa ou responsável pela publicação.
Empastelar
Invadir ou assaltar oficina ou redação de um jornal.
Encarte
Folha ou conjunto de folhas com matéria especial que se
destaca entre as folha normais.
Entrevista
Trabalho que pressupõe contato pessoal entre o repórter
entre uma ou mais pessoas, que se dispõe a prestar informações
sobre o assunto.
Entrevista Coletiva
Tipo de entrevista em que a personalidade atende a imprensa em conjunto, presentes diversos veículos de comunicação.
Entrevista Exclusiva
Tipo de entrevista concedida apenas a um repórter e que
só pode ser divulgada pelo veículo de comunicação que ele
representa.
Enxugar
Aperfeiçoar a redação de um texto.
Errata
Lista dos erros que saíram impressos numa publicação.
Expediente
Quadro de identificação de jornais com endereço da empresa, fones, e-mail, e profissionais responsáveis.
F
Fait- Divers
Fatos diversos. Noticia que desperta interesse do leitor.
Fio Data
Disposição e identificação da data nas publicações.
Foca
Repórter sem experiência na profissão.
Fonte
Procedência da informação na apuração jornalística.
Tipologia. Família de letras.
Foto Legenda
Nota que acompanha uma foto e se destaca na página.
Freelance
Trabalho avulso sem vinculo empregatício encomendado a
qualquer profissional.
G
Gancho
Início de uma matéria jornalística, que também pode ser um
fato que desencadeou outra notícia.
Gilete-press
Expressão que indica o hábito de produzir notícias a base de
matérias prontas.
I
Imprensa Marrom
Imprensa sensacionalista.
Imprensa chapa branca
Imprensa aliada aos governos.
Intertítulo
O mesmo que entretido. Títulos que subdividem uma matéria em vários trechos.
J
Jabá
Forma abreviada de Jabaculé. Corrupção no serviço de um
profissional da comunicação.
Janela
Espaço aberto dentro de qualquer matéria ou elemento da
página.
L
Lauda
É usado para definir a quantidade de texto a ser produzido
na matéria.
Lead ou Lide
É a abertura do texto que destaca o fato. O Lide clássico
responde as perguntas: Quem? O quê? Quando? Como? Onde? Por
quê?
Legenda
Texto breve que acompanha uma ilustração ou foto.
Linha de apoio ou linha finalidade
Subtítulo composto por frase ou período geralmente usado
logo após o título.
M
Manchete
Título principal que destaca o fato de maior importância.
Matéria ou Retranca
Toda e qualquer matéria do jornal.
N
Newsletter
Boletim informativo com notícias de interesse especial para
um público restrito.
Nota
Matéria ou retranca com poucas frases.
Notícia
É a matéria prima do jornalismo.
O
Olho
O mesmo que antetítulo. Pequeno trecho destacado da matéria diagramado em corpo maior e colocado em janelas.
P
•
•
Pasquim
Jornal insolente, injurioso, mordaz e satírico.
Pauta
Principais assuntos.
Planejamento do assunto.
Perfil
Tipo de entrevista que utiliza aspectos biográficos para
mostrar ao público características do entrevistado.
Pingue- Pongue
Entrevista editada na forma de diálogo, com perguntas e
respostas.
Pirâmide invertida
Disposição das informações por ordem decrescente de importância.
Política Editorial
Conjunto de diretrizes que norteiam a definição de linhas
editoriais em uma empresa de comunicação.
R
Redação
1. Conjunto de pessoas que redigem regularmente para um
determinado periódico.
2. Lugar onde trabalham os redatores.
S
Seção
Parte de uma publicação sobre o mesmo tema.
Sic
Significa “assim” empregada para indicar que o texto original foi escrito assim.
Suíte
Continuação de uma notícia com novas informações.
ALUNAS: ALANA RUTZEN, BIANCA ROSSATO,
NATIELI E MARIÁH MAJOLO
A
Abrir Foto: Ampliar o tamanho da foto na página.
Articulista: Pessoa que escreve artigos para jornais e revistas.
Artigo: Texto que mostra a opinião de uma pessoa, e deve ser
assinada por ela.
Aspas: Declaração inserida em uma matéria.
B
Baixar: Mandar uma página para as oficinas do jornal.
Bigode: A linha que serve para marcar uma separação entre textos
ou ilustrações.
Barriga: Matéria com informações falsas ou erradas.
