Here - Óbidos Junho das Artes

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Here - Óbidos Junho das Artes
ÍNDICE
INDEX
ÍNDICE
INDEX
O6 >
TELMO HENRIQUE CORREIA DANIEL FARIA
PRESIDENTE CAMÂRA MUNICIPAL DE ÓBIDOS
O8 >
PAULO PIRES DO VALE
IDENTIDADE E DIFERENÇA
12 >
LUÍS SERPA
DIFERENÇA E SIMULACRO
16 >
ARTISTAS CONVIDADOS
GUEST ARTISTS
5O >
18 >
22 >
26 >
3O >
34 >
38 >
42 >
46 >
BALTAZAR TORRES
CARLOS CORREIA
DIANN BAUER
JOÃO VILHENA
LIDIJA KOLOVRAT
LUÍS CAMPOS
ROBERTO BARNI
SUSANNE THEMLITZ
ARTISTAS EMERGENTES
EMERGENT ARTISTS
61 >
NOVOS CRIADORES
UPCOMING ARTISTS
9O > CURRÍCULOS > ARTISTAS CONVIDADOS
98 > GLOSSÁRIO
1OO> FICHA TÉCNICA
«DYSNEYLAND EST UN MODÈLE PARFAIT
DE TOUS LES ORDRES DE SIMULACRES
ENCHEVÊTRÉS. C’EST D’ABORD UN
JEU D’ILLUSIONS ET DE PHANTASMES:
LES PIRATES, LA FONTIÈRE, LE FUTUR
WORLD, ETC. CE MONDE IMAGINAIRE
EST CENSÉ FAIRE LE SUCCÈS DE
L’OPERATION. MAIS CE QUI ATTIRE
LES FOULES, C’EST SANS DOUTES
BIEN DAVANTAGE LE MICROCOSME
SOCIAL, LA JOUISSNACE RELIGIEUSE,
MINIATURISÉE, DE L’AMERIQUE RÉELLLE,
DE CES CONTRAINTES ET DE SES JOIES.
(…) TOUTES LES VALEURS Y SONT
EXALTÉES PARA LA MINIATURE ET LA
BANDE DESSINÉE. (…) DYSNEYLAND
EST POSÉ COMME IMAGINAIRE AFIN DE
FAIRE CROIRE QUE LE RESTE EST RÉEL,
ALORS QUE TOUT LOS ANGELES ET
L’AMÉRIQUE QUI L’ENTOURE NE SONT
DÉJÀ PLUS RÉELS, MAIS DE L’ORDRE DE
L’HYPERRÉREL ET DA LA SIMULATION.
IL NE S’AGIT PLUS D’UNE
REPRÉSENTATION FAUSSE DE LA
REALITÉ (L’IDEOLOGIE), IS S’AGIT DE
CACHER QUE LE RÉEL N’EST PLUS LE
RÉEL, ET DONC DE SAUVER LE PRINCIPE
DE REALITÉ.» [JEAN BAUDRILLARD]
TELMO
HENRIQUE
CORREIA
DANIEL
FARIA
Presidente
Camâra
Municipal
de Óbidos
O6 <
O <
A segunda edição do Junho das Artes segue a linha do ano anterior, reforçada por novas apostas
que procuram conferir maior lastro a um evento que vai paulatinamente criando o seu espaço na
arte contemporânea nacional.
Este ano contamos com a presença de Luís Serpa como comissário. Um dos mais importantes galeristas nacionais cujo percurso e dimensão ultrapassa a esfera nacional. Internacionalmente Luís
Serpa é um galerista e coleccionador respeitado e identificado com Portugal no domínio da criação
contemporânea. Enquanto comissário, confere ao Junho das Artes uma credibilidade insuspeita,
sendo também um factor de motivação à participação, que resultou numa apresentação massiva de
candidaturas aos projects rooms. A selecção reflecte a diversidade e dificuldade da escolha e colocará a Vila e os seus visitantes em diálogo, instigando reacções díspares às obras apresentadas.
A eternidade da Vila afirma-se neste diálogo e na convergência com a criação contemporânea.
Há um sentido estético intemporal reforçado pela qualidade da arte antiga da Vila e do seu espaço
urbano programado e criado durante séculos. Talvez não exista melhor e mais difícil cenário para
que artistas testem a magnitude das suas obras. É um desafio a que a Vila e os criadores se lançam.
Em alguns casos, obras projectadas para outros locais são aqui apresentadas, num segundo fôlego,
contra ou em conjugação com a voracidade da arte contemporânea.
Óbidos, durante o Junho das Artes, relaciona público e criadores, funcionando como amplificador
de ambos. Não só lhes garante visibilidade, como se assume como território de transgressão, não
como uma página ou tela em branco, mas como uma obra-prima a quem os criadores devem
ousar reinterpretar. Haverá limites para essa falta de humildade ou esta pergunta nem tem sentido?
Ainda recentemente António Pinho Vargas ousou criar um segundo andamento para o Concerto
Brandeburguês n.º 3 de Johann Sebastian Bach. Uma heresia ou apenas a prova de que pode haver
um caminho para além da perfeição? Será o tempo e o público quem ditará o seu destino. Acima de
tudo, esta abordagem integradora das dinâmicas da Vila não a valoriza em exclusivo, valoriza mais
as Pessoas que nela habitam e a visitam e, principalmente, os criadores que nela participam.
É importante sublinhar que o Junho das Artes não é apenas um evento, mas o acorde final (ou
inicial) da programação anual da Rede de Museus e Galerias. Através das Galerias, onde se destaca
a galeria novaOgiva, a ligação da Vila com a arte contemporânea vai sendo reforçada. A integração
de valores intemporais da nossa cultura com as abordagens mais inovadoras do presente marca
esse programa. Assim foi com o enorme sucesso da exposição Bordalo Contemporânea até à actual
exposição RobotArt de Leonel Moura.
O Junho das Artes 09 marca também um salto qualitativo face ao ano anterior, no assumir do
conhecimento como uma dimensão essencial do processo criador. Permitir aos mais jovens artistas a possibilidade de aprender, de expandir os seus horizontes com artistas e técnicos que se
destacaram nas suas áreas de intervenção. Pedro Calapez, Pedro Sena Nunes, António Sousa Dias
ou a empresa Ydreams são alguns dos exemplos que abrem o Junho das Artes à transferência de
conhecimento ou ao saber fazer.
Também o espaço de intervenção artística foi alterado ganhando novos espaços, para além das
galerias e museus da vila, demonstrando a potencialidade de vazios urbanos, uns mais temporários
do que outros, também eles parte constituinte do nosso ambiente construído.
Junho, em Óbidos, é um convite alternativo. Uma vila sem muralhas, que se permite reinventar por
aqueles que a conhecem, mas também por aqueles que apenas a olham. Acima de tudo... não há
espaço para a indiferença.
PAULO
PIRES
DO VALE
IDENTIDADE E DIFERENÇA
A alteridade no coração da ipseidade
“Que coisa te contarei primeiro? Que coisa no fim?
Pois muitas foram as desgraças que me deram os Olímpios.
Agora direi em primeiro lugar o meu nome, para que fiqueis
a sabê-lo, e para que de futuro, tendo fugido ao dia impiedoso,
eu possa ser vosso anfitrião, embora seja longe a minha casa.
Sou Ulisses, filho de Laertes (...)”
Homero, Odisseia
Uma coisa é o que é. Nesta aparente simplicidade tautológica reconhecemos um problema filosófico antigo e fundador: o da identidade. A relação que um ente estabelece consigo mesmo.
O carácter do que é o mesmo - idem, e que de forma imediata (e nesta imediatez estará, como
veremos, o problema), apresentamos logicamente como A=A. Nesta fórmula fica explícita não
apenas a identidade numérica (unicidade), mas a in-diferença em relação a si, a igualdade consigo, a indiscernibilidade (Leibniz), a unidade. Contudo este princípio de identidade imediata ou
pura não reflecte a estrutura relacional e reflexiva da identidade: o ser-com. Mesmo no sentido do
ser “ele-próprio para ele-próprio o mesmo”. Ser o mesmo consigo mesmo e para si, não implica
apenas a igualdade, mas a consciência da relação que cada um estabelece consigo, e portanto
de uma separação, de uma diferença e uma mediação que permitirá a unidade. Pensar-se. E, por
outro lado, à fórmula A=A falta o reconhecimento de uma relação com a alteridade, no sentido
daquilo que, em nós, é experimentado como estranho: o corpo, a consciência, o inconsciente, o
involuntário, o outro. Ou seja, a diferença que está já no seio da identidade e constitui-a.
O problema surge, então, quando o princípio da identidade é aplicado não a entidades lógicas
ou à estrutura de pensamentos, mas a entidades temporais. Nesta história (ou estória, se com
Borges entendermos que a metafísica pertence ao campo da literatura de ficção) tudo se complica quando acrescentamos ao princípio da identidade uma variável: o tempo. E com o tempo
– que é a constante negação de si mesmo, unidade entre ser e nada – percebemos a identidade
pessoal como devir. Então, ser é tornar-se.
O que é que nos permite determinar se estamos diante de uma mesma pessoa, ou que somos os
mesmos, em momentos temporalmente diferentes? A principal aporia prende-se com o sentido
do termo “mesmo” quando nos referimos a alguém: reconhecemos uma continuidade ao longo
do tempo, assim como a alteração das propriedades desse ser único, porque nenhuma entidade
temporal mantém os mesmos atributos. O tempo traz a perda ou o ganho, mas nunca é indiferente. No entanto, parece fazer todo o sentido afirmar-se que, ainda que diferente, nos confrontamos com a mesma pessoa em momentos temporais distintos. Mas será no corpo, na mente,
na memória, no espírito ou na alma, que se estabelece esta continuidade? De algum modo é em
redor da questão da descontinuidade e da alteridade que o problema da identidade se coloca.
É precisamente o problema da mesmidade em relação com a mutabilidade no tempo.
A forma tradicional de resolver esta questão da identidade-no-tempo foi a afirmação de uma
identidade substancial: de uma substância inalterável no tempo. Nesta perspectiva, existiria uma
substância pessoal que garantiria a continuidade de um mesmo ser e que explicaria o facto
de, com o tempo, não se constituírem múltiplas pessoas a partir de uma só. Mas no momento
em que se coloca pela primeira vez em termos filosóficos a questão da identidade pessoal, o
pensamento de matriz substancial entra em declínio. É John Locke o artífice desse duplo movimento. Não só recusa e critica a metafísica da substância, como problematiza a formulação da
identidade pessoal. Para o filósofo inglês seria, então, a identidade de estados de consciência o
que assegurava o sentimento do reconhecer-se como o mesmo em alturas diferentes no tempo.
Um elo construído mentalmente: capaz de identificar estados de consciência distintos como
pertencentes a uma mesma consciência. Esta permanência e continuidade seria, então, assegurada pela memória, que não é substancial, mas permite o reconhecimento de uma identidade
no tempo.
O filósofo francês Paul Ricoeur, que nos guiará nas próximas linhas, mostrou que o principal
> Citação do Sofista de Platão, analisada e desenvolvida por Heidegger no conjunto de ensaios Identität und Differenz.
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erro de Locke consistiu em não distinguir duas perspectivas distintas no conceito de identidade: a mesmidade e a ipseidade. A identidade-idem e a identidade-ipse. E por ipse define não o
carácter do mesmo (idem) mas o fulcro do si-próprio. Não apenas a relação de igualdade a simesmo (permanecer o mesmo ao longo do tempo), mas a atestação de um ser autónomo e em
relação (ser um si capaz de agir, padecer, pensar, falar, afirmar-se, responsabilizar-se...). O erro de
Locke foi, neste sentido, ter fixado a identidade à mesmidade, porque em cada pessoa estes dois
domínios completam-se: a identidade-idem assenta na estabilidade e imutabilidade no tempo,
enquanto a identidade-ipse introduz a mudança e responsabilidade diante de si e do outro.
Tal como Locke, Paul Ricoeur rejeita também a ideia de um substrato substancial de matriz metafísica, que permaneceria ao longo do tempo. O si é o eu reflectido – como o próprio pronome
indica -, um resultado, um eu que assume em si a diferença. Um eu mediado. Passível de mudança mas também agente dessa alteração. Um si que se sabe como outro e resultado de muitos
outros. Um mesmo e diferente a cada instante. Este “si-mesmo-como-outro”, implica o descentramento do eu, mas não a sua dissolução. Se fizermos um breve desvio pela filosofia hegeliana
percebemo-lo melhor: a afirmação identitária Ich bin Ich (Eu sou Eu), a intuição imediata de si
mesma da autoconsciência, é desprovida de todo o conteúdo. A imediatez da identidade pura
(Eu = Eu) não é exacta, porque todos os seres exigem a mediação. Ou, por palavras mais poéticas,
o desvio pela impureza. Pela diferença. Pelo que não é Eu. A autoconsciência tem que sair de si,
atravessar e enfrentar a mediação do mundo, do desejo, do outro, da linguagem, do trabalho, da
liberdade, da cultura, da arte... para a si regressar: para poder ser e se compreender. (E como bem
percebeu Ulisses, é longe a sua casa a que quer regressar). A constituição da identidade pessoal
depende desta intrínseca relação com a alteridade. No coração da ipseidade está, assim, a trabalhar a diferença: o tempo, o inconsciente, o involuntário, a morte, a cultura, os códigos, a arte...
Se a identidade no sentido da mesmidade se fecha em si, a formação da identidade-ipse implica
a relação com o diferente. E esta é uma experiência que se faz no tempo.
Sendo o tempo tripartido – passado, presente e futuro -, estando em permanente desaparição,
fugindo sempre, como estruturar nessa evanescência a identidade? Como garantimos a subsistência do mesmo? Porque não temos acesso imediato ao que o tempo é, só podemos referi-lo
e compreendê-lo através de esquemas que o delineiem. Paul Ricoeur propõe que o modo de
humanamente o captar, e com ele aceder à identidade pessoal, é através da mediação narrativa.
O acto de contar, de narrar a sua vida - como Ulisses diante dos Feaces -, é a chave não só para
a compreensão do tempo humano, mas para o que Dilthey chamou a «conexão da vida». É a
Identidade Narrativa.
O que contar primeiro e o que contar no fim? Como interpretar e hierarquizar o que se passou (e
eu passei) e projectar o que virá? É este carácter de permanência e duração no tempo, em conjunto com a mudança e a diferenciação, que a identidade narrativa consegue dinamicamente
unir. Contar-se é reconhecer-se e afirmar-se. É a atestação de si e das suas capacidades, que se
impõe à sempre vizinha suspeita, a insegurança ou desconfiança de se ser capaz. Ao apresentar
esta noção de identidade narrativa, Ricoeur está ciente da instabilidade a que ela está sujeita.
O tempo é uma figura da alteridade, e introduz no seio da vida de cada um o instável, a mudança, a passagem, a fragilidade, o risco e a perda, ao lado do ganho e da promessa. A incerteza de
viver entre a alegria e o luto, num lugar imperfeito, «num sítio tão frágil como o mundo», como
o definiu Sophia de Mello Breyner, «onde no fundo dos espelhos me é estranha e longínqua
> cfr Hegel, Phenomenologie de l´Esprit I, p.146.
a minha face/ e de mim se desprende a minha vida». Assim, não estamos diante do exaltado
cogito cartesiano, mas também não cairemos no oposto, o cogito humilhado: não será preciso
escolher entre Descartes e Nietzsche. Este é um cogito ferido, mas capaz. Esta identidade subjectiva, capaz de coerência em devir, ultrapassa quer a negação do sujeito quer a afirmação de
uma subjectividade demasiado forte. Ou seja, a identidade narrativa situa-se entre a “identidade
absoluta” e a “pura mudança”. Entre eu e outro. A narrativa individual constrói-se na confluência
de múltiplas narrativas. Somos co-autores mais do que autores da nossa vida. A nossa identidade
é fruto de uma obra plural e não apenas do próprio. E aqui o papel das obras de arte é essencial.
Não apenas na constituição da identidade pessoal, mas da colectiva.
Como aprendemos a contar a nossa vida? Onde encontramos a estrutura da nossa identidade
narrativa? Ela será mais devedora de Balzac ou de Joyce? Um cruzamento inconsciente das histórias de Ulisses que o pai conta antes da criança adormecer, com aquelas que a mãe recorda
da sua infância? E eu como narrador-personagem, serei ciumento como Otelo, idealista como
Quixote ou culpado como Raskolnikov? E não vemos nós no mundo paisagens dantescas, sublimes escarpas friedrichianas ou campos de trigo vangoguianos? Não aprendemos a olhar com os
pintores a carnalidade do invisível, a sentir com os escultores a presença de outro e a do nosso
próprio corpo, ou experimentar o arrebatamento inquietante e inesperado no som envolvente
de uma orquestra? E as narrativas míticas, na origem de cada cultura, não são um precedente e
exemplo da nossa condição, sempre retomada? Beijaremos ainda como se Hollywood não nos
tivesse ensinado a beijar, ou movemo-nos como se Pina Baush nunca tivesse dançado? Como
bem percebeu Ricoeur: «Se a arte não tivesse, apesar da sua retirada do mundo, a capacidade
de irromper entre nós, no meio do nosso mundo, seria totalmente inocente: seria marcada pela
insignificância e reduzida a um puro divertimento: limitar-se-ia a constituir um parêntesis nas
nossas preocupações». Ela é mais do que isso – embora nem sempre o seja. A obra de arte, no
encontro com o seu receptor, tem um poder refigurante do mundo. Ela não pertence nem pode
ser arrumada num mundo separado, como se não tivesse capacidade de acção sobre a vida. Ela
pode transfigurar e recriar o horizonte da existência, não só daquele que se predispõe a acolhêla, mas de toda uma sociedade. Não altera apenas a forma como contamos, mas já o modo
como vivemos. Somos resultado dela. E o leitor de um livro, o espectador ou participante de uma
qualquer obra de arte, torna-se, então, leitor e intérprete de si próprio.
Chegamos aqui com muitas outras dúvidas: como vivemos e projectamos a nossa identidade,
individual e colectiva, num tempo de sobrevalorização da imagem, que provoca tantas vezes a
sua destruição? Como não experimentar a vertigem perante a facilidade da circulação planetária, onde a distância é, a um tempo, tecnologicamente abolida e psicologicamente adensada?
Como aprendemos já hoje a estruturar e contar as nossas histórias-identidades de seres finitos, a
partir do hiper-texto infindável e fragmentário (e a pedagogia da finitude era, e ainda é, uma das
funções da literatura)? E que critérios para não sucumbir à voragem da velocidade e quantidade
de informação, irrelevante ou fundamental, por entre os simulacros que a realidade cria de si
mesma?
Nesta nova estruturação do espaço e do tempo, do real e do virtual em continuum, a constituição da identidade pessoal não fica indiferente. Completando o que escrevi ao início, cada um é o
que é: um resultado. Diferença assumida. Dito isto, e em jeito de modesta homenagem a Giorgio
Agamben, uma pergunta: quem é a identidade que vem?
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LUÍS
SERPA
DIFERENÇA E SIMULACRO
«Can today’s works of art be called simulacra?
Answer: Yes, when they no longer aim at imitating pre-existent truth, reality or beauty…»
Daniel Charles, Difference and Simulacrum
> 1 Charles, Daniel, Difference and Simulacrum, in Le simulacre, Traverses/10, Centre national d’art et de culture Georges Pompidou, Editions de Minuit, Paris, 1978
Quando Rimbaud escreve a Paul Demeny e exclama «Je Est Un Autre», pretende reflectir sobre
a concepção original da criação artística, analisando o sujeito implementado através de uma
forma paradoxal, aparentemente contraditória, entre o “eu” como pólo de identidade da pessoa
com o seu contrário, “o outro”, definindo o estranho que encontra nele próprio. «Au-delà du
registre esthétique c’est peut-être toute la conception classique du sujet comme pôle d’identité
et de maîtrise de soi qui ainsi peut être remise en cause.» [MAURICE BLANCHOT]; mas, se não
existe, em realidade, um elemento de definição e de identidade estável no conceito de «Je Est
Un Autre», donde provém a ilusão que nos impele a pensar e a acreditar nas nossas relações com
o(s) outro(s)? «A nossa consciência colectiva face à nossa singularidade individual desenvolve a
representação ilusória da liberdade do sujeito.» [NIETZSCHE]
Vivemos hoje numa sociedade estruturada de tal forma que, quando procuramos procurar a
realidade na sua mais alargada definição, encontramos apenas o simulacro dela própria. Dito de
outra maneira, a “realidade-real” que concebemos racionalmente não passa afinal de uma “realidade-imaginada”. Esta ilusão, potenciada pelo incremento das novas tecnologias, transformou
o século vinte na era da manipulação da imagem alterando de forma dramática a convicção de
estáveis realidades praticadas desde a Idade Média. Baseados na crença da realidade de um Deus,
em que o seu corpo e a sua alma eram corporizados numa Igreja e na revelação da sua Doutrina, os períodos da história que se seguiram encontraram na Razão os motivos para configurar a
Natureza apenas entre “natural” e “artificial”. O século vinte e um acelerou a aparência dos valores
e exorcizou a imitação do real numa hiper-realidade em que vertigem, alucinação, manipulação,
encenação e ilusão constituem alguns dos conceitos que modelam um vasto léxico e glossário
da visão (da compreensão?) que fazemos dos sistemas e códigos que governam o nosso quotidiano. Os modelos de simulação já não são percebidos nos simples jogos de espelhos e da
imagem “virtual” que conseguem criar. «No longer is it the simulation of a real, or of a preexisting
referential. It is the generation, by the models, of a real without beginning or end, of a real without
reality - a hyperreal…» [JEAN BAUDRILLARD].
