Plano de Desenvolvimento Institucional

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Plano de Desenvolvimento Institucional
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
2011 - 2015
APRESENTAÇÃO
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da Faculdade CDL consiste em
documento em que são apresentadas projeções para um período de cinco anos
contemplando missão, objetivos, metas, ações e cronograma de implementação dos seus
Programas e Projetos. Para a implementação plena dos programas e projetos da Faculdade
observa-se a articulação, a coerência e a pertinência desses com o orçamento sem deixar
de priorizar a manutenção dos padrões de qualidade educacionais.
O primeiro PDI da Faculdade CDL foi elaborado, quando do seu credenciamento, em
2008. A segunda edição do PDI contempla o período 2011-2015.
Este PDI está organizado em segmentos de acordo com os seguintes eixos temáticos:
1. Perfil Institucional
2. Gestão Institucional
3. Organização Acadêmica
4. Avaliação e acompanhamento do Desenvolvimento Institucional
5. Infraestrutura
6. Aspectos Financeiros e Orçamentários
7. Plano de Expansão
Os focos que permeiam este planejamento privilegiam desde questões institucionais
de cunho administrativo, questões pedagógicas relativas à sua filosofia educacional e aos
princípios que regem o ensino e a aprendizagem até questões estratégicas relativas à
captação de parceiros diversos interessados em participar do crescimento científico, cultural,
social e econômico da Região. Deste modo, a Faculdade pretende afirmar-se como um
referencial de qualidade e de apoio à comunidade cearense.
Na sua culminância contempla a implementação de um processo de avaliação
institucional permanente, respaldada pela normatização dos SINAES, tendo como referência
os principais indicadores de desempenho, diretamente vinculados a cada eixo temático.
Orientam este PDI os dispositivos legais – Lei Nº 9.394/1996 (LDB), Lei No 9.131 de
24/11/1995, Lei No.7.853 de 24/10/1989, Lei No 10.048 de 01/11/200, Lei No 10.098 de
19/12/2000, Lei No 10.436 de 24/04/2002, Lei No 10.558 de 13/11/2002, Lei Nº 10.861/2004.
Decreto Nº 2.494/1998, Decreto No 3.298 de 20/12/1999, Decreto Nº 3.860/2001, Decreto
No 4.876 de 12/11/2003, Decreto Nº 4.914/2003, Decreto No 5.296 de 02/12/2004, Decreto
Nº 5.154/2004, Decreto Nº 5.224/2004 e Decreto Nº 5.225/2004, Decreto No 5.622/05,
Decreto No 5.626 de 22/12/2005, Decreto No 5.773/06. Portaria MEC Nº 301/1998, Portaria
MEC Nº 1.466/2001, Portaria MEC Nº 2.253/2001, Portaria MEC Nº 3.284/2003, Portaria
MEC Nº 7/2004, Portaria MEC Nº 2.051/2004, Portaria MEC Nº 3.643/2004, Portaria MEC nº
4.361/2004, Portaria No 40/2007, Portaria Normativa No 1, de 10/01/2007, Portaria No 6 de
03/04/2007, Resolução CES/CNE No 10 de 04/10/2007, Portaria Normativa No 4 de
05/08/2008, Portaria MEC No 928 de 25/09/2007, Portaria MEC No 1.016 de 30/10/2007,
Portaria MEC No 1.050 e 1.051 de 07/11/2007, Portaria MEC No 91 de 17/01/2008, Portaria
MEC No 1.081 de 29/08/08, Portaria MEC No 1.264 de 17/10/2008, Portaria MEC No 2 de
05/01/2009. Resolução CES/CNE No 2/1998, Resolução CNE/CP Nº 1/1999, Resolução
CES/CNE Nº 1/2001, Resolução CP/CNE Nº 1/2002 (art.7º), Resolução CES/CNE Nº.
10/2002. Parecer CES/CNE Nº 1.070/1999, Parecer CES/CNE No 282 de 04/09/2002,
Parecer CES/CNE No 02 de 18/06/2007, Parecer CES/CNE No 04 de 06/04/2009, Parecer
CES/CNE No 3 de 18/12/2002.
1. PERFIL INSTITUCIONAL
1.1 Identificação da mantenedora
Nome:
Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza
CNPJ:
End.:
Cidade:
07.293.038/0001-49
Rua 25 de Março, 882
Fortaleza
Fone:
E-mail:
(85) 3433-3006/ 3433-3010
[email protected]
UF:
CE
CEP:
60.160-120
UF:
CE
Fax: (85) 3433-3040
CEP:
60.160-120
UF:
CE
Fax: (85) 3433-3041
CEP:
60.160-120
CEP:
60.160-120
Fax: (85) 3433-3040
1.2 Dirigente principal da mantenedora
Nome:
Francisco de Freitas Cordeiro
End.:
Cidade:
Fone:
E-mail:
Rua 25 de Março, 882
Fortaleza
(85) 3433-3006
[email protected]
1.3 Identificação da instituição mantida
Nome:
Faculdade CDL
CNPJ:
End.:
Cidade:
Fone:
E-mail:
13.977.547/0001-93
Rua 25 de Março, 882.
Fortaleza
(85) 3433-3047/ 3433-3045
[email protected]
1.4 Corpo dirigente da instituição mantida
Dirigente Principal da Instituição de Ensino
Cargo:
Diretor Geral
Nome:
End.:
Cidade:
Fone:
Francisco Honório Pinheiro Alves
Rua 25 de Março, 882
Fortaleza
(85) 3433-3047/ 3433-3045
e-Mail:
[email protected]
UF:
CE
Fax: (85) 3433-3040
Dirigente ao quais estão subordinados os Coordenadores de Curso
Cargo:
Coordenador Acadêmico
Nome:
Fernando Menezes Xavier
End.:
Cidade:
Rua Margarida Queiroz, 234
Fortaleza
Fone:
e-Mail:
(85) 3279 1112
[email protected]
UF:
Fax: (85) 3279 1115
CE
CEP:
60822-530
1.5 Histórico e Desenvolvimento
1.5.1 Da Mantenedora
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza – CDL de Fortaleza, associação civil de
direito privado, sem finalidade econômica, é mantenedora da Faculdade CDL. Com mais de
50 anos de existência a mantenedora se destaca por suas atividades voltadas ao apoio e
desenvolvimento do comércio varejista da região metropolitana de Fortaleza.
Em 1953, a partir da necessidade de assegurar o recebimento de suas vendas a
prazo, os lojistas da cidade de Fortaleza instituíram o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC.
Em 1959, a Associação dos Dirigentes Lojistas de Fortaleza – ADELZA foi transformada no
Clube de Diretores Lojistas - CDL, constituindo-se em uma entidade de classe sem fins
lucrativos, reconhecida como de utilidade pública através da Lei Municipal nº 3248, de 28 de
julho de 1966. Em 1995, através de um movimento liderado pela Confederação Nacional dos
Dirigentes Lojistas - CNDL, a entidade passou a ser chamada de Câmara de Dirigentes
Lojistas de Fortaleza – CDL de Fortaleza.
A CDL de Fortaleza, conta em 2011 com um quadro de mais de 6.000 empresas
associadas, o que demonstra a representatividade da entidade junto ao setor do varejo e
seu conseqüente papel estratégico para o desenvolvimento do setor comercial.
A Instituição desenvolve e mantém benefícios e soluções em consonância com as
necessidades do setor e desenvolvimento da região. Dentre os benefícios e soluções
prestados aos associados e a sociedade destacam-se: o Banco de Empregos, Serviços
Jurídicos, Serviço de Proteção ao Crédito – SPC, Central de Cobrança, Protesto de Títulos,
Cheque Garantido, Instituto CDL de Cultura e Responsabilidade Social, CDL Jovem e CDL
Móvel.
O Banco de Empregos SINE/IDT/CDL realiza serviços de: Recrutamento, Seleção,
Avaliação
de
Potencial,
Orientação
de
Postura
Profissional
para
o
Trabalho,
encaminhamento de mão-de-obra, atendendo demandas de suas empresas associadas.
Criado em 1995, o Banco de Empregos possui equipe formada por Psicólogo, estagiárias de
Psicologia e de Recursos Humanos, além de auxiliares de encaminhamento, todos
devidamente preparados para atender aos clientes, utilizando recursos técnicos adequados
e buscando identificar no mercado pessoas no perfil das empresas solicitantes.
O serviço conta com um amplo banco de dados, por meio do qual mais de 7.000
candidatos passaram por processos seletivos incluindo: testes psicológicos (Palográfico,
Wartegg e Habilidade Numérica), e Redação; além de realizar entrevista individual e
checagem de Informações. Desde 2005, o Balcão de Empregos teve 60.444 currículos
cadastrados, 4.176** candidatos inseridos no mercado de trabalho e 1867 empresas
atendidas. Somente em 2010, foram 11.860* currículos cadastrados. Destes, 823 candidatos
inseridos no mercado de trabalho e 516 empresas atendidas. (* Atendimento no Balcão de
Emprego da CDL + Feira de Emprego e **Candidatos inseridos através de vagas do Balcão
de Emprego CDL + 501 colocados pelo projeto do PlanSeQ).
Esses números atestam a importância do serviço para a comunidade empresarial
varejista do Estado. Atualmente, o balcão de empregos conta com a parceria do SINE/IDT.
O Serviço Jurídico prestado pela CDL de Fortaleza tem por objetivo oferecer
assessoramento em processos judiciais, proporcionando ao associado maior tranqüilidade
quando de seu comparecimento em juízo. Dos benefícios para os associados, destacam-se
dentre outros, a qualidade dos serviços e seus custos se comparado aos similares do
mercado.
Como dito anteriormente o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC foi o primeiro
serviço prestado a comunidade varejista, consistindo em serviço de consulta de crédito e
cheques proporcionando segurança às operações mercantis, serviços e financeiras, tanto
para o vendedor como para o comprador.
Está à disposição dos associados da CDL de Fortaleza acesso direto ao SPC Brasil maior banco de dados da América Latina. A consulta de cheques abrange todo o território
nacional, inclusive o cadastro de emitentes de cheques sem fundo do Banco Central. O SPC
de Fortaleza participa na composição do SPC Brasil.
O serviço de cheque garantido é disponibilizado, desde o ano de 2001 para os seus
associados. Consiste em um serviço especializado e rápido na avaliação do grau de risco
de vendas com cheques, proporcionando aos seus usuários ressarcimento de 100% dos
cheques garantidos. De 2001 a 2009 foram realizadas 994.853 garantias. Os valores
garantidos chegam a R$99.155.921,00. Em 2010, foram 29.800 garantias, garantindo R$
4.800.000,00.
A Central de Cobrança da CDL de Fortaleza é um serviço ágil, eficiente e que
apresenta redução nos custos operacionais das empresas. O serviço conta com um sistema
informatizado e interligado ao banco de dados do SPC, oferece maior agilidade no resgate
de débitos, gerando recebimento inclusive domiciliar, tanto de pessoas físicas como jurídicas
e, se for o caso, orienta para a cobrança judicial.
Em abril de 2000, a CDL de Fortaleza criou o Instituto CDL Cultura e
Responsabilidade Social – ICC, entidade civil sem fins lucrativos, que tem como objetivo
realizar, apoiar e assessorar projetos e atividades voltados ao desenvolvimento cultural,
social e científico, bem como estimular ações, sensibilizar e mobilizar a sociedade na
articulação da busca de soluções no processo de formação de uma consciência cidadã.
As atividades executadas abrangem importantes áreas de interesse social e
comunitário, dentre as quais destacam-se Educação e Cultura, Saúde, Promoção Social,
Desenvolvimento Humano e Organizacional, Voluntariado e Meio-ambiente.
A CDL JOVEM foi criada em 2001 visando reunir sucessores e jovens empresários
lojistas, interessados em atuar numa entidade de classe, bem como em se preparar para
assumir os negócios da família. Promove cursos, palestras, seminários, eventos de
integração e de responsabilidade social. Os projetos realizados visam criar um ambiente de
troca de informações e soluções viáveis, buscando o desenvolvimento do segmento
comercial e a formação de líderes.
1.5.2 Da Faculdade CDL
Entre os anos de 1995 a 2008 a CDL de Fortaleza ofereceu aos associados e a
comunidade, através do Centro de Treinamento CDL, programas de qualificação e formação
de profissionais e estudantes contando com a participação de consultores com destacada
atuação no comércio varejista e a realização de cursos abertos e fechados na própria sede
da entidade ou nas dependências das empresas solicitantes.
O Centro de Treinamento CDL teve expressiva aceitação no âmbito da comunidade
empresarial do Estado do Ceará, haja vista que cerca de 87.652 (oitenta e sete mil
seiscentos e cinqüenta e dois) profissionais foram capacitados, desde o ano de sua criação
em 1995 até dezembro de 2008.
Realizou no período citado, em parceria com a PUC de São Paulo, a Universidade do
Varejo e com a Universidade de São Paulo - USP o curso de Pós- Graduação em Marketing.
Realizou convênio com a Universidade Federal do Ceará – UFC, para a realização do Curso
Sequencial em Gestão do Varejo e dos cursos de Pós-Graduação em Gestão Integrada de
Marketing e Logística, e Administração e Marketing de Varejo.
Em 2006, respaldada em experiência educacional no âmbito de atividades de
extensão e pós-graduação e através de parceria com a Universidade Federal do Ceará –
UFC, a CDL de Fortaleza inicia o desenvolvimento de projeto inovador para a região com a
criação da Faculdade de Tecnologia CDL de Fortaleza - Faculdade CDL. Neste ano, foi
elaborado o Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI, o Projeto Pedagógico
Institucional – PPI, Regimento Interno e Projeto Pedagógico do Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Comercial – PPC, que posteriormente foram avaliados por comissão
própria do MEC, obtendo autorização para funcionamento em 2008.
Desta forma, a Faculdade CDL foi credenciada em 14 de março de 2008 através da
portaria No 354 da Secretaria de Educação Superior. Em 18 de março de 2008, através da
Portaria No 91 da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – SETEC/MEC a
Faculdade obteve autorização para início de funcionamento do Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Comercial.
No segundo semestre de 2008, após Portaria de autorização do curso, a Faculdade
inicia suas atividades, ofertando a sociedade o Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Comercial, preenchendo 206 vagas das 220 vagas anuais autorizadas, o que representa
94% de ocupação das vagas ofertadas no período.
Através da Portaria No 57 de 29 de março de 2010 obteve a autorização para início
do Curso Superior de Tecnologia em Logística. Ainda em 2010, obteve o reconhecimento do
curso de Gestão Comercial através da Portaria No 285 de 15 de dezembro de 2010 e
autorização do curso superior de tecnologia em Marketing através da Portaria No 287 de 15
de dezembro de 2010.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, em sua autorização e
reconhecimento, o Curso Superior de Tecnologia em Logística e o Curso Superior de
Tecnologia em Marketing em sua autorização, obtiveram conceito 5 em suas avaliações.
Foram autorizadas a oferta de 220, 110 e 220 vagas anuais respectivamente.
Em 2010, a Faculdade CDL deu início ao Programa de Pós-graduação com a oferta e
realização do curso de pós-graduação em Administração e Marketing no Varejo e Pósgraduação em Gestão de Cooperativas de Crédito. Em 2011 iniciou a 2ª turma do referido
curso, a Pós-graduação em Gestão de Pessoas e Potência de Equipes, Especialização em
ICMS e Pós-graduação em Logística: Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos.
1.6 Inserção Regional
É relevante apresentar indicadores que justificam a necessidade de oferta de cursos
de graduação na região geofísica que circunscreve a Faculdade CDL.
A Faculdade CDL está localizada na cidade de Fortaleza que, tinha em 2010 uma
população estimada de 2.447.409 habitantes. (Anuário do Ceará 2011-2012). As condições
sócio-econômicas dos municípios que compõem a região metropolitana de Fortaleza vêm
crescendo gradativamente, o que contribui significativamente no aumento da capacidade de
investimento produtivo e na melhoria da qualidade de vida da população, exigindo assim a
presença de profissionais qualificados e habilitados para atender à demanda do mercado de
serviços. De acordo com a mesma fonte, o Estado do Ceará possui população estimada em
2007 de 8.185.286. Fortaleza é a quinta capital em número de habitantes do Brasil segundo
o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Segundo dados do Governo do Estado (2009) a economia cearense fechou o ano de
2008 com um crescimento acima da média nacional de 4,7% a preços básicos, registrando
uma taxa de 6,5%, sobre o ano de 2007. No quarto trimestre/2008, a elevação foi de 5,0%.
Em termos de valores a economia cearense gerou uma receita de R$ 56,93 bilhões,
correspondendo a uma renda per capita de R$ 6.860,02. O crescimento da economia
cearense é resultado do desempenho positivo dos três setores: agropecuário, indústria e
serviços. O setor agropecuário apresentou expansão de 24,59%, com relação a 2007. A
indústria fechou o ano com uma taxa de 5,51% e o setor de serviços, com maior participação
na economia do Estado, em torno de 70%, registrou uma variação positiva de 5,21% em
relação a 2007.
Apesar do cenário econômico mundial, a economia cearense manteve o bom
desempenho que vinha obtendo nos últimos anos, isso devido ao aquecimento da demanda
doméstica, sobretudo ao comércio interno e externo, que tem incentivado a expansão de
emprego.
Os números do PIB do Ceará foram anunciados pelo Instituto de Pesquisa e
Estratégia Econômica (IPECE), segundo os resultados, houve o crescimento de 24,59% da
agropecuária, em 2008, quando comparado a 2007, foi influenciado pelos resultados das
lavouras, com destaque para a castanha (126,59%), milho (109,85%) e feijão (95,15%),
citando as mais importantes. Quanto à produção animal, o destaque foi para o aumento da
produção de leite (9,00%) e aves (6,13%). A produção de frutas, também, vem apresentando
bons resultados, dado a prática de uma agricultura diferente da tradicional, introduzindo
tecnologia na produção de culturas como a melancia, mamão, banana e abacaxi.O
desempenho da agricultura cearense deveu-se as condições climáticas favoráveis, com
inverno regular beneficiando a produção principalmente do milho, feijão, mandioca, do
acesso
a
sementes
selecionadas,
principalmente
de
feijão,
algodão
e
milho.
(www.ceara.gov.br)
A indústria cresceu 5,5%, influenciada pelos comportamentos positivos dos serviços
industriais de energia, água e gás (8,5%), seguidos da construção civil, com uma elevação
de 7,8%, e a indústria de transformação, com uma taxa de 3,9%. O desempenho da
Produção Industrial do Ceará, em 2008, foi influenciado principalmente pelo comportamento
da produção na indústria de produtos de metal - exclusive máquinas e equipamentos
(17,5%), produtos químicos (17,3%) e alimentos e bebidas (11,5%), metalúrgica básica
(5,9%) e vestuário e acessórios (5,2%). Ainda de acordo com dados divulgados pelo
governo do Estado do Ceará (2009), em 2008, o PIB a preços básicos do setor de serviços
apresentou um crescimento de 5,2% em relação a 2007. Dentre os segmentos que
compõem os serviços, os setores de alojamento e alimentação (11,8%) e o comércio (9,6%)
foram os que registraram as melhores taxas de crescimento, sobre 2007.
O volume de vendas varejistas do Ceará tem apresentado, ao longo do ano,
resultados positivos, acumulando no ano um crescimento de 8,0% sobre o resultado de
2007. No ano, todas as atividades varejistas ampliaram suas vendas em relação a 2007. O
resultado do volume de vendas do Ceará vem sendo impulsionado principalmente pelas
vendas de bens com maior valor agregado, como equipamentos e materiais para escritório e
informática, veículos e motos, móveis e eletrodomésticos. A razão do aumento de vendas
destes segmentos consiste na trajetória crescente do volume de crédito à pessoa física.
(www.ceara.gov.br)
O ano de 2008 foi favorável para o turismo cearense como mostram alguns de seus
principais indicadores, como a demanda turística, via Fortaleza, que se apresentou positiva
de 4,4%, em relação à demanda de 2007, significando um contingente de 2,17 milhões de
visitantes ao Ceará. O mesmo comportamento foi verificado na demanda hoteleira que
registrou uma variação positiva de 3,4% na mesma comparação, o que possibilitou uma taxa
de ocupação de 57,3% contra 55,4% indicada em 2007. Segundo a Associação Brasileira da
Indústria de Hotéis (ABIB-CE), os workshops realizados em Fortaleza deram um impulso
positivo às atividades turísticas cearenses. (www.ceara.gov.br)
As exportações cearenses, ao longo de 2008, registraram uma trajetória crescente,
com uma receita de US$ 1,28 bilhão, em 2008, significando um crescimento de 11,2%, com
relação a igual período de 2007. Por seu turno, as importações de 2008 atingiram o valor de
US$ 1,56 bilhão, e uma expansão de 10,7%. Como resultado, o saldo da balança comercial
cearense apresentou um déficit de US$ 281,59 milhões. Embora a balança comercial tenha
apresentado saldos negativos nos últimos três anos, os motivos são justificáveis, dado que
as importações cresceram em ritmo mais acelerado que as exportações (2006 cresceram
86,6% e em 2007, 28,2%), em virtude das compras de bens de capital efetuadas pelas
empresas, que apostaram em crescimento da economia cearense nestes anos. Vale
salientar, que a Conta Corrente do Comércio, ou seja, o somatório das exportações e das
importações ultrapassou ao valor obtido em 2007 (US$ 2,56 bilhões), US$ 2,84 bilhões.
(www.ceara.gov.br)
Em 2008, o mercado de trabalho do Ceará, impulsionado pelo ritmo de crescimento
da economia estadual, gerou 41.441 empregos, superando as vagas criadas em 2007, de
39.722 empregos, e constituindo-se no melhor resultado desde 1999, primeira divulgação do
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). (www.ceara.gov.br)
Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada no Jornal Diário Nordeste - Caderno Negócios em
12 de agosto de 2011, o volume de vendas do setor varejista (com ajustes sazonais)
cresceu 9,6% na comparação com igual período do ano passado. Nos últimos 12 meses até
junho deste ano, o desempenho foi ainda maior, com o índice chegando a 11,5% de
incremento ante o mesmo intervalo de tempo imediatamente anterior.
Em junho 2011, o indicador do comércio varejista registrou aumento de 9,6% na
comparação com o mesmo mês de 2010, e de 1,9% ante maio deste ano - o sexto maior dos
27 estados brasileiros. Ao todo, 19 deles tiveram alta no volume de vendas do varejo,
enquanto a média nacional foi de apenas 0,2% no mesmo comparativo.
O desempenho do setor no Estado aponta em dados consolidados do último mês de
julho que o comércio de serviços local detém 69,3% do Produto Interno Bruto (PIB); 74,4%
dos empregos formais e 46,7% do recolhimento do Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).
Mais uma vez, o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria detiveram as
maiores altas para o acumulado do ano (39,5%) e nos últimos 12 meses (43,8%), enquanto
até junho de 2010 o crescimento foi de 5,7%, o que ajudou a alavancar o resultado do
Estado na PMC. No entanto, para este último comparativo, o comércio de artigos
farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos obteve 27% de
crescimento - maior representatividade para o índice do Estado.
Entre as outras nove categorias de produtos pesquisadas pelo IBGE, apenas
combustíveis registrou queda: -2,9% até junho de 2010; -4,7% nos seis primeiros meses do
ano; e -0,5% nos últimos 12 meses.
Entre os estados do Nordeste, apenas Paraíba obteve resultado superior ao cearense
em junho, com 2,6%. Pernambuco e Bahia, tradicionais concorrentes, ficaram com 1,3% e
0,6%, respectivamente.
Vale ressaltar que o número de empresas constituídas no Estado do Ceará é
crescente, o que faz aumentar o número de postos de trabalho assim como exige maior
qualificação dos trabalhadores. Entre os meses de janeiro a julho de 2011 já foram
constituídas 11.068 empresas.
ESTADO
Ceará
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
13.330
12.977
13.006
14.467
13.655
16.087
17.745
19.334
18.637
Quadro 1 Constituição de Empresas no Estado do Ceará - 2002-2010
Fonte: JUCEC, 2011
O comportamento do trabalho no Ceará, no acumulado de 2008, foi impulsionado
principalmente pelo setor de serviços, que criou 16.236 novos empregos, seguido do
comércio (11.673 empregos); da indústria de transformação (6.716 empregos), e construção
civil (3.344 empregos). (www.ceara.gov.br)
Segundo Costa (2011), 2010 mostrou-se o melhor ano para o mercado de trabalho
metropolitano no transcorrer dos anos 2000, segundo as duas pesquisas domiciliares
citadas, quando foi registrada a menor taxa de desemprego (11,9%), a menor população de
desempregados (2,6 milhões) e os maiores contingentes de ocupados (19,4 milhões) e de
assalariados do setor privado com carteira assinada (9,2 milhões), números da PED
abrangendo todas as áreas pesquisadas. Assim sendo, apesar do crescimento da
formalização, diante de um mercado de trabalho historicamente com forte incidência de
relações informais, flexibilizadas e precárias de trabalho, além dos baixos patamares de
remuneração, particularmente nas metrópoles nordestinas, as atenções devem se voltar
mais para a qualidade do emprego gerado, assegurando um padrão mínimo de qualidade,
por exemplo, obviamente que levando em conta as especificidades regionais. (Costa,
Mardônio de Oliveira. Formalização do emprego e inserção precária: duas faces do mercado
de trabalho da RMF / Mardônio de Oliveira Costa – Fortaleza: IDT, 2011)
Nesse contexto, a importância do setor de Comércio e Serviços do Estado do Ceará
pode ser visualizado através dos dados publicados pelo IPECE (maio, 2008) onde o setor
aparece como responsável pela participação em 70,9% no PIB, geração de 68,2% dos
empregos formais e 48,9% da arrecadação de ICMS do Estado.
Em relação à Educação Básica, segundo o Ministério da Educação e Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional (2009) o estado
do Ceará possui o total de 822 estabelecimentos de ensino médio. Na região urbana são
810 estabelecimentos sendo 4 federais, 529 estaduais, 5 municipais e 272 privadas.
Em relação ao número de matrículas do Ensino Médio a rede estadual conta com
359.242, a rede federal 3.374, a rede municipal 1.259 e a rede privada 45.117, totalizando
408.992 alunos matriculados no Ensino Médio.
Em relação à educação superior sabe-se que o ensino superior no Brasil se expandiu
significativamente a partir da década de 90. Essa expansão está relacionada tanto ao
crescente número de matrículas quanto ao número de instituições de ensino privado.
Segundo o INEP (Resumo Técnico, 2007), o Censo da Educação Superior de 2007
registrou 2.281 IES, representando um incremento de 11 instituições em relação ao ano de
2006.
Como é possível observar na Tabela 1, o ritmo de aumento do número de IES vem
decrescendo recentemente, mas o número de vagas é crescente. Uma das possíveis razões
é a recorrente integração de instituições, por fusão ou compra, observada nos últimos anos.
Ainda assim, foi registrado um incremento de 10 instituições na região Nordeste,
seguida pelas regiões Centro-Oeste e Norte, com acréscimo de 6 e 5 instituições,
respectivamente. Na região Sudeste foi observado um acréscimo de duas instituições e na
região Sul registrou-se uma diminuição de 12 instituições. Cabe ressaltar que esse declínio
no ritmo de crescimento das IES não se refletiu na oferta de vagas, número de ingressos,
matrículas e concluintes, que mantiveram um crescimento relativamente maior.
A distribuição de IES por categoria administrativa se aproxima à verificada no ano
anterior, com 89% de instituições privadas e 11% de instituições públicas, divididas entre
federais (4,6%), estaduais (3,6%) e municipais (2,7%). É importante salientar que estão
incluídas aqui todas as IES que oferecem cursos de graduação (presencial e a distância).
Tabela 1 Evolução do número de instituições, segundo a categoria administrativa –
Brasil – 2002 a 2009
Ano
2002
2003
2004
Pública
Total
%
Federal
%
Estadual % Municipal %
Privada
%
1637 73 65 57 1.442 1859 13,56
83 13,70
65 0,00
59 3,51
1.652 14,56
2013 8,28
87
4,82
75 15,38
62 5,08
1.789 8,29
2005
2165 7,55
2006
2270 4,85
2007
2281 0,48
2008
2252 -1,27
2009
2314 2,75
Fonte: MEC/INEP/DEAES
97 11,49
105
8,25
106
0,95
93 -12,26
94
1,08
75 0,00
83 10,67
82 -1,20
82 0,00
84 2,44
59 -4,84
60 1,69
61 1,67
61 0,00
67 9,84
1.934 8,11
2.022 4,55
2.032 0,49
2.016 -0,79
2.069 2,63
Considera-se importante apresentar o número de instituições de ensino superior
segundo a unidade de Federação. De acordo com a Tabela 2 não houve aumento do
número de instituições de ensino superior privado no Ceará entre os anos de 2006 e 2007 e
a partir de 2008 é visualizada uma instituição a menos. Podem ter surgido novas enquanto
outras podem ter sido extintas ou passado por processo de fusão, no entanto o número
permanece o mesmo.
