ovace

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ovace
06/02/2014
Aspectos Legais

Art. 135º CP - Omissão de socorro
Resoluçao 311/2007
Art. 22 - Disponibilizar seus serviços
profissionais à comunidade em casos de
emergência, epidemia e catástrofe, sem
pleitear vantagens pessoais.
 Art. 26 - Negar Assistência de Enfermagem
em qualquer situação que se caracterize
como urgência ou emergência.

Enf. Marcos Wesley
PRINCIPAIS MUDANÇAS
Corrente de Sobrevivência
Protocolo Internacional
1
06/02/2014
MANOBRAS
ATENÇÃO AO PROTOCOLO!
ADULTOS
CRIANÇAS
RECONHECIMENTO
BEBÊS
NÃO RESPONSIVO (PARA TODAS AS IDADES)
SEM RESPIRAÇÃO OU COM RESPIRAÇÃO ANORMAL (GASPING)
SEM PULSO PALPÁVEL EM 10 SEGUNDOS (PS)
LEIGOS
ACIONAMENTO
(SOZINHO)
Bebê (lactente) 0 --- 1 ano
VIAS AÉREAS
Criança 1 ---------- 8 anos
VENTILAÇÃO SEM COMPRESSÃO PS
Adulto 8 anos em diante (25 Kg)
PULSO ≤ 10 Seg
PROFISSIONAIS
1 SEGUNDO
10 A 12 VENT/MIN
VENTILAÇÕES VIA AÉREA AVANÇADA
PONTOS DE REFERÊNCIA PARA
COMPRESSÕES
MÉTODO DE COMPRESSÃO
RELAÇÃO COMPRESSÃO VENTILAÇÃO
Criança 1 ano ----- puberdade
SOCORRISTA NÃO TREINADO OU
TREINADO E NÃO PROFICIENTE
SEQUÊNCIA RCP
FREQUÊNCIA DE COMPRESSÃO
PROFUNDIDADE DE COMPRESSÃO
DESFIBRILAÇÃO
APÓS 5 CICLOS RCP.
PARA COLAPSO SÚBITO TESTEMUNHADO APÓS FALTA DE
RESPONSIVIDADE
INCLINAÇÃO DA CABEÇA – ELEVAÇÃO DO QUEIXO
(PS) TRAUMA – ELEVAÇÃO DA MANDÍBULA
DURAÇÃO DE VENTILAÇÃO
Bebê (lactente) 0 --- 1 ano
Adulto puberdade em diante
SEM RESPONSIVIDADE
(PS)- ASFIXIA APÓS 5
CICLOS (2 MIN RCP)
12 A 20 VENT/MIN
8 A 10 VENT/MIN
CARÓTIDA
PS FEMORAL CRIANÇAS
BRAQUIAL OU FEMORAL
CENTRO DO PEITO ENTRE OS MAMILOS
ABAIXO DA LINHA DOS
MAMILOS
2 MÃOS: CALCANHAR
DE 1 MÃO, OUTRA
MÃO POR CIMA
30X2 (1OU2
SOCORRISTAS)
2 MÃOS: CALCANHAR DE 1
MÃO, OUTRA MÃO POR CIMA
1 MÃO: CALCANHAR DE 1
MÃO
1 SOCORRISTA: 2 DEDOS
PS: 2 SOCORRISTAS: 2
POLEGARES
30X2 (1OU2 SOCORRISTAS)
PS 15X2 (2SOCORRISTAS)
APENAS COMPRESSÕES
C-A-B
NO MÍNIMO 100/min
NO MÍNIMO 2 POLEGADAS (5cm)
NO MÍNIMO 1 1/2 POL (4cm)
USAR DEA/DAE ASSIM QUE DISPONÍVEL
2
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61- (Enf_SAMU_VUNESP_2010). A frequência
entre a massagem cardíaca e a ventilação
a ser realizada no atendimento de parada
cardíaca em adulto, segundo a
recomendação da American Heart
Association (Associação Interamericana do
Coração), é de
 (A) 15:1.
 (B) 30:1.
 (C) 30:2.
 (D) 15:2.
 (E) 20:2.
Dispositivos de RCP
AutoPulse
Não houve melhoria na
sobrevivência em 4 horas e um
pior resultado neurológico
04- (ENF_FUNIVERSA_2005) O procedimento de
massagem cardíaca fechada, realizada numa
parada cardíaca para restabelecer e manter a
circulação, é a compressão
 (A) rítmica do coração, pela pressão aplicada
manualmente sobre o esterno.
 (B) arrítmica do coração, pela pressão aplicada
manualmente sobre as costelas.
 (C) rítmica do coração, pela pressão aplicada
manualmente sobre a clavícula.
 (D) arrítmica do coração, pela pressão aplicada
manualmente sobre o úmero.
 (E) rítmica do pulmão, pela pressão aplicada
manualmente sobre o esterno.

Outras alterações
2010 (Nova):
2005 (Antiga):
"Ver, ouvir e sentir” foi
removido
"Ver, ouvir e sentir” era usado
para avaliar respiração
Se não houver um desfibrilador
manual disponível, aconselhase um DEA/DAE com
atenuação de carga
pediátrica. Se nenhum dos dois
estiver disponível, use sem
atenuador de carga
Há dados insuficientes para
recomendação pró ou contra
o uso de DEAs em bebês com
menos de 1 ano de idade.
Convém evitar colocar as pás Posicione a pá, no mínimo, a 1
diretamente sobre o dispositivo polegada (2,5 cm) de
implantado.
distancia do dispositivo.
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Outras alterações
2010 (Nova):
Outras alterações
2005 (Antiga):
• Soco precordial - TV
Não havia recomendações
instável (inclusive TVSP)
anteriormente
presenciada e
monitorizada se não houver
um desfibrilador pronto
para uso.
• Não deve retardar a RCP
• Não teve resultado em FV
• A cardioversão sincronizada não deve ser usada para
FV por não se perceber uma onda de QRS
TVSP
Tais ritmos exigem cargas de desfibrilação de alta
energia não sincronizados
Parada Cardiorrespiratória
2010 (Nova):
2005 (Antiga):
A atropina não é recomendada
A atropina foi incluída no algoritmo
para uso de rotina no tratamento de de SAVC para a PCR: para
AESP/assístole e foi retirada do
pacientes em assistole ou AESP lenta
algoritmo de SAVC para PCR
CUIDADOS PÓS-RCP
• Intervenções coronárias
percutâneas (ICPs) devem ser
executadas, quando indicadas.
•Eletroencefalograma (EEG) deve ser
realizado porque convulsões são
comuns após a PCR
• Hipotermia terapêutica após PCR
intra ou extra-hospitalar com ritmo
de AESP/assistolia
A hipotermia terapêutica foi
recomendada para vitimas
comatosas adultas, de PCR extrahospitalar presenciada, quando o
ritmo de apresentação era de FV
Parada Cardiorrespiratória
 PCR
é a interrupção súbita da atividade
mecânica ventricular, útil e suficiente, e da
respiração;


Morte clínica: falta de movimentos respiratórios e
batimentos cardíacos eficientes na ausência de
consciência, com viabilidade cerebral e biológica;
Morte biológica irreversível: deterioração irreversível
dos órgãos, que se segue à morte clínica, quando
não se institui as manobras de RCR;
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06/02/2014
Parada Cardiorrespiratória
 NO

ADULTO
MODALIDADES DE PARADA CARDÍACA
 ASSISTOLIA
Infarto Agudo do Miocárdio,
Doenças coronarianas,
 FIBRILAÇÃO
VENTRICULAR (FV)
VENTRICULAR SEM PULSO
 TAQUICARDIA
 EM

(TVSP)
CRIANÇAS
Insuficiência respiratória
ELETROFISIOLOGIA
DO CORAÇÃO
 ATIVIDADE
Nó Sino-Atrial
(SA)
Nó Átrio-Ventricular
(AV)
Feixe de His
(HIS)
Vias
Internodais
Ramos Direito
Esquerdo
ELÉTRICA SEM PULSO (AESP)
21- (SAO GONCALO 2011).O eletrocardiograma (ECG)
representa valioso registro do funcionamento cardíaco, quanto
à atividade elétrica. Com referência ao traçado no ECG, é
correto afirmar que:
A) o nódulo sinoauricular inicia o impulso elétrico que se difunde
nas duas aurículas como uma onda de despolarização e
determina a ondaT.
B) após o complexo QRS, existe uma pausa representada pelo
segmentoQT.
C) a estimulação auricular é registrada como onda Q.
D) o complexo QRS representa o início da contração ventricular.
E) a onda P representa, eletricamente, despolarização
ventricular.
Fibras de Purkinje
(subendocárdicas)
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MODALIDADE DE PARADA CARDÍACA ASSISTOLIA
CERCON - 2009 - Prefeitura de Matriz de Camaragibe/AL - Enfermeiro
Qual o principal soluto do líquido intracelular (LIC)?
a) Sódio
b) Cloreto
c) Potássio
d) Bicarbonato
e) Cálcio
MODALIDADE DE PARADA CARDÍACA - FV