Esta inversão do “antes” e do “depois” permite comprimir o “espaço” e o “tempo” e entender agora
o Cosmos, enquanto sistema bem ordenado e coeso, como uma cronologia de antecipação em
que a sucessão dos acontecimentos, como descrição das circunstâncias temporais, surge representada através de uma simulação organizada em torno de uma ideia fictícia. Enquanto espaço
que limita o nosso campo de visão, este horizonte é um pensamento, uma lembrança, uma opinião, um projecto, uma intenção até; mas é, sobretudo, uma representação mental e abstracta
da realidade, de uma certeza sem veracidade.
O simulacro, como imagem, cópia ou reprodução, é uma imperfeita assumpção de um modelo
aparente sem realidade. É uma acção e uma representação simulada.
Esta encenação, assumida como uma irreverência da imagem face à manipulação e à dissimulação permite colocar em confronto “presença” e “ausência”, “verdadeiro” e “falso”, “real” e “imaginário”. Esta «teologia do visível», incentivada sobretudo pela manipulação dos actos religiosos e
a respectiva simulação de divindades eleitas evocadas nos templos que lhes são afins, deslumbram os crentes através do fascínio pelos ícones, substituindo a ideia pura de Deus por oposição
à sua representação na equivalência entre o signo e o real. De facto, a imagem tanto pode ser
o reflexo de uma realidade profunda como a pode esconder; tanto encobre a “ausência” como
> 2 BAUDRILLARD, JEAN, The precession of the simulacra in Le simulacre, Traverses/10, Centre national d’art et de culture Georges Pompidou, Editions de Minuit, Paris, 1978
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pode constituir-se como o simulacro de si mesma. A representação torna-se, assim, uma teologia que oscila entre a “verdade” e o “segredo”. Tal “profissão de fé” é o objecto e a substância da
própria imagem que se constrói e se afirma através de uma estratégia permanente de dissuasão.
A paródia, ou tão simplesmente a ironia, pode reforçar a dificuldade de representação da realidade substituindo-a pelo simulacro de si mesma. A diferença então entre a primeira e a segunda
reside nas consequências que provoca: uma imagem “verista” pode anunciar (denunciar) uma
situação real que investirá na mensagem para que haja uma resolução referente a essa “denúncia”; ao invés, uma imagem que pretende “ser-verista” pode provocar uma reacção similar mas é
destituída de autoridade. Para que seja consequente, ela tem que ser legitimada pela interpretação dos signos que emite e interpretada; mas pode esconder (mascarar) a sua verdadeira origem
e apresentar-se apenas como a simulação de si própria, impossibilitando ser reconhecida transgredindo, assim, o real. Esta poderosa capacidade da imagem contamina a palavra ao ponto de
ser recorrente dizer que «uma imagem vale mais que mil palavras». A assumpção da “realidade”
permite manipular a opinião do incauto espectador que aceita deste modo ser manipulado a
bem da verdade (imaginada). A persuasão surge como o instrumento de controlo da percepção,
(d)estruturando todo o referencial das equivalências do real construídas na (im)possibilidade de
vislumbrar as contradições emitidas pela imagem.
O conceito moderno de imagem [D.J. BOORSTIN, 1971] e o seu entendimento contemporâneo
é «um tema recorrente do nosso passado», segundo Mario Perniola, pois relaciona-a com o seu
modelo original constituindo o problema teórico fundamental da figuração. A disputa centra-se
na afirmação de que a informação está estritamente conectada ao acontecimento; que a imagem publicitária, por exemplo, está intimamente ligada a uma mercadoria; que a propaganda
política reflecte a realidade social ou que a transmissão televisiva está directamente ligada ao
seu objecto, isto é, a imagem depende do seu modelo original. O debate centrou-se (centra-se
ainda?) nos protestos indignados contra a trucagem da informação, da persuasão oculta, das
promessas eleitorais jamais cumpridas e da parcialidade da informação na televisão. Este “realismo” moderno exige a veracidade dos factos sem que a sua natureza seja alterada. Contudo, qual
é o resultado de todas essas exigências? O mundo das imagens não produz mais um “objecto de
arte” mas um conjunto de imagens que configuram um meio de comunicação de massas que
permite “possuir” o espectador. Com as novas tecnologias multimédia, nas quais o som retoma
também um valor fundamental na percepção da imagem que o acompanha, a distância entre
sujeito e objecto desaparece, tornando-se o seu paradigma. Esta Gesamtkunstwerk denunciada
por Nietzsche, acusando Wagner de ter alterado o conceito da estética multimédia por ter utilizado a arte para propagar uma mensagem, permite conectá-lo com a demonstração feita anos
mais tarde por McLuhan nas quais as imagens são “experienciadas” não só em termos visuais
como tácteis.
«Nietzsche points out the connection between individual endogenous signal production during dream
and intoxication, and mass-staged events. Dream images and intoxication-experiences connect aesthetic
perception with mass communication. The goal of this is the creation of connections, not the propagation
of messages; it’s to make a large-scale connection between the central nervous system and the collectively experienced aesthetic product.» [NORBERT BOLZ]
> 3 BOLZ, NORBERT, Rethinking Media Aesthetics_An Interview with Norbert Bolz, Uncanny Networks_Dialogues with the Virtual Intelligentsia, Geert Lovink, MIT Press, 2004
Também Walter Benjamim (Das Kunstwerk im Zeitalter seiner technischen Reprodutierbarkeit_A
Obra de Arte na Era da Reproductibilidade Mecânica, 1937) e Ernest Jünger (Der Arbeiter) completam o círculo de Nietzsche e Wagner ao incluírem a arte abstracta como um antecedente da
desmaterialização da arte, o que esteve na origem e explica também a reacção pós-moderna
de sinal contrário. A autonomia da arte face à independência do simulacro resulta do facto que
a primeira assume para si a condição original da imagem [PERNIOLA] auto validando-se como
um processo metahistórico universal, deslocando-se do protótipo para a obra final, aliás o seu
campo de aplicação como uma «teologia artística.» [BENJAMIM]
«Art would then only be considered good when no longer allowed to be representations but represents
only itself. Images are actually misleading and belong to the realm of illusions.» [idem]
Na arte, a imagem encontra a sua justificação somente na condição de se constituir como
o ser de ela própria, ao invés do simulacro que implica a ausência de modelo exterior recusando considerar a imagem como um protótipo. É, assim, conivente e solidário com a reprodução
mecânica e a disseminação ad limit de si próprio. Contudo, autenticidade e simulação não serão
mais os opostos mas permanecerão juntos na definição da mimesis que, tanto em Aristóteles
como em Platão, é uma imitação da natureza baseada numa falha que resulta infalivelmente da
vontade de criar analogias e na tentativa de imitar algo que já existia previamente.
A concepção de um novo mundo, o da imaginação e da fantasia que reclama para si uma realidade capaz de substituir os automatismos provocados pela anestesia do consumo massivo de
imagens tem sido assumida como o oposto da “autenticidade” mas, segundo Kamper, «elas permanecem juntas». Embora na procura constante dos momentos que irradiam a realidade esta jamais será encontrada pelo simples facto de se constituir como uma espiral sem fim. Um projecto
global sobre a imagem, colaborativo e multifacetado, deve examinar o papel da imagem que é
produzida hoje. A revolução digital proporcionou a proliferação de milhões de imagens capturadas por outros tantos milhões de aparelhos tecnologicamente desenvolvidos (tais como câmaras digitais fotográficas e vídeo, telefones móveis e PDA’s) que, através de uma cadeia on-line
permite partilhar ficheiros de arquivos de imagens tornando-as democraticamente acessíveis
dado o seu carácter de ubiquidade. A prioridade agora é referenciar as implicações da mudança
nos objectivos e nas relações entre as imagens no âmbito da visualidade, i.é., nas implicações e
na relevância do “único” ou “original” em relação com o “múltiplo”: «How can an image retain its
‘unique’ nature as resistance against being subsumed into the multitude? How can we understand the nature of “uniqueness”? Does it remain a relevant concept for digital image making?.»
[The Glocal Project]
LFMS>21051948_17052009, Lisboa
> 4 idem
> KAMPER, DIETMAR, Rethinking Media Aesthetics, in Uncanny Networks, Dialogues with the VirtualIntelligentsia, Geert Lovink, MIT Press, 2004
> The Glocal Project: Operating out of the Surrey Art Gallery’s Tech Lab, The Glocal Project is a collaborative, multifaceted artist-led project that examines the changing role of digital image making today.
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> ARTISTAS CONVIDADOS
> GUEST ARTISTS
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> 18
> 19
Nasceu em 1961, em Figueira de Castelo Rodrigo
Vive e trabalha no Porto
AS FRESTAS DE BALTAZAR TORRES: “Baltazar Torres trabalha o contrário das coisas. É como
se a sua visão fosse o produto de entender o todo como uma prega. Essa prega que Deleuze
descobre na filosofia arrojada de Leibniz e que nos fala da existência de dois mundos em contacto entre si. Neste caso, toma como exemplo o “império das luzes” no qual Magritte explorou,
simultaneamente, o dia e a noite. Se em Magritte vemos a luz a partir da sombra, Torres mostra-nos a sombra a partir da luz em dois capítulos intitulados “Fogo cruzado”; capazes de representar o tempo, a diferença e o simulacro. Um simulacro que se queima, como a arquitectura
religiosa sempre envolta em fogos iconoclastas e destruições icónicas.
Como sempre, em Baltazar Torres a cena nasce na contradição, ainda que tudo pareça conviver em harmonia. Magritte pintou uma vida nocturna que se desenvolve debaixo de um céu
luminoso fundindo-se numa imagem surrealista do dia e da noite; Baltazar Torres agarra nesse
cenário aparentemente tranquilo ao utilizar a casa de Magritte e mantém as janelas e uma projecção da luz idêntica que acaba por ser um pestanejar icónico da pintura. Em ambas as obras
tudo é silêncio. Mas uma fresta quebra a representação: em Magritte essa relação de contrários
provém do céu diurno que flutua sobre a noite escura afigurando-se-nos como um corpo estranho; em Baltazar Torres será sempre o jogo de escalas que dará protagonismo a elementos
que vivem também fora da cena, por vezes sustentando a própria cena - como neste caso o
capitel nos evoca toda a degradação do património cultural que se apresenta aos nossos olhos
quando olhamos para outro lado - ou vivendo em paralelo - como a figura de Baltazar Torres de
costas para a imagem. Uma vez mais Baltazar Torres nos acusa. E fá-lo mostrando o seu autoretrato, incluindo-se para nos dizer que todos somos culpados de não prestar atenção à nossa
realidade.” [DAVID BARRO]
BALTAZAR
TORRES
FOGO CRUZADO I, 2007-09
[#B.T. 01/07_09]
Bronze pintado a esmalte
e verniz
42 x 28 x 21 cm
© Hernâni Miranda
CROSS FIRE I, 2007-09
[#B.T. 01/07_09]
Painted bronze in enamel
and varnish,
42 x 28 x 21 cm
© Hernâni Miranda
FOGO CRUZADO II, 2007-09
[#B.T. 02/07_09]
Bronze pintado a esmalte
e verniz
42 x 28 x 21 cm
© Hernâni Miranda
CROSS FIRE II, 2007-09
[#B.T. 02/07_09]
Painted bronze in enamel
and varnish,
42 x 28 x 21 cm
© Hernâni Miranda
> 22
> 23
Nasceu em 1975, em Lisboa, onde vive e trabalha
EXPOSIÇÕES: “Esta série de desenhos a acrílico sobre papel, parte da apropriação de fotografias
disponíveis em sites de diversos museus e galerias, onde se vislumbram os visitantes desses
espaços no acto de contemplação das obras expostas. O efeito de duplicação do real será, por
ventura, a primeira impressão causada por estes desenhos, pois a cena representada é a cópia
daquela em que se encontra o visitante do espaço onde o trabalho é exposto.
(...) As figuras, bem como as obras expostas foram desprovidas de traços individuais, para assim
se tornarem no Observador, na Obra. Não interessa aqui falar desta ou daquela exposição, mas
antes da situação da Exposição.
(...) A fotografia em geral e a fotografia disponível na Internet em particular, vieram alterar radicalmente as politicas de exposição da arte e dos artistas.
Se por um lado existe uma democratização dessa mesma exposição, pois qualquer um poderá
facilmente aceder ao site de um museu ou galeria, por outro lado há uma banalização desses
mesmos dispositivos. Chegamos da mesma forma e quase simultaneamente ao site de um
museu como ao dum hipermercado ou de uma marca de roupa. É tudo igual no sentido em
tudo nos é oferecido do mesmo modo e quase que simultaneamente (...).” [CARLOS CORREIA,
2009]
23 <
23 <
CARLOS
CORREIA
DA SÉRIE EXPOSIÇÕES,
SEM TÍTULO, 2005
[#C.C. 01/05] a [#C.C. 17/05]
Acrílico sobre papel
29,5 x 39,5 cm
Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
© Carlos Correia
DA SÉRIE EXPOSIÇÕES,
SEM TÍTULO, 2005
[#C.C. 01/05] to [#C.C. 17/05]
Acrylic on paper
29,5 x 39,5 cm
Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
© Carlos Correia
> 26
> 27
Nasceu em 1972, Johnson City, Nova Iorque, EUA
Vive e trabalha em Berlim
“O meu trabalho é um processo de pensar através de ideias de poder, de espaço, de imagem e
de violência, ao mesmo tempo tentando não estar demasiado presa aos significados dos clichés ligados a estas coisas.
Através da realização do trabalho e da minha utilização da linguagem visual consigo tecer estes
fios numa compreensão que permite a mobilidade de pensamento através da representação visual de lógicas simultâneas que coexistem e despedaçam. O meu trabalho mais recente analisa
o poder de uma forma muito directa, através do sonho utópico original de habitações sociais
de grandes dimensões e a dissolução desse ideal. Aceitando esta dissolução como ponto de
partida, o trabalho levanta questões de onde o poder de um corpo se encontra quando tenta
sobreviver e navegar para uma paisagem urbana contemporânea. Será que a normalização e
sedução do poder através de violência aparatosa é algo a ter em consideração quando se pensa
no espaço urbano? E o que nos resta como legado de aspirações que começaram há um século; aspirações que agora parecem como um ideal, tentador, mas pouco realista. Aceitando que
estas utopias não aconteceram nem podiam acontecer, onde nos resta ir? A questão, “e agora?”
é de interesse para mim; o trabalho não é uma proposta; não é a sugestão de uma possibilidade
(se fosse seria repreensível e o trabalho é muito mais distópico do que isso). Aliás, o trabalho
é um veículo para levantar estas questões, que para mim são urgentes e prementes”. [DIANN
BAUER, 2008]
27 <
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DIANN
BAUER
> BROWN FIELD/GOLD WORDS, 2008
[#D.Ba. 01/08] e detalhe
Técnica mista
Dimensões variadas
© Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
> BROWN FIELD/GOLD WORDS, 2008
[#D.Ba. 01/08] and detail
Mixed media
Several Dimensions
© Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
> 3O
> 31
Nasceu em 1980, em Lisboa
Actualmente vive e trabalha entre Portugal e o Reino Unido.
“A segunda fotografia que completou a morte de Bond foi a do agente morto. Havia uma poça
de sangue junto do crânio e a manchar o chão luminoso, integrado numa decoração interior
branca. Era a mais a sangrenta de todas as séries porque, talvez, Bond, ao contrário de qualquer
outra personagem, não queria sequer morrer. James Bond tinha o antídoto da morte. Era o
príncipe da Luz, como Satanás era o príncipe das Trevas, e representava o vazio que consumia
o suicida. Passaria as noites em claro a pensar sobre a série. Tinha inúmeros cadernos cheios de
anotações sobre a construção das personagens que queria redimir. A morte era regeneradora.
A morte era a fraqueza transformada em força, mas em Bond era a possibilidade de ser humano. Era o Bond transformado em Homem. Tadzio era o anjo. Estava tão branco. Uma pequena
nódoa de sangue indiciava uma facada, tão forte que nos faz imaginar o tamanho da mesma,
e o sangue parou de pingar (Morte de Tadzio). Estava imerso na profundidade. As personagens
que tinham espantado o mundo eram a razão porque as pessoas o consideravam imperceptível,
quase desumano, incapaz de ter defeitos. Tadzio era, de facto, arcanjo, seus olhos, fechados,
estão adormecidos num sítio negro que João também conhecia. Tadzio estava deitado com
um braço pendurado, inerte, e outro numa posição quase petrificada. O cabelo louro encaracolado estava despenteado, os olhos abertos para o vazio, os lábios cerrados como se a morte
fosse algo duro, e não líquido, que anunciava uma forma, em vez de dissolve-a. Mas ele era só
um corpo, um objecto, um conjunto de códigos abstractos e genéticos. Ao longo deste ano, o
João também efectuou um conjunto de estudos sobre marcas: a mancha pingada, a placenta,
o prémio da morte. E tal como Salomé que queria a cabeça de João Baptista, o João queria a
essência embrionária das suas mortes e desejos. Morte, sangue e a intuição humanos eram
novamente uma obsessão; mais do que tudo, um mundo fechado e contido que, porém, podia
quebrar os seus limites, poderia submeter os seus princípios. Os estudos da Salom eram como
sobras ou traçados de alguém que observava à distância. O João ficava lá fora a olhar para o
ímpeto furioso de uma mulher, e ele imaginava que ela se via em João Baptista, cuja cabeça
queria ver numa bandeja e, ao querê-la, estava a neutralizar o seu próprio inimigo, alguém que
era igual a ela, ou será que queria a sua própria morte?” [JOÃO VILHENA]
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JOÃO
VILHENA
> AMERICAN PSYCHO, 2003-04
[#J.V. 01/03-04]
Lambda print sobre PVC
125 x 180 cm
Edição de 3 + 2 Provas de Artista, Prova Artista 1/2 (Artista)
Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
© João Vilhena
> AMERICAN PSYCHO, 2003-04
[#J.V. 01/03-04]
Lambda print on PVC
125 x 180 cm
Edition of 3 + 2 Artist Proof, Artist Proof 1/2 (Artist)
Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
© João Vilhena
> 34
> 35
Nasceu em 1962, na Bósnia
Vive e trabalha em Lisboa
VARIÁVEIS [VARIABLES]: “A sensação familiar de estar diante de duas peças de roupa, de algo desenhado e feito para vestir. Depois, a surpresa da sua aparente inutilidade como tecido e forma
fabricados, desenhados e costurados para um corpo qualquer. Em ambos os casos os objectos
convidam os corpos à união e à dança. Mas existe por outro lado algo que parece inviabilizar
tal convite! Ahhh... são “fashion concepts”! Ou mais propriamente, provocações conceptuais e
tácteis ao nosso hábito de confundir sempre a gestalt com a função. Um trompe l’oeil! É isso:
o que vemos não é o que parece. Parece moda, mas não é para vestir. Podemos, com esforço e
em última análise usar aqueles tecidos, aqueles desenhos, aquelas ideias para cobrir e excitar o
corpo, mas para isso, aqueles mesmos paradoxos exigem de nós mais atenção, mais percepção,
mais envolvimento, performatividade, a noção do corpo, noção do outro, dos outros, da convivialidade e da festa, de nós, do deus Eros.” [ANTÓNIO CERVEIRA PINTO, 2009]
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LIDIJA
KOLOVRAT
> IN BETWEEN, 1996
[#L.K. 01/96]
Organza castanha
Dimensões variadas
© Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
> IN BETWEEN, 1996
[#L.K. 01/96]
Brown organza
Several dimensions
© Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
> 38
> 39
Nasceu em 1955, em Lisboa, onde vive e trabalha
> FUTURO IMPERFEITO, 2000
[#L.C. 02/00]
Vídeo, Duração: 6’17”
Edição de 3 + P.A. + P.E.