Tabela 2 Número de instituições de educação superior, segundo unidade de federação
Brasil 2004 a 2009
Número de Instituições de Educação
Superior, segundo a Unidade da
Federação
Brasil
Pública
Privada
Nordeste
Pública
Privada
Ceará
Pública
Privada
Fonte: MEC/INEP/DEAES
2004
Total
2013
224
1789
344
56
288
42
5
37
2005
Total
2165
231
1934
388
60
328
47
6
41
2006
Total
2270
248
2022
412
63
349
51
6
45
2007
Total
2281
249
2032
422
60
362
51
6
45
2008
Total
2252
236
2016
432
59
373
52
5
47
2009
Total
2314
245
2069
448
61
387
51
5
46
Em relação à organização acadêmica, verifica-se um incremento de 2,8% no número
de universidades em relação a 2006. No entanto, as faculdades (faculdades, escolas,
institutos, faculdades integradas, centros federais de educação tecnológica e faculdades de
tecnologia – Decreto 5773/2006), conforme nos anos anteriores, mantiveram o predomínio,
com cerca de 2.000 estabelecimentos, correspondente a 86,7% das IES, enquanto as
universidades e centros universitários respondem por 8% e 5,3%, respectivamente. Ver
Tabela 3.
Tabela 3 Evolução do número de instituições, segundo organização acadêmica Brasil
– 2002 a 2009
Centros
Ano
Total
%
Universidades %
Universitários
%
Faculdades
%
2002
1.637 162 77 1.398 2003
1.859 13,56
163 0,62
81 5,19
1.615 15,52
2004
2.013 8,28
169 3,68
107 32,10
1.737 7,55
2005
2.165 7,55
176 4,14
114 6,54
1.875 7,94
2006
2.270 4,85
178 1,14
119 4,39
1.973 5,23
2007
2.281 0,48
183 2,81
120 0,84
1.978 0,25
2008
2.252 -1,27
183 0,00
124 3,33
1.911 -3,39
2009
2.314 2,75
186 1,64
127 2,42
1.966 2,88
Fonte: MEC/INEP/DEAES
Em relação aos cursos de educação tecnológica, o Censo da Educação Superior
2007 revela que o ritmo de crescimento desses foi ligeiramente maior do que o observado
no ano anterior, embora nos centros universitários tenha sido registrado um incremento de
28,1% de acordo com a Tabela 4. Foram registrados cerca de 700 novos cursos no Brasil, a
maior parte deles ofertados pelas faculdades e universidades.
Tabela 4 Evolução do Número de cursos de educação tecnológica, segundo
organização acadêmica – Brasil 2002 a 2007
Centros
Ano
Total
%
Universidades
%
Universitários
%
Faculdades
2002
636
164
69
403
2003
1.142 79,6
441 168,9
142 105,8
559
2004
1.804
58
688
56
239 68,3
877
2005
2.525
40
956
39
369 54,4
1.200
2006
3.037 20,3
1.189 24,4
445 20,6
1.403
2007
3.702 21,9
1.423 19,7
570 28,1
1.709
Fonte: MEC/INEP/DEAES
%
38,7
56,9
36,8
16,9
21,8
Em 2007, foram ofertadas 394.120 vagas nos cursos de Educação Tecnológica
(Tabela 5), registrando um acréscimo de 23,6% em relação a 2006. As IES privadas são
responsáveis por mais de 90% dessa oferta.
Tabela 5 Evolução do número de vagas na educação tecnológica, segundo categoria
administrativa Brasil 2002 a 2007
Pública
Ano
Total
% Federal % Estadual % Municipal % Privada %
2002
65.903 6.821 4.319 601 54.162 2003
124.749 89,3
7.701
12
5.147 19,2
826 37,4 111.075 105,1
2004
200.458 60,7
9.579 24,4
7.500 45,7
2.024 145 181.355 63,3
2005
262.468 30,9 11.367 18,7
7.823 4,3
2.981 47,3 240.297 32,5
2006
318.962 21,5 11.776 3,6
9.026 15,4
3.354 12,5 294.806 22,7
2007
394.120 23,6 12.198 3,6
9.263 2,6
3.182 -5,1 369.477 25,3
Fonte: MEC/INEP/DEAES
Segundo a organização acadêmica, é possível observar que as Universidades são as
que apresentaram maior crescimento na oferta de vagas em Educação Tecnológica. Foram
mais de 42.000 novas vagas em 2007 e um crescimento de 36,6% em relação a 2006
(Tabela 6). Embora apresentem um crescimento menor, as vagas nas Faculdades ainda são
preponderantes e representam 42,8% do total de vagas da Educação Tecnológica.
Tabela 6 Evolução do número de vagas na educação tecnológica, segundo a
organização acadêmica Brasil 2002 a 2007
Centros
Ano
Total
%
Universidades
%
Universitários % Faculdades %
2002
65.903 13.398 11.594 40.911 2003
124.749
89,3
46.166 244,6
22.852 97,1
55.731 36,2
2004
200.458
60,7
70.345
52,4
36.144 58,2
93.969 68,6
2005
262.468
30,9
93.656
33,1
45.739 26,5
123.073
31
2006
318.962
21,5
116.842
24,8
56.406 23,3
145.714 18,4
2007
394.120
23,6
159.643
36,6
65.908 16,8
168.569 15,7
Fonte: MEC/INEP/DEAES
O número de ingressos em cursos de educação tecnológica apresentou um
crescimento de 20,1% em relação ao ano de 2006. Como aponta a Tabela 7, em todas as
categorias administrativas foi registrado aumento no número de ingressantes, com exceção
das IES municipais que apresentaram um decréscimo de 20,1% em relação ao número de
ingressos do ano anterior.
Tabela 7 Evolução do número de ingressos na educação tecnológica, segundo a
categoria administrativa Brasil 2002 a 2007
Pública
Ano
Total
% Federal % Estadual
2002
38.386
6.766
4.269
2003
66.268 72,6
7.590 12,2
5.105
2004
93.717 41,4
9.438 24,3
7.260
2005
129.555 38,2 10.706 13,4
7.495
2006
156.857 21,1 11.456
7
8.821
2007
188.347 20,1 11.919
4
9.145
Fonte: MEC/INEP/DEAES
% Municipal % Privada %
531
26.820 19,6
642 20,9 52.931 97,4
42,2
1.265
97 75.754 43,1
3,2
1.848 46,1 19.506 44,6
17,7
1.905
3,1 134.675
23
3,7
1.522 -20,1 165.761 23,1
O censo de 2007 registrou 347.856 matrículas nesse segmento, correspondendo a
um aumento de 24,8% em relação a 2006. O maior número de matrículas, 283.630, foi
encontrado nas instituições privadas, seguidas pelas IES federais, com 34.717 e pelas
estaduais e municipais, com 24.920 e 4.589 matrículas respectivamente (Tabela 8).
Tabela 8 Evolução do número de matrículas na educação tecnológica, segundo a
categoria administrativa Brasil 2002 a 2007
Ano
Total
%
Federal
2002
81.348 16.895
2003
114.770 41,1
22.828
2004
153.307 33,6
24.380
2005
214.271 39,8
29.313
2006
278.727 30,1
32.616
2007
347.856 24,8
34.717
Fonte: MEC/INEP/DEAES
%
35,1
6,8
20,2
11,3
6,4
Pública
Estadual % Municipal %
14.170 1.296 14.518 2,5
1.533 18,3
18.988 30,8
2.205 43,8
22.148 16,6
3.249 47,3
23.113 4,4
4.211 29,6
24.929 7,8
4.589
9
Privada
48.987
75.891
107.734
159.561
218.787
283.630
%
54,9
42
48,1
37,1
29,6
Destaca-se que o Censo 2009 apresentou o número de matrículas dos cursos de
Bacharelado e Tecnólogo. No Brasil tem-se respectivamente 3.651.105 e 486.730 alunos
matriculados nos cursos de bacharelado e tecnólogo.
Diante do exposto, considera-se relevante apresentar o número de cursos de
graduação presenciais no Brasil de acordo com a área. Na Tabela 9 estão os cursos
relacionados com a inserção regional da Faculdade CDL, incluindo os cursos ofertados –
Gestão Comercial e Logística e demais cursos previstos no PDI. As estatísticas do Ensino
Superior apresentadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas - INEP/MEC
demonstram que a oferta de Educação Profissional Tecnológica de Graduação na área de
Comércio apesar de demonstrar crescimento no Brasil, ainda se encontra incipiente no
estado do Ceará.
No Censo da Educação Superior de 2005 tínhamos 17 cursos na área de gestão de
comércio no Brasil. Em 2006, 29 cursos e 2007 esse número aumentou para 112 cursos de
gestão comercial, sendo 4 deles ofertados na rede municipal e os demais ofertados em
instituições de ensino superior privado. (INEP/MEC – Educação Superior, 2005, 2006 e
2007).
Tabela 9 Número de cursos de graduação presenciais, segundo áreas detalhadas no
Brasil 2004 a 2007
Número de Cursos de Graduação
Presenciais, segundo áreas Detalhadas no
Brasil
Total
Administração
Mercadologia (marketing)
Gestão da segurança
2004
Total
18.644
2005
Total
20.407
2006
Total
22.101
2007
Total
23.488
2008
Total
24.719
2009
Total
27.827
1.456
1.578
1.684
1.755
1.809
1.800
74
101
115
265
309
296
6
16
25
33
39
38
Número de Cursos de Graduação
Presenciais, segundo áreas Detalhadas no
Brasil
2004
Total
2005
Total
2006
Total
2007
Total
2008
Total
2009
Total
Gestão de comércio
8
17
29
112
128
121
Gestão de negócios internacionais
7
9
10
3
2
22
55
106
149
228
294
332
6
9
13
32
45
56
Gestão financeira
38
60
88
157
202
190
Gestão logística
36
60
96
147
198
229
Publicidade e propaganda
23
26
28
38
43
385
Ciências contábeis
754
808
879
*
9.847
1.026
Direito
790
861
971
*
1.080
1.096
Ciência da computação
Análise e Desenvolvimento de Sistemas
(Tecnólogo)
619
286
307
*
329
338
*
*
*
*
*
401
93
137
162
*
221
220
461
476
486
*
501
344
Gestão ambiental
9
30
73
4
4
24
Proteção de pessoas e de propriedades
6
5
5
*
5
6
Segurança pública
6
5
5
*
5
3
42
49
Gestão de pessoal / recursos humanos
Gestão de qualidade
Administração de redes
Turismo
Saúde e segurança do trabalho
6
10
16
*
Fonte: MEC/INEP/DEAES
Nota: Tabela apresenta principais cursos relacionados à área de atuação da Faculdade CDL.
* Dados não disponíveis nos relatórios do Censo da Educação Superior.
O município de Fortaleza, possui em 2011, segundo o Anuário do Ceará 2011-2012,
uma Universidade Federal, uma Universidade Estadual, um Centro Federal de Educação
Tecnológica, uma Universidade Particular e 29 Faculdades.
Quadro II - Instituições de Ensino Superior – Universidades da Região Metropolitana
de Fortaleza
ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA
CATEGORIA
ADMINISTRATIVA
Universidade Estadual do Ceará - UECE
Universidade
Estadual
Universidade Federal do Ceará - UFC
Universidade
Federal
Universidade
Particular
Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia
Federal
INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
Universidade de Fortaleza – UNIFOR
Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Ceará
Fonte: INEP, 2010.
Quadro III - Instituições Particulares de Ensino Superior – Faculdades da Região
Metropolitana de Fortaleza
INSTITUIÇÃO
CENTEC – Instituto Centro de Ensino Tecnológico
Estácio - FIC
Faculdade Sete de Setembro – FA7
Faculdade Cearense – FaC
Faculdade Evolutivo – FACE
Faculdade Católica de Fortaleza
Faculdade Christus
Faculdade Oboé
Faculdade de Ensino Superior e Cultura do Ceará - FAECE
Faculdade de Fortaleza – FAFOR
Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza – FAMETRO
Faculdades do Nordeste – FANOR
Faculdade Ateneu - FATE
Faculdade de Tecnologia Intensiva – FATECI
Faculdade de Tecnologia do Nordeste – FATENE
Faculdade Farias Brito – FFB
Faculdade CDL
Faculdade Integrada Grande Fortaleza – FGF
Faculdade Lourenço Filho – FLF
Faculdade de Tecnologia Lourenço Filho
Faculdade de Tecnologia Darcy Ribeiro – FTDR
Faculdade Católica do Ceará – MARISTA
Faculdade Teológica e Filosófica - RATIO
Sociedade Evolução de Educação Superior e Tecnologia – Faculdade Evolução
União de Associações de Ensino Superior do Ceará - UNICE
-Faculdade de Ciências Humanas de Fortaleza – FCHFOR
-Faculdade de Tecnologia Informática - FATI
-Faculdade de Ciências Tecnológicas de Fortaleza – FCTFOR
-Instituto de Ensino Superior de Fortaleza – IESF
Fonte: INEP, 2009.
Dentre 34 Instituições de Ensino Superior de Fortaleza, identifica-se 3 Instituições que
ofertam o curso de Logística ( Faculdade CDL, FA7 e Fanor), 4 ofertam o curso de Gestão
Comercial (Faculdade CDL, Fametro, Lourenço Filho E Fanor) e 8 ofertam o curso de
Marketing (Faculdade CDL, Estácio-FIC, Fatene, Fanor, FFB, FTDR, Lourenço Filho e
Marista).
Após autorizar o CST em Gestão Comercial, CST em Logística e solicitar autorização
do CST em Marketing a Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza, por intermédio da
Faculdade CDL pretende voltar suas ações para oferta de cursos de bacharelado, destinada
a produzir, desenvolver e aplicar ciências e tecnologia e qualificar recursos humanos,
visando ao ensino, pesquisa e desenvolvimento do Estado do Ceará.
A Instituição compreende que sem uma educação superior de qualidade não haverá a
formação de recursos humanos e a produção do conhecimento que possam assegurar os
desenvolvimentos endógenos, genuínos e sustentáveis, capazes de reduzir as disparidades
crescentes
que
separam
as
regiões
brasileiras
com
níveis
diferenciados
de
desenvolvimento.
Promovendo inicialmente a educação de graduação tecnológica e pós-graduação a
Faculdade CDL tem como centro o homem e a sociedade, educando não apenas para o
setor produtivo como simples formador de mão-de-obra especializada, mas antes, como
pessoa perfeitamente integrada com as demais atividades dentro da sociedade.
Nesta perspectiva, a CDL de Fortaleza, órgão de classe que desenvolve serviços e
produtos em consonância com o que é identificado pelo mercado regional e nacional,
percebeu a necessidade de cursos superiores que atendessem a área do comércio
abrangendo gestão, planejamento, operacionalização e controle da comercialização.
Assim sendo, a implantação da Faculdade CDL na cidade de Fortaleza encontra
justificativa pelos benefícios impares não somente pelos conhecimentos a serem adquiridos,
pautados nas bases da ciência e da tecnologia, mas para o desenvolvimento da Região e do
próprio Estado do Ceará.
Sabe-se que o aumento da participação brasileira no mercado mundial, assim como a
ampliação do seu mercado interno, depende diretamente da qualificação e da capacitação
tecnológica de seus trabalhadores, de forma a conseguir perceber e compreender, criar,
produzir e adaptar insumos, produtos e serviços.
Segundo o Parecer CNE/CP nº 29, de 03/12/2002, a educação profissional
tecnológica requer a compreensão global do processo produtivo, com a apreensão do saber
tecnológico e do conhecimento que dá forma ao saber técnico e ao ato de fazer, com a
valorização da cultura do trabalho e com a mobilização dos valores necessários à tomada de
decisões profissionais e ao monitoramento dos seus próprios desempenhos profissionais.
O referido Parecer ressalta que os cursos e programas de educação profissional
tecnológica de graduação e de pós-graduação deverão desenvolver competências
profissionais tecnológicas para a gestão de processos de produção de bens e serviços;
Promover o aprendizado contínuo, visando acompanhar as mudanças nas condições de
trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pós-graduação;
Cultivar o pensamento reflexivo, a autonomia intelectual, a capacidade empreendedora e a
compreensão do processo tecnológico; Incentivar a produção e a inovação científicotecnológica, a criação artística e cultural e suas respectivas aplicações no mundo do
trabalho; Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização
permanente dos cursos e seus currículos; e garantir a identidade do perfil profissional de
conclusão de curso e da respectiva organização curricular.
Esta modalidade de educação, embora com um campo de atuação profissional
situado nas fronteiras de atuação do técnico e do bacharel, possui uma identidade própria e
específica em cada área da atividade econômica.
A educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação assume
assim, papel especial dentro da sociedade do conhecimento, ao desenvolver competências
complexas para o enfrentamento dos desafios trazidos pelas tecnologias. Segundo a
legislação vigente, os novos modos de organização da produção e o dinamismo das novas
tecnologias demandam agilidade e flexibilidade em relação às constantes transformações
que se operam no mundo produtivo, exigindo um trabalhador especializado e com
capacidade de aprender continuamente.
Após iniciar os cursos tecnológicos, a Faculdade CDL opta por iniciar os cursos de
bacharelado, oportunizando aos alunos novatos e concludentes dos atuais cursos
tecnólogos condições de aprofundamento nas ciências sociais aplicadas e desenvolvimento
de pesquisas, promovendo um caráter de continuidade no aprendizado.
Nesta perspectiva, procurando ampliar sua atuação nas áreas educacional, cultural e
social, a Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza, por intermédio da Faculdade CDL volta
suas ações para a educação superior de bacharelado, graduação tecnológica e de pósgraduação, destinada a produzir, desenvolver e aplicar ciências e tecnologia e qualificar
recursos humanos, visando ao ensino, pesquisa e desenvolvimento tecnológico do Estado
do Ceará.
A educação em todos os níveis terá como centro o homem e a sociedade, educando
não apenas para o setor produtivo como simples mão-de-obra especializada, mas antes,
como pessoa perfeitamente integrada com as demais atividades dentro da sociedade. Neste
sentido, a Faculdade CDL deverá reproduzir e produzir criativamente as atividades básicas
existentes numa sociedade, por meio da oferta de programas e cursos nas diversas áreas
do conhecimento, além da prestação de serviços de caráter cultural, científico e tecnológico
aos cidadãos-trabalhadores cearenses. Essas atividades são as mesmas que contribuem
para o sucesso da empresa contemporânea e se constituem nos setores de ensino, de
pesquisa e de extensão.
Os cursos serão configurados como ponto de articulação entre a academia e o mundo
do trabalho, com a função de habilitar jovens e adultos para o exercício de profissões de
nível superior e, por último, atualizar e aprofundar conhecimentos tecnológicos voltados para
atender campos específicos do mercado de trabalho. O profissional formado receberá a
denominação de tecnólogo, podendo dar continuidade ao ensino cursando a pós-graduação
Stricto Sensu e Lato Sensu.
Nesta perspectiva, a CDL de Fortaleza, percebe a necessidade de cursos superiores
na área das ciências humanas, sociais aplicadas e tecnologia, além dos cursos de
bacharelado.
Os índices estatísticos do INEP/MEC também revelam que a área profissional de
Gestão por sua própria natureza de atividade-meio, está presente em todas as atividades
econômicas e possui uma forte oferta (41.6%), estando direcionada ao apoio administrativo
e logístico a todas as atividades produtivas, qualquer que seja o setor econômico no qual
elas se desenvolvam. Assim, é possível identificar a necessidade de se planejar de forma
organizada e sistemática tanto o apoio às atividades agro-pecuárias e extrativistas, como às
atividades industriais ou de comercialização e de prestação de serviços.
Esta característica faz com que os especialistas em gestão possam ser encontrados
em praticamente todas as organizações, públicas ou privadas, de todos os portes e qualquer
que seja seu ramo de atividade.
Assim, uma vez que é da natureza desta área se caracterizar como atividade-meio
que está presente nos mais diferentes tipos de organização, seus profissionais devem ter
uma perspectiva tão ampla quanto possível das múltiplas formas em que podem se
estruturar os mais variados tipos de organizações. Ao se observar esta prescrição, estará se
garantindo aos egressos dos cursos da área maior empregabilidade/laborabilidade, bem
como maior mobilidade no interior de uma mesma organização na qual se integram
unidades de natureza e/ou de portes distintos.
Em suma, com muito mais clareza de seu papel na atual realidade socioeconômica, a
Faculdade CDL propõe neste Plano de desenvolvimento Institucional, metas e estratégias a
fim de preparar o homem cearense para enfrentar as exigências e desafios do século XXI.
Neste sentido, a IES solicita o seu credenciamento e a autorização dos cursos pelo
Ministério da Educação.
1.7 Missão
A missão da Faculdade CDL consiste em gerar e difundir conhecimento e formar
indivíduos capacitados para o exercício da cidadania e da profissão e desta forma socializar
e aplicar o conhecimento nos diversos campos do saber, através do ensino, pesquisa e
extensão, indissociavelmente articulados, de modo a contribuir para o desenvolvimento
social e econômico do Estado do Ceará e promover a formação de profissionais qualificados
para o mundo do trabalho, capazes de atuar na construção da justiça social e da
democracia.
No cumprimento de sua missão institucional, a Faculdade CDL tem como princípios
norteadores:
 A promoção da excelência acadêmica, nas ciências, artes e humanidades.
 O respeito à diversidade intelectual, artística, institucional e política.
 A busca de mecanismos de promoção da indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão.
 A gestão democrática, transparente e descentralizada.
 A igualdade de condições de acesso e permanência.
 A valorização e promoção do desenvolvimento de pessoas.
 O compromisso com a democracia e a justiça social.
De uma forma geral, os projetos da Faculdade CDL terão como finalidade realizar
estudos, pesquisas e ações voltadas para as questões sociais mais amplas e para o
desenvolvimento de alternativas capazes de promover a melhoria da qualidade do ensino e
de atender aos anseios específicos da comunidade. Merecem destaque na sua missão as
ações voltadas para a implantação de uma cultura de pesquisa e de avaliação institucional
na Faculdade.
1.8. Finalidades
Como instituição de ensino superior privada sem fins lucrativos, a Faculdade CDL é
regida pela legislação do ensino superior em vigor, pelo seu Regimento Geral e pelo seu
Estatuto e da Entidade Mantenedora, tendo como objetivos nas áreas dos cursos que
ministra:
 A formação de profissionais e especialistas de nível superior;
 A realização de pesquisas e estímulo de atividades criadoras;
 Extensão do ensino e da pesquisa à comunidade, mediante cursos e serviços.
No exercício de suas funções, a Faculdade CDL assegura a liberdade de estudo e
pesquisas, permanecendo aberta a todas as correntes de pensamento, sem envolvimento
com movimentos ou grupos ideológicos, político-partidários, religiosos ou raciais.
1.9. Objetivos Institucionais
A Faculdade CDL tem seus objetivos definidos em seu Regimento Interno abaixo
reproduzido:
Art. 3º A Faculdade CDL tem como objetivos:
§ 1º São objetivos Fundamentais:
I. Ampliar as fronteiras e a diversidade do conhecimento;
II. Integrar-se à sociedade, compartilhando seus problemas e desafios e ajudando no
desenvolvimento regional;
III. Integrar a formação humanística com a formação técnico-científica;
IV. Promover o desenvolvimento da capacidade científica e o pensamento reflexivo;
V. Oferecer educação integrada mediante a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão;
VI. Incentivar o trabalho de pesquisa e de investigação científica;
VII.
Estimular o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e científico;
VIII.
Ofertar educação superior bacharelado e profissional tecnológica nas diversas
áreas profissionais e da ciência;
IX. Associar o ensino da teoria com a prática;
X. Atuar na área tecnológica nos diversos setores da economia;
XI. Integrar a educação superior ao trabalho, à ciência e à tecnologia;
XII.
Considerar o avanço do conhecimento tecnológico e a incorporação crescente
de novos métodos e processos de produção e distribuição de bens e serviços;
XIII.
Levar em consideração as tendências do setor produtivo e do desenvolvimento
tecnológico;
XIV.
Incentivar a pesquisa aplicada à prestação de serviços;
XV.
Integrar suas ações com as expectativas da comunidade e as tendências do
Setor Produtivo;
XVI.
Oferecer uma formação intelectual comprometida com a qualidade da produção
científica, artística, filosófica, tecnológica e, principalmente, com o atendimento às
necessidades, aos anseios e às expectativas da sociedade;
XVII.
Formar profissionais com elevado preparo intelectual e científico e aptos para o
exercício da profissão, com eficiência, espírito ético e dignidade das funções sociais que
lhes cabem.
§ 2º São objetivos Estratégicos:
I. Prestar serviços especializados à comunidade, estabelecendo com esta uma relação
de reciprocidade;
II. Construir uma aprendizagem baseada nos valores da civilização e dos referenciais
fundamentais, como a paz, a justiça, a democracia, a solidariedade, o respeito à
diversidade e aos direitos humanos, de toda pessoa;
III. Incentivar as atividades de pesquisa em torno da educação, da cultura e da produção
intelectual acadêmica da região, servindo de espaço para que a comunidade abrangida
pela Faculdade se sirva de seus recursos e vice-versa.
IV. Promover o intercâmbio entre a sociedade e a Faculdade, integrando-a, de forma
pertinente, através das ações de ensino, pesquisa e extensão;
V. Formar um cidadão-trabalhador capaz de interagir criticamente na realidade para
transformá-la;
VI. Promover a socialização, mediar o aprendizado e levar o aluno a constituir seu próprio
conhecimento.
VII.
Ministrar cursos de educação superior bacharelado, profissional tecnológica de
graduação e pós-graduação lato e stricto sensu em diversas áreas profissionais;
VIII.
Oferecer educação continuada, por diferentes mecanismos, visando à
atualização, ao aperfeiçoamento e à especialização de profissionais na área tecnológica;
IX. Realizar pesquisa aplicada, estimulando o desenvolvimento de soluções tecnológicas,
de forma criativa, e estendendo seus benefícios à comunidade.
X. Oferecer uma formação intelectual comprometida com a qualidade da produção
científica, artística, filosófica, tecnológica e, principalmente, com o atendimento às
necessidades, aos anseios e às expectativas da sociedade”.
1.10. Metas
A IES, em consonância com o seu Regimento Interno, planeja suas atividades para o
qüinqüênio, utilizando o planejamento estratégico como referência num processo de gestão
participativa, envolvendo os diferentes segmentos que farão parte dos órgãos de tomada de
decisão da Instituição. Para o alcance dos objetivos estratégicos, estabeleceu metas
escalonadas para um prazo de cinco anos que estão descritos no cronograma a seguir:
DESCRIÇÃO DE METAS
Consolidação dos Projetos e
Reconhecimento Acadêmico.
Divulgação da IES na região através
do desenvolvimento da imagem
ANO I
2011
ANO II
2012
ANO II
2013
ANO IV
2014
ANO V
2015
DESCRIÇÃO DE METAS
institucional e marketing.
Realização de processo seletivo para
os cursos autorizados.
Implantar procedimentos facilitadores
da integração entre ensino, pesquisa
e extensão.
Buscar a excelência do ensino
através do Processo de Avaliação
Institucional em consonância com a
legislação dos SINAES.
Consolidar a pesquisa na Instituição,
através de suas linhas de ação:
Definição da Política de Pesquisa
Institucional.
Consolidar as ações de Extensão
visando a Integração e Compromisso
Social através do incentivo a ações
comunitárias junto aos docentes e
discentes da IES.
Fortalecer políticas de intercâmbio Parcerias/convênios com as
Instituições e universidades.
Inovação e desenvolvimento
organizacional através de atuação
criativa e construtiva da instituição,
contribuindo para o crescimento
próprio e o da região.
Agilizar e flexibilizar a gestão
acadêmica e administrativa.
Promover a interdisciplinaridade, a
multidisciplinaridade, e a
transdisciplinaridade nas atividades
de ensino, pesquisa e extensão, intra
e inter cursos, grupos, redes e
projetos e em todos os níveis de
formação, através de ações voltadas
para a melhoria dos processos
acadêmicos.
Desenvolver Programas de Pósgraduação a partir de um diagnóstico
das necessidades e potencialidades
locais e regionais.
Solicitação do Reconhecimento dos
cursos autorizados.
Ampliar a oferta de cursos e o número
de vagas nos cursos de graduação,
pós-graduação e extensão a partir de
estudos de demanda, buscando
equilíbrio entre as áreas de
ANO I
2011
ANO II
2012
ANO II
2013
ANO IV
2014
ANO V
2015
DESCRIÇÃO DE METAS
conhecimento.
Incentivar a inclusão da metodologia
digital em todos os níveis da
Instituição garantindo a qualidade dos
cursos utilizando-se de tecnologia de
ponta.
Praticar a gestão democrática,
transparente e participativa em todos
os níveis da estrutura administrativa
da IES, garantindo a participação e
voto para representantes dos alunos,
técnico-administrativos e professores.
Garantir coerência, consistência e
compatibilidade entre as propostas e
as normas aprovadas pelos diferentes
colegiados, as ações implementadas
e os resultados decorrentes.