É a contração incoordenada do miocárdio
em conseqüência da atividade caótica de
diferentes grupos de fibras miocárdicas,
 Arritmia

mais frequente no APH (85%)
É a arritmia de melhor prognóstico,
quando tratada a tempo (desfibrilação é o
tratamento efetivo)
É
a cessação de qualquer atividade elétrica ou
mecânica dos ventrículos.
 Prognóstico ruim
 Intra-hospitalar (85%)
 Maior parte dos pacientes em assistolia não
sobrevive (1 a 2/100 PCR)
MODALIDADE DE PARADA CARDÍACA - TVSP
É
a sucessão rápida de batimentos ectópicos
ventriculares que podem levar à deterioração
hemodinâmica, chegando mesmo a ausência de
pulso arterial palpável


4% das PCR intra-hospitatalares
Considerada como uma arritmia pré-fibrilatória
 Tratamento
é o mesmo da fibrilação ventricular
O
ECG caracteriza-se pela repetição de
complexos QRS alargados não precedidos de
ondas P
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MODALIDADE DE PARADA CARDÍACA - AESP
MODALIDADE DE PARADA CARDÍACA - AESP
CAUSAS DE AESP
É
caracterizada pela ausência de pulso
detectável na presença de algum tipo de
atividade elétrica, com exclusão de TV ou FV
56- (Enf_SAMU_VUNESP_2010). A hipernatremia é o
aumento da concentração plasmática de
 (A) sódio.
 (B) potássio.
 (C) cálcio.
 (D) magnésio.
 (E) fosfato.
5T
5H
Tamponamento cardíaco
(neoplasia, IAM, trauma
torácico)
Hipovolemia
Tensão do tórax (
pneumotórax hipertensivo)
Hipóxia
Trombose coronariana ( IAM
extenso)
Hipercalemia /
Hipocalemia
Tromboembolismo pulmonar
Hipotermia
Tóxicos ( antidepressivos,
beta-bloqueadores, etc.)
H + ( íon hidrogênio)
(acidose)
 UNIUV
- 2011 - Prefeitura de Assaí/PR - Enfermeiro
Hipercalemia significa que, no sangue, há:





a) Excesso de potássio;
b) Insuficiência de cálcio;
c) Excesso de sódio;
d) Insuficiência de cloro;
e) Excesso de bicarbonato de sódio.
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SPDM - 2012 - SAMU/SC - Enfermeiro
 Em relação às arritmias cardíacas e suas características,
correlacione as colunas e a seguir assinale a alternativa correta.
(1) Fibrilação Ventricular
(2) Assistolia
(3) Atividade Elétrica sem Pulso (AESP)
(4) Fibrilação Atrial
( ) Qualquer ritmo ou atividade elétrica que não produza um pulso
palpável.
( ) A frequência do átrio não pode ser constatada; a frequência
cardíaca ventricular é de 160 a 180 bpm; ritmo irregular; onda P:
atividade elétrica caótica ou ondas fibrilatórias.
( ) Não há complexo QRS de aparência normal; frequência elevada
e desorganizada; ritmo irregular, ondas variam em tamanho e forma;
( ) Ausência completa da atividade elétrica ventricular. Por vezes,
podem aparecer ondas P, com batimentos de escape ventricular
irregulares.
 a) 3,1,4,2.
 b) 2,4,1,3.
 c) 3,4,1,2.
 d) 2,1,4,3
107. Diante um quadro de Atividade Elétrica sem
pulso (AESP), responda a alternativa correta:
 A. No atendimento a vítimas de AESP, é
recomendado Ressuscitação Cardio Pulmonar
 B. É recomendado a desfibrilação elétrica o
mais precoce possível.
 C. Trauma Crânio Encefálico é uma das causas
de AESP.
 D. É pouco evidenciado quadro de AESP em
pacientes em hipovolemia grave.
105. Durante um quadro de Atividade
Elétrica sem pulso (AESP), deve-se
investigar os 5 “H”s e os 5”T”s. Qual das
possibilidades abaixo NÃO se refere a um
dos “H”?
A. Hipovolemia
B. Hipóxia
C. Hipertensão
D. Hipotermia
 38-
AOCP - 2013 - IBC – Enfermeiro Durante a Reanimação Cárdio-Pulmonar
(RCP), as ventilações realizadas em
paciente com via aérea avançada deve
ser na frequência:
 a) 12 a 14 ventilações por minuto.
 b) 2 ventilações após 30 compressões.
 c) 8 a 10 ventilações por minuto.
 d) 1 ventilação após 15 compressões.
 e) 15 a 30 ventilações por minuto
8
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






FCC - 2012 - Banco do Brasil - Enfermeiro do
Trabalho
Em relação à aplicação de soco precordial no
atendimento à vítima de parada cardiorrespiratória
(PCR) não presenciada em ambiente extrahospitalar, uma das recomendações que consta nas
Diretrizes da American Heart Association − AHA 2010
diz respeito a:
a) contraindicação do mesmo.
b) indicação prioritária desse procedimento em
relação ao uso do desfibrilador.
c) prioridade da aplicação desse procedimento nos
casos em que a PCR foi decorrente da taquicardia
ventricular.
d) aplicação segura dessa técnica, quando não
executada com força e pressão excessiva.
e) indicação prioritária desse procedimento em
relação às manobras de ressuscitação
(reanimação) cardiopulmonar (RCP).










33. (SARAH 2012 TE) De acordo com as últimas diretrizes de
Ressuscitação Cardiopulmonar – RCP – SBV – para
indivíduos adultos em parada PCR, publicado em 2010,
analise as afirmativas abaixo, indicando V ou F. Em
seguida assinale a alternativa correspondente:
( ) A avaliação da respiração, “Ver, Ouvir e Sentir” foi
mantida no Algorítimo do Suporte Básico de Vida
( ) A sequência via aérea, respiração, compressões
torácicas (A-B-C) foi alterada para compressões torácicas,
via aérea, respiração, (C-A-B)
( ) A relação compressão- ventilação deve ser de 30:2
para um único socorrista de adultos
( ) A frequência de compressão mínima deve ser de
100/minuto
( )Evitar excesso de ventilação
a) V F V F V
B) F V F V F
C) F V V V V
D) V F F F F
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
ATENDIMENTO
Avaliar o local de atendimento
Medidas de Proteção Individual
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SUPORTE
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Checar a resposta da vítima (AVDI)
Você está
bem?
Posso ajudar?
Acione o socorro / DEA
Posicione a vítima em uma superfície
plana e rígida (supina)
SUPORTE
SUPORTE BÁSICO
BÁSICO DE VIDA
A vítima só deve ser movida se não
responder aos estímulos e se não
houver certeza da respiração.
10 - -(Enfermeiro VUNESP 2010) Uma pessoa foi atropelada por um
carro, tendo sido projetada a cerca de 5 metros do local do impacto
inicial. O motorista do carro evadiu-se. O local está em segurança. A
vítima encontra-se em decúbito ventral, inconsciente, com
respiração ruidosa e nítidas deformidades nos membros inferiores e
no antebraço esquerdo. A enfermeira do SAMU deverá, inicialmente,
(A) verificar a existência de fraturas de ossos longos ou pelve antes
da manipulação.
(B) instalar colar cervical antes de qualquer manipulação.
(C) imobilizar os membros fraturados precocemente.
(D) estabilizar a cabeça e realizar manobra de 180 graus
posicionando a vítima em prancha longa.
(E) ventilar a vítima com oxigênio suplementar.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
C – Circulation:
Circulação
Cuidado com a coluna cervical em
caso de trauma!
10
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SUPORTE BÁSICO DE VIDA
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Após 5 ciclos (2 min):
Reavaliar!
Ponto de
compressão
no esterno
Profundidade: mínimo 5 cm
Região da mão
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
30 compressões
X
2 ventilações (5x)
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
A – Airway: Abertura das VA
Desobstruir as vias aéreas
Local da compressão: 1 dedo abaixo da linha dos mamilos
 Utilizar 2 dedos