Prova 1/3 [#L.C. 02/00_P1]
Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
© Luís Campos
> FUTURO IMPERFEITO, 2000
[#L.C. 02/00]
Video, Duration: 6’17”
Edition of 3 + A.P. + E.P.
Proof 1/3 [#L.C. 02/00_P1]
Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
© Luís Campos
FUTURO IMPERFEITO: “É o resultado de um morphing a partir de um conjunto de fotografias em
que o artista produziu uma obra reflectindo uma antevisão de como poderá tornar-se à medida
que vai envelhecendo. Uma abordagem a um simulacro do tempo futuro, imperfeito, sem qualquer «promessa de imortalidade» (R. Barthes). Um tempo imaginário acelerado, uma mutação
manipulada, uma premonição como exercício de viagem ao futuro e uma manobra (miraculosa)
para controlar a transversalidade do espaço que permite a reversibilidade do tempo.
As consequências da representação do sujeito na relação com o “outro” e a teoria da liberdade do
sujeito (como centro e lugar de identidade e livre subjectividade) é fomentada pela vontade de
construir um suporte de responsabilidade de modo a que possamos, no futuro, sermos julgados
e condenados. Simula-se a aparência do ser livre para que «cada um de nós seja um destino» de
modo que o livre arbítrio (como liberdade de fazer ou não fazer), quer se manifeste ou não, permita «conceber a vida como uma obra de arte», contrariando a moral tradicional e implementando
uma concepção estética na criação e na autêntica realização do “eu”.
A inversão da leitura da obra, da imagem que o representa “amanhã” (com uma idade muito mais
avançada), com aquela que o representa “hoje”, é uma reversibilidade possível pois assenta numa
«memória inventiva ou numa invenção ajudada pela memória». Esta ponte entre o “futuro” e o
“passado-presente”, entre a “previsibilidade” e a “realidade”, numa sequência em sentido contrário
à evolução do tempo tal como a consideramos é, aliás, a base do princípio da incerteza. O que
prevalece na obra de Luís Campos, é a assumpção de que «o passado é fixo porque o observamos
(...) e o futuro é desconhecido e aberto, o que constitui a abordagem de uma “história coerente”,
isto é, aquela em que o artista não cometeu qualquer acto que entre em conflito com o “presente”.
O livre arbítrio, afinal, é uma ilusão.” [LUIS SERPA]
39 <
39 <
LUÍS
CAMPOS
CLONAGE: “A Clonagem é a produção de indivíduos geneticamente iguais de
modo a obter cópias idênticas. Em biotecnologia refere-se aos processos usados para criar cópias de ADN embora genericamente já se utilize em sentido
mais lato na produção de cópias de um produto, tais como os meios digitais
ou de software (Wikipédia).
Clonage, de Luís Campos, é uma obra composta de três retratos de um mesmo rosto (aliás, o seu) aos quais se associam três textos que situam o artista
em três tempos diferentes. Tal como na série Última Visão dos Heróis, Luís
Campos opõe a escala da imagem à escala das frases inscritas nestes trabalhos, obrigando o leitor a “ler” a sua obra em tempos distintos e a distâncias
diferentes. Este jogo com o visitante permite-lhe (des)focalizar o sentido imediato de apreensão da imagem com o contraponto do texto utilizado e, deste
modo, avançar para o futuro ou, como na série Futuro Imperfeito, recuar para
o presente.
O tema da clonagem, neste caso humana, tem aparecido aos nossos olhos
como «algo de terrível e ameaçador, essencialmente pela visão da sua possível apropriação pelo(s) poder(es) e da sua utilização perversa.» (L. CAMPOS,
2001).
Apresentada como metáfora de imortalidade (ao nível da sua conotação “normal” de avanço científico contra natura), a clonagem é aqui evocada também
pela sua característica de reprodutibilidade tal como a fotografia que a suporta.
As três biografias que acompanham cada uma das imagens repetidas/clonadas, ensaiam por um lado, uma introspecção do autor como, por outro, o colocam como actor de uma representação universal.” [LUIS SERPA]
CLONAGE, 2000
[#L.C. 01/00]
Impressão digital em Cibachrome
96 x 127 cm (cada elemento)
3 elementos
Edição de 3 + P.A. + P.E.
Prova 1/3 [#L.C. 01/01_P1]
Colecção [Safira e Luís] Serpa_Auto
Retratos de Artistas Contemporâneos, Lisboa
© Luís Campos
CLONAGE, 2000
[#L.C. 01/00]
Digital print on Cibachrome
96 x 127 cm (each element)
3 elements
Edition of 3 + A.P. + E.P.
Proof 1/3 [#L.C. 01/01_P1]
Collection [Safira e Luís] Serpa_Auto
Retratos de Artistas Contemporâneos, Lisbon
© Luís Campos
A ÚLTIMA VISÃO DOS HERÓIS: “Há neste título o jogo de uma dupla lei possível. Ou seja, trata-se da última
visão que nos é possível ter dos heróis, ou então trata-se da última visão que alguns heróis tiveram (ou teriam
tido). Quando se compreende que a segunda leitura é a que efectivamente descreve o aspecto mais imediato
deste conjunto de trabalhos, surge prontamente a tentação de esquecer a primeira. Mas depois, mais tarde ou
mais cedo volta-se lá e compreende-se que não se tratava apenas de uma falsa pista. Porque um conjunto de
imagens como este propõe múltiplas aproximações e uma delas diz de facto respeito ao lugar que no nosso
vocabulário possa ser ocupado (ainda) pela noção de herói. O título é, portanto, não exactamente ambíguo,
mas ubíquo. Porque é de dois diferentes lugares da visão (e da fala que a diz) que se trata. Há o lugar nosso e
há o lugar (de excepção) dos heróis. E há duas diferentes visões, a partir de cada um desses lugares. E há duas
falas: uma que nos interroga quanto à nossa visão (real) dos heróis; outra que nos interroga quanto à nossa
capacidade de identificação (ficcional) com o olhar dos heróis. E há uma espécie de vai-e-vem entre esses dois
lugares ou essas duas falas. (…)
O que me interessa é que, nas imagens desta exposição tudo se passa como se o Luís Campos quisesse fazer a
invocação de cada um dos seus heróis a partir, não da “catástrofe”, mas do “desenlace”. De algum modo, como se
a dimensão do trágico que se encontra de facto aberta à nossa conceptualização, hoje, já só pudesse ser aquela
sobre a qual nunca reinou acordo. O que pode ser o “desenlace”? Já não é matéria de consciência. Tão-pouco
matéria de conflito. É pura matéria de imagem. De imagem em vias de obturação. É uma visão que se sustém
por um tempo quase sem dimensão, enquanto cai o corpo que lança esse olhar. “Desenlace” tem aqui toda a
sua dimensão metafórica: o olhar desenlaça-se dos seus objectos. 0 que há de estranhamento nestas imagens
passa por isto: olhar é vulgarmente um enlaçar, raramente, como aqui, um desenlace. E é a partir deste desolhar desta objectividade limite na qual tudo é possível, porque totalmente entregue à nossa imaginação, que
se nos propõe a rememoração do relato.
É este o lugar da ficção que há nestas imagens. A ficção parte do relato, faz opções decididamente políticas na
interpretação dos relatos, mas acima de tudo singulariza cada um destes heróis. Cada um deles é aqui transportado à condição de carne que olha, enquanto cai ou enquanto expira. Nessa queda, nessa respiração que
se extingue, nesse desenlace do olhar, convergem de súbito as coisas que nos movem, as exactas coisas que
movem cada um de nós, os nossos desejos e os nossos temores, para dizer tudo aquilo que somos capazes de
imaginar para lá de uma biografia conhecida. A nossa dúvida e a nossa certeza. E nada, nem a biografia, nem o
mito ficou exactamente como era.” [JOSÉ MIRANDA JUSTO, 2008].
THE LAST VISION OF MILITÃO RIBEIRO, 1995-2008
[#L.C. 10/95_08]
Impressão Lambda sobre alumínio
108,9 x 124,7 cm
Edição de 3 + P.A. + P.E.
Prova 1/3 [#L.C. 10/95_08_P1]
Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
© Luís Campos
THE LAST VISION OF MILITÃO RIBEIRO, 1995-2008
[#L.C. 10/95_08]
Lambda Print on aluminium
108,9 x 124,7 cm
Edition of 3 + A.P. + E.P.
Proof 1/3 [#L.C. 10/95_08_P1]
Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
© Luís Campos
> 42
> 43
Nasceu em 1939, vive e trabalha em Florença, Itália
PASSI E PAESAGGI: “A utilização frequente de duas figuras frontais que retomam a noção do
artista e do seu duplo, do eu e do outro, é uma imagem metafórica da auto-representação que
Barni confronta com a multidão, um conjunto de figuras similares com que o artista se confunde e (des)multiplica tal como a figura do viajante nietzscheano: O indivíduo sozinho que se
encontra a si mesmo quando tenta entrar em diálogo com a própria sombra.
Esta procura do lugar antropológico, utilizado tal como os etnólogos que buscam os vestígios
de antepassados do homem dos nossos dias, (…) provoca no espectador a noção de um lugar de culto consagrado à humanidade, organizado entre a «natureza selvagem e a natureza
cultivada», i.e., entre o espaço exterior em que insere as suas esculturas e o espaço interior da
galeria onde apresenta as suas pinturas (…). A atemporalidade na paisagem construída, remete
também para a construção ilusória da natureza na qual é necessário reconhecermo-nos pois
constitui-se como a definição do espaço habitado e percorrido pelo viajante que povoa os cenários imaginados pelo artista.
Esta “identidade do lugar” permite que as personagens que habitam as suas obras se identifiquem como uma qualquer tribo que se rege por regras de hierarquia social aqui assumida
pela diferença de escala com que se representam e não derivadas de uma hipotética dimensão
provocada pela perspectiva e, por conseguinte, da distância face ao observador.
São figuras misteriosas, silenciosas que se movem em planos diferentes e que nos ajudam
a compreender a definição do lugar construído, tridimensional, as quais convivem paradoxalmente com outras que pensamos ocupar as paisagens imaginárias e, portanto, falsamente
perspectivadas.” [LUIS SERPA] LFMS>21051948_24052005, Lisboa
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ROBERTO
BARNI
PROGENIE, 2005
[#R.B. 01/05]
Técnica mista sobre papel
200 x 150 cm
© Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
PROGENIE, 2005
[#R.B. 01/05]
Mixed media on paper
200 x 150 cm
© Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
DIVERGENZE ROSE, 2003
[#R.B. 01/03]
Bronze
207 x 63 x 34 cm
© Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
DIVERGENZE ROSE, 2003
[#R.B. 01/03]
Bronze
207 x 63 x 34 cm
© Luís Serpa Projects Gallery, Lisbon
> 46
> 47
Nasceu em 1968, vive e trabalha em Lisboa e Colónia
MODUS VIVENDI – GENUS MUTABILE | CRIATURAS VENATÓRIAS ANÓNIMAS: “Nunca se sabe de
onde vão surgir. Chamam atenção sem fazerem ruído – basta caminharem com firmeza, silenciosamente. São apreciados, uns mais que outros, pela tenacidade, paciência, destreza ou manha.
Dominam-se. Consomem em abundância. Provavelmente grande parte deles não são autênticos.
Há todas as razões para crer que na sua forma selvagem eram muito mais individuais.
(…) Os defeitos sobrepõem-se às qualidades. Todos têm a sua missão definida. Uns escolhem
e orientam, outros executam. Evitam que a precipitação os domine; a prática ensina-lhes a
melhor maneira de adaptação. Actuam prontamente, para que os seus colaboradores não lhes
notem hesitação ou desconhecimento, o que lhes acarretaria uma quebra de prestígio além da
desagradável sensação de inferioridade. É frequente perderem-se de vista. Sabem tirar o melhor partido de qualquer obstáculo.
A atitude frente a frente com os próximos varia imenso e as regras não são fáceis de explanar. Muitos são os exercícios de virtuosidade. Nervosos e desconfiados, com reacções bruscas
e rápidas, ziguezagueando fulminantemente. Impõem respeito. Multiplicam-se, podendo até
provocar uma praga. Dissimuladores, pouco entusiastas. São vulgares, confundem-se. Os seus
melhores dias já lá vão. Vivem em grupos mais ou menos numerosos. Sem promiscuidade.
Temíveis. Atacam. Hesitam. Causam prejuízos. Desconfiados e cautelosos – a sua origem é
obscura. Ignoram obstáculos. Conhecem as qualidades e as fraquezas dos outros. Não conseguem fugir às normas e quando são procurados por quem os conheça bem, têm momentos
difíceis. Necessitam identificar-se. Precisam de se adaptar. Certos dias parecem preguiçosos,
outros inabordáveis. Quanto mais desconcertantes, mais apreciados. Temidos e adorados. São
guiados pelas sensações. Uns exigentes, dominando todas as situações, outros entendendo-se
bem dirigidos. Procuram subsistência para gozarem o descanso merecido.
(…) Têm sido descritas diversas variantes individuais de subespécies, assim como formas albinas. Apesar das espécies coexistirem em certas regiões, a verdade é que, de uma maneira geral,
as suas áreas se excluem mutuamente.
Ansiosos da liberdade. Resguardam-se. Uma vez observados, ficam atentos, em guarda, até
que finalmente, readquirida uma certa autoconfiança, procuram um canto próximo onde se
escondem. Isolam-se por precaução em locais pouco acessíveis. Nunca se sabe quem são os
predadores. Os limites são bastante imprecisos. A maioria fracassa por desconhecimento, falta de ajuda, fadiga física ou por tensão nervosa provocada pela constante atenção a tudo o
que os rodeia, sem perderem de vista os outros e as suas reacções. As vítimas são arbitrárias
e dependem do critério de cada um. Podem confundir-se ao longe, mas, na realidade, distinguem-se bem, quando observados de perto. Marcham curvados e agacham-se imediatamente
em caso de perigo. Acossados de perto podem desaparecer literalmente. Se fogem, fazem-no
com verdadeira contra-vontade e nunca fogem muito, mas, uma vez começada a fuga, são
rápidos. Perseguem e expulsam as outras espécies dos seus poisos preferidos. Permanecem
imóveis durante longo tempo. Se são duros, trata-se provavelmente de indivíduos idosos; se,
pelo contrário, são maleáveis trata-se de adultos; finalmente, se quebram com facilidade, tratase de jovens.
(…) Nota: Ainda que conformes às informações mais recentes, alguns dados devem ser considerados com reserva. Nem todas as observações são concordantes, nem tal seria de esperar.
Todavia deve notar-se que se referem a observações válidas. Será indispensável dizer-se que
não há regra sem excepção.” [SUSANNE THEMLITZ_Extracto]
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SUSANNE
THEMLITZ
CRIATURAS VENATÓRIAS ANÓNIMAS_TROFÉUS, 2002
[#S.T. 07/02-03]
Silicone, Dimensões variadas
Edição de 3, Prova 1/3 [#S.T.07/03_P1]
Colecção António Monteiro, Lisboa
© Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
MODUS VIVENDI . GENUS MUTABILE, 2002
[#S.T. 07/03]
Silicone, Variable Dimensions
Edition of 3, Proof 1/3 [#S.T.07/03_P1]
© Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
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> ARTISTAS EMERGENTES
> EMERGENT ARTISTS
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ANA
ANACLETO
Nasceu em Lisboa, em 1975, onde vive e trabalha
Escultura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
ONDE HÁ FORMA HÁ ALMA*, 2009
Instalação [Site_Specific]
> Estudo de projecto para a instalação
> Project study for installation
BÁRBARA
ASSIS
PACHECO
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Nasceu em Lisboa, em 1973, onde vive e trabalha.
Arquitectura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL).
Curso de Desenho
Curso Avançado de Artes Plásticas no Ar.Co, Lisboa
[email protected]
O JARDIM-BOSQUE, 2008-2009
Desenho
“Há um jardim de uns amigos que lhe chamam “o bosque” e que em poucos anos tem vindo a ser criado por eles. Em cada
visita há um caminho novo e plantas e árvores novas, caminhos mais densos e zonas de pequenas clareiras, curvas e contracurvas novas que esticam o tempo de o percorrer e quase nos fazem perder. E também em cada visita me ia apetecendo fazer
alguma coisa sobre percorrê-lo, sobre a sua densidade e o que se vai podendo ver. Queria fazer um trabalho sobre percorrer
os caminhos desse jardim e então apareceu a solução dos harmónios. Hoje seguramente o jardim está diferente, já passou
tempo, a estação é outra e a criatividade logo posta em acção não pára.” [BÁRBARA ASSIS PACHECO]
>
Cadernos-harmónio
Tinta da china sobre papel
(pontualmente guache, aguarela,
acrílico, lápis de cor, verniz,
tinta esmalte, esferográfica)
0,14 x 2,80 m
© António Campos Leal
>
Indian Ink on paper
(occasionally gouache, water colour,
acrylic, colored pencil, varnish,
enamel paint, ballpoint)
0,14 x 2,80 m
© António Campos Leal
CARLOS
NORONHA
FEIO
Nasceu em 1981, em Lisboa
Vive e trabalha em Lisboa e Londres
Belas Artes, Teoria e Prática - Middlesex University of London
www.carlosnoronhafeio.co.uk
[email protected]
A EXPORTAR DESDE ANTES DE 1148, 2009
[Site_Specific]
“Pegando no conceito de produto exportado como a memória e identidade de um determinado ponto geopolítico, criei uma
bandeira que celebra e marca um determinado ponto, e chama a atenção para o facto de que não é só da história do poder
predominante num local, mas sim de toda a história desse espaço, que se forma a identidade do espaço físico e das suas
populações.” [CARLOS NORONHA FEIO]
> Estudo de projecto para a instalação
Bandeira em seda de nylon
250 x 178 cm
> Project study for installation
Nylon silk flag
250 x 178 cm
LUÍS
NOBRE
54 <
55 <
Nasceu em 1971, em Lisboa, onde vive e trabalha
Artes-Plásticas - Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
www.luisnobre.net
HOLD IT! 2009
Instalação [Site_Specific]
“É uma peça apoiada na muralha e que explora noções de equilíbrio, estrutura arquitectura, resultando numa apropriação
de diversos ornamentos com o objectivo de criar relações entre objectos/estilos conectados com low culture, high culture.”
[LUÍS NOBRE]
> Estudo de projecto para a instalação
Madeira, roofmate, ferro, fibra de vidro, acrílico,
alumínio, tinta plástica
100 x 100 x 300 cm
> Project study for installation
Wood, roofmate, iron, fiber glass, acrylic,
aluminum, plastic paint
100 x 100 x 300 cm
MARTA
MOURA
Nasceu em 1978, em Lisboa, onde vive e trabalha
Pintura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
http://sites.google.com/site/martamourawork/
NATUREZA MORTA (LIXO) II, 2007
Instalação > Pintura
“Vivemos hoje numa era onde a produção e o consumo desenfreado das sociedades humanas geram uma acumulação e
desperdício numa escala nunca antes alcançada. Os limites foram transpostos, a saturação conduziu a um excesso insustentável. Como uma natureza-morta, o lixo acumulado amontoa-se, os objectos tornados lixo, o excedente, perecível e efémero.
Questionando a excedência da sociedade, os restos da vivência humana ganham uma nova aparência na transposição do
quotidiano para a tela.” [MARTA MOURA]
> Instalação composta por 7 telas
Acrílico sobre tela
Composição: 400 x 195 cm
© Marta Moura
> Installation of 7 canvas paintings
Acrylic painting on canvas
Composition: 400 x 195 cm
© Marta Moura
MARTA
WENGOROVIUS
56 <
57 <
Nasceu em 1963, em Lisboa, onde vive e trabalha
Pintura - Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (FBAUL)
STILL LIFE, 2009
Performance [Site_Specific]
Imagem e olhar, objecto e imaginação: é através desta deflexão, deste movimento duplo, que a arte-uso de Wengorovius faz incidir
simultaneamente a nossa atenção e o nosso interesse sobre ambos, o objecto olhado e o nosso olhar. A atenção que prestamos, ao
que prestamos a nossa atenção, e como prestamos atenção, não podem ser separados uns dos outros na arte-uso de Wengorovius.
SUHAIL MALIK, IN REVOLUTION IN USE [2009]
Um dos géneros autónomos e tradicionais na arte ocidental desde o final do século XVI recebeu em Portugal a
designação Natureza Morta – o que os espanhóis trataram como Bodegones e os ingleses como Still Life, com
ressonâncias distintas. Esta designação indica já uma preocupação moral e evidencia uma relexão sobre a evanescência da vida: a certeza de que tudo passa, tal como a beleza fulgurante dos frutos e das flores sobre a mesa
– tantas vezes acompanhadas de velas que se apagam, ampulhetas ou caveiras. Entre os pintores portugueses,
a história reconhece Josefa de Óbidos – continuando, e renovando, a obra de seu pai, Baltasar Gomes Figueira
– como particularmente sensível e atenta ao modo como objectos, alimentos e flores ganham uma ressonância
metafísica. Na performance que Marta Wengorovius realiza em Óbidos, a mesa que irá preparar remete menos
para o carácter efémero da existência, não o esquecendo,evidenciando antes a possibilidade de suspender o
tempo pela atenção aos gestos comuns e produtos quotidanos. Convoca a atenção para o gesto quotidiano e
esquecido de pôr-a-mesa, para os alimentos, a sua preparação e consumo, e para os companheiros – aqueles
que partilham do mesmo pão e assim criam comunidade. Neste movimento-envolvimento transforma o espectador em actor e participante, envolvendo-o na própria obra, deixando que ele se alimente – literalmente – dela.