Garantir livre acesso ao
conhecimento produzido e
armazenado na IES, ampliando e
diversificando os meios disponíveis.
Garantir suporte competente, ágil e
eficaz às atividades de ensino,
pesquisa e extensão capaz de
sustentar o projeto acadêmico da IES.
Planejar e orientar o desenvolvimento
físico a partir do projeto acadêmico da
IES, de seus projetos de expansão de
atividades e de suas especificidades
de ensino, pesquisa e extensão.
Manutenção, ampliação e atualização
do acervo da biblioteca.
Incentivo e realização de
manifestações culturais, integrando
IES, comunidade local e região.
Incentivo à criação de grupos
artísticos, culturais e equipes
esportivas.
Garantir flexibilidade e agilidade na
resposta a novos contextos,
demandas e desafios.
Desenvolver e ampliar a concepção
de atendimento e assistência à
comunidade construindo e
implementando uma política de
gestão social voltada para a
qualidade de vida.
ANO I
2011
ANO II
2012
ANO II
2013
ANO IV
2014
ANO V
2015
DESCRIÇÃO DE METAS
ANO I
2011
ANO II
2012
ANO II
2013
ANO IV
2014
ANO V
2015
Implementar uma política de
educação continuada na IES.
Incentivar o aperfeiçoamento do
corpo docente e técnicoadministrativo, através de políticas de
avaliação e incentivo a educação
continuada, através da: qualificação
do corpo docente e técnicoadministrativo; implantação do Plano
de Carreira; estabelecimento de uma
Política de RH.
1.11. Áreas de Atuação Acadêmica
Os programas e cursos desenvolvidos e executados pela Faculdade CDL são
voltados para a capacitação de recursos humanos de empresas dos segmentos de comércio
e serviços, nos níveis de graduação, pós-graduação e extensão, concentrando-se
principalmente nas áreas de gestão, vendas, logística, finanças, operações, recursos
humanos, marketing, turismo, comércio exterior, informática, contabilidade, educação, entre
outros.
As ações acadêmico-administrativas da IES para os próximos 5 (cinco) anos estão
direcionadas e organizadas com a finalidade de atingir seus objetivos e metas propostas ao
longo deste PDI.
1.12 Responsabilidade Social da IES
Atuar com qualidade, justiça e responsabilidade social. Essa é a política da
Faculdade CDL, uma instituição que tem consciência do seu papel na comunidade e dará
ênfase em compartilhar seu sucesso com as comunidades em que atua, oferecendo suporte
aos menos favorecidos.
A IES tem consciência da importância de sua atuação na comunidade, apoiando
técnico e operacionalmente projetos de cunho social, ambiental e educacional. Para tanto,
destaca como meta a ser alcançada o atendimento e assistência à comunidade construindo
e implementando uma política de gestão social voltada para a qualidade de vida.
O desenvolvimento de uma proposta de oferta de Cursos de Graduação nas
modalidades
de
graduação
Bacharelado
e
graduação
Tecnológica
constitui-se
simultaneamente em uma necessidade e em um desafio. É preciso reconhecer que chegou
o momento de olhar para essa área de formação como estratégia para buscar formas de
viabilizar o acesso aos direitos sociais através de uma profissionalização especializada de
nível superior.
Neste sentido, a Faculdade busca apoiar programas tendo como alvo a Região
metropolitana de Fortaleza, caracterizada pela fragilidade da organização social, pela
pobreza da maioria da população, por uma crescente destruição dos valores humanos e
recursos naturais.
O desenvolvimento de Projetos de Ação Voluntária, com a missão de desenvolver
ações de solidariedade e estimular a responsabilidade social através do voluntariado entre
os alunos e funcionários da instituição.
Estes programas de responsabilidade social prevêem atividades e eventos, no sentido
de solidificar o sentimento de amor e solidariedade na comunidade, tornando nossos alunos
e funcionários, cidadãos ativos na vida social.
Os projetos organizados pela comunidade escolar são selecionados pelo Conselho
Superior Administrativo e Acadêmico - CAAD, que avalia e define prioridades em
consonância com os princípios e objetivos da IES, fundamentados em valores da civilização
e dos referenciais cristãos, como a paz, a justiça, a democracia a solidariedade, o respeito à
diversidade e aos direitos humanos, de toda pessoa.
Essas iniciativas fazem parte da Faculdade CDL, onde as prioridades são: apoio à
educação de menores carentes, desenvolvimento da empregabilidade e prestação de
serviços a comunidades carentes, por meio de execução de projetos.
Dentre os principais projetos de responsabilidade social desenvolvidos pela
Faculdade CDL em parceria com Instituto CDL de Cultura e Responsabilidade Social tem-se:
1.12.1 Biblioteca Mercado Cultural
A Faculdade CDL criou o projeto BIBLIOTECA MERCADO CULTURAL, projeto cuja
mentora intelectual foi a bibliotecária da Faculdade CDL e consiste na disponibilização de
um acervo literário em uma espécie de biblioteca móvel. A iniciativa prevê facilitar e
incentivar a leitura da população em geral. Os livros da Biblioteca Mercado Cultural estão
disponibilizados em carrinhos de supermercado que estão distribuídos em 48 lojas da super
rede, sendo essas lojas distribuídas em 11 municípios do Estado do Ceará: Aracati, Crato,
Fortaleza, Guaiuba, Itaitinga, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Pacatuba, Quixadá
e Sobral. Os diversos clientes dessas lojas podem retirar livros emprestados pelo prazo de
7 dias sem custos. O carrinho de supermercado que funciona como biblioteca está
devidamente identificado com adesivos e para reforçar a comunicação visual, há um banner
que explica o objetivo e metodologia da referida biblioteca.
Cerca de 60 mil pessoas, clientes das 48 lojas de supermercado da super rede são
beneficiados. Frisa-se que este público está distribuído em 11 municípios do Estado do
Ceará. Os objetivos do projeto foram superados tendo em vista que um dos receios quanto
a metodologia do projeto era se a população iria devolver os livros que pegavam
emprestados e ao contrário, o que passou a acontecer foram freqüentes doações de livros
que passaram a ocorrer espontaneamente por parte da população.
1.12.2 Café Literário
Há que se destacar também o CAFÉ LITERÁRIO que a Faculdade CDL realiza com
seus alunos do curso de graduação e prevê a leitura por parte dos alunos, de livros que
possuem interface com as disciplinas que fazem parte da grade curricular do curso. Os
alunos apresentam verbalmente o conteúdo dos livros lidos para os demais alunos. Também
são convidados a assistir a essas apresentações, a comunidade de um modo geral. Sempre
que possível, os autores dos livros se fazem presentes ao evento.
1.12.3 Cine Debate
A Faculdade CDL oferece como atividade complementar o CINE DEBATE. Trata-se
da apresentação de um filme longa metragem que tenha conteúdo que expresse
responsabilidade social empresarial, aborde o tema da ética e promova o despertar para o
cultivo das várias atividades culturais. Os filmes são exibidos para os alunos da Faculdade
CDL e são extensivos a toda a comunidade interessada em assistir ao filme e participar do
debate que é promovido ao final pela platéia e facilitado por um professor do curso de
graduação.
O evento é disponibilizado para os alunos da graduação que podem trazer
convidados. O objetivo de estimular o público acadêmico em freqüentar o cinema é atingido
e o objetivo de estimular a interpretação crítica dos filmes exibidos também o é, tendo em
vista que as discussões conduzidas pelos professores são sempre bastante participativas.
1.12.4 Varejo para Todos
A Faculdade CDL oferta a comunidade externa cursos de extensão de curta duração
aplicados ao mercado de trabalho. São arrecadados livros que passam a fazer parte do
acervo do projeto Biblioteca Mercado Cultural. Os cursos são destinados aos alunos da
Faculdade CDL, as mais de 6.000 empresas associadas e seus colaboradores, assim como
profissionais em geral e os que estão fora do mercado de trabalho e necessitam de
qualificação continuada. O projeto ocorre no âmbito de Fortaleza.
1.12.5 CDL Móvel
A Faculdade CDL, em suas ações de responsabilidade social, prioriza atividades de
apoio à educação da população de jovens e adultos de baixa renda e comerciantes que
atuam em comunidades mais carentes, através da prestação de serviços a comunidade, por
meio de execução do projeto CDL Móvel.
O projeto CDL Móvel nasceu com o objetivo de aproximar ainda mais a CDL de
Fortaleza de seus associados, lojistas e da comunidade de diversos bairros, ampliando a
capacidade da CDL de levar benefícios, soluções e qualificação aos vários núcleos
comerciais de Fortaleza por perceber que antes predominante no Centro, o comércio hoje
está consolidado em diversos pontos da cidade, o que requer a descentralização do campo
de atuação da entidade. O público-alvo são os comerciantes do Município de Fortaleza.
Como parte da programação do Projeto CDL Móvel, são ofertados através da
Faculdade CDL cursos gratuitos aos lojistas, trabalhadores e à população local, contribuindo
para a qualificação profissional dos participantes. Sem esquecer o lado social, a CDL Móvel
solicita como valor de inscrição, a doação de alimentos, que são repassados a instituições
beneficentes da própria comunidade.
1.12.6 Doação de Sangue
Os alunos da Faculdade CDL se mobilizam semestralmente em favor de toda a
população de Fortaleza através do Projeto Trote Solidário. Todos os alunos ingressantes e
veteranos, bem como colaboradores da CDL e Faculdade CDL são convidados a doação de
sangue por intermédio do HEMOCE. Também são feitos os cadastros de medula óssea.
1.12.7 PLANSEQ / PLANTEQ
A Faculdade CDL, através de sua mantenedora Câmara de Dirigentes Lojistas de
Fortaleza e do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, promove cursos do PLANSEQ Plano Setorial de Qualificação e Plano Territorial de Qualificação – Planteq, com o objetivo
de capacitar cerca profissionais para o mercado de trabalho de Fortaleza.
O PLANSEQ visa atender pessoas que buscam o primeiro emprego e os que estão
fora do mercado, independentes da faixa etária, nas funções de operador de caixa, auxiliar
de escritório, almoxarife, assistente administrativo, repositor de mercadorias, vendedor
atacadista, promotor de vendas e vendedor varejista. Cabe à Faculdade CDL a aplicação do
projeto pedagógico aprovado, que após conclusão oferecem ao mercado de trabalho esses
profissionais qualificados.
Os alunos durante aplicação dos cursos, com temática prática e carga horária de
200h/a, visitam empresas e assistem palestras com profissionais ligados ao setor do
comércio e serviços. Os cursos são gratuitos. Os interessados são encaminhados pelas
Unidades do SINE/IDT para a Faculdade CDL, responsável pela seleção dos candidatos e
execução dos cursos. Durante a realização das aulas, os estudantes recebem material
didático, vale transporte e alimentação.
Os cursos do Plano Territorial de Qualificação – Planteq ofereceram aos jovens de
baixa renda a oportunidade ímpar de se preparar para o mercado de trabalho. Os alunos
recebem treinamentos direcionados à atividade de operador de telemarketing com
informática. Os alunos receberam gratuitamente material didático e de apoio (pastas,
canetas, borrões, crachás, apostilas), lanche e o PASSCARD. Após a conclusão do curso,
os participantes aprovados receberão certificado.
No âmbito da qualificação profissional, desenvolve desde 1996 em parceria com a
Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado do Ceará através dos recursos
do Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, no âmbito do Plano Territorial de Qualificação –
PLANTEQ, treinamentos de qualificação e aperfeiçoamento para profissionais que estão fora
do mercado de trabalho, além de realizações de palestras, semanas de estudos e parcerias
com outras entidades nas áreas de consultoria e treinamento. Foram realizados entre os
anos de 2005 e 2009 os seguintes Planos com o respectivo número de treinados: PlanTeQ
2005: 115 treinados; PlanTeQ 2006: 115 treinados; PlanTeQ 2007: 118 treinados; e
PlanTeQ 2009: 69 treinados. Em 2010 foram 03 turmas realizadas com a STDS/CE, com o
total de 66 treinados. Foram realizadas ainda 3 turmas com a SDE/PMF, com o total de 320
treinados.
A Faculdade CDL realiza também desde 2008 o PlanSeQ. Nas edições de
2008/2009/2010 foram 1.518 treinados. Nas edições 2009/2010/2011 foram 553 treinados
até o momento. A Faculdade realiza o apoio a FCDL/CE na realização de cursos no interior
do estado: Juazeiro do Norte, Crato, Sobral, Itapipoca, Iguatu, Quixadá, Canindé, Baturité.
Foram 22 turmas já realizadas, 553 pessoas treinadas do total de 1.000 que serão
capacitadas até junho/2011. Em todas as edições foram 2.071 pessoas treinadas.
1.12.8 Concurso Cultural de Gastronomia
Como manifestação no âmbito da Gastronomia, a Instituição promove um
CONCURSO CULTURAL DE GASTRONOMIA. O projeto foi desenvolvido em parceria com
empresa associada a mantenedora, CDL de Fortaleza. Mais diretamente a parceria ocorreu
com os supermercados da super rede. Foi divulgado em toda a folheteria da super rede em
todas as suas 48 lojas e abrangeu: Aracati, Crato, Fortaleza, Guaiuba, Itaitinga, Itapipoca,
Juazeiro do Norte, Maracanaú , Pacatuba , Quixadá e Sobral. A participação contemplou
pessoas da comunidade em geral que tivessem a capacidade de apresentar pratos regionais
(ao todo participaram 20 gastrônomos amadores). Beneficiou também os idosos do Lar
Torres de Melo(cerca de 100 idosos) que foram os homenageados no dia das mães para
participar do almoço de degustação e julgamento dos pratos. Os objetivos foram exitosos,
tendo prestigiado os idosos do Lar Torre de Melo, contribuindo assim com o aumento de
suas auto-estimas, desta forma contribuindo com o social por um lado e por outro lado,
estimulou o trabalho e produção do público telentoso no segmento da gastronomia.
1.12.9 Projeto Soletrar
A Faculdade CDL organizou o concurso cultural no âmbito literário, intitulado de
PROJETO SOLETRAR voltado para alunos da escola pública na idade de 12 a 16 anos. O
projeto consiste em oferecer gratuitamente um curso de literatura que enfocava a nova
gramática e que foi realizado em duas turmas (manhã e tarde) de modo a contemplar alunos
dos 3 turnos (manhã, tarde e noite). Ao final do curso, os alunos apresentaram sua produção
literária para uma banca de professores composta de mestres em Letras, pedagogia e um
jornalista. O público beneficiado consiste em estudantes da rede pública de ensino (do
Estado e do Município) na faixa etária de 12 a 16 anos.
Participaram cerca de 100 alunos da rede pública, contudo a platéia que se formou
para presenciar a final e semi-final do concurso foi na ordem de 600 pessoas. O concurso foi
tão bem aceito que gerou mídia espontânea dos principais veículos de comunicação como
Sistema Verdes Mares de Televisão e outros. Por outro lado, os depoimentos dos pais,
alunos e professores da rede pública foram afirmativos no sentido de que todos externaram
a eficácia do projeto no aprendizado e reforço da alfabetização dos alunos da rede pública
que participaram.
1.12.10 Exibição de Produções Cinematográficas Brasileira
Também é promovido mensalmente para os colaboradores, sessão de cinema com
filmes de longa-metragem, prestigiando, sobretudo as produções cinematográficas
brasileiras. Situa-se no âmbito de Fortaleza e beneficia os Empregados da Faculdade CDL e
da Mantenedora, Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza, beneficiando um público total
de aproximadamente 100 pessoas. O objetivo de prestigiar a exibição e adesão do público
aos filmes brasileiros é atingido.
1.12.11 Escola Social do Varejo
O Projeto Escola Social do Varejo é uma iniciativa do Instituto WalMart em parceria
com o Instituto Aliança, CDL de Fortaleza e Faculdade CDL. O Projeto objetiva investir na
formação profissional de estudantes de escolas públicas, gerando a oportunidade do
primeiro emprego. Os jovens participantes são selecionados a partir do desempenho
escolar, o que estimula ainda mais o seu desenvolvimento como cidadão. Os alunos têm
aula de relações éticas e humanas no mundo do trabalho, informática e princípios da
atividade varejista. As aulas acontecem na Faculdade CDL. No final do curso a CDL de
Fortaleza organiza evento com empresas associadas, momento em que elas destinam
vagas para contratação dos alunos como estagiários. O evento é disputado chegando o
número de vagas a ser maior que o número de alunos.
Durante o período de formação dos jovens alunos da Escola Social do Varejo em
Fortaleza (Núcleo CDL), o projeto lançou de uma valiosa fonte de complementação dos
conteúdos do programa: o voluntariado. Essa prática, que já era componente do Programa
Domínio Digital, do Instituto Aliança, assumiu outro feitio na Escola Social do Varejo,
compreendendo:
Projeto Trajetória, em parceria com a Faculdade CDL, no formato de ciclo de
palestras, realizadas por empresários e outros profissionais alunos da instituição, cumprindo
um programa pedagógico exigido pela grade curricular, com objetivo de situar os jovens da
Escola Social do Varejo na perspectiva de formação de uma carreira, suas etapas e sua
continuidade, através de depoimentos e pessoas bem sucedidas na área do varejo e
serviços, como empreendedores ou empregados de empresas de vários ramos de atividade.
Voluntariado Corporativo, também já praticado pelo Instituto Aliança, em parceria com
órgãos da administração pública municipal, estadual e federal e agora complementado pela
participação de funcionários do Walmart e, ainda, o Voluntariado Independente, valiosa
contribuição de profissionais de várias áreas que, aceitando convite do projeto, por amor à
causa e por amizade, contribuem gratuitamente na formação dos jovens com seus
conhecimentos técnicos, solicitados na medida em que se vai desenvolvendo o programa.
1.12.12 Quarta da Cultura no Centro
A Faculdade CDL em parceria com a CDL de Fortaleza promove oportunidade de
expressão
da
música,
sobretudo
a
música
popular
brasileira,
viabilizando
APRESENTAÇÕES DE MÚSICOS AMADORES, sobretudo os alunos, como forma de
divulgação dos seus trabalhos alternativos e seus talentos musicais. A abrangência desse
projeto se concentra no público de discentes da Faculdade CDL de Fortaleza. Os objetivos
deste projeto que são de estímulo às apresentações dos músicos amadores são atingidos e
agrega o fator promoção da descontração no ambiente universitário.
1.13. Políticas de Ensino Pesquisa e Extensão
A Faculdade CDL ao ouvir a sociedade objetiva responder concretamente aos seus
anseios, com os instrumentos de que dispõe amparada nas suas ações de ensino, pesquisa
e extensão.
A IES busca atuar como propulsora e líder de processos de desenvolvimento, de
fortalecimento da cidadania, enfim, ser reconhecida como instituição a serviço da sociedade
Para a consecução desses objetivos, as políticas de ensino pesquisa e extensão
promovem a integração permanente entre a Faculdade e a sociedade, como princípio de
uma atuação que, além de ser permanente, deve se alargar cada vez mais, promover a
socialização de conhecimentos produzidos e acumulados na academia, estimular e apoiar
projetos voltados para o empreendedorismo, e enfrentar o desafio de trazer para o seio da
academia a oportunidade de também trabalhar uma formação empreendedora para os seus
educandos.
O princípio pedagógico da interdisciplinaridade é uma constante, praticado através de
planejamento conjunto e participativo das atividades de ensino, pesquisa e extensão,
valorizando as competências, os valores, as atitudes, o saber-fazer, o saber-estar, o
desenvolvimento de capacidades de criatividade, comunicação, trabalho em equipe,
resolução de problemas, responsabilidade, poder empreendedor, ferramentas importantes
na adaptação à geografia mutacional e organizacional do mundo do trabalho.
As atividades de extensão são um grande laboratório de pesquisa e, para aprimorar e
refinar a integração ensino-pesquisa a Faculdade está sempre ampliando suas ações na
sociedade com uma política afinada com as necessidades da comunidade.
Nesta perspectiva, destacam-se como políticas de ensino pesquisa e extensão:
 Adoção de diretrizes de desenvolvimento do ensino investigativo e a formação
interdisciplinar em articulação com a pesquisa e a extensão;
 Prática
da
excelência
do
ensino
e
compromisso
com
o
processo
ensino/aprendizagem de qualidade;
 Flexibilidade da estrutura curricular e atualização voltada para o atendimento
das diretrizes curriculares nacionais e necessidades da sociedade, inclusive do
mundo do trabalho;
 Ajuda aos alunos a se tornarem cidadãos críticos, a se engajarem na luta pela
justiça social, a situarem-se competentemente e criticamente no sistema
produtivo;
 Definição de programas de extensão como instrumento de envolvimento com a
comunidade em sua área de abrangência;
 Interface entre a academia e os diferentes segmentos da sociedade.
 Compromisso com a solução de problemas da Região, como a melhoria da
qualidade de vida, preservação do
meio ambiente
e a busca do
desenvolvimento sustentável;
 Interação com o setor produtivo, com a comunidade local e com os segmentos
populares, a partir da ampliação dos programas/projetos de ensino, pesquisa e
extensão;
 Intercâmbio com organizações da sociedade, estabelecendo mecanismos de
troca de experiências e informações;
 Contribuir com a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na
Região Metropolitana de Fortaleza;
 Estimular, ampliar e apoiar a criação de escritórios-modelo de empresas-júnior
e a experiência de incubação de empresas de base tecnológica na Faculdade;
 Propor e incentivar a participação de estudantes, professores e técnicoadministrativos em programas de ação solidária a grupos;
1.13.1. Programa de Iniciação Cientifica
O Programa de Iniciação Científica é regido por Regulamento Próprio aprovado pelo
CAADE. Segundo o Regulamento, as atividades de Iniciação Científica são desenvolvidas
sob a orientação ampla de incentivar o envolvimento de alunos e professores de graduação
e pós-graduação nas atividades de pesquisa de natureza extracurricular.
São objetivos da Iniciação Científica:
I.
Iniciar os acadêmicos da Faculdade CDL na atividade de pesquisa por meio da
participação no processo de investigação científica, desenvolvido em projetos sob
responsabilidade de professores pesquisadores;
II.
Preparar os alunos que apresentem as melhores condições de aproveitamento
acadêmico para os programas de pós-graduação em suas respectivas áreas de
interesse;
III.
Fomentar a elaboração e execução de projetos de pesquisa pelos professores
pesquisadores estabelecendo a integração entre as possibilidades investigativas das
áreas envolvidas;
IV.
Promover a integração científica dos cursos da Faculdade, dando ênfase à
complexidade e interdisciplinariedade do conhecimento científico;
V. Estabelecer o diálogo científico entre os pesquisadores para a disseminação das
pesquisas desenvolvidas de modo a estabelecer aderência de investigações que
possibilitem a consolidação de linhas de pesquisa em áreas estratégicas.
1.13.2. Programa de Monitoria
Um dos problemas com que se defrontam os cursos de nível superior consiste na
defasagem de aprendizagem dos alunos ingressantes, especialmente em termos de sua
formação intelectual. Evidentemente, a Educação Básica tem uma finalidade em si mesma –
a formação geral do aluno – o que exclui, de imediato, qualquer intento de atribuir a essa
Educação um caráter propedêutico, centrado, portanto, na preparação do aluno para a
continuidade de estudos em nível superior e, menos ainda, para o mercado de trabalho.
Entretanto, sabe-se que essa formação geral não vem atendendo plenamente à sua
finalidade, haja vista a percentagem de alunos ingressantes nas faculdades que apresentam
dificuldades na continuidade dos estudos, devidas a uma formação insuficiente no que se
refere aos conhecimentos básicos. É provável que esse fato esteja na origem das
dificuldades de aprendizagem de alguns alunos e que pode ser a responda pela reprovação
e/ou evasão. Para minimizar este problema propõem-se a implantação do Programa de
Monitoria de apoio didático.
Desta forma, a atividade de Monitoria ou orientação acadêmica, no âmbito da
educação, diz respeito ao acompanhamento próximo e à orientação sistemática de alunos
e/ou grupos de alunos realizados por pessoas experientes na área de formação. O monitor
presencial tem um papel relevante, pois, é por meio dele que se garante a inter-relação
personalizada e contínua do estudante no sistema e se realiza a articulação necessária
entre os elementos do processo e à consecução dos objetivos.
A Monitoria na modalidade presencial que será operacionalizada nos cursos de
graduação da Faculdade CDL é de extrema importância para o êxito da proposta
teórico/metodológica da IES e o sucesso da formação profissional dos estudantes e,
também, para ofertar suporte à proposta teórico/metodológica diferenciada da Faculdade,
pautada na interdisciplinaridade e nos cursos tangenciais.
Esta atividade objetiva uma formação multidisciplinar que englobe o desenvolvimento
de competências pessoais, profissionais e tecnológicas que vão além dos conhecimentos
acadêmicos especializados. O monitor atua como mediador do processo de aprendizagem
que ocorre entre os atores (professor-aluno e aluno-aluno), significando que “mais do que
ensinar, trata-se de fazer aprender” (Perrenoud, 2000). Nesta perspectiva, o monitor precisa
organizar e utilizar bem o seu tempo para oferecer atendimento e dar respostas aos
problemas apresentados pelos alunos cuidando para que ele se integre ao curso, grupo de
estudos, comunidade local por meio de atividades inserção, de extensão, pesquisa e à
Faculdade como um todo.
É papel de um monitor estimular a interação entre os pares, ser o responsável pelas
ferramentas de avaliação, dar feedback sobre as atividades e dúvidas dos alunos, monitorar
seu desenvolvimento e participação no ambiente de aprendizagem, indicar livros (de
bibliotecas normais e virtuais) e sites da internet incentivando a pesquisa e produção do
conhecimento científico. Promover discussões baseadas nos objetivos do curso para ensejar
novos conhecimentos, auxiliando na resolução de problemas, administrando conflitos e, se
necessário abordar o aluno por outros meios como telefone e e-mail.
O monitor deve envolver-se totalmente no processo de ensino/aprendizagem para
que o aluno sinta-se à vontade para questionar, perguntar, propor, discordar, concordar e
participar de atividades interdisciplinares e tangenciais objetivando aprender, relacionar e
buscar o conhecimento holístico dos assuntos tratados.
Os alunos que se destacarem no tocante aos conhecimentos, demonstrar habilidades
e competências para trabalhar em disciplinas dos cursos da Faculdade CDL poderá exercer
as funções de monitoria.
O monitor deverá possuir/desenvolver habilidades
básicas como uma boa
comunicação, clara concepção de aprendizagem, dominar bem o conteúdo demonstrar
segurança no domínio dos conteúdos, auxiliar a construção de conhecimentos por meio de
discussões, reflexões, intercâmbio de experiências e informações e, sobretudo comungar
com os objetivos, métodos e avaliações da Faculdade CDL.
No âmbito da Faculdade CDL os monitores trabalham em conjunto com outros
profissionais que se fizerem necessários ao atendimento do estudante.
Normas para funcionamento do programa de Monitoria:
Os professores monitores do Programa de Monitoria devem:
 Fazer parte do quadro de carreira docente da Faculdade CDL.
 Desenvolver as atividades de Monitoria para qualquer aluno do curso de
graduação cursos da Faculdade CDL.
 Desenvolver ações que facilitem o desempenho acadêmico e os objetivos
propostos pelo programa.
 Orientar os alunos em seu desempenho acadêmico a fim de vencerem suas
dificuldades com relação a competências e habilidades.
 Orientar os alunos/monitores e acompanhar as aulas e respectivas atividades.
 Orientar os alunos/monitores na elaboração e na aplicação de exercícios
facilitadores da aprendizagem.
 Elaborar Plano de Ensino que contemple as necessidades de aprendizagem
dos alunos.
 Elaborar o material necessário para as atividades.
 Esclarecer dúvidas sobre os conteúdos dos cursos.
 Verificar o desempenho e o cumprimento, pelos alunos/monitores, das
atividades propostas.
 Elaborar,
juntamente
com
os
alunos-monitores,
relatórios
sobre
o
desenvolvimento das turmas.
 Participar de reuniões referentes ao Programa de Monitoria, quando
convocados pela IES.
Os alunos/monitores do Programa de Monitoria devem:
 Estar devidamente matriculados em curso de graduação da Faculdade CDL.
 Ter disponibilidade de horário para dedicar à monitoria.
 Ter habilidades e competências para monitoria da disciplina com a qual se
propõem a trabalhar.
 Auxiliar os alunos na resolução de atividades, quando requisitados.
 Aplicar exercícios facilitadores.
 Proporcionar aos alunos de graduação todo apoio necessário para uma
formação acadêmica de excelente nível.
 Participar de todas as atividades programadas pelos professores/monitores.
 Participar de todas as reuniões referentes ao Programa de Monitoria, inclusive
quando convocados pela IES.
Os alunos dos cursos de graduação, atendidos pelo Programa de Monitoria devem:
 Estar devidamente matriculados em curso de graduação da Faculdade CDL.
 Participar de todas as atividades propostas pelo Programa.
 Ter no mínimo 75% de freqüência.