30:2 (sozinho) / 15:2 (2 socorristas)
 Profundidade da compressão: mínimo 4 cm
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SUPORTE BÁSICO DE VIDA
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
B – Breathing: Boa ventilação
Técnica de varredura
digital
Não fazer varredura
digital às cegas!
Segurança do socorrista! (Barreiras)
 “Boca a boca” – Método simples, rápido e eficaz de
realizar a respiração de salvamento
Boca-nariz, boca-boca-nariz, boca-máscara, ambúmáscara, ambú-cânula, ambú-traqueostomia
RETIRADO DO PROTOCOLO:
VOS
VER
OUVIR
SENTIR
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
 Em bebês – soprar apenas com o ar das
bochechas! A técnica de ventilação é o bocaboca-nariz
 Ventilação adequada: observar a expansão do tórax
e sensação do fluxo de ar na expiração
12
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SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Vítima voltou a respirar:
manter DLE e observar
rigorosamente a
respiração
Posição Lateral de Segurança
FUMARC - 2012 - Tribunal de Justiça/ MG - Enfermeiro
Com relação às Diretrizes de 2010 da American Heart Association (AHA)
para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento
Cardiovascular de Emergência (ACE), analise as afirmativas abaixo:
I - As novas diretrizes enfatizam uma RCP de alta qualidade e para isto a
freqüência de compressão deve ser de aproximadamente 100 bpm.
II - Deve-se fazer uma compressão mínima de 5 cm no tórax do adulto e
de, no mínimo um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, em bebê
e crianças (aproximadamente, 1,5 polegada [4 cm] em bebê e 2
polegadas [5 cm] em crianças).
III - Não houve alteração na recomendação referente à relação
compressão-ventilação de 30:2 para um único socorrista de adultos,
crianças e bebê (excluindo-se recém-nascidos).
IV - Recomenda-se a alteração na sequência de procedimentos de SBV
de ABC para CAB.
Marque a opção CORRETA:
a) As afirmativas I, II, III e IV são falsas.
b) Apenas a afirmativa II é falsa.
c) As afirmativas II e IV são falsas.
d) Apenas a afirmativa I é falsa
UNIUV - 2012 - Prefeitura de São Mateus do Sul/PR - Enfermeiro
Nos casos de parada cardiorrespiratória (PCR), é correto afirmar que:
a) O sinal mais confiável de parada cardíaca é a ausência do pulso
radial;
b) A primeira etapa da ressuscitação cardiopulmonar é verificar
sinais vitais;
c) A lesão cerebral irreversível ocorre após 30 segundos do início da
PCR;
d) A presença de duas pessoas para realizar as manobras na PCR é
desnecessária;
e) A massagem cardíaca deve ser realizada com o paciente em
superfície rígida.
12- -(Enfermeiro VUNESP 2010). As manobras de
ressuscitação cardiorrespiratória têm por finalidade
restaurar a interrupção da circulação e/ou respiração
e manter a circulação de sangue oxigenado para o
cérebro e outros órgãos vitais. A relação
ventilação/compressão torácica deve obedecer a
uma sequência de:
(A) 1:15 com um socorrista.
(B) 1:15 com dois socorristas.
(C) 3:15 com um socorrista.
(D) 2:15 independentemente da quantidade de
socorristas.
(E) 2:30 independentemente da quantidade de
socorristas.
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SUPORTE BÁSICO DE VIDA
EXAMES - 2012 - Prefeitura de Bananeiras/PB - Enfermeiro
As diretrizes do Suporte Básico de Vida em uma Ressuscitação
Cardiopulmonar (RCP), sofreram algumas modificações em
2010. Marque a alternativa que não faz parte destas
modificações:
DESFIBRILAÇÃO PRECOCE
a) Frequência de compressão mínima de 100/minuto.
b) Profundidade de compressão mínima de 5 cm em adulto.
c) Retorno parcial do tórax após cada compressão.
d) Evitar excesso de ventilação.
e) Minimização das interrupções nas compressões torácicas
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
DESFIBRILAÇÃO PRECOCE
Desfibrilador externo automático (DEA)
 Situações Especiais
 A vítima está na água - secar o tórax
SPDM - 2012 - SAMU/SC - Enfermeiro
Um homem estava caminhando no clube de esportes e
apresentou uma parada cardiorrespiratória súbita. No local
havia um profissional de saúde bem como um desfibrilador
automático externo (DEA/DAE) para situações de
emergência. Nesse caso, o profissional de saúde deverá:
a) aplicar a Reanimação Cardiopulmonar (RCP)
imediatamente e usar o DEA/DAE tão logo o equipamento
esteja disponível.
b) usar o DEA/DAE imediatamente e após realizar ventilações
de resgate seguidas de compressões torácicas.
c) aguardar a presença do Serviço de Atendimento Médico
de Urgência (SAMU) para iniciar a RCP e utilizar o DEA/DAE.
d) iniciar a RCP com pressão cricoide durante a ventilação e
a seguir realizar as compressões torácicas
14
06/02/2014
06-(AET_FUNIVERSA_2010) Assinale a alternativa que
corresponde à conduta correta a ser adotada
durante uma parada cardiorrespiratória.
(A) Posicionar o paciente em uma bancada firme,
desobstruir as vias aéreas e iniciar massagem e
ventilação (trinta massagens para duas ventilações).
(B) Posicionar o paciente em decúbito semi-elevado,
desobstruir as vias aéreas e iniciar massagem e
ventilação (cinco massagens para duas ventilações).
(C) Posicionar o paciente em uma elevação de 30° e
iniciar massagem e ventilação (sete massagens para
duas ventilações).
(D) Posicionar o paciente em decúbito lateral e iniciar
massagem e ventilação (sete massagens para duas
ventilações).
Complicações RCP
07- (AET_FUNIVERSA_2010) Um paciente apresenta os
seguintes sintomas: inconsciência, ausência de pulso e
respiração, palidez intensa, extremidades frias, cianose e
dilatação de pupilas. Assinale a alternativa que apresenta a
suspeita e a conduta imediata a ser realizada nessa
situação.
(A) Suspeita-se de uma parada cardiorrespiratória e a
conduta é o rápido transporte para um hospital próximo.
(B) Suspeita-se de que o paciente apresente sintomas de
asma brônquica e a conduta é o uso de broncodilatadores.
(C) Suspeita-se de Síndrome do Desconforto Respiratório
Agudo (SDRA) e a conduta é intubação traqueal.
(D) Suspeita-se de uma parada cardiorrespiratória e a
conduta é reanimação cardiorrespiratória imediata no local
encontrado, desde que esse local seja seguro.
(E) Suspeita-se de uma situação de choque cardiogênico e
a conduta é expectante.
RCP
 Fraturas de costelas e esterno
Contra-indicações
 Trauma pulmonar
 Sinais óbvios de Morte
 Pneumotórax
 Pacientes terminais
 Hemotórax
 Lesões no coração,
fígado e outros órgãos
Quando parar a RCP
 Retorno da respiração e circulação
 Chegada de socorro especializado
 Exaustão do socorrista
15
06/02/2014
Encerramento dos esforços de rcp em
adultos com PCR extra-hospitalar
No SBV
 PCR
não presenciada pelo profissional do
SME ou primeiro socorrista
 Ausência de RCE após três ciclos completos
de RCP e analises do DEA/DAE
103. (MPU TE) Em relação ao último consenso de
reanimação cardiopulmonar responda.
 A. Durante a RCP em adulto, com dois socorristas,
deve ser feito 15 compressões para duas
ventilações.
 B. Na Fibrilação Ventricular recomenda-se a
administração de três choques consecutivos de
360 J
 C. Recomenda-se em vítimas de PCR por mais de
cinco minutos a realização de manobras de
ressucitação por dois minutos, antes da
desfibrilação.
 D. Em caso de obstrução das vias aéreas deverá
realizar a varredura as cegas para tentar
desobstruir
100- (FCC CAMARA 2007) Ao constatar a parada
cardio-respiratória em um cliente adulto, inicia-se o
processo de reanimação. Um desses procedimentos,
de acordo com as diretrizes da American Heart
Association (2005), é
 (A) golpear o tórax do cliente, três vezes seguidas,
antes de iniciar as compressões torácicas.
 (B) colocar a tábua de massagem, forrada com
espuma macia de dois centímetros, embaixo do
tórax do cliente.
 (C) posicionar o cliente em decúbito dorsal
horizontal.
 (D) posicionar a cabeça do cliente para frente antes
de ajustar a máscara do ambu.
 (E) obedecer a proporção de quinze compressões
torácicas para duas ventilações.