Partilha de um ritual, uma liturgia de festa, uma refeição. Uma celebração da vida em redor da mesa.
O que acontece quando como em Still Life de Marta Wengorovius a arte ocupa não tanto um espaço mas
toma corpo na vivência de um tempo? O que acontece quando esse tempo não repetível se torna a exposição
– numa experiência visível e vivível? De onde vem este tempo? Talvez seja, então, este o ponto de partida para
o surgir de Still Life (mês de Junho) tocar o tempo representado na pintura. Dar a esse tempo a possibilidade de
sair da pintura de uma natureza morta e habitar entre nós. E dar-nos a nós a possibilidade de viver esse tempo
que era o da construção da pintura. [MARTA WENGOROVIUS]
> Uma
performance de Marta Wengorovius
com a participação de Ana Pimentel, Filipe
Nogueira, Francisco Figueira, Francisca do
Vale, João Wengorovius, Paulo Condessa e
Rosário Magalhães
© Manuel Botelho
> Performance
by Marta Wengorovius with
Ana Pimentel, Filipe Nogueira, Francisco Figueira, Francisca do Vale, João Wengorovius,
Paulo Condessa e Rosário Magalhães
© Manuel Botelho
PEDRO
VALDEZ
CARDOSO
Nasceu em 1974, em Lisboa, onde vive e trabalha
Realização Plástica do Espectáculo - Escola Superior de Teatro e Cinema, Amadora
[email protected]
FAKE, 2008
Instalação > Escultura
“A escultura “Fake” representa um túmulo que parte da típica escultura monumental funerária subvertendo a iconografia que habitualmente adorna estes monumentos substituindo-a por decorações que, embora imitem os padrões e formas habituais, são realizadas a partir de objectos de uso diário, doméstico e precário, tais como: alguidares, colheres de pau, latas de cerveja, garrafas de
água de plástico, etc. Os diversos elementos são posteriormente uniformizados de modo a criar a aparência de pedra esculpida.
Através da ironia subjacente e da própria natureza “descartável” destes elementos, a peça pretende construir discursos em
torno da necessidade de edificação de monumentos memorativos por parte do Homem e da sua inevitável falácia (evocada
no título da peça).” [PEDRO VALDEZ CARDOSO]
> Madeira, esferovite, alguidares de plástico, recipientes “Wc pato”, poliuretano, borracha,
latas de cerveja, brincos de metal, espada de plástico, corda e colheres de pau
200 x 200 x 100 cm
© Pedro Valdez Cardoso
> Wood, foam, plastic containers, package “Wc duck”, polyurethane, rubber, beer tins, metal
earings, plastic sword, rope and wood spoons
200 x 200 x 100 cm
© Pedro Valdez Cardoso
ROMEU
GONÇALVES
58 <
59 <
Nasceu em 1975, em Pampilhosa da Serra
Vive e trabalha em Lisboa
Escultura - Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
CONTENTOR, 2009
Instalação [Site_Specific]
“Contentor parte de uma reflexão sobre o processo de criação e os conceitos que envolvem a obra de arte enquanto objecto
expositivo.
Numa condição ambígua de apresentação, os objectos fora do seu lugar e contexto promovem uma sensação de estranheza.
Um contentor de grandes dimensões habitualmente utilizado para conter destroços e entulho de demolições apresenta-se
repleto de embalagens de obras de arte.
Ao contrário de aguardarem o transporte, a armazenagem ou a sua exposição numa galeria ou museu, as embalagens de obras
de arte estão abandonadas como lixo ou entulho, como que esperando a todo o instante serem removidas e destruídas, transportadas para um aterro ou um outro espaço, numa negação da sua própria existência, são desprovidas de todo o seu valor.
Como um congelamento do momento de criação, numa materialização de um pensamento criativo, de uma negação, rejeição, nesse acto decisivo, singular e determinante, no processo individual artístico. O encontro, a exclusão, a hesitação, o
afastamento, a decisão, o deslumbramento… os processos que envolvem a idealização, o projectar e a concretização da obra
na prática artística.
Como um grande contentor de ideias abandonadas, desprezadas, as obras amontoam-se. Como um lixo de esboços, lugar de
obras rejeitadas, onde o objecto artístico não toma o seu lugar… um contentor de possíveis projectos…
Numa estranha fusão do processo criativo, pela transposição e pelo deslocamento, as ideias rejeitadas são embaladas, tomando um lugar já diferente nos processos que envolvem a obra artística enquanto objecto expositivo, descontextualizada,
materializada, exposta e pública, uma obra concretizada e finalizada. Apresentando-se assim num estatuto indefinido e ambíguo na sua apresentação.” [ROMEU GONÇALVES]
> Contentor para entulho, madeira, mdf,
esmalte acrílico, película, filme protectivo
Numero de Peças: 30
Composição: 380 x 181 x 100 cm
> Container for garbage, wood, mdf, enamel
paint, film, protective film
Number of pieces: 30
Composition: 380 x 181 x 100 cm
SAMUEL
RAMA
Nasceu em 1977, em Coimbra
Vive e trabalha em Lisboa e nas Caldas da Rainha
Artes Plásticas - Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
www.111.pt
PAISAGEM ADOPTIVA, 2009
Instalação > Escultura [Site_Specific]
“Paisagem adoptiva pretende revelar a mina de gesso de Óbidos como escultura em si mesma, isto é como lugar onde a ética
a estética e a poética da terra se encontram concentrados de uma forma bruta e não atravessada por qualquer elemento
pitoresco.
Para assinalar essa visão será construído e assinalado no espaço um sinal que pode ser visto do promontório onde se situa
a vila. Paralelamente existirão diversos cartazes impressos em offset e de (formato A 0) que exibirão imagens manipuladas,
simuladas do espaço da mina e palavras como (ETHICS, THEORIA, MACRO, MICRO, GEOSCULPTURE, fusão da ideia de terra
com a noção de escultura ...). Os cartazes perverterão o uso do espaço propositadamente tornado cristalizado para servir funções turísticas. Simultaneamente trazem urbanidade, publicitam e orientam a atenção dos espectadores para uma mina que
se torna arte pública. Experimentar essa realidade é ter acesso à paisagem que tem a terra como limite, que não deixa espaço
para qualquer narrativa.” [SAMUEL RAMA]
> Cartazes impressos em offset
Formato A0, que exibirão imagens
manipuladas e palavras
Sinal no espaço, madeira e lona branca
1000 x 1000 cm
© Samuel Rama
> Posters printed on offset
Signal marked on place, wood
and white canvas
1000 x 1000 cm
© Samuel Rama
61 <
61 <
> NOVOS CRIADORES
> UPCOMING ARTISTS
ALEXANDRA
MOREIRA
Nasceu em 1977, em Leiria
Vive e trabalha nas Caldas da Rainha.
Artes Plásticas - Escola Superior de Tecnologia Gestão e Arte e Design de Caldas da Rainha (ESTGAD)
[email protected]
CADEIRA, 2007
Instalação > Escultura
> Material – Papel de seda
22 x 45 x 21 cm
> Silk paper
22 x 45 x 21 cm
ANA
TRINCÃO
62 <
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Nasceu em 1981, em Lisboa, onde vive e trabalha.
Artes Plásticas - Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
caocomtil.blogspot.com
[email protected]
INVERSÃO, 2009
Instalação [Site_Specific]
> Madeira, esferovite, pregos,
caniços, instalação sonora
> Wood, foam, nails, reeds,
sound installation
ANDRÉ
SIER
Nasceu em 1977, em Lisboa, onde vive e trabalha
Filosofia - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa (FCSH)
Pintura e Escultura - Ar.co, Lisboa
http://sier.s373.net
[email protected]
ASCENDE, 2009
Instalação Interactiva [Site_Specific]
> instalação interactiva com computadores,
código c++, câmaras, projectores de vídeo
© André Sier
> Interactive Installation with computers,
c++ code, cameras, video projectors
© André Sier
DANIEL
MOREIRA
64 <
65 <
Nasceu em 1976, na Suíça
Vive e trabalha no Porto
Arquitectura - Universidade do Porto (ULP)
[email protected]
www.labiosmudos.blogspot.com
NOITE BRANCA, 2008
Instalação > Escultura
> Massa de modelar
Composição_ 50 peças
Dimensão variável
> Model mass and wire
Composition_ 50 pieces
Variable dimension
DAVID
ETXEBERRIA
Nasceu em 1977, em San Sebastian, Espanha
Vive e trabalha nas Caldas da Rainha e Lisboa
Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias - Universidade Nova de Lisboa (UNL)
www.arteportugal.pt
[email protected]
WALKING AROUND, 2007
Instalação > Vídeo Projecção, 2’56’’ (loop)
> Mini-DV transferido para DVD
Som stereo
> Mini-DV transferred to DVD
Stereo sound
EDGAR LIBÓRIO/
NELSON LANÇA
66 <
67 <
EDGAR LIBÓRIO. Nasceu em 1986, nas Caldas da Rainha
Vive e trabalha em Óbidos
Som e Imagem – Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
NELSON LANÇA. Nasceu em 1975, em Joanesburgo, África do Sul
Vive na Atouguia da Baleia e trabalha em Óbidos
Design Gráfico – Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
O CÃO DA LILA, 2009
Instalação > Vídeo-Arte, Aninação, Vídeo, Fotografia, 4’00’’ + 4’00’’ [Site_Specific]
> Vídeo-arte
Som stereo
> Vídeo-art
Stereo sound
FILIPA
BURGO
Nasceu em 1986, em Lisboa, onde vive e trabalha
Pintura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
JANELAS IMAGINÁRIAS, 2009
Instalação > Fotografia [Site_Specific]
> Impressão de fotografia sobre lona branca
Composição_ 3 peças
103 x 152 cm (cada)
> Printed photos on canvas
Composition_ 3 pieces
103 x 152 cm (each)
ISABEL
BRISON
68 <
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Nasceu em 1980, em Lisboa, onde vive e trabalha
Escultura - Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (FBAUL)
http://isabelbrison.blogspot.com
[email protected]
FRONTEIRAS #1 E FRONTEIRAS #2, 2009
Instalação > Fotografia
> FRONTEIRAS #1, 2009
Impressão jacto de tinta de longa duração
70 x 112 cm
> Fronteiras #1, 2009
Ink-jet printing
70 x 112 cm
> FRONTEIRAS #2, 2009
Impressão jacto de tinta de longa duração
70 x 130 cm
> Fronteiras #2, 2009
Ink-jet printing
70 x 130 cm.
ISA
SILVA
Nasceu em 1987, em Paranhos, Porto
Vive e trabalha em Lisboa
[email protected]
www.nisa-photography.com
OBTURADOR PLATÓNICO, 2009
Instalação > Fotografia
> Fotografia digital em estúdio
Composição_ 2 peças
30 x 40 cm (cada)
> Digital photography in studio
Composition_ 2 pieces
30 x 40 cm (each)
7O <
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JOANA CARVALHO
MAFALDA SANTOS
MARIANA ARAÚJO
SÓNIA SILVA
“DESIGN ENTRE ASPAS”
JOANA CARVALHO. MAFALDA SANTOS. MARIANA ARAÚJO
Design de Equipamento - Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos (ESAD)
SÓNIA SILVA
Design de Interiores - Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos (ESAD)
[email protected]
SUIÇO, 2009
Design de Equipamento e Interiores
JOANA
LOBINHO
Nasceu em 1985, em Lisboa, onde vive e trabalha
Pintura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
A MATILHA, 2009
Instalação [Site_Specific]
> Plástico, tecido, lã branca
Composição_ 11 peças
20 x 30 x 40 cm (cada)
> Plastic, tissue, white wool
11 pieces
20 x 30 x 40 cm (each)
JOÃO
BELGA
Nasceu 1968, em Luanda, Angola
Vive e trabalha nas Caldas da Rainha
Artes Plásticas - Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
http://www.artraiseronecstasy.blogspot.com/
QUANDO É O FUTURO PASSOU DE SER UMA PROMESSA PARA UMA AMEAÇA?, 2009
Instalação > Pintura/Desenho [Site_Specific]
72 <
73 <
JOÃO
BISCAINHO
Nasceu em 1979, em Portalegre
Vive e trabalha em Lisboa
Artes Visuais - Faculdade de Belas Artes da Universidade Clássica de Lisboa (FBAUL)
www.joaobiscainho.com
http://joaobiscainho.googlepages.com
[email protected]com
CHRISTMAS IN JUNE, 2004
Instalação > Artes Visuais
> Chocolate, madeira, fotografia
Dimensões variáveis
> Chocolat, wood, photography
Variable dimensions
JORGE SOUSA
NUNO FRAGATA
NUNO FRANCO
74 <
75 <
JORGE SOUSA. Nasceu em 1978, em Peniche. Vive e trabalha na Ericeira
Artes Plásticas - Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
NUNO FRAGATA. Nasceu em 1975, na Serra d’El-Rei, Peniche. Vive em Leiria e trabalha nas Caldas da Rainha
Artes Plásticas - Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
NUNO FRANCO. Nasceu em 1976, em França. Vive e trabalha em Lagos
Artes Plásticas - Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
REALIDADES PARALELAS, 2009
Instalação > Pintura e Desenho, Intervenção Pictórica [Site_Specific]
> Técnica Mista
Tinta-da China, Acrílico
e grafite sobre parede/papel
© Edgar Libório
> Mixed Media
Variable Dimension
© Edgar Libório
LICÍNIO
FLORÊNCIO
VIEIRA
Nasceu em 1977, em Leiria, onde vive.
Design Gráfico - Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias, Universidade Lusófona de Lisboa (ISHT)
[email protected]
UM DIA SONHEI CONTIGO, 2009
Instalação > Design Gráfico
> Montagem fotográfica
Dimensões variáveis
> Photographic assembly
Variable Dimension
MARCO
MARTINS
76 <
77 <
Nasceu em 1975, no Fundão.
Vive e trabalha nas Caldas da Rainha.
Artes Plásticas - Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha (ESAD)
http://underscoreanimation.blogspot.com
[email protected]
S/ TÍTULO, 2009
Instalação > Vídeo Projecção, DVD, 6’00’’
> Projecção vídeo
> Vídeo Projection
MARIA
CABRAL
Nasceu em 1986, na Ponta Delgada, Açores.
Vive e trabalha em Lisboa.
Arte Multimédia - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
CAPELINHOS, 2007
Instalação > Vídeo Projecção, 14’28’’ (loop)
> Super 8 transferido para DVD
> DVD from Super 8
Capelinhos
MÁRIO
AMBRÓZIO
78 <
79 <
Nasceu em 1982, em Caminha.
Vive e trabalha em Lisboa.
Fotografia - Escola Superior de Tecnologia de Tomar (ESTT)
www.marioambrozio.com
[email protected]
THE STRONG MAN, 2007
Instalação > Fotografia
> S/ Título (Da Série “The Strong Man”)
100 x 125 cm
Ink Jet Print s/ Papel de Algodão
Nelas 2007
Ed. 1/3 + P.A.
> Untitle (Series “The Strong Man”)
100 x 125 cm
Ink jet print on Cotton Paper
Nelas 2007
Ed. 1/3 + P.A.
> S/ Título # 3 (Da Série “The Strong Man”)
100 x 125 cm
Ink Jet Print s/ Papel de Algodão
Tomar 2007
Ed. 1/3 + P.A.
> Untitle #3(Series “The Strong Man”)
100 x 125 cm
Ink jet print on Cotton Paper
Tomar 2007
Ed. 1/3 + P.A.
MIGUEL
GODINHO
Nasceu em 1974, em Lisboa, onde vive e trabalha.
Fotografia - Ar.Co. – Centro de Arte & Comunicação Visual, Lisboa
[email protected]
miguelgodinho.no.sapo.pt
THE NATURE, 2008
Instalação > Fotografia
> Impressão jacto de tinta sobre apel fine art
Dimensões variáveis
> Ink-jet printing on apel fine art
Variable dimension
MIKAEL
LARSSON
8O <
81 <
Nasceu em 1980, na Suécia.
Vive em Londres. Trabalha em Londres e Lisboa.
[email protected]
www.the-mews.org.vestígio-2009.blogspot.com
I KNOW WHAT YOU´RE THINKING, 2009
Instalação
> Néon luminoso em caixa plástica preta
18 × 250 cm
> Néon light on black board
18 × 250 cm
NUNO
RODRIGUES
SOUSA
Nasceu em 1977, em Lisboa, onde vive e trabalha
Pintura - Faculdade de Belas-Artes Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
CINCO ESPAÇOS EM SEQUÊNCIA, 2009
Instalação > Vídeo Projecção, DV Avi, 5’00’’
> Fotografias sequênciadas em Vídeo DV
Instituto Superior Técnico
> Photo Video sequence in DV
Instituto Superior Técnico
PEDRO
BERNARDO
82 <
83 <
Nasceu em 1977, nas Caldas da Rainha, onde vive e trabalha
www.pedroberardo.net
[email protected]
EM DIRECTO, 2004-2009
Instalação > Fotografia e Vídeo Projecção, 4’30’’
> Hotel Palestina
DVD Pal - Som stereo
> Hotel Palestina
DVD Pal - Stereo sound
PEDRO
HENRIQUES
Nasceu em 1985, no Porto.
Vive e trabalha em Lisboa.
Pintura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
www.pedrohenriques.com
[email protected]
AUTO-RETRATO PARA UM VOLUME, 2008
Instalação
> Técnica Mista
Impressão digital, Pirex, Água,
Ervas, Instalação Eléctrica, Plinto
45 x 45 cm
> Mixed Media
Digital Print, Pirex, Water, herbs,
electric installation
45 x 45 cm
RITA
PIMENTA
84 <
85 <
Nasceu em 1981, nas Caldas da Rainha.
Vive e trabalha em Alcobaça.
Artes Plásticas - Escola Superior de Arte e Design, Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected] .com
MY HOME, 2008
Instalação
FICHA TÉCNICA
> Técnica mista
Asfalto, resina e acrílico
180 x 90 x 75 cm
> Mixed media
Asphalt, resin and acrylic
1,80 x 90 x 75 cm
RUI
MOURÃO
Nasceu em 1977, em Lisboa.
Vive e trabalha em Sintra.
Cinema (variante de interpretação), Centre d´Éstudis Cinematogràfics de Catalunya, Barcelona
[email protected]
TRÓIA, 2007
Instalação > Projecção Vídeo, DV Pal, 5’53’’ (loop)
> Mini-DV transferido para DVD
> Mini-DV transferred to DVD
SANDRA
GRADISSIMO
Nasceu em 1984, em Lisboa.
Vive em Loures.
Escultura - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
[email protected]
S/ TÍTULO, 2008
Instalação > Escultura
> Ferro soldado
150 x 80 x 270 cm
> Iron Soldier
150 x 80 x 270 cm
86 <
87 <
SARA
BERNARDO
Nasceu em 1988, em Lisboa.
Vive e trabalha nas Caldas da Rainha.
Artes Plásticas - Escola Superior de Arte e Design, Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
TERATOGENIA, 2008
Instalação > Escultura
> Terracota
Composição_ 7 peças
Dimensões variáveis
> Terra cotta
Composition_ 7 pieces
Variable dimension
TIAGO
GANDRA
88 <
89 <
Nasceu em 1979, em Lisboa.
Artes Plásticas - Escola Superior de Arte e Design, Caldas da Rainha (ESAD)
[email protected]
PLANT A HUNDRED, 2008
Performance/Instalação > Artes Visuais
> 100 Moedas de 1 euro,
4 tubos de plástico e silicone
> 100 coins of 1€,
4 plastic tubes and silicone
Esboço Gráfico da Performance:
1ª Acção: Atirar o 1º tubo de moedas
2ª Acção: Atirar o 2º tubo de moedas
3ª Acção: Atirar o 3º tubo de moedas
4ª Acção: Atirar o 4º tubo de moedas
5ª Acção: Colagem das moedas
Graphic Performance sketch:
1st Action: Throw the 1st coin tube
2nd Action:Throw the 2nd coin tube
3rd Action: Throw the 3rd coin tube
4th Action: Throw the 4th coin tube
5th Action: Sticking of coin on the ground
> CURRICULUM VITAE
> ARTISTAS CONVIDADOS / GUEST ARTISTS
9O <
91 <
BALTAZAR TORRES 1961, Figueira de Castelo Rodrigo. Vive e trabalha no
Porto. Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto onde é
professor convidado.