Semestralmente, deve ocorrer uma reunião geral com o objetivo de avaliar o
Programa de Monitoria objetivando identificar seus aspectos positivos e negativos com
vistas às reformulações que se fizerem necessárias. Ocorrerá, também, a avaliação de
modo indireto, ou seja, por meio da relação entre controle de freqüência e desempenho nas
disciplinas regulares do Curso.
1.13.2.1. Instrumentos de apoio pedagógico às atividades de Monitoria
a) Núcleo de Pesquisa e Estudos
A Faculdade CDL objetiva estruturar um Núcleo de Pesquisas e Estudos que
possibilitará o envolvimento de alunos e professores em pesquisa aplicada à realidade
regional brasileira e africana. Este núcleo de pesquisa tem por finalidade dar suporte,
incentivar e atender às necessidades de pesquisas e estudos organizacionais nos cursos de
bacharelado e da comunidade. Pode orientar o desenvolvimento dos trabalhos de curso
(Trabalho de Curso) no contexto dos seus projetos de pesquisas. Além disso, deverá
desenvolver mecanismos de estudos para apoio a atividades didáticas das disciplinas dos
cursos ligadas à pesquisa, consultoria, levantamento de dados e estudos de mercado para o
público externo.
O Núcleo visa, também, a preparação dos acadêmicos para o mercado de trabalho,
desenvolvendo pesquisas nas áreas dos cursos com resultados divulgados em encontros
científicos no país e no exterior. Propicia um incremento significativo no número de alunos
bolsistas, bem como a organização e participação em eventos de Iniciação Científica.
b) Empresa Júnior
A Empresa Júnior deverá configurar-se como um local de consultoria e assessoria
administrativa prestada por alunos, sob orientação de professores, para as instituições
públicas de Redenção e da região.
2. GESTÃO INSTITUCIONAL
2.1. Organograma Institucional e Acadêmico
Figura 1 - Organograma
Conselho Deliberativo
Conselho Acadêmico e Administrativo - CAAD
Diretor Geral
Coordenação Acadêmica
Coordenação de Cursos
Secretaria Acadêmica
Coordenação de Ações de
Extensão
Coordenação de Pesquisa
e Pós-graduação
Coordenadoria Financeira
Coordenadoria de
Assistência ao Estudante
Coordenadoria
Permanente de Avaliação
Laboratórios
Biblioteca
2.2. Organização Administrativa
O modelo de organização administrativa da Faculdade CDL está delineado no seu
Estatuto transcrito abaixo:
Art. 7º A estrutura organizacional da Faculdade CDL é composta pelos seguintes
órgãos, dispostos por níveis de competência:
I. Órgão de competência Diretiva:
a) Conselho deliberativo
II. Órgãos de Competência Estratégica:
Diretor Geral
Conselho Acadêmico e Administrativo
Colegiados de Cursos
III. Órgãos de Competência Executiva:
Coordenação Acadêmica
Coordenação de Cursos
Coordenação de Ações de Extensão
Coordenação de Pesquisa e Pós-Graduação
IV. Órgãos Complementares
Secretaria Acadêmica
Coordenadoria Financeira
Coordenadoria Permanente de Avaliação
Coordenadoria de Assistência ao Estudante
Biblioteca
Laboratórios
2.2.1 Composição e atribuições do Conselho Deliberativo definidas no Estatuto da
Faculdade:
Art. 8º - O Conselho Deliberativo e órgão diretivo da Faculdade CDL têm a seguinte
composição:
a) Presidente atual da CDL de Fortaleza, seu Presidente nato, sendo o representante
legal do Conselho Deliberativo, podendo agir em conjunto ou isoladamente;
b) Ex-presidente da CDL de Fortaleza, excetuando o atual;
§ 1º - O representante previsto na alínea “a” tem mandato coincidente com o exercício
de seu respectivo cargo.
§ 2º - As decisões do Conselho Deliberativo serão tomadas por maioria simples dos
presentes, cabendo ao presidente o voto de desempate.
§ 3º - Os membros do Conselho Deliberativo não serão remunerados.
§ 4º - Os integrantes do Conselho Deliberativo não são pessoalmente responsáveis
pelas obrigações que contraírem em nome da Faculdade CDL em virtude de ato regular de
gestão, salvo se procederem dolosa e/ou culposamente.
Art. 10. São atribuições do Conselho da Faculdade CDL:
I - zelar pelo respeito à missão e cumprimento das finalidades da Faculdade, bem
como pela observância das disposições a ela aplicáveis;
II – Indicar e nomear o Diretor Geral da Faculdade CDL para o exercício do mandato
pelo prazo de três anos, permitida a recondução;
III - julgar os recursos apresentados contra decisões dos atos do Diretor Geral;
IV - deliberar sobre o orçamento e prestações de contas anuais bem como sobre
propostas de alterações do Estatuto e da estrutura organizacional apresentadas pelo Diretor
Geral da Faculdade CDL;
V – deliberar acerca da exclusão de seus membros, que somente poderá ocorrer por
justa causa, sendo concedido o direito de defesa e recurso;
2.2.2 Atribuições do Diretor Geral definidas no Estatuto da Faculdade:
Art. 11. O Diretor Geral é o órgão executivo de administração superior, responsável
pelo cumprimento da missão e das finalidades da Faculdade, pela supervisão e
coordenação de suas políticas e estratégias, bem como pela articulação interna dos diversos
órgãos e pela representação institucional da Faculdade, cabendo-lhe as seguintes
atribuições:
I - formular e encaminhar para apreciação do Conselho Deliberativo propostas de
políticas, diretrizes e estratégias gerais da Faculdade, bem como sobre princípios básicos de
organização, funcionamento e gestão, em consonância com os dispostos legais e o
Regimento Geral da Faculdade CDL;
II – formular propostas de planos, programas e projetos que envolvam providências
administrativas e gerenciais dos órgãos sob sua supervisão;
III – dirigir a execução de diretrizes e estratégias de ensino, pesquisa,
desenvolvimento educacional, extensão e assuntos comunitários conforme orientação
emanada pelo Conselho Deliberativo;
IV - encaminhar para o Conselho Deliberativo propostas referentes à criação,
expansão, reformulação, suspensão e extinção de cursos, de ampliação e redução de
vagas;
V - formular e submeter ao Conselho Deliberativo propostas de alterações do Estatuto
e da estrutura organizacional da Faculdade;
VI - analisar e encaminhar ao Conselho Deliberativo propostas de políticas, diretrizes
e estratégias de recursos humanos docentes da Faculdade;
VII- coordenar a formulação de propostas de planos anuais de atividades da
Faculdade e encaminhá-las ao Conselho Deliberativo;
VIII - coordenar órgãos e unidades a ela submetidos;
IX - aprovar os princípios, políticas e normas de organização, funcionamento e gestão
da Faculdade;
X - fixar diretrizes, analisar e aprovar propostas referentes a programas de formação,
qualificação e aperfeiçoamento do corpo docente da Faculdade, bem como proposições
para a alocação de professores nas diferentes atividades acadêmicas;
XI - propor diretrizes e estratégias de formação, qualificação e aperfeiçoamento do
corpo técnico-administrativo, bem como sua alocação nos órgãos da Faculdade;
XII - administrar a execução das políticas, diretrizes e estratégias gerais da
Faculdade, bem como a implantação e o cumprimento dos princípios, políticas e normas de
organização, funcionamento e gestão, constantes dos dispositivos legais e estatutários;
XIII - decidir, segundo as diretrizes orçamentárias o orçamento da Faculdade, sobre
orçamentos anuais de cursos, de pesquisa, de extensão e de administração em geral;
XIV - coordenar, em nível superior, a execução das políticas, diretrizes, estratégias,
programas e orçamentos anuais de ensino, de pesquisa, de extensão e de assuntos
comunitários, bem como de recursos humanos, de infraestrutura e de administração em
geral;
XV - participar, com direito a voto, às reuniões da Faculdade;
XVI - conceder e renovar matrículas;
XVII - assinar os diplomas conferidos;
XVIII - exercer o poder disciplinar na Faculdade;
XIX - baixar normas e proferir decisões, quando necessário, ad referendum do
Conselho Deliberativo da Faculdade CDL;
XX - nomear comissões e designar assessores para o desempenho de tarefas
específicas;
XXI - julgar os recursos a ela interpostos;
XXII - conceder bolsas de estudos, dentro dos limites orçamentários;
XXIII - coordenar e administrar as relações estratégicas com a comunidade externa;
XXIV - representar a Faculdade em solenidades e eventos externos, em atos judiciais
e extrajudiciais ou em convênios, acordos, contratos e demais atos e que impliquem
responsabilidades para a Faculdade CDL;
XXV - nomear, licenciar e dispensar os ocupantes de demais cargos da Faculdade,
bem como professores, pesquisadores e trabalhadores de funções técnico-administrativos,
atendidas as prescrições legais, estatutárias e instrumentos normativos específicos;
XXVI - deliberar, na esfera de sua competência, sobre questões em que forem
omissos o Estatuto e os demais instrumentos normativos da Faculdade;
XXVII - apresentar anualmente ao Conselho da Faculdade CDL prestação de contas
de sua gestão;
XXVIII - aprovar o desenvolvimento de projetos e atividades de pesquisa e extensão,
de atividades comunitárias, de inovação tecnológica e didático pedagógica, bem como de
novas formas de ensino, inclusive a distância;
XXVIX - assinar os documentos financeiros da Faculdade CDL, inclusive títulos de
crédito, cheques e ordens de pagamento;
XXX – aprovar e assinar títulos honoríficos concedidos pela Faculdade;
Art. 12. O Diretor Geral, com mandato de três anos, permitida a recondução, é indicado e
nomeado pelo Conselho Deliberativo da Faculdade CDL.
§ 1o O mandato da Diretoria Geral pode iniciar-se a qualquer tempo.
§ 2o Em caso de impedimento permanente do Diretor Geral, deverá ser feita nova
nomeação, para o período remanescente do mandato.
2.2.3. Constituição e Atribuições do Conselho Acadêmico e Administrativo – CAAD
definidas no Estatuto da Faculdade:
Art. 13. O Conselho Acadêmico e Administrativo da Faculdade CDL é constituído pelos
seguintes membros:
I.
Diretor-Geral da Faculdade, seu Presidente;
II.
Coordenador Acadêmico
III.
Coordenadores de Cursos
IV.
Coordenador de ações de extensão
V.
Coordenador de pesquisa e pós-graduação
VI.
Secretário Acadêmico
VII.
Dois representantes do corpo docente eleitos por seus pares
VIII.
Dois representantes do corpo discente eleitos por seus pares
Artigo 14. Compete ao CAADE exercer as atribuições previstas no Art 14 do
regimento geral da Faculdade CDL.
Art. 14 - São competências do CAADE:
I.
Aprovar os Planos Anuais e Plurianuais das Atividades Acadêmico- curriculares
e suas possíveis alterações, apresentados pela Coordenadoria Acadêmica e
Pedagógica;
II.
Dar parecer sobre a realização de cursos de especialização, aperfeiçoamento e
extensão, aprovando-lhes os planos propostos pela Coordenação específica,
elaborados de acordo com as normas gerais estabelecidas na legislação;
III.
Dar parecer sobre os assuntos de ordem acadêmica que devam ser
encaminhadas à deliberação da Diretoria Geral da Faculdade CDL;
IV.
Deliberar sobre as normas de transferência de alunos de outras Instituições
congêneres, bem como sobre os planos de estudos de adaptação ou para
alunos dependentes, além de critérios para equivalências de estudos, aulas de
dependências ou adaptação;
V.
Aprovar
as
alterações
dos
currículos
dos
cursos,
propostas
pelos
Coordenadores, com seus respectivos planos de ensino, os quais só têm efeito
após submetidos e aprovados pelo Conselho Nacional de Educação;
VI.
Emitir parecer sobre questões de ordem disciplinar;
VII.
Emitir parecer sobre o Regimento da Faculdade CDL e suas respectivas
alterações para encaminhamento à Diretoria Geral;
VIII.
Praticar todos os demais atos de sua competência, como instância de recurso,
segundo os dispositivos deste Regimento, por delegação dos órgãos
competentes ou por solicitação da Diretoria Geral da Faculdade CDL.
2.2.4. Composição e atribuições do Colegiado de Curso definidas respectivamente no
Regimento Geral e Estatuto da Faculdade:
Segundo o Estatuto da Faculdade CDL, Seção IV, Do Colegiado de Cursos, Art. 18: O
Colegiado dos Cursos é integrado por:
I.
Pelo Coordenador Acadêmico, seu presidente
II.
Pelos Coordenadores dos Cursos de Graduação;
III.
Pelo Coordenador de Pesquisa e Pós-graduação;
IV.
Um representante dos Docentes dos Cursos de Graduação eleito por seus
pares;
V.
Um representante discente dos Cursos de Graduação eleito por seus pares
Art. 19. Compete ao Colegiado de Cursos exercer as atribuições previstas no
Regimento Geral da Faculdade CDL Art. 21 – Atribuições dos Colegiados de Curso:
I.
Deliberar sobre os projetos pedagógicos dos Cursos;
II.
Propor a criação ou extinção de Cursos;
III.
Disciplinar o processo de interação entre os Cursos;
IV.
Fixar normas complementares para o funcionamento dos cursos;
V.
Fixar normas para o desenvolvimento de pesquisa e extensão;
VI.
Propor os critérios para o processo seletivo para admissão de docentes;
VII.
Emitir parecer sobre o Plano de Carreira Docente;
Parágrafo Único: O Colegiado de Cursos reúne-se ordinariamente de 2 em 2 meses e
extraordinariamente quando o seu respectivo presidente julgar necessário ou a requerimento
formal da maioria simples de seus membros.
Segundo o Estatuto da Faculdade CDL, a Estrutura organizacional conta com quatro
coordenações executivas responsáveis pela implementação e gestão das atividades de
ensino, pesquisa e extensão:
a) Coordenação Acadêmica
b) Coordenação de Cursos
c) Coordenações de Ações de Extensão
d) Coordenação de Pesquisa e Pós-graduação
Finalmente, o Estatuto apresenta os órgãos complementares da Faculdade CDL em
seu Art. 23, que diz que “Os Órgãos Complementares da Faculdade CDL, que tem por
finalidade auxiliar o aprimoramento e expansão das atividades de ensino, pesquisa e
extensão”, são eles:
a) Secretaria Acadêmica
b) Coordenadoria Financeira
c) Coordenadoria Permanente de Avaliação
d) Coordenadoria de Assistência ao Estudante
e) Biblioteca
f) Laboratórios
Art 24. Compete aos órgãos complementares exercer as atribuições previstas no
Regimento Geral da Faculdade CDL.
2.3. Autonomia da IES em Relação à Mantenedora
As relações entre a IES e sua mantenedora estão determinadas em seu Estatuto, no
Título V - DA ORDEM ECONÔMICO-FINANCEIRA - Capítulo I - DO PATRIMÔNIO:
Art. 36. Para realização de seus fins, além dos valores auferidos pela execução e
suas atividades, a Faculdade CDL se utilizará dos bens postos a sua disposição pela
entidade mantenedora.
Art. 37. Os legados e doações concedidos a Faculdade CDL serão incorporados ao
patrimônio desta, salvo disposição em contrário, expressa pelos doadores.
Art. 38. Os bens e os recursos da Faculdade CDL, construtivos de seu patrimônio,
são tombados em livro próprio e inventariados anualmente, não podendo ser utilizados ou
aplicados se não na consecução dos objetivos previstos neste estatuto.
Art. 39. São bens da Faculdade CDL todos aqueles que em seu nome venham a ser
adquiridos por qualquer modo em direito admitido.
No referido Estatuto, no Capítulo II - DA ORDEM FINANCEIRA, Art. 40. O exercício
financeiro coincidirá com o ano civil, correspondendo a 1º de janeiro a 31 de dezembro de
cada ano.
Art. 41. A manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura da Faculdade CDL são
feitos segundo normas estabelecidas pela Mantenedora, por meio de:
I - dotação orçamentária;
II - recursos provenientes de convênios, parcerias, serviços prestados e outras
atividades da Faculdade CDL;
III - dotações que, a qualquer título, lhe concedam pessoas físicas e jurídicas;
IV - benefícios com que seja favorecida por pessoas físicas ou jurídicas.
Parágrafo Único - A Faculdade CDL, mediante autorização da Mantenedora, poderá
promover investimentos tendentes à valorização patrimonial e à obtenção de rendas
aplicáveis na realização de seus objetivos.
Art. 43 O orçamento geral da Faculdade CDL será elaborado pelo Diretor Geral e
submetido à apreciação prévia e aprovação do Conselho Deliberativo.
2.4 Relações e Parcerias com a Comunidade, Instituições e Empresas
Os mecanismos institucionais de interação com o mundo do trabalho e a prática social
se concretizarão através da parceria com a comunidade, com o objetivo de levar novas
abordagens técnico-cientificas e educacionais, além de atualizar a práxis profissional do
formando.
As práticas supervisionadas, nas matrizes curriculares dos seus cursos não poderão
ficar reduzidas a um espaço isolado, desarticulado do restante do curso, devendo estar
presentes desde o início do curso e permear toda a formação do profissional. Neste sentido,
desenvolve-se a implementação de um processo de cooperação e parcerias com empresas,
órgãos públicos, governamentais e não-governamentais, de modo a possibilitar um fluxo de
realimentação entre a formação acadêmica e a formação profissional.
A interface com a comunidade, instituições e empresas será de responsabilidade da
Coordenadoria de Relações Empresariais e Comunitárias. Essa interação será intensificada
na proporção do crescimento Institucional, abrindo um leque de espaços educacionais
diversificados que contribuem para o crescimento da comunidade na qual está inserida a
IES.
A aproximação colaborativa com diversas instituições e empresas se materializarão
através de cooperação mútua, permitindo a ampliação da oferta de estágios para alunos e
empregos para alunos e egressos, a capacidade de implementar mudanças no perfil
profissiográfico e nas práticas pedagógicas, o estabelecimento de parcerias, convênios e
desenvolvimento de projetos de pesquisa ou de caráter social e o financiamento de projetos
acadêmicos.
A difusão e o aproveitamento pela sociedade dos resultados tecnológicos e científicos
produzidos pela comunidade acadêmica serão um grande desafio da Faculdade CDL e
ficará sob a responsabilidade da Coordenação dos Cursos e Programas de Extensão,
Pesquisa e Pós-Graduação.
2.5. Organização e Gestão de Pessoal
2.5.1. CORPO DOCENTE
2.5.1.1 Composição do Corpo Docente
Segundo o Estatuto da Faculdade CDL, Título IV - Capítulo I - DO CORPO
DOCENTE, Art. 32, “O Corpo Docente é constituído por todos os professores que exercem
as atividades de ensino, pesquisa e extensão e deverá ser integrado por pessoas de
competência científico-técnica, capacidade didática e atitude ética, que assuma o
compromisso de respeitas os princípios da Faculdade CDL.”
O Regimento da Faculdade CDL apresenta a Composição da carreira docente
hierarquizada em 04 (quatro) categorias funcionais, conforme a titulação: Professor com a
titulação de Doutor, Professor com a titulação de Mestre, Professor com a titulação de
Especialista e Professor com a titulação de Graduado.
A Faculdade CDL poderá ainda, se necessário, contar com a colaboração de
professor visitante, especialmente contratado por período determinado.
2.5.1.2. Políticas de qualificação
A Faculdade CDL acredita que o incentivo aos programas de qualificação do corpo
docente em nível de pós-graduação na Faculdade CDL é fundamental para a ampliação e
fortalecimento
da
qualidade
do
ensino, produção
do conhecimento
científico
e
desenvolvimento de inovações tecnológicas no âmbito da IES.
A política de RH da Faculdade CDL destaca para o qüinqüênio, o incentivo à
qualificação e aperfeiçoamento do corpo docente e técnico-administrativo, através de
políticas de avaliação, incentivo a educação continuada e implantação progressiva do Plano
de Carreira.
Desta forma, a Faculdade promove e sustenta o padrão de qualidade das funções de
ensino, pesquisa, extensão e gerência institucional, por meio da oferta parcial ou integral de
cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento, atualização e
graduação, de extensão, de treinamento e atualização profissional, voltados para a
comunidade interna, oferecendo oportunidades aos professores de aprofundamento e/ou
aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais.
2.5.2. PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE
2.5.2.1. Objetivos do Programa:
Aperfeiçoamento dos profissionais que compõem o Quadro Docente
2.5.2.2 Recursos Financeiros:
Para atender às finalidades do Programa, a Faculdade poderá conceder benefícios
financeiros sob a forma de Ajuda de Custo e Auxílio Financeiro Específico, exclusivamente
pago em moeda legal e corrente do País. O montante dos recursos destinados ao Programa
será fixado, a exclusivo critério da Faculdade, ou seja, de acordo com as disponibilidades
financeiras do período. A concessão dos benefícios obedece a exclusivos critérios
estabelecidos pela Faculdade como:
1. Valor da ajuda de custo variará de acordo com o evento e forma de participação do
docente, podendo ser total ou parcial, a exclusivo critério da Faculdade.
2. Número de docentes beneficiados por evento.
3. Tipo de evento – científico, tecnológicos e culturais, promovidos por entidades de
reconhecido valor.
4. A solicitação de ajuda de custo deverá ser formulada ao Coordenador Geral da
Faculdade, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data do início do evento,
através de formulário próprio, instruída com cópia do respectivo programa, justificativa
da participação do docente e previsão de despesas.
5. Até 10 (dez) dias após o final do evento, o Docente beneficiado deverá apresentar ao
Coordenador Acadêmico da Faculdade relatório circunstanciado, contendo, entre
outros elementos, a descrição das atividades que desenvolveu e comentários sobre a
importância do evento para a sua área de conhecimento.
6. O docente que receber ajuda de custo fica obrigado a repor as aulas não ministradas
em razão da sua ausência.
7. O docente poderá beneficiar-se de auxílio financeiro específico, total ou parcial, a
exclusivo critério da Faculdade, para a publicação da dissertação ou tese.
8. A solicitação de auxílio financeiro específico será formulada à Direção da
Mantenedora, através de formulário próprio, instruída com cópia da dissertação ou
tese e justificativa da importância da sua publicação.
2.5.2.3. Critérios relevantes na análise das solicitações de Ajuda de Custo:
I - disponibilidade de recursos da Faculdade;
II - necessidade institucional em áreas prioritárias;
III - tempo mínimo de exercício efetivo no Quadro Docente da Faculdade de 01 (um) ano;
IV - produção científica e intelectual do docente;
V - potencial como docente demonstrado nas suas atividades na Faculdade.
PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS & CARREIRA DO CORPO DOCENTE DA
FACULDADE CDL
CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS
Art 1° O Plano de Cargos, Salários & Carreira do Corpo Docente é o instrumento que
regulamenta os procedimentos operacionais e disciplinares da política do pessoal docente
da IES, mantida pela Câmara de Dirigentes Lojistas.
Art 2° Objetivos:
I.
Orientar o ingresso, a promoção e o regime de trabalho do corpo docente;
II.
Contribuir para o aprimoramento pessoal e profissional dos professores, de
modo a assegurar um quadro docente qualificado para a Faculdade;
III.
Estimular o professor para o exercício eficaz das funções que lhe cabem
desempenhar;
IV.
Promover a avaliação e o crescimento funcional do docente;
V.
Possibilitar o recrutamento, no mercado de trabalho, de profissionais de
reconhecida competência.
CAPÍTULO II
DAS ATIVIDADES DO MAGISTÉRIO
Art 3° São consideradas atividades de magistério, próprias do corpo docente:
I.
As aulas ministradas no ensino de graduação ou de pós-graduação;
II.
As atividades desenvolvidas na área de pesquisa e concernentes à produção e
aprofundamento do conhecimento;
III.
As atividades que atendam à comunidade, sob a forma de cursos e serviços
especiais;
IV.
As atividades inerentes à administração acadêmica, direção, coordenação,
assessoramento, em função da condição docente;
V.
As atividades de atendimento aos alunos.
CAPÍTULO III
DO CORPO DOCENTE
Art 4° O corpo docente é constituído por:
I.
Professor com titulação Doutor
II.
Professor com titulação Mestre
III.
Professor com titulação Especialista
IV.
Professor com titulação Graduado
Art 5° A contratação é feita à luz da legislação vigente, de acordo com a CLT.
Art 6° Professor visitante é aquele cuja contratação é por tempo determinado.
CAPÍTULO IV
DAS CATEGORIAS E DO INGRESSO NA CARREIRA
Art 7° A carreira docente está hierarquizada em quatro categorias funcionais, designadas
como:
I.
Professor com titulação Doutor
II.
Professor com titulação Mestre
III.
Professor com titulação Especialista
IV.
Professor com titulação Graduado
Art 8° Para as diversas categorias docentes são exigidos os seguintes requisitos:
I.
Professor Doutor: ser portador do título de Doutor ou equivalente na área em
que irá atuar, obtidos nos termos da Portaria 2264/1997 com avaliação da
CAPES;
II.
Professor Mestre: possuir o título de mestre na área correspondente, ou
equivalente, obtido nos termos da Portaria 2264/1997 com avaliação da
CAPES;
III.
Professor Especialista: possuir o título de especialista ou equivalente, obtido
em curso de pós-graduação lato sensu, com duração igual ou superior a 360
horas, obtidos nos termos da lei.
IV.
Professor Graduado: possuidor do diploma de Curso Superior Reconhecido
nos termos da lei.
Art 9° A contratação, admissão ou dispensa do docente, nos termos da legislação em
vigor, é de competência da Direção obedecido o Regimento da Instituição.
Art 10° Cada categoria funcional compreende quatro níveis de referência conforme
tabela abaixo.
Tabela I: Tabela de Índices para Remuneração
NÍVEIS – VALOR
TITULAÇÃO
HORA AULA EM R$
A
B
C
D
Professor Graduado
25,80 26,57 27,37 28,15
Professor Especialista
28,15 28,99 29,86 30,76
Professor Mestre
31,65 32,59 33,57 34,58
Professor Doutor
38,70 39,86 41,05 42,28
CAPITULO V
DO PROGRAMA DE INCENTIVO A QUALIFICAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO
Art 11º O programa de incentivo a qualificação e aperfeiçoamento do corpo docente
se dá através de políticas de avaliação, incentivo a educação continuada e implantação
progressiva do Plano de Carreira e é fundamental para a ampliação e fortalecimento da
qualidade do ensino, produção do conhecimento científico e desenvolvimento de inovações
tecnológicas no âmbito da IES.
Art 12º O objetivo do Programa de Capacitação é o aperfeiçoamento contínuo dos
docentes profissionais que compõem o Quadro Docente da Faculdade CDL.
Art 13º Para atender às finalidades do Programa, a Faculdade concederá benefícios
financeiros sob a forma de Ajuda de Custo e Auxílio Financeiro específico, exclusivamente
pagos em moeda legal e corrente do País. O montante dos recursos destinados ao
Programa será fixado, a exclusivo critério da Faculdade, ou seja, de acordo com as
disponibilidades financeiras do período. A concessão dos benefícios obedecerá a exclusivos
critérios estabelecidos pela Faculdade como:
I. Valor da ajuda de custo variará de acordo com o evento e forma de participação do
docente, podendo ser total ou parcial, a exclusivo critério da Faculdade.
II. Número de docentes beneficiados por evento
III. Tipo de evento – científico, tecnológico e culturais, promovidos por entidades de
reconhecido valor;
IV. A solicitação de ajuda de custo será formulada ao Coordenador Acadêmico da
Faculdade, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data do início do evento,
através de pedido próprio e por escrito, instruída com cópia do respectivo programa,
justificativa da participação do docente e previsão de despesas.
V. Até 10 (dez) dias após o final do evento, o Docente beneficiado apresentará ao
Coordenador Acadêmico da Faculdade relatório circunstanciado, contendo, entre
outros elementos, a descrição das atividades que desenvolveu e comentários sobre a
importância do evento para a sua área de conhecimento.
VI. O docente que receber ajuda de custo ficará obrigado a repor as aulas não
ministradas em razão da sua ausência.
VII. O docente poderá beneficiar-se de auxílio financeiro específico, total ou parcial, a
exclusivo critério da Faculdade, para a publicação da dissertação ou tese.
VIII. A solicitação de auxílio financeiro específico será formulada à Direção Geral,
através de pedido próprio e por escrito, instruída com cópia da dissertação ou tese e
justificativa da importância da sua publicação.
Art 14º Critérios relevantes na análise das solicitações de Ajuda de Custo:
I - Disponibilidade de recursos da Faculdade;
II - Necessidade institucional em áreas prioritárias;
III - Tempo mínimo de exercício efetivo no Quadro Docente da
Faculdade de 01 (um) ano;
IV - Produção científica e intelectual do docente;
V - Potencial como docente demonstrado nas suas atividades na
Faculdade.
CAPITULO VI
DA AVALIAÇÃO E DA PROGRESSÃO FUNCIONAL
Art. 15º A Avaliação tem por objetivo reconhecer os níveis de crescimento,
compromisso, capacidade, qualidade e produtividade do docente, através de instrumento
próprio utilizado para a aferição do seu desempenho, no cumprimento de suas atribuições.