09 -(Enfermeiro VUNESP 2010) O atendimento da parada
cardiorrespiratória (PCR) envolve duas etapas: avaliação primária
(basic life support – BLS) e secundária (advanced life support – ALS).
A respeito dessas etapas, a afirmativa correta é:
I. BLS visa ao reconhecimento e atendimento de situações de
emergência;
II. na PCR, se a respiração estiver ausente, realizar duas ventilações
de resgate;
III. utilizar o DEA (desfibrilador elétrico automático) como último
recurso no atendimento da PCR;
IV. a abertura das vias aéreas deve ser feita através da elevação
da mandíbula e hiperextensão cervical para todos os casos.
Está correto o contido apenas em
(A) I e III.
(B) II e III.
(C) II e IV.
(D) III e IV.
(E) I e II.
16
06/02/2014
Traumatismos Músculo-Esqueléticos
 Entorse

Traumatismos Músculo-Esqueléticos
FRATURA
Estiramento dos ligamentos
adjacentes a uma articulação
 Distenção

Estiramento muscular
 Luxação

Perda de contato entre duas
articulações
Dor local, edema, incapacidade
funcional, deformidade
TRAUMATISMOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS
 Fratura Fechada
Tecidos que compõem a
região próxima ao osso
fraturado permanecem
íntegros.
Não há ruptura epitelial !
 Fratura Aberta (Exposta)
Tecido ósseo está em
contato com o meio
externo, com o osso
exteriorizado ou não
Traumatismos Músculo-Esqueléticos
FRATURA
SINAIS E SINTOMAS
• Dor
•Perda motora
• Não movimentação
• Alteração da
angulação (depressão
ou elevação da pele)
• Edema local
•Hematoma
• Exposição óssea
• Ausência de pulso
no membro,
• Creptação
17
06/02/2014
Traumatismos Músculo-Esqueléticos
Cuidados
Traumatismos Músculo-Esqueléticos
Fratura exposta:
 PPMS
RICE
 Repouso
 Ice = gelo (20 min 3 a 4x/dia por 48 a 72h)
 Compressão (bandagem 18 a 24h)
 Elevação
53- (Enf_SAMU_VUNESP_2010). Luxação é a perda
parcial ou total do contato entre as superfícies
ósseas que compõem uma articulação. No
atendimento pré-hopitalar, recomenda-se que se
realize
 (A) imobilização provisória e aplicação de frio.
 (B) imobilização provisória e aplicação de calor.
 (C) manipulação do local e aplicação de calor.
 (D) manobras para esticar o local e aplicação de
frio.
 (E) manobras para esticar o local e aplicação de
calor
• Retirar roupas da região
• Limpar com soro fisiológico
• Cobrir o local com gaze estéril,
compressa ou pano limpo.
• Promover hemostasia e prevenir
o choque hipovolêmico.
• Não tentar recolocar o osso no
lugar!
25- -(ESAF TE - MPU – 2004) A respeito dos traumatismos músculoesqueléticos, assinale a assertiva errada.
a) Contusão é uma lesão dos tecidos moles produzida pela força
de uma pancada, como soco, batida ou queda, podendo haver
dor, edema, equimose e hematoma.
b) Entorse é uma lesão às estruturas ligamentares que circulam uma
articulação, que apresenta edema e muita dor à movimentação, e
que foi causada por um puxão violento ou movimento de torção.
c) Luxação de uma articulação ocorre quando as superfícies dos
ossos que formam a articulação deixam de permanecer em
contato anatômico, não sendo necessário imobilizar a região até
que o paciente seja encaminhado à emergência.
d) Fratura é a quebra da continuidade do osso, sendo definida de
acordo com o tipo e extensão, e é considerada simples quando a
pele não sofre ruptura.
e) O tratamento das contusões, distensão e entorses consiste em
repouso, elevação da parte afetada e aplicação de frio e
bandagens.
18
06/02/2014
START
Situações de Atenção a Múltiplas
Vítimas
“START” (Simple Triage And Rapid Treatment)
 VERMELHO
- 1ª prioridade
- 2ª prioridade ou prioridade relativa
 VERDE - 3ª prioridade ou prioridade baixa
 PRETO - 4ª prioridade ou prioridade nula
 AMARELO
90- (FCC CAMARA 2007). No atendimento aos
acidentes com múltiplas vítimas, um dos
protocolos de triagem recomendado pelo
Ministério da Saúde/2006 é o START (Simples
Triagem e Rápido Tratamento). De acordo com
esse protocolo, os feridos de menor gravidade,
que estão andando pelo local, são
considerados como categoria
 (A) rosa.
 (B) vermelha.
 (C) amarela.
 (D) verde.
 (E) azul.
108. No caso de acidente com múltiplas
vítimas, são consideradas vermelhas,
segundo o método Start, as que apresentam?
 A. Vítimas em parada cardio-respiratória
 B. Vítima que apresenta respiração superior
a 30 rpm, enchimento capilar superior a 2
segundos.
 C. Trauma Crânio Encefálico
 D. Gestante apresentando sangramento
vaginal
19
06/02/2014
106-. Você se depara com uma vítima que
caiu do telhado, ao exame físico foi
constatado um ferimento profundo na região
frontal, diminuição do nível de consciência,
não respondendo a estímulo doloroso,
abertura ocular ausente, mesmo com
estímulo, não reagindo com o meio e sem
apresentar sinais de ingestão alcoólica.
Segundo a escala de coma de Glasgow o
paciente apresenta o escore?
 A) 3
 B) 5
 C) 4
 D) 0
 E) 15

74- (Enf_SAMU_VUNESP_2010) O método START
(Simple Triage and Rapid Treatment) – Simples
triagem e rápido tratamento, é um método
realizado em situações em que a magnitude da
emergência ultrapassa a capacidade assistencial
da equipe de socorro. Esse método avalia
 (A) nível de consciência, saturação de oxigênio,
frequência cardíaca, pressão arterial.
 (B) deambulação, cianose, pressão arterial,
frequência cardiaca.
 (C) deambulação, respiração, enchimento
capilar, nível de consciência.
 (D) deambulação, nível de consciência,
respiração, pressão arterial.
 (E) cianose, pressão arterial sistólica, enchimento
capilar.
73- (Enf_SAMU_VUNESP_2010) Você foi chamado
para atender um homem de 35 anos que está num
bar e se envolveu em uma briga. Quando você
chegou o homem estava sentado com muita dor e
você detectou uma lesão perfurante no hemitórax
direito causado por objeto pontiagudo e de grosso
calibre. Ele está dispnéico e com ruído na inspiração
e no ferimento. A conduta adequada para tratar o
ferimento durante o transporte da vítima é
 (A) cobrir o ferimento com curativo oclusivo.
 (B) cobrir o ferimento com bandagem.
 (C) aplicar curativo compressivo.
 (D) aplicar curativo valvulado.
 (E) manter local descoberto.

TRAUMATISMO TORÁCICO
LESÕES PULMONARES
Pneumotórax
hipertensivo
Resultante de perfuração
da parede torácica ou
espaço pleural.
.
20
06/02/2014
 92950700
31-(TECNOCON COFEN PI 2009)
No pneumotórax hipertensivo, o ar entra
na cavidadepleural durante a inspiração
e não sai durante a expiração,devido a
elasticidade da parede da lesão. São
sinais de pneumotórax hipertensivo,
EXCETO:
 a) Dispnéia intensa e cianose
 b) Desvio de traquéia
 c) Ingurgitamento de veias jugulares
 d) Som maciço à percussão torácica
 e) Hipotensão arterial
47- (Enf_SAMU_VUNESP_2010) Mulher de 20 anos de
idade estava em sua residência e foi vítima de
ferimento por arma branca na região abdominal. Foi
encontrada consciente, orientada. Durante o
transporte da vítima, deve-se:
(A) remover o objeto.
(B) mobilizar o objeto somente se estiver sangrando à
sua volta.
(C) estabilizar o objeto encravado e imobilizá-lo para
evitar que ele se mexa mais.
(D) realizar palpação profunda do abdômen para
prevenir sangramento ao redor do objeto.
(E) realizar ausculta dos ruídos hidroaéreos.
TRAUMA
TRAUMATISMO CRANIO-ENCEFÁLICO

FISIOLOGIA
Lesão cerebral primária
ocorre no momento do impacto e é
considerada irreversível, abrangem:



Lesão cerebral secundária
Surge em outros locais do encéfalo ou se
estende a partir da lesão primária.