Born in 1961, in Figueira do Castelo Rodrigo. Lives and works in Porto. Degree in Painting by the Faculty of Fine Arts of Lisbon where he is an invited
Professor.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SOLO EXHIBITIONS 2009 “Ivory Mountains”, Mario
Mauroner Contemporary Art, Salzburgo (Austria); “Persecución”, Galeria Miguel Marcos, Barcelona (Espanha /Spain) 2008 “Vida Salvaje”, Galeria Bacelos, Vigo (Espanha /Spain) 2007 “A perfect day in a perfect world”, Fundação
Pilar e Juan Miró, Palma de Maiorca (Espanha /Spain); “Daily Stories”, Mario
Mauroner Contemporary Art, Viena (Austria); “A Tutto Gas”, Galeria Cesare Manzo, Roma (Itália / Italy) 2006 “Spring Sounds”, Galeria Magda Bellotti,
Madrid (Espanha /Spain); “Subsuelo”, Museu Barjola, Gijón (Espanha /Spain);
“Construyendo el futuro”, Galeria Bores & Mallo, Caceres (Espanha /Spain);
“Dr Freud, Stock house”, MCO Arte Contemporânea, Porto (Portugal); “Día y
medio en el bosque”, Galeria Xavier Fiol, Palma de Maiorca (Espanha /Spain);
“Trabajando noche y día”, Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa (Portugal) 2005 “It’s Mine”, Fundacion Ars TEOR/ éTica, San José (Costa Rica); “The
World belongs to me”, Galerie Academia & Mario Mauroner Contemporary
Art, Salzburg (Austria); “Hierbas Dañinas”, Centro Nacional de Fotografia,
Torrelavega (Espanha /Spain); “Hierbas Dañinas”, Palacio de Almudi, Murcia
(Espanha /Spain) 2004 “Hierbas Dañinas”, CACMálaga. (Espanha /Spain); “Escenas de un Mundo Perfecto”, Museo de Navarra, Pamplona (Espanha /Spain)
2003 “Where am I? “, Galeria Xavier Fiol, Palma de Maiorca (Espanha /Spain);
“Crying”, Caja Luzan, Zaragoza (Espanha /Spain); “Ça Va”, Galeria Magda Bellotti, Madrid (Espanha /Spain) 2002 “Sunny Days”, Galeria Filomena Soares, Lisboa
(Portugal) 2001 “Can You Draw a New World ?” , Galeria Artinprogress, Berlim
(Alemanha/Germany); “You are Here You Live Here”, Galeria Bores & Mallo,
Cáceres (Espanha /Spain) 2000 “Can you live twice?”, Galeria Mário Sequeira,
Braga (Portugal); “Antinomia da Paisagem / The Real Face of Landscape”, Galeria Quadrado Azul, Porto (Portugal); “Landscape”, Galeria JM/Gomes Alves,
Guimarães (Portugal) 1997 “Logo Urban Power”, CAPC, Coimbra (Portugal);
“Logo Urban Power”, Museu Nogueira da Silva, Braga (Portugal); “If you see a
policeman don’t ask anything, run away”, Galeria M/Gomes Alves, Guimarães
(Portugal); “Weekend News”, CACP, Coimbra (Portugal) 1991 Galeria Módulo,
Lisboa (Portugal); Biblioteca Nacional, Lisboa (Portugal) 1990 Galeria JM/Gomes Alves, Guimarães (Portugal); Galeria Módulo, Lisboa (Portugal); Galeria
Módulo, Porto (Portugal)
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS GROUP EXHIBITION 2009 “Diferença e simulacro”,
Óbidos (Portugal); “Peregrinatio (Mistica)”, Sagunto (Espanha /Spain); “Antes
de ayer y passado mañana; o lo que puede ser pintura hoy”, MACUF _ Museo
de Arte Contemporáneo Unión Fenosa, Corunha (Espanha /Spain); “Matéria
Negra”, Mario Mauroner Contemporary Art, Viena (Austria); “Una Mirada”, Galeria Miguel Marcos, Barcelona (Espanha /Spain); “La Escultura en la Coleccion
del IVAM”, IVAM, Valencia (Espanha /Spain) 2008 “XXXV Anniversary”, Mario
Mauroner Contemporary Art, Viena e Salsburgo (Austria); “Linha do Horizonte”,
Caixa Económica Federal, Rio de Janeiro (Brasil/Brazil); “El agua y sus sueños
contemporáneos”, Pavilhão de Aragon, EXPO ZARAGOZA, Zaragoza (Espanha
/Spain); “Construir, Habitar, Pensar”, IVAM, Valencia (Espanha /Spain); “Eveil
du Printemps”, Galerie Academia & Mario Mauroner Contemporary Art, Salzburg (Austria); “PARANGOLÉ”, Fragmentos desde os 90, Patio Herreriano,
Museo de Arte Contemporáneo, Valladolid (Espanha /Spain); “Ponto de vista:
obras da Colecção da Fundação PLMJ”, Espaço Fundação PLMJ, Lisboa/Lisbon; “Pasiones Privadas, Visiones Públicas”, MARCO, Vigo (Espanha /Spain)
2007 “European Triennial of small-scale sculpture”, Gallery of Murska Sobota,
Murska Sobota (Eslovénia); “Small is beautiful”, Ursula- Blickle- Foundation,
Kraichtal, comissário Peter Weiermair (Alemanha /Germany); “El Puente de la
Vision”, Mercado del Este, Santander, comissário Salvador Carretero (Espanha
/Spain); “Jardim Aberto”, Jardim do Palácio de Belém, Lisboa, comissária Filipa Oliveira (Portugal); “Antimonumentos”, Galeria António Henriques, Viseu,
comissário Miguel von Hafe Perez (Portugal); “Aus der Sammlung: Kinderzimmer”, Landesgalerie am Oberosterreichischen Landesmusem, Linz (Austria);
“Space Invasion”, Viena (Austria); “Paisagem Contemporânea Portuguesa”,
King Faisal Foundation, comissário Bernardo Pinto de Almeida, Riad (Arábia
Saudita /Saudi Arabia); “Projecto Fábrica”, Antiga Fábrica de Curtumes, Guimarães; “Plata I”, Galeria Magda Bellotti, Madrid 2006 “Little disasters”, Mario
Mauroner Contemporary Art, Viena (Austria); “Bienal da Prata”, Museu de Lamego, Lamego, comissário Bernardo Pinto de Almeida (Portugal); “Bienal del
Fuego”, Museo de Belas Artes, Caracas, Comissário Fernando Castro Florez
(Venezuela); “Surrounding Matta-Clark”, Carlos Carvalho Arte Contempo-
rânea, Lisboa, comissário Paulo Reis (Portugal); “Territorio Oeste. Aspectos
singulares del arte portugués contemporâneo”, MACUF, Corunha , comissário
David Barro (Espanha / Spain); “Jeux divers“, Musée Geo-Charles, Echirolles
(França / France); “Paradiso e Infierno“, Mario Mauroner Contemporary Art
Vienna (Austria); “Portugal Today“, Mario Mauroner Contemporary Art Salzburgo (Austria); “Colectiva“, Galleria Cesare Manzo, Roma (Italia / Italy) 2005
“Giardino“, MuseoLaboratorio, S. Angelo, comissária Veronica Valentini (Itália
/Italy); “Voyager O3“, Semana da Cultura Portuguesa,Strasburg, Brussels (Bélgica / Belgium); “Seducidos por el accidente“, Fundación,Seoane, A Coruña
(Espanha / Spain); “100 Desenhos“, Maus Hábitos , Porto (Portugal); “Domicile“, St. Etienne Museum (França /France); “Portugal Today“, Mario Mauroner
Contemporary Art Vienna (Austria); “Del Zero al 2005“, Perspectivas del arte
en Portugal, Fundación Botín, Santander (Espanha / Spain); “Outras Arquitecturas“, Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa (Portugal) 2004 “Le Droit
de Reve“, Galeria Academia & Mario Mauroner Contemporary Art ,Salzburgo
(Austria); “15 Años“, Galeria Xavier Fiol, Palma de Maiorca (Espanha / Spain)
49 Salon Européen des Jeunes Créateurs, Paris,Barcelona e Amarante (França, Espanha, Portugal – France, Spain and Portugal); 20+1 Artistas portugueses nas colecciónes CGAC, , CGAC, Santiago de Compostela (Espanha /
Spain); “Um olhar Sobre a RAR“, Porto (Portugal) 2003 “Coimbra C“, Círculo de
Artes Plásticas, CAPC, C oimbra (Portugal); “Fuori Uso 03: Anomalias -XII edicion“ , Ferrotel , Pescara (Itália / Italy); “A Decade of Art from Spain-selections
from Coca-Cola España Foundation“, Bass Museum of Art, Miami (EUA/USA)
“Frágiles“ , Galeria Espacio Líquido, Gijon (Espanha / Spain); “Gestell, software
y otros dispositivos (precarios) “, Valencia (Espanha / Spain); “Bienal Voyager
03“, Paris, Barcelona ,Madrid , Lisboa (França, Espanha, Portugal); “Playing whith Scale“, CGAC, Santiago de Compostela (Espanha / Spain) 2002 “Colección
I“, Fundação Claudine et Jean-Marc Salomon (França /France); “Entre Líneas“,
La Casa Encendida,Caja Madrid, Madrid (Espanha / Spain); “Parallel Worlds“,
Galería K&S, Berlin (Alemanha / Germany); ARCO 02 Cutting Edge: Cross Roads, Galeria Artinprogress, Madrid (Espanha / Spain); “Show & Basura“, Museo
de Caceres, Caceres (Espanha / Spain); “Arte Contemporânea: Colecção Caixa Geral de Depósito“, Culturgest, Lisboa e Porto (Lisbon and Oporto); 2001
“Juegos de Navidad“, Galeria Espacio Liquido, Gijon (Espanha / Spain); “Pay
Attention Please“, Museu de Arte de Noro (Itália /Italy); “Embandeirarte“, Porto
2001, Porto (Portugal); “Elogio da Loucura“, Porto 2001, Hospital Psiquiátrico
Conde Ferreira Porto (Portugal) 2000 “Proprios e Estraños“, Galeria Marlborough, Madrid (Espanha / Spain); XXVI Bienal de Pontevedra – O Espaço como
Projecto / O Espaço como Realidade, Pontevedra (Espanha / Spain); “Arritmia“,
Mercado Ferreira Borges, Porto (Portugal) 1999 “Cores do Porto – 50 anos, 50
quadros“, Fundação Eng. António de Almeida, Porto (Portugal); “Natureza Deceptiva“, Galeria Glória Vaz, Felgueiras (Portugal) 1996 Bienal AIP, Europarque,
Santa Maria da Feira (Portugal); “Conventry/Porto, Art Exchange ’96“, Lanchester Gallery, Conventry, (Reino Unido / UK); ESBAP/FBAUP, 215 Anos de Belas
Artes no Porto, Alfândega, Porto (Portugal) 1994 “Depois de Amanhã“, Centro
Cultural de Belém, Lisboa (Portugal); “Imagens para os Anos 90“, Fundação de
Serralves, Porto (Portugal) 1992 “Encontros de Arte Jovem“, Chaves (Portugal); “Momentos de Arte Contemporânea I: Anos 9o Pré/Visões“, SNBA, Lisboa
(Portugal); “Experiments/Risco“, Europália, Gent (Bélgica /Belgium) 1990 “Import/Export“, Galeria Módulo, Porto - Lisboa (Portugal); “Sommer Inspiration“,
Messe AG, Hanover (Alemanha / Germany) 1984 IV Bienal de Cerveira, Vila
Nova de Cerveira (Portugal); “O Porto“, Cooperativa Árvore, Porto (Portugal)
1983 I Bienal de Chaves, Jovem Arte Portuguesa, Chaves (Portugal); Exposição Nacional de Desenho da Cooperativa Arvore, Palácio de Cristal, Porto
(Portugal)
COLECÇÕES PÚBLICAS PUBLIC COLLECTIONS CAPC, Coimbra (Portugal);
Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal); Culturgest (Portugal); FundaçãoIlídio Pinho (Portugal); Fundação PLMJ (Portugal); Museu da Cidade,
Chaves (Portugal); CACMálaga (Espanha / Spain); CGAC, Santiago de Compostela (Espanha / Spain); Comudidad de Murcia, Murcia (Espanha / Spain);
Fundação Coca-Cola (Espanha / Spain); Fundació Pilar i Joan Miró (Espanha
/ Spain); IVAM, Valencia (Espanha / Spain); Museo de Bellas Artes de Santander
(Espanha / Spain); Oberösterreichisches Landesmuseum, Linz (Austria); Fondation Claudine et Jean Marc Salomon (França / France)
CARLOS CORREIA Nasceu em Lisboa, 1975, onde vive e trabalha.
Born in Lisbon, 1975. Lives and works in Lisbon.
EDUCAÇÃO EDUCATION 2008 Doutorando na European Graduate School (EGS), Saas-Fee, Suiça / Attends the PhD in Communication, (EGS), SaasFee, Switzerland; 2005-2008 Mestrado em Artes Visuais / MA in Visual Arts
at Universidade de Évora, Évora 2003-2004 Projecto Individual em Pintura
/Individual Painting Project at Ar.Co, Lisbon 1996-2002 Licenciatura em Artes
Plásticas / BA in Fine Arts at ESAD,CR, Caldas da Rainha Desde/Since 2006
Professor de Teoria e Prática da Pintura / Teacher of Painting – Theory and
Practice at Arte Ilimitada – Escola de Artes Visuais, Lisbon
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SOLO EXHIBITIONS 2009 “Carlos Correia”, Museu
Nogueira da Silva, Braga 2008 “Carlos Correia. Pintura”, Sala POSTE IT Galeria
Pedro Oliveira, Porto/Oporto; “Olhar para Dentro/Olhar para Fora”, Universidade de Évora; “Carlos Correia. Pintura”, Galeria Fucares, Almagro; “Carlos Correia. Pintura”, Galeria Luísa Strina, São Paulo 2007 “Carlos Correia. Pintura”, Galeria Pedro Oliveira, Porto / Oporto 2006 “Carlos Correia. Pintura”, Sala POSTE
IT Galeria Pedro Oliveira, Porto; “Carlos Correia. Pintura”, Baginski Galeria-Projectos, Lisbon; “Carlos Correia - Arte Contempo” – Curated by Filipa Oliveira
e Miguel Amado, Lisbon 2005 “Carlos Correia. Pintura”, Galeria Pedro Oliveira,
Porto/Oporto 2004 “Carlos Correia. Pintura”, Galeria 24b, Oeiras
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS (SELECÇÃO) GROUP EXHIBITIONS (SELECTION)
2009 “Opções e Futuros, Obras da Colecção PLMJ”, Museu da Cidade, Lisboa
(Lisbon); “Vestígios”, Pavilhão 28 CHJM, Lisboa (Lisbon); Pavilhão de Portugal,
Hangar 7, Salzburgo (Salzburg); “Trabalhos em Papel” , Galeria 102-100, Castelo Branco; “Desenhos Drawings: A-Z” (Museu da Cidade, Lisboa, 2009),
Lisboa (Lisbon) 2008 “Aquilo sou Eu”, Fundação Carmona e Costa, Lisboa
(Lisbon); “Imagenes Latentes”, Galeria Fúcares, Madrid; ARCO - Galeria Pedro
Oliveira, Madrid; Frieze Art Fair – Galeria Luisa Strina, Londres (London); Pulse
Miami – Galeria Fucares, Miami; Arte Lisboa - Galeria Pedro Oliveira; Baginski
Galeria-Projectos 2007 “To Draw the Drawing”, Baginski Galeria-Projectos,
Lisboa (Lisbon); “Some Stories on Paper”, Galeria Pedro Cera, Lisboa (Lisbon);
“Antimonumentos”, Galeria António Henriques, Viseu, Curated by Miguel von
Hafe Pérez; ARCO - Galeria Pedro Oliveira, Madrid; Arte Lisboa - Galeria Pedro Oliveira; Baginski Galeria-Projectos; “Rasura, Avenida”, Independent artists
space, Lisboa (Lisbon); “Reunião, Baginski Galeria-Projectos, Lisboa (Lisbon)
2006 AIAS Prize of Hounor 2006 – Palácio da Inquisição, Évora; “Opções e
Futuros # 2- Obras da Colecção da Fundação PLMJ”, Arte Contempo, Curadoria de Miguel Amado, Lisboa (Lisbon); “Accrochage 01_06”, Galeria Luis Serpa
Projectos, Lisbon; ARCO - Galeria Pedro Oliveira, Madrid; Arte Lisboa - Galeria
Pedro Oliveira; Baginski Galeria-Projectos 2005 “Trabalhos em Papel”, Independent artists space, Galeria Luis Serpa Projectos, Lisbon; “Controlo Remoto”,
Galeria Luís Serpa Projectos, Lisbon; “Desenhar Discurso”, Digressões sobre
uma Urbanidade Disruptiva. XIII Bienal de Cerveira Curadoria de Miguel von
Hafe Pérez; “GPO31031405”, Galeria Pedro Oliveira, Curadoria de Miguel Amado, Porto (Oporto); Bartolomeu 5, Lisboa (Lisbon); Prémio Jovens Pintores
Fidelidade Mundial, Culturgest, Porto; Bolseiros e Finalistas do Ar.Co 2004,
Cordoaria Nacional, Lisboa (Lisbon); Arte Lisboa - Galeria Pedro Oliveira
BOLSAS SCHOLARSHIPS 2008-2012 Apoio da Fundação Ilídio Pinho para o
Doutoramento na European Graduate School (EGS), Saas-Fee, Suiça / Fundação Ilídio Pinho Scholarship - PhD in Communication, (EGS), Saas-Fee,
Switzerland
COLECÇÕES PÚBLICAS PUBLIC COLLECTIONS Fundação PLMJ; Fundação
Engº António Almeida; RAR ( Holding); Colecção Teixeira de Freitas; H.S.J.D Espacio de Arte Contemporâneo de Almagro; Fundação Ilídio Pinho; Colecção
Madeira Corporate Services; Coleccion Caja Madrid; Colecção Safira&Luis
Serpa; Fundação Pedro Barrie de la Maza
+ INFO Baginski - Galeria.Projectos - www.baginski.com.pt; Galeria Pedro Oliveira - www.galeriapedrooliveira.com; Galeria Luís Serpa Projectos - www.galerialuisserpa.com; Galeria Fúcares – www.fucares.com; Galeria Luísa Strina
– www.galerialuisastrina.com.br; www.anamnese.pt; www.artfacts.com
DIANN BAUER [USA] 1972 Nasceu/Born, Johnson City, Nova Iorque/New
York, EUA/USA. Vive e trabalha em Londres/Lives and works in London.
FUTURAS EXPOSIÇÕES FORTHCOMING EXHIBITIONS AND PROJECTS 2009
Inferno, Yautepec, Mexico City, Mexico 2010 Dawnbreakers, John Hansard
Gallery, Southhampton, England.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SOLO EXHIBITIONS 2007 Necrotroph-Optopolis,
Paradise Row, London; On a Scale of 1:1, Vamialis Gallery, Athens 2006 Bludgeonerator, The Showroom, London 2005 Scramble and Dissolve, Fine Art
University of Hanoi, Vietnam 2004 Meijius, Vamialis, Athens 2003 Uchi Jini No
Uchi, One in the Other, London
SITE SPECIFIC SPECIAL PROJECTS 2009 Site specific commission through
Contemporary Art Society for Pictet Collection, London 2008 Harlow Temple of Utopias, the creation of a public pavillion and temporary space for
contemporary art in colaboration with Roman Vassuer, Harlow; Centre-fold
pop-up for The Institute of psychoplasmics (In conjunction with the exhibiton at the pumphouse gallery), London; Monthy artist comic for Art Reviw,
March issue.
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS SELECTED GROUP EXHIBITIONS 2009 (Let Us Pray
for Those now Residing in) The Designated Area, colaborative exhibition with
Roman Vauueur and Amanda Beech, DNA Glaerie, Berlin; Drawing 2009, The
Drawing Room, Lonon 2008 O fascinio de ulisses, Luis serpa gallery, Lisbon;
Hypersurface, OVADA, Oxford; Institute of Psychoplasmics, Pump house
gallery, London; Latitude, New York Center for Art and Media Studies, New
York 2007 Foreign Policy, Louis Serpa Gallery, Lisbon; Delicatessen, University
Galleries, Florida Atlantic University, Boca Raton, Fla; Foreign body(ies), White Box, New York Latitude LON/MSP/NYC London, Feildgate Gallery, London;
Art Furtures, Bloomberg Space, London 2006 Panic Room - Works from The
Dakis Joannou Collection, Deste Foundation, Athens; Prosal for Danginri Art
Plant, Ssamzie space, Seoul; A Tale of Two Cities: Busan-Seoul/Seoul-Busan,
Busan Biennale, Korea; The Athens Voice Exhibition, Benaki Museum, Athens;
Metropolis Rise: New Art from London Dashanzi International Art Festival, 798
Space, Beijing; Art Furtures, Bloomberg Space, London; 8x8x8 LON/MSP/NYC
Minneapolis, The Soap Factory, Minneapolis; If it didn’t exist, you’d have to
invent it: a partial Showroom history The Showroom, London 2005 The Body.
