Visão Romântica

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Visão Romântica
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“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino,
mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”.
I Coríntios 13:11
“Chegar a um dojo ou academia de artes marciais, fazer a matrícula e pagar as taxas e pronto,
agora vou ser que nem Steven Seagal, Jet Li ou o astro do momento, Tony Jaa”! Muitos, mas
muitos mesmo, ainda procuram um dojo no acreditando que a frequência de três aulas de uma
hora por semana os fará ser tão bons quanto seus ídolos. Tolice dupla! Ser bom na tela uma
coisa, e com certeza os astros treinam, treinam, e treinam e apenas treinam, com muita
disciplina e dedicação, e não como hobby. Segunda parte da tolice: quem está preparado para
ser abordado por um profissional do crime ou até um profissional de máfia? Não seria então o
uso dos princípios da prudência e estratégia mais úteis do que um embate real?
O homem ocidental típico, com muita testosterona e cheio de si, pode acreditar que treinar uma
arte marcial de maneira terapêutica lhe dará chances de “destroçar” um oponente durante uma
abordagem pessoal. Esses são candidatos a aparecer no jornal como estatística da violência,
ou fato tão infeliz, aventuram-se com seu “suposto” conhecimento e “experiência” técnica e
iludem, por ignorância, ou arriscam a vida de outros: cego seguindo cego.
O treinamento comum de artes marciais apresenta ao indivíduo, em sua maioria, sistemas de
combate desenvolvidos em tempos remotos, realidades feudais. Shidoshi Jordan Augusto, um
dos brasileiros com mais conhecimento em artes marciais na minha opinião, em um recente
artigo em seu site, relatou que a Europa atualmente sofre muito com a ascensão de máfias
organizadas que praticam até mesmo o tráfico humano. Em seu artigo ele cita que segundo
pesquisas um profissional treinado leva apenas três segundas para abordar e subjugar sua
vítima, no caso, o profissional pode naturalmente pertencer a uma máfia. Terá o cidadão
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comum como escapar? Sim, em vez de pensar no embate, pense em todo o sistema de
estratégia, inteligência e sabedoria que há nos antigos caminhos marciais, heiho. Evitar certos
caminhos, certos lugares, determinados horários e determinadas pessoas fazem parte de do
bom senso, qualidade que evita muita confusão!
Aikido fez parte do repertório treinado por Tony Jaa. Quem assistiu seus filmes pode ver o
potencial destrutivo dos “ude hijiki”, chave de cotovelo, aplicados aos oponentes, mas claro,
filme é filme, realidade é realidade. Cabe a cada um o bom senso e cautela!
Nasrudin na sepultura
Nasrudin caminhava à noite em estrada deserta. Um grupo de cavaleiros dirigia-se na sua
direção. A sua imaginação, movida pelo medo, apontava perigos terríveis, sem fim. Começou a
fugir, saltou o muro de um cemitério e estendeu-se numa cova aberta. Os cavaleiros
estranhando-o seguiram-no e interpelaram-no:
- Que fazes criatura nessa cova? Podemos ajudar-te?
- Estou aqui por vossa causa e vós aqui por mim - respondeu tremendo Nasrudin.
Fontes:
Bíblia;
Shidoshi Jordan Augusto, Ogawa Ryu;
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