-(FCC CAMARA 2007). Uma das condutas de
atendimento pré-hospitalar dispensado ao cliente
com acidente vascular encefálico (cerebral) é
(A) manter o cliente em posição de
Trendelemburg, se não houver suspeita de trauma
craniano.
(B) realizar intubação traqueal se o cliente
apresentar escala de coma de Glasgow menor
ou igual a doze.
(C) realizar intubação traqueal se o cliente
apresentar escala de Cincinnati acima de oito.
(D) administrar oxigênio sob máscara, trinta a
quarenta litros por minuto.
(E) manter o cliente em decúbito elevado, se não
houver suspeita de trauma cervical.
21
06/02/2014






(Enf_SAMU_VUNESP_2010). As diretrizes da
American Heart Association de 2005-2006
recomenda que todos os profissionais de saúde
sejam treinados a utilizar a ferramenta chamada
Escala Pré-Hospitalar de Cincinnati. Essa escala
permite avaliação de 3 achados, que são:
(A) desvio de rima, fala anormal e hemiplegia.
(B) desvio de rima, queda do braço e fala
anormal.
(C) alteração da marcha, fala anormal e queda
do braço.
(D) perda de equilíbrio, queda do braço e fala
anormal.
(E) déficit de atenção, fala anormal e perda de
equilíbrio
MOURA MELO - 2011 - Prefeitura de Ribeirão
Pires/SP – Enfermeiro - Prejudica o
mecanismo de coagulação sanguínea:
 a) Angiotensina.
 b) Vitamina B2
 c) Vitamina K.
 d) Glucogênio
TRAUMA
TRAUMA
TRAUMATISMO CRANIO-ENCEFÁLICO
TRAUMATISMO CRANIO-ENCEFÁLICO
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES
Concussão
Acompanhada de um pequena perda de
função neurológica – consciência.
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES
Contusão
Por aceleração e desaceleração
produzindo hemorragia interna –
Manifestações clínicas associadas ao grau
de contusão, déficit neurológico focal até
edema e hemorragia ocasionando
aumento da PIC.
22
06/02/2014
TRAUMA
TRAUMATISMO CRANIO-ENCEFÁLICO
Hemorragia
meníngea
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES
Hematomas
- Epidural ou extra-dural;
Sangue entre a parede interna do crânio e a duramáter
- Subdural
Sangue entre a dura-máter e a aracnóide
- Intracerebral
(Mortalidade elevada)
Hematomas:
Subdural
Epidural
Intracerebral
Avaliação das pupilas
23
06/02/2014
 03-
(ENF_FUNIVERSA_2005) Em uma Unidade de
emergência, há um paciente internado com
história de traumatismo crânio-encefálico
decorrente de acidente de trânsito. Não
responde a estímulos verbais ou dolorosos. Na
fase de coleta de dados de Enfermagem é
prioritária, entre outras, a observação:
 (A) Das alterações nas pupilas.
 (B) Da hiperemia reativa na pele da região dos
calcâneos.
 (C) Da eliminação urinária.
 (D) Do aumento do pulso.
 (E) Da respiração superficial e regular.
Avaliação das pupilas
55- (Enf_SAMU_VUNESP_2010). Mulher de 28
anos, vítima de um acidente automobilístico,
encontra-se com suspeita de lesão
neurológica. Durante a avaliação, observa-se
que suas pupilas encontram-se uma maior que
a outra. Neste caso, é correto afirmar que suas
pupilas estão
 (A) isocóricas.
 (B) anisocóricas.
 (C) em midríase.
 (D) em miose.
 (E) puntiformes.






15 (Esaf Enfermeiro mpu 2004)- Acerca das lesões crânioencefálicas que acontecem diariamente em acidentes,
quedas ou assaltos, assinale a opção correta.
a) Sendo a anoxia cerebral a causa mais comum de lesão
cranio-encefálica, é importante a administração de alto
fluxo de oxigênio.
b) Na avaliação dos sinais vitais, pode-se afirmar que a
hipertensão e a taquicardia indicam aumento de pressão
intracraniana.
c) É importante a observação do nível de consciência,
apesar de não ser o indicador mais sensível de mudança
da condição clínica do paciente.
d) Concussão ou contusão refere-se à perda temporária da
consciência em função de lesão craniana grave.
e) Não é correto afirmar que se deve admitir uma fratura de
coluna cervical para qualquer paciente com uma lesão
crânio-encefálica.
24
06/02/2014
Convulsão
Tipos
Convulsão

Perda súbita da
consciência

Queda desamparada

Contratura desordenada
da musculatura
Não convulsivas; Ausência

Salivação abundante
 “Grande Mal” - convulsivas

Às vezes, eliminação de
fezes e urina
 “Pequeno Mal” –
Convulsão
Causas

Febre alta em menores de 5 anos

Desidratação grave

Intoxicação por álcool e drogas

Diabetes descompensado

Epilepsia

Traumatismo craniano
Convulsão
 Fase Tônica Clônica :
corpo da pessoa torna-se
rígido extremidades do
corpo podem contrair-se e
tremer.
CUIDADO COM A FASE DE RELAXAMENTO!!!!
25
06/02/2014
Convulsão
Tipos
Convulsão
CUIDADOS
 Proteger a vítima da queda
 Aspirar secreções, se necessário
 Afastar objetos
 Proteger a privacidade da vítima
Afrouxar as roupas
 Não conter os movimentos da crise
 Não introduzir nada entre os dentes
 Afastar curiosos, manter ambiente calmo,
sem estímulos
 Não jogar água na vítima
 Contar para a pessoa da crise, sem
provocar euforia
Observa respiração, administrar O2, se disponível
 Monitorar sinais vitais
 Estar preparado para novas convulsões
(TECNOCON COFEN PI 2009) Com relação às epilepsias, pode-se
afirmar, EXCETO:
a) A crise convulsiva é a forma mais comum de manifestação
epiléptica.
b) A crise convulsiva epiléptica dura de segundos a minutos, com
início e fim bruscos.
c) As crises convulsivas generalizadas podem ser do tipo ausência
típica ou atípica, tônica e/ou clônica.
d) O eletroencefalograma é padrão ouro para o diagnóstico de
epilepsia, mostrando alterações das ondas cerebrais em todos os
pacientes epilépticos.
e) O Tratamento não medicamentoso durante a crise convulsiva
consiste em proteger a cabeça e lateralizá-la, evitar quedas e
mordeduras de língua.
27- -(ESAF TE - MPU – 2004) - Com relação aos cuidados e
conhecimentos específicos das convulsões, assinale a única assertiva
correta.
a) As convulsões são consideradas como resultantes de distúrbios dos
neurônios que produzem descargas elétricas anormais, recidivantes
apesar de controladas.
b) O dano cerebral ocorre mesmo com convulsões de curta
duração, havendo também perda da memória durante e por curto
período de tempo após a sua ocorrência.
c) Durante a convulsão deve-se proteger a cabeça e colocar um
lenço ou espátula na boca do paciente para evitar mordedura da
língua.
d) Na convulsão é importante manter as vias aéreas permeáveis até
que o paciente esteja completamente acordado e deve-se fornecer
oxigênio no caso de cianose.
e) Durante a crise deve-se tentar conter o paciente para evitar
fraturas e traumatismos.
26
06/02/2014
2009 FCC TRT 3ª REGIÃO ENFERMEIRO – Analista Judiciário
A Escala de Coma de Glasgow
Durante a crise convulsiva deve-se adotar os seguintes
procedimentos:
a) Manter o indivíduo deitado, em decúbito lateral, com
uma proteção sob sua cabeça
b)
Afastar ou alcochoar os objetos ao redor do paciente
evitando traumas
c)
Não tocar na saliva de uma pessoa em crise
convulsiva pois esta é contagiosa
d)
e)






Segurar ao máximo os movimentos do indivíduo para
que ele não se traumatize
Interpor entre os dentes do indivíduo, uma proteção
para evitar ferimentos de boca e língua
02- (ENF_FUNIVERSA_2005) A Enfermeira da Unidade de
Neurocirurgia realiza um exame neurológico aplicando a
Escala de Coma de Glasgow em um de seus pacientes. A
finalidade e os parâmetros de avaliação da escala são,
respectivamente:
(A) Diagnosticar trauma encefálico; otorragia; midríase e
resposta motora.
(B) Avaliar integridade da circulação cerebral; diplopia;
otorragia e resposta motora.
(C) Avaliar o nível de consciência; abertura ocular;
resposta verbal e motora.
(D) Verificar hematoma craniano; midríase; resposta verbal
e motora.
(E) Dimensionar a lesão cerebral; abertura ocular; reflexo
fotomotor e resposta verbal.
Escala de coma de Glasgow

Pontuação total: de 3 a 15
 3 = Coma profundo; (85% de probabilidade de
morte; estado vegetativo)
 4 = Coma profundo;
 7 = Coma intermediário;
 11 = Coma superficial;
 15 = Normalidade.