Art. 16º A progressão na carreira do magistério deverá ocorrer por titulação, por
desempenho acadêmico e por tempo de serviço:
I. De uma referência para a imediatamente superior, dentro da mesma classe;
II. De uma classe para outra classe até completar o último nível da classe de Doutor,
conforme Tabela I.
§ 1º A progressão na carreira do magistério ocorre, na ordem vertical, exclusivamente
por titulação, baseada no nível de auto-gerenciamento da educação continuada e por
antiguidade e merecimento, na ordem horizontal.
§ 2º A avaliação na ordem horizontal é realizada pela CPA, obedecendo aos
seguintes critérios:
1. Antiguidade, pelo tempo de serviço na Instituição.
2. Merecimento, pela avaliação de portfólio docente, contendo:
a) Principais realizações;
b) Apreciação do trabalho realizado feita por dois pares (com níveis de
carreira superior ao do docente avaliado);
c) Verificação do rendimento acadêmico de seus alunos;
d) Auto-avaliação docente.
3. Avaliação das funções docentes desempenhadas:
ENSINO: atividades com os alunos, incluindo:
a) Preparação da aula;
b) Aplicação e atribuição de notas aos alunos;
c) Leitura para atualização na área de atividade;
d) Participação em banca examinadora de tese;
e) Supervisão dos trabalhos práticos;
f)
Orientação de alunos;
PESQUISA:
a) Relatórios;
b) Artigos;
c) Monografias;
d) Livros publicados;
e) Criação de software.
EXTENSÃO:
a)
Atividades internas: participação em colegiados e comissões e em cargos
administrativos;
b)
Atividades externas: atividades na comunidade, projetos extramuros,
participação em associações profissionais;
c)
Consultorias prestadas dentro ou fora da Instituição;
d)
Cursos de educação continuada.
§ 3º O processo avaliativo do corpo docente envolverá toda a comunidade acadêmica,
desde a formulação dos critérios, interpretação de resultados e sua utilização para o
aperfeiçoamento do professor.
§ 4º A avaliação dos docentes deverá obedecer a quatro critérios básicos que
deverão sustentar, orientar e aperfeiçoar todo o processo:
a)
Ética – respeito aos aspectos legais e o bem-estar pessoal e social dos
envolvidos;
b)
Utilidade – produção de informações que promova o aperfeiçoamento dos
professores e de todos a eles relacionados;
c)
Viabilidade - fáceis de usar, financeiramente apoiados, administrados com
simplicidade e politicamente viável;
d)
Precisão - baseada em informações confiáveis e relevantes sobre a atuação e
as qualificações do professor.
§ 5º O processo de avaliação do corpo docente ocorrerá através de:
a)
Aplicação de questionários para coleta de dados;
b)
Análise e tomadas de decisão.
CAPÍTULO VII
DO REGIME DE TRABALHO
Art. 17º O integrante da carreira docente fica sujeito a um dos seguintes regimes de
trabalho:
I. Tempo Integral (TI) com obrigação de prestar quarenta horas semanais de
trabalho;
II. Tempo Parcial (TP) com obrigação de prestar igual ou maior que 12 horas
semanais de trabalho;
III. Horista (H) com jornada menor que 12 horas semanais, para atividades de ensino,
pesquisa, extensão e outras, fixadas em contrato de trabalho.
Parágrafo Único: Aos professores em regime de tempo integral, o total de horas será
dividido em 50% para atividades extra classe e 50% em horas/aula. Aos professores em
Regime de Tempo Parcial o total de horas será dividido em 25% em atividades extra classe
e 75% em horas/aula. Aos professores horistas o tempo de horas será integralmente
utilizado em horas-aula.
CAPÍTULO VIII
OS VALORES E VANTAGENS
Art. 18º Os integrantes da carreira docente da Faculdade são remunerados segundo a
categoria funcional, nível de referência e regime de trabalho conforme os valores expressos
na Tabela I, aprovada e atualizada periodicamente pela Direção Geral, de acordo com a
legislação.
Art. 19º A hora-atividade compreende a total dedicação do docente nas atividades que
lhe forem atribuídas pela coordenação.
Art. 20º A remuneração do Professor Visitante (colaborador) é fixada tendo em vista a
qualificação do contratado, observada, sempre que possível a correspondência com os
valores estabelecidos pelo professor de carreira e o regime de trabalho que lhe for definido,
nos termos do contrato.
Art. 21º O integrante da carreira docente da Faculdade, a cada 3 (três) anos de efetivo
exercício ininterrupto na Instituição, faz jus à progressão de nível dentro da classe em que
for lotado, com gratificação adicional por tempo de serviço, equivalente a 3% (três por cento)
sobre o valor de referência da remuneração.
§ 1° O tempo de serviço anterior ao reingresso do professor aposentado, por tempo
de serviço, não é computado para fins de gratificação.
§ 2° O percentual referido no caput deste artigo será acumulado ao máximo de 20%
(vinte por cento) da remuneração docente.
CAPÍTULO IX
DAS FUNÇÕES LIGADAS AOS ÓRGÃOS DE COMPETÊNCIA EXECUTIVA
Art. 22º O Órgão de competência Executiva diz respeito aos cargos ligados ao corpo
docente que ocupam função de coordenadoria, sendo elas:
- Coordenadoria Acadêmica
- Coordenadoria de Cursos
- Coordenadoria de Ações de Extensão
- Coordenadoria de Pesquisa e Pós-Graduação
§ 1° Os ocupantes dos cargos de coordenadoria serão designados por portaria
instituída pelo Diretor Geral da Faculdade.
Nomeação de coordenadoria
§ 2º. O adicional de salário ocorre por “nomeação de coordenadoria” quando o
ocupante do cargo receber atribuições de chefia, exercendo atividades de maior
complexidade e responsabilidade e que exijam maior conhecimento do que as atribuições
atuais, justificando a gratificação. Tal acréscimo se extingue no momento em que o
empregado deixa de ocupar a coordenadoria a qual havia sido designado.
§ 3º. O valor do adicional de salário será estabelecido por ato do Diretor Geral da
Faculdade CDL.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 23º O afastamento parcial para a realização de curso de pós-graduação,
participação em congressos, seminários e outros eventos objetos de aperfeiçoamento,
produção científica e intelectual será regulamentado pela coordenação com o Colegiado do
Curso, referendado pelo Conselho Acadêmico e Administrativo (CAAD).
Art. 24º Os docentes vinculados à instituição que ingressarem em cursos de
qualificação poderão perceber a juízo da Direção, mediante proposta de auxílio pecuniário,
desde que se disponham a prestar seus serviços após a qualificação por período
especificado em contrato firmado entre as partes.
Parágrafo único: A percepção do auxílio fica condicionada à disponibilidade orçamentária da
mantenedora, desde que atendam os interesses do quadro docente da Instituição.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 25º Os docentes contratados a partir da vigência deste Plano serão enquadrados
por ocasião da sua admissão na Instituição em conformidade com a qualificação
apresentada no ato da admissão.
Art. 26º A Direção poderá a seu critério contratar Professor Visitante com jornada de
trabalho e valores pré-determinados, visando atender aos interesses das unidades mantidas,
aplicando-se nelas os valores constantes na Tabela acima.
Art. 27º Os casos omissos e de interpretação legal serão resolvidos pelo Coordenador
Acadêmico ouvido o Conselho Acadêmico e Administrativo (CAAD).
Art. 28º Este Plano entra em vigor na data de sua publicação da homologação pelo
Conselho Acadêmico e Administrativo (CAAD).
Art. 29º Este plano poderá ser reformado ou alterado mediante proposta da Diretoria
ou da Entidade Mantenedora.
Art. 30º Os casos omissos serão resolvidos pela Mantenedora e a Diretoria Geral da
Faculdade.
2.5.4. Descrição de participação do Corpo Docente nas atividades de direção da
instituição mantida
A participação do corpo docente nas atividades de direção da Faculdade CDL dar-seá por meio da representação de professores nos Colegiados de Curso, Comissão Própria de
Avaliação, Coordenação de Pesquisa e pós-graduação e Conselho Acadêmico e
Administrativo – CAADE, na forma disposta no Regimento Geral da Faculdade.
2.5.5. Expansão do Corpo Docente
A Faculdade CDL prevê a expansão de seu corpo docente de acordo com o
desenvolvimento da Instituição através da maturação de seus cursos.
A Faculdade CDL iniciou suas atividades em 2008.2 com 11 professores atendendo
ao Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Em 2009, com o desenvolvimento
do curso de Gestão Comercial, a Faculdade terminou o ano com 15 professores. Em 2010.1,
a Faculdade contava com 17 professores e em 2010.2, com o início do curso de Logística a
Faculdade contratou 4 novos professores, chegando a ter 21 professores.
Em 2011.1, foram contratados 3 novos professores e em 2011.2, com a oferta do 3º
semestre do curso de Logística e início do curso de Marketing a Faculdade contratou 10
novos professores, terminando o ano de 2011 com 32 professores, sendo 4 doutores, 16
mestres e 10 especialistas, ressaltando que destes, 3 são mestrandos, e 2 graduados que
atuam diretamente em cursos de extensão.
A Instituição percebe a importância de contratação de novos professores para
atendimento da expansão dos cursos e manutenção do número máximo de 3 disciplinas
diferentes por docente e não repetição de docentes nos semestres.
Para 2012.1 a Faculdade CDL prevê a contratação de 2 novos professores para o
curso de Logística, que por contar com áreas específicas e diferenciadas do curso de
Gestão Comercial e Marketing.
Em 2012.2 a Faculdade deverá contratar 5 professores para atender a maturação do
curso de logística e marketing e tendo início o curso de Administração deverá ser contratado
professor para a disciplina de Estudos Sociológicos e Antropológicos.
O ano de 2013 deverá ser um ano de expansão da Faculdade CDL, com o início do
curso de Ciências Contábeis e Sistema de Informação. Como se trata de 2 áreas novas para
a Instituição deverão ser contratados 10 novos docentes para atender as disciplinas
específicas.
Em 2014 e 2015, a Faculdade prevê a contratação de 10 docentes por semestre para
atender o crescimento dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Sistema de
Informação e maturação do curso de Marketing.
A Faculdade tem como política a manutenção do corpo docente de forma que estes
tenham carga horária crescente a fim de reduzir o número de horistas e aumentar o número
de professores tempo parcial e integral. Assim, somente após a análise do corpo docente
atual, verificação da aderência dos docentes as novas disciplinas ofertadas e considerando
sempre o número máximo de 3 disciplinas diferentes por docente, a Faculdade CDL abre
processo seletivo externo, através de edital.
2.6. CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Segundo o Art. 35 do Estatuto da Faculdade CDL, “O corpo técnico-administrativo é
formado pelo pessoal contratado para exercer as diversas funções necessárias ao pleno
funcionamento da Faculdade CDL e será organizado de acordo com as normas da
Faculdade CDL.”
2.6.1 Políticas de Qualificação
2.6.1.1. Quanto aos incentivos e critérios de realização
Incentivos à capacitação e qualificação previstos no Plano de Cargos e Salários do
Corpo Técnico-Administrativo em consonância com os interesses da Instituição:
 auxílio financeiro de 20% (vinte por cento) para custear participação ativa, com
apresentação de trabalhos, em congressos, seminários, simpósios e eventos
similares, em sua área de atuação;
 autorização para participação em cursos de treinamento e atualização
profissional realizados em ambiente externo a Faculdade, com, no mínimo,
25% (vinte e cinco por cento) de gratuidade;
 oferta
anual
de
treinamento
para
aperfeiçoamento
profissional
de
responsabilidade da Faculdade;
 concessão de bolsa de estudo no valor de 50% (cinqüenta por cento) para o
técnico-administrativo em cursos de graduação ministrados pela IES.
A concessão dos incentivos financeiros deve atender aos seguintes critérios:
Ao pleitear capacitação e qualificação realizadas em ambientes externos à
Instituição, o Técnico-Administrativo do quadro da Faculdade deverá:
 Estar em dia, de forma integral, com todas as obrigações administrativas;
 Apresentar justificativas à unidade a que pertença ao enviar o pedido de
participação na atividade e/ou curso pretendido;
 Instruir a solicitação, obrigatoriamente, com os seguintes documentos: curriculum vitae atualizado; programa da atividade ou do curso, bem como
documento de aceitação do mesmo; informações sobre custos financeiros e
econômicos; plano-síntese do trabalho a ser apresentado ou representado.
2.6.1.2. Plano de Cargos, Salários e Carreira do Corpo Técnico-administrativo
PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS & CARREIRA
CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
FACULDADE CDL
CAPÍTULO I
DA CONSTITUIÇÃO
Art. 1º O corpo técnico-administrativo, constituído por todos os empregados não
docentes, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento da Faculdade.
§ 1º A Carreira será integrada pelo Pessoal Técnico-Administrativo da Faculdade.
§ 2º Entende-se por Função o conjunto de atribuições de mesma natureza e
requisitos.
Art. 2º O Plano de Cargos, Salários e Carreira do corpo técnico-administrativo está
composto por 4 (quatro) cargos denominados 1. Auxiliar, 2. Assistente Administrativo (nível I,
II e III), Analista Administrativo (nível I, II e III) e Bibliotecário.
Parágrafo Único. - Entende-se por Cargo a unidade básica da estrutura organizacional com
provimento mediante nomeação, no grau inicial de cada grupo.
Art. 3º São considerados Cargos Técnico-administrativos aqueles ligados aos Órgãos
Complementares, sendo eles:
GRUPO
CARGO
A
Auxiliar
B
Assistente
I
Administrativo
Analista
I
Administrativo
Bibliotecário
C
NÍVEL
II
III
II
III
§ 1º A compreensão dos atributos de cada cargo se dá de acordo com os seguintes
critérios:
-
A denominação de “Auxiliar” corresponde aos cargos operacionais. Incluem
profissionais com escolaridade mínima de ensino fundamental, e exigem pouca ou
nenhuma experiência na função.
-
Os cargos com a denominação
de
“Assistente
Administrativo”
incluem
profissionais cuja característica maior de suas atividades é a execução. Tais cargos
executivos requerem, no mínimo, o ensino médio e alguma experiência na função.
Estão estratificados em 3 níveis I, II e III:
a) O nível I corresponde ao profissional de menor tempo na função e
consequentemente menor salário dentro de sua faixa salarial;
b) O nível II corresponde ao profissional com experiência intermediária, atividades de
complexidade também intermediária e consequentemente salários intermediários
dentro de sua faixa salarial;
c) O nível III corresponde aos profissionais cujas atividades possuem maior
complexidade e consequentemente requerem maior tempo na função. Correspondem
aos salários maiores dentro de sua faixa salarial.
- Os cargos com denominação de “Analista Administrativo” incluem profissionais
graduados.
a) O cargo de Bibliotecário se encontra dentro do grupo de “Analista”, sendo
denominado tão somente de Bibliotecário tendo em vista a especificidade da sua
função e pode ocupar níveis salariais sucessivos, de acordo com a progressão da
carreira profissional semelhante aos de Analistas.
b) A característica maior deste grupo é que, a maioria, ocupa cargo de liderança,
ficando, inclusive, com responsabilidade sobre a equipe.
c) O grupo que engloba os cargos de Analistas está estratificado em 3 níveis I, II e III
que podem ser galgados pelos profissionais, a medida que evoluam em suas
carreiras.
d) Os Cargos do Grupo C poderão ocupar as seguintes funções de coordenadoria:
1. Coordenadoria financeira – poderá ser ocupada por um Analista Administrativo;
2. Coordenadoria de assistência ao aluno – poderá ser ocupada por Psicólogo,
Pedagogo ou Assistente Social;
3. Secretaria
Acadêmica, que possui nível hierárquico semelhante ao de
coordenadoria e poderá ser ocupado um Analista Administrativo, nomeado para a
função de ‘Secretário Acadêmico’.
§ 2º A Coordenadoria de Ações de Extensão apesar de estar ligada aos órgãos de
competência executiva, poderá ser ocupada por um colaborador em nível de Analista
Administrativo.
§ 3º A Coordenadoria Permanente de Avaliação é composta por membros da IES, não
se tratando, portanto, de cargo e sim de um comitê.
CAPÍTULO II
DA POLÍTICA SALARIAL E DE CARREIRA DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Art. 4º A política salarial e de carreira do corpo Técnico-Administrativo está disposta
em três grupos A, B e C e diz respeito aos cargos ligados aos órgãos complementares. Está
estratificada em faixas que se subdividem em graus progressivos que cada ocupante da
função poderá galgar. As promoções podem ser verticais e/ou horizontais.
GRUPO
NÍVEIS
CARGO / FUNÇÃO
FAIXAS
SALARIAIS
GRAUS
G1
A
-
Auxiliar
1ª.
Assistente Adm I
Assistente Adm II
B
Níveis
Assistente Adm III
Níveis
Analista Adm I
2ª.
Analista Adm II
C
Analista Adm III
Bibliotecário
3ª.
G2
G3
G4
G5
G6
G7
G8
G9
G10
§ 1º As funções encontram-se distribuídas em níveis, de acordo com o parágrafo 1º
do artigo 33º, tendo atribuições e requisitos descritos em manual específico.
§ 2º A experiência exigida para cada função poderá ser substituída por cursos,
estágios ou outras formas de aperfeiçoamento profissional;
§ 3º Será exigida formação escolar de acordo com a complexidade do trabalho e nos
termos das normas nacionais específicas para cada categoria profissional
Art. 5º O desenvolvimento na Carreira dar-se-á por progressão e ascensão.
Art. 6º Progressão é a passagem do empregado de um grau para outro, dentro da
mesma faixa salarial e mantendo a mesma função.
§ 1º A progressão ficará limitada ao último grau estabelecido para o mesmo grupo de
cargos.
§ 2º Os critérios e periodicidade para a progressão serão regulamentados por
Resolução Interna elaborada pela Faculdade.
Art. 7º Ascensão é a passagem do empregado em efetivo exercício de uma faixa para
outra.
Parágrafo Único. Dar-se-á ascensão mediante o atendimento das seguintes exigências:
- Existência de vaga.
- Cumprimento dos requisitos de cada função.
- Maior tempo de serviço prestado à Instituição.
- Competência na função.
Art. 8º O ingresso no novo grau decorrente de ascensão dar-se-á em referência de valor
igual ou imediatamente superior ao vencimento atual do técnico –administrativo.
Art. 9º Havendo vagas poderá ocorrer mudança de função dentro da mesma faixa,
mantendo-se o mesmo grau salarial, atendidos os requisitos da função.
Art. 10º O exercício de cargo em comissão ou função gratificada não prejudicará a
progressão de nível ou ascensão de faixa salarial.
Art. 11º A jornada de trabalho dos técnico-administrativos será de 44 (quarenta e quatro)
horas semanais, ressalvados os casos em que a legislação específica estabelecer jornada
especial.
CAPÍTULO III
DO INCENTIVO À CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO
PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Art. 12º Os integrantes do corpo Técnico-Administrativo da Faculdade terão a
oportunidade de participar de cursos de pós-graduação lato sensu, de extensão, de
treinamento e atualização profissional, em consonância com o interesse da Instituição.
§ 1º A Faculdade oferecerá sistematicamente os seguintes incentivos ao Pessoal
Técnico-Administrativo:
a) Auxílio financeiro de 20% (vinte por cento) para custear participação ativa, com
apresentação de trabalhos, em congressos, seminários, simpósios e eventos
similares, em sua área de atuação;
b) Autorização para participação em cursos, treinamento e atualização profissional
realizados em ambiente externo a Faculdade, com, no mínimo, 25% (vinte e cinco
por cento) de gratuidade;
c) Oferta
anual
de
treinamento
para
aperfeiçoamento
profissional
de
responsabilidade da Faculdade;
d) Concessão de bolsa de estudo no valor de 50% (cinqüenta por cento) para o
técnico-administrativo em cursos de graduação e pós-graduação ministrados pela
Faculdade CDL.
§ 2o A concessão dos incentivos financeiros deve atender ao que se segue:
 Ao pleitear participação em capacitação e qualificação o Técnico-Administrativo do
quadro da IES deverá:
1. Estar em dia, de forma integral, com todas as obrigações administrativas;
2. Não estar sob ação de inquérito administrativo, com ou sem efeito suspensivo;
3. Apresentar justificativas à unidade a que pertença ao enviar o pedido de
participação na atividade e/ou curso pretendido;
4. Instruir a solicitação, obrigatoriamente, com os seguintes documentos: curriculum vitae atualizado; programa da atividade ou do curso, bem como
documento de aceitação do mesmo; informações sobre custos financeiros e
econômicos;
5. Plano-síntese do trabalho a ser apresentado.
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Art. 13º A avaliação do Pessoal Técnico-Administrativo será realizada a cada ano pela
CPA visando diagnosticar sua eficiência e a eficácia para efeito de progressão funcional.
§ 1º A avaliação obedecerá aos seguintes critérios:
1. Antiguidade, pelo tempo de serviço na Instituição.
2. Merecimento, pela avaliação de portfólio do técnico-administrativo, contendo:
a) Principais realizações;
b) Auto-avaliação do técnico-administrativo;
c) Avaliação do chefe imediato;
d) Apreciação do trabalho realizado feita por dois pares;
§ 2º A avaliação do Pessoal Técnico-Administrativo também obedecerá quatro critérios
básicos que deverão sustentar, orientar e aperfeiçoar todo o processo:
a)
Ética – respeito aos aspectos legais e o bem-estar pessoal e social dos
envolvidos;
b)
Utilidade – produção de informações que promova o aperfeiçoamento dos
técnico-administrativos e de todos a eles relacionados;
c)
Viabilidade - fáceis de usar, financeiramente apoiados, administrados com
simplicidade e politicamente viável;
d)
Precisão - baseada em informações confiáveis e relevantes sobre a atuação e
as qualificações dos técnico-administrativos.
§ 3º O processo de avaliação do técnico-administrativos ocorrerá através de:
a) Aplicação de questionários para coleta de dados;
b) Análise e tomadas de decisão.
CAPÍTULO IV
OUTROS DISPOSITIVOS
Art. 14º Os pedidos iniciais de prorrogação e de revogação de contratos de
experiência funcionais ficam na responsabilidade do Dirigente da Instituição.
Art. 15º A IES zelará pela manutenção de padrões de recrutamento e condições de
trabalho condizentes com sua natureza de instituição educacional, bem como por oferecer
oportunidade
de
aperfeiçoamento
técnico-profissional
a
seus
empregados,
como
participação em treinamentos, congressos, seminários, pesquisas e outros eventos, em
Território Nacional, desde que não acarretem substituições por contratações.
Parágrafo Único - A autorização do afastamento, obedecidas às normas legais, passa a ser
competência do Dirigente da Instituição, após deliberação específica das Coordenações de
Curso onde o técnico estiver vinculado, procedidos aos respectivos registros nos seus
assentamentos funcionais.
Art. 16º Este plano poderá ser reformado ou alterado mediante proposta da Diretoria
Geral.
Art. 17º Este Plano entra em vigor na data de sua publicação da homologação pelo
Conselho Acadêmico e Administrativo da Instituição (CAAD).
Art. 18º Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria Geral da Faculdade.
2.6.2 Expansão do Corpo Técnico Administrativo
A Faculdade CDL prevê a expansão de seu corpo técnico administrativo de acordo
com o crescimento da IES.
2.7. Políticas de Atendimento aos Discentes
2.7.1 Formas de acesso aos cursos
As formas de acesso atendem ao que dispõe os dispositivos legais e o Regimento da
Faculdade:
Art. 44 da LDB“ II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o
ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo“.
O Estatuto da Faculdade CDL em seu Art. 33 diz que “O corpo discente é
constituído por todos os alunos regulares e alunos não regulares (especiais).
§ 1o São alunos regulares os matriculados em Cursos de Graduação e PósGraduação, que tenham satisfeito os requisitos legais.
§ 2o Integram, também, o quadro de alunos regulares os matriculados em Cursos
Sequenciais oferecidos pela Faculdade CDL.
§ 3o Atendidos os requisitos estabelecidos pela Faculdade CDL, podem matricular-se
alunos não regulares (especiais), com vistas à obtenção de certificados de estudos em
disciplinas isoladas de Cursos de Graduação, Pós-Graduação, bem como à participação em
estágios ou pesquisas.
Art. 34. Os alunos regulares têm representação nos órgãos colegiados da Faculdade
CDL.
Parágrafo único. O exercício da representação não dispensa o aluno do cumprimento
dos deveres escolares.
O Art. 54º do Regimento Geral da Faculdade – “Art. 54 - O acesso do corpo
discente aos cursos da Faculdade CDL será realizado mediante processo seletivo que
abrange conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do Ensino Médio, sem
ultrapassar este nível de complexidade, a serem avaliados em provas escritas na forma
normatizada pelo Conselho Superior.”
As inscrições para os Processos Seletivos de Admissão estão dispostas em Edital,
onde constam os cursos e habilitações oferecidos com as respectivas vagas, prazos de
inscrição, documentação exigida para a inscrição, critérios de seleção/classificação e
desempate e demais informações úteis, de conformidade com as Portarias 1.120 e 1.449,
que também exigem a publicação no Diário Oficial da União.
No caso de diplomado em outro Curso Superior de Graduação, é exigida a
apresentação
do
respectivo
Diploma,
devidamente
registrado,
dispensando-se
a
apresentação do Certificado ou Diploma de Conclusão do Ensino Médio ou Equivalente e do
Histórico Escolar, bem como, a participação no processo seletivo.
2.8. Registro e Controle Acadêmico
A Secretaria Acadêmica é uma unidade vinculada à Coordenação Acadêmica da
Faculdade, à qual compete a organização e supervisão dos processos de admissão,
matrícula, registro e controle acadêmico, registro de diplomas de graduação e pósgraduação e transferências entre estabelecimentos de ensino.
Em suas atribuições o Controle Acadêmico acompanhará o aluno durante sua vida
estudantil, emitindo oficialmente certificados, atestados, históricos e diplomas. Fará um
acompanhamento desde o ingresso do aluno até o término de sua formação profissional.
O controle acadêmico da Faculdade deverá ser informatizado e contar com 2
colaboradores, liderados por uma Coordenadora (Secretária) e com duas bases de dados.
Compete ao Setor de Controle Acadêmico:
 Proceder à habilitação à matrícula de novos alunos;
 Proceder às inscrições em qualquer modalidade de curso oferecido pela
faculdade;
 Proceder à chamada dos candidatos classificados no processo seletivo para o
preenchimento de vagas;
 Elaborar editais de inscrição;
 Proceder à organização da oferta de disciplinas até sua publicação aos alunos;
 Realizar a consistência final da matrícula com assessoramento das
coordenações;
 Manter atualizados o arquivo de alunos em atividades e evadidos;
 Preparar o material necessário à matrícula dos alunos de graduação e pósgraduação;
 Fornecer documentos escolares, tais como: atestados diversos, históricos,
guias de transferência, declarações, certificados, diplomas de graduação e pósgraduação, certidões e outros documentos relativos ao sistema; proceder a
atualização dos registros acadêmicos nos históricos escolares dos alunos bem
como o lançamento de dispensa de disciplinas;
 Fornecer o programa didático de disciplinas;
 Manter atualizados os dados estatísticos;
 Analisar e verificar o cumprimento do currículo dos cursos de graduação e pósgraduação para fins de conclusão;
 Registrar os diplomas, por delegação de competência do mec ou da faculdade,
quando for o caso;
 Realizar estudos e pesquisas de legislação acadêmica, análise e interpretação
de resoluções, portarias, pareceres e decretos relacionados com o ensino;
 Registrar certificados de cursos de educação continuada expedidos pela
faculdade;
 Elaborar proposta de calendário escolar de graduação.
2.9 Programas de Apoio Pedagógico e Financeiro
A Faculdade garantirá suporte institucional aos estudantes a fim de possibilitar-lhes
formação de qualidade nas dimensões técnico-científica, cultural e pedagógica.
A Faculdade CDL, através da Coordenadoria de Assistência ao Estudante, procura
identificar dificuldades de aprendizagem, relacionamento, profissionais e financeiras, além
de situações de conflito em sala de aula entre discentes e destes com docentes, a fim de
realizar ações para apoio e solução das mesmas.
Assim, a Coordenadoria de Assistência ao Estudante tem como objetivo promover e
acompanhar o aluno com vistas a proporcionar melhores condições de aprendizagem e
desenvolvimento acadêmico e profissional.
A Coordenadoria de Assistência ao Estudante tem como competências:
 Estimular o desenvolvimento da liderança através do programa líderes de
classe, programa de iniciação científica e monitoria, além das atividades de
extensão e responsabilidade social;
 Ofertar serviço de orientação profissional que objetiva a identificação do perfil
profissional dos alunos e o desenvolvimento de competências necessárias a
sua atuação no mercado de trabalho;
 Ofertar serviço de orientação educacional através da oferta de cursos de
extensão e nivelamento;
 Promover o reconhecimento do aluno como sujeito da práxis educativa;
 Desenvolver atividades que reforcem aspectos relacionados à cidadania, ética,
profissionalismo, compromisso, motivação e auto-estima;
 Desenvolver atividades de acompanhamento ao egresso.