Box: Recurso editorial que se reveste de forma gráfica própria,
um texto extenso que aparece entre fios.
“Briefing”: Significa informe.
Buraco: Fato que ocorre quando os textos e fotos não são suficientes para preencher um espaço previsto.
C
Cabeça: Marca no alto da página usada para definir a Editoria
responsável ou o tema da página.
Cabeçalho: Informações gerais e obrigatórias sobre a publicação.
Caderno: Conjunto impresso formado por no mínimo quatro páginas.
Calhau: Anúncio do próprio jornal usado para ocupar espaço na
página.
Cartola: O mesmo que retranca ou chapéu.
Chamada: Pequeno texto usado na primeira página para chamar
a atenção do leitor.
Chapa: Material metálico como matriz, usado para imprimir o
jornal.
Chapéu: É uma palavra sempre sublinhada usada acima do título.
Chefe de Reportagem: Profissional que coordena os reportares,
determinando o que eles devem fazer.
Clichê: O mesmo que edição.
Clipping: Serviço de levantamento, coleção e fornecimento de
recortes de jornais e revistas ou cópias de emissões de televisão ou
rádio.
Cobertura: Atividade do repórter ou equipe de reportagem no
local de um acontecimento.
Coluna: Seção do jornal ou revista, assinada ou não tratando do
tema ligado á editoriais ou seção.
Colunista: O responsável pela coluna.
Copyright: Termo importado dos EUA, são os direitos reservados
ao autor de uma obra ou a quem comprou os direitos do autor.
Crédito: Assinatura usada em foto ou para marcar material produzido por agência ou outra publicação.
Crônica: Não há compromisso necessariamente com temas da
atualidade, o estilo é livre e isento de regras de estilo jornalístico.
Cruzar Informações: Significa confrontar informações originarias de determinada fonte com uma fonte independente.
D
Dead line: Último prazo para que uma edição seja fechada.
Declaração: Texto ou opinião oficial expressa verbalmente por
entrevistado.
Dedo-duro: Referência colocada em uma matéria para fazer com
que o leitor leia outra página com assunto diferente.
Derrubar a reportagem: Termo usado para expressar que uma
reportagem não vai ser publicada.
Diagramação: Adequação dos textos, desenhos, gráficos e fotos
numa página de acordo com os padrões visuais da publicação.
E
Editar: Prepara matéria para ser impressa, nos padrões do veículo.
Editor: É o jornalista que chefia um grupo de jornalistas que compõem uma Editoria.
Editor Chefe: É o jornalista que chefia a redação do jornal.
Editoria: Seção especializada em determinado setor.
Editorial: Texto com a opinião da publicação, não vem assinado.
Enquete: Pequenas entrevistas para levantar a opinião da comunidade.
Enxugar: Resumir um texto.
Espelho: É a previsão do que vai ser publicado em uma página
com a inclusão dos anúncios.
Estouro: Ocorre quando um texto é maior que o espaço reservado.
F
Fato: Entre um fato em uma declaração prefira o primeiro, mesmo que notícia.
Feature: Gênero jornalístico que vai além do caráter factual imediato da notícia.
Fechamento: Etapa do processo de edição em que os trabalhos
são encerrados.
Fio: Linha usada para dividir textos ou matérias.
Foca: Jornalista iniciante.
Follow up: Lembrete por telefone ou contato pessoal.
Fonte: Pessoa que dá origem á uma informação ao veículo.
Fotografia: Recurso essencial do jornalismo contemporâneo.
Foto- Jornalismo: A fotografia jornalística fixa um acontecimento
e as suas impressões.
Foto- Legenda: Pequena matéria, de no máximo 20 linhas, usada
para explicar.
Fotolito: Filme gráfico negativo usado para queimar a chapa.
Furo: Matéria jornalística exclusiva de grande repercussão.
G
Ganhar na foto: Diminuir a foto para ganhar mais espaço para o
texto.
Gancho: Pretexto que gera a oportunidade de um trabalho jornalístico.
I
Iceberg: Texto que começa na primeira página e continua em páginas internas.
Ilustração: Desenho feito a mão para ilustrar determinadas reportagens.
Indicadores: Lista de dados do mercado financeiros em forma de
tabela.
Intertítulo: Pequenos títulos colocados no meio de texto.
Infográfico: Artifício gráfico que envolve imagem e pequenas informações de texto que se complementam.
Informe publicitário: Anúncio pago com aspecto jornalístico.