Classificação do Trauma cranioencefálico (ATLS,
2005)
 3-8 = Grave; (necessidade de intubação
imediata)
 9-12 = Moderado;
 13-15 = Leve
27
06/02/2014
68- (Enf_SAMU_VUNESP_2010) A escala de
Glasgow, utilizada após um trauma, auxilia na
avaliação de
 (A) nível de consciência.
 (B) dor.
 (C) sedação.
 (D) confusão mental.
 (E) déficit cognitivo.
95 (FCC CAMARA 2007) A escala de coma de
Glascow tem por objetivo
 (A) determinar a gravidade no trauma
abdominal.
 (B) fornecer medidas semi quantitativa do
grau de envolvimento cerebral.
 (C) determinar a gravidade no choque.
 (D) fornecer sinais de pneumotórax.
 (E) determinar a gravidade no infarto do
miocárdio.
78-(FCC CAMARA 2007). No paciente com
suspeita de traumatismo cranioencefálico
(TCE) constatou-se escala de coma de
Glasgow abaixo de 7 (sete). Esse parâmetro
quantitativo significa
 (A) rebaixamento do estado de consciência.
 (B) consciência preservada.
 (C) funções somáticas preservadas.
 (D) atividade cerebral ligeiramente
deprimida.
 (E) funções somáticas ligeiramente
deprimidas.
UNIUV - 2012 - Prefeitura de São Mateus do Sul/PR - Enfermeiro
A escala de coma de Glasgow é bastante utilizada em alguns
pacientes gravemente enfermos. Essa escala tem a finalidade de:





a) Avaliar nível de consciência, por abertura ocular, melhor
resposta verbal e melhor resposta motora, além de só ser realizada
por enfermeiros com especialização em neurologia e
neurocirurgiões;
b) Avaliar nível de coma, por abertura ocular, melhor resposta
verbal e melhor resposta motora, com exames complementares
como o Doppler e o ECG;
c) Avaliar nível de consciência, por abertura ocular, melhor
resposta verbal e melhor resposta motora;
d) Avaliar nível de coma, por abertura ocular, melhor resposta
verbal e resposta dolorosa e resposta olfativa;
e) Avaliar nível de coma, por abertura ocular, melhor resposta
verbal acompanhado de exames complementares
28
06/02/2014
CONSESP - Prefeitura de Batatais/SP Enfermeiro - 2012
Na Escala de Coma de Glasgow avaliamos
o nível de consciência do paciente. Os
itens avaliados são, exceto
a) Resposta ocular
b) Resposta motora
c) Resposta verbal
d) Responsividade neurológica
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
A
A – Assegurar Vias Aéreas
Máscara laríngea
Tubo endotraqueal
Combitube
106-. Você se depara com uma vítima que caiu do
telhado, ao exame físico foi constatado um
ferimento profundo na região frontal, diminuição
do nível de consciência, não respondendo a
estímulo doloroso, abertura ocular ausente, mesmo
com estímulo, não reagindo com o meio e sem
apresentar sinais de ingestão alcoólica. Segundo a
escala de coma de Glasgow o paciente apresenta
o escore?
 A) 3
 B) 5
 C) 4
 D) 0
 E) 15
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
B
B – Boa Ventilação
(Posicionamento do TOT)
B – Boa Ventilação
(Fixar TOT)
B – Boa Ventilação
(Oxigenação SO2)
29
06/02/2014
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
C
C – Circulação (Acesso Venoso)
C – Circulação (Monitorização)
C – Circulação (Medicamentos)
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
D – Diagnóstico
Diferencial
D
FARMACOLOGIA
RESSUSCITAÇÃO

14 (Esaf Enfermeiro mpu 2004)- Durante a parada
cardiorrespiratória é fundamental e importante o conhecimento
das medicações mais utilizadas. A respeito desse item, assinale
a opção correta.

a) A adrenalina aumenta a força de contração do músculo
cardíaco, diminuindo a necessidade miocárdica de oxigênio.
b) A dobutamina atua diretamente na constratibilidade
miocárdica, aumentando o fluxo sangüíneo renal e diminuindo
o débito cardíaco.
c) A atropina é usada no tratamento da taquicardia sinusal e
na assistolia ventricular.
d) A hipóxia induz ao metabolismo anaeróbico que leva a uma
acidose metabólica, sendo utilizado o bicarbonato de sódio.
e) A noradrenalina é um potente vasoconstritor periférico, que
geralmente provoca uma elevação da pressão sangüínea,
sendo indicado na hipotensão por hipovolemia.
ADRENALINA
VASOPRESSINA

ATROPINA

AMIODARONA


LIDOCAÍNA
BICARBONATO NA+
30
06/02/2014
Vias de Infusão
 IV
Central
O tempo para a droga chegar
circulação é menor
 IV Periférica
 Não requer interrupção das
manobras
 Flush 10ml e elevação por 10 a 20 seg
 Intra óssea
 Endotraqueal
 Lidocaína, epinefrina, atropina e
vasopressina
 As doses são incertas
 Doses 2 a 2 ½ X que IV
 Diluídas em SF 0,9% 5 a 10 ml

49- (Enf_SAMU_VUNESP_2010) Quando o
medicamento é administrado por via venosa
periférica durante a ressuscitação
cardiopulmonar, é recomendado que se eleve a
extremidade do membro por cerca de
 (A) 10 a 20 segundos.
 (B) 10 a 30 segundos.
 (C) 15 a 25 segundos.
 (D) 15 a 40 segundos.
 (E) 20 a 30 segundos.
50- (Enf_SAMU_VUNESP_2010). As prioridades da
sequência de vias de acesso vascular, para
administração de medicamentos durante a
ressuscitação cardiopulmonar, são:
 (A) intravenosa, endotraqueal e intraóssea.
 (B) intraóssea, endotraqueal e intravenosa.
 (C) intraóssea, intravenosa e endotraqueal.
 (D) intravenosa, intraóssea e endotraqueal.
 (E) endotraqueal, intraóssea e intravenosa.
(Cespe residencia enf 2011) Julgue os itens a seguir, que tratam da
ressuscitação cardiopulmonar de adultos em ambiente de pronto-socorro.
16- As drogas a serem administradas nos casos de ressuscitação
cardiopulmonar são a epinefrina e a vasopressina, as quais devem ser de uso
intravenoso e jamais devem ser colocadas no tubo endotraqueal, uma vez que,
por essa via, não ocorrerá a absorção desses medicamentos.
17- O uso do desfibrilador automático representa uma medida de suporte
avançado de vida e deve ser instituído na presença de fibrilação ventricular ou
no caso de atividade elétrica sem pulso.
18- Comprovada a parada cardiopulmonar, devem-se iniciar as manobras de
compressão torácica alternada com a ventilação assistida, localizando-se o
ponto de compressão torácica a 2 cm acima do apêndice xifóide e aplicandose a sequência de duas ventilações assistidas para quinze compressões
torácicas.
19-A desfibrilação elétrica é uma manobra fundamental para reverter quadros
de arritmia. Na fibrilação ventricular sem pulso, aplicam-se três choques
sucessivos e a cada choque aplicado é necessário verificar o pulso da vítima e
retirar as pás do desfibrilador, a fim de se promover a impedância torácica.
20- A intubação endotraqueal é prioritária quando, após o terceiro choque
com o desfibrilador, é mantida a condição de parada cardiorrespiratória, uma
vez que permite maior correção da hipóxia e serve de via de administração
para algumas drogas, enquanto não se tem acesso endovenoso definido.
31
06/02/2014
82-(FCC CAMARA 2007) Um cliente adulto apresenta
quadro de fibrilação ventricular. De acordo com a
American Heart Association (2005), recomenda-se ao
enfermeiro aplicar
 (A) um choque, seguido de reanimação
cardiopulmonar imediata.
 (B) dois choques, seguido de reanimação
cardiopulmonar imediata.
 (C) três choques, seguido de averiguação do ritmo
cardíaco e, se necessário, reanimação
cardiopulmonar.
 (D) três choques, seguido de reanimação
cardiopulmonar imediata.
 (E) dois choques, seguido de averiguação do ritmo
cardíaco e, se necessário, reanimação
cardiopulmonar.
30-(TECNOCON COFEN PI 2009) Em casos de
Assistolia, o Enfermeiro deve:
 a) Preparar o desfibrilador para o procedimento
de desfibrilação.
 b) Preparar o material para cardioversão.
 c) Instalar oxigênio por cateter tipo óculos 5
litros/minutos.
 d) Iniciar manobras de reanimação
cardiopulmonar.
 e) Puncionar acesso venoso, instalar oximetria de
pulso e colocar gel nas pás do desfibrilador.
48- (Enf_SAMU_VUNESP_2010). O
tratamento eficaz para a fibrilação
ventricular (FV) é a
 (A) administração de adenosina.
 (B) administração de nitroglicerina.
 (C) desfibrilação elétrica.
 (D) ventilação com pressão positiva
com bolsa-valva-máscara.
 (E) administração de epinefrina.
24- -(ESAF TE - MPU – 2004) Acerca da parada
cardiorespiratória, que requer um atendimento de emergência
envolvendo toda a equipe de saúde, assinale a única
assertiva correta.
 a) Pode ser definida como uma cessação brusca e
potencialmente reversível da respiração e da circulação
espontâneas.
 b) Apesar de ter uma reserva de oxigênio, o cérebro e o
coração são órgãos mais sensíveis à falta de sangue
oxigenado.
 c) A perda de consciência, a apnéia, a ausência de pulso
corotídeo e femural e a midríase, depois de
aproximadamente 5 minutos, são sinais e sintomas da
parada cardiorespiratória.
 d) A técnica de compressão externa do tórax consiste em
uma aplicação seriada e rítmica de pressão sobre a
metade superior do esterno.
 e) Durante a parada cardiorespiratória, a hipóxia induz o
metabolismo anaeróbico que produz ácido láctico levando
a uma acidose respiratória.
32
06/02/2014