The Ruin, Ian Potter Museum of Art, Melbourne, Aus; The Future Lasts a Long
Time, Le Consortium, Dijon; Turn to the Left, Artist Fashion Show, 291 Gallery,
London; Go Beween, Kunstverein, Bregenz; Expanded Painting, Prague Biennale 2, Prague, Post Notes, ICA, London 2004 Kingdom, The Market Gallery,
Glasgow; Caution: Uneven Surfaces, temporarycontemporary, London; So
You’re Affraid of What?, Redux Project Space, London; The Drawing Project,
Vamiali’s, Athens; New British Painting, John Hansard Gallery, Southampton;
Gewalt, Loushy Art and Editions, Tel Aviv; The Spectacle Within, The Queens
Gallery, The British Council, New Delhi 2003 Wheeling, Cell Projects,London;
Matchine Matchine,One in the Other (outside), London; 15/1(2), 1,000,000
mph, London; Centrefold Scrapbook1, (in collaboration with Sarah Emerson
and Nicole Licht), London 2002 Die First, One in the Other, London; The
Show, INSA Art Centre, Seoul; Across the Pond, The Practice Space, Los Angeles 2001 What if I Told the Truth?, Cell Projects, London; Saatchi Gallery
Bursaries 1999-2001, Saatchi Gallery, 30 Underwood St; Glamour Hammour,
Samuel L Beckett Boxing Ring, London; Molotov, Dilston Grove, London 2000
Assembly, RCA/Goldsmiths collaboration, London; Front, bilis 2000, 4 Garden
Walk, London; Saatchi Fellowship Degree Show, Goldsmiths College, London;
On the Rocks, APT Gallery, London; Mole Tits, The Cool Mall, Brooklyn, New
York 1999 Coffee and TV, Vilma Gold Gallery, London; New York Undiscovered, Markham-Murray Gallery, New York; MA Degree Show, Goldsmiths College, London 1996 Personal Best, Chassie Post Gallery, Atlanta GA 1995 City
Folk, Holly Solomon Gallery, New York; That Not So Fresh Feeling, Houton
Gallery, New York; Questa Carne non e Fresca, Alleged Gallery, New York;
Soon to be Picturesque Ruins, 450 Broadway Gallery, New York 1994 Pathetic
Masterworks, Alleged Gallery, New York 1993 Young Sleek and Full of Hell,
Alleged Gallery, New York
FORMAÇÃO EDUCATION 1998-99 MA Fine Art, Goldsmiths College, London
1990-94 BA Fine Art, Cooper Union, New York
PRÉMIOS AWARDS 2005 British Council Residency in Hanoi, Vietnam 2003
Residency in New Delhi with Exhibition at Queens Gallery, British Council
1999 Saatchi Fellowship, Goldsmiths College, London.
TALKS 2009 Symposium on Contemporary Painting, Tate Britian, London;
In Conversation with Marc Ginsbourg, DNA gallerie, Berlin 2008 Lecture on
work: Middlesex University Birmingham City University 2007 In conversation
with Andrea Phillips, Paradise Row, London; Lecture on Work and Visiting Artist Tutorials, Portsmouth University; Lecture on Work, Visiting Artist Tutorials,
Wimbledon College of Art 2005 Lecture on Work, Fine Art University of Hanoi,
Vietnam 2004 Lecture on Work, Nottingham University: Live
BIBLIOGRAFIA SELECTED BIBLIOGRAPHY 2008 Any Other But Ourselves,
JJ Charlesworth, Mute magazine, September, 08; Review of The Institute of
psychoplasmics, Alasdiar Hopwood, Art rreview, issue 23, june 08 2007 review
of Necrotroph-optopolis, Petra Polic, Art Review, issue 18, Jan 08; “Space and
time: diann bauer”, Francesca gavin, Dazed and Confused, Vol II, no 54; “diann
bauer’s transubstantial parallax, the showroom annual; “Comics Trip”, Lauren
cochrane, vogue uk, june 2006 Interview with Sarah Kent, Time Out, Feb2228; Review of Bludgeonerator, Martin Herbert, Time Out, Feb 22-28; Drawings published in Fleisch Magazine, Winter 2006, Vienna; Interview with Fong
Chau, East London Advertiser, Feb 9; Pre-view of “Bludgeonerator”, Jessica
Lack,Guardian Guide, Jan 28; Pre-view of “Bludgeonerator”, Nick Hackworth,
Dazed and Confused, vol ii Pre-view of “Bludgeonerator” Pil and Galia Kolectiv,
92 <
93 <
Plan B Magazine, Jan 2005 Go Between Catalogure, ed.Wolfgang Fetz & Peter
Lewis, Bregenz, Austria; Prage Biennale 2 Catalogue, ed. by Giancarlo Politi &
Helena Kontova 2004 Review of Kingdom, Alexander Kennedy, The List, 113,
2-16 December Glasgow; Review of Kingdom, Moira Jeffrey , The Herald,, Nov
22,2004, Glasgow; Review of Centerfold; You Are Not Safe Here, Kathy Battista, Contemporary, no 63, London; Review of New British Painting II, Rosemary Shirley, Circa, 108, Summer 2004, Dublin; “I The Lieutenant”, Diann Bauer,
contribution to Gewalt Catalogue, Loushy Art and Editions, Tel Aviv; Profile in
New British Painting Catalogue, Rebecca Geldard, John Hansard Gallery, Southampton 2003 Review of 15/1(2),Sally O’Reilly, Art Monthly, 09/03,London;
Review of Uchi Jini no Uchi, Martin Herbert, Time Out Magazine, no 1692,
London; Rewiew of I’m Desperate, Love Me, Len Horsey, Artist’s Newsletter,
March, London 2002 Review of Die First,Martin Herbert, Time Out Magazine,
no 1673, London 2001 Exile on Ludlow St, Carlo McCormick, zingmagazine,
issue 16, New York; Review of What if I Told the Truth?, Mark Currall, Time Out
Magazine, no. 1634, London; No 3 in “Top Ten Shows in London”, July, www.
artrumours.com, London; Review of Saatchi Bursaries, Martin Coomer, Time
Out Magazine, no1610, London; Profile in “Saatchi Gallery Bursaries” Catalogue, Suzanne Patterson, Saatchi Galleries/Underwood St, London 1997 “The
Beat Curator”, i-D Magazine, no169 (October), London 1994 “Beneath”, Blur
Magazine, No 10, Vol3 (October), New York
JOÃO VILHENA 1980, Lisboa.
Actualmente vive e trabalha ente Portugal e o Reino Unido.
Currently works and studies between Portugal and UK.
FORMAÇÃO EDUCATION 1996-2001 Sculpture Studies and Advanced Art
Course, Ar.Co School of Art and Visual Communication, Lisbon, Portugal
1995-1996 Lightening and Camera Studies, Logomedia Productions, Lisbon,
Portugal 1994 Summer Drawing Course, Ar.Co School of Art and Visual Communication
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS GROUP EXHIBITIONS 2009 “Afrontamentos 5”,
Galeria Quase, Oporto 2009 “Afrontamentos 4”, Galeria Jorge Shirley, Lisbon
2008 “Afrontamentos 3” Galeria Joao Pedro Rodrigues, Oporto 2008 “That
is me”, curated by Luis Serpa, Carmona e Costa Foundation, Lisboa, (Cat.)
“Desedificar o Homem”, curated by Hugo Diniz, a selection from Serralves
Museum Collection, Torres Vedras (Cat.) 2007 “ISCP” group Show curated by Michael Lindeman; “ISCP-International Studio& Curatorial Program”,
Open Studios, New York 2006 “Densidades Relativas”, Fundação Calouste
Gulbenkian, Lisbon, Portugal, Curated Leonor Nazaré, (Catalogue) 2005 “Radicais Libres”, Auditorio da Galiza, Spain, Curated by Xosé M. Buxán (Catalogue) 2004 Banque Privée Edmond de Rothschild Europe, Lisbon, Portugal;
“Middelburg 2304AD- Futureways”,curated by Rita McBride, Glen Rubsamen,
and Rutger Wolfson, in Middelburg, Netherlands, in a collaboration with the
Whitney Museum of American Art (Catalogue) 2003 “Outras alternativas. Novas experiencias visuais en Portugal”, MARCO, Museo de Arte Contemporánea
de Vigo, Spain,(Catalogue) “Prague Biennale 1, 2003”, Galleria Nazionale Veletrzni Palac, Prague,Curated by Helena Kontova and Giancarlo Politi(cat.) 2002
“Os quatro elementos”, Museu da Pedra, Cantanhede, Portugal (Catalogue);
“Expect the world, moi non plus”, Sparwasser HQ and Parkhaus, Berlin; “Saló
Europeu de Joves Creadors”, Montrouge, France, (Catalogue); “Ar.Co 01”, Centro Cultural de Belém, Lisbon (Catalogue) 2001 “Parthenos”-Centro Cultural
de Lagos, (Catalogue) 2000 “Perspectiva portuguesa da arte contemporanea”
Maison de l´Unesco, Paris, W/Marta Wengorovious (Catalogue); “greenSpaces”,
Estufa Fria, Lisbon, (Catalogue); “MicroArte” -Pavilhão de Portugal, Hannover, (Catalogue) 1999 “Ramaia”- Armazém EPAC, Vila do Bispo, (Catalogue.);
“RAma”- Galeria Alvarez, Porto, (Catalogue); “Exposed”-Galeria ZDB- Casa de
Rute, Lisbon 1997 “NHXXI”-Estufa fria, Lisbon
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SOLO EXHIBITIONS 2002 Galeria Presença, Oporto (Cat.); Livraria Assirío & Alvim, Lisbon, (Cat.); Museu de Arte Contemporânea Forte de Santiago, Funchal, (Cat.); Galeria Bores & Mallo, Lisbon, (Cat.)
2003 Galeria Castelo 66, Lagos; Galeria Cristina Guerra, Lisbon 2004 Galeria
Luis Serpa Projectos,“Sublime Audacity: the stroller’s experience”, Lisbon, (Cat)
2005 Galeria Graça.Brandão, “Under the Curtain”, Oporto; Galeria Projecto,
“The UnAuthorized Biography of Joao Vilhena”, Vila Nova de Cerveira 2006
Giefarte, International Cabinet of Studies and Financing of Art, (Gabinete Internacional de Estudos e Financiamentos de Arte), “Superman Series”, Lisbon
2007 “Made in Heaven”, Galeria Presenca, Oporto 2008 “Made in Heaven”, Galeria Presença, Oporto
COLECÇÕES PÚBLICS PUBLIC COLLECTIONS Fundação Calouste Gulbenkian,
Lisbon, Portugal; Colecção Banco Privado para Serralves, OPorto, Portugal;
Museu de Arte Contemporânea Fortaleza de Santiago, Funchal, Madeira; MACUF-Museu de Arte Contemporaneo Unión Fenosa, Galicia, Spain; Colecção
Portugal Telecom, Portugal; Colecção Banco Espírito Santo, Portugal; Banque Privée Edmond de Rothschild Europe, Portugal; Fundação PLMJ, Portugal; Barbara and Aaron Levine Collection, USA; National Arts Club, New York,
USA
BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAPHY “That is me”, Carmona e Costa Foundation and
Assírio & Alvim, 2008; “Beija-me”, Editora Dom Quixote, text by Patrícia Reis,
2006; “Densidades Relativas”, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon, Portugal, Curated by Leonor Nazaré, 2005; “An Unauthorized Biography” text
by Isabel Sobral, E-Book, WWW.freewebs.com/joaovilhena,2005; “Coordenadas do Corpo na Arte Contemporânea”, Umbigo Associação Cultural,Lisboa,
2005; Texts by Eduardo Prado Coelho and Bárbara Coutinho; “1984/2004” Fotoportfolio, Ed.Galeria Luis Serpa Projectos, Lisbon 2004; “Outras alternativas.
Novas experiencias visuais en Portugal”, MARCO, Museo de Arte Contemporánea de Vigo,MARCO, Cat. (text David Barro), 2003; “João Vilhena”, Bores&Mallo
Edições, 2002, (texts by Delfim Sardo, Fernando Castro Florez, Alexandre Melo,
David Barro); “João Vilhena”,Assírio& Alvim, 2001, (texts de Luiz Francisco Rebello and Alexandre Melo); “Tráfego, Antologia da Nova Visualidade Portuguesa”, Coorden. Paulo Cunha e Silva, Text by Fernanda Câncio,Ed. Porto 2001.
PRÉMIOS AWARDS 2006 Full scholarship from the Gulbenkian Foundation to
ISCP (International Student and Curatorial Program) in New York 2004 Banque Privée Edmond de Rothschild Europe, Portugal, Lisbon (Painting Award)
2003 Fundação Calouste Gulbenkian and Portuguese Embassy in Prague
(Grant to represent Portugal in the first Prague Biennial) 2002 National Cultural Center(CNC), Lisbon (Project grant); Fundação Luso Americana para o
Desenvolvimento (Research grant for a research project in California, United
States) 2001 National Cultural Center(CNC), Lisbon (Project grant)
PROJECTOS DE CURAORIA CURATORIAL PROJECTS 2000 “2000greenSpaces”, A project about the dialogue between humans and the nature surrounding them, with ecological outreach, sponsored by the City Council of Lisbon.
Estufa Fria, Lisbon, Portugal (Catalogue) 1999 “Ramaia”- A project with multiple levels of dialogue, marked by the idea of RAM (Random Access Memory).
Armazém EPAC, Vila do Bispo, Portugal, (Catalogue.)
LIDIJA KOLOVRAT Nasceu em 1962, Bósnia. Vive e trabalha em Lisboa.
Born in Bosnia in 1962. Lives and Works in Lisbon.
1979-80 Estuda realização na Academia de Cinema de Zagreb; Studies Film
Direction in the Film Academy of Zagreb 1980-84 Estuda Design de Moda na
Escola Superior de Design Têxtil e de Moda de Zagreb; Studies Fashion Design
at the Superior School of Design and Fashion of Zagreb 1982 Abre a sua loja
de design «Savitri» em Zagreb, que encerra em 1989; Opens her shop “Savitri”
in Zagreb in 1989 1990 Muda-se para Portugal; Moves to Portugal; Abre outra
linha do seu projecto «Savitri» em Lisboa. Opens another “Savitri” store in
Lisbon 1992 Volta para Zagreb, integrada num Projecto de Teatro Contemporâneo; Returns to Zagreb, integrated in a Project of Contemporary Theatre;
Começa mostrar o seu trabalho em Paris e Amsterdão; Starts showing her
work in Paris and Amsterdam; Participa em várias Exposições de Arte em Portugal; Participates in several Art exhibitions in Portugal 1994 Instalações na
Galeria Moira, Lisboa e na Galeria Vantag, Porto; Installations in the Moira
Galleries, Lisbon, and in the Vantag Gallery, Oporto; Moda: direcção de um
workshop: Moda e Anti-Moda. Aula do Risco; Fashion: director of the
workshop: fashion and anti-fashion. Escola de Formação Artística Avançada
para Profissionais. 17 Mai a 17 Jun. / Set. Artistic Instruction for Advanced Professionals (May 17 to June 17) 1996 Reabre a Galeria Pedro e o Lobo, em Lisboa; Reopens the Gallery Pedro e o Lobo (Peter and the Wolf) in Lisbon; Abre
atelier de Pesquisa e Design; Opens a Research and Design Atelier; Participa
nas «Manobras de Maio», edição de Inverno, Teatro da Trindade, Lisboa; Participates in the “May Manoeuvres”, Winter edition, Trindade Theatre, Lisbon
1997 «In Between», exposição organizada em cooperação com a «Galeria
Luís Serpa Projectos, Lisboa; “In Between”, an exhibition organized in cooperation with the Luis Serpa Projects Gallery, Lisbon; Planeja, organiza e participa na «Colectiva» da Galeria Pedro e o Lobo, Lisboa; Plans, organizes and
participates in the “Collective” of the Pedro e o Lobo Gallery, Lisbon; Cria figurinos para a peça de Olga Roriz «Stop and Start Again», Teatro D. Maria II,
Lisboa. Designs wardrobe for the play by Olga Roriz “Stop and Start Again”,
Queen Maria II Theatre, Lisbon 1998 Participa na colectiva «Despir- Peças de
Vestuário», Galeria Pedro e o Lobo, Lisboa; Participates in the collective exhibition “Despir – Peças de Vestuário”, Pedro e o Lobo Gallery, Lisbon; Cria figurinos para o bailado de Olga Roriz, «Arcanjos, Querubins e Serafins». Centro
Cultural de Belém, Lisboa; Designs wardrobe for the ballet by Olga Roriz, «Arcanjos, Querubins e Serafins», Centro Cultural de Belém, Lisbon. Cria figurinos
para a actriz lia Gama na peça «Aos que nascerem depois de Nós (Canções
do Pobre)»Bertoldt Brecht. Kurt Weill. Hans Eiler. Jorge Palma. Prod: Artistas
Unidos/ Compª. de Teatro de Braga. Direcção cénica : Jorge Silva Meio. Estreia, 17 de Julho. Designs wardrobe for the actress Lia Gama for the Play «Aos
que nascerem depois de Nós (Canções do Pobre)»; 1999 «Mercedes por um
Beijo» e «A Fraldinha Ameaçadora», incluídos na série “A Vida Como Ela é”,
baseada em textos de Nelson Rodrigues. Realização de Fernando D’Almeida e
Silva. Prod. Lusa Filmes para RTP 1.; “Mercedes por um Beijo» and «A Fraldinha
Ameaçadora», included in the series “A Vida Como Ela é”, based on texts by
Nelson Rodrigues. Directed by Fernando D’Almeida e Silva. Produced by Lusa
Filmes for RTP 1; Selecção de Figurinos, Rosa Almeida Lima; Selection of costumes, Rosa Almeida Lima; Participação no Fórum Pesquisa, Feira Internacional de Lisboa; Participation in the Fórum Pesquisa, Feira Internacional de Lisboa; Video-Clip para a Editora BMG / Adelaide Ferreira; Music vídeo for BMG /
Adelaide Ferreira; Culte du Personnalisé. Phildy, Dépêche Mode, N0. 126, Mars,
pp. 3941; Philip Morris, Guarda-Roupa, Campanha Mundial. Direcção Toby
Tremlett, Producção South West, lisboa, e Senous Pictures FiIm Company Limited, London; Culte du Personnalisé. Phildy, Dépêche Mode, N0. 126, Mars,
pp. 3941; Philip Morris, Wardrobe, Campanha Mundial. Directed by Toby Tremlett, Production South West, Lisbon, and Senous Pictures FiIm Company
Limited, London; Mode Portugaise - La Révélation, Printemps HausmannICEP. Set 1-17, Paris; Mode Portugaise - La Révélation, (Portuguese Fashion –
The Revelation . Printemps Hausmann-ICEP. Set 1-17, Paris; Andrógino, Kolovrat Lab, Eventos Paralelos, Experimentadesign. Set-Out, Lisboa; Andrógino,
Kolovrat Lab, Eventos Paralelos, Experimentadesign. Sep-Oct, Lisbon 2000
Um Século de Moda, Museu do Traje, Julho 2000 a Janeiro de 2001, Lisboa; A
Century of Fashion, Museu do Traje, July 2000 to January 2001, Lisbon; Moda
Portuguesa „“Memórias do Futuro”, ICEP, Set-Out. Madrid; Portuguese Fashion,
“Memories of the Future”, ICEP, Sep.-Oct, Madrid; Exposição - Instalação “Spoon Fed Concept”, Galeria Luís Serpa Projectos. Nov-Dez, Lisboa; Exhibition –
Installation “Spoon Fed Concept”, Luís Serpa Projects Galleries, Nov. Dec., Lisbon 2001 Estufa Fria, Primavera/Verão - Apresentação, Lisboa; Estufa Fria,
Spring/Summer – Presentation, Lisbon; “Istinizam” Desfile de Moda e Instalação Vídeo, Museu Nacional de Historia Natural - Sala do Veado Galeria Luís
Serpa Projectos. Set. Lisboa; “Istinizam” Fashion Show and Video Installation,
Museu Nacional de Historia Natural - Sala do Veado Luís Serpa Projects Gallery. Sep. Lisbon 2002 TEXERE (Textile Education and Research in Europe)
Conferência: O Passado, Presente e Futuro de Têxteis na Europa, Lisboa; TEXERE (Textile Education and Research in Europe) Conference: Past, Present
and Future of Textiles in Europe, Lisbon; Moda Lisboa 18ª Edição, Apresentação da Colecção Outono/Inverno; Moda Lisboa, 18th Edition, Fall/Winter Collection; Festival internacional de musica, figurinos para opera “Galeria San
Francesco”, Festival Angélica. Maio, Bolonha, Itália; International Music Festival, wardrobe for Opera “Galeria San Francesco”, Angélica Festival. May, Bolougne, Italy; “I don´t die I oxidize”, Esculptura/Vídeo Instalação. Exposição
Colectiva da Fabric Feature, Lisboa; “I don´t die I oxidize”, Sculpture/Video Installation. Collective Exhibition of the Fabric Feature, Lisbon; “OVO / Eggzistence”, Exposição na galeria 360º, Julho, Milão, Itália; “OVO / Eggzistence”, Exhibition in the Gallery 360º, July, Milan, Italy; Moda Lisboa 19ªEdição “Interaction”,
Apresentação da Colecção Primavera/Verão; Moda Lisboa 19th edition, “Interaction”, Spring/Summer Collection; 2MENFACE. Instalação de Video/Dança.