J
Jabaculê ou jabá: Dinheiro ou presente ao jornalista.
Janela: É quando se coloca uma foto menor dentro de uma foto
maior para destacar detalhes.
Jornalismo analítico/opinativo: Os fatos contemporâneos exigem a
análise do noticiário.
Jornalismo de serviço: O Jornalismo não existe para adoçar a realidade, mas para mostrá-la de um ponto de vista crítico.
Jornalismo de serviço: Explora temas que tenham utilidade concreta e imediata para a vida do leitor.
Jornalismo Especializado: Requer do jornalista domínio maior dos
assuntos sobre os quais escrevem.
L
Lead ou Lide: Abertura da matéria tradicional.
Legenda: Linha de texto colocado sob a foto.
Lidão: Texto de até 60 linhas, usado para coordenar varias matérias
de um mesmo assunto.
Linha de tempo: Dados dispostos em ordem cronológica com fotos
e ilustrações.
Logotipo: É o nome do jornal com as letras em corpo, forma e
desenho escolhido pela empresa jornalística.
M
Macarrão: Palavra usada para designar folha solta de papel-jornal,
em tamanho padrão e também pode ser utilizado para aumentar ou
diminuir o número de paginas de uma edição.
Mailing: Listagem de nomes e endereços.
Manchete: É o título principal que indica a notícia mais importante
do jornal, caderno, seção ou página.
Matéria: Texto preparado jornalisticamente.
Matéria de gaveta: Aquela matéria que espera a ocasião oportuna
para ser pública.
Matéria Fria: Matéria que impede de sua atualidade para ser
publicada.
Memória: Texto preparado jornalisticamente lembrando antecedentes do fato.
Mídia eletrônica: Rádio, TV, Internet.
Mídia impressa: Jornal e Revista.
N
Nariz-de-cera: Introdução vaga, sem necessidade, de uma matéria.
Normas de redação: Conjunto de regras usadas para padronizar a
produção de textos, títulos e legendas.
Notícia: Registro de fatos, de informações de interesse jornalístico,
sem comentários.
Nota oficial: Documento impressão com a opinião de uma determinada fonte.
Nota ou balaio: Texto curto usado em colunas.
Numeralha: Box que destaca dados numéricos em uma matéria determinada.
O
Off: Declaração dada sob o compromisso de não revelar a fonte.
Olho: Frase destacada sob o título ou no conjunto da página.
On: Declaração sem impedimento de revelar a fonte.
P
Pauta: É uma ordem de serviço transmitida pelos chefes de reportagem, também devem indicar os temas principais que devem ser abordados no texto.
Pauta furada: Informação falsa.
Pé da matéria: É o final do texto.
Perguntas e respostas: Matéria disposta sob a forma de um questionário.
Perna: Sinônimo de coluna.
Personagem: Texto para mostrar quem é o ator principal da matéria.
Pescoção: Trabalhar durante a noite e a madrugada para antecipar
material de fim de semana.
Pingue-pongue: Matéria em forma de perguntas e respostas.
Plantar: Publicar informação com outro objetivo que não de informar.
Povo Fala: Enquete com populares sobre determinado assunto.
Press release: Informação preparada pela assessoria de imprensa e
encaminhada aos veículos.
Propaganda: Informa a respeito das ofertas de mercado.
Projeto Gráfico: Padronização usada pela publicação para dispor
uniformemente matérias, fotografias e adereços gráficos.
Q
Quadro: Box para explicar determinada informação da matéria.
R
Rafe: Aportuguesamento da palavra inglesa rough.
Reco: Matéria recomendada pelos superiores.
Redator: Jornalista especializado em rever o texto do repórter e em
preparar títulos e legendas.
Release: Matéria preparada por assessoria de Imprensa.
Repercutir: Prosseguir no assunto do próprio jornal ou de outro.
Reportagem: Matéria com grande centrimetagem, cobrindo integralmente determinado assunto.
Retranca: Palavra que identifica um texto, formada de preferência
por só uma palavra.
S
Seção: Sinônimo de editoria ou coluna de opinião ou nota.
Selo: Recurso gráfico que marca uma reportagem, uma série de
reportagem.
Serviço: Pequeno texto usado no pé da matéria contendo endereço,
página web ou telefone de algo citado na matéria.
Side: Termo usado para designar um outro lado da reportagem.
Standard: Tamanho padrão dos jornais, mede 54 x 33,5cm.
Stand by: Textos que podem ser publicados em qualquer época.