( SEAP/IML 2011) 41- Julgue os itens a seguir,
segundo as novas diretrizes de reanimação
cardiovascular da American Heart Association, em
2010.
I - No procedimento de reanimação (RCP), o
procedimento “ver, ouvir e sentir”não mais existe.
II-O número de massagens cardíacas é de, no
mínimo, 100 massagens por minuto.
III- O número de insuflações respiratórias é de 2
insuflações a cada 30 massagens
IV- O tórax deverá ser rebaixado em até 5cm na
massagem realizada em adulto.
A quantidade de itens corretos é igual a:
(A) 0. (B) 1. (C) 2. (D) 3. (E) 4.
OVACE

( SEAP/IML 2011) 43- Julgue os itens a seguir, segundo as novas
diretrizes para a parada cardiorespiratória (PCR) da American
Heart Association, em 2010.
I- Foi criado um algoritmo universal simplificado para Suporte
Básico de Vida para adultos.
II- Não houve alteração na sequência recomendada para o
socorrista que atua sozinho para que ele inicie as compressões
torácicas antes de aplicar ventilações de resgate (C-A-B em vez
de A-B-C).
III- O socorrista atuando sozinho deve iniciar a RCP com 30
compressões, em vez de 2 ventilações, para reduzir a demora na
aplicação da primeira compressão.
IV- É recomendado o uso da pressão cricóide durante as
ventilações.
A quantidade de itens corretos é igual a:
(A) 0. (B) 1. (C) 2. (D) 3. (E)4.
OVACE
Obstrução das Vias
Aéreas por Corpo
Estranho
E agora ?
Sinal clássico da
asfixia (engasgo real)
Asfixia: estado
resultante da suspensão
ou comprometimento da
respiração.
Quadro grave
Lesão cerebral após 3 a 5 minutos
33
06/02/2014
OVACE
 Você
está engasgado?
 Você pode falar?
 Ajuda
 Com som - tosse
OVACE
Manobra de Heimlich em adulto consciente
5 compressões (1
ciclo) e reavaliar a
vítima
OVACE
Manobra de Heimlich em crianças
OVACE
Manobra de Heimlich bebês
Não utilizar compressões abdominais! Combinar tapotagem (5)
com compressões torácicas (5), varredura digital (dedo
mínimo) + respiração artificial (bebê inconsciente)
34
06/02/2014
OVACE
Manobra de Heimlich em gestantes e obesos
OVACE
Manobra de Heimlich em adulto consciente
OVACE
Gestantes e Obesos

Utilizar compressão
torácica (altura do
esterno)
81-(FCC CAMARA 2007). Uma bala provoca
engasgo em um adulto com responsividade.
Esse corpo estranho nas vias respiratórias
deve ser retirado pelo enfermeiro por meio
de
(A) varredura digital às cegas na boca e
garganta.
(B) manobra de Heimlich.
(C) manobra que diminui subitamente a
pressão intratorácica.
(D) posicionamento do adulto virado de
cabeça para baixo.
(E) gargarejo e tapotagem.
Em um restaurante você vê um homem sentado à mesa ao lado,
conversando e almoçando com a família. Ele começou a ficar
agitado, nervoso, levantou-se, tentou tossir, não conseguia falar,
assumindo esta postura:
65- (Enf_SAMU_VUNESP_2010) Considerando essa sitação a
conduta inicial é
(A) deitar a vítima e iniciar compressões torácicas.
(B) se posicionar atrás da vítima e com o punho fechado e a
outra mão apoiada entre o umbigo e o esterno empurrar as
mãos para cima e para dentro vigorosamente.
(C) sentar a vítima e pedir que tussa vigorosamente.
(D) se posicionar atrás da vítima e com o punho fechado e a
outra mão apoiada entre o umbigo e o esterno empurrar
as mãos para dentro vigorosamente.
(E) deitar a vítima e realizar duas respirações de resgate.
35
06/02/2014
Queimadura
É a lesão ocasionada ao
organismo humano pela ação
curta ou prolongada à
temperaturas extremas.”
Queimadura
 Classificacão quanto  Classificacão quanto
grau de profundidade agente causal
Primeiro Grau
Segundo Grau
Terceiro Grau
Queimadura
PELE
 Funções: proteção, regulação da temperatura
corporal e sensibilidade
Queimadura
Primeiro Grau
1. Térmica
2. Química
3. Elétrica
4. Radiação
 Atinge a epiderme
 Eritema, calor e edema
 Dor leve a moderada
36
06/02/2014
Queimadura
Segundo Grau
 Atinge a epiderme e derme
 Eritema, calor, edema e formação de bolhas
(flictenas)
 Dor moderada a severa
Queimadura
Terceiro Grau
 Atinge todas as camadas da
pele, chegando ao tecido
subcutâneo
 Lesões secas
 Cor esbranquiçada (couro) ou
preta (aspecto carbonizado)
 Pouca ou nenhuma dor
97-(FCC CAMARA 2007). Em relação à extensão, a
queimadura de segundo grau apresenta-se com
(A) epiderme vermelha e/ou esbranquiçada,
edema, formação de vesículas com dor.
(B) epiderme vermelha, leve edema com dor.
(C) epiderme e derme destruídas, ausência de dor.
(D) destruição de músculos e nervos, formação de
escara com dor local.
(E) epiderme vermelha, sem dor e com destruição
de nervos.
Queimadura
Um adolescente cuja camisa pegou fogo num
acampamento teve queimaduras na parede
anterior do abdome e em todo o braço direito.
Qual a percentagem de superfície corpórea
atingida?
 A)
36%
9%
 C) 18%
 D) 24%
 E) 27%
 B)
37
06/02/2014

( SEAP/IML 2011) 42- Baseado no conceito
da regra dos nove,um paciente que sofreu
queimadura na cabeça, no tórax (região
frontal), abdômen, genitália e na coxa direita
teve qual porcentagem corporal atingida
pela queimadura?
(A) 27%
(B) 30%
(C) 37%
(D) 45%
(E) 54%
FCC - 2011 - TRE-AP - Analista Judiciário - Enfermagem
 Após um incêndio em local fechado com grande
quantidade de fumaça, uma vítima responsiva apresentase com queimadura de espessura parcial nos braços
direito e esquerdo; verifica-se tosse e, à ausculta pulmonar,
presença de sibilos generalizados. Nesse caso,
prioritariamente, deve-se






Prova: FCC - 2010 - AL-SP - Agente Técnico Legislativo
Especializado – Enfermagem

Durante o trabalho, um funcionário sofreu uma extensa
queimadura por escaldo na mão, com presença de bolhas e
muita dor no local. As ações imediatas de primeiros socorros,
antes de transportar a vítima ao serviço de saúde, consistem em
a) irrigar o local com água fria e aplicar gelo sobre as bolhas, a
fim de proporcionar analgesia local.
b) romper as bolhas com agulha estéril e aplicar antibiótico
tópico, imediatamente, a fim de impedir crescimento
bacteriano local.
c) aumentar o fluxo de ar sobre o local afetado e aplicar
analgésicos tópicos, a fim de amenizar a dor.
d) irrigar o local com grande quantidade de água em
temperatura ambiente e aplicar curativos secos, nãoaderentes.
e) promover o rompimento imediato das bolhas e retirar os
tecidos desvitalizados, a fim de evitar presença de tecido
necrótico e infecção.