Conceito, figurinos e caracterização de Lidija Kolovrat com a colaboração de
Rui Nunes na coreografia e interpretação, Pedro Sena Nunes nas imagens e
Carlos Zingaro na concepção musical. Setembro, Lisboa; 2MENFACE. Video/
Danse Installation. September, Lisbon 2003 Moda Lisboa 20ª Edição “Forever”,
Apresentação da Colecção Outono/Inverno - “Red”; Moda Lisboa 20th edition, “Forever”, Fal/-Winter Collection - “Red”; ISTINIZAM - Instalaçao Video
Maushabitos, Porto; ISTINIZAM – Video Installation, Maushabitos, Oporto;
EXPERIMENTADESIGN 2003 -1000 Plateaux, projecção Istinizam, Lisboa; EXPERIMENTADESIGN 2003 -1000 Plateaux, projection Istinizam, Lisbon; Moda
Lisboa 21ªEdição “Sport”, Apresentação da Colecção Primavera/Verão - “Tropics”. Moda Lisboa 21st Edition, “Sport”, Runway Show Sprong/Summer - “Tropics” 2004 Fresh widow - Performance/Instalação de video, Lux Fragil, Lisboa;
Fresh Window, Performance/ Video Installation, Lux Fragil, Lisbon; 2º Festival
W.A.Y - O erotismo - Jangada; 2nd Festival W.A.Y - Erotic - Jangada; Moda
Lisboa 22ºEdição “Five Stars”, Apresentação da colecção Outono/Inverno “Derelict de Luxe”; Moda Lisboa 23rd edition, Five Stars, Fall Winter Collection
- “Derelict de Luxe”; Meeting Point, Arco 20 anos, Exposição colectiva, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisboa; Meeting Point, Arco - 20 Years, Collective
Exhibition, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon; Hair cut, Instalação Video art , Gallery Luis Serpa, Lisboa; Hair cut, Video art Installation, Luis Serpa
Gallery, Lisbon; Hair cut, Instalação Video art , Maus Habitos Gallery, Porto;
Hair cut, Video art Installation, Maus Habitos Gallery, Oorto; Hair cut, Instalação Video art , BAC, Barcelona; Hair cut, Video Installation, BAC, Barcelona;
Moda Lisboa 23ºEdição “Hi-Light”, Apresentação da Colecção Primavera/Verão; Moda Lisboa 23rd Edition “Hi-Light”, Spring Summer Collection 2005
Onegin por Benvindo Fonseca. Figurinos. Teatro Camões, Lisboa; Onegin by
Benvindo Fonseca. Wardrobe. Camões Theatre, Lisbon; Moda Lisboa
24ºEdição “Fast Forward”, Apresentação da Colecção Outono/Inverno - “Sveti
Razum - Holy Brain”; Moda Lisboa 24th Edition “Fast Forward”, Fall Winter Collection - “Sveti Razum - Holy Brain”; Moda Lisboa 25ªEdição “Desire, Apresentação da Colecção Primavera/Verão - “A Sedução a levar ao crime...”; Moda
Lisboa 25th edition “Desire”, Spring/Summer Collection - “A Sedução a levar ao
crime...” 2006 Figurinos para a publicidade televisiva “Alfaiate”, Montaini Films,
Cliente EDP; Wardrobe for television commercial “Alfaiate”, Montaini Films, for
EDP; Moda Lisboa 26ªEdição “Black”, Apresentação da Colecção Outono/Inverno - “Chocolate Lime on Time”: Moda Lisboa 26th edition “Black”, Fall/Winter Collection - “Chocolate Lime on Time”: “Creating Operas”, Teatro S.Luiz.
Figurinos para 8 óperas apresentadas no Teatro S.Luiz, Lisboa; “Creating Operas”, Teatro S.Luiz. Wardrobe created for 8 operas, S.Luiz Theatre, Lisbon; “Sedevita” Instalação na primeira Edição do CIRCUIT, Lisboa; “Sedevita” Installation in the first Edition of CIRCUIT, Lisbon; Instalação Vídeo “Cavalo e Lua”
para Gulbenkian; Video installation, “Horse and Moon” for Gulbenkian; “Silence” Figurinos para Ballet, Clara Andermatt; “Silence”, wardrobe for ballet, Clara
Andermatt; “Reset” Figurinos, Samuel Beckett; “Reset” Wardrobe, Samuel Beckett; Moda Lisboa 27ªEdição “Energy”, Apresentação da Colecção Primavera/
Verão - “Accident”. Moda Lisboa 27th edition “Energy” Edition, Spring /Summer
Collection - “Accident; Workshop “Manuals for Moments” na Universidade de
Artes Aplicadas de Vienna.“Manuals for Moments” Workshop, University of
Applied Arts, Viena 2007 Moda Lisboa 28ªEdição “Play”, Apresentação da Colecção Outono/Inverno – “Hunter” Moda Lisboa 28th edition, “Play”, Fall/Winter Collection – “Hunter”; Apresentaçãõ da Instalação GLAM HOTEL no Kolovrat Concept Store; Presentation of the Installation GLAM HOTEL at the
Kolovrat Concept Store; Instalação “Camouflage” no Estado do Mundo, Fundação Gulbenkian; “Camouflage” Installation concerning the State of the
World, Gulbenkian Foundation; Produção do Editorial “Passarelle” para a
Egoista Magazine; Editorial “Passarelle” for the Egoista Magazine; Apresentação da Instalação MUD/EIRA no Kolovrat Concept Store. Presentation of the
Installation MUD/EIRA at the Kolovrat Concept Store.
LUÍS CAMPOS Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1955, onde vive e trabalha.
Licenciou-se em Medicina em 1978. Realizou a primeira exposição individual
em 1981, em Lagos, a convite do pintor Joaquim Bravo. Membro do grupo
“Ether” em 1982, onde fez um ciclo de Estudos sobre História da Fotografia com António Sena. Recebeu em 2002 a Medalha do Conseil Général des
Hauts-de-Seine no Salon d`Art Contemporain de Montrouge.
Luís de Campos was born in 1955, in Lisbon, Portugal, where he also lives and
works. He obtained a degree in Medicine in 1978. His first solo exhibition took
place in 1981, in Lagos, resulting from an invitation by the painter Joaquim
Bravo. He became a member of the group “Ether”, in 1982, where he was part
of a cycle of studies concerning the History of Photography with António
Sena. In 2002 he was awarded the Medal of Conseil Général des Hauts-deSeine at the Contemporary Art Salon in Montrougue.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SELECCIONADAS SELECTED INDIVIDUAL EXHIBITIONS 1981 “Foto-grafias”, Galeria Mercado de Escravos, Lagos 1984 “Profanação lntemporal”, Pousada do Infante, Sagres 1985 “Fotografias 82-84”, Livraria-Galeria Quarto Crescente, Portimão 1992 “Joaquim Bravo”, Reencontros,
Galeria Monumental, Lisboa (Lisbon) 1993 “Limiares”, Museu Nacional de História Natural, Lisboa (Lisbon); “Limiares”, Casa das Artes, Porto (Oporto) 1994
“Transurbana”, Museu Nacional de História Natural, Lisboa (Lisbon) 1995 “A
Ultima Visão dos Heróis”, Galeria Diferença, Lisboa (Lisbon) 1997 “Transurbana”, Galeria Arco, Faro 2002 “Memória de Água”, Galeria Luís Serpa Projectos,
Lisboa (Lisbon); “Aldeia da Luz”, Galeria Central Tejo, Lisboa (Lisbon) 2004
“Limbo”, Luzboa Bienal Internacional da Luz, Lg. do Teatro S. Carlos, Lisboa
(Lisbon) 2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, Governo Civil de Lisboa, Centro Cultural de Cascais_Fundação D. Luís I, Centro
de Artes de Sines, Museu da Luz (Aldeia da Luz), MACE_Museu de Arte Contemporânea de Elvas/Colecção António Cachola, Fundação António Prates
(Ponte de Sôr).
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EXPOSIÇÕES COLECTIVAS SELECCIONADAS SELECTED GROUP EXHIBITIONS
1982 “Lagos 82”, 1ª Mostra de Artes Plásticas, Lagos; 1ºAno de Actividade, Galeria Mercado de Escravos, Lagos 1983 “1ª Exposição Fotográfica Squibb”, Tróia
1984 “Árvore 84”, Exposição Nacional de Pequeno Formato, Porto (Oporto);
“Lagos 84”, 2ª Mostra de Artes Plásticas, Lagos; “4ª Bienal Internacional de
Arte”, Vila Nova de Cerveira; “Novos Novos”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (Lisbon) 1985 “3ª Exposição Fotográfica Squibb”, Casino, Figueira da
Foz 1992 “Joaquim Bravo, Reencontros”, Galeria Alda Cortez, Lisboa (Lisbon)
1994 “Quando o Mundo nos Cai em Cima, as Artes no Tempo da SIDA”, Centro
Cultural de Belém, Lisboa (Lisbon) 1995 “Chegadas: Partidas, Luís Campos,
Ângela Ferreira, Ana Jotta, Roger Meintjes”, I Bienal de Arte de Joanesburgo
- Africus, Joanesburgo (Johannesburg) 1997 “Anatomias Contemporâneas”,
Fundição de Oeiras, Oeiras 1998 “A Cidade e as Estrelas, Parte 01”: Hannah
Collins, Luís Campos, Paula Soares, Txomin Badiola, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa (Lisbon); “Observatório”, Canal de Isabel II, Madrid; “Do Banal,
do Cómico e do Trágico”: Andy Warhol, William Wegman, Luís Campos, Fundação Cupertino de Miranda, V.N. Famalicão 1999 “Tage der Dunkelheit und
des Lichts, Zeitgenossische Kunst aus Portugal”: Pedro Cabrita Reis, Pedro
Calapez, Luís Campos, Ângela Ferreira, Julião Sarmento, Noé Sendas, KunstMuseum, Bona; “Accrochage 01/99”, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa (Lisbon); “Las Quatro Caras”: Luís Campos, Pepe Formiguera, Ouka Lele, João
Paulo Serafim, Instituto Cervantes, Lisboa (Lisbon) 2000 “Ist die Photographie
am ende? Aktuelle Photo und Median Kunst (O fim da fotografia? Fotografia
Contemporânea)”, Staatliche Galerie, Moritzburg Halle, Halle; “45e Salon d’Art
Contemporain de Montrouge”, Montrouge; “45e Salon d’Art Contemporain
de Montrouge”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (Lisbon); “Helena
Almeida, Luís Campos, Jorge Molder”, Galeria Diferença, Lisboa (Lisbon); “Colecção de Arte Portuguesa do Museo Extremeño e IberoAmericano de Arte
Contemporaneo”, Fundação D. Luís, Cascais 2001 “2001: Odisseia no Tempo, Parte 01”: Luís Campos, Maria José Palla, Susanne Themlitz, Galeria Luís
Serpa Projectos, Lisboa; “2001: Odisseia no Tempo, Parte 03”: Luís Campos,
António Lagarto, Nancy Dwyer, Galeria Luís Serpa Projectos/O Museu Temporário, Museu Nacional de História Natural_Sala do Veado, Lisboa (Lisbon);
“Arte Português Contemporâneo/Argumentos de futuro”, Caja San Fernando,
Sevilha (Seville) 2002 “BABEL2002”, Museu Nacional de Arte Contemporânea
da Coreia, Seul; “Accrochage 04/02 [Reservas]_Fotografia”, Galeria Luís Serpa
Projectos, Lisboa (Lisbon) 2003 “Arte Português Contemporâneo/Argumentos
de futuro”, Fundación ICO, Madrid; “Continuação 5”, Centro Cultural Emmerico Nunes, Sines; “Lisboa/Lisbonne”, Pavillon Paul Delouvrier, Parc La Villete, Paris 2004 “FotoPortfolio (20 anos)”, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa;
“Alguns fragmentos do Universo: Escala de cores”, Centro Cultural de Lagos,
Lagos; “Metamorfoses da realidade”, Encontros da Imagem de Braga, Braga
2005 “Arte na Urgência”, Hospital São Francisco Xavier, Lisboa (Lisbon) 2007
“Territórios de Transição #1”: Pedro Calapez, Luís Campos, Hamish Fulton e
Yang Qian, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa (Lisbon) 2008 “Aquilo Sou Eu”,
vários artistas, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (Lisbon).
COLECÇÕES COLLECTIONS Colecção Fundação PLMJ; Colecção Pedro Cabrita Reis; Colecção [Safira e Luís] Serpa_Auto-Retratos de Artistas Contemporâneos; MACE_Museu de Arte Comtemporânea de Elvas, Colecção António
Cachola; MEIAC_Museo Extremeño e IberoAmericano de Arte Contemporâneo, Badajoz; Museu da Imagem, Braga; Diversas Colecções Privadas/Several
Private Colections.
FILMOGRAFIA FILMOGRAPHY 1992 Joaquim Bravo - Reencontros, TV Artes,
TV2, 22 Abril 1993 Limiares, TV Artes, TV2, 24 Março 1994 Transurbana, TV
Artes, TV2. 2002 Aldeia da Luz, Sociedade das Belas Artes, SIC Notícias. 2004
Limbo, Magazine de Artes Plásticas, Canal 2.
ROBERTO BARNI Nasceu em 1939, vive e trabalha em Florença, Itália.
Born in 1939. Lives and work in Florence, Italy.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SOLO EXHIBITIONS 1962-63 Galleria Numero,
Florença (Florence) 1966 Zoom Studio, Pistoia (Pistoia); Galleria Klee, Lucca
(Lucca) 1969 Galleria Flori, Florença (Florence) 1973 Van de Loo, Munique
(Muniche) 1976 Galleria La Salita, Roma (Rome); Galleria Schema, Florença
(Florence) 1977 Galleria Pasquale Trisorio, Nápoles (Naples) 1978 Galleria Borgogna, Milão (Milan) 1979 Galleria La Salita, Roma (Rome) 1982 XXV Festival dei due mondi, Palazzo del Comune, Spoleto (Spoleto) 1983 Galleria Pio
Monti, Roma (Rome); Casa Masaccio, San Giovanni Valdarno (San Giovanni
Valdarno) 1984 Galleria Ariete, Milão (Milan) 1985 Sharpe Gallery, Nova Iorque
(New York); Sala d’Arme, Palazzo Vecchio, Florença (Florence); Galleria d’Arte
Moderna, Bolonha (Boulogne); Galleria Cleo Polcina, Roma (Rome); Galle-
ria Bolia, Paris (Paris) 1986 Galleria Carini, Florença (Florence) 1987 Galleria
Masnata, Genova (Geneva); The Queens Museum, Nova Iorque (New York);
Di Laurent Gallery, Nova Iorque (New York); Galleria La Nuova Città, Brescia
(Brescia) 1988 Galleria Il Milione, Milão (Milan); Galleria Maeght, Paris (Paris)
1989 Salone di Villa Romana, Florença (Florence) 1990 Tour Fromage, Aosta (Aosta) 1993 Museo di Palazzo Bandera, Busto Arsizio (Busto Arsizio) 1994
Centro Cultural BP, Bruxelas (Brussels) 1992 Museo Marino Marini, Florença
(Florence); Galleria Daverio, Milão (Milan) 1995 Fort Griffon, Besancon (Besancon) 1997 Palazzo Fabroni, Pistoia (Pistoia); Espace Mira Phalaina Montreuil,
Paris (Paris); Museo di Belle Arti, Budapeste (Budapeste) 1998 Galleria Sergio
Tossi, Prato (Prato) 1999 Musee des Beaux Arts, Reims (Reims) 2000 Galleria
La Subbia, Pietrasanta (Pietrasanta) 2001 Galleria Bagnai, Siena (Siena); Castello di Arceto, Scandiano 2002 Movimenti bisbetici, Galleria Poggiali e Forconi, Florença (Florence); Ironie und Melancholie, Kunstverein Ludwigsburg,
(Ludwigsburg) 2003 Figure di passaggio, Galleria Bagnai, Florença (Florence)
2004 Sculture, Parigi, Galleria Alessandro Bagnai FIAC 2005 Sculture e cartonage. Galerie Raab, Berlino (Berlin); Scherzo, a cura di Demetrio Paparoni, Teatro India, Roma (Rome); Passi e paesaggi, Galleria Luis Serpa, Lisboa (Lisbon);
Sculture, Castello Scaligero, Malcesine (Malcesine)
PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES COLECTIVAS MAIN GROUP EXHIBITIONS 1965 La
critica e la giovane arte italiana, Galleria Ferrari, Verona (Verona) 1973 Biennale
di Milano, Palazzo della Permanente, Milão (Milan) 1977 Arte in Italia, Galleria
d’Arte Moderna, Torino (Turim) 1980 Cronografie, Biennale di Venezia, Chiesa
di San Lorenzo, Veneza (Venice) 1981 Alternative alla Pop Art e al Noveau
Realisme, Palazzo della Gran Guardia, Verona (Verona) 1982 La pittura colta,
Galleria Pio Monti, Roma (Rome) 1983 Il grande disegno italiano, Palazzina
Mangani, Fiesole (Fiesole) 1984 Arte allo specchio, Biennale di Venezia, Veneza (Venice); Confronto per opera, Galleria d’Arte Moderna, Bolonha (Boulogne); Attraversamenti, Palazzo dei Priori, Perugia (Perugia) 1985 A new romanticism, Hirshorn Museum, Washington (Washington); Akron Museum, Akron
Ohio (Ohio) 1986 Quadriennale di Roma, Palazzo delle Esposizioni, Roma
(Rome) 1987 Avant-garde in the eighties, Country Museum, Los Angeles (Los
Angeles) 1988 Wiew of italian art, Seiba Museum , Tóquio (Tokyo);
Classical Myth and Imagery in Contemporary Art, The Queens Museum, Nova
Iorque (New York); Biennale di Venezia, Veneza (Venice) 1989 Self memory
and desire, Centro per l’arte contemporane, Sidney (Sydney); A propos des
dessins, Gallerie Maeght, Paris, Barcelona (Barcelona) 1991 III Biennale di Scultura, Montecarlo (Montecarlo); Un’alternativa europea, Palazzo dei Diamanti,
Ferrara (Ferrara) 1992 The artist and the book, Museum of Modern Art, Nova
Iorque (New York) 1993 L’Arca di Noè, Flash Art museum, Trevi (Trevi) 1996
Pop Art e Oggetto, Belluno e Cortina, Pittura colta in Italia, Abbazia Olivetana,
Brescia (Brescia) 1997 Arte iconica, Galleria d’Arte Moderna, Bolonha (Boulogne); La citazione, Palazzo Crepadona, Belluno (Belluno) 1999 Arcadia in Celle,
Giuliano Gori Collection, Art Museum Kamakura e Sapporo; XIII Quadriennale di Roma, Palazzo delle Esposizioni, Roma (Rome) 2000 Due Evasi, Centro d’Arte La loggia, San Casciano (San Casciano) 2001 Charis, Galleria d’Arte
Moderna, Civici Musei del Castello di Udine; Nuove acquisizioni del Museo di
Palazzo Forti, Verona Verona) 2003 Bad Ragaz e Vaduz, II Triennale di pittura
Bad RagartSonde, Palazzo Fabroni, Pistoia (Pistoia) 2004 Particular view, Galleria Alessandro Bagnai, Florença (Florence); Riflessi nell’ arte, Ancona, Mole
Vanvitelliana Grenchen, Kleines Raritatenkabinett der Kuenstler im Giardino di
Daniel Spoerri, Kunsthaus Grenchen; 2005 POPART ITALIA, Galeria Civica de
Modena Sines, Portugal (Portugal).