Sub: Matéria coordenada com a principal da página, título informal
usado pelo sub-editor.
Sub-lead: Parágrafo colado ao lead da matéria.
Suíte: Designa a reportagem que explora os desdobramentos de um
fato na edição interior.
Suplemento: Caderno adicional ao material principal do jornal.
Sutiã: Pequena linha de texto usada sobre ou logo abaixo do título
para destacar informações da matéria.
T
Tabela: Gráficos numéricos dispostos ordenadamente.
Tablóide: Formato de jornal igual a metade da página do jornal.
Template: Modelo de página, dentro do projeto gráfico, que serve
para iniciar o processo de diagramação.
Texto Final: É o que vai ser publicado.
Tijolinho: Informação contida em roteiros.
Título: Frase usada no alto da matéria para chamar a atenção do
leitor.
Toques: Número limite de letras, espaços em branco e sinais ortográficos capazes de caber numa linha de título, legenda, sutiã ou olho.
Tripa: Coluna imprensada por anúncios ou anúncios de grande tamanho.
Trocar figurinha: Trocar informações com colegas do próprio jornal
ou de jornais concorrentes.
V
Vazado:Texto claro colocado sobre fundo escuro.
Vazamento: Informação que escapa ao controle da fonte responsável
pelo seu sigilo e chega aos meios de comunicação.
Vender a pauta: Sugerir determinado tema ao editor.
Vídeo-release: Release em fita para tevê.
ALUNAS: ANDRESSA KRACKE, LUANA LANG,
LUANA TENROLLER, LUCIMERY GIBBERT.
FILME: MERA COINCIDÊNCIA
FICHA TÉCNICA:
Título Original: Wag the Dog
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1997
Site Oficial: www.wag-the-dog.com
Estúdio: New Line Cinema / Tribeca Productions / Baltimore Pictures /
Punch Productions
Distribuição: New Line Cinema
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Hilary Henkin e David Mamet, baseado em livro de Larry Beinhart
Produção: Robert de Niro, Barry Levinson e Jane Rosenthal
Música: Mark Knoffler
Direção de Fotografia: Robert Richardson
Desenho de Produção: Wynn Thomas
Direção de Arte: Mark Worthington
Figurino: Rita Ryack
Edição: Stu Linder
CURIOSIDADES:
Depois que a produção do filme começou, mas antes de seu
lançamento, o presidente americano Bill Clinton se envolveu
em escândalos sexuais e ameaçou atacar o Iraque.
Dustin Hoffman baseou seu personagem no produtor
Robert Evans.
O diretor de longa, Barry Levinson, faz uma ponta logo na
cena inicial, aparecendo de costas dentro do estúdio.
O Slogan “Why Change Horses
Midstream” foi usado na campanha
de Abraham Lincoln, durante a Guerra Civil.
No fim do filme, um programa de
entrevistas dá seu número de contato,
(1-800) 555-0199. O mesmo número é
usado em Beleza Americana, no escritório de Lester, em O Informante, no fax
de Lowell Bergman, ele é reservado
pela companhia telefônica para servir à mídia em geral.
Entre Diner, de 1982, e Ruas de Liberdade, de 1999, Ralph
Tabakin apareceu em todos os filmes do diretor Barry Levinson.
O personagem Winifred Ames havia sido escrito originalmente para um homem, ficando com Anne Henche.
A fala de Conrad (Robert de Niro), “ um bom plano hoje é
melhor que um plano perfeito amanhã”, é uma citação de George
S.Patton, genwral da Segunda Guerra Mundial.
Robert de Niro e Dustin Hofman participaram do filme sem terem
um salário pré-estabelecido.
Hoffman e Levinson fizeram o filme durante um intervalo na produção de Esfera.
Durante o filme, um piada refere-se a James Belushi como imigrante da Albânia. Ele é, de fato, filho de imigrantes libaneses.
PERSONAGENS:
Winifred Ames ( Anne Heche)
Conrad Bream ( Robert de Niro)
Stanley Motss (Dustin Hoffmann
Diretor:Barry Levison
O filme mostra como a mídia e o público podem ser manipulados pelo governo e
suas assessorias.
O filme ”Mera Coincidência” foi dirigido por Barry Levionson e estrelado por
Robert de Niro e Dustin Hoffmam. .
A solução encontrada foi plantar uma notícia falsa de uma
guerra contra a Albânia, mas na verdade era uma “menina albanesa”
em perigo no meio da “guerra” na sala de edição, no estúdio.