Prova: UFF - 2009 - UFF - Engenheiro de Segurança do
Trabalho
Queimadura é toda e qualquer lesão ocasionada
pela ação do calor sobre o corpo do empregado.
Quando a lesão é superficial, provocando apenas a
vermelhidão da pele, sem formar bolhas, é
considerada como lesão:
a) extrema;
b) 2º grau;
c) 3º grau;
d) 1º grau;
e) intermediária
a) realizar curativo com soro fisiológico gelado.
b) aferir a pressão arterial.
c) obter um acesso venoso calibroso.
d) providenciar a escarotomia imediata da região que
sofreu queimadura.
e) preservar a permeabilidade das vias aéreas.




38
06/02/2014



Prova: CESPE - 2004 - TRE-AL - Técnico Judiciário - Especialidade –
Enfermagem
Durante o plantão noturno de um profissional de enfermagem, deram
entrada na sala de emergência três pacientes vítimas de queimaduras. A
primeira, um homem de 43 anos,
encontrava-se consciente e orientado. Informou ao enfermeiro ter ajudado
as pessoas a saírem da casa onde estavam, alguns minutos após o início de
um incêndio, que se deu por uso
indevido de um fogão a lenha localizado no único cômodo da casa. Esse
homem apresentava queimaduras nas mãos e nas pernas, caracterizadas
por eritema intenso, bolhas, edema e dor.
A segunda vítima, uma mulher de 37 anos, chegou inconsciente. Seus sinais
vitais indicavam apnéia, bradicardia, hipotensão e hipotermia.
Apresentava, também, várias áreas queimadas,
inclusive o tórax e a cabeça. Em alguns locais, havia apenas forte eritema,
e, em outros, as lesões apresentavam-se esbranquiçadas, com perda de
camadas da pele. A terceira vítima, uma criança de 2 anos, encontrava-se
consciente, chorosa, com sinais de queimaduras em um dos braços e em
uma das mãos, cujas características eram de hiperemia e edema. Seus
sinais vitais revelaram função cardíaca normal e ausência de dificuldade
respiratória.
Considerando a situação hipotética acima, julgue os itens subseqüentes.
Conforme a descrição da queimadura apresentada no caso hipotético, o
homem que se acidentou apresentou lesões compatíveis com as que
caraterizam queimaduras de terceiro grau, também chamadas
queimaduras profundas.


Internet: (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens a seguir a
respeito da legislação de segurança e de noções de primeiros
socorros.

Queimadura
Superfície Corporal Queimada
“Regra dos Nove” - Wallace
Prova: CESPE - 2010 Duas pessoas ficaram feridas, na madrugada desta
segunda-feira, antes do Natal 2009, durante um incêndio em
uma residência em São Sebastião, no litoral paulista. De acordo
com informações da Polícia Militar, o fogo começou com um
curtocircuito na rede elétrica, que pode ter sido causado pelas
luzes da árvore de Natal. Alguns cômodos da casa foram
atingidos pelas chamas. As duas pessoas que estavam no local
sofreram queimaduras. Uma delas sofreu queimaduras leves e a
outra, de segundo grau, no corpo e no rosto, e está internada
no Pronto Socorro da cidade.
A partir do texto, é correto inferir que uma das vítimas sofreu
queimadura de terceiro grau.
Queimadura
Queimaduras graves:
Lesões associadas
(fraturas, amputações, inalação)
 Queimados com lesões moderadas e
doenças prévias (desnutrição, diabetes)
 Extemos de idade (crianças pequenas e idosos)

Face, mãos, pés e períneo
39
06/02/2014
Cãibras relacionadas com o
calor
Descansar
Ingerir uma mistura de carboidratos e
eletrólitos
 Alongar
 Compressas de gelo
 Massagear os músculos doloridos


Hemorragias
Classificação
Arterial
Venosa
Capilar
26 - -(ESAF TE - MPU – 2004) Quanto a manifestações clínicas e
cuidados com queimaduras, em seus vários aspectos, assinale a
opção incorreta.
 a) Queimadura é toda e qualquer lesão no organismo
causada pelo calor, por substâncias corrosivas e pela
irradiação.
 b) A intensidade de uma queimadura é determinada pela
temperatura e pelo tempo em que o calor agiu sobre o corpo,
assim como a área afetada e a idade do paciente.
 c) As queimaduras são classificadas de acordo com a
profundidade e a extensão, sendo que as de primeiro grau são
caracterizadas por lesão de epiderme, eritema e edema.
 d) Monitorizar os sinais vitais, avaliar o nível de consciência,
realizar controle de diurese, fazer uso de precauções universais
e manter o paciente em semi-Fowler são cuidados específicos
de enfermagem.
 e) Apesar de haver pouco risco de ocorrer choque
hipovolêmico, é importante a reposição líquida, além de o
atendimento requerer o uso de gorro, avental e luvas
esterilizadas.
Hemorragias
anatômica


Classificação Clínica:
Interna
• Não há solução de continuidade
• Pode exteriorizar-se por cavidades naturais
40
06/02/2014
Hemorragias
Palidez
cutânea
Taquisfigmia
Perspiração
Hipotermia
cutânea
Polidipsia
HEMORRAGIAS INTERNAS
EXTERIORIZADAS
Dispnéia
Apreensão
e medo
Vertigens
Náuseas
Estado
de choque
Calafrios
 Hematúria
 Hematêmese
 Hemoptise
 Otorragia
 Metrorragia
 Rinorragia
ou Epistaxe
 Enterorragia
 Melena
UNIUV - 2012 - Prefeitura de São
Mateus do Sul/PR - Enfermeiro
 O Sr. A. P. 65 anos, encontra-se na sala de
emergência com diagnóstico de
hemorragia digestiva baixa. A
exteriorização de sangue através do reto
denomina-se:
 a) Enterorragia;
 b) Melena;
 c) Epistaxe;
 d) Hemoptise;
 e) Hematêmese
Hemorragias
 12-
 Externa

O local de sangramento é visível através de solução de
continuidade
 Compressão
direta sobre a lesão
do membro lesado
 Compressão dos pontos arteriais
 Garrote
 Imobilização (método coadjuvante)
 Resfriamento (método coadjuvante)
 Elevação
41
06/02/2014
Torniquetes
 AHA
Compressão
direta sobre a lesão
Compressão dos pontos
arteriais
2010 (Sem alterações em relação a
2005):
 Se a aplicação de pressão direta não for
eficaz ou possível
 Se o prestador de primeiro socorros tiver
treinamento no uso de torniquete.
Elevação do membro lesado
 67-
(Enf_SAMU_VUNESP_2010). Mulher de 50 anos,
vítima de ferimento por arma de fogo no tórax.
Está com rebaixamento de nível de consciência,
palidez cutânea, sudorese, pele fria, taquipneia,
taquicardia, pulso filiforme.
 Esses sinais indicam:
 (A) hematoma intracraniano.
 (B) contusão pulmonar.
 (C) pneumotórax.
 (D) hemorragia interna.
 (E) trauma raquimedular.
96-(FCC CAMARA 2007) Após acidente
automobilístico, uma das vítimas apresenta
sangramento em membro superior esquerdo. Neste
caso, o cuidado a ser prestado prioritariamente
será de
 (A) aplicar compressas quentes no local
movimentando o membro lesado.
 (B) comprimir o ferimento com pano limpo, e
elevar o membro lesado.
 (C) movimentar o acidentado, até a chegada do
socorro.
 (D) limpar o local, retirando todos os corpos
estranhos.
 (E) manter a temperatura corporal resfriada.
42
06/02/2014
Lipotímia


Vertigem, diminuição da
força, visão turva
Diminuição temporária da
perfusão cerebral



DESMAIO (SÍNCOPE)
É a perda súbita e temporária da consciência
causada pela diminuição de sangue no cérebro
Acalmar a vítima
Arejar o ambiente
Afrouxar a roupa
Posição de Recuperação
43

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