Bullying, mal antigo de combate recente

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Bullying, mal antigo de combate recente
A RAZÃO
JUNHO / 2011
PÁGINA 11
Artigo
Forno e Fogão
MARIA TEREZA GOMES
Estrogonofe
de almôndegas
INGREDIENTES
750 gramas de carne bovina
moída
500 gramas de macarrão
250 gramas de champignons
pequenos, cortados ao meio
Duas colheres (sopa) de extrato de tomate
Duas colheres (sopa) de
mostarda
2 dentes de alho esmagados
Duas colheres (chá) de fa rinha de trigo
Uma colher (chá) de páprica doce
Duas colheres (sopa) de óleo
50 gramas de manteiga
Uma cebola grande fatiada
60ml de vinho branco seco
120ml de caldo de carne
180 gramas de creme de
leite
MODO DE PREPARAR
Tempere a carne com
sal, pimenta e o alho esmagado e pegue com uma co lher a carne e faça bolinhas.
Misture a farinha com a
páprica e passe as almôndegas por essa mistura. Em
uma frigideira ou panela
coloque o óleo e metade da
manteiga e deixe esquentar.
Frite as almôndegas, virando-as até ficarem meio
douradas. Retire-as e colo que-as em papel toalha para
escorrer.
Coloque a outra parte da
manteiga e a cebola, e refogue até ficar transparente.
Coloque o cham pignons e
refogue. Coloque o extrato
de tomate, a mos tarda, o
vinho e o caldo de carne.
Junte as almôndegas e deixe
cozinhar por cinco minutos
em fogo baixo. Prove o tempero, coloque o cre me de
leite e retire do fogo, me xendo bem para derreter todo o creme. Salpique salsa
picadinha e sirva com ma carrão ou arroz.
Torta de
morango gelada
INGREDIENTES
Massa
2 pacotes de biscoito de amido de milho
200 gramas de margarina
Recheio
Uma colher (sopa) de farinha
de trigo
Duas latas de leite (medida
na lata de leite condensado)
Uma lata de leite condensado
Uma lata de creme de leite
Cobertura
Uma embalagem de gelatina
de morango
Uma caixa de morango para
enfeitar
MODO DE PREPARAR
Massa
Triturar os biscoitos, derreter a margarina na panela,
e misturar. Depois, colocar a
massa nas laterais e no meio
de uma assadeira de fundo
falso.
Recheio
Misturar todos os ingredientes e levar ao fogo até
virar um mingau. Depois,
colocar na forma que está a
massa.
Bullying, mal antigo
de combate recente
Maria Cristina Silva Pereira
F
ui vítima de bullying
quando adolescente,
mas só cheguei a essa conclusão um dia
desses, conversando com minha filha sobre fato que se
passou comigo no final da década de 60, quando cursava o
antigo Curso Ginasial, equivalente às últimas séries do
atual Ensino Médio.
Nessa época não se falava
em bullying e penso que não
se dava maior atenção, nos
meios escolares, a atos agressivos, intencionais e repetitivos
que ocorressem sem motivação
evidente e em desigualdade de
poder, praticados contra crianças e adolescentes.
Eu estudava numa
escola só para moças e
não fui perseguida pelas
colegas, com quem tinha
bom relacionamento. Era
um pouco tímida, meio
desajeitada, sem nenhuma intimidade com esportes, razão por que a
professora de Educação
Física me presenteou
com o solene rótulo de
Dona Abóbora.
Fiquei chateada, é claro, e
lembro-me de minha avó,
muito contrariada com a situação, estimulando meus pais a
irem à escola para reclamar da
professora. Pelo que sei, isso
nunca aconteceu. Minha mãe
deve ter me acalmado, nem
lembro como as coisas se acomodaram.
O tempo passou e, apesar
da situação constrangedora,
continuei a estudar na mesma
escola até a conclusão do
Curso Normal, com a mesma
professora de Educação Física
sempre presente.
Superei essa etapa. Afinal,
com o passar do tempo vamos
amadurecendo, e com apoio da
família a autoestima vai se fortalecendo. O fato é que não
Para evitar que, pela umidade, se
torne difícil sair o sal do saleiro,
deixe secar ao sol alguns grãos de
arroz e ponha-os no saleiro.
-
vítima. Essa atuação pode iniciar-se de maneira sutil e se
estender por muito tempo, tornando-se cada vez mais intensa e até perigosa, levando a vítima a tornar-se agressora,
geralmente, em busca de
justiça.
Da mesma forma, com a
sintonia de pensamentos afins,
o astral inferior intui os agressores, que usam a inteligência
e a criatividade para engendrar
suas ações malévolas. Como a
união faz a força, unem-se espíritos encarnados e desencarnados em torno de um só intento: atingir outrem, moral
e/ou fisicamente.