Essa guerra foi retratada na verdade. Mas eles tinham feito
uma montagem para a mídia.
É um ótimo filme, fora que ele insinua que o presidente teve
relações sexuais com uma garota.
ALUNAS: BIANCA E PATRICIA KUHN
O filme ''Mera Coincidência'' relata como a mídia e o público
são facilmente manipulados pelo governo.
Cada fato novo da história conta com trilha sonora, um tanto
ruim, imagens de estúdio e um cuidadoso trabalho de marketing.
Tudo muito bem pensado e executado.
Pessoas morrem para que o governo consiga o que quer.
Hoje em dia ainda existe esse comando do governo sobre a
mídia e o público.
É melhor ficar de olho aberto.
ALUNOS: EDUARD F. LAMB E DANIEL STEFFLER
O filme retrata a re-eleição de um presidente americano, cujo 15
dias antes da eleição, saiu na mídia um escândalo sexual que envolveu o presidente dos Estados Unidos, com uma menor de idade.
Para que os eleitores “esquecessem” o caso, contrataram um
produtor Hollywoodiano para resolver o caso. Ele tem a ideia de
fazer uma guerra fictícia contra a Albânia.
Quando o assunto envolve dinheiro e realização pessoal, as pessoas não se preocupam com as consequências. Trabalhando 15 dias
e noites na produção do filme, onde todos de alguma forma saíram
beneficiados. O elenco se comporta como em um filme normal, mas
este fora das regras.
Para quem não conhece como se produz e direciona um filme, é
uma forma prática de conhecer mais.
O filme atinge o ponto fraco dos americanos, com muita
dramatização e marketing, elaborando novas músicas em estilo
“country”, usando como tema um sapato velho, representando o
herói que foi esquecido na guerra. Espalharam pela cidade sapatos
velhos, para homenagear William Schumann, o herói. O engraçado
é que seu sobrenome, quando traduzido se torna o homem do sapato.
A primeira ideia de roteiro não foi produzida, pois com erros e
descobertas da mídia era necessário mudá-lo, um exemplo seria a
chegada do herói americano vivo, aos Estados Unidos, que era um
presidiário condenado por estupro, que diariamente devia ser dopado
por remédios. Na sua volta foi morto por um fazendeiro americano,
pois tentou estuprar a sua filha.
O plano foi mudado e o herói acaba chegando num caixão coberto com a bandeira dos Estados Unidos. Para todos estava tudo bem,
mas o produtor do filme não se agradou com a recompensa, que
seria, ser embaixador no país que escolhesse, assim sendo, tentou
revelar o seu trabalho para todos, e conseguindo assim a sua realização pessoal, pois já era produtor há tempo e seu trabalho não era
reconhecido. Acabou sendo morto pela FBI, mas na mídia foi lançado que morreu de “ataque cardíaco”.
O título do filme já revela a ideia, Mera Coincidência, que está
relacionado com a história de Mônica Levinski e Bill Clinton. O
filme é meio exagerado, cômico, mas mesmo assim relatando a
realidade. O incrível é como a mídia manipula as pessoas mudando
a atenção dos assuntos, com uma forma que poucos percebem. Mas
infelizmente isso acontece mesmo em todo o mundo, inclusive no
Brasil, não só na política, mas também em outros assuntos. Um caso
mundial é a gripe suína, que “surgiu” para abafar a crise econômica.
ALUNAS: LUANA LETÍCIA TENROLLER,
CARLINE INÊS FRAI VOGT
Tendo como atores principais, Robert de Niro e Dustin Hoffmann
o filme Wag the Dog ou Mera Coincidência como título brasileiro,
relata a que ponto uma pessoa pode chegar para conseguir esconder
um erro, principalmente quando se está prestes a ser re-eleito presidente de um país.
Um escândalo sexual ameaça a re-eleição para presidente
dos EUA. A partir daí o governo cria uma guerra fictícia, com
direito a trilha sonora, efeitos especiais, publicidade e até mesmo um presidiário.
A guerra é desmentida pela CIA, mas a sua repercussão na mídia
ainda é grande, e através disso cria-se um herói, conhecido como o
sapato velho.
O filme nos mostra como a mídia é capaz de influenciar o povo,
tanto é que muitos de nós dizemos “É verdade! Eu vi na TV.” quando
muitas vezes não passa de algo criado para que nós tenhamos uma
boa ou má impressão de determinada situação.