Cabe a Coordenação de curso, em conjunto com o corpo técnico-administrativo e
corpo docente, atuar no sentido de identificar situações e solucionar problemas que possam
interferir no desempenho dos alunos. Assim, através de sua estrutura administrativaacadêmica busca garantir o atendimento aos discentes no desenvolvimento de diversos
programas articulados aos projetos pedagógicos, que visam o desenvolvimento acadêmico
dos mesmos.
São objetivos destes atendimentos:
 Detectar os fatores que intervêm neste processo para procurar minimizá-los
com apoio de uma equipe interdisciplinar,
 Promover atendimento e sessões de orientação individual e/ou grupal,
buscando orientar os alunos nas suas necessidades específicas;

Promover o atendimento extra classe através de monitorias supervisionadas
por um docente da área de conhecimento correspondente;

Contribuir para nivelamento realizado através de um plano alternativo de
aulas complementares para os alunos com deficiência de aprendizagens nos
conteúdos básicos em oficinas permanentes de leituras e interpretação de
textos e situações problemas de matemática.
Para realização dos objetivos apresentados a Coordenação desenvolve as seguintes
ações:
 Apresentação da Instituição, estrutura acadêmica, o perfil do estudante de nível
superior, procedimentos de atendimento ao aluno, portal acadêmico, loja
conceito, com o objetivo de facilitar a integração dos alunos ingressantes no
espaço acadêmico;
 Oficinas de Orientação Profissional – atividades voltadas a identificação do
perfil profissional dos alunos e orientação para ingresso ou ascensão no
mercado de trabalho;
 Desenvolvimento de Lideranças – programa que objetiva estimular os alunos a
desenvolverem a liderança. Envolve a identificação dos líderes de classe,
monitores
e
participantes
de
projetos
de
extensão
e
atividades
complementares; e
 Participação dos alunos nos órgãos Colegiados - colegiado de curso e
colegiados superiores, além de participação nos encontros de planejamento e
de Avaliação da Instituição.
Além dessas ações, visando minimizar os problemas relacionados a aprendizagem, a
Faculdade utiliza meios de nivelamento que funcionam no sentido de fornecer aos alunos
uma base mais sólida de conhecimentos.
Tão logo detectadas pela Coordenação de Curso e Corpo Docente as necessidades
de nivelamento de conhecimentos pelos alunos, a Faculdade disponibiliza acompanhamento
extra, visando nivelar o saber, a fim de elevar as suas condições para o alcance das
competências e habilidades necessárias de acordo com o perfil do egresso por ela
esperado.
O Projeto de Nivelamento é realizado pela área de extensão de acordo com a
solicitação da Coordenação de Curso. Os principais cursos: Matemática Básica, Matemática
Financeira, Português e Leitura Crítica, Excel, entre outros.
A Faculdade CDL concede bolsas de estudo com o objetivo de incentivar alunos com
elevado desempenho acadêmico e aprovados nos programas de monitoria e iniciação
científica.
Ressalta-se ainda que a Faculdade CDL planeja ingressar no Programa de
Financiamento Estudantil – FIES e Programa de Universidade para Todos – PROUNI.
A avaliação do Programa de Apoio Pedagógico, Nivelamento e Atendimento ExtraClasse será realizada a cada dois anos por uma Comissão indicada pela CPA, visando
diagnosticar sua eficiência e eficácia.
O Programa será avaliado através de uma Pesquisa Avaliativa destinada a:
 Reprogramar suas ações;
 Identificar se as dotações orçamentárias deverão ser aumentadas ou
diminuídas;
 Decidir sobre novas contratações de recursos humanos do programa;
 Desenvolver novas estratégias para concretizar os propósitos sociais
igualitários previstos pelo programa;
 Identificar o impacto no aluno beneficiário.
A Pesquisa Avaliativa ocorrerá através da aplicação de questionários para coleta de
dados, analise e tomadas de decisão, obedecendo aos seguintes critérios:
 Respeito aos aspectos legais na seleção dos alunos beneficiários;
 Útil ao aluno e à instituição;
 Viável política e financeiramente para a IES;
 Transparência nas informações necessárias ao bom andamento do programa.
2.10. Apoio Financiamento de Estudos para Alunos Carentes
A Faculdade CDL, através da Coordenadoria de Assistência ao Estudante organiza,
um serviço de assistência individual e/ou coletiva ao aluno, dentro das possibilidades
institucionais e garante suporte institucional aos estudantes, a fim de possibilitar-lhes
formação de qualidade nas dimensões técnico-científica, cultural e pedagógica.
O Programa abrangerá:
Isenção de Taxa de Inscrição ao Concurso do Vestiular – para os candidatos alunos
que apresentarem insuficiência de recursos sócio-econômicos. Os critérios serão
estabelecidos pelo Núcleo de Assistência ao Discente e divulgados na Faculdade.
Programa de Bolsas - atividades remuneradas para alunos do IES, mediante
prestação de serviços, bem como o desenvolvimento acadêmico, cultural e técnico, com
oportunidade de aprendizagem de diversos tipos de trabalho. O Programa será
disponibilizado através do fornecimento de:
Bolsas de Iniciação Científica - disponibilizadas para o aluno pesquisador engajado
em Projeto de Iniciação Cientifica aprovado pela Coordenação do Curso, sob a orientação
de professor do Curso em que esteja matriculado.
Bolsas de Extensão – disponibilizadas para o aluno extensionista que desenvolve
atividades sócio-culturais e esportivas na comunidade, engajado em Projeto de Extensão
aprovado pela Coordenação do Curso, sob a orientação de professor do Curso em que
esteja matriculado.
Bolsas de Trabalho - disponibilizadas para alunos provenientes de famílias de baixa
renda, visa integrar os alunos em atividades técnicas e/ou administrativas de apoio ao
ensino, despertando-o e capacitando-o para o ingresso no mercado de trabalho.
Adesão ao FIES – A Faculdade CDL aderiu em 2010 ao Fundo de Financiamento ao
Estudante do Ensino Superior (FIES). O FIES é um programa do Ministério da Educação
destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em
instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento os estudantes matriculados em
cursos superiores que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério
da Educação.
A avaliação do Programa de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes será
realizada a cada dois anos por uma Comissão de Avaliação designada pela CPA, visando
diagnosticar sua eficiência e a eficácia.
O Programa será avaliado pela CPA com o objetivo de:
 Reprogramar suas ações;
 Identificar se as dotações orçamentárias deverão ser aumentadas ou
diminuídas;
 Decidir sobre novas contratações de recursos humanos do programa;
 Desenvolver novas estratégias para concretizar os propósitos sociais
igualitários previstos pelo programa;
 Identificar o impacto no aluno beneficiário.
A avaliação ocorrerá através da aplicação de questionários para coleta de
dados, analise e tomadas de decisão, obedecendo aos seguintes critérios:
 Respeito aos aspectos legais na seleção dos alunos beneficiários;
 Útil ao aluno e a instituição;
 Viável política e financeiramente para a IES;
 Transparência nas informações necessárias ao bom andamento do programa.
2.11. Organização estudantil
Os alunos matriculados na Faculdade CDL poderão ter como entidade representativa
o Diretório Acadêmico, entidade que servirá de espaço para participação e convivência
estudantil que compete à indicação da representação discente junto aos órgãos colegiados
de curso.
2.12. Acompanhamento dos Egressos
O Programa de Acompanhamento de Egressos da Faculdade CDL será implantado à
partir de 2012 contando com instrumentos que possibilitarão uma avaliação continuada da
instituição, através do desempenho profissional dos ex-alunos, como um importante passo
no sentido de incorporar ao processo ensino/aprendizagem elementos da realidade externa
à instituição que apenas o diplomado está em condições de oferecer, já que é ele quem
experimenta pessoalmente as conseqüências dos aspectos positivos e negativos
vivenciados durante a graduação.
2.13. Objetivos do Programa de Acompanhamento de Egressos:
 Avaliar o desempenho da instituição, através do acompanhamento do
desenvolvimento profissional dos ex-alunos;
 Manter registros atualizados de alunos egressos;
 Promover intercâmbio entre ex-alunos;
 Promover a realização de atividades extracurriculares (estágios e /ou
participação em projetos de pesquisa ou extensão), de cunho técnicoprofissional, como complemento à sua formação prática, e que, pela própria
natureza do mundo moderno, estão em constante aperfeiçoamento e palestras
direcionadas a profissionais formados pela Instituição;
 Homenagear os egressos que se destacam nas atividades profissionais;
 Divulgar permanentemente a colocação dos alunos formados no mercado de
trabalho.
 Identificar junto às empresas seus critérios de seleção e contratação dando
ênfase às capacitações dos profissionais da área buscados pela mesma.
A Faculdade pretende lidar com as dificuldades de seus egressos e colher
informações de mercado visando formar profissionais cada vez mais qualificados para o
exercício de suas atribuições. Para tanto, disponibilizará em seu site na internet, um
formulário destinado ao cadastramento de ex-alunos, visando colher dados já a partir da
suas próximas turmas de egressos. Esses dados coletados serão gerenciados pela Direção
e encaminhados aos Coordenadores de Curso e Coordenação Pedagógica para que a
política de egressos da Faculdade CDL esteja calcada na possibilidade de potencializar
competências e habilidades em prol do desenvolvimento qualitativo de sua oferta
educacional.
3. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA
3.1 Projeto Pedagógico Institucional
3.3.1. Organização Didático-Pedagógica
As diretrizes pedagógicas dos Cursos da Faculdade CDL se fundamentam na além da
LDB, no Parecer CNE/CES nº 776, de 3 de dezembro de 1997, que traz as orientações para
as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação, juntamente com o Parecer CNE/CES nº
583, de 4 de abril de 2001, o Parecer CNE/CES nº 67, de 11 de março de 2003 que aprova
Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN - dos Cursos de Graduação e
propõe a revogação do ato homologatório do Parecer CNE/CES 146/2002. Parecer
CNE/CES nº 108, de 7 de maio de 2003 que prevê a duração de cursos presenciais de
Bacharelado, Parecer CNE/CES nº 329 de 11 de novembro de 2004, Parecer CNE/CES nº
136, de 4 de junho de 2003 que traz os esclarecimentos sobre o Parecer CNE/CES 776/97,
que trata da orientação para as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação, Parecer
CNE/CES nº 210, de 8 de julho de 2004 que aprecia a Indicação CNE/CES 1/04, referente à
adequação técnica e revisão dos pareceres e/ou resoluções das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação, Parecer CNE/CES nº 329, de 11 de novembro de
2004 que apresenta a Carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial, e o Parecer CNE/CES nº 184, de 7 de julho de 2006 que faz a
Retificação do Parecer CNE/CES nº 329/2004, referente à carga horária mínima dos cursos
de graduação, bacharelados, na modalidade presencial e Parecer CNE/CES nº 8/2007,
aprovado em 31 de janeiro de 2007 que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos á integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial. Parecer CNE/CES nº 29/2007, aprovado em 1º de fevereiro de 2007 que traz a
consulta relativa às Diretrizes Curriculares Nacionais e à duração mínima e máxima dos
cursos de graduação. Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre
carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Em relação aos cursos superiores de Graduação, a Faculdade CDL se baseia na Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) e do Plano Nacional de
Educação (Lei 10.172/2001) além da Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro de 2002 que
institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento
dos cursos superiores de tecnologia.
O Projeto Pedagógico Institucional se fundamenta em:
 Princípios dinâmicos e flexíveis para cada curso segundo uma adequação às
demandas sociais e do meio e aos avanços científicos e tecnológicos
 Integração dos saberes em detrimento de práticas disciplinares atomizadas
 Desenvolvimento curricular gerador de projetos integradores de diferentes
disciplinas
 Saberes que tornam possível a aprendizagem significativa
 Interdisiciplinaridade
 Atualização permanente dos cursos e seus currículos
 Visão da formação de nível superior como um processo contínuo, autônomo e
permanente, com uma sólida formação básica e uma formação profissional
fundamentada na competência teórico-prática,
 Adequação dos programas ao perfil de um formando adaptável às novas e
emergentes demandas;
 Sólida formação básica, preparando o futuro graduado para enfrentar os
desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e
das condições de exercício profissional;
 Referencial para a formação de um profissional em permanente preparação,
visando uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno, apto a
superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de
produção de conhecimento e de domínio de tecnologias;
 Preparar um profissional adaptável a situações novas e emergentes;
O princípio pedagógico da interdisciplinaridade é realizado através de ferramentas
importantes na adaptação à geografia mutacional e organizacional do mundo do trabalho
como:
 Planejamento conjunto e participativo
 Valorização das competências, dos valores, das atitudes, do saber-fazer, do
saber-estar
 Desenvolvimento de capacidades de criatividade e comunicação
 Trabalho em equipe
 Resolução de problemas
 Responsabilidade
 Poder empreendedor
A interdisciplinaridade exige de todo corpo docente o desenvolvimento de uma ação
pedagógica articulada com a diversidade dos saberes. A ação de cada um está articulada
com a de todos os outros. Todos os envolvidos no processo pedagógico deverão ser
capazes de perceber a sua totalidade e planejar a sua ação.
Assim, o trabalho no processo ensino-aprendizagem deixa de ser rígido e estático,
exigindo que as decisões sejam tomadas antes, durante e depois, como ponto de referência
para o desenvolvimento das atividades curriculares materializáveis sob a forma de ensino,
pesquisa, extensão, seminários, simpósios, congressos, conferências, monitorias, iniciação
científica e disciplinas pertinentes a outros cursos que concretizam a integração, o
aprofundamento temático e a interdisciplinaridade.
Para efetivação do planejamento participativo, a Faculdade garantirá espaço temporal
em seu cronograma curricular semestral com previsão de reuniões semanais entre a equipe
docente que integra um mesmo curso e reunião bimestral entre os docentes da Faculdade
visando à articulação entre todos as áreas de formação profissional oferecidas.
3.3.2. Perfil do Egresso
 Visão Humanista sólida formação calcada nas Humanidades, num enfoque de
absoluto respeito às manifestações individuais e coletivas do ser humano.
 Ética compreensão e respeito nas relações humanas, nas relações de trabalho;
 Empreendedorismo
ter
espírito
de
liderança
em ações
e
negócios,
sobressaindo-se pela consistência e oportunidade de soluções responsáveis e
inovadoras;
 Criatividade expressa na capacidade de solucionar situações inesperadas e
fora dos padrões normais;
 Consciência Social percepção do valor, do lugar e da função do coletivo face
ao que é individual;
 Versatilidade enfrentar situações novas, usando conhecimentos básicos e
criando novas formas de solução;
3.3.3. Seleção de conteúdos
Na seleção de conteúdos dos cursos de graduação e de tecnologia toma-se como
referência o que preconiza a Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro de 2002:
“I - incentivar o desenvolvimento da capacidade empreendedora e da compreensão
do processo tecnológico, em suas causas e efeitos;
II - incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica, e suas respectivas
aplicações no mundo do trabalho;
III - desenvolver competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, para
a gestão de processos e a produção de bens e serviços;
IV - propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e
ambientais resultantes da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias;
V - promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças
nas condições de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos
de pós-graduação;
VI - adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização
permanente dos cursos e seus currículos;
VII - garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e da respectiva
organização curricular.”
Para concretização dessas orientações, a organização curricular de cursos sempre
será centrada no compromisso ético com desenvolvimento de competências profissionais
deverá seguir os seguintes passos:
 Concepção e elaboração do projeto pedagógico nos termos dos Artigos 12 e 13
da LDB;
 Definição do perfil profissional do curso, a partir da caracterização dos
itinerários de profissionalização nas respectivas áreas profissionais;
 Clara definição das competências profissionais a serem desenvolvidas, à vista
do perfil profissional de conclusão proposto, considerando, nos casos das
profissões legalmente regulamentadas, as atribuições funcionais definidas em
lei;
 Identificação dos conhecimentos, habilidades, atitudes e valores a serem
trabalhados
profissionais;
para
o
desenvolvimento
das
requeridas
competências
 Organização curricular, incluindo, quando requeridos, o estágio profissional
supervisionado e eventual trabalho de conclusão de curso;
 Definição dos critérios e procedimentos de avaliação de competências e de
avaliação de aprendizagem;
 Elaboração dos planos de curso e dos projetos pedagógicos de cursos, a
serem submetidos à apreciação dos órgãos superiores competentes.
A construção curricular será compatível com os princípios de:
 Flexibilidade
(abertura
para
a
atualização
de
paradigmas
científicos,
diversificação de formas de produção de conhecimento, e desenvolvimento da
autonomia do aluno)
 Interdisciplinaridade (estabelecimento de conexões entre diferentes disciplinas
e diferentes áreas de conhecimento).
A seleção dos conteúdos que compõem os programas das disciplinas serão
elaborados levando-se em consideração:
 Caracterização da área e unidade curricular;
 Problemas principais que devem dar resposta, em consonância com os
interesses inerentes à profissão;
 Objetivos gerais em que se concretizem a sistematização do perfil dos
egressos;
 Sistema de conteúdos (conhecimentos, habilidades, qualidades e valores) que
se trabalham na disciplina;
 Projeção metodológica de como se desenvolve o processo;
 Sistema de avaliação de aprendizagem;
 Bibliografia (básica e complementar).
Essa estrutura irá nortear a formatação do desenho micro curricular das disciplinas,
contemplando de forma efetiva todos os elementos do processo pedagógico profissional,
além de estar em sintonia com as proposições atuais para formação de um profissional
capacitado ao panorama mundializado do trabalho.
3.3.4. Princípios Metodológicos
 Pautar
a
metodologia
dos
cursos
pelos
princípios
pedagógicos
da
interdisciplinaridade e da contextualização;
 Adotar metodologias comprometidas com os princípios filosóficos educacionais
da Instituição;
 Adotar abordagens metodológicas que privilegiem o uso de recursos
tecnológicos.
O desenho dos programas das disciplinas, como um subsistema do macro desenho
curricular, refletirá a projeção metodológica dos componentes do processo de formação do
profissional.
 Relacionar unidades curriculares e articular temas decisivos para a formação
 Ser coerente com as competências selecionadas para cada curso oferecido e
conforme a organização dessas ao longo dos cursos
 Atender aos conteúdos mínimos determinados nas diretrizes curriculares
específicas
 Organizar-se na matriz curricular seguindo uma ordem gradativa e coerente de
complementaridade, articulação e complexidade
 Oportunizar a flexibilidade e a articulação entre diferentes cursos e áreas do
conhecimento
 Ter tempo e espaço de desenvolvimento suficiente para atendimento à carga
horária mínima estabelecida por lei.
Os procedimentos metodológicos estão embasados na teoria conscientizadora,
buscando utilização de métodos interacionistas através de técnicas problematizadoras e
estudo de casos. Para abordar o objetivo proposto serão utilizados princípios educativos e
metodológicos explicitados a seguir:
Construção da autonomia: objetiva o desenvolvimento integrado de vivências
anteriores e reflexões teóricas que geram competências específicas em sua relação com a
área do curso, no sentido de que os alunos possam buscar autonomamente a ampliação
destes conhecimentos e a incorporação crítica/esclarecedora de tais pressupostos à sua
vida pessoal, acadêmica e profissional.
Efeito multiplicador: como conseqüência do princípio anterior, os alunos podem ser
multiplicadores de atitudes e procedimentos da temática e, assim, preparando-se para
inserção no estágio específico da área profissional.
Adotar metodologias comprometidas com os princípios filosóficos educacionais da
Instituição a interdisciplinaridade e a contextualização, adotando abordagens metodológicas
que privilegiem o uso de recursos tecnológicos.
3.3.5. Processo de Avaliação
O processo de avaliação institucional obedecerá estritamente às normas
emanadas pelo Ministério da Educação expressas na legislação estabelecida pelo Sistema
Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES.
Conforme estabelece o Regimento o processo de avaliação institucional ficará sob a
responsabilidade da Coordenadoria Permanente de Avaliação - CPA.
O processo de avaliação da aprendizagem obedecerá às definições dispostas no
Regimento Geral da Faculdade.
3.3.5.1 6. Processo de avaliação institucional
A Avaliação da Instituição de Ensino Superior de forma sistemática tem como o
objetivo identificar o mérito e o valor dos serviços prestados pela Faculdade.
O Projeto de Avaliação Institucional da Faculdade CDL observa o arcabouço legal:
 Lei Nº 9.394/1996 – LDB;
 Lei Nº 10.172/2001 - Plano Nacional de Educação
 Lei Nº 10.861/2004 – SINAES;
 Portaria Ministerial Nº 2.051/2004 – Regulamenta o SINAES;
 Portaria Ministerial Nº 398/2005 – Operacionalização do SINAES;
 Portaria INEP Nº 31/2005 – Procedimentos para organização e execução das
avaliações Resolução INEP Nº 1/2005 – Comissões Multidisciplinares de
Avaliação de Cursos e sua sistemática.
PRINCÍPIOS, DIRETRIZES E DIMENSÕES
 Orienta-se para a missão institucional da educação superior
 Será um processo sem desdobramentos de natureza controladora ou de
fiscalização.
 Deverá se apresentar com total transparência
DIMENSÕES AVALIADAS NO PROJETO INSTITUCIONAL
a) A missão, Objetivos e Metas institucionais;
b) A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as
respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para
estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais
modalidades;
c) A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se
refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento
econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção
artística e do patrimônio cultural;
d) A comunicação com a sociedade;
e) As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnicoadministrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas
condições de trabalho;
f) Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação
com a mantenedora e a participação dos segmentos da comunidade universitária
nos processos decisórios;
g) Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca,
recursos de informação e comunicação;
h) Planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia
da auto-avaliação institucional;
i) Políticas de atendimento aos estudantes;
INSTRUMENTOS ESSENCIAIS UTILIZADOS NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
 Projeto Pedagógico Institucional;
 Plano de Desenvolvimento Institucional;
 Projetos Pedagógicos dos Cursos;
AUTO-AVALIAÇÃO OU AVALIAÇÃO INTERNA - CPA
A Comissão de Avaliação Permanente, designada pela Direção da Faculdade é a
responsável pela implementação do processo de avaliação interna priorizando as seguintes
etapas:
ETAPAS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
FASE 1 – SENSIBILIZAÇÃO
Objetivo:
Sensibilizar a comunidade para a importância e objetivos da auto-avaliação
institucional.
Ações:
a) Elaboração de Programa de Sensibilização
b) Conduzir eventos de sensibilização (seminários, reuniões de grupos, palestras por
especialistas convidados, sessões de brainstorming).
c) Levantar e registrar sugestões
d) Elaborar Relatório de Sensibilização
e) Divulgar informações
Responsável:
Comissão Permanente de Avaliação
FASE 2 – DIAGNÓSTICO
Objetivo:
Descrever a situação real dos Cursos ofertados pela Faculdade, utilizando-se de cadastro e
das opiniões da comunidade acadêmica (coleta e organização de informações).
Ações:
1. Elaboração do Programa para Diagnóstico, baseando-se no(s)/a(as):
 Missão dos Cursos
 Projetos Pedagógicos
 Estrutura Funcional
 Projeção de Qualificação Profissional
 Relação Instituição x Comunidade
 Currículos e Programas (compatibilizando com as Diretrizes Curriculares dos
Cursos),
atividades
de
ensino,
pesquisa
e
extensão,
atividades
complementares e estágio supervisionado
 Índices de admissão, evasão e reprovação
 Corpo Docente (Plano de Carreira do Magistério, titulação, experiência
docente, regime de trabalho e desempenho, condições de aperfeiçoamento
profissional oferecidas pela Instituição)
 Desempenho do corpo técnico-administrativo
 Modelos de Avaliação da Aprendizagem
2. Análise de dados e documentos obtidos
3. Estabelecimentos de critérios e indicadores de qualidade
4. Elaboração de Relatório Diagnóstico
5. Apresentação dos resultados para o corpo de dirigentes da Secretaria
Responsável:
CPA e Comissões Setoriais de Avaliação, incluindo a comunidade acadêmica (professores,
gestores, assessores pedagógicos, etc.)
FASE 3 – AVALIAÇÃO INTERNA
Objetivos:
Analisar dados obtidos no diagnóstico
Implementar o processo de avaliação dos cursos
Ações:
1. Elaboração do Programa para Avaliação Interna
2. Preparação e validação dos instrumentos para a avaliação interna
3. Capacitar equipe de avaliadores internos
4. Levantamento das necessidades dos cursos
5. Identificação e priorização das necessidades
6. Elaboração do Relatório da Fase de Avaliação Interna
7. Apresentação dos resultados para as Coordenações dos Cursos
8. Divulgação dos resultados para todo a Instituição
Responsável:
Comissões Setoriais de Avaliação
FASE 4 – REFORMULAÇÃO E DIFUSÃO
Objetivos:
Avaliar as propostas de correção
Tomar decisões e definir as reformulações/ações a serem empreendidas
Ações:
1. Organização de um Seminário Geral de Avaliação
2. Avaliação das Propostas
3. Tomada de decisões sobre as ações necessárias
4. Elaboração do Relatório Final da Avaliação Institucional
5. Publicação do Relatório Final
Responsável:
Comissão Permanente de Avaliação
METODOLOGIA
As atividades são desenvolvidas pela análise de documentação pertinente e reuniões
com os gestores da Instituição, treinamentos das Comissões, elaboração de instrumentais
de avaliação e relatórios.
A metodologia e os critérios de avaliação sobre o desempenho docente,
compreendidas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, foi estabelecida por uma
comissão docente interna dos Cursos da Faculdade, a qual integrará em suas atividades os
indicadores qualitativos estabelecidos nos instrumentos institucionais de avaliação
implementados.
A Faculdade poderá contratar especialistas em avaliação institucional para assessorar
a CPA na condução do processo.
3.3.5.2 Avaliação do ensino-aprendizagem
A avaliação dos alunos ocorrerá durante todo o processo de ensino/aprendizagem
contemplando o tripé ensino-pesquisa-extensão. A avaliação da aprendizagem do aluno
considerará seu ritmo e deverá ajudá-lo a desenvolver graus ascendentes de competências
cognitivas, habilidades e atitudes, possibilitando-lhe alcançar os objetivos propostos. Mais
que uma formalidade legal, a avaliação procurará permitir ao aluno sentir-se seguro quanto
ao domínio dos conteúdos examinados.
A avaliação, entendida como integrante do processo de ensino-aprendizagem, deve
ser favorecedora do crescimento do aluno em termos de desenvolver o pensamento crítico,
a habilidade de análise, reflexão sobre a ação desenvolvida e, coerente com uma concepção
de educação, ensino e aprendizagem.
Esse processo avaliativo será contínuo e composto de vários instrumentos: provas e
trabalhos escritos (resumos, resenhas, artigos), seminários, debates, pesquisa e produção
intelectual, estudo dirigido, além da auto-avaliação individual e grupal.
A avaliação do desempenho escolar da Faculdade CDL é feita por unidade curricular,
abrangendo sempre os aspectos de assiduidade (freqüência) e eficiência (resultado das
avaliações exigidas no decorrer do semestre letivo e exames finais). Independente dos
demais resultados obtidos, é considerado reprovado na unidade curricular o aluno que não
obtenha freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais
atividades programadas.
É assegurado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação
específica (conforme descrito no tópico anterior), no caso de dependências ou adaptações,
em caso de enfermidades ou gestação, sendo-lhes atribuídos nesses casos, como
compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com
acompanhamento do Coordenador de Curso e seus respectivos docentes, nos seguintes
termos:
Em caso de doenças específicas amparadas pela legislação, o interessado deve
requerer imediatamente no início de sua enfermidade, se possível, por si ou seu preposto, a
fim de possibilitar que lhe seja atribuído o competente expediente referente aos exercícios
domiciliares;
A concessão do benefício é dada a partir da data do protocolo na secretaria da
instituição;
Não são aceitos requerimentos decorrido o prazo dado pelo laudo médico, ou seja,
após a reabilitação do interessado, exceto nos casos de força maior, a critério da
Coordenadoria acadêmica;
No caso de gestantes, o período de concessão do benefício depende do laudo
médico, entretanto, não são aceitos requerimentos após o período indicado pelo médico
responsável;
O requerimento solicitando à concessão dos citados benefícios deve ser instruído
com o competente laudo médico;
Aceito o pedido, os trabalhos domiciliares devem ser elaborados pelos docentes das
unidades curriculares em curso e ter aprovação do coordenador de curso correspondente.
O aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno
e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares, provas e exames finais.
Compete ao docente da unidade curricular elaborar exercícios e atividades escolares
sob forma de leituras, relatórios, consultas, pesquisas e demais trabalhos, bem como julgar
e registrar os resultados.