A partir do momento em
que estudiosos explicam o
fenômeno do bullying acende-
Crianças e jovens precisam ser amados,
educados, e devem ser estimulados a
desenvolver hábitos de respeito ao próximo.
triste, desamparada e sofrida,
e ainda se depara com pessoas
desrespeitadoras, que têm
prazer em fazer o seu semelhante sofrer, enfrentará verdadeiras batalhas para as quais
provavelmente não estará
preparada.
Os agressores têm como
hábito humilhar aqueles que
escolhem para vítimas, não
raro, arquitetando armadilhas
para atingi-los física e moralmente.
Configura-se um quadro
propício à obsessão em ambos
os lados. Os pensamentos negativos, a fragilidade emocional, a baixa autoestima, o isolamento, fatores muitas vezes
associados ao fanatismo religioso, abrem espaço para atuação do astral inferior sobre a
se a luz da advertência para
que a sociedade passe a olhar
o assunto com maior interesse
e cuidado.
Famílias e professores
constituem os grupos mais
próximos a vítimas e agressores e devem aprender a observar detalhes que indiquem
que essas desordens emocionais estão acontecendo. Vale
a pena consultar matéria de
autoria de Tharsila Prates publicada na edição de maio de
A Razão, sob o título Pais,
atenção ao bullying.
Quanto mais cedo os responsáveis perceberem que uma
criança ou adolescente esteja
sendo alvo de bullying ou que
crianças e jovens estejam praticando ações que levam ao
bullying, maiores serão as
chances de se evitar o agravamento desse mal e, por conseguinte, que se chegue a ações
desesperadas e desastrosas.
Os seres encarnados precisam conhecer-se como Força
em evolução (espírito) que,
para isso, faz uso da matéria
(corpo), para que possam compreender a necessidade de
preservar esse corpo o melhor
possível, evitando situações
que possam levar à morte prematura, por exemplo.
O espírito também precisa
de cuidados, de bom direcionamento, para que se aprimorem suas qualidades e que
se abrandem suas dificuldades,
garantindo, assim, o bom
aproveitamento da encarnação
com vistas à sua evolução. Tratando-se de crianças, essa tarefa cabe aos adultos
responsáveis por elas.
Crianças e jovens
precisam ser amados, respeitados, educados, e devem ser estimulados a
desenvolver hábitos de
respeito ao próximo, a
cultivar bons pensamentos, a fortalecer a vontade
para a prática do bem, a
não desejar para outros o que
não querem para si, entre tantos outros princípios que, com
certeza, os deixarão menos vulneráveis à ação do astral inferior. É, também, muito benéfica a prática diária da limpeza
psíquica no lar, preferencialmente nos horários das 7 horas da manhã e 20 horas.
Essas orientações fazem
parte dos princípios racionalistas cristãos que os interessados poderão conhecer ao ler
as obras essenciais da Doutrina: Racionalismo Cristão,
44ª edição e Prática do Racionalismo Cristão, 13ª edição.
Maria Cristina Silva Pereira é
frequentadora da Filial Santos (SP).
ESTILISTA
THEREZA
WILSON CARNEVALLI
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Cobertura
Fazer a gelatina como
manda a embalagem. Quando o recheio estiver totalmente frio, colocar a gelatina pronta por cima e decorar com os morangos. Pôr na
geladeira até endurecer a
gelatina. Melhor é fazer de
um dia para outro.
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tive ímpetos de vingança, nunca pensei em dar o troco à
professora.
Nem sempre, porém, as
coisas acontecem assim. Pelo
que vemos no noticiário, o bullying pode levar pessoas a
cometerem desatinos, verdadeiras tragédias.
Alguém poderá argumentar que o episódio ocorrido
comigo não foi tão sério assim.
É verdade, mas o bullying tem
dois componentes: de um lado, a vítima, e de outro, o
agressor ou agressores. E o
grau de gravidade do processo
depende do nível da agressão
e da sensibilidade da vítima.
Quando a vítima tem uma
história de vida com grandes
dificuldades, uma infância
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Minha história de vida
Amélia Corrêa Coelho se
mostra como espiritua lista e
escreve por intuição em forma
de crônica. Em O Vestido Azul
de Maria Luiza, conta em linguagem clara, de fácil entendimento, a história de um espírito que reencarna para cumprir
tarefas que havia deixado incompletas.
A autora conta no livro a sua
história, desde que saiu de sua terra
natal, no Nordeste, até sua vinda e vida no Rio de Janeiro, retratando seus
momentos de dificuldade e revelando
os meios que usou para vencer as
adversidades que se opuseram a ela.
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