Talvez possamos citar como exemplo a crise econômica e a
influenza A h1n1, que foi colocada em evidência após explodir a
bomba da crise econômica mundial que afeta a todos, tanto economicamente quanto emocionalmente.
ALUNAS: ALANA RUTZEN E BIANCA ROSSATO
Mera Coincidência é um filme que mostra a realidade além das
câmeras.
No início do filme, o Presidente dos Estados Unidos se candidata
novamente às eleições presidenciais e é envolto por um escândalo
sexual, o qual ocorre em apenas alguns dias antes das eleições.
Vendo-se em uma difícil situação e sem tempo para “pensar”
duas vezes, contratam um dos maiores profissionais de Marketing,
Conrad Bream (De Niro). Cuja função é distrair a mídia e abafar esse
caso, sendo o objetivo re-eleger o Presidente.
Juntamente com Bream, é contratado Stanley Motss um produtor
pouco reconhecido no mercado e que está em busca de seu sucesso.
Armam uma inteligente situação, onde Estados Unidos entram
em guerra contra Albânia, um país pouco noticiado. Tendo todos os
recursos necessários e toda tecnologia a disposição, conseguem literalmente enganar o povo, que mais uma vez é abusado sendo agora
de uma forma sentimentalista.
Dentre “mera coincidência” acabam por conquistar os votos e
atingindo mais de 80% da população sendo um alto índice a seu favor.
Stanley Motss (o produtor) vendo que seu objetivo estava mais
impossível do que a rejeição do Presidente, apesar deste estar eleito,
decide revelar o “filme” que ele produziu, pois sabia que com isso
atingiria o ponto mais alto de sua carreira: o sucesso.
Sendo novamente uma mera coincidência morre de “infarto”.
É mais uma história que mostra a realidade do mundo, suas armações e fantasias enganando de uma forma ridícula o povo e conquistando objetivos que honestamente falando, envergonham seus cargos
e não merecem serem representantes de uma nação que acredita e
luta por um mundo melhor.
ALUNAS: ÉMILI CRISTINE BREMM
E MILENE LARIESSA BREMM
A
o término das pesquisas realizadas pelos alunos do Programa Viva a Escola: “Aprendendo a Arte da
Comunicação Impressa: Conhecendo e Produzindo um Jornal Comunitário e Estudantil”, pode-se
perceber a ampliação do conhecimento referente ao mundo da comunicação impressa, perante a
sensibilização através de frases sobre o jornalismo, conhecendo a vida profissional dos jornalistas em destaque no
âmbito nacional; a história dos principais jornais brasileiros, bem como os principais jornais online do Estado
(Paraná); a linha de tempo da imprensa escrita no Brasil; jornalismo como profissão; pérolas e curiosidades
jornalísticas, glossário e jargões jornalísticos e resenha crítica do filme Mera Coincidência.
Proporcionou-se aos educandos o aprimoramento dos textos pesquisados através de sínteses, interpretações,
leitura bem como a oralidade através de plenária realizada, onde cada aluno individual, em dupla, em grupo
conforme o assunto, pode desenvolver a habilidades da comunicação.
Com o advento dos meios de comunicação, principalmente dos ilimitados atrativos oferecidos pela internet,
fez-se necessário dispor estas ferramentas e materiais didáticos (TV pendrive, TV, dvd, computador...) capazes de
atrair e fixar a atenção dos alunos para os conhecimentos transmitidos, estimulando assim, a pesquisa, a leitura, a
escrita, a oralidade, levando à análise crítica e transformando-os em cidadãos do mundo, responsáveis e inseridos
no contexto social.
SITES PESQUISADOS:
www.anj.org.br
www.bonde.com.br/folha
www.correiodopovo.com.br
www.diariopopular.pr.com.br
www.folha.uolcom.br
www.gazetadoparana.com.br
www.gazetamercantil.com.br
www.google.com.br
www.guiamidia.com.br/sitesjornalismo
www.jbonline.terra.com.br
www.jornaldoestado.com.br
www.jornaldooeste.com
www.observatoriodaimprensa.com.br
www.opresente.com.br
www.paranaonline.com.br
www.plusgsm.com.br
www.portal.rpc.com.br/gazetadopovo
www.scribd.com/doc/5665533
www.sitequente.com
www.tudoparana.globo.com/gazetadopovo
www.uol.com.br
www.wikipédia.org