A verificação do rendimento escolar será feita de forma diversificada, a mais variada
possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, contendo entre outros:
 Atividades individuais e em grupo, como: pesquisa bibliográfica, demonstração
prática e seminários;
 Pesquisa de campo, elaboração e execução de projetos;
 Provas escritas ou orais: individuais ou em equipe;
 Produção científica, artística ou cultural.
Serão realizadas três avaliações em cada disciplina, denominadas respectivamente
de AP1, AP2 e AP3, sendo as duas primeiras obrigatórias (AP1 e AP2) e a terceira optativa
(AP3). As avaliações serão expressas em notas variáveis de zero a dez, considerando-se
uma casa decimal a título de fracionamento de nota.
A avaliação optativa (AP3) tem por finalidade suprir eventuais ausências do aluno a
qualquer das avaliações obrigatórias (AP1 ou AP2) ou possibilitar a melhoria da média
obtida nas avaliações obrigatórias (AP1 e AP2). A média final do aluno em cada unidade
curricular será calculada através da média aritmética duas maiores notas das provas
realizadas durante o período letivo.
Atendida a exigência de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às
aulas e demais atividades, o aluno é considerado aprovado na unidade curricular quando
obtiver média de aproveitamento igual ou superior a 6,0 (seis inteiros), sendo consideradas
apenas as duas maiores notas obtidas dentre as três avaliações: AP1, AP2, e AP3, sendo
que a menor delas deve ser igual ou superior a 4,0 (quatro). Notas inferiores a 4,0 (quatro)
não são computadas para efeito de cálculo da média. O resultado da média obtida será a
média final do aluno.
Será reprovado na unidade curricular o aluno que não obtiver:
 Freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais
atividades;
 Média final de aproveitamento inferior a 6,0 (seis inteiros).
A Instituição pode oferecer cursos ou unidades curriculares com horários especiais,
com metodologia adequada para os alunos em dependência ou adaptação, em períodos e
na forma que se compatibilizem com as suas atividades regulares, de acordo com normas
aprovadas pelo Conselho Administrativo e Acadêmico - CAADE.
Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por
meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca
examinadora especial, poderão ter abreviado a duração dos seus cursos, de acordo com as
normas do Conselho Administrativo e Acadêmico - CAADE.
O aluno que discordar da nota obtida nas avaliações escritas terá o prazo de 72
(setenta e duas) horas, após a divulgação do resultado, para apresentar recurso ao
coordenador do curso, explicando os pontos divergentes da avaliação, ficando assegurado
ao aluno o direito à cópia de sua prova para instruir o processo.
Recebido o recurso, o coordenador do curso terá um prazo de 72 (setenta e duas)
horas para designar comissão, composta por professores, para analisar o recurso e
deliberar, ratificando ou retificando a nota, ou, ainda, determinando nova avaliação se não
houver acordo sobre o assunto.
3.3.6. Práticas Pedagógicas Inovadoras
A Faculdade CDL adota como práticas pedagógicas inovadoras a utilização das
Tecnologias de Informação e Comunicação para o desenvolvimento de uma competência de
trabalho em autonomia, já que os alunos podem dispor de uma enorme variedade de
ferramentas de investigação. “Se é verdade que nenhuma tecnologia poderá jamais
transformar a realidade do sistema educativo, as tecnologias de informação e comunicação
trazem dentro de si uma nova possibilidade: a de poder confiar realmente a todos os alunos
a responsabilidade das suas aprendizagens (Carrier, J.-P., 1998)”.
Os modelos de tecnologias de informação e comunicação como práticas pedagógicas
tendo como espaço o ambiente da Faculdade poderão produzir:
 Um acesso à informação com rapidez e facilidade;
 Uma prática de confrontação, verificação, organização, seleção e estruturação,
já que as informações não estão apenas numa fonte. As inúmeras informações
disponíveis não significarão nada se o utilizador não for capaz de as verificar e
de as confrontar para depois as selecionar. A recolha de informações sem
limite pode muito bem provocar apenas uma simples acumulação de saberes.
 O desenvolvimento das competências de análise e de reflexão.
 A abertura ao mundo e disponibilidade para conhecer e compreender outras
culturas;
 A organização do seu pensamento;
 O trabalho em simultâneo com um ou mais indivíduos situados em diferentes
pontos
 A criação de sites (em colaboração com os alunos e professores da sua ou de
outras instituições), a qual vai permitir que os alunos realizem:
 Um trabalho de estruturação das suas idéias;
 Uma organização espacial;
 Uma apresentação com cuidados estéticos;
 Um trabalho de descrição e apresentação que proporcionará uma pesquisa
histórica, geográfica e cultural sobre a escola, o local e a região onde habitam e
estudam;
 Um registro de sons e imagens (fotografia e vídeo);
3.3.7. Políticas de Estágio, Prática Profissional e Atividades Complementares
O estágio curricular será considerado disciplina integrante dos currículos dos cursos
de graduação na modalidade bacharelado, tendo por objetivo a integração do aluno no
ambiente profissional na sua área de formação acadêmica, a potencialização das
competências, habilidades e conhecimentos frente ao mundo do trabalho. Nessa
perspectiva, a Faculdade CDL compreende o estágio como uma vivência acadêmica que
oportuniza o estabelecimento de relação entre a faculdade e a empresa, considerada campo
de estágio, constituindo o momento de preparação do aluno para o exercício profissional, ao
mesmo tempo em que é um processo de avaliação curricular.
As políticas de estágio e da prática profissional caracterizam-se por:
 Integração da teoria com a prática; desenvolver-se-ão ao longo do curso;
 Atendimento a carga horária estabelecida para cada curso conforme diretrizes
específicas;
 Desenvolvimento conforme Plano Específico e orientação de um ou mais
professores especialmente designados;
 Integração dos conhecimentos do aluno com a realidade social e do trabalho
de sua área / curso.
A amplitude e a dinâmica das Atividades Complementares estimulam a prática de
estudos independentes, transversais, opcionais, permitindo a permanente e contextualizada
atualização profissional específica. Assim, podem incluir projetos de pesquisa, monitoria,
iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios,
congressos, conferências, desde que se integrem com o Projeto Pedagógico do Curso.
3.3.8. Políticas de Educação Inclusiva
(PNE-Portadores de Necessidades Especiais).
A Faculdade CDL adota o princípio de igualdade de condição para acesso e
permanência nos seus cursos e atender a Portaria Ministerial 1.679/99, estruturando seu
espaço físico segundo as normas da ABNT-NBR 9050/94 e projeto específico.
3.3.9. Oferta de Cursos e Programas
A Faculdade CDL pretende atuar na oferta de ensino superior priorizando a
Graduação Bacharelado e Graduação Tecnológica.
Ao longo do período de vigência do PDI, a Faculdade planeja a oferta de cursos de pósgraduação lato sensu e stricto sensu implementados, conforme cronograma e sempre em
consonância com as áreas de atuação.
A Faculdade CDL objetiva a abertura de novos campi, na região metropolitana de
Fortaleza e no Estado do Ceará para oferta de cursos de graduação e pós-graduação Lato
Sensu.
3.3.9.1. Graduação Bacharelado
CURSOS DE
GRADUAÇÃO BACHARELADO
Administração
Ciências Contábeis
Sistema de Informação
CARGA
HORÁRIA
3.000 h
3.000 h
3.000 h
CURSOS DE
GRADUAÇÃO
TECNOLÓGICA
CARGA
HORÁRIA
Curso Superior de
Tecnologia em Gestão
de Recursos Humanos
Curso Superior de
Tecnologia em Gestão
da Qualidade
Curso Superior de
Tecnologia em
Processos Gerenciais
Curso Superior de
Tecnologia em
Segurança no
Trabalho
Curso Superior de
Tecnologia em
Segurança Pública
Curso Superior de
Tecnologia em Gestão
da Segurança Privada
Curso Superior de
Tecnologia em Gestão
da Produção Industrial
Curso Superior de
Tecnologia em Redes
de Computadores
Curso Superior de
Tecnologia em Análise
e Desenvolvimento de
Sistemas
Curso Superior de
Tecnologia em
Sistemas para Internet
1.600 h
NÚMERO
DE
VAGAS
DIMENSÕE
S DAS
TURMAS
TURNO DE
FUNCIONAME
NTO
220
55
Manhã e Noite
110
55
Manhã e Noite
110
55
Manhã e Noite
NÚMERO
DE
VAGAS
DIMENSÕE
S DAS
TURMAS
110
REGIME DE
MATRÍCULA
ANO
Semestral/
Modular
Semestral/
Modular
Semestral/
Modular
2012
TURNO DE
FUNCIONAME
NTO
REGIME DE
MATRÍCULA
ANO
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
1.600 h
1.600 h
2.400 h
2013
2013
2013
2013
2014
2015
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
1.600 h
1.600 h
2.400 h
2.000 h
2.000 h
2014
2014
2015
2013
2013
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
110
55
Manhã e Noite
Semestral/
Modular
2.000 h
2013
3.3.9.3. Pós-Graduação (lato sensu)
Os cursos de pós-graduação lato sensu da Faculdade CDL são presenciais e
atendem ao disposto na Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007.
Os cursos de pós-graduação lato sensu da Faculdade CDL são abertos a candidatos
diplomados em cursos de graduação ou demais cursos superiores.
O corpo docente de cursos de pós-graduação lato sensu, é constituído por
professores Doutores, Mestres e Especialistas considerando o disposto na Resolução
CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007, ou seja, no mínimo 50% (cinqüenta por cento)
destes, possuem titulação de mestre ou de doutor obtido em programa de pós-graduação
stricto sensu reconhecido pelo Ministério da Educação.
Todos os cursos de pós-graduação lato sensu têm duração mínima ou superior a 360
(trezentas e sessenta) horas, nestas não computado o tempo de estudo individual ou em
grupo, sem assistência docente, e o reservado, obrigatoriamente, para elaboração individual
de monografia ou trabalho de conclusão de curso.
CURSOS DE PÓSGRADUAÇÃO
Administração e Marketing no
Varejo
Gestão Estratégica de
Negócios
Gestão do Varejo e Serviços
Gestão de Pessoas e
Potência de Equipes
Logística Empresarial
Gestão Financeira
Gestão da Produção
ICMS
Gestão Tributária
Gestão de Cooperativas
Gestão da Qualidade
NÚMERO
DE
VAGAS
DIMENSÕES
DAS
TURMAS
50
50
Noite
Semestral
2011
50
50
Noite
Semestral
2012
50
50
Noite
Semestral
2013
50
50
Noite
Semestral
2011
50
50
Noite
Semestral
2012
50
50
Noite
Semestral
2013
50
50
Noite
Semestral
2014
50
50
Noite
Semestral
2011
50
50
Noite
Semestral
2013
50
50
Noite
Semestral
2011
50
50
Noite
Semestral
2013
TURNO DE
FUNCIONAMENTO
REGIME DE
MATRÍCULA
ANO
Comércio Exterior
Consultoria Empresarial
Gestão Ambiental
Estratégias
Psiocopedagógicas da Gestão
Escolar
Aprendizagem Corporativa
Avaliação Educacional
Tecnologia da Informação
Empreendedorismo e Gestão
de Pequenas Empresas
50
50
Noite
Semestral
2014
50
50
Noite
Semestral
2013
50
50
Noite
Semestral
2014
50
50
Noite
Semestral
2014
50
50
Noite
Semestral
2012
50
50
Noite
Semestral
2013
50
50
Noite
Semestral
2014
50
50
Noite
Semestral
2012
3.3.9.4. Pós-Graduação (stricto sensu)
CURSOS DE
PÓS-GRADUAÇÃO
Mestrado Profissional em
Administração *
NÚMERO
DE
VAGAS
DIMENSÕES
DAS
TURMAS
TURNO DE
FUNCIONAMENTO
REGIME DE
MATRÍCULA
ANO
30
30
Noite
Semestral
2015
*Mestrado profissional iterinstitucional a ser realizado em parceria com a Universidade Estadual do Ceará.
3.4. Programas de Pesquisa e Extensão
3.4.1. Iniciação Cientifica
As atividades de iniciação científica da Faculdade CDL têm como objetivo o
desenvolvimento da pesquisa cientifica no âmbito institucional e no cenário científico
nacional. Neste sentido as atividades de ensino deverão estar vinculadas à pesquisa
científica e para isso estimula os alunos à atividade criadora e de pesquisa, que serão
desenvolvidas individual e coletivamente, dentro de uma determinada unidade curricular ou
área, tornando-a veículo facilitador do despertar de vocações e aperfeiçoamento de
habilidades.
O estimulo ao desenvolvimento da pesquisa interdisciplinar e da pesquisa institucional
programada é uma forma de enriquecimento da qualidade do trabalho desenvolvido pela
comunidade acadêmica. Aos docentes cabe o papel de estimular e de dar o exemplo com a
produção de textos e projetos científicos, priorizando a participação dos alunos na pesquisa
institucional. As diretrizes da política de pesquisa, as normas e procedimentos para o
trabalho científico de docentes e de discentes deverão estar explicitadas no Programa de
Iniciações Científica de forma a permitir ao professor disponibilidade para a atividade
criadora.
3.4.2. EXTENSÃO
O Programa de Extensão da Faculdade CDL para o qüinqüênio 2011-2015 deverá
contemplar atividades realizadas junto à sociedade, através de projetos específicos, com
envolvimento de parcerias visando à melhoria da qualidade de vida do homem e seu
desenvolvimento sócio-econômico e cultural.
As atividades a serem desenvolvidas pelo Programa Institucional de Extensão da
Faculdade serão:
 Cursos de Extensão destinados a alunos ou membros da comunidade externa,
com interesse em ampliar seus conhecimentos, técnicas e habilidades;
 Prestação de serviços à comunidade, cumprindo a função extensionista das
instituições de ensino;
 Práticas, cursos e espaços para ampliar conhecimentos, técnicas, habilidades
e atitudes, reforçando a qualidade dos cursos abrangidos;
 Programa de Estágios de Integração Faculdade x Empresa;
 Programas Sociais;
 Programas Culturais como: espetáculos teatrais, seminários, sabatinas
literárias, lançamentos de livros, exposições, apresentações do grupo coral e
mostra de artes plásticas;
 Programa Empresa Júnior.
3.4.2. 1. Projeto Laboratório do Varejo
A fim de explorar o potencial acadêmico e prático da Loja Conceito e da crescente
demanda existente no segmento de comércio e serviços, empresas associadas à CDL e não
associadas, bem como as empresas parceiras, foi desenvolvido o Projeto Laboratório do
Varejo.
O Laboratório do Varejo tem como objetivo despertar o comportamento proativo e
empreendedor no pessoal de linha de frente de loja, por meio do qual vendedores, caixas e
gerentes desenvolvam competências voltadas para otimizar a qualidade do atendimento ao
cliente e ampliar as vendas.
As etapas consistem em pisos de crescimento que podem ser ministradas de modo
independente/isolado ou de modo seqüenciado. Desta forma, o mesmo aluno-profissional
poderá ter a opção de cursar apenas um modo ou os três módulos:
 Postura Pessoal e Comunicação em Vendas, com 6horas aula tem como foco o
assistente de vendas ou o vendedor de loja. Abrange os conteúdos; planejamento
de carreira e apresentação pessoal, comunicabilidade, linguagem adequada em
vendas, personalidade, conhecimento do produto, atitudes, saber ouvir,
adaptabilidade ao cliente e tipo de produto.
 Técnicas de Vendas com 6horas aula busca desenvolver as habilidades de
negociação e vendas dos vendedores e gerentes. Envolve os conteúdos:
preparação e prospecção de vendas, abordagem ao cliente, compreensão das
necessidades do consumidor, apresentação de produtos, ajuda na seleção,
administração e superação de objeções, fechamento de venda e pós-venda,
 Gestão Operacional de Loja, com 12 horas aula, está voltado aos gerentes de
lojas ou supervisores de vendas. Contempla os conteúdos: comportamento do
consumidor, táticas de preço, sistema de distribuição e reposição rápida,
composto promocional, propaganda varejista, atendimento e serviços ao cliente,
apresentação de loja, layout e exposição de produtos, gestão da equipe de lojas,
melhoria contínua e prevenção de perdas.
A metodologia consiste em aulas teóricas e práticas, oficinas e simulações de compra
e venda, dramatização de conflitos e negociações na operação de compra e vendas na Loja
Conceito.
3.4.2. 2. Projeto Liderança de Alta Performance
O Projeto Liderança de Alta performance da Faculdade CDL parte do princípio de que
para liderar é preciso ter várias competências, entre elas: influência, liderança inspiradora,
gestão estratégica, autoconhecimento para gestão de si mesmo, manejo eficiente das
competências, esforço sistemático de autodesenvolvimento, visão de futuro, otimismo,
coragem e credibilidade.
Para atender a essa demanda, a Faculdade CDL, em parceria com a CDL de
Fortaleza desenvolve um programa inovador denominado Liderança de Alta Performance
cujo foco é o desenvolvimento das competências de liderança de gestores que buscam
ampliar sua eficiência e seu desempenho como líder de pessoas, processos e resultados.
Este programa vai além da informação e oferece aos participantes um processo de
aplicação das competências de liderança, reflexão sobre seus pontos fortes e pontos a
melhorar e a construção de um plano de desenvolvimento para a melhoria dos gaps de
competências.
Suporte conceitual dado por 04 professores com capacidade para compreender o
papel da liderança e os fundamentos que compõem as competências de liderança e seu
desenvolvimento e atuar enquanto facilitadores e multiplicadores.
Dentre os resultados esperados tem-se: Avaliação das competências de liderança;
Negociação eficaz; Análise do impacto do estilo de liderança dentro da organização;
Aprimorar a capacidade de desenvolver construir relacionamentos satisfatórios; Plano de
desenvolvimento para melhoria dos gaps de competência.
Na estrutura inicial do curso estava prevista a realização de 4 módulos: Comunicação
Organizacional e Relações Interpessoais; Gestão por Processos; Negociação em ambiente
organizacional e Liderança e Direção de Grupos. Duas turmas foram realizadas em 2011
com as referidas disciplinas.
Em virtude das avaliações realizadas e a análise de seus resultados, a Faculdade fez
atualização no programa, passando esse a conter: Módulo I - Liderança e Comunicação
Organizacional; Módulo II - Estratégia e Competitividade Empresarial; Módulo III - Temas
atuais em Liderança Organizacional, com os seminários: Sucessão Familiar, Liderança
Global e O Líder e o Relacionamento com o Mercado e Módulo IV – Coaching.
3.4.2. 3. Programa Competitividade no Varejo
O Programa Competitividade no Varejo tem como objetivo desenvolver habilidades de
gestão para melhoria da capacidade competitiva e dos resultados em loja de pequeno porte
do segmento de comércio e serviços, através de metodologia inovadora, dividida em 4
momentos, sendo os dois primeiros comuns a todos os participantes e os dois últimos
opcionais. O Programa é realizado em 30 horas aula, contemplando as seguintes etapas:
1º momento. Apresentação do programa e realização de autodiagnóstico do ponto de
venda (respondido pelo empresário). É realizado em 3 horas aula.
2º. Momento. Capacitação empresarial composta de 6 módulos com total de 27 horas
aula.
3º Momento: Realização, mediante contratação de consultoria, de diagnóstico
organizacional, visita do cliente oculto e plano de ações para a implementação das
melhorias sugeridas, a partir dos dados coletados. O empresário poderá ainda
contratar a elaboração de projeto para obtenção de financiamento bancário. Todas
essas fases, uma vez de interesse das empresas participantes, terão início logo após
o 1º momento, ocorrendo paralelamente à realização do 2º momento.
4º Momento: Para as empresas que optarem pela realização do diagnóstico
organizacional, visita do cliente oculto e plano de ações, ocorrerá o 4º momento
referente ao acompanhamento e controle da execução do plano com a indicação das
medidas corretivas necessárias.
3.4.2. 4. Programa Empreendedorismo no Varejo
O
Programa
Empreendedorismo
no
Varejo
objetiva
apresentar
de
forma
interdisciplinar e inovadora, aspectos essenciais para a identificação e abertura de um novo
negócio. Aborda informações sobre empreendedorismo e sobre atitudes e habilidades
esperadas de um empreendedor; estratégias; identificação, análise e viabilidade de
oportunidades do negócio para que o empreendedor possa entra no mercado já
apresentando diferenciais. Também faz parte do curso o passo a passo para a elaboração
de um plano de negócios, apresentando um projeto para obtenção de financiamento
bancário. Durante o desenvolvimento do programa os participantes realizarão visitas
técnicas à empresas varejistas.
A estrutura do Programa é composta por X Workshops , sendo eles: Workshop I Plano de Negócios – Identificação de Oportunidades de Negócios - Carga horária: 06
horas/aulas; Workshop II – Franquias; Workshop III - Plano de Negócios - Análise de
Mercado; Workshop IV – Aspectos Tributários e Legais; Workshop V – Plano de Marketing;
Workshop VI – Design de Loja; Workshop VII - Gestão Financeira;
Workshop VIII -
Automação Comercial; Workshop IX - Financiamentos Bancários e Workshop X –
Concluindo o Plano de Negócios.
3.4.2.5. Curso de Aperfeiçoamento para Profissionais da Segurança Pública
A Faculdade CDL foi pioneira em realizar o curso de Aperfeiçoamento para
Profissionais da Segurança Pública. O Curso, voltado aos profissionais que atuam na área
de Segurança Pública do Estado do Ceará, vinculados a Policia Civil, Polícia Militar, Corpo
de Bombeiros, Perícia Forense e Academia Estadual da Segurança Pública tem como
objetivo geral desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes gerenciais necessárias ao
exercício de gestão de atividades policiais diante das situações do cotidiano da segurança
pública através da troca de experiências e conhecimentos entre alunos e professores.
O curso visa ainda propiciar a capacitação técnica de profissionais habilitados a exercer a
gestão das atividades de segurança pública, desempenhando seu papel em consonância
com as especificidades locais e dentro de uma visão social e globalizada; estimular a
conscientização de valores sociais, tomando por premissa o saber crítico para compreender
o meio em que atuam, promovendo a evolução e melhorias na comunidade, com
responsabilidade, compromisso, ética e justiça; compreender a missão, objetivos, estrutura e
responsabilidades dos equipamentos do sistema de segurança pública; e ampliar a eficácia
da organização policial através do uso dos princípios modernos de gestão aplicados a
segurança pública.
A organização curricular do curso apresenta 7 (sete) disciplinas e permite a
integração de conteúdos relacionados à formação estratégica e gerencial. São elas: Gestão
de Processos Organizacionais, Gestão Pública Contemporânea, Comunicação e Relação
Interpessoal, Gestão de Pessoas e Competências e Liderança e Gestão de Atitudes
(Coaching).
3.4.2.6. Ciclo de Palestras
Anualmente, a Faculdade CDL realiza um encontro acadêmico chamado até 2010 de
Semana do Tecnólogo. Com o crescimento da Faculdade e a expansão de seus projetos
acadêmicos, passamos a chamá-lo de Ciclo de Palestras, momento em que convidamos
consultores, executivos e empresários para compartilharem conhecimentos e experiências
de gestão com nossos alunos e convidados.
3.4.2.7 Cursos in Company
A Faculdade CDL, objetivando atender a demanda de empresas por qualificação de
sues colaboradores, realiza cursos de extensão in company. Em 2011, foram realizados
diversos cursos abaixo relacionados.
1. Atendimento e Vendas: Buscando resultados eficazes
2. Técnicas de Vendas
3. Marketing Pessoal
4. Atendimento ao Cliente
5. Análise de Crédito
6. Excel Básico
7. Desenvolvimento de Liderança de Alta Performance
8. Atendimento ao Cliente
9. Relações Interpessoais
10. Motivação na Equipe de Vendas
11. Comunicação Interpessoal
12. Gerência Básica de Loja
13. Didática para instrutores internos
14. Planejamento Financeiro Pessoal
15. Excelência no Atendimento
16. Linux
17. Fechamento de Vendas
18. Logística Empresarial
19. Laboratório do Varejo
 Postura Pessoal e Comunicação em Vendas
 Técnicas de Vendas para Líderes do Varejo
 Gestão Operacional de Lojas
20. Telemarketing: uma forma a mais nas vendas
21. CIPA para Hospitais
22. Como vender mais e melhor
23. Relações Interpessoais
24. Excel – do básico ao avançado
25. Chefia e Liderança
26. Gestão de Documentos e Organização de Arquivos
27. Técnicas de Apresentação em Público
28. Layout de Loja
29. Almoxarife
30. Técnicas de Negociação
31. Análise de Balanço
32. Negociação: Teoria e Prática
33. Comunicação Interpessoal
34. Análise de Crédito
35. Atendimento: Encantando e Conquistando Clientes
3.4.2.7 Cursos de Extensão Abertos
A Faculdade CDL, objetivando atender a demanda de trabalhadores e empresas por
qualificação, realiza cursos de extensão abertos. Neste grupo de cursos a Faculdade tem
uma extensa programação mensal, reunindo temas de destaque do dia a dia das empresas,
assim como atendendo as demandas dos alunos da graduação e pós-graduação da
Faculdade CDL. Somente em 2011, foram realizados mais de 40 cursos diferentes, muitos
deles com a execução de diversas turmas.
RELAÇÃO DE CURSOS ABERTOS OFERTADOS PELA FACULDADE CDL
1. Administração de Cobrança e Recuperação de Créditos Inadimplentes
2. Administração e Controle de Estoques
3. Almoxarife, Análise e Concessão de Crédito
4. Atendimento eficaz: Conquistando novos clientes
5. Atendimento Telefônico e de Recepção
6. Atualize sua equipe de vendas e garanta bons resultados no final do ano
7. Chefia e Liderança
8. Comunicação Interna na Organização
9. Convênios e Prestações de Contas
10.
Etiqueta Empresarial: Aperfeiçoamento Pessoal em Comportamento e Postura
Profissional
11.
Excel: do básico ao avançado
12.
Excelência no atendimento ao cliente
13.
Formação de Facilitadores de Treinamento
14.
Formação de Gestores no Varejo Contemporâneo
15.
Formação Profissional para Operadores de Caixa
16.
Gerência Básica de Loja
17.
Gestão de Estoques e Armazenagem
18.
Informática - Windows/Word/Internet
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
40.
41.
42.
43.
44.
45.
46.
47.
48.
49.
Inteligência Emocional
Invista na sua carreira: Transforme o seu trabalho temporário em permanente
Logística Empresarial
Marketing Pessoal para Equipes de Vendas
Marketing Pessoal: Eu sou a empresa
Matemática Financeira com o uso da HP 12C
Motivação e Relacionamento p/Equipes de Alta Performance
Negociação em Vendas
Nota Fiscal Eletrônica
O Teatro da Venda: Não perca negócios neste fim de ano
Operador de caixa
Os pilares da empregabilidade
PhotoShop
Prevenção de Perdas
Recrutamento e Seleção
Redação Empresarial
Regras Gramaticais da Língua Portuguesa
Relacionamento Interpessoal
Relações Interpessoais
Seminário: Pare de recomeçar, continue avançando
Técnicas Avançadas de Vendas
Técnicas de Como falar em público
Técnicas de Negociação
Técnicas de Negociação em Vendas
Técnicas de Secretariado
Técnicas para Vendas de Serviços
Telemarketing - Atendendo clientes e vendendo produtos
Telemarketing - Uma força de Vendas
Vendas na prática: Resultados surpreendentes
Vendedor Profissional
Vitrinismo
4. INFRAESTRUTURA
4.1. Infra-Estrutura Física
4.1.1 Detalhamento do espaço físico existente
Quantidade
m2
Sala de Direção
1
45,00
Sala de Coordenação
1
17,00
Sala de Professores
1
36,00
Sala de Aulas para o curso –Sala 2
1
85,00
Sala de Aulas para o curso – Sala 04
1
91,00
Sanitário masculino
1
9,00
Sanitário Feminino
1
9,00
Sanitário para deficientes
1
6,00
Área de Lazer / Convivência
1
330,00
Setor de Atendimento / Tesouraria
1
30,00
Copa
1
30,00
Auditórios
1
Salas de Apoio – Secretaria da Faculdade
Biblioteca
Sala de Leitura/Estudos
Laboratório de Informática
1
1
1
1
220,00
53,00
Dependências
54,00
30,00
79,00
4.2. Infraestrutura Acadêmica
4.2.1. Sala de professores
Os professores dispõem de uma confortável sala de uso coletivo, com área de 36 M²,
dotada de adequado sistema de refrigeração de ar, mesas de leitura, computadores com
acesso à internet e ao sistema de controle acadêmico, bem como ao sistema de gestão da
biblioteca, além de escaninhos individuais para a guarda de materiais didáticos e pertences
pessoais.
4.2.2. Sala de reuniões
A Faculdade CDL coloca à disposição dos professores uma ampla e confortável sala
de reuniões, com cerca de 72M², dotada de dois telões de LCD, sistema de teleconferência,
mesa de reuniões com 26 lugares, acomodando até 40 pessoas, ar condicionado central,
acesso à internet, banheiro/lavabo, bem como bar/cafeteria anexa.