SUSANNE THEMLITZ Nasceu em 1968, em Lisboa.
Vive e trabalha em Lisboa e Colónia, Alemanha.
Born in 1968 in Lisbon. Lives and work in Lisbon and Köln, German
ESTUDOS STUDIES 1993-95 Mestrado (Meisterschüler), Kunstakademie Düsseldorf (DE) 1993 Diploma Fase Avançada e Fase Projecto do Ar.Co., Lisboa
(PT) 1992 Royal College of Art, Londres: Intercâmbio com o Ar.Co. (GB) 198793 Desenho e Escultura no Ar.Co., Lisboa (PT)
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SOLO EXHIBITIONS 2009 At Eye Level, Vera Cortês Agência de Arte, Lisboa (PT) 2008 O Estado do Sono, Pavilhão Branco /
Museu da Cidade, Lisboa (PT) 2007 Vertebrados e Invertebrais II, MCO Arte
Contemporânea, Porto (PT) 2006 Themlitzarium, Casa das Artes, Tavira (PT);
Extroversão, Vera Cortês Agência de Arte, Lisboa (PT); O Estado do Sono,
Culturgest, Porto (PT); Da Vida Subterrânea, Casa da Cerca, Almada (PT) 2005
Metamorfopsia Dois Mil E Cinco, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (PT);
Vertebrados e Invertebrais, Biblioteca Municipal de Ponte de Sor, Ponte de
Sôr (PT) 2004 Zeit Paradies, Galeria Carla Stützer, Colónia (DE); Paraíso Pú-
blico / Zeit Paradies, Centro Cultural Emmerico Nunes, Sines (PT) 2003-04
Antropofobias e Etolomanias / Rivais, Arraianos, Anónimos, Flottmannhallen,
Herne (DE) 2003 Modus Vivendi. Genus Mutabile / Criaturas Venatórias Anónimas, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa (PT); Ignoramus et Ignorabimus /
Documentação Lunar, Galeria Promontório, Lisboa (PT); Vídeo, Slowmotion,
ESTGAD, Caldas da Rainha (PT) 2001 Da Vida Privada dos Parasitas, Marginais
e Dissimuladores, Galeria Carla Stützer, Colónia (DE) 2000 Egomaníacos e Imperfeitos, Galeria Manuel Ojeda, Las Palmas, Gran Canária (ES); Egomaníacos
e Imperfeitos, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa (PT) 1999 Quiproquo • A
partir das Viagens Maravilhosas de Georges Méliès, Museu do Chiado, Lisboa
(PT); Bons, Menos Bons e Outros Sobreviventes, Galeria Schneiderei, Colónia
(DE) 1998 Paisagens Transportáveis • Strange Things Happen When You Are
Abroad, Galeria Bores & Mallo, Cáceres (ES) 1997 Für Fremde, Galeria Konrad
Mönter, Meerbusch (DE) 1996 Escultura, Galeria Schneiderei, Colónia (DE); Espectros, Galeria Luís Serpa, Lisboa (PT); Fontes, Associação dos Arquitectos
de Portugal, Lisboa (PT)
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS GROUP EXHIBITIONS 2009 Banyan Project, The
Paul Gauguin Museum / Centre des Metiers d´Art Tahiti (PF); Banyan Project,
Galerie am Körnerpark, Berlin (DE); Banyan Project, National Gallery Bangkok
(TH); Lá Fora, Museu da Electricidade, Lisboa (PT) 2008 Dibujo Contemporáneo, Fundación Centenera Jaraba, Alovera (ES); O Presente / Uma Dimensão Infinita, BESart, Colecção Banco Espírito Santo, Lisboa (PT); Domésticos
e Selvagens, MCO Arte Contemporânea, Porto (PT); Sovereign European Art,
Somerset House, Londres (GB); Aquilo Sou Eu, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (PT); X Mostra Internacional Union Fenosa, MACUF, A Coruña (ES);
Quel Air Clair.../ A Colecção do Ar.Co, Pavilhão Preto / Museu da Cidade, Lisboa (PT); Lá Fora, Museu da Presidência, Viana do Castelo (PT); Parangolé,
Museu de Arte Contemporânea Pátio Herreriano, Valladolid (ES); Bichos /
Entre o Homem e Animal, Museu Rafael Bordalo Pinheiro, Lisboa (PT) 2007
Banyan Project, BHU University, Varanasi (IN); Banyan Project, Meta House,
Phnom Penh (KH); Open Garden, Palácio de Belém, Lisboa (PT); Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante (PT);
O Banquete, Vera Cortês Agência de Arte, Lisboa (PT); Transfer, Palácio da
Galeria, Tavira (PT); Armanda D Ângela F Ana V Fernanda F Maria L Susanne T, Centro Cultural de Lagos (PT); BES Photo, Centro Cultural de Belém,
Lisboa (PT); Watercolour Show, MCO Arte Contemporânea, Porto (PT) 2006
Ueber Kopf, Flottmannhallen, Herne (DE); Acchrochage 2, Palácio de Santos,
Embaixada de França, Lisboa (PT); Finalmente, Galerie Carla Stützer, Colónia (DE) 2005 O Contrato Social, Museu Bordalo Pinheiro, Lisboa (PT); Platen,
Themlitz, Walter, Boisseréestraße 5, Colónia (DE) 2004-05 Vidas Imaginárias,
Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa (PT); Finalmente, Galeria Carla Stützer,
Colónia (DE); Entre Duas Luzes, Assembleia da República, Lisboa (PT) 2004
Horizonte(S), Cordoaria Nacional, Lisboa (PT); Die Jägerprüfung, Galeria Peter Tedden & Kunstverein Oberhausen, Oberhausen (DE); Wild Life, Sommerpalast, Neuss (DE) 2003 Videolounge, integrado na exposição de Hans-Peter
Feldmann, Museu Ludwig, Colónia (DE); Colecção de Arte Contemporânea da
Caixa Geral de Depósitos, MEIAC, Badajoz (ES) 2002 Zum Jahresende, Galeria
Carla Stützer, Colónia (DE); Nominações Prémio de Desenho, Museu Vieira
da Silva, Lisboa (PT); Acchrochage / Escultura, Galeria Luís Serpa, Lisboa (PT);
Acchrochage / Desenho, Galeria Luís Serpa, Lisboa (PT); Arte Contemporânea
• Novas Aquisições da Caixa Geral de Depósitos, Culturgest, Lisboa e Porto (PT); Some People, Galeria Carla Stützer, Colónia (DE) 2001 Köln Kunst 6,
Josef-Haubrich-Kunsthalle, Colónia (DE); Imagem do Momento, Museu da
Cidade / Pavilhão Branco, Lisboa (PT); Prémio de Escultura, Fundação D. Luís
I., Cascais (PT); 2001: Odisseia no Tempo, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
(PT) 2000 Depósito, Casa Fernando Pessoa, Lisboa (PT); Um Oceano Inteiro
para Nadar, Culturgest, Lisboa (PT); Salon D’Art Contemporain de Montrouge, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (PT); Sala do Veado, Museu de
História Natural, Lisboa (PT); Salon D’Art Contemporain, Centre Culturel et
Art. de Montrouge (FR) 1999 Dernier Cri 99/00, Galeria Carla Stützer, Colónia
(DE); Accrochage, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa (PT); Review • Preview,
Galeria Schneiderei, Colónia (DE); Bons, Menos Bons E Outros Sobreviventes,
Bienal da Maia (PT); Marae, Enschede (NL) 1998 Seltsam, integrado na exposição Lieblingsort Köln, Schnütgen-Museum, Colónia (DE); A Figura Humana na
Escultura Portuguesa Do Séc. XX, Porto (PT); Zeichnung, Galerie Schneiderei,
Colónia (DE) 1997 Imagem Sem Imagem, Museu de Évora (PT); ...Expecting,
Fom Where The Wind Blows, 10 bandeiras para Bremen (DE) 1996-97 Hors Catalogue, Maison de La Culture D’Amiens (FR) 1996 Livros de Artistas, Biblioteca
Nacional Austríaca, Viena (AU); Bildloses Abbild, Gütersloh (DE); Kunstaanmoedigingsprijs Amstelveen, Amsterdão (NL) 1995 Paula Soares & Susanne Themlitz, Galeria Luis Serpa, Lisboa (PT); VI Bienal das Caldas da Raínha, Caldas
da Raínha (PT); Luisenstraße 25, Studios A.R. Penck, Düsseldorf (DE); Formas
Únicas da Continuidade no Espaço, Galeria Luis Serpa, Lisboa (PT); Salon D’Art
Contemporain, Centre Culturel et Artistique de Montrouge (FR) 1993 V Bienal
das Caldas da Raínha, Caldas da Raínha (PT); Finalistas do Ar.Co., Ministéro das
Finanças, Lisboa (PT); 4 Aus Lissabon, Galeria Janine Mautsch, Colónia (DE)
1992 Bolseiros do Ar.Co. no Royal College of Art, Centro de Arte Moderna /
F.C.Gulbenkian, Lisboa (PT)
PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS FAIRS 2008 Arte Lisboa, Lisboa: MCO Arte Contemporânea 2007 Arte Lisboa, Lisboa: Vera Cortês Agência de Arte & MCO
Arte Contemporânea; Foro Sur, Cáceres: Vera Cortês Agência de Arte; ARCO
’07, Madrid: Vera Cortês Agência de Arte; Docks Art Fair, Lyon: MCO Arte Contemporânea 2006 Art/Salamanca, Salamanca: MCO Arte Contemporânea;
Arte Lisboa, Lisboa: Vera Cortês Agência de Arte; Loop Vídeo Art, Barcelona: Vera Cortês Agência de Arte 2003 Arte Lisboa, Lisboa: Galeria Luís Serpa
Projectos; ARCO ’03, Madrid: Galeria Luís Serpa Projectos 2002 Arte Lisboa,
Lisboa: Galeria Luís Serpa Projectos 2001 ARCO ’01, Madrid: Galeria Manuel
Ojeda 2000 Marca 2000, Funchal, Madeira: Projectroom Galeria Luís Serpa
Projectos; ARCO ’00, Madrid: Galeria Bores & Mallo E Galeria Luís Serpa Projectos 1999 ARCO ’99, Madrid: Galeria Bores & Mallo 1998 ARCO ’98, Madrid:
Galeria Luís Serpa Projectos
BOLSAS SCHOLARSHIPS 1997-98 Centro Nacional de Cultura: Realização do
projecto Paisagens Transportáveis 1997 Instituto Franco-Alemão: Realização
do projecto Quiproquo 1993-95 Fundação Calouste Gulbenkian: Mestrado
(Meisterschüler) na Kunstakademie Düsseldorf 1992 Fundação Calouste Gulbenkian: Intercâmbio com o Royal College of Art, Londres 1991-93 Ar.Co.:
Escultura e Desenho 1988 CE: Escultura em Itália
PRÉMIOS AWARDS 2007 Vídeo: Amadeo de Souza-Cardoso (PT) 2002 Video:
Figueira da Foz International Film Festival (PT) 2001 Escultura: City Desk (PT)
2000 Video: Dr. Best Foundation (DE) 1999 Vídeo: IV Festival Nacional de Vídeo de Ovar (PT) 1993 Desenho: V Bienal das Caldas da Raínha (PT)
COLECÇÕES PÚBLICAS PUBLIC COLLECTIONS Ar.Co. (PT); Banco Espírito
Santo (PT); Caixa Geral de Depósitos / Culturgest (PT); Câmara Municipal de
Almada (PT); Câmara Municipal de Lisboa (PT); Câmara Municipal de Ponde
de Sôr (PT); Fundação Calouste Gulbenkian (PT); Fundação Carmona e Costa
(PT); Fundacíon Fernando María Centenera (ES); Fundação Ilídio Pinho (PT);
Fundação Plmj (PT); Hospital S. Francisco de Xavier (PT); Museu Amadeo de
Souza-Cardoso (PT); Museu Bordalo Pinheiro (PT); Museu de Arte Contemporânea do Funchal (PT); Museu de Arte Contemporânea MEIAC (ES); Museu
de Serralves (PT)
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> GLOSSÁRIO
“MANDRAKE - O Mágico”
by LUIS SERPA
(actualizado em 17 de Maio 2009)
98 <
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A
Atentados falhados
(Jonhson,Ford,Nixon...)
Aparência
Abstracção
Acidentes nucleares
Alteridade
Ausência
Aparecimento
Aparência
Alucinação
Ambiguidade
Arsenal Atómico
Ausência
Autenticidade
B
Banda desenhada
Babilónia
Bem
“Bluff”
“Big-Brother”
C
Cabalística
Catástrofe
“Cyberespaço”
«Cidade do Futuro» (Frank R.
Paul, 1942)
Cérebro
Cópia
Climax
D
Deserto
Dobragem
Deus
Diferença
“Disneylândia”
Dissimulação
Dissuação
Duplicação
Desconexão
Desterritorialização
Desaparecimento
Drogas (crack,coca,
hero,canabis,...)
E
Espelho
Estúdio de cinema
Ecrã
“Ensor”
“Esher”
Encenação
Enigma
Exorcismo
F
Falso
“Fausto”
Fausto (c/o poder de fascinação)
Fantasma
Fótão
Feira Popular
Feitiçaria
Fenómeno
Falso
Falsificação
Falsidade
Fetichismo
Ficção
Ficção científica
Fingimento
G
“Gulliver”
Gémeos (Signo astrológico)
Impossibilidade
J
Jogo de Cartas
Jogos
L
“Los Angeles”
“Las Vegas”
Levitação
M
Maravilha
Mistério
Mentira
Morte (violenta): James Dean,
Marylin Monroe, John F. Kennedy,...
Mal
Mito
Memória artificial
Magia
Manipulação
Miniatura
Máscara
Miragem
N
Nuclear
Novas Tecnologias
H
Hiper-realismo
Hipermercados
Hiper-realidade
Hiper-espaço
Holograma
O
Ocultismo
“Orwell”
Olho
Original
I
Identidade
Ilusão
Ironia
“Idade de Ouro”
Imitação
Imaginário
Icones (c/o teologia visível)
Internet
Interactividade
Iconoclastas
Ilusionismo
Inteligência artificial
P
Paradoxalidade
Paranormal
Percepção
Persuasão
Plágio
Presença
Paródia
Planetário
“Piranesi”
Peripécia
Pornografia
Pós humano
Profecia
Prototipo
Q
R
Realidade
Religião (c/o simulacro da
divindade)
Resgate
Representação
Reprodução
Realidade-virtual
S
Sete Maravilhas do Mundo (seven wonders of the wordl)
Signos
Simulação
Simulacro
Simulador
Sonho
Superstição
T
Transacção
“Trompe l’oeil”
U
Único
Utopia
V
Vertigem
Verdadeiro
Visão (de Visões/Alucinações)
Vigilância (sistema de...)
Vida
Virtual
W
“Watergate”
X
Z
FICHA TÉCNICA
TECHNICAL FILE
CATÁLOGO CATALOGUE
Concepção Conception
LUÍS SERPA
Coordenação Coordination
ANA CALÇADA
Textos Texts
TELMO HENRIQUE CORREIA FARIA, PAULO PIRES DO VALE,
LUÍS SERPA, DAVID BARRO, CARLOS CORREIA, DIANN BAUER,
JOÃO VILHENA, ANTÓNIO CERVEIRA PINTO, SUSANNE THEMLITZ
Secretariado Secretariat
CATARINA MACHADO [ÓBIDOS PATRMONIUM, EMM], OLGA
MARTINS [GALERIA LUÍS SERPA PROJECTOS]
Traduções Translations
ÓBIDOS PATRMONIUM, EMM
Desenho gráfico Graphic design
SUSANA SANTOS [ÓBIDOS PATRMONIUM, EMM]
Impressão e Acabamentos Printing and Binding
TORREANA - INDÚSTRIA E COMUNICAÇÃO GRÁFICA, S.A.
Créditos Fotográficos Photographic Credits
ANTÓNIO CAMPOS LEAL, CARLOS CORREIA, JOÃO VILHENA,
BALTAZAR TORRES, MARTA MOURA, PEDRO VALDEZ CARDOSO,
MANUEL BOTELHO, EDGAR LIBÓRIO, SAMUEL RAMA E CORTESIA
GALERIA LUIS SERPA PROJECTOS, LISBOA all Rights Reserved
Produção Prodution
O MUSEU TEMPORÁRIO - PROJECTO(S) DE ENGENHARIA
CULTURAL E ÓBIDOS PATRIMONIUM EMM
Tiragem Copies
1.500 EXEMPLARES
Depósito Legal Legal Deposit
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Primeira edição publicada em 2008 First edition published 2008
ÓBIDOS PATRIMONIUM EMM
Agradecimentos do Editor Publisher’s Acknowledgements to*
ANTÓNIO CERVEIRA PINTO, BALTAZAR TORRES, CARLOS
CORREIA, DAVID BARRO, DIANN BAUER, JOÃO VILHENA, LUÍS
CAMPOS, LUÍS SERPA, PAULO PIRES DO VALE, ROBERTO BARNI,
SUSANNE THEMLITZ
Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste catálogo pode ser reproduzida ou
transmitida por qualquer forma ou processo, electrónico, mecânico, ou fotográfico,
sem autorização prévia e por escrito do editor All rights reserved. No part of this
book may be reproduced or transmitted in any form or by any means, electronic or
mechanical, including photocopying, eroding or any other information storage and
retrieval system, without prior permission in writing from the publisher.
Este catálogo foi publicado por ocasião da exposição DIFERENÇA E SIMULACRO que
teve lugar em Óbidos (Portugal), integrado na iniciativa JUNHO DAS ARTES‘09 This
catalogue has been published on the occasion of the exhibition DIFFERENCE AND
SIMULACRUM that took place at Óbidos (Portugal) as part of the initiative JUNHO DAS
ARTES‘09
JUNHO DAS ARTES 09
EXPOSIÇÕES EXHIBITIONS
Comissário Convidado Guest Curator
LUÍS SERPA
Director de Exposições Exhibitions Director
ANA CALÇADA
Júri dos Novos Criadores Upcoming Jury
LUÍS SERPA, MIGUEL SILVESTRE, ANA CALÇADA
Assistentes de Produção Production Assitants
CATARINA MACHADO [ÓBIDOS PATRMONIUM, EMM], OLGA
MARTINS [GALERIA LUÍS SERPA PROJECTOS]
Imprensa Media
DAVID VIEIRA, EDGAR LIBÓRIO, MIGUEL AGOSTINHO, NELSON
LANÇA, PEDRO PEREIRA [CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS/ÓBIDOS
PATRIMONIUM,EMM], RAQUEL SEQUEIRA [O MUSEU TEMPORÁRIO]
Desenho gráfico Graphic design
SUSANA SANTOS [ÓBIDOS PATRMONIUM, EMM]
Equipa de Montagem Installation Team
CATARINA MACHADO, BRUNO SILVA, RAQUEL ARSÉNIO, RICARDO
NORTE, VÍTOR SOUSA E A TODOS OS COLABORADORES DA
CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS E ÓBIDOS PATRIMONIUM, EMM
QUE ESTIVERAM ENVOLVIDOS NO EVENTO DO JUNHO DAS ARTES
2009, VITOR REIS [O MUSEU TEMPORÁRIO]
Emprestadores Lenders*
ANTÓNIO MONTEIRO, BALTAZAR TORRES, CARLOS CORREIA,
COLECÇÃO [SAFIRA & LUÍS] SERPA, DIANN BAUER, GALERIA LUIS
SERPA PROJECTOS, JOÃO VILHENA, LIDIJA KOLOVRAT, LUIS
CAMPOS, ROBERTO BARNI
Agradecimentos Acknowledgments*
ANTÓNIO CERVEIRA PINTO, ANTÓNIO MONTEIRO, BALTAZAR
TORRES, CARLOS CORREIA, COLECÇÃO [SAFIRA & LUÍS] SERPA,
DAVID BARRO, DIANN BAUER, GALERIA LUIS SERPA PROJECTOS,
JOÃO VILHENA, LUÍS CAMPOS, LUÍS SERPA, PAULO PIRES DO VALE,
ROBERTO BARNI, SUSANNE THEMLITZ e a todos que, directa ou
indirectamente, tornaram possível esta iniciativa and all those who
helped to make this iniative possible either directly or indirectly
Produção Prodution
ÓBIDOS PATRIMONIUM EMM
Exposição Galeria novaOgiva
Organização
ÓBIDOS PATRIMONIUM EMM
Em cooperação com cooperation with
O MUSEU TEMPORÁRIO - PROJECTO(S) DE ENGENHARIA CULTURAL
6 a 28 Junho 2009
* por ordem alfabética by alphabetical order

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