É nessa sala que são realizadas reuniões do NDE dos cursos, bem como dos
colegiados de curso, além das reuniões normais de planejamento e avaliação.
4.2.3. Gabinetes de trabalho para professores
A Faculdade CDL dispõe de cabines individuais de trabalho para os professores
integrantes do NDE, bem como para os contratados em regime de tempo integral (TI) e
Parcial. Tais cabines são equipadas com mesas de trabalho, computador com acesso à
internet e aos sistemas de gestão acadêmica, bem como impressora e telefone de uso
coletivo do corpo docente.
O Coordenador do curso, por sua vez, dispõe de gabinete de trabalho equipado com
computador com acesso à internet e aos sistemas acadêmicos, bem como linha telefônica
individual, de modo a realizar plenamente suas atividades.
4.2.4. Salas de aulas
Todas as salas de aula que serão disponibilizadas têm área compatível com o número
de alunos previstos, assim como instalações confortáveis, contando com iluminação e
acústica próprias para a realização das atividades acadêmicas previstas, sistema de
refrigeração central, além de possuir equipamentos de uso nas atividades pedagógicas tais
como computador com acesso a internet, projetor multimídia, tela de projeção, sistema de
som, quadro branco, flip-chart e sistema de transmissão de vídeo entre todas as salas e
auditórios da Faculdade. Visando ampliar o conforto proporcionado aos alunos, as salas
dispõem de cadeiras individuais e ergonômicas e os docentes de mesa e cadeira de uso
exclusivo. Quanto à limpeza e conservação das salas, a Faculdade CDL dispõe de equipe
própria para a manutenção diária das salas de aula e demais ambientes.
4.3. Infraestrutura de Informática
4.3.1. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
Para que os alunos tenham acesso à Internet e produzam seus trabalhos
acadêmicos, a Faculdade CDL disponibiliza para o Curso laboratórios de informática e
espaço exclusivo para esse fim na biblioteca. Os alunos podem acessar esses laboratórios
devendo para isso solicitar previamente a fim de não haver conflito de horário.
Os laboratórios contam com técnico que auxilia os alunos nas suas dificuldades
concernentes ao uso dos equipamentos e softwares. Além disso, os alunos dispõem de
computadores na Biblioteca e na ilha digital da loja conceito. A loja conceito está equipada
com rede wireless assim como áreas da Faculdade CDL.
A gestão de uso destes laboratórios está contemplada em regulamento próprio. A
Faculdade CDL dispõe de 2 laboratórios de informática, conectados à Internet, impressora,
em funcionamento das 8h às 22h de segunda a sexta-feira. O Laboratório 1 possui 25
computadores e o Laboratório 2 possui 17. Os laboratórios de informática estão equipados
com ar condicionado, bancadas para microcomputadores e impressoras, quadro branco,
estantes para equipamentos e materiais de laboratório e armários para formulários e
aplicativos. O sistema elétrico usado é completamente independente dos demais sistemas
utilizados na instituição.
Todos os computadores estão ligados através de uma rede estruturada de plataforma
Windows e interligados com a Internet. Todos os softwares para apoio acadêmico e
administrativo estão devidamente registrados e licenciados, na forma da lei.
4.3.2 Laboratório de informática de uso geral que poderá ser partilhado com todos os
cursos ofertados pela Faculdade
2
2
2
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m )
m por estação
M por aluno
Laboratório de Informática
79,00
3,2
3,2
Descrição ( Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Plataformas instaladas: Microsoft Windows XP SP3, virtualização Linux Ubuntu 10.10
Aplicativos: Microsoft Office 2007 ( Word 2007, Excel 2007, Power Point 2007, Acess 2007, Front Page 2007,
Outlook express 2007)
Internet Explorer 8.0;
Corel Draw X4 Educacional;
Firefox 6.0,
Winrar,
Antivírus Microsoft Security Essencial
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
24
Processador Core 2 Duo;
Memória Ram 3GB;
Disco Rígido 320GB;
Monitores de 15” Samsung;
DVD Rom 56 X; Kit Multimídia;
Interfaces com rede e conexão de 1 link de banda larga, Fibra óptica 3MB full SecrelNet.
01
Projetores Multimídia EPSON
01
Sistema de refrigeração central.
Fonte: Faculdade CDL, 2011
4.3.3. Horários de funcionamento dos laboratórios
Quadro de Horários
Lab. nº Segunda
1
8h às 22h
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
8h às 22h
Sábado
4.3.4. Recursos Humanos do Laboratório
Quantidade
Recursos Humanos
1
Professor da área
2
Técnicos de Informática
Domingo
4.3.5. Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos
O processo de atualização da infraestrutura tecnológica da Faculdade CDL é
realizado a partir de solicitações dos docentes e dos coordenadores de curso, de forma a
garantir a compatibilidade do ensino com a evolução tecnológica na área de interesse.
A IES acompanha os avanços tecnológicos, aperfeiçoando seu corpo docente,
renovando seus laboratórios, mantendo um acervo atualizado e assinaturas de revistas
técnicas e científicas da área e, principalmente, conciliando o desenvolvimento da tecnologia
da informação com a prática do ensino.
4.3.6. Procedimentos Internos do Laboratório de Informática
O Laboratório de Informática é uma unidade técnica para a realização de atividades
práticas com a utilização das facilidades oferecidas pela informática.
O Laboratório de Informática objetiva:
 Promover a pesquisa através da Internet e o conhecimento teórico prático
oferecidas por organizações públicas e privadas.
 Estimular o intercâmbio de vivências e experiências através da Internet e de
sistemas integrados.
 Estimular o uso de computadores como uma ferramenta facilitadora das
atividades acadêmicas.
 Democratizar a utilização da informática no âmbito da IES.
 Favorecer a comunicação com outras Instituições tecnológicas estaduais,
nacionais e internacionais.
A clientela do Laboratório de Informática é formada pelo Corpo docente, técnicoadministrativo e discente da IES. O responsável pelo Laboratório de Informática deverá ser
um professor especializado na área. O laboratório é destinado às aulas práticas, dentro do
cronograma estabelecido e das necessidades dos professores e alunos. O acesso ao
Laboratório de Informática é de 08h às 22h. Os alunos podem solicitar o uso do laboratório
para que possam aprimorar seus conhecimentos técnicos e executar tarefas escolares. O
aluno poderá ter a Monitoria do responsável pelo Laboratório e ou dos professores das
disciplinas específicas.
Para utilização do Laboratório o Professor da disciplina correspondente deverá fazer
reserva, para fins de compatibilização de horários com outras disciplinas solicitadas,
inclusive indicando o período de permanência na sala. As reservas deverão ser realizadas
com antecipação de pelo menos 72 horas. Ao retirar-se do Laboratório o usuário deverá
certificar-se de que o equipamento utilizado foi devidamente desligado, e realizar limpeza
dos mesmos quando necessário. Ao utilizar os computadores obedecer às normas de
procedimentos dos mesmos. O Laboratório de Informática poderá prestar também serviços
de impressão, reprografia, pesquisa à Banco de Dados na Internet e aulas práticas.
4.4. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
Os alunos da Faculdade CDL dispõem de um laboratório especializado denominado
"Loja Conceito", que se constitui em um espaço físico composto por 9 ambientes de varejo,
devidamente equipados com móveis, instalações e sistemas voltados para simular o
funcionamento de empresas varejistas, notadamente nos processos de compras, vendas,
organização de layout, ações de merchandising e gestão de estoques. Como laboratório
especializado, a Loja Conceito, única do N NE, foi concebida para garantir a integração do
aluno no ambiente profissional na sua área de formação acadêmica e o desenvolvimento
das competências, habilidades e conhecimentos frente ao mundo do trabalho.
A Loja Conceito permite ainda a vivência que oportuniza o estabelecimento de relação
entre a faculdade e a empresa, considerada campo de estágio, constituindo o momento de
preparação do aluno para o exercício profissional, ao mesmo tempo em que é um processo
de avaliação curricular. Desta forma, objetiva favorecer a experimentação dos alunos,
atendendo a demanda das aulas práticas dos Cursos.
4.4.1. Infraestrutura e serviços da Loja Conceito
A Loja Conceito possui 1.000 M2 de área total, conta com lojas no térreo e primeiro
andar que formam ao todo 09 lojas de departamentos de diversos segmentos do comércio e
serviços. Deste modo, oportunizará aos alunos um espaço de cerca de 18 M² por aluno,
considerando turmas máximas de 55 alunos.
O auditório da Loja Conceito tem capacidade para 100 pessoas, estando totalmente
equipado com sistema de som, microfones e 02 projetores multimídia de alta resolução,
possui excelente climatização, acústica e ergometria, permitindo que os docentes e alunos
gozem de pleno conforto e comodidade que favorecem o seu aprendizado. Está equipado
ainda com sistema de transmissão simultânea para todas as salas de aula e o Auditório da
Faculdade CDL.
Dentro da mesma ambiência, a Loja Conceito também possui uma sala de
treinamento para pequenos cursos, com capacidade para 20 pessoas.
Além da estrutura das 9 Lojas, a mesma possui, no piso superior, uma ilha digital,
central de Xerox, cafeteria, uma sala denominada Espaço CDL de Negócios e Sala do NDE.
Todo o espaço da Loja Conceito possui sistema de Internet sem fio, o que facilita o acesso à
internet para os seus usuários, criando assim um novo espaço de convivência. Toda a
estrutura da Loja Conceito está adaptada a pessoas portadoras de necessidades especiais
motoras.
4.5. Biblioteca
A Biblioteca funciona como órgão de suporte aos programas da Instituição, tornando
ágil e atualizado o serviço de informações existente, dotado de iniciativa para oferecer aos
usuários informações necessárias para obter conhecimentos. Assim, contribui para o
desenvolvimento individual e coletivo de alunos, professores e de pesquisadores das
Instituições.
A Biblioteca da Faculdade CDL é totalmente informatizada, oferecendo aos seus
usuários acesso à Internet, a intranet, ambientes para estudo individual e em grupo. A
ambientação da Biblioteca oferece condições propícias à motivação e aumento de
produtividade dos alunos, dos professores e pesquisadores, sendo também um dos pontos
de referência para usuários e bibliotecas congêneres.
O espaço físico projetado atende às exigências dos usuários, tais como: permanência
para estudo, reflexão, pesquisa e elaboração de trabalhos acadêmicos; atividades de leitura
livre e atualização, debates, preparação de seminários e estudo em grupo, etc. Para
assegurar condições adequadas de conforto térmico e acústico, a Biblioteca contará com
uma iluminação adequada, higiene, ventilação e segurança, itens aliados a uma moderna
arquitetura interna e mobiliário adequado. O projeto da IES, atendendo a Portaria MEC nº
1.679/1999, contempla cuidados com o acesso às instalações físicas da Biblioteca, de forma
a não restringir o percurso dos usuários e, em especial, daqueles portadores de deficiências
físicas.
A área de leitura da Biblioteca está dimensionada para até 40 assentos, com mesas
de uso coletivo, e 10 cabines de estudo individual, além de duas videotecas. Os murais da
Biblioteca serão concentrados no eixo de circulação principal, com o fim de divulgar dados e
informações. Com o objetivo de buscar maior integração dos serviços de informação, o
acervo de periódicos (revistas e jornais impressos e eletrônicos), CD-ROM, áudio e vídeo,
estará disponível para alunos, professores e funcionários.
4.5.1 Horário de Funcionamento
Quadro de Horários
Biblioteca
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sábado
Domingo
1
08h às 22h
08h às 22h
08h às 22h
08h às 22h
08h às 22h
-
-
4.5.2 Recursos Humanos da Biblioteca
Quantidade
Recursos Humanos
1
Bibliotecário
2
Auxiliares
4
Estagiários
4.5.3. Política de expansão e melhoria da Biblioteca
Na política de expansão da Biblioteca, em termos de prestação de serviços, as
seguintes ações deverão ser privilegiadas:
 Estabelecimento periódico de diretrizes, metas e ações de planejamento para a
Biblioteca;
 Definição de orçamento compatível com o atendimento das diretrizes, metas e
ações;
 Planejamento e desenvolvimento de programas que subsidiem atividades de
ensino, de pesquisa e de extensão;
 Coleta, gerenciamento e disposição de pontos de informação a fim de
dinamizar atividades de ensino, pesquisa e extensão;
 Fornecimento de informações referenciais
e bibliográficas
específicas,
necessárias às atividades de ensino, pesquisa e extensão;
 Criação de meios de promoção, formais e informais, que divulguem os
produtos e serviços, alertando os usuários para os benefícios que possam
advir;
 Manutenção de sistema de segurança do acervo da Biblioteca;
 Manutenção de uso estratégico de tecnologias da informação;
 Integração do processo de informatização aos serviços e produtos da
Biblioteca;
 Criação de parcerias com instituições congêneres com o intuito de divulgar
produtividade intelectual e artística da Instituição;
 Realização de convênios para acessar fontes nacionais e internacionais de
informações;
 Estabelecimento de intercâmbios culturais, científicos e educacionais, nas
áreas de interesse;
 Implantação de critérios de avaliação das atividades desenvolvidas na
Biblioteca.
O acervo de títulos de livros terá uma ampliação anual de 5% (cinco por cento), com a
finalidade de aumentar não somente a cobertura temática do acervo e a qualidade, mas
também a quantidade de exemplares em relação aos títulos.
O acervo de periódicos, coerente com a proposição acima, deverá assegurar o
crescimento médio de 2% (dois por cento) ao ano, com o cuidado na manutenção das
assinaturas correntes anteriormente definidas e aquisição de títulos nacionais e estrangeiros
solicitados em cada ano, para os cursos atuais e novos. O acervo de CD ROM/ DVD será o
material informacional que mais se ampliará. Para este fim, estão previstos 5% de
crescimento, pois além de representar grande economia de espaço permite à comunidade
acadêmica consultas e respostas imediatas, facilitando, inclusive, a impressão de textos. Os
recursos previstos no planejamento econômico-financeiro da instituição estão na ordem de,
no mínimo, 2% (dois por cento) da dotação orçamentária prevista, conforme já explicado. A
projeção de ampliação de recursos humanos deverá ser de acordo com o crescimento do
número de usuários.
4.5.4. Procedimentos Internos da Biblioteca
A Biblioteca presta serviços à comunidade estudantil, sendo aberta a todos os
interessados para consulta local das publicações nela existente. O setor disponibiliza todo o
acervo de modo informatizada através de uma Base de Dados Eletrônica.
4.5.4. Serviços oferecidos pela Biblioteca da Faculdade:
 Atendimento e orientação para pesquisa e levantamento bibliográfico;
 Serviço de comutação bibliográfica COMUT;
 Orientação de referência quer na utilização, quer nas consultas ao acervo;
 Reprodução de documentos do acervo (periódicos, incluindo revistas e jornais)
para os alunos, mediante pagamento;
 Consulta das obras de referência, obras raras, monografias e acesso à base de
dados de periódicos indexados;
 Apoio na organização dos trabalhos acadêmicos, utilizando os padrões da
ABNT;
 Atividades culturais (através do setor de eventos da instituição);
 Serviço de empréstimo, renovação, reserva e devolução;
 Intercâmbio entre bibliotecas (permuta de publicações periódicas);
 Divulgação de artigos de periódicos e livros.
4.5.5. Regulamento da Biblioteca
Para acesso ao acervo o usuário deverá dirigir-se ao balcão de atendimento e solicitar
aos funcionários da biblioteca em formulário próprio as publicações desejadas.
A Biblioteca possui espaços de videoteca. O material de áudio e vídeo encontra-se
disponibilizado de modo informatizado. Informações sobre a utilização destes documentos
são obtidas no site da Instituição ou nos balcões de atendimento.
Entende-se por material de consulta:
 Obras de referência (aquelas que se destinam à consulta e não à leitura
completa de seu texto, tais como: dicionários, enciclopédias, anuários,
bibliografias, índices etc.);
 Obras raras;
 Periódicos;
 Monografias;
 Normas técnicas.
É permitida a retirada do material de consulta somente por membros da comunidade
interna da IES, mediante registro no setor de circulação com a apresentação de documento
de identificação do usuário.
Para empréstimo, renovação, reserva e devolução de publicações é indispensável
que o usuário esteja inscrito na biblioteca onde receberá uma carteira de acesso contendo
seu número de matrícula. O material retirado deve ser devolvido pelo usuário na data
estabelecida no comprovante de empréstimo/ renovação.
Simultaneamente, o usuário pode retirar para empréstimo domiciliar ou consulta até 3 (três)
títulos de publicações de doutrina. O total de títulos de obras de referência para consulta
local será limitado a 2 (dois). Ressalta-se que os periódicos não poderão ser retirados da
biblioteca, ficando apenas para consultas no local.
Não é permitida a retirada de 2 (dois) exemplares do mesmo título e volume. O prazo
máximo permitido é de 07 (sete) dias corridos para publicações de empréstimo.
É permitida a renovação do empréstimo da publicação três vezes consecutiva, caso a
mesma não esteja reservada, mediante a apresentação do material e da carteira de
identificação do usuário. Também é permitida ao usuário a efetivação de reserva de
publicação que estiver emprestada. A Biblioteca, no entanto, não se responsabiliza pela
reserva caso o material não seja devolvido pelo usuário anterior no prazo determinado. No
pedido de reserva o usuário entra em uma lista de espera em ordem numérica crescente.
O material fica à disposição do usuário por um período de 24 horas (1 dia). Caso não
o retire, o material fica à disposição do seguinte usuário da lista de espera.
O usuário responderá pelo material retirado e, em caso de extravio ou dano,
indenizará a Biblioteca mediante a reposição da obra perdida ou a sua substituição por outro
título devidamente aprovado pela Coordenação da Biblioteca.
O usuário em débito com os prazos de devolução do empréstimo domiciliar será
impedido de retirar outros materiais imediatamente após o prazo previsto vencido; suspenso
do direito de empréstimo.
É proibido aos usuários da comunidade fotocopiar monografias, livros de doutrina,
obras raras e de referência.
4.6. Adequação da infraestrutura para o atendimento aos portadores de necessidades
especiais
A infraestrutura da Faculdade CDL busca atender as determinações da Lei Federal
nº 10.098/2000 e da Portaria MEC nº 1.679/1999 no que se refere à Acessibilidade às
Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:
 Rampas com corrimãos que permitam o acesso do estudante com deficiência
física aos espaços de uso coletivo (secretaria, sala dos professores, salas de
aula, laboratórios etc).
 Reservas de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades da
instituição.
 Banheiros adaptados com portas largas; barras de apoio nas paredes; lavabos
e bebedouros instalados em altura acessível aos usuários; e espaço suficiente
para permitir o acesso de cadeira de rodas.
 Telefones públicos instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de
rodas.
4.7. Estratégias e meios para comunicação interna e externa
O serviço de comunicação interna e externa da Faculdade CDL tem como objetivo
organizar e controlar recursos e estratégias para a comunicação interna e externa da IES. O
trabalho será integrado para garantir a qualidade e a eficiência da comunicação e promoção
da imagem institucional.
 Divulgação de informações sobre a Instituição nos meios de comunicação ―
Intranet e Internet ― primando pela objetividade e transparência;
 Atuação no processo de comunicação da IES, através do planejamento e
execução de ações, integrando a Instituição a seus diversos públicos;
 Criação gráfica, programação e comunicação visual;
 Desenvolvimento de campanhas, peças gráficas (folders, cartazes, banners,
revistas e anúncios), placas e projetos de sinalização interna e externa, web
design e apresentações multimídia;
 Organização, planejamento e divulgação do processo seletivo da IES em
conjunto com a Coordenadoria Geral nas questões relacionadas à estrutura
interna e controle das inscrições e documentação dos vestibulandos.
5. ASPECTOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS
A manutenção e o desenvolvimento da infraestrutura da Faculdade CDL são feitos
segundo normas estabelecidas pela Mantenedora, por meio de:
I - dotação orçamentária;
II - recursos provenientes de convênios, parcerias, serviços prestados e outras
atividades da Faculdade CDL;
III - dotações que, a qualquer título, lhe concedam pessoas físicas e jurídicas;
IV - benefícios com que seja favorecida por pessoas físicas ou jurídicas.
A Faculdade CDL, mediante autorização da Mantenedora, poderá promover
investimentos tendentes à valorização patrimonial e à obtenção de rendas aplicáveis na
realização de seus objetivos.
Para realização de seus fins, além dos valores auferidos pela execução e suas
atividades, a Faculdade CDL se utilizará dos bens postos a sua disposição pela entidade
mantenedora.
Os legados e doações concedidos a Faculdade CDL serão incorporados ao
patrimônio desta, salvo disposição em contrário, expressa pelos doadores. Os bens e os
recursos da Faculdade CDL, construtivos de seu patrimônio, são tombados em livro próprio
e inventariados anualmente, não podendo ser utilizados ou aplicados se não na consecução
dos objetivos previstos neste estatuto.
O orçamento geral da Faculdade CDL será elaborado pelo Diretor Geral e submetido
à apreciação prévia e aprovação do Conselho Deliberativo da Faculdade CDL.
Os recursos afetos à Faculdade CDL terão conta individualizada e fins específicos
definidos no ato de sua constituição.
A prestação de contas da Faculdade CDL obedecerá os princípios da legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência, de acordo com as
normas brasileiras de contabilidade vigentes no país, bem como adotará práticas de gestão
administrativa, necessárias e suficientes a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva,
de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência da participação no respectivo
processo decisório.
Quadro resumo
Valores por Ano Expressos em Reais
ITENS/EXERCÍCIO
ANO I
ANO II
2.286.720
4.165.585
3.758.737
5.382.648
7.348.320
1.966.620
320.100,00
3.835.302
330.283,00
3.330.634
428.103,00
4.256.517
1.126.131,00
5.144.202
2.204.118,00
(A) Total das Receitas
(B) Total das Despesas
Total Geral = (A) – (B)
ITENS / EXERCÍCIO
ANO III
ANO IV
ANO V
Valores por Ano Expressos em Reais
RECEITAS (R$1,00)
2011
2.286.720
2012
4.165.585
2013
3.758.737
2014
5.382.648
2015
7.348.320
Anuidades/mensalidades (+)
1.780.800
2.201.760
3.143.040
4.572.720
6.676.800
35.616
44.035
62.860
91.454
133.536
180.000
0
142.464
504.000
180.000
1.500.000
176.140
504.000
300.000
360.000
432.000
251.443
630.000
365.818
907.200
534.144
907.200
1.966.620
3.835.302
3.330.634
4.256.517
5.144.202
20.000
0
40.000
0
40.000
0
60.000
0
80.000
0
Despesas Administrativas (-):*4
Encargos (-): amortização de
empréstimos
Equipamentos (-)
Eventos (-)
240.000
256.800
333.840
367.224
403.920
0
10.000
12.000
0
12.000
12.000
300.000
15.600
15.600
300.000
17.760
17.760
300.000
20.000
20.000
Investimento (compra de imóvel (-)
Manutenção (-):*5
Mobiliário (-)
Pagamento pessoal administrativo (-)
0
96.000
10.000
380.124
1.500.000
105.600
60.000
406.732
0
192.000
12.000
514.330
0
211.200
15.000
550.333
0
232.320
25.000
605.366
Pagamento professores (-)
Pesquisa e extensão (-): custos diretos
pós-graduação
Treinamentos (-): custos diretos cursos
abertos e fechados
933.376
1.177.050
1.533.731
2.219.800
2.919.708
164.000
164.000
205.000
295.200
295.200
101.120
101.120
168.533
202.240
242.688
Bolsas (- 2%)
Diversos (+): cursos abertos e
fechados*2
Financiamentos (+)
Inadimplência (- 8% s/mensalidades)
Serviços (+): cursos pós graduação *3
DESPESAS
Acervo bibliográfico(-)
Aluguel (-)
Notas Explicativas:
Ano I (2011):
*1:Considerou-se 560 alunos em 2011, pagando R$ 265,00/mês durante12 meses.
*2: Considerou-se uma receita média mensal de R$ 15.000,00 com cursos abertos e fechados
*3:Considerou-se quatro cursos de pós-graduação com 35 alunos, pagando 18 parcelas de R$ 300,00
(12 parcelas no ano)
*4:considerou-se uma média mensal de R$ 20.000,00 de despesas administrativas.
*5: Considerou-se uma despesa média mensal de R$ 8.000,00 com limpeza e manutenção predial
Ano II (2012):
*1:Considerou-se 660 alunos em 2012, pagando R$ 278,00/mês durante12 meses.
*2: Considerou-se uma receita média mensal de R$ 15.000,00 com cursos abertos e fechados
*3:Considerou-se quatro cursos de pós-graduação com 35 alunos pagando 18 parcelas de R$ 300,00.
(12 parcelas no ano)
*4:considerou-se uma média mensal de R$ 21.400,00 de despesas administrativas.
*5: Considerou-se uma despesa média mensal de R$ 8.800,00 com limpeza e manutenção predial
*6: considerou-se o custo médio de salário de professor/aluno ocorrido em 2011
R$ 933.376/560= R$ 1.666,75, acrescido do aumento de 7%, multiplicado por
660 alunos = R$ 1.177.050,00.
Ano III (2013):
*1:Considerou-se 760 alunos de tecnologia em 2013, pagando R$ 292,00/mês durante12 meses e mais 100
alunos de administração pagando R$ 400,00/mês durante 12 meses
*2: Considerou-se uma receita média mensal de R$ 25.000,00 com cursos abertos e fechados
*3:Considerou-se cinco cursos de pós-graduação com 35 alunos, pagando 18 parcelas de R$ 300,00.
(12 parcelas no ano)
*4:considerou-se uma média mensal de R$ 27.820,00 de despesas administrativas.
*5: Considerou-se uma despesa média mensal de R$ 16.000,00 com limpeza e manutenção predial
*6: considerou-se o custo médio de salário de professor/aluno ocorrido em 2012
R$ 1.177.050,00/660= R$ 1.783,41,75, acrescido do aumento de 7%, multiplicado por
860 alunos = R$ 1.533.732,00.
Ano IV (2014):
*1:Considerou-se 860 alunos de tecnologia em 2014, pagando R$ 321,00/mês durante12 meses, mais 150 alunos
de administração e 100 alunos de Contábeis pagando R$ 420,00/mês.
*2: Considerou-se uma receita média mensal de R$ 30.000,00 com cursos abertos e fechados
*3:Considerou-se seis cursos de pós-graduação com 35 alunos, pagando 18 parcelas de R$ 360,00.
(12 parcelas)
*4:considerou-se uma média mensal de R$ 30.600,00 de despesas administrativas.
*5: Considerou-se uma despesa média mensal de R$ 17.600,00 com limpeza e manutenção predial
*6: considerou-se o custo médio de salário de professor/aluno ocorrido em 2013
R$ 1.533.731,00/760= R$ 2.018,00, multiplicado por 1.100 alunos = R$ 2.219.800,00
Ano V (2015):
*1: Considerou-se 960 alunos de tecnologia em 2015, pagando R$ 340,00/mês durante12 meses, mais 300 alunos
de administração e 200 alunos de Contábeis pagando R$ 460,00/mês.
*2: Considerou-se uma receita média mensal de R$ 36.000,00 com cursos abertos e fechados
*3:Considerou-se seis cursos de pós-graduação com 35 alunos, pagando 18 parcelas de R$ 360,00.
(12 parcelas)
*4:considerou-se uma média mensal de R$ 33.660,00 de despesas administrativas.
*5: Considerou-se uma despesa média mensal de R$ 19.360,00 com limpeza e manutenção predial
*6: considerou-se o custo médio de salário de professor/aluno ocorrido em 2013
R$ 2.219.800,00/1.110= R$ 1.999,80, multiplicado por 1.460 alunos = R$ 2.919.708,00
6. PLANO DE EXPANSÃO
A Instituição pretende fazer sua expansão física e tecnológica num prazo máximo de
2 (dois) anos. Conta atualmente com 8 (oito) salas de aula. A Faculdade tem por objetivo a
construção de mais 8 (oito) salas, somando um total de 16 salas.
A CDL de Fortaleza é proprietária de diversos terrenos (cinco imóveis) anexos à sua
sede, adquiridos recentemente (2004/2005) para possibilitar a implantação e expansão das
atividades da Faculdade CDL. Estes terrenos possibilitarão, além da criação de espaços
para abrigar a expansão de ações e unidades de apoio da Faculdade, a oferta de adequado
número de vagas de estacionamento para veículos de professores, funcionários e alunos da
instituição.
Deve-se destacar que o prédio da CDL de Fortaleza tem amplas condições de se
expandir fisicamente, embora os espaços atualmente existentes sejam plenamente
satisfatórios para o funcionamento da entidade, inclusive da Faculdade. Merece ser
ressaltada a existência de um espaçoso e confortável auditório, equipado com modernos
recursos áudio visuais, inclusive com projeto de sonorização acústica e multimídia, com
capacidade para 200 (duzentos) participantes.
Com a expansão das salas de aula, a infraestrutura material e tecnológica será
ampliada para torná-las equipadas em concordância com as necessidades de cada curso e
do número de alunos e professores.

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